GEOMETRIA DESCRITIVA

Professor: Luiz Gonzaga Martins, M.Eng. Acadêmica: Suelen Cristina da Silva

SUMÁRIO
DICAS PARA OS ALUNOS...............................................................................................2 1. BREVE HISTÓRIA........................................................................................................5 2. PROJEÇÃO.....................................................................................................................6 3. MÉTODO BIPROJETIVO............................................................................................7 4. A ÉPURA.......................................................................................................................10 5. COMO REPRESENTAR UM PONTO NA ÉPURA.................................................12 6. PLANOS BISSETORES...............................................................................................14 7. SIMETRIA.....................................................................................................................16 8. RETAS............................................................................................................................20 9. TRAÇOS DE RETAS...................................................................................................25 10. PERTINÊNCIA DE PONTO A RETA.....................................................................29 11. POSIÇÕES RELATIVAS DE DUAS RETAS..........................................................31 12. RETAS DE PERFIL...................................................................................................33 13. PLANOS.......................................................................................................................41 14. PERTINÊNCIA DE RETA AO PLANO..................................................................57 15. PERTINÊNCIA DE PONTO AO PLANO...............................................................60 16. PLANOS NÃO DEFINIDOS PELOS SEUS TRAÇOS...........................................65 17. RETAS DE MÁXIMO DECLIVE (RMD) E RETAS DE MÁXIMA INCLINAÇÃO (RMI)..................................................................................................67 18. PARALELISMO.........................................................................................................78 19. INTERSEÇÃO DE PLANOS.....................................................................................83 20. TRAÇO DE RETA SOBRE PLANO........................................................................89 21. PERPENDICULARISMO..........................................................................................92 22. MUDANÇA DE PLANO DE PROJEÇÃO.............................................................102 23. ROTAÇÃO..................................................................................................................124 24. REBATIMENTO.......................................................................................................135 25. ALÇAMENTO...........................................................................................................145 26. PROBLEMAS MÉTRICOS.....................................................................................148 27. APLICAÇÃO DA GEOMETRIA DESCRITIVA EM TELHADOS...................170 28. EXERCÍCIOS............................................................................................................171

2 . onde o aluno deverá gastar bastante tempo procurando visualizar os objetos no espaço.Corte dois retângulos iguais de papelão ou outro material 2. num momento posterior.Encaixe as duas partes e se preferir cole papel quadriculado. Deve-se ter uma abordagem lógica. tentando visualizar suas projeções nos planos vertical e horizontal para. 1.DICAS PARA OS ALUNOS • Recomenda-se que o estudante dedique igual número de horas de estudo domiciliar quantas forem as horas/aulas semanais. • O aluno deve evitar fazer de exercícios com pouca compreensão do que está sendo representado. Entretanto o estudo deverá ser dividido em vários períodos de tempo máximo de 15 minutos. procurando brincar com os objetos no diedro (veja abaixo).Faça um corte na lateral de cada retângulo conforme a figura abaixo 3. montar o objeto no espaço a partir do conhecimento de suas projeções. • Faça um diedro para poder visualizar os planos e as retas.

Agora temos o diedro pronto • Use canetas para visualizar as retas e o esquadro para visualizar os planos. 3 .4.

procure usar sempre os instrumentos de desenho e escala adequados para garantir a maior precisão possível. arcos e medidas.O esquadro juntamente com o diedro são usados para facilitar a visualização de planos e retas. 4 . • Embora algumas figuras da apostila possam ter problemas de imprecisão como ângulos.

muito mais simples que os até então conhecidos – que viria a ser o alicerce da Geometria Descritiva. encarregando-se de instruir os futuros engenheiros militares no novo método considerado. na tentativa de resolver um complicado problema de construído de fortificações. “segredo militar”. que ninguém estava autorizado a divulgar. BREVE HISTÓRIA A Geometria Descritiva surgiu no século XVIII. mediante a projeção dos objetos em dois planos. criada pelo matemático francês Gaspard Monge (1746-1818).1. por 15 anos. Convidado a trabalhar na Escola Militar de Mèzières. 5 . Monge inventou um novo método. um cargo docente. Monge conquistou. A Geometria Descritiva se propõe a resolver no plano problemas de geometria espacial. de imediato.

2 6 .2. PROJEÇÃO A projeção usada será a ortogonal cilíndrica. ● No plano vertical ● No plano horizontal Fig.1 Fig. onde os raios de luz estão no infinito e chegam ao plano de projeção formando um ângulo reto.

Vertical inferior (π`I).T. Horizontal posterior (π P). → Vendo de outro ângulo (diedro de perfil): II DIEDRO I DIEDRO III DIEDRO IV DIEDRO Fig.5) 7 . MÉTODO BIPROJETIVO Os dois planos fundamentais têm entre si um ângulo reto formando quatro diedros Fig. A interseção dos planos é chamada Linha de terra (L.4 Os planos perpendiculares formam quatro semi-planos: • • • • Vertical Superior (π`S). Horizontal anterior (π A).3. 3 ● Denotamos o plano de projeção vertical (π`) e o plano de projeção horizontal (π).) (fig.

6 • Seja um ponto (P) qualquer. 8 . 5 → As coordenadas e projeções: Fig.Fig. a sua projeção horizontal será P e a sua projeção vertical será P`.

• Chamamos de afastamento a distância da linha de terra até a projeção horizontal do ponto. 7 9 . • Chamamos de cota a distância da linha de terra até a projeção vertical do ponto. • Podemos ver também no diedro de perfil. Fig.

8 . (fig. Fig.8) Fig. A ÉPURA ● Para chegar à épura a partir do diedro faz-se o seguinte: Giramos o plano (π) em torno da linha de terra.Vendo o diedro já rotacionado: O plano (π`) e o plano (π) agora coincidem. 9 10 .4.

(fig.. um em cada extremidade. os contornos que antes limitavam os planos agora não são mais representados.Na hora de representar a épura.11 11 . veja: Fig. 10 .11) →Épura: Fig.A linha de terra é representada com uma reta e dois traços sob ela.

COMO REPRESENTAR UM PONTO NA ÉPURA • Se o ponto estiver no I diedro: Fig.13 • A linha de chamada une as duas projeções passando pela linha de terra e formando 12 .12 Fig.5.

90° com a mesma.

→ Verifique por você mesmo quais são os sinais da cota e afastamento quando o ponto está em cada um dos outros três diedros, e mostre exemplos nas épuras abaixo. → Faça as épuras:

•Se o ponto estiver no II diedro:

•Se o ponto estiver no III diedro

•Se o ponto estiver no IV diedro:

13

6.

PLANOS BISSETORES

Vendo o diedro de perfil

Fig.14

O βI é o bissetor ímpar, pois divide os diedros I e III em partes iguais. O βP é o bissetor par, pois os diedros II e IV em partes iguais.

Fig.150

14

Ponto no βI :

Épura de um ponto no βI:

Fig.16

Fig.17

→ Faça o mesmo para um ponto no βP:

Épura de um ponto no βP:

Analisando as figuras acima, que propriedade você pode identificar nos pontos pertencentes aos bissetores?

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7. Fig. então eles distam a mesma distância d do plano.Para visualizar facilmente a simetria. veja: ● Simetria e relação ao plano horizontal Como o ponto (P) é simétrico a (Q) em relação ao plano horizontal. portanto. SIMETRIA → Simetria quer dizer mesma medida. olhe para o diedro de perfil: Fig.18 Fig.19 .20 ● Simetria e relação ao plano vertical 16 .

22 ● Simetria e relação à linha de terra (π π`) A distância de (P) até a linha de terra é igual à distância de (Q) a até a linha de terra.23 Fig.21 Fig. (P) e (Q) são simétricos em relação ao plano vertical. (P) e (Q) são simétricos em relação à (π π`).24 Percebemos que (P) e (Q) têm cotas e afastamentos de módulos iguais e sinais 17 .A distância de (P) ao plano (π`) é a mesma distância de (Q) a (π`). portanto. Fig. portanto. Fig.

25 Fig.afast.contrários.cota(Q) afast.(P) = .(Q) ● Simetria em relação aos planos bissetores Simétrico em relação ao βI Vemos que (P) e (Q) são simétricos em relação ao βI Fig.26 Simétrico em relação ao βP 18 . ou seja: cota(P) = .

28 19 . Fig.27 Fig.Vemos que (P) e (R) são simétricos ao βP.

Representando as retas no diedro e em épura: 20 . • Qualquer: todas as outras oblíquas a (π) e a (π`). RETAS Uma reta pode ser definida por dois pontos. logo é paralela a linha de terra. . • Fonto-horizontal: paralela a (π) e a (π`). embora a representemos por uma porção finita. procurando sempre imaginar (visualizar mentalmente) a posição espacial dos objetos. também podemos dizer que é paralela a um plano de perfil. Para todos os efeitos.Posições das retas • Horizontal: paralela a (π) e oblíqua a (π`). . • Vertical: perpendicular a (π) e paralela a (π`). • Frontal: paralela a (π`) e oblíqua a (π). Quando nos referimos à reta (A)(B) estamos nos referindo à reta que passa pelos pontos (A) e (B) e não apenas ao segmento (A)(B). O estudante deve cuidar para não se prender exclusivamente na representação em épura.8. • De topo: perpendicular a (π`) e paralela a (π). as retas são infinitas. oblíqua a (π) e a (π`). • De perfil: ortogonal a (π π`).

1 • fronto-horizontal 21 . 30 Fig.• horizontal Fig. 29 Fig.1 • frontal Fig. 29. 30.

1 • de topo 22 . 32.1 • vertical Fig. 31 Fig.Fig. 32 Fig. 31.

33 Fig.Fig.1 • de perfil 23 . 34 Fig. 33. 34.1 • qualquer Fig.

Fig. 35

Fig. 35.1

24

9.

TRAÇOS DE RETAS

É o nome que se dá para o ponto onde a reta fura os planos de projeção. Existe o traço vertical (V) onde a reta fura o plano (π`) e o traço horizontal (H) onde a reta fura o plano (π). Por apresentar particularidades, a reta de perfil será estudada mais à frente.

- Para achar os traços:

1°. Traço vertical: deve-se prolongar a reta até achar o ponto onde o afastamento é nulo. 2°. Traço horizontal: deve-se prolongar a reta até achar o ponto onde a cota é nula.

→ Observe que a projeção V e a projeção H’ estão sobre a linha de terra, ou seja, afastamento e cota nulos respectivamente. (figs. 36 e 36.1)

Fig. 36

Fig. 36.1

• Na épura, prolonga-se a projeção horizontal para achar o traço vertical e prolonga-se a projeção vertical para achar o traço horizontal.

25

→ Veja os passos nas figuras seguintes:

Fig. 37

Fig. 37.1

Fig. 37.2

- Na fig. 38 temos a reta r qualquer; - Na fig. 39, prolongando as projeções achamos H’(cota nula) e V(afastamento nulo); - Na fig. 40 achamos H e V’ através da linha de chamada, já que sabemos que H está sobre a projeção r e V’ está sobre a projeção r’. - Usa-se a mesma técnica para achar os traços em todas as retas (exceto a de perfil que veremos mais a frente).

Podemos observar nas figs. 41 e 42 que a reta horizontal não tem traço horizontal e a reta frontal não tem traço vertical.

Fig. 38

Fig. 39

→ Podemos utilizar os traços para verificar os diedros por onde a reta passa:

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Ex: Uma reta pode partir do terceiro diedro e chegar ao primeiro diedro de três formas. Fig.1 Fig.1 Fig.40.2 27 .2 2.Passando pelo segundo e chegando ao primeiro diedro Fig. 41 Fig. 1. 40.40 Fig.41. 41.Passando pelo quarto diedro e chegando ao primeiro diedro.

Passando pela linha de terra e chegando ao primeiro diedro.1 Fig. . II.42.em épura Fig. ou IV diedro. III.42 Fig. 28 . podemos concluir se a reta passa pelo I.42.3.2 → Devemos observar os traços e ver se eles têm cota e afastamento positivos ou negativos. Assim.

43 que o ponto (A) pertence à reta r e o ponto (B) não pertence à reta r. veremos que B’ está sobre r e B está sobre r’. porém. PERTINÊNCIA DE PONTO A RETA Um ponto pertence a uma reta quando tem suas projeções sobre as projeções de mesmo nome da reta. Por isso. tanto as projeções de (A) quanto as projeções de (B) estão sobre as projeções de (r). Fig.Vemos na fig. (B) não pertence a (r).Devemos cuidar para não nos confundir na hora de dizer se um ponto pertence ou não a uma reta na épura.10. . 29 . se olharmos com mais atenção. 43 . pois como vemos.

44 Veja na fig. pois tem suas projeções sobre as projeções de mesmo nome da reta e os pontos (Q) e (R) não pertencem.1 que o ponto (P) pertence à reta (h).44.44.1 30 . Fig.Fig.

11.

POSIÇÕES RELATIVAS DE DUAS RETAS

Duas retas podem ser concorrentes, paralelas ou reversas.

→ Paralelas:

Duas retas são paralelas quando suas projeções de mesmo nome são paralelas. É possível passar um plano pelas retas (coplanares).

Fig. 45

→ Concorrentes:

As retas (r) e (s) são concorrentes, pois se cruzam na projeção vertical em I’ e na projeção horizontal sobre I. I’ e I estão sobre a mesma linha de chamada.

Fig. 46

31

→ Reversas:

Duas retas são reversas se não tiverem nenhum ponto em comum e se não for possível passa um plano pelas duas. Portanto se duas retas não são paralelas nem concorrentes elas serão reversas. As retas (r) e (s) são reversas. A reta (s) passa por cima e pela frente (mais afastada de (π`)) da reta (r).

Fig. 47

- Para saber se uma reta está passando por cima ou pela frente de outra, basta fazer o seguinte: Pegamos um ponto onde as projeções horizontais das retas coincidem (no caso J≡K) e prolongamos a linha de chamada, vemos que J’ está mais abaixo de K’, ou seja, tem cota menor. Assim, como J’ pertence r’, a reta (r) está mais abaixo que a reta (s). Pegamos um ponto onde as projeções verticais das retas coincidem (no caso I’≡L’) e prolongamos a linha de chamada, vemos que L tem afastamento menor que I. Assim, como L pertence a r, a reta (r) está atrás de (s).

32

12.

RETAS DE PERFIL

Existe certa dificuldade em enxergar a inclinação de uma reta de perfil, por isso, é feita uma análise extra sobre essa reta.

→ Para visualizar a inclinação de uma reta de perfil é preciso no mínimo de dois pontos. → Toda reta de perfil pertence a um plano de perfil (o plano de perfil é perpendicular a (π) e a (π`)).

Fig.48

● Rebatimento

Rebater a reta de perfil é girar o plano no qual ela está contida até ele coincidir com o plano vertical.

• Como podemos ver na fig.49, (A)1(B)1 é a reta rebatida. • Deve-se girar a projeção horizontal no sentido anti-horário sem mudar o afastamento, após isso, fazemos o prolongamento da cota e unimos com a linha de chamada da projeção horizontal rebatida. Ligamos os pontos e obtemos a reta de perfil rebatida.

33

é como se a linha terra se tornasse o plano horizontal e as 34 .49 Quando olhamos a reta de perfil rebatida é como se olhássemos o diedro de perfil.50 Nesse caso. 50. Fig. na fig.Fig.

Lembre-se que as projeções H’ e V sempre estão sobre a linha de terra. quando ela encontrar a linha de chamada. podemos saber a inclinação e também achar os seus traços. Será o traço horizontal (H)1. ● Traços de retas de perfil Para achar os traços.projeções não rebatidas da reta se tornassem o plano vertical Fig. deve-se prolongar a reta de perfil já rebatida. • Rebatimento: sentido anti-horário • Alçamento: sentido horário 35 . será o traço vertical (V)1 que coincide com V’. que é o inverso do rebatimento. Quando ela encontrar a linha de terra. Para achar a projeção horizontal H.51 A partir do momento que rebatemos a reta. deve-se fazer o alçamento.

53 ● Pertinência de um ponto a reta de perfil 36 .52 → Exemplo no III diedro Fig.Fig.

não basta apenas ele ter suas projeções sobre as projeções da reta. ele não está sobre a reta rebatida.54. Fig.55. ele está sobre a reta rebatida. além disso. Na fig.54 Na fig.Para um ponto pertencer a uma reta de perfil. quando rebatemos esse ponto ele deve estar sobre a reta rebatida. (C) não pertence à reta (A)(B) pois apesar de ter suas projeções sobre as projeções de mesmo nome da reta. Fig. (C) pertence à reta (A)(B) pois suas projeções estão sobre as projeções de mesmo nome da reta e quando rebatemos o ponto.55 ● Posições relativas de retas de perfil 37 .

→ Concorrência com uma reta qualquer: Devemos analisar o aparente ponto de concorrência. Fig. quando rebatemos o aparente ponto de concorrência (C) e obtemos (C)1. que no caso é (C). que é a reta de perfil rebatida.57 → Concorrência de duas retas de perfil: A posição relativa de duas retas de perfil só pode ser definida com o rebatimento 38 . vemos que ele pertence à reta de perfil rebatida (A)1(B)1. mas quando rebatemos o ponto e obtemos (C)1.56) Vemos que (C) pertence a (r). Como ele também pertence a (r). 57. (fig. Fig. concluímos então que as retas são concorrentes. vemos que ele não está sobre (A)1(B)1.56 Na fig. concluímos que as retas (r) e (A)(B) não são concorrentes. portanto.

Duas retas de perfil só podem ser concorrentes se estiverem num mesmo plano de perfil. portanto são paralelas. portanto.58. Apesar do ponto (I) estar sobre as retas rebatidas. as retas são concorrentes. feito isso. vemos que elas tem um ponto em comum (I)1. Como vemos na fig. 39 .59. então dizemos que essas retas são paralelas. e suas projeções rebatidas paralelas.de ambas. Como vemos na fig. vamos verificar se são concorrentes ou paralelas. Fig. (A)(B) e (C)(D) estão num mesmo plano. as retas (A)(B) e (C)(D) satisfazem essas condições.58 → Paralelismo de retas de perfil: Quando duas retas de perfil têm suas projeções paralelas ou coincidentes em épura. Devemos rebater ambas as retas. ele deve estar também sobre suas projeções na épura.

mas nunca reversas. percebemos que elas não são paralelas. concluímos que as retas só podem ser reversas. Entretanto. Olhando as projeções. quando rebatemos ambas as retas. portanto não podem ser concorrentes.Fig.60 40 .59 → Retas de perfil reversas: Se duas retas de perfil estão sobre uma mesma abscissa.60 que as retas (A)(B) e (C)(D) estão em planos diferentes. pois por duas retas reversas não podemos passar um plano. Fig. então elas podem ser paralelas ou concorrentes. parecem paralelas. Vejamos: Podemos ver na fig. assim.

• Frontal: paralelo a (π`) Todos os pontos situados num plano frontal têm mesmo afastamento. • De perfil: perpendicular a (π) e a (π`). Representamos os planos tanto em épura quanto no diedro por porções finitas. • Três pontos não colineares. • Uma reta e um ponto fora dela. porém. Todos os elementos de um plano de topo têm projeções verticais sobre seu traço vertical.θ. 41 . • Vertical: perpendicular a (π) E oblíquo em relação à (π`).13. como no caso das retas.λ.. → Posições: • Horizontal: paralelo a (π) Todos os pontos situados num plano horizontal têm mesma cota.β. As projeções dos elementos que pertencem a um plano de perfil sempre estarão sobre os traços de mesmo nome do plano.) e podem ser definidos por: • Duas retas paralelas. • De topo: perpendicular a (π`) e oblíquo em relação à (π). todos os planos são infinitos assim como seus traços. Todos os elementos de um plano vertical têm projeções horizontais sobre seu traço horizontal.. PLANOS Os planos são representados por letras gregas (α. • Duas retas concorrentes..

O estudante deve cuidar para não se prender exclusivamente na representação em épura.• Paralelo a linha de terra: é paralelo a (ππ`) e oblíquo em relação à (π) e à (π`).O traço horizontal pode ser uma horizontal. não representamos a projeção dos traços que está sobre (ππ`). dependendo do plano. . .O traço vertical pode ser uma frontal. pois isso simplifica a sua visualização no espaço. porém não passa pela linha de terra. . • Passa pela linha de terra: é oblíquo em relação à (π) e à (π`) e passa por (ππ`). procurando sempre imaginar (visualizar mentalmente) a posição espacial dos objetos. Convenciona-se representar o plano na épura mostrando-se o traço horizontal abaixo da linha de terra e o traço vertical acima da linha de terra. todas de cota nula (fig 61. fronto-horizontal ou vertical.Por uma questão de conveniência e clareza.Sempre que o plano possuir dois traços não paralelos eles se cruzarão sobre a linha de terra. . dependendo do plano. fronto-horizontal ou de topo.1). 42 . • Qualquer: não é paralelo ou perpendicular a (π) nem a (π`) nem a (ππ`).1). → Os planos são geralmente representados pelos seus traços. ● Traços de planos Os traços são as interseções com os planos de projeção. todas de afastamento nulo (fig 61.

Fig.1 • Plano qualquer: • απ é a interseção com (π) e απ` é a interseção com (π`).Fig.61 Fig.62 43 .61.

O traço vertical é a reta do plano contida em (π`) e o traço horizontal é a reta do plano contida em (π).63) Fig.64 44 . (fig.63 .Desenhe a épura do plano dado: Fig.

• Plano horizontal: Vemos nas figs.66 • Plano frontal: 45 .1 que o plano horizontal possui somente traço vertical.1 . pois é paralelo a (π). Fig.65.65 Fig. 65 e 65.Desenhe a épura do plano dado: Fig.

68 • Plano de topo: Vemos nas figs.1que o plano frontal possui somente traço horizontal. 67 e 67.1 que o plano de topo apresenta os dois traços 46 .1 . Fig. 69 e 69. pois é paralelo a (π’).67 Fig.Vemos nas figs.Desenhe a épura do plano dado: Fig.67.

Fig.1 que o plano vertical apresenta os dois traços 47 .Desenhe a épura do plano dado: Fig.69 Fig.69.70 • Plano vertical: Vemos nas figs.1 . 71 e 71.

1 que o plano de perfil também apresenta os dois traços.71. porém os mesmos coincidem. 48 .72 • Plano de perfil: Vemos nas figs.1 .Desenhe a épura do plano dado: Fig.Fig. 73 e 73.71 Fig.

Fig.73 Fig.1) 49 .1 .Desenhe a épura do plano dado: Fig. 75 e 75.74 • Plano paralelo à linha de terra: O plano paralelo à linha de terra apresenta os dois traços paralelos a (ππ`).73. (figs.

1 . 77 e 77. 50 .75.76 • Plano que passa pela linha de terra: Note nas figs.Fig.75 Fig.Desenhe a épura do plano dado: Fig.1que os traços desse plano estão sobre a linha de terra.

eles sempre se encontraram sobre a linha de terra. Fig.portanto.77.: Lembre-se de que quando o plano tiver dois traços. ● Retas pertencentes aos planos 51 .78 Obs. é preciso também um ponto.77 Fig.1 .Desenhe a épura do plano dado: Fig. para identificar a sua inclinação.

Coloque o esquadro na posição de um plano encaixado no diedro e veja as retas que pertencem a ele através das linhas dentro do esquadro. Pelas cores das retas você poderá observar que dependendo da posição do plano elas assumirão nomes diferentes. 52 . o aluno se perca tentando colocar uma reta em um plano que não a pode conter. fronto-horizontal (r). Fig. vertical (v).horizontal (h). Pratique com o diedro e o esquadro para visualizar as retas pertencentes aos planos.79 • Horizontal→ no plano horizontal cabem as retas: . na seqüência dos estudos. fronto-horizontal (r).O conhecimento das retas que cabem em cada tipo de plano é importante para evitar que. de topo (t). após esse treinamento você conseguirá visualizar sem a ajuda do diedro e sem o esquadro. • Frontal→ no plano frontal cabem as retas: .frontal (f).

53 . Fig.81 • Vertical→ no plano vertical cabem as retas: .vertical (v).80 • De topo→ no plano de topo cabem as retas: . horizontal (h).de topo (t).Fig.qualquer (q). qualquer (q). frontal (f).

54 .82 • De perfil→ no plano de perfil cabem as retas: .fronto-horizontal (r). vertical (v).Fig. qualquer (q).83 • Paralelo a linha de terra→ no plano paralelo a (ππ`) cabem as retas: . de topo (t). Fig. de perfil (p).de perfil (p).

Fig. de perfil (p).qualquer (q).: O plano paralelo à linha de terra foi prolongado para que fosse possível visualizar o traço horizontal. qualquer (q).85 • Qualquer→ no plano qualquer cabem as retas: . • Passando pela linha de terra→ no plano que passa por (ππ`) cabem as retas: . horizontal (h). de perfil (p).Fig. frontal (f).84 Obs. 55 .fronto-horizontal (r).

56 . a reta de perfil une os pontos (V) e (H) de mesma abscissa.Fig.86 Obs: Note que o plano qualquer é o único que permite quatro tipos de retas. Observe que diferentemente da reta qualquer.

é preciso verificar se um outro ponto da reta pertence ao plano (veremos isso mais a frente. (ver fig. sabemos que uma reta pertence a um plano quando ela tem seus traços sobre os traços de mesmo nome do plano. não necessariamente a reta pertence ao plano.87 57 . pois precisamos do conceito de pertinência de ponto ao plano).89) 2. pois seus traços estão sobre os traços de mesmo nome do plano. Exemplos: • Regra geral A reta (r) pertence ao plano (α). Exceções: 1. Fig. Quando uma reta passa pela linha de terra. PERTINÊNCIA DE RETA AO PLANO Na épura.14. Quando a reta passa pelo ponto onde os traços do plano se cruzam sobre a linha de terra. 90) → Nesses casos. não necessariamente ela está contida em um plano que passa pela linha de terra. (ver fig.

Fig.Desenhe na épura abaixo as seguintes retas pertencentes ao plano (α): reta (s). reta (v) no quarto diedro. no segundo diedro. Observe que na fig. reta (t). no terceiro diedro.88 • Exceção 1 58 . 88 a reta (s) pertence ao plano (β).

59 .90 Veremos mais a frente como verificar se a reta pertence ao plano.89 • Exceção 2 Fig.Fig.

Frontal (projeta as projeções horizontais sobre o traço horizontal) (fig. 92). 93). • Se o plano (α) for projetante e perpendicular a (π). então todos os seus elementos terão sua projeção horizontal sobre α π. o que permite a regra de pertinência simplificada abaixo. 94). . • • Horizontal (projeta as projeções verticais sobre o traço vertical) (fig. ● Planos projetantes Dizemos que um plano é projetante quando for perpendicular a um dos planos de projeção. 95).15. De perfil (projeta as projeções horizontais sobre o traço horizontal e as projeções verticais sobre o traço vertical) (fig. então todos os seus elementos terão sua projeção vertical sobre α π`.Os planos projetantes são: • • • Vertical (projeta as projeções horizontais sobre o traço horizontal) (fig. De topo (projeta as projeções verticais sobre o traço vertical) (fig. → Regra de pertinência simplificada: • Se o plano (α) for projetante e perpendicular a (π`). 60 . PERTINÊNCIA DE PONTO AO PLANO Um ponto pertence ao plano quando pertence a uma reta do plano (essa regra não tem exceções). 91). Um plano projetante projeta todos os seus elementos (retas e pontos) sobre o traço no plano que lhe é perpendicular.

91 Plano de topo Fig.92 Plano de perfil 61 .Exemplos: As retas abaixo pertencem ao plano dado Plano vertical Fig.

94 Plano frontal 62 .Fig.93 Plano horizontal Fig.

se as retas forem concorrentes ou paralelas.95 ● Voltando às exceções de pertinência de reta ao plano No caso das duas exceções. não pertence. Como podemos observar na fig. 1. a reta (r) não pertence ao plano. portanto.96. além de atender a regra geral de pertinência. então a reta estudada pertence ao plano. Para saber se a reta pertence ao plano. caso contrário.Fig. devemos traçar uma reta auxiliar desse plano e ver se ela é concorrente ou paralela com a reta em questão. devemos verificar se outro ponto da reta pertence ao plano. (h) pertence a (α) e não é paralela nem concorrente com (r). 63 .

(r) não pertence ao plano (α).97 64 .Fig. Fig.96 2. (f) é uma fronto-horizontal que passa por (C) e pertence ao plano. Devemos fazer um procedimento parecido com a exceção 1. então a reta não pertença ao plano. então. se não for nem paralela nem concorrente. Se for. As retas (r) e (f) não são paralelas nem concorrentes. Traçamos uma fronto- horizontal que pertence ao plano pelo ponto que o define e verificamos se a reta auxiliar é concorrente ou paralela com a reta estudada. Como vemos na figura. a reta em questão pertence ao plano.

o ponto (D) da reta (A)(C). (B) e (C) não colineares.98 → Veja: Escolhemos um ponto arbitrário (B) e ligamos a um outro ponto que esteja sobre uma das retas. (A)(C) e (B)(C). vemos que (B)(D) é uma reta de perfil. obtendo um triângulo que define o plano pelas retas (A)(B). Dentro desse triângulo. Fig. Fig. Quando ligamos esses pontos.16.99 Se quisermos achar uma horizontal fazemos o mesmo processo pegando dois 65 . podemos achar todas as retas do plano e não usar os traços do mesmo. por exemplo. PLANOS NÃO DEFINIDOS PELOS SEUS TRAÇOS → Suponha um plano dado pelos pontos: (A). Podemos ligar esse pontos. pois os pontos escolhidos possuem mesma abscissa.

pontos com a mesma cota. as frontais e horizontais se tornam frontohorizontais. Fig. Fig.100 Para achar uma frontal pegamos dois pontos de mesmo afastamento. Então temos a reta (C)(D) que é uma frontal do plano. 66 .101 OBS: Se tivermos um plano paralelo à (ππ’). Traçamos então a reta (B)(D) que é a horizontal do plano.

A RMD é uma reta que pertence ao plano e tem o mesmo declive do plano Plano (α) de topo com declive θ. ● RMD Declive é o ângulo que um plano ou uma reta forma com (π). (f) é a RMD. RETAS DE MÁXIMO DECLIVE (RMD) E RETAS DE MÁXIMA INCLINAÇÃO (RMI).17.102 67 . Fig.

68 . Fig.Vista da RMD do plano (α) em épura. Plano (α) qualquer Fig.103 Vemos que a RMD forma um ângulo de 90° com o traço horizontal do plano.104 (r) é a RMD de (α).

Determine na épura abaixo a RMD de um plano vertical ● Teorema projetivo do ângulo reto Sejam duas retas perpendiculares ou ortogonais no espaço. 69 .105 Obs: Cuidar que nem sempre o ângulo reto aparecerá na épura pois uma das retas poderá estar projetada em um único ponto.Fig. O ângulo reto somente se projeta com 90º num plano de projeção quando pelo menos uma das retas for paralela a esse plano de projeção.

107 Como sabemos que o traço horizontal de um plano é sempre paralelo a (π) e que a 70 . a projeção horizontal dessas duas retas será perpendicular.(fig. então.Ex: Se (r) for paralela a (π) e formar 90° com (s).106 Fig.106) Fig.

a projeção horizontal da reta será perpendicular ao traço do plano. mantendo o ângulo de 90° na projeção horizontal. OBS1: Observe na fig108 que mantendo a reta (r) (de topo) paralela a (π). Fig. pelo teorema projetivo do ângulo reto que na épura.108 71 . então sabemos.RMD sempre forma um ângulo reto com o traço horizontal. a reta (s) poderá ter qualquer declive que a sua projeção não se altera. OBS2: Observe que o teorema é válido para retas (r) e (s) concorrentes e reversas.

● Como achar a RMD de um plano sem usar seus traços É importante sabermos achar a RMD de um plano sem utilizar seus traços.Fig. pois quando o usamos. mas sempre menores ou iguais ao do plano. então não deveria ter o mesmo declive toda reta pertencente a esse plano? Mostre e explique com exemplos que embora o declive de um plano seja sempre constante. (B) e (C) e também 72 .109 • Se o plano tem certo declive. corremos o risco de aumentarmos a imprecisão. Como sabemos achar a horizontal do plano (α) definido por (A). as retas que pertencem a esse plano têm declives variados.

(fig. ela também terá 90° com (απ).110) Fig. A RMI é uma reta que pertence ao plano e tem a mesma inclinação do plano. → (B)(E) é a RMD do plano definido por (A). lembrando sempre que todas serão paralelas. traçamos uma perpendicular a projeção horizontal de (h). essa será a RMD. devemos determinar (h) e a partir disso. (h) é a RMI. pois se ela forma um ângulo reto com a projeção horizontal de (h).111) 73 . Plano (α) de vertical com inclinação θ.conhecemos o fato de que ela segue paralela a (απ). ● RMI Inclinação é o ângulo que um plano ou reta forma com (π’). (B) e (C).(fig.110 OBS: Podemos achar infinitas RMD’s de um plano.

111 Vista da RMI de (α) em épura Fig.112 74 .Fig.

113 (r) é a RMI de (α) 75 .Vemos que a RMI forma um ângulo de 90° com o traço vertical do plano Plano (α) qualquer Fig.

76 . Assim. → Faça a RMI de um plano de topo.114 Pelo teorema projetivo do ângulo reto sabemos que na épura. traçamos (A)(D) que é uma frontal. a RMI de um plano forma 90° com o traço vertical do mesmo. Como sabemos também. portanto também é perpendicular a uma frontal desse plano. por isso. basta traçarmos uma reta perpendicular a frontal (A)(D) que teremos a RMI.Fig. a projeção vertical da RMI será perpendicular ao traço vertical do plano. ● Como achar a RMI de um plano sem usar seus traços Sabemos que uma frontal do plano segue paralela ao mesmo em seu traço vertical.

115 Podemos traçar infinitas RMI’s de um plano.Fig. sempre lembrando que serão todas paralelas. 77 .

Obtemos (r) que é a reta paralela ao plano (α).116 devemos passar por (C) uma reta paralela a (α). PARALELISMO ● De reta com plano Uma reta é paralela a um plano quando for paralela a uma reta do plano. Fig. Ex: → Na fig. 116 ● De plano com reta Um plano (α) é paralelo a uma reta (r) quando ele contiver uma reta (s) paralela à reta dada (r). depois disso traçamos por (C) uma reta paralela a (H)(V).18. → Traçamos uma reta que pertença ao plano. nesse caso (H)(V). Ex: 78 .

→ Traçamos por (C) uma reta paralela a (r).117 devemos traçar por (C) um plano (α) paralelo à reta (r). achamos um plano (α) que contenha essa reta.117 ● De plano com plano 79 . Esse será o plano paralelo à reta (r). Fig.→ Na fig. depois disso.

118 → Podemos observar que os traços de dois planos paralelos também são paralelos. Ex: → Na fig. Fig. → Traçamos uma horizontal (h) por C que tenha a direção de απ. απ // βπ απ’ // βπ’ 80 . Para o traço horizontal fazemos βπ paralelo a απ e h a partir de (T).118 devemos passar por (C) um pano paralelo a (α). achamos os traços de (h) e por V’ passamos o traço vertical de (β) paralelo a απ’.Um plano (α) será paralelo a outro plano (β) quando ele for paralelo a duas retas concorrentes de (β).

119.119 Fig.Fig.1 → Existe exceção de paralelismo de plano com plano: 81 .

120 82 . logo. achamos a RMD de cada plano. sabemos que seus traços são paralelos. devemos rebatê-las e verificar se são paralelas. o plano (α) não é paralelo ao plano (β). Como a RMD e RMI são de perfil. não necessariamente esses planos são paralelos entre si. Exemplo: Na fig. devemos traçar a RMD ou RMI de cada plano. Porém.Quando temos planos paralelos à linha de terra ou que passam por (ππ‘). Queremos verificar se eles são realmente paralelos. logo. Fig. que no caso serão paralelas se os planos forem paralelos.120 vemos que (α) e (β) são paralelos a linha de terra. rebatemos e observamos que não são paralelas. Para verificar o paralelismo desses tipos de planos.

.A reta será definida por dois pontos pertencentes aos planos dados. INTERSEÇÃO DE PLANOS .19. Fig. Observamos que a interseção dos planos é a reta (r).O resultado da interseção de dois planos sempre será uma reta.121 83 . Veja: Vemos na figura 121 que o plano frontal (α) e o plano qualquer (β) são concorrentes.

84 .Observe a interseção na épura: Fig. obtemos a reta (H)(V) que é a interseção dos planos (α) e (β). Assim. então temos dois pontos de concorrência (H) e (V).122 ● Como achar a interseção na épura? → Quando os traços se cruzam: Quando temos os traços do plano e os mesmos se cruzam. quando ligamos esses pontos.

devemos fixar um parâmetro (cota ou afastamento) e traçar retas auxiliares.123 → Quando os traços não se cruzam: Quando queremos achar a interseção de dois planos cujos traços não se cruzam no limite da épura. Dessa forma. garantimos que as retas traçadas terão um ponto de concorrência.Fig. Exemplo: 85 .

nesse caso o afastamento. Ao ligarmos os pontos vemos que a reta interseção é (I)(J). Depois fixamos o afastamento. 86 .Na fig. traçamos a frontal e achamos o segundo ponto da interseção (J). e então achamos (I) e (J) que são os pontos que definem a reta interseção. traçamos a reta (h) e achamos o primeiro ponto da interseção (I). Para achar a interseção devemos fixar um parâmetro. Fig.124 temos um plano (α) qualquer e um plano (β) de topo.124 → Quando temos um plano definido pelos seu traços e o outro definido por três pontos: Para achar a interseção fazemos o mesmo procedimento. definimos um parâmetro (cota).

Achamos (r). que é a interseção de (α) com (β). (β) e (ψ).125 • Ponto comum a três planos Vamos supor que o ponto (I) é o ponto de interseção dos planos (α). que é a interseção de (α) com (ψ). Achamos o ponto (I) procurado.Achamos a reta (r). 87 . 2.Podemos achar (I) de duas formas: 1. Achamos a reta (s). através interseção de (r) com (s).Fig. . que é a interseção de (α) com (β).

Achamos o ponto (I) onde (r) fura o plano (ψ) (veja no capítulo 20). (β) e (ψ). que será o ponto (I) procurado. Usaremos a primeira forma: Fig.126 Observe que o ponto comum aos três planos é o ponto (M) 88 . Ex: Vamos achar o ponto que é comum aos planos (α).

vemos que o ponto (I).127 2.20.Depois disso. Fig. pertence à reta 89 . Se quisermos achar o ponto onde uma reta (r) fura um plano (α) devemos proceder da seguinte forma: 1.Devemos fazer com que (r) pertença a um plano (β). que é a interseção de (r) com (α). TRAÇO DE RETA SOBRE PLANO O traço da reta sobre o plano é o ponto onde ela fura o plano.

Ainda podemos ver que (I) é o ponto de concorrência de (r) com (s). queremos achar o ponto onde (r) fura (α). Ex: Na fig.128 Em épura.129. Fig. 90 . usamos planos projetantes para facilitar o processo.(s) que é a interseção de (α) com (β).

esse é o ponto onde (r) fura o plano (α).129 91 . Fig.Traçamos um plano projetante de topo (β) fazendo com que (r) є (β). .Depois achamos o ponto (I) onde (r) concorre com (M)(J)..Achamos a interseção de (α) com (β) que é (M)(J). .

Fig.21. e uma delas for paralela a um dos planos de projeção. Assim.130. a reta (r) é perpendicular ao plano (α). sabemos que sempre que duas retas forem perpendiculares ou ortogonais. como os traços de um plano são retas paralelas aos planos de projeção. também terá 90°. então a projeção que for paralela a (π) ou (π’). suas projeções em épura formaram 90° com os traços do plano.130 Ex2: 92 . então. Ex1: Na fig. Pelo teorema projetivo do ângulo reto. PERPENDICULARISMO • Reta perpendicular a plano Se uma reta é perpendicular a um plano. podemos concluir que se uma reta é perpendicular a um plano. então ela é ortogonal a todas as retas desse plano.

já a projeção s’ deve passar por A’ e ser perpendicular a απ’ Fig. Devemos tomar cuidado. Então para traçar uma reta (s) que seja perpendicular a (α).Na fig. basta passarmos uma reta por (A) que seja perpendicular aos traços de (α).131 Ex3: Na fig. Observe que o ponto (A) está no terceiro diedro.132. devemos passar por (D) uma reta perpendicular ao plano definido pelos pontos 93 . pois a projeção horizontal deve passar por A e ser perpendicular a απ. temos que passar por (A) uma reta (s) que seja perpendicular ao plano (α).131.

para verificar se uma reta de perfil (r) é perpendicular a um plano de perfil (α) paralelo a linha de terra. (B) e (C).132.132 Vemos então. por conseqüência.(A). Obs. devemos rebater a reta de perfil (r) e ver se ela é perpendicular a uma reta de perfil (s) que pertence ao plano (α). 94 . a reta perpendicular a ambos será de perfil. ela vai ser perpendicular aos traços do plano e perpendicular as frontais e horizontais em épura. que (r) é a reta perpendicular ao plano definido pelos pontos (A). então. se a reta for perpendicular ao plano. Então. Ex: Vemos que a reta (A)(B) é perpendicular ao plano (α). Fig.: Se tivermos um plano paralelo ou que passa por (ππ’). na fig. Sabemos que uma horizontal do plano segue paralela ao traço horizontal e também que uma frontal segue paralela ao traço vertical. (B) e (C). Observe que agora não temos mais os traços.

• Quando temos que passar um plano (α) por um ponto (C) e que seja perpendicular a uma reta (r). fugimos da regra de pertinência de ponto ao plano. ele deve ter seus traços perpendiculares às projeções de mesmo nome da reta. uma reta frontal ou horizontal que seja perpendicular a (r) e depois. devemos passar por (C). pois se fizermos isso. temos que tomar o seguinte cuidado: Não podemos simplesmente traçar o plano sobre as projeções de (C). para que um plano seja perpendicular a uma reta. Então.134. por essa reta traçar o plano (α) perpendicular à reta (r). sabemos a direção do traço vertical 95 .133 • Plano perpendicular à reta: Esse caso é a recíproca do anterior. Então. devemos passar por (C) um plano (α) perpendicular a (r).Fig. Ex: Na fig. Traçando por (C) uma frontal perpendicular a (r).

Traçamos por (A) uma reta (s) que seja perpendicular a (α). devemos passar por (A) um plano perpendicular a (α). sabemos que qualquer plano que contiver essa reta (s) será perpendicular a (α). Assim. sabemos que no traço horizontal ele também formará 90° com (r). temos infinitas 96 . Fig. Assim.135.134 • Plano perpendicular a plano: Um plano é perpendicular a outro plano quando contiver ao menos uma reta perpendicular ao outro plano.do plano. Ex: Na fig. Vemos então que o plano (α) é perpendicular à reta (r). agora é só traçar απ’ paralelo a f’. como (α) tem que ser perpendicular a (r). então. achamos o ponto (T). A partir disso. então απ passa por H. Achamos o traço (H) da frontal e sabemos que (f) pertence a (α). passando απ por H e perpendicular a r.

136. entre elas um plano paralelo à linha de terra (δ) um plano de topo (θ). sendo um deles (β). um plano vertical (γ) e infinitos planos quaisquer. pelo teorema projetivo do ângulo reto. como temos uma horizontal. podemos concluir.soluções. temos uma reta horizontal (r) e queremos achar uma outra reta (s) que passe por (A) e que seja perpendicular a (r).135 • Retas perpendiculares: Quando queremos duas retas perpendiculares sendo que uma delas é paralela a um dos planos de projeção. Fig. as retas terão 90° na projeção horizontal ou vertical. Nesse caso. logo. (r) e (s) 97 . Ex: Na fig. sabemos que ela é paralela a (π). que em épura.

prolongamos a linha de chamada e achamos I’ sobre r’. Método tradicional para retas perpendiculares: Para traçar por (A) uma reta perpendicular a (r). veremos esse método mais a frente. basta passar por (A) um plano (α) que seja perpendicular a (r). Achamos o ponto (I). O objetivo em fazer uma mudança de plano nesse caso. pois sabemos que se (r) é perpendicular a 98 . onde (r) fura o plano e ligamos (A) com (I). temos então a reta (A)(I) perpendicular a (r). Então temos (s) perpendicular a (r). para resolver o problema. podendo então aplicar o teorema projetivo do ângulo reto. Porém. achamos o ponto I de concorrência.136 Se tivermos uma reta (r) que não seja paralela a nenhum dos planos de projeção e quisermos achar uma reta (s) perpendicular a (r) devemos fazer uma mudança de plano ou usar o método tradicional.terão 90° na projeção horizontal. Fig. é deixar a reta (r) paralela a um dos planos de projeção. depois basta ligar I’ com A’ e teremos s’. basta traçar por (A) a projeção s perpendicular a r. Assim.

Fig. uma reta perpendicular a (B)(C) Passamos por (A) um plano (α) perpendicular a (B)(C).139. nesse caso o ponto (I). Achamos então o ponto (M) onde (B)(C) fura o plano (α) (ver traço de reta sobre plano). 138 e observar o perpendicularismo que existe entre (r) e (α) e entre (r) e (A)(I). Assim.138 Ex: Na fig. Fig. a reta perpendicular a (B)(C) e que passa por (A) é (A)(M). então é ortogonal a todas as retas pertencentes a (α) e perpendicular a todas as retas que passam pelo ponto onde (r) fura o plano. 99 . na fig.137 Podemos olhar o plano (α) de lado.(α). queremos traçar por (A).

139 Com retas de perfil: Na fig. então rebatemos a reta (B)(C) e o ponto (A).Fig.140. queremos traçar por (A). passamos um plano (α) perpendicular a 100 . Por (A). uma reta perpendicular a (B)(C).

fica mais fácil achar o ponto onde a reta fura o plano. evitando o método usado no exercício anterior. então. que é (I)(A). Tomamos a RMD de (α) na abscissa de (B)(C) e achamos o ponto (I) onde (B)(C) fura o plano. onde precisamos usar um plano auxiliar.(B)(C). fazemos o alçamento do ponto(I) e achamos a reta perpendicular a (B)(C) que passa por (A).140 101 . Fig. Note que quando se tratam de retas de perfil.

Depois de acharmos a nova linha de terra. fica no mesmo lugar. 102 . 22. podemos concluir que em uma mudança de plano. com dois traços em cada extremidade. • Mantêm-se o diedro ortogonal (temos que manter o ângulo de 90° entre o plano vertical e horizontal). ou seja. uma das projeções não muda. MUDANÇA DE PLANO DE PROJEÇÃO Temos que saber: • Muda-se um plano de projeção de cada vez. traçamos a linha de chamada (perpendicular à nova linha de terra) e achamos a projeção sobre o plano que foi mudado. Como sabemos que só podemos mudar um plano de projeção de cada vez e que o objeto não muda de lugar. lembrando que essa projeção terá a mesma distância em relação a linha de terra nova que tinha da anterior. que é a interseção do plano vertical com o horizontal. Essa projeção é aquela cujo plano de projeção não foi mudado. Obs: Representamos a nova linha de terra. pois devemos transferir para a nova linha de terra com o mesmo sinal. • O objeto não muda de posição.MÉTODOS DESCRITIVOS São métodos que permitem a resolução de problemas descritivos. simbolizando que é a segunda linha de terra. → Temos que prestar atenção no sinal da cota ou afastamento.

142 Como estamos fazendo uma mudança de plano vertical.● Mudança de plano Vertical: Fig.141 Fig. então a projeção horizontal 103 .

as cotas continuam com o mesmo tamanho e sinal. a distância da projeção vertical do ponto até a linha de terra não mudou. Sabendo que o plano horizontal não foi mudado. ou seja. podemos concluir que a cota continua a mesma.143 Aplicação: 104 . Chamamos de P1’ a nova projeção vertical. a reta fica sendo frontal no segundo sistema.fica no mesmo lugar e é por ela que passamos a nova linha de chamada perpendicular à nova linha de terra. Fig. transferimos a cota para a nova linha de terra. a diferença é que agora elas estão projetadas sobre (π’)1. o que muda é a projeção vertical. Assim. Com retas: Note que fazendo a mudança de plano vertical. pois não mexemos nas projeções horizontais. Note também que apesar de termos mudado o plano (π’). Veja que como a nova linha de terra foi traçada paralela à projeção horizontal.

144 Fig.V. teremos a V.144).P. então sabemos onde queremos chegar (fig. Fig.Transformar uma reta qualquer em frontal Transformando a reta (A)(B) em frontal.145 M.: 105 . Como sabemos de que forma as projeções de uma frontal estão dispostas em épura.(Verdadeira Grandeza) da reta.G.

ficará no mesmo lugar. Assim. essa não será mudada.146 106 . quem fica no mesmo lugar é o plano vertical e o parâmetro que permanece constante é o afastamento. vertical Traçamos então uma nova linha de terra que seja paralela à projeção horizontal. só que agora.145). podemos concluir que faremos uma mudança de plano vertical. ● Mudança de plano Horizontal: É análogo à mudança de plano vertical. já que não alteramos a projeção horizontal (fig.Referência: Proj. horizontal A transportar: Proj. pois queremos uma reta frontal. Fig.

Fig.T. A diferença é que agora eles estão projetados sobre (π)1. paralela ao traço vertical. Fig. a projeção horizontal muda de lugar e a projeção vertical fica no mesmo lugar. Observe na fig.148 que fazendo a L.148 Aplicação: 107 .147 Com retas: Note que quando fazemos uma mudança de plano horizontal. Veja que o afastamento dos pontos não muda. achamos uma reta horizontal no segundo sistema.

pois queremos uma horizontal.: Referência: Proj. Fig.149).Transformar uma reta qualquer em horizontal: Devemos transformar uma reta qualquer em horizontal. vertical. Essa ficará no mesmo lugar. A transportar: Proj. Como sabemos a forma com que as projeções de uma horizontal estão dispostas na épura.P.150 M. horizontal.149 Fig. Concluímos que devemos fazer uma mudança de 108 . Passamos a nova linha de terra paralela à projeção vertical. sabemos onde queremos chegar (fig.H.

Fig. as retas terão 90° na projeção horizontal ou vertical.151 Ex: Trace uma reta perpendicular a reta qualquer (r) e que passe pelo ponto (C). 109 . que em épura.150).151) Se tivermos uma reta que não seja paralela a um dos planos de projeção. podemos voltar a falar de retas perpendiculares entre si. que será a V.G da reta (fig.plano horizontal. já que não mudamos a projeção vertical. Lembrando do que foi visto em retas perpendiculares: Se tivermos uma das retas paralela a um dos planos de projeção. podemos concluir. (fig. Assim poderemos usar o teorema projetivo do ângulo reto para achar retas perpendiculares. pelo teorema projetivo do ângulo reto. Agora. então devemos fazer uma mudança de plano para torná-la. → Agora que já sabemos fazer mudança de plano. basta fazer os procedimento de mudança de plano e achar A1 e B1.

(B) e (C) (os pontos (A) e (B) pertencem a (r)) para a nova épura e obtemos A1. achamos I’.152 ● Outras aplicações de mudança de plano 1. Levamos I1 para o primeiro sistema e obtemos I.152) Fig. Feito isso. Sabemos que a reta perpendicular a (r) e que passa por (C) é a reta (I)(C). Transferimos as projeções horizontais dos pontos (A). no segundo sistema. achamos o ponto I1 de concorrência e na mesma linha de chamada. Assim. B1 e C1. Transformar um plano qualquer em vertical 110 .Faremos uma mudança de plano horizontal para que a reta (r) se torne horizontal. (fig. temos que passar por C1 a projeção horizontal da reta perpendicular a A1B1. Agora.

horizontal. Podemos partir do seguinte princípio: Tomamos uma frontal do plano e transformamos em vertical. já sabemos que se a referência é o traço vertical. vemos que as suas projeções horizontais coincidem porque a reta se tornará vertical. basta traçar o traço horizontal do plano por (T).T. Quando os transferimos para a nova linha de terra.P. Vamos tomar dois ponto (A) e (B) que pertençam à frontal.H. Então. quem será transportado será o traço horizontal. A transportar: Proj.154) 111 . M. Assim... Portanto devemos fazer uma M. (fig.153 A nossa referência em relação ao plano vertical é que sua projeção vertical é perpendicular a linha de terra.P.Sabemos onde queremos chegar (fig.: Referência: Proj.H. (A)1 e (B)1.153): Fig. como sabemos que o plano vertical é projetante (as projeções horizontais de todos os seus elementos caem sobre o seu traço horizontal) e conhecemos o ponto (T) onde o plano passa pela L. vertical.

G. pois queremos que o triângulo vire frontal.H.. primeiro vamos transformar uma frontal (A)(D) do plano em vertical. Achar a V. para fazer a segunda mudança basta traçar a terceira linha de terra paralela a projeção horizontal do triângulo. vamos transformar esse plano em frontal. A primeira mudança será M.G.P.Fig. pois queremos transformar o triângulo em vertical..154 2.155) 112 . e a propriedade do plano vertical é ter o traço vertical perpendicular à linha de terra. assim teremos um plano vertical.P. de uma figura não pode ser menor do que qualquer uma de suas projeções. A segunda mudança será M.G. Depois.V. Sendo assim. e a propriedade do triângulo frontal é ter a projeção horizontal paralela à linha de terra. do triângulo (A)(B)(C). (fig. Teremos que fazer duas mudanças de plano. do triângulo (A)(B)(C) transformando-o em frontal Obs: A V. obtendo a V.

P.V. Pegamos um ponto (H) que pertença ao plano no primeiro sistema e transferimos para o segundo sistema.P..H. Assim. O traço horizontal do plano deve passar por (H2).155 3. achamos (H2) que é o traço horizontal da reta. horizontal VH1. sabemos que o traço horizontal será paralelo a nova linha de terra.T.H. como conhecemos o traço vertical do plano no segundo sistema.Fig. já que esse é o traço horizontal da reta e a reta pertence ao plano. obtemos H1. Vamos usar M. traçamos uma reta que tem proj. ou M.156) 113 . paralela ao traço vertical do plano.( fig. traçando a segunda L. Já que também sabemos que o ponto (H) continua pertencendo ao plano. Transformar um plano qualquer em paralelo a linha de terra Pode ser feito com M. Agora. vertical H’V’ e proj.P. pegamos um ponto (V) que pertença a ele.

pois o traço vertical já está definido.157) → Devemos tomar cuidado. é o traço απ’. Transferimos a reta e o ponto para o segundo sistema e achamos uma fronto-horizontal. (fig. 114 .Fig.156 → Outra forma para resolver Podemos pegar uma frontal do plano e transformar em uma fronto-horizontal Traçamos uma frontal do plano e escolhemos um ponto (A) que pertença a ela. Como sabemos que essa fronto-horizontal pertence ao plano. basta traçar o plano.

vertical 115 . Pois esses planos mostram diretamente na épura o ângulo que formam com os planos de projeção. Determinar os ângulos que um plano forma com (π) ou (π’) Devemos transformar o plano qualquer em plano de topo ou vertical.Fig.157 4. horizontal A transportar: Proj.V.: Referência: Proj.P. M.

158 M. transformando o plano qualquer em plano de topo.P. horizontal.H.: Referência: Proj. Traçamos o plano no segundo sistema e vemos o ângulo γ que ele forma com (π). Fig.V.159 • Queremos saber o ângulo que um plano (α) forma com o plano de projeção (π).160) 116 . (fig. vertical. Como queremos o ângulo entre (α) e (π) faremos um M.P.Fig. Pegamos uma horizontal do plano e transformamos em reta de topo. A transportar: Proj.

Fig.161 • Ângulo formado entre dois planos 117 .Fig.160 → Ache o ângulo que o mesmo plano (α) forma com o plano de projeção (π’).

então. Fig. 118 . podemos ver diretamente em épura o ângulo formado entre eles. pegamos a reta interseção dos planos e transformamos em reta vertical ou de topo. Assim. transformando os dois planos em plano verticais ou de topo ao mesmo tempo.Se tivermos planos verticais ou de topo.163 Se tivermos planos quaisquer. Para isso. devemos fazer uma mudança de plano. θ é o ângulo formado entre (α) e (β). Fig.162 γ é o ângulo formado entre (α) e (β). podemos ver o ângulo formado entre eles. os dois planos automaticamente se transformam ou em verticais ou em de topo e.

Já na segunda mudança de plano. e depois em reta de topo através da M.P. então conhecemos a direção do traço horizontal. Fig.H. Primeiro transformamos a reta (H)(V) em reta horizontal através de uma M.164 Achamos a reta interseção (H)(V) e transformamos em reta de topo.5.P.164) 119 . Achar o ângulo formado entre (α) e (β). veja que os traços verticais de (α) e (β) devem passar sobre H1’ e V1’ que coincidem.. pois se conhecemos a reta horizontal pertencente a eles. (fig.V. Observe que já na primeira mudança de plano transferimos os planos (α) e (β).

165 que as retas são reversas. observe na fig. pois assim. Tornar paralelas as projeções verticais das retas (A)(B) e (C)(D) e depois determinar o ângulo entre elas.165 O problema também pede para mostrar o ângulo entre as retas. Veja no diedro: Fig. Pois se o plano (α) 120 . Então. as projeções verticais ficam paralelas como pedido.6. Devemos passar por (A)(B) um plano paralelo a (C)(D). 165.166 que podemos fazê-lo transformando o plano (α) em horizontal. conforme se vê na fig. Observe na fig. poderemos transformar esse plano em plano de topo onde.

165 e 166) para tornar paralelas as projeções verticais e também determinar o ângulo entre as retas. Vemos que são reversas e não possuem as projeções verticais paralelas. Usaremos o método acima (figs. Veja: Fig. as projeções das retas irão mostrar direto em épura (na projeção horizontal) o ângulo γ formado entre elas.é horizontal.166 Sejam as retas (A)(B) e (C)(D) como as da figura 167. 121 .

.: Observe que na fig.H. (α) é o plano formado por (A)(B) e (s). Para transformar o plano (α) em plano de topo. temos que traçar uma reta (s) paralela a (C)(D) e concorrente com (A)(B).V. como visto na fig. Para achar o ângulo formado entre as retas. transformamos esse plano em plano de topo.167 Para traçar (α) paralelo a (C)(D) e que contenha (A)(B).P. (fig. o ângulo γ formado entre as retas. as projeções verticais das retas que pertencem a ele serão paralelas à projeção vertical da reta (C)(D).P. Achamos então.167 podemos encontrar a distância entre duas retas reversas justamente quando fazemos as projeções verticais paralelas. basta pegar uma reta horizontal desse plano e transformar em reta de topo a partir de uma M. 165.167) Obs. assim. também é possível passar uma reta perpendicular a essas duas retas quando achamos o ângulo entre elas. 122 . temos então as projeções verticais de (A)(B) e (C)(D) paralelas no segundo sistema. a reta perpendicular a elas seria uma vertical que passa sobre o ponto de interseção das projeções horizontais no terceiro sistema de coordenadas. pois se um plano de topo é paralelo a uma reta. transformamos o plano (α) em um plano horizontal através de uma M. Agora.Fig.

P.1..0} (C){3. 1} (B) {2. para poder colocar um ângulo reto em B. pois A’1B’1 é frontal. basta transferir para o primeiro sistema de coordenadas e traçar a projeção vertical do triângulo. como no Teorema projetivo do ângulo reto. temos que ter uma das retas paralela a um dos planos de projeção. achamos a cota de (C).7. 123 . podemos traçar B’1C’1 perpendicular a A’1B’1. Sabemos que o ângulo B é reto. 3. Então.168 Observe na fig.?} Fig. Observe que o ângulo B não é reto no primeiro sistema.-1.V. Fazendo isso. Agora. A{0. pois as retas (A)(B) e (B)(C) não são paralelas a qualquer dos planos de projeção. Transformaremos (A)(B) em frontal através de uma M. mas não podemos simplesmente traçar um ângulo de 90° em B e achar a projeção C’. 168 que não foi dada a cota do ponto (C). Determinar a projeção vertical do triângulo (A)(B)(C) sabendo que o ângulo B é reto.

169 temos um eixo vertical (e) e giramos o ponto (P) em torno dele. Observamos 124 . uma das projeções em torno de um eixo que pode ser vertical ou de topo. numa trajetória circular. → Eixo vertical: Fig. A projeção que não é rotacionada segue uma trajetória linear e paralela a ππ’.169 Na fig.23. Devemos lembrar que nesse método. os planos de projeção ficam fixos. ROTAÇÃO É um método descritivo que consiste em girar.

Obtemos então uma nova projeção horizontal P e uma nova projeção vertical P’.170 Na fig.que a projeção horizontal rotaciona e a projeção vertical segue uma trajetória linear e paralela a ππ’. Veja nas figs. → Eixo de topo: Fig. Observe que 125 .169 e 170 que essa rotação descreve um arco de circunferência de raio R igual à distância entre o ponto e o eixo.170 rotacionamos o ponto (P) em torno de um eixo de topo (e).

Obtemos então (A)(B) que é frontal. então temos que tornar a projeção horizontal paralela à ππ’. Fig. e a projeção horizontal percorreu uma trajetória linear paralela à ππ’ e obtemos P. rotacionando-a em torno de um eixo convenientemente escolhido. pois assim. Vamos passar o eixo sobre o ponto (A). A e A’ coincidem com A e A’ respectivamente. Como o ponto (A) pertence ao eixo. esse ponto continuará no mesmo lugar após a rotação. da reta.G. Observe que nesse exemplo achamos a V. Sabemos que uma frontal tem afastamento constante. Feito a rotação de B achamos B e na mesma linha de chamada encontramos B’ com a mesmo cota de antes. logo o eixo será vertical.171 E se o eixo for dado? 126 .a projeção vertical rotacionou e obtemos P’. Ex: Transformar a reta (A)(B) em uma reta frontal. Observe na fig.171 que faremos uma rotação da projeção horizontal.

Depois de achar A e B. basta medir a distância entre A e O e entre B e O e transferir para a reta rotacionada.G. (A)(B) será frontal. como as projeções horizontais giram o mesmo ângulo. transformar a reta (A)(B) em frontal. Prolongando a reta para achar a distância achamos (O). Veja que. AB ficará paralela a ππ’. Fig. Obtemos então a V. que terá sua projeção horizontal paralela a ππ’. da reta. para achar A e B.Ex: Em torno de um eixo dado. quando o raio R. Podemos transferir a distância porque sabemos que a rotação não deforma a projeção rotacionada. encontramos também A’ e B’ na mesma linha de chamada. sem se deformar. Então o raio de rotação será a distância da projeção horizontal do eixo até a projeção horizontal da reta. Observe que poderíamos ter encontrado duas soluções. 127 . Agora devemos rotacionar a reta toda.172 Ex2: Rotacionar o ponto (A) em torno de um eixo de topo até que ele pertença ao plano (α). rotacionamos esse ponto achando O. pois o ponto (O) poderia ser rotacionado até chegar ao ponto superior da circunferência. perpendicular a AB for rotacionado até ficar perpendicular a ππ’. ou seja.

Então. Basta rotacionar os elementos que definem o plano.Sabemos pela pertinência de ponto ao plano. Logo.173 Como foi dado um eixo de topo. por exemplo. essa reta é uma frontal. Temos então. podemos escolher como reta o 128 . que para um aponto pertencer a um plano. Para facilitar. uma reta e um ponto.173) Rotação do plano: Se tivermos que rotacionar um plano. Feito isso. sabemos que a projeção horizontal do ponto rotacionado terá o mesmo afastamento. (fig. basta rotacionar A’ até pertencer a f’ que achamos A’. devemos rotacionar o ponto até que ele pertença a uma reta do plano. depois podemos encontrar A na mesma linha de chamada. temos que escolher uma reta que passe por A e tenha afastamento constante. ele deve pertencer a uma reta do plano. Fig. nesse problema. o ponto (A) pertencendo ao plano (α) conforme pedido.

em torno de um eixo de topo. Ex: Rotacionar em 90° o plano (α) no sentido horário. que será a distância da projeção vertical do eixo até o traço vertical do plano. podemos determinar o traço horizontal απ. Determinamos o raio de rotação. podemos traçar uma horizontal (h1) por (O) que teremos a direção do traço horizontal. temos que girar o traço 129 . Sabemos então que esse ponto fica fixo. que consequentemente nos fornece (J). Ex2: Transformar (α) em plano de topo Sabemos que para transformar (α) em plano de topo.174 achamos o ponto (O) onde o eixo fura o plano através de uma horizontal (h) do plano concorrente com o eixo. já que ele pertence ao eixo. Rotacionamos 90° e achamos o novo traço vertical απ’.traço ortogonal ao eixo e como ponto. 174 Na fig. Como conhecemos o traço vertical απ’ e também o ponto (O) ≡ (O). aquele em que o eixo fura o plano. Fig. Como também conhecemos o ponto (J).

Como conhecemos o ponto (O) e o ponto (J) do plano e ainda sabemos que devemos chegar a um plano de topo.175 → Agora transforme o plano (α) de topo que foi encontrado no exemplo anterior em um plano horizontal. Já sabemos que como o ponto (O) pertence ao plano e ao eixo. Agora basta achar o raio de rotação. Escolhemos um eixo vertical qualquer e encontramos o ponto (O) onde ele fura o plano. mas continua pertencendo ao plano (α). teríamos que fazer duas 130 . Logo. que é a distância entre a projeção horizontal do eixo até o traço horizontal do plano e rotacionar. Se o plano (α) em questão fosse um plano qualquer. Encontramos então o novo traço horizontal απ e o ponto (J). podemos concluir que devemos usar um eixo vertical. Fig.horizontal até que ele fique perpendicular a ππ’. ele não gira na rotação. então traçamos απ’ sobre O’ e J’ já que o plano de topo é projetante.

Fig. vamos achar o ponto (I) onde a reta fura o plano e passar por esse ponto o eixo. já que B percorrerá uma trajetória linear devido 131 . que nesse caso é uma frontal. já que esse plano não tem traço horizontal. pois queremos rotacionar o traço vertical.177 temos que rotacionar (A)(B) até ela ficar contida em (α). pois assim garantimos que pelo menos esse ponto (I) não irá girar e continuará pertencendo ao plano e a reta. (fig.176) Ex3: Rotacionar (A)(B) até ficar contida em (α). concluímos que vamos usar um eixo de topo. Devemos usar uma frontal que passe por B. ele deve pertencer a uma reta de (α). consequentemente B fica pertencendo a f. Para isso. quando rotacionamos B’ para que ele pertença a f’. Na fig. Vamos rotacionar o ponto(B) para que ele fique contido no plano. uma para transformar (α) em plano de topo e em seguida outra para transformá-lo em plano horizontal. Para que (B) fique pertencendo.176 Como já sabemos. Usaremos um eixo de topo. então a reta inteira pertence ao plano. pois como a frontal tem afastamento constante. Então.rotações. pois basta rotacionar o traço vertical e deixá-lo paralelo a ππ’. um plano horizontal tem apenas o traço vertical e esse é paralelo a ππ’. Não precisamos achar o ponto (O) nesse caso. Achamos então απ. pois se (B) e (I) pertencem à reta e estão contidos no plano.

basta usar esse artifício.178 temos que fazer (α) conter (A)(B). Vamos passar o eixo pelo ponto (I) onde (A)(B) fura (α). Escolhemos um 132 . assim. na mesma linha de chamada achamos A e então (A)(B) pertence ao plano.ao uso de um eixo de topo. Na fig. pois assim. garantimos que (α) contém um ponto da reta e depois da rotação esse ponto não muda de lugar.177 Ex4: Rotacionar o plano (α) até que ele contenha a reta (A)(B). depois. já que ele também pertence ao eixo. Como sabemos que a rotação não deforma o objeto. Fig. então A’B’ continuará com o mesmo tamanho de A’B’. para achar A’.

devemos mudar o eixo que certamente o problema será resolvido.178 Obs. devemos passar απ’ pelo traço vertical V1’ da reta. Temos agora απ. como conhecemos (J) e sabemos que a reta já está pertencendo ao plano. Agora temos (α) que contém (A)(B).: Podem existir casos que não conseguimos resolver os problemas com determinado eixo. Como sabemos que (α) deve conter (A)(B).eixo vertical. então basta fazer απ tangente à circunferência e passando por H1 que é o traço horizontal de (A)(B). Agora achamos o raio que é a distância do eixo até απ e traçamos uma circunferência. Ex: O último exemplo não poderia ser resolvido por um eixo de topo. Observe poderíamos ter outra resposta. então seus traços dever passar sobre os traços da reta. ficando inviável fazer o traço do plano tangente a 133 . pois o traço vertical da reta ficaria dentro da circunferência. estamos rotacionando a projeção horizontal. quando isso acontece. Fig. pois o plano já contém (I) e (H1) que são dois pontos da reta. pois o traço pode ser tangente a dois pontos da circunferência quando passa por H1 a segunda resposta seria (α1). Como temos um eixo vertical.

circunferência e passando pelo traço da reta. 134 .

24.

REBATIMENTO

É um método descritivo que nos possibilita enxergar uma figura em verdadeira grandeza. Nesse método, rotacionamos o plano que contém a figura em torno da interseção com o plano de rebatimento até esse coincidir com o plano de rebatimento. Como sabemos que as figuras de planos paralelos aos planos de projeção são projetadas em V.G.. O plano de rebatimento será sempre frontal ou horizontal.

Veja: Vemos que quando um plano é paralelo a um dos planos de projeção, suas figuras são projetadas em V.G..

Fig.179

135

→ Rebatimento visto no espaço

Fig.180

1. Rebatemos sempre o plano que contém a figura da qual queremos obter a V.G.. 2. O rebatimento consiste numa rotação do plano a ser rebatido em torno de uma charneira, que significa dobradiça. 3. A charneira é a interseção do plano da figura com o plano frontal ou horizontal sobre o qual iremos rebater. 4. Sempre rebatemos sobre um plano frontal ou horizontal, pois assim conseguimos ver a figura em V.G..

Rebatimento de um ponto (P) que pertence a um plano de topo

136

Fig.181

Fig.182

Observe nas fig.181 e 182 que temos um plano de topo (α), e vamos rebater o ponto (P) que pertence a (α) sobre o plano horizontal (π). Logo, a charneira é a interseção de (α)

137

Basta fazer o procedimento de soma de vetores com d e h que achamos R e rebatemos. temos que rebater um plano que contenha essa reta.com (π). A reta A1B1 é (A)(B) em V. Veja que o raio de rotação é a soma vetorial da distância h do ponto (P) até o plano de rebatimento com a distância d da projeção horizontal do ponto até a projeção horizontal da charneira (triângulo de rebatimento). Então fazemos um plano (α) que contenha (A)(B). Ex. que será a charneira (reta horizontal). (fig. Observe que rebatemos A para um lado e B para o outro 138 .183 Agora.: Rebater a reta (A)(B) sobre um plano horizontal (β) Como queremos rebater (A)(B). achamos a interseção de (β) com (α).183) Fig. Depois.. temos que encontrar a charneira que é a interseção do plano de rebatimento (β) com o plano da figura (α).G. que é o próprio traço horizontal απ do plano (α).

Como já foi dito. (fig. pois cada ponto está de um lado da charneira.183. isso acontece. achamos o ponto rebatido. então traçamos h paralela (nesse caso coincidente) à charneira e ligando d com h temos R ( o triângulo de rebatimento fica resumido em uma reta). Esse método é usado para os pontos (A) e(B). isso porque a distância d fica resumida em apenas um ponto.1) Fig.lado.183) Esse exemplo pode ser resolvido de outra maneira menos trabalhosa.183.1 Observe na fig. que o exercício fica simplificado. vejamos: 139 .183. cada ponto cai de um lado da charneira. passando por (A)(B) um plano (α) vertical no lugar do qualquer usado na fig. Veja também que o ponto rebatido sempre cai numa perpendicular à charneira.1. então. Rotacionando R. que terá o mesmo tamanho de h.183. podemos também rebater sobre um plano frontal. na hora de rebater. (fig.

a soma de vetores.184 Usamos o mesmo procedimento do rebatimento sobre um plano horizontal.Fig. 140 . só que agora. chamamos d a distância da projeção vertical da charneira até a projeção vertical do ponto e de h a distância entre o ponto (P) e o plano de rebatimento (triângulo de rebatimento).

o rebatimento pode trazer muita imprecisão.G. como 141 . Temos que achar a charneira que é a interseção do plano que contém o triângulo com o plano (β) de rebatimento. Como temos três pontos. do triângulo (A)(B)(C) rebatendo-o sobre um plano frontal (β) de afastamento 2.185 Ex: Determinar a V. Então.Fig. Achamos a charneira e agora basta rebater os pontos.

186 Ex1: Rebater a reta (A)(B) sobre o plano horizontal (α) de cota 2. Fig. que é a interseção de (β) com (α). então basta rebater um ponto e usar esse artifício para achar os outros. Feito isso. temos que encontrar um plano (β) que contenha (A)(B). usamos o triângulo de rebatimento para achar (A)1 142 . portanto. Agora.sabemos que o ponto (1) e (2) pertence ao plano que contém o triângulo e também à charneira. Veja na fig. devemos a charneira. Devemos rebater o plano que contém a reta (A)(B) sobre o plano (α). esses pontos permaneceram no mesmo lugar.187 que o plano (β) contém (A)(B).

Encontramos a charneira que é a reta (1)(2) e sabemos que.e (B)1.G da reta (A)(B). logo. temos que encontrar a interseção do triângulo com o plano (α). Fig. assim achamos a charneira. como os pontos (1) e (2) pertencem tanto ao triângulo quanto a charneira. eles estarão no mesmo lugar após o 143 .187 Ex2: Rebater o triângulo (A)(B)(C) sobre o plano frontal (α). O triângulo (A)(B)(C) define o plano que devemos rebater. encontramos então a V.

Fig. Sabendo disso.rebatimento.188 144 . Achamos então o triângulo (A)1(B)1(C)1. podemos rebater apenas um ponto e depois achar os outros. que é a V. pois já vimos que um ponto rebatido cai sempre sobre uma perpendicular a charneira. Assim diminuímos a imprecisão.G do triângulo (A)(B)(C).

primeiramente rebatemos o plano da figura obtendo as “porções úteis” dos diedros (ver abaixo).25.G. pois no lugar de achar a distância d e 145 . Nos problemas de alçamento. → Porções úteis dos diedros: Fig. ALÇAMENTO O alçamento é o inverso do rebatimento.G. pois temos a V. 189 Para rebater o plano podemos usar um atalho. de um objeto e queremos encontrar as projeções. Dentro da respectiva porção útil se desenha a V. e usando as retas auxiliares desenhadas e suas respectivas épuras obtemos as projeções da figura.

h podemos escolher um ponto V’ sobre o traço vertical e fazer uma circunferência com o raio igual à distância de V’ até (T). 190 Qualquer ponto (A) de projeções A e A’ será rebatido em (A)1. Achamos o lugar por onde (απ’)1 passa através de uma perpendicular a charneira a partir de V. Observe que podemos utilizar o método do triângulo de rebatimento ou o atalho que chegamos à mesma resposta. → Retas auxiliares para o alçamento: Fig. como fazemos no rebatimento com o triângulo. Se o rebatimento é feito sobre o plano vertical. (r) e (s) são retas horizontais auxiliares. 146 . então as auxiliares são frontais.

T.1} (B) {4. (fig. Temos o triângulo em épura.?..Ex: determinar as projeções de um triângulo eqüilátero (A)(B)(C) contido no plano (α) tendo (C) a maior abscissa. (T){0.0} απ’= 60 απ= -30 (A) {2.191 Primeiro rebatemos (A) com o auxilio de (r) e temos (B)≡(B)1. isso pelo fato de ele ser eqüilátero. Temos um lado do triângulo e conseguimos então achar o triângulo inteiro. já que B’ está sobre a L.?. (T) pertence a (α). Agora.0. alçamos (C)1 e encontramos (C) com o auxílio de (s).0} Fig.191) 147 .

do segmento. PROBLEMAS MÉTRICOS Em problemas métricos iremos determinar a V. Ex. • Ângulo entre uma reta e um plano. Iremos ver: • Distância entre dois pontos. • Distância entre um plano e um ponto. de um segmento de reta ou um ângulo. podemos traçar um segmento de reta que passe pos eles e transformar esse segmento em frontal ou horizontal. que é a distância d que nos interessa.G. • Ângulo entre dois planos.26. Distância entre dois pontos Quando quisermos a distância entre dois pontos. pois assim estaremos encontrando a V. • Ângulo entre duas retas. • Distância entre reta e ponto.G. 148 . Usaremos os métodos descritivos vistos. • Distância entre duas retas. 1.: Encontrar a distância ‘d’ entre (A) e (B). • Distância entre dois planos paralelos.

já que a reta horizontal tem a projeção vertical em V. Assim. que obtemos a distância ‘d’ desejada. 192 Usando o procedimento de M. a partir do ponto.H. uma perpendicular a reta e encontrar o ponto (I) de interseção da reta com a perpendicular.192) encontramos a distância ‘d’ entre (A) e (B). Distância entre reta e ponto • Se a reta for paralela a um dos planos de projeção (horizontal.G. Ex. 149 . frontal. frontohorizontal.Fig. 2. Devemos então traçar. basta transformar a perpendicular em frontal ou horizontal e achar a sua V.P. vertical ou de topo).G. (fig.: Encontre a distância ‘d’ entre (A)(B) e (C).

193 que a reta (A)(B) é frontal. Ex.Fig.: Encontre a distância entre (r) e (A).171) transformamos (C)(I) em horizontal encontrando a V. para achar a distância entre (C) e (A)(B).194). traçamos uma perpendicular a (A)(B).G. 194 Note que neste caso (fig. Não precisamos fazer M. que é (C)(I) e então.193 Observe na fig. que é igual à ‘d’. através de uma rotação(ver fig.P. logo. nem 150 . Fig. a reta (r) é vertical.

fig. • Se a reta for qualquer ou de perfil.: Encontre a distância entre (A)(B) e (M). então. Isso acontecerá com as retas de topo e verticais. transformamos (A)(B) em horizontal(ver fig. Encontramos então a distância ‘d’ que é I1C1.P.H.195 que temos uma reta qualquer.P. Agora.150).: Encontre a distância ‘d’ entre a reta (A)(B) e o ponto (C). através de uma M.rotação. Transformamos a reta (C)(I) em horizontal através de uma rotação em torno de um eixo que passa por (I). pois achamos direto a distância ‘d’. Ex. 151 . Basta transformar a reta em frontal ou horizontal e usar o mesmo procedimento anterior. Ex. Não podemos esquecer que o ponto (C) também muda na M. traçamos uma perpendicular à (A)(B) que é (C)(I).195 Observe na fig.

152 .P.196 Observe na fig. não podemos esquecer de passar (M) para o novo sistema também. Distância entre um plano e um ponto. Transformamos em horizontal através de uma M.196 que a reta (A)(B) é de perfil. 3. através de uma rotação em torno de (M).Fig.. transformamos (M)(I) em frontal e encontramos a distância ‘d’ que é M’I’. Traçamos uma perpendicular a (A)(B) por (M) e encontramos (I). Agora.H.

não precisamos utilizar nenhum método descritivo. • Se o plano for qualquer.197 que temos um plano projetante de topo. Então traçamos uma perpendicular por (A) e achamos (I). dependendo do plano.: Encontre a distância entre (α) e (A). da perpendicular. 197 Veja na fig. que pertence ao plano. Ex. achamos direto a distância ‘d’.• Se tivermos um plano projetante. horizontal ou fronto-horizontal.G. 153 . traçamos uma perpendicular ao plano a partir do ponto e achamos a V. Lembre-se que (A)(I) será a distância se a reta for frontal. Fig.

198 Observe na fig. transformamos (A)(I) em horizontal através de uma rotação e encontramos ‘d’.: Determine a distância entre (α) e (A). • Se o plano for paralelo à L.Ex. para encontrar o ponto (I). Neste caso.T.: Encontrar a distância entre (α) e (A). então passamos por (A) uma perpendicular à (α). 154 . pois queremos a distância entre (A) e o plano.198 que (α) é qualquer. Ex. para fazer (I) pertencer a (α). devemos rebater o plano na abscissa de (A) e encontrar a distância ‘d’. Assim. devemos lembrar que ele deve pertencer ao plano. logo. encontramos (I) que é o ponto de concorrência de (H)(V) e a perpendicular (ver traço de reta sobre plano). traçamos um plano projetante (β) sobre a perpendicular e achamos (H)(V) que é a interseção de (α) e (β). Após encontrar (I). Fig.

200 Veja na fig. “levamos” (M) até a abscissa de (A) para rebater.: Encontre a distância de (α).. Fig.T. 199 Veja na fig. Agora basta traçar uma perpendicular ao plano que encontramos ‘d’. • Se as retas forem paralelas.199 que (α) é paralelo à L.T. fazemos o mesmo procedimento anterior. até o ponto (A). 4.Fig.200 que fazemos o mesmo procedimento do exemplo anterior. Ex. então rebatemos (α) na abscissa de (A) e rebatemos também o ponto (A). porém. definido por (M) e a linha de terra. 155 . Distância entre duas retas. • Se o plano passa pela L.

P.. Após isso.G.P. transformamos as retas em frontais ou horizontais e então traçamos uma perpendicular as duas retas.201. 201 Observe que tínhamos duas retas paralelas na fig. então através de uma M.: Encontre a distância entre (r) e (s). transformamos ambas as retas em frontal(ver fig.V. rotacionamos (I)(J) em torno de (I) e transformamos em frontal para achar a V.G. Fig. Ex. traçamos (I)(J) que é perpendicular aos traços verticais e que representa a distância ‘d’. através de uma rotação. encontramos a V. I’J’ é a distância 156 .Através de uma M.145).. desse segmento que será ‘d’. Assim. assim.

Fig.E uma das retas é vertical ou de topo: Vemos a distância direto em épura. A distância entre as retas é a perpendicular aos traços verticais (observe isso no espaço com a ajuda de canetas e do diedro). . • Se as retas forem reversas. . Ex.E as duas forem horizontais ou frontais: Temos a distância direto em épura.202 que as retas (h1) e (h2) são reversas e (h1) passa por cima de (h2).: Ache a distância entre (h1) e (h2).procurada. Ex.: Encontre a distância entre (t) e (r). 157 .202 Veja na fig.

.E as duas retas são de perfil: Encontramos ‘d’ diretamente.203. Ex. 203 Observe que temos uma reta de topo e outra qualquer na fig.: Encontrar a distância entre (p) e (q) 158 .Fig. A distância ‘d’ é encontrada diretamente quando traçamos uma perpendicular à r’ a partir de t’.

então. Ex.P.Fig. alçamos esse ponto e encontramos a distância ‘d’. então temos que transformar uma das retas em reta de topo ou vertical através de uma M. pois assim caímos no caso de ter uma reta de topo ou vertical e outra qualquer.E as retas são quaisquer: Se quisermos a distância entre (r) e (s) quaisquer.: Encontre a distância entre (r) e (s) quaisquer. 204 Veja que rebatemos as retas e encontramos o ponto onde as retas têm as mesmas cotas e afastamentos. 159 . onde podemos encontrar a distância direto em épura.. .

para transformar (r) em reta de topo. Então. Após as duas M.P. pra transformar (r) em horizontal e depois uma M. • Se os planos forem de topo ou verticais. 205 Observe na fig. 5. Distância entre dois planos paralelos. Fazemos uma M.Fig.P. Não podemos esquecer de transferir (s) para o novo sistema em cada M. temos uma reta de topo e outra qualquer.P. 160 .205 que (r) e (s) são quaisquer e reversas. definimos os pontos (A) e (B) sobre (r) e os pontos (C) e (D) sobre (s).V.H.P.. então a distância entre elas é a perpendicular a s’1 a partir de r’1.

206 que (α) e (β) são de topo e a distância entre eles é a distância entre os traços verticais. Se os planos forem quaisquer. basta transforma-los em planos de topo ou verticais e proceder do mesmo modo do exemplo anterior. Fig. Ex.: Determine a distância entre (α) e (β). • Se os planos forem quaisquer.Teremos a distância direto em épura.206 Veja na fig. 161 .

: Encontre a distância entre (α) e (β).T.207 que os planos (α) e (β) foram transformados em planos verticais através de uma M. Se os planos forem paralelos à L. 162 ..: Encontre a distância entre (α) e (β). 207 Veja na fig. Fig.. Assim encontramos a distância d entre eles no segundo sistema de coordenadas.H.P. • Se os planos forem paralelos à L.Ex.T devemos rebate-los para encontrar a distância. Ex.

Para achar o ângulo entre duas retas concorrentes basta rebater o plano que elas formam..208 que os planos são paralelos à L. • Se as retas forem concorrentes.: Encontre o ângulo θ entre (r) e (s). 6. teremos o ângulo representado em V. pois assim.G..T.Fig. 163 . Ângulo entre duas retas. 208 Veja na fig. Ex. então rebatemos os planos e encontramos a distância d entre eles que é igual à distância entre os planos rebatidos.

209 Veja na fig. Traçamos uma horizontal (h) que seja concorrente com (r) e (s) e então escolhemos essa horizontal para ser a charneira. 164 .209 que temos duas retas quaisquer (r) e (s) que concorrem no ponto (I).Fig.: Encontre o ângulo θ entre (r) e (s). • Se as retas forem reversas. Para encontrar o ângulo entre duas retas (r) e (s) reversas. O ângulo θ é o ângulo entre (s)1 e (r)1. Ex. Rebatemos o ponto (I) e depois. então ligamos (I)1 com 2 e temos (s)1 e ligamos (I)1 com 1 e temos (r)1. como (1) e (2) pertencem à charneira. devemos tomar uma reta (t) paralela à (s) e que seja concorrente com (r). eles ficarão no mesmo lugar. assim o ângulo entre (r) e (s) será igual ao ângulo entre (r) e (t).

Ex. 165 . Escolhemos (h) para ser a charneira e rebatemos as retas (t) e (r). 210 Observe que (r) e (s) são reversas na fig.: Encontre o ângulo entre (r) e (α). tomamos a reta (t) paralela à (s) e concorrente com (r) em (I). Para tanto. 7. Assim. o ângulo entre (r) e (α) é igual ao ângulo entre a reta (r) e a reta interseção de (α) com (β).210.Fig. devemos traçar uma reta (s) concorrente com (r) e perpendicular à (α) e então fazer uma plano (β) que contenha (s) e (r). Encontramos o ângulo entre (r) e (t) que é igual ao ângulo θ entre (s) e (r). Ângulo entre uma reta e um plano Para achar o ângulo entre a reta (r) e o plano (α) devemos passar um plano por (r) que seja perpendicular à (α). Agora.

211 Observe na fig. Traçamos um plano (β) que contenha (s) e (r). encontramos o primeiro ponto de interseção (N). usando duas horizontais (h) e (h1). então basta encontrar o ângulo entre essas duas retas através de um rebatimento sobre uma plano horizontal. então. pois (s) é perpendicular à (α) (ver perpendicularismo). Traçamos uma reta (s) que seja perpendicular a (α) e concorrente com (r) em (I).211 que temos a reta (r) e queremos encontrar o ângulo que ela forma com (α). o ponto (M) encontramos devido à interseção dos traços horizontais. Devemos encontrar a interseção de (α) com (β). Agora temos (M)(N) e (r). pois o ângulo entre (α) e (r) é igual ao ângulo entre (r) e (M)(N). então achamos os traços (H) e (V) de (r) e (H1) e (V1) de (s). 166 . logo ele será perpendicular à (α).Fig.

: Encontre o ângulo entre (α) e (β). Ex. • Se os planos forem quaisquer Devemos transformar os dois planos em planos de topo ou verticais ao mesmo tempo. Fig. Ângulo entre dois planos • Se os planos forem de topo ou verticais Achamos o ângulo direto sem usar nenhum método descritivo. Ex. 212 Observe na fig. portanto o ângulo entre eles é igual ao ângulo formado entre os traços verticais. já que esses planos são projetantes. 167 .212 que (α) e (β) são planos de topo. Se os planos fossem verticais. Para isso. encontramos a reta interseção dos dois planos e transformamos em horizontal ou vertical. então o ângulo entre eles seria igual ao ângulo entre os traços horizontais.8.: Determine o ângulo entre (α) e (β).

V..T.H. transferindo (α) e (β) para o terceiro sistema. note que no segundo sistema os planos ainda são quaisquer.213 que termos dois planos quaisquer. 168 . Achamos (H)(V) que é a reta interseção de (α) com (β) e através de uma M. e transformamos (H)(V) em reta de topo. transformamos (H)(V) em horizontal. vemos que eles viraram planos de topo. Basta rebater os planos para encontrar o ângulo θ entre eles. logo. • Se os planos forem paralelos à L.P.Fig. Fazemos uma M. Ex.P.212.: Determine o ângulo entre (α) e (β). assim encontramos o ângulo formado entre eles igualmente feito na fig. 213 Observe na fig.

214 Veja na fig.Fig. 169 .214 que apenas rebatemos (α) e (β) (paralelos à linha de terra) sobre a mesma linha de chamada e encontramos θ.

pois tratam-se de planos que se interceptam. logo elas estão projetadas em V.G. 215 170 . Observe que as retas (A)(B) e (E)(F) são fronto-horizontais e (C)(D) e (H)(G) são de topo.215.27. o engenheiro pode calcular a quantidade de madeira necessária para caibros e pontaletes. as demais retas são determinadas com um simples cálculo de triângulo pitagórico. ela mostra a altura de qualquer ponto do telhado. A Geometria Descritiva pode ser utilizada com vantagens para solucionar telhados. Fig.. Assim. APLICAÇÃO DA GEOMETRIA DESCRITIVA EM TELHADOS Uma das dificuldades do engenheiro civil é a cobertura das edificações. Veja a fig.

Dar a épura dos seguintes pontos: (A) – no (βI). (E) – simétrico à (A) em relação ao (βI).0. (E) – no (πP).4].1. Traçar uma reta frontal que diste três unidades de medida de (π’). (C) – no II diedro. O ponto (A) está no (βI). (A) [2. Traçar a épura das seguintes retas: * Uma reta de perfil que contenha (A)[2. 5. que contenha o ponto (A) (pertencente ao (βP)) e o ponto (B) (situado no (πA)). (B) – no (βP).1) e esteja no (βI). 7. (B) [4. (D) – no III diedro. 2. (C) – simétrico à (A) em relação à (π’).1. encontre seus traços e os diedros por onde ela passa.5. * Uma reta horizontal que contenha um ponto pertencente ao (π’S). (E) – no IV diedro.-2]. EXERCÍCIOS • Pontos 1. • Simetria 3. faça sua épura.28. Dar a épura dos seguintes pontos: (A) – mais perto de (π) do que de (π’). (B) – no (π’S). (A) [2. Faça a épura de um ponto: (B) – simétrico à (A) em relação à (π). (D) – simétrico à (A) em relação ao (βP). (D) – no (πA). 171 .3]. Dada a reta (A)(B). (B) [-3.?.?. (C) – no (π’I). Dado o ponto (A) [2. (C) [5. Passe por ele uma reta (B)(C).4].1. 6. • Retas 4.?].1].

(E) [-1. Encontre a interseção de (α) com (β) quaisquer que tenham um ponto (T) [4. (A)[2.0]. Encontre a interseção de (α) com (β). III e IV diedros. 11.2. Sejam dois plano (α) e (β) que contêm (T) [0. Cota: απ’= 2 Afast.-1.4].2.3].0] em comum. (D)[1. 10. • Interseção de planos 12.4. Desenhar a épura de uma reta que passe pelo II.0] respectivamente.0.2. (B)[6. Por (A).-3]. * Uma reta frontal de afastamento nulo. απ’= 45° απ = -30° βπ’= 30° βπ = -135° 14.* Uma reta de topo que contenha um ponto pertencente ao (π’I).3.1].) 8. 13.?. Traçar por (A).: απ = 4 βπ’= 5 βπ = 1 172 .2]. traçar uma reta paralela à (B)(C). (A) [2. (B)[3.0.-4].0. Traçar duas retas (A)(B) e (C)(D) concorrentes.?.0.3]. (C)[6. • Posições relativas 9. * Uma reta qualquer que contenha (B) (cota igual à duas vezes o afastamento) e (C) (pertencente ao (πP).?]. achar a interseção dos planos.2].3.0] e (J) [3.-4. (D)[4. (B) [0. duas retas concorrentes e que sejam respectivamente paralelas a outras duas reta (B)(C) e (D)(E).2].1.-1]. (A)[1. (C)[0. (C) [5.

0] απ = -135° 17.0]. (A)(B) é a RMD.1.0.-2] (T) [3.0.15.5.2.1.4] (D) [5.3] (B) [3.2.4] (F) [6.2] cota: απ’= 1 afast. determine a interseção desse plano com um plano vertical (α) que contém (T). Encontre o ponto onde (A)(B) fura (α) que é paralelo à linha de terra.4] (B)[5.0] απ’= 120° απ = -135° Dica: Para conferir se sua resposta está certa.0] (A) [0.1. Encontre a interseção de um plano (α) que contém o ponto (T) com outro plano dado por sua RMD.0. (E) [1.4] 18.0.3.-3. απ’= 60° απ = -30° (T) [1. (D) [5. Determine a interseção de (α) com (β) dados pelas retas concorrentes (A)(B) e (B)(C) e (D)(E) e (E)(F) respectivamente. (A) [0. Encontre a interseção de um plano definido pelos pontos (A)(B)(C) com outro plano (α) que passa por (T) e é de perfil.0.2.0] (C) [3. Encontre o ponto que (A)(B) fura o plano definido pelas retas (C)(D) e (D)(E).-2].3. 20. (T) [2.4.0] (A) [0.0] (B) [3.2.2] (C) [4.4.0.5. Não use os traços dos planos.1] (B) [4. que é o ponto onde (A)(B) fura o plano. (B) [4.-1.5. estão sobre a mesma linha de chamada.1] (D) [0.0.2.7]. (A) [0.1] 16. Encontre o traço de (A)(B) sobre (α) que contém (T).0] (C) [3. verifique se M e M’. (A) [0.2] (E) [1.4] (T) [4.2. (C) [2.3.: απ = 4 21.4] (B) [3.3. Sabendo que (A)(B) e (C)(D) são retas paralelas que definem um plano.5] • Traço de reta sobre plano 19.0] 173 .4] (B) [0.4].3. (A) [2. (A) [5.

Por (A).P.3] (B) [?.2. Encontre o ponto comum aos planos (α) qualquer.2. traçar uma reta perpendicular à (α) que é paralelo à linha de terra. (A) [2.: Faça esse exercício para diversos planos diferentes. (β) paralelo à linha de terra e (γ) definido pelos pontos (A).2] • Mudança de plano 28. • Perpendicularismo 25.4.3. Fazer com que (A) fique no segundo diedro através de M. (β) paralelo à linha de terra e (γ) de perfil. (A) [3. Obs.5.22.3. Passar por (M) uma perpendicular ao plano definido por (A)(B)(C) sem usar os traços do plano. Por (A) traçar um plano perpendicular à (B)(C).1.4.4].: Faça esse exercício para diversos planos diferentes.3] 174 . Encontre o ponto onde a reta de perfil (A)(B) fura o plano (α). (C) [0. (A) [2.0. (C) [0. (A) [3.1].2.3]. (B) [3. (M) [3.3. Faça isso para o terceiro e quarto diedros também.: απ = 5 26. 24.4].5] 27. Fazer o ponto (A) pertencer ao (βI) através de M.0]. sendo que (α) é perpendicular ao (βP) e contém o ponto (T)[2.2.P. Obs. (B) e (C) quaisquer.4] cota: απ’= 3 afast. (A) [0.0]. Encontre o ponto comum aos planos (α) qualquer. (A)[2.0] απ’= 45° • Ponto comum a três planos 23. (B) [5.4] 29.1.

4] 36. se torne vertical através de uma M.4] 175 . (A) [2.6.4.1] 39. Transformar o plano (α) em plano de perfil. (A) [3. Faça uma M. (A) [2. sendo (α) qualquer. (α) é qualquer.1]. (B) [3.4.-4.5. encontre a outra projeção de (M) através de M. (A) [2. para que a reta (A)(B) pertença ao (βI). Verifique resolvendo com os traços.4.0]. (A) [2. faça com que (A)(B) fique perpendicular a (π’).P.0] 32.0] 34.3]. Tornar o plano (α) paralelo a L. Tornar a reta (A)(B) frontal através de M.P.3].T. (A) [0.T.0.2.P. (M) [3.P.P. Fazer com que o plano (α) que pela L.?. (B) [0.30.1] 37.P. Tornar a reta (A)(B) horizontal através de M.0].3] 31.0].P. 38.1]. (B) [5.4.P. (B) [5. (D) [6. (B) [4. (B) [2. (A) [0. Fazer com que as projeções horizontais de (A)(B) e (C)(D) fiquem paralelas através de M. 40. (A) [2. (C) [5.3].4.2.0].2].3] 35.-2.5]. (C) [2.1. Fazer com que o plano definido por (A)(B)(C) fique frontal através de M. (B) [?.P.2.3] 33. (B) [4.3. Através de uma M.4. (A) [2.-1.4].. (C) [3. Transformar o plano o plano definido por (A)(B)(C) em plano de topo sem achar os traços do plano.4. O ponto (A) pertence a (α). através de M.3.3.3].1. Sabendo que (M) pertence à (A)(B) de perfil.

Encontre as novas projeções de (A)(B) quando a rotacionamos 90° no sentido intihorário em torno do eixo de topo (e).4. Faça o ponto (A) pertencer ao (βI) através de uma rotação em torno do eixo (e) de topo. (B) [0.0].3. Fazer o ponto (A) pertencer ao plano (α) através de uma rotação. Tornar a reta (A)(B) de perfil em uma horizontal de cota nula. Faça o ponto (A) pertencer à reta (B)(C) através de uma rotação.?.4.1]. (A) [2.3.5] 176 .1].5].4. (C) [0.4.0].3.5]. (B) [4. (B) [2. Fazer com que a reta (A)(B) fique de perfil através de uma rotação.1]. (A) [2.?] 45. (A) [0. Transformar a reta (A)(B) em frontal através de uma rotação em torno de um eixo (e).5]. (B) [4.2. • Rotação 43.?. Verifique o que esse procedimento tem a ver com o rebatimento da reta de perfil. (Jogue os afastamentos para o lado direito da 2ª L.). [4.0. (A) [2.2]. (A) [3.3.3].1.5. (A) [3.3.V.1].P.4.3] (A) [3. απ’= 60° απ = -30° 47. (B) [6. Veja o que acontece para os pontos 42. (e) [5. (e) 48. (T) pertence a (α). Fazer a reta (A)(B) pertencer ao (βP) por M.2]. (T) [0.4. (B) [3. 49. (A) [2.2.3] 44.2]. Faça com que o ponto (A) fique com o afastamento igual ao dobro da cota através de uma rotação em torno do eixo (e) vertical.0. (e) [4.1].0].0] 46.0.T.41. (A) [5.

Fazer com que a reta (A)(B) fique contida em (α) (paralelo à L.2.4. Fazer o plano qualquer (α) ficar paralelo à L.50. (T) pertence a (α).5]. por meio de uma rotação.0] 52.0.4] 58.T.0].4.0] απ’= 60° (e) [3.0. Fazer com que a reta (A)(B) contenha (C) através de uma rotação. (A) [0. απ = -130° (T) [5.: απ = 4 54.0.?] απ = -45° 55. Fazer a de perfil (A)(B) pertencer a (π’).) através de uma rotação.0].0. 56. (C) [5. απ’= 45° απ = -60° (T) [0. 177 . απ’= 120° (B) [4. (T) pertence a (α). Fazer com que a reta (A)(B) pertença a (α) através de uma rotação. απ = -150° (T) [3. (B) [3. (T) pertence a (α).4.3]. (B) [4.5]. 57. (T) [0. Girar o plano (α) até que ele contenha a reta (A)(B) qualquer. (A) [2. Girar o plano (α) em torno de um eixo vertical até torná-lo de topo.T.0] 53.0].0] 51. (T) pertence a (α).0] (A) [4.2. (B) [4.0. cota: απ’= 4 afast. Fazer com que a reta de perfil (A)(B) fique contida em (α) através de uma rotação.3]. απ’= 150° (A) [3.0].4.4. Verifique o que esse procedimento tem a ver com o rebatimento da reta de perfil.2. (A) [0. Girar o plano (α) até que ele contenha (A).1.0.

G. (C) [7. (C) [4. (A) [0.0].6].1. (B) [6.5.5. de (A)(B)(C) através de rebatimento sobre um plano paralelo a (π) de cota 4. (A) [0.2].3] 62.• Rebatimento 59.2. (B) [5.4.G. (B) [4.2] 60. (B) [5. Rebater o triângulo (A)(B)(C) sobre (π’).0].0.5].5] 61. Determine a V.4].3.0. (A) [2. (A) [2.2. Rebater a reta (A)(B) sobre (π) para encontrar sua V.3] 178 .2. Rebater a reta (A)(B) sobre uma plano paralelo a (π’) com afastamento 3.

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