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Contos Eróticos Gay

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Coletânea de contos eróticos gay. Leitura picante recomendada para maiores de 18 anos.
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Esta coletânea de contos eróticos gays foi preparada especialmente para você! São contos selecionados e revisados enviados por amigos internautas que frequentam o blog The Sot Dick (http://softdick.blogspot.com).

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Boa leitura!

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Equipe Blog The Soft Dick the.soft.dick@gmail.com

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Inocência perdida
Estávamos no saudoso ano de 1967. Eu tinha somente sete anos de idade e pouco sabia a respeito de muitas coisas, principalmente sobre a chamada arte do sexo. Costumava brincar na rua de casa com alguns garotos vizinhos e nada ia além disso, até que um certo dia... Certo dia um colega da mesma idade que eu comentou que conhecia uma cabana onde sempre ia brincar. Fiquei entusiasmado e quis conhecer o tal lugar. Ele me disse que seria em breve. Alguns dias depois, eu estava sentado na calçada em frente de casa quando um menino se aproximou (devia ter por volta de uns 13 anos) e perguntou se era eu que estava querendo brincar na cabana. Respondi que sim. Ele me disse que era o dono da cabana e se eu quisesse, me levaria lá imediatamente, pois não era longe. Topei e seguimos rumo a um matagal que ficava embaixo da linha de transmissão de energia elétrica. O capim era muito alto e ele me explicou que aquele lugar era perfeito para brincar. Seguimos por uma trilha estreita até que chegamos à cabana que era coberta com um grande papelão. Também o chão era forrado com papelão. Ele me disse para entrar e, eu muito bobo, não me dei conta de quais eram as reais intenções do meu companheiro de brincadeira. Entrei e não havia nada dentro e então perguntei do que ele costumava brincar lá. Ele me explicou que brincava de “comer os meninos”. Dito daquela forma não fazia qualquer sentido pra mim. Percebendo meu espanto (acho que eu tinha uma interrogação na cara) ele se apressou em explicar melhor e foi logo dizendo para que eu não ficasse com medo que ele não iria me morder e, se eu quisesse, ele me mostraria como era aquela brincadeira, mas eu deveria fazer tudo o que mandasse. Eu disse que não estava com medo e faria o que ele pedisse. Aproveitando da minha completa inocência (ele sabia que eu nem desconfiava do que estava falando) se aproximou, me virou de costas e começou a me encoxar a bunda. Fazia movimentos de vai-e-vem contra meu corpo, en-

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quanto dizia baixinho no meu ouvido que nunca tinha visto um menino com uma bundinha tão fofinha quanto a minha e que estava gostando muito de brincar comigo. Fiquei todo contente com o elogio, embora não entendesse onde aquela esfregação nos levaria. Continuei ali em pé parado agradando meu colega. Vez em quando me perguntava se eu estava gostando e eu respondia que achava engraçado e não entendia o que ele estava fazendo. Ele me dizia que me preparava para me comer. Eu ria e ele gemia de prazer atrás de mim. Passado algum tempo daquela esfregação, ele tirou meu calção e pediu que eu ficasse de quatro como um cachorrinho. Fiquei na posição solicitada e percebi que ele pegou alguma coisa debaixo do papelão e logo após senti seu dedo lambuzando meu cuzinho com uma geléia (era vaselina, claro!). Depois de ter melecado bem a bunda, lá estava eu de quatro, senti quando que ele encostou alguma coisa em mim e começou a empurrar. Pensei que poderia ser seu dedo, mas então me dei conta de que ele me segurava pela cintura com as duas mãos. Perguntei o que estava fazendo e ele me respondeu que iria começar a me comer, mas que eu não deveria me preocupar porque ele faria bem devagar. senti Quando

entrar a cabeça do pinto, senti uma dor enorme e pedi que parasse tava porque doendo

muito a minha bunda. Ele me pediu pra ficar quietinho que logo eu não iria sentir mais nada e ficou parado pra eu me acostumar com aquela sensação estranha. Empurrou mais pouco o pinto e perguntou se ainda estava doendo. Eu disse que sim e era melhor ele parar, mas ele não me atendeu. Tampou minha boca com uma das mãos e com a outra me segurou forte pela cintura e fez entrar o restante que faltava. Soltei um grito abafado pela sua mão e lágrimas correram dos meus olhos. Ele parado esperando eu assimilar o golpe fazia movimentos leves de entrar e sair do meu cuzinho que estava ardendo muito. Disse-me que iria tirar a mão da minha boca, mas que eu não poderia gritar. Aos poucos fui me acostumando com aquele volume dentro de mim e ele percebendo isso foi intensificando seus movimen-

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tos atrás de mim. Sussurrava muitas coisas, algumas sem sentido e elogiava dizendo que meu cuzinho parecia de menina de tão redondo e gostoso que era. Como agora eu já estivesse completamente entregue a ele e deixando que fizesse comigo tudo o que queria, acelerou cada vez mais. Entrava e saia com muita facilidade, pois naquelas alturas minhas pregas já estavam bastante laceadas. Comecei a ter uma sensação gostosa de ser preenchido por dentro e como ele percebesse meu bem estar perguntou se eu estava gostando de ser comido por ele. Respondi que estava muito gostosa aquela brincadeira, que estava sentindo uma coisa engraçada por dentro (evidentemente que seu pinto estava friccionando minha próstata e isso estava me dando uma sensação de prazer). Como eu estivesse gostando de ser enrabado ele aumentou ainda mais o vai-e-vem, me segurou com muita força e enfiou o pinto o mais fundo que pode, fazendo-me sentir um líquido quente dentro do meu cu (só depois descobri que se tratava de porra). Continuou ainda por alguns instantes dentro de mim e foi saindo devagar. Fiquei um pouco frustrado pela brincadeira ter acabado porque estava adorando, mas nada falei, apenas senti escorrer pela minha coxa aquele líquido quente. Ele pegou um pano que trouxera consigo e limpou minha bunda e pernas e o próprio pinto. Ainda sem o calção, sentei no chão e vi seu pinto meio amolecido e perguntei se tinha usado o pinto para me comer. Ele me falou que sim e que tinha gostado demais da minha bunda e perguntou se eu deixaria ele me comer de novo. Respondi que deixaria porque eu tinha gostado de brincar com ele. Ele me pediu para eu chupar sua rola e como eu não soubesse o que ele queria, aproximou-se de mim, mandou-me abrir a boca e enfiou o pau mole dentro dela. Pediu que eu tomasse cuidado com os dentes e mandou que eu fizesse como se estivesse chupando um sorvete. Meio sem jeito, mas com vontade de agradar meu homenzinho, comecei uma chupeta. Ele empurrava o pinto dentro da minha boca e eu chegava a engasgar, mas não parava de chupar. Seu caralho foi endurecendo de novo (não era grande, devia ter uns 13 cm, de média grossura) e após ficar chupando por uns 20 minutos, ele gozou na minha boca. Senti um gosto muito estranho, meio salgado. Ele mandou que eu engolisse a porra dele. Permanecemos lá na cabana por mais uma meia hora antes de sairmos e durante esse tempo ficamos conversando sobre o que tinha acontecido. Ele me falou que eu tinha sido o garoto mais gostoso que ele já tinha metido na bunda, que iria querer me comer sempre, pois minha bunda era especial e que eu não poderia contar nada pra ninguém o que tínhamos feito, senão nunca mais poderíamos brincar assim. Guardei segredo para sempre.

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Eu acabei me tornando seu viadinho de plantão e quanto mais ele me fodia mais eu gostava. Cada vez aprendia a fazer mais e mais coisas. Além de ser enrabado, eu chupava (estava ficando craque) e batia punhetas pra ele. Fui aprendendo muitas coisas sobre sexo e de como agradar meu senhor. Gostava de me sentir submisso, sentava no seu colo até ele estar completamente atolado dentro de mim. Embora meu cuzinho estivesse totalmente arrombado, eu não ligava e três ou quatro vezes por semana ele me possuía na nossa cabaninha secreta. Passaram-se uns oito meses e minha família mudou-se para outra cidade. Mas como eu já estivesse viciado em levar rola no cu, logo tratei de arrumar um amiguinho que pudesse saciar meus desejos mais secretos, mas isso são novas estórias que continuarei contando brevemente. Todos os fatos narrados aqui são reais e aconteceram há muito tempo. Se você gostou da minha história, poderá comentar enviando e-mail para ca.brasil2007@hotmail.com.

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Iniciação em três tempos
Minha primeira experiência sexual aconteceu quando eu era bem novinho. Eu era um menininho branquinho, lourinho, olhinhos azuis, bem mimadinho, mas não era afeminado. Lembro-me que foi na casa de um coleguinha da rua onde eu morava. Na cena que me recordo, eu me encontro deitado de bruços, nu da cintura para baixo, com o Serginho tentando me penetrar com seu pirulitinho. Se eu não me engano, ele deve ser um ou dois anos mais velho que eu. Não me recordo como eu fui parar lá, nem em que circunstâncias, mas me lembro de sentir o pauzinho dele esfregando no meio da rachinha de minha bundinha de menininho inocente e gostar daquilo! Depois de um tempo, nos vestimos e quando estávamos para sair de sua casa, Serginho pediu para fazer de novo, o que prontamente eu topei, e pouco depois, estava eu deitado novamente de bruços com meu amiguinho tentando enfiar o seu birrinho dentro do meu anelzinho virgem. Desta vez, ele conseguiu, creio que devido à lubrificação natural que teria vazado de seu piruzinho, pois não me lembro dele ter lubrificado a piroquinha, nem nada! Pois, bem... O fato é que ele conseguiu me penetrar, e eu adorei a sensação. Entretanto, para minha surpresa e decepção, ele mijou dentro de mim... Molhando-me todo, já que a urina não se reteve e acabou vazando! Fiquei muito envergonhado, me vesti correndo e fugi para minha casa. Enquanto corria, eu podia ouvir Serginho rindo de mim. Nos dias que se seguiram, Serginho e a família dele acabaram mudando do bairro em que eu morava, mas a lembrança daquele dia nunca mais saiu de minha cabeça. A sensação da penetração permanecia em mim e eu queria experimentar aquilo de novo! Algum tempo depois, minha própria família mudou-se para outro bairro, para um condomínio fechado, onde minha iniciação sexual continuou, ou de fato, como quiserem, começou! Nosso novo lar, como eu disse acima, era um condomínio fechado, com várias crianças da mesma faixa etária que a minha, entre sete e dez anos, inclusive vários primos e primas. Dois meninos, logo se tornaram meus amiguinhos, o Índio e o Aílmo. Andávamos sempre juntos, brincávamos e íamos à escola, que ficava dentro do próprio condomínio, juntos.

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Não sei como começou ao certo, mas sei que foi com o Índio, durante uma brincadeira de pique-barrilhe, um tipo de esconde-esconde. Estávamos escondidos no depósito de material de construção do condomínio quando começou a me encoxar. Ele mandou que eu me abaixasse para ficar vigiando se alguém que estivesse no pique se aproximava de onde nós estávamos escondidos, e assim eu fiz. Com isso ele se aproveitou para ficar atrás de mim e encostar a sua piroquinha em minha bundinha, empurrando e esfregando. Mesmo através do tecido do calção, eu podia sentir que ele estava com o piruzinho duro me espetando bem no meio da minha rachinha. A lembrança da sensação que havia sentido com Serginho, daquele pintinho entrando no meu buraquinho, voltou forte em minha mente, por isso eu fiquei quietinho, só aproveitando, deixando que ele fizesse o que queria. Durante dias ficamos assim, sempre à tardinha, reuníamos a molecada para brincarmos de pique-barrilhe, depois nós dois nos escondíamos no depósito, eu me posicionava para ficar vigiando e o Índio se colocava atrás de mim para ficar me encoxando. Eu me lembro que ele chegava a me segurar pela cintura para controlar melhor a encoxada. Certo dia, durante uma dessas brincadeiras, quando eu já me posicionava para ficar vigiando, ele me propôs que nós fizéssemos uma meínha, um tipo de troca-troca, que na teoria funcionaria da seguinte maneira: primeiro um menino come e o outro, para depois, aquele que deu inicialmente, comer o que o já havia comido, mas na prática não funciona bem assim, ou seja, o mais espertinho só come o mais bobinho, e o mais bobinho só dá para o mais espertinho! Depois de ouvir a proposta de Índio, fingi ficar preocupado, dizendo que não sabia se aquilo era certo, que saliência era feio, etc. Mas, por fim, acabei cedendo, e logo estava eu na minha posição de vigia, com o calção arriado até o joelho, com a bundinha empinadinha na direção de meu coleguinha. Índio, por sua vez, tomou sua posição atrás de mim, colocou o pau para fora, e eu passei a sentir o membrozinho duro dele, pele a pele, forçando a entradinha de meu anelzinho. Fiquei todo arrepiado com aquele contato! É claro que a seco, não entrava de jeito nenhum. Mesmo com Índio me segurando pela cintura, não adiantava. Eu fiquei agoniado, pois eu queria ser penetrado de qualquer jeito e a falta de experiência de meu coleguinha impedia que a penetração se consumasse! Um misto de expectativa, medo e frustração tomou conta de mim: expectativa por que eu queria muito ser penetrado outra vez; medo por que eu temia que ele mijasse em mim como o Serginho havia feito; e frustração por que eu pensava que ele não conseguiria me penetrar de jeito nenhum, a não ser se

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me mijasse. Quando já estávamos quase desistindo de nossa brincadeira, Índio teve a idéia de molhar, ou lubrificar, seu pintinho com saliva e tentar a penetração pela última vez. E para meu alívio, e para a alegria do meu amiguinho, funcionou! Todavia, não passamos disso. Índio me penetrou e eu adorei, ficou com o pintinho dentro do meu cuzinho um tempão, paradinho sem fazer absolutamente nada! Depois, ele fingiu ter ouvido um barulho qualquer, nos vestimos rapidamente e saímos dali assustados. Não sem antes, prometermos um para o outro que não contaríamos o nosso segredinho para ninguém! Com o passar do tempo, nossa brincadeirinha de meninos travessos, passou a não ter hora nem lugar, bastava nós nos encontrarmos, seja na escola, no playground do condomínio, durante uma brincadeira qualquer, em qualquer tempo e lugar, sempre arrumávamos um jeito de fazermos uma meínha. Onde o que valia era o nosso acordo tácito dele sempre me comer e eu sempre dar, eu nunca sequer aventei a possibilidade de haver a tal troca, isso nem passava pela minha cabeça, estava completamente satisfeito com o meu papel de ser mulherzinha. Tudo corria às mil maravilhas para nossas brincadeiras, até que, não me lembro o motivo, o Índio ficou de castigo durante um bom tempo, não podendo descer para brincar, só nos restava nossos encontros furtivos no banheiro da escola, o que era muito arriscado e cada vez mais perigoso, por conta de um primo dele que recebera a incumbência de delatar aos pais do Índio tudo que ele fazia na escola. Por fim, nos demos por vencidos, desistindo de continuar com nossas brincadeiras. No entanto, durante uma brincadeira de pique-barrilhe no condomínio, o Aílmo, um dos meus amiguinhos inseparáveis, me chamou para que nós nos escondêssemos juntos, justamente no depósito do condomínio. Mal chegamos lá e Aílmo me cantou, literalmente, para que nós fizéssemos uma meínha. Fiquei meio espantado com o convite, mas isso até seria normal, já que eu ficara sabendo que a maioria dos garotos do condomínio fazia meínha uns com os outros, o que me assustou, de certo modo, foi ele já estar passando a mão na minha bunda e dizendo que ele me comeria primeiro e depois eu poderia comê-lo. Como eu estava muito a fim de voltar com as minhas brincadeiras, disse que aceitaria somente se ele prometesse a não contar para ninguém que nós faríamos meínha, principalmente para o Índio. Ele jurou que assim o faria, beijando os dedos em cruz, e eu concordei. Ele me virou de costas para ele, mandou que eu abaixasse o calção, apoiasse as mãos nos joelhos a fim de que minha bundinha branquinha e lisinha ficasse apontada em sua direção. Ele se posicionou atrás de mim, assim como Índio fazia e ordenou que eu me mantivesse quietinho e vigiando se não chegaria ninguém para que não fossemos surpreendidos. Aílmo era

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bem mais espertinho que o Índio, pois ele não perdeu tempo tentando uma penetração a seco, foi logo lubrificando meu cuzinho com cuspe e enfiando a piroquinha em mim. Meu novo amante tinha um pauzinho bem mais grosso do que o de Índio, tanto que, mesmo com a saliva espalhada por ele em meu cú, assim que a cabecinha saltou para dentro de mim, eu senti uma dor horrível e pedi para ele tirar, pois doía muito. Contrariado, Aílmo concordou, mas não se deu por satisfeito, pediu, então, que eu chupasse o seu pirulito! É claro que eu não concordei de início, porém, como ele era mais forte do que eu, me senti ameaçado e acabei concordando. Nú da cintura para baixo, ajoelhei em cima do calção e coloquei o pinguelinho de Aílmo na boca. No início senti certo nojo, mas depois de experimentar o gosto de ter uma piroca em minha boca, me deliciei. Chupava e lambia, alternadamente, como se fosse natural para mim, sem que ninguém tivesse me ensinado nada. A essa altura, Aílmo, estava cada vez mais excitado e, quando já não estava mais agüentando de tanta excitação, ele me levantou pelos cabelos, me fazendo voltar para a posição inicial e sem qualquer demonstração de piedade, enterrou seu cacetinho em mim de uma vez só! Mas, desta vez não doeu tanto... Talvez, por estar muito lubrificado devido a minha chupadinha, ou por que meu cuzinho já estivesse mais larguinho, ou ainda pelo fato de eu também estar muito excitado. O fato é que desta vez não doera quase nada. Sem se preocupar com isso, Aílmo, enterrou seu pauzinho em mim e continuou me puxando para si, como se quisesse enterrar mais do que podia, me apertava, me abraçava e suava como se tivesse acabado de jogar uma partida de futebol no campinho! De repente, ele deu uma tremidinha e estancou. Ficou parado por um tempo até que, lentamente, seu pirulitinho foi escapulindo de dentro de mim, murchinho, murchinho. Nesse instante, ele começou a se vestir e me mandou fazer o mesmo. Quando estávamos prestes a sair do depósito, ele disse que sabia que o Índio me comia e que agora eu teria que dar para ele também, do mesmo jeito que eu fizera naquele dia. E antes que eu dissesse alguma coisa, ele ameaçou me bater se eu não fizesse o que ele dissera! Concordei, e concordaria mesmo sem a ameaça, pois eu havia gostado mesmo de tudo que acontecera naquele dia. Tempos depois, quando Índio saiu do castigo, Aílmo me fez contar para ele que agora o Aílmo também me comeria, se ele, Índio, quisesse poderia continuar me comendo, mas o Aílmo teria que estar junto também! Assim, a partir daquele dia, passamos a nos esconder os três juntos quando brincávamos de pique-barrilhe, e em outras oportunidades em que nos encontrávamos a sós eles se revezavam entre meu cú e minha boca. Passei a ser a mulherzinha dos dois. Durante os dois anos que se seguiram, continuei a servir aos meus dois amiguinhos, éramos chamados de os três mosqueteiros, de tanto que andávamos juntos.

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Entretanto, num certo dia, minha família se mudou para outro bairro, e nossas brincadeirinhas tiveram fim. Mudamos para outro bairro, mais urbano, com mais crianças, mais meninos...e meninos mais espertos! Mas isso, já é uma outra história.

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Branquinho na praia
Oi. Eu sou o Branquinho e tenho uns contos já espalhados pela net, como o primeiro “Branquinho e o pedreiro”, e “Branquinho e o quitandeiro”, Branquinho e o paraíba” e “Branquinho e os garotos”, “Branquinho na escola” e “Branquinho e o empregado de papai”. Eu tinha ainda quatorze anos e fui de férias com um tio numa pequena cidade da região de Mangaratiba no Rio de Janeiro. Meu tio tinha duas filhas: Simone, com uns 16 anos, Monique, com a minha idade, e um filho caçula, Magno, com 12 anos. Chegando na casa da praia, meus tios nos dividiram pelos três quartos sendo o casal na suíte, as meninas no quarto ao lado e eu e Magno num quarto menor que ficava nos fundos da casa. Deixamos as coisas nos quartos e fomos à praia. Eu não tinha muito contato com eles e, como sempre fui muito tímido, Aretuza, a mulher do meu tio me cobria de cuidados. Assim, ela mandou que os filhos me levassem para conhecer a praia enquanto ela e meu tio ficaram com amigos num quiosque. Meus primos eram muito metidos e chatos. A Simone achava que era mocinha e não queria ficar com “pivetes”, indo logo embora. Ficamos eu, Monique e Magno. Não era temporada e aquela região estava longe de ser um balneário da moda. A praia estava vazia e fomos nos afastando até chegarmos numa área quase deserta, perto de umas pedras. Íamos seguindo Magno e, logo, ele encontrou a sua “turma”, três garotos, dois da sua idade e um bem mais velho e muito estranho. Ele era chamado pelos outros de Janú, acho que de Januário, e, ao contrário de nós era nascido ali. Janú devia ter uns dezesseis para dezessete anos, mas parecia um menino, em seu jeito de falar e atitudes. Era mulato, um pouco gordo, mas muito forte. Magno não gostou muito quando viu que ele estava com os amigos, mas não se manifestou muito, acho que por medo de Janú. Um dos meninos sugeriu que fomos para o “pocinho”, um rio canalizado por pedras que desaguava no mar e onde eles caçavam pitus. Chegando lá, num local ermo, entendi o porquê do desconforto de Magno. Enquanto descíamos no rio, Janú ficou de olho na Monique, que era uma garota magrela e chata, mas que bastou para que o mulato ficasse com uma visível ereção sob o short surrado. Sem coragem para tomar uma atitude, Magno chamou Monique para ir embora, sob protestos da garota que (acho) nada percebia. Ainda assim foram embora e os outros meninos insistiram para que eu ficasse. Como achava meus primos uns chatos e quisesse companhia, fiquei.

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Depois que eles foram embora, os meninos começaram a falar sacanagens a respeito da Monique e mesmo da Simone como “já tinham feito isso ou aquilo com elas”. Tudo mentira, claro, mas o bastante para Janú completar a sua ereção num volume impressionante e os outros já armarem as suas piquinhas. Dentro do rio, que era ladeado por paredes de pedra mais altas, sentamos e ficamos conversando. Janú já alisava o pau por cima do calção e contou uma história de um menino viadinho, filho do dono da casa em que seu pai era caseiro, que ele levou para comer ali. Os outros meninos ficaram excitadíssimos com aquela história e Janú dava detalhes. Disse que o garoto quis fugir dele por causa do tamanho de sua “manjuba”, mas que ele não ia ficar “na mão” e acabou comendo-o meio à força, mas que ele acabou gostando, embora chorasse muito na hora e que ele já o havia comido na casa dele algumas vezes, enquanto os pais do menino estavam na praia. Disse Janú que o garoto passava óleo de cozinha no cu e ficava de bruços na cama para aguentá-lo todo. Todos conheciam o garoto e riram muito. Eu já não tirava os olhos da mala do garoto e os outros meninos ficaram gozando com ele, dizendo que a pica dele não era tão grande e tal. Janú ficou de pé e arriou o calção. Uma pica quase preta, mais escura que ele, enorme saltou e bateu na barriga dele. Devia ter uns 18 ou 19 cm, com uma cabeça avermelhada e pontuda. Sua pica começava fina, engrossava no meio e afinava na ponta. Tinha um veia enorme num dos lados e era grossa como um pãozinho. Os outros garotos assustaram-se. O mais novinho, ao menos aparentemente, disse que tinha que ir embora e fugiu. Os outros dois, Marcelo e Lininho ficaram e Lininho disse que ele devia ter “arrombado o Neném (apelido do menino que Janú disse que tinha comido)”. Eu já não conseguia desviar os olhos da pica que Janú manipulava diante de nossos olhos. Então, Janú disse: - Agora fiquei com tesão, mas não gosto mais de tocar punheta. Um de vocês vai tocar uma pra mim. Lininho deu um salto e tentou escalar o murinho, mas Janú segurou-o pelo tornozelo e ele desceu de bunda na água. Janú pôs o menino à sua frente, pôs a mão dele na pica e o mandou “tocar uma”. Lininho fez alguns movimentos mas disse que ia contar para o seu pai que ele o obrigara e que não era viado como o Neném. Marcelo aproveitou para fugir e Janú mandou Lininho ir embora. Eu comecei a subir, mas nunca fui bom nessas coisa (e talvez nem quisesse mesmo ir embora) e Janú agarrou-me pela cintura e desceu-me, dizendo: - É tu que vai me aliviar e se contar pra alguém já sabe...

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Sentei-me numa pedra à frente dele comecei a punhetá-lo. Já estava louco de tesão. Mas sabia que o que ele fizesse ali contaria aos outros depois, assim melhor que eu tivesse sido “obrigado”. Depois de uns dois minutos de punheta, Janú pôs a mão em minha nuca e, com firmeza, foi baixando a minha cabeça até a pica. Quando meus lábios encostaram na cabeça avermelhada, que cheirava à maresia, ele abaixou-se e falou no meu ouvido: - Chupa, viadinho. Caí de boca e mamei aquele caralho com gosto. Logo Janú percebeu que eu não era assim tão “obrigado”, principalmente quando me ajoelhei na areia e pus seus ovos na boca. Novidade que o fez gozar no ar melando as minhas costas. Janú arfava e ria enquanto eu lambia a porra que restava no pau. Enquanto lavava a pica no rio, Janú segurava-me pelo pulso para que eu não fugisse mas logo viu que não era preciso. Deitou-se então numa pedra maior e começou a conversar. Disse que era doido pra comer as filhas dos turistas, mas elas não queriam nada com ele, mesmo as mais “sem-vergonhas”. Disse que a minha prima Simone chupava e dava o cu para o namorado ali mesmo e que já tinha comido uma das mães dessas meninas quando foi fazer um serviço a mando do pai dele e o dono da casa havia ido ao Rio de Janeiro para resolver problemas de trabalho. Disse que tinha comido o cu da mulher e só não o fizera de novo porque o “corno estava sempre perto”. Essas lembranças (ou invenções?) foram excitando Janú e a pica começou a crescer. Ele mergulhou na água até a cintura e quando levantou ela já esta mais de 90 graus para cima. Janú me chamou para mamar de novo. Eu comecei pelos ovos e ele “elogiou”: - Você chupa feito puta. Chupei bastante, bem babado, e depois de uns dez minutos Janú levantouse e me mandou tirar a sunga. Fiz o que ele mandou e pendurei-a num galho próximo. Janú me empurrou para a pedra grande e lisa em que estava deitado e me pôs com o peito na pedra e a bunda pra cima. Cravei os pés na areia dentro d’água e busquei empinar o máximo meu cu. Era desconfortável e doíam as minhas coxas na quina da pedra. Pensei em sugerir um lugar melhor (mas onde?), mas Janú já estava com a ponta da pica encostada na minha olhota. Nunca gostei de sexo em água pois acaba com qualquer lubrificação e Janú estava pouco ligando para o meu conforto. Senti sua mão segurando firme minhas ancas e logo ele meteu de uma vez. A dor era muita e dei um grito, mas meu macho continuou sem pena. Eu já estava acostumado com isso, macho que é macho não liga para dor de viado, e suportei como pude. Não foram mais que dez bombadas fortes e secas, Janú gozou retesando-se e apertando minha

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cintura como se a quisesse rasgar. Depois de gozar Janú tirou a rola ainda dura, causando um barulho de rolha (plop!) dando a impressão que o cu ia sair junto. Era pouca porra, porque ele já tinha gozado, mas deu para senti-la escorrer. Janú mergulhou na água, limpou a pica e saltou para o alto do muro, pondo o calção e repetindo a inútil ameaça: - Se contar pra alguém... E foi embora. Eu me lavei no rio também, vesti a sunga e fui embora meio “descadeirado”. Na volta para a casa encontrei Magno, Monique e Simone. Eles haviam levado uma bronca por terem deixado o primo sozinho e iam me buscar. Simone estava “puta” por ter de cuidar de “pirralhos” e Magno tinha encontrado com Marcelo e Lininho e estava muito curioso. Minhas primas ficaram conosco na praia, por ordem da mãe, e eu e Magno fomos para a água. Magno falou que os amigos disseram que eu fiquei lá com o Janú e que o menino já tinha tentado comê-lo. Perguntou o que tinha acontecido. Menti dizendo que tinha fugido logo depois, mas que, no susto, pegara o caminho errado e tivera que voltar. Ele não acreditou muito e, pra variar, acho que já estava sacando a minha, apesar de todos os meus esforços para não dar bandeira. Depois do almoço com meus tios eu quis dar um cochilo, pra ver se me recuperava da enrabada violenta de Janú pois meu cu ardia muito, principalmente depois de ter pego água salgada. No fim da tarde brincamos com jogos em casa e, à noite, Simone foi à praça da cidadezinha, meus tios foram à casa de amigos e Monique à casa de amiguinhas. Eu e Magno também íamos à pracinha, mas meu primo ficou enrolando e acabamos ficando sós. Magno disse que encontrara Marcelo e Lininho à tarde e que eles tinham visto o Janú. Eu gelei, mas fiz que não era comigo. Ele disse que os colegas ouviram de Janú que ele tinha me comido e que eu tinha “engolido os ovos dele”. Eu neguei, falei que Janú era mentiroso. Magno perguntou se ele tinha me forçado. Aí eu titubeei entre a negativa e a versão da “curra”, dizendo que não tive jeito, que não gostara. Tentei voltar à versão de que nada tinha acontecido, ou seja, me enrolei todo. Magno disse que se eu tinha sido obrigado, ele falaria com o pai dele. Eu pedi que ele não o fizesse. - O Janú falou que você “chupou gostando” e ficou “esperando a metida dele”. Eu já estava vermelho e sem saber o que dizer. Meu primo disse: - Não conto para o papai, mas você vai ter que me chupar também.

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Quando olhei a pica dele, ela já estava fora do calção. Magno sentou esparramado no sofá, ajoelhei-me entre suas pernas e comecei a chupar seu cacetinho de uns 13 cm. Logo ele mandou que eu engolisse os ovos, como fizera com Janú. Atendi ao meu primo e ele suspirou fundo. Com certeza foi a primeira chupada da vida dele e gozou em tempo recorde. Engoli a porra rala e, preocupados com a possível chegada de alguém, ele vestiu o calção e fomos para a praça. Lá encontramos Marcelo, Lininho e outros meninos e logo percebi que mal falavam comigo, o que queria dizer que a história já tinha se espalhado. Ali mostraram também o tal Neném, que caminhava junto aos pais. Não pude acreditar que aquele garoto havia suportado o Janú. Janú passou por mim rindo, confirmando para os outros a história. Horas depois os meus tios passaram de carro pela praça para levar todos para casa. Simone e Monique já estavam no carro e meu tio “puto” porque havia pego a filha “se agarrando” com o namorado. Chegando na casa, fizemos um lanche e meu tio desligou o gerador (não havia luz elétrica nessa região) e fomos para a cama. Eu estava com medo da repercussão dos fatos daquele dia, mas também exausto, então adormeci rápido. Não sei quanto tempo dormi, mas fui acordado com uma sensação estranha. Já estava com o short no tornozelo e um dedo melava meu cu. Fiquei quieto e logo me dei conta de que Magno estava me lubrificando. Meu primo subiu em cima de mim e encaixou a pica no meu cu. A manteiga, a piquinha de doze anos e o caminho recém-aberto por Janú fizeram uma foda prazeirosa, quase um carinho. Acho que nem vi meu primo gozar. Dormi tomando no cu pela única vez na vida. Quando acordei pela manhã meu calção já estava no lugar, meio mal ajambrado, e meu primo já havia saído. O restante, eu conto depois...

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Já iniciado, mas aprendendo
Eu estava com 18 anos de idade, branquinho, lourinho e olhinhos azuis. Quando eu e meus pais nos mudamos, minha maior preocupação era fazer novos amigos no ambiente novo. Para meu alívio, a maioria dos meninos e rapazes da rua em que eu fora morar faziam o mesmo cursinho pré-vestibular que eu, por isso, não foi difícil para eu fazer novas amizades. Todos os meninos, depois que saiam do cursinho, marcavam para se encontrar num larguinho que existia bem no meio de nossa rua. Lá, nesse larguinho, todos ficavam conversando, e, pouco a pouco, fui me inserindo no meio da turma, principalmente quando o Maurinho, um rapaz mais velho que eu três anos, passou a se sentar comigo e conversar sobre um monte coisas... Música, dança, cinema, novelas, futebol e contar piadas. Eu adorava ouvir as piadas de sacanagem que o Maurinho contava! Acabei firmando amizade com ele. Passamos a andar juntos, e toda vez que eu iria sair, eu ligava para ele e vice-versa. Assim, nada mais natural que sempre que eu me encontrava em algum lugar, Maurinho estava junto ou por perto, o me dava certo conforto, pois os outros rapazes praticavam umas brincadeiras um tanto quanto estúpidas, as quais envolviam brigas e violências sem sentido e aquilo não me agradava em nada. Num determinado dia, em que nos encontrávamos sozinhos no larguinho, Maurinho, do nada me perguntou se eu já tinha feito meínha alguma vez. De início eu neguei, mas depois que ele me confidenciou que fizera umas duas vezes com outros meninos, os quais haviam se mudado para outro bairro, acabei confessando que também já fizera. Logo que ouviu minha confissão, Maurinho se transformou. Queria por que queria saber se eu tinha comido ou apenas dado. Respondi que as duas coisas, o que parece ter surtido um efeito meio broxante no meu novo amigo, mas acabei dizendo que tinha dado mais do que comido. Meu feeling estava certo, pois rapidamente Maurinho voltara à postura anterior, estava visivelmente excitado. Ele, então, fez questão de deixar claro que ele apenas comera os meninos, mas que, para ele, um amigo dar o cú para o outro era normal, que isso não fazia do camarada um viadinho, ao contrário, isso era sinal que o camarada não se importava com o que os outros pensavam, etc. Eu, por minha vez, já havia percebido para onde que essa conversa me levaria. Eu sabia que em pouco tempo estaria levando a pica de Maurinho no cú, como eu levava de meus amiguinhos do condomínio que eu havia morado, mas resolvi ficar quieto ouvindo o desenrolar daquela conversa. Maurinho continuava a falar que a me-

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ínha era uma prova de amizade e tanto, que só um cara que era muito amigo do outro é que dava o cú para esse amigo comer. Amigo que era amigo mesmo fazia assim, dava o cuzinho para o amigo e não falava nada para ninguém, por que isso não era ser comentado nem para a mãe da gente! E arrematou com o seguinte argumento: - Homem que é homem de verdade não fala nada para ninguém, só conta as coisas para o seu melhor amigo!

Como eu já havia entendido tudo desde o início da conversa, apenas concordei e fiquei esperando o arremate final, quando e onde eu provaria para ele que ele era o meu melhor amigo. Daí, ele perguntou se eu queria fazer meínha com ele, para mostrarmos um para o outro o quanto nós dois éramos amigos. Eu disse que sim. Sorrindo e demonstrando extrema alegria, Maurinho sugeriu que nós fossemos para os fundos do seu prédio, coisa que eu não concordei, pois achei que estaríamos nos arriscando demais, por isso, fiz a sugestão de irmos para o depósito de material de limpeza que ficava bem no fundo do quintal de minha casa, onde eu tinha certeza absoluta de que não seríamos incomodados por ninguém. Ele achou a idéia ótima e disse que assim era melhor, pois poderíamos ficar bem à vontade. Na verdade, pelo que percebi, ele queria me dar à impressão de que ele estava tranquilo e já estava acostumado com aquilo, sabendo exatamente o que estava fazendo. Deixei-me levar. Assim que eu fechei a porta do depósito por dentro, Maurinho ficou completamente nu, pedindo para que eu ficasse nu também! Lembro que fiquei boquiaberto com o tamanho da piroca dele, bem maior do que as dos meninos do condomínio, e também, pelo fato ter pentelhos em torno do pau dele, cobrindo todo o ventre. Era s primeira vez que via pentelho na minha vida! Aos poucos fui me acostumando e, mesmo sem tirar os olhos daquele pauzão, fui me livrando de minhas roupas. Ao ficar completamente nu, Maurinho me abraçou de frente e suas mãos desceram até minha bundinha, segurando as duas bandas com as duas mãos. Ele mandou que eu passasse meus braços em volta do pescoço dele, enquanto sua piroca esfregava em minha barriga, pois Maurinho era mais alto do que eu. Ele deslizava as mãos pelas minhas costas, apertava minha bunda e beijava o meu rosto. Lembro de ter sentido vontade de beijá-lo, mas meu amigo tinha outros planos. Ele pegou um cobertor velho que cobria umas caixas, estendeu no chão e mandou que eu ficasse de quatro, de costas para ele. E assim eu o fiz, afinal sempre fui muito obediente. Maurinho se pôs atrás de mim e tentou a penetração a seco

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mesmo, não logrando resultado. Tentou ainda mais umas três vezes a seco, sem êxito, o que me deixava agoniado, tanto que eu virei para trás e disse para ele passar cuspe no cacete e no meu cú, pois era assim que os meninos do condomínio faziam. Ele fez uma carinha meio desconfiada, mas acabou cuspindo na minha rachinha traseira e espalhando a saliva com seu cacete, depois cuspiu no próprio pau e voltou a tentar a penetração. Pedi para que ele fizesse devagarzinho, pois o pau dele era muito grande e eu nunca havia dado para ninguém com um pau assim. Ouvir aquilo o deixou um tanto orgulhoso e confiante. Então, ele disse para eu ficar quietinho, pois iria ser muito carinhoso comigo, já que eu estava dando para ele a maior prova de amizade que um homem poderia dar para o outro. Lembro de ter pensado: - Sei...Se dar o cú é prova de amizade, comer o meu cú prova maior ainda, né?! Mas, realmente, nesse quesito ele foi nota dez. Foi enfiando a pica com tanta maestria que eu fiquei impressionado, pois, mesmo sentindo dor, eu queria que ele metesse a piroca toda dentro de mim. Em poucos instantes o cacete estava completamente alojada dentro de mim, mas diferente dos outros meninos, Maurinho não ficou apenas me espremendo contra si, não. Ele puxou, lentamente, o caralho para fora e voltou a me penetrar, causando em mim um prazer desconhecido. Foi aí que eu notei, pela primeira vez que meu pauzinho estava duro, como o dele. E babava! Com toda aquela jeba metida dentro de mim, eu não tinha muito que fazer, apenas esperar o desfecho da meínha. Foi aí, que ele passou a se movimentar de um lado para o outro, da esquerda para a direita, o que me dava muito, mas muito, prazer. Esse movimento fazia com que seu pau, volta e meia, escapasse de dentro de mim, o que o levava a metê-lo novamente, cada vez com estocadas mais bruscas, arrancando de mim gemidos e suspiros. Maurinho suava em bicas e grunhia como um animal. De repente, ele começou arfar como quem estivesse passando mal, até que eu senti jorrar algo dentro de mim e a lembrança do Serginho mijando dentro do meu cú veio à tona, me deixando preocupado! Contudo, Maurinho desabou em cima de mim, completamente encharcado de suor, exausto de prazer e com uma cara de quem conseguira algo surpreendente. Ele me abraçou e caímos para o lado, seu cacete foi escorregando para fora de mim e ele, me enchendo de beijos, disse que havia gozado no meu cú! E que aquilo tinha sido maravilhoso, por isso queria fazer de novo. Entretanto, havia um problema: eu estava com uma vontade louca para ir ao banheiro, por isso pedi para que ele voltasse outro dia que eu dava para ele de novo, pois também havia gostado! Feliz, Maurinho se vestiu e antes de ir embora, fez questão de me abraçar e dizer que eu era um ótimo amigo!

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No banheiro de minha casa, estranhei não ter expelido o mijo que meu amigo, em minha cabeça, havia deixado dentro de mim, mas sim uma gosma branca que havia caído dentro da água do vaso sanitário, que eu pensei se tratar da saliva de Maurinho, mas era porra, e eu nem desconfiava disso. Meu cuzinho estava meio dolorido, mas a vontade de dar o cú para ele de novo era muito maior que qualquer desconforto que pudesse estar sentindo. No dia seguinte, repetimos a dose, tudo com o mesmo roteiro, sem alteração alguma, fizemos exatamente tudo que havíamos feito no dia anterior, com exceção do tempo que perdemos tentando a penetração a seco! Eu adorava dar para o Maurinho, achava tudo ótimo, só não entendia o motivo de ele explanar tanto sobre a confiança de um amigo ao outro, de como isso era apenas uma demonstração de pura amizade, etc. Para mim, eu estava mais do que convencido de que eu era a mulherzinha dele, e não estava nem aí! Muito ao contrário, adorava a idéia de dar o cú para ele e ponto final. Eu sabia exatamente o que queria. Durante dois anos, Maurinho me comeu todos os dias, sem faltar um dia sequer, até mesmo quando minha família viajava, eu conseguia convencê-lo a viajar conosco, por isso, aos poucos fui me soltando e me tornando ainda mais passivo. Maurinho, agora não me comia apenas de quatro, mas deitado de bruços, de pé e me fizera até sentar em cima do pau dele uma vez. Eu me sentia realizado, até que um dia, depois dele ter me comido duas vezes seguidas, ele me contou que sua família iria se mudar aquela semana, para um bairro nas proximidades do que nós morávamos. Senti-me traído, mas perguntei se ele continuaria vindo me ver e ele disse que nada mudaria entre nós. Mas, Maurinho deixou de dar sinal de vida... Dois meses depois, para minha surpresa, num barzinho lá estava o Maurinho. Fiquei todo feliz e contente por estar encontrando com ele outra vez. Maurinho me apresentou um amigo que o acompanhava, seu nome, se não me engano, era Doni. Eles queriam que eu fosse até o bairro que Maurinho agora morava, mas eu não aceitei. Nem tanto por esperteza, mas por pura preguiça! Não senti nenhuma maldade da parte de Maurinho, tanto que os chamei para irem lá para casa, mas o tal Doni não aceitou e insistiu muito em ir-

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mos para o bairro deles. Como eu não topei, eles foram embora e nunca mais eu vi ou tive notícias do Maurinho. Contudo, como eu já dissera anteriormente, eu agora morava em um bairro de rapazes mais espertos...e eu estava pronto para outro!

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Fui confessar e comi o padre
Depois de ler tantos relatos sobre experiências sexuais, resolvi que era hora de começar a contar as minhas. Como meu pseudônimo já diz, não sou mais um garoto mas também não aparento a idade que tenho. Idade, experiência e história, muitas histórias. Mas vamos ao que interessa. Como bom rapaz do interior, eu costumava, às escondidas, bater uma punhetinha para meus amigos, segurar o pau de outros, alisar a bunda de alguns, etc... Essas seções de sacanagem rolavam quase todos os dias da semana e no sábado, por sermos jovens com formação religiosa, íamos a igreja confessar as coisas erradas que tínhamos feito. Havia um padre, bem novo ainda, recém ordenado, que, quando ouvia essas confissões, eu sentia que ele ficava meio inquieto e dizia que embora aquilo fosse pecado não era dos mais graves e que era comum na minha idade, afinal ele próprio já tinha passado por situações parecidas. Como eu percebia sua inquietação, quando ia me confessar com ele acabava inventando algo mais das artes sexuais da semana e ele ficava mais inquieto. Como as confissões iam ficando mais quentes ele disse que, para que pudesse entender melhor o que acontecia e como durante o horário de confissão havia sempre muita gente pra ele atender, sugeriu que no final daquela tarde, por volta das 7 horas, eu fosse até a casa paroquial para que eu pudesse fazer uma confissão mais completa. Achei meio estranho mas padre é padre, certo? Fiquei um pouco curioso e ansioso com a penitência que ele poderia me dar quando contasse as travessuras e pensei, até, em não ir, mas quando faltavam uns dez minutos para a hora marcada, fui até a casa do padre. Não podia imaginar o que me aguardava. Chegando lá, ele me recebeu com um sorriso, de banho tomado e com um leve perfume e a túnica que os padres usam. Pediu que eu me sentasse num sofá na sala, trancou a porta e disse que iria pegar um refresco para tomarmos. Sentou-se ao meu lado e disse:

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- Muito bem, meu filho, aqui nesta casa é como se estivéssemos no confessionário e tudo que for dito aqui ficará sempre somente entre o padre e você. Pode contar seus pecados. Meio sem graça comecei a relatar as traquinagens de todo moleque, e depois das coisas banais ele perguntou sobre os pecados sexuais. Fiquei meio constrangido, afinal estávamos cara a cara, mas comecei a contar. - Esta semana eu e o Carlinhos estávamos brincando de bola e resolvemos apostar quem era melhor e quem fizesse um gol primeiro poderia pedir qualquer coisa pro outro. Eu fiz um gol primeiro e pedi para ele pegar no meu pinto. O padre ficou meio inquieto, me olhou e disse: - Pegar no pinto como? Não estou entendendo direito. Era só pegar e pronto ou tinha que fazer mais alguma coisa? - Era pra pegar e ficar alisando – eu disse – até que eu mandasse parar. - Ainda não estou entendendo. Para entender melhor e ver se o pecado é grave, vamos fazer de conta que eu sou o Carlinhos, está bem? Afinal, isso vai ficar só entre a gente. Fiquei ainda mais confuso mas obedeci e disse: - Carlinhos, você perdeu. Então pega no meu pinto! O padre olhou nos meus olhos e disse: - É assim que devo segurar? E pegou no meu pau por cima da calça. Na mesma hora que ele pegou e começou a mexer, meu pau deu sinal de vida e começou a ficar duro. Fiquei com medo da bronca, mas o padre disse: - Não precisa ficar assustado, isso é normal, e para a calça não machucar seu pinto vamos tirar ela pra continuar. Ele tirou minhas calças olhando em meus olhos, voltou a pegar por cima da cueca e perguntou: - Nossa, que pinto grande! O Carlinhos tirou a cueca também? - Sim - eu disse. A essa altura o medo já dava lugar ao tesão. Ele tirou minha cueca e meu pau que naquela época já tinha uns 18 cm e uma grossura considerável. Ficou ali apontando pra cima. Ele pegou novamente e começou a me punhetar de uma forma que nenhum moleque antes tinha feito. - Foi só isso que o Carlinhos fez? – perguntou o padre. - Não - eu disse já entendendo qual era a do padre viado – mandei ele acariciar e chupar.

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Era tudo que o padreco queria ouvir. Ele pediu que eu tirasse minha camiseta e reiniciou uma punheta deliciosa. Ele subia e descia a mão em volta do meu caralho duro como aço e com a outra mão acariciava meu saco, tocando uma bolinha de cada vez e com todo cuidado pra aumentar meu prazer. - Que pau lindo que você tem. Dá vontade de engolir. - Ele esta aí para você fazer o que quiser. Nunca ninguém me punhetou como você esta fazendo. - Então você vai ver o que mais vou fazer com ele... – disse sorrindo Meu pau já babava como se eu tivesse gozado. O padre abaixou a cabeça e começou a engolir meu caralho. Ele punhetava meu pau com a boca e a mão e ao mesmo tempo tocava no meu saco. Foi me chupando e me puxando do sofá até que estivéssemos deitados no tapete do chão. Disse no meu ouvido: - Quero que você tire a minha batina para ver como estou por baixo. Tirei a batina dele sem que ele parasse de me punhetar ou chupar e por baixo dela ele não vestia nada. Ele já havia premeditado tudo. Voltou a chupar e punhetar e pediu pra que eu pegasse na sua bunda. Fiquei alisando aquele rabo enquanto ele me engolia e percebeu que eu estava prestes a gozar. Disse que queria tomar meu leitinho. Aumentou as chupadas e carícias no meu saco até que não aguentei e, gemendo de prazer, gozei rios de porra com jatos fortes em sua garganta. Ele também gemia e rebolava enquanto eu passava a mão nele. Continuou me chupando até enxugar a ultima gota e não deixou que me caralho ficasse mole. Fui ficando com tesão novamente e minha mão começou a se aproximar do cuzinho do padreco. Eu passava o dedo no seu anelzinho e ele gemia e apertava meu pau. Quanto mais eu acariciava seu anelzinho mais ele gemia. Comecei a forçar meu dedo no seu rabo e ele foi rebolando e gemendo, mostrando o que estava querendo. Ele pediu que eu abrisse a gaveta da mesinha que estava ao nosso lado e pegasse um creme. O lubrificante estava ali esperando para ser usado. Lambuzei meu dedo e fui enfiando no seu cuzinho. Ele gemia e me chupava. Forcei um segundo dedo e ele gemeu e rebolou ainda mais. Já não aguentando mais eu disse que queria comê-lo, mas que nunca tinha comido ninguém e ele precisava me ensinar. Os olhos dele brilharam por saber que aquela seria minha primeira metida. Pegou o creme, lambuzou meu caralho que já babava novamente e se posicionou de quatro na minha frente. Fiquei de joelhos por traz dele. Ele pegou meu cacete e direcionou para a portinha de seu cú. Pediu que eu empurrasse meu pau devagar porque fazia tempo que ele não dava. Fui colocando a cabecinha e o padre gemia e rebolava. A cabeça passou e com um grito ele pediu que eu parasse um pouco. Eu queria meter de uma vez e não estava ouvindo mais

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nada. A sensação de estar comendo um cuzinho era maravilhosa. Ele tirou a mão do meu pau pra se ajeitar melhor e não pensei duas vezes. Enterrei todo meu cacete de uma vez naquele cu gostoso. Ele gritou, me xingou, tentou ir para a frente mas eu estava tomado e sem saber de onde tirei a força segurei ele pela cintura com meu caralho enterrado. - Não era rola que você queria seu padreco? Pois agora ele está enterrado no seu cu pra você ver o que é bom!! Pode gritar e gemer como uma putinha que não largo você nem seu cuzinho gostoso!! Aquelas palavras tiveram um efeito especial nele que parou de tentar sair e começou a rebolar no meu caralho e gemer de prazer. Comecei um vai e vem gostoso e a cada estocada ele gemia, rebolava e dizia: - Vem, me fode gostoso. Mete gostoso nesse rabo. Eu aumentei as estocadas e comecei a sentir o cuzinho dele a piscar. Acelerei o vai e vem e num urro ele disse que estava gozando sem nem tocar no pau dele. Quando ele disse isso meu tesão foi a mil e gozei novamente, enchendo aquele cuzinho de porra quente. Ele se apertou mais em mim até sentir a última esguichada no seu rabo. Tirou meu pau do seu cu e lambeu ele até que não sobrasse nenhuma gotinha de porra. Ele ainda tremia de tesão e disse que a partir daquele dia eu tinha que me confessar diariamente com ele. E foi o que fiz. Confessei em todas as posições que pode existir, e até levei o Carlinhos para confessar junto, mas isso é uma outra confissão... Está excitado? Muitos homens esperando você estão mais excitados ainda! Encontreos agora. Clique no link abaixo e faça seu cadastro.

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Sargento Rodrigues
Naquele domingo, não sei o motivo, acordei com um tesão fora do comum. Normalmente quando isso acontecia, eu me masturbava e dava continuidade à minha vida. Mas, naquele dia foi diferente. Toquei uma punheta e gozei jatos espessos de porra, mas ainda assim, o tesão continuava. Meu pau não abaixava nem por decreto. Percebi que não havia outra coisa a fazer se não tomar um banho e ir a um cinema ver se conseguia um cara. Eu sabia que o cinema abria pontualmente às 10 horas da manhã, nos finais de semana. Por isso, depois do banho, fiz meu desjejum, me perfumei e após me aprontar, rumei para lá...meu território de caça. Cheguei meia hora antes de o cinema abrir. Resolvi tomar um cafezinho num boteco ali perto. Logo que entrei, notei um homem negro, cerca de 1,80m, cabelos cortados ao estilo militar, trajando um safári bege, tomando um café-com-leite e comendo uns pãezinhos junto ao balcão. Ao passar por ele, senti o aroma do perfume de qualidade, e percebi seu olhar me devorando como se eu fosse um doce exposto numa vitrine de confeitaria. Aproximei-me do balcão e pedi um suco de laranja, tendo a mais absoluta certeza de que o negro me comia com os olhos. Fingi não notar e continuei sorvendo o meu suco, até que entrou um homem e pediu uma dose de cachaça, a qual o camarada bebeu de um gole só. Senti nojo do tal sujeito e soltei uma exclamação de desaprovação, o camarada da cachaça não se importou, pagou a dose e foi embora. No entanto, isso serviu de motivação para que o negro puxasse uma conversa: - Como pode, né?! Essa hora da manhã... E o cara já bebendo desse jeito! – disse. - Não sei como consegue... Eu mal aguento um cafezinho... – dei corda. O que foi suficiente para que meu colega de balcão se apresentasse e em minutos conversássemos como se fossemos grandes amigos. Seu nome era Rodrigues, Sargento Rodrigues, fuzileiro naval, tinha 40 anos e estava de folga. Durante a conversa, ele deixou claro que, assim como eu, esperava o cinema abrir, pois ele queria se divertir um pouco. Confesso que fiquei curiosíssimo para saber se ele era ativo ou passivo, já que Rodrigues era muito educado, tinha as mãos sem calos e bem cuidadas, mas não era nem um pouco afeminado. Porém, como eu também não o sou e passo facilmente por hétero, minha dúvida cresceu, e me mantive quietinho, esperando o desenrolar dos fatos.

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Minutos antes do cinema abrir, pedi licença para ir ao banheiro, e enquanto caminhava, pude ver pelo espelho que o olhar de Rodrigues estava fixo em minha bunda, o que foi suficiente para fazer meu tesão via à tona de modo avassalador. A idéia de dar para o militar tomou conta de mim. Quando voltei, o sargento já havia pago nossa conta. Quis cobrir o meu gasto, mas ele afirmou que não era preciso e que depois veríamos um jeito de eu ressarci-lo. Lentamente nos aproximávamos da bilheteria, quando ele comentou que estava torcendo para que o filme fosse muito sacana, com muito sexo oral e anal, já que ele se considerava viciado em sexo oral e anal. Sem ter o que dizer, falei: - Tomara que sim... Aí ele perguntou: - Você também gosta? Sem graça, respondi que sim... De surpresa e se soltou: - Cara eu sou louco por um cuzinho... Gosto de tomar uma bela mamada e depois comer um cuzinho de um garoto, assim... Branquinho, lisinho... Só faltou dizer que o tal garoto tinha de ter olhos azuis e cabelos castanhos escuros para fazer a minha discrição. - Eu só venho aqui para isso. Eu entro no cinema, nem vejo o filme, observo um garoto com uma bundinha arrebitada, empinadinha, vou me chegando, cercando e depois dou o bote! Levo o garoto para um motelzinho e como o cú dele até me esbaldar... Eu estava abismado, sem ter o que falar. E ele completou: - E você? O que você acha, disso? Sem muito pudor, perguntei: - Isso é uma cantada? - E se fosse? – respondeu o fuzileiro. - Se for uma cantada... Colou! Eu nem me reconheci tamanha sem-vergonhice. - Então, vamos sair daqui que estou com um tesão em você desde que você entrou no bar... Tem um motel aqui perto que a gente pode ficar mais à vontade – concluiu. Sem termos muito que falar, caminhamos lado-a-lado até a rua onde tem um hotelzinho que recebe cavalheiros. Rodrigues escolheu um quarto especial, com um tal de banco erótico, que eu nem sabia do que se tratava. Assim que entramos no quarto, o fuzileiro ligou a televisão. Na tela, um negro com uma pica imensa, arregaçava o cú de um cara branco, sem dó nem piedade. Com um sorriso no rosto, Rodrigues mandou-me tomar um banho. Sem dizer uma palavra, obedeci tirando a roupa, ficando

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nu em pelo... Caminhei para o chuveiro e deixei a água quente descer pelo meu corpo. Peguei um sabonete e passei a me ensaboar, principalmente a bunda e meu cuzinho, imaginando o que viria pela frente. Antes que eu me enxaguasse, Rodrigues entrou no boxe e eu senti sua piroca dura espetar a minha bunda, bem no meio do rego. Me abraçando com um dos braços, ajeitou a pica na direção da entradinha do meu cú e, com uma estocada certeira, tentou me penetrar de uma só vez. Apesar de eu estar com a bunda ensaboada e com o cú lubrificado com a espuma, o caralho de Rodrigues não conseguiu romper as minhas pregas. Ao contrário, resvalou pra cima, mas mesmo assim me causou uma dor intensa, me fazendo soltar um grito de dor. Instintivamente, levei a mão para trás a fim de afagar meu buraquinho, esbarrando na tora de pica do sargento que a pouco tentara invadir meu cú. Percebi que a caceta era imensa... Talvez, a maior que eu já tivera pela frente, ou por trás, em toda minha vida. Espantado e temeroso, disse choramingando: - Porra, cara... Você me machucou... - Desculpe... Não tive a intenção. – respondeu. - Por que você fez isso? - Pensei que você fosse um desses garotos arrombados que frequentam aquele cinema... Se fosse, eu iria te comer aqui mesmo e te mandaria embora! – disse ele. - Pô, cara... Eu não sou arrombado, não... Não fico por aí dando o cú para qualquer um, se é que você quer saber! - Já pedi desculpas... Agora, vamos para a cama que eu vou fazer essa dor passar... – disse. Molhados como estávamos fomos para a cama. Rodrigues me colocou de bruços, com um travesseiro embaixo do meu ventre, fazendo com que minha bunda ficasse empinada, apontando para o teto do quarto. Depois, afastou minhas pernas, deixando meu cuzinho totalmente à mostra, se colocou entre as minhas pernas, abriu meus montes brancos e lisos, caindo de boca no meu cú ainda dolorido. Sua língua quente e molhada tentou invadir meu buraquinho, o que me fez gemer. O sargento sabia trabalhar um cú com a língua, tinha experiência e habilidades de quem era mestre em chupar um cú. Além da língua, ele usava muito bem a boca, como um maestro, pois beijava e mordia, na medida certa, as bandas de meu traseiro que ele mantinha afastadas, e logo depois, retornava o ataque ao meu buraquinho rosado. Assim que percebeu que eu estava totalmente entregue, relaxado e que o suplício da dor sentida durante o banho já havia sido esquecido e eu me encontrava no ponto exato para ser fodido, Rodrigues, se colocou de joelhos atrás de mim,

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prendendo minhas pernas embaixo das dele, apontou a cabeça do pau para a entrada do meu cú e, antes que ele consumisse a penetração, eu disse: - Põe devagar, por favor... Não quero me machucar... - Fica quieto que quem entende de comer cú aqui sou eu, porra! – respondeu asperamente. Fiquei obedientemente em silêncio, esperando por suas ações. E não me arrependi. Com a sabedoria de sabia o que estava fazendo e com uma paciência monástica, o sargento fuzileiro, colou a cabeça da pica na portinha do meu cuzinho mais do que lubrificado, sem forçar muito, mas com firmeza, foi lentamente invadindo meu esfíncter. Com uma das mãos, ele afastava os montes carnudos de minha bunda, com a outra direcionava a piroca para o meu cú, não deixando que ela escapasse do rumo certeiro, enquanto a fazia tremer como um vibrador. As minhas pregas foram cedendo e a pica foi ganhando lugar dentro de mim, milímetro a milímetro, até que ela se alojou inteiramente no meu reto. Logo que eu senti, os pelos pubianos encostarem-se a minha pele e o seu saco pousar sobre o meu, o fuzileiro naval, deslizou seus braços sob os meus, envolvendo meus ombros com suas mãos e deu início a delicioso e cadenciado movimento de entra e sai do seu membro. A essa altura, seu corpo cobria o meu, eu podia sentir o seu peso sobre mim, o que dificultava a respiração, mas eu não ousava reclamar, pois estava muito gostoso. Minha fome de sexo estava sendo saciada. Eu estava subjugado, dominado e estava amando! Não faço a menor idéia de quanto tempo Rodrigues me comeu daquele jeito. O que posso afirmar, com certeza, é que até aquele momento eu nunca havia sido tão bem fodido em toda minha vida. Ele me comia de um jeito gostoso, sem pressa, aproveitando o prazer que meu cú lhe proporcionava. Eu sentia sua piroca deslizar dentro de mim, entrando e saindo, num ritmo delicioso, que gradativamente foi me levando ao êxtase, me enlouquecendo. Tanto que, se não fosse o fato de estar preso sob as pernas de Rodrigues, com seu peso e seus braços me imobilizando, eu já estaria me rebolando como louco naquela piroca gostosa. Só me restava gemer de prazer... De repente, o sargento, acelerou os movimentos, me fodendo com força. Pressenti o gozo que se anunciava. E então, com uma estocada profunda, senti um oceano de porra ser despejado dentro de mim, ao mesmo tempo em que eu expelia meu suco do prazer nas fibras do lençol do hotel. Exaustos, permanecemos como estávamos. Banhados de suor, continuávamos imóveis, enquanto o êxtase se esvaia. Rodrigues deixou-se rolar vagarosamente para o lado, fazendo com que seu cacete saísse de dentro de mim. Senti uma estranha sensação de vazio no cú. Levei a mão até meu buraquinho e notei que estava

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totalmente aberto... Apertei a minha bunda na tentativa de fazer meu cú voltar ao normal... O buraco diminuíra, mas ainda continuava aberto... Apertei meu cú novamente, diversas vezes, até que ele voltasse para seu formato verdadeiro, pequeno e apertado. Recomposto, voltei-me para Rodrigues, que se encontrava estático olhando para a tela da televisão. Passei a acariciá-lo, mas ele continuava inerte como se nada estivesse acontecendo. Quis beijá-lo, mas ele desviou a boca e disse: - Não sou chegado a essas viadices. - Posso ao menos mexer no seu pau? – perguntei. - É claro! Pode mexer o quanto quiser... Ele é todo seu! – respondeu. Até aquele momento, eu não havia sequer olhado para o caralho do sargento Rodrigues. Portanto, logo que eu pousei meus olhos sobre a peça, me impressionei. Levei minha mão até o cacete negro que pendia entre as pernas do meu amante, e o envolvi com os dedos. Assim que toquei naquela piroca, notei que ela era diferente de todas as outras que eu havia segurado até aquele dia. Apesar de estar mole, era volumosa, pesada e grossa, com um sacão onde se escondiam duas bolas enormes, quase do tamanho de bolas de Bilhar, tão pesadas quanto a pica dele. Movimentando o cacetão com uma das mãos e acariciando as bolas com a outra, fui notando que a pica não crescia, mas ficava cada vez mais dura e larga, enquanto o cabeção roxo começava a brilhar como se estivesse estufando a pele que o envolvia. Pasmo e abismado com o tamanho, a largura e a beleza da piroca que eu segurava, perguntei despretensiosamente: - Você meteu tudo isso em mim? - Claro! – respondeu ele como se fosse a coisa mais óbvia do mundo e minha pergunta sem sentido. Me senti um tanto orgulhoso de ter conseguido receber aquele gigante de ébano por inteiro no rabo. Continuei punhetando o caralho de Rodrigues, enquanto ele permanecia assistindo o filme pornô que era exibido na televisão. Em silêncio, me curvei sobre o seu ventre e passei a chupar a tora negra. Primeiro tentei abocanhar a cabeçona que reluzia de tão rígida, o que não consegui totalmente, depois passei a lambê-la e engolir o que conseguia. Aos poucos, fui conseguindo comportar boa parte daquela pica maciça em minha boca, mas para isso minha boca ficava completamente arreganhada, ao ponto de doer o maxilar. Entusiasmado, passei a mover minha cabeça para cima e para baixo, ensaiando uma verdadeira mamada. Meu intento era conseguir sentir o caralhão na minha garganta, para isso eu não poupava esforços. Com uma voz autoritária, de quem está acostumado a comandar, o sargento ordenou que eu parasse de chupá-lo.

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- Está machucando? – perguntei, achando que meus dentes poderiam estar ferindo-o. - Não... Está gostoso, mau eu quero comer seu cú de novo! – respondeu. - Agora... Fica de quatro - ordenou. Obedeci, sem pestanejar. Rodrigues se posicionou atrás de mim e forçou a entrada da picona no meu cú. Não conseguiu. Abriu mais as minhas pernas e voltou a tentar. Não conseguiu de novo. Então ele exclamou: - Caralho, seu cú fechou outra vez! Ele se levantou, pegou um copo com água, derramou sobre meu rabo e ensaboou minha bunda e meu cú, até que a espuma ficasse bem espessa, depois ele se reposicionou e, com a maestria de um violinista, fez a sua vara desaparecer dentro de mim. Eu me sentia totalmente preenchido. Rodrigues me segurava pela cintura e movia aquele pirocão para dentro e para fora como um verdadeiro artista do sexo. Eu estava delirando de tanto tesão, quando ele empurrou meu tronco contra o colchão, empinando ainda mais a minha bunda, se pôs de pé e passou a me foder com força, ao mesmo tempo em que não parava de elogiar meu cú: - Puta que o pariu! Esse é o cú mais gostoso que eu já comi! Como é apertado! Eu não conseguia dizer nada, só gemer de prazer. Estava tão excitado que a porra vazava do meu pau sem que eu sentisse. A cada estocada, um jato de porra me atingia o peito. Ele continuou me fodendo sem cansar. Me jogou de lado e meteu a pica outra vez por trás. Desta vez, ele não estava mais preocupado em ser delicado comigo, ao contrário, ele me fodia animalescamente, pouco se importando com o estrago que ele causava no meu rabo. Foi quando ele me posicionou de frente e me comeu no estilo frango-assado que eu fui ao nirvana. Gozei tanto que cheguei a perder os sentidos. Quando voltei a mim, Rodrigues havia me virado de bruços e comia meu cú do jeito que ele havia me comido na primeira vez. E outra vez senti aquele rio de esperma jorrar dentro do meu cú. Inesperadamente, Rodrigues, deitou-se ao meu lado e me puxou sobre si, me aninhando em seus braços, sem me acariciar nem nada, apenas me abraçando, como se esperasse que eu me recompusesse. Ficamos daquele jeito, abraçados, por um tempo que para mim pareceu uma eternidade. Tanto que eu peguei no sono. Acordei de bruços, com o travesseiro embaixo do ventre, no momento exato em que a piroca de meu amante voltava a me preencher o rabo. Por mais um tempo, por mim indeterminado, por que eu já havia perdido completamente a noção de tempo e espaço, Rodrigues continuou a me foder o cú, até não mais aguentar e fazer sua porra ser

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despejada nas profundezas de minhas carnes, deixando seu corpo suado cair sobre o meu. Quando nos levantamos para tomarmos banho, litros de esperma que haviam sido guardados no meu rabo, escorreram pelas minhas pernas. Aliás, minhas pernas estavam bambas. Eu mal conseguia permanecer de pé. Meu cú estava alargado e aberto. Nunca entendi bem o motivo, mas depois do banho, o sargento Rodrigues passou a me tratar como se eu fosse um estranho. Nos vestimos e antes de sair ele me deu um dinheiro para eu pegar um táxi. Saímos do hotel e ele foi em uma direção e eu em outra. Meu cú estava ardido. Ainda sentia um resquício de porra escorrer de minhas entranhas. No caminho para casa, eu não conseguia parar de pensar de como aquele homem me fodera tão gostoso e depois me desprezara. Não vi mais o sargento Rodrigues, mas a minha fome de sexo daquele domingo foi saciada como nunca!

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O Milico e o Putinho Submisso
Estava eu a passeio por uma capital do nordeste brasileiro, com muita vontade de foder. Decidi entrar em uma sala de bate-papo e procurar um coroa ativão. Depois de um certo tempo, eis que me surge: um milico, com seus 38 anos, 1,77m, 84kg e 18cm de cacete. Ele também estava com muito tesão em foder um passivinho, mas com uma condição: tudo à maneira dele. O passivo não poderia reclamar de nada, apenas executar tudo o que ele iria determinar. Já muito excitado com a conversa (é claro que eu topei na hora), ele começou a falar como as coisas seriam: “Eu serei seu macho e te tratarei como minha putinha. Você não terá direito a nada, a não ser gemer e me obedecer. Está a fim mesmo?” Eu não seria maluco em desperdiçar uma oportunidade dessas, e continuei firme na minha afirmação. Foder com um milico é um desejo de 10 entre 10 passivos. Então, ele continuou: “Você vai pegar uma cueca sua e vai rasgá-la, deixando toda a sua bunda de fora. Quero ver apenas ela, nada do seu pau, entendeu, minha puta? E assim que entrar em meu carro, você já vai cair de boca no meu cacete e vai mamar até chegar ao lugar onde irei te foder. Enquanto isso, ficarei preparando seu cuzinho com meu dedo. Agora vá se arrumar que em 30 minutos eu passo para te pegar.” Contando os minutos, fui tomar um banho para ficar limpinho e cheiroso para o meu macho. Peguei uma cueca branquinha e apertada e fiz o que ele mandou. Fiquei muito excitado só de imaginar ele me fodendo daquela forma. Arrumei-me e fiquei esperando ele chegar. Assim que avistei o carro parando às três da madrugada naquela rua deserta, fui em direção a ele. Entrei e não falei nada. Ele estava vestido com uma camisa do exercito e com um short pequeno, apertando aquelas coxas grossas. Ele baixou o short e me colocou para chupar aquele cacete gostoso. Saiu com o carro e foi acariciando meu cuzinho com o dedo, como havia dito que o faria. Eu não sabia para onde iríamos, mas qualquer lugar que ele me levasse, seria ótimo. Então ele parou ao lado de uma área militar e me disse que seria ali que ele iria me foder. Saímos do carro e entramos no lugar, passando por uma cerca. Essa área era uma mata utilizada pelos militares para acampamentos, treinamentos. Em um lugar cheio de arbustos, um pouco úmido por causa da neblina, ele mandou eu parar, tirar toda a roupa, usando apenas a cuequinha rasgada. Mandou eu

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ficar de joelhos e mamar o cacete dele por um bom tempo. Depois determinou que eu ficasse de quatro, com a bunda empinada. Pegou um pano e me amordaçou, para que eu não pudesse falar nada durante o tempo que ele quisesse. Tirou toda a sua roupa e começou a passar a língua em meu cuzinho. Logo após, me segurou pela cintura e começou a meter sem dó, com estocadas fortes e dando palmadas em minha bunda. Chamava-me de putinha e perguntava se eu estava gostando de foder com ele. Eu só podia gemer, sinalizando que sim. Eu senti muito prazer em tudo o que ele fazia. Continuando com as estocadas, senti o momento em que ele começou a gemer mais forte e empurrou até o fim o cacete dele em meu cuzinho, gozando gostoso em meu rabo. Não satisfeito com tudo aquilo, ele mandou que eu continuasse de 4, pois ele ainda iria terminar o serviço. Foi então que eu senti jatos quentes de mijo em cima de minha bunda. Nos vestimos e fomos embora. Como um verdadeiro macho, ele se manteve calado depois de ter usado, como quis, o corpo de seu puto. Ainda hoje mantemos contato e ele diz que ficou muito satisfeito com a minha submissão e que assim que eu voltar à cidade, devo procurá-lo para outras madrugadas de foda intensa como aquela. Voltarei àquela cidade, nem que seja apenas para foder com o milico macho e safado que me satisfez completamente.
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