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Violencia Contra a Criança e o Adolescente Exploração Sexual Infanto Juvenil

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Apesar de já sermos detentores de direitos através da Declaração solene dos
Direitos Humanos, nosso mundo continua sendo um planeta inabitado para a maioria
dos seres humanos. Os direitos humanos continuam sendo uma grande utopia para a
grande maioria. As cifras de violação desses direitos são espantosas, mesmo diante dos
direitos e garantias fundamentais preconizados pela Declaração dos Direitos Humanos e
inseridos na Carta Magna de 1988. A exigência dos direitos humanos é antiga e
profunda, entretanto a violação desses direitos é extremamente brutal e generalizada.
Não obstante os 60 anos da Declaração dos Direitos Humanos, foi a partir dos
anos 60 que a violência começou a ser considerada como uma violação dos direitos
individuais, em decorrência das pressões recebidas das instituições internacionais, pois,
até então não havia nenhum serviço para atender as vítimas, e as punições eram raras,
mesmo nos países industrializados. Essa espantosa situação nos impulsiona a
preocupações maiores com o ser humano e faz com que fiquemos incomodados com a
maneira clássica de encarar os direitos. A clássica leitura liberal da Declaração
Universal não pode entender que certas pessoas são uma espécie de negação para a
sociedade. Não são reconhecidas como seres humanos, como pessoas, como sujeitos de
direitos. São apontados como os excluídos, os marginalizados, os mendigos, as
prostitutas, os meninos e meninas de/na rua, os viciados em drogas.
Os esquecidos até da comunidade dos Direitos Humanos...
Se analisarmos profundamente a violência social, encontraremos um momento
decisivo na gênesis da violação aos direitos humanos, que foi a violência estrutural.
Violência esta que nada mais é que esse conjunto de estruturas econômicas, sociais,
jurídicas e culturais que causam uma dor profunda, cruel e desumana na pessoa
impedindo-a que seja liberada da opressão.

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BRINO, R.F & WILLIANS, L.C.A. Concepções da professora acerca do abuso sexual infantil.
Cadernos de Pesquisa. São Paulo: Fundação Carlos Chagas, Autores Associados. Julho:2003

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Em pleno final de milênio, e comemorando os 60 anos da Declaração dos
Direitos Humanos somos tomados pelo processo de uma concepção hipócrita dos
direitos humanos. Isto se dá um pleno momento em que tomamos conhecimento da

vertiginosa seqüência de sucessos que são o estertor do mal chamado ―fim da história‖

pelas arrogantes estratégias das políticas neoliberais. Deve-se admitir, então, que os
últimos anos não têm sido triunfo de nada, e, sim catastróficos no que se refere aos
direitos humanos. Talvez tenhamos avançado em algumas novas formulações jurídicas e
em consciência a certos níveis da humanidade, porém, sem sombra de dúvidas que esses
avanços se mesclam com o horror da nossa experiência diária (declaração universal e
fome, pactos internacionais e terras arrasadas, riquezas nunca vistas e pobreza obscena).
Mas, a ânsia de crer e apostar no que parece utópico, nos impulsiona a desafiar
todos os temores. Vincular os direitos humanos às políticas sociais que dê vida a ―não-
pessoa‖ de nossa sociedade e esperança de viver com dignidade não podem permanecer
no terreno da declaração e da utopia. Não há que se duvidar que a expressão ―Direitos
Humanos‖ é uma formulação histórica e recente que nasceu na etapa moderna dentro de

uma cultura chamada ocidental, e que recolhe experiências muito básicas, extensivas a
toda humanidade porque se referem eminentemente à dignidade das pessoas como
integrantes dessa cultura. Na realidade, esses direitos são preliminares a todo
reconhecimento jurídico e os Estados devem usar os meios necessários para que os
seres humanos possam realizá-los a fim de que todos possam alcançar a felicidade,
segundo a Declaração de Virgínia em 1776.
A pesquisa deixa latente as evidentes agressões ao ser humano e, em especial, à
mulher - desde a sua concepção - salientamos a luta feminina no que tange a (re)
concepção dos direitos humanos, haja vista que, até hoje, eles se fundamentam em uma
visão machista e discriminatória. Visão esta, herdada do contexto jurídico romano onde
o homem sempre foi o senhor absoluto que sempre deteve direitos e poderes de vida e
de morte sobre a sua família. Necessário se faz introduzir uma visão crítica que abranja
o contexto sócio-político de gênero, onde os direitos humanos foram sempre
conceitualizados. As nossas leis ainda são muito tímidas no combate à violência como
um todo e, em especial, no combate à violência contra a população infanto-juvenil.
Precisamos de eficácia nas legislações existentes (própria, definida), com a finalidade
de criar instrumentos e mecanismos para erradicar a violência intra-familiar, propondo
ações punitivas, tanto no Direito Penal como no Direito Civil, além de medidas de apoio
à vítima e à sua família com assistência social e jurídica, trabalhadas sob a forma de
políticas públicas e não de ações afirmativas.
E, o fato social há de ser o ponto de partida no processo de elaboração do direito,
vez que a norma jurídica, em sua formação, é condicionada pelos fatos sociais. A
descoberta das engrenagens do colapso social de uma sociedade que produz crianças
prostituídas é a descoberta do desemprego, da falta de escola, da migração, da
desagregação familiar e do desrespeito sistemático aos direitos humanos.
O Direito é, em essência, interdisciplinar. A doutrina penal contemporânea aponta
no sentido da necessidade do empirismo criminológico para melhor interpretação da
norma penal. Advogamos a idéia de que a única coisa que o Direito Penal não consegue
resolver - tomado em caráter singular - é o problema da criminalidade, pois o crime é
fato social antes de ser jurídico oriundo de uma multi-causa de fatores sociológicos e
psíquicos. A observação do fato social deve, portanto, preceder a elaboração científica,
sob pena da ciência não atingir qualquer fim prático e resultar num vazio quanto à sua
experiência. Enquanto não chega esta transformação, os direitos humanos continuarão
sendo a instância maior da humanidade por sua concretização como discernimento
crítico-utópico. E, continuaremos a presenciar o crescimento da prostituição infanto-

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juvenil em nosso País, apontada pela ONU como uma das maiores do mundo. Em todos
os momentos e circunstâncias há que seguir lutando e reivindicando os pressupostos que
façam com que seja possível a passagem dos direitos humanos do âmbito utópico e
formal, para o âmbito real. Importa indagar o que se pode fazer. O que o Estado e a
sociedade civil podem criar como estratégias para sua superação e intervir no sentido de
que o governo comece a trabalhar essas questões, efetivando políticas sociais públicas.
A violência contra a mulher é uma agressão aos direitos humanos. A criança e
o/a adolescente devem crescer num ambiente familiar em clima de amor e paz, vez que
são as primeiras vítimas do contexto da desestrutura familiar. A criança e o/a
adolescente gozam do direito de ser preparada, plenamente, para a vida na sociedade e
educada no espírito dos ideais proclamados na Carta das Nações Unidas (paz,
tolerância, liberdade, igualdade e solidariedade). Um dos aspectos essenciais dessa luta
para que os direitos humanos passe da utopia para a realidade, é liberá-los da ideologia
individualista burguesa que foi sua matriz original na formulação histórica moderna.
A nossa pretensão é arrojada. Estamos apenas iniciando um processo de
sensibilização e conscientização social da problemática que emerge da prostituição
infanto-juvenil e demais explorações das quais as crianças e adolescentes são vítimas. É
imprescindível que segmentos organizados da sociedade encontrem sua forma de agir e
interferir nesse processo. Seria utopia? Defendemos a idéia de que sem utopia não há
mudança. Sem transformações que impulsionem aos direitos humanos de todos e de
todas ficaremos neste estágio desumano da humanidade, no qual a barbárie é a grande
tônica.

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