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Nr 31 - Resenha e conclusão

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TECNIM - Escola Tecnica Nilton Murad

Nr 31 Por: Angela Eremita V. da Silva

Itaboraí, Setembro 2011

Escola Técnica Nilton Murad

Resenha apresentada à disciplina de Técnica de estudo e pesquisa para obtenção de nota sob orientação da Prof.ª Marcia Trigueiro.

Resenha sobre NR 31 Por: Angela Eremita

Agradeço a professora Marcia Trigueiro por ensinar com dedicação.

Dedico esta resenha aos trabalhadores rurais.

Sumário Introdução ….....................................................................06 Desenvolvimento Resenha ….....................................................................07 Conclusão .........................................................................09 Bibliografia.........................................................................10

Introdução

Iremos apresentar a NORMA REGULAMENTADORA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO NA AGRICULTURA, PECUÁRIA, SILVICULTURA, EXPLORAÇÃO FLORESTAL E AQÜICULTURA – NR 31 (Portaria n.º 86, de 03/03/05 - DOU de 04/03/05). Visando o esclarecimento e a critica aos órgãos competentes, defendendo a saúde e a vida dos trabalhadores rurais.

O objetivo é implantar preceitos gerais de segurança e saúde no meio rural que é: Agricultura, pecuária, silvicultura, exploração de floresta, aquicultura e exploração industrial em estabelecimentos agrários. O empregador tem a obrigação de garantir aos seus trabalhadores condições adequadas de trabalho, higiene e conforto, avaliar riscos diretos adotando medidas juntamente com a CIPARTR, porém, não vemos desta forma, o empregador visa apenas o seu bolso, lucrando cada vez mas com a exploração indevida dos seres humanos, não se preocupando com a segurança da vida do trabalhador e se as instalações para o seu repouso e alimentação são salubres, não dando importância alguma as solicitações de seus empregados. O empregador deve sempre instruir os seus trabalhadores sobre riscos e deveres em segurança, saúde e meio ambiente, sempre permitindo que um representante dos trabalhadores acompanhe a fiscalização, sendo eles sempre informados sobre as avaliações ambientais. Os patrões de má-fé agem com os colaboradores como se eles não tivessem importância alguma em seus negócios, não permitindo-lhes saber o que por direito deveriam ser informados, como os riscos graves em seu ambiente de trabalho, sendo eles os contratantes obrigados a eliminar todo e qualquer risco químicos, físicos, mecânicos e biológicos e obtendo sempre medidas preventivas como exames médicos: admissional, periódico, retorno ao trabalho, mudança de função e demissional, no meio rural muitos trabalhos são temporários fazendo com o que os patrões pague diárias ao invés de proporcionar o direito do trabalhador, fazendo com que ele perca seus benefícios a eles concedidos por lei. No setor rural há muitos casos de acidente com animais peçonhentos existindo um grande risco de morte aos funcionários pela falta de recursos como local e material para os primeiros socorros, e não podemos esquecer que o meio de trasporte e praticamente zero. Na área de plantio onde os agrotóxicos podem ser usados, existem regras básicas para utilização e manuseio destes produtos químicos, como: Ser maior de 18anos e menor de 60 anos, possuir treinamento realizado pelo Sindicato ou Associações de produtores, EPI em perfeito estado de conservação distribuído pelos empregadores e não esta gestante. Após o manuseio e utilização dos agrotóxicos tem que haver o fornecimento de água, roupas, sabão e a descontaminação das vestimentas de proteção. Os resíduos devem ser eliminados de forma a não contaminarem o meio ambiente, os que possui alta capacidade de toxidade e periculosidade deve seguir

orientações dos órgão competente. Lamentável é, porque nenhum tipo de fiscalização no meio rural é realizada intensamente, e isso vem causado doenças como câncer que esta se tornando uma moléstia corriqueira no meio da população como se fosse uma gripe. Os mais afetados com a falta de fiscalização são os que residem em alojamentos oferecidos por esses empregadores. As normas são claras e objetivas quanto a moradia, infelizmente não vemos elas serem cumpridas devidamente, como conservação e higiene, paredes e pisos de alvenaria, madeira ou equivalente , cobertura, iluminação e ventilação, sempre separados por sexo. Vemos é a insalubridade dos locais, falta de água, banheiros, alimentação preparada de forma incorreta e outras, as cabanas são geralmente a forma mas segura de proteção para esses trabalhadores rurais.

Conclusão

Esta Norma Regulamentadora foi criada para Garantir segurança e saúde aos trabalhadores rurais,os empregadores tem o dever de avaliar os riscos sobre a vida e saúde de seus funcionários, porém, não é isso que vemos: Ex Carvoarias, Canaviais, nas lavouras de café, tomate e outras. Observamos é o descaso, a exploração, a desumanidade. O SIT (Secretaria de Inspeção do Trabalho) é o órgão publico responsável através do DSST (Departamento de Segurança e Saúde no trabalho) e a ele é delegado: Definir, coordenar, orientar, programar e supervisionar a politica de segurança e saúde nacional no trabalho rural. Portanto não há pessoas capacitadas em uma quantidade significativa para intensificar a fiscalização no setor rural. A falta de informação é grande, e o que é mais sujo na nossa politica e saber que no paragrafo da NR 31 - 31.3.5 Diz: “São direitos(esta no plural) dos trabalhadores.” E direito algum eles tem. Os Direitos Humanos brigam fielmente por todo ser humano, pois, não importa o que faça, todos nós temos o direito de receber tratamento digno perante a sociedade, um homem pode tirar a vida de outro, roubar, estuprar e tem que ser tratado DIGNAMENTE, e um lavrador analfabeto que não teve oportunidade alguma de conhecimento, que ganha R$ 20,00 reais diariamente colhendo café 12h no dia, sem direito a um transporte, pois, o que tem os fazendeiro a oferecer é o famoso pau de arara, sem direito a EPI, sem direito a uma alimentação balanceada e fresca, água potável, banheiros e lugar para descanso, e isso não para por ai, os trabalhadores que não tem como retornarem as suas casas terminam se abrigando em barracas ou barracos sem banheiro, sem água para assepsia e consumo, vulneráveis a animais selvagens e outros riscos a saúde e a vida.

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