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Normas Mestrado

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II SÉRIE

DIÁRIO DA REPÚBLICA
Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Número 19

ÍNDICE
PARTE A

Presidência da República
Gabinete do Presidente: Despacho n.º 3511/2009: Exoneração, a seu pedido, da licenciada Maria do Carmo Leal de Faria Franco de Andrade Neves 4127 Chancelaria das Ordens Honoríficas Portuguesas: Alvará (extracto) n.º 5/2009: Concessão de alvará ao Regimento de Lanceiros n.º 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4127

PARTE C

Presidência do Conselho de Ministros e Ministérios das Finanças e da Administração Pública e da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
Despacho n.º 3512/2009: Nomeia vogal do INRB, I. P., o Prof. Doutor Nuno Figueira Boavida Canada . . . . . . . . . . . 4127

Ministério das Finanças e da Administração Pública
Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo: Declaração de rectificação n.º 235/2009: Rectifica o despacho (extracto) n.º 2573/2009, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 13, de 20 de Janeiro de 2009 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Direcção-Geral de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros: Aviso n.º 2497/2009: Designa Ana Raquel Rodrigues Silva para coordenar a equipa de projecto do Sistema de Infracções Fiscais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso (extracto) n.º 2498/2009: Renovação da comissão de serviço no cargo de subdirectora-geral da licenciada Maria Luísa Vicente Teixeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso (extracto) n.º 2499/2009: Renovação da comissão de serviço no cargo de subdirectora-geral da licenciada Ana Maria Pestana de Deus Morais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4128 4128 4127 4127

Ministério da Defesa Nacional
Gabinete do Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar: Despacho n.º 3513/2009: Nomeação do Prof. Doutor Eduardo Vera-Cruz Pinto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4128

4108
Exército: Despacho n.º 3514/2009:

Diário da República, 2.ª série — N.º 19 — 28 de Janeiro de 2009

Promoção ao posto de furriel RC de cinco 2FUR RC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n.º 3515/2009: Subdelegação de competências no chefe do Centro de Finanças do Comando do Pessoal . . . Declaração de rectificação n.º 236/2009: Rectifica o Diário da República, 2.ª série, n.º 3, de 6 de Janeiro de 2009 . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n.º 3516/2009: Promoção ao posto de primeiro-sargento RC de cinco 2SAR RC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

4128 4128 4128 4128

Ministério da Administração Interna
Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária: Despacho n.º 3517/2009: Delegação de competência para proferir decisões administrativas no âmbito dos processos de contra-ordenações rodoviárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Direcção-Geral de Infra-Estruturas e Equipamentos: Declaração de rectificação n.º 237/2009: Rectifica o despacho n.º 869/2009, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 8, de 13 de Janeiro de 2009 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Serviço de Estrangeiros e Fronteiras: Aviso n.º 2500/2009: Concede a nacionalidade portuguesa, por naturalização, a Oscar Soares Dias . . . . . . . . . . . . Aviso n.º 2501/2009: Concede a nacionalidade portuguesa, por naturalização, a Rita Manuel de Castro Maria Pacheco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Declaração de rectificação n.º 238/2009: Rectifica o aviso n.º 13904/2008 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4129 4129 4129 4129 4128

Ministério da Justiça
Instituto Nacional de Medicina Legal, I. P.: Deliberação (extracto) n.º 319/2009: Revogação da deliberação n.º 3137/2008 — comissão de serviço no cargo de director do Serviço de Clínica Forense da Delegação do Sul . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Instituto dos Registos e do Notariado, I. P.: Despacho (extracto) n.º 3518/2009: Regressos da situação de licença sem vencimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3519/2009: Regressos da situação de licença sem vencimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3520/2009: Regressos da situação de licença sem vencimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3521/2009: Regressos da situação de licença sem vencimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3522/2009: Regressos da situação de licença sem vencimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3523/2009: Regressos da situação de licença sem vencimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4130 4130 4130 4129 4129 4129 4129

Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional
Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, I. P.: Despacho n.º 3524/2009: Nomeação em comissão de serviço da licenciada Teresa Paula Leonardo Limas Serafim no cargo de coordenador de Unidade de Ordenamento e Impacte Ambiental, cargo de direcção intermédia de 2.º grau . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

4130

Diário da República, 2.ª série — N.º 19 — 28 de Janeiro de 2009

4109

Ministério da Economia e da Inovação
Gabinete do Ministro: Despacho n.º 3525/2009: Projecto do posto de redução e medida de 2.ª classe n.º 58, Quinta da Glória, concelho de Palmela . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Autoridade de Segurança Alimentar e Económica: Aviso n.º 2502/2009: Lista dos canditatos admitidos ao concurso para ingresso na carreira de inspector-adjunto com vista ao provimento de 35 vagas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Direcção-Geral das Actividades Económicas: Despacho n.º 3526/2009: Nomeação em comissão de serviço do licenciado José António de Magalhães Barros Féu . . . 4149 4131 4131

Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
Gabinete do Secretário de Estado Adjunto, da Agricultura e das Pescas: Despacho normativo n.º 4/2009: Pedidos de ajuda e pedidos de apoio dos regimes financiados pelo Fundo Europeu Agrícola de Garantia (FEAGA) e Fundo Europeu de Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), cuja gestão deve ser processada pelo Sistema Integrado de Gestão e Controlo (SIGC) . . . . . Direcção-Geral de Veterinária: Despacho (extracto) n.º 3527/2009: Provimento na categoria de assessor de Ana Cristina Veloso Basto Ucha Lopes . . . . . . . . . . Despacho n.º 3528/2009: Preço de venda de livro de receitas médico-veterinárias normalizadas e de vinhetas . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3529/2009: Provimento na categoria de técnico superior de 1.ª classe de Filomena Isabel Lopes Ventura e de Margarida Maria Barreira Antunes Bairrão Falcão Carvalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo: Despacho (extracto) n.º 3530/2009: Mobilidade por opção voluntária de Joaquim António Reis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3531/2009: Mobilidade por opção voluntária de Antónia Rita Martins Mansos Felício . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3532/2009: Mobilidade por opção voluntária de Eurico Edgar Mendes da Palma Pires . . . . . . . . . . . . . . Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, I. P.: Deliberação (extracto) n.º 320/2009: Nomeação de Manuel Borralho Augusto para a categoria de técnico superior de 1.ª classe da carreira de economista, a partir de 18 de Dezembro de 2008 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4153 4153 4153 4153 4153 4152 4152

4150

Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Secretaria-Geral: Deliberação n.º 321/2009: Contrato de delegação de competências celebrado entre o POVT e o INAG . . . . . . . . . . . . . Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, I. P.: Aviso n.º 2503/2009: Alteração de percurso da carreira de serviço público entre Caldas da Rainha e Casais da Boavista . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4156 4153

Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social
Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P.: Aviso n.º 2504/2009: Nomeação de Anabela da Cruz Ramalho Fidalgo Rosa como técnica superior de 2.ª classe . . . 4156

. . P. . . . . . . . . . . . . . .º 323/2009: Delegação de competências. . . . .º 324/2009: Delegação de competencias. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4161 4160 4160 4159 4159 4159 4159 4159 4158 4158 4157 4157 Ministério da Educação Gabinete do Secretário de Estado da Educação: Despacho n. . . . . . 4165 4162 4162 . . . . . . . . . . . . . .º 322/2009: Delegação de competências. . . . Hospitais Civis de Lisboa: Deliberação n. Deliberação (extracto) n. . . . . . . . Deliberação n. de 13 de Janeiro de 2009 . . . . . Hospital de Joaquim Urbano: Deliberação (extracto) n. . . Hospital de Cândido de Figueiredo: Declaração de rectificação n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4157 4156 Ministério da Saúde Administração Regional de Saúde do Centro. . . . . . . . . . . . Secretaria-Geral: Despacho (extracto) n. . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Instituto da Segurança Social. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2507/2009: Concurso interno geral para provimento na categoria de chefe de serviço de estomatologia da carreira médica hospitalar . . . . . .º 2506/2009: Concurso interno de acesso geral para provimento na categoria de técnico especialista de 1. .º 326/2009: Nomeação de vários profissionais na categoria de assistente administrativo especialista . . . . . . . .º 328/2009: Nomeação como assistente de infecciologia da carreira médica hospitalar de Maria Josefina Vazquez Mendez . . .ª classe ortoptista da carreira de pessoal técnico de diagnóstico e terapêutica . . . .º 76/2009.º 2508/2009: Concurso interno de acesso geral para provimento na categoria de técnico de 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . I. . . . . . . .º 325/2009: Nomeação de Felismina Cruz da Costa como chefe de secção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . responsável da equipa de projecto denominada REDESCOLAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I. . . . . . . . . .º 3534/2009: Delegação de competências na directora da UDS . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . .º 2505/2009: Aviso relativo a despachos de nomeação já publicados . . . . . . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . Deliberação n. . . . . . . . .: Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .: Despacho (extracto) n. Despacho n. . . . . . . 2.º 327/2009: Nomeação de vários profissionais como auxiliares de acção médica principal . . . . .ª classe ortoptista da carreira de pessoal técnico de diagnóstico e terapêutica . . . . . . . . . . . . . . . Deliberação (extracto) n. . . . . . . . P.º 3535/2009: Delegação de competências no licenciado João Manuel Viegas Libório Correia. . . . . . .º 239/2009: Declaração de rectificação da deliberação n. . . . . . . . . . . . . . . . . . Hospital de São Marcos: Aviso n. . . . . . . . .4110 Diário da República. Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3536/2009: Define a calendarização relativa à realização das provas de exames nacionais e dos exames de equivalência à frequência dos ensinos básico e secundário . . . . . . . .º 3533/2009: Delegação de competências — directora da UAJC . . . . . . . . . . . . . . . . . Deliberação (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3537/2009: Lista nominal de pessoal do quadro único do Ministério da Educação que optou voluntariamente pela colocação em situação de mobilidade especial . . . . . . . . .

. Listagem n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . Aviso n. . . . . . . . .º 2509/2009: Lista de antiguidade de pessoal não docente do Agrupamento Vertical de Escolas da Abelheira Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2511/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente — Agrupamento Vertical de Escolas do Búzio Despacho n. . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. .º 2512/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente. . . Despacho n. . . . . . . . . . .º 3549/2009: Nomeações e transferências . . . . . . . . . . .º 3543/2009: Nomeação de professores titulares . . . . . . . . . . . . . .º 2513/2009: Lista de antiguidade de pessoal docente — Agrupamento de Escolas Domingos Capela . . . . . . . . . Despacho n. . .º 3544/2009: Nomeação de professores titulares . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Despacho (extracto) n. . . .º 3541/2009: Concessão de licença extraordinária a pessoal do quadro único do Ministério da Educação que optou voluntariamente pela colocação em situação de mobilidade especial . . . . 2. . .º 3547/2009: Homologação de Contratos Administrativos de Serviço Docente 2008-2009 . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . .º 2516/2009: Lista de antiguidade de pessoal não docente . . . . . . . . .º 240/2009: Declaração de rectificação n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Direcção Regional de Educação do Norte: Aviso n. . . . . . . . . . . . . .º 3540/2009: Concessão de licença extraordinária a pessoal do quadro único do Ministério da Educação que optou pela colocação em situação de mobilidade especial . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . .º 3539/2009: Concessão de licença extraordinária a pessoal do quadro único do Ministério da Educação que optou pela colocação em situação de mobilidade especial . . . . . . . Despacho (extracto) n. .º 2517/2009: Aviso de abertura do procedimento concursal prévio à eleição do director .Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . durante o ano de 2008 . .º 2515/2009: Afixação da lista de antiguidade do pessoal não docente do Agrupamento . . . . . .º 3538/2009: Concessão de licença extraordinária a pessoal do quadro único do Ministério da Educação que optou pela colocação em situação de mobilidade especial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3546/2009: Homologação de contratos de docentes — ano lectivo 2008-2009 . . . . . . . . . . Declaração de rectificação n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3545/2009: Homologação de contratos administrativos de serviço docente . . . . . . . . . . . . . . .º 3548/2009: Homologação dos contratos administrativos de serviço docente do ano lectivo 2008/2009 . . .º 2510/2009: Lista de antiguidade de pessoal não docente de 2008 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3542/2009: Nomeação de professor titular . . . . . . . . 4111 4165 4165 4165 4165 4165 4166 4166 4166 4167 4167 4167 4167 4167 4168 4168 4168 4168 4168 4168 4168 4169 4169 4169 4169 . . . . . . Despacho n. . . . . . . . .º 2518/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente. . . . . . . . . . . . Despacho n. .º 307228 de 2008. . . . . . . . . . . . . . .º 21/2009: Listagem das obras adjudicadas pela Secretaria-Geral do ME — Direcção de Serviços de Administração Geral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . . . . .º 2514/2009: Listas de antiguidade . Despacho (extracto) n. . .

. . . Aviso n. . . . . . . . . . .º 2523/2009: Renovação de pedido de licença sem vencimento por um ano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 241/2009: Rectificação da publicação da lista de concurso de professores titulares do Agrupamento de Escolas do Conde de Castelo Melhor . . . . . . . . . . . . . . . 2. .º 3553/2009: Publicação de contratos celebrados ao abrigo do citado DL desde Setembro a Dezembro de 2009 Aviso n. . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . .º 3550/2009: Nomeação em comissão de serviço da professora Maria Carolina Duarte Silva Velhinho G. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 104/2008) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3552/2009: Nomeação de professores titulares. . . .Lei n. . . . . . . . . . .º 3562/2009: Homologação de contratos individuais de trabalho por tempo indeterminado . . . . . . . . . . . . . . . .º 2519/2009: Lista de antiguidade de pessoal não docente — 2008 . . . . . . . . Despacho n. . Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2521/2009: Afixação das listas de antiguidade do pessoal não docente . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3557/2009: Homologação de contrato administrativo de serviço docente referente ao ano lectivo de 2008-2009 4172 Despacho (extracto) n. . Aviso n.º 3560/2009: Concurso extraordinário de professores titulares .º 2522/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente referente a 31 de Dezembro de 2008 . . . . . .º 2520/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente do Agrupamento de Escolas de Vagos reportada a 31 de Dezembro de 2008 . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . Aviso n. 4172 4172 4172 4172 4172 4172 4171 4171 4171 4171 4171 4171 4170 4170 4170 4170 4170 4170 4170 4169 4169 . . . Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo: Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . no ano escolar de 2008-2009 . . . . . . . . . . . . .º 2525/2009: Lista de docentes contratados em 2008-2009 . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3561/2009: Nomeação definitiva na categoria de assistente de administração escolar principal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3551/2009: Homologação dos contratos administrativos de provimento de pessoal docente relativo ao ano lectivo de 2008-2009 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3558/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente. . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Direcção Regional de Educação do Centro: Declaração de rectificação n. . .º 3555/2009: Homologação de contratos administrativos de provimento de serviço docente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 2524/2009: Lista de antiguidade do pessoal docente .ª série — N. posicionados no índice 340 (concurso extraordinário ao abrigo do Decreto. . . . . . . . . .º 3556/2009: Nomeação de professores titulares . . . . . Sousa Despacho n. referentes ao ano de 2007-2008 . . . . . . . . . . . . .º 3559/2009: Lista de antiguidade do pessoal docente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . .º 3563/2009: Homologação de contratos administrativos de provimentos de docentes. Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3554/2009: Homologação dos contratos administrativos de serviço docente do ano lectivo de 2008-2009 do Agrupamento de Escolas de Vieira de Leiria . . Despacho n. .4112 Diário da República. . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . reportada a 31 de Dezembro de 2008 . . . . . . . .

. .º 3566/2009: Homologação de contratos administrativos de serviço docente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3567/2009: Homologação de contratos ano de 2008/2009 . . . . . 4113 4173 4173 4173 4173 4174 4174 4174 4174 4174 4174 4175 4175 4175 Ministério da Cultura Biblioteca Nacional de Portugal: Despacho (extracto) n. . . . .Diário da República. . . . . . . . . . . . . . .º do CIRE — processo n. . . . . . . . . . .º 2531/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .9TBALQ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . .ª série — N. . . . . . . . Declaração de rectificação n. . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 240/06. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3565/2009: Pessoal em regime de mobilidade . . . . . 4176 2. . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. .º Juízo do Tribunal da Comarca de Alenquer Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . Aviso (extracto) n. . . .º 2528/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente referente a 31 de Dezembro de 2008 — Agrupamento de Escolas de Santo Onofre . . . . . . . .º 2533/2009: Afixação da lista de antiguidade do pessoal não docente . . . . . . . .º 729/2009: Prestação de contas apresentadas pelo administrador — processo n. . . . . . . .º Juízo de Competência Especializada Cível do Tribunal da Comarca de Barcelos Anúncio n. 4176 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5TBBCL . . . . . . . . Direcção Regional de Educação do Algarve: Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2529/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente reportada a 31 de Dezembro de 2008. . . .º 4490/08. . . . . . . . . . Aviso (extracto) n. . .º 2526/2009: Nomeações para a categoria de professor titular com efeitos a partir de 1 de Setembro de 2007 . . . . . . . . . . . . Direcção Regional de Educação do Alentejo: Despacho n. . . . .º 2527/2009: Nomeação de professora titular com efeitos a partir de 18 de Novembro de 2008. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4176 3.º 3457/08. . . . . .º 730/2009: Decisão de encerramento — insuficiência da massa insolvente — artigo 232. . . . . .º 2530/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8TBAVR . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4175 4175 PARTE D 1. . . .º 3564/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente referente a 31 de Dezembro de 2008 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3569/2009: Provimento na categoria de assessor principal BD da mestre Maria Luísa Ferreira Nunes dos Santos . . . . . . . .º 3568/2009: Provimento na categoria de assessor principal BD da Doutora Maria Inês Durão de Carvalho Cordeiro . . . . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . .º 242/2009: Rectificação de nome de professor titular . . . . . . . .º Juízo de Competência Especializada Cível do Tribunal da Comarca de Aveiro Anúncio n. . . . . . . . . . . .º 731/2009: Insolvência n. . Despacho n. . .º 2532/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente referente ao ano civil de 2008 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. .6TYLSB . 4179 4.º 746/2009: Despacho de encerramento — processo n. . . Anúncio n. . . .9TYLSB . . . . . . . . . . . .º 735/2009: Processo n. . .º 1531/08. .º 733/2009: Notificação dos credores e da insolvente para se pronunciarem sobre as contas do administrador. . . .0TBEVR. . . . . . .º 741/2009: Publicidade da sentença de insolvência — Processo n.º 1368/08. . . . . . . . . Anúncio n. . . .2TYLSB . . . . . . . .º 248/08. . 4177 2. . . . . . . . .º 651/08. . . . . . nos termos do artigo 64. .º 732/2009: Processo de insolvência n. .8TBBRR . . . . . . . .º Juízo de Competência Especializada Cível do Tribunal da Comarca de Évora Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4177 1. . . . . . .2TYLSB . . . . . . . . . . .º Juízo . . .º 9748/05. .º Juízo do Tribunal de Comércio de Lisboa Anúncio n. . Anúncio n.º 740/2009: Declaração de insolvência — processo n.º 1.º 739/2009: Declaração de insolvência — processo n. .2TBBRG-J .º Juízo Cível do Tribunal de Família e Menores e de Comarca do Barreiro Anúncio n.º Juízo do Tribunal de Comércio de Lisboa Anúncio n. .º Juízo de Competência Especializada Cível do Tribunal da Comarca de Évora Anúncio n. . . . . . . . . . . . .º Juízo do Tribunal da Comarca de Montemor-o-Novo Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5TYLSB . . . . .º 318/06. . . .º 1309/07.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 2.º 747/2009: Insolvência n. . . . . . . . .º 9/09.0TYLSB . . . . . . . . . . . . . . . . .º 737/2009: Sentença de insolvência no processo n. . . .º 745/2009: Sentença de declaração de insolvência — processo n. . . . Anúncio n. . .8TYLSB-D . . . . . .º 743/2009: Sentença de declaração de insolvência — processo n. . . . . 4176 2.6TYLSB . . . . . . . . .º 738/2009: Convocatória de assembleia de credores no processo de insolvência n. .º Juízo do Tribunal de Comércio de Lisboa Anúncio n.º. . no processo de insolvência n. . . . . . . . . . . .º 744/2009: Sentença de declaração de insolvência — Processo n.º 789-08 9TBMMN-1J . . . . . . . 4177 1. . .ª série — N. 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 25/09. . . . Anúncio n. . . . . . . .4114 Diário da República. . . . .9TYLSB . . . . . . . . . . . .º 2965/06.5TYLSB . . . . . . . 4182 . . . . . . . Anúncio n. . . . . . . . do CIRE. . . .º 736/2009: Publicidade da prestação de contas no processo n. . . . Anúncio n. . . . . . . . . . . . 4181 4181 4181 4180 4180 1. . . . . . . . . . .º 734/2009: Publicidade da sentença e citação dos credores e outros interessados nos autos de insolvência n.º 675/08. . . . . . . . . . . . . . .º 964/08. . . . . .0TYLSB — 2. . . . .º 3514/07. . . .0TBEVR — insolvência de Jorge Humberto da Silva Fragoso da Cunha e Ana Cristina Cardoso Veiga da Cunha Fragoso — encerramento do processo . .º 1508/08. . . . .º Juízo Cível do Tribunal da Comarca de Braga Anúncio n. 4178 4178 4178 2. . . . . . . . . . . . . . .º 742/2009: Sentença de declaração de insolvência — Processo n. . . . n. . . .º 10/09. . . . . . . . .º Juízo do Tribunal de Comércio de Lisboa Anúncio n. . . . . 4179 4178 3. . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . 4186 4186 .da. . . . . . . .2TBPRD 4183 2. . 4182 2. . 4183 1. . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . .º Juízo do Tribunal de Comércio de Vila Nova de Gaia Anúncio n. .ª Alexandra Rute Pires Costa como chefe de divisão . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4115 2. . . .1TBSTR . . .mo Juiz de Direito Dr. . . . . número de identificação fiscal 507317300.º 1292/08. . . . . . . . . . .1TYVNG-1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º Juízo do Tribunal de Comércio de Vila Nova de Gaia Anúncio n. . . . . . Joel Timóteo Ramos Pereira como adjunto do Gabinete do Vice-Presidente . . . . . . . . . . . . .º 3570/2009: Nomeação da Dr. .º 2535/2009: Contrato individual de trabalho por tempo indeterminado — Denise Raquel Fernandes dos Santos . .º Juízo de Competência Especializada Cível do Tribunal da Comarca de Paredes Anúncio n. . . . . . .º Juízo de Competência Especializada Cível do Tribunal da Comarca de Santarém Anúncio n. . . . .0TBOVR . . . . . . . . .ª série — N. 4183 1. . . . . . . .º 748/2009: Insolvência n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 755/2009: Processo de insolvência n. . . .º Juízo do Tribunal da Comarca de Paços de Ferreira Anúncio n. . . . .º 206/08. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 1513/08. . . . . . . . .Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . .º 751/2009: Assembleia de credores para aprovação do plano de insolvência no processo n.º Juízo do Tribunal da Comarca de Ovar Anúncio n. . . . . .º 2534/2009: Contrato individual de trabalho por tempo indeterminado de Maria Esperança Gomes da Cruz . . processo n. . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . .7TBVIS . . . . . . . . . . . .º 753/2009: Publicidade de sentença e interessados nos autos da insolvência de pessoa colectiva n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 752/2009: Publicidade da insolvência — Processo n. . . 4182 1. . . .º 3571/2009: Nomeação do Ex. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . L. . .º 749/2009: Insolvência n. . .º Juízo do Tribunal da Comarca de Montemor-o-Novo Anúncio n. . . . . . .º Juízo do Tribunal Judicial de Paços de Ferreira . . . . . na sequência da devolução pelos serviços postais da carta datada de 19 de Dezembro de 2008. 4185 4185 PARTE E Instituto de Seguros de Portugal Edital n. . . . . 4184 3. . . .º 111/2009: Segunda notificação ao mediador de seguros Hilário Gonçalves Santos da decisão de cancelamento da inscrição de 31 de Outubro de 2008. .º 750/2009: Declaração de insolvência — processo n.º 2497/08. . . . . .1TBPFR — 2. . . .º 754/2009: Insolvência de RIBERMAIA. .º Juízo . . . . 4186 Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Aviso n. . .4TYVNG . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 759-07-4TBMMN . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4185 Conselho Superior da Magistratura Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . remetida para o respectivo endereço registado no Instituto de Seguros de Portugal . . . . .º 1567/08. . . . . . . . 4184 1. . . . . . . . . . . . . . . . .º 832/ 08. . . . . . . . . . . . . . .º 4150/08. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . .º Juízo de Competência Especializada Cível do Tribunal da Comarca de Viseu Anúncio n. . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 229. . . . do licenciado Shiv Kumar Singh . . . . . . . . 4193 4193 4193 4193 4193 . . . . . . . . . . . . .º 3577/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Maria de Lurdes Martins e da licenciada Cristina Alexandra Amado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 244/2009: Declaração de rectificação referente ao despacho (extracto) n. . . . de 25 de Novembro de 2008 . .º 2536/2009: Constituição do júri das provas de doutoramento em Gestão. . . publicado no Diário da República. .ª série. requeridas por Jorge Luís Pedreira Murteira Marques Casas Novas . . . . . . . . . . . . . . . Declaração de rectificação n. de 31 de Janeiro de 2007 . . . . . 4193 4193 4193 4192 Universidade de Lisboa Declaração de rectificação n. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 208-G/2007 . . . . . . . . . . . . . .4116 Diário da República. . . . . . . . . de 2 de Janeiro de 2009 . . . . .º 3575/2009: Equiparação a bolseiro fora do País a vários docentes da Universidade de Évora .º 57/2009: Regulamento de Acreditação das Actividades de Formação Contínua da Ordem dos Médicos Dentistas . . . . . . . . . n. . . . . . 4188 Universidade da Beira Interior Declaração de rectificação n. . . . . . . .º 3572/2009: Reclassificação da licenciada Maria de Fátima Carvalho Almeida. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . .º 246/2009: Rectificação do despacho (extracto) n. . . . . . . . .º 243/2009: Declaração de rectificação referente ao despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . .º 3576/2009: Equiparação a bolseiro fora do País de vários docentes da Universidade de Évora . . .º 58/2009: Republicação do regulamento n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . publicada no Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . . .ª série. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . como técnica superior de 2. . . . Despacho (extracto) n. . 4186 Universidade Aberta Regulamento n. . . . . . . .º 1. . . . . . . . . . .ª classe da Faculdade de Direito . . . . . .º 245/2009: Rectifica a rectificação n.º 3580/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Maria Cristina Moreira . 2. . . .º 2/009. . . . . . . . . . . . . . . publicado no Diário da República. . . Despacho (extracto) n. . . 4192 4192 4192 Universidade de Coimbra Despacho (extracto) n. .ª serie. . . 2. . . . . . . . . . Declaração de rectificação n. . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. .º 3574/2009: Equiparação a bolseiro fora do País a vários docentes da Universidade de Évora . . . . . . . . . . . .º 30 463/2008. . . . . .ª série — N. . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3578/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Cristina Maria Matos .º 3573/2009: Contratação da Doutora Helena Isabel Gonçalves Moniz Falcão Oliveira como professora auxiliar da Faculdade de Direito . . . . Despacho n. . Despacho (extracto) n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Ordem dos Médicos Dentistas Regulamento n. . .º 1504/2007. . . . . n. . .º 3581/2009: Equiparações a bolseiro dos Doutores Ana Maria Soares e António Ferraz . . . . . . . . .º 3579/2009: Equiparação a bolseiro da licenciada Tânia Micaela Barbosa . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . n.º 2317/2009. 4192 4192 Universidade de Évora Aviso n. . . . . . . . . . .º 22. . . . 4193 Universidade do Minho Despacho (extracto) n. . . . . . .

. Despacho (extracto) n. . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3582/2009: Equiparação a bolseiro da licenciada Lídia Cristina Oliveira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . Carla Angélica Sá e Miguel Portela . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3592/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Ana Maria Soares . . . . . . . . .º 3598/2009: Equiparações a bolseiro dos Doutores Maria Helena Guimarães. . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3583/2009: Equiparação a bolseiro dos Doutores Natália Barbosa e Vasco Sousa . . . 4117 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4195 4195 4195 4195 Universidade Nova de Lisboa Despacho (extracto) n. . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . .º 3593/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Maria Margarida Almeida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. Despacho (extracto) n. . . . . . . . . .º 3586/2009: Equiparação a bolseiro do Doutor Miguel Portela . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3602/2009: Equiparação a bolseiro do assistente convidado Manuel Maria dos Santos Matroco Gonçalves Pereira . . . . .º 3599/2009: Equiparação a bolseiro do Doutor Carlos Alberto Machado . . . . . . . . . . . . . . . .º 3595/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Rosa Branca Esteves .º 3589/2009: Equiparações a bolseiro das Doutoras Cláudia Simões e Ermelinda Silva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4195 4195 4195 4195 4195 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . .º 3588/2009: Equiparação a bolseiro do Doutor José António Rocha . . . . . . . . .º 3587/2009: Equiparações a bolseiro da Doutora Cláudia Maria Simões e do licenciado Carlos Alberto Menezes . . . . . . . . . . . .º 3604/2009: Nomeação definitiva na categoria de assistente administrativa especialista de Berta Rosa da Conceição de Sousa . . . . . . . . . . . . . . .º 3600/2009: Equiparação a bolseiro da investigadora auxiliar Maria Isabel Rodrigues de Abreu Figueiredo de Almeida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . .Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . .º 3591/2009: Equiparações a bolseiro do Doutor Manuel José Armada e do licenciado José João Ribeiro Despacho (extracto) n. . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . 2.º 3584/2009: Equiparação a bolseiro do Doutor José António Cadima Ribeiro . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . .º 3594/2009: Equiparação a bolseiro do licenciado Carlos Alberto Menezes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3601/2009: Equiparação a bolseiro do assistente convidado Manuel Maria dos Santos Matroco Gonçalves Pereira . . . . . .ª série — N. . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3585/2009: Equiparação a bolseiro dos Doutores Ana Maria Soares e Manuel Cabral . . Despacho (extracto) n. . . . . . .º 3597/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Laura Cristina Pereira . . . . . . . Despacho (extracto) n. . .º 3603/2009: Equiparação a bolseiro da assessora principal Doutora Patrícia Maria Freire de Andrade de Carvalho Rosado Pinto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3590/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Ana Maria Soares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3596/2009: Equiparação a bolseiro do Doutor Manuel José Armada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.

. . . . . . . . . . . . . . . .os Ciclos de Estudo em Ensino . . . . . .º Ciclo de Estudos em Ciências do Desporto com Especialização em Actividades de Academia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 114/2009: Júri do concurso para professor catedrático do Instituto Superior Técnico. . Departamento de Engenharia Minas Georrecursos . . da carreira técnica superior . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . 4211 4213 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Despacho (extracto) n. . .4118 Diário da República. .º 3608/2009: Contrato de trabalho para o exercício de funções públicas por tempo indeterminado do professor auxiliar Samuel Cruz Alves Pereira . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . .º 3607/2009: Contrato de trabalho para o exercício de funções públicas por tempo indeterminado do Professor Paulo Sérgio Amaral de Sousa . . . . . . . . . . . . . 4196 4196 4196 4196 4196 4195 Universidade Técnica de Lisboa Edital n. . . . . . . . . . precedendo concurso. . . Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura . . . . . . . . . . . 4195 Universidade do Porto Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . .º 3618/2009: Alteração ao plano de estudos do ciclo de estudos conducente ao grau de Licenciado em Engenharia Informática — Curso Europeu — Instituto Superior de Engenharia — Instituto Politécnico de Coimbra . . . . 2. . .º 3616/2009: Abertura de candidaturas a mudança de curso. . . . . . . . . . . . . . . . .º 22/2009: Lista das adjudicações do 2. . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . Edital n. . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 112/2009: Constituição do júri do concurso para professor associado do Instituto Superior Técnico. . .º 113/2009: Júri do concurso para professor associado do Instituto Superior Técnico. . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3613/2009: Regulamento dos 2. . . . . . . . . . . . . 4211 4210 Instituto Politécnico de Coimbra Despacho n. . .º 3610/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Isabel Maria Salvador Macedo Pinto Abreu Lima . . . .º 3617/2009: Altera o plano de estudos do ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado em Engenharia Informática Instituto Superior de Engenharia do Instituto Politécnico de Coimbra . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . .º semestre do ano de 2008 . . . . . . . . .º 3606/2009: Concedidas equiparações a bolseiro . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . 4207 4204 4199 4197 Instituto Politécnico do Cávado e do Ave Despacho n. . . . . . . . . .º semestre do ano lectivo de 2008-2009 nos cursos do IPCA . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º ciclo de estudos em gestão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Edital n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3605/2009: Nomeações definitivas. . . . . . . . . . . . . . . 4197 4196 4196 Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . .º 3609/2009: Contratação do Doutor Ricardo Jorge Sá Dias Vasconcelos como professor auxiliar . . . . . . . . . . . . . . . . . reingresso e transferência para ingresso no 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3611/2009: Equiparação a bolseiro do Doutor Henrique Malheiro Vaz . . . . . . . . . . Listagem n. . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . .º 3615/2009: Criação do 2.º Ciclo de Estudos em Ciências da Cultura . . .º 3614/2009: Criação do 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3612/2009: Criação do 2. . . Departamento de Engenharia Informática . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . 4215 4215 Instituto Politécnico do Porto Despacho (extracto) n. . . de 13 de Janeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 330/2009: Autorizada a promoção a assessor de farmácia de Helena Maria Milheiro Mira Galvão . . . .º 1455/2009. . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4119 Instituto Politécnico de Portalegre Aviso n. . . . . . Despacho (extracto) n. Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3621/2009: Renovação do contrato de Maria Alexandra Pacheco Ribeiro da Costa como equiparada a assistente . . . . . E. . 4216 PARTE G Centro Hospitalar de Coimbra. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 115/2009: Rectifica o Plano Director Municipal de Aguiar da Beira. Deliberação n. . . . . . .º 248/2009: Rectifica o despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . .º 2540/2009: Celebração de contrato de trabalho em funções públicas. . . . . . . . . . . . . . por tempo indeterminado. . . . . . . E. . . .º 247/2009: Rectifica o despacho (extracto) n. . Declaração de rectificação n. E. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .ª classe — engenheiro civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3619/2009: Publicação do Regulamento do Regime de Estudante a Tempo Parcial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Diário da República. . . . . . . . . .º 2538/2009: Ciclo de estudos especiais em Neuropediatria . . . . . . . . . .º 3620/2009: Renovação do contrato de Carlos Manuel Abreu Gomes Ferreira como equiparado a professor-adjunto . . . . . . . . . . . . . . .º 3622/2009: Renovação do contrato de Ricardo Manuel Pereira dos Santos como equiparado a professoradjunto . . . . . . . . . . . . .º 2537/2009: Deslocação ao estrangeiro de docente da Escola Superior Agrária de Elvas do Instituto Politécnico de Portalegre . . . . . . . . .º 3623/2009: Renovação do contrato de Jorge Manuel Mendes Moutinho da Silva como encarregado de trabalhos . . . . . . . . . . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . . . . 4216 4216 Instituto Politécnico de Viana do Castelo Despacho (extracto) n. da Escola Superior de Tecnologia e Gestão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Deliberação n. . . . . .º 2539/2009: Nomeação em regime de comissão de serviço extraordinária para lugares da categoria de técnico superior de 2. 4217 Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo . de 13 de Janeiro . . .º 329/2009: Autorizada a acumulação de funções públicas às seguintes enfermeiras graduadas: Eunice Maria Costa Pereira Santos e Maria de Fátima Vila Verde Santos Rocha .º 331/2009: Autorizada a promoção a assessor superior de laboratório de Maria Amélia Baptista Fernandes 4217 4217 4217 PARTE H Câmara Municipal de Aguiar da Beira Edital n. . . . . . . . Deliberação n. . . . . P. . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . 4218 Câmara Municipal de Albufeira Aviso n. . . . . . .º 3624/2009: Nomeação como professora-coordenadora de Maria Isabel Parente Lajoso Amorim — ESENF . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . P. . . . . . . . . . . . . . . . . 4216 4216 4216 4216 Instituto Politécnico de Setúbal Declaração de rectificação n. . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4218 4218 . . . . . . . . . . . . . . .º 1454/2009. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. E. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . para a categoria de auxiliar de serviços gerais . . . . . . .

. . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .ª classe . 4219 Câmara Municipal de Belmonte Aviso n. . . . . . . . 4218 4218 4218 4218 4219 Câmara Municipal de Alvito Aviso (extracto) n. . de 12 de Janeiro de 2009. . . . . Aviso (extracto) n. . . . . . . . 4219 Câmara Municipal das Caldas da Rainha Aviso n. . . . . . técnico superior engenheiro civil assessor . . . . . . . .º 2548/2009: Nomeação na sequência de concurso interno de acesso limitado para o lugar de técnico superior principal — biblioteca e documentação . . . . . . . . . .º 249/2009: Rectificação do aviso publicado no Diário da República. . .º 2547/2009: Nomeação na sequência de concurso interno de acesso limitado para um lugar de técnico superior assessor principal. . . . . . . . . . . . Declaração de rectificação n. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2546/2009: Nomeação na sequência de concurso interno de acesso limitado para provimento de um técnico superior principal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .ª série. . . . 2.º 2554/2009: Pedido de licença sem vencimento por um ano de João Manuel Enxuto de Oliveira. . . . . . . . 4220 4220 4220 4220 4220 . . . . . . .ª classe Rogério Ferreira dos Santos da Câmara Municipal de Coimbra para a Câmara Municipal das Caldas da Rainha . por tempo indeterminado. . . . . . referente à transferência do funcionário Rubim José Gouveia Martins Capelinha para lugar da categoria de agente municipal de 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2541/2009: Diário da República. . . . . com a trabalhadora Rossana Soraia Timóteo Caldeira André para a categoria de engenheiro técnico mecânico de 2. . . . . . .º 2543/2009: Celebração de contratos de trabalho em funções públicas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2550/2009: Nomeação de António Castanheira de Campos . . . . . . . .º 2552/2009: Pedido de licença sem vencimento por um ano de Maria do Rosário Francisco. .º 2542/2009: Celebração de contrato de trabalho em funções públicas. . . . . . . com a categoria de tractorista. .º 2553/2009: Transferência do engenheiro civil de 1. . . . . Aviso n. . . . . . n. . Aviso n. 2. . . . . . . . . . . Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . para a categoria de técnico superior de 2.º 7.ª série — N. . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . por tempo indeterminado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . para a categoria de nadador-salvador . . . . .º 2555/2009: Pedido de licença sem vencimento por um ano de Susana Paula Borges Menezes. por tempo indeterminado. . . . . . . . . . . . . . . .ª classe — arquitecto . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Celebração de contrato de trabalho em funções públicas. . . . . . com a categoria de assistente de acção educativa . . . . . . .º 2549/2009: Abertura de período de discussão pública do pedido de loteamento apresentado neste município para a Quinta Velha da Telha a que se refere o processo de loteamento número LT/2/06 . . .ª classe . . . . . . . . . . . Aviso n. .º 2545/2009: Nomeação na sequência de concurso interno de acesso limitado para provimento de um lugar de assistente administrativo especialista . assistente social . . . . . . . . . . . . . . . 4219 4219 4219 4219 Câmara Municipal do Barreiro Aviso (extracto) n. .4120 Aviso n. . . . . .º 2544/2009: Celebração de contratos de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado para a categoria de operário qualificado — canalizador . . . . . . . . .º 2551/2009: Provimento automático em lugar do quadro desta autarquia do funcionário do GAT José Malvar Rodrigues Ferreira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . com a categoria de auxiliar administrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . por motivo de aposentação 4272 . . 4272 Câmara Municipal de Matosinhos Aviso n. . . . . . . . . . . . . 4222 4221 Câmara Municipal de Gouveia Aviso n. . . . . . . Sérgio Mendes Mesquita e Telma Isabel Dinis Fernandes Espada . . . .º 2561/2009: Declara sem efeito o aviso n. .º 2558/2009: Nomeação de três assistentes administrativos principais . . . . . 4222 Câmara Municipal de Lisboa Aviso n. . . . . Aviso n. . . . .º 2562/2009: Nomeação de vários funcionários . . . .º 59/2009: Alteração ao Regulamento Municipal da Urbanização e da Edificação (RMUE) . . . . . . . . . . . .Diário da República. . . . 2. . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. .º 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . João Paulo Martinho Ascenção. . . . . .º 2560/2009: Nomeação de António José C. . . . . . . . . . . . . Pedro Miguel Rodrigues Possidónio. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 1930/2009. . . . Teresa Maria Pinto de Barros Gomes Almeida e Maria Isabel Rodrigues de Lima Barradas. . . . . . . . . . . . 4272 Câmara Municipal de Mogadouro Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4221 Câmara Municipal de Fornos de Algodres Aviso n. . . . . . . 4271 4267 4271 Câmara Municipal de Loulé Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2564/2009: Equiparação a bolseiro de Helena Teresa Ribeiro Pinto Janeiro . . . . . . . . 4221 Câmara Municipal de Gondomar Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4222 Câmara Municipal de Ílhavo Regulamento n. . . . . .º 302 em nome de Câmara Municipal de Cascais . . . . . . . . . . . . . . publicado no Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4121 Câmara Municipal de Cascais Aviso n. . . . . . Espinheira Rio no lugar de técnico superior arquitecto assessor principal . . . . .º 2567/2009: Transferência de Helena Maria Fernandes Pontes Rodrigues . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2568/2009: Cessação de nomeação do funcionário António Alberto Afonso. . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . . . . . 4220 4220 Câmara Municipal da Covilhã Aviso n. . . . . . .º 2565/2009: Licenças sem remuneração de longa duração de Isabel Marina de Oliveira Cardoso dos Anjos Santos. . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . .º 2559/2009: Obras adjudicadas no ano 2008 pela Câmara Municipal de Fornos de Algodres . . . . . . . . . . . .ª série. . . . . . . . .º 2557/2009: Aviso de discussão pública referente ao processo SPO — 389/2007 — alteração ao alvará de loteamento n. .º 2556/2009: Aviso de discussão pública referente ao processo SPO-790/2007 em nome de José Filipe Martinho da Silva . . . . . . . . . . . Aviso n. . .º 2566/2009: Celebração de contratos de trabalho por tempo indeterminado com César Augusto Amorim Lopes Correia. . . . . . . . . . . . .º 2563/2009: Aviso referente ao Regulamento para Alienação de Imóveis Municipais . . . . . . . . . . . de 21 de Janeiro de 2009 .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4273 Câmara Municipal de São João da Madeira Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4272 Câmara Municipal de Ovar Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 de Março.º 100/99. torna-se público que foi afixada a lista de antiguidade .º 30 em Aires — Palmela — Abertura de período de discussão pública . . . . . .º do Decreto n. . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . .º 2577/2009: Integração de técnicos do gabinete de apoio técnico. . . . referente ao lote 133 da Urbanização Maria Joaquina. . . . . . . . Aviso n. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Câmara Municipal da Moita Aviso n. . 4273 Câmara Municipal de Viseu Aviso (extracto) n. . . . .º 2578/2009: Nomeação de Carlos Alberto Alves Teixeira Andrade. . . . . 4273 Câmara Municipal de Vagos Aviso n. . . . . . . . . . . 4273 Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . .º 2574/2009: Lista das adjudicações efectuadas no ano de 2008 . . . . . . . . . . . .º 2576/2009: Elaboração do Plano de Pormenor da Costa do Sal . . . . . . . . . . . . . de Apolinário Caetano Serrão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2575/2009: Contrato a termo resolutivo certo com o técnico superior Miguel António Brito Gomez . . . . . . . . . . . . . 4274 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2570/2009: Abertura do procedimento de discussão pública da proposta de alteração ao alvará de loteamento n. . . . . . . . . . . . . . . . . na categoria de motorista de ligeiros 4274 Junta de Freguesia de Cova da Piedade Aviso n. . . . . . . . .º 2571/2009: Reclassificação profissional de Nídia Filomena Galhardo Pereira Estrela Gouveia na categoria de assistente de acção educativa . . . . . .4122 Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2569/2009: Abertura do procedimento de discussão pública da proposta de alteração ao alvará de loteamento n. . . . . . .º 1/77. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4274 Junta de Freguesia de Britelo Aviso n. . . .º 2573/2009: Alteração às especificações do alvará de loteamento n. . .º 2/2005. . . . . . . . . . . Palheirão.º 2579/2009: Conforme o artigo 95. 4272 4272 Câmara Municipal de Olhão Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 116/2009: Alteração do Regulamento de Abastecimento de Água do Concelho de Santa Marta de Penaguião . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . freguesia e concelho da Moita . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2572/2009: Reclassificação das funcionárias Sara Susana Resende Ferreira e Carla Maria Lopes Fonseca . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4272 Câmara Municipal de Palmela Aviso n. . . 4273 Câmara Municipal de Santa Marta de Penaguião Edital n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . L. . . . . . . . . . .da Anúncio n. . . . . com a categoria de assistente técnico . . . para a categoria de assistente administrativa.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4123 Junta de Freguesia de Monsaraz Aviso n. . .º 2583/2009: Reclassificação da funcionária Helena Rosa Pereira Pesca Friza.da Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 761/2009: Prestação de contas da sociedade no ano de 2000. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º ciclo de estudos em Ciências da Engenharia — Engenharia Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4275 COFAC. . . . . . . . . . . . . . . . . . . L. . . . . . 4274 Junta de Freguesia de Vale de Amoreira Aviso n. .º 758/2009: Dissolução e encerramento da liquidação . . 4274 Junta de Freguesia de São João Baptista Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . .da Anúncio n. . . . . Cooperativa de Formação e Animação Cultural. . . 4275 Caricatura — Atelier de Artes e Ofícios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Raposo — Impermeabilizações. . . . . . . . .º 759/2009: Prestação de contas da sociedade no ano de 1999.º 2584/2009: Nomeação de vários funcionários na sequência de concursos internos de acesso limitado . . . . . . . . . . . . . .º 2581/2009: Renovação do contrato de Jacinta de Fátima Ferreira Pinheiro. . 4275 Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento da Câmara Municipal de Tomar Aviso n. . . . . . L. . . . . . . .ª série — N. R. . . . . . . . . . . 4275 PARTE I A. . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3625/2009: Publicação da estrutura curricular e do plano de estudos do 1. . . C. . . . . . 4276 . . . . . . 4275 Agro-Bocage — Sociedade Agrícola de Comercialização e Criação de Animais. . . . . . . . . . . 4274 Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . . .º 2580/2009: Reclassificação profissional do funcionário David José Ramalho Rodrigues na categoria de assistente administrativo . . . . . . . . . . . . L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4275 Centro de Jardinagem de Oleiros. . . 2. . . F. . auxiliar administrativa. . . . . . 4275 BF — Comércio de Produtos Alimentares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . L.Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . L. . . . 4275 AJEC — Construções. . . . . . . . . . . . .da Anúncio n. .º 2582/2009: A lista de antiguidade da funcionária encontra-se devidamente aprovada e afixada à porta da sede destes serviços . . . . . . . . . . . .º 757/2009: Dissolução do prazo para a liquidação . . . . . . . . . . L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 756/2009: Prestação de contas da sociedade no ano de 1999. . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . .da Anúncio n. . .º 760/2009: Prestação de contas da sociedade no ano de 2000. . . . . . . . . . . . . . . .da Anúncio n. . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . de 25 de Junho . .da Anúncio n. . L. . .da Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . .º 770/2009: Contas da sociedade — ano de 2000 . . . . . . . . alterada nos termos dos artigos 75. . . Aviso n. .º 74/2006. . . . . . . . aumento do capital e alteração parcial do contrato . . . . . . . . . 4281 CRL — Comércio e Representações. . . . . . . . . . .º 767/2009: Prestação de contas da sociedade no ano de 2000. . . . . . . . .º 768/2009: Cessação de funções e designação de gerente . . . . . C. . . . . . . . . . . . 4293 . . . . .º 2585/2009: Autorização de funcionamento do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Educação Especial — Domínio Cognitivo e Motor . . . . . . . . . 4290 Humberto Manuel Fortes da Luz. . . . .da Anúncio n. . . Maldonado. . . . . . . . . . . . . . . . . . aumento de capital e alteração ao contrato. . . . . . . L. . . 2. .º 764/2009: Cessação de funções. . . . adequados e ou alterados ao Processo de Bolonha: Animação e Produção Cultural. . alterado e republicado pelo Decreto-Lei n. . . . . . . . . . . . . . Design e Comunicação Multimédia e Teatro — Interpretação e Encenação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . L. . . . . . . . . . . . . . 4279 Cooperativa de Ensino Superior Artístico do Porto Despacho n. . . de 24 de Março. . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias — publicação da estrutura curricular e do plano de estudos do 1. . . . . . . . . . . conferentes do grau de licenciado. . . . . . .4124 Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º a 80. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 766/2009: Alteração parcial do contrato . . . . . . . . . . . . . . Anúncio n. . . . . . . . . . . . .da Anúncio n. . . . . .º 2586/2009: Autorização de funcionamento do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Gestão e Administração Escolar . . . . . . . .º. L. . . . . . . . . . . . . . 4290 EURONAM — Construção Civil. . . . . . . . .º 765/2009: Cessação de funções. . . L.º 3627/2009: Alteração das estruturas curriculares e dos planos de estudos dos seguintes ciclos de estudos. . . . . . . . .º 769/2009: Prestações de contas da sociedade no ano de 2000 . . . L. . .da Anúncio n. 4290 Fernando Oliveira & Pereira. . . . . . . . . . . .º 763/2009: Prestação de contas da sociedade no ano 1999 . . . . do Decreto-Lei n. . .da Anúncio n. . . . L. . . . . . . . . . . . . . . . 4290 Instituto Superior de Ciências Educativas Aviso n.º 107/2008. . .da Anúncio n. . . . . . . . . . . . 4292 4290 J. . . . .ª série — N. . . . . . . . L. .º 762/2009: Prestação de contas da sociedade no ano de 1999. . . Cinema e Audiovisual. . . .da Anúncio n. . . . . . . . . . . . . 4290 Fernandes. . . . 4289 EDIREIZINHO — Edições e Estudos para Empresas. . . . . . . . .º 3626/2009: Diário da República. . . . . 4290 4289 EMPROSADO — Projectos e Empreitadas de Electricidade e Metalomecânica. . . . Artes Visuais — Fotografia. . . . . . . . . . . . . . .º ciclo de estudos em Engenharia Civil. .

. . . . . . . . . . . . . L. . . 4295 TOCAL — Técnicos Oficiais de Contas Associados. . . E. . . . . . . . . . . . . . . L. . . . . 4294 PREJÚNIOR. . . . . . . . .da Anúncio n. . 4293 J. . . . 4295 4295 4295 TECNIPONTES — Serviços Técnicos. . . . . . . . L. . . . . . . . . . . 4295 S. L. . . . . . . . . — Materiais e Técnicas Especiais. . . L. . .º 782/2009: Prestação de contas referentes ao ano de 1997 . . . . . . . . . . . .º 785/2009: Prestação de contas da sociedade do ano de 1999. . . . . . . . . . L. . . .ª série — N. . . . . . . . . . . . . .º 771/2009: Contas da sociedade — ano de 1999 . . . . . . . . .da Anúncio n. . . . . . . . . . . . .da Anúncio n. .º 778/2009: Cessação de funções. . . .º 783/2009: Prestação de contas da sociedade do ano de 1998. . . . . .da Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Diário da República. . . . . Aleixo & Nunes. . . . . . . . . . . . . .da Anúncio n. . . . . . . .da Anúncio n. . . . . . . . .da Anúncio n. .º 784/2009: Prestação de contas da sociedade mencionada em epígrafe do ano de 2000 . . . . . . . . . . . . . .º 775/2009: Contas da sociedade — ano 1999 .º 780/2009: Prestação de contas referente ao ano de 1999 . .º 777/2009: Alteração parcial do contrato . . L. L. . . . .da Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4294 SADISUL — Sociedade Comercial de Produtos do Mar. . . . . . Anúncio n. . . .º 781/2009: Designação de gerente . . Aumento do capital e alteração parcial do contrato .º 772/2009: Cessação de funções de gerência. . .º 779/2009: Dissoloção e encerramento da liquidação . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . 4295 . . . . . . .º 776/2009: Prestação de contas da sociedade referente ao ano de 1998 . . . . . . . . P. . . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4125 José Aleixo — Armazém de Material Eléctrico. L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Papelaria. . . . . . . . . . . . T. . . . . . . . . . . . .da Anúncio n. . . . . .º 774/2009: Dissolução do prazo para a liquidação . . . . . . . Anúncio n. . . . . . . T. — Sociedade Sado Tróia — Empreendimentos Turísticos. . . . . . . . . . . . . L. . . . . . . . . . . . Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4294 LUSATEC — Serviços de Telecomunicações e Electricidade. 4294 4294 Rolão & Ramalho — Sociedade de Construções. . . . L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 773/2009: Contas da sociedade — ano de 1997 . . . . 4294 OCG — Sociedade Imobiliária. .da Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . S. . . . . . . . . . . . . 4294 MAXI. . . .da Anúncio n. . . . . . . . . . . .da Anúncio n. 4294 M. . . . . . Vestuário.

alteração ao contrato . . . . .º 2587/2009: Abertura de procedimento concursal para o cargo de direcção intermédia de 2. . . . . . . . . . 2. .da Anúncio n. . . . . . . . . . Anúncio n. . .4126 Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . .º 787/2009: Transformação em sociedade unipessoal. . . . . . L. . . Sociedade Unipessoal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4296 .ª série — N. . . . . . L. . . . . . . . . . . . . . 4295 4295 PARTE J Ministério da Economia e da Inovação Aviso n. . . . . . . . T.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 T. . . . . — Terminais de Telecomunicações. . . . . .º 786/2009: Prestação de contas da sociedade do ano de 1997.º grau — chefe de divisão de Energia Eléctrica . .

º 5/2009 Por alvará de 14 de Janeiro de 2009: Ordem Militar de Avis Título de membro honorário Regimento de Lanceiros n.º 3512/2009 1 — Nos termos do n. nível 1. do mapa de pessoal da Direcção-Geral de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros — designada Coordenadora de Equipa de Projecto dos Sistemas de Infracções Fiscais. 1994 — licenciatura em Medicina Veterinária. a seu pedido.º. fundamentada na reconhecida aptidão do visado. 2001-2007 — membro da comissão coordenadora da licenciatura em Medicina Veterinária. e 16.º 105/2007. do Decreto-Lei n.º 3511/2009 Nos termos dos artigos 3. 3 — A presente nomeação. Ana Raquel Rodrigues Silva.º 2573/2009. de 29 de Outubro. 2007-2008 — membro da comissão coordenadora do mestrado integrado em Medicina Veterinária do ICBAS. aprovado pelo Decreto-Lei n. em comissão de serviço. exonero. n. 2. 2007-2008 — professor associado do Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar. de 3 de Abril. da Universidade do Porto.º da Lei n. . de 4 de Abril. — O Ministro da Agricultura. José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa. o nomeado fica autorizado a cumular o exercício das funções de vogal com a actividade de docência em estabelecimentos de ensino superior público ou de interesse público. DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS. Direcção-Geral de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros Aviso n. que aprovou a orgânica do Instituto Nacional de Recursos Biológicos.º 1 do artigo 5. 20 de Janeiro de 2009. Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa. de 15 de Janeiro. da Universidade do Porto. n. de 27 de Março. Aníbal Cavaco Silva.º 3 do artigo 20. Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar. técnica de informática de grau 2. de 15 de Janeiro. rectifica-se que onde se lê: “…Ana Raquel Ferreira Ponciano…” deve ler-se “…Ana Raquel Pereira Ponciano…”. diplomado pelo European College of Bovine Health Management. Despacho n. Nota curricular Nuno Figueira Boavida Canada. Autor de cerca de três dezenas de publicações científicas na área das ciências veterinárias. 2881.º 2497/2009 Por despacho do Director-Geral de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros. com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2009. — O Ministro de Estado e das Finanças. Escola de Gestão Empresarial do Porto. n. 2004 — doutoramento em Ciências Veterinárias.º 3/2004. aplicável por força do n.º 28-A/96.º 105/2007. — O Secretário-Geral das Ordens. Doutor Nuno Figueira Boavida Canada. tem ainda como suporte o respectivo currículo. na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 24/2007.º 356/2007. Vasco Manuel de Carvalho Costa Ramos.01. relativo à promoção precedendo concurso interno de acesso.ª Série.º 3/2004. Regulamentar n. — O Director de Serviços.Diário da República. da Universidade do Porto. o Prof. P. Nascimento em 17 de Novembro de 1968 em Lisboa. p. e do n. devendo ser abonada nos termos do artigo 11. 20 de Janeiro de 2009.º 3 do artigo 19. para o cargo de vogal deste Instituto. PARTE C PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DA AGRICULTURA.º 13.º 2. de 31 de Dezembro de 2008.º 71/2007. 31 de Dezembro de 2008. à categoria de verificador auxiliar aduaneiro de 1. 2005 — especialidade em Medicina Bovina. 2002-2008 — coordenador Núcleo de Medicina e Cirurgia de Espécies Pecuárias e Equinos do Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar.. do cargo de consultora da Casa Civil a licenciada Maria do Carmo Leal de Faria Franco de Andrade Neves.ª classe.º do Decreto-Lei n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4127 PARTE A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete do Presidente Despacho n. — O Presidente da República. — O Primeiro-Ministro.º 2. do Desenvolvimento Rural e das Pescas. 4 — O presente despacho produz efeitos a partir do dia 21 de Novembro de 2008. publicado no DR.º 1 do artigo 25. 2004-2007 — professor auxiliar do Instituto de Ciência Biomédicas de Abel Salazar. Frequência de cerca de duas dezenas de cursos e estágios na área das Ciências Veterinárias.º do Dec. Arnaldo Pereira Coutinho.º. 2 — Nos termos do disposto na alínea c) do n. de 3 de Abril. 2007 — Curso Geral de Gestão. I. Jaime de Jesus Lopes Silva. na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 1.º 235/2009 Por ter saído com inexactidão o Despacho (extracto) n. 20 de Janeiro de 2009.º do Estatuto do Gestor Público. 2000-2004 — professor auxiliar convidado do Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar. da Universidade do Porto.º da Lei n.2009. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo Direcção de Serviços de Gestão de Recursos Humanos Declaração de rectificação n. 2. é nomeado.ª série — N. de 20. Fernando Teixeira dos Santos. da Universidade do Porto. Chancelaria das Ordens Honoríficas Portuguesas Alvará (extracto) n.

(Isento de fiscalização prévia do T. Também o Decreto-Lei n.º 1197/2008-XVII.os 1 e 2 do artigo 9.500.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 no Diário da República. MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária Despacho n. nos termos do Despacho de S. 16 de Janeiro de 2009. 26 de Novembro de 2008.mo TGEN AGE. com a redacção dada pela Declaração de Rectificação n. prevendo a possibilidade de delegação desta competência nos dirigentes e pessoal da carreira técnica superior da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. no artigo 169. foram promovidos ao posto de 1. aprovado pela Portaria n.º 35-A/2008.mo MGEN DARH após subdelegação do Ex. — O Chefe da Repartição. EXÉRCITO Despacho n.º 03. João António da Costa Mira Gomes. as atribuições. declara-se que a Declaração de Rectificação n. foi renovada a comissão de serviço no cargo de Subdirectora-Geral. COR INF. Assim. Chefe do Centre de Finanças do Comando do Pessoal. do artigo 22. de 15 de Janeiro. Óscar Humberto Almeida Megre Barbosa. Ex. de 20 de Outubro de 2008.º 1196/2008-XVII. 2a Série. Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais. ficando por este meio ratificados todos os actos entretanto praticados que se incluam no âmbito desta subdelegação de competências. n.º 3517/2009 O Código da Estrada. os militares a seguir mencionados: 2FUR RC 031 NIM 19783204 Ricardo Manuel Fernandes Martins — 8OUT08 2FUR RC 031 NIM 17036804 Paulo Hernani de Sá Preda — 08OUT08 2FUR RC 031 NIM 05686903 Luís Miguel Miranda Pinheiro — 08OUT08 2FUR RC 031 NIM 19447102 Luís André Freitas Pacheco — 08OUT08 2FUR RC 028 NIM 13144104 Telma Correia Vultão — 08OUT08 16 de Dezembro de 2008. atribui ao presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária a competência para a aplicação de coimas e sanções acessórias no âmbito do processamento das contra-ordenações rodoviárias. Alfredo Manuel Araújo Castro — 03AGO08 2SAR RC 651 NIM 00563598.º 13/2009” Deve ler-se: “Declaração de rectificação n. nos termos da alínea b) do n. Luís Pinto. nos termos dos n.º 4 do artigo 1.º 752/87. de 11 de Junho. de 1 de Julho e Comando do Pessoal Despacho n.mo TGEN AGE.os 1 e 2. tenente-general.º 4 do Despacho n. — O Director-Geral. 2 — Este despacho produz efeitos a partir de 19 de Dezembro de 2008. — O Chefe da Repartição.ª série. Óscar Humberto Almeida Megre Barbosa. n. Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.º 2498/2009 Por despacho n. no âmbito do sistema da autoridade marítima.º 13/2009” 20 de Janeiro de 2009. foram promovidos ao posto de Furriel RC. com efeitos a 01 de Janeiro de 2009. MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL Gabinete do Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar Despacho n. de 20 de Outubro de 2008. que criou a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. Direcção de Administração de Recursos Humanos Repartição de Pessoal Militar Declaração de rectificação n.os 1 e 2 do artigo 22.º do EMFAR.ª série — N. por subsubdelegação do Ex. a estrutura e a organização da Autoridade Marítima Nacional. com as alterações dadas pela Portaria n. por delegação recebida de S.ª o General CEME. que estabelece. previa a possibilidade de delegação daquela competência nos dirigentes e pessoal da ANSR. 2.ª o General CEME. Doutor Eduardo Vera-Cruz Pinto.º do Código da Estrada. a General CEME de 08ABR05. Luís Pinto. de 15 de Janeiro. — O Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar.º 45/2007.ª série. da Lei n.º Sargento RC.º 3513/2009 Considerando o disposto na alínea b) do n. na redacção dada pelo Decreto-Lei n. a partir da qual têm direito ao vencimento do novo posto. com efeitos a partir de 6 de Janeiro de 2009. contando a antiguidade desde a data que se indica. aprovado pelo Dec. da Licenciada Maria Luísa Vicente Teixeira. Despacho n.º da Lei n. do Sr.4128 Diário da República. de 1 de Julho.º 566/2008. Aviso (extracto) n.º 2/2004.º 1 do artigo 305. e atendendo ao consignado no n. — O Director-Geral.º 77/2007.º 13/2009. do General Chefe do Estado-Maior do Exército.º 113/2008. por delegação recebida de S. de 30 de Agosto. publicada no Diário da República.º 4316/2007. Luís Pinto. foi renovada a comissão de serviço no cargo de Subdirectora-Geral. Valter Filipe Silva Moreira — 07OUT08 2SAR RC 031 NIM 04001001. de 25 de Maio de 2007. da Licenciada Ana Maria Pestana de Deus Morais. C. de 29 de Março. nomeio o Prof.º 2/2004. foi publicada com uma errada identificação do tipo de acto. — O Director-Geral.º 113/2008. n.º. de 29 de Março. com a redacção dada pela Lei n. de 2 de Setembro. na qualidade de individualidade de reconhecido mérito.º do regulamento interno da Comissão do Domínio Público Marítimo (CDPM). Óscar Humberto Almeida Megre Barbosa.º 2499/2009 Por despacho N.º 3516/2009 Por despacho de 07 de Janeiro de 2009 do Chefe da RPM/DARH.º 236/2009 Ao abrigo do disposto nos n.) 5 de Janeiro de 2009. publicada no Diário da República. de 3 de Maio. n. contando a antiguidade desde a data que se indica.º 3514/2009 Por despacho de 16 de Dezembro de 2008 do Chefe da RPM/DARH. do Sr. 2. de 2 de Março. 14 de Janeiro de 2009.º do Regulamento de Publicação de Actos no Diário da República.º do Decreto-Lei n. de 28 de Julho. de 29 de Julho.º. Telmo Manuel Cardoso da Silva Carvalho — 23DEC08 2SAR RC 031 NIM 05222996. 2. com efeitos a partir de 6 de Janeiro de 2009. nos termos dos n.º 49. que assim se rectifica: No sumário e na identificação do tipo de acto. COR INF. com a redacção dada pela Lei n. aprovado pelo Despacho Normativo n. — O Chefe da Repartição.º 114/94.º 145. 16 de Janeiro de 2009.º 3515/2009 Subdelegação de competências no chefe do Centro de Finanças do Comando do Pessoal 1 — Ao abrigo do disposto no n. Lei 197-A/03 de 30AGO. a partir da qual têm direito ao vencimento do novo posto. por subsubdelegação do Ex. alterado pelo Decreto-Lei n. nos termos do n.º 3 do artigo 169. aprovado pelo Decreto-Lei n. onde se lê: “Rectificação n. de 09 de Março.ª série. subdelego no tenente-coronel Jorge Eduardo Mota Santos. Raquel Ideias Teixeira Rodrigues das Neves — 08NOV08 7 de Janeiro de 2009. Sílvio de Jesus Pinto Reis — 19NOV08 2SAR RC 031 NIM 19723700.º 51/2005. a competência para autorizar despesas com a locação e aquisição de bens e serviços e empreitadas de obras públicas até € 12. de 31 de Janeiro.mo MGEN DARH após subdelegação do Ex. COR INF. publicado . para integrar a Comissão do Domínio Público Marítimo. do quadro de pessoal dirigente da DGITA.º 51/2005.º 3 do artigo 6. do quadro de pessoal dirigente da DGITA. Aviso (extracto) n. publicado no Diário da República. de 06 de Janeiro de 2009.º 44/2002. Ex. 1. os militares a seguir mencionados: 2SAR RC 031 NIM 01272801. Ex. — O Ajudante-General do Exército.º 101. de 30 de Agosto. Eduardo Manuel de Lima Pinto.

16 de Janeiro de 2009. — Pelo Director Nacional. depois de cumprido o disposto no artigo 34. Luís Miguel Santos. nomeadamente no que se refere à aplicação de coimas. primeira-ajudante na situação de licença sem vencimento. de nacionalidade angolana.º do Decreto-Lei n.º 218. 2.ª Conservatória do Registo Civil de Vila Nova de Gaia. P. no exercício de funções no referido cargo. com efeitos à data do despacho. a Chefe de Departamento de Nacionalidade. natural de Luanda. segunda ajudante na situação de licença sem vencimento. Despacho (extracto) n. 108.º 3519/2009 Por despachos do presidente do Instituto dos Registos e do Notariado. de 12 de Agosto. P. nos termos do n. publicado no Diário da República. República de Angola. Sara Alexandra Rocha Arcanjo.º 13904/2008 Diário da República.º 322/82. P. P. por naturalização. a Rita Manuel de Castro Maria Pacheco. relativo à concessão da nacionalidade portuguesa. datados de 17 de Dezembro de 2008: Maria Manuela das Dores Vieira.. com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. n.º do Decreto-Lei n.º 87 de 6 de Maio de 2008).º 253/94.º 26/2004.) 20 de Janeiro de 2009.º 219. de 4 de Fevereiro.º 26/2004. República Federativa do Brasil. José Revez.».º do Decreto-Lei n. de 18 de Maio de 2007. deste modo.ª série — N. primeiro ajudante na situação de licença sem vencimento. nos termos do n. — Pelo Director Nacional. inserto no Diário da República n.º 4 do artigo 108. 21 de Janeiro de 2009. natural de Governador Valadares/MG.Diário da República. Declaração de rectificação n. por naturalização.º 10105/2007. 2 — Mantêm-se em vigor. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Albufeira. 19 de Janeiro de 2009. n.º 26/2004. de 20 de Outubro e pelo Decreto-Lei n. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Lisboa. Francisco José Almeida Adão Frescata. autorizada a regressar ao serviço. datados de 21 de Novembro de 2008: Maria Lisete Carreira.º do Decreto-Lei n.º 4 do artigo. sanções acessórias. da carreira Técnica. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Ponte da Barca. em sessão de 10/12/2008: Licenciado Fernando Manuel Rodrigues Santos Vieira — revogada a deliberação proferida em sessão do Conselho Directivo do INML. nos termos do n.º 319/2009 Por deliberação do Conselho Directivo do Instituto Nacional de Medicina Legal.º a 37. Serviço de Estrangeiros e Fronteiras Aviso n. Direcção-Geral de Infra-Estruturas e Equipamentos Declaração de rectificação n. nos termos do n. Despacho (extracto) n.ª Série.º do Código de Procedimento Administrativo: 1 — Delego nos técnicos superiores Carla Maria Lopes Ribeiro.º 25 981/2007. I. Luís Miguel Santos. do mesmo mapa de pessoal. 2.º 2 do artigo 4. de 4 de Fevereiro.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 nos termos do n. ficando afecta à Conservatória dos Registos Civil e Predial de Ponte da Barca.º do Decreto-Lei n. autorizada a regressar ao serviço. — O Presidente. outras medidas disciplinadoras e deveres previstos no Código da Estrada e demais legislação aplicável.º 2500/2009 Por decreto do Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna de 16 de Março de 2007.. depois de cumprido o disposto no artigo 34. 2.º 4 do artigo. a Oscar Soares Dias. por naturalização.º 237/2009 Por ter sido publicado com inexactidão o despacho n. 2. Ana Cristina Martins Vinagre Moreira e Cristina Maria de Oliveira Raposo Ramos Salvador o poder de proferir decisões administrativas no âmbito dos processos de contra-ordenações rodoviárias. P. ficando afecta à 8.º 4 do artigo 108. 2. Cristina Manuela de Bessa Pacheco Rego.» deve ler-se «na categoria de Técnico Principal.ª série.º 4 do artigo 108. Marina Nogueira Portugal. de 20 de Outubro e pelo Decreto-Lei n. rectifica-se que: onde se lê: “Mohamede” deve ler-se: “Mohomede” 21 de Janeiro de 2009.º 322/82.º do Decreto-Lei n. de 26 de Outubro de 2007. a qual poderá gozar os direitos e prerrogativas inerentes. I. de 4 de Fevereiro. Susana Maria Mendes Reia. rectifica-se que onde se lê «na categoria de Técnico Principal. as delegações de competências constantes dos despachos n. 4129 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Instituto Nacional de Medicina Legal. de 4 de Fevereiro. 8 de Janeiro de 2009. (Não carecem de visto do TC. n.º 28801/2008.. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Loulé. de 13 de Janeiro de 2009. publicado no Diário da República. nos termos do n.º 869/2009 (2. I. datados de 5 de Novembro de 2008: Ana Cristina da Costa Gouveia Coelho Pires. 21 de Janeiro de 2009. autorizada a regressar ao serviço. Marina Nogueira Portugal. o qual poderá gozar os direitos e prerrogativas inerentes.º do Decreto-Lei 77/2007. de 08/10/2008 que autorizou a cessação da comissão de serviço no cargo de director do Serviço de Clínica Forense da Delegação do Sul. com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. de nacionalidade brasileira.ª série. a Chefe de Departamento de Nacionalidade. de 4 de Fevereiro. nascida a 02/02/1967.º do Código do Procedimento Administrativo. nos seus precisos termos. I. da carreira Técnica.º 3520/2009 Por despachos do presidente do Instituto dos Registos e do Notariado. de 10 de Novembro de 2008.º 37/97 de 31 de Janeiro. com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2009. ajudante principal na situação de licença sem vencimento. . — Pelo Director Nacional. P.º 8.ª Conservatória do Registo Predial de Lisboa. — O Director de Departamento. de 31 de Maio de 2007. autorizado a regressar ao serviço. Rosa Maria Rodrigues Veloso Amorim.º 2 do artigo 128. de 12 de Agosto. Carla Maria Silva Neves Fervença.) 20 de Janeiro de 2009. — O Presidente do Conselho Directivo. mantendo-se.ª série). nascido a 06/08/1960. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Vila Nova de Gaia. Deliberação (extracto) n. de 14 de Novembro de 2007 e n. de 4 de Fevereiro. Duarte Nuno Vieira.º 26/2004. Vasco Eduardo Gonçalves Cipriano. nos termos da alínea a) do n.º 253/94. ficando afecta à 1.ª Serie. ajudante principal na situação de licença sem vencimento. ficando afecta à Conservatória do Registo Civil de Albufeira. (Não carecem de visto do TC. escriturária na situação de licença sem vencimento. Marina Nogueira Portugal.º 238/2009 Por ter sido publicado com inexactidão o Aviso n. publicado no Diário da República. n. foi concedida a nacionalidade portuguesa. de 15 de Outubro de 2008. Mário Fernando Madeira Nazaré. nos termos do n.º 26/2004. — O Director de Departamento. I.º 26/2004. autorizada a regressar ao serviço. foi concedida a nacionalidade portuguesa. 2. — O Director-Geral. — O Director de Departamento. Aviso n..º 4 do artigo 108.º do DecretoLei n. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Lisboa. I.º 37/97 de 31 de Janeiro. Instituto dos Registos e do Notariado.º 2501/2009 Por decreto do Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna de 4 de Janeiro de 2007.º 105. (Não carecem de visto do Tribunal de Contas) 19 de Janeiro de 2009. Paulo Nuno Rodrigues Marques Augusto. Despacho (extracto) n.º 3518/2009 Por despachos do Presidente do Instituto dos Registos e do Notariado. Luís Miguel Santos.º do Decreto-Lei n. 108. ficando integrada na Conservatória do Registo Civil de Loulé. do mesmo mapa de pessoal. ficando afecto à Conservatória do Registo Civil de Moscavide.ª série. autorizada a regressar ao serviço. Maria Ivone de Jesus Leitão. n. a Chefe de Departamento de Nacionalidade. de 29 de Março e ainda dos artigos 35.

escriturário na situação de licença sem vencimento. de 4 de Fevereiro. 108. 108. e nos termos do disposto nos n. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Palmela. escriturário na situação de licença sem vencimento.º 26/2004. na área do lugar a prover. nos termos do n. capacidade de expressão oral.º 26/2004. pelo período de três anos.º 26/2004. autorizado a regressar ao serviço. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município da Lourinhã. 3. ficando afecta à Conservatória do Registo Civil de Palmela. Maria do Céu Lamberia de Sousa Coito Vitorino da Costa. Dt. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Fornos de MINISTÉRIO DO AMBIENTE. motivação para o desempenho do cargo e compreensão das especificidades ao mesmo inerentes e uma significativa experiência no exercício de funções dirigentes. cujas competências se encontram definidas n. segundo-ajudante na situação de licença sem vencimento. Nacionalidade: portuguesa. (Não carecem de visto do TC. sendo dotado da necessária competência e aptidão para o exercício do cargo.º 4 do artigo. autorizado a regressar ao serviço.º grau.º 26/2004. Rui Jorge Cadinha Noronha.) 20 de Janeiro de 2009. Armindo Gonçalves Augusto. 23 de Setembro de 2008.P. autorizado a regressar ao serviço. de 4 de Fevereiro.º 26/2004. nos termos do n.pt.4130 Despacho (extracto) n. segunda ajudante na situação de licença sem vencimento.º 4 do artigo 108. Despacho (extracto) n. Lisboa.º 170 de 4 de Setembro de 2007. de 4 de Fevereiro. autorizado a regressar ao serviço. 2. demonstrou possuir as melhores condições técnicas para prosseguir as atribuições da respectiva unidade orgânica para o qual foi aberto o presente procedimento. — O Director de Departamento. Jacinto Fernando dos Santos Teófilo. Demonstrou ainda deter dinamismo. (Não carecem de visto do Tribunal de Contas) 20 de Janeiro de 2009. Luís Miguel Santos. de 4 de Fevereiro. nos termos do n. 108. O presente despacho produz efeitos a partir da data da sua assinatura. autorizada a regressar ao serviço. ficando afecto à Conservatória do Registo Civil de Santa Comba Dão. Diana dos Reis Morgado. de 4 de Fevereiro. datados de 12 de Dezembro de 2008: Anabela dos Santos Andrade Calheiros. segunda-ajudante na situação de licença sem vencimento. na redacção que lhe é dada pela Lei n.º do Decreto-Lei n.º do Decreto-Lei n. ficando integrado na Conservatória do Registo Civil do Barreiro. e a sua integração no planeamento e na gestão de espaços protegidos. autorizada a regressar ao serviço. de 4 de Fevereiro. Lídia Maria Martins Ribeiro.º do Decreto-Lei n. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Tábua. autorizado a regressar ao serviço. autorizada a regressar ao serviço.º. sensibilidade para os novos desafios ao nível da gestão pública. plenamente. 1700-186 Lisboa.º 4 do artigo 108. Por despachos do presidente do Instituto dos Registos e do Notariado.. primeira ajudante na situação de licença sem vencimento. ficando integrada na Conservatória do Registo Civil de Castelo Branco.º do Decreto-Lei n. de 4 de Fevereiro. — O Director de Departamento. ficando afecta à Conservatória do Registo Predial e Comercial de Palmela.º 4 do artigo.º 26/2004. o que denota. de 4 de Fevereiro.º 2/2004. 108. ficando afecta à Conservatória dos Registos Civil e Predial de Fornos de Algodres. em virtude de ser detentor duma vasta e comprovada experiência profissional no exercício de funções em matérias relacionadas com a definição de objectivos de conservação da natureza e da biodiversidade.º do Decreto-Lei n. Bilhete de identidade n. nos termos do n. I. inequivocamente. porquanto. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Oeiras.º 3522/2009 Por despachos do presidente do Instituto dos Registos e do Notariado. Luís António dos Santos Andorinha Silvestre Pinguinha. nos termos do n.º 4 do artigo. DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade. autorizada a regressar ao serviço.ª série n. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Póvoa de Lanhoso.ª série — N. de um lugar de Coordenador de Unidade de Ordenamento e Impacte Ambiental. I. — O Presidente. conjugado com o Despacho 20137/2007 publicado no DR 2. de 30 de Agosto. nos termos do n..º s 8.º do Decreto-Lei n. Paulo Jorge Borges Mendes. segunda ajudante na situação de licença sem vencimento. Maria Leonor de Almeida Veríssimo Calapez.º. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Castelo Branco. 9 e 10 do artigo 21. e-mail: leonardot@icnb.º aprovado pela Portaria n.º do Decreto-Lei n. . nos termos do n.º 26/2004. nos termos do n. segunda-ajudante na situação de licença sem vencimento. primeiro-ajudante na situação de licença sem vencimento.º 4 do artigo 108. autorizada a regressar ao serviço. em virtude de reunir as melhores condições para o desempenho a prover.º 3524/2009 Na sequência do procedimento concursal destinado à selecção dos titulares do cargo de direcção intermédia de 2. ficando afecta à Conservatória do Registo Civil da Lourinhã. ficando afecta à Conservatória do Registo Civil do Cartaxo.º do Decreto-Lei n. Data de nascimento: 5 de Outubro de 1964.º 530/2007 de 30 de Abril. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Águeda.º 26/2004.º 26/2004. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município da Azambuja. P. ficando afecta à Conservatória do Registo Civil de Oeiras.º 4 do artigo 108.º 4 do artigo 108. Residência: Rua de Fausto Guedes Teixeira.) 20 de Janeiro de 2009. — O Director de Departamento.º 26/2004. ficando integrado na Conservatória do Registo Civil de Loulé.º 4 do artigo 108. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Cascais. de 4 de Fevereiro.º 26/2004. de 4 de Fevereiro.º 4 do artigo 108. Luís Miguel Santos. Despacho n. de 4 de Fevereiro. primeira-ajudante na situação de licença sem vencimento. I. autorizada a regressar ao serviço. ficando integrado na Conservatória do Registo Civil de Setúbal.º do Decreto-Lei n.º 4 do artigo.º 26/2004. nos termos do n. autorizada a regressar ao serviço.º 26/2004.º do Decreto-Lei n. Maria João Ferreira Ricardo Lopes. mais concretamente através da elaboração de instrumentos de gestão do território. ficando afecto à Conservatória dos Registos Civil e Predial de Póvoa de Lanhoso. P. que o candidato em apreço é detentor de competência técnica e aptidão pretendidas para prosseguir os objectivos da Unidade de Ordenamento e Impacte Ambiental. com particular relevância no que respeita aos planos de ordenamento de áreas protegidas e planos do ordenamento de orla costeira. autorizada a regressar ao serviço. a licenciada Teresa Paula Leonardo Limas Serafim O nomeado têm o perfil pretendido para fazer cumprir as atribuições e objectivos da Unidade de Ordenamento e Impacte Ambiental.º da Lei n. nomeio em comissão de serviço. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Loulé.º 2 do artigo 6. de 4 de Fevereiro.º do Decreto-Lei n. Curriculum vitae I — Dados pessoais: Nome: Teresa Paula Leonardo Limas Serafim. datados de 14 de Novembro de 2008: Filipa Alexandra de Brito Pinto Mendes.. escriturário na situação de licença sem vencimento. nomeadamente. de 4 de Fevereiro.º 3523/2009 Por despachos do Presidente do Instituto dos Registos e do Notariado. primeira-ajudante na situação de licença sem vencimento. nos termos do n. nos termos do n.º do Decreto-Lei n. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Palmela. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Barreiro. 10. datados de 23 de Dezembro de 2008: António Luís Santos Fernandes Pelixo. escriturária na situação de licença sem vencimento. Maria Celeste Pereira Martins.º 51/2005.º do Decreto-Lei n. nos termos do n. no uso das minhas competências próprias. autorizado a regressar ao serviço.º 3521/2009 Diário da República. Tito Rosa. de 4 de Fevereiro.º 4 do artigo 108.º do Decreto-Lei n. (Não carecem de visto do TC. Luís Miguel Santos. primeiro-ajudante na situação de licença sem vencimento. P. ficando afecta à Conservatória do Registo Predial de Aveiro.º 26/2004. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Lisboa.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Algodres. ficando afecto à Conservatória do Registo Nacional de Pessoas Colectivas de Lisboa.º 6568327 de 7 de Agosto de 2006.º 4 do artigo 108. nos termos do n. nos termos do n. de 15 de Janeiro.º 4 do artigo 108. I. Despacho (extracto) n.

Integrou os Júri dos Concursos para a elaboração dos diversos planos de ordenamento de áreas protegidas Foi responsável pela Coordenação das acções do Litoral nos Serviços Centrais do ICN/ICNB. Coordenou e acompanhou nos serviços centrais do ICNB dos processos de classificação de áreas protegidas.º 7 do artigo 2. VII — Actividade docente: 1985-1997 — Leccionou no grupo 11. requereu declaração de utilidade pública. Faculdade de Psicologia.º do Decreto-Lei n. de 14 de Junho. em Portugal e no estrangeiro. de 1 de Julho. de 3 de Fevereiro. 2. . Aveiro. Lisboa. aprovado pela Portaria n. Universidade Nova de Lisboa. sita na Alameda da Cidade Universitária. na sua actual redacção.Diário da República. anexas ao presente aviso. Julho de 1993. 2008 — Janeiro a Maio. desde 1993.º 7/2000. Introdução à temática do ambiente no quotidiano profissional. António Nunes. aberto por aviso publicado no Diário da República. Na sequência desta aprovação. Cumpridos os preceitos legais. determino o seguinte: 1 — Declaro de utilidade pública o projecto do posto de redução e medida de 2.º-A. UOIA. de uma organização não governamental de ambiente. Coordenou e acompanhou nos serviços centrais do ICNB dos processos em curso de Avaliação Ambiental Estratégica. publicado no Diário da República. Despacho 40/2001. 20 a 22. com duração de 2 horas.º 2502/2009 Nos termos do disposto nos artigos 34. seminários e workshops. CEZH. de 18 de Setembro. Universidade Nova de Lisboa. Tecminho. de 16 de Julho. da Presidência do ICN.º 168/99.º 124.º do Decreto-Lei n. Integrou a equipa de projecto do plano sectorial da Rede Natura 2000. de directora de turma. Colaborou na elaboração de vários planos de gestão. na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. de 26 de Julho de 2007.30 h. de metodologias de elaboração de planos de gestão de zonas húmidas. Santo André.ª série. Frequência com aprovação do curso de introdução ao Arc View GIS. DOAAP. 2 — A prova de conhecimentos gerais. 2 — O exercício dos direitos previstos no número anterior far-se-á nos termos do Decreto-Lei n. pós-graduação em Ordenamento do Território e Planeamento Ambiental na Perspectiva das Comunidades Europeias. S. 1997 — curso de introdução à astronomia. profissionalização em serviço. VI — Actividade profissional no ICNB — Desde 1999 tem tido no ICN a sua actividade pautada em áreas relacionadas com o ordenamento do território. de delegada de grupo e de coordenadora de vários projectos de educação ambiental. — O Inspector-Geral.os 183/94.º 58. publicado no Diário da República.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 II — Habilitações: Julho de 1986. Lisboa. n. na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.ª série n. Lisboa. organizado pelo Instituto de Conservação da Natureza. Quinta da Glória. a SETGÁS — Sociedade de Produção e Distribuição de Gás. a concessionária SETGÁS — Sociedade de Produção e Distribuição de Gás. ANEXO Lista de candidatos admitidos à prova escrita ao concurso para inspector-adjunto Lista A Nome do candidato: Anabela de Jesus Miranda. 2002 — Frequência do curso de formação Use of the medwet inventory methodologies within the medwetcoast project. 2.º 7/2000. — O Ministro da Economia e da Inovação.º 376/94. Universidade Clássica de Lisboa. 3 — Atento o número de canditatos admitidos ao concurso a prova de conhecimentos realizar-se-á em dois turnos distintos. Geografia. de 26 de Maio de 2004. não sendo permitida a consulta de legislação. coordenação técnica do Plano de Ordenamento da Orla Costeira entre Vilamoura e Vila Real de Santo António e na coordenação da implementação do Plano de Ordenamento da Orla Costeira entre Sintra e Sado. e 7/2000. Assim. 19 de Junho de 2008. 3 — A DRELVT deverá proceder à tempestiva publicação na 2. de 11 de Julho.º do Decreto-Lei n. Lisboa.º 58. no âmbito das actividades que desenvolveu. 2004 — Outubro. tendo apresentado comunicações/posters com regularidade.ª classe. de dezasseis horas. OCTOPUS ESRI. A. V — Seminários. Faculdade de Letras. Os candidatos deverão comparecer. e o Regulamento Técnico. através do Despacho 20 138/2007.º 161 de 10 de Julho de 2004.ª série. de quarenta horas. frequência do Curso Intensivo de Especialização sobre “Gestão Estratégica. às 14:00 horas.º 232/90. de 3 de Fevereiro.1 do aviso de abertura do concurso. nos termos do n. de 30 de Junho de 2008. devendo apresentar Bilhete de Identidade. devendo apresentar Bilhete de Identidade. congressos — Participou em vários congressos. em escolas secundárias. organizado pela Associação Eurocoast — Portugal. Frequência do curso de formação de gestão das zonas costeiras. ICN. do curso. promovido pelo Museu da Ciência. n. dos candidatos admitidos ao concurso interno de ingresso para admissão a estágio de 35 inspectores-adjuntos do quadro de pessoal da extinta Inspecção Geral das Actividades Económicas.30 h. de 3 de Fevereiro. exercendo as funções de docente.º 11/94. de 28 de Novembro. UTL. 2004-2007 — Nomeação como Chefe de Divisão da “Divisão de Ordenamento e Avaliação de Áreas Protegidas”. licenciatura em Geografia. Instituto Superior de Economia e Gestão. o projecto foi aprovado por despacho de 24 de Julho de 2006. Gerês. S. IV — Outras referências: Associada. nos termos do diploma citado.º do Decreto-Lei n.º 204/98. 15 a 17. frequência do Curso “Planos de Gestão — elaboração de planos de Gestão para Zonas Húmidas“. III — Formação complementar: 1993 — curso de sistemas de informação geográfica (SIG).. alterado pelos Decretos-Leis n. operacionalidade dos instrumentos de licenciamento. do director regional de Lisboa e Vale do Tejo. 2004 — Setembro. de 3 de Fevereiro. apresentou na Direcção Regional de Economia de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT)).º 2 do artigo 2. 21 de Janeiro de 2009.º 232/90. Quinta da Glória. na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. LISBOA. Controle de Gestão. aprovado pela Lei n. 2. a que alude o ponto 9. n. Candidatos constantes da lista B: A prova terá início às 15. com identificação dos respectivos proprietários. Almada.º 7/2000. com elaboração de um trabalho prático. realizar-se-á no dia 7 de Fevereiro de 2009. considerando o disposto no n.ª série do Diário da República do mapa das parcelas sujeitas a servidão. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Marketing e Comunicação e Gestão de Projectos”. Julho de 1992. Abel Filipe Colaço Vieira da Cruz. de 13 de Janeiro. 4131 MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Gabinete do Ministro Despacho n. nota 15.ª classe. Foi formadora em acções de: Formação de ordenamento do território.. Manuel António Gomes de Almeida de Pinho. Tem participado nos grupos de trabalho do litoral do MAOT/MCOTA/MAOTDR. 2007-2008 — Nomeação como Coordenadora da Unidade de Ordenamento do Território e Avaliação de Impacte Ambiental.ª série — N. ao abrigo do disposto no Decreto-Lei n. ONGA. torna-se público: 1 — As listas A e B. nota de 13 valores.º e 35. o projecto do posto de redução e medida de 2. através do Despacho 13 621 /2004. Autoridade de Segurança Alimentar e Económica Aviso n.º 3525/2009 Na sequência do desenvolvimento do processo de implementação do gás natural. às 9:00 horas. Faculdade de Ciências e Tecnologia. nomeadamente no acompanhamento e colaboração nas propostas de planos de ordenamento de áreas protegidas. n. Os candidatos deverão comparecer.º 5 do artigo 2. Abel Jorge Barros Leite. conforme infra discriminado: Candidatos constantes da lista A: A prova terá início às 10. 2000: Frequência. na redacção que lhe foi dada pelo Decreto-Lei n. concelho de Palmela. A. 2. designadamente o n.º 170 de 04 de Setembro de 2007. frequência do curso “Avaliação de Desempenho na Administração Pública”. Integrou o Centro de Zonas Húmidas. organizado pelo Centro de Zonas Húmidas (CEZH) e MedwetCoast. e do Código das Expropriações. nota 15.

Américo Quintas Costa. Ana Luisa da Silva Úria. Alexandra Isabel Costa Alves. Ana Catarina Leite Alves da Silva Lopes. Ana Isabel Campos Rodrigues. Ana Lúcia Loureiro de Abrantes. Alexandra Raquel de Oliveira Cabo. Ana Cláudia Oliveira Ferreira Gonçalves. Ana Isabel Valente da Silva Oliveira. Ana Cristina Jesus Nascimento Barreiros. Alzira Maria Afonso Parreiras. Alberto Manuel Leão da Silva. Amilcar André Ribeiro Dias. Álvaro Rodrigues Ferreira. Alexandre Luis Albuquerque Q. . Ana Maria Neves Moreira. Abílio da Conceição Gonçalves Pereira. 2. Ana Maria Baptista de Sousa Fernandes. Ana Cristina Gomes Dias. Ana Maria Robalo Branco. Pereira Macedo. Acácio Jardim Martins. Ana Patrícia Miranda Pires. Ana Filipa Menaia Esteves Cruz. Silva Rezende Pinto. Ana Cristina Ferreira Fernandes. Alexandra Maria Martins e Silva. Ana Cristina Jacinto de Matos. Ana Cristina Soares Cardoso Catarino. Faria. Ana Patricia Pereira Coutinho. Ana Paula Borges de Carvalho Pio. Ana Maria Gomes Batalha. Ana Cristina Rainho Ribeiro. Alexandra Maria Olmo Teixeira Fonseca. Américo Filipe Silva Lopes. Ana Filipa Fino Domingues. Ana Margarida Fernandes Simões Pereira. A. Ana Cristina Antunes Dinis. Ana Maria Sequeira Silvestre. Ana Isabel de Sampaio Pinheiro de Sousa. Ana Isabel de Jesus Gonçalves. Alexandre José dos Santos. Alfredo Manuel Meira Lima. Ana Maria de Sá Ribeiro. Ana Maria Igreja Magalhães Ferreira. Ana Cristina Coelho Soares. Aldo Fernando Costa Freitas. Ana Mafalda Paiva Rodrigues. Alcides do Nascimento Rei Velho. Ana Marisa da Fonseca Carvalho. Ana Cristina R. Ana Cristina Ferreira Batista Rocha. Ana Isabel Pinto Ferreira Alves.B. Ana Paula Cardoso Gonçalves. Ana Márcia Cardoso Moreira Rosalino. Ana Isabel Andrade da Silva. Ana Maria Rodrigues Júlio. Adelina Maria C. Alexandra Maria Carmona Mendes. Ana Paula Carvalho dos Santos Duarte. Ana Maria da Silva Neves. Altina da Glória Lopes Pinto. Albim Terreira Sousa. Abilio Miguel Alves Fernandes. Ana Isabel Ribeiro Matos. Ana Maria Costa Monteiro. Alberto Luis Jantarão Almas. Ana Catarina Lemos Lopes. Ana Margarida Amador Ferreira. Adélia Maria Conceição Tavares Valério. Abilio Mário da Silva Lopes. Ana Elisabete Barbosa Albuquerque Paiva. Ana Isabel da Conceição Azevedo Oliveira. Alberto Manuel Tomás Cardoso. Aldina Maria Semedo da Veiga. Alcino Correia Xavier da Silva. Ana Maria Martinho Malta Marques. Alexandra Solange Ribeiro Sousa. Ana Isabel Ribeiro de Almeida. Américo Lavrador dos Santos. Ana Isabel Damas de Andrade. Ana Cristina Gomes Rodrigues. Alexandra Maria das Neves Máximo Durães. Ana Isabel Fernandes Dias. Ana Marisa Ramos Lúcio. Ana Cristina de Almeida Rocha Fontinho. Ana Luisa Consciência Brilhante Lopes. Ana Filipa Moreira Fonseca F. Américo Santos Duarte. Álvaro Manuel Gonçalves Lente. Alexandra Isabel A. Ana Cristina da Cunha Pereira. Ana Cristina Correia Pereira Silva. Alfredo Ramada Barros. Ana Cristina M. Adriana de Almeida de Sousa. Ana Cristina Garcia Carneiro.4132 Abel Lopes Cardoso. Ana Isabel Bento Pinheiro.L. Alexandra Marisa de Sousa Paquete. Ana Marisa Simões Raposo. Alexandra Cristina Ferreira Branco. Ana Maria Rodrigues da Cunha. Ana Patricia M. Alice Rosete da Cunha Lopes. Gaiolas. Alfredo Manuel Mendes Craveiro. Ana Maria de Oliveira Madeira. Ana Cristina Pinto Martins.ª série — N. Ana Isabel Brás da Silva Cristão. Ana Isabel Apresentação A. Biga Conceição. Adelaide Sofia Gonçalves Cardoso. Ana Cláudia Cordeiro Fernandes. Ana Cristina Dinis Vicente Pardal. Ana Maria Simões da Silva Gaspar. Ana Maria da Conceição Caetano. Ana Paula Charneco Gaudêncio. Alexandra Cristina Morais Almeida. Ana Carolina Gonçalves Barrocas Marques. Ana Maria Dias do Coito. Amílcar Jorge Lopes Pereira. Álvaro Jose Correia. Albertino Manuel da Fonseca dos Santos. Alexandra Filipe Portugal Ferreira. Ana Clara Antão Filipe Barreiras. Alexandre Jorge Ribeiro da Silva. Santos Brandão. Adolfo Rui Quintas Pires. Ana Maria Gomes Ventura Frias. Ana Cristina Vicente da Silva. Caramelo de Carvalho. Alberto João Pinto Sampaio. Ana Maria Pires Caramona. Alfredo José Fernandes Gonçalves. Ana Margarida dos Santos Leal. Ana Fátima da Costa Nunes. Ana Isabel Tavares Rodrigues. Alexandre José Pinto da Conceição. Ana Catarina Monteiro Gromicho F. Ana Cristina de Almeida Soares. Adriana Luisa Garcias Paulo Rodrigues. Ana Cristina Paulo Marcelino. Ana Margarida Sineiro dos Reis Correia. Ana Isabel da Cruz Henriques. Acácio José Rodrigues Cardoso. Figueiredo Morais. Ana Maria Brito Lacerda Cristiano Mestre. Álvaro Manuel Pereira Lobo. Ana Isabel Pereira S. Ana Paula Cardoso Gonçalves. Alexandra Isabel da Fonseca Magalhães. Américo Gonçalves Pereira. Ana Isabel Martins Rigueiro. Aires Manuel de Araújo Barbosa. Alfredo Rodrigues Bilber. Ana Filipe Matos da Silva. Adriana Isabel Pinto de Almeida. Ana Paula da Fonseca Loureiro. Diário da República.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Ana Cristina Ferreira Lopes. Ana Lúcia Pereira Rocha Raposo. Brito Mendes Saúde. Santos. Ana Cristina Gonçalves Pereira Romão. Aleandra de Abreu Gonçalves. Ana Cláudia Leite Coelho. Alexandre Manuel Alfaro Fernandes. Alexandrina Raquel Ribeiro Duarte. Alexandra Maria Chambel Rato. Ana Josefina Figueiredo Anjinho. Ana Isabel Carreto Leitão Sequeira.

António Carlos Neto A. Ana Raquel Silva Carvalho. Ana Sofia dos Santos Oliveira Silva. Antero Miguel Santos Aleixo. António Jorge da Rocha Ferreira. Ana Paula Godinho Costa. Anthony Rodrigues Sousa. Angela Maria Pereira Morgado da Costa. Ana Paula Guerreiro dos Ramos. Anabela Pereira Machado. Ana Sofia Rodrigues Mendes Cardoso. André Joaquim Couto Ferreira da Costa. António Daniel da Silva Sampaio. António Fernando da Silva Sousa. Barreto de Oliveira. Pestana Vasconcelos. Antonio Eduardo Teixeira Conde. Anabela Morais de Matos. Antonio Fernando Machado Almeida. Anabela Duarte Matias Cruz. Anabela Oliveira Abreu Ataíde. António Davide da Costa Alves. Angela Maria de Sousa Moreira. António Joaquim da Silva Ferreira. Ana Paula Ferreira Carvalho T. António José Câmara dos Ramos. Antonio Carlos Rocha Nobre. António Dias da Silva. Ana Paula dos Santos Manuel. Anabela Jesus Miranda Gorjão Gomes. Anabela Rosinha Grifo Cunha. Anabela Bettencourt L. António Gonçalves Silva. Ana Teresa Antas Beaumont. Antero Cândido da Rocha Guimarães. Ana Sofia Gonçalves Marreiros. António Fernando Ribeiro da Silva. Ana Paula Portela da Silva Salgueiro. Ana Rita Ferreira de Carvalho Maia. André Alberto Carvalho de Pinho. António Alexandre Correia Cardoso. Ana Sofia Pimenta de Abreu. Ângela Cristina Rodrigues Marques. Antero Cândido da Rocha Guimarães. Angelina Cristina Pimenta Mendes. Ângela Marisa Gomes de Oliveira. António Francisco Pereira Gonçalves. António Fernando Teixeira de Moura. Ana Paula Pereira da Costa Dias. Aníbal Jorge Agostinho Teixeira do Carmo. Lisboa Vaz de Carvalho. António Daniel Moreira Fontinha. Aníbal Ferreira dos Santos. Ângelo Miguel do Vale Saramago. Angelina de Lurdes A. Anabela Conceição B. Anabela Machado Silva Magalhães. André Joaquim do Couto Ferreira da Costa. André Guilherme Santos Vallespir. Anabela de Fátima Cristão Moreira Caldas. André Vasconcelos de Oliveira Monteiro. Coelho. Ana Rita Montezo Casquinha. Anabela de Oliveira Monteiro Nunes. António José de Bessa Carvalho. António Jorge de Oliveira. António Jorge Matias Ventura.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Ana Paula de Ascenção F. Andreia Catarina da Fonseca Cardoso. António José Ferreira Pereira. António Cândido da Silva Gomes. Anselma Maria Silvério Pereira. Moreira de Sousa. Ana Paula Vieira Soares. S. Ana Paula Silva Barros. Ângelo Évora Viegas. António Benjamim Tomé de Sousa. António Fernando Alves Moreira. António dos Santos Martins. Ana Paula Natividade Silva. 4133 .R. 2. António João Duarte Prudêncio Gil. Antero Correia Ramos. Domingos Henriques. António José de Jesus Arrais. António Filipe Cerqueira Amorim. Ana Sofia Martins Coelho da Veiga. António de Loureiro Sampaio. Andreia Fino Pinto. António José Ferreira de Oliveira. Ana Paula Duarte Lebreiro. Ângela Deolinda M. Angélica Machado de Oliveira. Andrea Sofia Ferreira Bento. Ângelo Fernando Fernandes. António dos Reis Marcos. André Martins Ramos. António Fernando Vitorino Marques. Andrea Rita da Costa Oliveira. Ana Paula Milharo Vieira Pereira. Ana Paula Martins Mercador V.ª série — N. Ana Paula Jorge Ferreira.Silva Mota Santos. António Horácio Tavares Vilarinho. Ana Paula Oliveira Paixão. Sousa Aguiar. Ângelo Jorge Carvalho Pedrosa. Anabela Branco da Costa.R. Anselmo Filipe de Sousa Rocha. André Ferreira Costa Carvalho. Anabela Mateus Correia Lopes. António Jorge de Oliveira Tavares. Ângelo José Pimentel Gonçalves. António Eusébio Pereira Cardoso Martins. Anabela Q. António João Barrocas Ortiz. António Augusto Soares Fernandes. António Fernando Ferreira Lemos. Anabela Isabel G. Manuel. António João Gomes Caneira. C. Antero Rodrigues Cardoso. António Filipe Teixeira Tavares. Ana Rita Ribeiro Rosinha.Diário da República. Ana Sofia Nozes Pedro. Anabela Salgueiro Oliveira. Ana Zulmira Rocha Araújo Vieira. António André Miranda Assena. Ana Teresa Afonso Leandro Farinha. André Melo Fernandes. Analia Maria Simões Barata. António Jorge Lamosa de Sousa. Anabela Lucas Carvalho. Ana Paula Gomes Pirralha. António César Machado Rito. André Filipe da Fonseca Carreto Lopes. António Henrique V. E. Anabela da Conceição Gandra da Silva. Angela Maria Tavares Paulino. Anabela Proença de Matos. Ângela Maria Reais Sampaio. António Felisberto Bernardo Carreiro. Andrea Helena Freitas Ribeiro Azevedo. António Fernandes Jardim. Ana Sofia Cardoso Baptista Saraiva. Ana Paula Marçal Miranda Rodrigues. Anabela Cristina Oliveira G. Garcia Rodrigues. Ana Rute Fernandes de Oliveira. Anabela Assunção Dantas Cunha de Lemos. António Augusto Ribeiro Elias. Anacleto Paulo dos Santos Cunha. António Fernando Costa de Jesus. Anabela Rodrigues Palma. André Filipe Marques Gomes. António José de Macedo Pinto Rios. Anabela Carvalho Ferreira. Anabela de Jesus Pinto Viegas. Andreia Alvarez Porto. Andreia Cristina Ribeiro da Cruz. António Joaquim Amorim Santos. André Manuel Lopes dos Santos. Anabela de Almeida Rosado. Sousa. Anabela Mendes Barata. Andreia Filipa Gomes Ferreira.Gomes da Silva. Anabela Martins Rodrigues. Ana Paula Esteves Dias Alves. Ana Paula Rodrigues São Pedro. António José Fernandes Antunes. António José da Rocha Magalhães. António da Silva Correia. Andrea Fernanda Silva Lomba. André Alves de Matos.

de B. Bruno Miguel Domingues Soares. António Manuel Mendes Soares. Bruno Miguel Teixeira Gomes. Bruno Emanuel Machado Forte Figueiredo. Bruno José Batista Martins. António Manuel Gonçalves Sampaio. António Manuel Sobral Vieira. S. Figueiredo Soares. António Miguel Vedor Garvão Sinfrónio. Carla Manuela Cruz Ferreira. Bruno Gonçalo Pereira da Silva. Carla Emilia Azevedo da Silva. Bruno Ricardo de Oliveira Nobre. António José Rodrigues Roberto. Gonçalves Henrique.4134 Antonio José Horta Nascimento Belisário. N. Carla Alexandra Leitão Azevedo Santos. Carla Alexandra Garcia da Rocha Gaspar. Bruno Miguel Lourenço Moço. António Manuel Abreu dos Santos. António José Vieira Correia. Bruno Miguel Mendes Moreira. Bruno José Gregório Romba. Artemisa Albino da Conceição Ferreirinha. Carla Andreia Dias Félix. Carla Afonso Ferro Ferreira. Sequeira Marcelino. Cordeiro Mendes. Bruno Miguel Martins Justino. Armando Manuel Gomes Pimentel. António Manuel Gonçalves Raposo. de Almeida Pedreira Gomes. António José Marques Nereu. 2. António José Pinto Cerqueira T. António Martinho Pereira Fernandes. Bruno Filipe da Costa Monteiro. Bruno João Domingos Tapadas. Bruno Alexandre Magalhães Peixoto. Bruno Alexandre Carvalhais Teixeira. Arlindo Cerqueira Rocha. António José Pena Soares. Carla Alexandra Alves de Matos Afonso. Artur Jorge Dias Santos. António Manuel Freitas Matos. Carla Alexandra Mendes Antunes. António Luis Nicolau Casimiro. Artur Jorge Duarte Dias. António Manuel do Cabo Gonçalves. Bruno Rogério de Oliveira Correia. Carina Alexandra Salvador Varela. P. Carla Isabel Gomes G. Carla Alexandra da Silva. Armando Jorge Ferreira de Sousa. Bruno João Gonçalves Ribeiro. António Pedro Fonseca Cardoso. Carla Alexandra Braz Vitoria. Bruno Miguel Senra Pita. António José Simão Andrade Martins. Armando Jorge Reis Moura. António Riachos Mota. António José Miranda da Silva. António Sérgio M. Armando Manuel Teixeira Nogueira. Bruno Miguel dos Santos Alves. Carina Manuela Silva Fernandes. Carla Isabel Jesus Simões Riscado. Beatriz Manuel C. Carla Alexandra Pereira Bandeira Santos. António Vargas Guerreiro. Bruno Bernardino Gomes Pereira. Carla Isabel Gonçalves Mucha. Bruno Miguel de Sousa Tavares. Bruno Edgar Magalhães Gonçalves. Arlindo Manuel Roque Dias. Dias Gaspar. António Manuel Pires Correia. António Rui de Sousa Rodrigues. António Luis Dias Barbeiro. Belmiro Sebastião Pinto. Carla Isabel Magalhães de Oliveira. R. Bruno Miguel Bernardes Lucas Neira Nunes. António Manuel Conceição Rocha. Bruno Manuel Lousada Atilano. Bruno Miguel Tomé Malta. Carla Graça Dinarez.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Bruno Alexandre Mendes Azevedo. Arsénio Óscar dos Reis Inácio. Veiga. Bruno Miguel Ribeiro Neves. Bruno Miguel Gonçalves Ramada. Bruno Jorge C. Arminda do Céu Fraga Morais. Bruno Ricardo dos Santos Neto. António José Rodrigues Borges. Carla Margarida Pereira Geraldes Alonso. Carla Diana Cota Laranjo. Carla Cristina A. Azélia Patricia Teixeira de Carvalho. Bárbara Claudina M. Carla Margarida Tereso Suzano. Bruno Teixeira Correia. Artur Manuel da Silva Dinis. Carla Manuela de Sousa Miranda. Carla Alexandra Barbosa de Albuquerque. Bruno Miguel Ricardo Lopes. António Miguel Antunes Batista. Artur Augusto Sequeira. Carla Cristina C. Bruno Alexandre Simões Rodrigues. António José Matias da Costa. Bruno Joel Farto de Magalhães. Bruno Filipe Monteiro Queirós. Bruno Eduardo Rodrigues de Almeida. Bruno Aurélio Marques Aguiar. António Manuel Pequito Castor. Armindo de Castro Soares. Bruno Miguel dos Santos Quitério. António Manuel da Costa Grandeocio. Bruno Miguel Vaz Pires. Bruno André do Lago Malheiro. Bruno Miguel Vivas Pina. Artur Filipe Coelho dos Santos. Bruno Manuel Pereira de Sousa. António Pedro Santil Mariz da Silva. Arménia Maria Miranda Rodrigues. Bruno José Barbosa Coelho. Bruno Miguel Santos Silva Bonifácio. Bruno Jorge Fernandes Silva. Belinda Maria H. Carla Isaura Gonçalves Paula. Diário da República. António Luis Curado Freitas. Bruno Adilio Festa Martins. António Miguel Santos Peixoto. António Miguel Pereira Afonso. António José Rodrigues de Sousa. Brígida Deodata Silva Marques. Augusto Filipe Machado dos Santos. Carla Isabel dos Santos Almeida. Bruno Miguel Mendes Ramalhais. António Manuel Caiado Gonçalves. Bruno do Nascimento Madureira. Armando Manuel Domingues Pinto. . António Pedro Soares Afonso. António José Pereira Henriques Barata. Rodrigues Rocha. Carla Cristina Faustino Chaves. Carla Filipa Simões dos Santos. Augusto Manuel dos Reis Marinho. Sobral Capela. Bruna Rosalina Lopes Oliveira. Carla Dina da Cunha Caramujo. António Manuel Albuquerque Leite. M. António Manuel Gomes da Silva. Arnaldina da Luz Gonçalves Mucha.ª série — N. António Teixeira Vieira. Bernardo Carvalho M. Carla Alexandra Antunes Caramelo Hilário. Bruno Miguel Lopes de Almeida. Arménio Teixeira de Carvalho. Bruno Miguel Santos Almeida. António Luis Pinto Carvalho. Bruno Miguel Morais Lage. António Miguel dos Santos de Oliveira. Bruno Miguel Ferreira Saraiva. Bertina Lara de Carvalho Alves e Cunha. Bruno Miguel Nazareth de Figueiredo. Áurea Luisa P. Rosa Tavares Santiago. Cabrita da Silva. Artur Manuel Saavedra Santos Nascimento. Carla Augusta Rodrigues. Belmira Helena Ferreira da Mota. António Miguel da Cruz Barata Garcia.

Catarina Marília Sousa Moreira Barbosa. Carlos Manuel da Silva Tiago. Carlos Manuel Fernandes Gonçalves. Carla Marina Limpo Paulino. Celeste Maria Nunes de Oliveira. Carlos Manuel da Silva Sousa a). Carmen Dolores Tavares da Silva. Carla Maria Pacheco de Sousa. César José Brites da Silva. Carlo Alexandre Rebelo Barrento. Carlos Manuel da Silva Sousa b). Celeste Maria da A.Diário da República. Célia Cristina Rodrigues Alves. Carlos Manuel da Silva Borges. Carlos Duarte dos Santos Cristão. Carlos Miguel Marão da Torre. Carlos Alberto de Jesus Fernandes. Carlos Manuel Cardoso Pereira. Carlos Alberto Alves Teixeira Francisco. Catarina Cristina Chaves Gomes Neves. 4135 . Catarina Susana dos Santos Várzeas. Carlos Manuel Bessa Oliveira Campos. M. Cátia Alexandra Osório Meireles. Célia Cristina Mestre Valério. Carlos Manuel da Silva Veiros. Carlos Alberto Santinha Martins. Carlos Manuel Ferreira Lopes. Carlos Manuel Freire Osório. Roque da Silva Marques. Cecília Emanuela Lomba das Neves. Gomes Sampaio Nascimento. Célia Carmo Pipa Beirão Ganhão. Catarina Marta da Silva Brás. Cecília Maria Morais. César Manuel Esperança da Silva.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Carla Maria Fidalgo Inverneiro. Carla Marisa da Fonseca Rodrigues. Carmen Selene R. Carlos Agostinho Batista Borges. Catarina Isabel Carvalhal Cardoso. Carlos Manuel Nogueira de Moura. Carlos Manuel Rodrigues da Cruz. Carla Susana Valejo Barroso. Carla S. Cardoso da Silva. Carlos Manuel Rodrigues Lopes.ª série — N. Catarina Varela Assunção. Carlos Alberto da Silva Pires. das Neves. Cátia de Jesus Gonçalves Marques. Cecília Maria Oliveira Pereira Bernardes. Carlos Manuel Gouveia Vieira. Célia Maria Lopes da Trindade. Carla Sofia Loureiro Governo. Carmen Schumacher de Freitas G. N. Catarina Luisa Marques Martins. Carlos Alberto Pereira Menezes. Carla Maria Rodrigues dos Santos. J. Catarina Cristina dos Santos. Carlos Augusto Santos Martins. Carlos Manuel da Gama Pires. N. Carla Michele Silveira Costa. Carminda Mendes Lage. Duarte. Carlos Manuel Cordeiro Pedro. Catarina Isabel Ferraz do Amaral. Celita Isabel da Costa. Catarina Maria Charrua Candeias Rodrigues. Carla Rita Martins Rios. Carla Maria Peralta Agapito. Célia Goreti Ribeiro Rodrigues. Carlos Alberto Monteiro de Castro Nunes. Celestino Nogueira Borges. Carlos Frederico Sousa Silva. Carlos Manuel Gomes Freire. Carlos Manuel Seixas Santos. Celiza Isabel Pires Joaquim Caetano. Carlos Manuel Rodrigues dos Reis. Carla Marisa de Sousa Jorge. Cecília Margarida Marques da Silva. Carlos Luis Ribeiros da Rocha Dias. Célia Maria Rodrigues Gonçalves Batista. Carla Paula Ramos da Fonseca Ferreira. César de Matos Gomes. Carlos Alves Pereira. Carlos Luis Machado Gonçalves. Carla Ribeiro Firmo. Carlos Alexandre Borges Pereira. Célia Duarte Parrinha Bota. César Franclim Carvalho Mucha. Carlos Alexandre Miranda Braga. Célia Ferreira Neves. Carlos Manuel Rodrigues Repolho. Carlos Manuel Rio Simões Gonçalves. Carla Patricia Almeida Carvalho. Carla Maria R. César Luis Simão de Jesus. Carlos Gonçalves Ferreira. da Conceição Guedes. Carlos Borges Antunes. Catarino Alves. Célia Maria Lopes Pereira. Célia Marisa Rodrigues Cordeiro. Carlos Alberto Alves Baptista. Celina Gonçalves Ribeiro. Carlos Manuel Cardoso de Sousa. Carlos David Sousa Silva. Carlos Alberto Fernandes Pires. Catarina Andreia Faria de Campos. Catarina Rosa da Silva Azevedo. Carlos Manuel de Oliveira Centeio. Carlos Manuel Ribeiro de Sousa. Almeida Macedo. Carlos Manuel Rosa da Silva. César Augusto Pires Marques. Carlos Manuel Costa Dias Jesus. Casimiro Aires Ferreira Machado. Carlos Alberto Dias Correia. Carlos Nuno Pires Durão. C. Celeste Emilia Mateus Dias. Carlos Alberto Jorge Ferreira. Carlos Alexandre da Silva Costa. Carlos Manuel dos Santos Ferreira. Carlos Alberto Gomes Barata. Catarina Isabel Henriques da Silva. Célia Madalena L. Célia Pereira da Costa. Carlos José Vicente Palma. Carlos Alberto Clérigo Padre Santo. Carlos Bruno Rodrigues Reis. B. Carla Sofia da Silva Viveiros. Carlos Alberto de Albuquerque Clemente. Carlos Alexandre Gonçalves Sá. Célia Maria Mendes Peixoto. Carlos António Barros de C. Carla Maria Matos Oliveira. Carlos Filipe Assunção Firmino. P. César Augusto Sousa M. Carla Sofia Caldeira Manuel de Sousa. Célia Maria da Silva Almeida. Carmen Susana Silva Pereira Ramos. Carlos Manuel Cristina Caçador. Carla Sofia Pinheiro de Jesus Inácio. César Ricardo Pinheiro Oliveira e Silva. Carlos Alberto Vieira Martins. Carla Patricia de B. Carla Maria Ramalho Ferreira Andrezo. Carla Patricia Ferreira Gonçalves. Carlos Manuel Marques Freire. Cecília Manuela Carvalho Mendes. Carlos Jorge Pereira Correia. Castanheira Almeida. Christine Emilie Miranda Martins. Carlos Manuel Carracinha Grelado. Celso José Martins Rodrigues. Carlos Manuel Branco Gomes. Carlos Alberto Teixeira de Sousa. Carlos Manuel Ferreira de Sousa. Célia Maria Gomes Rodrigues. Carla Mónica R. Celso Filipe Ferreira Sousa Matos. Cátia Vanessa de Freitas Ferreira. Carla Susana Nobre Aguiar. C. Rodrigues. Carlos Miguel Dias Lopes. Carlos Miguel de Gouveia Freire. Carlos Teixeira Rodrigues. Carlos José Rosa Neves. Carla Sofia Ferreira da Costa. 2. Carlos Manuel Aragão Rosa Guerra. Carla Susana da Costa Almeida. Carla Sofia Constantino Xavier.

Cláudia Mestrinho Sobreiro. Mogadouro Teixeira. Cristina Maria F.4136 Christophe Manuel da Costa. David Jorge Rodrigues de Oliveira. Correia Atanasio. Edite Fernanda R. Dulce Isabel Romão Félix do Nascimento. Duarte Manuel Campelo Ricardo. Edgar Alexandre Gomes do Gordo. Cláudia de Fátima Freire Vieira. Diana da Piedade Rolim Manzoupo. Cristina Rodrigues Camões Fernandes. Clara Maria Rodrigues Noro. Dina Maria Marques Conceição Algarvio. Rouxinol. Clara Isabel Ferreira Luis. David Alexandre Alcagarenho Santos. Diogo Daniel dos Santos Ferreira. Cristina Maria Costa M. Daniel Martinho Pinto. . Cristiano Didiério Rebelo Lucas. Cláudia Maria Ferreira Gonçalves Silva.ª série — N. Duarte Miguel Nunes Valdiscas. Dália Valentina Gouveia Reis Rodrigues. Cristina Nunes Dias. Cristina Maria Saraiva Faria Falcão. Deolinda Maria Vieira Santos Damaciano. Dinis Manuel Sobral Batista. Eduardo das Neves Carvalho. Dulce Maria Vaz da Costa. Daniel Oliveira de Sousa. Duarte Afonso dos Santos Morais. Cláudia Isabel F. Dalmo Filipe Caldas Bezerra. Débora Luisa Simões Vicente Alves Canas. Cláudia Sofia Mónica Martins Lopes. Eduardo Filipe Pinheiro Simões Pinto. Eduardo Jorge Batista Inocêncio. Calado Faria Santos. Edgar André Ferreira Pereira. Daniel Fernando Paz Teixeira Vila Pouca. Domingos Jorge Ferreira dos Santos. Délio Marcos da Fonseca. Cristina Maria Ferreira B. Cláudia Cristina S. Cristina Maria Conceição Peres Almeida. Diana de Almeida Soares. Cristina Maria Ribeiro Fernandes Duarte. Cláudia Virgínia Borges de Barros. Domingos Jorge Pereira Calisto Gonçalves. Cristina Maria Vieira Canavarro. Daniel Diogo Costa Gonçalves. Cristina Alexandra Cascão Teixeira. 2. C. David José Almeida Ferreira. Cristiano Pereira Gonçalves. Deolinda Manuela Pedroso Costa. Duarte Filipe Carvalhuço Fonseca. Duarte Nuno Caetano das Neves. David Domingues Marinho. Cláudia Sofia Areias de Andrade. Dário Santos Matos. Craveiro de Almeida. Dulce Maria Henriques Rodrigues Ferreira. Cláudia Filipa Nogueira Alves. Dionisia Maria Pereira Agostinho. Dora Maria Fernandes Costa. Cristina Maria Roque Jesus Magro. Diana Soares Bastos. Daniel André Ladeiro. Queiroga. Dulce Maria Guerreiro Quintas Silvestre. Cláudia Alexandra Conceição Cunha Afonso. Dora Alexandra Guerreiro J. Cláudia Palricas Carrasqueira. David Fernandes Pereira. Clotilde Conceição Simões Duarte. Dora Isabel Gonçalves Jorge Sousa. Daniel da Fonseca Monteiro. Dário António Francisco Newton Viegas. Daniel Carvalho Mendes. Cláudia Daniela Magalhães Rocha. Edite Lurdes Dias Amorim. Cristina Maria Correia da Cruz. Dulce Cristina Sesinando Santana. Débora Maria Mendes Lage. Eduardo Jorge de Abreu Correia. Dina Maria Ferreira Pires. Cláudio Filipe Duarte Gonçalves. Daniel Oliveira Proença. Eduarda Maria Oliveira Rodrigues. Marques. Cristina da Luz Lopes Marques. David Borges Palos. Constantino José Alves Crespo Dias. Duarte Miguel Vieira Machado. Cláudia Marisa Delgado Pinto. Correia Folgado. Cristina Maria Elvas Pinto Ferrão. Cláudio André Pereira Gonçalves. David Elísio dos Santos Ferro. Daniela Sofia Pimentel Martins. Diana Pinto Quintela. Edite Lameiras Ribeirinho. Diana Casimiro Canedo. Clarisse Cândida dos Santos Nogueira. Daniel Alexandre Nogueira de Castro. Dinis Emanuel Guedes Vieira. David de Jesus Durão. Cristina Isabel Gomes dos Santos. Crisália Ascenção Tavares Cerqueira. Diário da República. Gapo. Cremilde da Silva Borges. Clarisse Maria Domingos. Cristina Natália Candeias Gomes Oliveira. Dina Maria Anjo Pinto. Dulce Pires Pimentel. Cláudia Alexandra Martins Gouveia. Edite da Conceição dos Santos Pimenta. Cristina Alexandra Tavares Rodrigues. Dina Maria Rodrigues Conceição Viegas. Cristina da Boanova Busca Claréu Lagoa. Daniel Cristiano Lourenço Belo. David Miguel Moreira Azevedo. David Fernando Almeida Domingues.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Dário Miguel Pessoa Pereira. Cristina Isabel Pereira Cardoso F. Eduardo Augusto Pereira Teixeira. Dinis Manuel Martins Pita. Cláudia Patricia C. Edgar Manuel Gomes Ferreira. Edite Maria Portela da Silva. Cristina Fernandes Braz. David do Sul da Silva. David Renato Carvalho Pedro do Vale. David António Silva Costa. Cristina da Natividade Fernandes. Eduardo Conejero Martins. Cristiano Jesus Santos. Cláudia Patricia Vaz Taveira da Silva. Cláudio Nuno Correia Barradas. Duarte Preto Pacheco Branco Velho. Cidália Varela Pereira Bizarro. Dinis Josué Costa Romão. Daniel Monteiro Guimarães. Davide da Silva e Cruz. Dina Rita Martins Ribeiro. Delfina Maria Campião Mira. Cristina Maria Vitorino Pombo Lourenço. Cláudio Paulo Patrício de São Brás. Cristina Conceição Alves Rodrigues Silva. Cláudia Margarida Vale Leite Pinho Rocha. Cristina Maria Ferreira Taveira Borges. Cláudia Sofia Damas Tanchanita. Dina Maria Ribeiro Simões. Daniel da Silva Vicente. Delfim Botelho Macário Ramos. David Alberto Dias Alves. Custódia Conceição Lopes Silva Ribeiro. Rosa Salgueiro Lima. Daniela Solange dos Santos C. Cláudia Alexandra Mendes Morais. Cláudia Sofia Santos Vieira. Daniel Lopes da Costa. David Miguel da Rocha Macedo. Edgar António Palma Rodrigues. Deolinda Teixeira Leite Veiga Ribeiro. Deolinda da Conceição Gonçalves Mateus. Duarte Rodrigues Mateus. Cristina Maria Mateus Francisco. Edgar Miguel Pereira Santos. Duarte Miguel da Silva Vilela.

Elisabete Maria Cibrão Oliveira. Fábio Miguel Cacho Teixeira. Emanuel Tomé Dinis Brás. Sampaio. Fernando Valério Alves Ferreira. Elza Maria Martins Gonçalves. Eunice Isabel A. Fernando Manuel da Trindade Catela. Eva Cristina Ribeiro Silva B. Filipe dos Santos de Sousa. Fernando Gabriel Neves Cruz. Fernando Manuel Duarte Sousa. Nunes. Georgina Maria Gonçalves Duarte Gervásio. Elga Pires Rodrigues. Elisa Maria Santos Caridade Araújo. Antunes Toscano Fernandes. Elidio Alexandre Morais. Elisabete Gomes Alves. Gabriel Cruz Cardoso. Francisco Machado Soares. Fernando José Barreto dos Santos. Elisa Cristina da Silva Pinto Rodrigues. Fernando Manuel Santos Duarte Almeida. Flávia Regina Teixeira Neto Pereira. Alcaçovas Chichorro. Elisabete Maria Narciso Martins. Fernando Manuel Gonçalves Nunes. Faustino Manuel Inácio Ferreira. Filipe Nuno P. Eliseu Gomes Gaspar. Gil Francisco Cavaleiro Pinto. Eric Nabaes Salvado. Elisabete Cristina Sousa Teixeira. Eunice Lopes Aurélio. Florbela de Oliveira Vicente. Eduardo Saraiva Lourenço. Fernando José Gonçalves da Cunha. Élio Martins Coutinho. Fernando Carlos Pacheco da Costa. Fábio Edgar do Carmo Estevam Gonçalves. Fedra Mara Lagarteira de Arede. Eunice Susete Nogueira Rebelo. Filipe Manuel Pires Lourenço. Elsa Maria de Almeida Alves. Neves. Emilia Isabel Valente Mendes Filipe. Fernando Pedro Monteiro Simões. Gil Xavier Barella dos Santos Alves. Elisabete de Lurdes Queda Gomes. Eunice Marlene Fardilha Lages. Francisco António Pinto Barreira. Emanuel José Ramos Peixoto Real. Francisco Nuno Ferrão de Almeida. Fernanda Cristina Pires Trigo. Filomena Maria Pires Pinto. Elisabete Patricia Alves Vicente. Elise Edith Constantino. Fábio Alcides de Sousa Correia Pinto. Fábio Leandro Paulos Nogueira. Elga Carina Mota César de Oliveira. de Almeida Gouveia Silva. Fátima Isabel Ramos Duarte Mendes. Eduardo Manuel Magalhães Silva. A. Elisabete Magalhães Teixeira D. Filipe Miguel de Carvalho Figueiredo. Eliseu Manuel Mosca da Gama. Filipe Chagas de Almeida Fernandes. Francisco José Fernandes de Oliveira. Gabriela Guedes de Jesus. Gervásio Manuel Bessa Mendes Aveiro. Fátima Maria Cristóvão Inácio. Estela de Sousa Carrapiço. Francisco António Borges Vieira. Elisabete da C. Elsa Maria Pinto Rodrigues Martins. Elisabete Batista Miguel. Fernando Joaquim Loureiro Vilas Boas. Filipe Calisto Martins. Fernando José da Silva Viegas. Fernando Jorge Almeida Giroto.Diário da República. Elisabete Patricia Moreira Pinto. Emanuel de Passos Ribeiro. Filipe Manuel Pereira Malaia. Elsa Francisco de Simas. Filomena de Jesus de Sá. Felicidade de Fátima Alves Moreira. Emanuel Silva Pinhal. Fernando Manuel da Silva Dias. Filipe Miguel Paulo Mendes. Emanuel Sílvio Duarte Guerra Pessanha. Fernando Manuel Taboada Pires. Fernando Manuel Pereira de Freitas. Emanuel dos Santos José. Filipe Pepe Nogueira. Fernando Jorge Martins da Costa. Álvaro Geraldes Pereira. Francisca Agostinha Pereira Vieira. Elisabete Fátima Rodrigues Gonçalves. 2. Elisete Maria dos Reis Ferreira B. Etelinda Mendes Lage Silva. Ezequiel Ricardo Barbosa Rodrigues. Fernando António Loureiro Azevedo. Esmeralda L. Filipe Manuel Almeida da Costa. Elisabete Medeiros da Costa Veiga. Emiliana Teixeira de Noronha. Fernando Miglietti C. Elisabete Fernandes Monteiro Sendão. Fernando Manuel Gonçalves Moreira. Fernando Manuel de Oliveira Martins. Flávio Miguel Gonçalves Vicente. Filipe Manuel de Almeida Nunes. Elisabete Rodrigues Pereira. Fernando José Branco Fernandes. Francisco Paulo Nunes Moreira. Fernando Octávio Barreira Teixeira. Fernando Manuel da Silva Tomé. Fernanda Maria da Silva Nascimento. Francelina Maria Figueiredo de Almeida. Fábio Fernando Teixeira Marques. S. Flórida de Fátima Pires Pereira. Elisabete Veríssimo Rebelo. Francisco Manuel Moura da Costa. Gabriel Tiago Miranda Cação. Fernando Manuel Viegas de Carvalho. Elsa Marisa Filipe Costa. Filipe Miguel Farinha Malacho. Emanuel Serrão Chicharo. Frederico Amargar Mendes Ferreira. Felisbela Margarida Parente Amaro. Francisco José Ribeiro Afonso. Elsa Manuela Morais Ribeiro. Florinda Susana Mota Moreira Panzo. Fernando Daniel Ramos Oliveira. Filomena Maria Ventura Rebelo. Fernando Manuel Lopes Marques. Felisbela Piedade Galvão Barata Esteves. Eduardo Teixeira de Melo. Emanuel Alexandre Dinis Ribeiro. Filipe José Almeida Rodrigues. Elsa de Fátima Lucas de Sousa. Filipe Almeida Pacheco. Filipe Mendes Silva. Filipa Alexandra Vicente Matos Pimenta. Cameira. Francisco Sebastião Rodrigues Ferreira. Francisco Miguel Marreco Gouveia. Fernando António da Rosa Francisco. Fernanda de Jesus Garnacho Vale. Emilia Venâncio Silva Cruz. Francisco Manuel de Sousa Ferraz. Elisabete Maria Marques Lima. Elsa Maria Ambrósio Tomé. Fábio André Soares Teixeira. Fernando Guilherme Lopes dos Santos. Fausto Manuel Venâncio Lopes. Francisco Jorge Correia de Queirós. 4137 . Fernando Mário Ribeiro Mendes Pereira. Filipe João Vaz de Campos. Gilberto Fagundes Coutinho. Francisco José Lourenço Marques. Geraldo Jerónimo Amiguinho Ferreira. Filipe César Rosa dos Santos.ª série — N. Rodrigues Mata Nazaré. Fátima Úrsula Neto Gomes. Francisco Manuel Casqueira das Neves. Elisabete Patricia Rodrigues de C. Fábio Filipe Freitas Barbosa.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Eduardo Jorge Rodrigues Figueiredo. Fernando Louraço da Florencia.

Helder Ricardo de Jesus Filipe. Helder Manuel da Cruz Silva. Gonçalo Guerra Seita Machado. Isabel Gomes Ferreira de Carvalho. Joana Graciela Moreira da Fonseca. Humberto Alvão de Carvalho. Cunha Dias. Humberto Carlos Pereira Manteigas. R. Hélder Duarte Amorim Lima. Isabel Rute Vieira B. Hélder Fernandes da Rocha. Gustavo César da Silva Afonso. Helder Bruno da Silva Lopes. Helder Filipe Alves da Costa. Irene Isabel Correia Gaizita. Hugo Miguel Mendes Pereira. Hugo Manuel de Oliveira Leite. Hugo Miguel Ferreira Dias. Joana Maria Cardoso C. Helena Cristina Pires Mourão Martins. Jessica Rachel da Conceição Neto. Hugo José Lopes Soares. Helena Sofia Lele Capelo. Helder Manuel Cordeiro Agante. Idalina Maria Fontes de Abreu. Gonçalo Fernando da Rocha de Jesus. Isabel Montalvão Pinto. Hugo Fernando Teixeira dos Reis. Hugo Manuel Matos Fonseca. Nunes Pereira Monteiro. Helena Maria Amorim Maciel. Hugo Miguel Hortas Mendes Rosa. Joana Catarina Ferreira Gomes. Isabel Maria Oliveira Faria. Gonçalo José Mourão de Almeida. Isabel Cristina Sobral Batista. Isabel Luisa Pires da Silva. Isildo José Gomes Paulo. Helena Maria da Cunha Santos de Almeida. Henrique Manuel Candeias Rosa Gomes.ª série — N. Horário Manuel da Silva Figueiredo. Isabel Maria de Oliveira Rodrigues. Isabel Alexandra da Silva Oliveira Abade. Isabel Maria Martins Matos Araújo. Gustavo Alexandre Pereira Branquinho. . Helder Gonçalves Marques. Gonçalo Nuno Pires Trindade. Diário da República. Isabel Maria Pereira dos Reis. Hugo Miguel Fernandes Ribeiro. Helena Isabel Rodrigues Mesquita. Gonçalo António dos Santos. Medeiros Santos. Humberto Jorge Lopes Branco. Isabel Maria Silva Nunes. Gonçalo Fernandes Rocha. Hugo Miguel Macedo Vieira Marques. Hugo Miguel Cardoso da Silva. Veríssimo de Sousa Roxo. Íris Maria Monteiro de Brito. Graça Maria dos Santos Fonseca. Isabel Maria Barbosa Teixeira. Joana Alexandra Pereira da Silva. Hélder José Almeida Ferreira. Hugo Ricardo Fernandes de Elvas Regala. Helder Manuel Pereira da Silva. Isabel Maria Oliveira Leite. Graça Maria Marques Parente Sampaio. Helder Manuel Pereira Carvalho. Henrique Manuel Leite Miranda. Jerónimo Silva Lopes. Idalina de Jesus da Silva Antunes. Inês Marta de V. Glória Maria Simões Dinis Cunha. Joana Gomes Braga de Bastos Guerreiro. Helder Alexandre Coelho Sousa Tadeu. Isabel da Silva Freitas. Hugo Rafael do Carmo Santana Meneses. Isabel Maria da Silva Pratas. Ilídio Manuel Resende da Silva. Isabel Maria da Conceição Carvalho César. Hugo Miguel Martins Costa. Helder Miguel Branco Barbosa. Helder Filipe dos Santos Vila Pouca. Ilídio José dos Santos Brasão. Idalina Maria Ribeiro da Costa Forte. Joana Daniela Barbosa da Silva Gomes. Henrique de Jesus Rodrigues. João Alberto Dias Mansinhos. Hélder José Fontes dos Santos. Hugo Ledo Lopez Mota Carmo. Hugo Ricardo Tavares Estima. Isabel Maria G. Isabel Maria de Matos Teixeira Corujo. Gonçalo Daniel da Silva Germano. Hermínia Maria dos S. Hélio Leandro Fernandes da Costa. Helena Maria Pereira da Rocha. Valada da Cruz. Joana Aruil Narciso. Joana Eneia Almeida Correia Monteiro. Helder Pedro Teixeira Pinto. Isabel Maria Garcia Pinto. Horácio Manuel Monteiro Lopes. 2. Hugo José Lopes Viana Mesquita. Helder Ricardo Ferreira dos Santos. Rua de Gomes. Isabel Fernandes Meira. Alves Mendes. Helder Rodrigues Góis. Isabel de Fátima Luz Custódio Palma. Gonçalo Afonso de Oliveira Corceiro.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Hugo Manuel Jordão dos Santos. B. Isabel Fernandes Lourenço Cruz Carvalho. Gonçalo Nuno Franco Paixão Senra. Helder Filipe Leão Moreira da Silva. Guida Maria Reis Tomé. Helder Ribeiro da Silva. Helena Sofia Marinho de Magalhães. Henrique Araújo Campos. Isabela Carvalho da Silva. Isidoro Manuel Guerra Pestana Branco. Inês Maria Gravito Velhinho Damásio. F. Hilário Fernandes Machado Pessoa. Isabel Maria Martins Rodrigues. João Alexandre Monteiro da Silva Antunes. Isabel Maria Almeida Pacheco. Hélio Rodrigo Monteiro Graça. Guilherme Fernando de Carvalho Nogueira. Hugo André Teixeira de Sousa Coimbra. Joana Alexandra Crespo Lucas. Hélio Manuel Dias da Silva. Ilda Sousa Dias Henriques. Horácio Luis Almeida Monteiro. Hugo Filipe Queirós Ribeiro. Helder Joaquim Martins Pires. Idalina Cristina Oliveira Graça Veiros. Isabel Maria Monteiro Marques. Helena da Conceição Alves Jerónimo. Hélio Filipe da Piedade Nunes. Isalita Celina Arede M. Hugo Manuel dos Santos Figueiredo. Helena Isabel Moreira das Neves. Helena Maria Fernandes Rainha. Ilda Palma Barão. Horácio da Silva Martins. Ilda Cristina Rodrigues Marques de Sousa. Inês Correia Durão. Helena Maria Pereira Dias Ferreira. Hugo Ricardo do Nascimento Vaz. Helder Luis de Almeida e Sousa. Joana Rita M. Helder Marciel Oliveira dos Santos. Higino Francisco Manuel Antunes da Silva. Hugo Manuel Martins Gonçalves. Joana Andrea Situ Gonçalves Pereira. Henrique dos Santos Fernandes.4138 Gisela Carvalho e Silva Ferreira. Isabel Maria Pratas Simões. da Cruz Alexandre. Graciete de Lurdes da Silva Gomes. Isabel Maria Pedroso Nobre Miguel. Isabel Cristina da Rocha Bernardo. Helder Emanuel de Sá Jamba Dias. Isabel Pessoa Lopes. Hugo Alexandre Gomes Rocha. Isabel Maria Cascalheira A. Helena da Glória Barros dos Santos. Gonçalo Filipe Carreira Reixa. Helder Tiago Campos Fernandes. Ilídio Miguel Lacerda da Mota.

João Martins Almeida Ribeiro de Oliveira. João Luis da Eira Martins. João Manuel Fernandes Azevedo. João Manuel Serra da Silva. João Pedro da Costa Rodrigues. João Pedro Segurado Dias. 4139 . João Pedro Marques Júlio. Joaquim Manuel Oliveira Alves. João Manuel Carvalho Correia. João António Monteiro Lima. Jorge Miguel Franco Viegas. Joaquim José Garcia Freitas Frestas. João Manuel Quitério Fernandes. João Carlos Coimbra Malcata. Joaquim José Sousa Lopes Santos.ª série — N. João Paulo Carvalho da Silva. Teixeira. João Carlos da Silva Dias. Joaquim Maria Tremoço Fernandes. Jorge Manuel Cardoso Gonçalves. João Manuel Carvalho Correia. 2. João David L. José António de Jesus Saraiva. João Pedro Rodrigues Chincho. José Alberto Pereira Viana da Costa. José António Lourenço Januário. Joaquim Agostinho Gonçalves Ribeiro. João Carlos Peralta Matos F. Joaquim Jorge Correia da Cunha. João Fernando Ferreira Lourenço. João Miguel Alves Leitão Pereira. João Ribeiro. João Flávio Moreira Cunha. Jorge Manuel Borges Arrojado. José António Moreira da Silva. Joaquim Luis Gonçalves Simões. João Miguel Dias Botelho. Jorge Alberto Morim Duarte. Jorge Leonel da Silva Andrade Ferreira. Serafim. João Pedro Madeira de Almeida Monteiro. João Paulo Araújo da Silva. José Belmiro Alves. José Carlos Capela Marques. João Filipe Martins Benedito. Joaquim Cunha dos Santos. Joaquim Fernandes Loureiro. João Manuel Simões Charrua. João Paulo Lopes Rosa. Joaquim Manuel Ferreira Delgado. Joel Lourenço da Silva Graça Mateus. Jorge Luis Fernandes Rocha. João Pedro da Costa Teixeira. João Paulo Pessoa Bento. José Alexandre Figueiredo Fernandes. João Paulo de Oliveira Jacinto. João Ricardo Palminha Cascalheira. João Manuel Lamin Beiramar Barbosa. Jorge Fernando Geleia Nunes. José António Baptista de Gouveia Lopes. João Luis de Sousa Dias. Jorge do Espírito Santo Afonso. Joaquim Gaspar Henriques. Jorge Miguel dos Santos Duarte Marques. João António Martins Queimado. Jorge Manuel Gomes Silva. José António Dias Guimarães de Sousa. Joel Tito da Cruz Pinto. José Alves Simões Melâneo. João Luis Vitorino Lopes. João Manuel da Silva Nogueira. Jorge Manuel Loureiro Cravosa. João Paulo Paulino dos Santos. José Aurélio Teixeira Monteiro. João Manuel Franco Rodrigues Costa.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 João António Alves Fernandes. Joaquim Francisco Rodrigues S. João Carlos dos Santos Rodrigues. José Alberto Conceição Cerqueira. Joaquim Miguel Guedes Mota. Jorge Manuel Ferreira dos Santos dos Santos Oliveira. Jorge Manuel Freitas Marinho. João Carlos Pinto dos Santos. João Rui de Carvalho Pereira. Joel Santa Rita Bento Morais. Joaquim Monteiro Guedes. Joaquim Guimarães Rodrigues. José Américo de Oliveira Alves. João Manuel Machado da Mota. Joaquim António Moreira da Silva. Jorge Manuel da Costa Ferreira. João Sequeira Costa. Joaquim José Preto Baptista. João José Mendes Lemos Pires. Jorge Manuel Gonçalves das Neves. João Paulo Da Piedade Seleiro. João José Simão Caldeira Reis. da Silva G. José António Morgado Lourenço. Joaquim Manuel Leitão dos Santos. João Paulo Santo Carriço. Jorge Semedo Correia. João Manuel Alves Carvalho. Jorge Manuel Teixeira Carvalho. José António de Magalhães Sales. José António Paes Duarte. Joaquim José António Pita. João Hugo Sales Garcia de Almeida. Jorge Daniel Pinto Fonseca. José António Ferreira da Silva. Joel Augusto Mendes Mateus. Joaquim João Barbara Chorão. João Rafael Peixoto Godinho. José Augusto Gaspar de Oliveira Pegado. Joel Filipe Carola Calção. Jorge Manuel Gonçalves Ferreira. José António Fernandes Pires. João Carlos Ferreira de Barros. José Augusto Pereira Pinto. Pais. Joaquina Rosa de Matos Lopes. João Manuel Jaime Araújo Fidalgo. João Joaquim Pimento Grilo. João Pedro Silva Pinto. João Carlos Jesus Bragança Nunes Lacerda. João Luis Vieira dos Santos Lima. Jorge Miguel Laranjo Machado. Jorge Miguel Gamelas Mónica Modesto. José António Caeiro Ramos. Jorge Manuel da Silva Vaz. João Pedro da Cunha Lopes. Jorge Miguel Matos Catarino. João Paulo Barros Ramalho. João José Ramos Mendonça. João Paulo Silva Romão. José António Correia Nóbrega. Jorge Manuel Almeida Brandão. Joaquim António Verga dos Santos. João Tapadas Esteves. João Paulo Fernandes Lopes. José Bruno Ferreira Pereira. Jorge Humberto Ramiro Lucas. João Miguel Alves Romão. José Augusto Santos Correia. João Paulo Gonçalves dos Santos. João Manuel da Silva Nascimento. Jorge António Duarte Torres. Jorge Manuel Roso Tavares. João Leonel Costa de Sousa. Jorge Manuel Gaspar Casaleiro. José Carlos da Cunha Fernandes. Joaquim Silvestre Santana Marques.Diário da República. João Carlos Ferreira dos Santos. João Manuel dos Santos Centeno. Joaquim Miguel Pereira Teixeira. Joaquim António Serpa Madeira. Joaquim André Gomes Pereira. João Pedro Coelho Pequenão. José António Castanheira Presas. João Manuel Espada Real. Joaquim Manuel Cortes Quadrilheiro. João Luis Faria Jacinto. José António Ferreira Dias. Jorge Alberto de Brito Ramalho. João Paulo da Cruz Pinto. José António Campos Lopes.

José Manuel Andrade Bicho. José Pedro Teixeira Mendes. José Fernandes Alves. José Miguel Melo Pereira. Lidia Maria Fraga Gonçalves. . Leonel Filipe Correia David. Gonçalves. Júlio Miguel Matos Santos. Leandro Nuno Ferreira Martins. José Luis Pinto Dias. Liliana Batista Ferreira. Lilia Maria Sobral Pereira Fernandes. José Ferreira de Sousa. José Paulo Almeida da Nova Leite. Leandro Jorge da Silva Saraiva. José Luis Gomes Pereira da Silva. José Manuel Pinto dos Santos. Liliana Andreia da Silva Fernandes. José Fernando Meireles da Silva. José Joaquim Almeida Rasões. José Manuel Madeira Diamantino. José Marco Serrão Chicharo. José Manuel Esteves Duarte. Leonardo Filipe Rodrigues Esteves Rosa. Liliana Daniela Martins da Silva. Ligia Cláudia Couto Silva. Lina Maria Oliveira Cavaco Duarte. Lilia Maria Correia Alexandre Andrez. Leonel Figueiredo Rodrigues. Leonel Alexandre Pinto de Almeida. Liseta Cristina de Sousa Morais Vieira. Licínio Crispim Gaspar Monteiro. José Manuel Semedo Sanches Mendes. José Miguel Lopes Santos Caetano. José Manuel da Cruz Basílio. José Manuel Amaral dos Reis. Diário da República. José Eduardo Fonseca de Sousa. Libânia Maria da Costa Leite Machado. Liliana de Almeida Fonseca. Lídia Maria Miranda Dias.ª série — N. José Carlos Monteiro Fernandes. José Carlos Jesus Caetano dos Santos. José Luiz Duarte da Silva Castro. Cortesão Pimenta. José Manuel Oliveira Vilas Boas. José Secuna Embalo. José Luis Borges Paulo. José Carlos Ferreira da Cunha. José Manuel Dias Santos. José Joaquim Rodrigues Oliveira Dias. Lina Maria Pereira Carvalho. José Rui Alves Marinho. José Manuel Canelhas Trigo. José Jorge Marques da Silva Carvalho. José Carlos Martinho de Moura. Licinia Maria Sousa de Oliveira. Ligia Marta Pinho dos Santos Magalhães. José Rolando Magalhães de A. José Pedro Moreira Cardoso. Julieta Susana Reis São Bento. Júlio Augusto Abreu de Azevedo. José Eduardo Abreu Ferreira. Juleca Mamade Abibo. José Manuel Rodrigues Nabais. José Henrique Simões Rodrigues. Luciana Maria Morais Felgueiras. Lina Maria Silva Tavares Almeida. Júlio Filipe Freitas da Silva. Liliana Carolina Gomes Raposo. José Manuel Claro de Castro. José Luis Lopes Castilho. Júlio Manuel Simões Miranda. José Gentil Almeida Ferreira. José Miguel Correia Chaveiro Romão. Luciano Ferreira Fernandes. Liliana Sofia A. José Ivo Sousa Sacramento. Costa. Jose Carlos Ferreira Rodrigues. José Luis Machado da Silva Gonçalves. Leandro da Rosa Guimarães. Leonel Fonseca Ramos. Leonel Faria de Sousa. Juliana Fernanda da Silva Fernandes. José Luis Silva Ferreira. Licínio Manuel dos Santos Rodrigues. Lidia Sofia Patrício dos Santos Costa. José Manuel Pereira Fontes Eusébio. José Manuel Monteiro dos Santos. Luciana Maria Alves Brandão. José Luis de Matos Almeida. 2. Leonel José dos Santos Ferreira. José João Moedas da Silva. José e Sá Vaz Garrido. José Miguel Rodrigues Vilela. José Maria Miranda Carneiro. Laura Rita Cabral Lopes Pais. Lina Maria Silva Canha Barradas. José Pedro Mendes Alves. José Paulo de Oliveira Teixeira. José Manuel Mendes Lopes. José Paulo Soares Jorge. José Carlos Ramos dos Santos. José Humberto Moura Coelho. Júlia Margarida Borges Martins Santos. José Pedro Gonçalves Gomes. Lina Maria Monteiro Coito Casimiro. Liliana Maria Carvalho Barroso. José Mendes Taborda. José Joaquim Pinto Pedreira. José Ernesto Ferreira Simões. José de Oliveira Azevedo. Júlia Maria dos Santos Ramos. Leandro Barbosa Ferreira. José Eduardo Correia dos Santos Dixo.4140 José Carlos Ferreira Balbino. José Eduardo Garcia Mesquita. José Manuel Matos Gomes. José Joaquim Matos da Silva. José Ernesto Pereira Carvalho. Liliana Isabel das Neves Dias. Licinia Maria Rodrigues Santos Batalha. José Manuel Gomes Almeida. José Nuno C. José Carlos Rodrigues Izes. Lidia Maria da Costa Monteiro. Lina Paula Rodrigues Marques Afonso. Lia Zita Pereira Pires. Laurentino Manuel Pereira Alves. Brites Pinto Oliveira. José Manuel Campos Loureiro. Julia Moreira Santo Gama. José Eduardo da Silva Azevedo. José Simões Gonçalves.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 José Miguel Teixeira Pinheiro M. José Manuel Rodrigues Pires. José Manuel dos Santos Lucas. José Júlio Lopes Pessoa. José Manuel Antunes Abreu. José Manuel da Silva Rosalino. José Ricardo Sequeira Lima. José Eduardo Mendes Reis. José Luis Gonçalves Pereira. Laura Maria Teixeira de Carvalho. José Frederico Teixeira. José Carlos Martins Cabral. Ligia Maria da Lage Fernandes. José Francisco Rebelo Ferreira Pinto. Liliana Odete Moreira Cardoso. Liliana Isabel Botelho Soares Correia. José Daniel Rosa Farinha. José Miguel de Carvalho Gomes. Laurentino Teixeira Cardoso. Júlio Américo Lopes Ribeiro. José Luís Moreira da Rocha. Ligia Maria Carvalho Batista. José Henrique Coelho Esteves. Juliana Centeio Baptista. José Manuel Abreu Santos Loureiro. José Manuel Martins Mendes. José Lúcio Rodrigues da Silva. Luciana Conceição Galveias Barreto Gomes. Liliana Margarida da Costa Vicente. Júlia Cândida Pacheco Antunes. José Manuel Brás dos Santos. Leandro Jorge Lemos Pinto.

Luis Manuel Mendes Baltazar. Luis Manuel Mateus Correia Dias. Manuel Jorge Teixeira dos Santos. Manuel Joaquim Moura Monteiro. Marcelo Campelo Amaral Ferreira. Luis Ricardo Beato Pereira. Mafalda Sofia Gonçalves Duarte. Luis Miguel Pinheiro. Manuel Francisco Saruga Pereira. Mahomed Ali Ismael Aboobacar. Manuel Armando Alves Correia. Manuel João Bento Marques Alves da Cruz. Luis Pinto Rodrigues Mendonça.ª série — N. Luis Fernando Machado Coelho. Luis Manuel Rodrigues Oriola. Luis Filipe Vicente Duarte. Luis Carlos Hipacio Gonçalves. Luis Filipe Coelho Ferreira. Luis Filipe dos Santos Miranda. Luis Manuel Pereira Pinto. Luis Miguel Alves Jerónimo. Luzia Carla Palha do Rosário. Luis Armando André Bento. Luis Filipe Marcos Gonçalves. Luis Manuel Dias Ribeiro. Madalena Monteiro Costa. Manuel António Oliveira e Silva. Marcelo Azeredo Carvalho S. Luis Filipe Ferreira Coelho. Lurdes Manuela Pacheco Gândara. Manuel António Teixeira. Luis Miguel Rodrigues de Matos. Luis Fradique Costa Figueiredo Cordeiro. Luis Manuel de Matos Bispo. Luis Francisco Calado. Luis Manuel dos Santos Faúlho Rasoilo. Luis Miguel Salvado Taborda. Manuel Joaquim Ferreira Pinto. Manuel Macedo Teixeira Dias. Luis Miguel Máximo Abreu Nunes Gomes. Luis Miguel Pastor Carretas. Lucinda Elisabete Fortuna C. Luisa Margarida Pedro Vicente. Baptista. Luis Filipe Fernandes de Sousa. Lista B Nome do candidato: Luis Alexandre Costa Dias. Manuel Jorge dos Santos da Costa. Luis Miguel Abrantes Gil. Luis Filipe Pinto Martins da Silva. Lucília Fernanda Pinto Monteiro. Mafalda Cristina Rodrigues Pires. Luisa Almeida Sousa do Nascimento. Luis Miguel Vaz de Carvalho. Manuela Alexandra de Sá Carneiro Travessa. Luis José Soares Lapa. Manuela Augusta Rodrigues Taveira Afonso. Luis Miguel Bastos Costa Lemos. Luis Manuel Correia Alves de Oliveira. Manuel José Teixeira Pereira. Luis Manuel Lopes Fernandes. Luis Micael Agostinho Couxão. S. Luis Manuel Afonso Póvoa. Luis Filipe Valente Azevedo. Luis Filipe Pereira Gonçalves. Luis Manuel Veigas Cepeda. Manuel Emílio Moreira Dias. Luis Miguel de Sousa Martins. Luis Miguel Silva Cabral. Luisa Maria Monteiro. Luis Manuel da Silva Dâmaso. Manuel José Lopes Serrão. Luis Ricardo Ferreira Branco. Luis Miguel Mira Casares. Luzia Isabel Ferreira da Cunha de Sousa. Manuel Rui Viegas Martins. Luis José Oliveira Berbem. Maisa de Fátima Guedes Nunes. Luis Filipe Cerdeira de Matos. Luis Filipe Mendes Fraga. Manuel Domingos Ramos Fernandes. Vasconcelos. Luis Miguel Costa Gonçalves. Luis Miguel Correia Macedo. Luisa Olinda Coutinho Gonçalves. Luis Miguel Correia Veiga. Luis Miguel Marques Duarte Castanheira. Luis Miguel Monteiro Afonso. Luis Miguel Gonçalves Faia. Luisa Maria Lopes Rosa. Marcelo Gustavo Costa Rodrigues. Luis Filipe da Silva Pinho. Guerra Cabral. Luis Manuel Pinto Monteiro. Lima de Almeida. Magda Gisela Magalhães Figueira. Madalena da Conceição Ferreira da Silva. Luis Manuel Alves Moreira Esteves. Manuel Maria Xavier Martins. Luis Miguel Dias de Carvalho Belo. Luis Miguel Pereira Simões. Mafalda Sofia Santos Morgado Rodrigues. 2. Manuela Alexandra G. Luis Filipe Pinto de Albuquerque. Luis César F. Luis Gabriel de Oliveira da Fonseca. Luis Miguel de Castro Ferreira. Luis Miguel Marques Costa. Manuel Joaquim Almeida Cardoso. Luis Manuel Costa Santos. Luis André Graça Rodrigues Oliveira. Manuel Evaristo Fidalgo Lopes. Luis Filipe Rego Viriato Vale Ascenção.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Luciano Miguel Russo Esteves. Luis Filipe Alves P. Luisa Maria Braga Correia Teles. Manuel José da Cunha Moreira da Silva. Luisa Maria Lopes Teixeira. Manuel Adriano de Amorim Gomes Oliveira. Luis Miguel Silva Cunha. Manuel Alexandre Lopes Amado. Manuel António Correia Pinto. Luis Miguel Máximo Abreu Nunes Gomes. Luis Miguel Valada Pedrosa da Silva. Luis Manuel dos Santos Marques. Manuel Fernando Bravo Gonçalves. Luis Miguel Ferreira Martins. Luis Manuel Abreu Martins.Diário da República. Luis Frederico de Carvalho Simões Gomes. Luis Miguel Mourão dos Santos. Luis Fernando Bártolo de Almeida Pinto. Luis Filipe Lopes Guicho. Luis Casimiro Gonçalves de Freitas. Manuel de Jesus Gonçalves Pinto Diniz. Luis Filipe Machado Ferreira. Luis António Ascenção Mestre Bota. Luisa Alexandra Horta Sampaio Martins. Luis Miguel Cordeiro Páscoa. Mara Inês Silva Lirio Lima. Manuel Filipe Cerqueira de Andrade. Luis Filipe Guerra Cardoso. Leite de Magalhães. Luis Miguel Matos da Cunha. Luis Miguel Carvalho Ferreira. Luis Manuel Pereira Marques de Moura. Manuel Alexandre Vicente Gaspar. Luis Cláudio dos Santos Rodrigues. Manuel Farinha. Luis Manuel Carvalho de Almeida. Luis Miguel Gameiro Lucas. Luis António de Castro Ribeiro. Manuel António Rodrigues Dias Alves. Manuel Oliveira Barbosa. Luis Miguel Rodrigues Simões. Manuel José Dias Cardoso. Luis Miguel Nunes Simões. Luis Miguel Cabaça São Braz. Luis Carlos da Silva Rodrigues. Luis Rodrigo Cortez Sales dos Santos. Luis Miguel Pereira de Almeida. Luis Miguel Dias Carneiro. 4141 . Manuel Luis Gonçalves Domingues. Luis Miguel dos Santos Viriato.

Maria de Fátima Reis Buco Pereira Cunha. Margarida Maria Ferreira. Maria Amélia Claro Santana. Marco Paulo Costa da Silva. da Silva. Marco Miguel da Costa Vieira. Marco Paulo de Brito Lopes. Diário da República. Margarida Sofia Dias Rodrigues. Maria Cristina Rodrigues Rabasqueira. Marcos Daniel Teixeira Grácio. . Marco Paulo Vieira Marques da Costa. Maria Aldina Ramos Teixeira Costa. Maria Adelaide Reis Salsinha. Marcio José Vieira Silva. Santos Tomé. Maria do Rosário Pacheco S. Maria da Conceição Pereira Gonçalves Silva. Maria Assunção Amorim Rocha. Maria de Fátima da Silva Martins Queirós. Maria da Glória Duarte Ferreira. Maria da Conceição Ribeiro da Silva. Maria do Carmo Figueiredo Pajote. Marco Paulo dos Santos Martins. Maria de Fátima Gonçalves da Fonseca. Maria de Nazaré Vieira Dias. Maria da Conceição Borges Giraldes. Maria de Fátima Sousa Fernandes Quintas. Marciano Patrício da Silva Alves. Maria da Graça Sousa Norte Carretas. Marco Gil Seixas Formoso. Maria Célia Esteves Pinto. Maria de Fátima Sampaio Pereira Teixeira. Maria de Fátima Silva Teixeira Torres Ramos.ª série — N. 2. Marcos António Dias Coutinho. Maria de La Asuncion da Silva F. Costa. Marco António Teixeira Correia. Maria de Fátima Dias Gonçalves Ferreira. Marco José Carvalho Matos. Maria Cristina Ferreira Pires da Cal Lopes. Marcos Manuel Gonçalves Duarte. Maria de Fátima das Neves Pinto Salgado. Maria Cristina Moreira Lopes Seleiro. Maria da Glória Nogueira M. Marco Paulo de Castro Fernandes. Maria Andreia Pereira da Silva Pires. Marco António Ribeiro Silva Caldas. Maria de Lurdes Nunes das Neves Lourenço. Maria Cristina Santos Pinto Almeida. Maria das Dores Magalhães de Sousa Alves. Márcio Figueiredo de Almeida. Marco Filipe de Sousa Barbosa Morgado. Marco Paulo Nunes Ribeiro. Gomes. Maria Beatriz Sécio Antas Castor. Maria Conceição Jesus Fernandes Cardoso. Marco Paulo da Luz Rosado Oliveira. Maria de Fátima Garcia Duarte. Maria Ângela Franco Catanho. Margarida Adelaide da Cunha Fernandes. Maria do Carmo Santos Ribeiro. Maria Arminda Gonçalves Nunes. Maria do Céu Machado Agudo. Margarida Maria Palma Ribeiro da Silva. e Lopes. Marco Agostinho Pereira de Oliveira. Marcos Dias da Costa. Maria Celina Pereira Martins. Margarida Alexandra Ceia Martins. Maria de Fátima Pereira de A. Marco Miguel Rodrigues dos Santos. Marcos Paulo Santos. Maria do Céu Paiva Marques. Maria da Conceição Terroso Matos Oliveira. Marcos Jorge Alves Costa. Maria Adozinda Ambrósio Ferreira. Maria do Rosário Pedro C. Maria Augusta Franco de Jesus. Bastos. Maria de Fátima Ferreira de Jesus Soares. Maria Cristina da Costa Faria. Maria de Lurdes Quelho Branco de Oliveira. Maria de Fátima Jacob dos Reis Panão. Marco António Conde da Saúde Marques. Margarida Sofia de Almeida Vicente. Maria de Fátima Lopes Subtil da Silva. Maria de Lurdes Trindade Prisal. Maria do Rosário Melides Coelho Graça. Maria Clara Montinho Marques. Maria Antonieta Gonçalves Gerez. Marco António Libório Barrau. Marco Paulo da Silva Martins. Maria Deolinda Martins e Sousa. Maria de Fátima de Jesus Gomes. Maria de Lurdes Araújo Couto. Marco Paulo de Almeida Ribeiro. da Silva. Maria da Conceição Augusto dos Santos.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Maria Bárbara Veiga Zabumba. Maria do Rosário Guerreiro Alves. Marco Filipe da Costa Ribeiro e Silva. Maria de Fátima Ribeiro Fernandes Silva. Maria da Luz Teixeira Cardoso Batista. Carreiras de C. Maria de Lurdes Joana. Margarida Maria Madeira Craveiro. Maria de Fátima Balelo da Costa. Maria Beatriz Marinho Magalhães. Maria de Fátima Pereira Mesquita. Marco Paulo Moreira Ferreira. Marco António Ribeiro da Silva Caldas. Maria de Fátima Pratas de Almeida. Maria de Fátima Tavares Gil Gonçalves. Margarida Isabel Gomes Ferreira Osório. Maria da Luz Lopes Cabral Carvalho. Maria Alexandrina Almeida da Silva. Maria Arminda P. Maria do Sameiro Pinheiro Antunes. Maria da Graça Oliveira Magalhães. Margarida Isabel Ferreira de Almeida. Maria Amélia da Costa Pereira Lopes. Maria Adelaide Pereira da Silva A. Maria de Fátima Teixeira Sousa. Marco Aurélio Lucas Fortes. Maria da Graça Rocha Pereira. Maria Adelaide Silveira J. Maria da Encarnação Marques da Palma. Maria do Rosário Pestana T. Marco Sérgio Rodrigues. Marco Alexandre Simões Mendes. Maria da Conceição Almeida V. Maria Celeste da Silva Cruz. Marco Paulo Brito Carvalho. Marco André Vicente Custódio. Marco Noel Ferreira Monteiro. Maria da Conceição Clemente Pina Sousa. Marco Octávio de Jesus Delfim. Marco Nuno Mendes Forte Henriques. Fartouce. Maria da Ascenção Bonifácio Afonso. Maria de Fátima Neves Pinto. Maria de Fátima Almeida Gonçalves Gomes. Marcio Paulo da Silva Filipe. Maria Alice Gonçalves Lameiras. Marco Paulo Gonçalves Venâncio. Marco Paulo Barbosa de Sousa. Maria do Carmo de Almeida Cardita Silva. Maria do Sameiro Oliveira L. Márcio Martins Dias de Sá. Maria da Conceição Machado Nunes Brito. Maria do Céu Teixeira Lima. Marco Nelson C. Maria de Lurdes Panta Freire. Maria Anabela Borges Ribeiro.4142 Márcia Cristina Barge Costa. Marco António Baptista Rebelo Afonso. Costa Casal. Maria de Lurdes Pires Garrido Mesquita. Maria Augusta Martins dos Santos Pereira. Pedro Mourato. Maria Clara Gomes de Jesus. Márcia Fabricia Barbosa da Silva Gomes. Maria do Carmo dos Santos Campante. Marco Rafael da Silva. Maria da Conceição Oliveira Marques. Maria Adosinda Peixoto Teixeira. Margarida Maria Botelho da Fonseca. Ferreira. Maria Aurora Ferreira dos Santos Pereira. Maria Arminda Cunha Leite Agostinho. Marco António Dias Antunes. Carvalheira Francisco. Ferreira Novais. Maria da Luz Faria Nascimento Ferreira. Maria de Fátima Pinto Ribeiro. Margarida Maria dos Santos C.

Maria Odete Barata Antunes. Maria Fortes Flor. Mário José Matos e Lemos C. Maria Isabel Mendes de Figueiredo Garcia. Mota. Maria Luisa do Nascimento Duarte. Maria Manuela Augusto Santos Veríssimo.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Maria Dolores Fernandes Resende. Maria José Rebolo Charrua. Maria José Quintas Catarino Henriques. Maria Ivone C. Mário Luis da Fonseca Araújo. Marisa Andreia Polido Guerreiro. Maria Isabel Cardoso Sobrinho Frade. Marília Elisabete Fernandes Machado. Figueiredo. Maria José Godinho da Silva Lopes. Marina Isabel Madeira Rodrigues. Maria Manuela Fontes Carmelino Galego. Mário Lobato Chambino. Maria Dulce Abreu Soares. Maria Manuela Pereira dos Santos. Maria Eugénia Gregório Borges. Marta Isabel Simão Gomes José. Marília Teresa Martinho Carlos Batalha. Mário Sérgio Gomes Nunes. Mário Duarte Pereira. Maria José Ribeiro Evaristo. Mário José Fernandes Ribeiro. Mário Filipe Teixeira Afonso. Maria Giselia Castro e Silva. Maria Emilia Leite Ferreira. Maria Isabel da Silva Sousa. Maria Vitória Azevedo Costa. Maria Idalina Barroso Pereira. Almeida Fevereiro. Maria João Domingues Macedo. Maria Helena Gonçalves Cardoso. Maria Manuela Oliveira Cabral São Bento. Maria José Murcho Lavradorinhos. Maria Esmeralda Ramos Presa dos Santos. Maria Teresa Pereira Barbosa Marques. Maria Luisa Bispo da Silva Oliveira. Maria João Pereira. Maria Helena Cortez de Oliveira. Marisa Alexandra Cozinha Coelho. Mauricio Andrade de Oliveira. Maria La Salete Sousa Alves. Mário Fernando Pires Felix. Marli Susete Fernandes Mogrão. Maria Graciosa Bessa de Sousa Silva. Maria Lucinda Barbosa Silva Mouta. Maria Helena Dias da Silva Raposo Soares.ª série — N. Maria Micaela Rodrigues Castro Miranda. Marisa Leong Ley Ha Santos. Maria Isabel da Costa Sargaço.Diário da República. Maria Manuela Teixeira Conde M. Mário Jorge Alves Machado. Maria Raquel Sena Lopes de Oliveira. Maria Goreti Amorim Tavares. Maria Helena Rodrigues Miranda. Maria Laura de Oliveira Gaspar. Maria José Cruz Oliveira. Maria Helena Rodrigues Vilaça. Maria Miquelina Cerejo Serra. Mário Aureliano Ferreira José. 2. Maria Inês Pinto Santos de Carvalho. Mário Arménio da Costa Felício. Marisa Alexandra Nobre Freire Curto. Maria Teresa Azevedo Afonso. Maria Florinda E. 4143 . Maria Helena Ildefonso Mendes Rodrigues. Maria Manuel N. Mário Virgilio dos Santos Fernando. Maria José de Barros Dias. Mário Jorge Santos Reis. Maria Marina da Silva Rosário. Maria Helena Marques Santos Crispim. Maria Margarete Silva Tavares de Almeida. Mário Jorge Gonçalves Pires dos Santos. Maria Eugénia Cabrita Borralho. Maria João Esperança de Carvalho. Mário Jorge Vaz do Carmo Barbosa da Cruz. Maria Luisa Ribeiro da Silva. Maria Isabel de Matos Salgado. Marisa Murraças dos Santos Carlota. Maria Marisa Pinto Massi R. Maria Trindade Alves da Silva. Maria Dulce de Castro Cartaxo. Mário Jorge Machado Teixeira. Maria Irene Barros Silva Ramos de Jesus. Maria Rosalina Ferraz Pereira de Queiroz. Maria Filomena Rolão A. Mercedes Marques Raimundo Nero Luis. Maria Helena Ribeiro Pereira. Maria João Gomes dos Santos. Maria Susana Antunes Reis. Marta Cecília da Conceição Graça. Amorim. Maria João Tomás da Graça. Maria José Lamego Rego Neves. Maria Elisa Neves Rocha Silveira. Mauro Jorge Alcântara Chande. Marina Celeste Rebelo da Silva. Maria Helena Cravid Sousa Pontes. Maria Luisa Pinto Neves. Maria Isabel Silva Marcelino Farinha. Marta Luisa Zenha Leite Tavares. Vieira Alcântara Carreira. Maria Luisa Pereira Salvado. Maria Dulce Gonçalves Neto Alves Cardoso. Mário Rui Ribeiro de Carvalho. Maria Manuela Inês Nabais Niza Ribeiro. Maria Filomena Rodrigues Governo. Maria José Ferreira Serpa Fernandes. Maria Inês Cerqueira Vieira. Maria Fernanda da Cunha Batista. Maria João Matos Lemos Carneiro Amaral. Maria Luisa Mota Gordo Barreto Pimpão. Miguel Alberto Correia Marecos. Marisa da Glória Bartolomeu Costa. Micaela Seixas Correia Rodrigues. Maria Sónia Soares de Araújo. Mário Alberto de Figueiredo Soares. Maria Fernanda Gonçalves Silva Pires. Maria José Silva Marques Viegas. Mário Luis dos Santos Simões. Maria Madalena Fernandes Miranda. Maria Manuela Costa Almeida. Maria Manuela Silva dos Santos. Marília Camilo Grilo Silva. Michel Soares Francisco. Maria Goreti Carneiro Teixeira. Maria João dos Reis Cameira R. Miguel Alexandre Dantas da Cruz. Marianela Cristina Lima Perreira. Maria Luisa Cardoso Pimenta. Pereira Mendonça Santos. Maria Glória Rodrigues Teixeira Santos. Mauricio José da Silva Morais. Marta Valentina Domingues Gonçalves. Maria Helena Sanches Rodrigues Viana. Maria Teresa Lamela da Silva Martins. Marta de Jesus Vieira Pinto. Marta Anes Amaro Salgueiro Fidalgo. Maria Luisa Alcobia de Sousa Marujo. Maria Margarida Ferreira Silva Alves. Maria João Teixeira da Silva. Maria Teresa do Carmo Flor Sebastião. Maria João Lima Mendonça Prada. Maria Vânia Marques Rosa. Maria João Cunha Lourinho Vila. Mario Manuel Vieira de Sousa. Calheiros Fernandes. Maria Eufémia Silva Ferreira. Marta Isabel Ferreira Pereira Gomes. Marta Cristina Almeida Pereira. Mauro Filipe Rodrigues Batista. Maria Goreti Moreira da Silva. Marta Sofia de Almeida Figueiredo. Maria Emilia da Silva Bessa. Marinho Porto Pires. Maria Eduarda Ferreira Rodrigues. Mário Fernando Silva Conceição. Maria Fernanda Barbosa de Almeida. Amaral. Maria Otília Gregório Rosa. Maria João Mano Pinto. Mário Jorge Antunes Paulino. Maria Madalena Machado Vicente.

Nuno Ricardo Barbosa Fernandes. Nuno Manuel dos Santos Barros. Nelson Manuel Pacheco Amaral. Nuno Miguel Martins Ferreira. Nuno Miguel Lage da Fonte. Nuno Manuel Paulino Santos. Nuno Jorge Paulos F. . Nuno Miguel Leote Francisco. Nuno Miguel Pereira Antunes Augusto. Nuno Miguel Gomes Correia de Andrade. Miguel Ângelo Lopes Palminha dos Santos. Nuno Fernandes Antunes Correia. Nuno Miguel Patrocínio de Sousa. Nuno Filipe Duarte Silva. Nuno Miguel Pires dos Reis. Nuno Alexandre Sá Sampaio. Mónica Alexandra Silva Palma. Nuno Miguel Simões Mendes. Nuno Meira e Cruz Miguel. Noémia da Conceição Fernandes Parreira Guerra. Nuno Filipe de Matos Mota. Natália Castro Costa. Nuno Filipe Aires Jorge. Nélia Teles da Rosa. Nuno Miguel Costa de Almeida. Nuno Manuel Figueira Corchado. Nelson Jorge Gomes Pinto. Nelson Eduardo Lomba Fernandes. Nuno Filipe da Costa Lucas. Mónica Cristina da Silva Carvalho Braga. Mónica Patrícia da Silva Galego Maroco. Nelson David Madaleno Soares. Nuno Filipe Pacheco Tavares. Nelson da Costa Ramalhoto. Nuno Jorge de Lima Ferreira. Nuno Miguel Domingos Piteira Segurado. Nuno André da Rosa Garrinhas. Nuno Filipe Machado Alves. Nelson da Silva Dias Miguel. Saavedra C. Mónica Filipa Rocha Mónica. Nelson João Pires da Silva. Nelson António Marques Carvalho Vitorino. Nuno André Rodrigues Baptista Neves. Nelson Rafael de Oliveira César. Nelson Filipe Ribeiro Marques. Nelson Alexandre Pimentel S. Nuno João Viana Jorge.4144 Miguel Ângelo Castro Casulo dos Reis. Nuno Miguel Gonçalves da Silva Moreira. Nuno Filipe da Costa Oliveira. Nuno José Barros Casimiro. Mónica Idalina B. Nuno Américo Lima Monteiro. Nuno Jorge Batista do Espírito Santo. Nelson Jorge Pires da Silva Matos. Natacha Sofia Neves Lima. Nuno Francisco Campos Cardoso. Nuno Fernando Almeida Monteiro. Nuno Manuel Tôco Dias. Miguel Cruz Fonseca dos Santos e Silva. Nuno Filipe Mourão Freitas. Miguel Ângelo Martins Luis. Nuno Filipe Garcia Ramos Meda Saavedra. Miguel Ângelo de Carvalho Margal Pereira. Nuno Miguel Marques Pinto. Nuno Miguel da Silva Fernandes. Nuno Manuel Sousa Dias Pinto Gabriel. Nuno Miguel Pereira Aleixo. Neide Sofia Alho Pereira Nobre. Nelson Ricardo Rodrigues Delgado Tomás. Miguel José das Neves Mendes Bergano. Nuno Miguel de Sousa Fonseca. Nelson Cassaca Pinto. Mónica Maria Soares Ribeiro Silva. Nuno Fernando de Sousa Rosa. Nuno Miguel da Silva Tavares. Miguel Ângelo Santos Almeida da Luz.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Nuno Filipe da Costa Albuquerque Cabral. Nuno Miguel dos Anjos Fragoso.ª série — N. Miguel Filipe Barbosa da Conceição. Natalina Maria Lopes Dias. Nuno Miguel Rodrigues Sabino. Pereira. Nicolas Brás Brito Aniceto. Nuno Filipe Lopes Rosa Chagas. Nuno Miguel de Melo Ferreira. Nuno Manuel Viegas Morais. Nuno Filipe dos Santos Moutinho. Nuno Miguel Rodrigues Pinto. Diário da República. Nuno José Touças Cabral. Nuno Miguel Arnauth Nunes. Norberto Nunes. Miguel José Vieira Cabral de Carvalho. Nelson Manuel Cabral dos Santos. Milton Gabriel da Silva Pedro. Nuno Filipe Neto Gatoeiro. Nuno Alexandre Costa Moreira. Nuno Miguel Costa Leite. Nuno Miguel Catraia de Deus. Nuno José Pereira Matias. Neuza Eliana Alves Ferreira. Nuno Edgar da Silva Paulo dos Santos. Nuno Gouveia Nogueira. Nelson Marques Cavaco. Nuno Manuel dos Santos Rodrigues. Nuno Miguel Elias Cardoso. Nelson Ricardo Antunes de Sousa. Nuno Miguel Caldas da Fonseca. Modesto Moreira Correia. Mónica Isabel Ribeiro Tavares. Leite Fernandes. Nuno Miguel Costa da Mata. Miguel Fernando Pereira Gonçalves. Nelson Celestino Teixeira da Silva. Nuno Miguel Pires Frias. Nuno Miguel Ornelas Ramos. Mónica da Costa Felício. Nuno Alexandre Cortes Marmota Marques. Nuno Filipe Henriques Sequeira. Nuno Miguel Queiroz Monteiro. Miguel Ângelo Filipe Silva. Noélia Maria Viana Marreiros. Nuno Miguel Meleiro Pascoal. Nuno Filipe Santos Amaral. Nawal Naima Nobre. Ribeiro. Mónica Paula Ribeiro Parreira F. Nuno Manuel Azevedo Gonçalves. 2. Nuno Rafael Carvalho Lopes. Carreira. Nuno Alexandre Sanches Teixeira. Nelson do Rosário Baptista Nóbrega. Nuno Miguel Matos e Lemos Portela Lurdes. Nuno Gonçalo Pereira Lucas. Nuno Alexandre do V. Nuno André Pimentel Esteves. Nuno Miguel Barrento da Mata. Nuno Miguel Oliveira Morais. Nuno Miguel Urbano Silva. Nelson David Cabral Esteves. Nasário Monteiro Rodrigues. Nelson José Gaspar Sargento. Nuno Miguel Cardoso Diniz Silvestre. Miguel Bastos Vilas Boas de Faria. Miguel Carrondo Rodrigues. Nuno Filipe Jorge Antunes. Nuno Miguel Carvalho e Silva. Nuno Miguel Gabriel Condesso. Correia. Nuno José da Silva Grade. Nuno Manuel Nunes Sereno Évora. Nuno Miguel Lomba Mota. Miguel José Chambel Vicente. Ferreira G. Nuno Daniel de Sousa Ferreira. Norberto Miguel Oliveira Azevedo. Nuno Guilherme Teixeira Mourão da Costa. Nelson Jorge Amorim da Silva. Natália Vieira Lopes. Nuno Miguel Gouveia Dias Fernandes. Nuno Miguel Silva Ferreira. Nuno Filipe Baptista de Lima F. Nelson de Jesus Lopes da Trindade. Dias. Nuno João Carriço Ramos. Momade Anifo Mamudo Abdulganio. Nuno Paredes Valpaços. Natércia Paula da Silva e Sousa. Mónica Mara Santos Lopes.

Patricia Alexandra S. Paulo Joaquim Bastos Vingadas. Orlando Jorge Teixeira Morais. Paulo Jorge Fabião Ferreira. Paula Alexandra Ferreira Fernandes. Paulo Jorge Fernandes Parreira. Orlando Alves da Silva. Paulo Jorge Leite Machado. Odilia Maria Anacleto Santos Alves. Paulo Emanuel Ribeiro Assunção. Paula Cristina Barros Fortes Filipe. Paulo Jorge Morais Simão. Paula Elisabete de Abibo Moita Janeiro. Patricia Cristina Coelho Marques. Paulo Jorge Nunes Costa. Paula Nunes de Oliveira. Patrício dos Santos Costa. Paula Cristina Justino Ventura. Patricia Silva e Souza do A. Paula Cristina Ribeiro Rodrigues. de Carvalho Gouveia. Marques M. Orciano Silvino Rosa Ramos. Orlando Jorge Cruz Dias Gomes. Patricia Maria da Rosa Rodrigues. Paulo Jorge Cardoso Freire. Paulo Alexandre Rodrigues Correia. Paulo Jorge dos Santos Geraldes. Paulo João Moreira Pires Pinheiro. Octávio Manuel da Cruz Miranda Pelixo. Patricia Falcão Paciência. Paulo Caetano Louro Alves Ales. Paula Cristina Fontes Pinto. Paulo Jorge Gordon Pinto. Paula Martins da Silva. de Almeida. 2. Paulo Jorge Carneiro Moniz Robinson. Paula da Conceição Afonso Pereira. Paulo Alexandre Rosa Simão Pato. Paulo Alexandre Ribeiro Almeida. Paulo Jorge Ramalho Cunha. Paulo Jorge Henrique da Silva. Paulo Jorge da Costa Maia. Patricia da Costa Fernandes Talina. Paula Cristina Roios Figueiredo Teixeira. Paulo Jorge Mendonça Apolónia. Paulo Jorge Martins Ribeiro Lopes Santos. Correia. Patricia Aguilar Corwissiano Domingos. Paulo Alexandre Cunha Lopes. Paulo Alexandre de Carvalho Santos. Inácio. Olga Marina da Costa Cid. Fraga Miranda Fernandes. Octávio Manuel Alves Reis. Paulo César de Carvalho Lopes. Nuno Silva Leal Martins. R. Paulo Jorge Amaral Monteiro. Paula Cristina Carvalho Véstias. Paula Maria Pereira Tinoco. Paula Alexandra Máximo Morais. Lopes. Paula Adriana dos Santos Costa. Paula Alexandra Lucas Jorge Brás. Paulo Alexandre Silva Martins. Paula Alexandra Fernandes Coelho. Nuno Ricardo Pinto da Silva. Paulo Jorge Paradela Meneses. Paulo Jorge Gabriel Marques. Paula Alexandra P. Paulo Alexandre Soares Pinto. Paulo Alexandre do Rosário Ferreira. Paulo Alexandre Espírito Santo Almeida. Paulo Alexandre Lança Descalço. Nuno Tiago Ribeiro Pacheco. Paula Cristina Torres Bispo. Patricia Alexandra Castro Fernandes. Octávio Manuel de Oliveira Gil. Paula Cristina da Silva Pinto. Paulo Artur da Costa Brandão Sérvolo.ª série — N. 4145 . Paulo Joaquim Conceição Gomes. N. Paulo Jorge Gonçalves Cardoso de Almeida. Paulo José Pires Ribeiro. Orlando Manuel Santos Almeida. Osvaldo Emanuel Sousa Cardoso. Paulo Jorge Gouveia da Silva. Paulo Alexandre de Brito Guerreiro Pita. Paulo Jorge dos Anjos Fragoso. Paula Cristina Mateus Azevedo Soares. Paulo Jorge da Conceição Domingues. Sousa Carvalho. Orlando João Forjaz da Silva. Paulo César Rodrigues de C.C. Paulo Jorge Machado Correia Pinto. Paulo Jorge Albano. Paula Maria dos Santos Fonseca. Paulo Jorge Loureiro Martins. Otília Maria Rolo Longo. Paulo Jorge Mono Moreira. Paula Rodrigues Azevedo Pereira. Paulo Jorge dos Santos Lourenço. Paulo Jorge Tavares Pinheiro Grão. Paulo Alexandre Marto de Carvalho. Paulo Domingos T. Paula Alexandra Vieira Cristóvão. Paulo Jorge Marques Pires Alves. Paula de Fátima Moreno. Paulo Jorge Moreira Amorim. Patricia Sofia Ferreira Damásio Campos.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Nuno Ricardo Dionísio de Vasconcelos. Paula Margarida Martins Silva Lourenço. Orlando Abilio Dias Viegas. Orlando Jorge de Almeida F. Paula Cristina Batista Costa. Olga Mariza Simões Melro. Osvaldo Serafim Moreira Dias. Paulo Jorge de Sousa Alvito. Paulo Jorge Gomes da Silva. Paulo Jorge Figueiredo de Melo. Paulo Alexandre Ladeiro Mendonça. Paula Cristina Grade Lopes. Patricia da Ascensão Quental de Sousa. Paulo Alexandre Frade Jara Ribeiro. Henriques. Paula Cristina Cravo Francisco Brás. Paulo Jorge Frontoura Valdrez. Paulo José Nunes dos Santos. Paulo César Melo Serra. Paulo Jorge Santos Moreira. Paulina Rosa Vinha da Silva.Diário da República. Paulo Filipe Oliveira Ramos. Paula Cristina Moreira de Azevedo. Paulo Fernando Santos Teixeira. Paulo Jorge Rodrigues Gonçalves. Paulo Jorge Ferreira Barbosa. Óscar Nuno Pereira Pedro Lopes Sampaio. Ruela dos Santos. Nuno Ricardo Ventura Miguel. Patricia Manuela Duarte Crespo. Palmira Maria de Oliveira Maçãs. C. Paula Marta Rodrigues da Silva Pinto. Paula Luisa Pego Simões. Paulo Firmino de Barros Gomes. Paula Alexandra Soares Gonçalves. Paulo Jorge Azevedo Martins. Paulo Alexandre Gorrilhas Monteiro. Nuno Ricardo Silva Pereira. Patricia Alexandra Nunes Conceição Lima. Paulo Coutinho Mendes. Orlando Bernardino Pinto Rodrigues. Paulo César Pombo Horta Alfaiate. Patricia de Jesus Carvalho Poeiras. Paulo Jorge da Silva Marques. Paula Cristina Ramos Vieira. Otília Natália Ventura Gomes. Paulo Jorge do Amaral da Costa Lopes. Paulo Alexandre B. Paulo Adérito de Almeida e Silva. Paulo da Cunha Fevereiro. Paula Maria Candeias Batista Domingos. Paula Dias Pereira. Patrícia Isabel Serrão I. Paula Alexandra Fonseca Pinto. Patricia Cecília Valentim Ganhão. Paulo Alexandre Cavaco Horta. Paula Cristina Ramalho do Carmo Guia. Patricia Margarida Sousa Pinto Coimbra. Paulo Bruno Pereira Francisco. Paulo Fernando Alves Correia. Paula Cristina Alves G. Paulo Agostinho da Silva Rodrigues. Paulo Jorge Brás Guerra Moiteiro.

G. Paulo Miguel da Ponte Gaspar. Pedro Miguel Torres dos Santos. Renato Filipe Aires Alves Dores Tiago. dos S. Pedro Manuel Simões Ferreira. Pedro Miguel da Conceição Agostinho. Pedro Daniel Leitão Abrantes. Pedro Miguel Seabra Pereira. Pedro Alexandre Nogueira Jacinto. Ricardo Jorge Afonso Helena. Pedro Hermínio Correia da Fonseca Rocha. Pedro Manuel Martins Barros. Pedro Tiago Lima de Carvalho. Ricardo João Clemente Lopes. Pedro Miguel de Sousa Mendes. Reinaldo Bartolo Teixeira. Pedro Miguel Mendes da Silva. Diário da República. Paulo Rui Ferreira Gomes. Renato Alex Carneiro dos Santos Barqueira. Paulo Norberto Rodrigues da Silva. Paulo Nelson Lima da Conceição. Ricardo Francisco Martinho de Aguiar. Raquel José Cabrita da Conceição. Paulo Silvério da Costa Rodrigues. Ricardo Daniel Honório Ferreira Oliveira. Pedro Jorge da Silva Moutinho. Pedro Miguel Plácido Pereira. Pedro José Tiago de Sousa. Pedro Nuno Cordeiro Reis Pousadas. Paulo Sérgio Paiva Fernandes. Pedro Manuel Reis Valongo. Paulo Sérgio Barreiro dos Santos. Pedro Nuno Rodrigues de Carvalho. Pedro António da Conceição Dias. Pedro Filipe dos Santos Carvalho. Pedro Miguel Tavares Costa. Pedro Luis Soares Henriques de Oliveira. Ricardo Manuel Figueiredo de Sousa. Paulo Manuel Rosendo Ameixoeiro. Pedro Manuel Rato. Paulo Miguel Neves Martins Correia. Pedro Miguel dos Santos Bernardo. Pedro Miguel Rodrigues Cardoso. Pereira. Ricardo Jorge de Almeida Carmo. Pedro Alexandre dos Santos Mendes. Pedro Miguel Ruivo Lopes Cintra. Pedro Miguel Rodrigues dos Reis. Ricardo Jorge Lopes da Silva. Renato Carlos Oliveira Manuel. Paulo Sérgio Sousa Silva. Paulo Martins Uvaldo Salgueiro. Pedro Miguel Correia Gomes. Ricardo Jorge Duarte Carvalho. Paulo Miguel Coelho Alves. Pedro Miguel Alves Soares. Pedro Manuel Gonçalves Domingues. Ricardo Jorge Lapa Nunes. Pedro Miguel Melgueira Nascimento. Pedro Nuno Sales Duque. Ricardo Manuel Calado Guerreiro. R. Pedro Miguel Henriques Francisco. Pedro Miguel Pires Alves. Paulo Miguel Sá Santos. Pedro Castro Rodrigues Santos. Regina Alexandra Correia Gomes Fino. Pedro Miguel Vieira Casquinha. Pedro Vasco Costa Lopes. Ricardo Jorge Miranda Pereira. Paulo Sérgio dos Santos Perdiz. Pedro Alexandre Silva Nunes Pereira. Paulo Sérgio Veríssimo de Almeida. Fernandes da Cunha. Pedro Miguel A. . Pedro Filipe Pereira de Carvalho. Pedro Manuel R. Pedro Lourenço Neto. Pedro Joaquim Ferreira Couto.4146 Paulo José Valente Teixeira. Pedro Miguel dos Santos Silva. Pedro Monteiro Pinto. Reinaldo Mendes Matias. Renato Paulo Sá Ribeiro. Pedro Miguel Oliveira Moreira. Paulo Nuno Marques Lopes. Pedro Nuno Falcão Moreira Sousa Silva. Ricardo da Silva Mendes Guerreiro. Pedro Manuel Rita da Silva. Da Conceição. Raquel de Jesus Saragoça Ventura. Paulo Miguel Moura Afonso. 2. Paulo Rafael da Costa Monteiro. Pedro Miguel Moreira Pedrosa de Almeida. Pedro Miguel da Silva Rodrigues.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Pedro Miguel Lopes de Oliveira. de A. Pedro Miguel Santos Ferreira. Marques Gonçalves. Pedro Miguel Almeida Neves Lopes Gil. Pedro Miguel Sousa da Mota. Ricardo Joel Ferreira Nunes. Pedro Alexandre Frutuoso Martins Juliano. Pedro Manuel Amorim Gonçalves. Pedro Rodrigues Araújo Amorim. Paulo Manuel Pedro Cassiano. Pedro Miguel Ribeiro de Morais Calado. Ricardo José Ramos Palma. Ricardo António Lucas Cancela Carvalho. Pedro Miguel Vicente Cabrito. Paulo Sérgio Moura. Pedro Miguel Ferreira Gonçalves. Pedro Jorge Gavinhos Marques. Pedro Miguel Moura Santos. Pedro Manuel Mendes Ribeiro. Pedro Alexandre Ramos Afonso Magro. Pedro Leonel Ferreira Lopes. Plácido Portugal da Costa. Paulo José Vaz Lourenço. Paulo Manuel Quintas Gonçalves. Paulo Luis dos Santos Amado. Raquel Abreu Gomes Pereira. Raquel Filipa da Silva Ferreira. Jesus. Ricardo Jorge Fontes Leite F. Ricardo Jorge Nascimento Leitão. Ricardo Jorge Alves Carvalho. Pedro Miguel Pereira da Silva. Ricardo Manuel da Silva Caldas. Ricardo Jorge Aguiar Teixeira. Ricardo Jorge Loureiro Agostinho. Pedro Miguel Rosado Carvalho. S. Pedro Miguel Fonseca Robalo. Pedro Jorge Ramalho Gonçalves. Pedro Filipe dos Santos Costa. Pedro Manuel Afonso. Pedro Miguel dos Santos Alexandre. Pedro Jorge Lopes da Silveira Aperta. Pedro António Vilaverde de Barros. Pedro Miguel Monteiro Cristóvão. Pedro Filipe Santos Moreira. Pedro Joaquim Cabral Pinto. Ricardo Alexandre Ribeiro Mendes. Rafael António Marinho Marques. Pedro Miguel F. Pedro Miguel Martins Monteiro. Ricardo António Pereira Liquito. Ricardo Miguel Moreira de Sá Cardoso. Pedro António Gonçalves da Silva Moura. Pedro Alexandre Lopes Vaz. Ricardo Filipe Santos Silva. Regina Maria de Almeida Soares. Ricardo Miguel Duarte M. Paulo Sérgio de Gravato Andrade.ª série — N. Ricardo Bruno Ferreira Garcia. Pedro Miguel Coelho S. Pedro Miguel Gonçalves Oliveira. Pedro Manuel Maciel Abreu. Pedro Miguel Pratas Serrano. Pedro Nuno Toscano de Almeida. Ricardo Jorge Fernandes Rodrigues. Pedro Miguel Pombo Soares Nunes. Pedro Filipe da Silva Pardal. de Paiva Martins. Pedro Manuel Neves de Carvalho. Pedro Miguel Pinto França. Pedro Miguel Correia Ferrage. Ricardo Miguel Martins Ferreira. Pedro Miguel Marques Centeio. Raquel Correia Borges. Pedro Nuno Ribeiro Ventura.

Diário da República, 2.ª série — N.º 19 — 28 de Janeiro de 2009
Ricardo Miguel Subtil Paulino. Ricardo Nuno Galharda da Costa. Ricardo Torres Moreira. Rita da Ascenção Pedro Martins. Rita Inês Cúcio Parada. Rita José Lourenço Oliveira. Rita Mafalda Casqueiro Gonçalves. Rita Manuela Luis Vences Morgado. Rita Maria Gomes Vaz. Rita Marisa Ávila da Silva Reis Pascoal. Rita Sofia Duarte Pereira. Roberto Augusto Ferreira Alves. Roberto José Martins Mota. Rodrigo Filipe Gouveia Batista. Rodrigo Humberto Baptista. Rogério António Melão Alves. Rogério Batista Pimento. Rogério Fernando S. P. Dias da Cruz. Rogério Filipe Monteiro Freire. Rogério Gomes Constantino. Rogério Manuel de Almeida Coelho. Rogério Manuel Ferreira Rosa. Rogério Nuno Gonçalves e Paz. Rogério Paulo de Azevedo Abreu Dias. Rogério Vitor Ferreira da Silva. Rolando Fernandes Rei. Romeu Araújo da Silva. Romeu Martins Prior. Romeu Orlando Pereira Rodrigues. Rómulo Fábio Paiva Moreira. Rosa Angélica de Almeida Pinho. Rosa Barroso Ponteira. Rosa Branca dos Santos Teles Andrade. Rosa de Jesus Biscaia Macedo. Rosa Francisca Aguiar Leitão. Rosa Manuela Monteiro Marinho. Rosa Maria da Silva Oliveira. Rosa Maria Dias Monteiro. Rosa Maria Gonçalves Bravo. Rosa Maria Granja Sampaio de Araújo. Rosa Maria Machado de Brito. Rosa Maria Pinto Mota. Rosa Maria Ribeiro Simões. Rosa Maria Rodrigues Mourato Cândido. Rosa Maria Serra Leite. Rosa Maria Tavares Leite. Rosária de Fátima Vilela Grácio. Rubim José Gouveia Martins Capelinha. Rubino Manuel Melim Bettencout. Rui Alberto de Lemos Albuquerque. Rui Alexandre da Apresentação Ramôa. Rui Alexandre de Sousa Matos. Rui Alexandre Marques A. Silva Azedo. Rui Alexandre Moreira Silva. Rui Alexandre Ramos Isidoro. Rui Aparício M. Ribeiro Lopes Santos. Rui Carlos da Fonseca Relvas. Rui Carlos Moreira Ferreira F. Matos. Rui dos Santos Marques. Rui Eduardo Braz Guerreiro. Rui Filipe Rocha Mogo. Rui Filipe Sequeira Roque. Rui Gonçalo Corwissiano D. Sousa Mamede. Rui Jorge da Mota Pereira. Rui Jorge da Rocha Soares. Rui Jorge Lopes Gonçalves Domingues. Rui Jorge Pepe Costa. Rui Jorge Ribeiro da Silva. Rui Jorge Rodrigues Ribeiro. Rui Jorge Serra da Costa Machado. Rui Jorge Sobral Henriques. Rui Luis Costa Carneiro. Rui Manuel Bernardo Fernandes. Rui Manuel Costa Ribeiro. Rui Manuel da Costa Almeida e Silva. Rui Manuel da Silva Lopes. Rui Manuel da Silva Rocha Pinto. Rui Manuel de Almeida Gaspar. Rui Manuel de Mendonça Lourenço. Rui Manuel Domingos Faustino. Rui Manuel Fernandes de Amorim. Rui Manuel Martins Gomes. Rui Manuel Pinto Gomes. Rui Manuel Prata dos Santos da Silva Neves. Rui Manuel Rato Gabriel. Rui Manuel Ribeiro Carneiro Pereira. Rui Manuel Vicente Antunes. Rui Martinho Figueiredo Correia Baptista. Rui Miguel Amarante Oliveira. Rui Miguel Cabrita Guerreiro. Rui Miguel Carvalho Batista. Rui Miguel Cordeiro de Sousa Ribeiro. Rui Miguel dos Santos Afonso. Rui Miguel Ferreira Marques. Rui Miguel Lino Reis Pedroso. Rui Miguel Lopes Manaia. Rui Miguel Martins Sousa. Rui Miguel Mauricio Matos. Rui Miguel Mocho Galego. Rui Miguel Pereira Nunes Saraiva. Rui Miguel Vidal Palermo. Rui Morgado Fernandes. Rui Nuno Moreira da Silva. Rui Osório Oliveira Pereira. Rui Pedro Chambel Pereira. Rui Pedro da Cruz Carvalho. Rui Pedro da Silva Soto Maior. Rui Pedro Ferreira Coelho. Rui Pedro Machado Gonçalves. Rui Pedro Trancoso Pinto. Rui Sérgio Pires Pinto Batalha. Rui Tiago da Silva e Sá. Rute Alexandra Veiga Amante. Rute Cristina Alves Monteiro. Rute Isabel Reis dos Santos. Rute Marília Lucas Fernandes. Rute Orquídea Carneiro Pimenta. Saidy Guevara Martins Machado. Samuel António Cavaleiro Gonçalves. Samuel de Jesus Oliveira. Samuel de Jesus Oliveira. Samuel Filipe Brites Mendes Pedro. Sandra Andreia Martins Miranda. Sandra Arminda João Seixas. Sandra Carla Guedes Teixeira Ferreira. Sandra Cristina Borges Portelinha Santos. Sandra Cristina da Costa Fernandes. Sandra Cristina da Fonseca Loureiro. Sandra Cristina da Silva. Sandra Cristina dos Santos Cardoso. Sandra Cristina Gonçalves Cunha Martins. Sandra Cristina Henrique Pina. Sandra Cristina Martins. Sandra Cristina Morais Lourenço. Sandra Cristina Neves Pinto. Sandra Cristina Nunes Costa Gaspar. Sandra Cristina Sampaio de Freitas. Sandra Cristina Silva Henriques Lopes. Sandra Cristina Simões Antunes Cardoso. Sandra Cristina Tojal Trigo. Sandra da Conceição Oliveira Saraiva. Sandra Daniela Rodrigues Coutinho. Sandra das Dores Torres de Campos. Sandra Eugénia Carvalho D.S.P. Pereira. Sandra Gonçalves de Sousa. Sandra Isabel Antão Marcelino Neves. Sandra Isabel C.G.B. Ribeiro Barata. Sandra Isabel Cordeiro Montez. Sandra Isabel Cortinhas Machado. Sandra Isabel Duarte Esteves Félix. Sandra Isabel Martins Guerreiro Antunes. Sandra Isabel U. Machado da Silva Neves. Sandra Luiza Ferreira dos Santos. Sandra Madalena Moreira Coelho. Sandra Manuela Azevedo Mirra. Sandra Manuela Freitas Silva Costa. Sandra Margarida M. Magalhães Gonçalves. Sandra Margarida Monteiro Ribeiro. Sandra Margarida Silva Monteiro Cardoso. Sandra Maria Brás Franco. Sandra Maria Coelho Maneiras Fialho. Sandra Maria Costa Pereira.

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Sandra Maria da Costa Batista e Simas. Sandra Maria Lopes Dias. Sandra Maria Miranda de Almeida. Sandra Maria Moreira Leitão da Silva. Sandra Maria P. M. de Albuquerque Costa. Sandra Maria Reis Costa. Sandra Maria Sanches Folgado Vilela. Sandra Maria Simões Antunes. Sandra Marisa Amaral C. Nunes Santos. Sandra Marisa Ferreira Queirós. Sandra Marisa Morais Machado de Oliveira. Sandra Marisa Moreira Vaz. Sandra Marisa Reis Ferreira. Sandra Martins Louro Quintas Páscoa. Sandra Mendes Marques de Lobato. Sandra Patricia Dias Marinho. Sandra Paula Rainho Ribeiro. Sandra Sofia Ferreira Salgado. Sandra Vera Moura Galinha. Sandrine Azevedo. Sandro Filipe Vieira Bessa. Sandro Hugo de Carvalho Bela. Sandro Ricardo Curvo Semedo Maia Leão. Sara Cristina Fragoso Mendes. Sara Cristina Salvado Lopes. Sara Isabel da Silva Almeida. Sara Josefina Montenegro Pinto Queirós. Sara Margarida de Oliveira Fernandes. Sara Marlene Casimiro Tibúrcio. Sebastião Nicolau Mesquita. Serafim Rui Santos Sousa. Sérgio Alberto Costa Oliveira. Sérgio Alexandre Castelo Branco Patrício. Sérgio Araújo Cunha. Sérgio Carlos Soares dos Santos. Sérgio Daniel Cabral Marques. Sérgio Dias Pinto. Sérgio Fernando Fangueiro. Sérgio Fernando Palhinha Alves. Sérgio Fernando Preto de Brito. Sérgio Filipe Cardoso Mouco. Sérgio Filipe de Freitas Henriques. Sérgio Frederico Calheiros de Almeida. Sérgio João da Conceição Alves. Sérgio José da Silva Santos. Sérgio José Neiva Rebelo. Sérgio Manuel Calado Gonçalves. Sérgio Manuel da Conceição Luis. Sérgio Manuel de Oliveira Martins. Sérgio Manuel Ferreira dos Santos. Sérgio Manuel Ferreira Tavares. Sérgio Manuel Gomes Salgueiro. Sérgio Manuel Maneiras Laranjinho. Sérgio Miguel da Costa Lucas. Sérgio Miguel Ferreira Santarém. Sérgio Miguel Martins Félix. Sérgio Nuno de Matos Branco. Sérgio Nuno Proença Rodrigues. Sérgio Paulo Dias Fontes. Sérgio Paulo Moreira Pinheiro. Sérgio Paulo Pereira Coelho. Sérgio Paulo Ribeiro Jacinto. Sérgio Paulo Simões de Carvalho. Sérgio Paulo Valente Alcântara. Sérgio Ricardo Mendes Garcia. Sérgio Santos Barata Luis. Sérgio Saraiva de Oliveira. Sérgio Suzano da Costa. Severo Ramires Branco Santos Silva. Sibia Moreira Gomes Barreto de Oliveira. Silvia Carina de Almeida Neves. Silvia Clara Pereira Figueira. Silvia Cláudia Tavares Morgado Barbosa. Silvia Cristina Comendinha Fortes Tomás. Silvia Cristina Ribeiro Couto. Silvia Cristina Saraiva Braz. Silvia de Castro Paço Nascimento. Silvia de Freitas Franco. Silvia Isabel Pires Campino. Silvia Manuela Oliveira Cardoso. Silvia Maria Barbosa Barroso.

Diário da República, 2.ª série — N.º 19 — 28 de Janeiro de 2009
Silvia Maria da Costa Lopes. Silvia Maria Fazendeiro Duarte Ferrão. Silvia Maria Giovetty da Silva Jesus. Silvia Maria Moura França Ferreira. Silvia Maria Neves Abrantes Sanches. Silvia Miranda Ferreira. Sílvia Paula Jorge de Carvalho. Silvia Sofia Moreira dos Santos Almeida. Silvia Sofia P. M. Silva da Conceição. Silvia Susana dos Santos Gameiro. Sílvio José Ribeiro de Carvalho. Simão José da Conceição Vieira. Sofia Amoroso Lopes Moreira Pais S. Pinheiro. Sofia Batista Martins. Sofia Cristina de Gouveia Rodrigues. Sofia Goreti da Silva Cunha. Solange de Barros Correia Lopes Simões. Sónia Alexandra Basílio Mendes. Sónia Alexandra Bastos Ferreira. Sónia Alexandra Rosa Lage. Sónia Andreia Alves Lopes. Sónia Cristina Brito Teixeira. Sónia Cristina Castro Carvalho. Sónia Cristina Gonçalves Veiga. Sónia Cristina Nunes Azevedo Abreu. Sónia Cristina V. Ferreira Gonçalves. Sónia de Jesus Fontes Nunes. Sónia Isabel Bizarro Silva Rodrigues. Sónia Isabel Paiva Sequeira. Sónia João Fonseca da Silva. Sónia Maria da Rocha Martins. Sónia Maria de Abreu Figueiredo. Sónia Maria Figueiredo Paulo Raposo. Sónia Maria Martins de Barros. Sónia Maria Sequeira Piteira Ribeiro. Sónia Marina Oliveira Botelho Mourão. Sónia Marina Pimentel Santos Inocêncio. Sónia Marisa Figueiredo Cardoso. Sónia Marisa Figueiredo Cardoso. Sónia Patricia Guerreiro. Sónia Ribeiro Ferreira. Sónia Sofia Dias do Carmo Matos. Soraia Alexandra Varanda Alves. Susan Christina Lopes Grosso. Susana Alexandra Ferreira Carneiro. Susana Carina Teixeira Pichel. Susana Clara de Oliveira Isabel. Susana Cristina Correia Belchior. Susana Ferreira de Matos. Susana Gabriela da Costa Marta. Susana Gomes de Almeida Morais. Susana Isabel Pinto Cardoso. Susana Isabel Teixeira de Sousa. Susana Joaquina Rebelo Alves Cordeiro. Susana Lopes Cardoso Teixeira Ferreira. Susana Margarida Almeida dos Santos. Susana Margarida dos Santos Umbelino. Susana Margarida Silva Moutinho Magalhães. Susana Maria Azevedo Gonçalves Pereira. Susana Maria da Costa Mendes. Susana Maria da Silva Oliveira. Susana Maria da Silva Rafael Martins. Susana Maria da Silva Teixeira. Susana Maria de Almeida Junça Monteiro. Susana Maria Ferreira Silva. Susana Maria Gomes Ferrão de Melo. Susana Maria Martins Carvalho. Susana Maria Oliveira Magalhães. Susana Maria S. R. Zimbarra Almeida Botas. Susana Maria Santos M. Oliveira Silva. Susana Milene Moreira de Oliveira. Susana Mónica Santos Oliveira. Susana Natália Vieira Veloso. Susana Patricia Machado Gomes. Susana Paula Calapez Lourenço. Susana Paula Dias Chaves. Susana Raquel de Jesus Costa Pinto. Susana Rita Silva Daniel. Susana Sofia Godinho Simões. Susana Tavares Martins Ferreira. Suse Marina Alves da Costa.

Diário da República, 2.ª série — N.º 19 — 28 de Janeiro de 2009
Suzana Maria Matos Pimenta Neves. Suzete Maria Monteiro Cinos Farizo. Suzi Carla Simões Góis. Suzi Paula Pinto Correia. Tânia Isabel Almeida Pereira. Tânia Marina Carvalhais Mota. Tânia Marisa Marques das Neves. Tânia Sofia Casaleiro do Carmo. Tânia Vanessa Correia da Cunha Rebelo. Telma Alexandra Oliveira e Pereira. Telma Dantas Silva Cruces. Telma Maria Monteiro Guerreiro Costa. Telmo Leandro Ferreira Mesquita. Telmo Ricardo Fernandes Morais Teixeira. Teófilo Dinis Batista Preto Pereira. Teresa Alexandra Afonso Ruivo. Teresa Catarina Monteiro Lopes Courinha. Teresa Cláudia Carvalho Cunha. Teresa Cristina de Oliveira Martins. Teresa Cristina G. Almeida Pereira Silva. Teresa de Jesus Dias Nunes. Teresa de Jesus Pereira Ferreira. Teresa de Lima Santos Ribeiro. Teresa Luisa da Rocha Moreira Dias. Teresa Manuela Pinto Pereira. Teresa Maria Custódio Teixeira. Teresa Maria da Cruz Alves. Teresa Maria Rodrigues Azevedo Pereira. Teresa Maria Rodrigues Jorge. Teresa Maria Saraiva Ramos de Almeida. Teresa Patricia F. A. Temudo. Tiago Alexandre Lagarto Barrelas. Tiago Alexandre P. P. Calado Realinho. Tiago Filipe Santos Monteiro. Tiago Francisco Nunes Teixeira. Tiago Manuel Mauricio Vitorino. Tiago Manuel Nogueira de Carvalho. Tiago Miguel Antunes Teotónio. Tiago Miguel Cordeiro Costa. Tiago Miguel Lopes Ferreira. Tiago Miguel Pedra Machado Alves. Tiago Miguel Silvares Lopes. Tiago Nuno Pereira da Silva. Tiago Pereira Valente. Tiago Rafael Pereira Duarte. Tiago Rodrigo Nogueira Amaro. Tiago Vaz Sousa. Tito Castro dos Santos. Tolentino J. Silva Pacheco. Toni Sérgio Durães Henriques. Tony Augusto Máximo Pascoal. Valdemar Esteves Bernardes. Valdemar Fernando Coelho Ataíde. Valter Afonso Gonçalves dos Santos. Vanda Carina Marques da Silva. Vanda Maria Fernandes Imperial. Vanda Sofia dos Santos F. Rodrigues. Vanessa Ferreira Borges Gerardo. Vânia Conceição Arriaga Geadas. Vânia Cristina Fernandes Portugal. Vasco Alexandre Gonçalves Policarpo. Vasco Bernardo Diogo Montez. Vasco Gonçalves Pereira de Oliveira. Vasco Luis dos Santos Cardigos. Ventura Manuel Guibarra Lança. Vera Alexandra Cardoso Sá. Vera Liliana Seixeiro da Rocha. Vera Lúcia da Fraga Gomes de Carvalho. Vera Lúcia dos Santos Matias de Andrade. Vera Lúcia Oliveira Rodrigues. Vera Lúcia Simões Medeiro. Vera Maria Rodrigues Ferreira. Vera Mónica Neves Ventura. Verónica Assunção C. G. Barbosa. Victor Amadeu Meireles Amorim e Sá. Victor Ferreira Muge dos Santos Morgado. Victor Manuel Alves Dias. Victor Manuel Alves dos Santos. Victor Manuel Cunha Melo. Victor Manuel Nunes da Costa. Victor Manuel Ramos Ribeiro. Victor Manuel Reis Balcinha Nascimento. Victor Manuel Rodrigues Gonçalves. Virgilio da Costa da Silva Pais. Virgilio Manuel da Silva Piloto Móia. Virgínia Conceição Saraiva Lourenço. Virgínia Matilde Lopes Moreira. Vitor Ângelo Santimano Sequeira. Vitor Carlos da Silva Mendes. Vitor Fernando Correia dos Santos. Vitor Filipe Martins Malheiro. Vitor Gonçalves Barata. Vitor Hugo Cabral Pires Vieira da Silva. Vitor Hugo Faustino Nunes. Vitor Hugo Lopes Bernardes. Vitor Manuel Abrantes de Matos. Vitor Manuel Aires Taveira. Vitor Manuel Albuquerque Pinto. Vitor Manuel Alves Brites. Vitor Manuel Barbosa Fonseca. Vitor Manuel Bastos Correia. Vitor Manuel Charters L. Rijo Faritas. Vitor Manuel Coelho Pires. Vitor Manuel Costa Sabino. Vitor Manuel Cracel Machado. Vitor Manuel da Costa Pinto. Vitor Manuel da Silva Oliveira. Vitor Manuel Fernandes. Vitor Manuel Fernandes dos Reis. Vitor Manuel Gomes dos Santos. Vitor Manuel Gonçalves Ferreira. Vitor Manuel Magalhães de Sousa Alves. Vitor Manuel Moreira Martins. Vitor Manuel Pereira Rodrigues. Vitor Manuel Ribeiro Rodrigues. Vitor Manuel Serra Teixeira. Vitor Miguel da Silva Marques. Vitor Miguel Pereira da Silva. Vitor Ricardo Antunes Nunes. Vitor Rodrigo Miranda Pinheiral. Vitória Barroso Fernandes Rodrigues Pinto. Vladimiro de Sousa Gomes Cravid. Walter António Fernandes dos Santos. Zacarias Fernandes Lopes Louro. Zélia Margarida Antunes Marques.

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Direcção-Geral das Actividades Económicas
Despacho n.º 3526/2009 Pelo meu Despacho n.º 99/2009/DG, de 19 de Janeiro de 2009 e de acordo com a fundamentação da proposta de nomeação apresentada pelo Júri do procedimento concursal para provimento do cargo de direcção intermédia de 1.º grau, para Director de Serviços, ao abrigo do n.º 8 do artigo 21.º da Lei n.º 2/2004, de 15 de Janeiro, na redacção dada pelo artigo 2.º da Lei n.º 51/2005, de 30 Agosto, e artigo 29.º da Lei n.º 64-A/2008, de 31 de Dezembro, foi nomeado, em comissão de serviço, por três anos, renováveis por períodos iguais de tempo, para o cargo de Director de Serviços para a Inovação e Competitividade Empresarial (DSICE), o licenciado José António de Magalhães Barros Feu do quadro de pessoal da ex-Direcção-Geral da Indústria. O Júri entendeu como relevante, para além da adequação das habilitações académicas, a sua experiência profissional, do ponto de vista técnico do concurso, quer no desempenho de funções de direcção, bem como a qualidade da formação profissional apresentada. Na entrevista profissional foram evidenciadas excelentes qualidades profissionais, ao nível da motivação, tendo demonstrado muito interesse no desempenho das funções de dirigente e um excelente sentido crítico nas situações apresentadas. Expressou-se com muita clareza e fluência verbais. De realçar os conhecimentos profundos e a qualidade de experiência que detém na área da inovação e competitividade empresarial, bem como o conhecimento da organização e coordenação evidenciada pelas participações em que representou, designadamente a Direcção-Geral das Actividades Económicas, em comissões, em grupos de trabalho, conferências internacionais e em Júris, que permitam garantir que o seu desempenho será eficaz, conforme se poderá verificar na nota curricular anexa, que faz parte integrante do presente despacho. 19 de Janeiro de 2009. — O Director-Geral, Mário Lobo.

de acordo com as regras do sistema integrado de gestão e de controlo (SIGC). Director do Serviço da Competitividade Empresarial. que se traduziu. com o objectivo de optimização. bem como formação. Emprego. Representante do Ministério da Economia e da Inovação na Comissão Interministerial de acompanhamento do Plano Nacional de Emprego (PNE) desde 2005. de 7 de Dezembro. Com a nova orgânica da Direcção -Geral da Indústria é nomeado em 1993 Chefe de Divisão do Serviço de Competitividade Industrial. no Gabinete de Estudos Económicos da Comissão Reguladora dos Produtos e Farmacêuticos.º 24/2008.º semestre de 1992. tendo sido nomeado Chefe de Divisão em 1991. Com a criação da Direcção-Geral das Actividades Económicas. Competitividade e Inovação Empresarial. Delegado Nacional do Comité eBSN (Rede de apoio ao e-Business nas PME). possuindo na Administração Pública a categoria de Assessor Principal. foi implementado. Ingressou em 1989 na Direcção-Geral da Indústria. da Comissão. Anti-dumping. em conjugação com o artigo 1. em 2007. Este sistema de recepção de candidaturas mantém-se em vigor na campanha de 2009. publicado no Diário da República. do Conselho. Projectos e Investimentos. especificamente no âmbito das indústrias culturais e criativas. forem delegadas funções ao abrigo do Regulamento (CE) n. em regime de substituição. nas datas e nos períodos estipulados. respectivamente. representante do Ministério da Economia e da Inovação na Agenda Europeia para a Cultura. todas no âmbito do PRODER. à Acção «Protecção da biodiversidade doméstica» da Medida «Valorização dos modos de produção» e ou às componentes agro-ambientais e silvo-ambientais da Medida «Intervenções territoriais integradas». Director do Serviço para a Inovação e Competitividade Empresarial. os pedidos de pagamento para os pedidos de apoio previamente aprovados. 2.º 4/2009 O Regulamento (CE) n. Segurança e Higiene no Trabalho. da Comissão. A fim de permitir manter actualizados os dados do sistema de registo da identificação dos beneficiários. com as anteriores competências e ainda com uma nova área relacionada com a dinamização da ferramenta “benchmarking”. à Acção «Protecção da biodiversidade doméstica» da Medida «Valorização dos modos de produção» e ou às componentes agro-ambientais e silvo-ambientais da Medida «Intervenções territoriais integradas». de procedimentos e do calendário de candidaturas. de 21 de Junho. muito embora em formulário distinto (PAS 2010). no 1.º 1290/2005. Por outro lado. os seguintes pedidos de apoio/pagamento: pedidos relativos à Medida «Manutenção da actividade agrícola em zonas desfavorecidas». Relações Internacionais e Informática. Desde Janeiro de 2008. prevê nos artigos 22. Além disso. Vogal efectivo do Conselho Técnico Aduaneiro desde 1998. bem como na sua recolha online. que estabelece as regras de execução daquele Regulamento. complementar e secundário. um novo sistema de recepção de candidaturas. São igualmente apresentados no PU 2009 os pedidos de pagamento relativos às confirmações dos compromissos às medidas agro-ambientais que se encontram ainda em vigor no âmbito da aplicação do Plano de Desenvolvimento Rural para a Região Autónoma da Madeira (PDRu/M).º 7/2005. Tecnologias da Informação e da Comunicação. junto das direcções regionais de agricultura e pescas (DRAP) e de outras . até à actualidade.º 796/2004. da Agricultura e das Pescas Despacho normativo n. no âmbito da DG Indústria e Empresa da Comissão Europeia. ainda. de 29 de Setembro.4150 Síntese Curricular Diário da República. em 2007 foi nomeado em regime de substituição. Possui diversos trabalhos publicados e cursos de especialização. para o eixo Emprego e Qualificações. com a responsabilidade de concertar os interesses da indústria portuguesa com as políticas comercial e aduaneira da CEE. Delegado Nacional do Benchmarking Competitiveness Group (BCG). com as necessárias adaptações. 2. e das comunicações de alteração de uso das parcelas classificadas como pastagens permanentes. posteriormente designado Comité da Indústria. em Lisboa. se tal se justificar. Responsável desde 1995 pelo Comité REC — Regulamento de Entraves ao Comércio. num pedido único (PU). de acordo com o previsto no SIGC. Licenciado em Engenharia Química Industrial em 1972. de tramitação. tendo aí completado os estudos do ensino básico. que estabelece as regras comuns para os regimes de apoio directo no âmbito da Política Agrícola Comum e institui determinados regimes de apoio aos agricultores. tendo ingressado em 1973. de 23 de Abril de 2008. os procedimentos e os prazos para a apresentação dos pedidos de autorização para permuta e ou de alteração de uso. que os agricultores apresentem anualmente os pedidos de ajudas e os pedidos de apoio. Nestes termos. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. da utilização de metodologias. desde 2004 até à actualidade. no Serviço de Política Comercial. da Direcção-Geral das Actividades Económicas. nos termos do Regulamento (CE) n. no 1. entre 1984 e 1988. até à actualidade. que incluiu participação em projectos comunitários e divulgação de boas práticas no sentido da melhoria da competitividade industrial. Delegado Nacional do Comité da Indústria e do Ambiente Empresarial (CIBE). relativamente ao Plano Nacional de Acção para o Crescimento e Emprego (PNACE). no âmbito da Estratégia de Lisboa.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Director do Serviço da Inovação e Competitividade Empresarial. Em conformidade com o previsto no despacho normativo n. no continente. e no que respeita ainda ao PRODER o presente despacho normativo abrange. Programas de Incentivos. de 21 de Junho.º 1975/2006. da Comissão.ª série. Inovação e Empreendedorismo (CIIE) no âmbito da OCDE. de 21 de Abril.º. Os pedidos abrangidos pelo presente despacho normativo são recepcionados. na consolidação.º 885/2006. pelo Fundo Europeu Agrícola de Garantia (FEAGA) e pelo Fundo Europeu Agrícola para o Desenvolvimento Rural (FEADER). até à actualidade. Integrou a equipa do Ministério da Indústria e Energia para os trabalhos da Presidência Portuguesa da CEE. Ambiente. Estágio curricular no Laboratório da Mobil Oil Portuguesa em Cabo Ruivo. curso de Integração Europeia (INA-1985) e curso de Alta Direcção na Administração Pública. relativo ao financiamento da política agrícola comum e do Regulamento (CE) n. os pedidos de apoio que. no âmbito da Comissão Europeia. Licenciatura em Engenharia Química Industrial (IST-1972). Qualidade.º 1782/2003. aconselha a que as respectivas declarações de candidatura e de cultura ou de superfície devam também ser feitas no PU 2009. entidade na tutela do então Ministério do Comércio e Turismo. pelo presente despacho estabelecem-se. Com a criação da Direcção-Geral da Empresa. Nasceu a 29 de Agosto de 1949 em Portimão. do Conselho. Integrou a equipa do Ministério da Economia para os trabalhos da Presidência Portuguesa da União Europeia.ª série — N. desde 2004 até à actualidade. das ajudas às superfícies e das ajudas aos animais. Responsável pela coordenação e acompanhamento de medidas de incentivo no âmbito do PRIME. No quadro do processo de reestruturação e de modernização da Administração Pública. foi nomeado em 2004. e os pedidos relativos à medida designada de apoio específico aos agricultores em regiões desfavorecidas e às medidas agro-ambientais. com a redacção que lhe foi dada pelo despacho normativo n. também. de 1 de Fevereiro. a formalização daqueles pedidos é feita. nas áreas dos Assuntos Europeus. essencialmente. torna-se imprescindível. também. de Nível Avançado (INA-2004). acompanhando os Comités Origem. pelas entidades a quem.º e 26. tendo sido Chefe de Divisão de Produtos Químicos. e em consonância com o que se encontra previsto no Regulamento (CE) n. relativos à Acção «Alteração de modos de produção agrícola». Representante em 2006 e 2007 do Ministério da Economia e da Inovação nas reuniões bilaterais Portugal/Comissão Europeia. desde 2004. Gestão Pública. nomeadamente as medidas 5 e 6 relativas ao Associativismo e às Parcerias Empresariais. Anti-subvenção e Antipráticas ilícitas. a optimização da gestão integrada de outras ajudas. são declarados no pedido único de ajudas (PU 2009). no âmbito do PRODERAM. DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS Gabinete do Secretário de Estado Adjunto. No que respeita ao Programa de Desenvolvimento Rural do Continente (PRODER) e ao Programa de Desenvolvimento Rural da Madeira (PRODERAM).º semestre de 2000. de 2000 a 2002. para o efeito. pelo Instituto Superior Técnico. financiados.º. designadamente em termos de realização de controlos administrativos cruzados. no âmbito deste programa sejam apresentados à Acção «Alteração de modos de produção agrícola». que os novos beneficiários procedam à declaração dos respectivos elementos de identificação no acto da formalização da candidatura e que os antigos beneficiários alterem ou completem os respectivos elementos de identificação constantes na base de dados.

a metodologia.os 1 e 2 do artigo 1. os beneficiários devem proceder à confirmação de todos os dados pré-preenchidos que constam dos respectivos formulários. t) Pedidos de apoio/pagamento relativos ao apoio específico aos agricultores em regiões desfavorecidas (do Programa de Desenvolvimento Rural da Madeira — PRODERAM). dos produtos hortícolas e das flores. pelo IFAP e. no âmbito da fileira dos produtos biológicos. 3 — Antes da formalização dos respectivos pedidos. do arroz.º 1 do artigo 1.º efectua-se. para o efeito. de 21 de Abril. do Conselho. para os pedidos que não incluam a candidatura ao prémio por ovelha e por cabra e ao prémio complementar previstos na alínea n) do n. hortícolas e flores (RAM) no âmbito da fileira das frutas.Diário da República. junto das direcções regionais de agricultura e pescas (DRAP) e das organizações de agricultores reconhecidas para o efeito. venham a ser reconhecidas pelo Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas. b) Proceder. da Comissão. h) Pagamento específico para o algodão.º 796/2004. bem como as alterações de aumento de área ou de efectivo pecuário elegível para pagamento em pedidos anteriormente aprovados no âmbito do PRODER.º 796/2004. determino o seguinte: Artigo 1.º 1782/2003. à alteração dos dados constantes do respectivo formulário de identificação e assinar o correspondente suporte em papel. de bovinos e de ovinos e caprinos. v) Pedidos de pagamento relativos às confirmações dos compromissos às medidas agro-ambientais que se encontram ainda em vigor no âmbito da aplicação do Plano de Desenvolvimento Rural para a Região Autónoma da Madeira (PDRu/M). os procedimentos e os calendários definidos para o pedido único de ajudas (PU). para os pedidos que incluam a candidatura ao prémio por ovelha e por cabra e ao prémio complementar previstos na alínea n) do n. no respectivo acto de recepção.º Alterações aos pedidos 1 — Após a data limite para apresentação do pedido único de ajudas podem ser feitas alterações ao mesmo em conformidade com o previsto na regulamentação comunitária. neste contexto.º 1 «Apoio base aos agricultores madeirenses». com discriminação obrigatória das áreas de pastagens permanentes semeadas biodiversas ricas em leguminosas. os procedimentos e os calendários que devem ser respeitados e tidos em conta por todos os intervenientes. em particular. c) POSEI — declaração das parcelas da exploração e das respectivas áreas e ocupações culturais para a produção de frutas. b) As áreas de vinha nos casos em que o beneficiário apresentou candidatura ao abrigo do Regulamento (CE) n. junto das respectivas entidades competentes.º do Regulamento (CE) n. determinar as competências. nos termos a divulgar pelo IFAP. d) Pagamento específico para o arroz. q) Pedidos de apoio/pagamento relativos à manutenção da actividade agrícola em zonas desfavorecidas (do Programa de Desenvolvimento Rural do Continente — PRODER). c) Prémio às proteaginosas.1 — No pedido único de ajudas devem também ser indicadas: 1. no caso de eventual implementação de uma recepção desmaterializada. e previstos em regulamentação específica para os produtores dos sectores das culturas arvenses.ª série — N. forem divulgadas pelo IFAP. 2 — As alterações referidas no número anterior são efectuadas de acordo com os procedimentos estabelecidos para a recepção do formulário do pedido único de ajudas e até 31 de Maio de 2009. nomeadamente organizações representativas de agricultores. no âmbito do sistema integrado de gestão e de controlo: a) Os animais relevantes para efeitos dos pedidos de apoio/pagamento relativos à manutenção da actividade agrícola em zonas desfavorecidas (continente). (IFAP).º 19 — 28 de Janeiro de 2009 entidades que.º 1 do artigo 1. abrangidos pelo artigo 69.os 1 e 2 do artigo 1. b) Prémio específico à qualidade do trigo duro. das normas de procedimento que. caso ainda não possuam número de identificação do IFAP. Importa. nos seguintes períodos e nos seguintes prazos: a) De 16 de Fevereiro a 15 de Maio de 2009. o) POSEI — Medida n. previsto no Regulamento (CE) n. ao apoio específico aos agricultores em regiões desfavorecidas (RAM).º efectua-se através de recolha informática directa. bem como para efeitos dos pedidos de pagamento às medidas agro-ambientais e ou silvo-ambientais. em execução do Regulamento (CE) n.2 — No pedido único de ajudas devem ainda ser indicadas as declarações para efeitos de candidatura aos pagamentos complementares. 1. d) POSEI — declaração de intenção de beneficiar da ajuda à banana. i) Ajuda transitória ao tomate.º. sem prejuízo dos formalismos a observar. . com assinatura pelos requerentes dos correspondentes suportes em papel.º Local. Artigo 2.º 1 do artigo 1. e a fim de este número lhes ser atribuído. de 21 de Abril. ao abrigo do despacho normativo n. p) POSEI — Ajuda ao abate [Região Autónoma da Madeira (RAM)]. a declaração de participação no prémio ao abate ou na ajuda ao abate previstos nas alíneas m) e p) do n. através de recolha informática directa.1. Assim. sem prejuízo da eventual implementação de uma recepção desmaterializada. da Comissão.º 2/2009. Artigo 3. f) Pagamento por superfície para os frutos de casca rija. na RAM. caso já possuam número de identificação do IFAP e pretendam alterar os dados relativos à sua identificação. e) Ajuda às culturas energéticas.1. g) Ajuda ao tabaco.º 2 — A formalização do pedido único de ajudas e dos pedidos de apoio referidos nos n.3 — No pedido único de ajudas devem também ser declarados. são apresentados num formulário específico (PAS 2010). n) Prémio por ovelha e por cabra e prémio complementar. a tramitação. c) Até 30 de Setembro de 2009. s) Pedido de pagamento relativo às componentes agro-ambientais e silvo-ambientais da Medida «Intervenções territoriais integradas» (PRODER). hortícolas e flores segundo o modo de produção biológico (RAM). os beneficiários devem: a) Preencher. b) POSEI — declaração das áreas para a produção de frutas. k) Ajuda às forragens secas. de 29 de Abril. datas e prazos para a apresentação dos pedidos 1 — A formalização do pedido único de ajudas e dos pedidos de apoio referidos nos n.º 479/2008. do azeite e de azeitona de mesa. o respectivo formulário de identificação e assinar o correspondente suporte em papel.2 — As áreas afectas a pastagens permanentes. 2 — Os pedidos de apoio à Acção «Alteração de modos de produção agrícola». b) De 16 de Fevereiro a 30 de Abril de 2009. P. A recepção é realizada através de recolha informática directa e da assinatura dos correspondentes suportes em papel. u) Pedidos de apoio/pagamento às medidas agro-ambientais (PRODERAM). e inclui os seguintes regimes de ajudas: a) Regime de pagamento único. j) Ajuda às sementes (certificadas). com discriminação das respectivas áreas de bananal (RAM). 1. com recurso ao cartão de cidadão.º Pedido único de ajudas 1 — O pedido único de ajudas (PU) está sujeito ao sistema integrado de gestão e de controlo (SIGC). para o efeito. no continente. seguindo a metodologia. de 13 de Janeiro. à Acção «Protecção da biodiversidade doméstica» da Medida «Valorização dos modos de produção» e ou às componentes agro-ambientais e silvo-ambientais da Medida «Intervenções territoriais integradas». e na Região Autónoma da Madeira (RAM). l) Prémio por vaca em aleitamento e prémio nacional suplementar.º. do Conselho. as normas gerais associadas à função delegada no âmbito da recepção de formulários. através de recolha informática directa. r) Pedido de pagamento relativo às Acções «Alteração de modos de produção agrícola» e «Protecção da biodiversidade doméstica» da Medida «Valorização dos modos de produção» (PRODER). m) Prémio ao abate. de 29 de Setembro. I. 2. com recurso ao cartão de cidadão e com observância.1 — As declarações de superfícies e as declarações de cultura referentes aos seguintes regimes de ajudas: a) POSEI — declaração das áreas de vinha destinadas à produção de vinhos (RAM). 1. 4151 1. quer na apresentação daqueles pedidos quer na apresentação dos pedidos de autorização para permuta e ou de alteração de uso e das comunicações de alteração de uso das parcelas classificadas como pastagens permanentes. junto das entidades que venham a ser designadas competentes para o efeito. 4 — No acto da formalização dos pedidos. a tramitação.

e parcialmente a Directiva n.º 20/2008. Ana Cristina Veloso de Basto Ucha Lopes foi nomeada nos termos do artigo 29. pelas entidades referidas no artigo 2. por força do disposto no n. de 6 de Novembro. devendo.º do despacho normativo n.4152 Diário da República. devem ser apresentadas de 1 a 30 de Setembro de 2009. a assinatura e o carimbo da entidade receptora que procedeu à sua recolha. junto da Direcção Regional dos Assuntos Comunitários da Agricultura (DRACA). ao prémio por vaca em aleitamento e ao prémio por ovelha e por cabra. de 18 de Abril.º Pastagens permanentes — Apresentação dos pedidos de autorização para permuta e ou alteração de uso. a contar da data da respectiva submissão electrónica.º 2/2004.º Âmbito de aplicação O presente despacho não se aplica na Região Autónoma dos Açores. dos pedidos e das comunicações referidas no número anterior. no prazo de 35 dias. no caso das Regiões Autónomas. Isabel Cordeiro Ferreira. devem ser remetidos ao IFAP. Artigo 6. da Comissão de 11 de Dezembro. sobre a sua assinatura. 2.º do presente despacho normativo e termina na data da apresentação do pedido de ajudas do novo titular dos direitos.º e 30. devidamente assinado e rubricado por este. Artigo 7. de 10 de Março.º 3528/2009 O Decreto-Lei n. devem ser apresentadas de 1 a 30 de Setembro de 2009. de 31 de Março. bem como o suporte em papel da identificação do beneficiário.º Datas e períodos de candidatura à reserva nacional e de transferência e cedência de direitos referentes aos sectores dos bovinos.ª série — N. — A Directora de Serviços. do Parlamento Europeu e do Conselho. de 17 de Julho.º do presente despacho. até ao dia 20 de Outubro de 2009. a técnica superior principal da carreira de médico veterinário. sob pena de não aceitação. e a Directiva n. com o parecer prévio previsto no n.º devem ser remetidas ao IFAP. 2 — Os suportes em papel dos pedidos e dos documentos anexos que os integram devem conter.º 142/2006. a qual deve ser efectuada nos 10 dias seguintes à ocorrência que determinou a substituição. bem como para a apresentação das comunicações de alteração de uso relativamente a parcelas classificadas como pastagens permanentes devem ser apresentados.º 3527/2009 Por despacho de 31-12-2008 da Subdirectora-Geral de Veterinária.º do presente despacho normativo. 3 — As alterações aos pedidos de apoio são efectuadas de acordo com os procedimentos definidos para o efeito pelo IFAP e até 31 de Maio de 2009. de 18 de Abril.º 7/2005. com parecer favorável da Secretaria -Geral do Ministério da Agricultura. que estabelece o código comunitário relativo aos medicamentos veterinários. a qual deve ser efectuada nos 20 dias seguintes à ocorrência que determinou a substituição. posicionada no escalão 1. 3 — As candidaturas à reserva nacional relativas aos direitos ao prémio por vaca em aleitamento a efectuar ao abrigo do despacho normativo n.º 24 do anexo II ao despacho normativo n. do mapa de pessoal da Direcção-Geral de Veterinária. no que concerne à Região Autónoma dos Açores.º período de atribuição anual.º e. devendo o técnico receptor apor. no IFAP. devem ser entregues no IFAP. índice 610. que tenham sido objecto de recolha informática directa. 2 — Os formulários referentes às candidaturas à reserva nacional efectuadas ao abrigo dos n.º do citado diploma. Artigo 5.º 2001/82/CE. com a redacção que lhe foi dada pelo despacho normativo n. no prazo de 15 dias a contar da data da sua recepção. Despacho n. de 29 de Julho. do Parlamento Europeu e do Conselho.º Artigo 9. e sobre a data de recepção o carimbo da respectiva entidade receptora. são efectuadas simultaneamente com a formalização do pedido de ajudas.º período de atribuição anual e aplicáveis ao ano de 2010.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 pena de não aceitação por parte do IFAP. 21 de Janeiro de 2009. b) As respeitantes a bovinos devem ser comunicadas ao Sistema Nacional de Informação e Registo Animal (SNIRA) nos prazos estabelecidos no Decreto-Lei n. 13 de Janeiro de 2009. e pelas entidades designadas competentes para o efeito. no período previsto na alínea b) do artigo 2.º 24/2008.º 25/2005. os dados informativos relacionados com a substituição de animais inscritos para o prémio por ovelha e por cabra ser remetidos ao IFAP no prazo de 10 dias úteis a contar da data da substituição. de 20 de Dezembro. os respectivos comprovativos ser enviados ao IFAP no prazo máximo de 10 dias úteis a contar da data de abate e quando se tratar de dados informativos relacionados com a substituição de animais inscritos para o prémio por vaca em aleitamento os mesmos ser enviados ao IFAP no prazo de 7 dias úteis a contar da data da substituição. da mesma carreira e mapa. devendo. 2 — As candidaturas à reserva nacional relativas aos direitos ao prémio por ovelha e por cabra para o 2.º da Lei n. 4 — Os pedidos de transferência e de cedência de direitos ao prémio por ovelha e por cabra efectuam-se no período previsto na alínea b) do artigo 2. durante o mês de Junho.º. 3 — As entidades receptoras devem obrigatoriamente fornecer ao requerente um duplicado do suporte em papel do pedido. Luís Medeiros Vieira. ainda. na categoria de assessor. da Agricultura e das Pescas.º 6 do artigo 29.º Revogação São revogados o despacho normativo n. bem como das comunicações 1 — Os pedidos de autorização para permuta e ou de alteração de uso.º Prazos de entrega no IFAP 1 — O suporte em papel de cada pedido. do Desenvolvimento Rural e das Pescas. ovinos e caprinos 1 — As candidaturas à reserva nacional relativas aos direitos ao prémio por ovelha e por cabra para o 1. de 15 de Janeiro. — O Secretário de Estado Adjunto. quando se tratar de abates compulsivos ou de abates de emergência. no caso dos pedidos da RAM. pelas entidades referidas no artigo 2. e revoga os Decretos-Leis .º 2006/130/CE. alterada pela Lei n. 4 — As comunicações relativas a alterações de efectivos devem ser efectuadas nos seguintes prazos: a) As respeitantes a ovinos/caprinos devem ser remetidas ao IFAP no prazo de 10 dias úteis a contar da data da ocorrência que motivou a redução de efectivo. de 27 de Julho. sempre que tal estiver previsto e sob Direcção-Geral de Veterinária Direcção de Serviços de Administração Despacho (extracto) n. até 21 de Julho e. a efectuar ao abrigo do artigo 4. no prazo de 30 dias. 2 — As entidades referidas no número anterior devem proceder à entrega. 5 — Os pedidos de transferência e de cedência de direitos ao prémio por vaca em aleitamento iniciam-se no período previsto na alínea a) do artigo 2. a conceder de acordo com os critérios definidos no artigo 3.º. junto das entidades referidas no artigo 2.os 2 e 3 do artigo 4. pelas entidades referidas no artigo 2.º 25/2005.º. transpõe para ordem jurídica interna a Directiva n. Artigo 4.º 55/2005. que determina os critérios de isenção da receita veterinária para determinados medicamentos veterinários aplicáveis a animais produtores de alimentos. com excepção do disposto no artigo 7.º 148/2008. tendo direito à remuneração pela nova categoria e escalão desde a data da cessação do exercício de funções dirigentes em 31-03-2007. sendo a mesma responsável pela verificação da existência de todos os elementos constitutivos e formalmente exigidos e pela respectiva entrega atempada de forma organizada e segura. e o despacho normativo n.º 34/2008.º 2004/28/CE. Artigo 8.º do despacho normativo n. 3 — Os formulários referentes às transferências e às cedências de direitos.º 51/2005 de 30 de Agosto.º Formalidades dos pedidos 1 — Os pedidos devem ser formalizados de acordo com as normas gerais associadas à função delegada no âmbito da recepção de formulários divulgadas pelo IFAP. no caso dos pedidos do continente.

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n.os 146/97, de 11 de Junho, 184/97, de 26 de Julho, 232/99, de 24 de Junho, 245/2000, de 29 de Setembro, 185/2004, de 29 de Julho, e 175/2005, de 25 de Outubro. A receita médico-veterinária normalizada é um elemento fundamental de controlo da utilização dos medicamentos de prescrição obrigatória destinados a animais de exploração. Aquela receita é validada pela aposição de vinheta identificativa do médico-veterinário prescritor, nas condições preconizadas para a sua utilização, reforçando o referido controlo. Nos termos do Decreto-Lei n.º 148/2008, de 29 de Julho, o preço de venda da receita médico veterinária normalizada e da vinheta, são fixados pelo director-geral de Veterinária, atendendo aos custos de edição e distribuição. Assim, nos termos do n.º 4 do artigo 119.º do Decreto-Lei n.º 148/2008, de 29 de Julho, determina-se o seguinte: 1 — Cada livro de receitas médico veterinárias normalizadas é constituído por 50 receitas. 2 — As vinhetas apresentam-se em folhas, cada uma delas com 24 vinhetas. 3 — Pela venda dos materiais referidos nos números anteriores são cobrados os seguintes valores: a) Livro de receitas médico veterinárias normalizadas — 25 € (preço unitário); b) Vinhetas — 10 € (conjunto de 5 folhas). 15 de Janeiro de 2009. ― O Director-Geral, Carlos Agrela Pinheiro. Despacho (extracto) n.º 3529/2009

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Por despacho de 24-10-2008 da Subdirectora-Geral de Veterinária, as licenciadas Filomena Isabel Lopes Ventura e Margarida Maria Barreira Antunes Bairrão Falcão Carvalho, técnicas superiores de 2.ª classe da carreira de técnico superior, do mapa de pessoal da Direcção-Geral de Veterinária, foram promovidas a técnico superior de 1.ª classe (escalão 1, índice 460) da carreira de técnico superior, em conformidade com o disposto no artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 54/2000, de 7 de Abril, com efeitos a 30-06-2008. (Isento de fiscalização prévia do Tribunal de Contas.) 16 de Janeiro de 2009. — A Directora de Serviços, Isabel Cordeiro Ferreira.

Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo
Despacho (extracto) n.º 3530/2009 Pelo meu despacho de 14 de Janeiro de 2009, foi autorizada a colocação em situação de mobilidade especial, por opção voluntária, do funcionário abaixo indicado, por preencher os requisitos constantes da alínea b) do n.º 1 do Despacho n.º 27 266-A/2008, do Ministro das Finanças e da Administração Pública, de 17 de Outubro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 207, de 24 de Outubro de 2008, com efeitos a partir do dia seguinte à publicação.

Nome

Modalidade

Carreira

Categoria

Posição Remun.

Nível Remun.

Montante

Joaquim António Reis . . . . . . .

C.T.F.P.

Assistente Técnico . . . . .

Assistente Técnico . . . . .

Entre 6.ª e 7.ª

Entre 11 e 12

1.012,68

19 de Janeiro de 2009. — O Director Regional, João Filipe Chaveiro Libório. Despacho (extracto) n.º 3531/2009 Pelo meu despacho de 15 de Janeiro de 2009, foi autorizada a colocação em situação de mobilidade especial, por opção voluntária, da funcionária abaixo indicada, por preencher os requisitos constantes
Nome Modalidade Carreira

da alínea a) do n.º 1 do Despacho n.º 27 266-A/2008, do Ministro das Finanças e da Administração Pública, de 17 de Outubro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 207, de 24 de Outubro de 2008, com efeitos a partir do dia seguinte à publicação.
Categoria Posição Remun. Nível Remun. Montante

Antónia Rita Martins Mansos Felício

C.T.F.P.

Assistente Operacional

Assistente Operacional

Entre 1.ª e 2.ª

Entre 1 e 2

487,46

19 de Janeiro de 2009. — O Director Regional, João Filipe Chaveiro Libório. Despacho (extracto) n.º 3532/2009 Pelo meu despacho de 7 de Janeiro de 2009, foi autorizada a colocação em situação de mobilidade especial, por opção voluntária, do funcionário abaixo indicado, por preencher os requisitos constantes da alínea b)
Nome Modalidade Carreira

do n.º 1 do Despacho n.º 27266-A/2008, do Ministro das Finanças e da Administração Pública, de 17 de Outubro, publicado no Diário da República, 2.ª Série, n.º 207, de 24 de Outubro de 2008, com efeitos a partir do dia seguinte à publicação.
Categoria Posição Remun. Nível Remun. Montante

Eurico Edgar Mendes da Palma Pires . . .

C. T. F. P.

Assistente Técnico

Assistente Técnico

Entre 6.ª e 7.ª

Entre 11 e 12

1 012,68

19 de Janeiro de 2009. — O Director Regional, João Filipe Chaveiro Libório.

Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, I. P.
Deliberação (extracto) n.º 320/2009 Por deliberação do Conselho Directivo do IFAP, I. P. 18 de Dezembro de 2008: Manuel Borralho Augusto, nomeado para a categoria de Técnico Superior de 1.ª classe, da carreira de Economista, do quadro de pessoal do ex-INGA, escalão 1 e índice 460, com efeitos à data de 18 de Dezembro de 2008. (Não carece de Visto do Tribunal de Contas) 21 de Janeiro de 2009. — O Conselho Directivo: Francisco Brito Onofre — José Egídio Barbeito.

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
Secretaria-Geral
Deliberação n.º 321/2009 Por deliberação da Comissão Directiva do Programa Operacional Valorização do Território (POVT) de 22 de Outubro de 2008, foi ratificado o contrato de delegação de competências, celebrado ao abrigo do disposto no artigo 59.º n.º 2 do Regulamento (CE) n.º 1083/2006 e do artigo 12.º do Regulamento (CE) n.º 1828/2006, da Comissão e

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g) Evidenciar ter condições de sustentabilidade técnica económica e financeira, assegurando as receitas necessárias à cobertura de todos os encargos de exploração e manutenção e das reposições futuras; h) Demonstrar que o financiamento a fundo perdido é essencial para permitir uma tarifa média aceitável para o nível de desenvolvimento económico e social da população, evitando assim uma tarifa excessiva que resultaria da estrita aplicação dos critérios de sustentabilidade económica e financeira; i) Assegurar a existência de um adequado modelo de gestão que permita uma exploração técnica, económica e ambientalmente qualificada e ofereça garantias de cumprimento das obrigações técnicas, financeiras e temporais contratadas; j) Demonstrar que foi dada prioridade à análise da oportunidade para a realização de fusão de sistemas, no contexto da vertente em «alta» que contribuam para geração de economias de escala, de gama ou mais-valias ambientais; l) Demonstrar níveis adequados de integração das soluções técnicas que possibilitem a geração de economias de escala, sob a forma de projectos supramunicipais. No caso de aglomerados muito pequenos ou em habitats dispersos, pode ser técnica e economicamente preferível adoptar sistemas de menor escala ou sistemas apropriados de baixo custo, esta opção deve ser ponderada; m) Demonstrar, nos casos em que existam já níveis de atendimento em abastecimento de água acima de 80 % e em saneamento de águas residuais acima dos 70 %, que foi ponderada a utilização de soluções de menor escala, em função do seu custo e eficiência que poderão envolver diferentes tipos de soluções e de modelos de gestão. Esta ponderação é obrigatória, condicionando as soluções técnicas e de gestão a adoptar; n) Demonstrar compatibilidade e alinhamento com os objectivos do planeamento de recursos hídricos da respectiva bacia hidrográfica, respeitando as obrigações decorrentes do Decreto-Lei n.º 58/2005, de 29 de Dezembro, com as suas alterações subsequentes; o) Enquadrar-se nos programas de medidas visando a protecção do meio aquático e a melhoria da qualidade das águas em função dos seus principais usos nos termos do Decreto-Lei n.º 236/98, de 1 de Agosto; p) Verificar o cumprimento da legislação ambiental (nacional e comunitária). 5 — Para o exercício das competências referidas nas alíneas a) a o) do número anterior o segundo outorgante adopta as check list do Programa. 6 — Na apreciação do mérito das candidaturas referido na alínea a) do n.º 1, o segundo outorgante compromete-se a analisar e a apresentar uma proposta fundamentada do mérito de cada candidatura, tendo por base os critérios de selecção aprovados pela Comissão de Acompanhamento do POVT e a metodologia divulgada no respectivo Aviso de Abertura. 7 — Para o exercício das competências referidas no número anterior o segundo outorgante apresenta a Ficha de Apuramento de Mérito para cada candidatura em vigor no POVT, com a pontuação que propõe seja atribuída a cada critério e subcritério de selecção. 8 — As competências delegadas no segundo outorgante no âmbito do presente contrato não são susceptíveis de subdelegação. Cláusula 3.ª Obrigações dos outorgantes 1 — No quadro da interacção funcional entre as partes, o primeiro outorgante compromete-se no âmbito das suas competências a: a) Emitir directrizes e ou orientações vinculativas sobre o modo como devem ser exercidas as competências delegadas no segundo outorgante e que se revelem necessárias para assegurar a boa gestão do Eixo II, bem como para dar cumprimento às directrizes dos órgãos de governação do QREN e das autoridades comunitárias; b) Informar o segundo outorgante sobre directrizes e ou orientações com carácter vinculativo, no quadro da gestão geral do Programa Operacional e que também se devam aplicar no exercício das competências delegadas; c) Acompanhar a execução do presente contrato mediante a realização, entre outras, de acções de verificação junto do segundo outorgante; d) Definir os períodos relativos à abertura, suspensão e encerramento de candidaturas e a dotação de Fundo de Coesão a associar a cada concurso ou período de apresentação de candidaturas em consonância com o segundo outorgante. e) Disponibilizar ao segundo outorgante toda a informação relevante, resultante do exercício das competências próprias, em ordem a facilitar o exercício das competências delegadas; f) Indicar o(s) elemento(s) do Secretariado Técnico da Autoridade de Gestão do POVT, responsável pela interlocução com a estrutura técnica do segundo outorgante;

artigo 60.º, n.º 1, alínea d), n.º 8, alínea a) e n.º 9 do artigo 61.º e do artigo 63.º do Decreto-Lei n.º 312/2007, de 17 de Setembro, republicado pelo Decreto-Lei n.º 74/2008, de 22 de Abril, entre o Programa Operacional Valorização do Território e o Instituto da Água, I. P. (INAG), na qualidade de organismo intermédio, o qual foi previamente aprovado pela Comissão Ministerial de Coordenação do POVT, em 31 de Julho de 2008, com as seguintes cláusulas: Cláusula 1.ª Objecto do contrato 1 — O presente contrato estabelece e define a delegação de competências do primeiro outorgante no segundo outorgante para efeitos do Eixo II do POVT, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento». 2 — A delegação de competências referida no número anterior é aplicável às candidaturas de operações cuja tipologia se enquadra nas alíneas a) a f) do n.º 3 e no n.º 4 do artigo 5.º do Regulamento Específico do Eixo Prioritário II do POVT. Cláusula 2.ª Competências delegadas 1 — Nos termos do previsto no n.º 1 do artigo 45.º do Decreto-Lei n.º 312/07, de 17 de Setembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 74/2008, de 22 de Abril, em conjugação com a alínea a) do n.º 8 do artigo 61.º do mesmo diploma são delegadas no segundo outorgante, as seguintes competências, nos termos definidos nos números seguintes, a realizar e a documentar conforme a orientação do primeiro outorgante: a) Apreciar a aceitabilidade e o mérito das candidaturas a financiamento pelo PO, assegurando designadamente que as operações são seleccionadas em conformidade com os critérios aplicáveis ao PO; b) Garantir o cumprimento da legislação e dos normativos aplicáveis designadamente no domínio do ambiente; c) Verificar que foram fornecidos os produtos e os serviços financiados; d) Assegurar a recolha e o tratamento de dados físicos, financeiros e estatísticos sobre a execução para a elaboração dos indicadores de acompanhamento e para os estudos de avaliação estratégica e operacional. 2 — Para além das referidas no número anterior são ainda competências do segundo outorgante: a) A apreciação e aprovação dos Documentos de Enquadramento Estratégico (DEE) apresentados pelas entidades gestoras; b) A verificação do alinhamento da operação com os objectivos definidos no PEAASAR 2007-2013; c) A verificação do alinhamento da operação com os objectivos da ENEAPAI quando estiver em causa o tratamento de efluentes agro-pecuários e ou agro-industriais; d) A verificação da articulação com os vários Organismos sempre que a operação tenha complementaridade com outros Programas de financiamento; e) O acompanhamento técnico da execução física das operações co-financiadas e a elaboração dos respectivos relatórios. 3 — No âmbito da selecção das operações respeitantes às tipologias das alíneas a), b), c), d) e) e f) do n.º 3 e do n.º 4 do artigo 5.º do mesmo Regulamento Específico segundo outorgante avaliará o mérito das operações no que se refere aos critérios de selecção, constantes do seu Anexo que lhes são aplicáveis. 4 — O segundo outorgante verificará ainda se as operações candidatadas satisfazem as seguintes condições de admissibilidade e aceitabilidade, previstas nos artigos 5.º, 6.º, 7.º e 8.º do Regulamento Específico «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», a documentar conforme orientação do primeiro outorgante: a) O enquadramento no Documento de Enquadramento Estratégico (DEE) do respectivo Sistema, de acordo com o definido no artigo 3.º do Regulamento Específico do Eixo Prioritário II; b) O enquadramento do Beneficiário e da Operação; c) Os documentos de licenciamento e enquadramento ambiental constantes do dossier da candidatura; d) Os documentos necessários para a verificação do cumprimento das condições específicas de admissibilidade e aceitabilidade da operação; e) Os documentos necessários para o apuramento do mérito da operação; f) As condições gerais de admissão nos termos do n.º 1 do artigo 11.º do Regulamento Geral FEDER e Fundo de Coesão;

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g) Promover reuniões periódicas, pelo menos uma vez por ano, entre os outorgantes, em ordem a uma maior eficiência, complementaridade e sinergia das tarefas de gestão próprias e delegadas; 2 — No quadro da interacção funcional entre as partes, o segundo outorgante compromete-se a: a) Manter as capacidades institucionais técnicas e administrativas necessárias para exercer a presente delegação de competências de forma eficiente e profissional, até ao encerramento do POVT ou do seu Eixo II se este encerrar primeiro; b) Colaborar na apreciação e emitir parecer técnico relativo aos documentos enviados pelos Beneficiários a pedido do primeiro outorgante; c) Adoptar todas as disposições previstas no Regulamento específico para a gestão do Eixo II do POVT, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», nos Manuais de Procedimentos, formulários e documentos, instruções e check lists de análise e sistemas de registo criados pela Autoridade de Gestão, com aplicação ao referido Eixo e competências delegadas; d) Emissão de pareceres no âmbito do acompanhamento da realização das operações co-financiadas e do respectivo de encerramento, nos termos a definir pelo primeiro outorgante; e) Apoiar o primeiro outorgante, em moldes a acordar, em todas as iniciativas de avaliação do Eixo II, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», e do POVT; f) Garantir o cumprimento das directrizes, das orientações e das recomendações formuladas pelas autoridades nacionais e comunitárias competentes; g) Facilitar ao primeiro outorgante e as entidades por ele indicadas o acesso aos sistemas de informação, bem como colocar à sua disposição toda a documentação necessária à realização de acções de acompanhamento e auditorias; h) Conservar, pelos prazos exigidos na legislação nacional e comunitária, toda a documentação relativa à gestão do Eixo Prioritário II do POVT, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento»; i) Disponibilizar todas as evidências dos procedimentos que utilizou na análise, acompanhamento e verificação da execução das operações; j) Colaborar com o primeiro outorgante no exercício das competências não delegadas; k) Participar nas reuniões da Comissão de Acompanhamento (CA) do POVT, nos termos estabelecidos no respectivo Regulamento Interno. Cláusula 4.ª Dotação financeira 1 — A dotação do Fundo de Coesão associada ao presente contrato tem como montante máximo de referência o total 803 milhões de euros para o período de programação 2007-2013, correspondente à dotação do Eixo II do POVT. 2 — O montante referido no número anterior destina-se ao cumprimento dos objectivos e metas do domínio de intervenção Eixo II do POVT, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», incluindo os indicadores de realização e de resultado, de acordo com as regras de execução financeira anual do Fundo de Coesão. 3 — O montante fixado no n.º 1 da presente cláusula pode ser alterado em função de futuras reprogramações do POVT, com efeitos na programação financeira do Eixo II, inclusive as decorrentes do não cumprimento da regra N+3 e N+2 e de outras disposições regulamentares aplicáveis Cláusula 5.ª Indicadores de realização e de resultado Os indicadores de realização e de resultado a alcançar pelas operações são os que respeitam ao Eixo II do POVT, Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», e que podem ser alterados caso seja exercida a prorrogativa prevista no n.º 3 da cláusula 4.ª Cláusula 6.ª Tipologia das operações As tipologias de operações que podem beneficiar do financiamento do Fundo de Coesão do Eixo II do POVT, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», abrangidas pelo presente Contrato são as previstas nas alíneas a) a f) do n.º 3 e no n.º 4 do artigo 5.º do respectivo Regulamento específico, aprovado pela CMC deste Programa. Cláusula 7.ª Taxa máxima de financiamento 1 — A taxa máxima de co-financiamento do Fundo de Coesão para as operações a aprovar no âmbito do Eixo II, «Rede Estruturante de

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Abastecimento de Água e Saneamento», do POVT, é de 70 % e incide sobre a despesa elegível. 2 — O primeiro outorgante poderá propor o ajustamento da taxa referida no número anterior em função da necessidade de convergência para a taxa de co-financiamento média programada no Eixo Prioritário II do POVT. Cláusula 8.ª Relatórios de execução 1 — O segundo outorgante obriga-se a apresentar ao primeiro outorgante contributos para os relatórios anuais de execução das operações cuja gestão e objecto da presente delegação, com o conteúdo indicativo constante do Anexo II. 2 — O contributo para os relatórios anuais será apresentado ao primeiro outorgante nos três meses seguintes ao ano civil a que respeita, devendo o primeiro ser apresentado até 31 de Março de 2009. Cláusula 9.ª Irregularidades O segundo outorgante obriga-se a disponibilizar todos os elementos que permitam ao primeiro outorgante cumprir adequadamente as suas obrigações quanto à manutenção de uma contabilidade dos montantes de financiamento eventualmente a recuperar no termos do artigo 20.º do Regulamento n.º 1828/2006 da Comissão e de comunicação de irregularidades às entidades competentes, nos termos do disposto nos artigos 27.º a 36.º daquele Regulamento. Cláusula 10.ª Cumprimento da legislação e normas aplicáveis Os outorgantes comprometem-se, durante a vigência do contrato e no exercício das competências próprias e delegadas, a respeitar e fazer respeitar o cumprimento da legislação nacional e comunitária aplicável, nomeadamente em matéria de Fundos Estruturais e do Fundo de Coesão (Regulamento (CE) n.º 1083/2006, de 11 de Julho, Regulamento (CE) n.º 1084/2006, de 11 de Julho, Regulamento (CE) n.º 1828/2006, de 8 de Dezembro, e Regulamento Geral do FEDER e Fundo de Coesão elaborado pelo IFDR e aprovado pela Comissão Ministerial do QREN em 4 de Outubro de 2007), bem como em matéria de sistemas de gestão e controlo e ambiente, contratos públicos, publicidade e informação das acções financiadas pelo POVT. Cláusula 11.ª Aprovação dos financiamentos 1 — As decisões de financiamento de operações incumbem ao primeiro outorgante e respeitarão o artigo 16.ºdo Regulamento específico do Eixo II, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», do POVT 2 — O segundo outorgante obriga-se a disponibilizar ao primeiro outorgante, nos moldes e prazos por este fixados, a informação decorrente das análises efectuadas. 3 — As decisões de financiamento de operações que estejam abrangidas pelo n.º 2 do artigo 16.ºdo Regulamento específico do Eixo II, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», do POVT carecem de confirmação pela CMC. 4 — No caso dos Grandes Projectos (custo total superior a 25 milhões de euros), previstos nos artigos 39.º a 41.ºdo Regulamento (CE) n.º 1083/2006, os que reúnam condições de aprovação serão submetidos a decisão da Comissão Europeia, após concordância prévia da CMC. Cláusula 12.ª Registo da execução A execução física das operações cuja gestão e objecto de delegação será registada através da introdução e actualização dos dados das operações, pelo segundo outorgante, no Sistema de Informação do POVT, de acordo com as orientações da Autoridade de Gestão. Cláusula 13.ª Informação e publicidade Cabe ao segundo outorgante, em articulação com o primeiro outorgante colaborar nas acções previstas no Plano de Comunicação com referência ao Regulamento Específico do Eixo II, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento».

16 de Dezembro de 2008. Anexo II — Estrutura e conteúdo indicativo do contributo para o Relatório Anual de Execução do POVT.ª série.º do Código do Procedimento Administrativo.º 2310/2008. 2 — O contrato pode ainda ser denunciado com base no incumprimento da manutenção dos requisitos subjacentes ao exercício da delegação de competências objecto do presente contrato e previstos no Regulamento (CE) n. informação e disseminação.4156 Cláusula 14. bem como os funcionários habilitados das Instituições Comunitárias e respectivos representantes autorizados.ª Assistência técnica 1 — Os custos incorridos pelo Organismo Intermédio para a gestão.º 1083/2006. por iniciativa de qualquer um dos outorgantes. de 30 de Maio. de 18 de Dezembro. Cláusula 17. os regulamentos aplicáveis e as orientações técnicas do Conselho Directivo e no âmbito da respectiva Unidade: Autorizar/Decidir: 2. para introdução das alterações que se revelem pertinentes e ainda das que decorram da modificação das circunstâncias que determinaram os seus termos..3 — Os pedidos de justificação de faltas.º 3 do artigo 28. publicada no Diário da República. considerando-se exonerado do anterior lugar a partir da data da publicação no Diário da República. De acordo com o n. Centro Distrital de Segurança Social do Porto Despacho (extracto) n. de 25 de Agosto de 2008. — A Subdirectora. delego ou subdelego.) 16 de Janeiro de 2009. ficando desde já ratificados todos os actos no entretanto praticados pelo dirigente . pela Autoridade de Certificação e pela Autoridade de Auditoria. incluindo o pessoal devidamente mandatado pela Autoridade de Gestão. execução e acompanhamento e controlo do Eixo II. P.ª Disponibilização de documentos Diário da República.º 2 do artigo 36. — A Presidente da Comissão Directiva. com excepção da que for dirigida ao Presidente da República. I.2 — As férias. no âmbito de trabalhos de verificação. Cláusula 20. requerida pela Rodoviária do Tejo. 2 — O presente contrato vigora até três anos após o encerramento do POVT ou do seu Eixo II.º 2504/2009 Por despacho de 30 de Dezembro de 2008 da Subdirectora do Instituto Nacional para a Reabilitação. acompanhamento.º do Regulamento (CE) n. mediante concurso interno geral para admissão a estágio. com sede na Rua do Nogueiral (Edifício Galinha) Apartado 46 — 2354-413 Torres Novas. I.ª Classe.ª Elementos integrantes do contrato Fazem parte integrante do presente Contrato os seguintes anexos: Anexo I — Comunicação do segundo outorgante. I. salvaguardando situações de mero expediente ou de natureza urgente. de 30 de Julho. «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento». de 8 de Dezembro. à Provedoria da Justiça e a outras entidades de idêntica ou superior posição na hierarquia do Estado. auditorias e verificações no local das operações. nos termos legais aplicáveis. 2 — O segundo outorgante garante igualmente que são fornecidos às entidades referidas no número anterior os extractos ou cópias dos documentos considerados adequados a prossecução dos objectivos dos mencionados trabalhos. 2 — Para efeitos do disposto no número anterior deverá o segundo outorgante submeter. prazos e circuitos inerentes à operacionalização do presente contrato serão definidos e aprovados pelos outorgantes.º do mesmo diploma legal. sejam observados os condicionalismos legais.º 3 do artigo 62. bem como o respectivo gozo.º 3533/2009 No uso dos poderes que me são conferidos no anexo à Portaria 638/2007.1 — Assinar a correspondência relacionada com assuntos de natureza corrente necessária ao normal funcionamento dos serviços. Cláusula 18. I.ª Vigência e produção de efeitos 1 — O presente contrato produz efeitos no dia seguinte ao da sua aprovação pela Comissão Ministerial de Coordenação. Cláusula 19. com poderes de subdelegação. avaliação. o dirigente referido no presente despacho pode subdelegar as competências ora delegadas e subdelegadas. remunerado pelo escalão 1. S. 3 — Excepcionalmente. 2.º 1083/2006 e no Decreto-Lei n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres.º 2503/2009 Por despacho de 03 de Dezembro de 2008.. A.ª Revisão do contrato 1 — O presente contrato pode ser revisto. na Directora de Unidade de Assuntos Jurídicos e de Contencioso. 4 — A mobilidade de pessoal dentro da respectiva Unidade. n. a primeira candidatura anual a apresentar reportar-se-á aos custos com assistência técnica relativos aos anos de 2007 e 2008. I. por parte de qualquer dos outorgantes. são elegíveis para efeitos de co-financiamento.º do Regulamento (CE) n. à Assembleia da República. Técnica Superior de 2. certificação e auditoria e dos organismos mencionados no n. 2 — Em matéria de recursos humanos desde que precedendo o indispensável e prévio cabimento orçamental. 2. Helena Pinheiro de Azevedo. se constituírem despesas relacionadas com a análise e selecção de candidaturas. Cláusula 16. Isabel Margarida Barbosa Raínho. Deolinda Picado.º 74/2008. se este encerrar primeiro. 2. 301143982 1 — O segundo outorgante obriga-se a disponibilizar para consulta às pessoas e aos organismos competentes. Luís Teixeira. anualmente. 2 — Qualquer revisão do presente contrato carecerá da aprovação da CMC. passando a designar-se Caldas da Rainha — Salir do Porto. uma candidatura ao POVT. MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL Instituto Nacional para a Reabilitação. antes da aprovação do plano de férias.ª série — N. P. 15 de Janeiro de 2009. Cláusula 15. P. bem como das actividades destinadas a reforçar a capacidade administrativa e técnica para a sua execução. de 22 de Abril.º 1 do artigo 19. designadamente no n. A presente delegação de competências é de aplicação imediata.1 — Os planos de férias e as respectivas alterações. foi nomeada Anabela da Cruz Ramalho Fidalgo Rosa.º 404-A/98.º 312/2007. (Não carece de fiscalização prévia do Tribunal de Contas. 3 — A instrução de processos administrativos.ª Procedimentos. que torne impossível ou dificulte seriamente a realização dos seus objectivos. e dos que me foram delegados pela deliberação n. os documentos referidos no n..º 163 2. consultas ou exames complementares de diagnóstico e tratamento ambulatório. confere ao outro o direito de rescisão do mesmo. 2. prazos e circuitos Os procedimentos. P. do Conselho Directivo do Instituto de Segurança Social. das cláusulas do presente contrato. republicado pelo Decreto-Lei n. a competência para a prática dos seguintes actos: 1 — Em matéria de gestão em geral: 1. dentro dos limites legais e por conveniência de serviço. ao Governo e aos titulares destes órgãos de soberania.º 1828/2006 da Comissão. índice 400 da tabela anexa ao Decreto-Lei n.4 — Os processos relacionados com dispensas para amamentação. bem como a acumulação parcial com as férias do ano seguinte. Aviso n.ª Rescisão do contrato 1 — O incumprimento.P. — O Director Regional de Mobilidade e Transportes de Lisboa e Vale do Tejo. incluindo a dirigida aos tribunais. foi autorizada a alteração de percurso da carreira de serviço público de passageiros entre Caldas da Rainha — Casais da Boavista. Aviso n. do Vogal do Conselho Directivo deste Instituto. Instituto da Segurança Social.

º 2 do artigo 128. 1. 3.10 — Autorizar os enfermeiros pertencentes à Maternidade do Dr. do Conselho Directivo do Instituto de Segurança Social. nos termos do artigo 137. até ao montante de € 1500 referentes a um único processamento. referentes a um único processamento e até ao montante de € 500 mensais. na Directora da Unidade de Desenvolvimento Social. 1.2 — Homologar as avaliações de desempenho do pessoal de enfermagem. . e aprovar os respectivos planos anuais. 3. durante o limite máximo de um ano.1 — Assinar a correspondência relacionada com assuntos de natureza corrente necessária ao normal funcionamento dos serviços. Alfredo da Costa Deliberação n. Alfredo da Costa de 02-12-2008. 2. as seguintes competências: 1. quando de carácter regular. 2. à Provedoria da Justiça e a outras entidades de idêntica ou superior posição na hierarquia do Estado. nos termos do artigo 137.3 — Justificar faltas. a competência para a prática dos seguintes actos: 1 — Em matéria de gestão em geral: 1. I. Luís Cunha.º 3534/2009 No uso dos poderes que me são conferidos no anexo à Portaria 638/2007.3 — Os pedidos de justificação de faltas.1 — Os planos de férias e as respectivas alterações. 3. Alfredo da Costa a enfermeiros em formação cujas escolas o solicitem. 2 — Foi ainda deliberado atribuir à enfermeira-directora a responsabilidade pela gestão corrente e coordenação da área de serviço social.11 — Autorizar o exercício de funções em tempo parcial. durante o limite máximo de um ano. de 14 de Janeiro de 2009. 2. relativamente ao pessoal de enfermagem e auxiliar de acção médica adstrito à direcção de enfermagem.º do Código do Procedimento Administrativo e do preceituado no n. Croft Moura. bem como a acumulação parcial com as férias do ano seguinte. n. proferida por delegação de competências: 1 — Ao abrigo do disposto nos artigos 35. à Assembleia da República.º 322/2009 Por deliberação do Conselho de Administração da Maternidade Dr. Sub-Região de Saúde de Viseu Aviso (extracto) n. 1.2 — Efectuar o cálculo das comparticipações a conceder às IPSS. de 30 de Julho.12 — Fixar os horários de trabalho específicos e autorizar os respectivos pedidos.º 2310/2008. de acordo com o respectivo regulamento.º 4 do artigo 6. 3. 1. n. 2. nos termos da alínea a) do n. ao Governo e aos titulares destes órgãos de soberania. publicada no Diário da República.1687. e no usa da faculdade conferida pelo despacho do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde n. José Carlos Coelho Ferreira de Almeida. de 25 de Agosto de 2008.8 — Autorizar. o gozo de férias. Despacho n. quando de carácter regular. dentro dos limites legais e por conveniência de serviço. mestre Maria Gabriela Matos F. 21 de Janeiro de 2009. 2. durante o limite máximo de um ano. no âmbito das matérias por ela abrangidas.2 — Conceder o estatuto de trabalhador-estudante. sejam observados os condicionalismos legais.ª série — N. e até ao montante de € 500 mensais. De acordo com o n. relativamente ao pessoal de enfermagem. 2 — Em matéria de recursos humanos.º 2505/2009 Relativamente aos despachos n. 1. os regulamentos aplicáveis e as orientações técnicas do Conselho Directivo: 3.1688 e 1689/2009.7 — Autorizar o pagamento de alojamento e rendas de casa para pessoas e famílias em situações de desalojamento e emergência social.4 — Autorizar o pagamento de apoios complementares aos beneficiários do rendimento social de inserção.4 — Os processos relacionados com dispensas para amamentação. reuniões. congressos.º 9. 1. delego ou subdelego. 1.º 72. A presente delegação de competências é de aplicação imediata. mesmo nos casos de acumulação. Alfredo da Costa a integrar júris de concursos em outras instituições.º do Código do Procedimento Administrativo.º 3 do artigo 28.1 — Autorizar o pagamento de despesas pelo fundo de maneio. nos termos legais aplicáveis. de 30 de Maio. 1. até ao montante de € 1500 referentes a um único processamento e até ao montante de € 500 mensais.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 em causa. no âmbito das matérias por ela abrangidas. n.º do Decreto-Lei n. no âmbito dos acordos de cooperação. quando de carácter regular. 2.9 — Autorizar subsídios para aquisição de ajudas técnicas até ao limite de € 1000. vigor..9 — Conceder o estatuto de trabalhador-estudante ao pessoal de enfermagem e auxiliar de acção médica adstrito à direcção de enfermagem. consultas ou exames complementares de diagnóstico e tratamento ambulatório.5 — A mobilidade de pessoal dentro da respectiva Unidade. 4157 MINISTÉRIO DA SAÚDE Administração Regional de Saúde do Centro. o conselho de administração da Maternidade Dr.3 — Autorizar a concessão de subsídios de precariedade económica a indivíduos e famílias até ao montante de € 1500.º 10724/2008. 2. Alfredo da Costa delibera delegar e subdelegar na enfermeira Directora.º do Código do Procedimento Administrativo.4 — Aprovar os horários mensais do pessoal de enfermagem. incluindo a dirigida aos tribunais.1 — Autorizar a realização de visitas de estudo e estágios na Maternidade Dr.º 2 do artigo 36. 1.5 — Autorizar as faltas e ausências ao serviço ao pessoal de enfermagem e auxiliar de acção médica adstrito à direcção de enfermagem. de 20 de Agosto. com excepção da que for dirigida ao Presidente da República. 3.º 163.6 — Celebrar contratos com amas e famílias de acolhimento para crianças e jovens e para idosos e adultos com deficiência e autorizar o pagamento dos montantes referentes à retribuição. declara-se que os mesmos produzem efeitos à data em que foram praticados.6 — Autorizar. cursos de formação ou outras iniciativas semelhantes que decorram no território nacional. nos termos legais.ª série. mesmo nos casos de acumulação. 20 de Janeiro de 2009. manutenção do acolhido e despesas extraordinárias. desde que respeitados os normativos legais e.º a 37. durante o limite máximo de um ano. 1.Diário da República. 2. Alfredo da Costa a acumular funções em outros organismos.P. até ao montante de € 1500 referentes a um único processamento e até ao montante de € 500 mensais. 2. desde que precedendo o indispensável e prévio cabimento orçamental.º 188/2003. sem encargos para o hospital. desde que precedendo o indispensável e prévio cabimento orçamental. — O Coordenador. designadamente no n. a inscrição e participação em estágios. — O Director do Centro Distrital do Porto. publicado no Diário da República. salvaguardando situações de mero expediente ou de natureza urgente. Luís Cunha. antes da aprovação do plano de férias. — O Director.5 — Autorizar o pagamento dos apoios previstos no âmbito da promoção e protecção das crianças e jovens em risco.4 — Autorizar o exercício de funções em tempo parcial.7 — Autorizar os enfermeiros pertencentes ao quadro da Maternidade do Dr. 2. bem como comissões gratuitas de serviço previstas na legislação em vigor. 2. Maria Fernanda Rodrigues de Carvalho Guerra. sejam observados os condicionalismos legais. seminários. 3 — Em matéria de segurança social. Hospitais Civis de Lisboa Maternidade do Dr. 1. e aprovar os respectivos planos anuais. bem como o respectivo gozo. 3. colóquios.2 — As férias. de 1 de Abril.8 — Promover a organização dos processos técnico-administrativos relativos a pedidos de licenciamento.1 — Autorizar o gozo de férias. publicados no Diário da República. 20 de Janeiro de 2009.º do Código do Procedimento Administrativo. de 11 de Abril de 2008. ficando desde já ratificados todos os actos no entretanto praticados pelo dirigente em causa. e dos que me foram delegados pela deliberação n.ª Série. P. quando de carácter regular. 3. I. os regulamentos aplicáveis e as orientações técnicas do Conselho Directivo e no âmbito da respectiva Unidade: Autorizar/Decidir: 2. o dirigente referido no presente despacho pode subdelegar as competências ora delegadas e subdelegadas.3 — Proceder à movimentação interna do pessoal de enfermagem.º s 1686.ª série. desde que devidamente justificadas na lei ou em normativo interno. nos termos legais.5 — Fixar os horários de trabalho específicos e autorizar os respectivos pedidos.º do Código do Procedimento Administrativo. nela delegando para o efeito as seguintes competências: 2.º do mesmo diploma legal. 3. com poderes de subdelegação. 2.

proferida por delegação de competências: 1 — Ao abrigo do disposto nos artigos 35.º do Código do Procedimento Administrativo e do preceituado no n.º 259/98. desde que destas não resultem acréscimos de despesas.2 — Conceder o estatuto de trabalhador-estudante. incluindo os destinados a assegurar a presença portuguesa em quaisquer reuniões ou instâncias de âmbito comunitário. 1. 2. 2. e aprovar os respectivos planos anuais. nas áreas sob a sua coordenação: 2. n. de 18 de Agosto. 2. 2.9 — Autorizar a concessão e o pagamento de abonos. 2.º 4 do artigo 6. desde que devidamente justificadas na lei ou em normativo interno. Dr.4158 Diário da República. 2.ª Série). 2.6 — Autorizar comissões gratuitas de serviço.3 — Justificar faltas. com excepção das relativas ao pessoal de enfermagem.º do CPA. — A Vogal Executiva do Conselho de Administração. Alfredo da Costa delibera delegar e subdelegar no Director Clínico. de 29 de Janeiro. no seu âmbito tenham sido entretanto praticados. dispensas e quaisquer outras regalias a que os funcionários tenham direito. de 18 de Agosto. 2. até ao limite de 15 dias por ano civil. 2. dirigente e de chefia e assinar os respectivos termos.º 3 do artigo 27. 2. proferida por delegação de competências.º. no âmbito dos serviços de acção médica. Margarida Moura Theias. mesmo no caso de acumulação. 2.9 — Assinar termos de responsabilidade relativos às deslocações de utentes a outras unidades de saúde para efeitos de realização de exames e outros tratamentos que a Maternidade Dr. de 29 de Janeiro.º n. 3 — No âmbito da gestão orçamental: 3. a responsabilidade pelas áreas e serviços do hospital que lhe estão habitualmente confiados. de 20 de Agosto. competências para a prática dos seguintes actos. Alfredo da Costa. 2. reuniões. aprovado pelo Decreto-Lei n. 1. Alfredo da Costa de 16-12-2008. e aprovar os respectivos planos anuais.º 18/2008. de descanso complementar e de feriados ao pessoal dirigente e de chefia.º do mesmo diploma. reuniões. Doutor Jorge da Cunha Branco. 2.º 10724/2008. ao abrigo do disposto nos artigos 35. aprovado pelo Decreto-Lei n.º 18/2008. colóquios.os 1 e 2 do Decreto-Lei n. Deliberação n.ª série — N. inclusive nas situações de acumulação. 1. 2 — Delegar e subdelegar no Presidente do Conselho de Administração. para alem dos limites fixados nos n. 2. nos termos do n.º 72. até ao limite de 15 dias por ano civil.6 — Autorizar faltas e ausências ao serviço ao pessoal médico. À Vogal Executiva do Conselho de Administração.1 — Autorizar o gozo de férias.os 1 e 2 da citada disposição legal e com a observância do disposto no n. Serviço de Aprovisionamento. de 1 de Abril. locação e aquisição de bens e serviços.2 — Autorizar a disponibilização de dados clínicos às entidades competentes para os solicitar. seminários. o Conselho de Administração da Maternidade Dr. congressos. de 29 de Janeiro. sem encargos para o hospital. até 30 dias por ano.2 — Conceder o estatuto de trabalhador-estudante. aprovado pelo Decreto-Lei n. de 8 de Junho e 109. Alfredo da Costa não tenha condições para prestar. É ainda conferido ao actual Director Clínico a faculdade de subdelegar as competências que agora lhe são delegadas. designar os júris dos procedimentos. seminários. nos termos legais. renovação.1 — Autorizar a realização de visitas de estudo e estágios na Maternidade Dr. 2. 1. 2. Prof.12 — Conferir posse ao pessoal médico.11 — Homologar as avaliações de desempenho.2 — Nos termos dos artigos 109. o gozo de férias. 3.15 — Autorizar a inscrição e participação dos trabalhadores. 2.º a 37.º 1 e 67. e no uso da faculdade conferida pelo despacho do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde n. as seguintes competências: 1.4 — Autorizar. e aprovar os respectivos planos anuais. — A Vogal Executiva do Conselho de Administração. publicado no Diário da República. nos termos da alínea d) do n. Alfredo da Costa de 02-12-2008. Esta deliberação produz efeitos desde 01 de Fevereiro de 2008. relativamente aos médicos internos do internato médico.º 323/2009 Por deliberação do Conselho de Administração da Maternidade Dr. relativamente a procedimentos que não excedam o montante de € 125. ficando por este meio ratificados todos os actos que. para o efeito. 1. cursos de formação ou outras iniciativas semelhantes que decorram mo território nacional.º 188/2003. comissões gratuitas de serviço. Alfredo da Costa delibera: 1 — Distribuir pelo presidente do Conselho de Administração e pela Vogal Executiva a coordenação das áreas de gestão da Maternidade Dr.1 — Autorizar despesas com empreitadas de obras publicas.4 — Fixar os horários de trabalho específicos e autorizar os respectivos pedidos.º 10724/2008. Doutor Jorge da Cunha Branco.º 169/2006. de 1 de Abril. 2.º 1 do artigo 30.3 — Conceder adiantamentos a empreiteiros e fornecedores de bens e serviços. o Conselho de Administração da Maternidade Dr.º e 293. Alfredo da Costa. de .5 — Autorizar comissões gratuitas de serviço. 2. relativamente ao pessoal das carreiras médicas. Margarida Moura Theias. publicado no Diário da República. excepto nas suas ausências. a responsabilidade pela gestão corrente e coordenação do Serviço de Admissões e Informações. 3. 2.8 — Autorizar. previstos nos artigos 17. nos termos da legislação aplicável e com observância do disposto no Despacho n.3 — Justificar faltas. a inscrição e participação em estágios.14 — Autorizar a prestação e o pagamento de trabalho em dias de descanso semanal.000. do Conselho da Europa e da organização Mundial de Saúde. Abílio Jorge Ferreira Lacerda. e do Serviço de Recursos Humanos. bem como comissões gratuitas de serviço previstas na legislação em vigor.º 867/2002 (2.5 — Autorizar médicos pertencentes ao quadro da Maternidade Dr.º 1 do Código dos Contratos Públicos. 1. com a redacção introduzida pelo Decreto-Lei n. de acordo com o n.6 — Conceder licenças sem vencimento até 90 dias. 2. 2.13 — Autorizar a prestação e o pagamento de trabalho extraordinário e em dias de descanso semanal.º 259/98. Mestre Margarida Moura Theias. qualquer que seja o meio de transporte. de 22 de Fevereiro.º. colóquios. fisioterapia e dietética delegando-lhe. 2 — Foi ainda deliberado atribuir ao Director Clínico a responsabilidade pela gestão corrente e coordenação da área da psicologia clínica. congressos. n. e no uso da faculdade conferida pelo despacho do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde n.º. 22 de Janeiro de 2009. de acordo com o abaixo indicado: Ao Presidente do Conselho de Administração. antecipadas ou não. Deliberação n. 2. 22 de Janeiro de 2009.º 188/2003. cursos de formação ou outras iniciativas semelhantes que ocorram fora do território nacional. bem como o processamento dos correspondentes abonos ou despesas de aquisição de bilhetes ou títulos de transporte e de ajudas de custos. complementar e feriados. Alfredo da Costa a integrar júris de concursos noutras instituições. nos termos previstos na Portaria n. nos termos dos artigos 292. funcionários e agentes dos serviços em estágios.10 — Autorizar deslocações em serviço.º 11. de 14 de Janeiro de 2002. de 17 de Agosto. 2.4 — Autorizar o exercício de funções em tempo parcial.º 324/2009 Por deliberação do Conselho de Administração da Maternidade Dr.º a 37. ainda que de valor superior ao agora delegado. no seu âmbito tenham sido entretanto praticados. prorrogação e rescisão de contratos de pessoal. publicado no Diário da República. Prof. do Código dos Contratos Públicos.º 72. n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 11 de Abril de 2008. 2.ª série. relativamente ao pessoal médico. n. ficando por este meio ratificados todos os actos que.º 5 do artigo 33.8 — Autorizar a celebração.º 197/99.º 183/06.7 — Autorizar dispensas e quaisquer outras regalias a que os funcionários tenham direito. até ao limite de 15 dias por ano civil.5 — Fixar os horários de trabalho específicos e autorizar os respectivos pedidos.7 — Autorizar.ª série. Esta deliberação produz efeitos desde 01 de Fevereiro de 2008. dos Serviços Financeiros. a gestão corrente e a coordenação genérica de todas as áreas com excepção das que se encontrem especificamente atribuídas aos outros membros do CA.3 — Aprovar a constituição das equipas do serviço de urgência e respectivas alterações. de 20 de Agosto.º 1.º do Decreto-Lei n. 1. n.º 2 do artigo 36.º do Código dos Contratos Públicos. e na ausência ou impedimento do presidente do Conselho de Administração.º do Decreto-Lei n.1 — Autorizar o gozo de férias.6 — Autorizar comissões gratuitas de serviço.º do Decreto-Lei n.º 4 do artigo 6.7 — Autorizar licenças. de 11 de Abril de 2008.º do Código do Procedimento Administrativo e do preceituado no n. mesmo no caso de acumulação. com estrita observância dos condicionalismos legais aplicáveis. 1.º do Decreto-Lei n.º 18/2008. n.7 — Autorizar dispensas e quaisquer outras regalias a que os funcionários tenham direito. as seguintes competências: 2.

nomeados. nos termos da Resolução do conselho de Ministros n.os 1 e 2 do Decreto-Lei n. Jaqueline Margarete Carvalhal Teixeira e Maria Gorete Rodrigues Esteves Guerreiro.CA/HJU. 6. para a categoria de assistente administrativo especialista. 22 de Janeiro de 2009. Esta deliberação produz efeitos desde 01 de Fevereiro de 2008.º. 4.º 37 da Secção VII.º 76/2009. 5 — No âmbito da gestão orçamental: 5.) 21 de Janeiro de 2009. locação e aquisição de bens e serviços. (Isento de Fiscalização prévia do Tribunal de Contas) 21 de Janeiro de 2009. 4. e Decreto-Lei n.º 8 -13 de Janeiro de 2009. Mestre Margarida Moura Theias.º 1 e 67. de 29 de Janeiro.º 259/98. 6.º 427/89. Deliberação (extracto) n.º 1 do Código dos Contratos Públicos. índice 120 e após confirmação de cabi- . por meio de guias.º do Decreto-Lei n. na sequência de concurso interno de acesso misto. designar os júris dos procedimentos. até ao limite de 15 dias por ano civil.º 169/2006. Fernando António Loureiro Azevedo. para a categoria de Chefe de Secção do quadro de pessoal deste Hospital. Jorge Caneca. 6.º n. do quadro de pessoal deste Hospital. na sequência de concurso interno de acesso limitado. Felismina Cruz da Costa nomeada. 5.1 — Autorizar o gozo de ferias e aprovar os respectivos planos anuais.º 427/89. aplicando as medidas destinadas a corrigir os desvios em relação às previsões realizadas. Deliberação (extracto) n. aprovado pelo Decreto-Lei n. 6.000. 6. com a redacção introduzida pelo Decreto-Lei n.º do Decreto-Lei n. 2.º. por deliberação de 31-12-2008 do Conselho de administração do Hospital de Joaquim Urbano — Porto — CA/HJU.º do CPA.6 — Conceder licenças sem vencimento até 90 dias.11 — Assinar os termos de aceitação e posse de todo o pessoal com excepção das situações que se encontram expressamente delegadas no Presidente do CA. nos termos da alínea d) do n. Ismael de Lima Carvalho. 4. competências para a prática dos seguintes actos.º 1.ª série — N. em todas as áreas. Jorge Caneca. 5. escalão 1. 6.CA/HJU. Mestre Margarida Moura Theias. aprovado pelo Decreto-Lei n. — Administração Indirecta do Estado. aprovado pelo Decreto-Lei n.º 197/99. e com efeitos a 31-12-2008. de 8 de Junho e 109.) 22 de Janeiro de 2009.º 18/2008.º 1 do artigo 30.-Lei n. 4159 Hospital de Cândido de Figueiredo Declaração de rectificação n. de acordo com o n. 5. e após despacho superior de indeferimento do recurso interposto. escalão 1. nos termos da Resolução do conselho de Ministros n. e com efeitos a 31-12-2008. e com efeitos a 31-12-2008.10 — Aprovar as listas de antiguidade do pessoal e decidir das respectivas reclamações.4 — Autorizar o abono de vencimento de exercício perdido.º 204/98. (Isento de Fiscalização prévia do Tribunal de Contas) 21 de Janeiro de 2009.4 — Acompanhar a execução do orçamento. n. de 11 de Julho. rectifica-se onde se lê «[…] Cristina Maria Gomes de Oliveira […]» deve ler-se «[…] Cristina Maria de Oliveira Gomes Pereira […]» (Isento de fiscalização prévia do Tribunal de Contas. prorrogação e rescisão de contratos de pessoal.º.2 — Praticar todos os actos relativos à apresentação dos funcionários e agentes. — Administração Indirecta do Estado. renovação. n.º 427/89. 6. para a categoria de Auxiliar de Acção Médica Principal. publicada no D.1 — Autorizar despesas com empreitadas de obras publicas. bem como a restituição de documentos aos interessados.º 204/98. 6. dos seguintes actos: 6. Arminda do Céu Fraga Morais. com estrita observância dos condicionalismos legais aplicáveis. — O Vogal Executivo.º do Decreto-Lei n.1 — Notificar os funcionários e agentes para se apresentarem a junta médica ou mandar submetê-los a essa junta. 2. 4. 6.3 — Conceder o estatuto de trabalhador-estudante. nomeada. e Dec. escalão 1. índice 181 e após confirmação de cabimento orçamental.º e 293.9 — Fixar os horários de trabalho específicos e autorizar os respectivos pedidos.º do Código dos Contratos Públicos.6 — Determinar a reposição de dinheiros públicos. ficando exonerados da categoria anterior à data da tomada de aceitação. 6.º 18/2008.º 239/2009 Por ter saído com inexactidão a deliberação (extracto) n. 4. do Código dos Contratos Públicos. de 29 de Janeiro. em regime de exclusividade. por deliberação de 31-12-2008 do Conselho de Administração do Hospital de Joaquim Urbano — Porto. — O Presidente do Conselho de Administração. 5.ª Série — n. nas áreas sob sua coordenação: 4..8 — Autorizar a celebração.3 — Conceder adiantamentos a empreiteiros e fornecedores de bens e serviços. nos termos da Resolução do conselho de Ministros n. Deliberação (extracto) n.º 97/2002. Hospital de Joaquim Urbano Deliberação (extracto) n.12 — Autorizar a concessão e o pagamento de abonos. de 7-12 se publica que.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4 — Delegar e subdelegar na Vogal Executiva do Conselho de Administração.7 — Autorizar licenças.º 427/89. ficando por este meio ratificados todos os actos que.5 — Confirmar as condições legais de progressão de funcionários. n.º 328/2009 Em cumprimento do disposto no n. 5. competências para a prática. de 29 de Janeiro. de 17 de Agosto. por deliberação de 31-12-2008 do Conselho de Administração do Hospital de Joaquim Urbano — PortoCA/HJU.7 — Autorizar a passagem de certidões de documentos arquivados no processo individual dos funcionários e agentes.º 18/2008.2 — Autorizar o gozo de ferias em acumulação. de 11 de Julho. Jorge Caneca. estejam ou não sob a sua coordenação. — A Vogal Executiva do Conselho de Administração.º 97/2002. R. Margarida Moura Theias. ainda que de valor superior ao agora delegado. de 18 de Agosto. Rui Alberto Moreira Machado. e Decreto-Lei n. e Decreto-Lei n.º 204/98. na sequência de concurso interno de acesso limitado. salvo no caso de aposentação compulsiva.º do mesmo diploma. e com efeitos a 31-12-2008. ficando exonerados da categoria anterior à data da tomada de aceitação.5 — Autorizar comissões gratuitas de serviço. de 7-12 se publica que. É ainda conferido à actual vogal executiva a faculdade de subdelegar as competências que agora lhe são delegadas.º 3 do artigo 27. nos termos dos artigos 292. ficando exonerada da categoria anterior à data da tomada de aceitação. na sequência de concurso Institucional Interno Geral. de 7-12 se publica que.9 — Assinar a correspondência e o expediente necessários à execução das decisões.º 326/2009 Em cumprimento do disposto no artigo 41. de 11 de Julho. para a categoria de Assistente da Carreira Médica Hospitalar.Diário da República. — O Vogal Executivo. Alfredo Alexandre Costa Nogueira. — Administração Indirecta do Estado. António Fernando Vieira Pinto. relativamente a procedimentos que não excedam o montante de € 125.8 — Solicitar aos órgãos centrais informações e pareceres. de 7-12 se publica que.4 — Justificar faltas.º do Decreto-Lei n. previstos nos artigos 17.6 — Proceder à anulação de facturas até ao montante de € 5000 por factura. Maria Celeste Silva Ferreira e Rosa Ramos Fernandes. por deliberação de 31-12-2008 do Conselho de Administração do Hospital de Joaquim Urbano — Porto.5 — Dar balanço mensal à Tesouraria.os 1 e 2 da citada disposição legal e com a observância do disposto no n. índice 337 e após confirmação de cabimento orçamental.2 — Nos termos dos artigos 109. do quadro de pessoal deste Hospital. 6. do quadro de pessoal deste Hospital. nomeados. índice 269 e após confirmação de cabimento orçamental.º 2 do artigo 36. 4.3 — Qualificar acidentes em serviço. 4. Humberta Páscoa Anciães Bezelga Melo Lourenço. do Regulamento dos Concursos de Provimento na categoria de Assistente da Carreira Médica Hospitalar de 26 de Janeiro de 1998. 4. escalão 1. Maria Josefina Vazquez Mendez. para além dos limites fixados nos n. complementar e feriados. no seu âmbito tenham sido entretanto praticados pelo presidente do conselho de administração e pela vogal executiva. Cílio Pereira Correia. 6 — Delegar na vogal executiva do conselho de administração. autorizar que essa reposição se efectue em prestações e determinar que a mesma seja entregue. — O Vogal Executivo. José da Silva Castro. dispensas e quaisquer outras regalias a que os funcionários tenham direito. — Administração Indirecta do Estado.º 97/2002.10 — Autorizar a prestação e o pagamento de trabalho extraordinário e em dias de descanso semanal. bem como autorizar publicações no Diário da República.º 325/2009 Em cumprimento do disposto no artigo 41.º 327/2009 Em cumprimento do disposto no artigo 41. (Isento de Fiscalização prévia do Tribunal de Contas. 4.

ª classe do Hospital de Santa Maria Maior. mento orçamental. b) Habilitações literárias e profissionais. 2.ª classe do Hospital Infante D. n.º da Lei n.ª classe ortoptista da carreira de técnico de diagnóstico e terapêutica.” 1 — Nos termos dos artigos 15.ª classe ortoptista da carreira de pessoal técnico de diagnóstico e terapêutica Menção a que se refere o Despacho conjunto n. 23. publicado no Diário da República. e) Declaração. 10 — Apresentação das candidaturas: 10. se encontra aberto. (Isento de Fiscalização prévia do Tribunal de Contas) 21 de Janeiro de 2009.º da Lei n. tendo sido criada a oferta com o código P20087937.º e 62. e do Regulamento do Concurso de Provimento na categoria de Chefe de Serviço da Carreira Médica Hospitalar aprovado pela Portaria n.º 4 do artigo 15. 11 — Sob a pena de exclusão. . 9. Aviso n.º 73/90. providenciando escrupulosamente no sentido de evitar toda e qualquer forma de discriminação.º 564/99. 2. de 5 de Setembro. e a classificação de serviço dos três anos relevantes para efeito de concurso. e dos n. código postal e telefone.os 427/89. 12 — A publicação das listas de candidatos admitidos e de classificação final será efectuada de acordo com o preceituado nos artigos 51. 19 de Janeiro de 2009. artigo 55. que a facultará sempre que solicitada.º 4 do artigo 15. b) Declaração do serviço a que se encontra vinculado.º do Decreto-Lei n. 14 — A constituição do Júri é a seguinte (todos técnicos da área funcional de ortóptica): Presidente — Maria Manuela Monteiro Saraiva de Sousa Santos. ser técnico especialista com. EPE.º 373/2000. de 11 de Março. Lino Mesquita Machado. em cumprimento do disposto no artigo 34. concurso interno de acesso geral para provimento de um lugar na categoria de técnico especialista de 1. de 14 de Julho. 2 — A abertura do presente concurso foi precedida dos necessários procedimentos.º 53/2006.º da Constituição. publicado no Diário da República. providenciando escrupulosamente no sentido de evitar toda e qualquer forma de discriminação.º 2507/2009 Concurso interno geral para provimento na categoria de chefe de serviço de estomatologia da carreira médica hospitalar Menção a que se refere o Despacho conjunto n. de 1 de Março. tendo em vista a selecção de pessoal em mobilidade especial para reinicio de funções. número e data do bilhete de identidade e serviço de identificação que o emitiu.º 97/2002.º e 7.» 1 — Para os devidos efeitos se publica que. residência. Braga. do tempo de serviço na categoria. por deliberação do Conselho de Administração de 23 de Dezembro de 2008. técnica especialista de 1. 8. de 21 de Dezembro. a Administração Pública. 7 — Local de trabalho: no Hospital de São Marcos.ª classe do Centro Hospitalar do Porto. 2. data de nascimento.º 2 do artigo 47. — O Presidente do Conselho de Administração.1 — Os critérios de apreciação e ponderação da avaliação curricular e o sistema de classificação final. enquanto Entidade empregadora.2 — São requisitos especiais: os previstos no n.º 564/99. Vogais suplentes: Maria José Almeida Faria Monteiro Esteves. pelo menos. de 21 de Dezembro. tendo sido criada a oferta com o código P20087567. de 14 de Julho. pelo prazo de 15 dias úteis contados a partir da data da publicação do presente aviso no Diário da República. três anos de exercício de funções na categoria e avaliação de desempenho de Satisfaz. publicado no Diário da República.º do Decreto-Lei n. que aprovou o plano anual de concursos internos da carreira médica hospitalar ano 2008. c) Três exemplares da monografia. EPE. de 21 de Dezembro. os requerimentos deverão ser acompanhados dos seguintes documentos: a) Documento comprovativo das habilitações literárias e profissionais. filiação.ª classe da Unidade Local de Saúde do Alto Minho.1 — Requisitos gerais: os constantes no n. enquanto Entidade empregadora. nacionalidade.º 564/99.1 — O primeiro vogal efectivo substituirá a presidente nas suas faltas e impedimentos. 2. sendo as condições de trabalho e as regalias sociais as actualmente vigentes para os funcionários da Administração Pública. promove activamente uma política de igualdade de oportunidade entre homens e mulheres no acesso ao emprego e na formação profissional. incluindo a respectiva fórmula classificativa. de 5 de Setembro. de 21 de Dezembro. de 1 de Março.º do Decreto-Lei n.º 2 do artigo 47.º da Constituição. de 15 de Novembro.2 — Do requerimento deverá constar os seguintes elementos: a) Identificação completa (nome. de 31 de Março de 2000: «Em cumprimento da alínea h) do artigo 9. 3 — Prazo de validade: o concurso cessa com o preenchimento do lugar. ou remetido pelo correio. conforme os casos. de 7 de Dezembro. não tendo sido encontrados dados na pesquisa de opositores obrigatórios efectuada pela Entidade Gestora da Mobilidade. a Administração Pública. se o houver). ficando exonerada da categoria anterior à data da tomada de aceitação. d) Três exemplares do curriculum vitae. com aviso de recepção. promove activamente uma política de igualdade de oportunidade entre homens e mulheres no acesso ao emprego e na formação profissional. f) Menção dos documentos que acompanham o requerimento. estado civil. n. faz-se público que. entregue pessoalmente na Secção de Pessoal. do quadro de pessoal aprovado pela Portaria n.ª Série. técnica especialista de 1.º 408/98. 14. expedido até ao termo do prazo fixado. 6 — O conteúdo funcional: o conteúdo funcional é o previsto no artigo 6. de 7 de Dezembro. datados e assinados pelo candidato.ª série. 13 — A apresentação ou a entrega de documento falso implica a participação à entidade competente para procedimento disciplinar e penal. nos termos do n.º do Decreto-Lei n. de 31 de Janeiro. 10.º. técnica especialista de 1.º 177/97. de 21 de Dezembro. EPE. de 21 de Dezembro. Teresa Maria Fernandes Ramos Mendes. Vogais efectivos: Maria Helena Duarte Correia Pinto.º 1284/2001 da Ministra da Saúde.º. 2 — A abertura do presente concurso foi precedida dos necessários procedimentos.º 2506/2009 Concurso interno de acesso geral para provimento na categoria de técnico especialista de 1.1 — As candidaturas devem ser formalizadas mediante requerimento em papel de formato A4 dirigido ao Presidente do Conselho de Administração do Hospital de São Marcos.º 408/98.º da Portaria n. n. para o Hospital de São Marcos.4160 Diário da República. sob compromisso de honra. 4701-965 Braga. EPE. Maria Domitília Fernandes Ramos Santiago. de 31 de Março de 2000: “Em cumprimento da alínea h) do artigo 9. 6/96. Jorge Caneca.ª Série. de 7 de Dezembro. nos termos do despacho n. 564/99. Hospital de São Marcos Aviso n.ª série — N. em cumprimento do disposto no artigo 34. e Portaria n.º do Decreto-Lei n. constam de acta do júri do concurso. 5 — Remuneração e condições de trabalho: a remuneração será a constante das tabelas do anexo I ao Decreto-Lei n. técnica especialista de 1.º 564/99. por deliberação do Conselho de Administração deste Hospital de 23 de Dezembro de 2008. se encontra aberto concurso interno geral para provimento de um lugar na categoria de chefe de serviço de estomatologia da carreira médica hospitalar do quadro de pessoal deste Hospital aprovado pela Portaria n.º 564/99.º do Decreto-Lei n.º 721/2000.º 721/2000. de Braga.º 373/2000. — O Vogal Executivo. nos termos da Resolução do conselho de Ministros n.º e artigo 58. EPE.ª classe dos Hospitais da Universidade de Coimbra.os 3. especificando o Diário da República onde se encontra publicado o aviso de abertura e respectiva categoria a que concorre. c) Identificação do concurso a que se candidata. Apartado 2242.º do Decreto-Lei n. 4 — Legislação aplicável: Decretos-Leis n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 d) Quaisquer outros elementos que o candidato repute susceptíveis de influírem na apreciação do seu mérito. 9 — Métodos de selecção: avaliação curricular e provas públicas de discussão de uma monografia. técnica especialista de 1.º 564/99. de 22 de Janeiro de 2001. de 21 de Dezembro.º 564/99. de 6 de Março. de 21 de Dezembro.º 77. e de acordo com a deliberação do Conselho Directivo de Administração da Administração Regional de Saúde do Norte. tendo em vista a selecção de pessoal em mobilidade especial para reinicio de funções. devidamente documentado. na carreira e na função pública.º e 30. de 22 de Agosto de 2008.º e 5. não tendo sido encontrados dados na pesquisa de opositores obrigatórios efectuada pela Entidade Gestora da Mobilidade. 8 — Requisitos de gerais e especiais de admissão ao concurso: 8. devidamente autenticada da existência e natureza do vínculo.º 77. de que reúne os requisitos gerais de admissão constantes do n.º 53/2006. naturalidade. IP. 442/91. Pedro.º 18.

º 193 de 22 de Agosto de 1990.º 408/98. Braga. 8 — Apresentação das candidaturas: 8. filiação. d) Indicação dos documentos que instruem o requerimento bem como a sua sumária caracterização.º 9 do presente aviso implica a não admissão ao concurso. 6/96. EPE Dr. conforme o disposto na Secção VI da Portaria n.º 373/2000. Dr. enquanto entidade empregadora. de 31 de Março de 2000: «Em cumprimento da alínea h) do artigo 9.º 6 do artigo 22.º do Decreto-Lei n. e b) do n.º 73/90. para o Hospital de São Marcos. de 14 de Julho.º 2508/2009 Concurso interno de acesso geral para provimento na categoria de técnico de 1.º 2 do artigo 23. de 15 de Novembro. 11 — O método de selecção dos candidatos é uma prova pública que consiste na discussão do currículo do candidato. chefe de serviço do Instituto Português de Oncologia Dr.1 — O primeiro vogal efectivo substituirá o presidente nas suas faltas e impedimentos. em cumprimento do disposto no artigo 34. 6 — O conteúdo funcional: o conteúdo funcional é o previsto nos artigos 6. através da suficiência curricular. 9. 9. salvo nos casos exceptuados por lei especial ou convenção internacional.2 — Requisitos especiais: a) Possuir o Grau de Consultor na área profissional a que respeita o concurso.º 721/2000. 6 — O regime de trabalho será desenvolvido em horário desfasado.1 — São requisitos gerais: os constantes no n. a) Documento comprovativo do Grau de Consultor na área profissional a que respeita o concurso. nacionalidade.º do Decreto-Lei n. registado com aviso de recepção.3 — Do requerimento deverão constar os seguintes elementos: a) Identificação do requerente (nome.1 — Requisitos gerais: a) Ter nacionalidade portuguesa. c) Sete exemplares do curriculum vitae.º da Constituição. 2. 9 — Os requerimentos deverão ser acompanhados. José Manuel Barbas do Amaral.º do Decreto-Lei n. Francisco Gentil. 2. aberto a todos os médicos possuidores dos requisitos gerais e especiais que estejam vinculados à função pública. quando obrigatório. por deliberação do Conselho de Administração de 23 de Dezembro de 2008. nos termos do n. 3 — Prazo de validade: o concurso cessa com o preenchimento do lugar. chefe de serviço do Centro Hospitalar do Porto. ao abrigo do n.º 564/99. e) Quaisquer outros elementos que o candidato repute susceptíveis de influir na apreciação do seu mérito.ª série — N.º e 7. no prazo da candidatura. de Braga. esgotando-se com o seu preenchimento.º 53/2006. Maria da Conceição Almeida Teixeira Cerqueira. f) Endereço para onde deverá ser remetido qualquer expediente relativo ao concurso.º do Decreto-Lei n. chefe de serviço do Hospital de São João.º 210/91. n. se encontra aberto.ª Série. após homologação. dos seguintes documentos. 5 — Remuneração e condições de trabalho: a remuneração será a constante das tabelas do anexo I ao Decreto-Lei n. chefe de serviço do Centro Hospitalar de Setúbal. podendo também vir a prestar serviço em outras instituições com os quais este Hospital tenha ou venha a ter acordos ou protocolos de colaboração. de 4 de Junho. publicado no Diário da República.º 564/99. EPE.º do Decreto-Lei n. 2 — A abertura do presente concurso foi precedida dos necessários procedimentos. nos termos das disposições legais em vigor nesta matéria. EPE.2 — As candidaturas devem ser formalizadas mediante requerimento em papel de formato A4 dirigido ao Presidente do Conselho de Administração do Hospital de São Marcos — Braga. de 7 de Dezembro. número e data do bilhete de identidade e serviço de identificação que o emitiu) residência. dos documentos exigidos nas alíneas a).º 2 do artigo 47. . providenciando escrupulosamente no sentido de evitar toda e qualquer forma de discriminação. de 5 de Setembro.º 73/90. EPE. e Portaria n. naturalidade. 7 — Requisitos de admissão: 7. EPE. pelo prazo de 15 dias úteis contados a partir da data de publicação do presente aviso no Diário da República. de 12 de Junho. Dr. se o houver. 13 — A constituição do Júri é a seguinte: (Todos da especialidade de estomatologia): Presidente: Dra. Vogais efectivos: Dr. Aviso n. — O Presidente do Conselho de Administração. c) Referência ao aviso de abertura do concurso. b) Categoria profissional e estabelecimento de saúde a que o requerente esteja vinculado. concurso interno de acesso geral para provimento de um lugar na categoria de técnico de 1. 7 — Local de trabalho: no Hospital de São Marcos. 8.» 1 — Para os devidos efeitos se publica que.2 — Os exemplares do curriculum vitae. n. chefe e directora de serviço do Centro Hospitalar do Porto. chefe de serviço do Centro Hospitalar do Porto. 2. 5 — Local de trabalho — será no Hospital de São Marcos.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 3 — Tipo de concurso: 3.ª série. 4 — Prazo de validade — o concurso visa exclusivamente o provimento da vaga enunciada.º 2 do artigo 27. sob pena de exclusão. de 21 de Dezembro. EPE.º 114/92. 12 — A lista de candidatos admitidos e excluídos será afixada no quadro junto à Secção de Pessoal deste Hospital. de 6 de Março. chefe de serviço do Hospital Infante D. publicado no Diário da República.os 427/89. d) Possuir a robustez física e o perfil psíquico indispensáveis ao exercício da função e ter cumprido as leis de vacinação obrigatória. do quadro de pessoal aprovado pela Portaria n. b) Ter cumprido os deveres militares ou de serviço cívico. tendo em vista a selecção de pessoal em mobilidade especial para reinicio de funções. e 564/99. b) Documento comprovativo da posse da categoria de Assistente Graduado na respectiva área profissional há pelo menos três anos ou documento comprovativo da obtenção do Grau de Consultor. 4 — Legislação aplicável: Decretos-Leis n. 442/91. de 7 de Dezembro. c) Não estar inibido do exercício de funções públicas ou interdito para o exercício das funções a que se candidata.º 19/90. implicando a sua não apresentação dentro daquele prazo a não admissão ao concurso.º 177/97. Carlos Manuel Diogo de Matos. de 31 de Janeiro. bem como a lista de classificação final. 4161 10 — As falsas declarações prestadas pelos candidatos são punidas nos termos da lei penal e constituem infracção disciplinar.º 77. identificando o número e data do Diário da República onde vem anunciado. de 11 de Março. Maria Raquel Figueiredo de Carvalho Neto Félix Alves. 8. Vogais suplentes: Dr.º da Lei n. na redacção dada pelo Decreto-Lei n. promove activamente uma política de igualdade de oportunidade entre homens e mulheres no acesso ao emprego e na progressão profissional. podem ser apresentados até 10 dias úteis após o termo do prazo de candidatura. entregue pessoalmente na Secção de Pessoal. 4701-965 Braga. sendo as condições de trabalho e as regalias sociais as actualmente vigentes para os funcionários da Administração Pública. 19 de Janeiro de 2009. tendo sido criada a oferta com o código P20087562. Luís Manuel Medeiros Teixeira. data de nascimento. b) Ter a categoria de Assistente Graduado na área profissional a que respeita o concurso há pelo menos três anos. 13. Camilo Félix Almeida. Porto. Pedro. 8 — Requisitos gerais e especiais de admissão ao concurso: 8. na redacção dada pelo Decreto-Lei n. EPE.Diário da República. expedido até ao termo do prazo fixado. a Administração Pública. ou beneficiar do alargamento da área de recrutamento previsto no n. Apartado 2242.ª classe ortoptista da carreira de pessoal técnico de diagnóstico e terapêutica.1 — A não apresentação. João Geraldo dos Reis Correia Pinto. nomeadamente o despacho ministerial n. não tendo sido encontrados dados na pesquisa de opositores obrigatórios efectuada pela Entidade Gestora da Mobilidade. bem como a área profissional a que concorre. de 6 de Março. de 1 de Março. ou remetido pelo correio.ª classe ortoptista da carreira de pessoal técnico de diagnóstico e terapêutica Menção a que se refere o Despacho conjunto n. de 21 de Dezembro. de 21 de Dezembro. Dra. de 21 de Dezembro. 7.1 — Prazo — o prazo para apresentação das candidaturas é de 20 dias úteis a contar data da publicação do presente aviso no Diário da República.º 73/90 de 6 de Março. Lino Mesquita Machado.1 — O concurso é interno geral. código postal e telefone.º 564/99.

filiação. entregue pessoalmente na Secção de Pessoal.1 — O primeiro vogal efectivo substituirá a presidente nas suas faltas e impedimentos. determino o seguinte: Ensino básico 1 — Os alunos do 9. publicado no Diário da República.º 2/2004.º 2 do artigo 7. e com o Decreto-Lei n. criada pelo despacho n. 12 — A publicação das listas de candidatos admitidos e de classificação final será efectuada nos termos dos artigos 51. são automaticamente inscritos para os exames nacionais de Língua Portuguesa e Matemática pelos serviços de administração escolar. de 27 de Outubro. com a redacção dada pela Lei n.3 — Aprovar o mapa anual de assiduidade.ª série — N.º 4/2004. 2. bem como adoptar os horários de trabalho mais adequados ao funcionamento da equipa. EPE. incluindo a respectiva fórmula classificativa. os requerimentos deverão ser acompanhados dos seguintes documentos: a) Documento comprovativo das habilitações literárias e profissionais. de 6 de Janeiro. 13 — A apresentação ou a entrega de documento falso implica a participação à entidade competente para procedimento disciplinar e penal. sob compromisso de honra. f) Menção dos documentos que acompanham o requerimento. — O Secretário de Estado da Educação. de 3 de Abril.º do Decreto-Lei n.º 1 do artigo 15. número e data do bilhete de identidade e serviço de identificação que o emitiu).º ciclo e para os exames de equivalência à frequência dos 2.os 2 e 4 do artigo 9. datados e assinados pelo candidato. publicado no Diário da República. 3 — No âmbito da gestão orçamental e realização de despesas — todos os actos que decorrem do exercício das competências previstas no n. de 21 de Dezembro.ª classe do Centro Hospitalar do Médio Ave.5 — Autorizar o processamento de boletins itinerários mensais de deslocação. as competências para a prática de actos nas seguintes matérias: 1 — No âmbito da gestão geral: 1. 19 de Janeiro de 2009.º da Portaria n. no âmbito dos poderes agora delegados e subdelegados. de 18 de Janeiro.2 — São requisitos especiais: os previstos no n. na redacção dada pela Lei n. 14 — A constituição do Júri é a seguinte (todos da área funcional de ortóptica): Presidente — Fátima Olívia Peixoto Cardoso Oliveira Gomes Leite. nacionalidade. Vogais suplentes: Alda Sofia Gaspar Baltar.º 51/2005. 2. g) Endereço para onde deverá ser remetido qualquer expediente relacionado com o concurso.º do Decreto-Lei n. relativamente ao pessoal afecto à equipa de projecto.º 51/2005. 11 — Sob a pena de exclusão. Lino Mesquita Machado. data de nascimento.º 2 do artigo 6. de 15 de Janeiro. com a redacção dada pela Lei n.º 105/2007. 14. e) Declaração.º do Decreto-Lei n. e do n. previamente autorizada. licenciado João Manuel Viegas Libório Correia. do tempo de serviço na categoria.º 2/2004.º 564/99. Marta Andreia Basto Ferreira.2 — Aprovar o plano anual de férias.º 564/99. de 5 de Setembro. d) Quaisquer outros elementos que o candidato repute susceptíveis de influir na apreciação do seu mérito. previamente autorizadas. 2. pelo menos.º 2/2004.º 51/2005. de 21 de Dezembro. c) Pedido para ser admitido ao concurso.º e 1 do artigo 2.º ciclos decorre de 2 a 11 de Março e destina-se aos candidatos que: a) Frequentem estabelecimentos de ensino particular e cooperativo sem autonomia ou paralelismo pedagógico.º 24/2000. conforme os casos.º 3536/2009 A realização de exames nacionais nas disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática do 3. de 15 de Janeiro.º 2/2004. no que seja aplicável à equipa de projecto. 2 — O prazo de inscrição para admissão às provas dos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática do 3. técnica principal do Hospital de São Teotónio.ª série. 2. Despacho n. bem como do calendário de realização dos exames nacionais. com aviso de recepção. código postal e telefone. três anos de serviço na categoria e avaliação de desempenho de Satisfaz.º 721/2000. II — Consideram-se expressamente ratificados todos os actos praticados desde 1 de Fevereiro de 2008 pelo responsável da equipa de projecto. de 28 de Maio de 2008.º 209/2002. de 21 de Dezembro.º 14 759/2008. expedido até ao termo do prazo fixado. estado civil.os 2 do artigo 1. para o Hospital de São Marcos.º 6/2001. se o houver.1 — As candidaturas devem ser formalizadas mediante requerimento em papel de formato A4 dirigido ao Presidente do Conselho de Administração do Hospital de São Marcos. 2. de 21 de Dezembro.º 564/99.º 3 do artigo 7. Maria Manuela Gonçalves Ferreira. técnica especialista do Hospital de São Marcos. nos termos do artigo 55. de 30 de Agosto. tendo em atenção as disposições do Código do Procedimento Administrativo.º e 62. técnica de 1. Valter Victorino Lemos.º 2 do artigo 6. EPE. 2. b) Categoria profissional e estabelecimento de saúde a que o requerente está vinculado. no uso das competências próprias e no uso das competências que me são delegadas pelo despacho n. residência. com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 2 do artigo 47. 2. 10. delego e subdelego no responsável da equipa de projecto. na carreira e na função pública. 2. de 11 de Maio.º 3. para conhecimento dos alunos e das escolas. conjugado com o disposto na Lei n. constam de acta do júri do concurso.1 — Todos os actos que decorrem do exercício das competências previstas no n. 9.1 — Autorizar o exercício de funções a tempo parcial e a prestação de horas extraordinárias. no desenvolvimento do disposto nos n. nomeado pelo mesmo despacho.º 51/2005. Apartado 2242. n.1 — Os critérios de apreciação e ponderação da avaliação curricular e o sistema de classificação final. — O Presidente do Conselho de Administração. Braga.º da Lei n. com referência ao número e data da Diário da República onde se encontra publicado o presente aviso. Assim.2 — Todos os actos que decorrem do exercício das competências previstas no n.º e 3. na redacção dada pelo Decreto-Lei n. de 30 de Agosto. devidamente autenticada da existência e natureza do vínculo.º da Lei n. de 19 de Janeiro de 2009.6 — Autorizar o processamento de abonos de horas extraordinárias. de 30 de Agosto. Vogais efectivos: Rosa Branca Marques Silva. com planos curriculares aprovados pelo Decreto-Lei n. de 17 de Outubro.º da Lei n.º do Decreto-Lei n. de 30 de Agosto. naturalidade. c) Declaração do serviço a que se encontra vinculado.º do Despacho Normativo n.º 564/99. e a classificação de serviço dos três anos relevantes para efeito de concurso.º e 3.º da Lei n.4162 Diário da República. com a redacção dada pela Lei n. de que reúne os requisitos gerais de admissão constantes do n.2 — Do requerimento deverá constar os seguintes elementos: a) Identificação completa (nome.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 8. 1.4 — Homologar a avaliação do desempenho. 9 — Método de selecção: o método de selecção a utilizar será o de avaliação curricular. devidamente documentado. de 15 de Janeiro. 10 — Apresentação das candidaturas: 10. técnica especialista dos Hospitais da Universidade de Coimbra. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Gabinete do Secretário de Estado da Educação Despacho n. relativamente ao pessoal afecto à equipa de projecto. 2. EPE.º 213/2006. ser técnico de 2. 4701-965 Braga. ou remetido pelo correio.º 4 do artigo 7. 2 — No âmbito da gestão dos recursos humanos afectos à equipa de projecto: 2. . EPE.º ano de escolaridade.º do mesmo despacho normativo e ainda de acordo com o calendário escolar em vigor.ª classe com. técnica principal dos Hospitais da Universidade de Coimbra. sem prejuízo do que se prevê no n. de 15 de Janeiro.º ciclos do ensino básico e das disciplinas dos cursos do ensino secundário exige a fixação e a publicitação dos prazos de inscrição para admissão às provas de exame.º 102. b) Três exemplares do curriculum vitae. abreviadamente denominada por REDESCOLAR.º 2444/2009.º 3535/2009 I — Nos termos do disposto no n. que a facultará sempre que solicitada.7 — Autorizar o abono do vencimento de exercício perdido por motivo de doença e o respectivo processamento.ª série.º ciclo e dos exames de equivalência à frequência dos 2. de 15 de Janeiro.º e nos n. 19 de Janeiro de 2009. observados os condicionalismos legais.

ª fase — 7 de Julho. 1. Anexo B — exames nacionais do ensino secundário.ª fase — chamada única — de 16 a 23 de Junho. — O Secretário de Estado da Educação. Disposições gerais 23 — Não se realiza qualquer época especial de exames. Prazo suplementar — 12 e 13 de Março. b) 2. 4 — Os alunos que tenham iniciado o ano lectivo com 15 ou mais anos de idade e que anulem a matrícula após o prazo atrás referido inscrevem-se nos dois dias úteis a seguir à data de anulação. em situações excepcionais.ª fase — 30 de Julho. excepto para os alunos que anularem a matrícula até ao 5. tendo realizado os exames na fase de Junho. d) Estejam fora da escolaridade obrigatória e. de 12 de Setembro.00 Ensino Básico — 3.º ou 9.ª fase: Prazo normal — de 2 a 11 de Março. Nível intermédio (29). nas condições previstas para os alunos internos. c) Que pretendam realizar exames nacionais ou exames a nível de escola equivalentes aos exames nacionais (Decreto-Lei n. não frequentando qualquer estabelecimento de ensino.º dia de aulas do 3. 18 — Os exames nacionais e os exames elaborados pela escola equivalentes aos exames nacionais das disciplinas dos cursos do ensino secundário realizam-se nos seguintes períodos: 1. Ensino secundário 15 — Os prazos de inscrição para admissão às provas dos exames nacionais do ensino secundário decorrem nos seguintes períodos: 1. pretendam prosseguir estudos nos cursos científico-humanísticos decorre. 12 — As pautas referentes às classificações dos exames de equivalência à frequência da época de Setembro devem ser afixadas até ao dia 14 de Setembro.ª fase — 10 de Agosto.ª fase destinam-se aos alunos: a) Não admitidos a exame na 1. a inscrição será efectuada nos termos do regulamento dos exames. 13 — Os resultados dos processos de reapreciação das provas dos exames nacionais e dos de equivalência à frequência da época de Junho são afixados em 7 de Agosto.º ciclo realizam-se numa fase única com duas chamadas: 1.ª feira — 22 de Junho Ensino Básico — 3.Diário da República. 11 — As pautas referentes às classificações dos exames de equivalência à frequência das restantes disciplinas devem ser afixadas até ao dia 14 de Julho. Dado que as provas decorrem em simultâneo. 24 — Os números referidos sob cada disciplina nos anexos ao presente despacho correspondem aos códigos das provas de exame que se realizam nas data e hora indicadas. 2. estando dispensados dos exames.ª chamadas. que decorre entre: 19 de Junho e 6 de Julho — 3.º Ciclo Língua Portuguesa (22).º 286/89.º 15 do presente despacho.º e 3. não concluíram o respectivo ciclo de estudos decorre de 16 a 20 de Julho desde que a sua realização lhes permita a certificação da conclusão do ciclo. 9 — Nos exames de Língua Portuguesa e de Matemática. B e C têm trinta minutos de tolerância. 17 — Os prazos de inscrição para admissão a provas de exame elaboradas pela escola são os estabelecidos no n. Português Língua não Materna.º ciclo. se candidatem aos exames na situação de autopropostos. ANEXO A Exames nacionais do ensino básico — 2009 (fase única) 1. 26 — Todos os exames dos ensinos básico e secundário constantes dos anexos A.º ciclos que. 7 — Os exames nacionais do 3.º ciclos do ensino básico realizam-se em Junho e em Setembro.ª fase. 10 — As pautas referentes às classificações das 1. 2. 2. de 29 de Agosto) de disciplinas em que não houve inscrição na 1. Nível de iniciação (28).ª feira — 19 de Junho 2.ª fase. 27 — O calendário de realização das provas dos exames nacionais de 2009 é o constante dos seguintes anexos a este despacho. 2. 3 — O prazo de inscrição para os exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática dos alunos dos cursos de educação e formação dos percursos curriculares alternativos e outros que. 16 — As inscrições para a 2.ª e 2. c) Estejam abrangidos pelo ensino individual e doméstico.ª chamadas dos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática são afixadas em 13 de Julho. . 5 — Os alunos que atinjam a idade limite da escolaridade obrigatória (15 anos até 31 de Agosto) sem aprovação na avaliação sumativa final nos 6.º 293-C/86. b) Que pretendam realizar exames de equivalência à frequência.ª série — N.ª fase — chamada única — de 13 a 16 de Julho.ª chamada (chamada obrigatória) — 19 e 22 de Junho.ª fase. fase única — 1. os períodos estabelecidos no número anterior.º Ciclo 4163 d) Que pretendam obter melhoria de classificação de exames que já tenham sido efectuados na 1.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 b) Frequentem seminários não abrangidos pelo Decreto-Lei n. 25 de Junho e 7 de Julho — 2. Matemática (23). 19 — Os exames de equivalência à frequência realizam-se também em chamada única. tanto quanto possível. 25 — A hora de início das provas de exame tem como referência a hora oficial em Portugal continental. com uma só chamada. 9.ª chamada (chamada para situações excepcionais) — 25 e 26 de Junho e 13 de Julho.ª fase.ª fase — 28 de Agosto.º e 3. 14 — Os resultados dos processos de reapreciação das provas dos exames de equivalência à frequência da época de Setembro são afixados em 6 de Outubro. os alunos autopropostos podem. que dele fazem parte integrante: Anexo A — exames nacionais do ensino básico.ª chamada 6. pelo que os estudantes residentes no estrangeiro que pretendam realizar exames em Portugal têm acesso às fases de exame acima estipuladas para os demais alunos. b) 2.º ciclos. no mesmo ano lectivo. inscrevem-se obrigatoriamente para a fase de Junho no dia útil a seguir ao da afixação das pautas de avaliação do 3. 1 e 7 de Setembro — 2. neste caso. 20 de Janeiro de 2009. 8 — Os exames de equivalência à frequência dos 2.º ciclo.ª e 2. 21 — As pautas referentes às classificações dos exames nacionais e dos exames elaborados a nível de escola são afixadas: a) 1.º período. 22 — Os resultados dos processos de reapreciação das provas dos exames nacionais e dos exames elaborados a nível de escola do ensino secundário são afixados: a) 1.os 15 e 18. igualmente. Anexo C — exames nacionais do ensino secundário.ª fase: Prazo único — 8 e 9 de Julho. deverão ser acauteladas as necessárias alterações horárias no correspondente à Região Autónoma dos Açores e aos diferentes países em que os exames nacionais se realizam. realizar exame na 2.ª chamada. de 2 a 11 de Março. Valter Victorino Lemos.º anos de escolaridade e que se candidatem aos exames na situação de autopropostos. inclusive. tendo como referência.º período. 2. 6 — A inscrição para a época de Setembro nos exames de equivalência à frequência (provas elaboradas a nível de escola) dos alunos autopropostos dos 2. 20 — A inscrição e a realização dos exames das disciplinas que se constituam como provas de ingresso para candidatura ao ensino superior em 2009 ocorrem nas mesmas datas e prazos referidos nos n.º e 3.ª fase.

º ano Matemática A (635).ª feira — 26 de Junho 2. Francês (817).º/12. Ensino Básico — 3. ANEXO C Exames nacionais do ensino secundário — 2009 2.00 História da Cultura e das Artes (724). Português Língua não Materna. 12. Geografia A (719).º/11.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 2. Inglês (850).º ou 11. 11.º ou 11.º/11.º ou11. 2.º/ 12. Geografia A (719).º anos 10/11.ª feira — 13 de Julho 3.º/12.º ano 9. 10.º ano Matemática A (635).00 Alemão (701).º anos Português (639).º/12. 12.00 10. 11.º anos 10. (739). Biologia e Geologia (702). Aplicações Informáticas B (703).4164 Diário da República.º ano História B (723).ª feira — 13 de Julho Ensino Básico — 3.ª feira — 14 de Julho 4.º anos 10.º ou 11. Português (239). Inglês (550).º/12.ª Feira — 16/6 4.º/12.º ano 14. Matemática Aplicada às Ciências Sociais 11.ª Feira — 17/6 5. 12.º ou 11.ª série — N. Português Língua não Aplicações Informá.ª Feira — 18/6 6.ª feira — 16 de Julho 12.º ciclo 9.º anos Biologia e Geologia Desenho A (706).º/ 12. A (708).00 Português (639). 12.º/11. Nível de iniciação Matemática B (735).º/12. Nível intermédio (29).º/12.00 Língua Portuguesa (22).º ano Física Química A Geometria Descritiva História A (623).º anos Economia A (712).ª chamada (situações excepcionais) 5. Nível intermédio (839). Nível intermédio (839).º ou 11.º/11.ª feira — 15 de Julho 5. Matemática Aplicada às Ciências Matemática B (735). (702).Literatura Portuguesa Materna.º anos 10.º/ 12.º ano 9.º ou 11. 10. Geometria Descritiva A (708).º anos Alemão (501). 11. Francês (517). (734). Português (239).º/12.º anos 17. Ensino Básico — 3.º/11. Literatura Portuguesa (734). ticas B (703).º/12.º/11. 10.º/11.º anos 12.º ano 11.ª feira — 25 de Junho 6.º ano 12. Espanhol (547). .º anos 12. Inglês (550).º/ 12. Latim A (732). Alemão (501).00 Desenho A (706).º/11.º anos 12.º anos 10.ª fase Horas 2. Espanhol (747).º ano 14. Espanhol (547).ª Feira — 19/6 2. Sociais (835).º ciclo Português Língua não Materna.ª fase Horas 3. 12. Francês (517). (715).º ano História B (723).ª Feira — 22/6 3. Latim A (732).º ciclo Matemática (23). Nível de iniciação (28).ªFeira — 23/6 12.º ou11.º/ 12.º ou 11.º anos (835). Física Química A (715). Nível de iniciação (739). ANEXO B Exames nacionais do ensino secundário — 2009 1.

da Construções Casimiro.º ou 11.º 11/2008. — A Directora de Serviços de Administração Geral. .. . — A Directora de Serviços de Administração Geral. de 7 de Dezembro. do edifício sede.º 1 do artigo 38.º 68/2009-SEAP. 2. Direcção de Serviços de Administração Geral. Sede do ME.º 3541/2009 Por despacho. com efeitos a 01 de Janeiro de 2009.ª feira — 13 de Julho 3. do Senhor Secretário de Estado da Administração Pública: Elsa Clara Lameiro Nunes Martins. na situação de mobilidade especial. com efeitos a 24 de Novembro de 2008. Despacho (extracto) n. Sede do ME. de 20 de Fevereiro. discriminam-se as obras adjudicadas por esta Secretaria-Geral. S. da iluminação do gabinete do Sr. . . 5 Out. Ajuste directo .º/12. . .º do ed.º 11/2008. n. . 12.107 -1. Ajuste directo . Secretaria-Geral Direcção de Serviços de Administração Geral Despacho (extracto) n. Espanhol (747). Trab.º e o n. A. .º and. . .º da Lei n. na situação de mobilidade especial.. .º 53/2006.Diário da República. . 2 687. Construções Casimiro.º 3537/2009 Por despacho de 2008. Secretário Estado da Educação. 107. autorizada a passar à situação de licença extraordinária. . com as alterações introduzidas pela Lei n. 9. Listagem n. . . L. Despacho (extracto) n. de 2 de Março. durante o ano de 2008. .º ano Alemão (701).º da Lei n. . Sede do ME. L. Maria Isabel Lopes Afonso Pereira Leitão. de manutenção e beneficiação no 8. . pelo período de 8 (oito) anos. da iluminação do gabinete do Chefe de Gabinete. 11. com as alterações introduzidas pela Lei n. . desde 01/12/2001 5 de Janeiro de 2009. do Senhor Secretário de Estado da Administração Pública: Olívia Meireles Pereira. 5 Out. de 7 de Dezembro. L.º. de 7 de Dezembro. Despacho (extracto) n. Ajuste directo . n. Sede do ME. L. . . de repar.ª série — N.º e Galeria. .º 53/2006. nos termos do artigo 32. da carreira de Assistente Administrativa. .54 2 613. — A Directora de Serviços de Administração Geral.da Lovarte — Comércio e Indústria de Construção. Valor sem IVA (em euros) Designação da empreitada Forma de atribuição Entidade adjudicatária Remod. . 4. autorizada a passar à situação de licença extraordinária.29 do Secretário-Geral e nos termos do disposto no n. .76 2 730 4 188.º 35/2009-SEAP.12. autorizada a passar à situação de licença extraordinária.º 4 do artigo 11. na Av. autorizado a passar à situação de licença extraordinária. .º and.º 11/2008. . Afagamento do pavimento em gabinetes do 9.º 59/99. Trab.Índice 170. n. de 09 de Janeiro de 2009. 20 de Janeiro de 2009. por opção voluntária. Maria Isabel Lopes Afonso Pereira Leitão.º 53/2006. — A Directora de Serviços de Administração Geral. na situação de mobili- dade especial.º 21/2009 Nos termos do artigo 275.59 8 400 1 120.º da Lei n. pelo período de 20 (vinte) anos.da António Frutuoso. .86 António Palmira Martins. . 3. nos termos do artigo 32. . Ajuste directo . por opção voluntária. afecto à Secretaria-Geral do Ministério da Educação. .º. 2. nos termos do artigo 32. Remod. 107. com efeitos a 01 de Janeiro de 2009. . Av.º 1 do artigo 19.º.º 31/2009-SEAP.º 37/2009-SEAP. pelo período de 20 (vinte) anos. Maria Isabel Lopes Afonso Pereira Leitão.º 11/2008. Sede do ME.º. Ampliação e reestruturação das redes de voz nos Pisos 1. diversos de manutenção e reparação no ed.º/12. do ed. . com as alterações introduzidas pela Lei n. por opção voluntária. 5 Out.ª feira — 16 de Julho Horas 2. de 20 de Fevereiro. de 7 de Dezembro. Maria Isabel Lopes Afonso Pereira Leitão. n. faz-se publica a lista nominativa do pessoal do Quadro Único do Ministério da Educação que optou voluntariamente pela sua colocação em situação de mobilidade especial: Nome do funcionário: Maria Júlia Melo Martins Fernandes Natureza do vínculo: Nomeação Definitiva Carreira: Ajudante de Creche Categoria: Ajudante de Creche e Jardim de Infância Escalão 5. conjugados com o n. 20 de Janeiro de 2009. Despacho (extracto) n. Ajuste directo com consulta a cinco firmas. ed. . de 7 de Dezembro. por opção voluntária. Técnica Principal.º e do n. afecta à Secretaria-Geral do Ministério da Educação.. .º 12 do artigo 32. do Senhor Secretário de Estado da Administração Pública: José António Ferreira Borges Mendes. .º 3538/2009 Por despacho. Especialista de Informática. L. Sede do ME.º/11.º 3539/2009 Por despacho. .da António Palmira Martins. S. .º 3540/2009 Por despacho. do pavimento no gabinete técnico do CIREP. (724). . .da Lovarte — Comércio e Indústria de Construção. . na redacção conferida pela Lei n. .º 53/2006. do ed. pelo período de 5 (cinco) anos.º anos 17. na Av. ed. . . . Maria Isabel Lopes Afonso Pereira Leitão. com as alterações introduzidas pela Lei n. . 20 de Janeiro de 2009. Técnico-Profissional Principal. com efeitos a 28 de Outubro de 2008. . de 20 de Fevereiro. de 20 de Fevereiro. de 09 de Janeiro de 2009. Ajuste directo .º da Lei n.º and. no 11. Ajuste directo . A. 12. História da Cultura e das Artes Inglês (850).º 11/2008.º. do Senhor Secretário de Estado da Administração Pública: Elisa da Conceição Ferreira Coelho Vaz. Trab. de 14 de Janeiro de 2009. — A Directora de Serviços de Administração Geral. . nos termos do artigo 32.00 Economia A (712). Assistente Administrativa Especialista. de 20 de Fevereiro. . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4165 4. afecta à Secretaria-Geral do Ministério da Educação. do Decreto-Lei n.º da Lei n. .º ano História A (623). de 09 de Janeiro de 2009.ª feira — 14 de Julho 10. . .º e 9. .17 4 758.ª feira — 15 de Julho 5.º 53/2006. na situação de mobilidade especial.º e Único Adicional. afecta à Secretaria-Geral do Ministério da Educação.º anos Francês (817). 20 de Janeiro de 2009.

RAIOCOOP -Electric. Emp.º Pisos do ed. . na Av.º 104/2008. Sede do ME. em Lisboa — 2. .90 33 033.º do Decreto-Lei n. 107. . no uso das competências que lhe foram delegadas. 24 Julho.Telecomunicações e Construção Civil. de Média e Baixa Tensão dos edifícios do ME na Av. L. de Anúncio. 5 Out. . remod. remod. de Anúncio Ajuste directo . 5 Out. Direcção Regional de Educação do Norte Agrupamento Vertical de Escolas da Abelheira Aviso n.º 74. de manutenção e beneficiação no 8. 5 Out. Emp. foram nomeados os docentes de nomeação definitiva para a categoria de professor titular do quadro de escola de acordo com o Decreto-Lei n. Emp. 24 Julho.Telecomunicações e Construção Civil. do Bar/Refeitório do edif. . . Concurso limitado s/Public.. Concurso limitado s/Public.º and.da Ventifor — Repres. S. Grupo Nome do docente Departamento 910 Cecília Rosa de Sousa Ferreira Departamento de Expressões 21 de Janeiro de 2009. secagem de quadro elécrico.. das instalações AVAC e eléctricas. . . — O Presidente da Comissão Administrativa Provisória. Ajuste directo . . 5 Out.º do Decreto-Lei n. de 31 de Março. na Av.º 5 do artigo 16. das instalações AVAC e eléctricas.º Piso do ed.1. .95 9 200. . Concurso limitado s/Public. presidente da Comissão Administrativa Provisória do Agrupamento Vertical de Escolas D’Agrela e Vale do Leça. . A.42 55 708 445. Cecília de Fátima Ribeiro da Cunha Pita de Araújo.80 Ajuste directo . 134 a 142.º 200/2007. Batista. .da António Palmira Martins. — A Presidente do Conselho Executivo. .4166 Designação da empreitada Diário da República. 5 Out. . a Lista de Antiguidade do Pessoal Não Docente deste Agrupamento de Escolas com efeitos a 31 de Dezembro de 2008. .134. . Intervenção nos quadros eléctricos do ed. com efeitos a partir de 18 de Novembro de 2008.da Tecnospie. . . do edif. Ajuste directo . Fernanda Maria dos Santos Simões Mendonça. de remodelação parcial das instalações eléctricas e de Telecomunicações no 11. Sede do ME. . e do n. Ajuste directo . . Trab. .74 38 110. . de 24 de Junho. . .º e Único Adicional.º Piso do ed. Trab. Remodelação parcial das instalações eléctricas nos 3. . Emp. 21 de Janeiro de 2009.da Construções Casimiro. .Telecomunicações e Construção Civil.Telecomunicações e Construção Civil. . 2. de alterações na entrada principal do Complexo de Caparide. 134 a 142. .º Piso do ed. A.36 Tecnospie. Ajuste directo . .º e Único Adicional — Trabalhos a Mais. Sede do ME. Equip. L. 5Out 107.ª série — N. .º and. . José António de Pinho Sobral Torres. Sede do ME. L.º 100/99. 107. de Anúncio. de Anúncio.107 — Revisão de Preços.. faz-se público que se encontra afixada no placard dos Serviços Administrativos. L. do ME na Av.da RAIOCOOP -Electric. . de remodelação parcial das instalações eléctricas e de Telecomunicações no 10. Sede do ME. Emp. S. .º Adicional -Trabalhos Adicionais. da Directora Regional de Educação do Norte. . repar. 2. . . . . de Média e Baixa Tensão dos edifícios do ME na Av.04 31 747. 24 Julho. L. de remodelação parcial das instalações eléctricas e de Telecomunicações no 12. do Bar/Refeitório do edif. .. Ajuste directo com consulta a cinco firmas. A. na Av. Galeria e 5. 53 823.º e 13. — O Secretário-Geral.º e Único Adicional. n. de remodelação parcial das instalações eléctricas e de Telecomunicações no 9. .º 2509/2009 Em cumprimento do disposto no artigo 95. Emp. . . 107.da RAIOCOOP Electric.da Lovarte — Comércio e Indústria de Construção. da junta de dilatação.º do já citado diploma. Emp.30 29 679. remod. na Av.º Adicional — Trabalhos a Mais. 5Out 107.º e 2.32 1 841. para reclamação ao dirigente máximo do serviço. 8 815. Sede do ME.ª série. nos termos da alínea a) do n. João S.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Valor sem IVA (em euros) Forma de atribuição Entidade adjudicatária Remodelação parcial das instalações eléctricas nos 1. Sede do ME.º do Decreto-Lei n. Sede do ME. . ed. 13 800. Sede do ME. efecuados no edif. L.º 1 do despacho n. .da RAIOCOOP-Electric. e Assistência Técnica. remod. de Anúncio. Emp.º and. Concurso limitado s/Public. Concurso limitado s/Public.º 3 do artigo 95. . das redes de energia eléctrica. em Lisboa — 1.da 19 de Janeiro de 2009. 107. Sede do ME — 1. L.. 107. . L.da Ventifor — Repres.da RAIOCOOP — Electric. Agrupamento de Escolas d’Agrela e Vale do Leça Despacho n. . na Av. avisam-se todos os interessados que se encontra afixada no placard de entrada dos serviços administrativos deste Agrupamento. . — A Presidente do Conselho Executivo. S. de Anúncio. Equip. . nos termos do artigo 96. na Av.1. na Av. Concurso limitado s/Public.º e 9. . L. Emp. Ajuste directo . Os interessados dispõem de 30 dias a contar da data de publicação deste Aviso para reclamar. Agrupamento Vertical de Escolas de Alfena Aviso n.32 Lovarte — Comércio e Indústria de Construção.da RAIOCOOP — Electric. na Av.º 100/99. .84 5 732 78 855. . Os funcionários dispõem de 30 dias a contar da data da publicação deste aviso. Emp.. . L. das redes de energia eléctrica. 5 Out. publicado no Diário da República. L. 22 de Janeiro de 2009. de remodelação parcial das instalações eléctricas e de Telecomunicações no R/C. de 22 de Maio. . 5 Out. . do edif. de 31 de Março. Av.85 5 291. Concurso limitado s/Public. de 15 . . L.º 3542/2009 José António de Pinho Sobral Torres. . . 13 050.70 António Palmira Martins. Emp.Telecomunicações e Construção Civil. e Assistência Técnica. Sede do ME. de Anúncio.Telecomunicações e Construção Civil. . . 107.º 10969/2008.º e 4 ..º 2510/2009 Nos termos do disposto no n. . a lista de antiguidade do pessoal não docente com referência a 31 de Dezembro de 2008.º Piso do ed. de Abril de 2008.

. . . . . . . . . . . . . foram nomeados. . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de 22 de Maio. . . . . . . Vítor Ricardo Glória Carlos . . . . . . . . . . . . . Maria Helena Soares de Oliveira Lestre. faz saber que. Maria José Teixeira Costeiro Salgado . . . . . . . . Mónica da Luz Cera. . . . . . . Flora Cristina Vaz da Silva. Eva Maria Simões de Matos . . . Dominique Adriano Pires da Conceição . . . . . . . . . . . . . Maria Catarina Lopes Paiva. Lina Maria Brito da Cunha Ferreira Moreira. Perla Alves dos Reis Pinho . . . . . . . . abaixo indicados. . . . . . . . . . . . . . . referentes aos professores não pertencentes aos quadros. . . . . . . . . . de acordo com o Decreto Lei n. . . . . de 15 de Abril de 2008. . . . de 5 de Dezembro.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Agrupamento de Escolas André Soares Nome 4167 Grupo Despacho n. Ana Cristina de Almeida Tavares. . . . . . . . . . . . Ana Cristina Martins Pires. . publicado no Diário da República.ª série. . . . — A Presidente do Conselho Executivo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3 do artigo 95. . . Maria Emília Coelho Prado e Castro. . . . Manuel Alberto de Castro Malheiro . . . . .º 10969/2008. . . . . . . . . . . .º 3546/2009 Por despacho da Presidente da Comissão Provisória do Agrupamento de Escolas D. Moreira Carneiro Costa Maria Madalena Silva Abreu Coelho Virgínia da Costa Carvalho . . . . . . . . Liliana de Jesus Freitas Rodrigues. . . . Susana Andreia Abreu Ribeiro. . . . . . . . . . . . Catarina Romana Ferreira Rodrigues. . . Margarida Maria Lisboa Tavares de Pina . . . . . . Maria da Graça dos Santos Silva Trigo Moutinho. . . Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento Vertical de Escola Bento Carqueja. . . .º 74 de 15 de Abril. . . . . . . . . .º 24 941/2006. . . de 22 de Maio. 210 230 110 260 Maria da Conceição Ribeiro Leite. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Agrupamento Vertical de Escolas Bento Carqueja Despacho n. . . Carla Paula da Silva Pires . . . Flávia Manuela Pinto Vieira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Isabel Margarida dos Santos Couto .º 2511/2009 Nos termos do disposto no n. . . . . . . no uso das suas competências delegadas. . . . . . . . . . . . . . . . Maria Conceição C. . . . . . . . . . n. . Maria Lúcia Avelar Azevedo e Sousa . . . . . . Sandra Filomena Rangel de Oliveira Gonçalves . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Teresa Maria Caldas da Silva Araújo. . . . . . . . . . . 2. . . no uso das competências que lhe foram delegadas através do despacho n. . . . no uso da competência delegada no despacho n. . . . . . . Agrupamento Vertical de Escolas do Búzio Aviso n. . . . . Maria de Lurdes Tavares de Pinho. . Orquídea Marcela Ferreira da Silva. . . . Afonso Henriques Despacho n. . — A Presidente da Comissão Executiva Instaladora. . . Leonel Fernandes Gomes. . . . . . . . . Cristina Tavares Vilela . . Angelita Beatriz Ferreira Rebelo . . . . Nome Grupo/ Código Código da escola 21 de Janeiro de 2009. . . . . .º 200/2007. . . . Elaine Beatriz Cordeiro Barciela da Silva . . . os docentes a seguir indicados: Grupo Nome Anabela da Conceição Cabral Pinho . Carla Isabel Saldanha Lopes de Sá Quintela . . . . . . . . . . . 2. . . .ª série — N. . . . . . . da Directora Regional de Educação do Norte. . 2. os seguintes professores para a categoria de professor titular do quadro deste Agrupamento. . . . .ª série n. . celebrados para o ano lectivo de 2008-2009: Nome Grupo Carla Susana Tavares Pedro. . . 110 110 110 110 110 110 210 220 230 230 230 230 240 240 240 260 400 410 430 430 430 500 500 510 510 510 510 520 530 600 620 620 21 de Janeiro de 2009. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . publicado no Diário da República. . . . . . . de 23 de Outubro. . . . . . no uso das competências que lhe foram delegadas e subdelegadas pelo Despacho n. . . . . . . Maria Luísa Gomes Correia. . . .º do Decreto-Lei n. . após concurso extraordinário.º 233 de 05 de Dezembro de 2006. . . . foram homologados os contratos administrativos de provimento relativos ao ano escolar 2008/2009.ª série. . . .Diário da República. . . . . . . . . . . . de publicado no Diário da República. . . Filipe de Melo Tavares Santos Leite . . Maria Graça Martins Pereira de Moura. Gina Maria da Silva Oliveira . . . . . . . Ana João Ribeiro Lopes. . . . . . . . .º ciclo e secundário. . . . . de acordo com o despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Sara Madalena Moreira da Costa. . . . . . .º 200/2007. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Hugo Miguel dos Santos Álvares . Maria Isabel Amorim Resende. . . . . nos termos do artigo 96.º 3543/2009 Por despacho da Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento Vertical de Escolas André Soares. . . . . . . . . . . . . . 110 110 110 110 110 110 200 210 220 230 230 290 290 350 420 430 500 500 500 510 550 550 237670 253753 253753 250144 237670 237670 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 . . . . . . . . . são homologados os seguintes contratos administrativos de serviço docente do 3. . . . . . . . . . . . . . Marta Catarina Figueiredo Carvalho . . . . . . . . Joana Maria Faria Portela Moreira .º 233. .º 3544/2009 Maria Helena Soares de Oliveira Lestre. . . . . Afonso Henriques.º 104/2008 de 24 de Junho. . . . Sandra Cristina Moura Rodrigues . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Maria Catarina Lopes Paiva. . . . . . . . . . . João Manuel Lopes Nunes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Isabel Maria Baptista Monteiro Cardoso . . . . . . . . . . 240 260 240 240 340 340 340 340 Expressões Expressões Expressões Expressões 19 de Janeiro de 2009. . . Lídia Maria Tavares de Sousa . . . . . . . . . . . . . . Olga Maria Dias Domingues de Sousa . . . . . . . . . . . . . Jorgelina Antónia Gomes Arede Bastos. . Rui Pedro Henriques Rodrigues Alves . . . . . . com efeitos a 01 de Setembro de 2007: Nome Código Índice do remuneratório grupo Departamento Domingos da Silva Abreu . . . Sérgio Artur Santos Franco . . . . Orlanda Maria Pinto Santos . . . . . . . Dina de Almeida Cancela. . . . . . . . . . . . . . .º 3545/2009 Por despacho de 21 de Janeiro de 2009 da presidente da Comissão Executiva Instaladora. . . . . . . . . . . 2. . Isabel Sofia Cabral Pimentel . . Catarina Isabel da Silva e Sousa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . — A Presidente do Conselho Executivo. . . . Agrupamento de Escolas D. . . . . . . . . . . António Pedro Reis Guimarães . . . n. . . . 21 de Janeiro de 2009. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 10969/2008. .º do referido Decreto-Lei. . . . . . . . . . . . nos termos do Decreto-Lei n. . . . . . . . . . . . .º 24941/2006. . Os interessados dispõem de 30 dias a contar da publicação deste aviso no Diário da República para reclamação ao dirigente máximo do serviço. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Elisa Maria Moura Afonso Fernandes . . . . . . . . . . . . foram providos para a categoria de Professor Titular. . . . . . . . . . de 31 de Março. . . . . as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. . . . . . . . . 100 100 Arminda Manuela Mendes da Costa Ribeiro da Silva. . . . . . . . . . . . . — A Presidente da Comissão Executiva Instaladora. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 100/99. . Patrícia Maria Vaz Gomes . . . Maria Luísa Miranda Costa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Iva Liliana Araújo de Oliveira Monteiro . . . . . torna-se público que se encontra afixada no placard a Lista de Antiguidade do Pessoal Não Docente com referência a 31 de Dezembro de 2008. . . . . . .

ª série — N. .º do referido Decreto-Lei. de 31 de Março. . Agrupamento de Escolas Domingos Capela Aviso n. . torna-se público que se encontra afixada na sala de pessoal auxiliar e nos serviços de administração escolar. a contar da data do dia seguinte ao da publicação do presente aviso no Diário da República: 1 — Os requisitos de admissão ao concurso são os fixados nos pontos 3 e 4 do artigo 21. nos serviços administrativos da Escola Secundária de Maximinos com 3. Daniela Alexandra Coutinho Novo . . a contar da data da publicação deste aviso. 20 de Janeiro de 2009. . . .º 100/99. de 9 de Julho. .º ciclo. . na sala do pessoal não docente desta escola. . através do despacho n. Da referida lista cabe reclamação. . .º 604/2008. . . . . . .º 1 do artigo 95. . . . 550 230 500 110 550 110 530 550 510 21 de Janeiro de 2009.º 3 do artigo 93.2 — É obrigatória a prova documental dos elementos constantes do currículo. . .º 2512/2009 Nos termos do n. . publicado no Diário da República. . Maria Adelina Gomes Guedes Pereira. Código Bruno José Correia Martins . .º da Portaria n. . . . . . . . a contar da data da publicação deste aviso no Diário da República para reclamação ao presidente do órgão de administração e gestão da Escola. Os interessados dispõem de 30 dias a contar da data de publicação deste aviso para reclamar. . . datado e assinado. . Emília da Assunção Cardoso Bragança Gordete . faz-se público que se encontra afixada. para reclamação. . . ou remetidas por correio registado com aviso de recepção.º 1 do artigo 96. . . para consulta. . . . Ivone Alexandra Carneiro de Sousa. .ma Senhora Directora Regional de Educação do Norte. . . . — O Presidente do Conselho Executivo. 2 — Formalização das candidaturas — as candidaturas devem ser formalizadas mediante requerimento.º da Portaria n. . com excepção daqueles que se encontrem arquivados no respectivo processo individual e este se encontre nos Serviços Administrativos da Escola Secundária de Maximinos com 3. . a lista de antiguidade do pessoal não docente deste estabelecimento de ensino. . reportada a 31 de Dezembro de 2008.º 100/99 de 31/03. Manuel Pinto de Vasconcelos Aviso n. . . . Caetano — Maximinos 4700-235 Braga. em envelope lacrado. . . 21 de Janeiro de 2009. . Agrupamento Vertical de Escolas de Freixo Despacho n. . . . . de 31 de Março. . . . . . . João Alberto Pedroso de Oliveira .º 1 do artigo 96.º 2517/2009 Aviso de abertura do procedimento concursal prévio à eleição do director Nos termos do disposto no artigo 22.º 10 969/2008. . . Daniel Carvalho Lima . Os funcionários dispõem. . .º do Decreto-Lei n. . . .pt. .esmax. . . . Isabel Maria Carvalho Guimarães . . em modelo próprio. . 3 — Os requerimentos de admissão deverão ser acompanhados da seguinte documentação. . . . — A Presidente do Conselho Executivo. Os docentes dispõem de 30 dias. . . Agrupamento de Escolas Dr. Luís Paulo Moreira Garcês. no prazo de 30 dias a contar da data de publicação deste aviso. de 22 de Abril. homologo os contratos administrativos de serviço docente abaixo indicados. . . . . expedido até ao termo do prazo fixado para apresentação das candidaturas. . . . . no placard do átrio principal a lista de antiguidade de pessoal não docente com referência a 31 de Dezembro de 2008. .º do Decreto-Lei n.º do Decreto-Lei n. . reportada a 31 de Dezembro de 2008. 2. . c) Declaração autenticada do serviço de origem onde conste a categoria. — O Presidente do Conselho Executivo. — A Presidente do Conselho Executivo. . . . . de 9 de Julho. 3.º 76/2008.º. de 30 dias a contar da publicação deste aviso.º do Decreto-Lei n. .ª série. . .º do Decreto-Lei n. .1 — Os candidatos podem. . . e no artigo 2. — O Presidente do Conselho Executivo. para reclamação nos termos do n. 20 de Janeiro de 2009. . . . .º 2515/2009 Para cumprimento do disposto no n. disponibilizado em http://www. e no artigo 5. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Agrupamento Vertical de Escolas da Madalena Aviso n. . 21 de Janeiro de 2009. 3. . . . . . de 31 de Março. . definidos objectivos e estratégias e estabelecida a programação das actividades que o candidato se propõe realizar no mandato. Luís Henrique Cardoso Fernandes.º 2516/2009 Nos termos do disposto no n. torna-se público que se encontra aberto concurso para provimento do lugar de Director da Escola Secundária de Maximinos com 3. .º 100/99. relativos ao ano escolar 2008-2009.º ciclo. . . sob pena de exclusão: a) Curriculum vitae detalhado. . . .º 75/2008. devendo ser entregues. . . n. . b) Projecto de intervenção na escola onde sejam identificados problemas. . . . Vânia Marisa de Carvalho Belo.º 74. . . Deolinda de Fátima Dias Esteves Gaspar . Mónica Alberta Félix de Sousa Sanfins. . faz-se público que se encontra afixado. .º 604/2008.º 2513/2009 Em cumprimento do disposto no n. Os funcionários dispõem de 30 dias. . . . indicar quaisquer outros elementos. 550 910 340674 340674 21 de Janeiro de 2009. . . e) Fotocópia dos certificados de formação profissional realizada. . .º ciclo.º 2514/2009 Torna-se público que se encontram afixadas nos Serviços Administrativos deste Agrupamento de Escolas. . Aviso n. . . faz-se público que foi afixado nesta Escola a lista de antiguidade do pessoal docente referente a 31 de Agosto de 2008. designadamente no seu artigo 96. dirigido à presidente do Conselho Geral Transitório da Escola Secundária de Maximinos com 3. . . . . de 15 de Abril. 15 de Janeiro de 2009. . . . Escola Secundária de Maximinos Aviso n. . nos termos do n. que considerem ser relevantes para apreciação do seu mérito. . . pelo prazo de 10 dias úteis. — O Presidente do Conselho Executivo. . . no uso das competências que lhe foram delegadas pela Ex. f) Fotocópia do bilhete de identidade e do número fiscal de contribuinte. . . ainda. . . 4 — Será entregue a cada candidato o comprovativo da apresentação da candidatura. . . Maria da Conceição Esteves Vieira . . vinculo e o tempo de serviço do candidato d) Fotocópia de documento comprovativo das habilitações literárias. . . . . . . . devidamente comprovados. as listas de antiguidade do pessoal docente e não-docente deste Estabelecimento de Ensino. Manuel Joaquim Correia da Silva. . 2. . . e para efeitos do disposto no mesmo diploma. António Manuel Pinto Ribeiro. a apresentar ao dirigente máximo do serviço. Célia Bernardo .º ciclo — Avenida Colégio Órfãos de S. . . . . e para os devidos efeitos. . a lista de antiguidade do pessoal não docente deste Agrupamento. . .º 3547/2009 Por despacho de 21 de Janeiro de 2009. . . . . Agrupamento Vertical de Escolas de Marco de Canaveses Aviso n. das 9. de 22 de Abril. .º do Decreto-Lei n. . . .º 1 do artigo 95. . . . . . .º. — A Presidente da Comissão Provisória.4168 Nome Grupo/ Código Código da escola Diário da República. . . .º 100/99.30 às 16 horas. . . . .º 1 do artigo 95. . do Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento Vertical de Escolas de Freixo. . . . Maria Adelina Gomes Guedes Pereira. .

.Diário da República. . Rocelin Tavares Soares Serafino . . . no Despacho n.º 1. publicado no Diário da República. . . . . .ª Série n. . esgotados os prazos previstos no ponto 3 do artigo 5. de 21 de Novembro de 2006 com efeitos a 1 de Setembro de 2006 foi Nomeado. nos termos das alíneas a) do n.º 233. rectifica-se onde se lê: Nome Grupo Departamento Agrupamento de Escolas de Valpaços Despacho n. . . . . a lista de antiguidade do pessoal não docente reportada a 31 de Dezembro de 2008. José Valentim Teixeira de Sousa.ª Série. Maria Helena Silva Coelho Barros Rolo Dias . .º 1 do artigo n. Maria Odete Ferreira Lameiro . . . . . António Almeida de Figueiredo Agrupamento de Escolas de Paços de Brandão Declaração de rectificação n. . — O Presidente do Conselho Executivo. . Nome Escola Grupo Ana Beatriz Gonçalves Santos Costa. . Filipa Silva Pais Lopes Santos. .º 3549/2009 Por Despacho da Presidente do Conselho Executivo. — A Presidente do Conselho Executivo. . Nádia Inácio Marques Pereira . 300 300 Línguas Línguas Direcção Regional de Educação do Centro Agrupamento de Escolas do Conde de Castelo Melhor Declaração de rectificação n. 26/07. . José Rafael Pinto de Barros.º 241/2009 Por ter sido publicado com inexactidão no Diário da República 2. . . . . .º 2518/2009 Nos termos do disposto no artigo 95. Paula Cristina Oliveira Resende . . 2. .º 23 731/2006. . . . 242354 242366 242366 244430 244430 346603 346603 346603 346603 346603 346603 346603 110 110 110 110 110 240 240 260 290 300 500 500 19 de Janeiro de 2009. . b) A análise do Projecto de Intervenção na Escola de cada candidato.º do Dec. . de acordo com o ponto 1 do artigo 24. . . . no Diário da República. . apreciar a coerência entre os problemas diagnosticados e as estratégias de intervenção propostas. . . . . Leonilde Martins Rodrigues Gomes .º 30728/2008. . .º 240/2009 Por ter sido publicado com inexactidão o despacho n. . onde se lê: Grupo 220 — Esmeralda Maria Almeida Rodrigues Brunido — Matemática e Ciências Experimentais Grupo 910 — Arminda Gonçalves Ferreira — Expressões Grupo 910 — Maria Filomena Narra Bettencourt Furtado — Expressões Grupo 910 — João Manuel Figueiredo Alves — Expressões Deve ler-se: Grupo 230 — Esmeralda Maria Almeida Rodrigues Brunido — Matemática e Ciências Experimentais Grupo 240 — Arminda Gonçalves Ferreira — Expressões Grupo 240 — Maria Filomena Narra Bettencourt Furtado — Expressões Grupo 260 — João Manuel Figueiredo Alves — Expressões 26 de Agosto de 2008. aprovado pelo Decreto Lei n. . . . publicado no Diário da República. Os interessados dispõem de 30 dias. . . . . . faz-se público que se encontra afixada. . 2. .º do Decreto-Lei n. numa relação interpessoal objectiva e sistemática. 4169 de serviço docente. . — A presidente do Conselho Geral Transitório. . designadamente para efeitos de apreciação da sua relevância para o exercício das funções de director e o seu mérito. .º 1/98. . . de 5 de Dezembro de 2006. Ana Paula Soares Resende Azevedo . . . . foram homologados os contratos administrativos Escola Secundária c/ 3. .º 3550/2009 No uso das competências que me foram delegadas pelo despacho 10975/08. d) Na avaliação das candidaturas será dada maior importância à análise do Projecto de Intervenção na Escola. .º Ciclo D. . 6 — Resultado do procedimento concursal — a lista dos candidatos admitidos e a dos candidatos excluídos será afixada na escola e divulgada na página electrónica da escola. . . a contar da data da publicação deste aviso. . . . .º 27/2006. . . n. publicado no Diário da República . Escola Secundária de Paços de Ferreira Aviso n. n. . . . Agrupamento de Escolas de São Roque e Nogueira do Cravo Despacho n. 16 de Dezembro de 2008. 22 de Janeiro de 2009. . . . .º do Regulamento Concursal. . . . os professores do Quadro de Nomeação Provisória a seguir indicado referente ao ano lectivo 2006-2007 Grupo Nomes Para QZP Código Jose Rafael Pinto de Barros . . — O Presidente do Conselho Executivo. . . . . . da Directora Regional de Educação do Norte.º Série n. celebrados entre 1 de Setembro de 2008 a 31 de Dezembro de 2008. de 02/01.º 64. 28/04 com as alterações dadas pelo decreto Lei n. visando apreciar. . . — A Presidente da Comissão Provisória. . .º 154 de 11 de Agosto de 2008. . . Dinis Despacho n. .º 3548/2009 Por despacho do Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento Vertical de Escolas de São Roque e Nogueira do Cravo. Olema Natércia Fernandes Gonçalves. .º 139-A/90. . no uso das competências que lhe foram delegadas através do despacho n. . . . . .º 121/2005. . . . 22 de Janeiro de 2009. alínea a). .ª série — N. .º e artigo 65. . . . . . . . . . — O Presidente do Conselho Executivo. as capacidades com o perfil das exigências ao cargo. . . 2. . e Decreto Lei n. . . Deve ler-se: 320 320 Línguas Línguas 420 Nome Grupo Departamento Vítor Jorge Barros Pedro de Figueiredo Vila Real 17 22 de Janeiro de 2009.º 24 941/2006.º 100/99. . . . 2. . Beatriz Maria Pereira Ferreira Gomes Ribeiro Gonçalves.º 20959/2008. de 31 de Março.º do ECD. . . .º 224. . . . Carla Marisa Martins da Costa . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 5 — Os métodos de avaliação das candidaturas são os seguintes: a) A análise do curriculum vitae de cada candidato. . . . para reclamação ao dirigente máximo do serviço. . de 15 de Abril.1 do despacho n. Teresa Paula Nabais Preto Chaves. de 10/02. . . . Maria Helena Silva Coelho Barros Rolo Dias . . . .º 231 de 27 de Novembro/2008 referente à nomeação de professores titulares do quadro deste agrupamento com efeitos a 1 de Setembro de 2007. . . . visando. no uso da competência delegada no n. . . . . . . . no placard dos serviços administrativos. .ª série. José Rafael Pinto de Barros . . e alínea a) do n. . . . c) O resultado da entrevista individual realizada com os candidatos. . de 23 de Outubro. . . ponto 1. Pedro Alves Teixeira Sousa Tavares . António José Ferreira Rodrigues . designadamente. . Ana Patrícia Mendes Dias Neves. . Lei n. . . . .º 1 do artigo 13.º 20/2006 de 31 de Janeiro e Decreto-Lei n. . .º do . . .

. Maria Manuela Rodrigues Conde . . . . António Júlio Anunciação Castro. . ao abrigo do Decreto-Lei n. . . . Carla Maria Martins Tavares .º 3554/2009 João Augusto da Fonseca Brás. . foram homologados os contratos administrativos de provimento de serviço docente celebrados no ano lectivo 2008/2009.º 20/2006 de 31 de Janeiro. . . .ª série — N. . . .º 2520/2009 Nos termos do Disposto no artigo 95. . Sidónio Fernandes Costa. . . . Os funcionários dispõem de 30 dias. . 22 de Janeiro de 2009. 2.12. . . . .º do Decreto-Lei n. . Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga Despacho n. n. . . . Sílvia Margarida dos Santos Rodrigues Costa. reportada a 31. .º do Decreto-Lei n. . . . . . . — A Presidente do Conselho Executivo. . . . . . Escola Secundária de Seia Despacho (extracto) n. . .º 23189/2006.º 3552/2009 José Cândido Labrincha da Silva. . .º Ciclo de Tábua Aviso n. . . . Maria de Lurdes Alves da Silva. . . . . . . . . . . . . . . . . . faz saber que. . — O Presidente do Conselho Executivo. . . . . . . . . . . . . . . .º do referido Decreto-Lei.º 74. . — O Presidente do Conselho Executivo. . . faz saber que. . . . . . Natália de Jesus Sousa de Almeida Ribeiro. Nelson da Silva Auxiliar . n. Maria de La Salete Goes Geraldo . . . . . . . — O Presidente do Conselho Executivo. . . . . . . . . .ª série n. . .º do Decreto-Lei n. . . — A Presidente do Conselho Executivo. e a fim de serem cumpridas as exigências previstas no artigo 35. . Carla Sofia Abrantes Correia .ª série. . . . . . . . os funcionários dispõem de 30 dias a contar da data da publicação deste aviso para reclamação ao dirigente máximo do serviço. . . . . Sousa. celebrados ao abrigo do Decreto-Lei n. Augusto Fonseca Nogueira. Helena Margarida Fernandes Neves . . . . . Maria Irene Pestana dos Santos . Teresa Susana Figueiredo Roque . . . .º 2519/2009 Nos termos do disposto no n. . .º 2521/2009 Nos termos do disposto artigo 95. . . . de 22 de Maio. . . — O Presidente do Conselho Executivo. . . . . . . .º 219 2. . Marília dos Santos Reis . . . . Pedro Miguel Moreira da Silva . . . . .º do mesmo diploma. . . . . presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária de Seia. . . . . . .º 3553/2009 Maria de Lurdes Alves da Silva. . . .º do Decreto-Lei n.º 200/2007. . . Departamento de Línguas. faz-se público que se encontra afixado no respectivo placar a lista de antiguidade do pessoal não docente com referência a 31 de Dezembro de 2008. .º 100/99 de 31 de Março. . . . . .º 20/2006. os professores do Quadro de Nomeação Definitiva posicionados no índice 340 abaixo mencionados. . . . . . . . . Departamento de Expressões. . . . Francisco Seabra Ferrão. . .º 100/99. . . . . . de 24 de Junho e do n. nos termos do Artigo 96. 21 de Janeiro de 2009. . . presidente do conselho executivo do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga. . . O presente despacho produz efeitos a partir desta data até às alterações orgânicas dos órgãos de gestão previstos pelo Decreto-lei 75/08. . . . Sara Cristina Soares Serra . no uso das competências delegadas pelo despacho n. . . . . . . . publicado em Diário da República. para reclamação ao dirigente máximo do serviço. Sara Isabel Mendes Leite . . . Despacho (extracto) n. . . de 31 de Março. . . faz-se público de que se encontra afixada. . . . de 14 de Novembro de 2006. . . . . . . António Manuel de Sá Caldeira. . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 2008/2009 com contrato administrativo de serviço docente. 2. .º 23189/2006. . . . nomeio em Comissão de Serviço para a categoria de Professor Titular a Professora Maria Carolina Duarte Silva Velhinho G. . . 2. publicado no Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . Da mesma cabe reclamação no prazo de 30 dias a contar da publicação deste Aviso no Diário da República. . . Maria das Neves da Rocha Carvalho . . . . .º 1b) do Despacho n. . . . . . . . . n.ª série. . . . . . . . . . . de 22 de Abril. . . Sandra Custódia Almeida dos Santos . . . . . para a categoria de Professores Titulares desta Escola. . . Carlos Alberto Maia Rodrigues. . . . . . Ana Teresa Pereira Serra . a lista de antiguidade do pessoal não docente reportada a 31 de Dezembro de 2008. . . . . .º 1 do artigo 95. . . a contar da data da publicação do presente aviso no Diário da República. . . . de 22 de Maio. . Isabel Maria de Faria Romão. Nome do Docente Grupo Carla Sofia Jesus Matos Catarina Alexandra Portela Sousa 110 110 . . . . José Cândido Labrincha da Silva. ponto 4. nomeio. . . . .º 74 de 15 de Abril de 2008. homologa os contratos referentes ao ano lectivo 2008/2009 dos docentes com Contrato Administrativo de Provimento.º. . 230 230 250 290 620 620 21 de Janeiro de 2009. . . . . . . . . faz-se público que se encontra afixada na Sede do Agrupamento a lista de antiguidade de Pessoal Não Docente do Agrupamento de Escolas de Vagos. . . . no uso da competência delegada no n.2008. . de 15 de Abril de 2008. . . no uso das competências que lhe foram delegadas através do despacho n. . . . . . e nos termos do Decreto-Lei n. . Carlos Alberto Maia Rodrigues. 22 de Janeiro de 2009. . . . dos seguintes docentes não pertencentes aos quadros das escolas deste Agrupamento. . . publicado no Diário da República. . . . . . . 22 de Janeiro de 2009. . . . .º 10975/2008 publicado no Diário da República. . .º 100/99. . — O Presidente do Conselho Executivo. de 31 de Março. . . . . . . 21 de Janeiro de 2009. . .4170 Diário da República. . . . homologo os contratos referentes ao ano lectivo Por despacho da Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Vieira de Leiria. do Decreto-Lei 15/07. . dos docentes abaixo indicados: Nome Grupo Decreto-Lei 200/07. . . . .º 10975/2008. . Departamento de Expressões. . . . Agrupamento de Escolas de Mealhada Despacho n. . Escola Secundária c/ 3. . . . . . de 31 de Janeiro. . . . 21 de Janeiro de 2009. . . Lígia Maria Moreira Pedrosa. . . . . . . . nos Serviços de Administração Escolar da Escola Secundária c/ 3. de 19 de Janeiro. . . . . . . . .º Ciclo de Tábua. . com efeitos a 15 de Novembro de 2008. . . . . . . . . . . 100 100 110 110 110 220 230 230 290 300 550 620 910 Agrupamento de Escolas de Vagos Aviso n. . no uso das competências que lhe foram delegadas através do despacho n. Nome Departamento Agrupamento de Escolas de Vieira de Leiria Aviso n. .º 219. . . . . . .º 3551/2009 Por despacho do presidente do conselho executivo do Agrupamento de Escolas de Mealhada. . . . alínea c). . Nos termos do artigo 96. . . . . . .º 2 do artigo 19.ª série de 14 de Novembro de 2006. . . . . .º 104/2008. . . . Nome Grupo Álvaro Sérgio Barreto de Almeida. . . . .

homologou os contratos de serviço docente referentes ao ano lectivo 2007-2008 abaixo indicados: Nome Grupo de docência Ana Cristina Rosa Lavado Francisco. . . . .º 15/2007. 21 de Janeiro de 2009. . . .º 100/99. Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo Agrupamento de Escolas de Afonsoeiro e Sarilhos Grandes Aviso n. Carlos Manuel Silva Oliveira. no uso da competência delegada através do despacho n. . . foram homologados os contratos administrativos de serviço docente. Eduardo Jorge Santos Pina Pires . Ângela Raquel Antunes Barreiros. presidente do conselho executivo da Escola Secundária Alfredo da Silva. Isabel Maria Tramoceiro Lopes Matemática e Ciências Experimentais. . de 19 de Janeiro. Os interessados dispõem de 30 dias a contar da data da publicação deste aviso no Diário da República para reclamação junto do dirigente máximo do serviço. Ana Cristina Rosado Branco de Sousa. 430 540 420 510 620 300 540 300 510 420 Adolfo Oliveira Torres. no uso da competência delegada no n. . de 11 de Agosto. Augusta Alves. . . .º do Decreto-Lei n.º 2525/2009 Por despacho da Presidente do Conselho Executivo. António Afonso de Melo Martins Ferreira da Graça.º 100/99.º do Decreto Regulamentar n.º e 76. Carlos Alberto Marques Lopes.º do Decreto-Lei 100/99. . de 31 de Março. — A Presidente da Comissão Executiva Instaladora. . .º 2522/2009 Nos termos do disposto no artigo 95. . Agrupamento Vertical de Escolas de D. 300 620 21 de Janeiro de 2009. a partir de 01 de Setembro de 2008. Ana Catarina Teixeira Castro Lopes.º 96.º 3555/2009 António Afonso Melo Martins Ferreira da Graça. . Agrupamento de Escolas do Algueirão Despacho n. 21 de Janeiro de 2009.º do Decreto-Lei n. Fernando Pires da Fonseca.º 2524/2009 Em cumprimento do disposto no n. . torna-se público que se encontra afixada no placard da sala de professores deste Agrupamento.º 117/99. n. . Fátima Maria Prata dos Santos do grupo de recrutamento 110. 2. torna-se público que se encontra afixada a lista de antiguidade do pessoal não docente deste Agrupamento reportada a 31 de Dezembro de 2008. referentes ao ano lectivo de 2008/2009 dos docentes abaixo mencionados: Grupo Nome Escola Secundária Alfredo da Silva Despacho (extracto) n.º 200/2007. e do artigo 3. 22 de Janeiro de 2009. . . de 31 de Março. conjugado com o artigo 106. . . publicado no Diário da República. . à professora do quadro deste agrupamento. . de 31 de Março. . .º 2523/2009 Em cumprimento do artigo 41. com efeitos a 28 de Novembro de 2008. . .º 1. . n. . .º do Decreto-Lei n. Lígia Maria Moreira Pedrosa. . Mário Jorge Silva. . .º n. Valter Camilo da Silva Moreira Matos . . Catarina Alexandra Oliveira Martins. Agrupamento Vertical de Escolas de Alcochete Aviso (extracto) n.ª série. . .º 165/2006. . .º 23731/2006 publicado no Diário da República. — A Presidente da Comissão Administrativa Provisória. 2.ª série. — O Presidente do Conselho Executivo. Soares. de 19 de Maio de 2008.º 13 862/2008. n. . .º s 1 e 8 do Decreto-Lei n.ª série. . . Maria Teresa Nóbrega Q. — O Presidente do Conselho Executivo. . . . . . . no uso da competência delegada no n.º 224. de 11 de Agosto. .º 13/2006.º 23 731/2006. . e por despacho do Director Geral dos Recursos Humanos da Educação de 08 de Agosto de 2008.º Ciclo do Ensino Básico.º Ciclo do Ensino Básico. Escola Secundária de Emídio Navarro Aviso n. Pedro II Aviso (extracto) n. . foi autorizada a licença sem vencimento por um ano. de 22 de Maio. na sequência do concurso extraordinário a que se refere o artigo 30. . Os funcionários dispõem de 30 dias a contar da data de publicação deste aviso no Diário da República para reclamação ao dirigente máximo do serviço. foram nomeados para a categoria de Professor Titular deste Agrupamento. Duarte Línguas. .º do Decreto-Lei n. 2.º 1 alínea c) do Despacho n. . 21 de Janeiro de 2009.ª série — N. 1.º 104/2008 de 24 de Junho e de acordo com o Decreto-Lei n. . . os docentes de nomeação definitiva abaixo mencionados: Código do grupo Nome Departamento 22 de Janeiro de 2009. Carla Margarida Nunes Lourenço. . de 11 de Agosto e nos termos dos artigos 73. . — O Presidente do Conselho Executivo. . a lista de antiguidade do pessoal docente deste Estabelecimento de Ensino com referência a 31 de Agosto de 2007. . 2. publicado no Diário da República.º 3 do artigo 95.º 3556/2009 Por despacho do Presidente do Conselho Executivo. — A Presidente do Conselho Executivo.º 224 de 21 de Novembro. Célia Maria Santos Rodrigues.Diário da República. Ana Furtado Rodrigues Nunes de Oliveira. . . .1 do Despacho n. . na redacção dada pela Lei n. . . . de 21 de Novembro. . . 110 110 520 220 Ana Maria Cruz Toscano Oliveira 1.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4171 Nome Grupo de docência Nome do Docente Grupo Elisabete Simões Mateus Lídia Gonçalves Marques Marta Susana de Jesus dos Reis Batista Gameiro Paula Cristina Vieira Barbosa Lídia Carmo Santos Morgadinho Carlos José Mendes Lourenço Diogo Carvalho Alves Elisabete Cristina Nunes Silva Fernanda Jorge Mota Campos Isabel Maria Marques Ribeiro de Sá Couto Maria Goreti Costa Silva Pereira Claudia Sofia Cavaleiro Canoso Sara Cristina Gomes Tarrafa Carla Margarida Cravo Fernandes Carmen Lúcia Rodrigues Fernandes Sandra Maria Canelas Rodrigues Ana Paula Pereira de Almeida Selma Maria Pedrosa Seco 110 110 110 110 230 290 290 300 410 420 430 500 500 510 510 520 530 550 Sónia Maria Tomás Labreca . .

reportada a 31 de Dezembro de 2008. . . com efeitos a 1 de Setembro de 2008. Assistente operacional (funções de auxiliar de acção educativa) . . referente ao ano lectivo 2008/2009 da docente Ana Filipa Rodrigues Braz — Grupo 230. os candidatos a seguir indicados: Ana Paula Serôdio Tomás Ramos Quaresma Maria Adriana Carracha Gonçalves Mota.º 3559/2009 Nos termos do artigo 95.º 96 de 19 de Maio de 2008. Assistente técnico (funções de assistente de administração escolar). . e de acordo com as alíneas a) e b) dos n. . — A Presidente do Conselho Executivo. .ª Série. 2. 199 142 142 21 de Janeiro de 2009. — A Presidente do Conselho Executivo. .º 13862/2008. . . . Fernanda Mendes Barreiro. no prazo de 30 dias a contar da data da publicação deste aviso 21 de Janeiro de 2009. . dos Estabelecimentos públicos de educação Pré-Escolar e dos ensinos Básico e Secundário. . Cecília Gonçalves de Brito. Nome Categoria Índice Marta Isabel Figueiredo Barrelas. . n. . n. Coroadinha.4172 Grupo Nome Diário da República. . Dina Mestre Revés.º 3562/2009 Por despacho do Presidente do Conselho Executivo. n. — A Presidente do Conselho Executivo. . para efeitos de reclamação ao dirigente máximo do serviço. 2.º 1. Miltom de Brito da Costa Guerreiro Carvalho. . Fernandes 110 1.º 123 de 28 de Junho. V. 31 de Março. . . Solange Maria Fernandes Rodrigues Delicado. foram nomeados na categoria de professores titulares desta Escola. José da Silva Jorge. conjugado com o n. .º 3 do artigo95 do Decreto-Lei n. formam homologados os contratos Administrativos de Provimento de serviço .os 1 e 2 do artigo 22. publicado no Diário da República. Maria da Graça Nunes Duarte de Melo e Silva de Almeida Ribeiro. Barbara Augusta Gonçalves Pola. de 31 de Março. Agrupamento de Escolas Moinhos da Arroja Despacho (extracto) n.º 3560/2009 Por despacho da presidente do conselho executivo. reportada a 31 de Agosto de 2008.º 1 do Despacho n.º 100/99. . de 21 de Novembro. do Quadro Distrital de Vinculação de Setúbal do Pessoal Não Docente.º 7259/ 2006 publicado no Diário da República. . na categoria de Assistente de Administração Escolar Principal da Carreira de Assistente de Administração Escolar. . faz-se público que se encontra fixada a lista de antiguidade do pessoal não docente deste estabelecimento de Ensino. .ª série. 510 300 510 410 510 620 410 620 520 520 540 500 300 400 430 Catarina Maria Ramalho Santos Alves. S.º 224. . 22 de Janeiro de 2009.º 1.º 3557/2009 Por despacho da Presidente do Conselho Executivo.º do Decreto-Lei n.º 23 731/2006. . Maria Rosa Ventas Pereira Amoédo 110 1. Priscila Paiva Ferreira. .º do Decreto-Lei n. Maria Baltina Costa F. — A Presidente do Conselho Executivo. Assistente operacional (funções de auxiliar de acção educativa) . . Despacho n. . Maria Luísa Barros de Almeida Beato.º 23731/2006. Maria de Lourdes Tavares A.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Os interessados dispõem de 30 dias a contar da data da publicação deste aviso no Diário da República. Elizabete Sacramento Rosário Pereira Racha Pacheco. 2. foram homologados os Contratos Individuais de Trabalho por Tempo Indeterminado dos funcionários: Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho Despacho (extracto) n. Sílvia de Oliveira Ferreira. Agrupamento de Escolas do Concelho de Ferreira do Zêzere Despacho n.ª série — N. . . . foram nomeados definitivamente com efeitos a 01 de Fevereiro de 2008.º 100/99. . os docentes de nomeação definitiva abaixo indicados: Nome Grupo Departamento 22 de Janeiro de 2009. — A Presidente do Conselho Executivo. . .2 do Despacho n. de 21 de Novembro.º 3563/2009 Por despacho da presidente do conselho executivo do Agrupamento Vertical Escolas Ordem Sant’Iago. Helena Cristina da Conceição Morais.º 3561/2009 Por despacho de 18 de Abril de 2008. .º Ciclo Ensino Básico Gomes. .ª série. 28 de Novembro de 2008. — A Presidente do Conselho Executivo. .º 1 do artigo 132 do ECD. foi homologado o contrato administrativo de serviço docente.ª série. Da referida lista cabe reclamação ao dirigente máximo do serviço. da Subdirectora — Geral dos Recursos Humanos da Educação. Manuela Antonina Antunes Fernandes Correia. Susana Maria Teixeira Gomes Lopes. Agrupamento Vertical de Escolas Mouzinho da Silveira Despacho (extracto) n. . precedendo concurso aberto pelo Aviso n.º do referido decreto-lei. Agrupamento Vertical de Escolas Ordem de Sant’Iago Despacho n. 21 de Janeiro de 2009. . nos termos do artigo 96. .º Ciclo Ensino Básico Canudo. publicado no Diário da República. . Maria Graça Silva Dias Costa Maria Silva Brito Nobre Vitória Maria Águas Cardeira Mateus 21 de Janeiro de 2009.º 224.2 do Despacho n. no uso da competência delegada no n. Maria Isabel Saúde Ferreira da Silva. . . Márcia Sofia Leite Veloso Figueira. no uso da competência delegada no n. . . . Solange Maria Fernandes Rodrigues Delicado. . 2. faz-se público que se encontra afixada na sala de professores da Escola Sede do Agrupamento a lista de antiguidade do pessoal Docente pertencente a este Agrupamento.º 200/2007 de 22/5. .º 3558/2009 Nos termos do n. n. no uso da competência delegada nas alíneas b) e c) do n. . publicado no Diário da República. Pedro Rafael Pereira Reis Carromeu. Lina Maria Palma Cantinho. Susana Semião Gama Mestre de Brito. Maria Leonor Conceição Gueifão Sousa Guerreiro. . — A Presidente do Conselho Executivo. 2. Despacho n. . . com efeitos a partir de 1 de Setembro de 2008.

. . . . . . Presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária de Palmela. . . . . . Maria de Fátima Maduro Canário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . no uso das suas competências que lhe foram delegadas através do Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . — O Presidente do Conselho Executivo. . . Joaquim Alexandre Corista Nunes. . . . Ciências Sociais e Humanas. . . . . . . . nos termos do artigo 96. . . . . . . . . . . . .º do Decreto-Lei n. . . . . . . . . . para a categoria de professores titulares ao abrigo do artigo 19. . . . . . . 2. . 22 de Janeiro de 2009. . . . . . . . . . .º do Decreto-Lei n. . . . . . . . . . . . Aviso (extracto) n. . faz saber que. . . . . . . . 06/11/2008 04/12/2008 11/09/2008 11/09/2008 01/09/2008 240 240 240 260 500 Ana Margarida Moreira Braz. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ciências Sociais e Humanas. Eduardo Jorge Pato Cruz . . . . . . . . . . . . . . Línguas. . . . . . . . . . . .º 100/99. . . . . . com efeitos a 1 de Setembro de 2007. . . . . . . . .ª série. . . . Matemática e Ciências Experimentais. Expressões. Matemática e Ciências Experimentais. . Da referida lista cabe reclamação por um período de 30 dias a contar da data de publicação do presente aviso no Diário da República ao dirigente máximo do serviço.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 docente relativos ao ano escolar de 2008-2009 dos seguintes docentes não pertencentes aos quadros para o Agrupamento Vertical Escolas Ordem Sant’Iago: Código/ Grupo Nome Início de funções Código/ Grupo 4173 Nome Início de funções 110 110 110 110 200 Ana Catarina Caleira Guerreiro . . . . . .º 224. . . Línguas. . Teixeira . . .ª série. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Agrupamento de Escolas Quinta da Lomba Despacho (extracto) n. . Ricardo Miguel Oliveira Calado P. . . . . . . . . . . . . . . . foi nomeada por concurso extraordinário para acesso à categoria de professora titular ao abrigo do artigo 30. . . . Ana Isabel Gonçalves Pinheiro . Maria Margarida Neves Heliodoro . Agrupamento de Escolas de Santo Onofre Aviso (extracto) n. . . . . de 31 de Março. . . . . . Chumbinho . . . Ciências Sociais e Humanas. . . . . . Natália Gonçalves Melo Ferreira . . . faz saber que. . . . . . . . . . . . . Matemática e Ciências Experimentais. . . . Raul Manuel Ribeiro Pinto Cristóvão. . . para consulta. . . . . . . . . . . . . Judite Isabel Pego Medinas . . . . . . .º 224. de 21 de Novembro de 2006. . . . . . . . Maria Helena da Costa Pacheco . . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . . . . . . . . . Raul Manuel Ribeiro Pinto Cristóvão . . . . 11/09/2008 01/09/2008 11/09/2008 26/09/2008 25/09/2008 22 de Janeiro de 2009. Juliana Maria Parreira Telmo Pereira. . . . . . . . . . . . n. . . . . . Solange Maria Fernandes Rodrigues Delicado. . . . . . . . . . — O Presidente do Conselho Executivo. . . .C. . .º 2528/2009 Nos termos do n. . . . . Matemática e Ciências Experimentais. . . .º do mesmo diploma. . Maria Lucinda Trindade Martins . . . — O Presidente da Comissão Executiva Instaladora. . . . . . . . sendo o prazo de reclamação para o dirigente máximo do serviço de 30 dias a contar da data da publicação do presente aviso. . . . . . . . . . — A Presidente do Conselho Executivo. n. . . . . . . Ana Maria Fernandes Tavares Borges dos Santos . . faz-se público que se encontra afixada na sala do pessoal não docente a lista de antiguidade relativa ao ano de 2008. . . Maria Adelaide Pintado Rodrigues . . de 21 de Novembro de 2006. . . Maria Isabel Pires Araújo. . . Graça Maria dos Reis Correia Batista . . . . . . . . . Marisa Isabel Tavares Leiria Martins. . . . . . Matemática e Ciências Experimentais.C. . os docentes abaixo indicados: Grupo Nome Departamento 300 300 300 320 330 330 330 330 330 420 420 430 530 500 500 510 510 510 520 530 620 620 Deolinda Maria do Nascimento Ferreira . . . . . . . 22 de Janeiro de 2009. . . . . . Línguas. . . . Línguas. . . . . .º 200/2007 de 22 de Maio. . . . . Lina Maria Soares de Carvalho. . . . . . .º 2526/2009 Raul Manuel Ribeiro Pinto Cristóvão. . . . . . . . . . . . . . . . . . Línguas. Presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária de Palmela. Matemática e Ciências Experimentais. . .º 1 do artigo 95 do Decreto-Lei n. . . Maria Isabel Paninho Magalhães de Jesus Aleixo . . Patrícia Isabel Duarte Serrinha Vilalva Estemenha João Francisco Sobral Branco Campaniço . . . 2. . . . . . .Diário da República. . a lista de antiguidade do . . . . . . — A Presidente do Conselho Executivo.º 3564/2009 Nos termos do disposto no artigo 95. . . . . . de 31 de Março. . . . . . . . . . . . . .º do Decreto-Lei n. . . . . . . . no uso das suas competências que lhe foram delegadas através do Despacho n. . . . . . . . . . . . a docente abaixo indicada: Grupo 300 — Maria Cristina de Melo da Costa Falcão — Departamento Línguas 22 de Janeiro de 2009. torna-se público que se encontra afixada no placard dos Serviços Administrativos. . . . pessoal não docente deste Agrupamento de Escolas reportada a 31 de Dezembro de 2008. . . Dora Alexandra Batista de Sousa Rocha . . João Manuel Vassalo Pereira . . . . . . . . . . . . . . . . . Carlos Manuel Ferreira Pinto. . . . . . . . . . publicado no Diário da República. . . foram nomeados por concurso interno de acesso limitado. . . Raul Manuel Ribeiro Pinto Cristóvão. . . . . . . . Escola Secundária de Palmela Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . .º 23731/2006. . . . Expressões. . . . . Línguas. . Maria da Conceição de Oliveira Cardoso M. . . . . . . . . . . . . . . . Maria Manuela dos Santos Simões . . . com efeitos a 18 de Novembro de 2008. . . . . . . . . . . . Ciências Sociais e Humanas. . . . . . . . . publicado no Diário da República. . . .º 104/2008 de 24 de Junho. . . . . . . . Maria Lin de Sousa Moniz. . . . . . 21 de Janeiro de 2009. . . . . . . . . . . . Línguas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Línguas. . . . . . . . . . . . . . . . Maria José Delgado Silva Ribeiro . . . . . . . . . . . . Línguas. . . .º 100/99. .º 23731/2006. . . .º 2527/2009 Raul Manuel Ribeiro Pinto Cristóvão. Luísa Manuela Reia Raimundo de Gouveia . . . . . . . . . . . . . . . . . Maria Margarida Ravasco Machado C. . . . . João Amândio da Silva Reis Ribeiro . . . . . . . . . . . .

. . . . . José Lopes Cortes Verdasca. . Categoria: técnico profissional principal. . . . . . . . . . . . de 7 de Dezembro. . . . foram homologados os contratos administrativos de serviço docente relativos ao ano escolar 2008/2009 dos seguintes docentes não pertencentes aos quadros do Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo: Nome Grupo Docência/Código Inicio de funções José Manuel Chaveiro Raminhos. . Carreira: desenhador. . . . . . 2.º 1 do artigo 19. . Categoria: técnico profissional especialista principal. . . Nome do funcionário: António Manuel Ferreira Monteiro. . . .º 3 do artigo 95. . . . . 19 de Janeiro de 2009. . os Agrupamento de Escolas de Cuba Declaração de rectificação n. desde 1 de Janeiro de 2008. . . Nome do funcionário: Carlos Avelino Patinha Cabaço.º 215. . . no placard à entrada dos serviços administrativos. . . . . . Natureza do vínculo: nomeação definitiva.º do Decreto-Lei n. . . . . . . — O Director Regional. . . . . Carreira: engenheiro técnico. . . Francês — 320 .º 100/99. desde 12 de Novembro de 2003. . . . . Nome do funcionário: António Manuel Barrocas Albardeiro: Natureza do vínculo: nomeação definitiva. . . . . Despacho (extracto) n. . . .º 2530/2009 Nos termos dos n. . . 21 de Janeiro de 2009. . . . 31 de Dezembro de 2008. Natureza do vínculo: nomeação definitiva. . . no uso de competências delegada no n. . . nos termos do artigo 96.º 26515/2008. . . índice 510. .V. . . Natureza do vínculo: nomeação definitiva. . . . . .ª série. . .º 100/99.R.º 22696/2006. . .º 100/99. . Elsa Maria Branco Ambrósio. Os funcionários dispõem de 30 dias a contar da data de publicação deste aviso no Diário da República para reclamação ao dirigente máximo do serviço. . Os funcionários dispõem de 30 dias a contar da publicação do presente aviso no Diário da República para reclamação ao dirigente máximo do serviço. . 22 de Janeiro de 2009. . .º s 2 a 6 do artigo 14. índice 770. . . . . . . . . . . . . . Geografia — 420 . — A Presidente do Conselho Executivo. Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo Aviso (extracto) n. . . . escalão 2. de 31 de Março. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º e do n. . . . Lídia Isabel Sousa Grave . . . . . . . . . . deve ler-se “Maria Belmira da Silva Gomes Branco Estevens”. . . .Tecnológica — 240 . . . . . . . . . . escalão 4.º do citado diploma. . . . . .º 3566/2009 Por despacho de 2 de Janeiro de 2009 da Presidente do Conselho Executivo. . Categoria: técnico profissional especialista principal. . Maria Manuel Carvalho Aleixo. Natureza do vínculo: nomeação definitiva. índice 228. . . . . . . Nome do funcionário: António Maria de Sousa Ramalho. . . . . . . . . . História — 400. . . para consulta. . . . . . . . . . Francisco Manuel Guerreiro Tonim. . . . . índice 400. . . . Nome do funcionário: José Alberto Timóteo das Neves. . . . . Carreira: desenhador construção civil.ª classe. Categoria: assessor principal. . no placard dos serviços de administração escolar deste estabelecimento a lista de antiguidade do pessoal não docente reportada a 31 de Dezembro de 2008. . . . . . . . . . . Inglês — 330 . . . . . escalão 1. reportada a 31 de Dezembro de 2008. . . Germano António Alves Lopes Bagão. desde 1 de Março de 2005. — O Presidente do Conselho Executivo. publicado no Diário da República 2. . . . .º 204. . n. . índice 269. Carreira: fiscal técnico de obras. . .º 242/2009 Por ter sido publicado com inexactidão no Diário da República n. . . . . índice 345. . . faz-se pública a lista nominativa do pessoal do quadro único do Ministério da Educação que foi colocado em situação de mobilidade especial. escalão 1. Os funcionários dispõem de 30 dias a contar da data da publicação deste aviso no Diário da República para reclamação ao dirigente máximo do serviço. . escalão 5. . . . . . .º 3 do artigo 95. . . . . . . Sandra Cristina Oliveira Neto . .ª classe. . . Rogério Paulo dos Santos Capeto Coelho. . . . . .º do Decreto-Lei n. escalão 2. . . Fátima Ventura Toscano Bravo . . . . . .º 53/2006. . . . . . . . . . . . . . . Pacheco . . . Carreira: desenhador de construção civil. . . Carreira: arquitecto. . . . . . . . . . . . . . . Categoria: técnico especialista principal. . .M. . . . . . . Natureza do vínculo: nomeação definitiva. Categoria: técnico profissional de 1. 2. na sequência do processo de reestruturação da Direcção Regional de Educação do Alentejo: Nome do funcionário: Manuel Lucílio Bamond das Neves.ª série de 21/10/2008. . . . — O Presidente do Conselho Executivo.ª série — N. . . Natureza do vínculo: nomeação definitiva. . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Escola Básica Integrada com Jardim-de-Infância de Alcáçovas Aviso n. .º 3565/2009 Diário da República. .º da Lei n. . Nome do funcionário: Francisco Tiago Mendes Branco. — O Presidente do Conselho Executivo. . . . Ana Maria Marques Caldes . . . . . referente à homologação dos Docentes de Nomeação Definitiva para a Categoria de Professor Titular rectifica-se: Onde se lê”Maria Belmira Branco Gomes Estevens”. . . Categoria: técnico profissional especialista principal. . . . Natureza do vínculo: nomeação definitiva. de 8 de Novembro de 2006. . . Carreira: fiscal técnico de obras. . . . torna-se público que se encontra afixada a lista de antiguidade do pessoal não docente deste estabelecimento. . . . índice 360. desde 27 de Setembro de 2006. . desde 8 de Junho de 2006. índice 326. . escalão 1. . . .º 2531/2009 Nos termos do disposto no n. . . escalão 2. Categoria: técnico profissional especialista. Nos termos do disposto nos n. . Escola Secundária de Castro Verde Aviso n. . . . desde 29 de Junho de 2006. . . . . . . . Mat/ Ciências Natureza — 230 . 1 e 3 do artigo 93. . desde 1 de Março de 2005. . . Filosofia — 410 . . . . . o Despacho (extracto n. Nome do funcionário: Maria Emília Vital da Rocha Silveiro. . . . . . . . .º 1. . . .º 2529/2009 Nos termos do disposto no n. . . . faz-se público que se encontra afixada no placard da secretaria a lista de antiguidade do pessoal não docente deste estabelecimento de ensino com referência a 31 de Dezembro de 2008. . desde 4 de Fevereiro de 2005. Carreira: engenheiro. . . . Serafina Venâncio Lains. . desde 1 de Abril de 2004. Nome do funcionário: Maria da Visitação Cardoso Zambujo. 01-09-2008 11-09-2008 01-09-2008 14-10-2008 23-10-2008 01-09-2008 01-09-2008 01-09-2008 . . escalão 1. página 42734. . . Categoria: técnico superior de 2. . Carreira: desenhador construção civil.º do Decreto-Lei n. . de 31 de Março.3 do despacho n. Ed. Carla Sofia Conceição M. torna-se público que se encontra afixada. . . . . . . de 31 de Março. . . . . . . . . . . . . Ed. . . .Católica — 290. índice 238. . . . . 22 de Janeiro de 2009. . . . . . .4174 Direcção Regional de Educação do Alentejo Despacho n. Natureza do vínculo: nomeação definitiva. . .

. . . . . . . Informática — 550. Alexandre Miguel Possacos. . . . . . . Artur Jorge Milhases Carvalho Fernandes Ferreira José Carlos da Assunção Soares Mendonça. . . . . . — O Director-Geral. . . . Sofia Teresa Ribeiro Delgadinho . . .º 23106/2006.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4175 Grupo Docência/Código Inicio de funções Nome Vera Lúcia Candeias Goulão . Maria Irene Escudeiro Dias. . 01-09-2008 01-09-2008 01-09-2008 01-09-2008 01-09-2008 01-09-2008 25-09-2008 21-11-2008 22 de Janeiro de 2009. . . . .º 2532/2009 Lista de Antiguidade do Pessoal Não Docente da Escola Secundária do Dr. . . . . Paulo Francisco Português Ribeiro . . . . . .ª série — N. . . . . . . . as funções que desempenha. . Despacho (extracto) n. . . . . Informática — 550. Jorge Couto. . Maria Manuel Carvalho Aleixo. João Lúcio Aviso n. . . . foi à Mestre Maria Luísa Ferreira Nunes dos Santos. .º da Lei n. . .ª série. . . . . . de 15 de Janeiro. . . . . . de 15 de Janeiro. . . . . . . Educação Física — 620 . . . .º 2/2004. . . . Educação Pré-Escolar — 100 . . Informática — 550. . . . . . . . . . . . . . .º do Decreto-Lei n. . . . . . . . . o cargo de Subdirectora -Geral da Biblioteca Nacional de Portugal. . . . em comissão de serviço. publicado no Diário da República. . . Os funcionários dispõem de 30 dias a contar da data de publicação deste aviso no Diário da República para reclamação ao dirigente máximo do serviço. . .º 218. . . . . . . . . . 31 de Dezembro de 2008. Solange da Silva Marques Guerra . . Raquel do Carmo Coelho Dias . . Manuel Pedro Carriço Noites. . . . . . . . n. .º da Lei n.º 1 do artigo 30. Jorge Manuel Dias Palma . Nome Código/ Grupo Data de início Luciano Joaquim Martins de Almeida . . sem prejuízo de continuar a exercer. . . . . . . . faz-se público que se encontra afixada na sala do pessoal não docente da Escola Secundária do Dr. . . . . . . . . . . . . Assunção Nobre Vairinhos. . . .º do referido Decreto-Lei.º Ciclo Ensino Básico — 110 . . . . Francisco Fernandes Lopes — Olhão. . . . . . . . .º 51/2005. . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . João Manuel Pires Manita. .º 100/99 de 31 de Março. . . . O pessoal não docente dispõe de 30 dias a partir da publicação deste aviso para reclamação ao dirigente máximo do serviço. . . . . . . . . alterada pala Lei n. . . . Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Monchique. . nos termos do disposto no n. técnica superior principal da carreira técnica superior de biblioteca e documentação (BD). em comissão de serviço.º 2/2004. . . . . . considerando -se exonerada do lugar anterior a partir da referida data. . . . .Diário da República. . alterada pala Lei n. . . Idalécio Lourenço Santos Nicolau. . . . . . . . . . torna-se público que se encontra afixada no expositor vitrina do átrio da Escola Sede deste Agrupamento a lista de antiguidade do pessoal não docente. . . . Francisco Fernandes Lopes — Olhão Dando cumprimento ao disposto no n. . . . . . . . . . . . . . . . .º 2533/2009 Texto: Nos termos do n.º 3569/2009 Por meu despacho de 31 de Dezembro de 2008. . . . . . — A Presidente do Conselho Executivo. . de nomeação definitiva. . . . . considerando-se exonerada do lugar anterior a partir da referida data. . . . . . . . . . . foi à Doutora Maria Inês Durão de Carvalho Cordeiro. Jorge Couto. . . . . 1. . — A Presidente do Conselho Executivo. . . . Despacho (extracto) n. . . . .º 3 do artigo 95. o cargo de Directora de Serviços Bibliográficos Nacionais da Biblioteca Nacional de Portugal. . . . . . reconhecido o direito ao provimento na categoria de assessora principal da mesma carreira e quadro. . . . . . do quadro de pessoal da ex-Biblioteca Nacional. . . em comissão de serviço. . . . . em comissão de serviço. . . 2. . . . . . do quadro de pessoal da ex-Biblioteca Nacional. . . de 31 de Março. Gilda Filipa Figueiredo Camelo. . . . com efeitos reportados a 31 de Dezembro de 2008. . . . homologa os contratos Administrativos de serviço docente referentes ao ano lectivo 2008/2009. . . . . . . . . . . — O Presidente do Conselho Executivo. . . . . . . a lista de antiguidade dos funcionários com referência a 31 de Dezembro de 2008. . . . . precedendo confirmação da Secretaria-Geral do Ministério da Cultura. . . a exercer. . . reconhecido o direito ao provimento na categoria de assessora principal da mesma carreira e quadro. . . . Pedro Filipe Francisco Rodrigues . Informática — 550. Francisco Fernandes Lopes Aviso n. . . . — O Director-Geral. 21 de Janeiro de 2009. . . Rute Alexandra Cláudio Mota Apolónia Colaço Ana Isabel Domingues da Silva Gusmão. . . . . . . . nos termos do artigo 96. . . . . . . . . . . . . . dos docentes abaixo indicados: Nome Código/ Grupo Data de início Mariana Fernandes dos Santos Guerreiro .º 1 do artigo 95 do Decreto — Lei n. . . . . . . assessora da carreira técnica superior de biblioteca e documentação (BD). . Isabel Maria Ceia F. . . . 21 de Janeiro de 2009. . . . faz saber que. . . 300 110 230 600 200 400 110 11/09/2008 11/09/2008 15/09/2008 15/09/2008 26/09/2008 26/09/2008 13/10/2008 23 de Janeiro de 2009. . . . . . . precedendo confirmação da Secretaria-Geral do Ministério da Cultura. . . . Emanuel Rocha Valadão e Silveira . . . . . . . . . . . . . . . Educação Física — 620 . . . . . . no uso das competências que lhe foram delegadas através de Despacho n. . de 30 de Agosto.º 1 do artigo 30. . . . . . a exercer. . . . com efeitos reportados a 31 de Dezembro de 2008. . . as funções que desempenha. reportada a 31 de Dezembro de 2008. . . de 30 de Agosto. . . . . de 13 de Novembro de 2006. . . . . . . . .º 3568/2009 Por meu despacho de 31 de Dezembro de 2008. . . . nos termos do disposto no n. . . Artur . José Manuel dos Santos Moreira . . . . . . . .º 100/99. . . . . . . .º 51/2005. . . . . sem prejuízo de continuar a exercer. . . . . . . . . . e para os devidos efeitos. . . . Agrupamento de Escolas do Concelho de Monchique Despacho n. . . . — O Presidente do Conselho Executivo. . 31 de Dezembro de 2008. . . . . . 200 260 500 320 500 01/09/2008 01/09/2008 01/09/2008 01/09/2008 11/09/2008 . . . . . . . . . . . . . . . . de nomeação definitiva. . .º 3567/2009 Maria Irene Escudeiro Dias. . . . MINISTÉRIO DA CULTURA Biblioteca Nacional de Portugal Agrupamento Vertical Dr. . . Direcção Regional de Educação do Algarve Escola Secundária Dr.

º JUÍZO DE COMPETÊNCIA ESPECIALIZADA CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE BARCELOS Anúncio n.º 730/2009 Processo n.ª Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal Judicial de Barcelos. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. 2. — O Juiz de Direito.º 1 do artigo 9. de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (n.º-CIRE). — O Oficial de Justiça.º-CIRE).º 4490/08.º n. não está dispensado de o reclamar no processo de insolvência (n. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não à próprio insolvente. 12 de Janeiro de 2009.º Andar.º 729/2009 Processo: 240/06.5TBBCL Insolvência de pessoa colectiva (apresentação) Insolvente: Cifercil-Malhas e Confecções.Ld. neste último caso. montante de capital e de juros.Da presente sentença pode ser interposto recurso.º-CIRE). de que o processo supra identificado.ª série — N. — O Oficial de Justiça. Administrador da Insolvência: José Augusto Machado Ribeiro Gonçalves. Várzea.da Estrada.º Dto. n. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. É administradora da devedora:Carla Alexandra Oliveira da Silva. É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. — A Juíza de Direito. decorridos que sejam 10 dias de éditos. — A Juíza de Direito. A decisão de encerramento do processo foi determinada por insuficiência da massa insolvente — artigo 232.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 PARTE D 1. Dr. Romeu Lemos. a liquidação da massa e a sua repartição pelos titulares daqueles créditos e pelo devedor (artigo 192.. se pronunciarem sobre as contas apresentadas pelo administrador da insolvência (Artigo 64. 15. NIF 505459132. que começarão a contar-se da publicação do anúncio. artigo128.º-CIRE). 4740-Esposende. Sala 4. pelas 14:30 horas. e. Ana Paula Silva Carapinha Gomes. Juiz (artigo 193. Juiz de Direito deste Tribunal.º-CIRE): a proveniência dos créditos. no prazo de 5 dias (artigo 40. Dr(a). Lda O Dr. Capitão Tenente Oliveira e Carmo. 4750-786 Barcelos.NIF-220164720.Ld. Isabel Vaz Vieira.º 6 do artigo 72.º G. NIF — 505778645. para o domicílio constante do presente anúncio (n.NIF-501696954.º 1 do CIRE). a quem é fixado domicílio na morada indicada.º 2 artigo.º 1 do artigo 9.º Juízo Cível. S. Encerramento de Processo nos autos de Insolvência acima identificados em que é Insolvente Fornalha Doce — Pastelarias Lda. indicando-se o respectivo domicílio: Francisco José Areias Duarte.9TBALQ-C Prestação de contas administrador (CIRE) Credor: Repsol Portuguesa.º 2 do artigo 25.Mesmo o credor que tenha o seu crédito por reconhecido por decisão definitiva. Carla Fortes.º 731/2009 Processo n. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. Ficam advertidos os devedores da insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. — O Oficial de Justiça. Ana Paula Silva Carapinha Gomes. na estimativa do Sr. 2580-505 Carregado. A. foi encerrado por decisão proferida a 8/1/2009. as condições a que estejam subordinados.º-CIRE). 12 de Janeiro de 2009.Os prazos são contínuos. a sua natureza comum.º -CIRE).Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. 301235763 Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada.º-CIRE). 2 de Janeiro de 2009. 33. e ou deduzidos embargos.ª. o devedor. data de vencimento. Pedro de Brito Conde Veiga. .º-CIRE). Ficam notificados todos os interessados.º 1. na falta desta. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. É designado o dia 04-03-2009. a existência de eventuais garantias pessoais.º do Código de Processo Civil (n.º 3457/08. Informação — Plano de Insolvência Pode ser aprovado Plano de Insolvência. os bens ou direitos objecto da garantia e respectivos dados de identificação registral.º JUÍZO DE COMPETÊNCIA ESPECIALIZADA CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE AVEIRO Anúncio n. notificados para no prazo de 5 dias. Podem apresentar proposta de Plano de Insolvência o administrador da insolvência.Do requerimento de reclamação de créditos deve constar (n. se aplicável. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado.8TBAVR — Insolvência de pessoa colectiva Insolvente: Fornalha Doce — Pastelarias. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789.Com a petição de embargos. Apúlia.º do CIRE).º JUÍZO CÍVEL DO TRIBUNAL DE FAMÍLIA E MENORES E DE COMARCA DO BARREIRO Anúncio n.º Dto.º JUÍZO DO TRIBUNAL DA COMARCA DE ALENQUER Anúncio n. faz saber que são os credores e a/o insolvente Aura & Graça — Transportes. Joaquim Castro. com identificação dos garantes.º 732/2009 Insolvência pessoa singular (Apresentação) Processo: 3514/07. Lourenço Peixinho. a taxa de juros moratórios aplicável. 1. 4.Ficam advertidos os credores da insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. Esgueira. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter pleno (alínea i do artigo 36. 3800-192 Aveiro.º do CIRE.º 3 do artigo 128. Endereço: Rua Duque da Barcelos.Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. na falta desta. privilegiada ou garantida.º 6-2. 301223304 2. 301196243 3.4176 Diário da República. 111.8TBBRR Devedor: Isabel Maria Tadeu Credor: Banco Santander Totta S A e outro(s). Apartado 51. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. com domicílio na Rua do Funil. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas. Lda. no prazo de 15 dias (artigo 42.º-CIRE). Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda:O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 20 dias. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. 3800-164 Aveiro. Lda.. 75.º 44.128. 3. 2. n. qualquer pessoa responsável pelas dívidas da insolvência ou qualquer credor ou grupo de credores que representem um quinto do total dos créditos não subordinados reconhecidos na sentença de graduação de créditos ou. com sede na R. foi proferida sentença de declaração de insolvência da devedora -Cifercil-Malhas e Confecções. tanto suspensivas como resolutivas. Endereço: R.no dia 31-12-2008. Insolvente: Aura & Graça — Transportes. Endereço: Av. Endereço: Rua General Costa Cascais. subordinada. O Prazo é contínuo.º-CIRE).º e 42. com vista ao pagamento dos créditos sobre a insolvência. 4750-Barcelos. 2. ao meio dia.

Batista Tavares. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789. — O Oficial de Justiça. devendo-se aguardar o prazo de cinco anos fixado na decisão de tal incidente. Ana Margarida Fernandes. Caixa 4. A existência de eventuais garantias pessoais. e ou deduzidos embargos. — A Juíza de Direito. Ana Filipa Vinagre Carretas Martins. depois de ouvidos o administrador da insolvência e a comissão de credores não foi deduzida oposição.º 21.º JUÍZO DE COMPETÊNCIA ESPECIALIZADA CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE ÉVORA Anúncio n.º 735/2009 Insolvência de pessoa singular (requerida) Processo n. Lázaro. 3. nacional de Portugal. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. Com a petição de embargos.º do CIRE). — O Oficial de Justiça. indicando-se o respectivo domicílio: João Correia Chambino. Pedro Ascensão. de turno.º do CIRE).º Dt. Batista Tavares.ª série — N. neste último caso. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter pleno (alínea i do artigo 36. montante de capital e de juros.º 733/2009 Processo n. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem.º n. no prazo de 5 dias (artigo 40. 7000-000 Évora. — O Oficial de Justiça.º 734/2009 Processo: 25/09. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. no dia 07-01-2009.º CIRE) Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. BI 8128462.º 3 do artigo 128. freguesia de Ribeira de Nisa [Portalegre]. NIF 190708751. no prazo de 5 dias. A. data de vencimento.º. 2830-080 Barreiro Ficam notificados todos os interessados.º 1 do artigo 9. Efeitos do encerramento: cessam “todos” os efeitos resultantes da declaração de insolvência.º. Endereço: Rua Sargento Armando Monteiro Ferreira.º Dt.º 1 do CIRE). O Prazo é contínuo. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias. A Dr. 73-Rc Dto. se aplicável.0TBEVR Insolvência pessoa singular (Requerida) No Tribunal Judicial de Évora. Por despacho de 22-12-2008 foi qualificada a presente Insolvência como Fortuita ( artigo18. decorridos que sejam 10 dias de éditos. concelho de Lisboa. 23 — 1. estado civil: Casado. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. 2. BI — 4884729.º 2965/06.2TBBRG-J — Prestação de contas de administrador Administrador de insolvência: Rui Manuel Pereira de Almeida.º e 42. de que o processo supra identificado. A taxa de juros moratórios aplicável. S. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado.º do CIRE). BI 6106441. As condições a que estejam subordinados. . É designado o dia 17-03-2009. Vieira Silva. Raquel G. concelho de Lisboa. — A Juíza de Direito. estado civil: Solteiro. 3. Endereço: Rua Cosme Delgado. BI 7704304. Insolvente: SONOBATE — Comércio e Distribuição Auto. foi encerrado.º Dt. Évora.º do CIRE).ª da Lomba. privilegiada ou garantida. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. 1800-329 Lisboa Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados.Diário da República.0TBEVR Requerente: Barclays Bank Plc Insolvente: Jorge Humberto da Silva Fragoso da Cunha e outro(s). de que o processo supra identificado. que começarão a contar-se da publicação do anúncio.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Insolvente:Isabel Maria Tadeu.ºº n. 1800-329 Lisboa. estado civil: Casado (regime: Desconhecido). Da presente sentença pode ser interposto recurso. tanto suspensivas como resolutivas. nascido em 26-07-1968. com domicílio na morada indicada. freguesia de São Sebastião da Pedreira [Lisboa]. NIF 181316200. Endereço: Herdade do Perdiganito. Endereço: Rua Dr Manuel Pacheco Nobre. faz saber que são os credores e a/o insolvente SONOBATE — Comércio e Distribuição Auto. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. Endereço: Rua Sargento Armando Monteiro Ferreira. 1. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. Mesmo o credor que tenha o seu crédito por reconhecido por decisão definitiva. 1. nacional de Portugal. os bens ou direitos objecto da garantia e respectivos dados de identificação registral.º 1 do artigo 9.º 9748/05. subordinada. Encerramento de Processo Nos autos de Insolvência acima identificados em que são: Insolventes: Jorge Humberto da Silva Fragoso da Cunha.º do CIRE).º do CIRE).º. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. nascido(a) em 20-05-1962.º do Código de Processo Civil (n. lote 8.º. 7000-000 Évora.º 4 do CIRE ) 26 de Dezembro de 2008. Do requerimento de reclamação de créditos deve constar (n. Endereço: Herdade do Perdiganito. não se suspendendo durante as férias judiciais (n.º 2 do artigo 25. 2 de Dezembro de 2008. não está dispensado de o reclamar no processo de insolvência (n. Ana Cavaco. 2830-171 Barreiro Dr(a). n. e. Ana Mafalda Sequinho dos Santos. Lda. A decisão de encerramento do processo foi determinada por: Insuficiência da Massa Insolvente. Évora. artigo 128. 301059523 1. Ficam notificados todos os interessados. C. nascido(a) em 05-11-1956. — A Juíza de Direito. 7000-000 Évora Administrador da Insolvência: João Manuel Correia Chambino. J. 301230432 2. concelho de Portalegre. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. recuperando designadamente os insolventes o direito de disposição dos seus bens e a livre gestão dos seus negócios.º JUÍZO CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE BRAGA Anúncio n. A decisão de encerramento do processo foi determinada por requerimento dos insolventes por pagamento aos credores. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. 301231583 2. — O Juiz de Direito. Trás.º 2 artigo 128. e Ana Cristina Cardoso Veiga da Cunha Fragoso.º do CIRE). Francisco Galvão Correia.º JUÍZO DE COMPETÊNCIA ESPECIALIZADA CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE ÉVORA Anúncio n. Endereço: Rua Dr. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. se pronunciarem sobre as contas apresentadas pelo administrador da insolvência (Artigo 64. 12.º 12. no prazo de 15 dias (artigo 42. Pires Navalho. Maria Gilberta C. às 17:00 horas. 301154714 4177 para o domicílio constante do presente edital (n. com identificação dos garantes. n. sem prejuízo da manutenção da instância para tramitação legal e subsequente da execução da exoneração do passivo restante.º Dt. Qt. NIF — 162562985. Caixa 4. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): Teresa de Fátima Meirelles Infante da Câmara. Álamos.º 1. NIF 503142069. 14 de Janeiro de 2009. foi encerrado. freguesia de Nossa Senhora de Fátima [Lisboa]. José Vilaça. José de S. Lda. 13 de Janeiro de 2009. NIF 187323798. Costureira.º Juízo Cível de Évora.º do CIRE): A proveniência do(s) crédito(s). C. Juiz de Direito deste Tribunal.. 4700-000 Braga notificados para. — O Oficial de Justiça.Os prazos são contínuos. estado civil: Casado. Endereço: Rua de Damão. pelas 14:00 horas.ª Raquel G. A sua natureza comum.

Endereço: Calçada dos Mestres.º 1 do artigo 9. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha.ª Maria José Peres.º 3 do artigo 128. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. de que no processo supra identificado.º do CIRE). Juiz de Direito deste Tribunal.º 1 CIRE). O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado.º do CIRE). transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. A taxa de juros moratórios aplicável. a liquidação da massa e a sua repartição pelos titulares daqueles créditos e pelo devedor (artigo 192 do CIRE). qualquer pessoa responsável pelas dívidas da insolvência ou qualquer credor ou grupo de credores que representem um quinto do total dos créditos não subordinados reconhecidos na sentença de graduação de créditos ou. Marvila. Mascarenhas Garcia. Mascarenhas Garcia.º do Código de Processo Civil (n.º 6 do artigo 72 do CIRE).º 1.º. indicando-se o respectivo domicílio. notificados para no prazo de 5 dias. 13 de Janeiro de 2009. 301223945 Anúncio n. tanto suspensivas como resolutivas. — O Oficial de Justiça.º JUÍZO DO TRIBUNAL DE COMÉRCIO DE LISBOA Anúncio n.º do CIRE).º 736/2009 Processo: 1309/07. faz saber que são os credores e a/o insolvente(o).º JUÍZO DO TRIBUNAL DE COMÉRCIO DE LISBOA Anúncio n.º 1 do artigo 9. Endereço: Rua da Vitória.º 6 do artigo 72 do CIRE). no dia 08-01-2009. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. e ou deduzidos embargos. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias. para a realização da reunião de assembleia de credores. As condições a que estejam subordinados. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. S. Campolide. ao meio dia. 12 de Janeiro de 2009.4178 1. Endereço: Rua Nova do Almada.º do CIRE). L. na falta desta. 2. no prazo de 5 dias (artigo 40.º.º 5 — 3. Do requerimento de reclamação de créditos deve constar (n. a quem é fixado domicílio na(s) morada(s) indicada(s). É administrador do devedor: Nathaniel Parsons Merril.º. S. 1100-619 Lisboa.º 739/2009 Processo: 1531/08. Comércio e Indústria de Material Eléctrico. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados.8TYLSB-D — Prestação de contas administrador (CIRE) Diário da República. decorridos que sejam 10 dias de éditos. Os credores podem fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. 1350 Lisboa.9TYLSB Insolvência pessoa colectiva (Requerida) Credor: Maria Rosa Capelo Pinto Insolvente: Almeida. Endereço: Rua Eng. na falta desta. 69.º Juízo de Lisboa. L. foi proferida sentença de declaração de insolvência da devedora: Rádio Vitória. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. Informação — Plano de Insolvência Pode ser aprovado Plano de Insolvência. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso.º n. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio.º Dt. foram remetidos os respectivos anúncios para publicação. pelas 09:45 horas.º Juízo de Lisboa. Mascarenhas Garcia. subordinada. na estimativa do Sr. — A Juíza de Direito. no prazo de 15 dias (artigo 42. Silva e Rodrigues. Importação e Exportação. É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou. que começarão a contar-se da publicação do anúncio. Carla Sofia Sousa Costa Melo. Susana Pereira. na falta desta. Da presente sentença pode ser interposto recurso. Mesmo o credor que tenha o seu crédito por reconhecido por decisão definitiva.da Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa.ª Cristina Maria Rodrigues Alfaro.00 horas. de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (n. .º Dt. Os prazos são contínuos. 1200-290 Lisboa. 7 de Janeiro de 2009. Lda. A existência de eventuais garantias pessoais. 1. 46 e 48. — O Oficial de Justiça. n.º 738/2009 Processo: 318/06. Maria Teresa F. com vista ao pagamento dos créditos sobre a insolvência. não se suspendendo durante as férias judiciais (n.º 2 do artigo 25. 301202528 Anúncio n. com sede na morada indicada. pelas 15. n. Podem apresentar proposta de Plano de Insolvência o administrador da insolvência. A.. — O Oficial de Justiça. para o domicílio constante do presente edital (n. privilegiada ou garantida. com sede na morada indicada. Com a petição de embargos.º. Maria Teresa F.ª Ana Rito A Dr. não está dispensado de o reclamar no processo de insolvência (n.da Administrador da Insolvência: Dr.º do CIRE): A proveniência do(s) crédito(s).º. Mascarenhas Garcia. L. 1. com identificação dos garantes. 3780-215 Anadia Ficam notificados todos os interessados. de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (n. A sua natureza comum. se pronunciarem sobre as contas apresentadas pelo administrador da insolvência (Artigo 64. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): Biodietomundo — Sociedade de Venda de Produtos Dietéticos. Silva e Rodrigues. Lda Convocatória de Assembleia de Credores nos autos de Insolvência acima identificados em que são: Almeida. Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa.ª série — N. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. 12 — 1. no dia 05-01-2009. — A Juíza de Direito. se aplicável. NIF 500045674. Lote 519 — 3.da. A. Maria Teresa F. o devedor.0TYLSB Insolvência pessoa colectiva (Apresentação) Insolvente: Rádio Vitória.º e 42 do CIRE). 2. NIF 201641950. Juiz (artigo 193. Lisboa. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. os bens ou direitos objecto da garantia e respectivos dados de identificação registral. — A Juíza de Direito.º do CIRE). Ao Administrador da Insolvência.º do CIRE). e. 2. 1900-000 Administradora de insolvência: Dr. Dr.ª Maria Teresa F. Susana Pereira. foi designado o dia 17-03-2009.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 É designado o dia 17-03-2009.º Cunha Leal. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório.º do CIRE). É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou. montante de capital e de juros. Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados.º do CIRE]. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789.45 horas. Endereço: Praça do Município.5TYLSB Insolvência pessoa colectiva (Apresentação) Insolvente: Biodietomundo — Sociedade de Venda de Produtos Dietéticos. 2. neste último caso. data de vencimento. O prazo é contínuo. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas. Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. pelas 09.º 2 artigo 128. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter pleno [alínea i) do artigo 36. artigo 128. NIF — 504859390. Endereço: Rua Arco do Carvalhão. Lisboa. NIF 500225966.º 737/2009 Processo: 1508/08.º 92. 301227477 Insolvente: TURBILUZ — Iluminação. com a finalidade de ouvir os mesmos acerca da promoção de encerramento do processo por insuficiência da massa insolvente.

no prazo de 5 dias (artigo 40. 3.º Dt. 9 de Janeiro de 2009. indicando-se o respectivo domicílio.º JUÍZO DO TRIBUNAL DE COMÉRCIO DE LISBOA Anúncio n. e ou deduzidos embargos. Atelier. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado.º do CIRE).º 2 artigo 128. no prazo de 15 dias (artigo 42. João das Lampas. 1800-329 Lisboa Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. Galés. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado. São administradores do devedor: Jorge Rodrigues Paulo.º do CIRE). Os prazos são contínuos. Endereço: Rua da Liberdade. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. Da presente sentença pode ser interposto recurso. no dia 13-01-2009.º e 42 do CIRE).º 3 do artigo 128.01 C.º 1 do artigo 9. 2795-105 Carnaxide Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. 9 de Janeiro de 2009.º do CIRE).Diário da República. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter Pleno [alínea i) do artigo 36. João II. e ou deduzidos embargos. N. Joaquim Baltazar Roque. Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias. Fonte Boa da Brincosa — Ericeira. 2710 Sintra.º 15-1. 301214298 Anúncio n. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter pleno [alínea i) do artigo 36. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. São administradores do devedor: Fernando Manuel Veloso da Conceição. estado civil: Divorciado. não está dispensado de o reclamar no processo de insolvência (n. D.º Fte.º 1. É designado o dia 30-03-2009. Endereço: Av. João XXI. 2. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): António Veloso & Fernando Veloso Pinturas L. a quem é fixado domicílio na(s) morada(s) indicada(s). Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. NIF 501188614. Endereço: Rua Major Neutel de Abreu. 2665-404 Mafra. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. n.º 12 — 3.º do CIRE).º do CIRE).º 56-5. L. indicando-se o respectivo domicílio.6TYLSB Insolvência pessoa colectiva (Requerida) Requerente: Faria e Santos — Materiais de Construção.08. Endereço: Estrada do Sacário.º 100. Frac- . 2705-734 S. 301213925 3.º 8. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 É administrador da devedora: Francisco Manuel Boto Machado Seabra. Maria de Fátima dos Reis Silva. É obrigatória a constituição de mandatário. Endereço: Casal do Matoutinho-St.º Dt.º 2 artigo 128. Maria do Céu Silva. NIF 507060792. Mesmo o credor que tenha o seu crédito por reconhecido por decisão definitiva. para o domicílio constante do presente edital (n.da. Várzea de Sintra. n. N. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter pleno [alínea i) do artigo 36. para o domicílio constante do presente edital (n.9TYLSB Insolvência pessoa colectiva (Apresentação) Insolvente: Garrido Paulo e Leite Arquitectos Associados.da. bloco G. com sede na morada indicada. L.º do CIRE].º 15 E.º 1 do artigo 9. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. para o domicílio constante do presente edital (n. no dia 06-01-2009. É designado o dia 24-03-2009. n. — O Oficial de Justiça. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada.Endereço: Avenida Almirante Gago Coutinho.º 19. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. sitas na Av. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. a quem é fixado domicílio na morada indicada. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. Adelino Lopes de Aguiar. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): Garrido Paulo e Leite Arquitectos Associados.º e 42 do CIRE).º Estevão. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados.º do CIRE] 4179 Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias.º do CIRE). embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. João Correia Chambino. n. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. pelas 10:00 horas.º Juízo de Lisboa. pelas 14:00 horas.º do CIRE). Endereço: Beco do Barracão. Endereço: Rua Sargento Armando Monteiro Ferreira. Endereço: Rua Manuel Teixeira Gomes. Os prazos são contínuos.º 740/2009 Processo: 9/09. Pavilhão 14. 2655 Ericeira António José Veloso da Conceição. 1500-409 Lisboa. — A Juíza de Direito.da Insolvente: António Veloso & Fernando Veloso Pinturas L. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado.º do CIRE] Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. 1000-000 Lisboa.º 741/2009 Processo: 1368/08. Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. N. 1000-000 Lisboa. É obrigatória a constituição de mandatário judicial. Da presente sentença pode ser interposto recurso.º do CIRE). Elisabete Assunção. Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa. no prazo de 5 dias (artigo 40. É designado o dia 18-03-2009. N. — O Oficial de Justiça. com sede na morada indicada. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. 7. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. — A Juíza de Direito.º 2 artigo 128. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. ao meio dia. ao meio dia.da Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. no prazo de 15 dias (artigo 42. indicando-se o respectivo domicílio.º Juízo de Lisboa. pelas 15:30 horas ( a Realizar-se nas novas instalações .da Credor: Serviço de Finanças de Mafra e outro(s). Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. São Costa.º. L.º Dto. a quem é fixado domicílio na(s) morada(s) indicada(s). 2.ª série — N..

artigo 128. 2. Paula Sá e Silva.2TYLSB Insolvência pessoa colectiva (Apresentação) Insolvente: Habiserra. A.º Juízo de Lisboa. do CIRE). do artigo36.º. Cruz de Pau. do CIRE). Da presente sentença pode ser interposto recurso. é agora nomeada a pessoa adiante identificada.ª série — N. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. do CIRE. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado. elaborado nos termos do artigo 128. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. Endereço: Casal do Matoutinho. 1990-097 Lisboa. 5. Álvaro Benamor. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados.º 1.º.º 2.º.. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. 8 de Janeiro de 2009. do CIRE). — O Oficial de Justiça. Endereço: R. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente.º.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 A assembleia ora convocada poderá igualmente pronunciar-se sobre o encerramento do processo nos termos do artigo 232.º. Maria de Fátima dos Reis Silva.º 2 do artigo 25.º. no prazo de 15 dias (artigo 42. D. com sede na morada indicada.Loja B. É administrador da devedora: Jorge Rodrigues Paulo. no prazo de 5 dias (artigo 40. L. Para Administrador da Insolvência.º. É designado o dia 09-03-2009. A. e ou deduzidos embargos.º e 42 do CIRE).. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado.01C — Bloco G. 8-2. pelas 14:30 horas. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham.º 6 do Artigo 72 do CIRE). — A Juíza de Direito.º JUÍZO DO TRIBUNAL DE COMÉRCIO DE LISBOA Anúncio n. Botequim. Dto. Endereço: Rua Sargento Armando Monteiro Ferreira. do artigo 9. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas. sitas no “Campus de Justiça de Lisboa” — Av. NIF — 123500389. foi proferida sentença de declaração de insolvência da devedora: TECNOPORTA — Comércio e Indústria de Portas e Grades Metálicas. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. caso até à data designada o Administrador verificar a insuficiência da massa insolvente para satisfação das custas do processo e restantes dívidas da massa. 2820-174 Charneca da Caparica. D. 301232158 4. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. a quem é fixado domicílio na morada indicada.da Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. do CIRE). acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. 1800-329 Lisboa. do artigo 9. Declara-se aberto o incidente de qualificação insolvência com carácter pleno [alínea i) do artigo 36. no prazo de 15 dias (artigo 42. Os prazos são contínuos. Endereço: Azinhaga da Carreta 9. ção AD a BB.º.01C — Bloco G. Palhais. 4. 2845-136 Amora Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados.da Insolvente: TECNOPORTA — Comércio e Indústria de Portas e Grades Metálicas. Viana da Mota. 56. sitas no “Campus de Justiça de Lisboa” — Av.º 743/2009 Processo: 10/09. Galés. 12 — 3. A. para o domicílio constante do presente edital (n.º do CIRE). a quem é fixado domicílio na morada indicada. É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou. Os prazos são contínuos. Carvalho. — A Juíza de Direito. foi proferida sentença de declaração de insolvência da devedora: Habiserra.º e 42.08. no prazo de 5 dias (artigo 40. e ou deduzidos embargos.º do Código de Processo Civil (n.º Esq. nas novas instalações deste Tribunal. do CIRE). do CIRE).º.0TYLSB Requerente: Global Dis — Distribuição Global de Materiais. João II. Para Administrador da Insolvência.º do CIRE] Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. é nomeada a pessoa adiante identificada.º 1. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias. Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa. 14 de Janeiro de 2009. do CIRE). Endereço: R. no prazo de 15 dias (artigo 42. Maria Emília Cravidão Fonseca. do CIRE. do CIRE).. NIF 501694749. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias.º Dto. 1990-097 Lisboa. É obrigatório a constituição de mandatário judicial.da. A. de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (n. Da presente sentença pode ser interposto recurso. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. na falta desta. Com a petição de embargos. e ou deduzidos embargos. S. Os prazos são contínuos. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. João Correia Chambino. É obrigatória a constituição de mandatário. Da presente sentença pode ser interposto recurso.. Ana Paula A. indicando-se o respectivo domicílio.º. Almirante Gago Coutinho.º. 2665-407 Santo Estêvão das Galés. Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito nas novas instalações deste Tribunal. n. no dia 07-01-2009.08.º. em substituição do que inicialmente foi designado. no prazo de 5 dias (artigos 40. Barata.º 2. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. 301207275 Anúncio n. Sociedade de Construção de Infra-estruturas. 3. É administrador da devedora: Manuel da Graça Lopes Calretas. É designado o dia 02-04-2009. n. Fte. A assembleia ora convocada poderá igualmente pronunciar-se sobre o encerramento do processo nos termos do artigo 232. para o domicílio constante do presente edital (n.º. caso até à data designada o Administrador verificar a insuficiência da massa insolvente para satisfação das custas do processo e restantes dívidas da massa. S.º do CIRE). 1700-031 Lisboa. i).º 1. no dia 1112-2008. 18 horas.º. Declara-se aberto o incidente de qualificação insolvência com carácter pleno (al.º 1 do artigo 9. NIF 132670674. Sociedade de Construção de Infra-estruturas.º Juízo de Lisboa. NIF — 502412054. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. . embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. Quinta de Monserrate.º 742/2009 Insolvência pessoa colectiva (Requerida) Processo: 248/08. ao meio-dia. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. com sede na morada indicada. pelas 15:00 horas. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. L.4180 Diário da República. indicando-se o respectivo domicílio. do CIRE. Endereço: Av. João II.º e 42. Piso 0 — 1990-097 Lisboa) para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. L.º do CIRE). CIRE) Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. 2820-153 Charneca da Caparica.º 1. do CIRE. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. elaborado nos termos do artigo 128. 4. artigo 128. — O Oficial de Justiça. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte.

António Anatalício de Jesus Dias. às 18 horas. L.º. do CIRE). do artigo 9. NIF — 125457812.da 4181 Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa. Da presente sentença pode ser interposto recurso.º Juízo de Lisboa. do CIRE. do artigo36. 1750-010 Lisboa. Ana Paula A.º Dto. CIRE) Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. Endereço: Av. ao meio-dia. no prazo de 5 dias (artigo 40. Unipessoal. 301228457 Anúncio n. 1990-097 Lisboa.º e 42. nas novas instalações deste Tribunal. 2460-813 Turquel. Lisboa.º 1. Carvalho. indicando-se o respectivo domicílio. 1750-010 Lisboa. Barata. do Brasil. — O Oficial de Justiça.º 1. A. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. É administrador da devedora: António Pestana Cristiano. É obrigatório a constituição de mandatário judicial.º.da. A. 338 — 1. do artigo 9.08. É obrigatório a constituição de mandatário judicial. L. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. L.º. e ou deduzidos embargos. no dia 08-01-2009..º.da. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. A. sitas no “Campus de Justiça de Lisboa” — Av. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. 1990-097 Lisboa.5TYLSB Requerente: Bemposta e Pires — Comércio de Marisco. elaborado nos termos do artigo 128. É designado o dia 30-03-2009. Unipessoal. não se suspendendo durante as férias judiciais (n.º 964/08. É designado o dia 02-04-2009.º Frente. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. Administrador da Insolvência nomeado: Dr. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio.. 1600-581 Lisboa. i). é nomeada a pessoa adiante identificada. 15 — 3.º Dto. — O Oficial de Justiça. do Brasil. Para Administrador da Insolvência.João II. Para Administrador da Insolvência. pelas 14:15 horas. Alcobaça. Da presente sentença pode ser interposto recurso. Alexandre Ferreira. Endereço: R.º Esq. A. É administrador da devedora: Alberto Fernando Matos Camacho. nas novas instalações deste Tribunal.01C — Bloco G. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito.º Dto. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado. A. foi encerrado. — A Juíza de Direito. do CIRE). dos Soeiros. L.º e 42. do CIRE).2TYLSB Insolvência pessoa colectiva (requerida) Requerente: Imosalgest Gestão e Administração SA Insolvente: Lana Caprina — Comércio de Confecções. 3. no prazo de 15 dias (artigo 42.º.6TYLSB Insolvência pessoa colectiva (Apresentação) Insolvente: Mak Kay — Sociedade Comercial Importação e Exportação. São Marcos.. Endereço: Av.º 2. Endereço: Av. Os prazos são contínuos.º 1. Endereço: R. artigo 128. 13 de Janeiro de 2009.01C — Bloco G. A assembleia ora convocada poderá igualmente pronunciar-se sobre o encerramento do processo nos termos do artigo 232.º.da Encerramento de Processo nos autos de Insolvência acima identificados em que são: Insolvente: Mak Kay — Sociedade Comercial Importação e Exportação. indicando-se o respectivo domicílio.º C. 4. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. no prazo de 5 dias (artigo 40. Praia da Vitória. Ana Paula A.da Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa. do artigo36. Elisabete Assunção. D. NIF — 122065980. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. Endereço: Rua Poeta Bocage. do CIRE). João II.ª série — N.Diário da República. Os prazos são contínuos. 145 A. do CIRE). com sede na morada indicada. 2735-671 Cacém.º 746/2009 Processo n.º. Barata. — A Juíza de Direito. Endereço: Orjo. 14 de Janeiro de 2009. foi proferida sentença de declaração de insolvência da devedora: Lana Caprina — Comércio de Confecções. Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. do CIRE). 1500023 Lisboa. pelas 10:00 horas. foi proferida sentença de declaração de insolvência da devedora: CONGEMAR — Distribuição de Congelados. — A Juíza de Direito.da Insolvente: CONGEMAR — Distribuição de Congelados. 2. artigo 128. sitas no “Campus de Justiça de Lisboa” — Av. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. 1000-246 Lisboa Ficam notificados todos os interessados. Declara-se aberto o incidente de qualificação insolvência com carácter pleno (al. para o domicílio constante do presente edital (n. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. 301234086 Anúncio n. de que o processo supra identificado. É obrigatório a constituição de mandatário judicial. L. 14 de Janeiro de 2009.º 745/2009 Processo n.º 675/08. do CIRE. Carvalho. a quem é fixado domicílio na morada indicada. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado. NIF — 500938776. Bruno Vicente. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. CIRE) Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. L. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte.º.08. Avelino José Machado Martins.i). . D. a quem é fixado domicílio na morada indicada. — O Oficial de Justiça. NIF — 501967575. n. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. do CIRE). Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias. no prazo de 15 dias (artigo 42. do CIRE. é nomeada a pessoa adiante identificada.º.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. e ou deduzidos embargos.º 1. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados..º. Declara-se aberto o incidente de qualificação insolvência com carácter pleno (al.º.º. elaborado nos termos do artigo 128. do CIRE). no dia 07-01-2009.º 2. n. 4. Alexandre Ferreira. para o domicílio constante do presente edital (n. 35-6. com sede na morada indicada. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias.º 744/2009 Insolvência pessoa colectiva (Requerida) Processo: 651/08. Barata. A. caso até à data designada o sr.º. L.º Juízo de Lisboa. Administrador verificar a insuficiência da massa insolvente para satisfação das custas do processo e restantes dívidas da massa.da.18. 15 — 3. NIF — 504490281. Endereço: R. 57-5. 301233332 Anúncio n.

ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas. os bens ou direitos objecto da garantia e respectivos dados de identificação registral. Publicidade de sentença e notificação de interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal Judicial de Ovar. neste último caso.º JUÍZO DO TRIBUNAL DA COMARCA DE OVAR Anúncio n. pelas 09:30 horas. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter pleno [alínea i) do artigo 36. d) Os credores da massa insolvência podem reclamar da devedora os seus direitos não satisfeitos — artigo 233. e. a reclamação pode ser feita na própria assembleia (alínea c n.º 1. Barata. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham.º do CIRE): A proveniência do(s) crédito(s). sem qualquer restrição — artigo 233. Da presente sentença pode ser interposto recurso.º 1 do artigo 9.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 É designado o dia 30-03-2009. No Tribunal Judicial de Montemor-o-Novo. Ficam notificados todos os interessados. excepto as relativas à apresentação de contas — artigo 233.º do CIRE).º 748/2009 Processo: 759/07. SA e outro(s). 301227606 A decisão de encerramento do processo foi determinada por insuficiência da massa insolvente: Efeitos do encerramento: a) Cessam todos os efeitos decorrentes da declaração de insolvência. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias. foi proferida sentença de declaração de insolvência do devedor: José Maria Monteiro. n. e outro(s). n. al. As condições a que estejam subordinados. É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou. Porta 31. pelas 14:00 horas. não está dispensado de o reclamar no processo de insolvência (n.. 2. al. foi designado o dia 19-05-2009. Com a petição de embargos. João Manuel Correia Chambino.º do CIRE). Os prazos são contínuos. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. Conceição Henriques. data de vencimento. L. — A Juíza de Direito. se aplicável.º Juízo de Ovar. b).º 1567/08. S. pelas 13h30m. 1.º do Código de Processo Civil (n.º do CIRE).º 12 — 3. — A Juíza de Direito. 7050-000 Montemor-o-Novo. Ficam advertidos os titulares de créditos que os não tenham reclamado. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. no prazo de 5 dias (artigo 40. freguesia de Pereiro [Tabuaço]. A.9TBMMN Insolvência pessoa singular (Apresentação) Insolvente: José Manuel Bernardes Brito e outro(s). embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio.º 4 do artigo 75.º 2 artigo 128. tanto suspensivas como resolutivas. 20 de Janeiro de 2009.da Credor: Administração Fiscal — Serviço de Finanças e outro(s). de que no processo supra-identificado.º 18. al. Ana Paula A. Endereço: Herdade da Amieira. subordinada. n. para a realização da reunião de assembleia de credores. A taxa de juros moratórios aplicável.. 7104-909 Estremoz. de que o podem fazer. Foros de Vale Figueira.º 1. e se ainda estiver em curso o prazo fixado na sentença para reclamação. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. Apartado 112. al.º 3 do artigo 128. privilegiada ou garantida. Carvalho. Endereço: Rua Benigno Almeida Faria. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. A existência de eventuais garantias pessoais. vigilante. 6 de Janeiro de 2009. para efeito de participação na reunião. . administrador da insolvência. não se suspendendo durante as férias judiciais (n.º 1. NIF 116334193. — O Oficial de Justiça. BI 4746042. ambos do CIRE.ª série — N. no prazo de 15 dias (artigo 42.º do CIRE). Convocatória de Assembleia de Credores Nos autos de Insolvência acima identificados em que são: SOTRANSFAS — Sociedade de Transportes.0TBOVR Insolvência de pessoa singular (apresentação) Devedor: José Maria Monteiro Credor: Banco Cetelem.º.º e artigo 233. Os credores podem fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. n.da. Gracinda Mendes. L.º Dt.º. — A Juíza de Direito. do CIRE. 2. d). com domicílio na morada indicada. A. ao meio dia. 6 de Janeiro de 2009. Joaquim Manuel Gouveia de Carvalho de Castro Peres.º do CIRE] Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. Mesmo o credor que tenha o seu crédito por reconhecido por decisão definitiva.º Juízo de Montemor-o-Novo.º JUÍZO DO TRIBUNAL DA COMARCA DE MONTEMOR-O-NOVO Anúncio n. — O Oficial de Justiça. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789. c) Todos os credores da insolvência podem exercer os seus direitos contra o devedor. sem prejuízo dos efeitos da qualificação de insolvência e do disposto no artigo 234.º 749/2009 Processo n. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada.. Endereço: Rua Benigno Almeida Faria. no dia 22-10-2008.º JUÍZO DO TRIBUNAL DA COMARCA DE MONTEMOR-O-NOVO Anúncio n.7050-000 Montemor-o-Novo Ana Maria Saruga Fialho Brito. n. 7050-000 Montemor-o-Novo.º 747/2009 Processo: 789/08. com identificação dos garantes.º.º do CIRE). sendo que. artigo 128.º. no caso. designadamente recuperando a devedora o direito de disposição dos seus bens e a livre gestão do negócio.4TBMMN Insolvência pessoa colectiva (Apresentação) Insolvente: SOTRANSFAS — Sociedade de Transportes. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): José Manuel Bernardes Brito. de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (n. Sandra Martins Serra de Carvalho. Endereço: EN 114. NIF 503626872. NIF — 142963402. n. Credor: Banco Espirito Santo. nacional de Portugal. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. indicando-se o respectivo domicílio. 301222121 1.º 6 do artigo 72 do CIRE). no dia 31-12-2008. 1800-329 Lisboa Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. montante de capital e de juros. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso.4182 Diário da República.º 2 do artigo 25. 301261245 1. b) Cessam as atribuições do sr. n.º e 42 do CIRE). Do requerimento de reclamação de créditos deve constar (n. e ou deduzidos embargos.º 1. BI 5397352. — O Oficial de Justiça. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte.º 18 -. 1.º 1. nascido(a) em 05-08-1960. a). NIF 116334185. na falta desta. do CIRE. c). do CIRE.º do CIRE). para o domicílio constante do presente edital (n. Alice Moreira. A sua natureza comum. Endereço: Rua Sargento Amando Monteiro Ferreira. A.

Com.º do CIRE). embargos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio.º 6 do artigo 72 do CIRE).º e 42 do CIRE). — O Oficial de Justiça. NIF — 505655675.º Santa Rita. na estimativa do Sr. Consultadoria de Gestão e Técnica a Empresas. requerer que a sentença seja complementada com as restantes menções do artigo 36. Fica ainda notificado de que nos 10 dias anteriores à realização da assembleia. com sede na morada indicada. Endereço: Lugar da Boavista.da.º do CIRE Ficam ainda advertidos que os prazos só começam a correr finda a dilação dos éditos. o devedor. 3880-065 Ovar Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. Francisco Ferreira da Silva.º 94. n. às 11:30 horas. 1.º do CIRE). Podem apresentar proposta de Plano de Insolvência o administrador da insolvência.º do CIRE). para efeito de participação na reunião. com vista ao pagamento dos créditos sobre a insolvência. Presidente Com.1TBSTR No Tribunal Judicial de Santarém. Credores: CUSTOITEX — Custóias Têxtil. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789. 2005-040 Vale de Santarém.º do CIRE).E. Ricardo Óscar Alves Pinho Costa. Os credores podem fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. de que o podem fazer. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou.Diário da República. — O Oficial de Justiça. — A Juíza de Direito.º do Código de Processo Civil (.2TBPRD Insolvência pessoa colectiva (Apresentação) Insolvente: CUSTOITEX — Distribuição de Produtos Têxteis — Ld. Endereço: Rua Dr. 22 de Outubro de 2008. 5 dias. Endereço: Edificio Santa Rita. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. Real. 2. e se ainda estiver em curso o prazo fixado na sentença para reclamação.ª e outro(s). Carla Alexandra Ferraz Laranjeira. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. Ovar.º dp Código de Processo Civil (alínea c do n. e 191.º Juízo Cível de Santarém. Lourenço Medeiros. e ou deduzidos embargos. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso.º e seguintes do C. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. Dr. Os prazos são contínuos.º 2 do artigo 24. Lda.º Juízo de Paços de Ferreira. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. Os prazos são contínuos. Endereço: Fontelas. Marta João da Silva Dias. 5.º 4 do artigo 75.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 BI — 8168697. 2. Cruz. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas. NIF — 503189251.º do CIRE). — O Juiz de Direito. Endereço: Edif. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. ficando obrigado a apresentar 2. 4580-000 Paredes Administrador da Insolvência — Amadeu José Maia Monteiro de Magalhães. 4605-010 Vila Meã Ficam notificados todos os interessados. na falta desta. 30 de Outubro de 2008. 301152073 4183 as testemunhas arroladas. Ficam advertidos os titulares de créditos que os não tenham reclamado. São administradores do devedor: a quem é fixado domicílio na(s) morada(s) indicada(s). 15 de Janeiro de 2009. não estando essa satisfação por outra forma garantida. na secretaria do Tribunal. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. verifica-se que o património do devedor não é presumivelmente suficiente para satisfação das custas do processo e das dívidas previsíveis da massa insolvente. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter limitado nos termos dos artigos 39.º. indicando-se o respectivo domicílio. Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal Judicial de Paços de Ferreira. pelas 09:00 horas. Cruz.º do CIRE. no prazo de 15 dias (artigo 42. José Garcês Pereira Caldas. 333. Real.º JUÍZO DE COMPETÊNCIA ESPECIALIZADA CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE SANTARÉM Anúncio n.º 2 do artigo 25. no prazo de 5 dias. a reclamação pode ser feita na própria assembleia (alínea c n. Ficam notificados todos os interessados que podem. de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (n. indicando-se o respectivo domicílio. Vila Meâ. 301238469 2. N.ª.º n. 25. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789. sendo que.º 1513/08.º do CIRE). 1. no dia 30-10-2008. 301254547 1. Águeda Moreira Cerqueda Sá. Da presente sentença pode ser interposto recurso. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem.1TBPFR Insolvência pessoa colectiva (requerida) Requerente: Ministério Publico de Paços de Ferreira Insolvente: Carlos Neto.º Frente. na falta desta.º 32. 4605-000 Vila Meã Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. Endereço: Rua Dr.R.º JUÍZO DO TRIBUNAL DA COMARCA DE PAÇOS DE FERREIRA Anúncio n. de que no processo supra identificado.º do CIRE). Lordelo. de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (n. e outro(s). previsto no artigo 191. n.º 752/2009 Publicidade de sentença e notificação de interessados nos autos de Insolvência n. Ficam ainda notificados que se declara aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter limitado.º 2497/08. L.º 751/2009 Processo: 1292/08.I.º 1 do artigo 9. Informação — Plano de Insolvência Pode ser aprovado Plano de Insolvência.º 333. 4590-000 Paços de Ferreira com sede na morada indicada.º 6 do artigo 72 do CIRE). Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. 2.º e 42 do CIRE).º do CIRE). se encontram à disposição dos interessados. foi proferida sentença de declaração de insolvência da devedora: XXI. todos os documentos referentes ao plano de insolvência. Juiz (artigo 193. no dia 06-01-2009..ª série — N. . e que esta se conta da publicação do anúncio. foi designado o dia 18-02-2009. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. no prazo de 5 dias (artigo 40. para a realização da reunião de assembleia de credores para discussão e aprovação do Plano de Insolvência. Paula Margarida Oliveira. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. Da presente sentença pode ser interposto recurso. Lda. É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou. na falta desta. Lídia Martins. Com a petição de embargos. Figueiró. Amadeu José Maia Monteiro de Magalhães. Convocatória de Assembleia de Credores nos autos de Insolvência acima identificados em que são: CUSTOITEX — Distribuição de Produtos Têxteis — Ld. Com a petição de embargos. a liquidação da massa e a sua repartição pelos titulares daqueles créditos e pelo devedor (artigo 192 do CIRE). Ovar.º 1 do artigo 9. Lda. Endereço: Rua Ferreira de Castro.º 750/2009 Processo n. Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. qualquer pessoa responsável pelas dívidas da insolvência ou qualquer credor ou grupo de credores que representem um quinto do total dos créditos não subordinados reconhecidos na sentença de graduação de créditos ou.º JUÍZO DE COMPETÊNCIA ESPECIALIZADA CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE PAREDES Anúncio n. no prazo de 5 dias (artigo 40.º. ao meio dia. — A Juíza de Direito. no prazo de 15 dias (artigo 42. e ou deduzidos embargos. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): Carlos Neto. — O Oficial de Justiça. 3880-000 Ovar Conforme sentença proferida nos autos.

Serafim Moreira. Com a petição de embargos.º do CIRE. no dia 15-01-2009. e ou deduzidos embargos. não estando essa satisfação por outra forma garantida. 1. Os prazos são contínuos.º JUÍZO DO TRIBUNAL DE COMÉRCIO DE VILA NOVA DE GAIA Anúncio n. não estando essa satisfação por outra forma garantida. São administradores do devedor: José Manuel Ribeiro.. Da presente sentença pode ser interposto recurso.º e 42. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. Conforme sentença proferida nos autos. Endereço: Rua Guilherme de Sousa. Da presente sentença pode ser interposto recurso. Com a petição de embargos.º do CIRE. 87. requerer que a sentença seja complementada com as restantes menções do artigo 36. — O Oficial de Justiça. indicando-se o respectivo domicílio. a quem é fixado domicílio na morada indicada. Folgosa.º do CIRE).4TYVNG.pt. e que esta se conta da publicação do anúncio. É administrador da devedora: Vítor Alves dos Santos. Endereço: Rua Silva Lobo. 301197604 3. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. 1. Lda. Ficam notificados todos os interessados que podem. com sede na morada indicada.º do Código de Processo Civil (n. fax 256375762.º do Código de Processo Civil (n. — O Juiz de Direito.º 753/2009 Publicidade de sentença e notificação de interessados nos autos de insolvência pessoa colectiva n. Isabel Maria A.º 832/08. 4520-248 Santa Maria da Feira. 4900-495 Viana do Castelo São administradores do devedor:Rui Miguel Teixeira da Silva. e que esta se conta da publicação do anúncio. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. 7. no prazo de 15 dias (artigo 42. no prazo de 15 dias (artigo 42. BI — 6012151.º do CIRE). NIF — 506987370. 5 dias. e-mail: csantos-6808p@adv. 89. NIF — 161944850. 4450-000 Maia Paulo Jorge Moreira de Sousa. Os prazos são contínuos.º do CIRE). endereço: Rua Particular do Bairro.º e 42 do CIRE). M. 2. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. Vilar Luz — Fulgosa.oa. 16 de Janeiro de 2009. sala 102. 256385608.º 2 do artigo 25. verifica-se que o património do devedor não é presumivelmente suficiente para satisfação das custas do processo e das dívidas previsíveis da massa insolvente.49 horas.º do CIRE). 301161567 1.º do CIRE). às 10. Com a petição de embargos. N.1TYVNG. 4450-000 Maiaa quem é fixado domicílio na morada indicada. previsto no artigo 191.ª série — N.4TYVNG Publicidade de sentença e notificação de interessados nos autos de insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia. 2. indicando-se o respectivo domicílio. no prazo de 5 dias.º 2 do artigo 25. Ficam ainda advertidos que os prazos só começam a correr finda a dilação dos éditos. Para administrador da insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada.º 5815055-2. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): RIBERMAIA. Ficam notificados todos os interessados que podem. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. requerer que a sentença seja complementada com as restantes menções do artigo 36. Carlos Gil.º Juízo de Vila Nova de Gaia. 29 de Dezembro de 2008.º do CIRE. previsto no artigo 191. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Ficam ainda notificados que se declara aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter limitado. Maria José Pita.º 117. verifica-se que o património do devedor não é presumivelmente suficiente para satisfação das custas do processo e das dívidas previsíveis da massa insolvente. Ficam ainda notificados que se declara aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter limitado. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789.º do CIRE. Da presente sentença pode ser interposto recurso. endereço: Rua S. no prazo de 15 dias (artigo 42. Endereço: Rua Quinta Palmeiras.º Esq. Ficam notificados todos os interessados que podem.º 2 do artigo 25. foi proferida sentença de declaração de insolvência do devedor: Carnes de Sousa & Silva.º do CIRE).º do CIRE). Alapraia — Estoril. a quem é fixado domicílio na(s) morada(s) indicada(s). ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas.º do Código de Processo Civil (n. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas.º do CIRE). Folgosa.º.º do CIRE Ficam ainda advertidos que os prazos só começam a correr finda a dilação dos éditos. 3. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. Miguel Ribas. . 4475-154 Maia.º 1 do artigo 9. não estando essa satisfação por outra forma garantida.º JUÍZO DO TRIBUNAL DE COMÉRCIO DE VILA NOVA DE GAIA Anúncio n. Conforme sentença proferida nos autos. 2780-145 Oeiras. no prazo de 5 dias.º 1 do artigo 9. pelas 19:58 h. Ermelinda Maria Moutinho. no prazo de 5 dias.º 28. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. — A Escrivã-Adjunta. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha.º 1 do artigo 9. Nicolau. 301249914 Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. 4425-373 Maiacom sede na morada indicada. Conforme sentença proferida nos autos. indicando-se o respectivo domicílio: Dr(a). e ou deduzidos embargos. 2750-000 Cascais.º do CIRE).ª Ana Maria Rito Pereira. Endereço: Rua dos Salgueiros. L. nascido(a) em 5 de Novembro de 1959. Endereço: Rua de Aveiro.4184 Diário da República. no prazo de 5 dias (artigo 40. Ficam ainda advertidos que os prazos só começam a correr finda a dilação dos éditos. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. no prazo de 5 dias (artigo 40. Tras. telef. processo n. bilhete de identidade n. e ou deduzidos embargos. — O Juiz de Direito.º 206/08. — O Oficial de Justiça. 5 dias. Geneve. n. verifica-se que o património do devedor não é presumivelmente suficiente para satisfação das custas do processo e das dívidas previsíveis da massa insolvente. Faustino.º do CIRE). endereço: Rue de Vermont. 354. requerer que a sentença seja complementada com as restantes menções do artigo 36. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789. — A Juíza de Direito. e que esta se conta da publicação do anúncio. Dr. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. n. 1202 Geneve — Suiça Suíça.º 206/08. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. no prazo de 5 dias (artigo 40. estado civil: Casado. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados.º 119 — 1. número de identificação fiscal 166944033. 7 de Janeiro de 2009.º do CIRE. 117. Conceição Santos.º 754/2009 Processo n. previsto no artigo 191.º Juízo de Vila Nova de Gaia.da. Dr.º e 42 do CIRE). Endereço: Rua dos Salgueiros. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789. — No Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia. 5 dias. Os prazos são contínuos. Ficam ainda notificados que se declara aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter limitado. Sá Couto. número de identificação fiscal 507317300. no dia 7 de Novembro de 2008.

2006 e 2008). 5 dias. Fte. no prazo de 15 dias (artigo 42. Lote 255.º do CIRE). no dia 22-12-2008. Face à estrutura ora implementada. contribuinte n.º JUÍZO DE COMPETÊNCIA ESPECIALIZADA CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE VISEU Anúncio n. Lda.º G. R/c. ANEXO Síntese curricular Habilitações literárias: Licenciatura em Ciências Históricas.ª série — N. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas. “Gestão de Bibliotecas e Serviços de Documentação” (BAD. no prazo de 5 dias. às 10:00 horas. Cursos: “A Gestão de Recursos Humanos na Administração Pública” (INA. Ranhados. biblioteca e arquivo.Diário da República. endereço — Urbanização Qt. 1.ª Dr. coordenando os levantamentos das produções documentais dos diversos serviços do Conselho. Loja B.º e 42 do CIRE). a licenciada Alexandra Rute Pires Costa. II e III “Encuentro Iberoamericano de Responsables de Centros de Documentación Judicial de la Red Iberius”.º grau da Divisão de Documentação e Informação Jurídica. Quinta D ´el Rei. Com a petição de embargos. 3800-164 Aveiro São administradores da devedora: Arlindo Ferreira Chaves. Actividades e projectos relevantes: Criação da Biblioteca do CSM (inventariação e tratamento do acervo documental) e responsável pela implementação e desenvolvimento dos sistemas de tratamento informatizado do fundo documental e dos empréstimos em cooperação com o ITIJ. no cargo de direcção intermédia de 2. Quinta D ´el Rei. em regime de substituição. Representante do CSM/Portugal nos I.º do CIRE Ficam ainda advertidos que os prazos só começam a correr finda a dilação dos éditos. 22 de Janeiro de 2009.ª. Lote 255. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. Endereço: Av. 2002 e 2004). R/c. nomeio. 2. 3500-000 Viseu Elisabete Maria Brito Chaves. Lote 255. Luís Barros. Os prazos são contínuos. 15 valores). pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa (2001. Nos termos do artigo 27. Loja B. I. não estando essa satisfação por outra forma garantida. Edificio 15. de 14 de Agosto foi aprovado o regime de organização e funcionamento do Conselho Superior da Magistratura.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 1.º do CIRE). de 15 de Janeiro.º 3570/2009 Com a publicação da Lei n.º do CIRE. torna-se necessário proceder à nomeação dos dirigentes intermédios. O presente despacho produz efeitos a 1 de Fevereiro de 2009. de 30 de Agosto. Ficam notificados todos os interessados que podem. Actividade profissional: Assessora do quadro de pessoal do CSM a exercer funções nas áreas da documentação. Lote 255. 301140855 4185 Considerando o perfil profissional da licenciada Alexandra Rute Pires Costa. tendo integrado os grupos de trabalho e realizado apresentações sobre o tratamento. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. II e III “Curso General de Información y Documentación Jurídica”. Fte. Lt.º 51/2005. Loja B. Estágio na Biblioteca da Procuradoria-Geral da República (2000/2001). Quinta D´del Rei. CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA Despacho n.º do Código de Processo Civil (n. 255. Endereço: Ecralis Ld. 1995). Apoiou o desenvolvimento dos programas. Endereço: Ecralis Ld.ª D ´El Rei. 3. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. requerer que a sentença seja complementada com as restantes menções do artigo 36. designadamente os relativos aos diversos conteúdos a integrar o Portal lberius na parte relativa a Portugal. 22 de Janeiro de 2009. Maria da Purificação Carvalho.º da citada Lei. Endereço: Ecralis Ld. organizados pelo Consejo General del Poder Judicial de Espanha (2001. António Nunes Ferreira Girão. Fte — Loja B.º 36/2007.ª. Considerando que a mesma detém os requisitos legalmente exigidos. Despacho n. — O Presidente. o Juiz de Direito. Luís António Noronha Nascimento.ª. e ou deduzidos embargos. Ficam ainda notificados que se declara aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter limitado. de forma a garantir o normal e regular funcionamento dos serviços e a consolidação do novo modelo organizacional.º do CIRE). 2006). cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789. e em regime de comissão ordinária de serviço. R/c. 3500 — Viseu Publicidade de sentença e notificação de interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal Judicial de Viseu. No âmbito dos serviços da respectiva Secretaria compreende-se o gabinete de apoio ao Vice-Presidente e aos membros do Conselho Superior da Magistratura que integra adjuntos. Ranhados. de 14 de Agosto. Fte.ª. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. Ranhados.º 10 do artigo 19. Da presente sentença pode ser interposto recurso.7TBVIS Requerente/Insolvente: Ecralis — Mediação Imobiliária e Gestão de Condominios. 14 valores). pela Universidade Lusíada de Lisboa (1988. na redacção dada pela Lei n. 3500-000 Viseu a quem é fixado domicílio na(s) morada(s) indicada(s). — A Juíza de Direito. previsto no artigo 191. verifica-se que o património do devedor não é presumivelmente suficiente para satisfação das custas do processo e das dívidas previsíveis da massa insolvente. nomeio. R/C. foi aprovado o regime de organização e funcionamento do Conselho Superior da Magistratura. organizados pelo CGPE de Espanha (2004. — O Oficial de Justiça. Loja B. . recopilação e difusão da documentação surgida no âmbito da actividade judiciária em Portugal.º 1 do artigo 9.º Juízo Cível de Viseu.º 504664387. Aveiro.º da Lei n. 3500-000 Viseu José Ricardo Munhoz Gonçalves Afonso. O presente despacho produz efeitos a 1 de Fevereiro de 2009. e que esta se conta da publicação do anúncio. 1998). Endereço: Ecralis Ld. Escreveu sobre o II Encontro no Boletim Informativo do CSM (Dez.º 2/2004. Dr. Joel Timóteo Ramos Pereira. — O Vice-Presidente. como adjunto do gabinete de apoio ao Vice-Presidente e aos membros do Conselho Superior da Magistratura. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es) com sede na morada indicada. 22 de Dezembro de 2008. Conforme sentença proferida nos autos.º 2 do artigo 25. Fte. Ranhados. nos termos do n. No âmbito de um Acordo de Colaboração celebrado entre o CSM e a DGARQ tem acompanhado com esta instituição o desenvolvimento dos projectos da Portaria de Gestão dos Documentos e Plano de Classificação (Regulamento de Conservação Arquivística). no prazo de 5 dias (artigo 40.º 3571/2009 Com a publicação da Lei n. Assistiu a eventos e frequentou acções e cursos relacionados com a sua área de formação e actuação no CSM. Nessa conformidade e de acordo com a proposta do Plenário que teve lugar na sessão Plenária do passado dia 13 de Janeiro de 2009. indicando-se o respectivo domicílio. Formação complementar e profissional: curso de Especialização em Ciências Documentais — Opção Documentação e Biblioteca. Ana Maria de Andrade e Silva Amaro. Lourenço Peixinho. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. R/c. 3500-000 Viseu Luís Manuel Ferreira Silva.º 755/2009 Insolvência pessoa colectiva (Requerida) Processo: 4150/08. Quinta D ´el Rei.º 36/2007.

nível remuneratório 20. 2. “Impossibilidade. 301244413 INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Aviso n. de 31 de Julho. o mediador de seguros ligado está obrigado a comunicar ao ISP através da empresa de seguros. . publicada no Diário da República n. de acordo com a política por si livremente definida. Em cumprimento do disposto no artigo 44. e no Anexo IV da Norma Regulamentar n. até 26-09-2008. de 8 de Fevereiro. A presente contratação foi precedida de procedimento de selecção de pessoal em situação de mobilidade especial (SME) nos termos do Decreto-Lei n. na sequência de processo concursal. de 20 de Março. CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 1.º da Lei n. ao abrigo do disposto no Regulamento Interno do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa aplicável aos Contratos Individuais de Trabalho. de 31 de Julho.º P20085919. A presente contratação foi precedida de procedimento de selecção de pessoal em situação de mobilidade especial (SME) nos termos do Decreto-Lei n. A proliferação de entidades. — O Administrador. foi celebrado. numa segunda fase.º 1363-A/2007. faz-se público o texto integral do Regulamento de Acreditação das Actividades de Formação Continua da Ordem dos Médicos Dentistas. cartas com as referências 54/08/ CRT/DCM/DSP e 201/08/CRT/DCM/DSP. desenvolver a cultura médico-dentária e qualificação dos seus profissionais. Daí que importe definir um conjunto de regras que permitam organizar o sistema e conferir a todos o grau de confiança que se exige. sem que o mediador abaixo indicado tenha remetido a informação necessária à actualização dos dados relativos ao seu local de exercício profissional: Ao abrigo dos poderes que me foram delegados pela deliberação do Conselho Directivo do Instituto de Seguros de Portugal n.º mediador Nome mediador Ramo(s) Aviso n.º 144/2006. 107198555 Hilário Gonçalves Santos. leva a que se deva ter a maior das atenções. — O Administrador. . grau 1. nos termos do artigo 56. n.º. ORDEM DOS MÉDICOS DENTISTAS Regulamento n.º Competência 1 — A Ordem dos Médicos Dentistas (OMD) organizará. aprovado pela deliberação n. Cabe à OMD na prossecução das atribuições que a lei lhe confere. Maria Amélia Vicente. Francisco Oliveira. 2. única morada que consta do seu registo de mediador de seguros. nível 1.º 144/2006. e à creditação individual dos Médicos Dentistas. no que respeita aos conteúdos programáticos. Por carta deste Instituto de 08-09-2008.) 19 de Janeiro de 2009. Vida e Não Vida 31 de Outubro de 2008. para o local de exercício profissional.º 2535/2009 Por meu despacho de 29 de Outubro de 2008. depois de ouvido o parecer da sua Comissão Científica. 2.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 PARTE E INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL Edital n. para o exercício de funções correspondentes à categoria de técnica administrativa. na sequência de processo concursal.º 57/2009 Regulamento de Acreditação das actividades de formação contínua Preâmbulo A importância da formação contínua dos Médicos Dentistas. determino o cancelamento do registo de mediador de seguros de: N. de 7 de Dezembro através da oferta pública sigaME n. foi celebrado. na certeza de que os cursos.º do Decreto-Lei n. ao abrigo do disposto no Regulamento Interno do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa aplicável aos Contratos Individuais de Trabalho. de o Instituto de Seguros de Portugal contactar o mediador.ª série do Diário da República. Nos termos do n. eventos ou acções são validamente acreditados pela Ordem dos Médicos Dentistas. de 7 de Dezembro através da oferta pública sigaME n. como melhor forma de zelar pela elevação dos padrões de qualidade na Medina Dentária a fim de proteger os doentes. .º 144/2006. de 31 de Julho. 2 — A acreditação técnica e científica de eventos será atribuída pela OMD. as alterações aos elementos relevantes para aferição das condições de acesso previstas nas secções II e III do capítulo II do Decreto-Lei n. particularmente na defesa dos colegas que às mesmas recorrem sem quaisquer garantias de qualidade. promoverá e acreditará actividades de formação. de 29 de Dezembro.º 17/2006-R. que a nível da União Europeia será tendencialmente obrigatória. . respectivamente com datas de 01-04-2008 e 27-08-2008.º 133. com efeitos a partir de 29 de Dezembro de 2008.4186 Diário da República. grau 1.º 2534/2009 Por meu despacho de 29 de Outubro de 2008. — A Directora-Coordenadora Principal. com efeitos a partir de 29 de Dezembro de 2008.º 1 alínea e) do artigo 56.º P20085919. o Conselho Directivo da OMD delibera alterar e aprovar o respectivo regulamento em reunião de 6 de Setembro de 2008.ª série — N. proferido no uso de competência delegada e. que têm vindo a desenvolver e aplicar acções de formação.º 1 do artigo 49. entre outros elementos julgados relevantes. rigor de conteúdo e condições de funcionamento. tendo ficado deserta por falta de opositores/candidatos. (Não carece de fiscalização prévia do Tribunal de Contas.º 5401/2007.º 1363-A/2007. nível 1. numa primeira fase.º 111/2009 Notificação de cancelamento da inscrição de mediador de seguros O Instituto de Seguros de Portugal endereçou ao Sr. sobre a provável decisão do ISP de cancelar o seu registo nos termos previstos no n.ª série de 12 de Julho de 2007. Verificando-se esgotado o prazo de 26-09-2008. formas de organização.º do Decreto-Lei n. contrato individual de trabalho por tempo indeterminado entre o Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e Maria Esperança Francisco Gomes da Cruz. públicas e privadas. foi o mediador notificado para se pronunciar.º 44/03. publicada na 2. proferido no uso de competência delegada e.º 53/2006. por um período de tempo superior a 90 dias. do Decreto-Lei n.º 56. sem qualquer controlo quanto à sua valia técnica e científica. e após ter sido ouvida a Comissão Científica da OMD. . Hilário Gonçalves Santos.º 53/2006.ª série de 12 de Julho de 2007. Francisco Oliveira. . Nesta perspectiva. as quais foram devolvidas pelos CTT a este Instituto com a indicação de “Mudou-se”. (Não carece de fiscalização prévia do Tribunal de Contas) 19 de Janeiro de 2009. tendo ficado deserta por falta de opositores/candidatos.º 1. definindo a sua regulamentação. publicada no Diário da República n. para o exercício de funções correspondentes à categoria de técnica administrativa. serão instituídas normas regulamentares respeitantes à acreditação de eventos científicos.º 133.º 144/2006. de 31 de Julho. nomeadamente por via postal”. n. de 22 de Agosto. obriga a Ordem dos Médicos Dentistas a assumir a responsabilidade do controlo das acções formativas dos seus membros e a organização dos respectivos programas. designadamente a informação relativa ao local de exercício profissional. condições de funcionamento. no prazo de 30 dias. nível remuneratório 20. Sem prejuízo doutra legislação aplicável. aprovado pela deliberação n. contrato individual de trabalho por tempo indeterminado entre o Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e Denise Raquel Fernandes dos Santos. . . alínea e).

8 — As entidades organizadoras ficam obrigadas a divulgar que se trata de um evento acreditado mediante a utilização correcta do respectivo logótipo. 3 — A OMD poderá recusar a prestação dos serviços indicados no número anterior.º do presente Regulamento. qualquer obrigação nesse sentido. 2 — A organização por módulos distribuídos temporalmente por dias diferentes. c) Comissão científica. 9 — Entende-se por utilização correcta do respectivo logótipo. 10 — O manual referido no número anterior existe em suporte CD-ROM e encontra-se disponível na OMD para as entidades organizadoras de eventos que tenham obtido acreditação. 6 — O incumprimento do prazo referido.Diário da República. 4 — À OMD assiste-lhe o direito de divulgar junto dos seus membros os eventos por si acreditados. contra o pagamento antecipado dos respectivos emolumentos. e aprovados previamente pela Ordem. mediante as regras definidas pela OMD. aquela que obedeça às normas obrigatórias de utilização do logótipo que constam de manual próprio. duração do evento.ª série — N. 2 — Aceitar a distribuição e recolha de eventuais inquéritos aos participantes no evento. ou a falta de elementos exigidos é da exclusiva responsabilidade da entidade requerente. apresentando a respectiva justificação. b) Comissão organizadora e ou entidade responsável.º 1 deste artigo poderão ser organizadas pela OMD. com uma antecedência mínima de 90 dias do início do evento.º 1 — Todas as actividades de formação contínua acreditadas pela OMD serão avaliadas pela Comissão Científica após a sua realização. h) Identificação profissional e curricular dos conferencistas. após a data de recepção do pedido. 11 — As entidades organizadoras ficam ainda obrigadas a fazerem constar do material de divulgação a utilizar para o efeito a identificação dos membros componentes da comissão científica. sem necessidade de fundamentação. 2. quando solicitados. 5 — A entidade organizadora deverá pagar o valor correspondente ao número de inscrições dos observadores nomeados nos termos do disposto no número quinto do artigo 4. as máquinas de leitura e registo automático dos cartões individuais dos seus membros para registo dos respectivos créditos (após a entrada em vigor da creditação individual dos médicos dentistas). desde que o faça dentro do prazo estabelecido no número primeiro do artigo 3. 3 — Com o requerimento. a entidade organizadora não poderá alterar o conteúdo que foi objecto de acreditação.º do presente Regulamento.º Requerimento para a acreditação de um evento científico 1 — A acreditação será solicitada pela entidade organizadora. as acções formativas à distância em ambiente electrónico de aprendizagem. m) Patrocinadores do evento. e morada para correspondência. 5 — A avaliação dos eventos acreditados será realizada através de observadores nomeados pela Comissão Científica da OMD e ou através de inquéritos próprios a preencher pelos formandos. 2 — Do requerimento constarão os seguintes elementos: a) Data. através de requerimento em formulário elaborado pelo OMD. sendo motivo bastante para a imediata recusa de acreditação. 7 — Em caso de recusa do requerimento nos termos do disposto no número anterior. Artigo 3. pelas universidades ou instituições equivalentes ou por entidades privadas.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 3 — A creditação individual dos médicos dentistas será implementada após estar a funcionar regularmente o programa de formação contínua e a acreditação de eventos. nos termos do ponto 3 do artigo 5. local. nos termos do Regulamento aplicável.º Obrigações das entidades organizadoras 1 — Aceitar a avaliação técnico-científica do evento pelo(s) elemento(s) designado(s) pela OMD. g) Programa científico (com as áreas abrangidas. 2 — A acreditação do evento será concedida pelo Conselho Directivo da OMD. f) Língua oficial do evento (sempre que haja conferências em língua estrangeira. 6 — A OMD nomeará dois membros responsáveis pela coordenação do processo de avaliação dos eventos acreditados.º 1 — A acreditação de uma actividade de formação contínua pela OMD dá à entidade organizadora o direito de divulgar esse facto nos documentos informativos relacionados com o evento. 5 — Sobre a OMD não impende qualquer obrigação de correcção do requerimento ou de solicitação de elementos em falta. j) Universo das pessoas a que se destina. k) Valor da inscrição e número máximo de inscritos. 4187 CAPÍTULO II Acreditação de Eventos Artigo 2. l) Local (infra-estrutura) onde se realizará o evento (lotação e meios técnicos — audiovisuais disponíveis). não conferindo qualquer direito ou expectativa para realizações futuras ainda que de conteúdo semelhante. por sociedades científicas. deverá ser indicado se existirá tradução simultânea). não existindo. para cumprimento do disposto no número anterior. 7 — Sem prejuízo do disposto no número anterior.º Actividades passíveis de acreditação 1 — São passíveis de acreditação os eventos teóricos e ou práticos. não prejudica os eventos referidos no número anterior para efeitos da sua acreditação pela OMD. dentro do prazo que lhe for comunicado por carta registada com aviso de recepção. referentes às despesas de análise processual. e) Descrição das razões e objectivos da organização do evento. poderá a entidade organizadora apresentar novo pedido completo de acreditação. CAPÍTULO III Controlo de Qualidade Artigo 6. conferencistas e carga horária parcial e total). d) Secretariado.º. porém. dirigido ao Conselho Directivo desta. bem como iniciativas afins que tenham uma duração mínima de três horas úteis. ouvida a Comissão Científica após análise dos elementos fornecidos no requerimento. nomeadamente o de exigir qualquer reembolso ou indemnização. Artigo 4. CAPÍTULO IV Divulgação Artigo 7. as alterações ao requerimento submetido. 3 — A não acreditação de qualquer evento não confere à entidade requerente qualquer direito sobre a OMD. 2 — A entidade organizadora poderá solicitar os serviços de mailing da OMD com vista à divulgação aos membros desta. O resultado será registado na base de dados da OMD. não podendo a entidade organizadora exigi-lo. a entidade requerente procederá ao pagamento dos emolumentos definidos pela OMD no valor de 200 €. 6 — Comunicar à OMD. 2 — A avaliação dos eventos pela OMD será feita tendo por base o relatório elaborado pelo(s) avaliador(es) designados pela Ordem e os eventuais questionários preenchidos pelos participantes. salvo nos casos de envio do pedido através da página electrónica da OMD.º Direitos e deveres da OMD 1 — A OMD por intermédio da sua Comissão Científica avaliará o requerimento no prazo máximo de 30 dias. não sendo impugnável a deliberação tomada pelo órgão competente. . 4 — As actividades referidas no n. n) Assinatura da entidade responsável. 3 — A acreditação conferida pela OMD é válida apenas para uma realização. 7 — A OMD disponibilizará. no máximo até 30 dias antes do evento. utilizando para o efeito modelos definidos pela OMD. Artigo 5. 4 — O requerimento é de exclusiva iniciativa e autoria da entidade requerente que por ele assumirá total responsabilidade. 4 — Pagar antecipadamente os serviços de expedição de correspondência da OMD. i) Referência a demonstrações e exercícios práticos (caso existam). 3 — Aceitar a presença no secretariado de elementos da OMD para controlo do processo de registo de créditos nos cartões individuais dos médicos dentistas. à qual as entidades estão obrigadas nos termos no número anterior.

4188
CAPÍTULO V Omissões
Artigo 8.º

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d) Detentores de um currículo escolar, científico ou profissional, que seja reconhecido, pelo conselho científico, como atestando capacidade para a realização deste ciclo de estudos. Artigo 5.º Candidatura 1 — Os candidatos ao mestrado devem formalizar a sua candidatura através de um requerimento dirigido ao Reitor da Universidade. 2 — O requerimento deve ser instruído com os seguintes elementos: a) Documento comprovativo de que o candidato reúne as condições a que se refere o artigo 4.º; b) Boletim de candidatura; c) Curriculum vitae; d) Fotocópia do bilhete de identidade e do cartão de contribuinte; e) Quaisquer outros elementos que o interessado julgue constituir motivo de valorização da sua candidatura e permita melhor ajuizar a sua aptidão para ingressar no ciclo de estudos. 3 — Os prazos de candidatura e o número de vagas serão anualmente fixados por despacho do Reitor, mediante proposta do coordenador de curso, depois de aprovados em conselho científico. Artigo 6.º

Todas as dúvidas ou omissões relativas a este regulamento serão resolvidas pela OMD. Artigo 9.º O requerimento de acreditação pressupõe o conhecimento e compreensão de todas as regras definidas neste regulamento, devendo ser acompanhado de declaração emitida pela entidade requerente de que as aceita integralmente, em todas as suas consequências. Artigo 10.º O presente regulamento entra em vigor no dia seguinte imediato à sua publicação. 6 de Setembro de 2008. — O Bastonário, Orlando Monteiro da Silva.

UNIVERSIDADE ABERTA Reitoria
Regulamento n.º 58/2009 Por terem sido objecto de alterações dos artigos 8.º e 10.º, bem como os quadros n.º 1.1 e 1.2 do Anexo 1, os quadros 2.1 e 2.4 do Anexo 2 do Regulamento do Mestrado em Estatística, Matemática e Computação, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 160, de 21 de Agosto de 2007, Regulamento n.º 208-G/2007, em anexo, procede-se à sua republicação. 21 de Janeiro de 2009. — O Reitor, Carlos António Alves dos Reis. ANEXO Regulamento do mestrado em Estatística, Matemática e Computação Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento aplica-se ao mestrado em Estatística, Matemática e Computação. Artigo 2.º Criação Decorrente das normas constantes dos Decretos-Leis n.º 42/2005, de 22 de Fevereiro, e n.º 74/2006, de 24 de Março, a Universidade Aberta cria o mestrado em Estatística, Matemática e Computação e concede o respectivo grau de mestre. Artigo 3.º Objectivos e competências O mestrado em Estatística, Matemática e Computação orienta-se para a formação especializada e para o desenvolvimento das competências nos termos do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de Março, bem como para as seguintes competências específicas, a saber, o aprofundamento de conhecimentos nas áreas da Estatística, Álgebra e Lógica, em particular, nos seus aspectos computacionais, incluindo a demonstração automática de teoremas e o tratamento avançado de dados estatísticos. Artigo 4.º Condições de Acesso Podem candidatar-se ao ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Estatística, Matemática e Computação: a) Titulares do grau de licenciado ou equivalente legal; b) Titulares de um grau académico superior obtido no estrangeiro e conferido na sequência de um 1.º ciclo de estudos organizado de acordo com os princípios do Processo de Bolonha por um país signatário da Declaração de Bolonha; c) Titulares de um grau académico superior obtido no estrangeiro e que seja reconhecido, pelo conselho científico, como satisfazendo os objectivos do grau de licenciado;

Creditação Os pedidos de creditação de competências anteriormente adquiridas devem ser incluídos no processo de candidatura, devendo ser apreciados pelo respectivo júri dentro do prazo previsto no artigo 7.º do presente Regulamento. Artigo 7.º Júri de selecção e seriação As candidaturas serão apreciadas por um Júri, presidido pelo coordenador do curso e composto por três vogais, um dos quais suplente, docentes do referido curso. Este júri, aprovado pelo conselho científico, reunir-se-á até 30 dias úteis após a conclusão do processo de candidatura e procederá à selecção e seriação dos candidatos. Artigo 8.º Critérios de selecção e seriação Com vista à selecção e seriação dos candidatos, compete ao júri: 1 — Definir, divulgar e aplicar os critérios de selecção e seriação dos candidatos; 2 — Conferir os dados apresentados pelos candidatos, verificando se cumprem as condições de admissão; 3 — Analisar os perfis curriculares dos candidatos e ordená-los tendo em atenção as habilitações académicas e a experiência profissional, discriminados nos elementos de candidatura; 4 — Nos casos julgados necessários, convocar os candidatos para uma entrevista ou para a realização de uma prova escrita; 5 — Publicitar a lista ordenada dos candidatos, no prazo de 8 dias úteis, após a conclusão do processo de seriação e selecção. Artigo 9.º Propinas 1 — A Universidade Aberta cobra uma taxa de matrícula e propinas pela inscrição, em cada um dos semestres lectivos que constituem a parte curricular do mestrado, e uma propina de inscrição para a preparação, realização e defesa da dissertação bem como pelas inscrições para repetição e ou melhoria de classificação. 2 — O valor das propinas e o respectivo regime de pagamento são fixados anualmente pelos órgãos competentes da Universidade. Artigo 10.º Coordenação do Mestrado 1 — O curso possui uma equipa de coordenação constituída por um coordenador e por dois vice-coordenadores. 2 — A equipa de coordenação do curso é eleita pelos doutorados da área científica de Matemática, do Departamento de Ciências e Tecnologia. O mandato da equipa de coordenação é bianual. Cabe à equipa de coordenação do curso planear, organizar e assegurar a articulação pedagógica e o funcionamento adequado do curso, superintender a sua avaliação, assegurar os processos de ambientação online dos estudantes e o seu acompanhamento personalizado.

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Artigo 11.º Funcionamento 1 — O Mestrado é um curso de carácter formal, conducente a um diploma de estudos pós-graduados e ao grau de mestre, que é certificado através de uma carta de curso. 2 — O Mestrado é oferecido em regime de ensino a distância, na modalidade de classe mista: ensino online na modalidade de classe virtual, privilegiando-se as formas de comunicação assíncrona, possivelmente complementadas com sessões presenciais, com carácter de seminário. 3 — Anualmente, é fixado pelo Reitor, sob proposta do conselho científico, o número mínimo de inscrições que viabilize o funcionamento do mestrado, e que é publicitado no respectivo despacho de abertura. 4 — As unidades curriculares que constam do plano curricular do mestrado são leccionadas por doutores, professores da Universidade Aberta, podendo ainda ser leccionadas por doutores, professores de outras instituições de ensino superior, ou especialistas de reconhecido mérito, mediante aprovação do conselho científico da Universidade Aberta. 5 — A título excepcional, o Reitor pode autorizar a inscrição de mestrandos para satisfazer compromissos institucionais de natureza protocolar. Artigo 12.º Duração e creditação do mestrado 1 — As partes curricular e de elaboração da dissertação de Mestrado têm, cada uma, a duração normal de dois semestres. 2 — O curso é regido pelo sistema de unidades de crédito ECTS, em vigor na Universidade Aberta. 3 — A parte curricular corresponde a 60 unidades ECTS. 4 — A preparação, elaboração, apresentação e defesa da dissertação corresponde a 60 unidades ECTS. Artigo 13.º Estrutura curricular Áreas científicas predominantes do mestrado: Matemática (Mat.) e Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). As áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau são explicitadas no anexo 1. Artigo 14.º Plano de Estudos 1 — O plano de estudos do curso de mestrado em Estatística, Matemática e Computação estrutura-se em duas Áreas de Especialização e desenvolve-se em 4 semestres. 2 — A organização do plano de estudos é explicitada no anexo 2 Artigo 15.º Regime de frequência e precedências 1 — A participação nas actividades definidas para as diferentes unidades curriculares é obrigatória, devendo o mestrando assegurar a realização de um mínimo das actividades previstas pela equipa de coordenação e docentes das unidades curriculares, as quais são definidas e publicitadas anualmente, de molde a obter a respectiva frequência, sem o que não pode ser aprovado nessa unidade curricular. 2 — Para poderem transitar do 1.º semestre para o 2.º semestre da parte curricular, os mestrandos têm que obter aprovação em unidades curriculares que perfaçam pelo menos 25 ECTS. Os mestrandos têm de obter aprovação em unidades curriculares perfazendo 60 ECTS para poderem transitar para a parte reservada à elaboração da dissertação. Artigo 16.º Regime de avaliação e classificação das unidades curriculares 1 — A avaliação contempla, obrigatoriamente, uma componente de avaliação contínua que não pode ser inferior a 60 % da avaliação final, e é especificada pelos docentes em cada uma das unidades curriculares. 2 — A avaliação final de cada unidade curricular é ponderada entre a avaliação contínua e uma componente de avaliação somativa final, de carácter individual, podendo contemplar a elaboração de ensaios, a elaboração, apresentação e discussão de trabalhos, ou a realização de exame escrito ou oral, de acordo com o definido pelo docente de cada unidade curricular, em articulação com a equipa de coordenação. 3 — As classificações finais de cada unidade curricular são expressas numa escala numérica de 0 a 20, correspondendo as classificações inferiores a 10 à reprovação. Artigo 17.º Repetição e melhoria de classificação

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1 — É admitida melhoria de classificação no máximo de 1/3 das unidades curriculares que compõem a parte curricular do mestrado. 2 — Em caso de reprovar é permitida uma segunda inscrição no máximo de 1/3 de unidades curriculares constantes da parte curricular. 3 — A inscrição para efeito das situações referidas nas alíneas anteriores deve ser efectuada no 3.º e 4.º semestres, desde que se verifique a abertura da nova edição do curso de mestrado. Esta nova inscrição pressupõe o adiamento da data prevista para a apresentação da dissertação. 4 — Em caso de nova reprovação nas unidades curriculares em atraso não há lugar a reembolso das propinas pagas e cessa o direito de apresentação da dissertação, sem prejuízo do estudante se candidatar a outra edição do mesmo mestrado. Artigo 18.º Inscrição como supranumerários 3 — Aos mestrandos que tenham obtido aprovação em pelo menos 2/3 das unidades curriculares é permitida a sua reinscrição uma única vez como supranumerários, sendo as condições de admissibilidade estabelecidas pela coordenação de cada curso anualmente. 4 — O valor desta reinscrição, bem como o respectivo pagamento, são estabelecidos de acordo com o estipulado no artigo 9.º do presente regulamento Artigo 19.º Diploma de Estudos Pós-Graduados 1 — A Universidade Aberta atribui um “certificado de curso de estudos pós-graduados em Estatística, Matemática e Computação” aos mestrandos que tenham obtido a aprovação na parte curricular do mestrado. 2 — A classificação final é expressa no intervalo de 10 a 20, da escala numérica inteira de 0 a 20. 3 — A classificação da parte curricular do mestrado é obtida pelo cálculo da média ponderada das classificações obtidas nas unidades curriculares que a integram, tendo em consideração os respectivos créditos. 4 — A Universidade Aberta atribui o Diploma de Estudos Pós-Graduados em Estatística, Matemática e Computação aos mestrandos que tenham obtido a aprovação na parte curricular do Mestrado. 5 — O diploma a que se refere o número anterior é reconhecido como formação especializada pós-graduada. 6 — O diploma e o suplemento ao diploma são emitidos nos prazos estabelecidos pelos órgãos competentes da Universidade Aberta. Artigo 20.º Suspensão da contagem dos prazos 1 — A contagem dos prazos para a entrega e para a defesa da dissertação pode ser suspensa por decisão do Reitor, após exposição do mestrando e ouvido o conselho científico, para além de outros órgãos previstos na lei, nos seguintes casos: a) Prestação de serviço militar; b) Licença por maternidade e licença parental; c) Doença grave e prolongada ou acidente grave do mestrando, quando a situação ocorra no decurso do prazo para a entrega e para a defesa da dissertação; d) Exercício efectivo de uma das funções a que se refere o artigo 73.º do Decreto-Lei n.º 448/79, de 13 de Novembro, ratificado, com alterações, pela Lei n.º 19/80, de 16 de Julho. Artigo 21.º Regras para a apresentação e aceitação do plano de dissertação 1 — A preparação da dissertação é orientada por um doutor ou por um especialista de mérito reconhecido pelo conselho científico da Universidade Aberta. 2 — A orientação pode ser assegurada em regime de co-orientação. 3 — No prazo máximo de 30 dias úteis após a afixação da última pauta de avaliação da parte curricular, deve ser entregue no secretariado do mestrado: a) O plano da dissertação; b) O parecer e declaração de anuência do(s) respectivo(s) orientador(es); c) O orçamento de encargos e a declaração da anuência da entidade que os suportará, quando a elaboração da dissertação envolva o recurso a infra-estruturas ou serviços a título oneroso.

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Artigo 22.º Regras para a entrega da dissertação

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4 — Da defesa da dissertação e das reuniões do júri é lavrada acta, da qual constarão a classificação e os votos emitidos por cada um dos seus membros, bem como a respectiva fundamentação. Artigo 27.º Classificação final do grau de mestre 1 — A classificação final do grau de mestre é obtida pela média ponderada das classificações das diversas unidades curriculares e pela classificação final da dissertação, pesadas de acordo com os créditos ECTS correspondentes. 2 — A classificação final do grau de mestre é expressa no intervalo de 10 a 20 da escala numérica inteira de 0 a 20, bem como no seu equivalente na escala europeia de comparabilidade de classificações. Artigo 28.º Carta de Curso 1 — O grau de mestre é titulado por uma Carta de Curso emitida pelo órgão legal e estatutariamente competente e é conferido na especialidade de Matemática e Estatística Computacionais, pressupondo a frequência e aprovação nas unidades curriculares que constituem o curso, ou equivalente, a elaboração de uma dissertação, especialmente escrita para o efeito, sua defesa e aprovação em provas públicas. 2 — A emissão da Carta de Curso, suas certidões e do suplemento ao diploma, elaborado nos termos e para os efeitos do Decreto-Lei n.º 42/2005, ocorrem no prazo fixado pelos órgãos competentes da Universidade. Artigo 29.º Disposições finais 1 — Aos Conselhos Científico e Pedagógico da Universidade compete acompanhar a aplicação do presente regulamento, intervindo, quando solicitado, no âmbito das respectivas competências e emitindo os devidos pareceres. 2 — As dúvidas e omissões decorrentes da aplicação do presente Regulamento são resolvidas pelos órgãos da Universidade, no respeito pelas suas competências e legislação geral aplicável. ANEXO 1 Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau Área de especialização Matemática Computacional
QUADRO N.º 1.1 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos

1 — A dissertação deve ser entregue dentro do prazo máximo de um ano, a contar da data de publicitação da última pauta de avaliação da parte curricular. 2 — Nos serviços da Universidade Aberta devem ser entregues: a) Três a cinco exemplares da dissertação em suporte papel, consoante o número de membros do júri; b) Parecer e declaração de anuência do(s) respectivo(s) orientador(es) ou declaração de desvinculação do(s) respectivo(s) orientador(es). 3 — Após a aceitação, pelo júri, da dissertação para provas públicas de defesa, deve o mestrando proceder à entrega de mais cinco exemplares da dissertação, sendo dois em suporte papel e três em suporte digital, em formato PDF. Artigo 23.º Composição e nomeação do Júri 1 — A apreciação e a discussão pública da dissertação são efectuadas por um júri. 2 — O júri é nomeado pelo Reitor, sob proposta do conselho científico, nos 30 dias úteis posteriores à entrega da dissertação. O Júri é constituído, no mínimo, pelos seguintes elementos: a) O orientador ou orientadores da dissertação; b) Um doutor da área ou especialista de mérito reconhecido, pertencente à Universidade Aberta; c) Um doutor da área ou especialista pertencente a outra Universidade ou Instituição de reconhecido mérito (nacional ou estrangeira). 3 — A presidência do júri é desempenhada pelo professor mais graduado e antigo. Em caso de impedimento, as suas funções são desempenhadas pelo vogal mais antigo. 4 — O despacho de nomeação do júri deve ser comunicado ao mestrando, por escrito, no prazo de oito dias úteis a partir da data da sua publicitação. Artigo 24.º Tramitação do processo 1 — Nos 30 dias úteis subsequentes à publicitação do despacho da respectiva nomeação, o júri profere um despacho liminar, no qual, em alternativa: a) Declare aceite a dissertação; b) Recomende, fundamentando, a reformulação da dissertação. 2 — Verificando-se a situação descrita na alínea b) do número anterior, o mestrando dispõe de um prazo de 90 dias úteis, improrrogável, durante o qual pode proceder à reformulação da dissertação ou declarar que a pretende manter tal como a apresentou. 3 — Considera-se desistência do mestrando se, esgotado o prazo referido no número anterior, não apresentar a dissertação reformulada nem declarar que prescinde dessa faculdade. 4 — As provas públicas devem ter lugar no prazo de 60 dias úteis a contar: a) Do despacho de aceitação da dissertação; b) Da data de entrega da dissertação reformulada ou da declaração de que prescinde da reformulação. Artigo 25.º Defesa pública 1 — O acto de defesa da dissertação é público. 2 — A defesa da dissertação só pode ter lugar com a presença de um mínimo de três membros do júri. 3 — A defesa da dissertação não pode exceder noventa minutos e nela podem intervir todos os membros do júri, sendo concedido ao candidato 10 minutos iniciais para a apresentação oral do seu trabalho. 4 — É proporcionado ao candidato um tempo igual ao utilizado por cada membro do júri. Artigo 26.º Deliberação do júri 1 — A deliberação do júri é tomada por maioria dos membros que o constituem através de votação nominal justificada. 2 — Em caso de empate, o membro do júri que assume a presidência dispõe de voto de qualidade. 3 — A deliberação do júri é expressa no intervalo de 0 a 20 na escala numérica inteira de 0 a 20.

Matemática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Mat Tecnologias da Informação e da Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . TIC Ciências da Educação . . . . . . . . . . . . CEduc Total . . . . . . . . . . . .

90 (1) 20 110

10 10 10

(1) Dos 90 créditos obrigatórios, 60 correspondem à dissertação.

Área de especialização Estatística Computacional
QUADRO N.º 1.2 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos

Matemática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Mat Tecnologias da Informação e da Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . TIC Ciências da Educação . . . . . . . . . . . . CEduc Total . . . . . . . . . . . .

95 (1) 15 110

10 10 10

(1) Dos 95 créditos obrigatórios, 60 correspondem à dissertação.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Computação Estatística I . . . . . .º 2. . . . . . . Mat Mat Mat TIC CEduc S S S S S 130 260 260 130 260 20 40 40 20 40 5 10 10 5 10 Obrig. . Demonstração Automática de Teoremas . .Diário da República. . . Amostragem. . . . . . . . . . . . . . . . Opcional (1) S: Semestral (2) O: Outros (apoio tutorial a distância de tipo convencional e apoiado em plataforma de e-learning) Área de especialização em Estatística Computacional 1. . . .º semestre QUADRO N. . . . . .º semestre QUADRO N. . . . . . . . . . . Computação Estatística I . . . . . . . . Controle de Qualidade . . . Obrig. . .º semestre QUADRO N. . . . . . . . . Obrig. . . Obrig. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Matemática e Computação Área de especialização em Matemática Computacional 1. Obrig. . . Aprendizagem Significativa das Ciências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º ano/2. Mat Mat Mat TIC S S S S 130 260 260 130 20 40 40 20 5 10 10 5 Obrig. . . Obrig. . . . . . . . . Opcional Obrig. .ª série — N. .º semestre QUADRO N. . . . . 2. Mat Mat Mat TIC S S S S 260 130 130 260 40 20 20 40 10 5 5 10 Obrig. .º 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Obrig. . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2. . . . . . . . Programação em Lógica . Obrig. . . . . Métodos Numéricos . . . . . . .º ano/2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Estatística II . . . . . . . . . . . . .º ano/1. . . . . . . . . .2 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total (1) Contacto (2) (O) Créditos Observações Lógica II. . . . . . . . . . . (1) S: Semestral (2) O: Outros (apoio tutorial a distância de tipo convencional e apoiado em plataforma de e-learning) 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Análise de Dados Multivariados e Aplicações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Matemática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Mat Mat Mat S S S 260 260 130 40 40 20 10 10 5 Opcional. . . . . . . . . .º ano/1. .3 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total (1) Contacto (2) (O) Créditos Observações Estatística I. . . . . . . Análise e Tratamento de Dados. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 ANEXO 2 Estrutura curricular do curso Mestrado em Estatística. . . . . . . . . .4 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total (1) Contacto (2) (O) Créditos Observações Métodos Numéricos . . . . . . . . . . . (1) S: Semestral (2) O: Outros (apoio tutorial a distância de tipo convencional e apoiado em plataforma de e-learning) 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Obrig Obrig. . . . . . . . . .1 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total (1) Contacto (2) (O) Créditos 4191 Observações Lógica I . . . . . . . . . . . . . Estatística I. .º 2. . . . . . .

de 24 de Março. Aprendizagem Significativa das Ciências . reclassificada como Técnica Superior de 2. UNIVERSIDADE DE COIMBRA Despacho (extracto) n. Doutora Maria do Céu Ferreira Gaspar Alves.ª classe. . . . . . Alda Bebiano Ribeiro. . . publicado no Diário da República.º 244/2009 Por ter saído com inexactidão a publicação inserta no Diário da República. Margarida Cabral.ª série. . professora associada com agregação da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. Declaração de rectificação n.ª Série. . . 2.º 81. .º 35-A/2008. . . .º 229. n. . de 31 de Janeiro. do quadro do mesmo serviço. . de 26 de Abril de 2007): Doutora Helena Isabel Gonçalves Moniz Falcão Oliveira. . (Não carece de verificação do Tribunal de Contas.ª série.º 3572/2009 Por despacho de 30-12-2008 do Vice-Reitor da Universidade de Coimbra. . o júri das provas de doutoramento em Gestão. . considerando-se rescindido do anterior contrato. No sumário onde se lê «Rectificação n.º 245/2009 Ao abrigo do disposto nos n. . . Vogais: Doutor Alfonso Vargas Sánchez. .º do Regulamento de Atribuição do Grau de Doutor pela Universidade de Évora e artigo 29. Alda Bebiano Ribeiro. . proferido por delegação de competências (DR.ª série. . .º 2536/2009 Por despacho de 12-12-2008 do Reitor da Universidade de Évora: Constituído. . — A Chefe de Divisão do Expediente e Pessoal. . . 21 de Janeiro de 2009. requeridas por Jorge Luís Pedreira Murteira Marques Casas Novas: Presidente — Reitor da Universidade de Évora. . — A Directora. professor catedrático da Facultad de Ciencias Empresariales da Universidad de Huelva. . n. . . rectificase que onde se lê «Doutor José António da Silva Barata» deve ler-se «João António da Silva Barata». com efeitos retroactivos a 28-11-2008. . .ª série — N. . .º 30463/2008. . .º 81.º. . .ª série.5 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total (1) Contacto (2) (O) Créditos Observações Dissertação.º 2. . . . Doutora Lúcia Maria Portela Lima Rodrigues. .º 3573/2009 Por despacho de 07-01-2009 do Vice-Reitor da Universidade de Coimbra. n. . António Gomes Martins. UNIVERSIDADE DE ÉVORA Serviços Académicos Aviso n. . do quadro da Faculdade de Direito desta Universidade. rectifica-se que onde se lê «com início em 6 de Setembro de 2006 e até 31 de Agosto de 2007» deve ler-se «com início em 6 de Setembro de 2006 e até 5 de Setembro de 2007». proferido por delegação de competências (DR. . . rectifica-se o Despacho (extracto) n. . Doutor Jacinto António Setúbal Vidigal da Silva. . . . Doutor António João Coelho de Sousa. . de 25 de Novembro de 2008. — A Chefe de Divisão do Expediente e Pessoal. de 29 de Julho.º 74/2006. nos termos do ponto 8. publicada no Diário da República. . . . . . 2. . com efeitos à data do termo de aceitação. . de 28 de Julho. por um quinquénio.º 229. 2. . Opcional. Declaração de rectificação n. Chefe de Secção. de 26 de Abril de 2007). . professor associado com agregação da Universidade de Évora.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total (1) Contacto (2) (O) Créditos Observações Computação Estatística II . o Despacho (extracto) n.) 22 de Janeiro de 2009. professora auxiliar da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade da Beira Interior. 2.º 22. — O Vice-Reitor. n. .º 2/2009». 2. . 22 de Janeiro de 2009. — O Vice-Reitor. . . . . . . N. Doutora Ana Maria Amorim Sampaio da Silva. Licenciada Maria de Fátima Carvalho Almeida. . Assistente.º 1504/2007.º 2 do Decreto-Lei n. (1) S: Semestral (2) O: Outros (apoio tutorial a distância de tipo convencional e apoiado em plataforma de e-learning) QUADRO N. professor auxiliar da Universidade de Évora.º 30463/2008.os 1 e 2 do artigo 9. . . . TIC CEduc S S 130 260 20 40 5 10 Obrig. Despacho (extracto) n. . professor colaborador da Facultad de Ciencias Económicas e Empresariales da Universidad de Extremadura.º 243/2009 Por ter saído com inexactidão a publicação inserta no Diário da República. . professora auxiliar da Universidade de Évora.ª série. de 25 de Novembro de 2008. pela forma seguinte. n. Doutor Esteban Pérez Calderón. além do quadro da mesma Faculdade. . . 22 de Janeiro de 2009. professora auxiliar da Universidade de Évora. (Não carece de verificação do Tribunal de Contas) 22 de Janeiro de 2009. (1) A: Anual Mat A 1560 50 60 UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Declaração de rectificação n.º do Regulamento de Publicações de Actos no Diário da República. . 22 de Janeiro de 2009. além do quadro da Faculdade de Direito desta Universidade — contratada provisoriamente como Professora Auxiliar. . . o Despacho (extracto) n. .º 2/2009» deve ler-se «Declaração de rectificação n. . — A Chefe de Divisão do Expediente e Pessoal.2 do artigo 8. . Alda Bebiano Ribeiro. . . . . 2. António Gomes Martins. . . referente à Licença sem vencimento de Maria Alice Real Sainhas. .º 145. 2. . referente a equiparações a bolseiro. . . . .4192 Diário da República. . Doutora Ana Fialho Silva. com efeitos à mesma data. aprovado pelo Despacho Normativo n. N.

Luís Carlos Ferreira Fernandes. da Universidade do Minho.2008 .09. no período de 20 de Janeiro a 14 de Fevereiro de 2009.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. assistente. — Doutor Rui Manuel Almeida Brandão. aos docentes a seguir mencionados: Doutora Maria Margarida Santos Proença Almeida. professor associado com agregação. por delegação: Doutora Maria Cristina Guimarães Almeida Moreira.º 3576/2009 Por despacho do Vice-Reitor da Universidade de Évora de 29/12/2008. no período de 15 a 19 de Janeiro de 2009. no período de 8 a 18 de Janeiro de 2009. Rui Manuel Gonçalves Pingo.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. no período de 7 a 9 de Janeiro de 2009.09. 2. — Doutor Pedro Miguel Madureira Pimenta Nogueira. — O Director de Serviço.º 3580/2009 Por despacho 07.09. com efeitos a partir de 20-10-2008 até 19-10-2009. — O Administrador. professora auxiliar. com efeitos a partir de 27-10-2008 até 26-10-2009. 21 de Janeiro de 2009. professor auxiliar. professora auxiliar. professora auxiliar com agregação. professora catedrática — no período de 24 a 26. Despacho (extracto) n. além do quadro a 60 %. — O Administrador.º 3579/2009 Por despacho 17. — O Director de Serviços. celebrado contrato administrativo de provimento entre esta Faculdade e o Licenciado Shiv Kumar Singh para exercer as funções de Leitor. UNIVERSIDADE DO MINHO Despacho (extracto) n. Mestre Maria da Graça Dias Carraça. 4193 UNIVERSIDADE DE LISBOA Faculdade de Letras Declaração de rectificação n.2008. ao abrigo da competência delegada.2008 Licenciada Cristina Alexandra de Oliveira Amado. professora auxiliar — no período de 17 a 20.º 2317/2009.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. de 22 de Dezembro de 2008. no período de 6 a 9 de Janeiro de 2009.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. de 22 de Dezembro de 2008. professora auxiliar.) 22 de Janeiro de 2009.09. Luís Carlos Ferreira Fernandes. assistente — concedida a equiparação a bolseiro pelo período de 10 dias. assistente. no período de 24 de Janeiro a 3 de Fevereiro de 2009. da Universidade do Minho. Doutora Maria João Broa Martins Marçalo.º 3577/2009 Por Despacho 04. fora do país. — Doutora Maria Elvira Sales Baptista. Serviços Administrativos Despacho n. 2.2008 21 de Janeiro de 2009. assistente. no período de 22 de Janeiro a 8 de Fevereiro de 2009. professora auxiliar. — Doutora Maria João Tavares da Costa. no período de 24 a 31 de Dezembro de 2008. no período de 31 de Janeiro a 1 de Março de 2009.09.09. 21 de Janeiro de 2009.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Despacho n. da Universidade do Minho.09. nos períodos de 24 de Novembro a 13 de Dezembro de 2008 e de 3 de Janeiro a 11 de Fevereiro de 2009. foi concedida equiparação a bolseiro. professor auxiliar. — O Presidente do Conselho Directivo.º 246/2009 Por ter sido publicado com inexactidão o despacho (extracto) n. no período de 20 de Dezembro de 2008 a 5 de Janeiro de 2009. no período de 5 a 9 de Janeiro de 2009. — Doutor João Pedro Carvalho d’Alvarenga. professora auxiliar. ao abrigo da competência delegada. Doutora Heldemerina Samutelela Pires. Luís Carlos Ferreira Fernandes. professora auxiliar — concedida a equiparação a bolseiro no período de 07 a 11.º 11. ao abrigo da competência delegada. n. professor auxiliar. Rui Manuel Gonçalves Pingo. no período de 19 a 30 de Dezembro de 2008. Despacho (extracto) n. professora auxiliar. com início em 10. no período de 13 a 18 de Janeiro de 2009. — Doutora Maria Manuela Clemente Vilhena. Doutor Pablo Tomás Carús. fora do país.» deve ler-se: «Por despacho do Senhor Reitor da Universidade de Lisboa.09. professora auxiliar. no período de 13 a 26 de Dezembro de 2008. — Doutora Ana Clara de Sousa Birrento de Matos Silva. — O Director de Serviços. professor auxiliar. Despacho (extracto) n. Álvaro Luís Antunes Pina. professor auxiliar.2008. aos seguintes docentes: — Doutor António Manuel de Carvalho Soares Correia.09. Luís Carlos Ferreira Fernandes. — Mestre Carla Sofia Borges Pinto da Cruz Ferreira. da Universidade do Minho. no período de 15 a 27 de Janeiro de 2009. no período de 27 a 31 de Janeiro de 2009. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro. professor auxiliar convidado. assistente — pelo período de 14 dias. Rui Manuel Gonçalves Pingo. 21 de Janeiro de 2009. professora auxiliar — concedida a equiparação a bolseiro no período de 20 a 23.» (Isento de fiscalização prévia do Tribunal de Contas. professora auxiliar. no período de 12 de Janeiro a 15 de Maio de 2009. com início em 25. celebrado contrato administrativo de provimento entre esta Faculdade e o Licenciado Shiv Kumar Singh para exercer as funções de Leitor. — Mestre Fernando dos Santos Gomes. professor associado com agregação. no período de 17 de Dezembro de 2008 a 17 de Fevereiro de 2009. por delegação: Licenciada Tânia Micaela Brito Meneses Montenegro Barbosa.09.ª série.Diário da República. — Doutor Alfred Stadler. Despacho n. Despacho (extracto) n.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão.º 3578/2009 Por despacho 19.2008. foi concedida equiparação a bolseiro.º 3575/2009 Por despacho do Vice-Reitor da Universidade de Évora de 13/01/2009. no período de 11 a 15 de Dezembro de 2008. no período de 27 de Janeiro a 2 de Fevereiro de 2009. no período de 27 a 30 de Novembro de 2008. — Doutor Tiago Manuel Monteiro Mora Porteiro.º 3581/2009 Por Despacho 24. Doutor Joaquim Augusto Lauriano.ª série — N. Doutora Ângela Maria Franco Martins Coelho de Paiva Balça. — O Director de Serviço.º 3574/2009 Por despacho do Vice-Reitor da Universidade de Évora de 09/01/2009. — Doutora Adelinda Maria Araújo Candeias. no período de 25 de Janeiro a 4 de Fevereiro de 2009. no período de 12 a 14 de Maio de 2009. foi concedida equiparação a bolseiro. — Mestre António Luís Gonçalves Caramelo. — O Administrador. no Diário da República. — Doutora Teresa Paula Gonçalves Cruz. professora auxiliar. Doutora Mafalda Sousa Machado Soares da Cunha. professor auxiliar. aos seguintes docentes: Doutor Soumodip Sarkar. rectifica-se que.09. onde se lê: «Por despacho do Senhor Reitor da Universidade de Lisboa. da Universidade do Minho. assistente. professor associado. Doutora Maria de Fátima Nunes Ferreira. no período de 15 a 19 de Dezembro de 2008. de 16 de Janeiro de 2009. por delegação: Doutora Cristina Maria Soeiro Matos. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro. professora auxiliar com agregação. 21 de Janeiro de 2009. 21 de Janeiro de 2009. 21 de Janeiro de 2009. fora do país. aos seguintes docentes: Doutor Gottlieb Basch. aos docentes a seguir mencionados: Doutora Maria de Lurdes Castro Martins. além do quadro a 60 %.

— O Director de Serviço. professora associada — pelo período de 30 dias. professora auxiliar — concedida a equiparação a bolseiro no período de 15 a 18 de Dezembro de 2008. Despacho (extracto) n. Doutor António Mendes da Silva Ferraz.10. . da Universidade do Minho. por delegação: Doutora Ana Maria Santos Costa Soares. Despacho (extracto) n. da Universidade do Minho. — O Director de Serviços.09. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro.10.09. assistente — no período de 07 a 11.ª série — N. — O Director de Serviço. Despacho (extracto) n.º 3584/2009 Por despacho 09. Luís Carlos Ferreira Fernandes. com início em 27. 22 de Janeiro de 2009.º 3583/2009 Por Despacho 08.2008.º 3586/2009 Por despacho 24 de Outubro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão. da Universidade do Minho.2008. Luís Carlos Ferreira Fernandes. 21 de Janeiro de 2009. da Universidade do Minho. professora auxiliar — no período de 11 a 13.2008. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro. da Universidade do Minho. Luís Carlos Ferreira Fernandes. 22 de Janeiro de 2009. da Universidade do Minho. — O Director de Serviços. aos docentes a seguir mencionados: Doutora Cláudia Maria Neves Simões. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro. com início em 16. — O Director de Serviço. Luís Carlos Ferreira Fernandes. Luís Carlos Ferreira Fernandes. por delegação: Doutora Maria Margarida Santos Proença Almeida. Licenciado Carlos Alberto Silva Menezes. assistente — concedida a equiparação a bolseiro pelo período de 30 dias.º 3582/2009 Por despacho 25. professora auxiliar — concedida a equiparação a bolseiro no período de 19 a 24.11.4194 Diário da República. Luís Carlos Ferreira Fernandes. da Universidade do Minho. Luís Carlos Ferreira Fernandes. — O Director de Serviço. Despacho (extracto) n. professora auxiliar — concedida a equiparação a bolseiro no período de 13 a 18 de Janeiro de 2009.º 3591/2009 Por Despacho 27.09.º 3588/2009 Por despacho 18.09.º 3587/2009 Por despacho 22 de Outubro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão. Despacho (extracto) n. Luís Carlos Ferreira Fernandes. por delegação: Licenciada Lídia Cristina Alves Morais de Oliveira. — O Director de Serviço. assistente — concedida a equiparação a bolseiro no período de 21 a 26. — O Director de Serviços. — O Director de Serviço. da Universidade do Minho. Luís Carlos Ferreira Fernandes.2008 21 de Janeiro de 2009. Luís Carlos Ferreira Fernandes.º 3590/2009 Por despacho 6 de Novembro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão. professora auxiliar — no período de 3 a 4 de Novembro de 2008 22 de Janeiro de 2009. da Universidade do Minho. 2.º 3593/2009 Por despacho 14 de Novembro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão.09.09. aos docentes a seguir mencionados: Doutora Cláudia Maria Neves Simões. — O Director de Serviços. Despacho (extracto) n. professora associada — no período de 03 a 07.º 3595/2009 Por despacho 15. Despacho (extracto) n. por delegação: Licenciado Carlos Alberto da Silva Menezes. por delegação: Doutor José António Oliveira Rocha.º 3585/2009 Por Despacho 10. — O Director de Serviço. 22 de Janeiro de 2009. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro. professor catedrático — concedida a equiparação a bolseiro no período de 25 a 26. professor associado — no período de 03 a 07.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. professor auxiliar — no período de 11 a 16. — O Director de Serviços. da Universidade do Minho. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro. por delegação: Doutor José António Cadima Ribeiro.11. Doutora Ermelinda Amélia Veloso Costa Lopes Fernandes Silva.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. Despacho (extracto) n. com início em 1 de Novembro de 2008. 22 de Janeiro de 2009.º 3594/2009 Por despacho 15. Luís Carlos Ferreira Fernandes.º 3589/2009 Por despacho 31 de Outubro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão.12.2008.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão.09. 21 de Janeiro de 2009. por delegação: Doutora Ana Maria Santos Costa Soares.11. por delegação: Doutora Rosa Branca Silva Vilas-Boas Esteves.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão.09.2008 Doutor Vasco Duarte Eiriz Sousa. aos docentes a seguir mencionados: Doutor Manuel José da Rocha Armada.2008 22 de Janeiro de 2009. professor catedrático — no período de 24 a 26. Despacho (extracto) n. Despacho (extracto) n. — O Director de Serviços.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. da Universidade do Minho.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. 22 de Janeiro de 2009. da Universidade do Minho.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Despacho (extracto) n. 22 de Janeiro de 2009. professor auxiliar — concedida a equiparação a bolseiro no período de 12 a 14 de Dezembro de 2008.º 3592/2009 Por despacho 13 de Novembro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão.11. professor catedrático — pelo período de 11 dias. 22 de Janeiro de 2009. da Universidade do Minho. Despacho (extracto) n. aos docentes a seguir mencionados: Doutora Ana Maria Santos Costa Soares. assistente — no período de 27 a 30 de Outubro de 2008.09. Luís Carlos Ferreira Fernandes. Despacho (extracto) n. aos docentes a seguir mencionados: Doutora Natália Maria Carvalho Barbosa. — O Director de Serviços. por delegação: Doutor Miguel Ângelo dos Reis Portela. professora catedrática — concedida a equiparação a bolseiro no período de 23 a 26 de Novembro de 2008. Luís Carlos Ferreira Fernandes.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. Luís Carlos Ferreira Fernandes. professora associada — no período de 23 a 25 de Outubro de 2008.11.11.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão.2008 21 de Janeiro de 2009.2008. Despacho (extracto) n. da Universidade do Minho.2008 21 de Janeiro de 2009.09. professor catedrático — concedida a equiparação a bolseiro no período de 23 a 26.2008 Doutor Manuel de Herédia Caldeira Cabral. 22 de Janeiro de 2009.11.2008 Licenciado José João Correia Leite Ribeiro. Luís Carlos Ferreira Fernandes. — O Director de Serviço.

“Teresa Filomena de Matos Teixeira. Luís Carlos Ferreira Fernandes. considerando-se exonerados do anterior lugar”. Despacho (extracto) n. M.º 3603/2009 Por meu despacho de 16 de Janeiro de 2009.º 3605/2009 Por despacho do Senhor Reitor da Universidade Nova de Lisboa de 30 de Dezembro de 2008: “Sandra Maria Cid Ferreira Matias. Caldas de Almeida. 4195 ao Docente da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa abaixo indicado: Mestre Manuel Maria dos Santos Matroco Gonçalves Pereira. professor auxiliar — no período de 26 a 30 de Novembro de 2008. J. proferido por delegação de competências: Foi concedida equiparação a bolseiro no País ao Docente da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa abaixo indicada: Mestre Manuel Maria dos Santos Matroco Gonçalves Pereira — Assistente Convidado — no período de 26 de Janeiro de 2009 a 27 de Janeiro de 2009. com efeitos a partir da data do despacho do Senhor Reitor. Despacho (extracto) n. — O Director. Técnicos Superiores Principais. considerando-se exonerada do anterior lugar”. Caldas de Almeida. Técnicos Superiores de 1. professor associado — concedida a equiparação a bolseiro pelo período de 11 dias. (Isentos de fiscalização prévia do T.º 3598/2009 Por despacho 6 de Outubro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. João Manuel dos Santos Torres Pereira e Helder Romana da Palma Teixeira. precedendo concurso. M. de nomeação definitiva. proferido por delegação de competências: Foi concedida equiparação a bolseiro no País à Doutora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa abaixo indicada: Doutora Patrícia Maria Freire de Andrade de Carvalho Rosado Pinto — Assessora Principal — no dia 9 de Janeiro de 2009. — O Director. J. 22 de Janeiro de 2009. por delegação: Doutor Manuel José da Rocha Armada. Carla Sofia Soares Saraiva e Manuel Sebastião Candeias Sabala. da mesma Faculdade. 22 de Janeiro de 2009. da mesma Faculdade. “Alice Gomes Martins Oliveira. UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Faculdade de Ciências Médicas Despacho (extracto) n.ª série — N. da mesma Faculdade. com efeitos a partir da data do despacho do Senhor Reitor.º 3599/2009 Por despacho 8 de Outubro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. — O Director de Serviço. — O Director. com início em 7 de Novembro de 2008. Pedro Manuel Coutinho Diniz de Sousa. proferido por delegação de competências. por delegação: Doutor Carlos Alberto Páscoa Machado. João Sàágua. Luís Carlos Ferreira Fernandes. da carreira técnica superior. proferido por delegação de competências.º 3600/2009 Por meu despacho de 12 de Dezembro de 2008.ª Classe de nomeação definitiva. com efeitos a partir da data do despacho do Senhor Reitor. Despacho (extracto) n.º 3604/2009 Por despacho do Senhor Reitor da Universidade Nova de Lisboa de 30 de Dezembro de 2008: “Berta Rosa da Conceição de Sousa.º 3602/2009 Por meu despacho de 23 de Dezembro de 2008. proferido por delegação de competências: Foi concedida equiparação a bolseiro no Estrangeiro à Docente da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa abaixo indicada: Doutora Maria Isabel Rodrigues de Abreu Figueiredo de Almeida — Investigadora Auxiliar — no período de 13 de Dezembro de 2008 a 16 de Dezembro de 2008. considerando-se exonerados do anterior lugar”. foi concedida equiparação a bolseiro no Estrangeiro UNIVERSIDADE DO PORTO Faculdade de Ciências Despacho (extracto) n..ª Classe. do quadro de pessoal da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa — nomeados definitivamente. do quadro de pessoal da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa — nomeados definitivamente.ª série n.) 21 de Janeiro de 2009. — O Director de Serviços. foram concedidas seguintes equiparações a bolseiro fora do país: Professora Associada Ana Cristina Moreira Freire — 8 a 23 de Janeiro de 2009. Despacho (extracto) n. João Sàágua. publicada no D. professora auxiliar — concedida a equiparação a bolseiro no período de 23 a 26 de Outubro de 2008. J. . por delegação: Concedida equiparação a bolseiro aos docentes a seguir mencionados: Doutora Maria Helena Almeida Silva Guimarães. de nomeação definitiva. 22 de Janeiro de 2009. Caldas de Almeida. 22 de Janeiro de 2009.º 3597/2009 Por despacho 1 de Outubro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho.º 3606/2009 Por despacho do Director da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Assistente Convidado — no período de 22 de Fevereiro de 2009 a 28 de Fevereiro de 2009. Caldas de Almeida. (Isento de fiscalização prévia do T.R. Assistente Administrativa Principal. Técnicos Superiores de 1. — O Director de Serviço. Despacho (extracto) n. precedendo concurso.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Despacho (extracto) n. de 17 de Janeiro de 2007. professor catedrático — concedida a equiparação a bolseiro no período de 1 a 5 de Outubro de 2008. da carreira técnica superior. Luís Carlos Ferreira Fernandes.º 3596/2009 Por despacho 30 de Setembro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. Técnicos Superiores Principais. C. Maria Luís Ribeiro Rodrigues e Ana Luísa de Almeida Cardoso Macedo. — O Director. Doutor Miguel Ângelo dos Reis Portela.) 21 de Janeiro de 2009. da mesma Faculdade. J. M. 22 de Janeiro de 2009. considerando-se exonerados do anterior lugar”. de nomeação definitiva. Assistente Administrativa Especialista.ª Classe. Luís Carlos Ferreira Fernandes. 2. — O Director. — O Director. professora associada com agregação — no período de 6 a 10 de Outubro de 2008. 22 de Janeiro de 2009. 2. da carreira técnica superior.Diário da República. 22 de Janeiro de 2009. Despacho (extracto) n. professora auxiliar — no período de 26 a 30 de Novembro de 2008. Técnicos Superiores de 2. C. com efeitos a partir da data do despacho do Senhor Reitor. precedendo concurso. — O Director de Serviço. 22 de Janeiro de 2009. M. Doutora Carla Angélica da Silva Pinto de Sá. Despacho (extracto) n.º 3601/2009 Por meu despacho de 23 de Dezembro de 2008. Maria Irene Simões Tomé. Assessores. Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Despacho (extracto) n. por delegação: Doutora Laura Cristina Ferreira Pereira. precedendo concurso. do quadro de pessoal da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa — nomeada definitivamente.º 12. do quadro de pessoal da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa — nomeados definitivamente.

com efeitos a partir de 17 de Fevereiro de 2009. D. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. C.2009.º do Dec. ratificado pela Lei n.º 3610/2009 Por despacho de 16 de Janeiro de 2009 da Presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação.. Lei n. grupos de disciplinas de Geoquímica e Pedologia ou Hidrogeogologia ou Mineralogia e Geologia. aprovou. por delegação de competências do Reitor da Universidade do Porto: — Doutor Henrique Malheiro Vaz. Prazeres Freitas. Doutor Henrique José Figueiredo Garcia Pereira.4196 Diário da República. ratificado pela Lei n. no cargo de professor auxiliar. Professora Auxiliar Maria Isabel Gonçalves Fernandes — 8 a 14 de Fevereiro de 2009. U.01. (Não carece de visto do Tribunal de Contas. por delegação de competências do Reitor da Universidade do Porto.) Deliberação relativa ao contrato de trabalho para o exercício de funções públicas por tempo indeterminado. — O Director de Serviços. Doutor Fernando Ramôa Ribeiro. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. considerando-se rescindido o . Lídia Soares. Doutor Fernando Ramôa Ribeiro. (Não carece de visto do Tribunal de Contas. Professor Catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Doutor Rogério Eduardo Bordalo da Rocha. de 13 de Novembro. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. Doutor António Jorge Gonçalves de Sousa. C. 22 de Janeiro de 2009. para provimento de um lugar de Professor Associado do Departamento de Engenharia de Minas e Georrecursos. — O Coordenador do Gabinete de Apoio. em sessão da sua Comissão Coordenadora de 12 de Dezembro de 2008. por unanimidade dos seus Professores Catedráticos. no cargo de professor auxiliar. Doutor Fernando António Batista Branco. 22 de Janeiro de 2009.º 19/80. contratado para exercer funções docentes em regime de Contrato de Trabalho em funções públicas por tempo indeterminado na categoria de Professor Auxiliar da mesma Faculdade. Professor Catedrático Pedro Ventura Alves da Silva — 23 a 29 de Janeiro de 2009. ou de Geoengenharia. de acordo com o estabelecido no artigo 46. Lei n.º 19/80. concedida a equiparação a bolseiro fora do País de 19 a 24 de Janeiro de 2009. grupos de disciplinas de Exploração de Minas e Pedreiras ou de Geotecnia ou de Prospecção Geofísica e Sondagens. além do quadro. concedida a equiparação a bolseiro fora do País de 16 a 20 de Abril de 2009.09. o Contrato de Trabalho em Funções Públicas por Tempo Indeterminado do Professor Auxiliar Doutor Samuel Cruz Alves Pereira.º 3608/2009 Por despacho de 15 de Janeiro de 2009. Professora Auxiliar desta Faculdade. ambos da Faculdade de Economia da Universidade do Porto. 2. Associados e Auxiliares com Contrato de Trabalho em Funções Públicas por tempo indeterminado presentes. por urgente conveniência de serviço. Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. o Contrato de Trabalho em Funções Públicas por Tempo Indeterminado do Professor Auxiliar Doutor Paulo Sérgio Amaral de Sousa.) 21 de Janeiro de 2009. Associados e Auxiliares com Contrato de Trabalho em Funções Públicas por tempo indeterminado presentes.º 448/79. Manuel F. UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA Reitoria Edital n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 contrato anterior a partir da mesma data. da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação desta Universidade. Professor Auxiliar Ricardo Jorge Gomes Lopes Rocha — 17 a 22 de Janeiro de 2009. Professor Auxiliar desta Faculdade.º. de 12.º 2 do E.2009 do Senhor Reitor da Universidade Técnica de Lisboa. Esta deliberação foi tomada com base na apreciação do Relatório apresentado pelo candidato e com base nos pareceres subscritos pelos Professores Catedráticos Doutor Pavel Bernard Brazdil e Doutor Sofia Balbina Santos Dias de Castro Gothen.º 2 do E. é constituído. grupos de disciplinas de Geosistemas e Geomática ou de Planeamento e Gestão de Recursos Naturais e Sistemas Ambientais ou de Valorização de Matérias-Primas Minerais e Resíduos Sólidos do Instituto Superior Técnico. por delegação de competências do Reitor da Universidade do Porto: — Doutora Isabel Maria Salvador Macedo Pinto Abreu Lima. Edital n.2008. do Director da Faculdade de Economia da Universidade do Porto. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. Professor Catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. ou de Recursos Naturais e Ambiente. — A Técnica Superior. 22 de Janeiro de 2009. Lídia Soares.º 3609/2009 Por despacho de 18 de Dezembro de 2008 da Presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação. D. n. foi o Doutor Ricardo Jorge Sá Dias Vasconcelos contratado. aberto por Aviso n. 22 de Janeiro de 2009. como professor auxiliar. nos seguintes termos: Presidente — Reitor da Universidade Técnica de Lisboa. Rocha Neves.ª série). em sessão da sua Comissão Coordenadora de 12 de Dezembro de 2008. Não são devidos emolumentos. — A Chefe de Divisão de Alunos e de Recursos Humanos. aprovou. por unanimidade dos seus Professores Catedráticos. Prof. nos termos do artigo 25. Carlinda Leite. n. Professor Catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. 21 de Janeiro de 2009.º 177. com efeitos a 15 de Dezembro de 2008. U. Não são devidos emolumentos. Despacho (extracto) n. do Doutor Samuel Cruz Alves Pereira O conselho científico da Faculdade de Economia da Universidade do Porto. Despacho (extracto) n.º 23287/2008 (2.) 19 de Janeiro de 2009. de 16 de Julho o júri do concurso documental. contratado para exercer funções docentes em regime de Contrato de Trabalho em funções públicas por tempo indeterminado na categoria de Professor Auxiliar da mesma Faculdade. nos termos do artigo 25. Doutor Abílio Augusto Tinoco Cavalheiro. Vogais: Doutor Mário Rui Machado Leite. nas áreas científicas de Geociências. Manuel F. — O Director de Serviços.ª série — N. é constituído. Doutor António Manuel Antunes Fiúza.º 3611/2009 Por despacho de 15 de Janeiro de 2009 da Presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação. de 16 de Julho o júri do concurso Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação Despacho (extracto) n. Jaime Ribes. (Não carece de visto do Tribunal de Contas. do Doutor Paulo Sérgio Amaral de Sousa O conselho científico da Faculdade de Economia da Universidade do Porto. de 13 de Novembro. Doutor Carlos Altino Jansen Verdades Dinis da Gama.) Deliberação relativa ao contrato de trabalho para o exercício de funções públicas por tempo indeterminado. Despacho (extracto) n. Rocha Neves. do Director da Faculdade de Economia da Universidade do Porto.º 3607/2009 Por despacho de 21 de Janeiro de 2009.º 112/2009 Por despacho de 15. Prof. no exercício de delegação de competências concedida pelo Reitor da Universidade do Porto foi o Doutor Samuel Cruz Alves Pereira Professor Auxiliar da Faculdade de Economia desta Universidade. Faculdade de Economia Despacho (extracto) n. Esta deliberação foi tomada com base na apreciação do Relatório apresentado pelo candidato e com base nos pareceres subscritos pelos Professores Catedráticos Doutor António Abílio Garrido da Cunha Brandão e Doutor Elísio Fernando Moreira Brandão. (Não carece de visto do Tribunal de Contas. do Senhor Reitor da Universidade Técnica de Lisboa. — A Técnica Superior.. publicado no Diário da República n. ambos da Faculdade de Economia da Universidade do Porto. Doutor Carlos Alberto Ferreira de Sousa Oliveira. Não são devidos emolumentos. de acordo com o estabelecido no artigo 46.º. no exercício de delegação de competências concedida pelo Reitor da Universidade do Porto foi o Doutor Paulo Sérgio Amaral de Sousa Professor Auxiliar da Faculdade de Economia desta Universidade.º 113/2009 Por despacho de 15. — A Presidente do Conselho Directivo. com efeitos a partir de 25 de Maio de 2009.º do Dec.01.º 448/79.

de 21 de Dezembro.Diário da República. através do aprofundamento de conhecimentos actualizados de modo a atender às crescentes exigências e expectativas do mercado de trabalho presente e futuro. fundamentados nas mais recentes investigações científicas. Arquitecto Manuel Correia Fernandes. 2. e demais normativos aplicáveis. Professor Catedrático da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. à publicação do regulamento. Doutor José Manuel Nunes Salvador Tribolet. — O Coordenador do Gabinete de Apoio. Artigo 3. Jaime Ribes. Professor Catedrático da Universidade de Sevilha. de 11 de Maio e no Despacho n.º do Decreto-Lei n. Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Doutor Luis Fernando Lopes Monteiro. de 24 de Março.º 19/80.º 7287-C/2006. Doutor Mário Júlio Teixeira Krüger. de 22 de Fevereiro. Jaime Ribes. Doutor Fernando António Baptista Branco. sob proposta da Comissão de Curso. e pelo Regulamento Interno de Aplicação do Sistema de Créditos Curriculares.2008. de 24 de Setembro. no n. Professor Catedrático da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.º e 25. 3 — A conclusão da parte curricular.º 1 do artigo 1. de acordo com o estabelecido no artigo 45. laboratórios e academias. Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.º do Dec. Doutor Victor Perez Escolano. Edital n.º Condições de funcionamento 1 — O numerus clausus máximo será estabelecido em cada edição do curso. bem como na alínea d) do n. para provimento de um lugar de Professor Catedrático do Departamento de Engenharia Informática. Doutor João Gabriel Monteiro de Carvalho e Silva. Doutor Fernando José Silva e Nunes da Silva.º do Decreto-Lei n.º 23286/2008 (2. na área científica de Arquitectura. c) Melhorar a qualidade de actuação profissional através da análise crítica das diferentes metodologias de actividades em ginásios e academias.º 342/2007. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. por despacho reitoral. (Não carece de visto do Tribunal de Contas) 19 de Janeiro de 2009. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. Professora Titular da Universidade de São Paulo.º Âmbito de aplicação O presente regulamento disciplina o regime especial aplicável ao curso de Mestrado em Ciências do Desporto com especialização em Actividades de Academia. grupo de disciplinas de Projecto de Arquitectura do Instituto Superior Técnico. Doutor Luís Eduardo Teixeira Rodrigues.º do Decreto-Lei n.º 114/2009 Por despacho de 15. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa.º 155/89.ª série). Doutor José Manuel da Costa Alves Marques. b) Desenvolver estratégias de avaliação e prescrição de treino personalizado. Doutor António Ressano Garcia Lamas. adoptada ao abrigo das disposições conjugadas nos artigos 7. de 13 de Novembro. bem como para grupos especiais. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. Artigo 2. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa.09.2009.º 448/79. de 12.º 155/89. para provimento de um lugar de Professor Associado do Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura. na área científica de Metodologia e Tecnologia da Programação. aberto por Aviso n. Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. confere a atribuição de um diploma não conferente de grau. n. Doutor Arlindo Manuel Limede de Oliveira. Doutor António José Luís dos Reis. nos termos arquitectados pelos artigos 4.º 177.º do Decreto-lei 42/2005.º 1 do artigo 21. grupos de disciplinas de Algoritmia ou Engenharia da Programação ou Linguagens de Programação do Instituto Superior Técnico. com a denominação de “Curso Avançado em Ciências do Desporto com especialização em Actividades de Academia. Regulamento do curso de Mestrado em Ciências do Desporto com especialização em Actividades de Academia Artigo 1. Lei n. do Senhor Reitor da Universidade Técnica de Lisboa.º 74/2006.º 11-A/98. até à criação e entrada em funcionamento da agência de acreditação.09. no âmbito das actividades de academia. nos seguintes termos: Presidente: Reitor da Universidade Técnica de Lisboa Vogais: Doutor José Luiz Lopes Fiadeiro. Arquitecto Manuel Pinheiro Fernandes de Sá. de 11 de Maio. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. Brasil. Artigo 5.ª série — N.º 23289/2008 (2. Arquitecto Alexandre Vieira Pinto Alves da Costa. aberto por Aviso n. Professor Catedrático da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. b) Na sequência do registo R/B-CR-312/2007. publicado no Diário da República. leccionado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 documental.º 74/2006. é constituído. ratificado pela Lei n.2008. estrutura curricular e plano de estudos referentes à criação do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Ciências do Desporto com especialização em Actividades de Academia. 2 — A aquisição do grau de mestre pressupõe a obtenção.º a 10.º 177. Artigo 4. de cárdio e de musculação para diferentes tipos de utentes de ginásios e academias. Doutor Miguel Caetano de Oliveira Filgueiras. efectuado conforme o disposto no artigo 4.º 3612/2009 Conforme o disposto na alínea a) do artigo 67.º Organização do curso 1 — O curso está estruturado de acordo com o Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos (a seguir “ECTS”). Professor Catedrático da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. de 12. entidades desportivas. ao regime em vigor à data da sua publicação. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa.º dos Estatutos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.º Enquadramento jurídico O presente regulamento visa desenvolver e complementar o regime jurídico instituído pelo Decreto-Lei n. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. nos seguintes termos: Presidente: Reitor da Universidade Técnica de Lisboa Vogais: Doutora Sheila Walbe Ornstein. Prof. Doutor Fernando Ramôa Ribeiro. Doutor Amílcar dos Santos Costa Sernadas. (Não carece de visto do Tribunal de Contas) 19 de Janeiro de 2009.º Objectivos do curso 1 — Este Curso tem como objectivos geral capacitar profissionais para actuar com competência e compromisso nos clubes. de 24 de Março. diploma que regula o regime jurídico dos graus e diplomas do . de 16 de Julho o júri do concurso documental. 2 — São objectivos específicos: a) Estimular a iniciação científica através da elaboração de trabalhos académicos. de 16 de Fevereiro.º 108/88.º 10543/2005. homologados através do Despacho Normativo n.ª série). 4197 ensino superior. Espanha. Professor Catedrático da Universidade de Leicester. mestrados e doutoramentos está sujeita. o Regulamento n. no sentido de aprovar a criação do curso de Mestrado em Ciências do Desporto com especialização em Actividades de Academia.01. de 120 ECTS. num período normal de quatro semestres lectivos. Procede-se em anexo. correspondente a 60 ECTS. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. nos termos estabelecidos pelo Despacho n. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. Doutor João Emílio Segurado Pavão Martins. Armando Mascarenhas Ferreira.º da Lei n. UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO Reitoria Despacho (extracto) n. Assim: a) Tendo em atenção a deliberação do Senado Universitário. reunido em 8 de Novembro de 2006. de 11 de Maio. de 31 de Março. — O Coordenador do Gabinete de Apoio. que estabelece o regime de Estudos Pós-Graduados na UTAD. 22 de Janeiro de 2009 — O Reitor. nos termos estabelecidos pela estrutura e plano de estudos. publicado no Diário da República n. a entrada em funcionamento de novas licenciaturas. adiante simplesmente designado por “curso”. a seguir “UTAD”.

2 — Aquando da abertura do respectivo concurso podem ser definidas quotas específicas para cada um dos grupos de admissão previstos no número anterior. condições necessárias para o funcionamento do curso. 2 — Unidade Orgânica: 3 — Curso: Mestrado em Ciências do Desporto com especialização em Actividades de Academia. . .º Lacunas e Omissões Os factos relevantes não contemplados neste regulamento serão decididos.. . nas Normas Pedagógicas da UTAD para os cursos de licenciatura. através de despacho reitoral. Desporto. .. por despacho do reitor.. . . . . .. ANEXO I Formulário de caracterização e apresentação da estrutura curricular e plano de estudos do curso de mestrado em ciências do desporto com especialização em actividades de academia.. . . . D D D D Semestral Semestral Semestral Semestral . avaliação de conhecimentos e classificações são os previstos na lei e.. . . ou outras formas de organização de percursos alternativos em que o curso se estruture: Não aplicável. . Artigo 10 Regime de precedências Não são admissíveis precedências com carácter vinculativo. 9 — Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau ou diploma: QUADRO N. .. . . .. sob proposta da Comissão de Curso.. 2 — Os candidatos admitidos deverão realizar a matrícula e inscrição nos Serviços Académicos nos termos definidos. e publicitado aquando da abertura do procedimento concursal de acesso ou ingresso. . .. b) Formação realizada no âmbito de cursos de especialização tecnológica. sob proposta da Comissão de Curso. .. 3 — A existência de recursos humanos e materiais adequados às exigências científicas e pedagógicas e à qualidade do ensino são. . 4 — Grau ou diploma: Mestrado.º Ano / 1. . . e 11.º Frequência. . . . Artigo 7. . ... .º 9. . Artigo 9... . . . Biologia e Bioquímica . 1 — Estabelecimento de Ensino: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. necessário à obtenção do grau ou diploma: 120 ECTS.. .. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Artigo 12. . . . devendo este ser definido..1 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos 2 — O funcionamento do curso fica condicionado à matrícula de um número mínimo de estudantes.... . Artigo 11. para o efeito. . .ª série — N. Artigo 8. . . . . . . . .º Estrutura curricular e plano de estudos A estrutura curricular e plano de estudos são os constantes.. . . 6 — Número de créditos. .º Condições de acesso 1 — As condições gerais de acesso são as fixadas pelo Regulamento de Pós-Graduações. .º Semestre QUADRO N. . . Ginástica Localizada de Academia .º Creditação 1 — Com base no sistema europeu de transferência e acumulação de créditos (ECTS) e no princípio do reconhecimento mútuo do valor da formação realizada e das competências adquiridas podem ser creditadas: a) Formação realizada no âmbito de outros ciclos de estudos superiores em estabelecimentos de ensino nacionais ou estrangeiros. .. . . . .º Avaliação e revisão do regulamento Por iniciativa da Comissão de Curso o presente regulamento deverá ser avaliado e revisto para cada edição do curso. . . 2. quer a obtida no quadro da organização decorrente do Processo de Bolonha quer a obtida anteriormente.. . ... . por interpretação ou integração. . 2 — Os procedimentos a adoptar para a creditação são os constantes do Regulamento de Creditação. . . . 7 — Duração normal do curso: Quatro semestres lectivos.. . . 5 — Área científica predominante do curso: Ciências do Desporto... Artigo 15. do formulário em anexo. Avaliação Neuromuscular e Prescrição na Musculação . respectivamente.1 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Teoria e Metodologia de Investigação . . . avaliação de conhecimentos e classificações O regime de frequência. 10 — Observações: 11 — Plano de estudos: D BB 118 2 120 (1) Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro «Ciências do Desporto com especialização em Actividades de Academia» «Mestrado» 1. . . . 8 — Opções..º Entrada em vigor As normas estabelecidas neste regulamento consideram-se em vigor aquando da entrada em funcionamento do curso.. ..º 11. segundo o sistema europeu de transferência de créditos. .º Propinas As propinas são fixadas anualmente de acordo com a legislação e regulamentação em vigor.... ..4198 Diário da República. . .º Matricula e inscrição 1 — Os candidatos serão admitidos à matrícula e inscrição no curso de acordo com os critérios de seriação estabelecidos. nos Pontos 9.. Artigo 6. . .. . . Artigo 14.. também.. . .. c) Competências adquiridas através da experiência profissional e formação profissional ou pós-secundária. Artigo 13. . . com as necessárias adaptações... . . Total. 102 102 85 80 TP: 60 TP: 60 TP: 50 TP: 55 6 6 5 5 . ramos. por despacho do reitor. .. Prescrição do Exercício para Grupos Especiais. .

.º ciclos do ensino básico. . ..º 107/2008. 2 — Podem candidatar-se ao ingresso num ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em cada uma das especialidades a que se referem os n. ou. . .. ..2 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Composição Corporal e Cineantropometria. .. elaborado de acordo com as disposições legais contidas no Decreto-Lei n. . quer em outros ciclos de estudos do ensino superior. . de 24 de Março.º do Decreto-Lei n. D BB Semestral ... Assim. .. Actividades de Grupo (Step. .Diário da República.. . .º 74/2006. .. na educação pré-escolar e nos 1.. .º do Decreto-Lei n. ..º 3 do artigo 15.º 11.. cumulativamente.. nos ensinos público. . . ... . . . as seguintes condições: a) Sejam titulares de uma habilitação académica superior a que se referem as alíneas a) a c) do n. . . .º 2 do artigo 15..º 1 do mesmo artigo. . . b) Tenham obtido. . . quer no quadro da habilitação académica a que se refere a alínea anterior. . ..º do Decreto-Lei n. . Actividades de Grupo Aquáticas . e satisfaçam os requisitos dos mesmos créditos. de 22 de Fevereiro. ainda. . . . é conferida a quem obtiver esta qualificação num domínio específico através de um mestrado em Ensino cujo acesso está condicionado..º 74/2006. . à aquisição de um determinado número de créditos na área disciplinar. . .. — O Reitor. c) Os que reúnam as condições a que se refere a alínea d) do n. num dos restantes domínios de habilitação.. . . . ou reúnam as condições a que se refere a alínea d) do n... por um lado. 102 34 TP: 60 TP: 20 6 2 1. . . .. . . . . . . . . . A habilitação profissional para a docência de uma ou duas áreas disciplinares. ... . .. Seminário de Investigação .º do Decreto-Lei n. . Semestral . .º Ingresso nos Ciclos de Estudos Conducentes ao grau de mestre em Ensino É condição geral de ingresso nos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre em cada uma das especialidades a que se refere o anexo a prestação de uma prova escrita e de uma prova oral em Língua Portuguesa para comprovação do domínio da Língua. Artigo 1. .º do Decreto-Lei n. . ou em cada uma das áreas disciplinares abrangidas pelo mesmo (cf. . . . .os 1 a 4 do anexo: a) Os titulares da licenciatura em Educação Básica..os 5 a 17 do anexo aqueles que satisfaçam. alterado pelo Decreto-Lei n. . . .. Aeróbica e outras) . . . . por outro...º Regras Específicas de Ingresso nos Ciclos de Estudos Conducentes ao grau de mestre em Ensino 1 — Podem candidatar-se ao ingresso nos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre em cada uma das especialidades a que se referem os n.. . . Despacho (extracto) n. .. .º Semestre QUADRO N. pelas alíneas a) e b) do n. particular e cooperativo e nas áreas curriculares ou disciplinas abrangidas por esse domínio. de 24 de Março. .º 74/2006. . .º Ano / 2.3 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Dissertação. . ... .º 3613/2009 D A 1370 OT: 250 60 Conforme o disposto no artigo 26.. . Avaliação Biomecânica e Prescrição do Exercício . .. .º 43/2007. . . . .º 1 do artigo 17. . .. . ii) Para a componente de formação na área da docência. . .. o respectivo regulamento.º 1 do artigo 17.. . . 68 102 85 85 170 TP: 40 TP: 60 TP: 50 TP: 50 S: 100 4 6 5 5 10 QUADRO N.ª série — N.. . . .. os créditos mínimos de formação na área de docência fixados para essa especialidade no anexo ao presente diploma. foi por mim homologado. . é conferida a quem obtiver tal qualificação através de uma licenciatura em Educação Básica. . .. . . . . . .os Ciclos de estudo em Ensino Preâmbulo A posse do título de Mestre em Ensino num determinado domínio de especialidade constitui condição indispensável para o desempenho docente. e de um subsequente mestrado em Ensino.º 1 do artigo 17. Nutrição e Suplementação Ergogénica e Doping . .º 11. Artigo 2. . . comum a quatro domínios possíveis de habilitação nestes níveis e ciclos de educação e ensino. . . . Armando Mascarenhas Ferreira.. .º 74/2006. .º 1 do artigo 17.. que satisfaçam os requisitos de créditos mínimos de formação fixados: i) Para as componentes de formação educacional geral e de didácticas específicas. ..º. .º. . 22 de Janeiro de 2009. ... . num destes domínios. .º Ano . . de 25 de Junho. . de 24 de Março.º 74/2006.. . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos 4199 Observações Avaliação Fisiológica e Prescrição para Cárdio-fitness.. . .. .. . . . .. 2. de 24 de Março. .º e 2. . quando reúnam as condições a que se refere a alínea d) do n. . pelo n. Anexo). . . . . .. . A titularidade da habilitação profissional para a docência generalista. . Normas regulamentares dos 2. de 24 de Março. . e através delas satisfaçam os requisitos fixados nas subalíneas i) e ii) da alínea anterior. b) Os titulares de uma habilitação académica superior obtida nos termos das alíneas b) e c) do n. . . . compete ao órgão legal e estatutariamente competente de cada estabelecimento de ensino aprovar as normas regulamentares referentes aos cursos de mestrado. à posse do grau de licenciado pelo ensino superior e. . .. . . D D D D D Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral 2. . . .

de 24 de Março. ou não.º Vagas O número de vagas a abrir anualmente é divulgado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro durante o mês de Artigo 4. cumulativamente.º s 5 a 17 do anexo situa-se entre 90 e 120. de acordo com as seguintes percentagens mínimas: a) Formação educacional geral — 5 %. 2 — Os créditos a que se refere o número anterior são distribuídos pelas componentes de formação nos seguintes termos: a) Formação educacional geral — 5 a 10 créditos. 2 — A componente de formação educacional geral abrange os conhecimentos. incluindo os níveis e ciclos de educação e ensino e as respectivas áreas curriculares ou disciplinas em que se realiza a prática de ensino supervisionada.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Artigo 5.º do Decreto-Lei n. social e ética e de formação em metodologias de investigação educacional incluem-se nos créditos atribuídos às componentes a que se referem as alíneas a) a c) dos números anteriores. d) Formação na área de docência — 5 %. capacidades. c) Prática de ensino supervisionada — 40 a 45 créditos. na relação com a comunidade e na análise e participação no desenvolvimento de políticas de educação e de metodologias de ensino.º do Decreto-Lei n.º Componentes de Formação 1 — Os ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre nas especialidades constantes do anexo incluem as seguintes componentes de formação: a) Formação educacional geral. 2 — O grau de mestre numa das especialidades a que se referem os n.º 74/2006. Artigo 6. b) Didácticas específicas — 15 a 20 créditos. b) Proporcionam aos formandos experiências de planificação. 4 — As actividades integradas na componente de iniciação à prática profissional obedecem às seguintes regras: a) Incluem a observação e colaboração em situações de educação e ensino e a prática de ensino supervisionada na sala de aula e na escola. processos e desempenhos do quotidiano profissional. realizar-se em mais de um estabelecimento de educação e ensino. 8 — Os créditos a que se refere o número anterior são distribuídos pelas componentes de formação. 6 — Os créditos a que se refere o número anterior são distribuídos pelas componentes de formação. devendo. 3 — O número de créditos dos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre na especialidade a que se refere o n. b) O alargamento a áreas do saber e cultura diferentes das do seu domínio de habilitação para a docência.º Protocolos com as Escolas Cooperantes 1 — Nos protocolos previstos no artigo 18. atitudes e competências relativas ao ensino nas áreas curriculares ou disciplinas e nos ciclos ou níveis de ensino do respectivo domínio de habilitação para a docência. aqueles que apenas tenham obtido 75 % dos créditos fixados para essa especialidade. no jardim-de-infância ou na escola. 9 — Os créditos relativos às componentes de formação cultural. b) Didácticas específicas.º 3 do anexo é de 90.os 1 e 2 do anexo é de 60. pertencente.ª série — N. ao mesmo agrupamento de escolas ou à mesma entidade titular. capacidades. c) Realizam-se em grupos ou turmas dos diferentes níveis e ciclos de educação e ensino abrangidos pelo domínio de habilitação para a docência para o qual o curso prepara. social e ética.os 5 a 17 do anexo é conferido aos que satisfazendo as condições previstas no número anterior obtenham. b) Didácticas específicas — 25 %. c) Iniciação à prática profissional. c) A preparação para as áreas curriculares não disciplinares e a reflexão sobre as dimensões ética e cívica da actividade docente. c) Número de lugares disponíveis para os estudantes de cada especialidade. ensino e avaliação. incluindo a prática de ensino supervisionada e outras definidas pelo órgão legal e estatutariamente competente do estabelecimento de ensino superior. c) Prática de ensino supervisionada — 45 %.º 1 do artigo 20. d) São concebidas numa perspectiva de desenvolvimento profissional dos formandos visando o desempenho como futuros docentes e promovendo uma postura crítica e reflexiva em relação aos desafios. através: a) Da aprovação em todas as unidades curriculares que integram o plano de estudos do curso de mestrado. . f) Formação na área de docência. de acordo com as seguintes percentagens mínimas: a) Formação educacional geral — 25 %. dentro e fora da sala de aula. correspondendo esta última ao estágio de natureza profissional objecto de relatório final a que se refere a alínea b) do n. nomeadamente: a) A sensibilização para os grandes problemas do mundo contemporâneo. 3 — Podem ainda candidatar-se ao ingresso num ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em cada uma das especialidades a que se referem os n. a inscrição nas unidades curriculares das componentes de didácticas específicas e de iniciação à prática profissional. 7 — A componente de formação na área de docência visa garantir a formação académica adequada às exigências da docência nas áreas curriculares ou disciplinas abrangidas pelo respectivo domínio de habilitação para a docência. 4 — Na situação prevista no número anterior. 3 — A componente de didácticas específicas abrange os conhecimentos. 6 — A componente de formação em metodologias de investigação educacional abrange o conhecimento dos respectivos princípios e métodos que permitam capacitar os futuros docentes para a adopção de atitude investigativa no desempenho profissional em contexto específico. d) Formação na área de docência — 0 a 5 créditos. 2. c) Prática de ensino supervisionada — 30 a 35 créditos. fica condicionada à obtenção dos créditos em falta. b) Didácticas específicas — 25 a 30 créditos.º Estruturas Curriculares 1 — O número de créditos dos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre nas especialidades a que se referem os n. b) Didácticas específicas — 20 %. b) Identificação dos orientadores cooperantes disponíveis para cada domínio de habilitação para a docência e eventuais contrapartidas disponibilizadas aos mesmos pela escola cooperante.º 4 do anexo situa-se entre 90 e 120. e) Formação em metodologias de investigação educacional. 5 — A componente de formação cultural. os créditos mínimos de formação na área de docência fixados para a especialidade em causa no mesmo anexo Artigo 7. 4 — Os créditos a que se refere o número anterior são distribuídos pelas componentes de formação nos seguintes termos: a) Formação educacional geral — 5 a 10 créditos. b) Da aprovação no acto público de defesa do relatório da unidade curricular relativa à prática de ensino supervisionada. atitudes e competências no domínio da educação relevantes para o desempenho de todos os docentes na sala de aula. se para o efeito for necessário.4200 Diário da República. Artigo 3. 5 — O número de créditos dos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre nas especialidades a que se refere o n. c) Iniciação à prática profissional. com base na compreensão e análise crítica de investigação educacional relevante. 7 — O número de créditos dos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre nas especialidades a que se referem os n.º Concessão do grau de mestre 1 — O grau de mestre é conferido aos que obtenham o número de créditos fixado para o ciclo de estudos de mestrado. d) Formação na área de docência — 25 %. social e ética abrange. no caso do ensino particular ou cooperativo. d) Formação cultural. incluindo a prática de ensino supervisionada — 40 %.os 5 a 17 do anexo.º 43/2007 devem constar os seguintes elementos: a) Domínios de habilitação profissional para a docência. de acordo com as competências e funções cometidas ao docente.

º Ciclo do Ensino Básico e o do 2.º Ciclo do Ensino Básico. Artigo 9. o número total de horas de contacto do aluno deverá dividir-se em horas consagradas à Orientação de Estágio (OE) (entendido como a presença do aluno na sala de aula/actividades sob sua orientação.º Seminário Interdisciplinar 1 — A unidade curricular de Seminário Interdisciplinar é da responsabilidade do Departamento de Educação e Psicologia para os domínios de especialidade de 1 a 4. 5 — O Estágio integra três componentes: Orientação de Estágio (OE). 2. 6 — — A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro poderá oferecer aos professores cooperantes seminários de formação em cada uma das especialidades que estes últimos frequentarão. dos colegas de grupo de estágio.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 d) Funções.º Ciclo do Ensino Básico — (considerando grupos de 3 estagiários) — Estágio 1 e 2: OE — 135 horas/Semestre / 3 estagiários = 33 horas/estagiário (aulas leccionadas) A restante carga horária será ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas.Diário da República. 2 — Esta unidade curricular será um espaço de discussão de aspectos de natureza científico-pedagógica e terá a intervenção dos docentes envolvidos nas seguintes unidades curriculares: Estágio e Didácticas Específicas. 2 — Na escolha do orientador cooperante a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro dará preferência aos que tenham formação especializada em supervisão pedagógica e formação de formadores e ou experiência profissional de supervisão. 5 — Os professores cooperantes de cada domínio de especialização serão coordenados pelo professor da universidade. serão abonados das despesas de deslocação e das ajudas de custo nos termos legalmente fixados.º e do 2. que definirá a necessidade da periodicidade das reuniões de coordenação.º Ciclo em Ensino do 1. Estágio 2: OE — 195 horas/Semestre / 3 estagiários = 48 horas/estagiário (aulas leccionadas) A restante carga horária será ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas. 9 — No caso dos restantes domínios de especialidade que a UTAD oferece e que constam do anexo. 3 — A responsabilidade do Seminário Interdisciplinar será sempre de um docente doutorado de uma das didácticas específicas e fará a articulação entre todos os intervenientes. . à Orientação Tutorial (OT) e ao Seminário. 10 — No caso de os grupos integrarem um número diferente de 3 elementos. c) No caso do ensino particular e cooperativo.º Funcionamento do Estágio 1 — Por Estágio profissional entende-se a prática de ensino supervisionada na sala de aula e na escola.120 horas/Semestre / 3 estagiários = 30 horas/estagiário (aulas leccionadas) A restante carga horária será ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas. 13 — A avaliação do desempenho dos estudantes na prática de ensino supervisionada é realizada pelo docente do estabelecimento de ensino superior responsável pela unidade curricular que a concretiza. de forma equitativa. tendo sido distribuído por 15 semanas previstas para cada semestre. sempre na presença do orientador cooperante. O Estágio do 1. e b) Prática docente nas respectivas áreas curriculares ou disciplinas.2. O número total de horas de OE. desde que apoiados pelos orientadores cooperantes. está definido nos planos curriculares dos Cursos. Estágio 2: OE.º Semestre no 1. do professor cooperante e do professor da UTAD). Orientação Tutorial (OT) e Seminário. dentro e fora da sala de aula. se assim o entenderem.(Considerando grupos de 3 estagiários) Estágio 1 e 2: OE — 180 horas / 3 estagiários = 45 horas/estagiário (aulas leccionadas) A restante carga horária será ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas.º Ciclo do Ensino Básico — (considerando grupos de 3 estagiários) — Estágio 1: OE — 150 horas/Semestre / 3 estagiários = 35 horas/estagiário (aulas leccionadas) A restante carga horária será ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas. g) Contrapartidas disponibilizadas à escola pelo estabelecimento de ensino superior. 6 — A Orientação Tutorial destina-se a esclarecer individual ou colectivamente as dúvidas dos alunos. 14 — Na avaliação do desempenho a que se refere o número anterior é ponderada obrigatoriamente a informação prestada pela escola cooperante.150 horas/Semestre / 3 estagiários = 35 horas/estagiário (aulas 4201 leccionadas) A restante carga horária será ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas.º Semestre será realizado preferencialmente no Ensino Pré-escolar e o do 2. O Estágio do 1.º Semestre será realizado preferencialmente no 1.º Ciclo em Educação Pré-escolar e 1. 3 — Realiza-se nas Escolas Cooperantes e sob acompanhamento do orientador cooperante e do docente definido para o acompanhamento dos alunos pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.º Ciclo em Ensino do1. O número de horas de OE no 2. 7 — No caso de os orientadores cooperantes terem de se deslocar à Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.º Ciclo do Ensino Básico.º Ciclo do Ensino Básico é dividido de forma equitativa pelas diferentes disciplinas (Ciências e Matemática ou Português e História e Geografia de Portugal). O número total de horas de OE. ensino e avaliação. à Orientação Tutorial (OT) e ao Seminário. cumulativamente. do professor que desempenhe funções equivalentes. 3 — Os orientadores cooperantes devem preencher. devendo. o docente publicitar o horário desta componente. assuntos de natureza científica dos domínios de especialidade ou de natureza pedagógico-didáctica). nos restantes domínios será da responsabilidade dos Departamentos de especialidade. para cada aluno.º Ciclo em Educação Pré-escolar — (considerando grupos de 3 estagiários) — Estágio 1: OE. através: a) Do orientador cooperante. . responsabilidades e competências de todos os intervenientes. . sendo para tal abonado das despesas de deslocação e das ajudas de custo nos termos legalmente fixados.º Ciclo do Ensino Básico — (considerando grupos de 3 estagiários) — Estágio 1 e 2: OE — 135 horas/Semestre / 3 estagiários = 33 horas/estagiário (aulas leccionadas) A restante carga horária será ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas.2. 8 — No caso dos domínios de especialidade de 1 a 4 do anexo. está definido nos planos curriculares dos Cursos. e) Condições para a realização da prática de ensino supervisionada nas turmas do agrupamento de escolas ou da escola não agrupada. tendo sido distribuído por 15 semanas previstas para cada semestre. para tal. 4 — O aluno só poderá frequentar esta unidade curricular se tiver tido aprovação em todas as unidades curriculares que a antecedem. quinzenal (2h) ou mensal (4h) e tem como objectivo discutir assuntos considerados relevantes para a prática lectiva em curso (planificações. 2 — O Estágio deverá proporcionar experiências de planificação. b) Do coordenador do departamento curricular correspondente ou o coordenador do conselho de docentes.2. de forma equitativa. 4 — A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro reserva-se o direito de seleccionar os orientadores cooperantes de acordo com os parâmetros que constam do anexo às presentes Normas Regulamentares.ª série — N. 7 — O Seminário terá uma periodicidade semanal (1h). de acordo com as competências e funções cometidas ao docente. para cada aluno. os seguintes requisitos: a) Posse das competências adequadas às funções a desempenhar (analisadas segundo documento próprio da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro). as aulas de responsabilidade individual e em grupo e as aulas assistidas dos colegas e do professor cooperante e para cada um dos Cursos distribui-se da seguinte forma: . Artigo 8. .º semestre no 2. f) Condições para a participação dos estudantes noutras actividades de desenvolvimento curricular e organizacional realizadas fora da sala de aula. o número total de horas de contacto do aluno deverá dividir-se em horas consagradas à Orientação de Estágio (OE) (entendido como a presença do aluno na sala de aula/actividades sob sua orientação. o número de horas dedicado à leccionação será o mesmo e a restante carga horária ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas. as aulas de responsabilidade individual e em grupo e as aulas assistidas aos colegas e ao professor cooperante e distribui-se da seguinte forma: . envolvidos nos cursos. 12 — O orientador da universidade assistirá a duas aulas de cada estagiário em cada um dos semestres. responsável pela unidade curricular Estágio.2. nunca inferior a cinco anos. Esse número pretende traduzir. 11 — O orientador cooperante supervisionará todas as unidades de ensino atrás mencionadas. Esse número pretende traduzir. incluindo os estudantes. do professor cooperante e do professor da UTAD).

6 — A língua de redacção do Relatório de estágio. 3 — O júri é nomeado pelo Reitor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. tempo idêntico ao utilizado pelos membros do júri. 2. das classificações obtidas pelos alunos nas unidades curriculares que integram o respectivo plano de estudos. no prazo de cinco dias contados a partir da recepção do despacho de nomeação do júri. Artigo 13. 4 — Depois de aprovado o plano pela Comissão de Curso. procedendo ainda à respectiva afixação em lugar público. Artigo 17. no prazo de 30 dias a contar da entrega do Relatório de estágio nos Serviços Académicos. o aluno solicitará. incluindo o resumo. aos Serviços Académicos. em modelo impresso. Artigo 16. durante o qual pode proceder à reformulação do Relatório de estágio. 3 — Recebidos os exemplares definitivos do Relatório de estágio.ª série — N. bibliografia e anexos. solicitando a indicação do júri de avaliação. nacional ou estrangeiro. 5 — O Relatório de Estágio terá sempre um orientador indicado pela Comissão de Curso nos termos em que adiante se define. o Relatório deverá contemplar referência específica à prática lectiva das diferentes áreas curriculares disciplinares. o Relatório deverá integrar as componentes referidas no número anterior e desenvolver uma problemática estritamente relacionada com aspectos da Didáctica específica do grupo disciplinar do Curso em causa e suas implicações na prática lectiva. 1 — O Relatório de Estágio deverá possuir uma feição dissertativa. devendo entregar. 6 — As deliberações do júri são tomadas por maioria dos seus membros. deverá o aluno apresentar o plano de trabalho até ao último dia útil do mês de Outubro do ano em que se candidata. assim como dos actos públicos de defesa. A classificação será expressa no intervalo de 10 a 20 da escala numérica inteira de 0 a 20 e no seu equivalente na escala europeia de comparabilidades de classificação. cada um até 150 palavras.º Discussão 1 — A discussão do Relatório de estágio só pode ter lugar com a presença do Presidente e. na mesma língua. que arguirá. 3 — Em caso de rejeição. o presidente do júri solicita aos restantes membros que se pronunciem por escrito sobre a aceitação ou recusa do Relatório de estágio. para resposta. 2 — A Comissão Permanente do conselho científico. Artigo 15. o do co-orientador do Relatório de estágio. no domínio em que se insere a dissertação. 4 — Considera-se ter havido desistência do candidato se. 2 — Em casos devidamente justificados. o aluno proporá à Comissão de Curso o plano de trabalho para o Relatório de estágio. externo à Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. do título do Relatório de estágio. consentimento do orientador e autorização da Comissão de Curso. ao candidato a sua reformulação. 3 — No caso dos grupos bidisciplinares. não incluindo índice. caso exista.º Apresentação e entrega do Relatório de estágio 1 — No prazo máximo previsto no curso de mestrado. c) O orientador e. depois de ouvir a Comissão de Curso. 4 — No caso das especialidades de 1 a 4.º Tramitação do processo 1 — Nos 30 dias subsequentes à publicação do despacho de nomeação do júri. a sua aprovação ou rejeição. o aluno disporá de 15 dias para fazer nova apresentação do plano de trabalho. o seu registo. não sendo permitidas abstenções. 4 — Os Serviços Académicos comunicam por escrito ao candidato a constituição do júri. realizado num outro modelo de licenciatura em ensino.º 3. beneficia de dois semestres adicionais. integrando uma componente teórica e uma componente teórico-prática ou prática.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Artigo 14. 3 — Ao candidato poderá ser facultado um tempo inicial. pode admitir-se a existência de um co-orientador. devendo traduzir uma reflexão fundamentada sobre as actividades em que o aluno participou. 2 — Verificada a situação a que se refere a parte final do número 1. o candidato disporá de um prazo de 90 dias. excepto se fundamentado na preterição de formalidades legais. arredondada às unidades (considerando como unidade a fracção não inferior a cinco décimas). fundamentadamente. nos Serviços Académicos. O resumo em inglês será encimado pela tradução. devidamente fundamentada. mediante o pagamento de propinas acrescidas de taxas e emolumentos fixados pelo Senado. Artigo 12. que não deverá exceder vinte minutos. trabalho de projecto ou relatório de estágio. contado a partir do registo do plano do Relatório de estágio. no mínimo.º Plano para o Relatório de estágio 1 — Desde o início e até ao prazo de 30 dias após a conclusão do curso de mestrado. este não apresentar a versão definitiva do Relatório de estágio. pode recomendar. 2 — O aluno. contendo o sentido do voto de cada um dos seus membros e respectiva fundamentação. 5 — Após a nomeação do júri. sob proposta do mestrando.º Júri do mestrado 1 — O júri para apreciação e discussão pública do Relatório de estágio é constituído por quatro membros: a) Um doutor da Comissão de Curso. procede-se à marcação do acto público. e três exemplares em versão digital. através de votação nominal justificada. mais dois membros do júri. no prazo de 15 dias. Artigo 11. o do orientador e. 4 — A capa e a folha de rosto devem mencionar. para apresentação do seu Relatório.º Relatório de Estágio Diário da República. o Relatório integrará duas partes com referência específica à prática lectiva das duas disciplinas em causa. em alternativa. acompanhados do parecer do orientador. 2 — A discussão do Relatório de estágio não pode exceder noventa minutos e nela podem intervir todos os membros do júri. que farão o respectivo registo de entrega e enviarão um exemplar à Comissão Permanente do conselho científico.º Orientação 1 — A realização do Relatório de Estágio é orientada por um doutor ou especialista de mérito reconhecido. 5 — Nos casos em que para a conclusão do ciclo de estudos seja apenas necessária a elaboração de um Relatório de Estágio. destinados à difusão pelas vias que a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro entenda convenientes. é o Português. 2 — A Comissão de Curso comunicará ao aluno. que presidirá. nos Serviços Académicos. esgotado o prazo referido no n. a qual pode ser comum a todos ou apenas a alguns membros do júri. ou declarar que a pretende manter tal como o apresentou. improrrogável. os Serviços Académicos enviam a cada membro do júri um exemplar provisório do Relatório. 5 — As provas devem ter lugar no prazo de 60 dias a contar da data da entrega da versão definitiva do Relatório de estágio. propõe ao Reitor a constituição do júri.4202 Artigo 10. caso exista. designado pela Comissão de Curso.º Classificação final do mestrado 1 — A classificação final do curso de mestrado será a média ponderada com base nos ECTS. o aluno entregará seis exemplares provisórios do Relatório. para além do nome do autor. . o co-orientador da dissertação. b) Um especialista. 4 — Deve ser proporcionado ao candidato. 8 — Das deliberações do júri não cabe recurso. 3 — O Relatório de estágio deve conter resumos em português e em inglês. considerado tempo complementar da prova. 2 — No caso em que tenha havido um reconhecimento do estágio. dez exemplares definitivos do Relatório de estágio. que não termine o Relatório de estágio no prazo referido. de acordo com as indicações do júri. após a entrega do plano de trabalho. 7 — Das reuniões do júri são lavradas actas. 5 — O Relatório de estágio deve respeitar as normas de estilo em vigor na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e situar-se entre as 50 e 100 páginas de texto. trabalho de projecto ou relatório de estágio e nomeado de entre os titulares do grau de doutor ou especialistas de mérito reconhecido pela Comissão de Curso.

. Professor de História e Geografia . 30 créditos em Expressões. . Artigo 18. 3. Professor de Inglês e de outra língua estrangeira no ensino básico. . .Ensino do 1. Ensino de Inglês e de [língua es. 3. da qual constarão os votos emitidos por cada um dos seus membros e respectiva fundamentação. . . secundário em Português e outra clo do Ensino Básico e Ensino 60 créditos na língua estrangeira. -escolar e do 1. . 30 créditos em Português.º Ci. no 3. 3. 30 créditos em Estudo do Meio (Ciências da Natureza e História e Geografia de Portugal). 30 créditos em Português. . . Básico. Ensino Básico e no Ensino Segeira.º e do 2. 2. 60 créditos na outra língua estrangeira.º ciclo do ensino básico e ensino Ensino do Português no 3. ANEXO Créditos mínimos de formação na área de docência para ingresso no ciclo de estudo conducente ao grau de mestre Domínios de habilitação para a docência Níveis e ciclos abrangidos Especialidade do grau de mestre Educador de infância . Professor de Inglês e de outra língua 3. Secundário e de [língua estranlíngua estrangeira. . . 30 créditos em Estudo do Meio (Ciências da Natureza e História e Geografia de Portugal). Professor de Filosofia . c) Muito bom — 16 e 17 valores. é expressa no intervalo de 10 a 20 da escala numérica inteira de 0 a 20. geira] nos Ensinos Básico e Secundário.º ciclo do ensino 1. Ensino Básico em Inglês e outra língua estrangeira. trabalho de projecto ou relatório de estágio. . . MaEnsino Básico. . Ensino de Filosofia no Ensino Secundário.º Ciclo do Ensino Básico.º ciclo do ensino básico.100 créditos em Inglês.Educação Pré-Escolar . 30 créditos em Matemática. 30 créditos em Matemática. o presidente dispõe de voto de qualidade. 30 créditos em Estudo do Meio básico. . sino básico.º ciclo do ensino Ensino do 1. .º ciclo do ensino básico e ensino Ensino de Português e de Línguas 120 créditos em Português. (Ciências da Natureza e História e Geografia de Portugal). Todas as áreas do 1. dário. Professor de Matemática .º e do 2. Professor do ensino básico: 1. .Diário da República. . 3 — À classificação final deverá associar-se uma menção qualitativa nos termos seguintes: a) Suficiente — 10 a 13 valores. em caso de aprovação. Professor do 1. de acordo com a seguinte fórmula de cálculo: classificação final = classificação final do curso de mestrado * percentagem de ECTS do curso de mestrado + classificação obtida no acto público * percentagem de ECTS da dissertação. 30 créditos em Matemática.º Ciclo do Ensino 40 créditos em Línguas Clássicas.º Ciclo do Ensino Básico e com menos de 50 créditos. . 4 — Da prova e das reuniões do júri é lavrada acta. .Todas as áreas do 1. . . . .º ciclo do ensino secundário em Inglês e outra línestrangeira] no 3.º. .º Ciclo do Ensino clo. trangeira] no Ensino Básico.Educação Pré-Escolar e Ensino do 30 créditos em Português. . . 30 créditos em Matemática.º ciclo do ensino básico. . . . Professor de Português e de língua estrangeira (excepto Inglês). 2 — A classificação do acto público. 3.º ciclo do ensino básico e ensino Ensino de História e de Geografia 120 créditos no conjunto das duas áreas disciplinares e nenhuma secundário.º ciclo do ensino básico e ensino Ensino de Matemática no 3. . . no Ensino Secndário. ensino básico: 1. . . não sendo permitidas abstenções. . 30 créditos em Português. .º Ciclo do 60 créditos na outra língua estranbásico e do ensino secundário. Ensino secundário .º ciclo do en. . estrangeira do 3. Clássicas no 3. . é expressa no intervalo de 10 a 20 da escala numérica inteira de 0 a 20 e no seu equivalente na escala europeia de comparabilidades de classificação.º Deliberação do júri 4203 1 — Concluída a discussão referida no artigo 18.º ciclo. gua estrangeira. do Ensino Básico e no Secunsecundário. . .º Ciclo 120 créditos em Matemática. . temática. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 2 — A classificação final do mestrado.100 créditos em Português. secundário. 120 créditos em Filosofia. Educador de infância e professor do Todas as áreas da educação pré.º ci. . o júri reúne para apreciação da prova e para deliberação sobre a classificação do acto público através de votação nominal fundamentada.º Ciclo do básico e Língua Portuguesa. Todas as áreas da educação pré. 30 créditos em Estudo do Meio (Ciências da Natureza e História e Geografia de Portugal). .º ciclo do ensino básico e ensino Ensino de Inglês e de [língua 100 créditos em Inglês. . Ciências da Natureza do 2. . d) Excelente — 18 a 20 valores. . 30 créditos em Expressões. cundário. . História e Geografia de Portugal. . . . Básico e no Secundário. 30 créditos em Expressões. 3 — Em caso de empate. 30 créditos em Expressões. . Professor de Português. -escolar. b) Bom — 14 e 15 valores.ª série — N. . em caso de aprovação.

. clo do Ensino Básico e no Ensino Secundário. Professor de Artes Visuais . Ensino básico e ensino secundá. de 24 de Setembro. mestrados e doutoramentos está sujeita. . — O Reitor.º ciclo do ensino básico e ensino Ensino de Biologia e de Geologia 120 créditos no conjunto das duas gia. Professor de Física e de Química 3. .º 3614/2009 Conforme o disposto na alínea a) do artigo 67. bem como na alínea d) do n. também. Procede-se em anexo. . tal e Vocal. Artigo 6. . 2 — São condições especiais de acesso: a) Possuir uma licenciatura ou equivalente legal numa das áreas científicas constantes da estrutura curricular. . . no 3. . sob proposta da Comissão de Curso.º Ciclo do Ensino Básico áreas disciplinares e nenhuma com menos de 50 créditos. Artigo 5. de 22 de Fevereiro. por despacho do reitor.120 créditos em Educação Física rio. e no Ensino Secundário. reflexão e descoberta relativamente à realidade nacional e internacional das áreas de estudo propostas.º 74/2006.º do Decreto-Lei n. nos termos arquitectados pelos artigos 4.º a 10. de 120 ECTS nos termos estabelecidos pelo plano de estudos. . o Regulamento n.º 1 do artigo 1. para a promoção e participação na organização de eventos. Ensino de Artes Visuais no 3.º Objectivos do curso Este Curso tem como principais objectivos: a) Oferecer ao estudante o conhecimento aprofundado nas formações propostas. b) Na sequência do registo R/B-CR-73/2008. . reunido em 7 de Novembro de 2007. por despacho reitoral.º ciclo do ensino básico e ensino secundário. Ensino Secundário. . Professor de Educação Musical . . . até à criação e entrada em funcionamento da agência de acreditação. a seguir “UTAD”. 2.º Ciclo do Ensino Básico e no com menos de 50 créditos. Assim: a) Tendo em atenção a deliberação do Senado Universitário. Formação Musical e em Ciências Musicais e nenhuma com menos de 25 créditos. .º do Decreto-Lei n. que estabelece o regime de Estudos Pós-Graduados na UTAD. .º 11-A/98.º Organização do curso 1 — O curso está estruturado de acordo com o Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos (a seguir “ECTS”). .º 10543/2005. de 11 de Maio. sob proposta da Comissão de Curso. e Desporto. . de 16 de Fevereiro.º 155/89. nos termos estabelecidos pelo Despacho n. de 11 de Maio. . secundário. Armando Mascarenhas Ferreira. Regulamento do curso de mestrado em Ciências da Cultura Artigo 1. condições necessárias para o funcionamento do curso.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Créditos mínimos de formação na área de docência para ingresso no ciclo de estudo conducente ao grau de mestre Domínios de habilitação para a docência Níveis e ciclos abrangidos Especialidade do grau de mestre Professor de Biologia e de Geolo.º e 25. diploma que regula o regime jurídico dos graus e diplomas do ensino superior. ao regime em vigor à data da sua publicação. a entrada em funcionamento de novas licenciaturas.120 créditos no conjunto das duas nológica no Ensino Básico. devendo este ser definido.º 155/89. .120 créditos em Artes Visuais. . b) Possuir um grau académico superior. 2 — O funcionamento do curso fica condicionado à matrícula de um número mínimo de estudantes.º Enquadramento jurídico O presente regulamento visa desenvolver e complementar o regime jurídico instituído pelo Decreto-Lei n. . Ensino de Educação Visual e Tec.Ensino de Educação Física nos En.º dos Estatutos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. leccionado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. e demais normativos aplicáveis. . .º Condições de funcionamento 1 — O numerus clausus máximo será estabelecido em cada edição do curso.º 1 do artigo 21. 3 — A existência de recursos humanos e materiais adequados às exigências científicas e pedagógicas e à qualidade do ensino são. .º da Lei n. e pelo Regulamento Interno de Aplicação do Sistema de Créditos Curriculares. adoptada ao abrigo das disposições conjugadas nos artigos 7.º 74/2006.º Âmbito de aplicação O presente regulamento disciplina o regime especial aplicável ao curso de mestrado em Ciências da Cultura.º do Decreto-Lei n. . Ensino básico . 3. b) Proporcionar-lhe as condições de observação. nomeadamente. adiante simplesmente designado por “curso”. . .º ciclo do ensino básico e ensino Ensino de Física e de Química no 120 créditos no conjunto das duas áreas disciplinares e nenhuma secundário. Professor de Educação Visual e Tecnológica. Professor de Educação Física e Desporto. no n. 2 — A aquisição do grau de mestre pressupõe a obtenção.4204 Diário da República. de 24 de Março. estrutura curricular e plano de estudos referentes à criação do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Ciências da Cultura.º 342/2007. de 24 de Março. . 3.º 7287-C/2006. áreas disciplinares e nenhuma com menos de 50 créditos. . à publicação do regulamento. 22 de Janeiro de 2009. de 21 de Dezembro. . Ensino básico .º Ci. . .º do Decreto-lei 42/2005.º 108/88. . . para a elaboração de projectos culturais de âmbito nacional e transnacional. . homologados através do Despacho Normativo n.ª série — N. num período normal de quatro semestres lectivos. nacional ou estrangeiro. que seja reconhecido como satisfazendo os objectivos do grau de licenciado respeitante aos cursos referidos na alínea a) do presente número. efectuado conforme o disposto no artigo 4. e publicitado aquando da abertura do procedimento concursal de acesso ou ingresso.º Condições de acesso 1 — As condições gerais de acesso são fixadas pelo Regulamento de Pós-Graduações. no sentido de aprovar a criação do Mestrado em Ciências da Cultura. . . Artigo 4. reuniões e seminários. de 11 de Maio e no Despacho n. sinos Básico e Secundário. de 31 de Março. Despacho (extracto) n.3. . . Ensino de Educação Musical no 120 créditos em Prática InstrumenEnsino Básico. Artigo 2. Artigo 3.

. . . . Artigo 13. . . . Opção III (*) . . . 8 — Opções. . . . Música e Outras Artes . . . 7 — História Regional e Local. Cultura Brasileira . .º Lacunas e Omissões Os factos relevantes não contemplados neste regulamento serão decididos. . . . Cinema e Pintura . . . Opção I. ramos.º Creditação 1 — Com base no sistema europeu de transferência e acumulação de créditos (ECTS) e no princípio do reconhecimento mútuo do valor da formação realizada e das competências adquiridas podem ser creditadas: a) Formação realizada no âmbito de outros ciclos de estudos superiores em estabelecimentos de ensino nacionais ou estrangeiros. .2 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Metodologia da Investigação . . . Artigo 11. . . . Artigo 14. . . . . necessário à obtenção do grau ou diploma: 120 ECTS. . Total. . . .Diário da República. . ANEXO Formulário de Caracterização e Apresentação da Estrutura Curricular e Plano de Estudos do Curso de Mestrado em Ciências da Cultura 1 — Estabelecimento de Ensino: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. . . 9 — Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau ou diploma: Especialização em Cultura e Artes QUADRO N. . . .º Propinas As propinas são fixadas anualmente de acordo com a legislação e regulamentação em vigor. . . Artigo 15. Cultura Portuguesa. . . . . 4 — Aquando da abertura do respectivo concurso podem ser definidas quotas específicas para cada um dos grupos de admissão enunciados no n. . Culturas de Expressão Lusófona. . . quer a obtida no quadro da organização decorrente do Processo de Bolonha quer a obtida anteriormente. Opção III . Media e Cultura . . . segundo o sistema europeu de transferência de créditos. . .º 9. Opção III . . . . . . .º 2 do presente Artigo. . . c) Competências adquiridas através da experiência profissional e formação pós-secundária. . . Literatura e Memória Cultural. . . . . . . . . 4 — Cinema e Literatura. . . . . . .3 Créditos Sigla Obrigatórios Optativos Metodologia da Investigação . . . . Artigo 10 Regime de precedências Não são admissíveis precedências com carácter vinculativo. . . . . Artigo 7. . . . . . . . . Artigo 9. . . . . . . . Opção II . . . . . . . . Opção II (*) . . . . . (*) Unidades curriculares optativas: MI CULT LIT/CULT GEST/CULT COM COM/CULT CULT/COM 6 6 6 6 6 6 6 60 60 60 60 60 60 6 6 6 78 42 1 — Culturas Comparadas: A Diáspora de Expressão Portuguesa e Inglesa. por despacho do reitor. . . científico ou profissional que seja expressamente reconhecido como atestando mérito e capacidade para a realização deste curso. . Estudos Interartes. . . .º 9. . . .1 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Metodologia da Investigação . 2. . . . . Literatura e Memória Cultural. . . . . . . . . . . . . . . MI CULT LIT/CULT GEST/CULT CULT ART ART 6 6 6 6 6 6 6 60 60 60 60 60 6 6 6 78 42 Especialização em Culturas e Expressão Lusófona QUADRO N. . . . . . . . Artigo 12. . . . . . . . . Área científica 4205 2 — Unidade Orgânica: 3 — Curso: Mestrado em Ciências da Cultura. avaliação de conhecimentos e classificações são os previstos na lei e. Gestão Cultural . . . MI CULT LIT/CULT GEST/CULT CULT 6 18 6 6 6 60 60 60 6 6 6 78 42 Especialização em Cultura e Comunicação QUADRO N. . . . nos Pontos 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . e 11. . . . . . Opção I. . . . . . . 2 — Os candidatos admitidos deverão realizar a matrícula e inscrição nos Serviços Académicos nos termos definidos. . . . . . . . . . . . . . . 3 — Identidade e Multiculturalismo nas Literaturas Lusófonas. . . . 2 — Os procedimentos a adoptar para a creditação são os constantes do Regulamento de Creditação.º Entrada em vigor As normas estabelecidas neste regulamento consideram-se em vigor aquando da entrada em funcionamento do curso. . . . . 2 — Cultura Portuguesa Contemporânea. . . 3 — Os reconhecimentos referidos nas alíneas b) e c) do número anterior competem à Comissão Permanente do conselho científico. . sob proposta da Comissão de Curso. . . . Gestão Cultural . .º Frequência. . . do formulário em anexo. . . 6 — Património Cultural. . . . . . nas Normas Pedagógicas da UTAD para os cursos de licenciatura. . Opção I (*) . . . . 6 — Número de créditos.º Estrutura curricular e plano de estudos A estrutura curricular e plano de estudos são os constantes. História da Cultura Portuguesa. . . . . 7 — Duração normal do curso: Quatro semestres lectivos. 4 — Grau ou diploma: Mestre.º Matricula e inscrição 1 — Os candidatos serão admitidos à matrícula e inscrição no curso de acordo com os critérios de seriação estabelecidos. . . . . . . . . . . Opção II . . . . b) Formação realizada no âmbito de cursos de especialização tecnológica. . . . . com as necessárias adaptações. . . . 5 — Multiculturalismo e Dinâmicas interculturais. Total. Artigo 8. . . . Literatura e Memória Cultural. . . Gestão Cultural . .º Avaliação e revisão do regulamento Por iniciativa da Comissão de Curso o presente regulamento deverá ser avaliado e revisto para cada edição do curso. . . . para o efeito. . . . respectivamente. . . . . . . . . . . . . . Estética e Comunicação . História da Cultura Portuguesa.º 9. ou outras formas de organização de percursos alternativos em que o curso se estruture: Cultura e Artes. .ª série — N. . . . . . . 5 — Área científica predominante do curso: Cultura. . . através de despacho reitoral. . . . . . . . . . . por interpretação ou integração. Total. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 c) Ser detentor de um curriculum escolar. Comunicação Intercultural. . Cultura e Comunicação. . . . . . . avaliação de conhecimentos e classificações O regime de frequência. . . . . .

. OT: 15 6 6 6 6 6 Optativa. . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 estudantes poderão optar por outras unidades curriculares disponíveis em outros curso de mestrado (ou de outras especializações do mesmo curso). . . . . OT: 15 T: 15. . . . . . . . . . CULT ART ART Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral 162 162 162 162 162 T: 15. . .º 11. . . TP: 30. . . . . . . . . . TP: 30. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4206 8 — Literatura e Outras Artes. OT: 15 6 6 6 6 6 Optativa. . . . . . . . . . . . . Estejam autorizadas pela Direcção do Curso. . . .º 11.º semestre QUADRO N. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Opção II* . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Estudos Interartes. . . . . . . . . . . .º ano / 1. 11 — Plano de estudos: 10 — Observações: Os créditos optativos necessários são obtidos pela realização de unidades curriculares constantes da respectiva tabela. . . . . 2. . . . . . Música e Outras Artes . . . . Gestão Cultural . . . . .º ano / 1. . . . . OT: 15 6 6 6 6 6 Optativa. . . . . . . . .º ano / 2. . . .4 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Seminário de Investigação . . . . . . . . . . . . . . . .1 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Seminário de Investigação . . . . . . 2. . MI CULT CULT GEST/CULT Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral 162 162 162 162 162 T: 15. . . . . . . . . . . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . . . . Opção I*. . . . . . . . . . . . História da Cultura Portuguesa . . . . . . . . . . . . . . Anual 1620 OT: 60 60 Especialização em Culturas de Expressão Lusófona 1. . . . . . . .3 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Dissertação. . . . . . . . . . TP: 30. . OT: 15 T: 15. . . 11 — História da Cultura Impressa. . . . . . .º 11. . . .º semestre QUADRO N. . . . . . . . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . . . . . . . . Literatura e Memória Cultural . . . . . . . . . 12 — Comunicação e Educação. . . . . Literatura e Memória Cultural . . . . . OT: 15 T: 15. . . . desde que respeite os seguintes requisitos: Sejam da mesma área científica. . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . Cinema e Pintura . .º ano QUADRO N. . Tenham o mesmo número de ECTS. . . . . . . . . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . .º 11. . 9 — Literatura. . . . . . . . . MI CULT LIT/CULT GEST/CULT Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral 162 162 162 162 162 T: 15. . . . . . . . . . . . . . . TP: 30. . . . . TP: 30. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . OT: 15 T: 15. .º semestre QUADRO N. . . . . . . . . . no entanto. . . . . . . 10 — Sociedade e os Media. . Opção III* . . TP: 30. . . . . . . . . . . . . . . . . TP: 30. . . . . TP: 30. . . TP: 30. História da Cultura Portuguesa . OT: 15 T: 15. . . . . . . . . . . TP: 30. . Diário da República. OT: 15 T: 15. . . . . . . . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . .ª série — N. . TP: 30. . . . . . Gestão Cultural . . . . . . . . . TP: 30. . TP: 30. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . TP: 30. . . . . . . . . . . . . . . . TP: 30. . . os Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Ciências da Cultura Mestrado Especialização em Cultura e Artes 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . OT: 15 T: 15. . . Opção I*. . . . . . . 1. . . Cultura e Sociedade em Mudança. . . .

. COM Semestral 162 T: 15. . . . . . . . Gestão Cultural . . . . História da Cultura Portuguesa . . . . . . . . . . . . . homologados através do Despacho . . . . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . . . . . reunido em 7 de Novembro de 2007. . . . . . . . . OT: 15 6 6 6 6 6 Optativa. . . . Anual 1620 OT: 60 60 Especialização em Cultura e Comunicação 1. . . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . . . . . . .º ano / 2. . . Diversidade Cultural no Mundo Lusófono . . . . . . . . 1. . . . 2. TP: 30. . . . . . . . . . . . . . Literatura e Memória Cultural . . . . . . . TP: 30. . . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . TP: 30. . . . . . . . .6 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Dissertação. . . . . . . TP: 30. . . . . Cultura Brasileira . . . . . . . Assim: Anual 1620 OT: 60 60 a) Tendo em atenção a deliberação do Senado Universitário. . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . QUADRO N. . . . . . . . . . . . . . . . TP: 30. . . . TP: 30. . . . . . . . de 24 de Março. . . . . . . . . . . . . no n. .º e 25.º 74/2006. . . . . . OT: 15 Semestral 162 T: 15. . . OT: 15 COM/CULT Semestral 162 T: 15.º da Lei n. . . . . TP: 30. . . .º 155/89. . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 1 do artigo 1. . . . . . . . . . . .ª série — N. . OT: 15 6 6 6 6 6 Optativa. . . . . TP: 30. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Opção II* . . . . . . . .º 11. . . .º 108/88. Opção II* . . . . . . . até ao final do ano lectivo de 2008-2009. . . . Opção I*. . . . . .5 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos 4207 Observações Espaços e Paisagens Culturais na Ficção Africana de Expressão Portuguesa. . . . . . . .º do Decreto-Lei n. . . . . . . . . . .Diário da República. . . . TP: 30. . Opção III* . . . . . . . . . . . . . . . . de 24 de Setembro. . . . . . . Optativa. .º ano / 1. . . . . . . . . a adequação dos cursos que se encontram a ministrar e os graus que estão autorizados a conferir à nova organização decorrente do Processo de Bolonha.º 11. . . . OT: 15 Semestral 162 T: 15. . . . . . . . . OT: 15 Semestral Semestral Semestral Semestral 162 162 162 162 PL: 30. . . . . . . . Opção III* . bem como na alínea d) do n. CULT CULT CULT Semestral 162 T: 15. . de 25 de Junho. TP: 30. . . . .9 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Dissertação. . . . . . . OT: 15 T: 15.º dos Estatutos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. . . . . . . TP: 30. . . 2. . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 1. . . . . . . . . . Optativa. . . OT: 15 T: 15. . . . . . adoptada ao abrigo das disposições conjugadas nos artigos 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . . . . . . . . . . . . . de 11 de Maio.º semestre QUADRO N. . . . . . . . . .8 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Comunicação Intercultural. . . . OT: 15 2. . . . Estética e Comunicação . .º semestre QUADRO N. . . .º 11. . . . OT: 15 CULT/COM Semestral 162 T: 15. . . . . . . . . . . Media e Cultura . . . . . . . . . MI CULT LIT/CULT GEST/CULT Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral 162 162 162 162 162 T: 15. . . . . . . . . . . . . prevê que os estabelecimentos de ensino superior promovam. . . . . . . . .º ano / 2. . . . TP: 30. . . . TP: 30.º ano 6 6 6 6 6 Optativa. . . . . . .º ano QUADRO N. . . . . . . . . TP: 30. . . . . . . . . . . . . .7 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Seminário de Investigação .º 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . AC: 15.º 3615/2009 O Decreto-Lei n.º 1 do artigo 21. . . . . . . . . . . . . . .º semestre QUADRO N. . . . . . . . . . alterado pelo Decreto-Lei 107/2008.º 11. . . . . . . OT: 15 T: 15. . .

4208 Diário da República. b) Formação realizada no âmbito de cursos de especialização tecnológica. que permitam o desenvolvimento e reforço da capacidade competitiva das suas organizações. alterado pelo Decreto-Lei 107/2008. e publicitado aquando da abertura do procedimento concurso de acesso ou ingresso. 2 — Os procedimentos a adoptar para a creditação são os constantes do Regulamento de Creditação.º Condições de acesso 1 — As condições gerais de acesso são fixadas pelo n.º a 10. b) Formar quadros superiores de empresas e outras instituições. avaliação de conhecimentos e classificações O regime de frequência. à publicação do regulamento.1 do artigo 17. Procede-se em anexo.º Enquadramento jurídico O presente regulamento visa desenvolver e complementar o regime jurídico instituído pelo Decreto-Lei n.º 11-A/98. sob proposta da Comissão de Curso.ºº do Decreto-Lei n.º Frequência. 2 — O funcionamento do curso fica condicionado à matrícula de um número mínimo de estudantes. adiante simplesmente designado por “Curso”. do anexo II. a seguir “UTAD”. 3 — A existência de recursos humanos e materiais adequados às exigências científicas e pedagógicas e à qualidade do ensino são. de 24 de Março. 2 — As condições especiais de acesso são fixadas no aviso de abertura do respectivo concurso. nos termos arquitectados pelos artigos 4.º Organização do curso 1 — O curso está estruturado de acordo com o Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos (a seguir “ECTS”).º Objectivos do curso Este Curso tem como principais objectivos: a) Dar a conhecer as teorias e conceitos. Artigo 15. quer a obtida no quadro da organização decorrente do Processo de Bolonha quer a obtida anteriormente. Artigo 10 Regime de precedências Não são admissíveis precedências com carácter vinculativo. c) Competências adquiridas através da experiência profissional e formação pós-secundária. de 25 de Junho e no Despacho n. com elevada capacidade técnica e conhecimentos específicos nesta área do saber. de 120.º 10543/2005. Artigo 14.º 74/2006. b) Na sequência do registo R/B-AD-112/2008. d) Incentivar a “produção do saber” através da realização de trabalhos académicos e dissertações de mestrado. 22 de Janeiro de 2009. para o efeito.º e 64.º Propinas As propinas são fixadas anualmente de acordo com a legislação e regulamentação em vigor.º 342/2007. Artigo 4. e pelo Regulamento Interno de Aplicação do Sistema de Créditos Curriculares. públicas ou privadas.º 7287-B/2006. 3 — A concretização com sucesso da parte curricular do curso confere um diploma de especialização em Gestão. — O Reitor. de 31 de Março. Artigo 7.º Creditação 1 — Com base no sistema europeu de transferência e acumulação de créditos (ECTS) e no princípio do reconhecimento mútuo do valor da formação realizada e das competências adquiridas podem ser creditadas: a) Formação realizada no âmbito de outros ciclos de estudos superiores em estabelecimentos de ensino nacionais ou estrangeiros. 2. sob proposta da Comissão de Curso.ª série — N.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Artigo 6. Artigo 5. também.º do Decreto-lei 42/2005. . nas Normas Pedagógicas da UTAD para os cursos de licenciatura. avaliação de conhecimentos e classificações são os previstos na lei e. por despacho do reitor. e 11. as técnicas e instrumentos de Gestão que facultem aos alunos um quadro de referência adequado à sua aplicação. de 21 de Dezembro. leccionado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. por interpretação ou integração. de 24 de Março e pelo Regulamento de Pós-Graduações. de 11 de Maio.º Lacunas e Omissões Os factos relevantes não contemplados neste regulamento serão decididos.º Âmbito de aplicação O presente regulamento disciplina o regime especial aplicável ao curso de Mestrado em Gestão.º Avaliação e revisão do regulamento Por iniciativa da Comissão de Curso o presente regulamento deverá ser avaliado e revisto para cada edição do curso. 2 — Os candidatos admitidos deverão realizar a matrícula e inscrição nos Serviços Académicos nos termos definidos. Normativo n. os métodos. e demais normativos aplicáveis. num período normal de quatro semestres lectivos. efectuado conforme o disposto nos artigos 63. de 16 de Fevereiro. no sentido de aprovar a adequação do Mestrado em Gestão. de 22 de Fevereiro. com as necessárias adaptações. respectivamente. Artigo 9. o Regulamento n. condições necessárias para o funcionamento do curso. Artigo 11 Estrutura curricular e plano de estudos A estrutura curricular e plano de estudos são os constantes. Artigo 2. nos termos estabelecidos pelo Despacho n. ECTS nos termos estabelecidos pela estrutura curricular e plano de estudos.º Entrada em vigor As normas estabelecidas neste regulamento consideram-se em vigor aquando da entrada em funcionamento do curso. por despacho do reitor. de 24 de Março. Artigo3.º do Decreto-Lei 74/2006.º 74/2006. Artigo 12. por despacho reitoral. estrutura curricular e plano de estudos referentes à adequação do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Gestão. Regulamento do curso de Mestrado em Gestão Artigo 1. nos Pontos 9. c) Permitir a prossecução dos estudos de forma a responder aos requisitos das ordens profissionais. que estabelece o regime de Estudos Pós-Graduados na UTAD.º Condições de funcionamento 1 — O numerus clausus máximo será estabelecido em cada edição do curso. 2 — A aquisição do grau de mestre pressupõe a obtenção.º Matricula e inscrição 1 — Os candidatos serão admitidos à matrícula e inscrição no curso de acordo com os critérios de seriação estabelecidos. Artigo 13. Armando Mascarenhas Ferreira. sob proposta da Comissão de Curso. através de despacho reitoral. devendo este ser definido. Artigo 8.

. . .. . . ... . . . Gestão Estratégica . . no segundo semestre. . . . . . No segundo ano. três ramos. . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 ANEXO Formulário de caracterização e apresntação da estrutura curricular e plano de estudos do curso de mestrado em gestão 1 — Estabelecimento de Ensino: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. .. .. . . .5 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Gestão . . . . . .. . . ou outras formas de organização de percursos alternativos em que o curso se estruture: Ramo em Gestão empresarial. . OT: 6 TP: 24. . . . . . . .. . . . GES 30 30 -- 1. . . . . . . . .. GES 30 30 -- 1. . . . .4 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Gestão . . . . . . . .. .. . . . .0 6. . . Total .1 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos 4209 1.. o curso apresenta um primeiro semestre de tronco comum.. . . .. . . . . . OT: 6 TP: 24. 162 162 162 162 162 TP: 24. . . . . . . . . . .º 9. . . . . .. 8 — Opções. . . . . . . . Total . . . . ramos. . Ramo em Gestão Agrária e Agro-Alimentar.. Sendo que.. . . . . . .2 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Gestão ... GES 30 30 -- 2. . . . . . . . . . .3 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Gestão . . . . . . . 6 — Número de créditos. segundo o sistema europeu de transferência de créditos. . . .. . . 9 — Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau ou diploma: 1. . . do qual emergem. .º 9. . . . . . . . necessário à obtenção do grau ou diploma: 120 ECTS. são obtidos os restantes 60 ECTS necessários à conclusão do grau de mestre em Gestão. ..º Ano / 1. 10 — Observações: GES 60 60 -- Gestão . .. . . . A obtenção destes créditos confere o diploma de Curso Superior Especializado em Gestão. . . . . . 5 — Área científica predominante do curso: Gestão. . . .º 9. . 4 — Grau ou diploma: Mestre. . OT: 6 TP: 24. . .ª série — N. . . ... GES GES GES GES GES Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral .. .. . . . Inovação e Empreendedorismo . onde devem obter 60 ECTS.º 9. . . . .. . . . . . . Ramo em Gestão Pública. . .º Semestre Ramo: Gestão Pública QUADRO N.º Semestre Dissertação / Projecto QUADRO N. . . . 11 — Plano de estudos: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro «Gestão» «Mestrado» 1. . . . .. . . . .º Ano / 2. . . .º Semestre Ramo: Gestão Agrária e Agro-Alimentar QUADRO N... . . .0 6.. .ºe 4. .º Semestre Ramo: Gestão empresarial QUADRO N. . .º Ano / 1. . . . .. . . .. . Marketing. .. . . . . . . . . . . .. . .. .. . . .0 6. . no primeiro ano os alunos devem optar por um dos ramos.º 9. . OT: 6 6. ..º Semestre Tronco Comum QUADRO N. .º Ano / 3. ..1 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Metodologias de Investigação em Gestão . . 2 — Unidade Orgânica: 3 — Curso: Mestrado em Gestão.º Ano / 2. . . . . . .. . . . . . Total . ..0 . . . . . . . . . . GES 30 30 -- Conforme o previsto no plano de estudos. . . . . . 2. com a realização da dissertação/projecto. .. .º 11.Diário da República. OT: 6 TP: 24. .º Ano / 2. . . . . . . . . . Gestão de Recursos Humanos .. . . Total . .0 6.. .. . . . . . Total . . . . . . . . . . .. 7 — Duração normal do curso: Quatro semestres lectivos. . . .º Semestre (Tronco Comum) QUADRO N. .

. .. . . .º 11. . . .. . . .. . . . .. . . . .º 401/2007. . . . . ... . . .. . . . .0 6. Controlo de Gestão .0 6. .. .. . . ... . . .. . foi aprovada a abertura de Candidaturas a Mudança de Curso. . . . . . .. .. . ..º 3616/2009 Nos termos do artigo 10. . . . . . .. . . . .. . ... .. ..ª série — N.. . . . . . .. . . . . . . . . . . . OT: 6 TP: 24. . . Gestão Estratégica em Empresas Agro-Alimentares . .. .. . . . .. . . . . ..º 19 — 28 de Janeiro de 2009 1. OT: 6 S: 30 6. . . .. .. . ... . .. . OT: 6 TP: 24. .º Ano / 2. .. . . ... .. GES GES GES GES GES Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral . .0 6. . .. . Transferência e Reingresso no Ensino Superior. .. . . ... . 162 162 162 162 162 TP: 24. . . .. . . . . . . .. .º 11. de 5 de Abril.. . .. . . .. .. .. .. . . . . .. . . . . .. .º Semestre (Ramo Gestão Agrária e Agro-Alimentar) QUADRO N. . . GES GES GES GES GES Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral .. .º Ano / 2. . . .. . .0 6. . . . . . . . . aprovado pela Portaria n... OT: 6 TP: 24. .5 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Dissertação / Projecto . .. . . .. . . . . . OT: 6 TP: 24. . . OT: 6 S: 30 6. .4 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Política Agrária e Sustentabilidade . . . .. . . . . . . ...0 6. . . .. .... .. Elaboração e Avaliação de Projectos .. . . por delibera- ção da Comissão Instaladora do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave. . . . . . . OT: 6 TP: 24. .. . . nas seguintes condições: A Portaria n.. 1620 OT: 120 60. Transferência e Reingresso. .. do Regulamento dos Regimes de Mudança de Curso. . . . .3 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Gestão e Dinâmicas do Território .. .2 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Finanças Empresariais .. . . .4210 Diário da República. . . . . . . . . . .. . . . . . . .0 6. . ... . . .. . . . . .. . . . . . . . . .. ..º 11.. . . . . . . . .0 1. .. . . . estabelece . Sistemas de Informação . . . . ... . .º Ano / 2.. . . . . .. . .. . ... . .0 6. .. . . . . . . . . . . Análise de Dados . . .0 6. . . . . . ..0 6.. . . ..0 6. 2. . . .. . . . .. . .0 QUADRO n. . . .0 6. . . .. . . .. . .. . . . . . . . Reingresso e Transferência para Ingresso no 2.. .. . . . . . Análise de Dados . . . . OT: 6 TP: 24. . . .. . .0 INSTITUTO POLITÉCNICO DO CÁVADO E DO AVE Despacho n. . .. .. .º. . . . GES Anual . . . .. . Governo e Administração Local . 162 162 162 162 162 TP: 24. .. . . .º Semestre do ano lectivo de 2008-2009 nos Cursos do IPCA. . . . . .. . . . . . .. . .. Seminário . . . . .. . . . . .. . .º Ano . . . . . . .. de 5 de Abril que regula as candidaturas aos Regimes de Mudança de Curso. . . . . . .0 6. OT: 6 S: 30 6. . . . .º Semestre (Ramo Gestão Pública) QUADRO N. . . . .. . . . . Análise de Dados . 162 162 162 162 162 TP: 24. . .. OT: 6 TP: 24. . . . .. ... . . . Seminário . .. . . . . . ... .. . . .. Organização e Gestão Pública . . . . . .º 11. .. . . Seminário . . . .. . .. . . .. GES GES GES GES GES Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral 2. . . ..º 401/2007. . OT: 6 TP: 24. . .. . . . ...... ... .0 1.º Semestre (Ramo Gestão Empresarial) QUADRO N. .. . . . . . . OT: 6 TP: 24.. . . . . .. .

ª série do Diário da República de 30 de Julho. . . 2. . .º 419/2008 de 30 de Julho. . . que o órgão legal e estatutariamente competente dos estabelecimentos de ensino superior têm a possibilidade de aceitar requerimentos de mudança de curso.º 74/2006. . . . cada uma.2008 da Comissão Coordenadora do conselho científico do Instituto Superior de Engenharia do Instituto Politécnico de Coimbra. . . . . . . . . . . .3 — Os candidatos interessados em apresentar pedidos de creditação (equivalências) têm de o fazer quando da apresentação do pedido de mudança de curso e transferência. pelo Instituto Politécnico do Cávado e do Ave. . . . . . . . . . . . Finanças . . . João Baptista da Costa Carvalho. . . . . . . . . . . . . de 2 de Abril de 2007 (Diário da República. . . . . . . . . . Transferência e Reingresso nos Cursos do IPCA. . .º 419/2008 de 30 de Julho. . .º 3617/2009 De acordo com o disposto nos artigos 75. . . — O Presidente. Certidões e ou declarações diversas. . . . . . aprovado pelo Regulamento 419/2008.1 — A mudança de curso. . . . . . . . 5 — Vagas — não existem limites quantitativos quanto aos pedidos de reingresso. . . Transferência e Reingresso do IPCA. . . . n. . . . . . . . publicado na 2.º 4 do artigo 4. Solicitadoria .ª série do Diário da República de 30 de Julho. . . . torna-se pública a lista das adjudicações efectuadas ao abrigo do citado diploma. Listagem n.00 João Manuel da Costa Lopes. . . . Informática (pós-laboral) . 2. . .2 — Os candidatos que requerem a mudança de curso podem optar por três cursos. . e respectivos programas das unidades curriculares realizadas. . . . . . . . . . . . .º semestre do ano de 2008 Em cumprimento do disposto no artigo 275. . publicado na 2. . . . . . .º e seguintes do Decreto-Lei n. . Solicitadoria (pós-laboral) . . .ª Acção Início Fim 4211 4 — Emolumentos: Ref. . . Afixação dos editais de colocação . . . . .º do Decreto-Lei n. . . . 2 — Instrução dos pedidos: 2. . . . . . . . nos termos do artigo 12. . . .12. . . . . Sidónio Pais. . . .00 25. . até ao dia 29 de Julho de 2008. . . . . . ANEXO Lista de empreitadas adjudicadas até 29 de Julho de 2008 Objecto e natureza dos trabalhos Forma processual Valor sem IVA (em euros) Entidade adjudicatária Adjudicação Empreitada de Execução de um Muro de Su. . Design Gráfico (pós-laboral) . . . . . Gestão Bancária e Seguros (pós-laboral) . . . . .00 0. . . .º 222. sempre que a reclamação seja considerada procedente de motivo de erro imputável aos Serviços. . Reclamação * .º semestre nos cursos do IPCA: 1 — Regulamento aplicável: 1. . transferência e reingresso em qualquer momento do ano lectivo. . . 2. porte de Terras e instalação de uma rede de Protecção do Grupo Gerador no Campus do IPCA. sob proposta aprovada em reunião de 18. . . . . .º 107/2008.º ano 1. . Informática para Saúde . .º 4 do artigo 11. . Fiscalidade (pós-laboral) . Contabilidade (pós-laboral) .º ano Transferência Contabilidade . . . . De acordo com o disposto com o artigo 11. O Regulamento de Mudança de Curso. para o ano lectivo 2008/20009. . .º. . . . . Finanças (pós-laboral) . sendo que para o efeito devem anexar ao pedido formulário próprio disponível no sítio do IPCA. . . . . . .ª série — N. . . . .ª Designação Emolumento (euros) 1 2 3 4 Candidatura . . . Gestão Bancária e Seguros.º. . . no n. . 4750-333 Barcelos. Fotocópias. . . . . . plano de estudos do curso. . . . 3 580.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 no n. . .ª série. . . . . . . o plano de estudos do ciclo de estudos conducente ao grau de Licenciado em Engenharia Informática. . mediante a apresentação do recibo. . . . . .Ajuste directo com consulta a 3 entidades. . .da 22/07/2008 INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA Serviços Centrais Despacho n. Regulamento n. .º do Regulamento dos Regimes de Mudança de Curso. . . . . . Transferência e Reingresso do IPCA. . . . . . . . . . . Matrícula e Inscrição dos estudantes colocados . . . Design Industrial . . . . Mudança de curso Curso 1. . . . 2. . .º 87. . . . de 24 de Março. . .º 22/2009 1 2 3 4 5 6 Apresentação dos requerimentos . . . Transferência e Reingresso do IPCA para o ano lectivo 2008/20009.1 — Aos pedidos de Mudança de Curso. transferência e reingresso são requeridos ao Presidente do IPCA. . . . Matrícula e inscrição dos estudantes com reclamações atendidas . . . . Reclamação dos resultados de colocação Decisão sobre as reclamações apresentadas . . . 55. . . de 2 de Março. . . . . . . . nos termos do documento em anexo. . 23 Jan 09 Fev 10 Fev 09 Fev 16 Fev 17 Fev 3 Fev – 13 Fev 12 Fev 16 Fev 18 Fev Lista das adjudicações do 2. . prevê a possibilidade de apresentação de pedidos para o segundo semestre do corrente ano lectivo. . de 25 de Junho. . publicado através do Despacho n. . de 7 de Maio de 2007) .º 8073/2007. L. . . . . . 21 de Janeiro de 2009.º 59/99. . . . .º ano 2. . n. . Informática para Saúde (pós-laboral) 2 2 2 2 2 2 2 2 4 4 2 2 0 0 0 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 0 0 2 2 0 0 0 2 2 2 2 0 0 1 1 2 2 0 0 1 1 0 0 0 1 1 2 0 0 1 1 1 1 0 0 1 1 0 0 0 1 1 21 de Janeiro de 2009. .40 2. . Transferência e Reingresso para o segundo semestre do ano lectivo 2008/2009 aplica-se o Regulamento de Mudança de Curso. . . . . . . João Baptista da Costa Carvalho. . Informática. . . .º ano 2. . . . e disponibilizado no sítio do IPCA. . com sede na Avenida Dr. . . fixam-se os prazos e vagas para apresentação de requerimentos a mudança de curso. transferência e reingresso para ingresso no 2. . . . . 3 — Prazos Ref. através de formulário próprio disponível no sítio do IPCA. . alterado pelo Decreto-Lei n. é alterado. . . . . . . . . — O Presidente. . . Design Gráfico .º do Regulamento de Mudança de Curso. . . . . . . . Fiscalidade . . . aprovado pelo Regulamento 419/2008. .Diário da República. .00 * A taxa de reclamação sobre as colocações será devolvida. Regulamento n. indicando a ordem de preferência no respectivo formulário. . . . . .

. . . . . . . OT: 0 T: 28. Projecto e Configuração de Redes de Comunicação Modelação e Design. . . . . . PL: 28.º Semestre 1. . . . . . Introdução às Redes de Comunicação . 2 — Unidade orgânica: Instituto Superior de Engenharia de Coimbra. . . . TP: 14. . MAT MAT INF INF INF CSP 1. . . . . segundo o sistema europeu de transferência de créditos. TP: 0. . TP: 0. . . .º Semestre 2. . . . . . . . TP: 21.º Semestre 2. . . . PL: 28.º Semestre 1. . . . . . . .ª série — N. . 8 — Opções. . 21 de Janeiro de 2009.º 1 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Análise Matemática I . . . . . 7 — Duração normal do curso: 6 semestres lectivos (3 anos curriculares). . . . . TP: 0. . . . . .º Semestre 1. . . .º 2 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Análise Matemática II . . . . .0 5. . .4212 Diário da República. . . . . PL: 7. . . . . OT: 0 T: 28. . . . . necessário à obtenção do grau ou diploma: 180 ECTS. ou outras formas de organização de percursos alternativos em que o curso se estruture: não aplicável. .0 6. . . . .º semestre QUADRO N. .º Semestre 2. . . . . . . . . . . . .0 2. . . . PL: 14. . . .0 5. . . . . . OT: 0 T: 14. . PL: 28. . . . . . .0 6. . . . . .º semestre QUADRO N. . . . . . . . . TP: 21. TP: 14. — O Presidente. . OT: 0 4. . . 6 — Número de créditos. . . . . .º ano/1. . . . . . .0 5.º Semestre 1. . . ANEXO 1 — Estabelecimento de ensino: Instituto Politécnico de Coimbra. . . . . TP: 28. . . . .º Semestre 104 156 130 104 156 130 T: 14. . Álgebra Linear . . . . . . . . . . . . OT: 0 5. . . . . .0 4. PL: 28. Matemática. . . .º 3 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Probabilidades e Estatística . . . . . .º Semestre 130 104 130 156 130 130 T: 28. . . .0 4.0 1. . . . . . PL: 28. . . . . . OT: 0 T: 28. . . .º Semestre 130 130 104 156 156 104 T: 28. . . . . OT: 0 5. OT: 0 T: 28. . OT: 0 T: 14. . Tecnologia da Informática . . . . . . Algoritmos e Programação . . 5 — Área científica predominante do curso: Engenharia Informática. TP: 0. . . . . . . MAT MAT INF INF INF INF 2. Introdução às Tecnologias Multimédia . . PL: 0. . Electrónica . . . . . Linguagem e Comunicação . PL: 0. . . . MAT INF INF INF INF INF 1. . PL: 7.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 9 — Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau ou diploma: QUADRO A A presente alteração foi comunicada à Direcção-Geral do Ensino Superior em 21 de Janeiro de 2009. . . . . Programação I . . . .0 5. . TP: 14. . . . . . Matemática Discreta . . . . . . . . . PL: 24. . . 3 — Curso: Engenharia Informática. . . . . TP: 0. . . . TP: 0. . Programação II. José Manuel Torres Farinha.0 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º Semestre 1. . . . OT: 0 T: 14. . .0 5. Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Engenharia Informática . . . . . . TP: 14. . . . . . . .º ano/2. . . PL: 42.0 . PL: 14. . . . . Contexto Socioprofissional . . . PL: 42. . . . . PL: 28. . . . . . . . . . .0 6. . . . . . . . . . . . . TP: 21.º semestre QUADRO N. . . TP: 14. . . . . . . . . . . . OT: 0 T: 28. . . . TP: 28. . Sistemas Operativos I . . . . . .º Semestre 1. . . . 2. OT: 0 T: 14. .0 4. . .º Semestre 2. . . OT: 0 T: 28. .º Semestre 1. . . TP: 0. . ramos. . OT: 0 T: 14. .0 6. OT: 0 T: 14. . . OT: 0 T: 28. Sistemas Digitais . . . . . OT: 0 T: 28. . . . . . . . . . . .º Semestre 1. . . . . . . OT: 0 T: 28.0 4. . . . .º ano/1. PL: 42. . . . . . . . . . PL: 49. . . . . 10 — Plano de estudos: INF MAT CSP 143 23 14 180 0 0 0 0 Instituto Politécnico de Coimbra Instituto Superior de Engenharia de Coimbra Licenciatura em Engenharia Informática 1. . . . .0 6.º Semestre 1. . PL: 7. . . . . . . . . Investigação Operacional. . . . . . . Total . . . . . .º Semestre 1. . .º Semestre 2. . . . 4 — Grau: Licenciatura. TP: 21.

. . TP: 0. . PL: 28.º 74/2006. . . PL: 42. . . . .º e seguintes do Decreto-Lei n. . . . Gestão I .0 10. .º 8459/2007. . . . sob proposta aprovada em reunião de 18. Sistemas Operativos II . .0 5. . de 2 de Abril de2007 (DR n. . .º semestre QUADRO N. . . .º Semestre 1. . . OT: 0 T: 28. . OT: 0 T: 28. .º semestre QUADRO N. .º Semestre 2. . . .º Semestre 2. . .0 5. . . . . .º Semestre 2. . . TP: 0. INF MAT CSP 143 23 14 180 0 0 0 0 . . . . . . OT: 0 T: 14. ou outras formas de organização de percursos alternativos em que o curso se estruture: não aplicável 9 — Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau ou diploma: QUADRO A Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Engenharia Informática . . . . PL: 42. . Programação III . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . .º ano/2. . . . . . . . . . . . .º 5 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Sistemas de Aquisição de Dados . . . .º Semestre 104 156 130 130 130 130 T: 14. PL: 28. . . . . . . . . . . Contexto Socioprofissional . . . TP: 0. .0 5. PL: 28. . . . . . . Sistemas Inteligentes . TP: 0. . . . . . . . . . . . . . . .º Semestre 130 130 104 156 130 130 T: 14. . . . Computação Gráfica I . . . PL: 0. . .0 5. . . . . . . . . . . TP: 0. . TP: 0. .º Semestre 1. . . TP: 14. . . OT: 0 T: 28. . . . . . .0 5. . . . . . . . . PL: 28. . . . . . .º Semestre 1. . . . ANEXO 1 — Estabelecimento de ensino: Instituto Politécnico de Coimbra 2 — Unidade orgânica: Instituto Superior de Engenharia de Coimbra 3 — Curso: Engenharia Informática (Curso Europeu) 4 — Grau: Licenciatura 5 — Área científica predominante do curso: Engenharia Informática 6 — Número de créditos. . . . . . .º Semestre 2. . . Matemática. Total.ª série — N. .º Semestre 2. OT: 0 T: 28. .0 5.0 4. .º Semestre 2. . .º Semestre 2. . PL: 28. . . . . . .º 90. PL: 0. . . . . . . . .2008 da Comissão Coordenadora do conselho científico do Instituto Superior de Engenharia do Instituto Politécnico de Coimbra. . . OT: 0 T: 28. o plano de estudos do ciclo de estudos conducente ao grau de Licenciado em Engenharia Informática — Curso Europeu. . TP: 28. . . . . .º 107/2008. . . . . TP: 0. . . . . . . . segundo o sistema europeu de transferência de créditos. . . PL: 0. . .º 4 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos 4213 Observações Bases de Dados . . . TP: 14. . OT: 14 5. .0 3. . — O Presidente. . . . . . . . 21 de Janeiro de 2009. alterado pelo Decreto-Lei n. . . . . . . . . . de 10 de Maio de 2007) A presente alteração foi comunicada à Direcção-Geral do Ensino Superior em 21 de Janeiro de 2009. . .0 6.º ano/1. . . . . . . . . . INF INF INF INF CSP INF 1. . . TP: 0. TP: 14. . . . Linguagens Avançadas. . PL: 42. publicado através do Despacho n. . . . . . . . . . . . . necessário à obtenção do grau ou diploma: 180 ECTS 7 — Duração normal do curso: 6 semestres lectivos (3 anos curriculares). Computação Gráfica II.º Semestre 130 130 130 130 260 T:14. . . . .º ano/2.0 3. . TP: 14. . . Conhecimento e Raciocínio . . . . . . . . . . . . . . .0 5. . . . José Manuel Torres Farinha. .º Semestre 2. . . . OT: 0 T: 28. Gestão II.ª S. . . .Diário da República. . . . de 25 de Junho. OT: 0 T: 28. . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 2. . . . PL: 28. OT: 0 5. . . . . . . . . .º semestre QUADRO N. OT: 0 4. .0 Despacho n. . . . Arquitectura de Computadores I . . . . . 2. . .º Semestre 1. .º Semestre 2. . . . . . . . . . . . . . . é alterado. . . . . ramos. . . . . . .º Semestre 1. . . . . . . . . OT: 0 T: 14. Arquitectura de Computadores II. . . . . . OT: 0 T: 14. . TP: 28.0 5. . . Engenharia de Software . . . . . . . . .0 5. . . . . . . . . de 24 de Março. . Projecto . . .0 6. OT: 0 T: 0. . OT: 0 T: 14. . . . .º 3618/2009 De acordo com o disposto nos artigos 75. OT: 0 T: 28. TP: 0. . . . . Bases de Dados Avançadas . . . . .º 6 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Redes Empresariais . INF INF INF INF INF INF 2. . . . . . . .12.0 5. . . . . . . . TP: 14. . . PL: 28. . . . . . . . . . PL: 28. . . INF INF CSP INF INF 2. PL: 42. . . . TP: 14. 8 — Opções. PL: 28. . PL: 28. . . . OT: 0 T: 14. . . . . . .

. .º Semestre 2. PL: 7. Introdução às Redes de Comunicação .º 4 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Bases de Dados . Investigação Operacional.0 1.0 5. . . . . Linguagens Avançadas. Álgebra Linear . . . . TP: 21. . PL: 14. . .º Semestre 2. . TP: 0. . . Introdução às Tecnologias Multimédia Algoritmos e Programação .º Semestre 1. . PL: 7. Matemática Discreta . . . . . TP: 14. . . . . . TP: 21. .0 6.º Semestre 2. OT: 0 T: 14. . . . .º Semestre 1. MAT INF INF INF INF INF 1. .º Semestre 2.0 5. . . .º 2 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Análise Matemática II .º 1 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Análise Matemática I . .º Semestre QUADRO N. . . PL: 7. . . Sistemas Digitais . . . TP: 14. . . . . . Programação II. PL: 42. . . OT: 0 T: 14. OT: 0 5. PL: 28. . Linguagem e Comunicação . . . PL: 0. PL: 28. . . .º Semestre 2. .0 . OT: 0 T: 28. . . . . . . TP: 0. .º Semestre 2. .ª série — N. . . . . . . OT: 0 T: 28. . . .0 4. .º Semestre 1. PL: 28. Electrónica . . . .0 4. Programação I . . . .º Semestre QUADRO N. . . .º Semestre 2. . OT: 0 5. . . . . . . . .º Ano / 1. PL: 28. OT: 0 T: 14. . . . . TP: 14. . . .0 2. . PL: 24. OT: 0 T: 28. . PL: 28.0 5. . . . . . . . . OT: 0 T: 14. . MAT MAT INF INF INF CSP 1. OT: 0 T: 14. . . . . . . . . .0 6. Arquitectura de Computadores I . . . . Engenharia de Software . . . .º Semestre 130 104 130 156 130 130 T: 28. . OT: 0 4. OT: 0 T: 14. . OT: 0 T: 28. OT: 0 T: 28.0 4. .4214 10 — Plano de estudos: Diário da República. . OT: 0 5. . . . OT: 0 T: 14. . PL: 42. Programação III .º Semestre 1.º Semestre 1. PL: 42. TP: 0. . MAT MAT INF INF INF INF 2. . . PL: 28. . . . .º Semestre 1. PL: 28. . OT: 0 T: 28. . . . Sistemas Operativos II . . . . . . . . . . TP: 0. . . . . . . TP: 0. .º Semestre QUADRO N. . . .º Semestre 1. . Sistemas Operativos I . . . . . TP: 0. . TP: 0. . . . OT: 0 T: 28. . PL: 42. TP: 14. . .º Semestre 1. . . .º Semestre 1. .0 2. . OT: 0 T: 28.º Ano/2.0 6. . . . .0 4. . .º 3 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Probabilidades e Estatística . .0 6.0 6.º Semestre 2. . . . TP: 28. . . . . . .0 5. .0 5. OT: 0 T: 28. . TP: 14. . TP: 0. . . . .º Semestre 2. . . . . . .º Ano / 1. PL: 0. . . . . . PL: 14. . TP: 0. . . Tecnologia da Informática . TP: 14.º Semestre 1. PL: 42. . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Instituto Politécnico de Coimbra Instituto Superior de Engenharia de Coimbra Curso de Licenciatura em Engenharia Informática 1. . .0 5. .0 5. . . . . Projecto e Configuração de Redes de Comunicação Modelação e Design. . . . . .0 6. TP: 21. INF INF INF INF INF INF 2. . .º Ano/2. TP: 0. . . . . . TP: 21. OT: 0 T: 28. . . . . . .º Semestre QUADRO N.º Semestre 2. . PL: 49. . . .0 5. TP: 0. . . . . . . . TP: 14. . . . . . PL: 28. .º Semestre 130 130 104 156 130 130 T: 14.0 5. OT: 0 T: 14.º Semestre 104 156 130 104 156 130 T: 14. OT: 0 T: 28. . . 2. .º Semestre 130 130 104 156 156 104 T: 28. . PL: 42. . . TP: 28. .0 4. . . OT: 0 T: 14. . PL: 28. .

.º (Mudança de regime) 1 — A mudança de regime do estudante a tempo integral para estudante a tempo parcial. . 3 — O plano de estudos de referência é o plano de estudos aprovado para o curso diurno. TP: 14. . OT: 14 5. qualquer que seja a sua justificação. OT: 0 4.0 5. Projecto . . . . . .01. . . PL: 0. e de tempo parcial para tempo integral. PL: 0.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 3. . TP: 28.º Semestre 2. TP: 0. . . OT: 0 T: 28.0 INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE Aviso n. Computação Gráfica II. . . TP: 14. . .º Semestre 2. 2 — A opção pelo regime de tempo parcial será validada pela Escola. em cada ano lectivo. constante do anexo ao presente despacho.º 1 do presente artigo. .0 10. . . . . PL: 28.ª série — N. . Artigo 2. desde que o aluno não esteja abrangido pelo disposto no artigo 3. . se pode inscrever num número máximo de 50 % das unidades curriculares de um ano curricular (de acordo com o plano de estudos aprovado para o curso). Joaquim António Belchior Mourato. 3 — Quando. .º Ano Curricular / 1. . . . TP: 14.º de unidades curriculares previstas no plano de estudos aprovado para o último ano curricular do curso. . . 2. . Computação Gráfica I . PL: 0. . TP: 0. . 2 — Não serão autorizadas mudanças de regime após o acto de inscrição. TP: 0. Nuno Manuel Grilo de Oliveira.º de unidades curriculares previstas para o ano curricular em que o aluno se inscreve do plano de estudos aprovado para o curso. . . .º Ano Curricular / 2. . Gestão I . . . . . aprovo o Regulamento do Regime de Estudante a Tempo Parcial. OT: 0 T: 0.º (Definições) 1 — Entende-se por “Regime de Estudante a Tempo Integral” aquele em que o estudante. . se pode inscrever no n.º Semestre 130 130 130 130 260 T:14.º Semestre 1. . . Artigo 4.Diário da República. no acto de validação. .0 6. do docente Ricardo Carvalho Bruno Ferreira da Escola Superior Agrária de Elvas deste Instituto Politécnico.º Semestre 2. . . . . .0 5.0 5. . em cada ano lectivo. . INF INF INF INF CSP INF 1. .º Escola Superior de Tecnologia e Gestão Despacho n. . 2 — Entende-se por “Regime de Estudante a Tempo Parcial” aquele em que o estudante. foi autorizada a deslocação a Arad. 3 — A mudança de regime é independente do concurso de mudança de curso e não carece de qualquer outro formalismo para além da opção realizada no acto da inscrição. Roménia. . . . INF INF CSP INF INF 2.º Semestre 1. . .0 5. . sujeito às regras fixadas para a transição de ano e ao regime de precedências em vigor. . Sistemas Inteligentes . PL: 28. . só poderá fazer-se no início do ano lectivo e no acto de inscrição. tendo em atenção o disposto no n. OT: 0 T: 28. . a Escola notificará o aluno de que a opção pelo regime de tempo parcial não é válida. . .º (Plano de estudos) 1 — A Escola estabelecerá para cada curso o plano de estudos aplicável aos alunos em regime de tempo parcial. . . . . . .2008) Artigo 1. . . . .º-C do Decreto-Lei n. . TP: 0. 21 de Janeiro de 2009. se verificar que o aluno se encontra abrangido pelo disposto no n. . .º máximo de unidades curriculares de um ano curricular (de acordo com o plano de estudos aprovado para o curso). . . . OT: 0 T: 28. . OT: 0 T: 28.º 3619/2009 Ao abrigo do disposto no n. . . . . Gestão II. . . TP: 14. PL: 28.º Semestre 104 156 130 130 130 130 T: 14. contados a partir da data da notificação referida em 3.º Artigo 3.º Semestre QUADRO N. sujeito às regras de precedências em vigor. Regulamento do Regime de Estudante a Tempo Parcial (Aprovado pela deliberação CC-3/2008 de 23. passando automaticamente o aluno ao regime de tempo integral. . PL: 28. OT: 0 T: 14. . . . . . . OT: 0 T: 14. .0 5. PL: 28. . OT: 0 T: 28. b) O número de unidades curriculares em falta para a conclusão do curso é igual ou inferior a 50 % do n. .º Semestre 1.0 5. . . .0 5. . . .º 2 do artigo 46. — O Presidente.0 3.º 6 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Redes Empresariais . considerando-se a inscrição provisória até que essa validação seja efectuada. no período compreendido entre os dias 19 e 22 de Novembro. . . . OT: 0 T: 28. . . . Conhecimento e Raciocínio . . PL: 28. . da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Portalegre. 6 de Novembro de 2008. . . . . .º Semestre 1.º 107/2008 de 25 de Junho. . .º (Inaplicabilidade do regime de tempo parcial) 1 — Não é permitida a mudança de regime de tempo integral para tempo parcial quando: a) O número de unidades curriculares em falta para a transição de ano é igual ou inferior a 50 % do n. . o aluno poderá corrigir a sua inscrição. . Bases de Dados Avançadas . . .º Semestre 2. . . Arquitectura de Computadores II. . . . . . TP: 28. . . . 4 — No prazo de 10 dias consecutivos.º 2537/2009 Por despacho do presidente do Instituto Politécnico de Portalegre de 5 de Novembro de 2008. — O Administrador.º Semestre QUADRO N. . . . . . . . .º 3 do artigo 1. . PL: 42. TP: 0. . .º Semestre 1.º 5 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos 4215 Observações Sistemas de Aquisição de Dados . . PL: 28.

“Exames” e “Transição de Ano”. com efeitos a partir de 2008/03/06 e validade até 2010/03/05. — O Presidente. proferido por delegação de competências: Ricardo Manuel Pereira dos Santos — renovado o contrato administrativo de provimento como Equiparado a Professor Adjunto. p. publicado no Diário da República. 21 de Janeiro de 2009. Despacho (extracto) n.º 3621/2009 Por despacho do Vice-presidente. com efeitos a partir da data da sua publicação no D. ou dos “estatutos especiais” serão de 50 % do valor fixado nos referidos regulamentos para os estudantes a tempo integral. aplica-se o regime de pagamento de propinas dos estudantes a tempo integral. com efeitos a partir de 2008/09/01 e validade até 2010/08/31. José Freitas Santos. alínea a) do Código do Procedimento Administrativo. professora-adjunta de nomeação definitiva da Escola Superior de Enfermagem deste Instituto. n. INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO Despacho (extracto) n. de 13 de Janeiro de 2009. Artigo 6. nos restantes casos. desde que tal valor não seja inferior a 50 % da propina fixada para os alunos a tempo integral.º INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL Serviços de Acção Social Declaração de rectificação n. José Freitas Santos.º 3624/2009 Por despacho de 20-01-2009. nomeada. — A Administradora para a Acção Social. p.ª Série. rectifica-se que onde se lê «… considerando-se exonerada do lugar anterior a partir da data de aceitação.º (Adaptação dos regulamentos em vigor para estudantes a tempo integral) Os limites quantitativos aplicáveis aos estudantes em tempo parcial no âmbito dos regulamentos relativos a “Matrículas e Inscrições”. — O Vice-Presidente.º 8. escalão 1.” deve ler-se «A presente nomeação produz efeitos à data do despacho autorizador.º de anos em que o aluno frequentou o curso ao abrigo do regime de tempo parcial. 3 — Aos estudantes cuja inscrição como estudantes a tempo parcial não seja validada. proferido por delegação de competências: Jorge Manuel Mendes Moutinho da Silva — renovado o contrato administrativo de provimento como Encarregado de Trabalhos.º anterior constituirá a base para a aplicação das normas relativas a “Matrículas e Inscrições”. Artigo 10. do Instituto Superior de Engenharia.” 21 de Janeiro de 2009. n. Artigo 7. b) 50 % do valor da propina do aluno a tempo integral.ª Série. da tabela remuneratória do pessoal docente do ensino superior politécnico. nos termos do artigo 128. 2. professora-coordenadora. 2 — O regime de pagamento de propinas é o constante do Regulamento de Propinas aprovado. Declaração de rectificação n.º (Disposições finais) 1 — As certidões requeridas pelos alunos são emitidas com base no plano de estudos de referência. 2 — Nas certidões de conclusão do curso será inserida a informação sobre o n. proferido por delegação de competências: Carlos Manuel Abreu Gomes Ferreira — renovado o contrato administrativo de provimento como Equiparado a Professor-Adjunto. — O Vice-Presidente. alínea a) do Código do Procedimento Administrativo. 21 de Janeiro de 2009.º.» 21 de Janeiro de 2009.º 1454/2009. com efeitos a partir de 2008/09/19 e validade até 2010/09/18. INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO Despacho (extracto) n.4216 Diário da República. n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Despacho (extracto) n. 20 de Janeiro de 2009. Vencimento correspondente ao índice 220.º 247/2009 Por ter sido publicado com inexactidão o despacho (extracto) n. Artigo 8.º 1 do artigo 9. considerando-se exonerada do lugar anterior a partir da mesma data. até perfazer o valor total fixado para os estudantes a tempo parcial.º 3620/2009 Por despacho do Vice-Presidente. rectifica-se que onde se lê “… considerando-se exonerada do lugar anterior a partir da data de aceitação. Rui Alberto Martins Teixeira. — A Administradora para a Acção Social.1 — Cada prestação de propinas terá valor igual ao fixado para os estudantes a tempo integral.º 2 do artigo 3.º.º (Precedências) Aplicam-se ao plano de estudos dos estudantes em tempo parcial as precedências aprovadas para o regime de tempo integral. Despacho (extracto) n. 2 — O plano de estudos fixado nos termos do n. — O Vice-Presidente. publicado no Diário da República.º 3623/2009 Por despacho do Vice-Presidente. 2. considerando-se exonerada do lugar anterior a partir da mesma data.ª série — N.» deve ler-se «A presente nomeação produz efeitos à data do despacho autorizador.º 2..º. 2.5. para a mesma Escola. do Instituto Superior de Engenharia.º 8. 2. com efeitos a partir de 2008/12/01 e validade até 2010/11/30. R. proferido por delegação de competências: Maria Alexandra Pacheco Ribeiro da Costa — renovado o contrato administrativo de provimento como Equiparado a Assistente. nos termos do n. Andreia Godinho Lopes. com carácter definitivo. 21 de Janeiro de 2009.º (Taxa de inscrição) A taxa de inscrição é a que for fixada para os alunos em regime de tempo integral e será paga no acto de inscrição. n. do Presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo: Maria Isabel Soares Parente Lasojo Amorim. — O Vice-Presidente.º 3622/2009 Por despacho do Vice-presidente.º 248/2009 Por ter sido publicado com inexactidão o despacho (extracto) n. Artigo 9. José Freitas Santos. nos termos do artigo 128. do Instituto Superior de Engenharia. 1413. . 3 — O presente Regulamento entrará em vigor à data de aprovação pelos órgãos próprios do Instituto Politécnico de Portalegre do disposto no n. Andreia Godinho Lopes. José Freitas Santos. de 13 de Janeiro de 2009. do Instituto Superior de Engenharia.º 1455/2009.º (Propinas) 1 — A propina a pagar por um estudante a tempo parcial será: a) A propina mínima. de “Exames”. 1413. Artigo 5. ficando exonerada das funções anteriores a partir da mesma data. 21 de Janeiro de 2009.º (Prescrições) Para efeitos de aplicação do “Regime de Prescrições” cada ano lectivo em que o aluno se inscreva como estudante a tempo parcial apenas será contabilizado como 0. precedendo concurso de provas públicas.º 2.

12. E. — O Director do Serviço de Gestão de Recursos Humanos. naturalidade. Rui Sousa Santos. 4 — O concurso destina-se a admitir dois médicos..P. do Centro Hospitalar de Porto E. podendo também ser enviado pelo correio (Serviço de Gestão de Recursos Humanos do Centro Hospitalar de Coimbra E. residência. 10 — O Presidente do júri será substituído nas suas ausências ou impedimentos pelo 1.E.08. do mapa de pessoal residual do ex-Hospital José Joaquim Fernandes.1 Vaga destinada a candidato a contratar pelo Centro Hospitalar de Coimbra E. P. As falsas declarações prestadas pelos candidatos nos requerimentos serão punidas nos termos da lei penal.2008. Deliberação n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4217 PARTE G CENTRO HOSPITALAR DE COIMBRA. Olavo Bragança Gonçalves — Assistente Graduado de Neuropediatria do Centro Hospitalar de Coimbra E. mas em caso algum poderá ser dado a quem der faltas em número superior a 10% do total dos dias úteis da duração do ciclo. Beja. sob registo com aviso de recepção. O aproveitamento é atribuído pelo corpo docente. n. Vogais suplentes: Dr. A frequência do ciclo por médicos não vinculados à função pública não confere o direito ao ingresso em estabelecimento de saúde.ª Série. Helena Maria Milheiro Mira Galvão..º 194..ª Maria Manuela Santos — Assistente Graduada de Neuropediatria.º 331/2009 Por deliberação do conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo. E..ª Série.E.ª Isabel Maria Fineza Cruz.º 329/2009 Por deliberação do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo.P. José Pedro Vieira — Assistente Graduado de Neuropediatria do Centro Hospitalar Central de Lisboa E.º 124. Deliberação n.P. A candidatura deverá ser formalizada mediante requerimento. desde que tenha sido expedido até ao termo do prazo fixado no n. de 25. foi promovida à categoria de assessor superior. 5 — Formalização das candidaturas — o prazo para a apresentação de candidaturas é de 20 dias a contar da data de publicação do presente aviso no Diário da República. 7 — Os requerimentos deverão ser acompanhados da seguinte documentação. 22 de Janeiro de 2009. e) Endereço para onde deverá ser remetido qualquer expediente relativo ao concurso. 6 — Dos requerimentos devem constar os seguintes elementos: a) Identificação completa do candidato (nome. E. da carreira técnica superior de saúde. ramo laboratório.E.P. n. P. Dr. E. (Não carece de fiscalização prévia do Tribunal de Contas.º Vogal Efectivo.P. em quatro horas. — O Presidente do Conselho de Administração. (Não carece de fiscalização prévia do Tribunal de Contas. Quinta dos Vales — Covões — S.E.E.1987. seu prazo de validade e serviço de identificação que o emitiu. de 30. tendo precedido concurso interno de acesso limitado. E. com a identificação do número e data do Diário da República em que se encontra publicado o presente aviso. a fim de a mesma servir de recibo. dirigido ao presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Coimbra E. Assistente Graduada de Neuropediatria do Centro Hospitalar de Coimbra E. através de informação semestrais.º 330/2009 Por deliberação do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo. filiação. Dr. d) Identificação dos elementos que instruem o requerimento. Rui Sousa Santos. rectificado no DR. data de nascimento. se encontra aberto concurso para frequência de duas vagas deste ciclo no Hospital Pediátrico do Centro Hospitalar de Coimbra E.) 22 de Janeiro de 2009. c) Quatro exemplares do curriculum vitae.) 22 de Janeiro de 2008. Jorge Teixeira. com duração de duas horas. Aquando da entrega pessoal da candidatura. dos quais: 1 Vaga destinada a 1 Vaga destinada a candidato externo ao Centro Hospitalar de Coimbra E. Beja. enfermeiras graduadas do mapa de pessoal residual do ex-Hospital José Joaquim Fernandes. do mapa de pessoal residual do ex-Hospital de São Paulo — Serpa. código postal e números de telefone e de telemóvel. foi promovida à categoria de assessor.E. E. E. E. Deliberação n. P. bem como a referência do concurso a que se candidata.E.. nacionalidade. Rui Sousa Santos. situação militar. valorizadas de 0 a 20 valores. ficando automaticamente excluídos os médicos classificados com nota inferior a 10 valores. torna-se publico que.P. no caso de existir. Martinho do Bispo. ficando exonerada da anterior categoria à data da tomada de posse. os candidatos devem ser portadores de fotocópia do requerimento. UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO BAIXO ALENTEJO . e entregue no Serviço de Gestão de Recursos Humanos. e elaboração de relatório.) 22 de Janeiro de 2008. (Não carece de fiscalização prévia do Tribunal de Contas. . 2.E. 2 — Em cumprimento da alínea h) do artigo 9. a realizar durante 24 meses. — Hospital D. O concurso comportará uma prova de avaliação curricular e uma prova prática. Estefânia.P.1986. A classificação final será a média aritmética das classificações das duas provas. a Administração Pública. se os houver. 3041-853 Coimbra.” 3 — Condições de admissão — possuir o grau de assistente de pediatria médica.Hospital Maria Pia Porto. foi autorizada a acumulação de funções públicas na Escola Superior de Saúde de Beja. com observação de dois doentes. 9 — Presidente: — Dr.P.ª série — N. — O Presidente do Conselho de Administração.º 2538/2009 Ciclo de estudos especiais em Neuropediatria 1 — Para os devidos efeitos e nos termos do conteúdo que cria o ciclo de estudos especiais de Neuropediatria. 2. b) Categoria profissional e estabelecimento de saúde a que o requerente pertence. de 30 de Dezembro de 2008.E.P. A data da realização das provas será anunciada durante o último mês do ciclo. por despacho do Senhor Secretário-Geral do Ministro da Saúde publicado no DR. promove activamente uma política de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres no acesso ao emprego e na progressão profissional. b) Documento comprovativo da natureza e do tempo de vínculo a qualquer serviço dependente do Ministério da Saúde. 2.05. de 13 de Janeiro de 2009.º 5. Eunice Maria Costa Pereira dos Santos e Maria de Fátima Vila Verde dos Santos Rocha. número e data do bilhete de identidade. Vogais efectivos: Dr. apartado 7005 — 3040-853 Coimbra). seguido de discussão do mesmo.. da carreira técnica superior de saúde.º da Constituição..E.P. providenciando escrupulosamente no sentido de evitar toda e qualquer forma de discriminação. As informações semestrais terão a amplitude de 0 a 20 valores. tendo precedido concurso interno de acesso limitado. 8 — Métodos de selecção: O método de selecção a utilizar para a admissão será o de avaliação e discussão do currículo profissional.E. E. sob pena de exclusão: a) Documento comprovativo da posse do grau de Assistente ou equivalente na área de Pediatria Médica. estado civil. de 13 de Janeiro de 2009: Maria Amélia Baptista Fernandes. ficando exonerada da anterior categoria à data da tomada de posse. A avaliação final de conhecimentos constará de um concurso de provas públicas a realizar no mês imediato ao da conclusão do ciclo. c) Pedido para ser admitido. Aviso n. por deliberação do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Coimbra de 22.. enquanto entidade empregadora. — O Presidente do Conselho de Administração.P. ramo farmácia.Diário da República.ª Maria da Conceição Brito Neves Robalo — Assistente Graduado de Neuropediatria do Centro Hospitalar de Coimbra E. P.

José Carlos Martins Rolo. com a trabalhadora. índice 128. publicado no Diário da República. realizado que foi o procedimento relativo à oferta pública de trabalho para contratação de um estagiário da carreira de engenheiro técnico mecânico. Rossana Soraia Timóteo Caldeira André.º 2542/2009 Em cumprimento do disposto na alínea b). — Por delegação do Presidente da Câmara.º da Lei n. com início em 31 de Dezembro de 2008. — Por delegação do Presidente da Câmara. 2. e consta da carta de Ordenamento rectificada anexa. realizado que foi o procedimento relativo à oferta pública de trabalho para con- CÂMARA MUNICIPAL DE ALBUFEIRA Aviso n. Rui César Figueiredo Ferreira. — O Presidente da Câmara. faz-se público que. realizado que foi o procedimento referente à oferta pública de trabalho para contratação de dez auxiliares de serviços gerais.º 1.º do citado diploma o presente Edital e respectivo anexo vão ser publicados na 2. o Vice-Presidente.15. presidente da Câmara Municipal de Aguiar da Beira. E para constar e conhecimento em geral. no regime de contrato de trabalho por tempo indeterminado. o Vice-Presidente. Isabel Maria Ildefonso Valverde. o Município de Albufeira celebrou Contratos de Trabalho em Funções Públicas. para a categoria de Engenheiro Técnico Mecânico de 2.02. escalão 1. do artigo 37. remuneração base de € 984. José Carlos Martins Rolo. de 22 de Agosto de 2008. se lavrou o presente edital e outros de igual teor que vão ser afixados nos locais do costume.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 PARTE H CÂMARA MUNICIPAL DE AGUIAR DA BEIRA Edital n. 2. — Por delegação do Presidente da Câmara. 2. de 27 de Fevereiro. com os seguintes trabalhadores. 301218794 Aviso n. o Município de Albufeira celebrou Contratos de Trabalho em Funções Públicas. do n. traduzindo -se na redefinição do limite do Espaço Urbano da localidade de Dornelas. de 27 de Fevereiro. Nos termos do artigo 148.º 380/99.44.4218 Diário da República. por Tempo Indeterminado. escalão 1. o Vice-Presidente. 2. faz-se público que.º da Lei n. por Tempo Indeterminado. Augusto Fernando Andrade. com a trabalhadora.º 2541/2009 Em cumprimento do disposto na alínea b).º 2543/2009 Em cumprimento do disposto na alínea b).º da Lei n. José Carlos Martins Rolo. de 18 de Agosto de 2008.ª série do Diário da República. para a categoria de técnico superior de 2. o Município de Albufeira celebrou Contrato de Trabalho em Funções Públicas. faz-se público que.ª Série.º 12-A/2008. índice 128.º 12-A/2008. do n. 5 de Janeiro de 2009. remuneração base de € 1. 301213617 Aviso n.º 2544/2009 Em cumprimento do disposto na alínea b). índice 400. com as trabalhadoras. de 04 de Setembro de 2008. aprovou a rectificação ao Plano Director Municipal de Aguiar da Beira ao abrigo da alínea c) do n. Aviso n. do n. José Carlos Martins Rolo.º 1. remuneração base de € 427.ª Classe. para a categoria de Nadador Salvador. n. n. — Por delegação do Presidente da Câmara (despacho de 21 de Outubro de 2005). no regime de contrato de trabalho por tempo indeterminado. para a categoria de Auxiliar de Serviços Gerais.º 1 do artigo 97. índice 295. de 22 de Setembro. com efeitos a partir de 29 de Dezembro de 2008.02. por deliberação tomada na sessão ordinária realizada em 19 de Dezembro de 2008. por Tempo Indeterminado. Vítor Manuel Correia Martins.º 158. realizado que foi o procedimento relativo à oferta pública de trabalho para contratação de três nadadores-salvadores. do n. José Carlos Martins Rolo. — Por delegação do Presidente da Câmara.º 12-A/2008.º 12-A/2008. de 27 de Fevereiro. com início em 30 de Dezembro de 2008: Elisabete Alexandra Teixeira Gonçalves. n. realizado que foi o procedimento relativo à oferta pública de trabalho para contratação de um estagiário da carreira técnica superior — arquitecto.º 1. n. 5 de Janeiro de 2009. do artigo 37. com início em 31 de Dezembro de 2008.º 12-A/2008. na designada Rua do Cimo da Lage. no regime de contrato de trabalho por tempo indeterminado. no regime de contrato de trabalho por tempo indeterminado. o Vice-Presidente. de 27 de Fevereiro. o Vice-Presidente. 2. 301213552 Aviso n. escalão 1. na redacção que lhe foi conferida pelo Decreto-lei 316/2007. remuneração base de € 427. proferidos no uso de competência delegada. do mapa de pessoal do Município de Albufeira.º 162. escalão 1.º 1.º 2540/2009 Em cumprimento do disposto na alínea b).ª série — N. de 19 de Setembro.º 115/2009 Augusto Fernando Andrade. respectivamente. para lugares da categoria de técnico superior de 2. de 27 de Fevereiro. 301218461 .ª Série. publicado no Diário da República. foram nomeados em regime de comissão de serviço extraordinária. os funcionários Dinis Gomes Alves e João Paulo da Silva Ramos. Pedro Alexandre Belchior do Nascimento. torna público que a Assembleia Municipal de Aguiar da Beira. 29 de Dezembro de 2008.º da Lei n. por meus despachos de 29 de Dezembro de 2008. do artigo 37. A rectificação supra mencionada refere -se ao acerto de cartografia determinada por incorrecções de cadastro e de transposição de escalas.ª Série. com início em 30 e 31 de Dezembro de 2008. por Tempo Indeterminado. publicado no Diário da República.ª classe — arquitecto.334. 301214695 Aviso n. faz-se público que. pelo período de um ano.º-A do Decreto-Lei n. do artigo 37.º da Lei n. agregada ao presente Edital. 22 de Janeiro de 2009. 5 de Janeiro de 2009. o Município de Albufeira celebrou Contrato de Trabalho em Funções Públicas.º 171. do artigo 37. faz-se público que. 5 de Janeiro de 2009.ª Série. de 18 de Agosto de 2008.º 158. do n.º 1. Carina Alambre de Sousa e Ana Carina da Silva Martins.º 2539/2009 Para os devidos efeitos se torna público que. publicado no Diário da República.ª classe — engenheiro civil.

301213633 Declaração de rectificação n.º 98/97. podendo ser consultado. Área total máxima de construção (excluindo caves para estacionamento) 41.º do Decreto- . — O Presidente da Câmara. para: técnico superior assessor principal (médico veterinário) Torna-se público em cumprimento do meu despacho de 23 de Dezembro de 2008 e no uso da competência que me confere a alínea a) do n. no Diário da República. — O Presidente da Câmara. Área total máxima de construção para caves para estacionamento — 10. escalão 1.68.05 m2.º 5-A/2002.º 2546/2009 Para os devidos efeitos se torna público que. 16 de Janeiro de 2009.263. de 11 de Janeiro. Área loteada (soma das áreas dos lotes) — 26. — O Vereador do Pelouro. no Diário da República. de 18/09. — O Presidente da Câmara. de 26/08. O projecto de loteamento cumpre o disposto no PDMB e não houve lugar à consulta de entidades exteriores ao Município. de 26/08. João Paulo Trindade. no Diário da República. com o vencimento mensal ilíquido de 2368. Raul Manuel Sousa Carvalho. de 12 de Janeiro de 2009. Área de cedência para espaços verdes de utilização colectiva ou Equipamentos — 25. Joaquim Matias. — 122.º 2 do artigo. José Manuel Mateus da Silva e Rúben Durval Clemente Amaro.68.º do Decreto-Lei n.00 m2.º169/99.º169/99. descrito na Conservatória do Registo Predial do Barreiro sob os n. de 26/08. 30 de Dezembro de 2008. António Castanheira de Campos. conjugado com o artigo 77.º98/97. — O Vice-Presidente. a contar da data da publicação do presente aviso.os 01035/030618 e n. 301209202 Aviso (extracto) n. Área do prédio a lotear — 87. A nomeação em causa está isenta de fiscalização prévia do Tribunal de Contas.º 3 do artigo 22. n. Área de cedência para o domínio público municipal — 35. com os trabalhadores. José Carlos Martins Rolo. 18 de Dezembro de 2008.68 valores. pessoa colectiva n.640.00 m2. reclamações. o Licenciamento de uma operação de loteamento à qual corresponde o processo LT/2/06 em nome de BENSAÚDE. Numero de lotes — 38.º2 do artigo. foi nomeada Técnica Superior Assessora Principal (área de Sociologia) do Quadro desta Câmara Municipal na sequência do Concurso Interno de Acesso Limitado e depois de homologada a classificação atribuída à candidata: Maria Cristina da Costa Bernardo com 16. por Tempo Indeterminado.ª Série. escalão 1.º 316/07 de 19 de Setembro. de 11 de Julho.º 6197.º2 do artigo. ou Quinta da Azinheira (UOPG n. pela Lei n. 301253404 CÂMARA MUNICIPAL DE ALVITO Aviso (extracto) n. por escrito. Numero máximo de fogos — 288. na Divisão de Gestão Urbana e Licenciamento da Câmara Municipal do Barreiro.154. — Por delegação do Presidente da Câmara. foi nomeada Técnica Superior Principal — Assistente Social do Quadro desta Câmara Municipal na sequência do Concurso Interno de Acesso e depois de homologada a classificação atribuída à candidata: Maria Antónia Calca Penedo Sargaço com 15.º98/97. para a categoria de técnico superior assessor principal (médico veterinário) classificado no concurso referido em epígrafe.00 m2.º 4 do artigo 6.º 249/2009 Por ter sido redigido incorrectamente.os 82 e 90) na Freguesia de Santo André. 301181541 Aviso (extracto) n. Assim onde se lê «oriundo do quadro de pessoal do Município de Beja» deve ler-se «oriundo do quadro de pessoal do Município de Oeiras». no Diário da República. no regime de contrato de trabalho por tempo indeterminado. rectifica-se o aviso relativo à transferência do funcionário Rubim José Gouveia Martins Capelinha.º do Decreto-Lei n.º 204/98.º da Lei n. a contar da data da publicação do presente aviso. nos termos do artigo.º 2550/2009 Concurso interno de acesso limitado. torna-se público que foi requerida na Câmara Municipal do Barreiro. A nomeada deverá aceitar a nomeação no prazo de 20 dias. n.º 2 do artigo 68. foi nomeada Assistente Administrativa Especialista do Quadro desta Câmara Municipal na sequência do Concurso Interno de Acesso e depois de homologada a classificação atribuída à candidata: Lucília Rosa Arcadinho Beiçudo Piteira com 15. para lugar da categoria de Agente Municipal de 2. no uso de competência delegada. nos termos do artigo. a contar da data da publicação do presente aviso.40 valores. nos termos da alínea a) do n. no âmbito das competências da alínea a) do n. 23 de Dezembro de 2008. publicado no Diário da República. S.º 161. de 18/09. com as seguintes características: Área total da propriedade. ºda Lei n. de 18 de Setembro. A. o Vice-Presidente. A nomeada deverá aceitar a nomeação no prazo de 20 dias. índice 710. no Diário da República.º 1 do artigo 34.º98/97.º 512004030. do mapa de pessoal do Município de Albufeira. no âmbito das competências da alínea a) do n. contados da data da publicação do aviso de nomeação no Diário da República. de 21 de Agosto de 2008. com início em 29 de Dezembro de 2008.51 m2. João Paulo Trindade. A nomeação em causa está isenta de fiscalização prévia do Tribunal de Contas.15 valores. a que se refere a alínea b) do n.º 7. o Município de Albufeira celebrou Contrato de Trabalho em Funções Públicas. João Paulo Trindade. Área a manter na posse do titular — 34. foi nomeada Técnica Superior Principal — BD do Quadro desta Câmara Municipal na sequência do Concurso Interno de Acesso Limitado e CÂMARA MUNICIPAL DE BELMONTE Aviso n. José Carlos Martins Rolo. A nomeação em causa está isenta de fiscalização prévia do Tribunal de Contas.º 2547/2009 Para os devidos efeitos se torna público que.514. para o prédio sito em Quinta Velha da Telha. sendo o encargo do município de 60 % do valor atrás referido e mais proventos legais. o Vice-Presidente.24 m2. no horário normal de expediente — a saber: 09h00m às 12h00m e. 2. Área total máxima de construção para habitação — 40.º da Lei n. índice 142.240. no âmbito das competências da alínea a) do n. 14 de Janeiro de 2009.ºda Lei n. A nomeada deverá aceitar a nomeação no prazo de 20 dias.º169/99.ºda Lei n.º 169/99. 301199598 CÂMARA MUNICIPAL DO BARREIRO Aviso (extracto) n. no âmbito das competências da alínea a) do n.599. 301181574 Aviso (extracto) n. devendo declarar que aceita o cargo no prazo de 20 dias.ª série — N. 2.º2 do artigo.º 2545/2009 Para os devidos efeitos se torna público que. nos termos do artigo.514. com as alterações introduzidas.68.73.º da Lei n.º 555/99.63 €. juntamente com a informação técnica elaborada pelos serviços municipais. A nomeação em causa está isenta de fiscalização prévia do Tribunal de Contas.00 m2.Diário da República. de 26/08.ºda Lei n.45 valores.ª Classe. remuneração base de € 473. A nomeada deverá aceitar a nomeação no prazo de 20 dias. decorridos que sejam oito dias sobre a data da publicação do presente aviso.20 m2.68.. para a categoria de operário qualificado — canalizador. o projecto apresentado está sujeito a discussão pública pelo prazo de 15 dias.114.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 tratação de quatro operários qualificados — canalizadores.º 2548/2009 Para os devidos efeitos se torna público que.ª Série.º do Decreto-Lei n.114. nomeio.º 169/99. Área total máxima de construção para comércio/serviços — 640.95 m2. nos termos do artigo.º da Lei n.390. 00 m2. a contar da data da publicação do presente aviso. publicado no Diário da República. — Por delegação do Presidente da Câmara (despacho de 21 de Outubro de 2005). das 14h00m às 16h00m.º 2549/2009 Nos termos do n. observações ou sugestões. 18 de Dezembro de 2008. de 16 de Dezembro.114.º da Lei n.º conjugado com o n.114. 5 de Janeiro de 2009.º 2 do artigo 27.987. com a redacção conferida pelo Decreto-lei 177/01 de 04 de Junho. Nos termos dos supra citados preceitos legais. 2. aí podendo também ser apresentadas. de 18/09. de 18/09. 301238703 4219 depois de homologada a classificação atribuída à candidata: Elsa Maria Fonseca da Cruz Janeiro com 18.

e nos termos do n. de 19 de Dezembro. O presente aviso vai ser igualmente afixado na Junta de Freguesia de São Domingos de Rana.00 m2 a ser designada por Parcela A destinada a equipamento e a ser cedida para equipamento no âmbito do loteamento a Sul.º 3 do artigo 22. requerido por José Filipe Martinho da Silva e outros na qualidade de proprietários do lote 29. de 17 de Outubro. — O Vice-Presidente da Câmara.4220 Diário da República. de 16 de Dezembro.00H). 301177273 Aviso n.º 409/91. contados a partir da data da publicação do presente aviso no Diário da República — 2. Os interessados podem apresentar por escrito. da sua área de construção para 198.º e n. na redacção que lhe foi conferida pelo Decreto–Lei n. aplicável à administração local pelo Decreto-Lei n. Freguesia de São Domingos de Rana. datado de 5 de Dezembro de 2008.º 92/2005. requerido por Rogério Ferreira dos Santos. e ao abrigo do artigo 25. datado de 25 de Novembro de 2008. com CÂMARA MUNICIPAL DE CASCAIS Aviso n. escalão 2.º 2 do artigo.00 m2. as quais deverão ser entregues no Sector de Atendimento do Urbanismo. de 4 de Junho e no uso da competência que me foi subdelegada pelo Despacho n. torna-se público que.º 427/89. que se anexa.º 53/2006.º 2551/2009 Nomeação Para efeitos do disposto na alínea b) do n. 301172259 Aviso n. — O Presidente da Câmara. com a nova redacção que lhe veio ser dada pelo artigo 1.º da Lei n. da Câmara Municipal de Coimbra. N.º 2 do artigo 27.00 m2).os 6.º 302 Em cumprimento da sentença judicial proferida pelo Supremo Tribunal Administrativo. de 19 de Dezembro. hei por conveniente divulgar que nos termos das disposições conjugadas previstas no n. datado de 25 de Novembro de 2008. por meu despacho de 16 de Dezembro de 2008. se torna público que. divulga-se que se encontra no período de discussão pública o pedido de alteração da licença da operação de loteamento que se refere o alvará n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 as respectivas alterações.º 11/2008.00H às 16. reclamações. com a categoria de assistente de acção educativa.º de Maio. 301170396 Aviso n. de 17 de Junho. com a categoria de auxiliar administrativa com efeitos a 01 de Março de 2009. Fernando José da Costa.º 1 do artigo 76. com a categoria de Engenheiro Civil de 1. no decurso daquele período. de 31 de Março. na redacção que lhe foi conferida pelo Decreto-Lei n. o funcionário do Gabinete de Apoio Técnico (GAT`s). devido a redefinição dos alinhamentos no local. com as respectivas alterações.00 m2 (-630. Carlos Carreiras.º de fogos para 1 (-2). que se encontra no período de discussão pública a alteração da licença de loteamento titulada pelo alvará n.º 1 do artigo 76.25 m2)e do n. aplicado à administração local pelo Decreto-Lei n.ª série. com as respectivas alterações. de 7 de Dezembro. foi deferido o pedido de licença sem vencimento por um ano a Susana Paula Borges Menezes. nos Paços do Concelho e no local objecto do loteamento. foi deferido o pedido de licença sem vencimento por um ano a Maria do Rosário Francisco.00H e das 14. com a área de 955.º 92/2005. de 7 de Dezembro.º 2553/2009 Transferência Para os devidos efeitos. a de implantação para 3. do mesmo proprietário (P. torna-se público que.º SPO-790/2007 e 6675/2005 estarão disponíveis. Fernando José da Costa. do artigo 12. foi autorizado o pedido de transferência para esta autarquia.00 m2 (-320. — O Presidente da Câmara.º do Decreto-Lei n. e nos termos do n.º 100/99.º SPO — 790/2007 — Alteração ao alvará de loteamento n.º 218/98. 29 de Dezembro de 2008. 29 de Dezembro de 2008. de 4 de Junho e no uso da competência que me foi subdelegada pelo Despacho n. Com esta alteração é reduzida a área total de construção para 6. por despacho do Presidente da Câmara.º SPO 6675/2005). Fernando José da Costa. Durante o período de discussão pública que decorrerá pelo prazo de 15 dias úteis.00H às 13. de 7 de Dezembro.º SPO-389/2007 — Alteração ao alvará de loteamento n.º Civil Assessor.º 100/99. de 19 de Outubro. 301171862 -Lei n.00 m2. — O Presidente da Câmara.º 409/91. A alteração consiste na reconfiguração do lote 29.º 2557/2009 Discussão pública Processo n. e o n. Amândio Manuel Ferreira Melo.º 2555/2009 Licença sem vencimento por um ano Para os devidos efeitos.º 177/01. de 20 de Fevereiro. passando a área sobrante de 630.429.º do Decreto-Lei n. datada de 27 de Outubro de 2008. 3 de Janeiro de 2009. 29 de Dezembro de 2008. 29 de Dezembro de 2008. na redacção do Decreto-Lei n. (Não carece de visto do TC. para consulta. 29 de Dezembro de 2008. do Decreto-Lei n. .º 409/91. 2. da área de implantação para 131. descrito na 1. por despacho do Presidente da Câmara. — O Presidente da Câmara. se torna público que. na Divisão Administrativa do Urbanismo — Secção de Apoio aos Loteamentos — das 9.º 1250 Nos termos do n. — O Presidente da Câmara. e nos termos do n. foi deferido o pedido de licença sem vencimento por um ano a João Manuel Enxuto de Oliveira. torna-se público que.00 m2.º 100/99.º 427/89.º 427/89.º 1250.00 m2). por despacho do Presidente da Câmara. 301183283 CÂMARA MUNICIPAL DAS CALDAS DA RAINHA Aviso n. sito em Tires — Bairro 1. Fernando José da Costa. 301199557 Aviso n.º 1 do artigo 34. Fernando José da Costa.ª série — N. com redução de área do lote para 375.º conjugado com o n. com a categoria de tractorista com efeitos a 01 de Janeiro de 2009.809. sugestões e pedidos de esclarecimento.ª Classe.º 3 do artigo 22 do Decreto-Lei n. por deliberação de Câmara Municipal.25 m2.º de fogos para 50 sendo também reduzida a área cedida para arruamentos.º 1 do artigo 76. A parcela “B” a reduzir da área de arruamentos passa a incorporar o lote 29. 301177038 Aviso n.º 302.º.º do Decreto-Lei n. o Processo n. ao abrigo do disposto nos n.º 555/99. foi provido automaticamente em lugar vago no quadro de pessoal desta autarquia.º 09924/240602. observações. em 50 m2. aplicável à administração local pelo Decreto-Lei n.144. de 16 de Dezembro.º da Lei n.º 2552/2009 Licença sem vencimento por um ano Para os devidos efeitos.º 555/99.ª Conservatória do Registo Predial de Cascais sob a ficha n. de 31 de Março. José Emanuel Malvar Rodrigues Ferreira. 9 e 12. Mantêm-se os restantes parâmetros do alvará inicial. com efeitos reportados a 2 de Dezembro de 2008. de 17 de Outubro. — O Presidente da Câmara.25 m2 (-202. 27. do Decreto-Lei n.º 177/01.º.º 2554/2009 Licença sem vencimento por um ano Para os devidos efeitos.º. passando para 3. com efeitos a 02 de Dezembro de 2008. com a categoria de Técnico Superior Eng. índice 660.º 2556/2009 Discussão pública Processo n. de 31 de Março. de 7 de Dezembro. do Decreto-Lei n.) 23 de Dezembro de 2008.

. .Diário da República.da Fical — Empreiteiros de Figueiredo & Carvalho.ª série. . 2. . .00H e das 14. Durante o período de discussão pública que decorrerá pelo prazo de 15 dias úteis. . . no placar do Edifício dos Paços do Município. do quadro de pessoal desta Autarquia. Execução de Poços de Captação na Fonte Fria . . .º e 3. cuja área se prevê reduzir de 294. . . . — O Vereador Responsável pela Gestão de Pessoal. A. . . . . . . S. Reabilitação do Polidesportivo de Figueiró da Granja . no decurso daquele período. Lopes & Irmãos. . . . . . Ajuste Directo Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Ajuste Directo Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Ajuste Directo Ajuste Directo Concurso Limitado Concurso Limitado Ajuste Directo Ajuste Directo Ajuste Directo Ajuste Directo Ajuste Directo € 286 200. .76 € 82 503.00 € 87 233. contados a partir da data da publicação do presente aviso no Diário da República — 2. A Fical — Empreiteiros de Figueiredo & Carvalho. 1. .da Lopes & Irmãos.da Lopes & Irmãos. . . . . . . o Processo n. . .68 € 101 058. quando à servidão aeronáutica. . . .00 € 21 050. . . S. A. . . . . . . Maria Emília da Fonseca Boleto Pinto. . . A. descrito na 1. . . . A área de intervenção localiza-se em Plano Director Municipal nas categorias de espaço urbano de baixa densidade e histórico.00 € 49 850. L. L. . Embeiral — Empreiteiros das Beiras. . L.42 € 15 000.00m2. 6 de Janeiro de 2008.00H às 13. .º 2560/2009 Para os devidos efeitos torna-se público que por meu despacho de 29 de Dezembro de 2008 e na sequência do concurso Interno de Acesso Li- mitado para o preenchimento de um lugar de Técnico Superior Arquitecto Assessor Principal. . . . .87 € 11 920. .da António Caetano & Moreira. .42 € 38 029. . L.00 € 14 999. A. . . .º classificado no concurso oportunamente realizado. . . no dia 24/10/2008 e cuja lista de classificação final foi homologada pelo senhor Presidente da . Os interessados podem apresentar por escrito.da Lopes & Irmãos. . . . . .º 1 do artigo 114. . . . . . . O prazo de aceitação é de 20 dias a contar da data da publicação do presente aviso no Diário da República. . . . A. 301256823 CÂMARA MUNICIPAL DE FORNOS DE ALGODRES Aviso n. . . Montalvia — Construtora. . . observações. A. Maria Emília da Fonseca Boleto Pinto. . — O Vice-Presidente da Câmara. publica-se a lista de todas as obras adjudicadas no ano de 2008 pela Câmara Municipal de Fornos de Algodres. . . . . . . Mantêm-se inalterados os restantes parâmetros urbanísticos constantes do alvará inicial. . .00H).00 € 15 000. a que se refere o aviso de abertura afixado.R. . . . . Tal diferença será absorvida para o domínio publico municipal (arruamentos) cuja área total passa para 5.00H às 16. . Pavimentação do Caminho da Quinta da Ribeira . . . . . . .da Aurélio Lopes. . .º 2559/2009 Em cumprimento do artigo 275. S.62 € 112 134. A. .90 € 119 686. . Isento de visto do tribunal de Contas nos termos da conjugação do n.º 2/2006. . no local objecto do loteamento e num jornal de âmbito nacional.da Lopes & Irmãos. . . . . . . nomeio definitivamente para os lugares da categoria de Assistente Administrativo. .da A. . . . — Construções. . tendo a proposta obtido pareceres favoráveis das entidades consultadas. . Caminho Rural da Rua da Pia .L. José Severino Soares Miranda. nos Paços do Concelho.02 € 188 910. S. . L.ª série — N. . . A alteração incide sobre os parâmetros do lote 10. Fical — Empreiteiros de Figueiredo & Carvalho. .º 2558/2009 Por meu despacho de 16 de Janeiro do corrente ano.65 € 47 937.º e do n. L. . Valor Adjudicatário Forma de adjudicação Trabalhos Complementares da Ligação A25/Fornos de Algodres Pavimentação do Caminho das Arrebacias — Matança . . . .38 Manuel Rodrigues Gouveia. do grupo de pessoal Técnico Superior. . . .º 1 do artigo 46. . . Pavimentação de Arruamento em Vila Chã . promovido pela Câmara Municipal de Cascais. .da Manuel Rodrigues Gouveia.ª Conservatória do Registo Predial de Cascais sob a ficha n. S. . Lopes & Irmãos. Construção de Muros na Quinta do Alemão . A. . . . Caminho Rural das Quintas de Infias . . . .s Pavimentação da Zona Industrial de Fornos de Algodres . Beneficiação da EM Matança/Maceira . Carlos Carreiras. .º SPO-389/2007 estará disponível. reclamações. . Ana Maria Abrantes Elias.38 € 40 467. Montalvia — Construtora.07 € 124 638.SALO — das 9. .º 01810/010987. . . Ana Maria Quelhas Silvestre e José António Lanzinha Neves. S. L. . . .. . . .32 € 110 826. Rectificação de Caminhos.00 € 71 339. S. .75 € 68 757. . CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR Aviso n. A. Maria Emília da Fonseca Boleto Pinto Lopes & Irmãos. Recuperação do Poço de Captação de Água e Pavimentação de Valetas na Freguesia de Infias. O presente aviso vai ser igualmente afixado na Junta de Freguesia de S. . .45 € 33 382. . . 301199735 Obra 4221 CÂMARA MUNICIPAL DA COVILHÃ Aviso n. Reforço da Captação na Fonte Fria . .º do Decreto-Lei n. Alargamento de Caminhos de Acesso ao Complexo Desportivo de Fornos de Algodres. Construção de Reservatório de Água com a Capacidade de 100 m3 e Ampliação da Rede de Distribuição das Fuinhas. . . . . . . . .º 98/97. . . .º. Pavimentação do Bairro das Tílias — Maceira . . . L. . L. . . Pavimentação da Rua da Capela — Casal Vasco. de 3 de Janeiro em matéria de recursos humanos.00m2 para 254. . . . . L.º 59/99. . . . designadamente da CCDRLVT quanto à servidão do domínio hídrico e ANA.da Lopes & Irmãos. de 26 de Agosto. .º da Lei n. . . Pavimentação de Caminhos em Várias Freguesias do Concelho de Fornos de Algodre. Freguesia de São Domingos de Rana. . . para consulta.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 sito nos limites do lugar de Tires. . . Luís Manuel Fino Gil Barreiros. . S. . S. . Caminho Rural das Quintas de Vila Soeiro do Chão . sugestões e pedidos de esclarecimento. S. . . .00 € 24 133. . 22 de Janeiro de 2009. 2. .00m2. . na Divisão Administrativa do Urbanismo. e na sequência do aviso publicado em 29 de Maio de 2008. . . de 2 de Março de 1999.176. . . . 19 de Janeiro de 2009. Rectificação e Alargamento de Arruamentos na Freguesia de Casal Vasco. . no uso da competência dada pelo Despacho n. Caminho Rural do Godinho . Infraestruturas para Equipamentos do Centro Cultural de Fornos de Algodres. . . . Domingos de Rana. — O Presidente da Câmara. .

41. aos candidatos. tendo em vista a prestação de serviços às populações de forma a garantir uma cada vez melhor qualidade de vida dos munícipes nomeadamente ao nível de investimentos em infra-estruturas básicas. foram nomeados. aprovado pelo Decreto-Lei n. 1 Lugar de Fiscal Municipal Especialista: António Agostinho Daniel Luís — escalão1 índice 269.º 13/00. n. no caso presente.º 64/03.º 178/2006.º da Lei n.º 14.€ 897. a saber: — António José de Carvalho Espinheira Rio O referido candidato deverá assinar o termo de aceitação para que foi nomeado no prazo de 20 dias. publicado no Diário da República n. aprovado pelo Decreto-Lei n. A sistematização de um conjunto de procedimentos técnicos e administrativos relativos às operações urbanísticas a desenvolver pelos particulares. a ampliação da figura dos impactes semelhantes a loteamento com o novo regime do impacte urbanístico relevante. 2. um novo regime relativo às consultas externas a efectuar à administração central. 30 de Dezembro de 2008. de 2 de Setembro.41. de 4 de Setembro.41. de 5 de Setembro.º 2 do artigo 68. com as alterações posteriormente introduzidas. de 4 de Setembro. na senda da modernização da administração municipal cuja implementação é já uma realidade no nosso Município. Maria Germana de Sousa Rocha. elabora-se o presente Regulamento tendo como objectivos: Uma ocupação e fruição ordenada e qualificada do território municipal. os candidatos abaixo indicados: 1 Lugar Técnico Superior Principal — Área História: Margarida Maria Lameiras Assunção Noutel Santos — escalão 1 índice 510 -€ 1. de 22 de Fevereiro. Álvaro dos Santos Amaro. de 29 de Janeiro. de 18 de Setembro.º lugar da referida lista.º e do artigo 241. do estipulado na Lei das Finanças Locais e no Regime Jurídico das Taxas das Autarquias Locais. procurando uma melhor e mais célere prestação de serviços ao munícipe. ambas do artigo 64.º 60/2007. Ana Isabel Vieira Pires — escalão 1 índice 269 — € 897.56. com as respectivas alterações. minimizem o recurso a sistemas que dependam do consumo de energia de índole comercial e o impacto sobre o ambiente. 301182773 CÂMARA MUNICIPAL DE ÍLHAVO Regulamento n. no dia 24/12/2008 e notificada. de 8 de Agosto. .º 177/01.º 98/97 de 26 de Agosto). o candidato classificado em 1. do n. Assim.º 7. 301276166 CÂMARA MUNICIPAL DE GOUVEIA Aviso n. e um novo regime das comunicações prévias.º 2561/2009 Para os devidos efeitos. por despachos datados de 31 de Dezembro de 2008. de 23 de Agosto.. na sua actual redacção.º 59/2009 Regulamento Municipal da Urbanização e da Edificação Preâmbulo Com a publicação da Lei n. Assim e tendo presente a experiência entretanto adquirida. Da mesma forma e porque mais do que uma obrigação legal. submete-se à aprovação da Câmara Municipal o presente projecto de alteração do Regulamento Municipal da Urbanização e Edificação e da correspondente tabela de taxas e a sua submissão a apreciação pública nos termos do disposto no n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Destacam-se das alterações referidas aquelas que mais se reflectem no articulado do Regulamento actualmente em vigor. 2. e da Lei n.º 98/97. pelas Leis n. ao abrigo do disposto no n. a cobrança das taxas surge como uma necessidade.4222 Diário da República. 301276222 Aviso n. o surgimento da figura do gestor do procedimento. — Por delegação do Presidente da Câmara. a contar da publicação deste aviso no Diário da República. do determinado no Regulamento Geral das Edificações Urbanas. o desaparecimento do emparcelamento enquanto operação urbanística de loteamento. nos termos dos disposto no artigo 66. Câmara. de 18 de Setembro.) 2 de Janeiro de 2009.º 60/2007. o Decreto-Lei n. incluindo a definição das condicionantes formais e funcionais a considerar nos projectos que visem intervenções de carácter urbanístico e arquitectónico.º 267/2002. foram seguidos.º da Constituição da República Portuguesa.41.º do Despacho Normativo n. designadamente as autorizações administrativas.ª série — N. Uma melhor clarificação de um conjunto de definições. nos termos da Lei n. em complemento e conjugação com a demais regulamentação municipal existente. 3 Lugares de assistente administrativo especialista: Rui Manuel Paulo Costa — escalão 1 índice 269 — € 897. os mesmos princípios do RMUE actualmente ainda em vigor e que então fundamentaram a definição e o cálculo dessa mesmas taxas. com vista à sua adaptação a este novo enquadramento legal que lhe serve de fundamento. com as alterações que lhe foram introduzidas pela Lei n. — O Presidente da Câmara. das normas constantes do Decreto-Lei n.º 38382.º 2.701. 2 Lugares de Operário Qualificado Principal — Jardineiro: PauloAlexandre Figueiredo Silveira — escalão 1 índice 204 — € 680. procurando uniformizar o vocabulário urbanístico a aplicar.º 35-A/2008 de 29/07. 21 de Janeiro de 2009. a introdução das tecnologias de informação como meio privilegiado na entrada de documentos e como forma de proporcionar. Foi nomeado técnico superior arquitecto assessor principal.41. e pelo Decreto–Lei n.º 60/2007. declara-se sem efeito o aviso n.º 4 do artigo 9. e 4-A/2003. com a redacção pela Lei n. pelo Decreto-Lei n. do preceituado no Decreto-Lei n. de 19 de Fevereiro. R. precedendo concursos internos de acesso limitado. de 26 de Agosto. 1 Lugar de Operário Qualificado — Calceteiro: José Manuel Santos Reis — escalão 1 índice 204 — € 680.º 7 do artigo 112.º 169/99.º 91/95.º.º e da alínea m) do n. (Isento do visto prévio do Tribunal de Contas. O prazo de aceitação é de 20 dias a contar da data da publicação do presente aviso no Diário da República.ª série de 21 de Janeiro de 2009. que assegura o normal desenvolvimento da tramitação processual nas suas diversas fases. Acácio Costa Oliveira — escalão 1 índice 204 — € 680.º 555/99. do consignado nas alíneas a) e e) do n. de 4 de Junho. e finalmente. Vereadora da DRH. a Vereadora da D.º da Lei n. alínea c) da Lei n. de 26 de Novembro. ventilação e iluminação natural. H.56. das disposições da Lei n. nos termos do artigo 114. de 11 de Janeiro.º 1930/2009. de 16 de Dezembro. em especial no que concerne às taxas aplicáveis nos casos de admissão da comunicação prévia. os quais implicam um esforço financeiro contínuo por parte da autarquia.º 169/99.º 555/99.º 53 — E/2006. sofre profundas alterações que implicam a necessidade de proceder à revisão do actual Regulamento Municipal da Urbanização e Edificação (RMUE). e nos termos e no uso da competência que lhe confere o disposto na alínea c) do n.º 2562/2009 Para os devidos efeitos se faz público que. — Por Delegação do Presidente da Câmara. Uma abordagem à concepção sustentável de espaços exteriores e edifícios através da integração de princípios da utilização passiva da energia solar. de 20 de Julho.º 3 do artigo 3. que visem o conforto térmico. Maria Germana de Sousa Rocha. de 7 de Agosto de 1951.56.º 5-A/2002. Maria Fátima Lopes Santos — escalão 1 índice 269 — € 897. um melhor e mais eficaz serviço prestado aos cidadãos.º da Lei n. de 16 de Dezembro.º 3. tornando-se contudo necessário promover a adaptação ao definido no novo RJUE.os 15/2002. do previsto no Decreto-Lei n. de 4 de Setembro.º 2 dos artigos 53. com as alterações introduzidas pela Lei n.º 157/2006. tendo em vista uma resposta mais célere e objectiva aos desafios de futuro que aquelas tecnologias perspectivam. e da alínea a) do n. que apenas se mantêm para a utilização de edifícios e suas fracções. (A presente nomeação não está sujeita a visto prévio do Tribunal de Contas.

no sentido de garantir a sua adequação e coerência com as novas regras. . . .ª série. . cuja alteração foi publicada no DR. . .º.º. . . . . . .º. . . . . . 49. . exactamente. . . . .º. . .º. . . . . . . . (Anterior alínea q. aprovado pelo Decreto-Lei n. . 8. (Anterior alínea u. .º. . com a redacção dada e republicado pela Lei n. Estas alterações obrigam a uma segunda alteração do presente Regulamento. 3. . . 35. . . 6. 60. . e será instruído com os elementos referidos na Portaria n. e de acordo com as normas contidas no Anexo II do presente Regulamento. . . poderá ser exigido pela Câmara Municipal o conveniente Estudo Prévio instruído de acordo com as normas constantes do Anexo I do presente Regulamento. . . . 4. aplicando-se.) 4223 n. de 4 de Junho. . . . . . . . . 52. . . pela admissão de comunicações. 46. . (Anterior alínea k. . . de 16 de Dezembro.Diário da República. . .º 232/2008. . . .ª série — N.º.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Nota justificativa O Regulamento Municipal da Urbanização e da Edificação (RMUE) elaborado no âmbito do Decreto-Lei (DL) n. bem como às compensações. § único — Nos casos previstos no artigo 13. onde existem as infra-estruturas essenciais e onde se encontram definidos os alinhamentos dos planos marginais por edificações em continuidade. . . . . Os artigos 1. adiante designado por RJUE. apresentados em formato digital para efeito de consulta das entidades da administração central.º. . 75. . .º 1 do artigo 91. . 2. . . . . . . de 16 de Dezembro. consignando-se ainda os princípios aplicáveis à urbanização e edificação. . . ampliação. . . A realização de obras de edificação sujeitas a licenciamento ou comunicação. . a concretização e execução do Decreto-Lei n. . . . . . . . .de 21 de Janeiro de 2005. . . x. com excepção das seguintes situações: a. . apêndice 70. . . de 21 de Janeiro de 2005. . . . n.º 1 do artigo 91. . . . 64. .º e 77.) bb. . . . .º. . com a redacção dada pela Lei n. .º […] 1. m. 14. nomeadamente. . o disposto no n. . . . mantendo o esquema estrutural básico e o aspecto exterior original. y. . . alterado e republicado pelo Decreto-Lei n. . . Telas finais: peças escritas e desenhadas que correspondem. 21.º. . seja pelo equilíbrio estético ou ambiental subjacente que urja salvaguardar. . . . . . . . . . apêndice 8.º 2 do artigo 11.) v.º. . . n. Visa-se. . . . . 11. .º.º.º. 48.º. . . . . . . . . . .º do RJUE. com vista a uma melhor apreciação da pretensão apresentada. . obedece ao disposto no artigo 9. . . .) r.º. . (Anterior alínea i. . 74. . . (Anterior alínea v. . O pedido de informação prévia. . foi aprovado pela Assembleia Municipal de Ílhavo. . . com as necessárias adaptações. . .º. . . 6. estabelecer e definir aquelas matérias que o Decreto-Lei n. . .º — A. . . . . com altura igual ou inferior a 2. . . . . . (Anterior alínea s. . . 69. . . .º. . . . Pérgula: estrutura de ensombramento aligeirada de reduzido impacte visual. . . .º. o pedido ou comunicação e respectivos elementos instrutórios serão apresentados em duplicado. . . . . . manutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas. . 57. . . . . . . .) cc. . em 7 de Março de 2003. . 65. . .60 metros e área igual ou inferior a 50. localizada no logradouro posterior da habitação e sem recurso a fundações permanentes. as regras gerais e critérios referentes às taxas devidas pela emissão de alvarás. . . . que foram aprovadas pela Assembleia Municipal de Ílhavo em 10 de Dezembro de 2004. 47. . . . 10. . .º […] O presente regulamento estabelece os princípios aplicáveis à urbanização e à edificação. ocupação do espaço público para a realização de obras e concessão de outros documentos. . . . . (Anterior alínea aa.º. . . de 11 de Março.º 555/99. . . 55. . .º 60/2007. .º. . n. . pela realização. . . . . . ou sobre área abrangida por alvará de loteamento em vigor. Estufa de jardim: edificação construída em estrutura ligeira revertida a material transparente de cor clara. . . . .º 107. . . . d) e f) do n. . . . . . com eventual reorganização do espaço interior. . . 62. . . . . .º. . .º.º 60/2007. . 71. . . . . . . 16. . . . . Obra: todo o trabalho de construção. f. 45. . l. sob proposta da Câmara Municipal. . O pedido de informação prévia relativo a operações de loteamento e obras de edificação é obrigatório.º.º. 23. h. .º do Decreto-Lei n. . . deste modo. . . hh. . . b. . sob proposta da Câmara Municipal. .00 m2. . . . . . . . . . 63. . (Anterior alínea w. . . . no exercício do seu poder regulamentar próprio. . . .º. . . de 9 de Maio de 2003. . 17. 56. dd. de 16 de Dezembro. . apêndice 70. . . . conservação e demolição de bens imóveis. i. de 9 de Maio de 2003.º 555/99. . (Anterior alínea l. . (Anterior alínea r. . c.) q. . . bem como regulamentos relativos ao lançamento e liquidação das taxas que sejam devidas pela realização de operações urbanísticas contemplando-se. 51. da natureza e localização da operação urbanística pretendida. . . Informação prévia de obras de edificação: quando as obras incidirem sobre área abrangida por Plano de Pormenor que contenha as menções constantes nas alíneas c). .) gg.º-A do RJUE. . .º do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial. .º. . . 2. . . .º. . .º. .º. 2. aprovado pelo Decreto-Lei n.) aa.) ff. . as regras gerais e critérios referentes às taxas devidas pela emissão de alvarás. (Anterior alínea m. . . reconstrução. Em situações devidamente justificadas. d) e f) do n. . . . . de 19 de Setembro. . 22. Obra de reabilitação: Obra de alteração que visa adequar e melhorar as condições de desempenho funcional de um edifício. . e. . .º 555/99. . 19. de autorização e de licença relativo a operações urbanísticas. . .º. . . . . . . . . . . . . . . (Anterior alínea j. . . . (Anterior alínea o. . . . . . . . . .º […] Para efeitos deste regulamento. alteração. .º 555/99. em função. n. . . . . . Com a entrada em vigor de novas disposições legais e em resultado da aplicação e da reflexão sobre este Regulamento. Artigo 3. . manutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas. com a presente alteração do Regulamento. . . . . .0 555/99.º. . . do RJIGT. . . de 22 de Setembro. . 5. Cércea dominante: cércea que apresenta a maior extensão ao longo de uma frente edificada. . . 59. . . 50.ª série. das obras de urbanização e das obras de edificação. . os Municípios devem aprovar regulamentos municipais de urbanização e ou de edificação. . . . . . . . . 4. . .º. . 7. . . (Anterior alínea n. . . .º Alterações 1. 2. . . . . . . . . . adiante designado por RJIGT. . . . 9. 76. . . remete para regulamento municipal. . a alteração ao RMUE foi publicada no Diário da República. bem como a sua comunicação prévia. seja em áreas densamente construídas ou comprometidas.º 60/2007. . o pedido ou comunicação e respectivos elementos instrutórios serão. . . . .) t. . . . . . . . no Município de Ílhavo.) k. Deverão ainda ser juntos ao pedido ou comunicação os elementos complementares que se mostrem necessários à sua correcta compreensão. . publicado no Diário da República (DR). (Anterior alínea h. . O actual Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação (RJUE). 3. . pela realização. de 4 de Setembro. . bem como de obras de urbanização inseridas em operações .) s. b. . 67. . . Enquanto não estiver implementado o sistema informático previsto no artigo 8. com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. . . . Informação prévia de loteamento: quando a operação incidir sobre área abrangida por Plano de Pormenor que contenha as menções constantes nas alíneas c). . pela admissão de comunicações prévias. (Anterior alínea p. . . apêndice 8. . Face ao preceituado neste diploma legal.ª série. d.) u. . introduziu alterações profundas nos procedimentos de licenciamento municipal das operações de loteamento. . . .º 380/99.º. . .) w.º. de 16 de Dezembro. . .) ee. . . . . . . . Artigo 2. . .) z.º. . de 16 de Dezembro. .º 177/2001. .º.ª série. . . obrigatoriamente. . . passam a ter a seguinte redacção: “Artigo 1. . . .º. . 61. . .) j. . Equipamento lúdico: edificação a céu aberto com finalidade lúdica ou de lazer. . houve necessidade de proceder a algumas alterações pontuais. . .º 15. . de 4 de Setembro. . 9. (Anterior alínea x. 15.º 316/2007. . . 5. (Anterior alínea z. . . . 7.) p.º. . . .º. .º 15. . .º. . . . . . Zona urbana consolidada: zona caracterizada por uma densidade de ocupação que permite identificar uma malha ou estrutura urbana já definida. . .º. bem como às compensações. . 53. .) o. . g.º. . . . . . . . de 4 de Setembro. . . . . entende-se por: a. . . .º 107. . . . . . . e publicado no Diário da República. . . com as alterações introduzidas pela Lei n. . à obra executada. .º do Regulamento Municipal da Urbanização e da Edificação (RMUE). . pois. . . 2. . 2. 68. . . Artigo 1. . .º. . 2. . . (Anterior alínea y. .º.

no caso destas se situarem nas Praias da Barra e da Costa Nova...... . . devendo em .... de construção e de demolição e ou fixar a data a partir da qual as mesmas se deverão iniciar.... a requerer pelo promotor. . . (Revogado.... ..º 1 e do n... .. 50 fogos. pelo construtor. 2. . .ª série — N... .. 4..º do presente Regulamento..º […] 1... . considera-se geradora de um impacte semelhante a um loteamento: a. bem como os que constituem património edificado integrados nos espaços culturais definidos no Plano Director Municipal (PDM) de Ílhavo. instruída de acordo com as normas constantes do Anexo I do presente regulamento..4224 Diário da República.. nos termos do artigo 80.. .. .º 3 do artigo 6....º 5 do artigo 57. SECÇÃO I Isenções Artigo 4. .... no tardoz.20 m. . implantados em zona exterior ao perímetro urbano definido para a propriedade respectiva. 2... .. .. Artigo 6. Nas edificações com cave. Em todas as edificações deve ser previsto... . ....º — A do RJUE 10.º — A do RJUE.) o... As pequenas construções para abrigo de animais até 10 m2 sem fins comerciais e com altura igual ou inferior a 2. designadamente as que envolvam a alteração de materiais e cores desde que compatíveis com os existentes na envolvente. .. . .... Por razões do interesse público a Câmara Municipal pode restringir os prazos para início e ou conclusão de obras de urbanização. . . e. . via pública e edifícios habitacionais. . ....50 m e com área igual ou inferior a 10 m2 e que não confinem com a via pública.. . . .. o acesso a pessoas de mobilidade condicionada aos pisos de rés-do-chão.. ..º do RJUE deve obedecer às seguintes condições: a.. 7. 2.. lotes ou espaço público pelo sector de topografia municipal. h. . o particular poderá optar pelo regime de licenciamento. ....º do RJUE.. . ..) 6. .. Estruturas amovíveis temporárias. tais como espaços de venda e promoção imobiliária relacionados com as operações urbanísticas em curso e instaladas nas respectivas propriedades. . mas têm sempre que cumprir a legislação aplicável em vigor.. antes da emissão do alvará de loteamento ou aquando da informação à Câmara Municipal da data do início dos trabalhos nos termos do disposto no artigo 80. ... Para efeitos do consignado no n..... impacte e dimensão não obedeçam ao procedimento de licença ou de comunicação. .. forma... Estão isentas de licença ou comunicação as operações urbanísticas identificadas nas alíneas a). com excepção das obras de reconstrução. . .. . garantindo em qualquer situação a profundidade mínima de 5 m de área livre.º Operações de loteamento sujeitas a consulta pública 1... . ...... A construção de rampas destinadas a pessoas de mobilidade condicionada e a eliminação de barreiras arquitectónicas quando localizadas no perímetro das habitações e dentro do lote edificável. .. ..º […] 1. .. 5. localização... .. b. . .º 1 do artigo 6. Estão sujeitas a consulta pública as operações de loteamento que excedam dos seguintes limites: a.. (Revogado. nomeadamente: Plano Director Municipal (PDM) de Ílhavo.2 m ou. f. pelo director de obra ou de fiscalização ou pelo coordenador do projecto antes do início da obra de edificação sujeita a licenciamento. .. . Ser instruído de acordo com as normas constantes do Anexo I do presente Regulamento. . (Anterior alínea j. ..º 4 do artigo 6... b). com afastamentos mínimos de qualquer estrema da propriedade de 4 m.º 2 do presente artigo deve ser precedida de uma participação à Câmara Municipal no respectivo início nos termos do disposto no artigo 80.º andar das edificações cuja utilização implica uso do público nos termos definidos no artigo 12. . .. (Anterior alínea f. As operações urbanísticas referidas no número anterior estão isentas de controlo prévio..... .. . consideram-se obras de escassa relevância urbanística aquelas que pela sua natureza.. .. b.) n. com as características definidas no diploma legal que aprova o regime da acessibilidade aos edifícios e estabelecimentos que recebem público.º — A do RJUE... A realização das obras previstas no n. Para efeito do disposto na alínea g) do n... . com excepção das instaladas sobre a cobertura dos edifícios sitos em áreas especificamente definidas no PDM como de grande sensibilidade paisagística e ou de reconhecido interesse histórico-social.. .. . Quando o controlo prévio da operação urbanística estiver sujeito ao regime de comunicação prévia. 10% da população do aglomerado urbano em que se insere a pretensão. k. . .. .. Devem ainda salvaguardar uma adequada inserção no local... . . O pedido de certidão comprovativa da verificação dos requisitos de destaque de parcela nos termos do disposto no n.. em vias de classificação e inseridos na respectiva zona de protecção.. d. ... . em duplicado quando apresentado em formato de papel. obrigatoriamente. até ao limite de 25 m. l.....º 19 — 28 de Janeiro de 2009 qualquer caso os interessados darem conhecimento à Câmara Municipal..... desde que não ocupe o logradouro frontal e.. 3. Código Civil. 3... .... . ... d... A demolição das edificações referidas nas alíneas interiores. j. .... . RMUE. . .. . . .º. Artigo 5.00 m..º-A e para os efeitos do definido no artigo 93.. ...º Isenção de licença ou de comunicação 1.. . A edificação de pombais com a área máxima de 6 m2. ........ . são dispensadas de apresentação de projecto de execução as edificações que disponham de menos de dez unidades de ocupação.. 2. A edificação de muros de estremas até 2 m de altura e de muros de suporte de terras até uma altura de 2 m ou que não alterem significativamente a topografia dos terrenos existentes.. . o acréscimo não exceda 50% da respectiva área livre da parcela..º Edificações com impacte semelhante a um loteamento Para efeitos de aplicação do n.. de loteamento sujeitas a comunicação..º […] 1.. . Ser precedido de informação prévia favorável para construção de uma edificação na parcela objecto de destaque. . c..... A edificação de equipamento lúdico ou de lazer associado a edificação principal com área inferior à desta última.. do tipo de operação urbanística que vai ser realizada. com altura igual ou inferior a 3. m. . 2. . acessibilidades e demais regulamentos específicos das boas normas construção. Artigo 11..... em alternativa. A edificação de estufas de jardim com altura inferior a 3 m e área igual ou inferior a 20 m2.º do RJUE. Artigo 7.. b. .) i. .... esta poderá ter uma profundidade superior a 15.. .. i) e j) do n. ao edifício principal com altura não superior a 2. sob pena de serem puníveis como contra-ordenação e ficarem à aplicação das sanções previstas nos diplomas legais que forem infringidos. 2 ha. 11. .. O limite previsto na alínea c) do número anterior será referenciado ao valor do último censo da população residente na freguesia em que se insere a operação. .. g. . . . . de modo a não afectar a estética das povoações e a beleza das paisagens. alvarás de loteamento em que se integrem.. As edificações.. . Pérgulas. 2.º do RJUE. destinadas a apoio às funções habitacionais em prédio onde haja título válido para utilização da edificação principal....... integrando este conceito as seguintes obras: a...º 4 do artigo 80... ampliação e alteração de imóveis classificados..... . durante o prazo de validade do alvará ou da comunicação prévia admitida para a operação urbanística correspondente. . . contíguas ou não. As pequenas obras de arranjo e melhoramento da área envolvente das edificações que não afectem área do domínio público.. 5 (cinco) dias antes do início das obras. A obrigatoriedade referida em 1... (Anterior alínea i. c... deve ser precedida da verificação dos respectivos alinhamentos da edificação. b.... .. . ... . As obras de alteração exterior pouco significativa.) Artigo 9... . .. . . c. estende-se ao 1.. Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU).

. .. . a utilização de uma única tipologia construtiva. . . . . . . . . . .. . .. . . . ... . . . . .40 m acima do respectivo pavimento. . . . . . . ... 5. . . . .. b. . Se encontrem definidos em Planos Municipais de Ordenamento do Território ou Estudos Urbanísticos aprovados pela Câmara Municipal alinhamentos diversos.. . . . . . . ... . . . . .. . 6. . . . . . . .. 7. . . . . . 2. . . . . . . . .. . . .. .. . ... . . . . .. . . . ... . . . prejudicando a segurança de pessoas e bens. . . . . .. .. . .. . . . . . ... . . definida da seguinte forma: Para terrenos servidos por mais que um arruamento. . . . . . .. . ... . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . . 2. . . . esta colide com os usos a desenvolver nesse mesmo espaço. . . ... . . . . . . . . . 2.. . . . . c. . . . . . .. . . d. . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . ... . . . Artigo 21. . . . . . . . ... . .. . . .. . . . . . . .. . . . . . . . aceitando-se apenas.. . . . . . . estacionamento automóvel e outras funções de apoio à habitação. . . . . . . .. . . . . .. .. . . . .. . . . . . . . . .. . . . .. . . . .. .. .. . . . . .. . . . . .. . . . .. . .. . . . .º Alinhamento e cota de soleira 4225 1... .. . Quando a opção do projecto for a de cobertura em placa horizontal. c. . . . . . . . . .. .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. .. .. . . . . . . . . . .. . . . . .. . . .. . . . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . Não serão permitidos balanços fechados sobre os logradouros laterais quando estes possuam a largura mínima legalmente estabelecida. . . . 2... . . . . 6. . . .Diário da República. . .. . sendo interdita qualquer utilização de carácter comercial. . . . .. . . . .. .. provisórios e ou definitivos. c.. . f.. . . .. . . .... .. . . .. . . . . . . . o valor de 0. . . . . a. . . .. . . . . . .. .. . .. .. . . . . . . . . . . . . .. .. . . ... . . . . . . .. . . . .. c. . .... .. 2... . .. .. . . bem como a qualidade da paisagem e o usufruto público do espaço correspondente. . . .. . .. . . desde que fiquem salvaguardadas as situações de servidão de vistas. . . .. . . . .. . .. . .. . .. . . .. .. . . . .. .. . ... . . . § único — Esta regra não se aplica quando o último piso da edificação for já um piso recuado. ... . . .. . . . .. Deverá considerar-se como peso específico dos resíduos em contentor. . . . .. . . . . . . ... . . . . . . . .. . b. . .. ... . .. . .. . . .... .. . . . . .... . . . . . .. .. . não poderão ter uma altura inferior a 1. . . .. . . . ... . .. . . .. . . . . . . . . . . .... .. . . . .. . . . . . . . . . . .. . . ... b. . . . . . . . . . .. . ... .. . . . . . . . . .. . . 4... . . .. . .. .. . . . . . . .. . . . . . desde que as mesmas se destinem a melhorar o desempenho energético e estético dos edifícios. .. . Artigo 45.. ... . varandas e guardas 1. . . . . .. . .. . . . . .. .. . . . 2. .. . . . . . .. . . . .. . . .50 m. . . .. . . . . .. . . .. . . . Artigo 17. . pela sua localização. ... . . .. . . . .. . . . . . ... é a cota do arruamento de cota inferior. . . . 2. . . . .. . . . . .. . . Artigo 22. . . . . . . . 3. .. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . . . . c. . . 2. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . e 2. . . Garantam uma altura livre com o mínimo de 2. . . .. .. integrada na habitação e de forma a que a roupa estendida não seja visível a partir da via pública. . . . . .. . . . . ... . . . . . . . . . .. . . . . . . . d. . . . . . ... . ...º Terraços. . . . . . . . . . .º […] A construção de pequenos edifícios denominados anexos... . . . . . . bem como aqueles cujo uso se destina a arrumos. .. .. . . . . . A ocupação do espaço público para efeito da realização de obras nos espaços urbanos da Praia da Barra e da Costa Nova poderá não ser autorizada durante a época balnear caso se verifique que. .. . .. . .º […] As taxas definidas no presente regulamento são devidas pela emissão de alvarás.. . . . . . . . . . . .. . .. .. .. . .. . . . individualizada. . . . . . . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . Será permitida a instalação de marquises nas condições previstas no Regulamento Geral das Edificações Urbanas. . Artigo 23. . . .º Balanços fechados e varandas 1.. ... . . . 3. . . . .. . .. . . 7. . b... .. . ... . 6. .. . . . . . Artigo 19. .. .. . .. . . . .. d. .. .. . . .º […] 1. . . . .. A cota de soleira dos edifícios não poderá elevar-se mais do que 0. . . 3.. . ... .. . . . . . . . . determinada nos termos do ponto seguinte. . . . ... a. . . . . . . .. . . .. . .. .. .. . . . .... . . . . . . .. . . . . . . . .º […] 1. . . . .. .. poderá ser permitida a utilização para fins habitacionais.. . . .. . . .. . . . .. . . . . . nomeadamente por crianças. . . com excepção da actividade de fabrico artesanal de pão e folares regionais existentes. . . . . . ... ... . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Artigo 10. . . . . . . . . . . . . . . . . . b. . . . . .. ... . . . .. . .. . . . . . exclusivamente. . . . . 5. . ma- . . . .. .. . . . . . . . d. .. . . . . . . . . . . . . . . .3 kg/habitante. . ..... .... . .. . . . . .. .. pela admissão de comunicações prévias. . .. . . Para terrenos servidos por um único arruamento. ... . .. . . não podem ter vãos tipológica e morfologicamente característicos de habitação. . . . .. . . .. .. devendo ser caracterizadas de forma a não potencializar uma utilização indevida. . .. . . . . . . 5. . .. . . . . . . . . . . . . Artigo 35. . . . 2. 4. . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . ... . . . ... .. . . .. .. . . . . .. . . . . . . . .. . . . . . .. . . . . .... . . . . . .. . .. (Anterior alínea e. . . . .. . . .. . . . .. . .. . a implantar nos logradouros dos prédios.. . .. . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .. . industrial ou de serviços.... . . . . . .. . . . .. . . . .... . . . .. . . .. . . . . . . .. Destinar-se-ão. .... . nos edifícios existentes. . .. . ... . .. . . . . . . .. .. . . . . . . . .. . .... . . . .. .. . . . . . .. .... conforme levantamento que constitui o Anexo IV do presente Regulamento. . . . . . a. .. . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .º […] 1. . .... . . . . . . . .. 4. . . . .. . . . . ... . . . . . . . . . . . . . . . nomeadamente a circulação pedonal. . .. . . . . em piso recuado. .. .. . . . . .. . Em todos os edifícios destinados a habitação colectiva será obrigatório prever uma área específica para o tratamento e secagem natural de roupas em estendais.. . . . . . . . .. . . . ... . .. .. . . . . .. . . . . . . . . .. . . . .. . . ... . . . admite-se que as mesmas encostem às estremas em conjuntos geminados ou em banda. . . . . . . . .. . . .. . . . . ... . . .. . . .. . . . . . a. .. .. .. . . . de uma área igual à resultante da determinada de acordo com as situações referidas em 1.. . . . . . . . .. . . . .10 metros. . .. . . . . .. . .. . . .. . . . . . . .. . . . 4. . 4. . . . varandins. . . . . . . . . . . . . . . . . . . a arrumos. .. . . . . . . Os sótãos que não possuem as condições de habitabilidade previstas no RGEU. .. . .. e. ... . . deverá respeitar as seguintes condições: 1. .. .. . . .. . . ..... . . . 3. . . .. . . . . . . . ... . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . .. . . . . . . . . . .. .. . . . . . .. .. .. . . . . . . .. ... . . .. . . . . . .. . . . Deverá considerar-se como média diária de produção de resíduos 1. . . .. . . . . .. . . .. .. . . . . . . . . mezaninos e espaços similares. . ... . . . .) 2. . . . .... . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . do presente artigo. . . . .. .. . . . . . . .. . . . . . . .. . . . . . .. .. . . . . .. . ..º Tratamento e secagem de roupas em estendais 1... .. . . .. . .. Artigo 15.. . .. .. . . . . . .. . . . .. .. . . .. . . . . .. . . .. . .. .. . . . . . . . .. sobre a via pública ou mesmo em fachadas voltadas para a via pública. .. . . .. .. . .. . . . . . . . . . . .. . . .º […] 1. . . pela realização. . .. . . . . . .. . .. . .. . . .. . .. .. .. . . . . .. . ... É expressamente proibida a instalação de estendais. .50 m acima da cota de referência do arruamento.. . . . . . . . .. . . .. 3. . . . . ..º […] 1... . .. . . . . . . . . . 2.. .. . . ... . . . . . . . Artigo 16. .. . .. . . . . . . .. . . . . . . . 5.. ... . . . . a. . em termos de desenho e materiais de construção aplicados. . .. . . . . . .. . . . . . 4. . ... . . .. . . . ... . . . . . . . . .. . . .ª série — N. . . . . . . . . . . . .. .. . . . Artigo 14. . . .. 3. . . . . . . . . . . . ... . . 3. . . . .. . . . . .. . .. . .. As guardas das escadas. . . . . . .15 Kgf/l.. é a cota média do mesmo. . . . . .. As varandas devem dispor-se nas respectivas fachadas de forma a que a sua distância a qualquer das estremas seja superior ou igual a 1. ... . . . . .

. Artigo 48. . . . . . . . . . independentemente de reclamação. . . . . . . . . . . . a aplicar ao montante da taxa em débito. . . . . ampliação ou alteração. . . . . . . . . . . 11. a área bruta a edificar e o respectivo prazo de execução. . . . . Em caso de qualquer alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento que implique o aumento do número de fogos ou de lotes. . . . . . . . . . . . . . 8. . . . . . . que implique o aumento do número de fogos ou de lotes. . 5. . . . . . . . . . . . .º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização 1. . . . . . . . Artigo 51. . . . . . tal como se encontram definidos na alínea l) do artigo 2. . . inclusive. . . 3. . 3. . . . . . . . . . . . . Em caso de qualquer alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização. . . . . . . . . . mensais e sucessivas. . sendo que os critérios para a sua fixação visam uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. . desde que seja prestada caução nos termos do n. . . . . . . . . . . . Artigo 47. . . . . . fogos e unidades de ocupação previstos nessa operação urbanística. 3. . . . . . A emissão do alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de construção. . . pelas compensações devidas pela não cedência de espaços verdes e equipamentos de utilização colectiva no licenciamento ou autorização de operações de loteamento ou de obras de edificação com impacte semelhante a um loteamento. . . . . . .º 2/2007. . . . . . . 4. . . . . . . . . . apenas sobre o aumento autorizado. 2. . . . . .00. . . . . .ª série — N. . . . . A emissão do alvará de licença ou para obras de construção. . . . . . .º […] 1. . . . . . . . Qualquer alteração à licença ou comunicação prévia de obras de urbanização está igualmente sujeita ao pagamento da taxa referida no número anterior. . . 7. . . bem como pela prestação de serviços administrativos no âmbito do regime jurídico da urbanização e da edificação. . . . . . . . . . . . . . . . em função do índice harmonizado de preços no consumidor (taxa de variação média anual) publicado pelo Instituto Nacional de Estatística.4226 Diário da República. . ordinária e anualmente. . O fraccionamento referido no número anterior deverá obedecer às seguintes condições: a. . . . . . . . . . . . reconstrução. . . . . . . . . . . . . . . 6. .º do RJUE. . . . Artigo 53. . . . . . os municípios e as freguesias. 2. . . . e. . . . . . . . d. . . . . . . . . . . § único — No licenciamento ou comunicação de obras de alteração que impliquem a redução da área de construção não haverá lugar à devolução de qualquer taxa. . . . . . . . . . . . Estão isentas do pagamento das taxas previstas no presente regulamento as entidades referidas no artigo 12. . . . correspondente ao processamento técnico-administrativo. . Artigo 50. . . . . Nos casos referidos no n. nomeadamente o Estado. . . . . . . . . . . Qualquer outra alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento está igualmente sujeita ao pagamento da taxa referida no número um deste artigo. . . . . . . . sendo que os critérios para a sua fixação visam uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. . . . . . . reconstrução. . . . . . . . . . .º da Lei n. . . . . . . . . . . . . contudo. deverão os serviços. . . . . sendo esta determinada em função da área sobre a qual incide a operação urbanística. . . A emissão do alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de operação de loteamento está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro II da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . . e de outra variável em função do número de lotes. . . . . . As prestações seguintes serão pagas. fogos e unidades de ocupação previstos nessa operação urbanística. . durante os cinco primeiros dias úteis dos meses subsequentes e serão acrescidos de juros à taxa legal. . . 9. . . . . . . . . . . 10. . . Artigo 49. . . . . . . . . . . . . devendo ser prestada. . . . . . . . . . . . . . . . . . A primeira prestação será paga com a emissão do alvará de licença ou com a admissão de comunicação prévia. . . . Qualquer outra alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização está igualmente sujeita ao pagamento da taxa referida no número um deste artigo. . relativa ao período de Novembro do ano anterior a Outubro do ano corrente. apenas sobre o aumento autorizado. . 4. . . . . . . . variando esta consoante o uso ou fim a que a obra se destina. 2. . 3. . . . .º […] 1. de 15 de Janeiro (Lei das Finanças Locais). Quando se verifique ter havido erro de cobrança por excesso de valor superior a € 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . a fixar pela Câmara Municipal a requerimento do interessado dentro do prazo determinado para a conclusão das obras de urbanização ou de construção. . . . . . . em simultâneo. . por deliberação da Câmara Municipal. . . . . . . . . 5. . . está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro V da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. funcionando como mecanismo perequativo. . . . O pagamento fraccionado deve ser feito em prestações iguais. . é também devida a taxa referida no número anterior. . . . . . . . . . 9. ampliação ou alteração de instalações de armaze- nutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas. . . . . apenas sobre o aumento autorizado. . . 2. . . . . . . . . . . 6. . . . . . . . . . . . . . seus institutos e organismos autónomos personalizados. .º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de operação de loteamento 1. . . . A emissão do alvará de licença ou a admissão da comunicação prévia de obras de urbanização está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro III da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . contudo. . pode. . . . . . . . . . . . . 5. . correspondente ao processamento técnico-administrativo. . . . . . . . . . b. . . 7. . . . . . . sendo esta composta de uma parte fixa. . . . . . . . . .º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de urbanização 1. . . . . . . . . . . funcionando como mecanismo perequativo. . . . . . . . . . . . . . . . .º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de construção 1. e de outra variável em função do prazo de execução e do tipo de infra-estruturas previstos para essa operação urbanística. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . é também devida a taxa referida no número anterior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . pela ocupação do espaço público por motivo de obras. . . . . . . . . Artigo 46. . Artigo 52. . . . . . . . . .º do RJUE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3 do artigo 76. . . . . . incidindo a mesma. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ser fraccionado até ao termo do prazo de execução fixado no alvará. . . . . . . . .00. sendo esta composta de uma parte fixa. . . . . . . . . .º […] 1. . . . a emissão do alvará de licença ou a admissão da comunicação prévia de operação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . a caução de valor correspondente às prestações seguintes e respectivos juros. O pagamento das taxas referidas no presente Regulamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de trabalhos de remodelação dos terrenos A emissão do alvará de licença ou a admissão da comunicação prévia para trabalhos de remodelação dos terrenos. . . . . . . . . . . correspondente ao processamento técnico-administrativo. . .º 2 do artigo 54. . . .º do RJUE. . . 2. . . . . . está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro IV da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . incidindo a mesma. . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . As taxas previstas na presente tabela serão actualizadas. . . . . . . sendo que os critérios para a sua fixação visam uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. . . . . . . . . . . . . . . Não serão feitas liquidações adicionais de valor inferior a € 5. . . 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . promover de imediato a restituição ao interessado da importância que pagou indevidamente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . funcionando como mecanismo perequativo. . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 de loteamento e de obras de urbanização está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro 1 da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . e de outra variável em função do número de lotes. . . . . com faculdade de delegação no presidente e de subdelegação deste nos vereadores. . . . . 2. . c. . . sendo esta composta de uma parte fixa. . . . . . . 3. . . 4. . . . . . . . . . .

. . . . da inerente degradação e utilização ambiental dos recursos naturais (ar. sendo devidas as taxas previstas no presente artigo. . . . . incluindo a área urbana confinante por sul com a Rua de Ílhavo. . . . . . . . . . . . . .º […] Nas situações referidas no n. K = 0. . . . . . . . . . . . .º Autorizações de utilização ou suas alterações previstas em legislação específica A emissão de autorização de utilização ou suas alterações relativa. . . . . . . a concessão de nova prorrogação está sujeita ao pagamento da taxa fixada de acordo com o seu prazo. . . decorrente do preço de construção xado na Portaria anualmente publicada para o efeito. . . . . .92 — em zonas dotadas de sete infra-estruturas. lugar à alteração da rede viária pública existente ou alterações relevantes das infra-estruturas exteriores ao prédio ou prédios. .030 — quando a operação urbanística. . . Artigo 59. . .º […] 1. variando esta. . . . . . . . .º 4 do artigo 4. . 51. . . . 3. . . . . .º […] A emissão do alvará de licença parcial na situação referida no n. . . . . . a área bruta a edificar. destinados ou não a habitação. . . Quando a obra tenha sido iniciada antes da emissão do respectivo alvará de licença ou admissão de comunicação prévia. . . .045 — quando a operação urbanística conne com arruamento público existente e não se integre na situação anterior. . . . . . Artigo 62. . . . . . . Artigo 61. . . . Z — é o coeficiente que traduz o número de infra-estruturas existentes na zona. . variando esta consoante a área afecta às instalações. Nos casos referidos no n. . Z = 0. . . . . . . quando for o caso. C — é o valor em euros para efeitos de cálculo correspondente ao custo do m2 de construção na área do município. .º 7 do artigo 23. do seu uso industrial ou doméstico e do local em que são instalados. no que se refere aos aerogeradores. . . . . . . . . . Artigo 54. . . . . . . . . . . . . K = 0. . .ª série — N. . . . . ao posto e serviços. a. . . .84 — em zonas dotadas de cinco infra-estruturas. . implicando a construção ou remodelação de arruamentos públicos ou infra-estruturas no prédio ou prédios a lotear. O valor da taxa é resultante da aplicação da seguinte fórmula: Q(€) = K × A (m2) × C (€/m2) × Z × H em que: K — é o coeficiente que traduz a influência do custo das infra-estruturas públicas a executar pela entidade promotora. . . . o número de equipamentos a instalar e o respectivo prazo de execução. . . . . . Artigo 63. . . . . . .º Autorização de utilização e de alteração do uso 1. . . . . . Z = 0. . pela sua localização e dimensão. . . . . . . . . . . . . reduzida na percentagem de 50% no que respeita à taxa em função da superfície. a liquidar durante o mês de Janeiro. . . bem como os estabelecimentos hoteleiros e meios complementares de alojamento turístico e postos de abastecimento de combustíveis está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro IX da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . .º do RJUE. . Em caso de deferimento do pedido de execução por fases. . e ainda uma taxa anual variável em função da ocupação do espaço público. . . . . . . .) Artigo 55. de alvarás ou admissão da comunicação prévia de operações de loteamento e de obras de urbanização. . . . . Na determinação do montante das taxas será aplicável o estatuído nos artigos 49. . . . . . .º e 59.64 — em zonas dotadas de uma infra-estrutura Z = 0. . . . . . .º 6 do artigo 58. . . . . . . . . excluindo caves ou anexos para estacionamento/arrumos/instalações técnicas ou similares. b. . . . .º […] 1. alteração da rede viária pública existente ou redimensionamento das infra-estruturas exteriores do prédio ou prédios a lotear. . . . …………………………………………………………………… …………………………. . . . . . . . .88 — em zonas dotadas de seis infra-estruturas. . consoante se trate. estabelecida no Quadro XI da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . . . . . 2. . .68 — em zonas dotadas de duas infra-estruturas Z = 0. . . a taxa definida no presente artigo terá um agravamento de 50%. . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 namento de produtos de petróleo e de postos de abastecimento de combustíveis está sujeito ao pagamento da taxa fixada no Quadro VI da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . Artigo 57.50 — em zonas sem infra-estruturas . . . . 2. .96 — em zonas dotadas de oito infra-estruturas. respectivamente. c. .80 — em zonas dotadas de quatro infra-estruturas Z = 0. .º […] Nos casos referidos no artigo 72. . . . . . . a emissão do alvará resultante de renovação da licença ou a apresentação de nova comunicação prévia está sujeita ao pagamento da taxa prevista para a emissão do alvará caducado. . . . .º do RJUE. .º e n.º […] (Revogado. . . . . . . . . . . . . . Z = 0. . . . nomeadamente. alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de urbanização e alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de construção. . .º do RJUE. está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro X da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. .72 — em zonas dotadas de três infra-estruturas Z = 0. . . . . .º 4 do artigo 53. . . . . para as diversas zonas do país. estabelecimentos alimentares e não alimentares e serviços. . 4. nas situações referidas nos artigos 56. . . . .………. . . . devida em virtude dos condicionamentos do tráfego e acessibilidades. . . contudo. . . . . . . . . . . de entre as seguintes: Arruamento Estacionamento automóvel Passeio Rede pública de água Rede pública de águas pluviais Rede pública de saneamento Rede pública de energia eléctrica Rede pública de telecomunicações Rede pública de gás — ao qual deverá atribuir-se os seguintes valores: Z = 1 — em zonas dotadas de todas as infra-estruturas. . . . . . . . . . .Diário da República. 2. . Z = 0. . ao qual deverá atribuir-se os seguintes valores: K = 0. . a cada fase corres- 4227 ponderá um aditamento ao alvará. . . . não dê. 2. 3.º […] 1. . Artigo 56. . . . . . 3. . variando consoante o tipo de utilização. .º do RJUE. . Aquando da emissão do alvará relativo a obras de edificação ou da admissão da comunicação prévia não são devidas as taxas referidas no número anterior se as mesmas já tiverem sido pagas previamente aquando do licenciamento ou da admissão da comunicação prévia da correspondente operação de loteamento e urbanização. . . . . . . . . a emissão do alvará está sujeita ao pagamento de um montante fixado em função do número de fogos ou unidades de ocupação e seus anexos. Z = 0. .º. . .020 — quando a operação urbanística implique. . 3. . . a estabelecimentos de restauração e de bebidas. . .º e 53. . A — (m2) é a superfície total dos pavimentos de construção. . . . . . . . . . A emissão do alvará de licença para a instalação de infra-estruturas de suporte de estações de radiocomunicações e de aerogeradores está sujeito ao pagamento da taxa fixada no Quadro VI da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . Artigo 60. variando esta em função do número de estabelecimentos e da sua área.º deste regulamento. . Zona 2 — Gafanha da Nazaré e Gafanha da Encarnação norte. . . 2. à taxa devida pela emissão do alvará acresce uma taxa anual fixa. . . . . . . . . . águas e solos) e da consequente actividade de fiscalização desenvolvida pelos serviços municipais competentes.º do RJUE. . . . .

. . . . .. T (€) Habitação Unifamiliar Colectiva/ Comércio Indústria R 1...2 .. .. . de acordo com o denido no Regulamento do Plano Director Municipal de Ílhavo. . . .22 119. . .. . . . . devem prever áreas destinadas à implantação de espaços verdes e de utilização colectiva. .. . . sob pena de serem sujeitos ao pagamento da totalidade da taxa devida pela respectiva aquisição.. . . .. . . 2. . . . Renovação de licença ou autorização caducada.. . . . . . . .. . . . . . .. d. . . .º […] Os projectos de loteamento e os projectos de edificações quando respeitem a edifícios contíguos e funcionalmente ligados entre si que determinem. ... . . . . .. . .. . . . . . . . . .. . . (Anterior redacção do artigo) 2. .º RJUE e determinadas no artigo 6. . .. . Artigo 76. . . .. . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 3. . funcionando como um mecanismo perequativo. . . . . .º do presente Regulamento. . . da totalidade ou de parte das áreas que deveriam ser cedidas para espaços verdes e de utilização colectiva. b. . .. . . . . . . .. . . .. O disposto no número anterior é ainda aplicável aos pedidos de licenciamento ou admissão da comunicação prévia de obras de edificação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. .. . . .. . . . . xado consoante a área territorial do município em que o loteamento se integra e a tipologia de construção do loteamento. . . . . .. . . . . . . . no quadro seguinte. . . serviços e similares). .. . . . . . . 3. .. . . . . . . . . .. .22 10. . . . . .. . . . . . . . . . . parcelas de terreno para espaços verdes públicos e equipamentos de utilização colectiva e as infra-estruturas urbanísticas que de acordo com a lei e licença ou comunicação de loteamento. . . .. . . . . Definem-se. . . .. Artigo 75.. . . . . 4. A — é o valor. . . . . . . . Zona 3 Restante . . . . . . a... . .. .º 3 do artigo 44... .. .. . . .. . . . . Fornecimento de cópias a cores e em formato digital.. . . . Artigo 69. . . . . . Zona 2 Gafanha Nazaré/Encarnação Norte . . . . .. .. . . . . . . . ..4228 Diário da República. . H — é o coeficiente que traduz a influência do uso e tipologia. . . . . da taxa de compensação. . . . . . . . . . . .º […] O preceituado no artigo anterior é também aplicável ao cálculo do valor da compensação em numerário nos edifícios contíguos e funcionalmente ligados entre si referidos no artigo 6. . .. .. Artigo 64.. Artigo 74. 2. . ... . . . .. . . . . . .. .. . a.. ...47 10. . . . R — é o coeciente de redução dos valores reais. . . . . . . .. . . reconstrução. . 151... deverão conter prova da sua aquisição. . . . . . . . 3. . . .. . . . . . . Se o valor proposto no relatório final da comissão referida no n. . . .. . Os interessados na realização de operações de loteamento urbano cedem.80 165. .. . ... . . .. .. . . . . .. . . . .. . . . . 3. . . . . ... . . . a.º […] A realização de vistorias no âmbito do RJUE está sujeita ao pagamento das taxas fixadas no Quadro XII da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . . . .. .. . . ampliação. calculado de acordo com os parâmetros denidos na Portaria que xa os parâmetros para o dimensionamento das áreas destinadas a espaços verdes e de utilização colectiva. . . .. H = 0. . . .. .. . . . . .. sujeitos a licenciamento ou comunicação prévia. . . . . . . . .. . .. . . . . . bem como para instalação de equipamentos públicos. . . . . . . . .. . .. . .. . . . . . . . . . b. .. . . .. . . . . . A ocupação do espaço público por motivo de obras integradas no Programa Municipal de Apoio e Incentivo à Recuperação e Reabilitação de Edifícios do Concelho de Ílhavo (RECUPERA) fica isenta do pagamento das taxas previstas no presente artigo. . . . .. . . . .. . ... . . . .. .º […] 1. . . gratuitamente. . impactes semelhantes a uma operação de loteamento nos termos definidos no artigo 6. . . . . .. . . . . . . 2. . . .. . . . .. . .ª série — N. . . xado consoante a área territorial do município em que o loteamento se integra. . . .. . . . . . . em euros.. . Artigo 65. . . . recorrer-se-á a uma comissão arbitral. . . . 2. . . ..63 0. . à Câmara Municipal. ... .. . . . . . .º do presente Regulamento. . . .. . . . . . . . em metros quadrados. . . . ao qual deverá atribuir-se os seguintes valores: H = 0. . . . . ... prestada por fotocópia da guia de pagamento emitida em nome do requerente ou do técnico responsável. . .. .. . .. .. . . . . . . . . . . .. . . .3 0. .. . .. . . . .. .. . .19 152. . . . .. . . . .. . . . Artigo 67. . . . . . .26 132. . . . . . integração essa que se fará automaticamente com a emissão do alvará ou nos termos previstos no n. . Quando os processos relativos à urbanização e à edificação forem instruídos com extractos de levantamentos ou planos adquiridos em formato digital. . .º do RJUE. . . . . . . . . hotelaria. .. . .. . em termos urbanísticos. .. .º do RJUE.. ...... . . . por metro quadrado de construção.. .. . . . . . . . .. . . . .º do presente Regulamento. . . . . b.. . . . . .. T — é o custo do terreno. . . . .. . . . . .. .. . . . . .. . H = 0. . . . . . . .. . . bebidas.. . . . b.. nas situações referidas no n. . ficam isentas do pagamento da respectiva taxa. . . . . . . . .. .. . . . . . . . .º […] 1. . . c. .. . . . .. . .. . . .. .. .. . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . . . . . os valores a adoptar por T e R. .. .. .. . .. . . .. . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .º […] A emissão do alvará de licença nos casos de deferimento tácito do pedido de operações urbanísticas está sujeito ao pagamento da taxa que seria devida pela prática do respectivo acto expresso.. . . . 6. . . ... ..º […] 1. . . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . em numerário. . ..º do RJUE. . ... . .8 — para prédios de rendimento para habitação e ou outros fins (comércio. .. . da compensação a pagar ao Município será determinado tendo em conta uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. . . . . .. . . . . .. . Zona 1 Ílhavo — Cidade/Costa Nova/ Barra. . . . .4 132. . . . .º […] 1. . . . . . . . . .00 9. . . . . . . . . . do trânsito automóvel. . ..º 5 do artigo 57. .... . . . .. total ou parcial. . infra-estruturas viárias e equipamentos. . .. . . . . . . 2. . O valor... . Artigo 71. determinado de acordo com a seguinte fórmula: em que: C(€) = A (m2) × IU × T (€) × R 5. .. .4 — para residência fixa e unifamiliar... . . . . . . . . . 5..4 — para fins industriais. . . . . . .. . . . .. . . que será constituída nos termos do disposto no artigo 118. . 4. . . . .. . d. . . . . .. . . . . . . . .. . . . .. . . . . . ... . . . . . . . . nos termos do disposto no artigo 72. . .. . . . .. .º 1 deste artigo não for aceite pela Câmara Municipal ou pelo promotor da operação urbanística. .. . . com as necessárias adaptações. ... restauração. . a. . . . . . . . .. alteração. . . . . . . . .. . . . . . . . 3.. . . . . . ... . . . A realização de obras de construção. . . . . . IU — é o índice de utilização ao solo na área ou parte da área objecto de aplicação da taxa. . . .. ... . devam integrar o domínio municipal. . . .. demolição e conservação integradas no núcleo antigo de Ílhavo definido no PDM que impliquem a interrupção. . . .. . c. .º […] C — é o valor. . . . . Artigo 68. . . .. .. . .. .31 0. . .. . .

. . . . . . . . .4. . . . .1. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4. . . . . . . . . . . . 4. . . com a redac00ção dada pela Lei 60/2007. . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . que serão assinados pelo requerente ou seu representante legal. . . com a delimitação da área de intervenção. b. .PT ou do Serviço de Atendimento Integrado (SAI). 9. . . . . . . . . . . . . . . . numeradas. . . . . . . . . . . . . A falta de participação à Câmara Municipal do início das obras e do responsável pelas mesmas. 4. . . . . . . . . . . . . sem o que não serão aceites no acto da apresentação do processo. Planta topográfica na escala 1/2000 ou 1/1000. . . . . . a sua deterioração e o prejuízo do seu arranjo estético. . . . . . . . . . . . . . . . . As normas estabelecidas no presente anexo destinam-se a complementar o estabelecido na Portaria 232/2008. . .7.000 até € 100. . 1/500 ou mesmo 1/1000). . . . . . 4. . . . . . . . As contra-ordenações previstas no presente Regulamento são puníveis com as coimas fixadas nos números seguintes. . . . . . . A violação do disposto no Plano Director Municipal de Ílhavo. . . . . . . . 1. . . . . . . . . . . . .4. bem como as respectivas cotas de soleira. . . . determinando quais os elementos que devem instruir os processos relativos aos pedidos de informação prévia. mais de 0. . . . . . . e de € 1. . . O agravamento da falta de segurança ou de salubridade dos edifícios. . . . 4. . . . . . 4. . . no caso de pessoa colectiva. . . 4. . no caso destes não terem edificada qualquer construção. . . . . . . . . As presentes normas regulamentam ainda a instrução de outros processos que. . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . sendo também numeradas. . . . . . . deverão ser actuais e abranger um raio de. .. . . . .2. . . . incluindo a delimitação de cada artigo matricial e ou de cada prédio. .1. . . . . Sem prejuízo da responsabilidade civil. . . . . . . quando necessárias. . . . . . fornecerá gratuitamente os modelos de requerimentos. . . . . . . à escala 1/200 ou superior (em casos em que a área a levantar ultrapasse 1 ha.5. . . 2. . . 4. . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . A delimitação e identificação de cada artigo matricial e ou de cada prédio. . . . . Artigo 77. . . . A Câmara Municipal de Ílhavo. . . . . .594 m de altura e ser dobradas em tamanho A4. . . . . em volta da área da intervenção. . . . . . . . . . .1.4. . . . . . . . . . .CM-ILHAVO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . .2. . . 2. . . . . .1. 6. . . .10. . 4. . . . . . . . adiante designado por RJUE. . . . . . . . . . . através da Internet em HTTP://WWW. . . . Outros elementos considerados importantes para o esclarecimento da proposta. . . . . . . . . . se for o caso. . . . . . . . . . . . . . . . . 11. . . . . . bem como do autor do plano de acessibilidades. . . . .8. . . . . . . . . . . 4. . . . do aviso que publicita a comunicação. . . . quando em formato de papel. c. . . 8. . . . existentes e propostos. .000. Todas as peças desenhadas devem possuir boas condições de leitura. . .7.4. . . .10. .9. . com declarações das respectivas associações profissionais.1. . . . . . . . . . . . . obrigatoriamente. .6. . d. . . . com a delimitação da área de intervenção . . . . . . . dentro do possível. . . . . . geo-referenciados. 3. . . . . . Quando a Câmara Municipal tiver de proceder à liquidação de taxas devidas pela emissão de pareceres emitidos por entidades exteriores.8. . . . quando apresentadas em formato de papel. . . . . . . 4. . . .000. . . redigidas na língua portuguesa. . . . As cotas de soleira pretendidas. . actualizadas. . . com gramagem compreendida entre 80g/m2 e 110g/m2. . . . . 4. .4. . . 2. no caso de legislação especial sobre as matérias infringidas não preverem outras sanções. . . . . 4. . . . . . . . .2. e. . datadas e assinadas pelo técnico autor do projecto. .. .000. . . com o modelo de requerimento disponibilizado pela Câmara Municipal. . As contra-ordenações previstas nas alíneas c) a e) do n. . . . 3. . . . . . . 5. 1. . 4. .2. . bem como a forma da sua apresentação e conteúdo. . . . datadas e assinadas pelo autor do projecto respectivo. contendo ainda as construções existentes na área objecto da intervenção e na envolvente. . . .º […] 1. . . . . . .º 2 do artigo 7. . . . . . .5. . . dando entrada na Câmara Municipal de Ílhavo correctamente instruídos. . . . . . . . . . . .1. . . . .2. Planta contendo a proposta de loteamento e implantação das edificações. . . . . . o levantamento topográfico e a planta de implantação deverão ser entregues no número de exemplares definidos em cada caso para os projectos de arquitectura ou de loteamento. . . . Um quadro com os pontos M e P de todos os marcos (ou vértices) do polígono que define os limites do prédio. . . . . . . .3. Todos os processos de licenciamento ou comunicação prévia de operações urbanísticas deverão ser acompanhados de levantamento topográfico e de planta de implantação. não constituindo operações urbanísticas previstas no Decreto-Lei 555/99. .1. . . . . . são puníveis como contra-ordenação: a. . . . . . . . . de 4 de Setembro. 4. . . . . . . 2. . adjacente e fronteira. . . .4. . no âmbito do licenciamento de operações urbanísticas abrangidas por legislação específica. . . . . .º da Portaria 232/2008. de 11 de Março. . . realizados de acordo com os seguintes pontos: 3. . da comunicação prévia e de autorização referentes a todos os tipos de operações urbanísticas. . . . . . Os processos deverão ser instruídos. . 4. .pelo menos 100 m. . . . .4. .2. . . . . .. . . deverão 4229 incluir os dois lotes adjacentes em cada uma das diversas direcções.Diário da República. . .2. . . . . . . . . . . 4. . . . . 3. . . . .º 1 são puníveis com coima graduada de € 1. . . . . . . . . bem como dos vértices dos muros de vedação. . . . . . ou os pontos dos vértices dos polígonos de estremas dos lotes. 4. O levantamento topográfico será ligado à rede geodésica nacional. . de licenciamento. . . . . . Todas as peças escritas devem ser apresentadas em formato A4. . . A implantação da edificação. . do Anexo I do RMUE passam a ter a seguinte redacção: “1. . Fotografias do terreno e da envolvente. . . . . . .6. . . Os arruamentos confinantes. . . caso a operação urbanística incida sobre mais do que um.000 até € 450. . . . . . . . provocados de forma dolosa. . . . . . . As contra-ordenações previstas nas alíneas a) e b) do n. . . 4. .11. . . .9. . . . devem ser apresentadas a tinta indelével em papel opaco. . poderão aceitar-se escalas inferiores. . . Termo de responsabilidade do autor ou autores do projecto. . . . . . . . . . . . . . . na escala 1/2000 ou 1/1000.500 até ao máximo de € 200. . . . actualizada e devidamente cotada. . . . . . . . .2. .1. . . com curvas de nível no mínimo de metro a metro e cotas altimétricas nos pontos notáveis. . . . . . . . 3. . . . . . . . . . contendo todos os elementos apontados no n. . com a delimitação da área objecto da operação urbanística. . . . . . . . 4. . . . . devidamente cotada e referenciada ao eixo dos arruamentos. . . . deverão ser impressas ou coladas em folhas de tamanho A4. . . e 12.º […] (Revogado. . . . 2. . . . . . . .2...1. Quando apresentado em formato de papel. . . . . . 4. . 3.4. . . . . . . 4. . . . . . . . . . . . 4.2. . .3. 4. . . . . . . . . . . . . . no caso de operação de loteamento.6. . possam percorrer os seus trâmites sem atrasos desnecessários. . durante o decurso do procedimento de comunicação prévia. 3. .2. . 2. . .2. . . . 7. . . . . . . . . 4.)” 2. abrangendo pelo menos um raio de 100 m. . . 3. . . . . . . loteamento ou obras de urbanização que se pretende realizar deverá ser feita sobre o levantamento topográfico..2. . . . são complementares ao procedimento da sua implementação. . . . . . . . . . . . . .1. Os requerimentos deverão ser apresentados com todos os seus campos preenchidos.º 1 são puníveis com coima graduada de € 250 até ao máximo de € 50. . . . . . . . . . . .. . . . . e de € 3. . . . e fichas de dados estatísticos que forem necessárias à instrução do processo. . . . . . . . . .. no caso de pessoa singular. contribuindo para que os processos. . e do coordenador de projecto. . . A violação do disposto no presente Regulamento. . . . a entidade promotora ressarcirá a Câmara Municipal do montante dessas mesmas taxas. bem como do outro lado da via confinante e. . . . . . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . . . no caso de pessoa colectiva. . . . . As fotografias.2. .. . . 3. . . . . . . . . . 3. com excepção dos documentos oficiais e dos requerimentos. . . . .2. . . . . . . . . . . . . Planta da situação existente. .1. . . . de 16 de Dezembro. Os pontos 1. criminal ou disciplinar. .3. . . . 4. acompanhados de um exemplar em formato digital (em CD-ROM). . . . devendo conter: Um quadro com os pontos M e P de todos os cunhais da edificação ou edificações a construir. . . .1.1. . . . . . .2. fotografias das construções mais próximas. . . . . . . . . 3. . .1. . . . . . . . . . . . . .000. . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . muros e edificações existentes a uma distância não inferior a 50 m do polígono atrás referido.11.1. . . . . Artigo 80. . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . no caso de pessoa singular. . . . . . . não devendo ter.3. Memória descritiva e justificativa. . . 4. . . . . 2. 3. . . . . . .ª série — N. de 11 de Março. . . . . . . . . . . 3. . .3. . . . . . . . 4. A não afixação ou a afixação de forma não visível do exterior do prédio. . . . . . . . . O levantamento topográfico incluirá: A totalidade do prédio rústico ou urbano onde se insere o objecto de licenciamento. . . . .2. . . antes da notificação da decisão final. . .

. . .. . ... . .. .6.. . .. . 6.. .. ... . . 4. . .8. . . .. . .. bem como a delimitação de cada artigo matricial e ou de cada prédio.. . . ... . . . . .4. . i. . . .. Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença. . 5. . . . . . . . .. . .. . . ... . . . . . .. .. ... .. . . . . . . . . . ..1.2. ... . . 6... . . . . .. . .2. .. .. 4. . . .. .. .... . . .. . . . . . ... . . . . . .. de acordo com o definido no ponto 3. .... 5. .. . . . . . . .. . . .. . 4.1. .. Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. .. . estacionamento e zonas verdes.. . . . se for o caso.. . . .. . . . .... . . . 5.. . . . . . . .2.11. . . . .. .2. . . . . .1.. . . . ... . . . Apólice do seguro de construção. . . .. . 5.2. .. . . . . . . . . . . se for o caso.. . .. . . ……………. . ... . .. . . . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . .. .2. nos termos previstos na Lei 100/97. ... . ... .. . . .. . . .. . . . . . . .4... .2. . . . . . (inci. . .. . . . . . . .. . . ... . . .. .. . . . . . b. ... . . . . . .2. . . . . . .. . . .. . .. . . . . . .. . . . .. . . . . . . . . . . ... .. .. . . . . . . . . . . . .2. . .. . . . .... .. . se for o caso. . ... . . ..1. e. . . . .. . 5. 5. . . .. . quando existirem. .. . incluindo a delimitação de cada artigo matricial e ou de cada prédio. . .3. . . . .. . . . . .. . . .. .. . .. . .. . . .. 6. ... ... .. . . . . ... . ... . .. . .1.... .15) 4. . .. .. . . .. . . 6.. .. .. ..... . . . . .. .. . .. . . . .. . . . . .. . . .. .. . . . . ... . ... . . . . ... . . . . . ..1. . . . .. h. .. . . .. ... . . . . . ..4. . . ... 5.1. . ... . ... .. . . . . .1. . .. Todos os elementos necessários à instrução do processo de informação prévia para edificação nova. . . (inci.. . 5. . . 4.....1. . . . ..13. .. . ... . . .... ..... .. . . .4. . . . . ... .. . . . . . . . . ... ..4. .. . Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e declaração da respectiva associação profissional. . .. . .. .. .. . . . . .. . . .. . . . .... .. . . . . . . . . .. . ... . . . . . ... . . . .... . . . . . .3. . . . .. . . .. . . ... . . . .6.. . . ex-imoppi). . . . .. . .. . . . . . . . . . . .7.1.. . . . . ...2.. .. . . . . . . . .. . ………………. . . .. . . . . . . . . . .. .. .. ... . . . . . . . . ... . . . . . . . . . .. . . . .. . . . . j.. . . . . . . . .. . . . .. .. . . . . . . .. . . .. 6. . . . . . 4... .2. . . . .. 6. . . . .. .. . 5. . .1. . . .. ... . . . . .. . . . . . . . . . . f. .. ... . . . . . bem como do autor do plano de acessibilidades. Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . . . .. ... .. .. .. . Comprovação das habilitações do construtor. de 23 de Agosto. . .. . .8. . .. . . . . . . .4..2. . ... . . .. . 6. . . . . .2. .. . . . . . . . . . . .. . . . .. ...1. .. .. .. . .. ... e indicação de servidões e infraestruturas... . . . . ... ..4.1. .. . . 6. . .... .. . . . . com declaração da respectiva associação profissional. . . . . . . . . ... . . .. . .2. . . . .. . . . . . . . . . .. . . .. . ..2. .. . . . . . . . .. . .5. 5. . ... .16. .. . . . . . . . .. . .1. .. .. .1. .. . . . . .. . .. . . . . . .. . . ... . . . . . . . ...1. .. 6. . ... .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . Arranjos exteriores públicos — passeio. 5. .. . . . .. . . . .... 4...4. . . . . 5..8. ... . .. .. . .. .. . . .1. . . . .2. .3.. . . . .. . . .. ... . ... .. ... . . ... incluindo a delimitação de cada artigo matricial e ou de cada prédio. . .. . .. .. 5.. . . . . . . . .1.. . .. . . ... . ....1.. . . .2. . . .. . .. . . . . .2... . . 4. .. . . . . ..1.. . Apólice do seguro que cubra a responsabilidade pela reparação dos danos emergentes de acidente de trabalho. . . .. ..6. . 4. . . .. . . . . . . . . . ... . ..1.. ....1. . . ... . .3. . .. . .5. . . . . . . . . . quando legalmente exigível. Plano de segurança e saúde... . .. . . 5.1. . .. . . . . . . . . . . .. .. . Plano de segurança e saúde. . . . . . .2. . . .... .. . . . .. . . . . . . .10. . . . Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença. . . . . . . .. .4. .. . . . 6.. . .. . . .. i. ... .. .2. .. . . Comunicação prévia 4. . . .. . . 5. .... . . . . . . . . . . . .. . .. . .. . . . ..1. . . . . .. . . . . d.15... . .. .. . . . . 6.. na escala 1/2000 ou 1/1000 com a delimitação da área de intervenção. . .. . . . . . . .. . .... ..2.2. . de 13 de setembro. memórias descritivas e justificativas. .. . .. . . .. . . . . . .. .... .. . . . .2. . . . . . .. . . . .. . .. . . . . . . . . . ... . . .. . . . . Levantamento da construção existente e esboço da proposta de ampliação ou de alteração.. . . . . ... .. . . . ... comprovativo de pagamento do prémio de seguro e folha de férias carimbada pela seguradora. .. . . . . . . . .. . .. . . . . .4.2. ..7.2. . esclarecendo as soluções adoptadas em matéria de acessibilidade a pessoas com deficiência e mobilidade condicionada... . . . . . .. . . . . . . . . . . .2. . . . ... .. . . . . . . .. . . ... . . . .. .. . .. . .. . ..4. .. .2. Planta de localização na escala 1/2000 ou 1/1000. . . . . ... .. . . 4.. .. . . . ..7. .. . . . . . . . . .2. . .. . . . . . . .. .. . 6.. . . . elaborado e instruído de acordo com a legislação específica. . . . . . .. . ... 6. . . . . .. . .. .. . . .. . . ...14. .º do DL 163/2006. . . . . 4. .2. Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. .. . ... . . . . . . . .. . . .5. . . . .. . . .. . . . .. .. . ... . . .7. . . . . .. . ... ... .11. . . . . .. .10. . ... . . .. . . .. . . . . .. . 5. . .1. . . . . . . . . . .. . . .. . . .. ... . . . . técnico e construtivo... . com a delimitação da área de intervenção. . ... . ..4. .. . . . . . se for o caso. . ... . 4. ... 4. . . . . .3. . .. . . . .1. .. .. .. . . . . . . . . . .. . . . . . .4. . . . .. .. 4. .. . . . . . . .. .2. . . . . . . 6.3... . . .. .. .. . . . . .. . ..p. . Livro de obra. . . . . .. ... . . ..1. .. . .. . .2. .. . . . . . . . . . . .. Planta da situação existente. . . .3. . . .4. .. . .. . . . . . . .ª série — N. . .3. . . . . .1. .. . . . . .3. . ...2. . . . . .... c. . . ... ... . ..... . . .. .1. . . . .. . . 6. . . . . . . . . .. . . . .. . . ... 4.. . .1. .. . . . . . . . .. .. ... .. . .. . . .. . . . . .. . . .3. incluindo a delimitação de cada artigo matricial e ou de cada prédio.1.. . .. . . . . . . .1.. .2. . ... . . . . . . . ...3. ....... . . i. . . . .. . . . a.. . . 6... .4230 Diário da República. .9.. . Descrição e justificação das soluções adoptadas no âmbito da acessibilidade de pessoas com deficiência e mobilidade condicionada. . . .. . . .. . . . .. . ... . . . . . . . .. . . . 5. . 5. .. . .. .. . .. .. .. . . . . . . .... . . . . . 5. .. . .. . estimativas de custos e as peças desenhadas necessárias à clara leitura do projecto — nomeadamente: . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . . . ... . Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. . . ... . . Comunicação prévia 5. . . .. . .. .. . . . . .. 2. . . .. . . . 6. .. .... .... .. . . . .5.. . . ... . . .. .. comprovativo de pagamento do prémio de seguro e folha de férias carimbada pela seguradora. 4.2.. . . .. . .. . . .. . . .. .. .. . . . . . . A.. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . de acordo com o disposto no n. .. Plano de acessibilidades que represente a rede de espaços e equipamentos acessíveis bem como soluções de detalhe métrico. . .. . .4. . . Apólice do seguro de construção. . .1.. . . .. . . . . . . . . .6. . . . . .... . .. .. .. Licenciamento 4. .1. ... . . . . .... .4. . . . . .... . . . . . ... . Descrição pormenorizada dos lotes com indicação dos artigos matriciais de proveniência. . . . .. ... 5. . . . . . .. . .. .... 5. . .1. .. . . . . . . . . . . .1. .. . . 5. . . . mediante a exibição do original do respectivo alvará ou do título de registo emitidos pelo instituto da construção e do imobiliário. . ... com o terreno delimitado a vermelho e devidamente cotado.. . . . ... . .. . . . . . . . . ... . .2. . . . . . . . . 5.. . . . . . . . . . ... . .2. . . . . . .1. . . .p. . . . . .1. . . . .. . . de 8 de Agosto. 5. . .. . . . . . 6.. . . . ... .. . nos termos previstos na lei 100/97. de 13 de Setembro. . ... .. . com apreciação efectuada pela Lusitaniagás — Companhia de Gás do Centro.3. Livro de obra..... . . ... . .. . . Gás. .. . . Apólice do seguro que cubra a responsabilidade pela reparação dos danos emergentes de acidente de trabalho. . . . . .. . .3. . .. . .. . . .. . . . ..1. . i. . . . . ..... . . . . . . . .. . . . . . . . ... .1. . . . Comprovação das habilitações do construtor... . . . .3. . . . . . . . . . .... . . . . ... . . .2.. quando legalmente exigível.. . . . . (anterior 4... .2. . . . .. . . .9. . . . .. . ... ex-imoppi)... . .1. . . . . ..1. . . . .. .2. . . . . .... . .. .. . 4. . . . .. .. . . . ... . .... . . . . . . . .. Planta topográfica na escala 1/2000 ou 1/1000.. . . .. . . . . .1. ... .. . .1. ... .12. . . . . . . . .. ... ... .. . .. . . .4. . . . . mediante a exibição do original do respectivo alvará ou do título de registo emitidos pelo instituto da construção e do imobiliário. Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e declaração da respectiva associação profissional. .. . . .. . .. . .. . .. . 6. . . . .4. . .4.2. . . Comunicação prévia 4... . . ... . .4. . .. . . . . .. . . . . . . .. . ... .3. . . . . . ... .1. . . Projectos das diferentes obras de urbanização necessárias à execução do loteamento — que incluirão os respectivos termos de responsabilidade dos autores dos projectos e do coordenador de projecto com declarações das respectivas associações profissionais. . ... ..4.... . . . ... . . . .. .. . . . . .6. .1... . . . .3. . . . . .. . . . nos termos do DR 23/95.. . .. . . . . . . . . ..... . . . .. .. . ... . . .. . . .1. . . . ... . .. . . . . . . . . 4. . . .. . . .. . . . .. . . . ..... . . . . .. . .. . .. . .. .. . .. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 5. .º 5 do artigo 3. . . .. . . . . Infra-estruturas de defesa contra incêndios. . .. .. . .. .... . . .. . . ...4. . . . ... . . . . .. . . . .. 6.. . . . . . . .. . . . bem como a solução adoptada para a drenagem de águas pluviais. . . . . . . . . . .. 4. .. . . ... .1. . . 6.. .. . .. . . . . .. . . .. .3. . .. . . .. . .. . . . .2. . . . . .. Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença. . .. . 5.. Projectos das diferentes obras de urbanização. . .. . . . 4.. .. ... . ... . . .. . . . . .. .. . . .. . . .. . . . . . . . 6... . . . . . . 5. . . .12. . . . . . . . ... .. 5. . . . . .4. . .. . ..6. . .. .1. . . . . . Termo de responsabilidade do autor ou autores do projecto e do coordenador de projecto. . . . . ..1. .. . . . ... .. .2. . . ..... . . . . .. . . . . .. .. . . 5. .1. . .. . .. . .. . . . . .. .p. .. . . . . . . .. . . ... . . . . . . . . .. . . .1.. . .. .1. . . . . . . .. . .. . . . ... ..2.2. . . .. .2. . . 5. . S. . . .. . . . . . . . .... 4. . .p. . . . . . . . .... . . . . . . . . . . . . . .. .1. . . . . .. . .. .1. . . ... . . .. . 6. . . .. ..1. . .. .4. . . . .. . . . .3. .. .. . . . . . ... . . . . i.. g.. .. . . .1..7. .5. . .5.. . .. . . . . . . . . . . . . .1. . . . . ... . . . . . .

. . . f. . .1. ... .. . .2. . . . . . . ... . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . b. .. .. . . . .5. .. .. . . .. . Livro de obra.2. . a. . . . . .3. . . . . . . .. . . . . .. . . . . .12. . . . .8. bem como declarações das respectivas associações profissionais. . . . . . . .. ... . . . . . . . 6. . . . .. . . . . . . . . . . . ... .. . . .. .. . .. . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . ..2. . .1.. . . . .. . . . . . .2.... . . . . .5. . quando legalmente exigível. . . . . . .) d. .. . . . .. O processo deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto no DL 64/90. . .. . ... .1.. . . . . . . . . . . . . . . . .2.12.. .. . . . . . . . . . . .. . . . . . . .. . . . . . . . . bem como outros relativos a edificações de usos especiais. . . .. .. . .. . . . . com as alterações introduzidas pelo DL 278/2007. . .. . . . . . . .. . . . ... . . .6. . ... .. . . . .. . . . . .. . . . no âmbito do previsto na alínea b) do n. .. . . . . . . . .. . . . . . . . 6. . . ..2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . .7.2. . .. .. . . . emitido por empresa certificada. . . . . . . .. .1. . . . ... . . . . . . ... de 11 de Fevereiro de 1972.. . .1. . . .º 5 do artigo 12. . . . .. . de 11 de Maio. . . . 6. . . .. . .1. . Termo de responsabilidade do director de fiscalização de obra. Apólice do seguro que cubra a responsabilidade pela reparação dos danos emergentes de acidente de trabalho. . . . . . . . . . .. . . .. . de 4 de Abril. . . .. . . . de 13 de Setembro. . . . . . . . . .. . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . .. .6. . ... . . . . 2. .. .. .. . . . . . . . .. . . . . . . . .1. . . . . . 6. . . . I.. .. . . . . .. ... . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. .. . . . . . . .. . .. . .3. .3. . . ..A. . . . .10. . . . . . O projecto deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto nos artigos 6. . . .2. . .. . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 k. . . ..5. . 6. . . . . . . ..1. . . .4. . ... . . . à sua apresentação. . . .1. . . . . . . . . . .2. . . . . ... . . . alteradas por Portaria de de 22 de Novembro de 1974. . . . . . . .. . . . ..3. . comprovativo de pagamento do prémio de seguro e folha de férias carimbada pela seguradora. . . . .. . . . . . .. . aprovadas por Portaria de 7 de Fevereiro de 1972. . 6.. . .. . . . . . . . . . . e no DL 66/95. . .. . . . . . ..º 35. . . (anterior 5. . . .. .. .. . . .G. . . . 7. . . . .. . .. . . . . . . . . Cálculo da rede. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . ex-IMOPPI). . . . .. .. . . . . . 7. . . Certificado do cumprimento do Regime Jurídico sobre Poluição Sonora. . . . . . . .. . nos termo do disposto no artigo 63. . . . . . . . 7. . . . . . .. .3... . . .9. de 9 de Junho. . . . . (InCI.. . . técnico e construtivo. . . . . . no âmbito do previsto na alínea a) do n.º do RJUE.. ... . .6. .1.. . . . .. 6. . . .. . ..P. Todos os projectos de engenharias de especialidades devem ser instruídos. . .3. . . . . 6. . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . .. . . . .1. . . . .. . . . . . . .. .. . . .. . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . .º 4 do artigo 80. . .. . . . .3.. . . . . . . . . ... .. .. . .2. . 7. . ..3. .. . . . . . . . . . . . 6. . .1. Projectos das engenharias de especialidade. . . . . . . . . . . .. . . .3. . . .9. .3. . . .. . .. . . . . . . .. 6. . . . . .. . . . . .º 2. ..-A. .7. . . . . .. . 6. . . .. . . . . de 3 de Janeiro de 1975 e por Portaria publicada no Diário de República. .2. Comunicação prévia 6. ..1.2. . . . . . . . . . . . .3. . .5. . . . . .. .. .º do DL 78/2006.. . . . . . .. . 7. . c.8. .. . . . . . . 6. . . . . . . . . . . . .3.3.. . nos termos previstos na lei 100/97. .. . . . . . . . .. . de 8 de Abril (estacionamentos cobertos). . . . . . . . . . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . Todos os elementos necessários à instrução do processo de edificação nova. . . . . . . . . . . . . 6. .. . . .. quando aplicável. . . . .. . .. . ..2. . . .3. ..2. . . . . . . . . . . . . mediante a exibição do original do respectivo alvará ou do título de registo emitidos pelo Instituto da Construção e do Imobiliário. . . 6.6. ..10. . . . . .. .. . . .2. .-A. . .3. . . . . . . . . . . . aprovado pelo DL 80/2006. n. . . . .. . . O processo deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto Regulamento Geral do Ruído (RGR). . .. . .. . . . . . .. . de 5 de Março de 1986.. .. .ª série — N. . ... . . . 7. . . . . . . . . . . . e incluir declaração de conformidade regulamentar (DCR). . . .. . . . . . . . . . . . . . .. .-A. . . . . .-A. . . . . . . . 6. . .. .1. . . . . . .. . de 1 de Agosto: 7. .. . . . . . c.. 6.. . . .. . . . . . . de 18 de Setembro (comércio). . . . . . . . . . . . . nos termos da legislação em vigor. . . . . . .2. . . . ... . . . Termos de responsabilidade dos autores dos projectos e do coordenador de projecto e declarações das respectivas associações profissionais. . . . . . .. . .2. . . . . . . . .. . . . . . com as alterações introduzidas pelo DL 96/2008. .. . . .. . Para efeito do disposto no n. . .. . .. .. . .. 7.2. . . . . . .. . . . . . . . . . . . de 21 de Fevereiro (habitação). Apólice do seguro de construção.. . . . .. . . . . . . ...P.. . . . . . . . . .. de 4 de Abril. . . . . 6. 6. . . . . . 7. .. ..5.. ... . .. . . .º do RJUE.. . . . . . . . . . . ... . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . ..3. . .. . . . . de 17 de Janeiro. . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. e com as normas eventualmente emanadas pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC)... .. . . . . . . . .7. . .. . . . . .2. .13. . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7. . ..º 5 do artigo 3. . . . . . . . . . Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto 7. nos termos do n.. .4. . . .1. . . . . . . . .. . . .. .3.2.. .. . .. . .1. . . . . . . . . l. . . .. . . . . . . . . . . . . . .2. . .. . . . .. .. . . Certificado energético e da qualidade interior (CE). . . . . . . . . . . .. . . . . . .º do DL 163/2006. . . . . . . . . 4231 O projecto deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto no Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE). . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. ... . . .. . e dos autores de projecto de obra. . . Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença. . . . .Diário da República. . . .. . Nota . . . . .3. . (Revogada. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. . ..2. . . . . . .. .-A.. . . .. .2. . . . . . .... . . .. . . . . . Águas e Esgotos (RGCAE). .1. . . . . . g. . . . 7. . . . . . . . . . .. . . . . . . . .3. ... . . . .. . . . . . . . . .. . no DL 368/99. . .. . . o projecto de execução deve ser instruído com os elementos descriminados no artigo 19. .4. . . .. . . . . . . .. . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . .. . . . . desde logo. . .. . . . . com os termos de responsabilidade dos autores dos projectos e do coordenador de projecto. 2... .. . ... . . .. . .. . . . . . . 6. . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . .. .º e 7. . . .2. . . . . .. . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . 6. . . . . . . . . . . ..-A. .. . . . . . . .1. .-A. . . . . . . . . .. . . . .. . . . 6. . . .3. . . . . . . .. . .. . . . ... . . .-A.. .3.. . . Nos casos mais simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com memória descritiva e justificativa. . .. Nota . . . .1. . . . . de 4 de Abril. . . .. . . . . . . de 17 de Janeiro. . .. .2. .. .C. . .1. .7. . . . Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e do director de obra e declarações das respectivas associações profissionais. ..º do DL 273/2003.. . .. . . . . . . m. . . Certificado de avaliação de conformidade dos elevadores. . 7.. I. . . . .1. .. . . . de 28 de Outubro. . Comprovação das habilitações do construtor. . . . . . . .. . 7. . .4. .1. . .. . . .. . Fotocópia da guia de pagamento do ramal de água e de saneamento (edificações novas). . . . . .. . .3. . .. .5.1.º e do artigo 34.º 2 do artigo 8. 7. . . publicada no Diário do Governo n. . . .2.. .ª Série. . . . . . . .. . 6. . . . d. . . 6.) 6. . . . . . . . . . ... . e. . . . . . .. .4. . . ... . . . . . . . .. . .. . . .11. . . . . . .. .4. Engenharias de especialidades 6. .. . 6. 6. . . . . . . . . . . .3. . . . .. 2. . . . caso o requerente pretenda proceder. . . . . . .. . . . . . Projectos das engenharias de especialidade. . .3. . . . . . 6. .8. . . . . 6. . 6. ... . . . . .. . . .2. . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . .. .3. . . . . .. . .. . . .. . . . 6. de acordo com o disposto no n. . 6. . . . . 7. .2. . . . .. .3.. .. .. . . . . . . . . .. .2. . . . .. . . . . . Nos casos simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com tabela de cálculo ao abrigo do R. . . . . . . . . . . . . . . . .. aprovado pelo DL 9/2007. .. . . . . . . .. .. . . . . 6. . . . . . .. . a.. . .2..º do DL 78/2006.. . . . . . . 6. .1. . . .. . .. . . . .. . . . . . para além das peças a seguir indicadas.. . . . . .. . . . . .. .. . .. . . . . com as alterações introduzidas pelo DL 278/2007. . . . . . . . ... . ... . . . . . . . . .. . . . . . . . .. .. . .. . . . Plano de acessibilidades que represente a rede de espaços e equipamentos acessíveis bem como soluções de detalhe métrico. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .8. . . e subscrito por um técnico com capacidade para subscrever projectos. . aprovado pelo DL 9/2007. . . ... . .. .. .8. 6. . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . .. Plano de segurança e saúde 6. .2. 6. . .. . .. .-A.14. .. . . . . . . . . . . ... . quando aplicável.E. aprovado pelo DL 80/2006.º 53.. .º do Regulamento Geral do Ruído (RGR). . . . . . . publicada no Suplemento do Diário do Governo n. . .. . . . . . . . . . . esclarecendo as soluções adoptadas em matéria de acessibilidade a pessoas com deficiência e mobilidade condicionada.... . .2. .. . Solução a adoptar para cumprimento do novo Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE). .. . . 6. . . . . . . . . . . . . . .1. 6. . . . . . .º das”Instruções para o cálculo dos honorários referentes aos projectos de obras públicas”. . . . .. de 4 de Abril. . . . . . . . . .. de 8 de Agosto. .7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .1. . e.. .. . . .. . . .. Nos casos simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com tabela de cálculo ao abrigo do Regulamento Geral de Canalizações. . . . . .. . . 6. . Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e do director de obra e declarações das respectivas associações profissionais.11. . de 1 de Agosto e com o Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios aprovado pelo DL 129/2002. . . . .. ... . . b. . . f. . . . . . . . . . . . . . . .. . . Memória Descritiva e Justificativa Nos casos mais simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com memória descritiva e justificativa.º 2 do artigo 8. . . . . . . . .ª Série. ... . .6. . . . . . . . .

. . . . . . . . . . 12. . . . . . ..2. . . . . . . . .66 47.. . . 5. . . . . .6. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .º-D do RMUE. . . . . quando for o caso. . . . . 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7. . .. . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . ... 12. .. . . . .1. . . . . . . . . Certificado de homologação do sistema de extracção de fumos. . . . . . .. . . . . . . . . . .17 11. . . .2. . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . .. .. . . . . . . . . . ... . . . . . . . . . 12.1. . 12. . . . . . . . . . . . . . ...13. . .2. . . . . .. . . .2. .4. . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . ligação à rede pública 12. quando aplicável. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . .1.. . . 12.1. . . .. . . . . . .. . . . . . . . .3. . . . . . ..º do RJUE. .. quando necessário.2. . .. . .. . .2. Planta de implantação da edificação e arranjos exteriores públicos e privados. . . .85 1.. . . . . 7. . . . . . . . . . .2. . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . 12. . . . . . .. . . .3. . . . . . . . . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . .1. . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. . . . .. . 7. . . . . . . .. .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. 8. . . . . . . . . . . .6. .3.06 .. . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . . . . .2. . . .8. . . .4. . ...7. . . .. . . . ... .7. .31 0.. Verificação de alinhamentos 12. . Informação sobre início dos trabalhos 9. . 6. . . . . . . . . 9. . . . 12. .1. . . .77 0. . . . . . . . . . . . . 12. . .. . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . .1. . . . .7. . . . . ... .. . . .. . . . . . . . . . . . . ..2. .7. . . . . .. . Demolição — licença e comunicação prévia 11. . . . . ... . . 2. . .. . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . .1. . . . . . . . . ..1.. 9. . . . . . . . . . . . . .. . . .3.. . . . . . . . . .. . . . . .31 0. . . . .. . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . e dos autores de projecto de obra. ... . . . 12. . . . . . . . ... . .1.. . . . . . .2. . . . . . . . . . . com a delimitação do edifício. . Aditamento ao alvará ou admissão da comunicação .85 1. . . resultante da alteração autorizada: 5. . . . .. . . . . .1. . . . .. . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . .. .. .. . . . .1. . . . . . . . . . . . . 5. . .1. .. . actuais. . . . . . . . . .3. . . . .3. . . 9. . . . . .. . .. . . . Termo de responsabilidade do técnico e declaração da respectiva associação profissional. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . .. .06 17. . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . ..6. . . . . . . . . . . . . . . ..2. . .. . . . . . . . em suporte digital. . . . . . . .1. . . No caso de estabelecimentos de restauração e bebidas cuja instalação foi isenta de qualquer controle prévio. ..5. . A acrescer ao montante referido em 2. . . . .31 0. .. A acrescer ao montante referido em 3. . .1. .. . . . . . .. . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 12. . . . .1. .2. . ..” 3. . . . . . . . . . . . . .. Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . . . . . . 5.3. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . 12. . .1. . . . . . . . . 7.. .2. . .66 8. . . . . . .. .. . . . . . . . . . . . . . . . .6. . 12. . . .3.. . .4. . . . .. . .2. . . . . .. . . quando aplicável. .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . .4. . . . . . . . . . . .9. . . . . .. . .2. . . . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . ..3. . ...º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . . . projecto devidamente aprovado pelo Centro de Saúde de Ílhavo (CSI) e pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC). . . . . . .7. . . . . Requerimento a solicitar os serviços de recolha de resíduos sólidos urbanos como Utilizador Especial ou comprovativo de aquisição do contentor de resíduos sólidos urbanos (unidades industriais). . . . . . . .2. .31 0.2. . . . . . . . . . . . . . Termo de responsabilidade do director de fiscalização de obra. 2. . . 12.. . . . . . . 1. . . . . . . . . . . .. . . 5. . . . . . . . . . . . . . . .2. . com a delimitação do terreno. . . . . . .5. . (Revogado. . . . . . . . . .. .2. . . . . . . . .. .. .. 12. . . .66 8. . . . . 7. . . . . . .. . . . . . Planta de localização na escala 1/1000 ou 1/2000. . . .. . . . . . . . . . . .. . . . . . Prorrogação de licença ou comunicação 12. . . . . . . . . . . . . . . . . . com a delimitação da área objecto da operação urbanística. . . .4... .. . . .3. . . . . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . . .3. . . . . . . . 12. . .1. 5. XV e XVI do Anexo II do RMUE passam a ter a seguinte redacção: QUADRO I 7. . . . . . . . . . . . . Descrição do cumprimento do estabelecido no regime da gestão de resíduos de construção e demolição (RCD). . .. . .. 9..2.4. . .12. . . 7. . . . . . . . .2. IV. . .. . . . . .. . . . . . . . .4. . . . . .. . .1.. .. .1. . . . . . com a delimitação da totalidade do prédio rústico objecto da certidão. . . .. . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .1.. . . . . . .. .. . . . . . XI. 12.7. IX. . . . .. . . . . 12. . . Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou de pela admissão da comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização (artigo 49. . . . . . . . . . . . . . . .. . . VI. .1. . 8..6. . . . . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. . . 7.. . . . . . Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. . . .. . .4. . . .. . . .. . . . . . . . . . 11.. .. . . . ... . .. . . . . . . . .1. 12. .. . . . . . . . . . . . . Planta de implantação da edificação ou planta de síntese do loteamento de acordo com o processo de licenciamento ou comunicação prévia. . . . . . . 12. .2. . .. .1. . . . . . . . . . .. . . . . .. .. .. .1. . . . . . .. . . . . . . . . 8. . . . que contém a descrição das obras a realizar. . . .. . . . .1. . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . .. .. . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . 11.. . .4232 Diário da República. . . . . . . . . . . . .7.2. . Alteração 7.2. . . .1.. . . . . . 12. . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . 12. . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . .2. .1. . . . Calendarização dos trabalhos em falta... . . . . . . 3. . . . . . . . .3. . . . . . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . .3. . . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . . . ... . .1. . . . . . .1. . nos termo do disposto no artigo 63.. . . . . . . Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial. . .. . . . . . . . 1. . . . .2. . .. . . . . . . . 2. . 12..) 12.1. .. .. . .4.2. .. 12. . . XII. . . . ..3. . . . .1. Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . .1.1. . . . . . .. . . . . . . .. . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . 12. . . . . . . . . .10. 12. . . . . .. 8. . .17 17. .. . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . .6.5. .. . . 2. . .2.. .. . .6. .11.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . .00 0. . . . . 12. . . . . . . 11. . . . .. . .1. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . 4. . 2. . .3. . com a localização do contador. . . . . . . . . . 8.. . . . . 12. . .. . . . . . . . . . . . 5. . .2. . Planta de localização na escala 1/2000 ou 1/1000. . . . . . . . . . . . . . . . quando aplicável. . . . .1. . .. . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . . . . 7. .. . . . . Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. . . ..7. . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . .5. . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . .06 17. . ... Planta de localização na escala 1/2000 ou 1/1000. . . . ... . . . . . . .3. . . . . resultante do aumento autorizado: 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . elaborada sobre levantamento executado de acordo com o estabelecido no ponto 3. . . . . . . . . . . . . . . . . 11. . . . . . . .. . . . . . .1. .4.16. . . . . . . . . . .5. . . .. . . . . . . . . . . . .1. .. . . . . .. .. .1. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .2. . . . . . . . Planta de implantação da edificação e das redes públicas de águas e/de saneamento existentes.. 1. . . . . VII. . . .19.. . . . . . . . . . . . . .. . 11. .. . .2. .2.2. . Documento comprovativo de que a edificação é anterior a 2 de Maio de 1955 — certidão de registo matricial — caso a obra não tenha sido objecto de licenciamento municipal. . . . . . . . . . . .... . XIII. . . .. . .4. . . . . .. .. . . . . XIV. . .9. . . . .. . . 12. . 12. . . . . . . . . . .2. .. . . . . . . . . . Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . . . . . . . . . . . . .18. 8. . . . . . . . . . . . 5.. . .. . . . . . . . . Averbamentos. III.. 12. válido e redigido em língua portuguesa e respectivo contrato de manutenção e limpeza previsto no artigo 27.4. . . . . . . 7. . . . . . . . . . 11.. . 4. . . . ..5. . . . . . . . ... . . . . . . . . . . .7. . . . . .. . . . . . . . . . . ..3. 1. . 12. . . . . 12. . das presentes normas e apresentada em suporte digital. . . . . . . 11. . . . . . . .7.. . . . Fotografias do objecto da intervenção e da envolvente. . . . . . . . .. . 12. . .. .1. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12. . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8. .) 12. . . . . . . . . . . . . . . Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000. . . . . .1. .2. . . . . . ..1. . . .. 9. . . . . . . . . .. . .2. 11. . . . . . . . . .. . . . 5. . Planta topográfica de localização à escala 1/1000 ou 1/2000.. . . .ª série — N. . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . .1. .6. . . . . .31 0. . . .4. . . VIII. . . . . . . . .2. . . . . . .. . . . 7. . . . . . . . . . . .. . . V. . . . .1. . . . . . . . . . .. .. 9.. 11. . .3.. . . . . .. . . . .17. . . . . 7.. . . 7. . . . .2. .31 23. . . . 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7. . . . . . . . . .. . . . . .15. . . . . . . . . . .. . . . . .. .. . . . . .. . . . . . . . . . ... 2as vias do alvará . . .. . . . . . . . . . . ..1. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . .2.. . . . . . . . . . .6. . . . .4. . . . II. .. .. . .. . . . . . . .5. . . . . . . ou em 4. . .. . . . . . . . . . quando tenham sido realizadas obras. . .2. . . . . . . . . 12. 12.. . . . . . . . . .2. . . . . . . .. . Os quadros I. . . .53 47. . . . . . . . . . . . . . . . . . Peça (s) desenhada (s) que caracterize (m) graficamente a obra. . . . ... . . . .. 8. .. .5. . . . . . . ... . . . . .. . . . .. . . . . . . . .. . (Revogado. . .. . . . 47. . . .. .. . . . ..1. . . . . . . . .

. . . . .. . . . . . . . . .02 176. . . . 3. .31 0. . . . .. . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .31 0. . . .2. . . . . . . . . . .. . 2as vias do alvará . . . . . . . .. . . . . . . . 2. .2. . . . . . . . 7. . . . . . . . . . . . .. . .2.. . . . 2. . ..29 0. . . . . . . 1 029. . .. 2. . . . . .36 58. 2. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 2. . . . . . . . . ....1. . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . a acrescer ao montante referido em 1: 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . .85 1. . . .66 47. . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . .1. . . ..35 5. . . . . . . . . . .1. . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . .. . . .1. . . . a liquidar em Janeiro. 5. . . . .2.. . . . . . . . . . . . . . . .. .66 8. . . . . .. . . . . . . . . .2. .. . . . . . . . . . . . . . ..53 17. .4. . . . . .. . . . . . .1. . .1. . . . . . . . .1. . . . . . . . . .1. . . . . 2. . . . . . . . . 2as vias do alvará . . . . . . . . . . . . Por cada instalação e por ano. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . ... . . . . .29 3. . . . . . . .2. . . . Averbamentos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .4. . .. . . . . . .06 Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de obras de urbanização (artigo 51. . . 29. . . .50 3. . . . . . . . . . . . . Averbamentos. . . . . . .. . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..2.2. . . .1. . . . . . . .. .6. . . . 5. .. . . . . Averbamentos. ... .. . .1. . . . . . .31 0. .70 1. . . Instalações de armazenamento de produtos do petróleo e postos de abastecimento de combustíveis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . por m2 da área de intervenção . .85 1. . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .3. . . .. . . . . . . . . . . . . . . .. .. . . .. .. . . 4. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . .25 5.º do RMUE) Valor em euros Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de obras de construção (artigo 53. . b. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .1. . . b. . . . . . . . . .68 529. . . . . . . . . . . . .29 0. . .2. . . . . . . . . .2. . . . . . .06 17.. . .. . . . .64 1.. . . 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . 2. . . . .1. . . . 2. . . . . . . .. .. . . . . . . . . 2. . .. . . . . . . . . . . . . 2. .. . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . .2. . . . . . . . . 2. .. . .1... . 257. . . . . . . . .89 588. . . . . . . . . . . . . . . . . . . resultante do aumento autorizado: 5. . .2. . .2.31 0. . . . . . . .. . . .. . . . . 5. . .34 0. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . 5. . . .ª série — N. . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . 2. . . . .4. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . .31 0. . . ... . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . .77 0. . . . . . . . Por cada aerogerador de baixa tensão instalado no logradouro . . . . . . . . ..1. . . . . .53 17. .4. . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10 823. . 2. . . . . .. .1. . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . .31 29. . . Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . . . . . . . . .. . . . . . 5. . . . . .2.. 6. . . .31 0. . . . . . . . . . . . . . . . . .32 58. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 vias do alvará . . . . . . . . . . . . . 35. . . . . . . . . . . . . . . . 3. . . .2.36 2. . . .. . . . . .. .. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .50 588. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . Por m2 ou fracção da área afecta às instalações . . . . . . . .31 0. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5. . . . . Por cada instalação. . QUADRO III 47. . . .17 17. . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . .. . . . . . .. . . . . 1 029. . . . . . . . .. . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . .2. 5. . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3. .. . .. . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . .. . . . . . . . . 2. . .77 0. .. . . . . . .00 0. . . . . . . . . . . . . . . . . . c. . .00 4.. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . .1. . . . . . .. . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . .90 5. . . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. .31 0. . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . 2.. . .. . . . .. . . .. . . . . . .. .6. . . . . . 2 572. . . . . . . 2. . . . . . .2. . . . .. . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .12 1. . .84 2. . . .. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . 2. 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1.63 Taxa devida pela emissão do alvará de licença de instalações especiais (artigo 53.. . . .5. . . . 2as vias do alvará . . 2. . . . 51. . 6. . . . .94 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .31 0. . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . . . Averbamentos. . . 2. . . . . . .94 3. . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 QUADRO II QUADRO V 4233 Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de operação de loteamento (artigo 50. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Instalação de aerogeradores: 4. . 2as vias do alvará . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..42 as 6. . .95 3. . . . . . . . . . .3.. . .. . . 2. . .. . . . . . . . . . .65 176. . . . 2. . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . .89 0. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . .59 2. .. . . .3.. . .. . . . . . . .84 . . . . . . . . .45 4. . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . .31 0. . . . . . . .51 706. . . . . . . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .2. . 2. . . . a acrescer ao montante referido em 1. . Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . . . . . . . .2. . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . 35. a acrescer ao montante referido em 1 . . . . .. . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . 2. . . . ..05 0. . . . . . .. . . . . . . QUADRO IV 58...1. .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .63 11. . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . ... . 58. . .2.. 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . .. . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. .. . . . . . . . . . . . . . .. . . . . 4. . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . d. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .17 23. . . . . . . . . . . .63 11. . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . .50 Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de trabalhos de remodelação dos terrenos (artigo 52. . . .. . 5. . Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . . . . . .. .. . . 2. . . . . . . . . . . . . .2. . . .95 10. . . .. . . . . . . .65 35. . .. . . . . . . . . .. . . 2. 2. .2. . . . . . . . .. . . . . . . .. . . . . .. . . . . . .1. . . . . .. . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .53 47. .. . . . . . . 58. . . . .. . .5. . .1. .. . . . . .06 17. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Por cada aerogerador de alta tensão a instalar em parque eólico.31 1. . . . . . 2. . .. .4. .29 QUADRO VI 1. . .05 0. . . . . 2. . . . . . .2. . . 2. 2.. . . .7. . . . . . . . . .35 147. . . . . . . 2. ... Por cada aerogerador de baixa tensão instalado na cobertura do edifício . .2. . . . . . . a.2. . . . . .05 235. . . . 2. . .2. . . . . . . . . . 1. . . . . . . . Emissão do alvará ou admissão da comunicação . Instalação de infra-estruturas de suporte de estações de radiocomunicações: 3. . . .3. . . . Implantação. . .. . 4.00 4. . . . . . . . . . . . . . . . . .65 35. . . .. .2. . . . . 7. . . . . 5. . . .Diário da República. . .2.2. . . . . 2. . .2. . . . . . .. . . . . . . . . . . . Aditamento ao alvará ou admissão da comunicação . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . Averbamentos. . . . . . . .. . . . . . Aditamento ao alvará ou admissão da comunicação . . . . . .4. . . .6. .31 0. . . . . . . . 2. . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . .. .3. . . . . . . A acrescer ao montante referido em 4.. 5. . . . . . a. .. .. .1. . . . . . . . . . . . 2. . . .66 8. . . .. . . . . . . . . .. . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . .

. . . 4. . . . . . . . .89 58. . .3. . . . .8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .59 0. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .38 94. . .27 94. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . De armazenamento de combustíveis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .89 41. . .06 117. . . .70 11. . . . . . . . . . 35. . . .68 47.29 7. . 3. . . . . . . . . . . . . . .2. . .77 . . . . . . . 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Valor em euros Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de obras de demolição (artigo 54. . . . . . . . . Averbamentos. . .65 35. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8. . .68 117.53 […] Valor em euros QUADRO IX Taxa devida pela emissão do alvará de utilização/exploração e de alteração do uso de estabelecimentos previstos em legislação específica (artigo 56. . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . .07 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. . . . . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . 2. . . . . .68 117. . . . . . . . . . . . . . . . . . 7. . . . . . . . . Averbamento do alvará ou admissão da comunicação 2. . . . . . 3. . . . . . . . . . . De armazenamento de combustíveis. . . . . . . . . . . . . . . . . . .54 52. . . . . . . . . .68 117. . . . . . . . . . . . . . . . . 3. . . 2. . . . . Comércio e serviços objecto de licenciamento específico 1. . . .96 29. . . . . . . . . .68 117. . . . . .4234 QUADRO VII Diário da República. . . . . . . . . . . . . . .2. . 35. . . . . . . . . . . QUADRO XII 47. . . . . . . . . . . . . 3. . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . De abastecimento de combustíveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .07 70. . . . . . . . . . . . . . . .38 94. . . . . . . . . . . . . . . . 7. 6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . .19 5. . .. . . . . . . . . . . Hoteleiro e meio complementar de alojamento turístico . . . . . . . . . . . . . . . .9. . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . .68 117. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .38 94. . . . .2.3. . .89 23. . . 4. . . . . . . . . . . .77 3. . . . . . . . . .35 […] Valor em euros 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . 7. . .68 1. . . . . . . .07 70. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5. . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .59 82. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros QUADRO VIII […] Valor em euros 1. . . . . . . . . . .4. . . . . . Industrial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .43 82. . .2. . . . . . . . . . . . . .84 […] Valor em euros 1. . . . . . . .84 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .68 117. . . . . . . . .07 70. . . . . . . . . . . .29 1. . . . . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . 3. . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . De restauração e ou bebidas com fabrico próprio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .68 5. . . . . . . . . . 1. . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . .82 17. . . . . . . . . . . . . . . . 7. . . . . . . . . . . 2as vias do alvará . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4.1. . . . . . . . . . . . . . .84 58. . . . . . . . . . . . . . . . . .29 Taxa devida pela prorrogação do prazo para execução da obra (artigo 60. . 3. . .29 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . .4. . Averbamento do alvará . . . . . . . 2as vias do alvará . . . . .8. . . . . . . . . . . 3. . . . . . .13 35. . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . De bebidas. . . . . 2. Averbamentos. 3. . . . . 4. . . . . . . . . . . .13 47. . . . .5. . . . . . 7. .41 5. . . . . . . . . . . .38 154. . . . . . . . . . . . 2. . . 2as vias do alvará . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Quando incidir sobre instalações de combustíveis derivados de petróleo. . . . . . . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .68 Demolição de edifícios e outras construções. . . . . . . . . .06 0. . . quando não integradas em procedimento de licença ou comunicação 1. . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Comércio e serviços objecto de licenciamento específico 3. . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . QUADRO XIII 41. . . . . . . . . . .7. . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .29 0. . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. .6. . . . Averbamento do alvará ou admissão da comunicação 1. . . Comércio e serviços objecto de licenciamento específico . . . . . 1. . .2. . . . . . . . . . . . .2. . . . 1. . . . . . . . . .1. . . . . . . . . .1. . QUADRO XI 117. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . De restauração e ou bebidas com dança . . . . . .9. . . . .68 117. . . . . . 3. .6. . . 3. . . . . . . . . . . . . . . . .59 0. . . . . . . . . . . . . 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . De restauração e ou bebidas . . . .59 82. . .9. . . . . . .29 117. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3. . . . . 1. . . . . . . . .7. . . . . . . . . . 4. . . De armazenamento de combustíveis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .65 35. .68 117.1. . 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . .59 82. . . . . 2as vias da certidão . . . . . . . . . . . . . .1.17 47. . . . . . . 4.5. . . . 1. . . 7. . . . 4. . .2. . . QUADRO XIV 58. . . . . . . . . . . . . . . 7. . . . . . . . .13 35. .19 5. . . . . . . . . . . . Industrial . . . . . . . . . . . . . . . . .7. . . . . . . . . . . . .13 35. . . . .1. . . . . . . . . . . . . . .1. . 3.89 17. . . . . . . 58. . . . . . . . . . . . . .89 23. . . . . 4. . . . .84 88. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .54 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . .5. .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47.68 117. . . . . . Industrial . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . .29 117. . . . . . . 4. . . . . . .31 0. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .4. . . . . 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6. . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . QUADRO XVII 5. . . . 12. 41. . .. .66 17. . .. . . . . . . . . . . por m2 dou fracção . .. . . .88 4. . Em suporte de papel transparente. . . . (Anterior 10. .89 11. . .2. . .7. sendo o requerimento instruído com documento comprovativo dessa qualidade emitido pela Conservatória do Registo Predial. . . . . . . . . . . . . 12. . .7. . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . .1. .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . dentro deste prazo. . . .2. . . . . . 7.. . . .) . . . . . . 27. . A cores. . . . . . . . . . . . . .ª série — N. . . . . .. .. . . 3 e 4 do artigo anterior. . . . .. . . . .76 34. . . . . .. . . 12. .º-B Alterações a licença de loteamento sujeita a consulta pública Nas situações previstas no artigo 5. . Outros formatos. . . . . . . .º-B. . . . . . . .. . . . .1.. . . . .) .. . . . . . . . 3. .. . 12. . . . . . . . . .2. . . Mostrando-se o pedido devidamente instruído e não havendo fundamentos para rejeição liminar. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . ..) . . . . . . 8. . . . Fornecimento do suporte. . . . . . . na Gafanha da Encarnação. . . . . . . . . . . . . . . . . .3. A preto. . . . . . . . . . . . . . . .58 0. .. . . . . . . . . . . . . . . a preto . . . . . . . . . . . .68 88. . . . .. . . . . . . . . . . . (Anterior 10. . .. . . . . . . 8. . .. 8. . . . 2. . 9. . . . . . . . . . . 5. . . Artigo 5. . . . . . . . . . . . . .. . .. 10. . . . .23 7. . . . .. 2.3. . .. .. . . 2. . . . . . . . . .. . . . . 2. . . . Em suporte de papel opaco. . . . . .. . . . 6. . . . . . . . . . . . . ... .89 294. . . . .66 11. . . . .1. ... . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .42 3. . . . . . . . .. . . com a seguinte redacção: “Artigo 5. . (Anterior 10. . . . . . . . . . . . ... . . . . .6. . . . . . . . . . . . .. . . 12. no prazo previsto no número anterior. . . . .23 4.º-A. . . . . . .º-D. . . . .27 11.54 23. . . . . . . . . . . . . . . . QUADRO XVIII 4. . . .. . . .3. . . . . . . . . . . . . ..29 41. . . . . . . . . . . 8. . bem como das respectivas moradas para efeito da sua notificação para pronúncia. . .18 29. . . para se pronunciarem sobre a alteração pretendida. . (Anterior 10.. . . . . . . . . . . . . . . . .. 8. . . .. . . . .. . 3. .. . . . . . . ... 5. . . .2. . . . . . . . . . . . . . . (Anterior 10. . . 10. . . .. . . 2. . .54 1. . . . Em suporte de papel opaco. . . . .2. . . . . .. . . .. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 QUADRO XV 4235 Valor em euros […] Valor em euros 1. . . . .. É alterada a planta de zonamento que constitui o Anexo III. . . .. .1. . . Cópia ou fotocópia autenticada. . . . . . . . . . . . . . .7.. . 6. .. . Por m2 ou fracção da superfície de ocupação. . . .84 […] Valor em euros […] Valor em euros . . . . . . . . .) . . .1. . . . . . . ... 12. . . . . . . . . .1. . .. . . consultar o processo e apresentar as suas […] Valor em euros 1. . . . . . . . . observações ou sugestões.1. . 2as vias do alvará . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . .7. .. ..4. . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . .. . . . .54 5. . . . .82 0. . . .31 0. . .58 1. . . . . . . .65 2. . . .. .. . . . Nas situações previstas no artigo anterior. . .. . .4. . . . .65 5. . ...88 5. . . . . . . . . . . . . . .23 11. .2. . . .. .) . .94 4. . . . . . . . . . . . . 13. . . 10. . . . . . . . . . . .. . . . ... . . Averbamentos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Em suporte de papel transparente. . . . . . . . . . .. . . . (Anterior 10. . .. . . 3. . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . 2. . . . . . . ... . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . . . . . .43 23.. (Anterior 10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27. 4. . (Anterior 10. . . . . . .. a preto . . . .54 41. . . . . . . . . consultar o processo e apresentar as suas reclamações. . . . . . 12. . . .. . . . a alteração à licença de loteamento é precedida de consulta pública. . . . . . . . 3. . . . . . . . . .. . . .) ..) . . .. . .. . .º-A..23 55. . . 7.. . . . . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . .7. . .84 117. . . . . . . . . . . . . . .º Aditamento ao RMUE 1. . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. 2.. . Os proprietários dos lotes serão notificados por via postal com aviso de recepção. . . . 10. . . . .. . . . . .23 70. . . . . . . . . . . . . . . 5. . . . . .. .. . . Nas situações não enquadradas no artigo 5. .. . . . . . . . . . . no prazo de 10 dias úteis a contar da data de recepção da notificação podendo. . . . . 4. . . .1. .. .17 294. . . . . . .4. . . . . . .. . . . . . . . . . 2. . A cores. . . . . .. .17 20. . . 2. . . . . . . . . . . . . . .77 35. . . . . . . . . . .. . . . . . . . 5. . a cores . . . . . . . . . . . .. . . . 1. . . . .) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5. .09 10. . por folha digitalizada . . . .2. 8. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . ..º-A. 12. . . . . ... . . . . .11 22. . . . QUADRO XVI 22. . . .º-C e 34. . . .3.. . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . 10. .19 23.. .. .4. . . . .06 8. . . .. . . . . . . . . . . .. . . . . ... . . . . . . . . . . . .23 3. . . . 12. . . . . . . 2. . . . . . . . .89 10. . . . . .. Averbamentos de processos . . . . . . retirando da Zona 3 e incluindo na Zona 2 o espaço urbano a sul da Rua de Ílhavo.º. . . . . . . . . . . . . . . por folha digitalizada . (Anterior 10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . a alteração da licença de loteamento implica.º-B. . . . . . . . 2as vias do alvará . .. 14. . .77 5.. . . . ... . São aditados ao RMUE os artigos 5. . . . . .4. . . . . . . 10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .3.. . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . (Anterior 10. . . 9. . . . . . . . . da forma e no local indicados no respectivo edital. . . . . .. . . . . Artigo 5. . 4. . . . . .51 28.7. . . a acrescer ao montante referido em 1. . . .. 12. . . . . . . . . .. . . . . . .1.. . . . . . . . .6. . . . . . .2. . . . . . . . 3. . Artigo 2. . . . . . .) . . . .. . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . .03 1.89 17. . . . . . . . .7. . . . . . . 9. . .54 2. . . . . . .. . . . . . . . . . a aprovação pela Câmara Municipal do pedido de licenciamento de operação de loteamento é precedido de um período de consulta pública a efectuar nos termos dos números seguintes. .. .. . .59 5. . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . Reproduções em formato digital . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .25 9. . . . . . . . . .. .54 17.. . . . . . . . . . . . . . .. por ano . . . . . . . .5. 4. . . . . . . . .. . . .º-C. . 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .7. .. .. . . .17 . . . . . . . .) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1.. . A preto. . . . .. . . . . Outros formatos. . . . . . . . . . . por m2 ou fracção: 9. . . 12.. .17 58. 8. 9. . . . . . . . . . . 5. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . podendo os interessados. . sendo aplicável ao procedimento as normas constantes dos números 2. . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . . . . . . .. .71 22.. . . . . 27.. . .53 58. . . . . . . . . . . . 11. . . . .Diário da República. .7. . . . . . . . .º-B. . . . . . . . .3. . . . . . . .. . . . 9. Formato A3. . .. .. . . .º-C. . a cores . . . . . . . . .29 6. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .66 23. 7. . . . . . . . .. . . Averbamentos. . . . . . 12. . . . . . . . . .. . . . . A notificação tem por objecto o projecto de alteração de loteamento. . . . . .. . . . . . . . . .. . . . . .. .. . . . . . (Anterior 10..06 1.. .7. . . . a obrigação de indicar à Câmara Municipal a identificação de todos os titulares dos lotes constantes do alvará. . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . .11 22. . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . A consulta pública é anunciada através de edital a afixar nos locais de estilo e no site da autarquia. . . Formato A4. . . . . . . .58 55. . 3. . . . . . . . . . . . . .. . . .. . 4.. . . . . . . . . . . . .. . . . ..º-C Alterações a licença de loteamento não sujeita a consulta pública 1. A consulta tem por objecto o projecto de loteamento.) . . . . . . . . . . . . . .) . . . . . . . . Emissão de alvará . .... . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . para o requerente.º-A. . . . . . (Anterior 10. a que acresce o montante da cópia ou fotocópia. . . . 1.. . . . . . .60 11. . . . . . . . . . . .º-A Procedimento de consulta pública 1. . . . 2. . . . . .. . . . . . 8. . . . . . . . 22. . .. . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . 19. . .º. . . . . . . . .. . .18 47. . . . . . . . . . . .. . . . .. . . .06 6.. . .. . . . . ... . . .. . . . . . .. . . . . . . . . .1. . .. . . 12. 3. . . . . . .54 23. . . . . . . . . . . proceder-se-á à consulta pública.. . . .1. . feita com uma antecedência de 8 dias úteis e por um período de 10 dias úteis. .. . . .. ..º-A. . . .. . . . . . . 5.1. 6. . . .. . . . . . 7. . . .. . . . . . . . . . . . . . . .

quando tal não seja possível.00.00.º do RJUE.000.000. adiante designados por RCD. fica sujeito à instrução dos respectivos processos com o projecto aprovado por uma entidade inspectora de instalações de combustíveis derivados do petróleo (EIC) ou entidade inspectora de redes e ramais de distribuição e instalações de gás (EIG). 8.000. A Câmara Municipal poderá corrigir o valor constante dos orçamentos. Instalações com capacidade menor ou igual a 10 m3 — € 50. reclamações. o promotor fica obrigado a proceder ao levantamento do estaleiro e à limpeza da área nos termos previstos no regime jurídico da gestão dos resíduos de construção e demolição. Caso seja impossível a identificação dos titulares de todos os lotes pela forma prevista no n. b.000. 3.000. 7. Artigo 8. A construção das instalações de armazenamento de produtos do petróleo. A realização das obras deve respeitar o disposto no Capítulo V do Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Ílhavo. Deve assegurar-se que os RCD são mantidos em obra o mínimo tempo possível. adiante designados por RCD. Deve assegurar-se que os RCD são mantidos em obra o mínimo tempo possível. do construtor. As obras devem estar concluídas no prazo proposto pelo promotor. observações ou sugestões. do director de obra ou de fiscalização ou do coordenador do projecto. sem prejuízo do disposto no n. Deve cumprir-se as demais normas técnicas respectivamente aplicáveis. no caso destas se situarem nas Praias da Barra e da Costa Nova. no caso destas se situarem nas Praias da Barra e da Costa Nova. 3. Deve promover-se a reutilização de materiais e a incorporação de reciclados de RCD na obra. A exploração das instalações referidas no número anterior fica sujeita à instrução do pedido com certificado de conformidade das vistorias e inspecções previstas na legislação em vigor emitidos pela EIC ou pela EIG.º 1 do artigo 57. edifícios que recebem público e ainda instalações que em caso de acidente possam provocar danos ambientais graves. 6. Deve assegurar-se a existência na obra de um sistema de acondicionamento adequado que permita a gestão selectiva os RCD. o qual não poderá exceder 3 anos no caso de edificações com área de construção igual ou inferior a 500 m2 e 4 anos no caso de área de construção superior. a requerimento do promotor. nomeadamente: a.º do RJUE.º-D Seguros de responsabilidade civil 1. d.000. Instalações com capacidade entre 5 m3 e 15 m3 – € 250. Instalações com capacidade superior a 10 m3 e menor ou igual a 100 m3 . 9. Artigo 8. do construtor. designadamente as localizados nas proximidades de linhas de água e orla costeira. a execução das obras de urbanização sujeitas a procedimento da comunicação prévia ficam sujeitas às seguintes condições: 1. Deve assegurar-se a existência na obra de um sistema de acondicionamento adequado que permita a gestão selectiva os RCD. sendo que.00 v. lares de terceira idade. sendo o cumprimento destas obrigações condição para a emissão do alvará de utilização. 2. iii. os montantes definidos no número anterior são sempre os relativos às instalações de capacidade máxima. b. A realização das obras deve respeitar o disposto no Capítulo V do presente Regulamento.º-B Obras de edificação em procedimento de comunicação prévia Para efeito do previsto no n. Instalações com capacidade entre 15 m3 e 30 m3 – € 500. . salvo casos excepcionais devidamente justificados e sem prejuízo do definido no Artigo 58. c.000.4236 Diário da República. a identificação completa do prédio ou prédios de incidência das obras. Deve ser cumprido o regime da gestão de resíduos de construção e demolição. o seu encaminhamento para operador de gestão licenciado. 4. estabelecimentos de saúde.00 ii. As obras de urbanização devem ser concluídas no prazo proposto pelo promotor.ª série — N. iii. o qual não poderá exceder 1 ano quando o valor estimado das mesmas for igual ou inferior a € 25. 7. Deve promover-se a reutilização de materiais e a incorporação de reciclados de RCD na obra.€ 200. a via pública sem prévio licenciamento. serão notificados por edital a afixar nos locais de estilo e no site da autarquia. esse período não pode ser superior a três meses. total ou parcialmente. Concluídas as obras. cujo licenciamento seja da competência da Câmara Municipal nos termos da legislação em vigor. sendo o cumprimento destas obrigações condição da recepção provisória das obras de urbanização. sendo que.º 1 ou no caso do número de titulares ser superior a 20. Projectistas: i. a requerimento do promotor.€ 500.000. c.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 2.000. nomeadamente: a. por um período de 15 dias úteis. Para efeito da determinação da caução a que se refere o artigo 54. ou 2 anos quando esse valor for superior. Instalações com capacidade superior a 50 m3 – € 1. Deve assegurar-se a aplicação em obra de uma metodologia de triagem de RCD ou. as obrigações das partes relativamente à realização. esse período não pode ser superior a três meses.00. d. Artigo 8. dos postos de abastecimento de combustíveis e das redes e ramais de distribuição ligadas a reservatórios de gás de petróleo liquefeito (GPL). ii. o seu encaminhamento para operador de gestão licenciado. Concluídas as obras. designadamente as instalações localizadas a menos de 200 metros de estabelecimentos de ensino. o comunicante deve instruir o processo com mapa de medições e orçamento das obras a executar. Por razões do interesse público a Câmara Municipal pode restringir os prazos fixados referidos nos números anteriores e/ou fixar a data a partir da qual as obras de edificação se deverão iniciar. 4. quando tal não seja possível. 5. Quando houver lugar à celebração de contrato de urbanização.000. Por razões do interesse público a Câmara Municipal pode restringir os prazos fixados referidos nos números anteriores e/ou fixar a data a partir da qual as obras de urbanização se deverão iniciar. 2. 6.00. o promotor fica obrigado a proceder ao levantamento do estaleiro e à limpeza da área nos termos previstos no regime jurídico da gestão dos resíduos de construção e demolição.00 iv.000. Os montantes dos seguros de responsabilidade civil previstos na legislação aplicável são os seguintes: a. da forma e no local indicados na respectiva notificação. e. Deve cumprir-se as demais normas técnicas respectivamente aplicáveis. A realização das obras não deve afectar ou ocupar. no caso de resíduos perigosos. b. Instalações com capacidade superior a 100 m3 – € 500. São consideradas situações de elevado risco. Empreiteiros e responsáveis técnicos pela execução dos projectos: i.º 1 do artigo 53. Artigo 8. A implantação das obras deve demarcada pelo sector de topografia municipal. 5.00 iii. Instalações com capacidade entre 1m3 e 5 m3 – € 50. relativo à segurança e limpeza nas obras confinantes com a via pública. Deve ser verificada a implantação da edificação e muros de vedação pelo sector de topografia municipal. Titulares da licença de exploração: i. no caso de resíduos perigosos.º do RJUE. 4. Instalações com capacidade menor ou igual a 10 m3 — € 100.º-A Obras de urbanização em procedimento de comunicação prévia Para efeito do previsto no n. e. Instalações com capacidade superior a 100 m3 – € 750. ii. relativo à segurança e limpeza nas obras confinantes com a via pública.º 5. 2. Instalações com capacidade superior a 10 m3 e menor ou igual a 100 m3 .00 2. a execução das obras de construção sujeitas a procedimento da comunicação prévia ficam sujeitas às seguintes condições: 1. o mesmo deve conter a identificação completa das partes.00.º-C Licenciamento de instalações de combustíveis derivados de petróleo 1. Instalações com capacidade entre 30 m3 e 50 m3 – € 750.00. gestão e manutenção das obras e respectivo prazo de execução. 3.000.000. Para instalações cuja localização envolva elevado risco. c. Deve ser cumprido o regime da gestão de resíduos de construção e demolição.º do RJUE. Deve assegurar-se a aplicação em obra de uma metodologia de triagem de RCD ou. do director de obra ou de fiscalização ou do coordenador do projecto.

desde que integradas nos vãos existentes e de forma harmoniosa na sua arquitectura. quiosques. O respectivo contrato de manutenção e limpeza. É proibido o escoamento das águas de condensação dos aparelhos de ar condicionado. Artigo. deverá preferencialmente ser realizada: a. 2. de actividades culturais. ou guarda do terraço. b. Cércea: dimensão vertical da construção. Cota de soleira: demarcação altimétrica do nível do ponto médio do primeiro degrau da entrada principal. entende-se por: a. com vista à utilização do menos número possível de elementos Artigo 27. a instalação das unidades exteriores deve garantir uma altura mínima livre de 2. 2. Em local próprio previsto no edifício. à prestação de serviços de carácter económico (mercados. referida ao arruamento de acesso. se a inclinação do perfil longitudinal não for superior a 5%. Para terrenos servidos por um único arruamento – cota média do mesmo. Equipamento: edificação destinada à prestação de serviços à colectividade (saúde. e. pela realização.º Norma revogatória São revogados os artigos 8. Balanço fechado: corpo volumétrico saliente da fachada da edificação. referenciada a um edifício principal. c. k. consequentemente. com altura igual ou inferior a 2. Com o pedido de emissão de autorização de utilização deverá ser apresentado: a.” 2. Artigo 27. a cota de soleira dos edifícios não se poderá elevar mais do que 0. no caso de edifícios construídos em regime de propriedade horizontal. 2. a cércea é referenciada. Dever-se-á racionalizar a sua colocação.º e 80. Artigo 2. h. integradas devidamente na construção.º-A Critérios de optimização energética e ambiental Na concepção dos projectos de loteamento e de edificação dever-se-á respeitar as normas constantes do Anexo IV do presente Regulamento. incluindo a cobertura mas excluindo acessórios. ou de recreio e lazer. nas restantes situações.20 m em todos os pontos das outras fachadas. Anexo: a edificação ou parte desta. que não possui título autónomo de propriedade nem constitui uma unidade funcional. d. ou afastamentos a construções fronteiras. bem como às compensações. as condutas de ventilação e de exaustão de fumos devem ser interiores. Estufa de jardim: edificação construída em estrutura ligeira revertida a material transparente de cor clara. até à linha superior do beirado. locais acessórios e espaços de circulação. manutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas. sempre. b. de modo a que uma estrutura sirva várias ocupações e/ou fracções do edifício.º Definições Para efeitos deste regulamento. l. ou platibanda. etc.Diário da República. admitindo-se a sua cobertura com elementos vegetais ou toldo. preferencialmente. nomeadamente em edifícios existentes.º-A Pérgulas 1. no local menos visível da via pública e de forma a não causar impacte visual. Nos edifícios e/ou fracções que não disponham de condutas interiores a cumprir o disposto no Artigo 113. ocupação do espaço público para a realização de obras e concessão de outros documentos.00 m2.ª série — N. c.º do RGEU. m. d. Artigo 4. etc. pela colectividade. Na fachada posterior dos edifícios. desportivas. estabelecimentos. e inferiores a 1. em relação à via de cota inferior e adopta a descrição do ponto precedente. com uma função complementar e com uma entrada autónoma pelo logradouro ou pelo espaço público. quando as diferenças entre a cota do plano inferior dessa laje e as cotas do espaço público mais próximo forem iguais ou inferiores a 0. Área bruta de construção: soma das superfícies brutas de todos os pisos. cuja projecção incide sobre espaço público ou logradouro privado. válido e redigido em língua portuguesa.50 m acima da cota mais baixa do arruamento. As pérgulas que venham a ser colocadas sobre as coberturas dos edifícios não devem exceder a altura de 2. Cave: espaço coberto por laje. pela admissão de comunicações prévias.º Republicação O RMUE é republicado em anexo. com a redacção actual.50 metros entre estes e a via pública. g. 2. 54.º-C Exaustão de Fumos e Ventilação 1. ou outros dispositivos. Alinhamento: linha que define a implantação da edificação e do muro de vedação. devem ser recuadas em relação às fachadas e não podem em caso algum ser encerradas. Certificado de homologação do sistema de extracção de fumos. 3. educação. Devem ser colocados nas coberturas dos edifícios. 4237 Republicação do Regulamento Municipal da Urbanização e da Edificação de Ílhavo CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Artigo 19. f. chaminés e elementos decorativos. no Município de Ílhavo. através de ligação á rede de esgotos do edifício. contada a partir da cota de referência do arruamento que a serve. Fogo: habitação unifamiliar em edifício isolado ou colectivo. São aditados ao RMUE os anexos IV e V. Nos terraços. reconstruções ou alterações profundas. acima e abaixo da cota de soleira. A cota de referência do arruamento é determinada da seguinte forma: Para terrenos servidos por mais que um arruamento. considerando-se três o número médio de habitantes por fogo. Cércea dominante: cércea que apresenta a maior extensão ao longo de uma frente edificada. 2.º. nas fachadas ou para os arruamentos. Equipamento lúdico: edificação a céu aberto com finalidade lúdica ou de lazer. localizada no logradouro posterior da habitação e sem recurso a fundações permanentes. Na sua cobertura. ocultos por grelha em material idêntico aos das respectivas caixilharias sendo que. medida a partir da cota média do plano base de implantação até ao ponto mais alto da construção. nela incluindo varandas privativas. ficando sujeitas a todas as regras de edificabilidade. Em locais não visíveis da via pública.º. . j. e. b. i. ou em vãos criados para o efeito.20 metros. 24. pressupondo afastamento a linhas de eixos de vias. devendo este fazer-se. como um piso. desde que ocultos pelas respectivas guardas. é admissível a existência de saídas de exaustão de fumos e de ventilação nas fachadas do edifício.º-A Equipamentos de ar condicionado e outros 1.º Âmbito e objecto O presente regulamento estabelece os princípios aplicáveis à urbanização e à edificação.60 metros e área igual ou inferior a 50. medida pelo perímetro exterior das paredes exteriores. desde que ocultos por platibandas. A colocação de aparelhos de ar condicionado e outros dispositivos. esta carece de autorização dos condóminos nos termos previstos no Código Civil. protecção civil. Quando não for tecnicamente possível cumprir o estipulado no número anterior. 3.). de linhas de água ou outros.30 m no ponto médio da fachada principal da edificação. As pérgulas que não cumpram o definido no n. assistência social.º do RMUE. 27.º 1 do presente artigo serão obrigatoriamente contabilizadas como área de construção e. feiras. destinado a aumentar a superfície útil da edificação. Em edifícios novos. com saída ao nível da cobertura e cumprir a legislação aplicável em vigor Artigo 34. Artigo 3.º-B Antenas e painéis solares A colocação das antenas e painéis solares quando não integrados no projecto da edificação deve respeitar os seguintes critérios de integração: 1. as regras gerais e critérios referentes às taxas devidas pela emissão de alvarás. Altura total da construção: dimensão vertical máxima da construção. normas e regulamentos de construção aplicáveis.) e à prática.

o.º Instrução do pedido 1.2 m ou.º Isenção de licença ou de comunicação 1. acima e abaixo do solo. apresentados em formato digital para efeito de consulta das entidades da administração central. s. servem ou visam servir uma ou diversas unidades de execução. A realização de obras de edificação sujeitas a licenciamento ou comunicação.º 2 do 11. palas e outros elementos decorativos projectados para além das fachadas. antes da emissão do alvará de loteamento ou aquando da informação à Câmara Municipal da data do início dos trabalhos nos termos do disposto no artigo 80. 7. Lugar de estacionamento: área destinada a estacionamento de veículos automóveis. § único.0 555/99. y.º 380/99. e será instruído com os elementos referidos na Portaria n.º do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial. Sempre que durante a apreciação do projecto de arquitectura seja necessário introduzir qualquer rectificação ao mesmo por parte do requerente. Informação prévia de loteamento: quando a operação incidir sobre área abrangida por Plano de Pormenor que contenha as menções constantes nas alíneas c). de integrar todas as peças escritas e desenhadas e não só as que forem objecto de rectificação. Deverão ainda ser juntos ao pedido ou comunicação os elementos complementares que se mostrem necessários à sua correcta compreensão. nelas directamente apoiadas. 4.º do RJUE. localização. Infra-estruturas locais: as que se inserem dentro da área objecto da operação urbanística e decorrem directamente desta. Pérgula: estrutura de ensombramento aligeirada de reduzido impacte visual. Profundidade da edificação: distância entre os planos verticais definidos pelos pontos mais avançados das fachadas anterior e posterior. ee. do RJIGT. bem como a sua comunicação prévia. a sua área corresponde à área do lote edificável. O pedido de informação prévia relativo a operações de loteamento. ou previstas em Plano Municipal de Ordenamento do Território (PMOT). com excepção das seguintes situações: a.º 3 do artigo 6. com a redacção dada pela Lei 60/2007. Zona urbana consolidada: zona caracterizada por uma densidade de ocupação que permite identificar uma malha ou estrutura urbana já definida. o particular poderá optar pelo regime de licenciamento. i) e j) do n. com exclusão de: Áreas de estacionamento. d) e f) do n. deduzida da superfície de implantação das edificações nele existentes. 6. Estão isentas de licença ou comunicação as operações urbanísticas identificadas nas alíneas a). q. — Nos casos previstos no artigo 13. impacte e dimensão não obedeçam ao procedimento de licença ou de comunicação. mantendo o esquema estrutural básico e o aspecto exterior original. obrigatoriamente. de 11 de Março. b). com eventual reorganização do espaço interior. de autorização e de licença relativo a operações urbanísticas. pelo director de obra ou de fiscalização ou pelo coordenador do projecto antes do início da obra de edificação sujeita a licenciamento. 3. a implantação dos lotes. bem como de obras de urbanização inseridas em operações de loteamento sujeitas a comunicação. aa. efectuada a requerimento do interessado.º. serviços. v. em função de novas operações urbanísticas. a requerer pelo promotor.º do Decreto-Lei n. obedece ao disposto no artigo 9.50 m e com área igual ou inferior a 10 m2 e que não confinem com a CAPÍTULO II Do procedimento Artigo 3. à obra executada. Infra-estruturas de ligação: as que estabelecem a ligação entre as infra-estruturas locais e as gerais. 9. sem contar palas de cobertura nem varandas salientes. de 16 de Dezembro.º-A do RJUE. da natureza e localização da operação urbanística pretendida. Galerias exteriores públicas. z. Em situações devidamente justificadas. Zonas de cave não habitáveis. em função. ou sobre área abrangida por alvará de loteamento em vigor.º 1 do artigo 91. adiante designado por RJUE. poderá ser exigido pela Câmara Municipal o conveniente Estudo Prévio instruído de acordo com as normas constantes do Anexo I do presente Regulamento. Infra-estruturas gerais: as que tendo um carácter estruturante.º 1 do artigo 6. b. dd.º 232/2008.º do RJUE. sem qualquer elemento de fechamento pelo menos em um dos seus lados. alteração.4238 Diário da República. indústria ou outros fins. consideram-se obras de escassa relevância urbanística aquelas que pela sua natureza. sendo este o de maior dimensão. beirados. Superfície de ocupação: área resultante da projecção da edificação no solo. u. o pedido ou comunicação e respectivos elementos instrutórios serão apresentados em duplicado. Muro de estremas: muro de separação entre parcelas de propriedade particular. gg. sempre que necessário. ampliação.A do RJUE. com vista a uma melhor apreciação da pretensão apresentada. Varanda: avanço de um corpo não volumétrico relativamente ao plano de uma fachada. seja pelo equilíbrio estético ou ambiental subjacente que urja salvaguardar. Para efeito do disposto na alínea g) do n. decorrendo as mesmas de um adequado funcionamento da operação urbanística. 5. Garagem: lugar de estacionamento coberto fechado. cc. Unidade de ocupação: edifício ou parte de edificação.º 316/2007. demarcada no solo. delimitado por paredes e portão de acesso. forma. com altura igual ou inferior a 3. com as necessárias adaptações. reconstrução. Serviços técnicos instalados nas caves dos edifícios. com saída própria para uma parte comum do edifício. logradouro ou via pública. 10. Zonas de sótão não habitáveis.º-A. no caso destas se situarem nas Praias da Barra e da Costa Nova. obrigatoriamente. Muro de vedação: muro de separação entre o espaço público e as parcelas de propriedade particular. pelo construtor. incluindo anexos e excluindo varandas. w. O pedido de informação prévia. Telas finais: peças escritas e desenhadas que correspondem. de 19 de Setembro. de 4 de Setembro. Por razões do interesse público a Câmara Municipal pode restringir os prazos para início e/ou conclusão de obras de urbanização. 8. contíguas ou não. 11. nomeadamente. de 22 de Setembro. d) e f) do n. Obra: todo o trabalho de construção. eventualmente previstas em PMOT. ao edifício principal com altura não superior a 2. As edificações. e de acordo com as normas contidas no Anexo II do presente Regulamento. incluindo escadas e caixas de elevadores. integrando este conceito as seguintes obras: a. em alternativa. Enquanto não estiver implementado o sistema informático previsto no 8. de construção e de demolição e/ou fixar a data a partir da qual as mesmas se deverão iniciar. o pedido ou comunicação e respectivos elementos instrutórios serão. Logradouro: espaço físico descoberto pertencente a um lote edificável. exactamente.º . r. obras de edificação é obrigatório. com eventual salvaguarda de níveis superiores de serviço. O alvará que titula as operações de loteamento só será emitido depois de efectuada.º-A do RJUE. aprovado pelo Decreto-Lei n. . Telheiro: espaço coberto. Terraços descobertos. Infra-estruturas especiais: as que não se inserindo nas categorias anteriores. conservação e demolição de bens imóveis. Sótão: pavimento resultante do aproveitamento do desvão da cobertura. Arruamentos ou espaços livres de uso público cobertos pela edificação. destinada a habitação. onde existem as infra-estruturas essenciais e onde se encontram definidos os alinhamentos dos planos marginais por edificações em continuidade. p. ff. CAPÍTULO III Procedimentos e situações especiais SECÇÃO I Isenções Artigo 4. Quando o controlo prévio da operação urbanística estiver sujeito ao regime de comunicação prévia.ª série — N. bb.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 2. deverão ser apresentadas telas finais.º 1 e do n. com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. adiante designado por RJIGT. n. Superfície de pavimento: soma das áreas brutas de todos os pisos. aplicando-se. o projecto rectificado tem. pelo sector de topografia da Câmara Municipal. devam pela sua especificidade implicar a prévia determinação de custos imputáveis à operação urbanística em si. No final da obra e em simultâneo com o requerimento a solicitar o alvará de utilização. deve ser precedida da verificação dos respectivos alinhamentos da edificação. x. comércio. 2. o disposto no n. lotes ou espaço público pelo sector de topografia municipal. 2. seja em áreas densamente construídas ou comprometidas. sendo o respectivo montante considerado ‘como decorrente da execução de infra-estruturas locais. hh. t. Obra de reabilitação: Obra de alteração que visa adequar e melhorar as condições de desempenho funcional de um edifício.º 1 do artigo 91. Informação prévia de obras de edificação: quando as obras incidirem sobre área abrangida por Plano de Pormenor que contenha as menções constantes nas alíneas c).

A edificação de muros de estremas até 2 m de altura e de muros de suporte de terras até uma altura de 2 m ou que não alterem significativamente a topografia dos terrenos existentes. Toda e qualquer edificação que disponha de mais do que uma caixa de escadas de acesso comum a fracções ou unidades de ocupação. d. podendo os interessados.º do RJUE deve obedecer às seguintes condições: a. 4.º 4 do artigo 80. A consulta tem por objecto o projecto de loteamento. alvarás de loteamento em que se integrem. Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU). Pérgulas. c.º 5 do artigo 57. SECÇÃO IV Projecto de execução Artigo 7. nos termos do artigo 80. a alteração da licença de loteamento implica. 7. 3. Ser precedido de informação prévia de construção na parcela objecto de destaque. Caso seja impossível a identificação dos titulares de todos os lotes pela forma prevista no n. 2. nomeadamente: Plano Director Municipal (PDM) de Ílhavo. designadamente as que envolvam a alteração de materiais e cores desde que compatíveis com os existentes na envolvente. considera-se geradora de um impacte semelhante a um loteamento: a. O pedido de certidão comprovativa da verificação dos requisitos de destaque de parcela nos termos do disposto no n. observações ou sugestões. i.) 6. b. e.º. 10% da população do aglomerado urbano em que se insere a pretensão. a aprovação pela Câmara Municipal do pedido de licenciamento de operação de loteamento é precedido de um período de consulta pública a efectuar nos termos dos números seguintes. A edificação de pombais com a área máxima de 6 m2. Artigo 5. As operações urbanísticas referidas no número anterior estão isentas de controlo prévio. 4. no prazo de 10 dias úteis a contar da data de recepção da notificação podendo.º Operações de loteamento sujeitas a consulta pública 1. com afastamentos mínimos de qualquer estrema da propriedade de 4 m. b. ruído. 2 ha. ampliação e alteração de imóveis classificados. consultar o processo e apresentar as suas reclamações. As obras de alteração exterior pouco significativa. Abertura de vãos. Mostrando-se o pedido devidamente instruído e não havendo fundamentos para rejeição liminar. 3. consultar o processo e apresentar as suas reclamações. Abertura de portas ou portões do espaço privado. Os proprietários dos lotes serão notificados por via postal com aviso de recepção. descoberto. com excepção das instaladas sobre a cobertura dos edifícios sitos em áreas especificamente definidas no PDM como de grande sensibilidade paisagística e/ou de reconhecido interesse histórico-social. As pequenas obras de arranjo e melhoramento da área envolvente das edificações que não afectem área do domínio público. redes de águas. 4. Nas situações não enquadradas no artigo 5. do tipo de operação urbanística que vai ser realizada. A edificação de equipamento lúdico ou de lazer associado a edificação principal com área inferior à desta última. redes de saneamento. implantados em zona exterior ao perímetro urbano definido para a propriedade respectiva. com chapas metálicas ou elementos vazados. Aumento de altura de muros existentes.A do RJUE. bem como . m. b.º 4 do artigo 6. em vias de classificação e inseridos na respectiva zona de protecção. acessibilidades e demais regulamentos específicos das boas normas construção. Nas situações previstas no artigo anterior. n.º 2 do presente artigo deve ser precedida de uma participação à Câmara Municipal termos do disposto no artigo 80. nomeadamente vias de acesso. mas têm sempre que cumprir a legislação aplicável em vigor. tráfego. a alteração à licença de loteamento é precedida de consulta pública. h. devidamente licenciados.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 via pública. d. A construção de rampas destinadas a pessoas de mobilidade condicionada e a eliminação de barreiras arquitectónicas quando localizadas no perímetro das habitações e dentro do lote edificável. A realização das obras previstas no n. devendo em qualquer caso os interessados darem conhecimento à Câmara Municipal. para o espaço público. destinadas a apoio às funções habitacionais em prédio onde haja título válido para utilização da edificação principal. no prazo previsto no número anterior. 3. Artigo 5.º 1 ou no caso do número de titulares ser superior a 20. c. serão notificados por edital a afixar nos locais de estilo e no site da autarquia. 2. para o requerente. durante o prazo de validade do alvará ou da comunicação prévia admitida para a operação urbanística correspondente. f.º do RJUE. Devem ainda salvaguardar uma adequada inserção no local. c. 5 (cinco) dias antes do início das obras. instruída de acordo com as normas constantes do Anexo I do presente regulamento. A consulta pública é anunciada através de edital a afixar nos locais de estilo e no site da autarquia. da forma e no local indicados na respectiva notificação.º-C Alterações a licença de loteamento não sujeita a consulta pública 1. de modo a não afectar a estética das povoações e a beleza das paisagens. j. Ser instruído de acordo com as normas constantes do Anexo I do presente Regulamento. A edificação de estufas de jardim com altura inferior a 3 m e área igual ou inferior a 20 m2.ª série — N. Toda e qualquer edificação que disponha de quatro ou mais unidades de ocupação com acesso directo a partir do espaço exterior. tais como espaços de venda e promoção imobiliária relacionados com as operações urbanísticas em curso e instaladas nas respectivas propriedades. b. dentro deste prazo.º. por um período de 15 dias úteis. A demolição das edificações referidas nas alíneas interiores. O limite previsto na alínea c) do número anterior será referenciado ao valor do último censo da população residente na freguesia em que se insere a operação. o. g. estacionamento. A notificação tem por objecto o projecto de alteração de loteamento. 3 e 4 do artigo anterior.º do RJUE. Estão sujeitas a consulta pública as operações de loteamento que excedam dos seguintes limites: a. SECÇÃO III Impacte semelhante a loteamento Artigo 6. Todas aquelas construções e edificações que envolvam uma sobrecarga dos níveis de serviço nas infra-estruturas e ou ambiente.º Edificações com impacte semelhante a um loteamento Para efeitos de aplicação do n. Toda e qualquer edificação que disponha de dez ou mais fracções ou unidades de ocupação. são dispensadas de apresentação de projecto de execução as edificações que disponham de menos de dez unidades de ocupação. feita com uma antecedência de 8 dias úteis e por um período de 10 dias úteis.º . k. SECÇÃO II Consulta pública Artigo 5. 2. 5. (Revogado. bem como das respectivas moradas para efeito da sua notificação para pronúncia.Diário da República. Para efeitos do consignado no n. para se pronunciarem sobre a alteração pretendida.º Dispensa de projecto de execução 1. sob pena de ficarem sujeitas a contra-ordenação e demais sanções previstas nos diplomas legais que forem infringidos. da forma e no local indicados no respectivo edital. As pequenas construções para abrigo de animais até 10 m2 sem fins comerciais e com altura igual ou inferior a 2. Estruturas amovíveis temporárias. RMUE. sendo o requerimento instruído com documento comprovativo dessa qualidade emitido pela Conservatória do Registo Predial. 2. Artigo 5. em duplicado. 50 fogos.º-B Alterações a licença de loteamento sujeita a consulta pública Nas situações previstas no artigo 5. etc.º-A Procedimento de consulta pública 4239 1.20 m. Código Civil. proceder-se-á à consulta pública. sendo aplicável ao procedimento as normas constantes dos números 2. observações ou sugestões. l. a obrigação de indicar à Câmara Municipal a identificação de todos os titulares dos lotes constantes do alvará.º.º-A e para os efeitos do definido no artigo 93. com excepção das obras de reconstrução.

quando tal não seja possível.º do RJUE. Quando houver lugar à celebração de contrato de urbanização. dos postos de abastecimento de combustíveis e das redes e ramais de distribuição ligadas a reservatórios de gás de petróleo liquefeito (GPL). Concluídas as obras. Empreiteiros e responsáveis técnicos pela execução dos projectos: i. a requerimento do promotor.000. 9. Deve assegurar-se a aplicação em obra de uma metodologia de triagem de RCD ou. A realização das obras deve respeitar o disposto no Capítulo V do Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Ílhavo.) Artigo 8. o mesmo deve conter a identificação completa das partes. Instalações com capacidade entre 1m3 e 5 m3 – € 50.000.ª série — N.00 2. 2. Instalações com capacidade menor ou igual a 10 m3 — € 50. A implantação das obras deve demarcada pelo sector de topografia municipal. Por razões do interesse público a Câmara Municipal pode restringir os prazos fixados referidos nos números anteriores e/ou fixar a data a partir da qual as obras de edificação se deverão iniciar. 5. 5. iii.000. fica sujeito à instrução dos respectivos processos com o projecto aprovado por uma entidade inspectora de instalações de combustíveis derivados do petróleo (EIC) ou entidade inspectora de redes e ramais de distribuição e instalações de gás (EIG). d. no caso de resíduos perigosos.º-D Seguros de responsabilidade civil 1. Deve assegurar-se que os RCD são mantidos em obra o mínimo tempo possível. do construtor.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 e.) SECÇÃO V Comunicação prévia Artigo 8. 7. 4.00. ii. As obras de urbanização devem ser concluídas no prazo proposto pelo promotor. 2. Deve cumprir-se as demais normas técnicas respectivamente aplicáveis.00. Instalações com capacidade superior a 100 m3 — € 500.00 iii. no caso destas se situarem nas Praias da Barra e da Costa Nova. ii.000. 4. nomeadamente: a. cujo licenciamento seja da competência da Câmara Municipal nos termos da legislação em vigor. Instalações com capacidade superior a 50 m3 – € 1. 3. nomeadamente: a. Deve promover-se a reutilização de materiais e a incorporação de reciclados de RCD na obra. sendo o cumprimento destas obrigações condição da recepção provisória das obras de urbanização.000. a requerimento do promotor. Deve promover-se a reutilização de materiais e a incorporação de reciclados de RCD na obra. A realização das obras deve respeitar o disposto no Capítulo V do presente Regulamento.000. a execução das obras de urbanização sujeitas a procedimento da comunicação prévia ficam sujeitas às seguintes condições: 1. c.000.º-A Obras de urbanização em procedimento de comunicação prévia Para efeito do previsto no n. o comunicante deve instruir o processo com mapa de medições e orçamento das obras a executar. o seu encaminhamento para operador de gestão licenciado. do director de obra ou de fiscalização ou do coordenador do projecto. as obrigações das partes relativamente à realização. 8. A realização das obras não deve afectar ou ocupar. a via pública sem prévio licenciamento. adiante designados por RCD. os que constituem património edificado integrados nos espaços culturais definidos no Plano Director Municipal (PDM) de Ílhavo. e.º do RJUE.º-B Obras de edificação em procedimento de comunicação prévia Para efeito do previsto no n. A Câmara Municipal poderá corrigir o valor constante dos orçamentos. d. os montantes definidos no número anterior são sempre os relativos às instalações de capacidade máxima.º 5.000.00 v. Deve assegurar-se a existência na obra de um sistema de acondicionamento adequado que permita a gestão selectiva os RCD.00 ii. Instalações com capacidade entre 5 m3 e 15 m3 – € 250. Deve ser cumprido o regime da gestão de resíduos de construção e demolição.º 1 do artigo 57. c. Deve assegurar-se que os RCD são mantidos em obra o mínimo tempo possível. ou 2 anos quando esse valor for superior. Para instalações cuja localização envolva elevado risco.000. Deve assegurar-se a existência na obra de um sistema de acondicionamento adequado que permita a gestão selectiva os RCD. no caso de resíduos perigosos. a identificação completa do prédio ou prédios de incidência das obras. total ou parcialmente. Deve assegurar-se a aplicação em obra de uma metodologia de triagem de RCD ou. Instalações com capacidade entre 30 m3 e 50 m3 – € 750. sem prejuízo do disposto no n.4240 Diário da República. A exploração das instalações referidas no número anterior fica sujeita à instrução do pedido com certificado de conformidade das vistorias e inspecções previstas na legislação em vigor emitidos pela EIC ou pela EIG. Titulares da licença de exploração: i. o seu encaminhamento para operador de gestão licenciado. sendo que. Instalações com capacidade superior a 10 m3 e menor ou igual a 100 m3 — € 500.º 1 do artigo 53. Por razões do interesse público a Câmara Municipal pode restringir os prazos fixados referidos nos números anteriores e/ou fixar a data a partir da qual as obras de urbanização se deverão iniciar.00. relativo à segurança e limpeza nas obras confinantes com a via pública.º do RJUE. . Instalações com capacidade superior a 10 m3 e menor ou igual a 100 m3 — € 200. 2. A construção das instalações de armazenamento de produtos do petróleo.00.000. 7. Projectistas: i. 6. b.000. no caso destas se situarem nas Praias da Barra e da Costa Nova. c. Instalações com capacidade menor ou igual a 10 m3 — € 100.º do RJUE. 6. b. o promotor fica obrigado a proceder ao levantamento do estaleiro e à limpeza da área nos termos previstos no regime jurídico da gestão dos resíduos de construção e demolição. relativo à segurança e limpeza nas obras confinantes com a via pública. Os montantes dos seguros de responsabilidade civil previstos na legislação aplicável são os seguintes: a. Artigo 8. sendo que. b. do director de obra ou de fiscalização ou do coordenador do projecto.º (Revogado. Instalações com capacidade superior a 100 m3 — € 750.00 iv. (Revogado. salvo casos excepcionais devidamente justificados e sem prejuízo do definido no Artigo 58. SECÇÃO VI Instalações de combustíveis derivados de petróleo Artigo 8. As obras devem estar concluídas no prazo proposto pelo promotor. Para efeito da determinação da caução a que se refere o artigo 54. 2. o qual não poderá exceder 3 anos no caso de edificações com área de construção igual ou inferior a 500 m2 e 4 anos no caso de área de construção superior. o promotor fica obrigado a proceder ao levantamento do estaleiro e à limpeza da área nos termos previstos no regime jurídico da gestão dos resíduos de construção e demolição. Deve ser verificada a implantação da edificação e muros de vedação pelo sector de topografia municipal. esse período não pode ser superior a três meses. Deve cumprir-se as demais normas técnicas respectivamente aplicáveis. esse período não pode ser superior a três meses. a execução das obras de construção sujeitas a procedimento da comunicação prévia ficam sujeitas às seguintes condições: 1.00. 3. adiante designados por RCD. sendo o cumprimento destas obrigações condição para a emissão do alvará de utilização. do construtor. Instalações com capacidade entre 15 m3 e 30 m3 — € 500. quando tal não seja possível.º-C Licenciamento de instalações de combustíveis derivados de petróleo 1. Deve ser cumprido o regime da gestão de resíduos de construção e demolição.000. Concluídas as obras. Artigo 8. 2.000. o qual não poderá exceder 1 ano quando o valor estimado das mesmas for igual ou inferior a € 25. gestão e manutenção das obras e respectivo prazo de execução. iii.00.

ª série — N. 3. revertendo estes para o domínio público municipal.º Resíduos sólidos urbanos 1. 7. 3. Em todas as edificações deve ser previsto. em 1.º Logradouros 1. O logradouro frontal das edificações só pode ser impermeabilizado na área estritamente necessária ao acesso de pessoas e de viaturas. Os arranjos exteriores deverão ser efectuados tendo sempre presente a drenagem natural das águas pluviais. integrada na habitação e de forma a que a roupa estendida não seja visível a partir da via pública. um lugar de estacionamento. individualizada. edifícios que recebem público e ainda instalações que em caso de acidente possam provocar danos ambientais graves. quando a ocupação não se destine a habitação. 6. os pisos destinados a armazéns. após pagamento da taxa referida no Quadro XVIII da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento.00 m. centros comerciais. da Gafanha da Nazaré. pastelarias. em alguns casos. Artigo 13. 2. integradas na malha urbana antiga de Ílhavo. Não serão permitidos balanços fechados sobre os logradouros laterais quando estes possuam a largura mínima legalmente estabelecida. o valor de 0. situações a analisar caso a caso. Nas edificações de utilização mista não serão admitidos acessos verticais comuns às habitações e a outras unidades de ocupação de diferente utilização. d. ficando sempre garantido. designadamente as instalações localizadas a menos de 200 metros de estabelecimentos de ensino. no mínimo.50 m. 3. livre d qualquer obstáculo: 4. 5.40 m x 4. Os lugares de estacionamento automóvel público poderão ser reservados a entidades públicas ou privadas. obrigatoriamente. a analisar caso a caso. bem como devidamente assinalados. comércio. quando for o caso. duas vezes por semana.º Acessibilidades 1. CAPÍTULO IV Regras relativas à edificação Artigo 9. bem como para a recepção das obras de urbanização dos loteamentos que. rés-do-chão e. 2. Admitir-se-ão excepções ao número anterior nos seguintes casos: a. 2. 4. Dimensões mínimas do espaço individual de estacionamento: 2.50 m. Artigo 10. a profundidade deve medir-se a partir do plano exterior das paredes dos mesmos. 5. que devam adaptar-se a novos requisitos. A profundidade das edificações não poderá exceder os 15. fronteiros à edificação.00 m × 5. no tardoz. Para efeitos do disposto neste artigo. Artigo 14. estabelecimentos de saúde. não podendo ser vendidos separadamente. Nas edificações com cave. serviços e similares.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 3. As áreas de estacionamento. 4. esta poderá ter uma profundidade superior a 15. o acréscimo não exceda 50% da respectiva área livre da parcela.00 metros. cuja implantação deverá ser objecto de um estudo de integração urbana e uma das componentes do projecto dos espaços exteriores. 2. integrando um ou vários estabelecimentos.º andar. Os lugares de estacionamento automóvel coberto constarão dos títulos de propriedade dos fogos. desde que fiquem devidamente asseguradas as condições de ventilação. para cada fracção. Moradias unifamiliares e conjuntos geminados de moradias unifamiliares. sendo a sua execução da responsabilidade do promotor. A recolha será diária ou. deverão prever obrigatoriamente um espaço destinado à localização de contentores normalizados. assim como os projectos de construção de edifícios com quatro ou mais unidades de ocupação. 2. 5. lares de terceira idade. As dimensões mínimas das garagem são de 3. a inclinação máxima da rampa de acesso é de 12. c. mediante requerimento a apreciar. Os logradouros de tardoz das moradias geminadas ou em banda deverão ter uma profundidade igual ou superior a 5. As dimensões mínimas dos acessos e lugares de estacionamento abertos em área do condomínio serão as seguintes: a. com as características definidas no diploma legal que aprova o regime da acessibilidade aos edifícios e estabelecimentos que recebem público. b. Artigo 15. Os locais para contentores normalizados deverão dispor de um ponto de esgoto e/ou outros meios que permitam a sua conservação e higiene e ser de fácil acesso para efeitos de remoção do equipamento.º ou 20%.º Estacionamento automóvel 4241 1. . caso a caso. de insolação e de segurança contra incêndios da edificação e não haja qualquer tipo de prejuízo para as propriedades contíguas. 2. São consideradas situações de elevado risco. Edifícios de utilização colectiva em zonas densamente construídas e comprometidas. talhos e peixarias. Artigo 12. Largura mínima do acesso e espaço de manobra: 5.Diário da República. restauração e bebidas. Estabelecimentos abrangidos por legislação específica. existentes e devidamente licenciados. é de 3. Deverá considerar-se como média diária de produção de resíduos 1. Largura mínima do canal de circulação. neste se englobando os equipamentos que permitam a recolha selectiva . estende-se ao 1º andar das edificações cuja utilização implica uso do público nos termos definidos no artigo 12º do presente Regulamento. 4.º Profundidade das edificações 1. eventualmente. bares.50 metros.00 m.50 m. Em todos os edifícios destinados a habitação colectiva será obrigatório prever uma área específica para o tratamento e secagem natural de roupas em estendais. e. não serão computadas no cálculo da área máxima edificável. o dimensionamento do sistema de deposição de resíduos sólidos deverá ser determinado de acordo com os seguintes parâmetros: a. 8. serão integrados no domínio público. É condição necessária para emissão do alvará de utilização das edificações abrangidas pelo estipulado no presente artigo.º Edificações de utilização mista 1. Os lugares de estacionamento exteriores. O logradouro de tardoz das moradias isoladas deverá ter uma profundidade igual ou superior a 3. quando devidamente justificado e que não afectem a estética dos lugares nem as condições de salubridade das propriedades contíguas. não podendo ser vedados ou transaccionados. 3. desde que não ocupe o logradouro frontal e. super e hipermercados e similares. Os projectos de novos loteamentos deverão prever o sistema de deposição de resíduos sólidos em uso no município. via pública e edifícios habitacionais. a não ser que sejam individualizados (garagens) e o seu número seja superior ao da totalidade das fracções. garantindo em qualquer situação a profundidade mínima de 5 m de área livre. Quando existirem balanços fechados. c.00 metros. 6. localizado no tardoz da parcela ou em cave. designadamente restaurantes. d. quando localizadas em cave. o acesso a pessoas de mobilidade condicionada aos pisos de rés-do-chão. no acto da realização da respectiva vistoria os equipamentos de deposição de resíduos estejam instalados nos locais definidos e aprovados. a partir da via pública confinante. que se situem no mesmo edifício. a analisar caso a caso. Costa Nova e.00 metros. designadamente as localizados nas proximidades de linhas de água e orla costeira.3 kg/habitante. O sistema a propor deverá permitir. b. 6. estabelecimentos ou escritórios. O fornecimento dos contentores é feito a expensas do promotor da operação urbanística. com uma margem de segurança de 20% para a contentorização de todos os resíduos produzidos no local. pela Câmara Municipal . A obrigatoriedade referida em 1. A dimensão mínima do acesso à zona de estacionamento coberto. Nas edificações mistas. 2. Edifícios a construir em terrenos de gaveto ou em terrenos com pouca profundidade entre dois arruamentos. Nas edificações destinadas a habitação colectiva integradas na malha urbana antiga de Ílhavo e da Costa Nova serão permitidos logradouros de tardoz com área e profundidade inferiores às estabelecidas no Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU). c. até ao limite de 25 m. consoante as zonas do município.15 Kgf/l. Os projectos de construção ou ampliação de edifícios. Deverá considerar-se como peso específico dos resíduos em contentor. Artigo 11.º Tratamento e secagem de roupas em estendais 1. b. Quando a área de estacionamento coberto se situar em cave. serão exclusivamente admitidos em cave.

para aumento da área útil. admite-se que as mesmas encostem às estremas em conjuntos geminados ou em banda. 4. 2. admitindo-se a sua cobertura com elementos vegetais ou toldo. para aumento da área útil. desde que as mesmas se destinem a melhorar o desempenho energético e estético dos edifícios. mezaninos e espaços similares. aceitando-se apenas. sobre o qual se assinalará. A sua construção não será permitida para além do alinhamento da edificação. Sempre que o sótão tenha condições de habitabilidade nos termos definidos no RGEU. definida da seguinte forma: a.50 m. é a cota média do mesmo. a utilização de uma única tipologia construtiva. o recuo será o dominante na envolvente próxima.º Sótãos 1. nos edifícios existentes. observada apenas para além do alinhamento da edificação. da habitação correspondente. independentemente da utilização que venha a ser proposta no projecto. Artigo 21.º Alinhamento e cota de soleira 1. d. poderá ser permitido o uso do sótão para fins habitacionais.50 m medidos a partir do pavimento do último piso. as eventualmente existentes.10 metros. Quando haja manifesto interesse em defender aspectos estéticos e/ou funcionais da envolvente urbana. 2. Para efeitos de instrução do respectivo processo de licenciamento. nomeadamente por crianças. É expressamente proibida a instalação de estendais. Se registe a existência de Plano de Alinhamentos aprovado pela Câmara Municipal.20 metros.10 metros. em planta. Destinar-se-ão. 2. Os muros de vedação não poderão exceder a altura de 1. Para terrenos servidos por um único arruamento. Não será permitida a construção de churrasqueiras nas varandas ou terraços. Só será permitida a sua construção em terrenos ou lotes para habitação.º-A Pérgulas 1. Os muros de estremas não poderão ter uma altura superior a 2. devendo evitar-se a sua disposição ao longo das estremas laterais.00 metros. A parcela se encontre abrangida por alvará de loteamento em vigor. Artigo 22. As varandas devem dispor-se nas respectivas fachadas de forma a que a sua distância a qualquer das estremas seja superior ou igual a 1. varandas e guardas 1. Se encontrem definidos em Planos Municipais de Ordenamento do Território ou Estudos Urbanísticos aprovados pela Câmara Municipal alinhamentos diversos. Nas habitações unifamiliares poderá ser permitido o uso do sótão para fins habitacionais.5 m nem 10 % da área do lote edificável ou 15% da área da edificação principal. consequentemente.50 m acima da cota de referência do arruamento. nos troços em que os mesmos se desenvolvem em curva.ª série — N. deverão ser cumpridas as regras definidas no Regulamento de Segurança contra Incêndios relativas à altura da edificação. haja elevação das paredes exteriores. excepto quando: a. desde que fiquem salvaguardadas as situações de servidão de vistas. As pérgulas que não cumpram o definido no n. 2.50 m medidos a partir do pavimento do último piso.º Marquises 1.º Terraços. determinada nos termos do ponto seguinte. Artigo 19. varandins. b. 5. sebes vivas. Para terrenos servidos por mais que um arruamento. A escassez da largura do lote na zona de implantação dominante não permita a respectiva concretização. A sua construção não será permitida para além do alinhamento da edificação. não poderão ter uma altura inferior a 1. b.º Muros 1. Em termos de projecto deverão ser indicados. quais os elementos geométricos definidores dos alinhamentos. após aprovação. e formados por alinhamentos rectos e respectivas curvas de concordância. a altura da cumeeira não poderá ultrapassar os 3. A cota de soleira dos edifícios não poderá elevar-se mais do que 0. estacionamento automóvel e outras funções de apoio à habitação. conforme levantamento que constitui o Anexo IV do presente Regulamento. 2. deverá ser apresentado o alçado respectivo. 2. em duplex. O alinhamento proposto seja nitidamente diferenciado relativamente ao dominante. e a inclinação da cobertura não poderá ser superior a 25. 4. Se verifique a existência de condicionamentos decorrentes da estrutura urbana local que aconselhem e justifiquem a adopção de valor diverso. quando se tratar exclusivamente da utilização do desvão da cobertura e sem que. acima dessa altura apenas será permitida a utilização de . No segundo caso.00 metros. Se destine a concretizar uma implantação em zona mais favorável. 7. como um piso.10 metros.º 2.º Anexos A construção de pequenos edifícios denominados anexos. elementos vazados ou outros. até à altura máxima de 2. deverá respeitar as seguintes condições: 1. e a inclinação da cobertura não poderá ser superior a 25. extensiva aos muros de estremas na parte correspondente ao recuo da edificação. as respectivas guardas não poderão ter uma altura inferior a 1. 3. ou de sebes vivas. 2. e existindo passeios. para além da estrutura que se pretende implementar. As edificações serão implantadas à face dos arruamentos ou recuadas relativamente a estes. deverá respeitar as seguintes condições: 1. Artigo 20. segundo valor a definir pela Câmara Municipal. no tardoz do lote edificável. devem ser recuadas em relação às fachadas e não podem em caso algum ser encerradas. em termos de salubridade ou paisagismo. exclusivamente. com excepção da actividade de fabrico artesanal de pão e folares regionais existentes. Não poderão exceder a altura de 3. haja elevação das paredes exteriores. deverá sempre ser mantida uma largura uniforme destes a todo o desenvolvimento da fachada principal. 3. devendo ser caracterizadas de forma a não potencializar uma utilização indevida. Os alinhamentos dos muros de vedação serão definidos pela Câmara Municipal. As pérgulas que venham a ser colocadas sobre as coberturas dos edifícios não devem exceder a altura de 2. a arrumos. Nas edificações destinadas a habitação colectiva. c. 2.º 1 do presente artigo serão obrigatoriamente contabilizadas como área de construção e. preferencialmente. No primeiro caso. Artigo 18. d. normas e regulamentos de construção aplicáveis. industrial ou de serviços. sendo interdita qualquer utilização de carácter comercial. 4. considerado na sua totalidade. Artigo 17. sobre a via pública ou mesmo em fachadas voltadas para a via pública. Artigo 16. Poderão ainda vir a aceitar-se alinhamentos recuados em relação aos alinhamentos dominantes. 3.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 chapas metálicas ou elementos vazados. devendo os mesmos ser paralelos ao eixo dos arruamentos com os quais confinam. 2. ficando sujeitas a todas as regras de edificabilidade. provisórios e/ou definitivos. c.º 3. quando se tratar exclusivamente da utilização do desvão da cobertura e sem que. b. nomeadamente por crianças. é a cota do arruamento de cota inferior. ligado ao fogo situado imediatamente por baixo. a Câmara Municipal poderá autorizar ou impor outras alturas para as vedações. Nos edifícios com varandas e coberturas em terraços utilizáveis.º Telheiros A construção de telheiros ou alpendres. Da implementação desse alinhamento não resultem soluções geminadas ou em banda contínua. em termos de obtenção de soluções mais adequadas e integradas. devendo ser caracterizadas de forma a não potencializar uma utilização indevida. 6.4242 Diário da República. desde que: a. 3. pela Câmara Municipal. a implantar nos logradouros dos prédios. Será permitida a instalação de marquises nas condições previstas no Regulamento Geral das Edificações Urbanas. nos casos de não se desenvolverem exclusivamente em recta ou curva. Deverão ser implantados. no qual de encontre definido o alinhamento a respeitar. Artigo 19. a implantar nos logradouros dos prédios. em termos de desenho e materiais de construção aplicados. a altura da cumeeira não poderá ultrapassar os 3. As guardas das escadas.

Quando o desvão da cobertura for utilizado para arrumos. Em local próprio previsto no edifício. § único. esta carece de autorização dos condóminos nos termos previstos no Código Civil. Não excedam 50% da fachada do edifício. desde que ocultos pelas respectivas guardas. Os sótãos que não possuem as condições de habitabilidade previstas no RGEU. § único. Quando não for tecnicamente possível cumprir o estipulado no número anterior. — Sempre que exista rede de saneamento de águas pluviais. Artigo 26. devendo. ligados à rede de saneamento pluvial ou. não podem ter vãos tipológica e morfologicamente característicos de habitação. de modo a que uma estrutura sirva várias ocupações e/ou fracções do edifício. só serão admitidas alterações que não ponham em causa qualquer dos seus elementos arquitectónicos. A colocação de aparelhos de ar condicionado e outros dispositivos. Nos edifícios e/ou fracções que não disponham de condutas interiores a cumprir o disposto no Artigo 113.00 m. quando esta não exista. a instalação das unidades exteriores deve garantir uma altura mínima livre de 2. O respectivo contrato de manutenção e limpeza. com saída ao nível da cobertura e cumprir a legislação aplicável em vigor. c. ou outros dispositivos. válido e redigido em língua portuguesa.Diário da República. nas fachadas ou para os arruamentos. 2. preferencialmente.00 metros do plano da fachada. através dos respectivos serviços. a zona de refúgio dos caminhos de evacuação em caso de incêndio deve localizar-se na parte da edificação confinante com o arruamento. do ponto de vista arquitectónico. Nos arruamentos em que não existam passeios. Deve ser previsto o número de respiros e ventilações suficiente. devendo as edificações possuir algerozes ligados a tubos de queda encostados e fixados às paredes. e. Artigo 30. c. ou que se integrem em conjuntos urbanos protegidos ou a preservar. em piso recuado. Em locais não visíveis da via pública. Artigo. lançando a água da altura de 0.º Área a integrar no domínio público 1.º Estendais (Revogado. Artigo 23.10m do chão. 6.º-C Exaustão de Fumos e Ventilação 1. Nas situações em que os respectivos Planos de Pormenor ou Planos de Alinhamentos e Cérceas assim o definam. bem como de futuras adaptações a novos fins. É proibido o escoamento das águas de condensação dos aparelhos de ar condicionado. será da responsabilidade do proprietário a ligação àquela rede de acordo com indicações técnicas a fornecer pelo respectivo departamento da Câmara Municipal de Ílhavo. devendo preferencialmente ser colocados no interior. ou outros de reconhecido valor arquitectónico. ocultos por grelha em material idêntico aos das respectivas caixilharias sendo que.º Edifícios classificados Nos edifícios classificados. de uma área igual à resultante da determinada de acordo com as situações referidas em 1. Em edifícios novos. formalmente. desde que integradas nos vãos existentes e de forma harmoniosa na sua arquitectura. Quando se projectarem sobre o espaço público. e 2. a sua projecção não exceda um terço da largura do passeio. 7. nas seguintes situações: a.º Balanços fechados e varandas 1. Não encostem às estremas das parcelas. Artigo 24. 2.º-B Antenas e painéis solares A colocação das antenas e painéis solares quando não integrados no projecto da edificação deve respeitar os seguintes critérios de integração: 1. integradas devidamente na construção.º-A Equipamentos de ar condicionado e outros 4243 1. f. O espaço fronteiro à edificação ou ao muro de vedação será integrado no domínio público por força dos alinhamentos aprovados. Na cobertura.40 m acima do respectivo pavimento. ou em zonas não visíveis da via pública. 27. devendo este fazer-se. b. d. que permita o correcto funcionamento das actividades propostas. Poderá ser permitida a existência de balanços nas seguintes situações: a. Artigo 27. e salvaguardarem a unidade de composição da edificação.º Beirais São proibidos os beirais que lancem livre e directamente água sobre a via pública.º Águas pluviais Nas fachadas confinantes com a via pública são proibidos canos ou regos para esgoto de águas pluviais ou de qualquer outro líquido.º do RGEU. Garantam uma altura livre com o mínimo de 2. Na sua cobertura. b. Certificado de homologação do sistema de extracção de fumos. para o efeito. reconstruções ou alterações profundas. Na fachada posterior dos edifícios. 2. paisagístico e cultural. com vista à utilização do menos número possível de elementos Artigo 27. bem como aqueles cujo uso se destina a arrumos. 5. A sua projecção não exceda 1.º Revestimentos exteriores As cores e materiais a utilizar nas fachadas deverão ser escolhidos de modo a proporcionar a integração do edifício no local. sendo proibida a queda livre destas águas sobre a via pública. ou em vãos criados para o efeito.º Respiros e ventilações 1. nomeadamente em edifícios existentes. não sendo emitido o alvará de utilização sem que as obras de pavimentação/ . varandas e terraços. esta zona deve ser dimensionada em consonância com o número de potenciais utilizadores. para além dos destinados à descarga de algerozes. 3. b. Quando a opção do projecto for a de cobertura em placa horizontal. Com o pedido de emissão de autorização de utilização deverá ser apresentado: a. Artigo 27. estes deverão ser equitativamente distribuídos por todas as unidades de ocupação destinadas a habitação. Nos terraços. 2. ornamentais ou outros. do presente artigo. poderá ser permitida a utilização para fins habitacionais. de forma a facilitar as operações de resgate. 2. e. c. a não ser que se trate de um projecto conjunto de vários edifícios e.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4. devendo a sua aplicação obter a aprovação prévia da Câmara Municipal. d. se justifique. Dever-se-á racionalizar a sua colocação.50 metros entre estes e a via pública. 2. 3. — Esta regra não se aplica quando o último piso da edificação for já um piso recuado. Artigo 28. desde que ocultos por platibandas. propostos para classificação. Não será permitida a existência de balanços sobre o espaço público. Justifiquem a composição formal da fachada. é admissível a existência de saídas de exaustão de fumos e de ventilação nas fachadas do edifício. as condutas de ventilação e de exaustão de fumos devem ser interiores. b. A instalação de mecanismos e condutas de ventilação forçada deverão ser estudadas de modo a não comprometer as características essenciais da edificação. no local menos visível da via pública e de forma a não causar impacte visual. Nos arruamentos em que os passeios possuam uma largura igual ou inferior a 1. Artigo 29.ª série — N. através de ligação á rede de esgotos do edifício.) Artigo 25. Devem ser colocados nas coberturas dos edifícios. cumprir o estipulado no artigo anterior. deverá preferencialmente ser realizada: a. no caso de edifícios construídos em regime de propriedade horizontal.

º do Código Civil. Artigo 31. de acordo com o projecto aprovado. i. Quando o desvão da cobertura for utilizado para arrumos. 6. montado pelo interior da edificação. embora provisoriamente. O não cumprimento do disposto no número anterior permitirá à Câmara Municipal implementar as medidas necessárias ao seu cumprimento. que deverá estar instalado. 3. Em nenhuma situação será possível a constituição de espaços para arrumos em fracções autónomas. neste caso. k. devendo estes espaços ficar afectos às fracções. d. 4. Os espaços exteriores. b. em como a situação é de sua inteira responsabilidade. f.º Vedação de terrenos 1.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 o processo com declaração do promitente comprador da fracção. os quais devem ser mantidos em boas condições de conservação. entre outros. materiais de acabamentos. quando se tratar de esquentador. por caução que garanta a sua execução. devem estar executados de acordo com o projecto aprovado e com as determinações da Câmara Municipal de Ílhavo no que respeita a alinhamentos. rede de rega ou defesa contra incêndios. neste caso. O espaço fronteiro às edificações cujo piso térreo seja utilizado para comércio. ou a construção de chaminé. possuam já um lugar de estacionamento automóvel coberto a elas afecto. Edificações para habitação própria . h. amassadouros. comércio ou serviços. Quando. f. c. 2. b. Área fabril: 0. de forma a ser possível verificar a sua funcionalidade. poderá a Câmara Municipal exigir a instalação de tapumes de vedação com a via pública. nomeadamente na disposição das peças sanitárias no quarto de banho ou dos equipamentos na cozinha. equipamento de deposição de resíduos sólidos. embora provisoriamente. e quando a intervenção se situar em área urbana não consolidada. Artigo 33. poderão ser substituídas. por forma a não constituírem perigo para os utentes do espaço público e a não ofenderem a estética do local em que se integram. g. As frestas e janelas gradadas devem estar de acordo com o artigo 1363.para poder ser emitida o alvará de utilização. devendo estes espaços ficar afectos às fracções. Não será autorizada a constituição de fracções autónomas destinadas a habitação ou a qualquer outra unidade de ocupação. com o tubo de exaustão de gases independente. As caixas de correio e o número de polícia devem estar colocados. a declaração deve ser devidamente reconhecida e acompanhada de fotocópia do contrato de promessa de compra e venda. com a altura de 2 m. o tubo de exaustão de gases estar montado.25 m de baia de estacionamento. permitindo-se apenas que o pavimento esteja em cimento afagado. Em nenhuma situação será possível a constituição de lugares de estacionamento em fracções autónomas. quando se tratar de esquentador. ajardinamento estejam devidamente executadas e concluídas. de acordo com o projecto aprovado.º Âmbito e licenciamento 1. j. poderá instalar-se no exterior da habitação ou na cozinha devendo. Artigo 32.º Utilização das edificações 1. públicos e privados. as seguintes condições: a. sendo as mesmas avaliadas caso a caso. Terraços/arrecadações: 0. A sala deve estar concluída. podem os espaços não estar acabados. de cor e material a submeter à apreciação dos serviços. deverão ser apresentadas telas finais do projecto de arquitectura de acordo com a obra executada. 50% dos quartos e instalações sanitárias deverão estar completamente acabadas. restauração e bebidas e serviços similares será sempre integrado no domínio público. § único. não sendo necessária. distribuição e dimensões. c. salvaguardando-se as situações em que as condições climatéricas não permitam a execução das pinturas. com a situação existente no início da obra. h. O esquentador. qualquer fracção esteja inacabada por razões alheias ao proprietário do prédio. Em lotes ou parcelas não ocupados com construções. h) e i) não estiverem concluídas. A construção deverá estar totalmente acabada. não permitam essa garantia. Artigo 34. andaimes. As redes de água e electricidade devem estar ligadas. A ocupação do espaço público com tapumes. nos casos de instalação de estabelecimentos que sejam objecto de projecto de instalação específico. A constituição de fracções autónomas para lugares de garagem individualizada só será autorizada nos casos em que as fracções destinadas a habitação. com vista a uma distribuição mais equilibrada. de forma a ser possível a verificação da sua eficácia.30. k. drenagem de águas pluviais. no caso de moradias unifamiliares. forem detectadas pequenas alterações. Indústria: Área administrativa/social: 1. deve estar devidamente instalado. e. desde que o respectivo projecto já tenha dado entrada na Câmara Municipal de Ílhavo. g. 5. de acordo com o projecto aprovado. termo-acumulador ou equipamento equivalente. Plano de Alinhamentos e Cérceas ou Plano de Alinhamentos. num montante e período determinados consoante o volume de obra em falta. pela sua especificidade de inserção urbana. a construção deve estar completamente acabada. no acto da vistoria.15. d. apenas poderá instalar-se na cozinha. termo-acumulador ou equipamento equivalente. sem a afectação de um lugar de estacionamento automóvel. no tosco e de acordo com o projecto aprovado no que concerne à forma.50 m de passeio. a via de apoio à construção deverá ter o perfil mínimo de 6. 2. Em nenhuma situação será possível a constituição de fracções autónomas nos sótãos. as seguintes condições: a. Deve estar assegurada a exaustão de fumos e gases.º Propriedade horizontal 1. Os espaços destinados à instalação de comércio devem estar acabados. estes dois últimos parâmetros apenas no lado da intervenção. Garagens: 0.º-A Critérios de optimização energética e ambiental Na concepção dos projectos de loteamento e de edificação deverse-á respeitar as normas constantes do Anexo IV do presente Regulamento. o esquentador poderá ser colocado no exterior da habitação. expresso em percentagem ou permilagem do valor total do prédio. deverá instruir-se CAPÍTULO V Ocupação do espaço público — execução da obra Artigo 35. 2. equipamentos e depósito de materiais para efeito da execução de obras carece de licenciamento municipal. na ausência da sua necessidade. debitando todos os custos aos respectivos proprietários. 2. Se as situações referidas nas alíneas f). — Admitir-se-á situações especiais em zonas que. eventualmente. Devem estar instalados um extintor e um balde de areia por cada três garagens ou lugares de estacionamento em cave. As redes de água e de electricidade devem estar ligadas. As obras no espaço público devem estar em consonância com o projecto aprovado ou. por cada fracção. deverão observar-se. mediante construção de chaminé ou de sistema mecânico. 2. 7. ou garagem.25. j.º Perfil da via pública Na ausência de Plano de Pormenor. a requerimento do interessado. a rectificação dos projectos de águas e de saneamento. mais 2. mais 2. e.35. Varandas: 0.para poder ser emitida licença de utilização deverão observar-se no acto da vistoria. i. com os seguintes valores: Habitação/comércio/restauração e bebidas/serviços similares: 1. de acordo com o projecto. Os elevadores deverão estar ligados. entulhos. deverão ser aplicados coeficientes de valoração em função do custo de obra. Exteriormente. no mínimo. nos termos do . de forma a ser possível verificar a sua funcionalidade. deve estar devidamente instalado.4244 Diário da República. Nos casos em que. deverá afectar-se uma arrecadação a cada uma das fracções de habitação. Os restantes compartimentos devem estar. Edificações para venda . Os arranjos exteriores privados e muros devem estar concluídos de acordo com o projecto aprovado. no acto da vistoria.ª série — N.50 m de faixa de rodagem. A cozinha deve estar concluída e ter como equipamento mínimo instalado a banca e o lava-louças ligado à rede de água e saneamento. Artigo 34. Na determinação do valor relativo de cada fracção. O esquentador.

sem prejuízo do disposto no artigo anterior. Em todas as obras. 3.º Amassadouros Os amassadouros não poderão assentar directamente sobre os pavimentos construídos. a Câmara Municipal poderá fazer depender a emissão do alvará de licença de ocupação do espaço público de apresentação de caução destinada a garantir a boa e regular execução das obras de reposição do pavimento. Os tapumes deverão ser de material rígido. Assim que estiverem concluídas as operações referidas no número anterior. no prazo de cinco dias. 2.º Protecção e segurança 1. Caso as obras de reposição de pavimentos não sejam executadas no prazo referido no número anterior. Nas artérias mais importantes e nas zonas mais sensíveis. Os contentores não podem ser instalados na via pública ou em local que possa afectar a normal circulação de peões e veículos. 2. os tapumes deverão ser colocados de forma a que estas fiquem completamente acessíveis da via pública.º Casos e condições especiais 1. 2. ficando o dono de obra obrigado a tomar todas as providências adequadas para garantir a segurança dos utentes da via pública. sê-lo-ão por meio de condutas fechadas para contentor adequado ou para a viatura destinada ao seu transporte. O prazo para a reparação das anomalias referidas no número 2 será de cinco dias. 6. a Câmara Municipal verificar a necessidade de remoção de andaimes ou tapumes da via pública. ou trabalhos preliminares ou complementares para evitar inconvenientes de ordem técnica ou prejuízos para o público. por circunstâncias imperiosas. ou superior sempre que o volume dos trabalhos a executar o justifique. materiais da obra ou equipamento. cábreas ou quaisquer outros aparelhos apropriados. de cor uniforme adequada ao local. e os baldes ou plataformas de carga convenientemente pousados. devendo a sua configuração. Imediatamente após as cargas e descargas de materiais e entulhos. A elevação dos materiais de construção deverá fazer-se por meio de guinchos. determinado de acordo com os valores constantes no Quadro XVI da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. 3. montadas em estrutura própria ou acopladas aos andaimes. os tapumes e estaleiros. com a largura mínima de 0. cujo montante cubra o custo dos trabalhos. salvo em casos de impossibilidade prática que só serão autorizados em condições a definir pela Câmara Municipal. É permitida a ocupação da via pública com autobetoneiras e equipamento de bombagem de betão durante os trabalhos de betonagem. 6. 3. é obrigatória: a. . incluindo o espaço público necessário para o efeito. ser parcial. poderá determinar que sejam adoptadas medidas de precaução em obras e ou estaleiros que o justifiquem. elementos construtivos ou detritos sobre o citado espaço público. A ocupação da via pública com cargas e descargas de materiais necessários à realização das obras só é permitida durante as horas de menor intensidade de tráfego e no mais curto espaço de tempo. 2. É proibido colocar na via pública e fora dos limites dos tapumes quaisquer entulhos. Se junto da obra existirem árvores ou candeeiros de iluminação pública. sarjetas e tampas de caixas de visitas. de modo que fique livre uma faixa de rodagem. A colocação de redes de protecção. depois de avisar a entidade por conta de quem as obras se estiverem a realizar. bem como a qualidade da paisagem e o usufruto público do espaço correspondente. de modo a evitar a projecção de materiais. os quais devem ser inspeccionados frequentemente de modo a garantir a segurança das manobras. 5.º Andaimes 1. ser construído um passadiço de madeira que garanta a circulação pedonal. 5. quando necessária. nomeadamente vedações de maior altura. No caso de ser permitida a ocupação integral do passeio ou de parte da plataforma viária como área de apoio à execução da obra deverá. devem encontrar-se dentro do perímetro da obra ou do estaleiro.º Interrupção do trânsito 1. Durante o período de ocupação da via pública referido no número anterior é obrigatória a colocação de placas sinalizadoras a uma distância de 5 m em relação ao veículo estacionado. 3. Artigo 40. com a altura mínima de 2 m. Os contentores de recolha de entulhos devem ser metálicos e apropriados para o efeito. 3. 9. abrangendo a totalidade da fachada acima do limite superior dos tapumes. Concluída a obra. A interrupção da via ao trânsito. colocados pelo prazo mínimo indispensável. o dono de obra deve recorrer às autoridades policiais para assegurarem a sua disciplina. cessarão todos os trabalhos exteriores que estiverem a ser realizados. Quando. É expressamente proibida a utilização de andaimes suspensos ou bailéus. Os andaimes devem ser fixos ao solo e ou às paredes da edificação. de modo a minimizar-se os riscos de acidente. poderá fazê-lo por sua conta. ainda que para simples operação de carga ou descarga dos mesmos. durante a vigência destas circunstâncias e se necessário. 4. deve ser efectuada a reposição dos pavimentos e/ou outras infraestruturas que tiverem sido danificadas no decorrer da obra. para salvaguarda das condições de trânsito. ou ainda tendo em vista a segurança e a salubridade da própria construção e o trânsito na via pública. incluindo as obras de reparação de telhados ou fachadas confinantes com o espaço público. Em qualquer caso de execução de obras é obrigatória a colocação de tapumes envolvendo toda a área respectiva. a Câmara Municipal accionará a caução referida no n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 presente Regulamento e do Regulamento Municipal de Ocupação do Espaço Público. devem ser imediatamente removidos do espaço público os entulhos ou materiais e. prejudicando a segurança de pessoas e bens.º 2 do artigo 35. resguardado por um corrimão colocado à altura de 0. 2.º Entulhos 1. Artigo 38. solidez. com especial incidência dos sumidouros. excepto em casos devidamente justificados. Artigo 41. a trajectória de elevação não abranja o espaço público. Artigo 43. A Câmara Municipal. Sempre que a permanência do equipamento referido no número anterior crie transtornos ao trânsito. 4. 2. Artigo 42. sempre que possível. Artigo 44. A ocupação do espaço público para efeito da realização de obras nos espaços urbanos da Praia da Barra e da Costa Nova poderá não ser autorizada durante a época balnear caso se verifique que. nomeadamente a circulação pedonal. Artigo 36. é obrigatória a limpeza da via pública. deve.70 m. 7.º Circulação 1. Fora do período de trabalho.º para execução ou correcção das mesmas. quando os houver.90 m acima do respectivo pavimento. as lanças das gruas e os seus contrapesos. repondo-os oportunamente no seu lugar.º Sinalização A ocupação da via pública por motivo de obras deverá ser sempre sinalizada.Diário da República. Se das obras resultarem entulhos que tenham de ser lançados do alto. 2. Mobiliário Urbano e Publicidade. Nas ruas onde haja bocas de incêndio e/ou de rega. deverão fazer-se resguardos que impeçam quaisquer danos nos mesmos. alinhamento e demais características ser restituídas. na sua manobra. 2. 8. Artigo 37. resistente e liso. poderá a Câmara Municipal exigir outros condicionalismos. quando existam. mediante sinalética diurna e nocturna. segurança e ambiente.ª série — N. pela sua localização. b. sendo obrigatoriamente recolhidos quando se encontrarem cheios ou quando neles tenha sido depositado qualquer material que possa provocar insalubridade ou cheiros nauseabundos. 4. Tendo em conta a especificidade do espaço a ocupar. 4245 pelo período de tempo estritamente necessário. 3. mediante parecer fundamentado dos respectivos serviços técnicos. esta colide com os usos a desenvolver nesse mesmo espaço.º Reposição das condições iniciais 1. ou sejam executadas de forma deficiente. sempre que tal se justifique. Os aparelhos de elevação de materiais devem ser colocados de forma a que. Artigo 39. por empresa especializada e legalmente autorizada. A existência de contentores adequados ao depósito de detritos e entulhos provenientes das obras.

agravadas em 50% do seu valor. manutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas. 6. por um período mínimo de cinco anos. A primeira prestação será paga com a emissão do alvará de licença ou com a admissão de comunicação prévia. para a centésima.º Liquidação de taxas 1. serão arredondados. 8. A concessão da redução prevista no n. e serão concedidas por despacho do Presidente da Câmara ou dos Vereadores com poderes delegados mediante requerimento das partes interessadas e apresentação de prova da qualidade em que requerem e dos requisitos exigidos para concessão da isenção. CAPÍTULO VI Âmbito e aplicação de taxas Artigo 45. As reduções serão concedidas a requerimento do interessado. CAPÍTULO VIII CAPÍTULO VII Isenção e redução de taxas Artigo 46. O rendimento mensal do casal. 8. Associações religiosas.00. a fixar pela Câmara Municipal a requerimento do interessado dentro do prazo determinado para a conclusão das obras de urbanização ou de construção. 4. As taxas previstas na presente tabela serão actualizadas.000. vivendo em união de facto.º 7/2001. não podendo ser iniciados sem prévia autorização da Câmara Municipal e conhecimento da Guarda Nacional Republicana. reconstruído ou alterado se destine à primeira habitação própria e permanente. não havendo lugar ao reembolso excepto em caso de erro na liquidação. 2. de 11 de Março.º 2 não dispensam as referidas entidades de as requererem à Câmara Municipal.º da Lei n. com a idade compreendida entre 18 e 30 anos. com faculdade de delegação no presidente e de subdelegação deste nos vereadores. propor à Assembleia Municipal uma actualização extraordinária e/ou alteração da Tabela. independentemente de reclamação. os municípios e as freguesias. Pessoas com carências socio-económicas. Quando se verifique ter havido erro de cobrança por excesso de valor superior a € 5. Os valores resultantes da actualização efectuada nos termos do número anterior. ser fraccionado até ao termo do prazo de execução fixado no alvará. reconstrução. 3. nos termos dos números anteriores. através de arredondamento. preencham os pressupostos constantes na lei respectiva (Lei n. e. cumulativamente: a. fotocópia do último recibo de vencimento. b.º Isenções e reduções 1. no prazo não superior a 30 dias. quando se trate de pessoas que vivam em união de facto. 4. pela realização. Artigo 48. inclusive.º 7/2001.º do RJUE. b. 2. Estão ainda isentas do pagamento de taxas: a. O prédio construído. as taxas relativas à construção. de 15 de Janeiro (Lei das Finanças Locais). A actualização. poderá a Câmara Municipal. A Câmara Municipal apreciará o pedido de redução e a documentação entregue e. findo o prazo estabelecido. 9. pelas actividades que se destinem directamente à realização dos correspondentes fins estatutários. desde que seja prestada caução nos termos do n. 11. A Câmara Municipal poderá reduzir.º 2 do artigo 54. por excesso. As isenções referidas no n. Declaração do(s) requerente(s) em como se compromete(m) a utilizar o prédio em causa para uso exclusivo de habitação por um período mínimo de cinco anos. 4. por deliberação da Câmara Municipal. com base em relatório a elaborar pela Divisão de Acção Social. 2. até ao máximo de 90%. Declaração do(s) requerente(s) de que reúnem os pressupostos constantes da Lei n. Independentemente da actualização ordinária referida. Quando se verifique a ocorrência de liquidação por valor inferior ao devido. comprovativa da não existência de quaisquer prédios urbanos em nome do(s) requerente(s). Jovens casais ou pessoas que. que a falta deste. Pessoas colectivas de direito público ou de direito privado às quais a lei e/ou a regulamentação municipal aplicável confira tal isenção. 10. O fraccionamento só será possível quando o valor das taxas a pagar for igual ou superior a € 25. das pessoas unidas de facto ou das pessoas com carências socio-económicas não exceda o montante equivalente a quatro salários mínimos nacionais ou.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 d. devendo ser prestada. implica a cobrança coerciva. devendo ainda o pedido ser instruído com: a. 5. ou em nome individual. mensais e sucessivas. liquidar a importância devida. Declaração emitida pela repartição de finanças competente.00. 7. c. O pagamento fraccionado deve ser feito em prestações iguais. As taxas da Tabela que resultem de quantitativos fixados por disposição legal especial serão actualizadas de acordo com os coeficientes legalmente estabelecidos. deverá ser feita até ao dia 30 de Novembro de cada ano por deliberação da Câmara Municipal. seus institutos e organismos autónomos personalizados. Não serão feitas liquidações adicionais de valor inferior a € 5. Estão isentas do pagamento das taxas previstas no presente regulamento as entidades referidas no artigo 12. Fotocópia do bilhete de identidade e do cartão de contribuinte fiscal. quando esta não exista. ordinária e anualmente. por excesso.4246 Diário da República. não exceda o equivalente a dois e meio salários mínimos nacionais. de solidariedade social. para vigorar a partir do início do ano seguinte. O desrespeito pelo preceituado na alínea a) do n. 5. 2. 5. 3. 3. promover de imediato a restituição ao interessado da importância que pagou indevidamente. desportivas ou recreativas legalmente constituídas. O fraccionamento referido no número anterior deverá obedecer às seguintes condições: a. deverão os serviços. b. As falsas declarações integram o crime de falsificação de documentos previsto no Código Penal. Só haverá direito ao reembolso de taxas no caso previsto no número anterior. c.º 2/2007.º 5 obriga a que os requerentes tenham de fazer prova de que não possuem qualquer outra habitação própria. As isenções previstas não autorizam os beneficiários a utilizar meios susceptíveis de lesar o interesse municipal e não abrangem as indemnizações por danos causados ao património municipal ou a terceiros. O pagamento das taxas referidas no presente Regulamento. b. pela ocupação do espaço público por motivo de obras. sempre que achar justificável. O valor das taxas a liquidar e a cobrar será expresso em euros. bem como pela prestação de serviços administrativos no âmbito do regime jurídico da urbanização e da edificação. pode. Fotocópia da última declaração do IRS e respectivo original ou. nos termos da lei. 7. em função do índice harmonizado de preços no consumidor (taxa de variação média anual) publicado pelo Instituto Nacional de Estatística relativa ao período de Novembro do ano anterior a Outubro do ano corrente. o montante e o prazo para pagamento e. o qual só poderá ser formulado a partir do momento em que as taxas sejam devidas. Os trabalhos devem ser executados no mais curto espaço de tempo.00.º Âmbito de aplicação As taxas definidas no presente regulamento são devidas pela emissão de alvarás. e afixada nos lugares públicos do costume até ao dia 15 de Dezembro. 2. b. culturais. decidirá em conformidade. notificando o devedor para. pela admissão de comunicações prévias. A redução prevista no número anterior só poderá ser concedida desde que. nomeadamente o Estado. de 11 de Maio). em . no caso singular. os serviços promoverão de imediato a liquidação adicional. 6. Actualização e liquidação de taxas Artigo 47.ª série — N. Da notificação deverão constar os fundamentos da liquidação adicional.º Actualização de taxas 1.º 6 implicará a perda do benefício da redução concedida e a consequente obrigação do pagamento imediato das taxas devidas à data do licenciamento. ainda. pelas compensações devidas pela não cedência de espaços verdes e equipamentos de utilização colectiva no licenciamento ou autorização de operações de loteamento ou de obras de edificação com impacte semelhante a um loteamento. alteração ou ampliação de habitações cujos processos sejam requeridos por: a. cuja soma de idades não exceda 55 anos.

incidindo a mesma. está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro IV da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento.Diário da República. bem como dos juros aplicáveis e dá lugar à imediata execução da garantia indicada na alínea c). SECÇÃO III Obras de construção Artigo 53. durante os cinco primeiros dias úteis dos meses subsequentes e serão acrescidos de juros à taxa legal.) SECÇÃO V Utilização das edificações Artigo 55. funcionando como mecanismo perequativo. Ao montante referido no número anterior acrescerá o valor determinado em função do número de metros quadrados dos fogos. no que se refere aos aerogeradores.º do RJUE.º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de urbanização 1. ao posto e serviços. é também devida a taxa referida no número anterior. Artigo 50. e de outra variável em função do número de lotes.º do RJUE. 4247 SECÇÃO II Remodelação de terrenos Artigo 52. sendo que os critérios para a sua fixação visam uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores.º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de trabalhos de remodelação dos terrenos A emissão do alvará de licença ou a admissão da comunicação prévia para trabalhos de remodelação dos terrenos. correspondente ao processamento técnico-administrativo. § único. contudo. 2.º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização 1. a aplicar ao montante da taxa em débito.º 4 do artigo 4. devida em virtude dos condicionamentos do tráfego e acessibilidades. correspondente ao processamento técnico-administrativo. contudo. variando consoante o tipo de utilização.º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de operação de loteamento 1. a liquidar durante o mês de Janeiro. a área bruta a edificar e o respectivo prazo de execução. funcionando como mecanismo perequativo. a emissão do alvará de licença ou a admissão da comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro 1 da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. A emissão do alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de operação de loteamento está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro II da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. 2. a caução de valor correspondente às prestações seguintes e respectivos juros. variando esta. correspondente ao processamento técnico-administrativo. ampliação ou alteração de instalações de armazenamento de produtos de petróleo e de postos de abastecimento de combustíveis está sujeito ao pagamento da taxa fixada no Quadro VI da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. etc. A emissão do alvará de licença ou para obras de construção. a emissão do alvará está sujeita ao pagamento de um montante fixado em função do número de fogos ou unidades de ocupação e seus anexos. fotocópias.). variando esta consoante a área afecta às instalações. a área bruta a edificar. quando for o caso. sendo que os critérios para a sua fixação visam uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. sendo que os critérios para a sua fixação visam uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. o número de equipamentos a instalar e o respectivo prazo de execução. Qualquer outra alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento está igualmente sujeita ao pagamento da taxa referida no número um deste artigo. nomeadamente por vistorias ou outros serviços diversos (como certidões. e de outra variável em função do número de lotes. O não pagamento de uma prestação na data devida implica o vencimento automático das seguintes.º Casos especiais (Revogado. 4. 3. sendo esta determinada em função da área sobre a qual incide a operação urbanística. sendo esta composta de uma parte fixa. 2. a taxa definida no presente artigo terá um agravamento de 50%. reconstrução. . — No licenciamento ou comunicação de obras de alteração que impliquem a redução da área de construção não haverá lugar à devolução de qualquer taxa. está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro V da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. e ainda uma taxa anual variável em função da ocupação do espaço público. fogos e unidades de ocupação previstos nessa operação urbanística. fogos e unidades de ocupação previstos nessa operação urbanística. d. reconstrução. Em caso de qualquer alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização. apenas sobre o aumento autorizado. 3. é também devida a taxa referida no número anterior. Em caso de qualquer alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento que implique o aumento do número de fogos ou de lotes. funcionando como mecanismo perequativo. Quando a obra tenha sido iniciada antes da emissão do respectivo alvará de licença ou admissão de comunicação prévia. incidindo a mesma. e.º 3 do artigo 76. e de outra variável em função do prazo de execução e do tipo de infra-estruturas previstos para essa operação urbanística. do seu uso industrial ou doméstico e do local em que são instalados. 9. variando esta consoante o uso ou fim a que a obra se destina. Qualquer alteração à licença ou comunicação prévia de obras de urbanização está igualmente sujeita ao pagamento da taxa referida no número anterior. A emissão do alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de construção. ampliação ou alteração. Qualquer outra alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização está igualmente sujeita ao pagamento da taxa referida no número um deste artigo. da inerente degradação e utilização ambiental dos recursos naturais (ar. unidades de ocupação e seus anexos cuja utilização ou sua alteração seja requerida. sendo esta composta de uma parte fixa. CAPÍTULO IX Taxas pela emissão de alvarás SECÇÃO I Loteamentos e obras de urbanização Artigo 49. A emissão do alvará de licença para a instalação de infra-estruturas de suporte de estações de radiocomunicações e de aerogeradores está sujeito ao pagamento da taxa fixada no Quadro VI da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. que implique o aumento do número de fogos ou de lotes.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 simultâneo. tal como se encontram definidos na alínea l) do artigo 2. águas e solos) e da consequente actividade de fiscalização desenvolvida pelos serviços municipais competentes. apenas sobre o aumento autorizado. Sempre que seja possível determinar o valor das taxas a cobrar. será a cobrança efectuada no acto da apresentação do requerimento. à taxa devida pela emissão do alvará acresce uma taxa anual fixa. Artigo 51. SECÇÃO IV Casos especiais Artigo 54. Nos casos referidos no n.ª série — N.º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de construção 1. 2.º Autorização de utilização e de alteração do uso 1. apenas sobre o aumento autorizado. 2. As prestações seguintes serão pagas. A emissão do alvará de licença ou a admissão da comunicação prévia de obras de urbanização está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro III da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. sendo esta composta de uma parte fixa. Nos casos referidos no n.º do RJUE. 4. 2.

2.8 — para prédios de rendimento para habitação e ou outros fins (comércio.º Renovação Nos casos referidos no artigo 72. e dos usos e tipologias das edificações. serviços e similares).50 — em zonas sem infra-estruturas H — é o coeficiente que traduz a influência do uso e tipologia.º Execução por fases 1. estabelecida no Quadro XI da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento.4248 Diário da República. Artigo 56. respectivamente. A taxa pela realização. bem como os estabelecimentos hoteleiros e meios complementares de alojamento turístico e postos de abastecimento de combustíveis está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro IX da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. Z — é o coeficiente que traduz o número de infra-estruturas existentes na zona. na Gafanha da Encarnação. hotelaria.º Deferimento tácito A emissão do alvará de licença nos casos de deferimento tácito do pedido de operações urbanísticas está sujeita ao pagamento da taxa que seria devida pela prática do respectivo acto expresso.4 — para fins industriais.º 4 do artigo 53. lugar à alteração da rede viária pública existente ou alterações relevantes das infra-estruturas exteriores ao prédio ou prédios. ao qual deverá atribuir-se os seguintes valores: K = 0. A taxa pela realização. Os valores referidos nos números anteriores são os fixados no Quadro VIII da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. 2.020 — quando a operação urbanística implique. sendo devidas as taxas previstas no presente artigo. consoante se trate.º e 59. nas situações referidas nos artigos 56. ZONA 2 – Gafanha da Nazaré e Gafanha da Encarnação (norte). para as diversas zonas do país. estabelecimentos alimentares e não alimentares e serviços. Na fixação das taxas ter-se-á em consideração a obra ou obras a que se refere a fase ou aditamento. Para efeito de aplicação das taxas de compensação previstas no artigo 67. Em caso de deferimento do pedido de execução por fases. ao qual deverá atribuir-se os seguintes valores: H = 0. CAPÍTULO X Situações especiais Artigo 57. Z = 0. 3. nomeadamente.º do presente Regulamento. contudo.80 — em zonas dotadas de quatro infra-estruturas Z = 0.º.84 — em zonas dotadas de cinco infra-estruturas. reforço e manutenção de infra-estruturas urbanísticas Artigo 62. K = 0. de entre as seguintes: Arruamento Estacionamento automóvel Passeio Rede pública de água Rede pública de águas pluviais Rede pública de saneamento Rede pública de energia eléctrica Rede pública de telecomunicações Rede pública de gás — ao qual deverá atribuir-se os seguintes valores: Z = 1 — em zonas dotadas de todas as infra-estruturas.º. O valor encontrado será arredondado para a unidade de euros imediatamente superior.º Emissão de alvarás de licença parcial A emissão do alvará de licença parcial na situação referida no n. de alvarás ou admissão da comunicação prévia de operações de loteamento e de obras de urbanização. está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro X da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. b. não dê. implicando a construção ou remodelação de arruamentos públicos ou infra-estruturas no prédio ou prédios a lotear. reduzida na percentagem de 50% no que respeita à taxa em função da superfície. Zona 1 – Ílhavo (cidade).º 7 do artigo 23. c.ª série — N.88 — em zonas dotadas de seis infra-estruturas. C — é o valor em euros para efeitos de cálculo correspondente ao custo do m2 de construção na área do município. a emissão do alvará resultante de renovação da licença ou a apresentação de nova comunicação prévia está sujeita ao pagamento da taxa prevista para a emissão do alvará caducado. delimitadas na planta que constitui o Anexo III do presente Regulamento: a.4 — para residência fixa e unifamiliar. Artigo 63.º e n. CAPÍTULO XI Taxas pela realização. 2.º do RJUE.º do RJUE.72 — em zonas dotadas de três infra-estruturas Z = 0. Z = 0. Z = 0. O valor da taxa é resultante da aplicação da seguinte fórmula: Q(€) = K × A (m2) × C (€/m2) × Z × H em que: K — é o coeficiente que traduz a influência do custo das infra-estruturas públicas a executar pela entidade promotora. Na determinação do montante das taxas será aplicável o estatuído nos artigos 49. H = 0. incluindo a área urbana confinante por sul com a Rua de Ílhavo.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 quando respeitem a edifícios contíguos e funcionalmente ligados entre si que determinem. Artigo 58. 3. excluindo caves ou anexos para estacionamento/arrumos/instalações técnicas ou similares.º Âmbito de aplicação 1.º Autorizações de utilização ou suas alterações previstas em legislação específica A emissão de autorização de utilização ou suas alterações relativa. a estabelecimentos de restauração e de bebidas. destinados ou não a habitação. variando esta em função do número de estabelecimentos e da sua área. Costa Nova e Barra. em termos urbanísticos. 3.045 — quando a operação urbanística conne com arruamento público existente e não se integre na situação anterior. H = 0.º do RJUE. Z = 0.96 — em zonas dotadas de oito infra-estruturas. 3. Aquando da emissão do alvará relativo a obras de edificação ou da admissão da comunicação prévia não são devidas as taxas referidas no número anterior se as mesmas já tiverem sido pagas previamente aquando do licenciamento ou da admissão da comunicação prévia da correspondente operação de loteamento e urbanização.030 — quando a operação urbanística. Artigo 60. alteração da rede viária pública existente ou redimensionamento das infra-estruturas exteriores do prédio ou prédios a lotear. pela sua localização e dimensão.º deste regulamento. K = 0.º do RJUE. decorrente do preço de construção xado na Portaria anualmente publicada para o efeito. 2. Artigo 59. manutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas é devida quer nas operações de loteamento quer em obras de edificação .º e 53.º Taxa devida nos loteamentos urbanos e nos edifícios contíguos e funcionalmente ligados entre si 1. restauração.92 — em zonas dotadas de sete infra-estruturas. Z = 0. bebidas. A — (m2) é a superfície total dos pavimentos de construção.º Prorrogações Nas situações referidas no n.64 — em zonas dotadas de uma infra-estrutura Z = 0. considera-se a área do município dividida em três zonas. a cada fase corresponderá um aditamento ao alvará. 51. a concessão de nova prorrogação está sujeita ao pagamento da taxa fixada de acordo com o seu prazo. manutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas é fixada em função do custo das infra-estruturas e equipamentos gerais a executar. Artigo 61.º 6 do artigo 58. impactes semelhantes a uma operação de loteamento nos termos definidos no artigo 6. ZONA 3 – restante área do município.68 — em zonas dotadas de duas infra-estruturas Z = 0. alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de urbanização e alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de construção.

d. nos termos do estabelecido no artigo 47. sendo dois nomeados pela Câmara Municipal e o terceiro pelo promotor da operação urbanística. haverá lugar à avaliação dos terrenos ou imóveis a ceder ao município. IU — é o índice de utilização ao solo na área ou parte da área objecto de aplicação da taxa. b.º Cedências 1.º do RJUE. devem prever áreas destinadas à implantação de espaços verdes e de utilização colectiva. . da compensação a pagar ao Município será determinado tendo em conta uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. O valor encontrado será arredondado para a unidade de euros imediatamente superior. . prédios urbanos. através da cedência de lotes. . nas situações referidas no n. impactes semelhantes a uma operação de loteamento nos termos definidos no artigo 6. não há lugar a cedências para esses fins. indicando o valor do terreno ou imóvel. A compensação poderá ser paga em espécie. Artigo 65.º do presente Regulamento. Levantamento topográfico actualizado do prédio. Zona 3 Restante . em termos urbanísticos. Para os efeitos do disposto no presente artigo. Feita a determinação do montante total da compensação a pagar. . será o mesmo indemnizado no valor determinado de acordo com o estipulado no artigo 67. . com as necessárias adaptações. xado consoante a área territorial do município em que o loteamento se integra e a tipologia de construção do loteamento. Se o prédio em causa já estiver dotado de todas infra-estruturas urbanísticas e ou não se justificar a localização de qualquer equipamento ou espaços verdes. Os valores de T serão actualizados anualmente.26 132. Os valores de R serão actualizados ou rectificados quando se verificar. 2. 4.2 3. . .22 119. 2. .63 0. estes integrarão o domínio privado municipal. no entanto. infra-estruturas viárias e equipamentos Os projectos de loteamento e os projectos de edificações quando respeitem a edifícios contíguos e funcionalmente ligados entre si que determinem. . consoante se trate de zonas verdes ou de equipamentos. Definem-se. A Câmara Municipal poderá optar pela compensação em numerário. . Requerimento dirigido ao Presidente da Câmara onde esclarece a sua proposta. A — é o valor. 132. . . . em numerário. . Artigo 70. . Se o diferencial for favorável ao município. integração essa que se fará automaticamente com a emissão do alvará ou nos termos previstos no n.47 10. sujeitos a licenciamento ou comunicação prévia. Certidão da Conservatória do Registo Predial. . Quando a compensação for efectuada através da cedência de terrenos exteriores ao prédio a lotear. R — é o coeciente de redução dos valores reais. infra-estruturas viárias e equipamentos. de acordo com o denido no Regulamento do Plano Director Municipal de Ílhavo. em euros. . calculado de acordo com os parâmetros denidos na Portaria que xa os parâmetros para o dimensionamento das áreas destinadas a espaços verdes e de utilização colectiva.º do RJUE. . 151. ficando. o seu desenquadramento em termos de crescimento/desenvolvimento urbano. Os interessados na realização de operações de loteamento urbano cedem. 5. Se o valor proposto no relatório final da comissão referida no n. .º 4. 6.19 152. parcelas de terreno para espaços verdes públicos e equipamentos de utilização colectiva e as infra-estruturas urbanísticas que de acordo com a lei e licença ou comunicação de loteamento. e o seu valor será obtido com recurso ao seguinte mecanismo: a. estes integrarão o domínio público ou privado municipal. T (€) Habitação Unifamiliar Colectiva/ Comércio Indústria R Zona 1 Ílhavo — Cidade/Costa Nova/ Barra. . gratuitamente. com o tempo. podendo ser afectados a qualquer fim julgado conveniente pela Câmara Municipal. à Câmara Municipal. . Se o diferencial for favorável ao promotor. nos termos da Portaria que fixa os parâmetros para o dimensionamento das áreas destinadas a espaços verdes e de utilização colectiva. funcionando como um mecanismo perequativo. não podendo ser afectados para fim diferente do previsto.º Cálculo do valor da compensação em numerário nos loteamentos 1. Artigo 69. .80 165.º Áreas para espaços verdes e de utilização colectiva. b. xado consoante a área territorial do município em que o loteamento se integra. 5.º do presente Regulamento. T — é o custo do terreno. . determinado de acordo com a seguinte fórmula: em que: C(€) = A (m2) × IU × T (€) × R T (€) Habitação Unifamiliar Colectiva/ Comércio Indústria 4249 R Zona 2 Gafanha Nazaré/Encarnação Norte . . caso se opte por realizar esse pagamento em espécie. o proprietário obrigado ao pagamento de uma compensação ao Município. as mesmas serão liquidadas da seguinte forma: a. . 3.31 0.Diário da República.3 0. da totalidade ou de parte das áreas que deveriam ser cedidas para espaços verdes e de utilização colectiva. Artigo 66. devam integrar o domínio municipal. . . edificações ou prédios rústicos. . . 2. . .º RJUE e determinadas no artigo 6. As decisões da comissão serão tomadas por maioria absoluta dos votos dos seus elementos. 2. . . .º Compensação em espécie 1.º 1 deste artigo não for aceite pela Câmara Municipal ou pelo promotor da operação urbanística. . c. Quando se verificarem diferenças entre o valor calculado para a compensação devida em numerário e o valor dessa compensação a entregar em espécie. b. . que será constituída nos termos do disposto no artigo 118.º Compensação 1.º 3 do artigo 44. .º 5 do artigo 57. em metros quadrados. . os valores a adoptar por T e R.22 10. no quadro seguinte. Planta de localização do prédio. . . O disposto no número anterior é ainda aplicável aos pedidos de licenciamento ou admissão da comunicação prévia de obras de edificação. da taxa de compensação. por metro quadrado de construção. será o mesmo pago em numerário pelo promotor da operação urbanística. .º Cálculo do valor da compensação em numerário nos edifícios contíguos e funcionalmente ligados entre si O preceituado no artigo anterior é também aplicável ao cálculo do valor da compensação em numerário nos edifícios contíguos e funcionalmente ligados entre si referidos no artigo 6. . nos seguintes termos: a.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 CAPÍTULO XII Compensações Artigo 64. 2. . O valor. . Quando a compensação for efectuada através da cedência de terrenos dentro do terreno a lotear. o promotor deverá apresentar à Câmara Municipal a documentação comprovativa da posse do terreno ou imóvel a ceder. A avaliação será efectuada por uma comissão composta por três elementos.00 9.ª série — N. Artigo 68. . .4 . Artigo 67.º Indemnização Quando a necessidade de área para equipamento dentro do prédio a lotear for superior à estipulada na Portaria que fixa os parâmetros para o C — é o valor.º do presente Regulamento. . bem como para instalação de equipamentos públicos.º 3. . recorrer-se-á a uma comissão arbitral. .

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lação específica, a entidade promotora ressarcirá a Câmara Municipal do montante dessas mesmas taxas, antes da notificação da decisão final.

dimensionamento das áreas destinadas a espaços verdes e de utilização colectiva, o promotor será indemnizado no valor determinado de acordo com o estipulado no Artigo 67.º

CAPÍTULO XIII Disposições especiais
Artigo 71.º Vistorias A realização de vistorias no âmbito do RJUE está sujeita ao pagamento das taxas fixadas no Quadro XII da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. Artigo 72.º Operações de destaque A emissão da certidão relativa ao destaque está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro XIII da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. Artigo 73.º Recepção de obras de urbanização Os actos de recepção provisória ou definitiva de obras de urbanização estão sujeitos ao pagamento das taxas fixadas no Quadro XIV da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. Artigo 74.º Ocupação do espaço público por motivo de obras 1. A ocupação do espaço público para depósito de materiais e equipamentos de apoio à execução de obras está sujeita ao pagamento das taxas fixadas no Quadro XV da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. 2. A ocupação do espaço público por motivo de obras integradas no Programa Municipal de Apoio e Incentivo à Recuperação e Reabilitação de Edifícios do Concelho de Ílhavo (RECUPERA) fica isenta do pagamento das taxas previstas no presente artigo. 3. A realização de obras de construção, reconstrução, alteração, ampliação, demolição e conservação integradas no núcleo antigo de Ílhavo definido no PDM que impliquem a interrupção, total ou parcial, do trânsito automóvel, ficam isentas do pagamento da respectiva taxa. Artigo 75.º Deferimento tácito A emissão do alvará de licença nos casos de deferimento tácito do pedido de operações urbanísticas está sujeito ao pagamento da taxa que seria devida pela prática do respectivo acto expresso. Artigo 76.º Assuntos administrativos 1. Os actos e operações de natureza administrativa a praticar no âmbito das operações urbanísticas estão sujeitos ao pagamento das taxas fixadas no Quadro XVII da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. 2. Inserem-se neste quadro as taxas devidas pela prática de novos actos, nomeadamente: a. Depósito da ficha técnica da habitação (FTH) no respectivo processo, que inclui o valor da taxa devida pela emissão da certidão comprovativa do respectivo arquivo, a liquidar no acto da entrega da ficha; b. Renovação de licença ou autorização caducada, nos termos do disposto no artigo 72.º do RJUE; c. Exposições e reclamações – o valor desta taxa será devolvido ao requerente caso a decisão lhe seja favorável; d. Fornecimento de cópias a cores e em formato digital. 3. Quando os processos relativos à urbanização e à edificação forem instruídos com extractos de levantamentos ou planos adquiridos em formato digital, deverão conter prova da sua aquisição, prestada por fotocópia da guia de pagamento emitida em nome do requerente ou do técnico responsável, sob pena de serem sujeitos ao pagamento da totalidade da taxa devida pela respectiva aquisição. 4. Quando a Câmara Municipal tiver de proceder à liquidação de taxas devidas pela emissão de pareceres emitidos por entidades exteriores, no âmbito do licenciamento de operações urbanísticas abrangidas por legis-

CAPÍTULO XIV Disposições finais e complementares
Artigo 77.º Contra-ordenações 1. Sem prejuízo da responsabilidade civil, criminal ou disciplinar, são puníveis como contra-ordenação: a. A violação do disposto no presente Regulamento; b. A violação do disposto no Plano Director Municipal de Ílhavo; c. A não afixação ou a afixação de forma não visível do exterior do prédio, durante o decurso do procedimento de comunicação prévia, do aviso que publicita a comunicação; d. A falta de participação à Câmara Municipal do início das obras e do responsável pelas mesmas; e. O agravamento da falta de segurança ou de salubridade dos edifícios, a sua deterioração e o prejuízo do seu arranjo estético, provocados de forma dolosa. 2. As contra-ordenações previstas no presente Regulamento são puníveis com as coimas fixadas nos números seguintes, no caso de legislação especial sobre as matérias infringidas não preverem outras sanções. 3. As contra-ordenações previstas nas alíneas a) e b) do n.º 1 são puníveis com coima graduada de € 1.500 até ao máximo de € 200.000, no caso de pessoa singular, e de € 3.000 até € 450.000, no caso de pessoa colectiva. 4. As contra-ordenações previstas nas alíneas c) a e) do n.º 1 são puníveis com coima graduada de € 250 até ao máximo de € 50.000, no caso de pessoa singular, e de €1.000 até € 100.000, no caso de pessoa colectiva. Artigo 78.º Dúvidas e omissões 1. As dúvidas na interpretação do presente Regulamento serão resolvidas por deliberação da Câmara Municipal de Ílhavo. 2. Os casos omissos deverão ser resolvidos por recurso às normas e princípios constantes na respectiva lei geral nacional. Artigo 79.º Entrada em vigor O presente regulamento entra em vigor 15 dias após a sua publicação na 2ª Série do Diário da República. Artigo 80.º (Revogado.) ANEXO I Normas para a instrução dos processos 1. Âmbito 1.1. As normas estabelecidas no presente anexo destinam-se a complementar o estabelecido na Portaria 232/2008, de 11 de Março, determinando quais os elementos que devem instruir os processos relativos aos pedidos de informação prévia, de licenciamento, de comunicação prévia e de autorização referentes a todos os tipos de operações urbanísticas, bem como a forma da sua apresentação e conteúdo, contribuindo para que os processos, dando entrada na Câmara Municipal de Ílhavo correctamente instruídos, possam percorrer os seus trâmites sem atrasos desnecessários. 1.2. As presentes normas regulamentam ainda a instrução de outros processos que, não constituindo operações urbanísticas previstas no Decreto-Lei 555/99, de 16 de Dezembro, com a redacção dada pela Lei 60/2007, de 4 de Setembro, adiante designado por RJUE, são complementares ao procedimento da sua implementação. 2. Generalidades 2.1. A Câmara Municipal de Ílhavo, através da Internet em http://www. cm-ilhavo.pt ou do Serviço de Atendimento Integrado (SAI), fornecerá gratuitamente os modelos de requerimentos, e fichas de dados estatísticos que forem necessárias à instrução do processo. 2.2. Os requerimentos deverão ser apresentados com todos os seus campos preenchidos, sem o que não serão aceites no acto da apresentação do processo.

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2.3. Os processos deverão ser instruídos, obrigatoriamente, com o modelo de requerimento disponibilizado pela Câmara Municipal. 3. Apresentação dos projectos As peças dos projectos deverão conter todos os elementos necessários a uma clara e correcta leitura das características da operação urbanística devendo, para tal, obedecer às seguintes normas: 3.1. Todas as peças escritas devem ser apresentadas em formato A4, redigidas na língua portuguesa, numeradas, datadas e assinadas pelo técnico autor do projecto, com excepção dos documentos oficiais e dos requerimentos, que serão assinados pelo requerente ou seu representante legal. 3.2. Todas as peças desenhadas devem possuir boas condições de leitura, sendo também numeradas, datadas e assinadas pelo autor do projecto respectivo; quando em formato de papel, devem ser apresentadas a tinta indelével em papel opaco, com gramagem compreendida entre 80g/m2 e 110g/m2, não devendo ter, dentro do possível, mais de 0.594 m de altura e ser dobradas em tamanho A4. 3.3. As fotografias, quando necessárias, deverão ser actuais e abranger um raio de, pelo menos, 100 m, em volta da área da intervenção; deverão incluir os dois lotes adjacentes em cada uma das diversas direcções, bem como do outro lado da via confinante e, no caso destes não terem edificada qualquer construção, fotografias das construções mais próximas; quando apresentadas em formato de papel, deverão ser impressas ou coladas em folhas de tamanho A4. 3.4. Todos os processos de licenciamento ou comunicação prévia de operações urbanísticas deverão ser acompanhados de levantamento topográfico e de planta de implantação, geo-referenciados, realizados de acordo com os seguintes pontos: 3.4.1. O levantamento topográfico será ligado à rede geodésica nacional; 3.4.2. O levantamento topográfico incluirá: A totalidade do prédio rústico ou urbano onde se insere o objecto de licenciamento, à escala 1/200 ou superior (em casos em que a área a levantar ultrapasse 1 ha, poderão aceitar-se escalas inferiores, 1/500 ou mesmo 1/1000), com curvas de nível no mínimo de metro a metro e cotas altimétricas nos pontos notáveis, com a delimitação da área objecto da operação urbanística; Um quadro com os pontos M e P de todos os marcos (ou vértices) do polígono que define os limites do prédio; Os arruamentos confinantes, muros e edificações existentes a uma distância não inferior a 50 m do polígono atrás referido, bem como as respectivas cotas de soleira; A delimitação e identificação de cada artigo matricial e/ou de cada prédio, caso a operação urbanística incida sobre mais do que um. 3.4.3. A implantação da edificação, loteamento ou obras de urbanização que se pretende realizar deverá ser feita sobre o levantamento topográfico, devendo conter: Um quadro com os pontos M e P de todos os cunhais da edificação ou edificações a construir, bem como dos vértices dos muros de vedação, ou os pontos dos vértices dos polígonos de estremas dos lotes, no caso de operação de loteamento; As cotas de soleira pretendidas; 3.4.4. Quando apresentado em formato de papel, o levantamento topográfico e a planta de implantação deverão ser entregues no número de exemplares definidos em cada caso para os projectos de arquitectura ou de loteamento, acompanhados de um exemplar em formato digital (em CD-ROM). 3.5. A responsabilidade pela correcção e veracidade das informações contidas no levantamento topográfico e planta de implantação recairá sobre o técnico autor do projecto de arquitectura, nas obras de edificação, e do projecto de loteamento, nas operações de loteamento. 3.6. Os projectos de alterações de edificações que não impliquem a modificação dos limites exteriores das mesmas, e os projectos de muros cujos alinhamentos estejam definidos por outros muros ou edificações existentes e não suscitem quaisquer dúvidas na sua localização e implantação, poderão ser isentos da apresentação das peças referidas no ponto 3.4.. 4. Loteamentos 4.1. Informação prévia 4.1.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU; 4.1.2. Cópia do registo do terreno na Conservatória do Registo Predial; 4.1.3. Memória descritiva e justificativa da intenção do projecto; 4.1.4. Extracto da carta de condicionantes do PDM, com a localização da área de intervenção; 4.1.5. Extracto da carta de ordenamento do PDM, com a localização da área de intervenção; 4.1.6. Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000;

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4.1.7. Extracto do mapa de ruído ou, na sua ausência, do relatório sobre recolha de dados acústicos, nos termos do disposto no Regulamento Geral do Ruído (RGR), aprovado pelo DL 292/2000, de 14 de Novembro; 4.1.8. Planta topográfica na escala 1/2000 ou 1/1000, com a delimitação da área de intervenção, incluindo a delimitação de cada artigo matricial e/ou de cada prédio, se for o caso; 4.1.9. Planta contendo a proposta de loteamento e implantação das edificações, devidamente cotada e referenciada ao eixo dos arruamentos, existentes e propostos, contendo ainda as construções existentes na área objecto da intervenção e na envolvente, adjacente e fronteira; 4.1.10. Fotografias do terreno e da envolvente, actualizadas, abrangendo pelo menos um raio de 100 m; 4.1.11. Outros elementos considerados importantes para o esclarecimento da proposta. 4.2. Licença 4.2.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU; 4.2.2. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação; 4.2.3. Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial; 4.2.4. Cópia da notificação relativa à informação prévia; 4.2.5. Extracto da carta de condicionantes do PDM, com a localização da área de intervenção; 4.2.6. Extracto da carta de ordenamento do PDM, com a localização da área de intervenção; 4.2.7. Extracto do mapa de ruído ou, na sua ausência, do relatório sobre recolha de dados acústicos, nos termos do disposto no Regulamento Geral do Ruído (RGR), aprovado pelo DL 292/2000, de 14 de Novembro, quando o mesmo não tiver sido apresentado com o requerimento de informação prévia; 4.2.8. Memória descritiva e justificativa, contendo todos os elementos apontados no n.º 2 do artigo 7.º da Portaria 232/2008, de 11 de Março; 4.2.9. Termo de responsabilidade do autor ou autores do projecto, e do coordenador de projecto, bem como do autor do plano de acessibilidades, com declarações das respectivas associações profissionais; 4.2.10. Planta da situação existente, na escala 1/10 000, com a delimitação do terreno; 4.2.11. Planta da situação existente, na escala 1/2000 ou 1/1000, actualizada e devidamente cotada, com a delimitação da área de intervenção e indicação de servidões e infraestruturas, bem como a delimitação de cada artigo matricial e/ou de cada prédio, se for o caso; 4.2.12. Levantamento topográfico do terreno e da envolvente próxima, cotado relativamente a pontos de referência fixos existentes, em escala considerada adequada, nos termos do ponto 3.4. do presente anexo; 4.2.13. Planta com áreas de cedência para o Domínio Público; 4.2.14. Planta de síntese do loteamento, na escala 1/500 ou superior, devidamente cotada, contendo: A estrutura viária; A divisão em lotes e sua numeração; O polígono de implantação das edificações, incluindo anexos, quando existam; Indicação do n.º de pisos, acima e abaixo da cota de soleira; Localização dos espaços verde e equipamentos de utilização colectiva, quando existam; Quadro contendo, relativamente a cada lote identificado pelo respectivo número: Área; Utilização; Área de implantação; Área de construção; Número de pisos, acima e abaixo da cota de soleira; Número de fogos; Área de cedência para Domínio Público; Área total do terreno a lotear; Perfis transversais tipo, cotados, referenciados ao eixo da via, nas zonas de tipologia de construção ou de alinhamentos diferentes, com a indicação das cotas de soleira das edificações; 4.2.15. Plano de acessibilidades que represente a rede de espaços e equipamentos acessíveis bem como soluções de detalhe métrico, técnico e construtivo, esclarecendo as soluções adoptadas em matéria de acessibilidade a pessoas com deficiência e mobilidade condicionada, de acordo com o disposto no n.º 5 do artigo 3.º do DL 163/2006, de 8 de Agosto. 4.2.16. Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. (anterior 3.2.15) 4.3. Comunicação prévia 4.3.1. Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença;

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5.2.4. Cópia da notificação relativa ao pedido de informação prévia; 5.2.5. Extracto da carta de condicionantes do PDM, com a localização da área de intervenção; 5.2.6. Extracto da carta de ordenamento do PDM, com a localização da área de intervenção; 5.2.7. Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000; 5.2.8. Orçamento das obras, por especialidade e global; 5.2.9. Calendarização das obras de urbanização; 5.2.10. Projectos das diferentes obras de urbanização, de acordo com o definido no ponto 3.4.; 5.2.11. Condições técnicas gerais e especiais do caderno de encargos, incluindo prazos para o início e termo da execução dos trabalhos; 5.2.12. Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. 5.3. Comunicação prévia 5.3.1. Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença; 5.3.2. Apólice do seguro de construção, quando legalmente exigível; 5.3.3. Apólice do seguro que cubra a responsabilidade pela reparação dos danos emergentes de acidente de trabalho, nos termos previstos na Lei 100/97, de 13 de Setembro, comprovativo de pagamento do prémio de seguro e folha de férias carimbada pela seguradora; 5.3.4. Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e declaração da respectiva associação profissional; 5.3.5. Comprovação das habilitações do construtor, mediante a exibição do original do respectivo alvará ou do título de registo emitidos pelo instituto da construção e do imobiliário, i.p. (inci, i.p., ex-imoppi); 5.3.6. Livro de obra; 5.3.7. Plano de segurança e saúde. 6. Edifiçações 6.1. Informação prévia 6.1.1. Edificação nova 6.1.1.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU; 6.1.1.2. Cópia do registo do terreno na Conservatória do Registo Predial; 6.1.1.3. Memória descritiva e justificativa da intenção do projecto; 6.1.1.4. Extracto da carta de condicionantes do PDM, com a localização da área de intervenção; 6.1.1.5. Extracto da carta de ordenamento do PDM, com a localização da área de intervenção; 6.1.1.6. Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000; 6.1.1.7. Extracto do mapa de ruído ou, na sua ausência, do relatório sobre a recolha de dados acústicos, nos termos do disposto no Regulamento Geral do Ruído (RGR), aprovado pelo DL 292/2000, de 14 de Novembro; 6.1.1.8. Planta topográfica na escala 1/2000 ou 1/1000, com a delimitação da área de intervenção, incluindo a delimitação de cada artigo matricial e/ou de cada prédio, se for o caso; 6.1.1.9. Planta na escala 1/500 ou superior, contendo a proposta de implantação, uso e n.º de pisos da edificação, devidamente cotada e referenciada ao eixo do arruamento, contendo ainda as construções existentes na envolvente, adjacente e fronteira, com indicação do n.º de pisos e utilização; 6.1.1.10. Fotografias do terreno e da envolvente, actuais, incluindo os dois lotes adjacentes em cada uma das diversas direcções, bem como do outro lado da via confinante e, no caso destes não terem edificada qualquer construção, fotografias das construções mais próximas; 6.1.1.11. Outros elementos considerados importantes para o esclarecimento da proposta. 6.1.2. Ampliação/alteração 6.1.2.1. Todos os elementos necessários à instrução do processo de informação prévia para edificação nova; 6.1.2.2. Levantamento da construção existente e esboço da proposta de ampliação ou de alteração. 6.2. Licença 6.2.1. Edificação nova 6.2.1.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU; 6.2.1.2. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação; 6.2.1.3. Certidão de registo na Conservatória do Registo Predial; 6.2.1.4. Projecto de arquitectura, contendo: a. Cópia da notificação relativa à informação prévia; b. Termo de responsabilidade do autor ou autores do projecto e do coordenador de projecto, bem como do autor do plano de acessibilidades, com declaração da respectiva associação profissional; c. Estimativa do custo global da obra, em que serão utilizados os valores de custo por metro quadrado de construção aprovados pela Câmara Municipal de Ílhavo, com base nos valores indicados anualmente

4.3.2. Descrição pormenorizada dos lotes com indicação dos artigos matriciais de proveniência. 4.4. Obras de urbanização, integradas no loteamento 4.4.1. Licenciamento 4.4.1.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU; 4.4.1.2. Cópia da notificação relativa à aprovação do projecto de loteamento; 4.4.1.3. Orçamento das obras, por especialidade e global; 4.4.1.4. Calendarização das obras de urbanização; 4.4.1.5. Projectos das diferentes obras de urbanização necessárias à execução do loteamento - que incluirão os respectivos termos de responsabilidade dos autores dos projectos e do coordenador de projecto com declarações das respectivas associações profissionais, memórias descritivas e justificativas, estimativas de custos e as peças desenhadas necessárias à clara leitura do projecto - nomeadamente: Rede de água, elaborado e instruído de acordo com as regras definidas pela Divisão de Águas; Drenagem de águas residuais domésticas e drenagem de águas pluviais, elaborado e instruído de acordo com as regras definidas pela Divisão de Saneamento; Deposição de resíduos sólidos urbanos elaborado nos termos do respectivo regulamento municipal e de acordo com as vagas definidas pela Divisão de Ambiente e Qualidade; Rede eléctrica, de abastecimento privado e de iluminação pública, elaborado e instruído de acordo com as regras definidas pela EDP e pelo Ministério da Economia; Telecomunicações, elaborado e instruído nos termos do DL 59/2000, de 19 de Abril, e de acordo com as regras definidas pela Portugal Telecom; Gás, elaborado e instruído de acordo com a legislação específica, com apreciação efectuada pela Lusitaniagás – Companhia de Gás do Centro, S.A.; Passeios; Estacionamento automóvel, quando exista; Alargamento da plataforma viária, quando necessário; Espaços verdes de utilização colectiva, quando existam; Equipamentos de utilização colectiva, quando existam; Infra-estruturas de defesa contra incêndios, nos termos do DR 23/95, de 23 de Agosto; Condições técnicas gerais e especiais do caderno de encargos, incluindo prazos para o início e termo da execução dos trabalhos. 4.4.2. Comunicação prévia 4.4.2.1. Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença; 4.4.2.2. Apólice do seguro de construção, quando legalmente exigível; 4.4.2.3. Apólice do seguro que cubra a responsabilidade pela reparação dos danos emergentes de acidente de trabalho, nos termos previstos na lei 100/97, de 13 de setembro, comprovativo de pagamento do prémio de seguro e folha de férias carimbada pela seguradora; 4.4.2.4. Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e declaração da respectiva associação profissional; 4.4.2.5. Comprovação das habilitações do construtor, mediante a exibição do original do respectivo alvará ou do título de registo emitidos pelo instituto da construção e do imobiliário, i.p. (inci, i.p., ex-imoppi); 4.4.2.6. Livro de obra; 4.4.2.7. Plano de segurança e saúde. 5. Obras de urbanização 5.1. Informação prévia 5.1.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU; 5.1.2. Memória descritiva e justificativa explicitando as obras; 5.1.3. Extracto da carta de condicionantes do PDM, com a localização da área de intervenção; 5.1.4. Extracto da carta de ordenamento do PDM, com a localização da área de intervenção; 5.1.5. Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000; 5.1.6. Planta da situação existente, na escala 1/2000 ou 1/1000 com a delimitação da área de intervenção, incluindo a delimitação de cada artigo matricial e/ou de cada prédio, se for o caso; 5.1.7. Fotografias do terreno e da envolvente, actuais, abrangendo pelo menos um raio de 100 m; 5.1.8. Outros elementos considerados importantes para o esclarecimento da proposta. 5.2. Licença 5.2.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU; 5.2.2. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação; 5.2.3. Certidão de registo na Conservatória do Registo Predial;

se for o caso. nestas situações. Todos os elementos necessários à instrução do processo de edificação nova. deve ser ainda apresentada planta de coberturas do conjunto. devem ser apresentados alçados conjuntos. insolação. zona de sistema de aquecimento e ligação à rede geral exterior com indicação até à rede pública. Quando a edificação encostar a outras já existentes.2. rede de rega exterior e dispositivos de segurança. abertos ou fechados. Planta de implantação na escala 1/200. Nos casos que implicam cálculo e soluções mais elaboradas terão de ser tidos em conta os seguintes aspectos: Solução a adoptar e sua justificação.4. Frestas.5.3. Nos casos mais elaborados deverá ser tido em conta o prescrito na RGCAE. quando existam. l. j.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN) para determinação do tipo de alvará de construtor civil a exigir para efeito da emissão do alvará de licença de construção . g. de forma a localizar: Escadas. de 8 de Agosto. 6.) 6. quando existam. ventilações e elementos considerados importantes.Diário da República. b. todas as plantas deverão conter o arranque dos pisos correspondestes. laterais e de tardoz. estacionamento e zonas verdes. calibres a utilizar. desde logo.1.deve ser feita a marcação dos circuitos de água fria e quente. quando existam. e. Aspectos construtivos.º do DL 163/2006. 6.2. Calendarização da execução da obra. Nos casos que implicam cálculo e soluções mais elaboradas terão de ser tidos em conta os seguintes aspectos: Solução a adoptar e sua justificação. devem ser devidamente justificadas. Características dos materiais a utilizar. 6.2. com o terreno delimitado a vermelho. Planta de localização na escala 1/2000 ou 1/1000. com o terreno delimitado a vermelho e devidamente cotado. 4253 de acordo com o disposto no n. mencionando com rigor: A área e a utilização dos espaços projectados. técnico e construtivo.º do DL 12/2004. Águas e Esgotos (RGCAE). Descrição e justificação das soluções adoptadas no âmbito da acessibilidade de pessoas com deficiência e mobilidade condicionada. incluindo a delimitação de cada artigo matricial e/ou de cada prédio. quando existam. Extracto da carta de ordenamento do PDM. bem como declarações das respectivas associações profissionais. para além das peças a seguir indicadas.6. f. devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. 2. Sempre que as soluções a adoptar saiam fora da legislação vigente aplicável. Generalidades Todos os projectos de engenharias de especialidades devem ser instruídos. Projecto sobreposto ao existente. Nos casos mais simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com memória descritiva e justificativa.º 3 do artigo 31.º 5 do artigo 3. Plano de acessibilidades que represente a rede de espaços e equipamentos acessíveis bem como soluções de detalhe métrico. Água a. de 4 de Abril.aplicação do disposto no n. 6. à sua apresentação. 6. à vedação. com o terreno delimitado a vermelho. b. i. orientação.1. caso o requerente pretenda proceder. Opções formais e técnico-construtivas. f. Projectos das engenharias de especialidade. de 9 de Janeiro. Cálculo da rede. no mínimo de um transversal e um longitudinal. Memória Descritiva e Justificativa: Nos casos mais simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com memória descritiva e justificativa. Cortes (dispensáveis nos casos simples).2. 6. c. quando existam. na escala 1/100. devendo conter os seguintes elementos: Estudo cromático e descrição dos materiais de revestimento a aplicar nas fachadas. Nas edificações com cave destinada a estacionamento automóvel. Ficha com os elementos estatísticos. (anterior 5.2.2. Implantação proposta para a edificação. Sempre que as soluções a adoptar saiam fora da legislação vigente aplicável. 6. Memória descritiva e justificativa.3. muros de vedação e de estremas. k. publicações do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e demais bibliografia da especialidade. devem ser devidamente justificadas.8. Engenharias de especialidades 6.5. Extracto da carta de condicionantes do PDM. montante(s). .2.3. tipo de aquecimento.1. 6. Arranjos exteriores públicos – passeio. Integração na rede existente. Integração na rede existente.2. Solução a adoptar para cumprimento do novo Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE). na escala 1/100. que incluirão balanços. Características dos materiais a utilizar. esclarecendo as soluções adoptadas em matéria de acessibilidade a pessoas com deficiência e mobilidade condicionada. Nas edificações com cave destinada a estacionamento automóvel. Cotas do terreno e terrenos adjacentes. e. Desníveis dos pavimentos. com a localização da área de intervenção. Instalações sanitárias. No caso de projectos de alteração deve ser explicado o modo de ligação à rede existente. c.ª série — N.1. Arranjos exteriores privados – áreas impermeabilizadas com descrição dos respectivos materiais. Traçado da rede em planta aos diferentes níveis . Planta topográfica na escala 1/2000 ou 1/1000.2. a rampa de acesso. aprovado pelo DL 80/2006. Justificação das opções tomadas no projecto. nos projectos mais elaborados devem ter em atenção os seguintes aspectos: contadores. m. A planta de cobertura deve conter todas as fugas. quando existirem. Drenagem de àguas residuais a. Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000. Planta topográfica na escala 1/2000.2. Traçados da ligação à rede existente no caso de projectos de alteração.3. Nota: Deve prever-se a instalação de uma máquina de lavar louça e um dispositivo de lavagem de roupa (tanque ou máquina de lavar) em cada fogo. resolução das condicionantes.2. a planta deve conter a implantação definitiva dos pilares de estrutura e a demarcação dos lugares de estacionamento. que incidirá sobre: Características do terreno – área. com os termos de responsabilidade dos autores dos projectos e do coordenador de projecto. No caso de projectos de alteração deve ser explicado o modo de ligação à rede existente.2. ligação à rede geral exterior. com a localização da área de intervenção. Plantas dos pavimentos e da cobertura. Cota de soleira referenciada à cota do eixo do arruamento. coluna(s). com utilização das cores convencionais – amarelo para demolição e vermelho para nova construção. integração no PDM e na envolvente. Cortes.2. Cálculo da rede: Nos casos simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com tabela de cálculo ao abrigo do Regulamento Geral de Canalizações. condicionantes à sua ocupação. Aspectos construtivos. adjacentes e fronteiras. Características da implantação proposta – integração no local. h.1.2. d. e zonas ajardinadas ou cultivadas. bem como todos os elementos fixos da construção. Organização interna e sua justificação funcional. bem como a solução adoptada para a drenagem de águas pluviais. Alçados. efectuada nos termos do ponto 3. d.1.2.3. do presente anexo.2. com cotas de afastamentos ao eixo da via. Ampliação/alteração 6. Memória Descritiva e Justificativa. Características dos diferentes elementos de construção. Implantação das construções envolventes. com o terreno claramente delimitado.7.2. Quando a edificação encostar a outras já existentes. contendo: Indicação das infraestruturas existentes.1.

6. 6.2. Nas construções a edificar em que as áreas a impermeabilizar dificultem a drenagem natural das águas pluviais. e.3. componentes e dimensionamentos que constem dos projectos de especialidades. As peças desenhadas devem ser apresentadas na escala 1/50 e por meios de representação que permitam identificar cada uma das especialidades. e no DL 66/95. bocas de limpeza. de 11 de Maio. . Tipo de fundações a utilizar. de 10 de Dezembro. 6. com cotas aos eixos.7. de 11 de Fevereiro de 1972. e apresentado com a aprovação da respectiva entidade.A. Traçado da rede em planta aos diferentes níveis. devendo estar a uma cota inferior a 0. Cálculo dos elementos estruturais. publicações do L. 6. e incluir declaração de conformidade regulamentar (DCR).2. Caso não haja a rede de esgotos domésticos deve prever-se uma ligação alternativa da caixa de ligação junto ao meio depurador utilizado para uma caixa de ligação junto ao arruamento que serve o imóvel em causa. com as alterações introduzidas pelo DL 96/2008.3. b. aprovadas por Portaria de 7 de Fevereiro de 1972. bem como a sua integração no imóvel a construir.º 4 do artigo 80. sifões.ª série — N. armaduras.N. Gás O projecto deve ser elaborado de acordo com o disposto no DL 521/99. d. definindo clara e correctamente a solução adoptada.). Electricidade O processo deve ser instruído de acordo com as normas eventualmente emanadas pela EDP e pelo Ministério da Economia. e com as normas eventualmente emanadas pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC).2.. isto é.1.3.3.C. tubos de ventilação. bem como os meios depuradores a utilizar. etc. Telecomunicações O projecto deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto no DL 59/2000. publicada no Suplemento do Diário do Governo n. Nota: Deve prever-se a instalação de uma máquina de lavar louça e um dispositivo de lavagem de roupa (tanque ou máquina de lavar) em cada fogo. e demais bibliografia da especialidade. no âmbito do previsto na alínea a) do n. Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença. 6.G. nos termos do prescrito no R.º do DL 273/2003. de 3 de Janeiro de 1975 e por Portaria publicada no Diário de República. no caso da estrutura não apresentar cálculos de estabilidade.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 c. drenagem de fundações. S. A. P. quadros de derivação e traçados de abastecimento de águas.5. de 5 de Março de 1986. tipo de material a utilizar e ligação nos nós. 6.2.A. Nos projectos mais elaborados devem ter em atenção os seguintes aspectos: tubos de queda. saneamento. tendo em atenção as condições topográficas e de drenagem natural do terreno envolvente. Nos casos simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com tabela de cálculo ao abrigo do R. deverá ser previsto um sistema de evacuação adequado.2. No caso de não haver rede de esgotos devem ser apresentados pormenores dos meios depuradores a utilizar.3. 6.C.E.adaptação aos elementos.70 metros do eixo do arruamento. Estabilidade a. c. 6. Acústico O processo deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto Regulamento Geral do Ruído (RGR). de 28 de Outubro. Nos casos de projectos de alteração. de 18 de Setembro (comércio). Pormenores dos meios de depuração utilizados. Para efeito do disposto no n.2. d.9.8. de 19 de Abril e normas eventualmente emanadas pela Portugal Telecom. Pormenores de todos os elementos estruturais na escala 1/20. O projecto deve conter todas as peças apontadas para o projecto de esgotos. Plantas dos vários pavimentos. deve ter-se em conta o dito anteriormente. com os seguintes elementos e apresentação relativos ao projecto de arquitectura: a. e no R. ligação ao meio depurador (desenhos devidamente cotados) e outros aspectos considerados importantes. tubos de ventilação e caixas de visita.º 2 do artigo 8º do DL 78/2006. com separação total dos esgotos domésticos e pluviais. bem como as técnicas a utilizar na sua elaboração. Em alternativa.2. excepto nas zonas onde existe colector a profundidades que permitam o escoamento. b.3. de 8 de Abril (estacionamentos cobertos). Comunicação prévia 6. Projecto de execução 6. gás. devidamente reconhecidas para o efeito. de 17 de Janeiro. Deste modo.A. inserida do terreno claramente delimitado e com a implantação das construções adjacentes. f. o projecto de execução deve ser instruído com os elementos descriminados no artigo 19.4. A. funcionando em sistema separativo. de acordo com o tipo de terreno de fundação em causa.2.E. bem como outros relativos a edificações de usos especiais. quando existam. e. n.1. Drenagem de águas pluviais a. de forma a poder aproveitar-se esta sobreposição de componentes como uma fase de preparação da obra. publicada no Diário do Governo n. Projectos das engenharias de especialidade.4. sendo esta rede completamente separada da rede de esgotos domésticos. Memória descritiva e justificativa.3. Plantas e cortes .4.º do RJUE. Cortes demonstrativos de funcionamento da rede (dispensáveis nos casos simples). de 4 de Abril.º 35.G.2. B.3. nomeadamente nas soluções de entivação para fundações profundas em estremas. Plano de segurança e saúde O projecto deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto nos artigos 6. 6.12. exaustão.2. nomeadamente de: Estabilidade.2. inclinações. alteradas por Portaria de de 22 de Novembro de 1974. Nas construções sujeitas a propriedade horizontal. incluindo aquela que incida sobre a zona a reverter para o domínio público por força dos alinhamentos concedidos. aprovado pelo DL 9/2007. com possibilidade de risco de inundação devido a escoamentos superficiais e/ou infiltração de águas subterrâneas e onde se prevejam construções de cota inferior à do terreno natural. Aspectos construtivos e regulamentares considerados importantes.. c.2. E.3. Os projectos de execução devem ser apresentados para junção ao processo de licenciamento no prazo de 60 dias após recepção da notificação de aprovação dos projectos de especialidades. b. fazer o traçado de ligação à rede existente.º 2. aprovado pelo DL 80/2006. Segurança contra incêndios O processo deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto no DL 64/90. com indicação de secções. deve ser apresentado o projecto de drenagem de águas pluviais. nos termos da legislação em vigor.E. Nos casos mais elaborados deverá ser tido em conta o prescrito na R. que incidirá sobre: Descrição da solução estrutural escolhida. tubos de queda. contendo todos os elementos de fundação. Nas zonas de cotas mais baixas. de 4 de Abril.3. Planta de fundações na escala 1/100. Justificação da estabilidade da estrutura de acordo com o tipo de solicitações previstas no R. 6. Convém ser indicada a ligação à rede exterior. 6. Deve ser feita a marcação dos esgotos dos diferentes aparelhos com calibres. de 1 de Agosto e com o Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios aprovado pelo DL 129/2002. de 21 de Fevereiro (habitação). todos os dispositivos da rede terão de ser implantados em zonas comuns.3. será sempre conveniente a implantação do meio depurador o mais junto ao arruamento. electricidade. instruído nos termos das normas eventualmente emanadas pelas entidades inspectoras das redes e ramais de distribuição e instalação de gás. com cotas aos eixos.6. Características dos elementos estruturais. 6. e subscrito por um técnico com capacidade para subscrever projectos. 2ª Série.º e 7.º das”Instruções para o cálculo dos honorários referentes aos projectos de obras públicas”. Infra-estruturas – prumadas. caixas de visita. 6. etc.4254 Diário da República.3.C. com indicações das principais características dos elementos a utilizar de acordo com o cálculo efectuado. 2ª Série. 2.4.11.10. com as alterações introduzidas pelo DL 278/2007. no DL 368/99..º 53. Térmico O projecto deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto no Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE).2. poderá ser aceite uma versão simplificada que contribua para o global entendimento da obra. No caso de haver rede de esgotos pluviais.2. com a distribuição dos elementos estruturais.. de 9 de Junho.S.

Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. Apólice do seguro de construção. na escala 1/200 ou 1/100. Termos de responsabilidade dos autores dos projectos e do coordenador de projecto e declarações das respectivas associações profissionais.1. 7.13.º do RJUE.1. Fotografias da edificação e da envolvente.1. fotografias das construções mais próximas. Documento comprovativo de que a edificação é anterior a 2 de Maio de 1955 – certidão de registo matricial – caso a obra não tenha sido objecto de licenciamento municipal.2.2.2.6.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 6.-A.4. 7.1.º do Decreto-Lei n.1. Edificações já construídas (legalizações) Todos os elementos necessários ao licenciamento de edificação nova. a delimitação clara de cada facção. 8.10. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação. emitido por empresa certificada.7.2. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. quando aplicável. 9.º do RJUE.7. Certificado do cumprimento do Regime Jurídico sobre Poluição Sonora. 6.2. quando aplicável. Fotocópia da guia de pagamento do ramal de água e de saneamento (edificações novas). emitido de acordo com o Anexo do Despacho n.º e do artigo 34. Alteração 7.-A.1. nos termos do n.-A. quando tenham sido realizadas obras. Livro de obra.º 2 do artigo 8.1.3. 7.4.2. Cópia da notificação da informação prévia que viabilizou a alteração. de 17 de Janeiro. Comprovação das habilitações do construtor. quando aplicável. Livro de obra. 9.1.6.2. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. descritos no ponto 6. 9. Outros elementos ou projectos considerados importantes.2. Extracto da carta de ordenamento do PDM. Certificado de avaliação de conformidade dos elevadores. 6. 7. Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto 7. Livro de obra.4. consoante a especificidade e utilização da edificação. em planta. aprovado pelo DL 9/2007. Certidão de registo na Conservatória do Registo Predial.2.p.3.1.6.7. Descrição das partes do edifício correspondentes às várias fracções e partes comuns. com a delimitação do edifício. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação. Certidão de registo na Conservatória do Registo Predial. Planta e corte do edifício ou fracção. 7.2. quando aplicável. 6.9. Cópia do alvará de licença ou autorização de utilização. Planta de implantação elaborada sobre levantamento topográfico.Diário da República.-A. com a localização da área de intervenção. com as alterações introduzidas pelo DL 278/2007. Utilização 7. de 9 de Janeiro.º 521/99.8. com base nos valores indicados anualmente pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN). quando legalmente exigível.5. 9.º do Regulamento Geral do Ruído (RGR).3. 7. 6.3.5. quando exista.2.º 1 do artigo 27. 6. No caso de estabelecimentos de restauração e bebidas cuja instalação foi isenta de qualquer controle prévio. 7.p.2. mediante a exibição do original do respectivo alvará ou do título de registo emitidos pelo instituto da construção e do imobiliário. 6.3. Certificado energético e da qualidade interior (CE). Planta de localização na escala 1/1000 ou 1/2000. 7. Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial.17.-A. cortes e alçados. 7.. 10.14.1.1. válido e redigido em língua portuguesa e respectivo contrato de 4255 manutenção e limpeza previsto no artigo 27.12. Certificado relativo à instalação da rede de gás.-A.4. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação.4. Planta de implantação da edificação e arranjos exteriores públicos e privados.2.4.1. 2.º e do n.1.8.º 6934/2001 (2ª Série).1. 6.2. 6. 11. com a delimitação da área objecto da operação urbanística. emitido de acordo com a alínea a) do n. comprovativo de pagamento do prémio de seguro e folha de férias carimbada pela seguradora. 8.5. Certificado de conformidade de ITED. Memória descritiva.1.4.1.2. e dos autores de projecto de obra.8. i.15. projecto devidamente aprovado pelo Centro de Saúde de Ílhavo (CSI) e pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC).º 59/2000.ª série — N. 7.aplicação do disposto no n. nos termos previstos na lei 100/97. de 1 de Agosto. elaborada sobre levantamento executado de acordo com o estabelecido no ponto 3.. Demolição — licença e comunicação prévia 11. 7. quando aplicável. expresso em percentagem ou permilagem do valor total do prédio. 8. actuais.. nos termos do disposto no n. 7.3. de 4 de Abril de 2001. Renovação de licença 6.-A.1. em que serão utilizados os valores actualizados do custo por metro quadrado de construção aprovados pela Câmara Municipal de Ílhavo.3.º 5 do artigo 12. 7.º 3 do artigo 12. 7.10.º do DL 78/2006. de 19 de Abril. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação.1. com identificação do respectivo prédio.5. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU.5. 9.9. 7.º de DL n. Cópia da notificação relativa à informação prévia. e dos autores de projecto de obra.2. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação. (inci. . instruído de acordo com o descrito no ponto 6.4.1. actuais. quando aplicável. Projecto de saneamento. 7.6. 11. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. 7. 7.12.16. 7. Planta de localização na escala 1/2000 ou 1/1000. Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. Requerimento a solicitar os serviços de recolha de resíduos sólidos urbanos como Utilizador Especial ou comprovativo de aquisição do contentor de resíduos sólidos urbanos (unidades industriais).4.3. 6. Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. quando necessário. Estudo prévio 6.2.2.13. incluindo os dois lotes adjacentes em cada uma das diversas direcções. 7. Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e do director de obra e declarações das respectivas associações profissionais. incluindo: 10.3.3. 6. 7.2.2. Peças desenhadas contendo. 8. De 10 de Dezembro. Plantas.1.7. quando tenham sido realizadas obras. nos termo do disposto no artigo 63..4. 6.. 7. Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial.-A.2. quando aplicável.1. 6.2. Fotografias do local e/ou da obra.2.3. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. Certificado de homologação do sistema de extracção de fumos. ex-imoppi). 6. valor relativo de cada fracção.3.º do DL 12/2004. Apólice do seguro que cubra a responsabilidade pela reparação dos danos emergentes de acidente de trabalho. 10.18. 8. 8.1. Termo de responsabilidade do director de fiscalização de obra. 6. com excepção dos projectos de especialidades referidos no ponto 6. 7. nos termo do disposto no artigo 63. 10. Peça (s) desenhada (s) que caracterize (m) graficamente a obra. Termo de responsabilidade do autor do estudo e declaração da respectiva associação profissional. 7.11. 6.3. 6.4.3. actualizada. 7. 7.2.5.2. Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial. Autorização 7. Termo de responsabilidade do director de fiscalização de obra. 6. para determinação do tipo de alvará de construtor civil a exigir para efeito da emissão do alvará de licença de construção .º 3 do artigo 31.6. das presentes normas e apresentada em suporte digital. Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000.1. no âmbito do previsto na alínea b) do n. Informação sobre início dos trabalhos 9.7. Projecto de águas. Telas finais.1. 6.5. de 4 de Abril. Propriedade horizontal 8.1. 7.1.8.º 1 do artigo 11. 7.4. Extracto da carta de condicionantes do PDM. 7. Certidão de registo na Conservatória do Registo Predial.1. de 13 de setembro.1.4. com a localização da área de intervenção.1. 10. Calendarização da execução da obra.6. 9. Telas finais. Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e do director de obra e declarações das respectivas associações profissionais. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU.3.2.3. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação. Estimativa do custo global da obra.4.6. 6.6. bem como do outro lado da via confinante e. instruído de acordo com o descrito no ponto 6. 9. i.4.-A.4.11. 11.2.1.3. Fotografias do objecto da intervenção e da envolvente. no caso destes não terem edificada qualquer construção. Plano de segurança e saúde.º-D do RMUE. 7.

.06 . . . 11. . . .66 47. . . Outras utilizações.4.66 8. . Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000. . Por fogo ou unidade de ocupação . 2. . 4. Implantação. . 47. 2as vias do alvará . . Fotografia actual da edificação. . com a localização da área de intervenção. . .3. . .3. .1. . por m2 ou fracção . Certidões 12. com a delimitação da área total do prédio. .2. . .53 47.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 12. . . 12. 12. Fotografias da edificação e da envolvente. Arranjos exteriores. 3.2.1. . .7. . . . 12.4256 Diário da República. . . . . . .1. Por fogo ou unidade de ocupação . . . . . . . . .5. .17 11. . 12.1. .1. . . 11. 7. 4. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação. . . . . Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. . . 12. . . . . (Revogado. com a delimitação da área de intervenção. Averbamentos. .17 17. . . . . . .6. . . . . . . .3.6. 3. . . .1.º do RMUE) Valor em euros 1. . . Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação.06 Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de operação de loteamento (artigo 50. 7. . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. .1. . bem como do outro lado da via confinante e. Planta topográfica de localização à escala 1/1000 ou 1/2000. 5. . . .2.5. . . . .7. . Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial. . Extracto da carta de condicionantes do PDM. . por m2 ou fracção . . .85 1. . 5. Memória descritiva e justificativa esclarecendo devidamente a pretensão.3.2. por m2 ou fracção .3. . parecer favorável ao parcelamento emitido pela Direcção Regional de Agricultura da Beira Litoral (DRABL). por m2 ou fracção . . . . . . . . 12. .1. . .6. . . . . .4. . com a localização da área de intervenção. Planta de localização na escala 1/2000 ou 1/1000. . . .1.10.1. . Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. .11. .3. . . ou em 4. .17 17. quer a área total do prédio. . .5.ª série — N. resultante da alteração autorizada: 5.2. . . . .5. Planta topográfica na escala 1/2000 ou 1/1000. .2. . . . . .1.1. .3. . . 5. . Outras utilizações. . .7. . . . . . 12.1. Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . .31 23. QUADRO II 47.2. . . Localização de indústria 12. da área da parcela a destacar e da área a integrar no Domínio Público. . . Extracto da carta de ordenamento do PDM. .66 8. . . . . Diversos 12.31 0. Área total objecto da demolição.1. . .4. . . . Por lote . .2. .2. Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU.1. . . fotografias das construções mais próximas. . .53 47.2. . .3. .4. . . . . . .3. .1. . .4. .1.2. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU.3. Técnicas de demolição. Por fogo ou unidade de ocupação . . . .1. .3. 12. 2. . . incluindo a delimitação de cada artigo matricial e/ou de cada prédio. Prorrogação de licença ou comunicação 12. .2. 2. 12. . . . . . . . Planta topográfica de localização à escala 1/1000 ou 1/2000. ligação à rede pública 12.9. . . Rede de gás – por metro linear . . . . 12. . . . . . . . .: 2. . . . .4. . .2. . 12. . . 5.6. .1. Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000. . .1. . . .1. . .2.1.2. 12. . . . . A acrescer ao montante referido em 1. Por lote . . Outras utilizações. com a delimitação do terreno. 5. .17 23. 6. . . Descrição do cumprimento do estabelecido no regime da gestão de resíduos de construção e demolição (RCD). . . .1. . . .3. . . 5.3. .31 0. . . 11. . . . . . . Termo de responsabilidade do técnico e declaração da respectiva associação profissional. . . .8. Outras utilizações. . . .4. . 11.2. . .5. . . . . . . . . 11.º do RMUE) Valor em euros 1.6. . Certidão de compropriedade 12. . . . .1. se for o caso.6. .66 47. 2as vias do alvará . Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. .2.3. . . . . . . . . . . . Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000. . por m2 ou fracção . . Verificação de alinhamentos 12.3. . . .7. . .3. 12. . . .85 1. quando for o caso. ou declaração de técnico credenciado que classifique o tipo de terreno de forma a permitir a definição da unidade de cultura nos termos da lei.66 8. . Aditamento ao alvará ou admissão da comunicação . por lote . .1. 12. . com a localização da área de intervenção. .: 2.1. . 11. Estimativa de custos.2. . 12. Aditamento ao alvará ou admissão da comunicação . . . . . . .1. . Extracto do Plano de Pormenor ou da planta de síntese do loteamento. . . A acrescer ao montante referido em 3. quando exista. . . Planta de implantação da edificação ou planta de síntese do loteamento de acordo com o processo de licenciamento ou comunicação prévia.2. . . .06 17. resultante do aumento autorizado: 4. . .2. . . Prazo. .3. . . . . .85 1. . . por cada mês ou fracção. resultante do aumento autorizado: 5. . .1. . . que permita verificar a fase em que se encontra a construção. . . . Destaque de parcela 12. . .2. 4. Descrição da utilização futura do terreno. . . . . que contém a descrição das obras a realizar. devidamente cotada e referenciada. . . . . 12. . . com a localização da área de intervenção. 2.1. . 5. . em suporte digital.2.6. o pedido deverá conter. 6.2. . 12. .6. .1. . . . . Por fogo ou unidade de ocupação . . . . . .31 0. . por lote . quer a área da parcela a destacar. . com a delimitação do lote.31 0. 2. . . . . . 2. . Implantação. 5. . . Tipo de infra-estruturas . . (Revogado. . 12. A acrescer ao montante referido em 1. .00 0. . .06 17. . . .. . . . .1. . . . .7. 2. . .7. . com a delimitação da totalidade do prédio rústico objecto da certidão. . . Planta de localização na escala 1/2000 ou 1/10000. . .31 0. . . a qual deve delimitar. . Rede de telecomunicações – por metro linear .1. 12.1. . . Planta de implantação da edificação e das redes públicas de águas e/de saneamento existentes. . . 12. . .. . Extracto da carta de ordenamento do PDM. A acrescer ao montante referido em 4. . . . Quando o destaque incida sobre área situada fora do perímetro urbano. . com a delimitação do terreno. .06 17. . . 12. Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . . . .1. Planta de implantação na escala 1/200. . . .06 17.1. Extracto da carta de condicionantes do PDM. . Cópia da notificação relativa à informação prévia ou à aprovação do projecto da nova edificação. 12. .) 12.4.3. . . . . . ANEXO II Taxas QUADRO I 11.2. . .1. . . . 12.85 1.2. . 5. . .. . . . Calendarização. . . . . . . .1. . Local de depósito dos entulhos. . . . . 12. . . .2.66 8.4. . 12. . 2. . . . . . . Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. . .7. . .) 12. .2. . . . . . . . .77 0. . 4. . . Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial. com a localização do contador.2. . . . Por lote . por m2 ou fracção . . Memória descritiva e justificativa da intenção do projecto. . . no caso destes não terem edificada qualquer construção. também. . Averbamento Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou de pela admissão da comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização (artigo 49. . .1. . incluindo os dois lotes adjacentes em cada uma das diversas direcções. . .1. . Calendarização dos trabalhos em falta. . . . . 11. . Averbamentos. . . . .1.3. . 12. . Por lote . . . 12. . Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. . . quando existir.7. . . A acrescer ao montante referido em 2. . . . 12. . 12. . .3. . 12.4. .1. . Rede de saneamento – por metro linear. . . . . nomeadamente: Estado de conservação do imóvel. .1. . Rede de abastecimento de água — por metro linear 5. actuais. . . . 5. Arruamentos. .

Varandas. . Averbamentos.89 0. Por cada unidade de lavagem. . . . . . .1. . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .29 1. . . . . . . . . . . .1. . áreas destinadas a estacionamento automóvel.2. a liquidar em Janeiro. . . . . .05 0. . Rede de telecomunicações – por metro linear . 2as vias do alvará . . . .1. . 2. . por m2 ou fracção . . . . . 2. . . .4. . .2. . . . . . . . arrumos.6. . A acrescer ao montante referido em 1: 2. .1. . . . . resultante da alteração autorizada: 5. . . . . . . . . . . . . 2. . . na parte projectada sobre o espaço público. . . A acrescer ao montante referido em 1. . . . QUADRO IV 58. . . . . . . . Averbamentos.1. . . . . . por cada um. . Por cada instalação e por ano. . . 2.ª série — N. . 2. . . . . . . . . . . . 2. . por cada m2 ou fracção da área objecto de intervenção: 2.2. . 4. . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 QUADRO III 4257 Valor em euros Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de obras de urbanização (artigo 51. . . . . Até 100 m2 . .31 0. . .1. . . . .31 1. A acrescer ao montante referido em 1. . . . . . a acumular com as taxas anteriores. . . . . . Por cada posto e por ano. 2. . 2. . . . . . . 2. . . . . . 4.31 0. . . 2. . . .53 17. . . . . . . . .: a. . . 2. . . por m2 ou fracção .1. . . Muro de vedação . . Rede de gás – por metro linear . . . . . . . Sem escavação. . . . . . . na parte projectada sobre o espaço público. . . 2. . 2. . . . . .2. . . . .1. Por m2 ou fracção da superfície de ocupação . . . c. . . .2. . . . . .77 0. . QUADRO V 35.90 5. 2.00 4. . . .4. . . .65 176. .1. . . . Arranjos exteriores. . . . . . . . . 5. . Instalados inteiramente em propriedade privada. . . . . .: 2. .31 0.2. . . .1. .2. . .05 235.6. . . . Instalação de infra-estruturas de suporte de estações de radiocomunicações: 3. . .00 0. . . Instalados na via pública. . . Em função do prazo. . . . . . . . . 2. . . . . 1 029. . . . . . .36 2. . . . . . . instalações técnicas e similares . . . Em virtude dos condicionamentos do tráfego e acessibilidades. . . . . . . . . . . Por cada área de abastecimento . . . . .1. . . . . a acumular com as restantes taxas .2. .95 3. . . . . . Arranjos exteriores. .02 176. . Rede de saneamento — por metro linear. não consideradas de escassa relevância urbanística e não abrangidas nos números anteriores .70 1. A acrescer ao montante referido em 2. . . . . Outras construções. . . .65 35. .00 . .1.32 58. . . .1.Diário da República. . Arruamentos. . . . . .5. .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . .77 0. . . . . . .2. . . 2. . . .4. .50 Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão comunicação prévia de obras de construção (artigo 53. .º do RMUE) Valor em euros 1. 2as vias do alvará . . . . . . .4. . . 2. . . . .2. 2as vias do alvará . . . . . . . . . 2. . . . . . a acrescer ao montante referido em 1: 2.31 0. . .1. . . .64 1. . Indústria . 58. 2. . Arruamentos. . 7. . .5. . . . Em função de superfície: 2. . . . . . . Prazo. . . . . . . . . . . . . .1. . . . . .2. . quando não integrados em loteamentos ou em edificação sem impacte semelhante a um loteamento . . Até quatro equipamentos. . . . . . . . Em função do número equipamentos. . . . da inerente degradação e utilização ambiental dos recursos naturais (ar. . . por metro linear ou fracção. .53 17. . . . .4. . .º do 3MUE) Valor em euros 1. Instalação de aerogeradores: 4. por cada mês ou fracção. Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . .63 11. . . . . . . . . . . . . . .2.º do RMUE) Valor em euros 1. . a acrescer ao montante referido em 1 2 572.59 2. . a liquidar durante o mês de Janeiro:. . . .2. . . . . . .31 0. . . . . . .º do RMUE) Valor em euros Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de trabalhos de remodelação dos terrenos (artigo 52. . . 2. . . . . Instalações de armazenamento de produtos do petróleo e postos de abastecimento de combustíveis.4. . Por m2 ou fracção da área afecta às instalações . . . águas e solos) e da consequente actividade de fiscalização desenvolvida pelos serviços municipais competentes: a. . . . . b. . . . . . . . .05 0. . . . . . . . .35 5. . . 2. . . .2. 2. . . . .50 588. . . Habitação colectiva. . . . Com escavação. 5. . . .51 706. . . . . . . por cada m2 ou fracção. 35. .2. . . . . . Tipo de infra-estruturas: 5. . . . . . . . . . . 5. por m2 da área de intervenção . Emissão do alvará . . . . . . . Mais de quatro equipamentos. . .6. Muros. . Rede de gás — por metro linear . . . . . . . . . . . . . . por m2 ou fracção de área bruta de construção: 2. Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . . . . . . . . Instalados inteiramente na via pública . mas abastecendo na via pública.2. comércio e serviços. . . . . . . . . . . . Aditamento ao alvará ou admissão da comunicação . . . . .7. . . . . 2.2. . . .1.4. . 2. . . . . .3. . . 2. . . . . 2. . . 5. . Implantação. . . . Comércio e serviços. a acumular com as restantes taxas. . .3. . .5. . Por metro linear ou fracção dos muros de vedação 3. .3. . . .2. . . . . . . . .3. . . . . . .10 823. 6. . . .65 35. . . . . . . . . . . . . . por m2 ou fracção . . . . . . . . . . . . a acrescer ao montante anterior . . . 2. 2. .2. . . .29 Taxa devida pela emissão do alvará de licença de instalações especiais (artigo 53. 2.36 58. . . .94 3. Por cada instalação. . 4. . . . . . . . . .2. .2. 5. . .1. . Em função da superfície. . . Habitação unifamiliar e habitação colectiva quando esta se integrar em loteamentos ou tiver impacte semelhante a um loteamento . .31 0. . . . . Balanços fechados. . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . por cada período de 30 dias ou fracção . . . .2. . . . . .2. . . . . . .31 29. . mas com depósitos na via pública . . . . . . . . . . . . 3.31 0. .1.50 3. . . 2.2. . 2. . . . . . . . . . b. . . . . .4. . por cada mês ou fracção. . . . . . Prazo. . . . .1. 5. .31 0. . . . . . . 2. . . . . . .63 2. . por m2 ou fracção . . . . . . . . . mas com depósitos em propriedade privada. .1. . . .1. . . . . . Implantação. .95 3. . . . . . . . . . . .3.8. Instalados em propriedade privada.2. . Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . .2. . . . . . . . . . .29 0. . . . . QUADRO VI 10. . .12 1.3. . . . . . . Anexos. . . a acrescer ao montante referido em 1. . . . . . . .. . . . . Muro de estremas. . . . . . . . . .84 2. .2. Por cada aerogerador de alta tensão a instalar em parque eólico. Por m2 ou fracção de área bruta de construção .1. Rede de telecomunicações – por metro linear . . . . . . em função da área total do terreno. . .34 0.89 588. . a acumular com as taxas anteriores. . . .1. . . . . . . . . .68 529. . . . 1 029. .29 0. .63 11. Rede de saneamento – por metro linear. . . .31 0.2. . . a acumular com as taxas anteriores . . . quando não considerados de escassa relevância urbanística: 2. . .1.2. . . . . . . . .94 7. . . . . . . . . .1. .2. . . . . . . .: 2. . . A acrescer ao montante referido em 4. . De 100 m2 a 500 m2 . . . . por cada período de 30 dias ou fracção. . . . 3.31 0. . . Rede de abastecimento de água — por metro linear 2. . . . Rede de abastecimento de água – por metro linear 5. . .31 0. . . . Averbamentos. Tipo de infra-estruturas . . . d. . . .4.2.2. Mais de 500 m2 . 2.1. . . . . . . inclusive . . . 2. . . . a acumular com as taxas anteriores. .35 147. .1. Em função do prazo. . .

. Vistoria para emissão de alvará de utilização de espaços destinados a armazéns ou indústrias . . . . . . . . . . . . . Comércio e serviços objecto de licenciamento específico 3. .29 117. . . . . .1. . . . . . .29 2. . . . . . . . . . De armazenamento de combustíveis. . . . . . . . .68 117. . .8. . . . em acumulação com o montante anterior . a acrescer ao montante anterior 3. Em função do prazo.4. . . 2. . 1. .29 117. . . . por m2 de área bruta ou fracção . .9.68 117. . . . . . . . . . Averbamentos. . . . . .42 58. . Averbamento do alvará ou admissão da comunicação 2. . .70 11. . . . . 3. . Comércio e serviços objecto de licenciamento específico 4. . . . . Por cada fogo ou unidade de ocupação. . Comércio e serviços objecto de licenciamento específico 1. . . .38 94. . a acumular com as taxas anteriores 2. . . . . . . . . . . .ª série — N. De bebidas. . . . . . . . . . . . . .59 82. . . . . . . . .9. . 4. . por cada período de 30 dias ou fracção . . . .4. 4. . De armazenamento de combustíveis. Obras de demolição: 3.8. . . . . . .77 3. . . . . . .2. . . . . . . . . 3. . . . . . . . . .68 117. . .89 58. . . . . . 4. . . . .84 Taxa devida pela emissão do alvará de licença de obras de demolição (artigo 54. . . . . . . . . . Por m2 ou fracção de área bruta dos espaços destinados a comércio e serviços. . . . . . . 1. . .29 117. . . . 3. 6.1. . . . . . .59 0. . . .6. . . . . . QUADRO IX 35. . . . . . . . . . . . .8. 3. . Obras de edificação: 2. 2. . . . . . . . . . . . . . De restauração e ou bebidas com fabrico próprio. . A acrescer ao montante do número anterior. . . . . . .59 82. . . . Por fogo. . . .68 117. . . . . . . . . 47. . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . . . . . . De restauração e ou bebidas . . . . . . . . .68 117.2.4. . . . 2. . .5. . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . .38 94. . . .3. . . . . . .2.68 117. . . . .07 5. . QUADRO XI 1. . . . . . . . De restauração e ou bebidas . . . . . . . . . . . . . . . . De restauração e ou bebidas com dança . . . . . . . . a acumular com as taxas anteriores. . . Industrial . . . .1. .45 257. . De abastecimento de combustíveis . . . . . . . 3. . . . Emissão do alvará. . .68 1. . . por estabelecimento . . . . . .59 82. . . . . . . . . . . . .2. . . . . .7.82 17. . 3. . . . . . Vistoria para emissão de alvará de utilização de espaços destinados a serviços de restauração e ou bebidas. . . . . A acrescer ao montante referido em 1: 2. . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . comércio ou serviços . 1. . . . 4. . . . .13 35.13 35. . QUADRO VIII 35. . . . . . . . .07 70. . . . . .19 5. Abastecimento de combustíveis . . .68 117. . .5. . 2as vias do alvará . . .53 Taxa devida pela emissão do alvará de utilização/exploração e de alteração do uso de estabelecimentos previstos em legislação específica (artigo 56. Por cada mês ou fracção. . . . . .59 0. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. . . . .07 70. . . 41. . . . . . . . De armazenamento de combustíveis 1. 2as vias do alvará . 2. .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . .6. . . . . . . . . .1. . .2. . . . .13 35. . . A acrescer ao montante referido em 1: 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Averbamentos. . . . . . . . . . . . . . . . Por cada mês ou fracção. . . . .9. .41 5.2. . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . QUADRO X 1. . . .º do RMUE) Valor em euros Taxa devida pela realização de vistorias (artigo 71.25 29. . 4. . . . . Industrial . . . . 3. . . 1. . . De restauração e ou bebidas com dança . . . . .65 35. . . . . . . . . Averbamentos. . . . . . . . .1. . . . . .68 Taxa devida pela emissão do alvará de licença parcial (artigo 57. Hoteleiro e meio complementar de alojamento turístico 4. 3. . . . . . 3. . . 1. . 5. . . . . . . . .2. . . . . . 4. . . . . . a acumular com as taxas anteriores 2. . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Valor em euros 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Industrial . .3. .65 35. . . .2. . . . . . . . . . .54 4. . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . . . Averbamento de alvará. a acrescer ao montante anterior 2. . . .89 23.3. . . .7. . . . . . . . . quando não integradas em procedimento de licença ou comunicação 1. Por cada 50 m2 ou fracção de área bruta de espaços destinados a indústria. . . . . De bebidas. . . . Emissão do alvará . 4. . . . . . . . . .27 . . 1. . Em função da superfície.3. . . . .5. . . .29 Taxa devida pela prorrogação do prazo para execução da obra (artigo 60. .07 70. . . . . . . . . . Por cada aerogerador de baixa tensão instalado na cobertura do edifício . . . . . . . . . . . . . . . .38 94. . . . . De restauração e ou bebidas com dança . . . .2. . . a acrescer ao montante anterior QUADRO XII 47.4258 Valor em euros Diário da República. Por cada mês ou fracção. 4. . . . . . . . . . . . De restauração e ou bebidas com fabrico próprio.68 117. . .17 47. . . . . . . . por m2 ou fracção de área bruta a demolir . . Emissão de licença parcial (construção 30% do valor da emissão da estrutura). QUADRO VII 51. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2as vias do alvará . De restauração e ou bebidas com fabrico próprio.º do RMUE) Valor Taxa devida pela emissão do alvará de utilização e de alteração do uso (artigo 55. De abastecimento de combustíveis . . . . . . . Obras de urbanização: 1. . . . . . 4. . . Hoteleiro e meio complementar de alojamento turístico 1.29 7. Por m2 ou fracção de área bruta dos espaços destinados a outras utilizações. . . .3. . . . . . . . . . . . . . a acumular com as taxas anteriores 3. Hoteleiro e meio complementar de alojamento turístico 3.89 17. . . . . 2. Por m2 ou fracção de área bruta dos espaços destinados a habitação colectiva. . . 2as vias do alvará . .06 0. . .84 88. . Averbamento do alvará ou admissão da comunicação 1. . . . De restauração e ou bebidas . . . .6. . . . .1. . . . 3. . . . . .29 0. . . . . Vistoria para emissão de alvará de utilização de espaços destinados a habitação.1. . . . . . . . . . . . . . 3. . . . Emissão do alvará . . . . . . . . .68 117. . .7. . a acumular com as taxas anteriores 2. . por cada estabelecimento: 1. . . Por cada aerogerador de baixa tensão instalado no logradouro . 4. .º do RMUE) Valor em euros Demolição de edifícios e outras construções. . .31 0. . . . . . De bebidas. . . . . . . . . . . .68 47. . . . . . . . . . do alvará definitivo. . Averbamento do alvará . . . . . .5. . . . . .4. . . . . . .

.19 23. . . . . . . . . . . . . . . . QUADRO XVI 58. . em pedra. . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. 11. . . . . .54 5. . . por m2 ou fracção . . . . . . . em cimento. . . . . . . .89 17. Vistoria para emissão de alvará de utilização de espaços destinados a empreendimentos hoteleiros . . . . . . . . Exposições e reclamações . por m2 ou fracção . . . . .66 11. . . . . . . . . por estabelecimento . . . em acumulação com o montante anterior. . . . . . . . Outras certidões . . . . m2 ou fracção . . 6. . . . . . .º do RMUE) Valor em euros Taxa devida pela prestação de serviços administrativos (artigo 76. . . . . . . . QUADRO XIII 94. . 7. . . . Emissão de alvará . . . . De 6 m2 a 12 m2 . . . . . Emissão da certidão . a acumular ao montante anterior 7. . por m2 ou fracção 10. . por estabelecimento . . . . . . .09 10. por m2 ou fracção . .38 154. por m2 ou fracção .29 41. . . . . . . 2as vias do alvará . . . . . . . Em função da superfície. . . . . . . .27 11. . . . . . . . . . .2. . . . por cada período de 30 dias ou fracção: 2. . . 5. . . . . . .3. . . . 7. 2as vias da certidão . . Fotocópias simples de peças escritas ou desenhadas.23 Taxa devida pela reposição de pavimentos (artigo 35. . . . . . . . . . 4. . . . . . 7. . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Valor em euros 4259 Valor em euros 4. . . Em função do comprimento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.82 0. . . . . . . . . . . . . 6. . . . . . . . . . .2. . 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Quando incidir sobre espaços destinados estabelecimentos alimentares. . . não alimentares que envolvam risco para a saúde pública e de serviços. . . Interrupção total . . . . . . . . Passeios em blocos de cimento e lajedo. . Vistoria para emissão de alvará de utilização de espaços destinados a serviços de restauração e ou bebidas.06 8. por metro linear. . .1. . . Quando incidir sobre espaços destinados estabelecimentos de restauração e ou bebidas. . . . . . . . . Depósito da ficha técnica da habitação e emissão de certidão . . . . . . de serviços e por quarto. . .13 47. . . . . 2. . . por m2 ou fracção . . . Por fogo ou unidade de ocupação. por metro linear 14. . . . . . . . . . . . . . . . a acrescer ao montante do número anterior . . . . . . . .3. Calçada de paralelepípedos de granito. . . QUADRO XV 58. a acumular com as taxas anteriores. Lancis de rampa. . . . Lancis e guias de passeio. . . . . . . . . . . . . . . . por m2 ou fracção: 9. . . . . . . . . . . 7. Andaimes . . . Vistoria para emissão de alvará de utilização de espaços destinados a estabelecimentos alimentares e não alimentares que envolvam risco para a saúde pública e de serviços. .2. . . . . . por m2 ou fracção . . . .54 17. Pavimento betuminoso – camada de desgaste e regularização. . . . com fabrico próprio ou com dança.54 41. .2. . . . . .84 Reposição do pavimento da via pública.66 17. . . . . .1. . . . Quando incidir sobre espaços destinados a armazéns ou indústrias. . .6. . . . . . . por cada período de 30 dias ou fracção. . . . . . por folha. . . a acumular ao montante anterior . em pedra. . . . . . . .54 23. . . . . . . . Tout-venant. . . . . . Calçada à portuguesa. . . . . . 8.54 23. . . a preto . por dia ou fracção . integrados no empreendimento hoteleiro. . . . . . . . em acumulação com o montante anterior . . . .1. . . . 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . quando for o caso. . 8. . . . . . . . . . . . Em suporte de papel opaco. . . . . . . . . . . . . . . . . .23 55. . . com fundação. . . . . . . em formato A3:.68 5. . . . . . . . 4. . . . . . . . 7. . Outras vistorias não previstas nos números anteriores .2. . . . 7. .23 3. . Semi-penetração betuminosa. .84 117. . . .1. . levantado ou danificado por motivo de realização de quaisquer obras ou trabalhos não promovidos pela Câmara Municipal: 1. .76 34. . . . . . . . . . . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . . . . . . . 2. . . .ª série — N. . . . . . .84 11. . . . . . .º do RMUE) Valor em euros Taxa devida pela emissão de certidão de destaque (artigo 72. . . .2. 7×7. . . . . . . 5. . . . . . .06 117.66 23. .Fotocópias simples de peças escritas ou desenhadas. Área a ocupar com materiais e equipamentos . . . com fundação. . 22. . . . . . . . .58 55. . . . . . .35 4. . . . . por cada período de 30 dias ou fracção . . . 6. . . .77 35. . Mais de 12 m2 . . . 2. . . . . . . . . . . 5. Outros formatos. . . . . . . . .31 0. . . . . . . . . . . .3. . . . . . .42 3. . . . . . . . . Cubos de calcário. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7. .43 23. . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Por lote. . . . . . Por cada fracção. . . . .88 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Por auto de recepção das obras . . . . . . . . . . 3. . . . . . . . . . . . .96 29. . . . . . . . . . . . 2. .1. . . . .1. . 8.29 .25 9. . . . . . . . . . . .23 7. . .89 23. . . . . .54 52. . 7. . . 8. .1. . . . Outros . .54 1.77 Taxa devida pela ocupação do espaço público por motivo de obras (artigo 74. . . 2. . . . . . . . . . . . Em suporte de papel opaco. por folha. . . . . . . . Lancis e guias de passeio. . . .Diário da República.53 1. . . . . . . . . . . . Interrupção parcial . . . . . 6. . Gruas . . . . . . . .11 22. . . . . . . . . . . A cores. . . . . . . . .1. . por m2 ou fracção . . Obras de edificação. A cores. . . Por cada unidade instalada. 3. . . . . . . .43 82. . Renovação de licença. . 3. . . . . . . . . . . em acumulação com o montante anterior . . . . . . . 6. . de restauração e de bebidas. . . . . . 1. . . . . . . . . . . .68 88.84 58. . . . . por metro linear QUADRO XVII 5. 7. Pavimento betuminoso – camada de desgaste. . . .58 0. Por cada estabelecimento comercial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .18 47. . . . . . QUADRO XIV 58. . . por m2ou fracção .18 29. .88 5. . . Até 6 m2 . por ml ou fracção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5×5. . 7. . . . . Calçada à portuguesa. . Quando incidir sobre espaços destinados empreendimentos hoteleiros. . . . . . a cores . . . . Averbamentos. . . . . . . . . . . . 2. . . a multiplicar pelo número de pisos em que sejam instalados. . . . . Emissão de certidão de aprovação de edifício em regime de propriedade horizontal .1. . 2. . . . . por m2 ou fracção de área a ocupar. . . . . . . . . 3. . Operações de loteamento . . . . . . . .89 41. . . . . . . Averbamentos de processos: 1. . . . . . . . Lancis e guias de passeio. . 2. . . . . . . 41.5. Interrupção do trânsito automóvel. . . . . . . . . . 1. 13. Quando incidir sobre instalações de combustíveis derivados de petróleo. . . . a acumular ao montante anterior. . . . . . . . . .06 Taxa devida pela recepção de obras de urbanização (artigo 73. . a acumular ao montante anterior . em cimento. . . . . . . . . . . . por metro linear 12. . . . . Por folha. . . A preto. . A preto. a acumular ao montante anterior . .71 22. 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . . 2. .19 5. . . . . . . 5. . . Betonilhas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9. . .4. . . . . . . em formato A4: 7. .51 28. . . .

. .1. . . . . . 2. por m2 ou fracção digitalizado . . . . . . Minimização do grau de toxicidade dos materiais 2. . Rosa Maria da Silva Ribeiro Santos Beco António Santo “O Guerra” — Moitinhos Marília Silva dos Santos .4. . .89 10. . . . . . . . . . por m2 ou fracção. . . 12. . . . em suporte de papel transparente . . . . . . . . 12. . . . . .2. . . . .06 6. . . . . . . Medidas de optimização da procura de energia 5. . . . . Rua da Barroca — Vale de Ílhavo. . . .1. . .89 294. . . . . . a acrescer ao montante referido em 1. . . . Maria Lassalete Vidal Rolo . .2. . 12. . . . . . . .2. . . .65 5. . . Leonilde Morgado da Rocha Rua do Cabeço do Nuno – Vale de Ílhavo ANEXO V Medidas de Optimização energética e ambiental Índice 1. . . . . . . 10. . . . . . . . . . . . . .2. Plantas topográficas e extractos de planos municipais: 12. . .4260 Valor em euros Diário da República.4. . . . . .1. . . Cópia ou fotocópia autenticada. . . Orientação das Fachadas e dos Espaços de Permanência 5. . . . .1. . . .2. . . . . .17 4. . . . . . . . . . . Maria Benilde Vidal Nunes de Beco do Magos — Vale de Ílhavo. .1.3. . 12. . . . . Volume de ar por utilizador 2. . Visual 4. . Rua dos Ferreiros — Vale de Ílhavo. . 11. .1. . . . . . . . . . . . . . . . . 12. Conforto ambiental 3. . . .7. Outros formatos.2. . por folha digitalizada . . . . . .3. . . . . .6. . . .3. . A relevância das decisões tomadas à escala do planeamento urbano 5. . Formato A3. . . Ortofotomapas A4 . . . Maria de Lurdes Ferreira Silva. . . . . . 22. . . Levantamento na escala 1/1000. . . . . . . . . . . . . Alzira Manuela Marques Silva Rua da Fonte — Vale de Ílhavo. Térmico 3. .º do RMUE) Valor em euros Orlanda Rosa Graça Jesus Rocha Rua Cap João Ventura — Ílhavo. .5. . . . . . . .3. . . . . 2as vias do alvará . . .7. . . .7. . . . . Vãos envidraçados orientados a sul 5. Características a ter em consideração na especificação das ferragens 1. . Rua da Genial — Ílhavo. . . . . . . . . .5. . Orientação dos espaços de permanência a sul. . Vale de Ílhavo. . 12. .4. . Ventilação natural 2. Permeabilidade das superfícies em contacto com o ar interior 3. .84 QUADRO XVIII Taxa devida pela ocupação do espaço público com estacionamento automóvel (artigo 13. . . . . . . . . .2. . . . . . . . . .17 58. Rua Prior Valente — Vale de Ílhavo. . Averbamentos. . . Por folha A4 .3. Por folha A3 . . . . 3. . . . Fornecimento do suporte. Certificação energética 5. . Caminho de Aveiro — Moitinhos.3.3. . Fernanda Vidal Silveira . . Vãos envidraçados orientados a norte 5. . . . . . .3.17 20. .4.23 70. Carlos António Silva Santos (Herd. . .94 4. .3. . . . . . . . . Dimensionamento correcto dos sistemas de ventilação 2. . . . . . Proporção adequada das áreas envidraçadas 5.1.2. . . .77 5. . . .7. . Maria Filomena Rocha Silva Ferraz Rua Quinta da Amora — Vale de Ílhavo Maria Francelina Rocha. . . . 12.4. 10. . . . . . . . . . . .03 1. Rua Cabeço do Nuno — Vale de Ílhavo. . . . . . . . . Maria José Ribeiro Nunes . . . Maria Acácia Silva . .58 1. . . Rua Tomé Barros Queirós — Presa. . . nascente e poente 5. . . .4.3. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 ANEXO IV Padeiras de vale de Ílhavo Explorador Localização 9. . . . . . . . .65 2. . . . . . .3. . . . .7. . . . . . Vãos envidraçados orientados a nascente e poente 5. . .59 5. . a que acresce o montante da cópia ou fotocópia . . . Fradinho. . . Maria El