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espaço confinado

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  • 1. INTRODUÇÃO
  • 1.1 JUSTIFICATIVA
  • 1.2 OBJETIVOS
  • 1.2.1 OBJETIVO GERAL
  • 1.2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  • 2 ASPECTOS LEGAIS E TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO
  • 2.1 DEFINIÇÃO DE ACIDENTE DE TRABALHO
  • 2.2 ATRIBUIÇÕES DO SESMT
  • 2.4 RISCOS AMBIENTAIS
  • 2.5 RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR E DO EMPREGADO
  • 2.6 UTILIZAÇÃO DE EPI´S E EPC´S
  • 3. ESPAÇO CONFINADO
  • 3.1 DEFINIÇÃO DE ESPAÇO CONFINADO
  • 3.2 ESPAÇOS CONFINADOS POR SETOR ECONÔMICO
  • 3.3 AGENTES CAUSADORES DE ACIDENTES EM ESPAÇOS CONFINADOS
  • 3.5 ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO
  • 3.7 PRINCIPAIS RISCOS ENCONTRADOS NOS ESPAÇOS CONFINADOS
  • 3.7.1 DEFICIÊNCIA DE OXIGÊNIO
  • 3.7.2 RISCO DE EXPLOSÃO E INCÊNDIO
  • 3.7.3 RISCOS ELÉTRICOS
  • 3.7.4 SOTERRAMENTO
  • 3.7.5 RISCOS ERGONÔMICOS
  • 3.7.6 QUEDA DE OBJETOS
  • 3.7.8 QUEDAS
  • 3.7.9 RISCOS COMBINADOS
  • 4 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
  • 4.1 IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS CONFINADOS
  • 4.2 ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO
  • 4.3 EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS
  • 4.4 ORÇAMENTO
  • 4.5 PROGRAMA DE ESPAÇOS CONFINADOS
  • 5. RESULTADOS E DISCUSSÃO
  • 5.1 IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS CONFINADOS
  • 5.2 ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO
  • 5.3 ORÇAMENTO PARA IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA
  • 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS E CONCLUSÕES
  • ANEXO A – EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS E SUAS APLICAÇÕES

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ Curso de Pós-Graduação lato sensu em Engenharia de Segurança do Trabalho

Eduardo Krzyzaniak

PROPOSTA DE ADEQUAÇÃO DA NR 33: ESPAÇOS CONFINADOS DE UMA PLANTA FRIGORÍFICA

Chapecó 2010
__________________________________________________________________________________________ Carin Maria Schmitt. Porto Alegre: PPGEC/UFRGS, 2004

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Eduardo Krzyzaniak

PROPOSTA DE ADEQUAÇÃO DA NR 33: ESPAÇOS CONFINADOS DE UMA PLANTA FRIGORÍFICA

Monografia apresentada à Universidade Comunitária da Região de Chapecó como parte dos requisitos para obtenção do grau de Especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho Orientadora: Profª. Esp. Heléia Bortolosso Co-orientador: Menegotto Profº. Dr. Mauro L.

Chapecó 2010

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AGRADECIMENTOS
Agradeço ao Profª. Heléia Bortolosso, orientadora deste trabalho e ao Profº Mauro Leandro Menegotto, co-orientador pela dedicação e empenho de ambos que tornou possível a conclusão deste trabalho.

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RESUMO

Há muito que se estudar sobre o tema, visto que a NR 33 (Norma Regulamentadora Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados) é uma nova abordagem no universo das Normas Regulamentadoras e um antigo problema pouco explorado pelas organizações, onde boa parte delas ainda não se adequou totalmente em equipamentos e em procedimentos, devido ao alto custo de adequação e a esporadicidade das intervenções nos espaços confinados onde os mesmos acabam não sendo prioridade de investimento. Em todas as organizações, o tratamento dos Espaços Confinados tem representado grande parte das preocupações dos administradores tanto pela adequação dos programas quanto pelos riscos que estes locais representam, porém, conforme as dificuldades citadas a maioria das empresas ainda não está totalmente adequada. Existe uma grande dificuldade de se conseguir materiais objetivos a respeito dos espaços confinados, por ser um assunto relativamente novo e pouco explorado nas bibliografias, tecnicamente a identificação e classificação destes espaços é pouco utilizada. Este trabalho definiu tecnicamente as ferramentas de análise e a montagem de um programa de espaços confinados, abordando os riscos existentes e a prevenção de acidentes nestes locais, a partir da APR (Análise Preliminar de Riscos), onde foram levantados todos os riscos para o acesso e trabalho seguro em um frigorífico. Foi elaborado um programa adequado a realidade do frigorífico, bem como o levantamento de custos para implantação deste programa para entrada em espaços confinados e também foram definidos dos equipamentos necessários com sua respectiva orçamentação. Neste contexto, foram trabalhados os problemas fundamentais dos espaços confinados e não os sintomas, tornando todos os riscos conhecidos para os trabalhadores que eventualmente acessam estas áreas e para o SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho), o qual é responsável pela gestão dos trabalhos nas atividades de riscos no frigorífico. Porém, devido a variação de atividades que podem ser executadas nos espaços confinados e as configurações de layout que ocorrem com frequência em todas as fábricas, a análise preliminar de riscos e o programa de espaços confinados devem ser revistos anualmente ou sempre que for executada alguma atividade não prevista nesta APR. De um modo simples e claro, a Gestão de Riscos pode ser definida como a aplicação sistemática de estratégias, procedimentos e práticas, que tem como objetivo a identificação dos perigos, a avaliação e o controle dos riscos de acidentes.

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Palavras-chave: Espaços Confinados, Frigorifico e Análise Preliminar de Risco.

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LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas ANSI: American National Standards Institute APR: Análise Preliminar de Risco. DIN: Deutsches Institut für Normung EC: Espaço Confinado EN: European Norms EPCS: Equipamentos de Proteção Coletiva EPIS: Equipamentos de Proteção Individual ETA: Estação de Tratamento de Afluentes ETE: Estação de Tratamento de Efluentes IEC: International Electrotechnical Commission IPVS: Imediatamente Perigosas a Vida e Saúde IT: Instrução de Trabalho NBR: Norma Brasileira. NEC: Nippon Electric Company NEMA: National Electrical Manufacturers Association NFPA: National Fluid Power Association NIOSH: National Institute for Occupational Safety and Health. NR: Norma Regulamentadora. OSHA: Occupational Safety and Health Administration OS: Ordem de Serviço PET: Permissão de Entrada e Trabalho PPM: Partes Por Milhão PSS: Procedimento de Segurança e Saúde PTR: Permissão para Trabalho de Risco

6 SESMT: Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho SIF: Serviço de Inspeção Federal SST: Segurança e Saúde no Trabalho .

..................................................................................2 ESPAÇOS CONFINADOS POR SETOR ECONÔMICO ..................................7 RISCOS QUÍMICOS ..... 3........... 3.. 3........................................4 IDENTIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS CONFINADOS ................7 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO .....1 OBJETIVO GERAL .........7 PRINCIPAIS RISCOS ENCONTRADOS NOS ESPAÇOS CONFINADOS ........................... 1..................2 RISCO DE EXPLOSÃO E INCÊNDIO .................................................................................. 2.............7.... 1......................................................................... 1....................................................... 3...... 4... 3....... ESPAÇO CONFINADO ........... 3............................................................................... 2.....................................................................5 RISCOS ERGONÔMICOS ................................... 3.......6 QUEDA DE OBJETOS ...................................1 DEFINIÇÃO DE ACIDENTE DE TRABALHO .............................................8 ESPAÇOS CONFINADOS NO AMBIENTE FRIGORÍFICO ......................3 TIPOS DE ACIDENTES .................... 3....... 2...........................................2 ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO ..... 4 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS .6 UTILIZAÇÃO DE EPI´S E EPC´S .........................................7.............8 QUEDAS ...............................9 RISCOS COMBINADOS ....5 RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR E DO EMPREGADO .. 2.................................................1 DEFINIÇÃO DE ESPAÇO CONFINADO ........... 2............7...2.... 3............................................................................2 OBJETIVOS ......................................................... 1....................7................................................................3 RISCOS ELÉTRICOS ........7.................................................................................................................................................................6 PROCEDIMENTOS PARA ENTRADA EM ESPAÇOS CONFINADOS .................................................................2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS .........................7.............................................................................................. ASPECTOS LEGAIS E TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO ..................................1 JUSTIFICATIVA ......7............................. 3....................... 3.................................7. 3..........................................................................................................5 ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS . 3...............................2 ATRIBUIÇÕES DO SESMT ........... 2........... 3.......4 RISCOS AMBIENTAIS ...3AGENTES CAUSADORES DE ACIDENTES EM ESPAÇOS CONFINADOS ......... 3..............2...........................4 SOTERRAMENTO .. 3................................................. 3........1 DEFICIÊNCIA DE OXIGÊNIO ...........1 IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS CONFINADOS ............................................................................................................ 9 9 11 11 11 13 13 13 13 14 15 18 20 20 21 22 23 25 29 32 33 34 36 37 37 38 39 39 40 40 43 43 44 ........................... 2................................7.......................................... 3........................ 4........

.................................2 ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO .........8 4......................................................... 6...................................................................... 5........................................ 5 RESULTADOS E DISCUSSÃO .................................................................................................................................. ANEXOS ANEXO A – EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS E SUAS APLICAÇÕES ........ 4........................................................................ 5...........5 PROGRAMA DE ESPAÇOS CONFINADOS ............1 IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS CONFINADOS .................... 4..................... APÊNDICE B –IDENTIFICAÇÃO VISUAL DOS ESPAÇOS CONFINADOS .........3 EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS .................... REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......................... 107 76 97 ......................................................... CONSIDERAÇÕES FINAIS E CONCLUSÕES ........................................4 ORÇAMENTO .............. 45 45 46 49 49 52 69 72 74 APÊNDICES APÊNDICE A – PROCEDIMENTO PARA ENTRADA EM ESPAÇOS CONFINADOS ...................3 ORÇAMENTO PARA IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA ............. 5...............

Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados) de uma unidade Frigorífica no Rio Grande do Sul. pois raramente nestes locais existe alguma preparação para utilização. para os profissionais da área de Segurança do Trabalho.606 (Postos de serviço . Embora o número de acessos seja bastante restrito. 1.Entrada em espaço confinado). os trabalhos realizados neste ambientes representam um desafio devido à dificuldade de antecipação ao perigo. . de 22 de dezembro de 2006.9 1. mas sem o caráter disciplinador da NR (Normas Regulamentadoras). desta forma o perigo muitas vezes fica em estado de latência. Os espaços confinados de qualquer indústria representam um sério perigo de morte para qualquer trabalhador. elaboradas para espaços confinados. são ambientes muito pouco utilizados e na opinião da maioria dos gestores não é prioridade de investimento. já que em alguns casos os espaços confinados são visitados no máximo uma vez durante toda atividade fabril de uma indústria ou são utilizados no máximo uma vez por ano. INTRODUÇÃO O trabalho em espaços confinados não apresenta uma parcela significativa sobre os índices de acidentes.1 JUSTIFICATIVA A regulamentação mínima dos espaços confinados é dada pela NR33 que teve sua publicação por meio da Portaria GM nº 202. uma vez acessado o risco de um acidente grave acontecer em qualquer atividade nestes ambientes é muito alto. nas zonas rurais representam 85% dos acidentes com morte. Neste contexto o trabalho visa à identificação dos aspectos referentes à adequação a NR33 (Norma Regulamentadora . Portanto.Prevenção de acidentes. pois conforme definição ocorrem em ambientes não projetados para ocupação humana.787 (Espaço confinado . segundo Araújo (2009) o índice de mortes nestes locais apenas são menores que as quedas na construção civil. existem ainda outras normas como a NBR 14. procedimentos e medidas de proteção) e a NBR 14. porém representa uma parcela significativa dos acidentes graves que acontecem nos ambientes industriais.

Considerando-se que as Normas regulamentadoras surgiram a partir da Portaria nº 3214 de 8 de junho de 1978 pode-se considerar que a NR33 é relativamente nova e que ainda tem-se muito a desenvolver nesta área. Geralmente os acidentes ocorridos em espaços confinados não ocorrem apenas por um fator. não especificando medidas de controle e acompanhamento. equipamento e equipe de resgate. 2009. conhecimento e conscientização. medidas administrativas e medidas pessoais. sem considerar a sub-notificação que poderia aumentar ainda mais este índice. trata superficialmente o tema mencionando apenas que para as atividades que expõem os trabalhadores a riscos de asfixia. medidas de engenharia. pois qualquer acidente pode ser fatal sendo necessário capacitar. De acordo com Araújo (2009) não existem estatísticas precisas sobre os acidentes em espaços confinados no Brasil. o despreparo e a falta de informação são os principais fatores causadores de acidentes. além de procedimentos. Explosões e acidentes envolvendo produtos perigosos. Os acidentes em espaços confinados são distribuídos nas seguintes categorias: Incêndios.1839.) Os espaços confinados no ambiente frigorífico são locais que requerem a atenção especial de todos os envolvidos. assim este trabalho tem por finalidade a . e doenças ocupacionais devem ser adotadas medidas especiais de proteção. embora estas atividades não sejam executadas com freqüência.10 e a NR18 (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção) a qual era a única com caráter disciplinador. pois o Ministério do Trabalho e Emprego não registra em uma categoria específica. Segundo Araújo (2005) a NR 18 (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção) que regia a gestão dos espaços confinados. intoxicações. p. alertar e informar todos os envolvidos no processo quanto aos perigos existentes dentro e fora dos mesmos. explosão. mas por um encadeamento de fatos sendo. O encadeamento de fatos que geram os acidentes começam pela falta absoluta de informação. sendo que 85% dos acidentes ocorridos nestes locais poderiam ser evitados se tivessem sido identificados os locais e os riscos inerentes a cada espaço confinado. como exames médicos. Avaliando os espaços confinados existentes no ambiente frigorífico há muitas atividades Imediatamente Perigosas a Vida e Saúde (IPVS) dos trabalhadores. 1981 apud ARAÚJO. Estima-se que os acidentes com óbitos ocorridos em espaços confinados só seja superado pelos acidentes com queda na construção civil. (KULCSAR.

2 OBJETIVOS 1. especialmente nestes casos.1 OBJETIVO GERAL Criar um programa adequado a NR 33 para espaços confinados em um frigorífico situado no Rio Grande do Sul. a todas as pessoas e profissionais. de forma que os equipamentos sejam eficientes e garantam segurança aos trabalhadores.11 antecipação. 1.  Orçar os referidos equipamentos. 1.  Avaliar os riscos inerentes a cada espaço confinado. O presente trabalho contribuirá de forma esclarecedora. .  Definir tecnicamente quais os equipamentos de avaliação ambiental necessários para entrada e realização de trabalhos em espaços confinados.2. para as atividades que serão executadas. a avaliação dos riscos e a definição das medidas preventivas.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Identificar os espaços confinados do frigorífico. pois os trabalhadores colocam e risco as suas próprias vidas. quais os procedimentos a serem adotados na identificação dos espaços confinados. afim de que a Análise Preliminar de Risco seja eficiente e abrangente em relação aos riscos envolvidos nos trabalhos em espaços confinados. afim de ser executada uma avaliação geral dos mesmos e facilitar a análise preliminar de riscos dos espaços confinados identificados e dos próximos espaços que venham a surgir. A integridade física e psicológica dos trabalhadores é de suma importância. os procedimentos para acesso e os riscos inerentes as atividades em cada um deles. justificando sua necessidade por ser mais uma ferramenta de pesquisa para os espaços confinados presentes em um ambiente frigorífico. para uma avaliação global do investimento para implantação do programa no frigorífico.2.

.12  Criar procedimentos para entrada em cada espaço confinado no frigorífico. para garantir que os riscos sejam minimizados e os procedimentos estabelecidos sejam cumpridos.

a definição para acidente do trabalho “não se encontra em dicionários e enciclopédias. provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte. inesperada ou não.2 ATRIBUIÇÕES DO SESMT De acordo com a NR4 (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) no item 4. d) Treinar e orientar os trabalhadores. infortúnio e aquilo que sobrevém repentinamente são algumas das definições vocabulares que apenas se relacionam com aspectos do acidente do trabalho”. Sternadt (1998.213 de 24/07/91 da Previdência Social define em seu artigo 19 que Acidente do Trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa.. que interfere no processo normal de uma atividade. da capacidade para o trabalho. ou incidentes. e) Manter registros de ocorrência de acidentes.1 DEFINIÇÃO DE ACIDENTE DE TRABALHO A Lei nº. ou redução permanente ou temporária. 2. ocasionado pela perda de tempo útil. b) Estudar e propor medidas preventivas e corretivas. 29) define acidente de trabalho como: . ou perda. f) Elaborar programas de controle de emergência. p. lesões nos trabalhadores ou danos materiais. p. Ele seria um acontecimento imprevisto. mas que não chegam a causá-lo. Os quase acidentes.. representam um tipo de ocorrência bem mais comum que os acidentes. . Segundo Zocchio (1996.sendo uma ocorrência não programada.12 verifica-se que cabe ao SESMT: a) Identificar e avaliar os riscos.13 2 ASPECTOS LEGAIS E TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO 2. 8. com potencial para causar dano. 25). c) Assessorar tecnicamente o empregador e os trabalhadores.

Via digestiva: ingestão. biológicos. que podem causar prejuízos á saúde do trabalhador. .3 TIPOS DE ACIDENTES Os tipos de acidentes estão divididos em 3 grupos de acordo com Decreto 2. poeiras vegetais.173/97 do M. pode produzir reações tóxicas e danos á saúde. (Ministério do Trabalho e Emprego): a) Acidente Típico: Acidentes que ocorrem no exercício do trabalho. intensidade. existentes nos ambientes de trabalho.Via cutânea: absorção pela pele .E. pressões anormais e umidade. Quando absorvidos pelo organismo. calor. gases. névoas. sólida e gasosa. Em alguns casos significativos utiliza-se também referenciar os agentes ergonômicos e os riscos de acidentes como riscos ambientais para este efeito. físicos.Via respiratória: inalação pelas vias aéreas . 2. frio. vibrações.14 2. neblinas. b) RISCOS QUÍMICOS: Poeiras minerais. vapores e produtos químicos diversos. c) Doença do Trabalho: é aquela adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente. equipamentos e condições físicas características do local de trabalho. concentração. poeiras alcalinas. Há três vias de penetração no organismo: . radiações ionizantes e não ionizantes. Estes riscos são representados pelas substâncias químicas que se encontram nas formas líquida. Os riscos físicos são efeitos gerados por máquinas. suscetibilidade e tempo de exposição. Os riscos ambientais ou profissionais estão divididos em cinco grupos principais: Tais agentes são: a) RISCOS FÍSICOS: Ruídos.T. b) Acidentes de Trajeto: são aqueles que ocorrem no percurso da residência para o trabalho e vice-versa.4 RISCOS AMBIENTAIS De acordo com a NR 32 (Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde) consideramse riscos ambientais os agentes químicos. Os riscos ambientais são capazes de causar danos à saúde e à integridade física do trabalhador devido a sua natureza. fumos metálicos.

ferramentas inadequadas ou defeituosas. privilegiando as . posturas incorretas.15 c) RISCOS BIOLÓGICOS: Vírus. bacilos e outros. como bactérias. bactérias.5 RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR E DO EMPREGADO Existem muitas responsabilidades no que tange a responsabilidade da empresa e empregador este deve propiciar meios aos seus empregados para que não ocorram acidentes agindo diretamente sobre a causa geradora dos riscos. São capazes de desencadear doenças devido à contaminação e pela própria natureza do trabalho. animais peçonhentos e ausência de sinalização. eletricidade. preocupação. Os riscos biológicos são causados por microrganismos invisíveis a olho nu. que propõem que os ambientes de trabalho se adaptem ao homem. ritmo de trabalho intenso. vírus. trabalhos físicos pesados e repetitivos. e) RISCOS DE ACIDENTES / MECÂNICOS: Arranjo físico inadequado. minimizando a exposição dos trabalhadores envolvidos nas atividades o que torna a visão prevencionista bastante ampla a responsabilidade. porém podem se desenvolver durante a atividade modificando totalmente as condições de trabalho tornando o ambiente IPVS (Imediatamente Perigoso a Vida e a Saúde). máquinas e equipamentos sem proteção. De acordo com Araújo (2009) nos espaços confinados os riscos ambientais podem não existir inicialmente. pressupõe que a prevenção deve ser gerida nos próprios locais de trabalho em função de todos os riscos declarados e sobre todos os intervenientes. fungos. armazenamento inadequado. probabilidade de incêndio ou explosão. propiciando bem estar físico e psicológico. seu posto de trabalho e seus equipamentos. d) RISCOS ERGONÔMICOS: Monotonia. Riscos de acidentes ocorrem em função das condições físicas – de ambiente físico e do processo de trabalho – e tecnológicas impróprias capazes de provocar lesões à integridade física do trabalhador. Estes riscos são contrários às técnicas de ergonomia. parasitas. etc. 2. Os riscos ergonômicos estão ligados também a fatores externos – do ambiente – e a fatores internos – do plano emocional. iluminação inadequada. fungos. Em síntese: ocorrem quando há disfunção entre o indivíduo. fadiga.

ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar. risco para os direitos de outrem. e) Garantir a capacitação continuada dos trabalhadores sobre os riscos.16 medidas que conduzam à eliminação ou minimização dos mesmos de acordo com Santos et al. A responsabilidade objetiva é a responsabilidade sem culpa. Conforme a NR 33 item 33.2. nos casos especificados em lei. Segundo a Revista Proteção (2010. Caso em que há a obrigação de indenizar sem que tenha havido culpa do agente. no qual seu empregado dirigia o veículo. pessoais e de emergência e salvamento. por sua natureza. É o caso do patrão que paga os prejuízos de acidente de trânsito. por escrito. p. d) Implementar a gestão em segurança e saúde no trabalho em espaços confinados. por medidas técnicas de prevenção. (2008). da Permissão de Entrada e Trabalho . que possui a seguinte redação: "Haverá obrigação de reparar o dano.1 cabe ao empregador: a) Indicar formalmente o responsável técnico pelo cumprimento desta norma. de emergência e salvamento em espaços confinados.6. de forma a garantir permanentemente ambientes com condições adequadas de trabalho. b) Identificar os espaços confinados existentes no estabelecimento.3 o empregador deverá garantir que a ocorrência de riscos ambientais nos locais de trabalho que coloquem em situação grave ou iminente risco um ou mais trabalhadores os mesmos possam interromper de imedito as atividades. independentemente de culpa. c) Identificar os riscos específicos de cada espaço confinado.108) a responsabilidade do empregador no Brasil é objetiva isto é independente de culpa ou dolo o diante do direito civil o mesmo deve reparar os danos causados a outra pessoa no caso o empregado. De acordo com a NR 9 (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) item 9. as medidas de controle. A chamada responsabilidade objetiva foi consignada no parágrafo único do artigo 927 do atual Código Civil.”. administrativas. f) Garantir que o acesso ao espaço confinado somente ocorra após a emissão.

b) Comunicar ao Vigia e ao Supervisor de Entrada as situações de risco para sua segurança e saúde ou de terceiros. Porém a Norma regulamentadora de espaços confinados não estabelece somente obrigações para o empregador. O desconhecimento de aspectos técnicos e legais não isenta nem exclui o seu cumprimento por quem quer que seja. De acordo com Santos et al.17 g) Fornecer às empresas contratadas informações sobre os riscos nas áreas onde desenvolverão suas atividades e exigir a capacitação de seus trabalhadores. procedendo ao imediato abandono do local. condições ou operações de trabalho. Segundo Araújo (2005) o penamento jurídico entende que o empregador deve manter-se atualizado sob os documentos legais existentes. e j) Garantir informações atualizadas sobre os riscos e medidas de controle antes de cada acesso aos espaços confinados. mas também para o empregado destas as mais importantes são: a) Utilizar adequadamente os meios e equipamentos fornecidos pela empresa. h) Acompanhar a implementação das medidas de segurança e saúde dos trabalhadores das empresas contratadas provendo os meios e condições para que eles possam atuar em conformidade com a NR. (2008) o empregador deve desenvolver e implantar programas de capacitação sempre que ocorrem as seguintes situações: a) Mudança nos procedimentos. . b) Algum evento que indique a necessidade de um novo treinamento. c) Quando houver uma razão para acreditar que existam desvios na utilização ou nos procedimentos de entrada nos espaços confinados ou que os conhecimentos não sejam adequados. i) Interromper todo e qualquer tipo de trabalho em caso de suspeição de condição de risco grave e iminente. e c) Cumprir os procedimentos e orientações recebidos nos treinamentos com relação aos espaços confinados. que sejam do seu conhecimento.

Estes meios deverão ser os serviços de prevenção. o que nos espaços confinados não nos dá margem para medidas corretivas. Segundo Silva (2009) os princípios gerais de prevenção podem ser considerados como os principais fundamentos da abordagem de prevenção nas empresas.18 De acordo com Araújo (2009) não há dúvidas que o empregador deve estabelecer controles operacionais para garantir a segurança do dos trabalhadores que realizam trabalhos em espaços confinados. estes controles operacionais podem ser identificados a partir da elaboração do estudo dos riscos feitos previamente. Se assim não for. sob está ótica existe uma transferência de responsabilidade por parte . monitoramento de contaminates atmosféricos. adequados a tais objetivos. como na própria gestão da prevenção nas empresas. torna-se absolutamente necessária a criação e o desenvolvimento de um conjunto de meios. a hierarquia dos princípios gerais de prevenção for respeitada. na prática. muitas vezes em função de desconhecimento ou mesmo para redução de custos. A nova perspectiva da abordagem preventiva. que terão de assumir um papel fundamental na concretização de prevenção. os controles operacionais poderão evitar e/ou minimizar a possibilidade de ocorrência de acidentes no espaço confinado. reuniões de planejamento antes da entrada. Uma das polêmicas que cerca a atual norma é a utilização de EPI (Equipamentos de Individual) como critério de eliminação dos riscos o que é considerado descabido por parte de alguns especialistas. pressupondo um elevado nível de eficácia nesta abordagem preventiva. só pode ser concretizada se. De uma forma geral. Como exemplos de controles operacionais podemos citar: A identificação e sinalização dos espaços confinados. Porém muitas empresas ou a maioria delas abrem mão das medidas preventivas pelas medidas corretivas. os equipamentos de proteção individual deveriam ser usados somente em situações de emergência. 2. estaremos sempre em presença das abordagens preventivas de índole corretiva. plano de emergência e trabalhos envolvendo empresas terceirizadas. reuniões informativas com a equipe de entrada. Permissão para trabalho de risco e/ou permissão de entrada. treinamento e qualificação. sinalização e bloqueio dos equipamentos. tanto nas atividades dos serviços de prevenção. limpeza e ventilação.6 UTILIZAÇÃO DE EPI´S E EPC´S No sentido de alcançar os objetivos tendentes à prevenção dos riscos. no sentido de estabelecer a prioridade da prevenção.

devem ser adequados aos riscos dos espaços confinados. porém esta afirmação também não pode ser utilizada como no que tange a minimização dos riscos em espaços confinados. entre outros meios se fazem necessários em boa parte dos casos como EPCS (Equipamentos de Proteção Coletiva) móveis devido ao alto custo de se ter estes dispositivos fixos em locais onde o aceso acontece em um número ínfimo de vezes. No entanto a utilização de Detectores multigás para monitoramento contínuo do ambiente. A NR 33 no subitem 3.19 do empregador para o empregado. . desta forma a norma frisa a atenção que deve ser dada a APR (Análise Preliminar de Risco) para que se utilize o EPI adequado a cada tipo de risco e ou particularidades de cada local. tripés. pois inviabilizaria a atividade. pois como são áreas não projetadas para ocupação contínua em alguns casos é quase impossível a adequação do espaço somente através de EPCS fixos de alto custo. bloqueios. a adoção de insuflamento e ou exaustão.3.2 estabelece que os equipamentos fixos e portáteis. inclusive os de comunicação e de movimentação vertical e horizontal. meios de comunicação.

tem-se muita dificuldade de acesso ou mesmo para salvamento. por exemplo. explosive gases and vapors. Physical hazards. p. cold. “Confined space hazards may be broadly divided into two categories: atmospherics hazards and physical hazards. p.4) Conforme explanado por Rekus (1994) o estudo dos espaços confinados é muito mais amplo que o pressuposto na definição da NR 33 ou mesmo pela NBR 14787.” (Rekus. equipamentos elétricos energizados. in-flowing fluids. limpeza de superfícies com solventes em um tanque que podem provocar alterações no momento da sua execução. Even gravity can be a hazard if tools and equipment fall though an elevated opening onto the heads of workers below. geralmente representa sérios riscos para a saúde dos trabalhadores. and finely divided solids like grain or saw dust that can engulf and trap a victim. energized electrical conductors. ESPAÇO CONFINADO 3. and “toxic” air contaminants. ionizing and non ionizing radiation. condutores elétricos energizados. calor. a soldagem. Embora existam inúmeras definições sobre Espaços Confinados utiliza-se a definição da NBR por esta ser mais completa que a da NR 33. inclui além dos espaços que possam causar asfixia. o número de óbitos apenas é superado pelas quedas na construção civil. frio. ionizante e não ionizante. 1994. pintura. por utilizar a palavra “desenvolver” o que torna a definição mais abrangente como. a qual tem meios limitados de entrada e saída e na qual a ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes perigosos e/ou deficiência/enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se desenvolver. pois são áreas não utilizadas com freqüência pelos trabalhadores. Por definição espaço confinado pode ser: “Qualquer área não projetada para ocupação contínua. intoxicação ou risco de explosão locais onde se possam ser incluídos riscos como a movimentação de equipamentos mecânicos. Atmospheric hazards include oxygen-deficiency. include such things as moving mechanical equipment.20 3.” (NBR 14787 2001. fluidos em escoamento. porém são fatais. oxygen-enrichment.3). energized electrical equipment. Os acidentes de trabalho em espaços confinados não acontecem com freqüência. on the other hand. e sólidos. heat. . como grãos ou pó de serra que pode engolfar e prender uma vítima.1 DEFINIÇÃO DE ESPAÇO CONFINADO Uma breve explanação faz-se necessária sobre a constituição de um espaço confinado que é um dos principais riscos de todos os setores econômicos industriais.

(2008) a NR33 bem como a NBR14787 tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação. transportadores enclausurados. tanques fornos e silos. shafts (passa dutos). valas. trincheiras. caixões. bacias. não sendo projetada para ocupação humana” 3. cisterna. valas. poços. monitoramento e controle dos riscos existentes nos espaços confinados de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente nestes locais.21 A mesma gravidade pode ser um perigo se as ferramentas e equipamentos caírem de uma altura elevada sobre as cabeças dos trabalhadores abaixo. tanques. áreas de diques. vasos de reação ou processos. esgotos. batedores. p. tonéis e dutos. reconhecimento. QUADRO 1 – Exemplos de espaços confinados por setor econômico. torres de resfriamento. moegas. tanques. Depósitos. espaços limitados ou reduzidos e dutos. escavações. A OSHA (1993. secadores. (2009) os espaços confinados por setor econômico mais comuns estão listados no QUADRO 1. tanques e prensas. caixas. Retortas. panelões. fornos e misturadores. torres. secadores e dutos. SETOR ECONÔMICO Agricultura ESPAÇOS CONFINADOS TÍPICOS Biodigestores. precipitadores. depósitos. 219 2005) define Espaço confinado como. trincheiras e dutos. tanques e poços. Construção Civil Alimentos Têxtil Papel e Polpa Editoras e Impressão Gráfica Indústrias do Petróleo e Indústrias Químicas Borracha Couro . Segundo Santos et al. tremonhas. Tanques. recipientes de tingimento. permitindo somente que um trabalhador entre e execute uma determinada atividade. forros. misturadores. tanques. Tonéis. Poços. esgotos. colunas de destilação. fornos. filtros coletores. “Espaço como aquele cuja entrada ou saída é limitada ou restrita. Caixas. caldeiras. silos. tubos. digestores. elevadores de caneca. Tanques. misturadores. colunas. lavadores de ar. apud Araújo.2 ESPAÇOS CONFINADOS POR SETOR ECONÔMICO De acordo com a Kulcsar et al. Reatores. lavadores de ar. silos.

galerias. poços. Caldeiras.787 que embora tenha em seu texto uma diferença sutil a palavra “desenvolver”. esgotos e drenos. desengraxadores. container. Muitos acidentes . moinhos e secadores. Serviços de gás. Fonte: KULCSAR et al.22 SETOR ECONÔMICO Tabacos Concreto. caixas. através de uma avaliação mais criteriosa pode-se verificar alguns espaços do cotidiano que parecem inofensivos ou que aparentemente não são IPVS. tremonhas. Tanque nas asas dos aviões. dutos. reguladores. coletores e cabines. Caso se acrescente mais uma variável. silos. tanques. vagões tanques ferroviários. poços químicos. podem se tornar. dutos. de águas e de esgotos. tubulação. coletores e túneis. Porões. poços. pedras. assim verifica-se a necessidade de se fazer uma identificação bastante criteriosa dos espaços confinados sendo prudente considerar todos eles como IPVS antes que se prove o contrário. tanques sépticos. Desengraxadores. mas pela associação de vários fatores por isso a análise preliminar dos espaços confinados faz–se tão necessária. neste sentido é interessante reavaliar a NBR 14. digestores. caminhões-tanque. caldeiras. Depósitos. 2009.3 AGENTES CONFINADOS CAUSADORES DE ACIDENTES EM ESPAÇOS De acordo com Araújo (2009) o agente acusador de um óbito em um espaço confinado geralmente não acontece devido a apenas um fator. desengraxadores. argila. estações de bombas. silos. caixa de gordura. 3. Depósitos. cabines e tanques. poços. transportadores. caixões e enclausuramentos. silos. coletores e cabines. poços de lama. tanques. poços de água. tanques e navios-tanque. Operações Marítimas compartimentos e dutos. tubulação. cerâmica e vidro Metalurgia Metalurgia Eletrônica Transporte Serviços Sanitários. Poços de válvulas. estações elevatórias. eletricidade e telefonia Equipamentos e Máquinas ESPAÇOS CONFINADOS TÍPICOS Secadores e tonéis. tanques de combustível e de água. No QUADRO 1 observa-se que o estudo dos espaços confinados é bastante amplo por estarem distribuídos em todos os setores econômicos. depósitos. torna o assunto bastante abrangente. dutos. incineradores. Fornos.

787 TABELA 1 através dela verifica-se se realmente é necessário classificar ou não o ambiente analisado como espaço confinado ou não. equipamentos de proteção individual. resgate e primeiros socorros. subavaliação dos riscos. . Dentre as principais causas pode ser citado o espaço confinado não reconhecido. procedimentos. PET (Permissões de Entrada e Trabalho). deve-se lembrar a definição de espaço confinado na qual o risco pode se desenvolver dependendo da atividade. devem ser tomadas ações para impedir que trabalhadores despreparados consigam acessar os locais. 3. procedimentos internos não previam controles preventivos entre elas.23 graves podem acontecer. a confiança nos sentidos. Os trabalhadores devem ser informados da localização e dos perigos. testes de atmosfera.4 IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS CONFINADOS Uma das formas mais práticas de se identificar e classificar um espaço confinado é a utilização de uma tabela que responda a definição da NBR 14. a permissão de entrada com o monitoramento das condições ambientais. baixa percepção dos riscos e a falta de preparo para resgates. pois. bloqueio de equipamentos mecânicos. Em muitos casos os espaços confinados não são devidamente identificados como tais devido à inexistência de riscos preliminares em determinadas situações sendo que em outras atividades o risco no mesmo espaço torna-se iminente. caso haja resposta positiva a qualquer uma das perguntas o espaço pode ser considerado como confinado. Os principais fatores de acidentes nestes locais são a falta de reconhecimento dos Espaços confinados existentes.

5-Dornas Fermentação .NIOSH (1987) diferentes graus de risco podem ocorrer em situações diferentes desta forma classifica os riscos em e classes: Class A Spaces are those that present situations which are immediately dangerous to life or health. Estão inclusos espaços que sejam deficientes de oxigênio e/ou que contenham atmosferas tóxicas ou explosivas. . N = Não.. 1994. c) Espaços Classe C – São aqueles em que qualquer risco é tão insignificante que nenhuma prática ou procedimento de trabalho seja necessária.. however. suporte de equipamentos e supervisão.. p. têm potencial para causar lesão ou doenças se medidas de proteção não forem tomadas... These include spaces that are either deficient in oxygen or contain explosive. or toxic atmospheres...Class B Spaces do not present an immediate threat to life or health. apud REKUS..3) Há três classes de espaços confinados conforme a definição do NIOSH: a) Espaços Classe A – aqueles que apresentam situações que são IPVS.. they have the potential for causing injury or illness if protective measures are not used. b) Espaços Classe B – não representam riscos imediatos à vida ou à saúde.....Class C Spaces are those where any hazards posed are so insignificant that no special work practices or procedures are required” (NIOSH... Nestes casos são necessários cuidados especiais como de resgate. 1987. flammable. S S S N ? de S S S S S S = Sim..... no entanto. ? Pode existir em determinadas condições Fonte: ARAÚJO 2009 p.1844 Segundo o National Institute for Occupational Safety and Health .24 TABELA 1 – Identificação dos espaços confinados Local Não projetado Meios limitados para entrada saída? e Ventilação natural insuficiente para remover? Deficiência excesso de ou O2 Mistura inflamável existente ou que possa existir? para a ocupação humana contínua? existente ou que possa existir? 1-Peneira rotativa ..

3.552). b) Atividades de todo o pessoal que têm acesso ao local de trabalho (incluindo subcontratantes e visitantes). B ou C cada espaço deve conter uma sinalização nos moldes da figura constante no anexo 1 da NR 33 podendo conter o numero de identificação e a classe do mesmo (FIGURA 1). c) Instalações .5 ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO Para a norma BSI-OHSAS 18001 (1999) a organização deve estabelecer e manter procedimentos para a contínua identificação de perigos. 2009. FIGURA 1 – Placa de identificação dos espaços confinados (NR 33. Estes devem incluir: a) Atividades de rotina e não-rotina.25 Uma vez classificado o espaço em A. avaliação de riscos e a implementação das medidas de controle necessárias. p.

instalações. d) Decidir se o risco é tolerável. julgar se as precauções do SST (Segurança e Saúde no Trabalho) existentes ou planejadas são suficientes para manter os perigos sob controle e para atender os requisitos legais. preparar uma lista de trabalho. fazer uma estimativa subjetiva do risco associado a cada perigo. b) Identificar os perigos. abrangendo propriedades. De acordo com a norma BS8800 (1999) Apud Cicco (1996) os seguintes critérios são necessários para que as organizações realizem uma avaliação de risco eficaz: a) Classificar as atividades de trabalho. devendo documentar e manter tais informações atualizadas. identificar todos os perigos significativos relativos a cada atividade de trabalho. c) Determinar os riscos. a organização deve garantir que os resultados dessas avaliações e os efeitos dos controles sejam considerados para o estabelecimento dos objetivos de Segurança e Saúde no Trabalho.26 Segundo norma BSI-OHSAS 18001 (1999). e obter informações sobre eles. f) Analisar criticamente a adequação do plano de ação: reavaliar os riscos em função dos controles revisados. e verificar se os riscos são toleráveis Processo de avaliação de riscos presentes na FIGURA 2. . levar em consideração quem poderia sofrer os danos e como. e) Preparar o plano de ação para controle dos riscos: preparar um plano para tratar quaisquer questões encontradas na avaliação que queiram atenção. pessoal e procedimentos. As organizações devem assegurar que os controles novos e os existentes estão funcionando e são eficazes. assumindo que os controles existentes ou planejados estão funcionando.

56). f) Ventilação inadequada. o monitoramento permite planejar e implementar medidas de controle adequados garantindo que as condições de entrada sejam aceitáveis antes e durante a entrada conforme explanado por Araújo (2005). c) Escassez de espaço. A avaliação dos riscos existentes nos espaços confinados é o processo pelo qual os riscos aos quais os trabalhadores que possam estar expostos num espaço confinado são identificados e avaliados. . Segundo Zocchio (1996). algumas condições inseguras mais freqüentes. g) Altas e baixas temperaturas. A avaliação de um espaço confinado inclui monitoramento baseado em critérios pré-definidos. d) Defeitos nas edificações. são mencionadas a seguir: a) Falta de proteção em máquinas e equipamentos.27 FIGURA 2 – Processo de avaliação de riscos (CICCO. 1996. b) Proteções inadequadas ou defeituosas. catalogadas pelos estudos da segurança do trabalho. p. e) Instalações elétricas inadequadas ou defeituosas.

Como os espaços confinados geralmente não possuem ventilação própria. reparos. Os fatores de risco são identificados nos processos. preparar e emitir. entretanto devem ser estabelecidos procedimentos e controles específicos contendo as seguintes ações: a) Ferramentas para antecipar. sinalizar. e o ar ambiente pode conter ou produzir contaminantes perigosos. a forma mais eficaz de se identificar os riscos dinâmicos é através de uma APR a elaboração destes estudos visa o preenchimento de uma PTR (Permissão para Trabalho de Risco) como explanado por Araújo (2005) Geralmente os trabalhadores entram em espaços confinados para realizar serviços como manutenções. Os riscos dinâmicos podem ocorrer através de aspectos não previstos e identificados na permissão de trabalho de risco. como produtos tóxicos ou inflamáveis. Segundo Araújo (2009) as atividades em espaços confinados de Segurança e Saúde Ocupacionais deverão ser integrados ao processo de identificação e avaliação de riscos existentes na organização. nas tarefas e nas instalações perigosas. d) Desenvolver e implementar procedimentos de coordenação de entrada que garantam informações a todos os trabalhadores. usar e cancelar permissões de entrada. e) Sistematizar. inspeção de equipamentos ou reservatórios. A Análise Preliminar de Risco se faz importante neste sentido a fim de evitar a exposição do trabalhador ao perigo. reconhecer e identificar os espaços confinados. eliminar e controlar os riscos dos espaços confinados. b) Estabelecer medidas para isolar. i) Vibrações. limpeza. .28 h) Ruídos intensos. c) Controlar o acesso aos espaços confinados através de travas e bloqueios. f) Supervisão das atividades e dos trabalhadores dentro dos espaços confinados. E devido a sutiliza dos riscos estes podem não ser percebidos pelos trabalhadores. pode haver pouco ou nenhum oxigênio.

a criação das Instruções de Trabalhos – IT´s e os Procedimentos de Segurança e Saúde – PSS. vivos ou mortos. esmeril.. Como riscos gerais. . a emissão de Ordem de Serviço – OS. enquanto se executa o trabalho. que podem surgir do defeito de algum equipamento a ser utilizado. Segundo Silva (2010) além das APR´s. etc. pois será ela que definirá quais as medidas de controle que serão utilizadas em cada espaço podendo ser feita através de uma descrição ou através de uma planilha que poderá conter: a) Etapa da tarefa ou atividade. soterramento e engolfamento que é o envolvimento e a captura de uma pessoa por líquidos ou sólidos finamente divididos. d) Efeito esperado. específicos para cada um dos espaços.29 g) Monitorar a atmosfera dentro dos espaços confinados para verificar se as condições de acesso e permanência são seguras. Neste sentido a Análise Preliminar de Risco é de suma importância. devido a escorregões. riscos advindos de problemas de comunicação entre interior e exterior do espaço confinado. baixa luminosidade ou iluminação deficiente no local. ambiente quente ou frio. o programa de prevenção também deve conter os procedimentos de entrada. que podem causar fadiga ao trabalhador. riscos de choque elétrico por contato com partes metálicas que tenham tensão. como os riscos mecânicos. posturas incorretas. trabalho. quedas. c) Causa provável. em especial a elaboração de um modelo de Permissão de Entrada e Trabalho – PET. com ocorrência de ruído elevado e vibrações provenientes de martelos. riscos de afogamento. emergência e salvamento. e) Medida de controle. presença de animais. Os espaços confinados apresentam riscos gerais. quedas de objetos no interior do espaço confinado. b) Perigos identificados. temos ainda o ambiente físico agressivo. respeitando sempre a norma.

considerando diversos fatores. e estabelecer os controles necessários.30 3. mudanças significativas nos processos e conseqüentemente maiores investimentos para se obter resultados mais significativos (ARAUJO et al. pois uma vez que não existe o perigo. não haverá o acidente. deve identificar quais são os processos que podem contribuir para a eliminação dos perigos ou para a redução dos riscos. 2000). .. o meio e o homem. 2000) A empresa. a fonte (perigo). baseando-se na identificação de perigos e avaliação de riscos.6 PROCEDIMENTOS PARA ENTRADA EM ESPAÇOS CONFINADOS Os controles operacionais na fonte devem dar prioridade à eliminação dos perigos ou evitar que eles existam. e quanto mais próximos os controles estiverem das fontes mais eficientes e efetivos eles serão (ARAUJO et al. a praticidade do controle e a possibilidade de se introduzir novos perigos. os custos. entre eles: o nível de risco existente. Desta forma é de fundamental importância responder ao fluxograma (FIGURA 3) antes de qualquer entrada no espaço confinado mesmo que os riscos já tenham sido identificados sempre focando na atividade a ser desenvolvida no local.. Deve-se destacar que essa forma de controle pode demandar a aplicação de novas tecnologias.

31 FIGURA 3 – Fluxograma de ações para emissão de permissão para trabalho de risco e entrada em espaço confinado. Um método simplificado que pode ser utilizado na emissão da PET (Permissão de Entrada e Trabalho) está descrito no QUADRO 2 deste trabalho onde se destaca os procedimentos a serem tomados antes durante o acesso aos espaços confinados. p. (ARAÚJO.292). . 2005.

incluindo quem contatar e como remover os entrantes.7 PRINCIPAIS RISCOS ENCONTRADOS NOS ESPAÇOS CONFINADOS Os principais riscos encontrados nos espaços confinados são a deficiência de oxigênio.lá no espaço de forma que os entrantes autorizados possam vê-la. gases tóxicos e corrosivos. Planejar as emergências Os atendentes devem saber como responder as emergências. Os empregados devem ter a oportunidade de observar os testes. deve assinar a permissão de entrada e afixa . . Assegurar que os entrantes tenham os equipamentos de Identificar os equipamentos que necessitam para fazer o trabalho (incluindo equipamentos de resgate) e que eles saibam como usar necessários os equipamentos. Atendentes e entrantes devem se manter em contato uns com os outros. Devem saber quais equipamentos de comunicação utilizar e como utilizá-los de forma efetiva. gases inflamáveis. 2007. queda de objetos. 42. Completar e formalizar a permissão de entrada Manter a comunicação O supervisor de entrada e os atendentes autorizados Manter a distancia pessoas devem manter pessoas não autorizadas distantes do não autorizadas EC. Colocar sinais de advertência ou barreiras para manter a distancia pessoas não autorizadas e proteger entrantes da queda de objetos. Fonte: REVISTA PROTEÇÃO. 3.32 QUADRO 2 – O que fazer antes da entrada num espaço confinado. Testar os perigos atmosféricos na seguinte ordem: oxigênio. riscos ergonômicos. ou etiquetar equipamentos Guardar o espaço Isolar o espaço Eliminar e controlar os perigos atmosféricos Testar o EC com relação aos perigos atmosféricos Eliminar ou controlar os perigos do EC. trancar perigosos do EC. explosão e incêndio. soterramento e engolfamento. O supervisor de entrada deve certificar que o espaço é seguro para entrar. p. documentar o método e os passos necessários para eliminar ou controlar os perigos. riscos elétricos. Monitorar as atividades dentro e fora do EC Atendentes autorizados devem continuamente monitorar o EC de perigos enquanto os empregados estiverem no interior do mesmo. Desconectar. riscos químicos e quedas.

5 a 23.7. De acordo com Araújo (2005) a falta de oxigênio pode gerar inicialmente uma sensação de bem estar e euforia. o excesso de oxigênio. De acordo com a norma ANSI – CGA G-7 – 1989.5%. ar respirável grau D deve cumprir os seguintes requisitos na TABELA 2. pois este pode desenvolver-se durante o trabalho em espaços confinados devido à falta de ventilação do local sendo difícil detectar sem um oxímetro. Segundo Araújo (2009) alguns espaços confinados também podem desenvolver este estado devido à oxidação do ferro ou mesmo pela digestão de micro organismos em ambientes enclausurados.5 1000 ppm ( max. que causa asfixia e ocorre quando o nível de oxigênio no local está abaixo de 19. Se num orifício contaminado por óleo/graxa passar oxigênio em alta pressão. que também é prejudicial e os níveis não podem ultrapassar 23. utilizado para medição da concentração de oxigênio no local.33 3. Pode ser considerado um dos principais riscos no espaço confinado. ) (a) Nenhuma 10º C abaixo da mínima temperatura esperada ou . abaixo de 18% o risco já é grave e iminente e.29º C ( 400 ppm a 760 mmHg ) Fonte: ANSI – CGA G-7 – 1989 . Portanto. ) 10 ppm ( max. sendo que.1 DEFICIÊNCIA DE OXIGÊNIO A deficiência de oxigênio. ) 5mg/m3 ( max. oxigênio gasoso comprimido não deve ser usado em respiradores de linha de ar ou em máscaras autônomas de circuito aberto que tenham usado previamente ar comprimido. O ar comprimido pode conter baixa contaminação de óleo devido aos equipamentos usados. TABELA 2 – Requisitos da composição do ar respirável em espaços confinados COMPONENTE Porcentagem de Oxigênio (% em volume) (o restante com predominância de nitrogênio) Gás Carbônico Monóxido de Carbono Óleo (Névoa. nesta condição não existe preocupação com o risco.5%. vapor e material particulado) Odor Água líquida Umidade ponto de orvalho REQUISITOS 19. pode ocorrer explosão ou fogo.

2 RISCO DE EXPLOSÃO E INCÊNDIO Segundo a FUNDACENTRO (2010a) incêndio é uma reação química de combustão que necessita de três componentes (Triângulo do Fogo) para seu início: a) Combustível (madeira. eletricidade estática. p. maçarico. Uma explosão química também é uma reação de combustão.7. magnésio. gasolina. A prevenção de um incêndio ou explosão se dá através da ação sobre um dos componentes do triângulo do fogo . propano. 2005.292). cabines de pintura. FIGURA 4: Tabela de deficiência de oxigênio (ARAÚJO. b) Comburente (normalmente o oxigênio do ar).). reações exotérmicas. Normalmente. porém ela ocorre a uma velocidade muito grande. instalações elétricas. c) Fonte de ignição (cigarros. etc. 3. etc. faíscas. etc.34 A FIGURA 4 demonstra os efeitos causados pela falta de oxigênio. se dá pela produção de gases ou vapores inflamáveis em recintos fechados como túneis de secagem. gerando uma grande quantidade de energia em pouco tempo.).

. que colaboram para a normatização na fabricação e instalação de equipamentos em áreas suscetíveis a riscos de explosão. limpeza de derrames e restos de combustíveis. entre outras a nível mundial.35 A atuação sobre o combustível poderá ser feita por intermédio da substituição ou diluição do combustível para reduzir sua periculosidade. (2005) A atuação sobre o comburente (oxigênio do ar). armazenamento em lugar isolado e protegido. Os produtos de . as NRs definem padrões de segurança para ambientes considerados perigosos ao trabalho humano. A atuação sobre as fontes de ignição pode ser feita mediante proibição de fumar. pois pode enriquecer a enriquecer a atmosfera aumentando o risco de explosão. assim como as normas européias EN e DIN. emprego de permissão para trabalhos especiais em instalações ou equipamentos que tenham contido produtos inflamáveis. só pode ser feita em casos determinados. Segundo Betenheuser (2005). a soldagem de um recipiente ou tubulação que ainda contenha restos de um líquido inflamável mediante inertização (tornar sem efeito) com nitrogênio ou esgotamento (transbordar o recipiente) com água. como por exemplo. A ABNT colabora com as norte-americanas NFPA. a temperatura superficial máxima de equipamentos. para torná-lo sem efeito. zonas e produtos de risco. NEMA. e o uso de ferramentas antifaísca em locais de risco de incêndios e explosões etc. Um aspecto deve ser levado em conta. utilização de recipientes seguros e bem fechados. sempre que possa cumprir a mesma função. etc. localização externa de instalações geradoras de calor. A utilização de oxigênio puro aumenta os riscos de explosão e incêndio desta forma não é indicado para espaços confinados. No Brasil. existem regulamentações e classificações para definir os ambientes com presença de substâncias inflamáveis. NEC e IEC. instalações elétricas protegidas. realização de transferência em condições de segurança. sendo necessário avaliar previamente a concentração de oxigênio do ambiente. exaustão localizada e ventilação geral na presença de focos que possam gerar incêndios ou explosões. que é o fato de concentrações baixas de oxigênio podem afetar as leituras de inflamabilidade. e tratamento ou revestimento antichamas para evitar a propagação De acordo com SERRÃO et al.

(NBR-5418. na zona 1. na zona 2. a atmosfera explosiva está sempre presente. queimaduras internas e externas. IIA. constiui-se de um estímulo rápido e acidental sobre o sistema nervoso devido à passagem de corrente elétrica conforme pode ser verificado na FIGURA 5 podendo causar paradas respiratórias. erro de manipulação. 1995. a ABNT adota a classificação em zonas.3 RISCOS ELÉTRICOS O risco de choque elétrico geralmente se dá pelo contato do trabalhador com as partes energizadas de um circuito. Na zona 0. ventilação falha do local. zona 1 e zona 2. e o caminho percorrido pela energia elétrica através do corpo Os perigos proporcionados pela eletricidade em espaços confinados dependerá muito das atividades desenvolvidas. FIGURA 5 – Passagem da Corrente Elétrica no Corpo Humano (ARAÚJO. p. As recomendações da IEC 79-10.7. fibrilação cardíaca. 3. A resistência oferecida pelo corpo da pessoa exposta. Os efeitos causados pela corrente elétrica dependem de quatro fatores: A voltagem do circuito elétrico. que distinguem as seguintes categorias de zonas perigosas: zona 0. a atmosfera explosiva pode acidentalmente estar presente. a atmosfera explosiva está freqüentemente presente e. IIB. paradas cardíacas. IIC. O fluxo de corrente através do corpo. muitas vezes não se dá diretamente pelo risco de choque elétrico. mas pelo risco de ignição direta ou mesmo pela eletricidade estática gerando um risco . quedas e óbitos. 2005. a qual é baseada na Instrução Européia IEC 79/14-1984. p.36 risco são classificados pela ABNT (NBR 5418) em 4 grupos: I. eletrolise de tecidos. Uma zona pode se deslocar por diversos motivos: aquecimento dos produtos. 3).269). variações climáticas.

caldeiras. de forma a garantir a segurança e a saúde no trabalho. cintura escapular. CARNEIRO (2008) . manifestando-se principalmente no pescoço. a umidade presente nos espaços confinados pode auxiliar na descarga elétrica sobre os trabalhadores. Conforme a NR10 (segurança em instalações e serviços em eletricidade) Item 10.” De acordo com Silva (2009) Os equipamentos de comunicação nesses locais devem operar conforme os riscos existentes e serem intrinsecamente seguros.4 SOTERRAMENTO Esta situação pode ocorrer em silos de materiais granulados passiveis de movimento. incêndio ou explosão. A ergonomia pode ser definida como: A ergonomia é uma ciência interdisciplinar que estuda as adaptações dos instrumentos. tanques de armazenagem que não proporcionam um posicionamento adequado aos trabalhadores e são comuns em ambientes frigoríficos. acidentes de trabalho e custos operacionais.7. antropométricas e biomecânica. e membros superiores em decorrência do trabalho. 3. Nestes casos devem ser utilizadas corda salva vidas e equipamento de içamento para um resgate rápido. condições e ambientes de trabalho. com o intuito de reduzir o cansaço. pois o material pode entrar rapidamente nas vias respiratórias.37 combinado na atividade. operando em extra baixa tensão (tensão não superior a 50 volts em corrente alternada ou 120 volts em corrente contínua).7. para que não ofereçam risco de choque elétrico. 3.5 RISCOS ERGONÔMICOS Os riscos ergonômicos em espaços confinados se dão devido às características espaciais dos ambientes em que são desenvolvidas algumas tarefas. as capacidades psicofisiológicas. podem ser definidos como uma síndrome clínica com característica de dor crônica que pode estar acompanhada ou não de alterações objetivas. como no caso de digestores. Os “Distúrbios Osteomusculares” Relacionados ao Trabalho.2 “Em todas as intervenções em instalações elétricas devem ser adotadas medidas preventivas de controle do risco elétrico e de outros riscos adicionais. mediante técnicas de análise de risco.

7 RISCOS QUÍMICOS Os riscos químicos são caracterizados pelos aerodispersóides. geralmente ocorre não por ação do indivíduo que está diretamente na atividade. e até mesmo alguns tipos de câncer.7. doenças nos rins e fígado. .21).7. fumaças. doenças do sistema nervoso. 2005 p. Os danos físicos relacionados à exposição química incluem desde irritação na pele e olhos. mas por ação do vigia ou equipe de apoio neste sentido é importante que se faça uma limpeza do local e se tenha o mínimo possível de ferramentas e equipamentos perto da boca de entrada. (SOARES.38 “Aplicação de princípios de ergonomia: Máquinas e equipamentos adequados às características humanas. passando por queimaduras leves.” (CHIAVENATTO. ferramentas que reduzam a necessidade de esforço físico. bem como a inalação de seus vapores. 1999 p. indo até aqueles de maior severidade. 3. fumos. causados por incêndio ou explosão. 3.6 QUEDA DE OBJETOS Sempre existirá a possibilidade de queda de objetos em espaços confinados principalmente quando o serviço a ser executado estiver sendo por uma abertura no topo. Os danos à saúde podem advir de exposição de curta e ou longa duração. gases e vapores. mesas e instalações ajustadas às pessoas. Devido ao grande número de atividades que podem ser desenvolvidas em um espaço confinado e conseqüentemente a variedade de agentes químicos gerados uma análise detalhada antes do início de qualquer atividade deve ser feita identificando o tipo de produto e suas concentrações para que sejam tomadas as medidas necessárias de controle Os riscos químicos podem ser definidos como: É o perigo a que determinado indivíduo está exposto ao manipular produtos químicos que podem causar-lhe danos físicos ou prejudicar-lhe a saúde. resultando em doenças respiratórias crônicas. relacionadas ao contato de produtos químicos tóxicos com a pele e como olhos.375) Segundo Araújo (2005) o biotipo de uma pessoa deve ser adequado aos acessos existentes no espaço confinado as pessoas podem ficar presas numa passagem estreita além de estarem expostas ao risco de queda devido à presença de obstáculos. poeiras.

capacetes de proteção. lesões leves podem se tornar sérias.). calçado de segurança.39 3. etc. etc.266) .). pode gerar grandes problemas para conseguir ajuda. ou seja impossível a utilização de proteções coletivas. 2005. devendo proteger-se os empregados envolvidos com Equipamentos de Proteção Individual. (ARAÚJO. deverá recorrer-se à instalação de proteções coletivas (redes de segurança). Mesmo sob a ótica de que os espaços confinados não possuem uma utilização contínua. redes de segurança. Os espaços confinados podem ser escorregadios e escuros freqüentemente são feitos de metal e representam um risco de eletricidade se alguém cair ferido dentro de um espaço confinado. deve se conhecer os diferentes meios de proteção que se devem utilizar. As medidas de prevenção para o risco de queda em altura deverão efetuar-se seguindo as seguintes linhas gerais de orientação conforme Lozano (2008) a) Impedir a queda mediante a eliminação do risco na fase de projeto (caso seja possível) ou então eliminar os riscos mediante a concepção e a organização do trabalho (em caso de o que fazer de forma total deverá impedir-se a queda mediante o emprego de um método de trabalho apropriado e de meios de proteção coletiva). cordas individuais de progressão. b) Limitar a possibilidade de queda. quando as condições de trabalho o permita.8 QUEDAS O risco de queda está presente na maioria dos espaços confinados por não serem locais desenvolvidos para ocupação contínua e possuírem meios de acesso limitados locais de difícil acesso. c) Eliminar ou reduzir as suas conseqüências. p. pois a utilização de EPI´s não sobrepõem a utilização dos EPC´s devendo estes últimos sempre ser utilizados em primeiro plano: a) Proteções coletivas – aquelas que protegem simultaneamente mais de um empregado do risco de queda em altura (andaimes. escadas ou outros meios de manutenção da segurança. não possuirem passarelas. pois em caso de ser impossível eliminá-la. linhas de vida. posição e ligação. b) Proteções individuais – aquelas que protegem cada um dos empregados de forma individual (arnês.7.

2010) 3.9 RISCOS COMBINADOS Os riscos combinados se dão através da composição de dois ou mais riscos presentes em um ambiente podendo causar um grave acidente. FIGURA 6 – riscos de queda e formas corretas de acesso (SAÚDE E TRABALHO ONLINE. Como exemplo podemos utilizar o risco que de .40 Nos espaços confinados assim como em todo ambiente industrial o risco de queda esta sempre presente devido às características das edificações e locais onde devem ser executados os serviços desta forma a FIGURA 6 exemplifica os riscos aos quais os trabalhadores estão submetidos quando realizam trabalhos em altura.7.

Segundo o Ministério da Agricultura através do Ministro Reinhold Stephanes em entrevista para Revista PIB em 03/04/2010. Além das características normais estudadas nos espaços confinados . portanto. um cresciemento de ~19% do setor em 10 anos. mesmo que a atividade afim seja a mesma. geralmente compreende os produtos resultantes de cortes. extrato de carne. de forma que a variabilidade de processos que envolvem a indústria frigorífica é muito grande. O crescimento dos ultimos anos no Brasil vem tornando possivel que o país tenha um dos maiores parques industriais da américa latina.4% deste segmento do agronegócio. Hoje o Brasil representa 37. bovinos e suínos.5% do mercado internacional de carnes do mundo até 2020. termo processados carne cozida. produtos embutidos.8 ESPAÇOS CONFINADOS NO AMBIENTE FRIGORÍFICO A indústria de transformação faz a matéria modificar-se em algum tipo de produto comercial já a ponto de ser consumido ou usado.41 queda em um espaço confinado no qual também exista o risco de asfixia onde o risco pode ser potencializado em função de outro risco. etc. espera-se que o segmento frigorífico no Brasil seja responsável por cerca de 44. podendo aumentar a frequência em que os acidentes acontecem nestas atividades. se tomar como base uma única planta industrial frigorífica. que são os mais comuns entre outros abatedouros com suas próprias características de industrialização. Existe uma variedade muito grande de produtos provenientes deste tipo de indústria que varia em relação ao tipo de animal abatido: aves. além dos preceitos religiosos e adequação aos requisitos fitossanitários do Serviço de Inspeção Federal (SIF) responsável pela fiscalização dos abatedouros em relação aos requisitos legais de industrilização de carne no brasil e paises aos quais serão exportados os produtos. Como em qualquer setor da economia os espaços confinados estão presentes em todo tipo de indústria. tornando cada frigorífico em uma única fonte de estudo. produtos curados como copas e salames. Sendo um segmento da economia que vem em crescente desenvolvimento e consequentemente haverá um número maior de pessoas envolvidas nas atividades relacionadas a este tipo de agronegócio. 3. processamento e armazenamento de produtos de origem animal. não sendo possivel. Frigorífico é a instalação industrial destinada ao abate.

podem tornar ainda mais dificil a execução das tarefas. .42 verifica-se no estudo que em alguns casos. os riscos ambientais como o calor e o frio extremo.

Conforme para os espaços tipo “A” três ou mais confirmações. Depois de catalogados os possíveis ambientes foi verificada a possível existência de espaço confinado e também a classificação dos mesmos seguindo os parâmetros a abaixo que responderiam a NR 33: a) Quanto à utilização – Projetado ou não para ocupação humana.000 aves dia e um frigorífico de suínos com capacidade de abate de 600 suínos dia e produção de industrializados de mortadela. como na classificação dos espaços por NIOSH 1987. aplicado na Tabela 3: .1 IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS CONFINADOS A identificação dos espaços confinados foi realizada através do levantamento de todos os espaços existentes no parque industrial que possuíam qualquer característica de um espaço confinado e locais que poderiam desenvolver IPVS. O método utilizado foi a realização de um “Brainstorming” com os técnicos de segurança e mecânicos de manutenção da unidade onde foram levantados todos os locais onde poderiam ser caracterizados como espaços confinados. quanto à existência ou não de oxigênio. salsicha e lingüiça. 4. tipo “B” duas confirmações e Tipo “C” uma ou nenhuma confirmação. quanto à possibilidade de explosão ou de atmosfera tóxica existente ou que possa existir. Desta forma os espaços foram classificados em “A”. b) Quanto ao acesso – Meios limitados ou não de entrada e saída. “B” e “C”de acordo com o número de confirmações de riscos que os mesmos apresentaram.43 4 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS O trabalho foi desenvolvido em um parque industrial frigorífico que possui um frigorífico de aves com capacidade de abate de 150. c) Quanto à existência ou desenvolvimento de atmosfera IPVS – Se a ventilação natural é suficiente ou não para remover.

XXXXXXXXXXX S/N S/N S/N S/N S/N A. porém tem potencial para causar lesão ou doenças se medidas não foram tomadas. Suporte de equipamentos e Supervisão. b) Classe B – Não representam riscos imediatos à vida e saúde. para tornar a avaliação mais abrangente possível.44 TABELA 3 – Tabela para identificação e classificação dos espaços confinados. Não projetado para a ocupação humana contínua? Mistura inflamável ou tóxica existente ou que possa existir? ESPAÇO CONFINADO Meios limitados para entrada e saída? Ventilação natural insuficiente para remover? Deficiência ou excesso de O2 existente ou que possa existir? CLASSIF. c) Classe C – O risco é insignificante nenhuma prática ou procedimento especial será tomada em relação a espaços confinados. Para uma avaliação específica das necessidades do frigorífico foi elaborada a TABELA 4 constando todos dados necessários para à empresa e ao programa que foi criado a qual será utilizada além da identificação para a análise preliminar de riscos de cada espaço confinado. além dos procedimentos de entrada também os EPIS e EPCS necessários a cada espaço confinado. onde houve participação dos técnicos de segurança do trabalho e dos mecânicos de manutenção do frigorífico. 4. Além dos riscos internos dos espaços confinados foram avaliados também os riscos de acesso dos mesmos. porém isso não exime a utilização de EPIS e EPCS inerentes aos riscos de cada atividade. sendo o mais indicado para este tipo de avaliação.2 ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO Para a análise preliminar de risco foi utilizado o método de “Brainstorming”. . B ou C Para execução das atividades classificadas nas classes acima deverão ser utilizados os seguintes critérios conforme definições constantes em NIOSH 1987: a) Classe A – Serão tomados cuidados especiais como de: Resgate.

4 ORÇAMENTO O orçamento foi elaborado com base em pesquisa de mercado com os três principais fornecedores do frigorífico.3 EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS Os equipamentos necessários para cada espaço confinado foram definidos conforme a aplicação de cada um deles para acesso e trabalho. sendo apresentados no trabalho os valores médios da pesquisa . Durante o “Brainstorming” efetuado com os técnicos de segurança do trabalho e com os mecânicos do frigorífico foram levantadas todas as atividades já executadas nos espaços confinados com a finalidade de se definir quais os procedimentos a serem tomados em cada espaço confinado e a verificação dos equipamentos necessários para cada atividade levandose em conta a existência do equipamento na unidade e se este poderia ser utilizado. ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS XXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXX XX X X MEDIDA DE CONTROLE EPI/EPC XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXX Obs:XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX 4. neste sentido avaliou-se as condições dos locais a serem acessados e as condições as quais cada um deles seria utilizado conforme descrito na APR (Análise Preliminar de Risco).45 TABELA 4 – Análise preliminar de risco. 4. outros fatores considerados foram o custo e o atendimento ao perigo existente.

No caso do bloqueio mecânico para o chiller. Também foram orçados os custos de treinamento para cada nível hierárquico de responsabilidade no trabalho em espaços confinados. foi desenvolvida uma trava no próprio frigorifico com o orçado de acordo com o valor do material mais o valor da hora dos mecânicos envolvidos. d) Definições – Visa definir o que pode e o que não pode ser considerado como espaço confinado para a unidade estudada. j) Requisitos humanos – qual o nível de treinamento para cada atividade desempenhada para os espaços confinados. e) Forma de registro dos espaços confinados. k) Responsabilidades – Visa definir as áreas de atuação dos terceiros e ambulatório. desenvolvido como base para os trabalhos que serão executados no frigorífico nos espaços confinados e como procedimentos a serem seguidos desta forma o procedimento é composto por: a) Objetivo – Finalidade do programa. i) Bloqueio e Sinalização – de que forma deve ser feito o bloqueio e a sinalização. f) Análise Preliminar de Riscos. b) Abrangência – O que engloba. como é um equipamento customizado. c) Aspecto Legal – Embasamento legal. h) Avaliações periódicas – Forma com de que vem ser feitas as avaliações ambientais e periodicidade.5 PROGRAMA DE ESPAÇOS CONFINADOS Para o trabalho foi elaborado um programa específico de Procedimentos para Entrada em Espaços Confinados constante no APÊNDICE A. . g) Regras Gerais – O que é permitido ou não fazer em um espaço confinado.46 preço de cada equipamento. 4.

moegas e Silos desta forma quando a mesma entrar em operação não será necessário se fazer grandes mudanças no programa. Tabela elaborada para identificação dos espaços confinados para o caso específico do frigorífico. em que casos deve ser usada e como deve ser utilizada. em quais casos deve-se cancelar a entrada nos espaços confinados. b) Testes preliminares de entrada. d) Iluminação. Em função da instalação de uma fábrica de rações no terreno da empresa foram incluídos alguns procedimentos a mais que se necessita atualmente no programa de espaços confinados. pois a mesma será composta por tanques de combustível. Nº. além dos procedimentos comuns utilizados pela APR. e) Ventilação. Anexo B – Identificação dos espaços confinados. . quais os testes se deve fazer previamente a entrada em qualquer espaço confinado. f) Objetos proibidos. g) EPI. c) Finalização da entrada. quais os parâmetros os EPIS devem seguir e quais as utilizações e em quais casos.47 Fazem parte do programa também os seguintes anexos referente ao programa: Anexo A – Seqüência para entrada em espaços confinados. Isolamento físico de forma que os trabalhadores tenham o mínimo de risco de acidente dentro dos espaços confinados. o que o trabalhador deve e/ou não deve levar para dentro do espaço confinado. Classe. elaborado de forma a definir quais os procedimentos de segurança devem ser seguidos para a entrada em um Espaço Confinado. Medidas de Controle e EPI/EPC que devem ser utilizados. contendo Nome do espaço confinado. Tipo de entrada. Riscos. quais os cuidados se deve ter em relação à iluminação dos espaços confinados. A seqüencia para entrada em espaços confinados compreende: a) Formas de limpeza dos espaços confinados afim de que se tenha uma atmosfera segura. o que se deve fazer após a saída e a validade da PET.

Anexo E – Avaliações Periódicas.48 Anexo C – Formulário para entrada em espaços confinados ou PET (Permissão para Entrada e trabalho). Utilizada figura do ANEXO I da NR 33 p. . Planilha elaborada para monitoramento pelos vigias dos espaços confinados das condições ambientais e qualidade do ar. Elaborada para o frigorífico com base na NR 33 Anexo II p. 552 para identificação visual dos espaços confinados na fábrica. Anexo D – Sinalização do Espaço confinado.553 onde além dos itens constantes foram acrescidos mais alguns itens os quais a fim de englobar todos os riscos existentes nos espaços confinados.

CAIXAS DE ÁGUA 3 PEQUENAS AVES CAIXA DE ÁGUA PEQUENA SUÍNOS SUBESTAÇÃO SUÍNOS CAIXA DE ÁGUA GRANDE LATERAL DA FÁBRICA CAIXA DE ÁGUA GRANDE SUÍNOS CAIXA DE ÁGUA GRANDE AVES FÁBRICA DE GELO DEPÓSITO DE GELO AVES RESERVATÓRIO DE ÁGUA ETA BOILER AVES EVAPORADOR CÂMARA DE ESTOCAGEM S S S S S S S S N N A A N N N N N C S S S S S S S S S S S N N S S N S S S N N S N N S S S N N S N N N N N N N N N N A A A C C A B C .1 IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS CONFINADOS Depois de identificados os espaços confinados através do “Brainstorming” os mesmos foram dispostos na TABELA 5 para que os mesmos fossem classificados segundo as definições de NIOSH (1987). TABELA 5 – Classificação dos espaços confinados do frigorífico.49 5. RESULTADOS E DISCUSSÃO 5. Não projetado para a ocupação humana contínua? Mistura inflamável ou tóxica existente ou que possa existir? ESPAÇO CONFINADO Meios limitados para entrada e saída? Ventilação natural insuficiente para remover? Deficiência ou excesso de O2 existente ou que possa existir? CLASSIF.

50 TABELA 5 (Continuação) – Classificação dos espaços confinados do frigorífico.
Não projetado para a ocupação humana contínua? Mistura inflamável ou tóxica existente ou que possa existir?

ESPAÇO CONFINADO TÚNEIS DE CONGELAMENTO AVES TÚNEIS DE CONGELAMENTO SUÍNOS FILTROS ETA CÂMARA DE RESFRIAMENTO EXPEDIÇÃO CALDEIRA TANQUE DE ESCALDAGEM ETA QUADRO DE COMANDO ELÉTRICO AVES CHILLER DEPILADEIRA SUÍNOS ESTUFA INDUSTRIALIADOS TANQUE DE ESCALDAGEM SUÍNOS DIGESTORES SUÍNOS FLOTADORES SUÍNOS PORÃO BALANÇA FORRO AVES FORRO SUÍNOS GERADOR CASA DE MÁQUINAS CUBA DE SANGRIA AVES CUBA INSENSIBILIZAÇÃO

Meios limitados para entrada e saída?

Ventilação natural insuficiente para remover?

Deficiência ou excesso de O2 existente ou que possa existir?

CLASSIF.

N

N

N

N

N

C

N S N S N S S S N S S S S S S N N S S

N S N S S N S S N S S S S N S N N S S

N S N S S N N N S S S N N N N N N N N

N S N N N N N N N N S N N N N N N N N

N N N S N N N N N N N N N N N S N N N

C A C A B C B B C A A B B C B C C B B

51 TABELA 5 (Continuação) – Classificação dos espaços confinados do frigorífico.
Não projetado para a ocupação humana contínua? Ventilação natural insuficiente para remover? Deficiência ou excesso de O2 existente ou que possa existir? Mistura inflamável ou tóxica existente ou que possa existir?

ESPAÇO CONFINADO CHILLER PÉS CHILLER PESCOÇO

Meios limitados para entrada e saída?

CLASSIF.

N N

S S

N N

N N

N N

C C

Conforme os parâmetros citados anteriormente chegou-se a seguinte classificação para os espaços confinados: Espaços de Classe A: Caixas de água 3 pequenas Aves, caixa de água pequena suínos, subestação suínos, caixa de água grande lateral da fábrica, caixa de água grande suínos, caixa de água grande aves, reservatório de água ETA, filtros ETA, caldeira, tanque de escaldagem suínos e digestores suínos. Espaços de Classe B: Boiler aves, tanque de escaldagem eta, chiller, depiladeira suínos, flotadores suínos, porão balança, forro suínos, cuba de sangria aves, cuba insensibilização, chiller pés e chiller de pescoço. Espaços de Classe C: Fábrica de gelo, depósito de gelo aves, evaporador câmara de estocagem, túneis de congelamento aves, túneis de congelamento suínos, câmara de resfriamento expedição, quadro de comando elétrico aves, estufa industrializados, forro aves, gerador e Casa de máquinas. Os espaços confinados foram classificados conforme o numero de afirmações as perguntas elaboradas de forma que os espaços classificados como do tipo “A” tiveram três ou mais afirmações, no caso dos classificados como tipo “B” tiveram duas afirmações e no caso dos classificados como tipo “C” uma ou nenhuma afirmação. Anterior a apresentação da tabela para classificação dos espaços confinados mesmo os técnicos de segurança que haviam feito o curso de supervisores de espaço confinado, havia duvidas sobre a o grau de perigo de cada um dos espaços confinados, visto que este assunto não é abordado nos cursos, que em sua maioria como descrito por eles não definem tecnicamente ferramentas de avaliação dos espaços confinados.

52 Alguns locais que preliminarmente ao estudo como a Fábrica de gelo, depósito de gelo, estufa do industrializados, os túneis de congelamento aves e os túneis de congelamento suínos, os quais subentendiam serem muito perigosos como o espaços confinados foi verificado que os mesmos não representavam riscos muito significativos e foram classificados como tipo “C”. O contrário também aconteceu com o Reservatório de água ETA e Filtros ETA os quais aparentemente não representavam um grande perigo devido ao fato de os mesmos estarem ao nível do solo concluiu-se que os mesmos eram espaços confinados no tipo “A” sendo o grau de risco muito elevado para este tipo de local. Embora os espaços confinados do tipo “C” apresentem riscos pouco elevados isto não exime a utilização de EPIS e que se faça uma análise preliminar de risco na execução de qualquer atividade pois embora o risco não exista inicialmente dependendo a atividade se a mesma não foi prevista anteriormente qualquer espaço confinado possui potencial para desenvolvimento do perigo aumentando o risco de um acidente.

5.2 ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO
A seguir análise preliminar de risco dos espaços confinados do Frigorífico constante nas TABELAS de 6 a 24. Para a análise utilizaremos somente os espaços classificados como do tipo “A” e “B” por representarem os maiores riscos dentro do frigorífico e possuírem necessidade de emissão da Permissão de Entrada e Trabalho (PET). A análise preliminar de risco contém a identificação do espaço confinado com o nome do mesmo e o número que foi dado para a posterior identificação onde este número será colocado na placa de identificação do espaço confinado. O tipo de entrada também foi identificado na análise preliminar de risco onde todos os espaços do tipo “A” possuem a necessidade de supervisão enquanto os de tipo possuem apenas restrição de entrada sendo necessária a emissão da permissão de entrada e trabalho. Os riscos da análise preliminar foram levantados junto com os técnicos de segurança através do método de “Brainstorming” onde foi verificado com os funcionários da manutenção os trabalhos que já foram executados nestes espaços confinados. No caso das caixas de água o perigo presente foi a intoxicação por cloro que será utilizado para a limpeza das caixas de

caso a atividade nunca tenha sido executada e não exista na análise. que representam os maiores perigos. no caso dos espaços do tipo “B” a entrada é restrita e existe a necessidade de elaboração de PET e uma nova elaboração da análise preliminar de risco dependendo da atividade a ser executada. se deveria ser acessado pela parte superior ou pela lateral qual o tipo de equipamento de proteção deveria ser utilizado a necessidade de permissão de entrada e trabalho que foi definida para todos os espaços classificados como do tipo “A” e “B” e a necessidade de vigia que foi definido apenas para os espaços do tipo “A”. O espaço confinado Caixas de água 3 pequenas refere-se a caixas de água que ficam sobre o frigorífico de aves mais especificamente sobre a fábrica de gelo sendo o local mais alto do frigorífico é composta por três caixas de água de fibra de vidro cuja análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 6. Foram definidos os EPI´S E EPC´S a serem utilizados com base nos riscos e nas medidas de controle além dos equipamentos de avaliação ambiental que contam com o detector multigás.53 água a cada seis meses devido ao cronograma definido com Serviço de Inspeção Federal (SIF). As medidas de controle foram elaboradas com base nos riscos encontrados em cada atividade a ser realizada onde as entradas e o acesso aos espaços confinados foram simulados durante o “Brainstorming” com base nos riscos encontrados. Nas observações constaram de forma sucinta o como deveria ser acessado cada espaço confinado. TABELA 6 – Caixas de água 3 pequenas ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Afogamento Queda (externo) CAIXAS DE ÁGUA 3 PEQUENAS 1 A Permissão de Entrada para Trabalho (Sob Supervisão) MEDIDA DE CONTROLE Qualquer atividade interna deve ser feita com as caixas vazias EPI/EPC Utilizar trava quedas para chegar ao local e durante todas as Trava quedas operações externas Cinto tipo paraquedista Cinto Paraquedista .

luvas de látex. óculos de proteção.: Acesso pela parte superior da fábrica com escadas tipo marinheiro e linhas de vida. mangote plástico. Máscara com filtro. Utilizar máscara com filtro própria para produtos químicos. Luvas de Látex e Bota de PVC. para Ventilador Axial remoção de contaminantes do ar.54 TABELA 6 (CONTINUAÇÃO) – Caixas de água 3 pequenas Utilizar escada presa para entrada Escada e saída. uniforme plástico e bota PVC. Óculos de Proteção. Necessidade de Vigia e PET (Permissão Para Entrada e Trabalho) FIGURA 7 Intoxicação (por solvente) A caixa de água pequena do suínos fica situada sobre a casa de máquinas do frigorífico do suínos possui grande dificuldade de acesso por se situar em um local alto com dificuldade para transporte de equipamentos e fixação dos mesmos e cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 7 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 8. Mangote Plástico. Obs. Intoxicação (por cloro) Utilizar ventilador axial. Utilizar sempre escada ancorada para entrada e cinto preso ao sistema de ancoragem. TABELA 7 – Caixa de água pequena suínos ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Afogamento Queda (Externo) CAIXA DE ÁGUA PEQUENA SUÍNOS 2 A Permissão de Entrada para Trabalho (Sob Supervisão) MEDIDA DE CONTROLE Qualquer atividade interna deve ser feita com as caixas vazias EPI/EPC Utilizar trava quedas para chegar Trava Quedas/Linha de ao local e durante todas as vida operações externas Utilizar cinto tipo paraquedista Cinto Paraquedista Utilizar escada presa para entrada Escada Utilizar cinto tipo paraquedista Cinto Paraquedista Utilizar capacete com jugular Capacete com jugular Rádio Queda (Interno) Risco de acidente Manter contato pelo rádio . Uniforme Plástico.

Uniforme Plástico. Óculos de Proteção.55 TABELA 7 (CONTINUAÇÃO)– Caixa de água pequena suínos RISCOS MEDIDA DE CONTROLE Utilizar máscara com filtro próprio para produtos químicos. Manter contato pelo rádio a cada 15 min. Utilizar lanternas a prova d água Colocar dispositivo de bloqueio nos interruptores da bomba Monitoramento dos níveis de oxigênio Ventilar o local Manter a tampa aberta o tempo todo EPI/EPC Máscara com filtro. FIGURA – 8 A caixa de água grande lateral da fábrica fica situada ao lado do frigorífico de suínos só pode ser acessada através de escada tipo marinheiro e o acesso ao seu interior só pode ser feito através de uma escotilha no topo e cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 8 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 9. Luvas de Látex e Bota de PVC. Utilizar tripé para entrada e trava quedas com corda de Nylon necessidade de Vigia e PET (Permissão Para Entrada e Trabalho). luvas de látex. óculos de proteção. uniforme plástico e bota PVC. TABELA 8 – Caixa de água grande lateral da fábrica ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Afogamento CAIXA DE ÁGUA GRANDE LATERAL DA FÁBRICA 4 A Permissão de Entrada para Trabalho (Sob Supervisão) MEDIDA DE CONTROLE Qualquer atividade interna deve ser feita com as caixas vazias EPI/EPC . Mangote Plástico. Lanterna a Prova d água Dispositivo de bloqueio elétrico Detector Multigás Ventilador centrífugo Cadeado de segurança Intoxicação (por cloro) Risco de acidente (iluminação) Choque elétrico Asfixia Obs. mangote plástico.: Acesso pela parte superior da caixa com escadas tipo marinheiro e linhas de vida.

000 litros de água fica situada na parte superior do terreno ao lado da caixa de água grande do aves só pode ser acessada através de escada tipo marinheiro e o acesso ao seu interior só pode ser feito através de uma escotilha no topo e cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 9 e a figura do local no APÊNDICE B . Capacete com jugular Cinto paraquedista Dispositivo de bloqueio elétrico Lanterna a prova d água Rádio Cadeado de segurança Detector Multigás Ventilador centrífugo Máscara com filtro. Uniforme Plástico. Utilizar tripé para entrada e trava quedas com corda de nylon necessidade de Vigia e PET (Permissão Para Entrada e Trabalho). Óculos de Proteção. Manter contato pelo rádio a cada 15 min. luvas de látex.: Acesso pela parte superior e lateral da caixa com escadas e linhas de vida. Luvas de Látex e Bota de PVC. uniforme plástico e bota PVC.56 TABELA 8 – Caixa de água grande lateral da fábrica RISCOS MEDIDA DE CONTROLE EPI/EPC Queda (Externo) Utilizar trava quedas para chegar Trava Quedas/Linha de ao local e durante todas as vida operações externas Utilizar cinto tipo paraquedista Cinto Paraquedista Utilizar escada presa para entrada Escada alumínio Utilizar o tripé Tripé Utilizar capacete com jugular Utilizar cinto tipo paraquedista Colocar dispositivo de bloqueio nos interruptores da bomba Utilizar lanternas a prova d água Manter contato pelo rádio Manter a tampa aberta o tempo todo ou abrir na lateral Monitoramento dos níveis de oxigênio Ventilar o local Utilizar máscara com filtro próprio para produtos químicos. óculos de proteção. Mangote Plástico. FIGURA 9 A caixa de água grande do suínos é o principal depósito de água do frigorífico de suínos possui capacidade de armazenagem de 60. mangote plástico. Queda (Interno) Choque elétrico Risco de acidente (iluminação) Risco de acidente Asfixia Intoxicação (por cloro) Obs.

Utilizar tripé para entrada e trava quedas com corda de Nylon necessidade de Vigia e PET (Permissão Para Entrada e Trabalho) manter contato pelo rádio a cada 15 min. TABELA 9 – Caixa de água grande suínos ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Afogamento Queda (Externo) CAIXA DE ÁGUA GRANDE SUÍNOS 5 A Permissão de Entrada para Trabalho (Sob Supervisão) MEDIDA DE CONTROLE Qualquer atividade interna deve ser feita com as caixas vazias EPI/EPC Utilizar trava quedas para chegar Trava Quedas/Linha de ao local e durante todas as vida operações externas Utilizar cinto tipo paraquedista Utilizar escada presa para entrada Utilizar o tripé Utilizar cinto tipo paraquedista Utilizar capacete com jugular Cinto Paraquedista Escada alumínio Tripé Cinto Paraquedista Capacete com jugular Dispositivo de bloqueio elétrico Lanterna a Prova d água Rádio Cadeado de segurança Detector Multigás Ventilador centrífugo Máscara com filtro. uniforme plástico e bota PVC. luvas de látex. Queda (Interno) Choque elétrico Risco de acidente (iluminação) Risco de acidente Asfixia Colocar dispositivo de bloqueio nos interruptores da bomba Utilizar lanternas a prova d água Manter contato pelo rádio Manter aberta tampa superior e inferior Monitoramento dos níveis de oxigênio Ventilar o local Utilizar máscara com filtro próprio para produtos químicos. mangote plástico. óculos de proteção.: Acesso pela parte superior e lateral da caixa com escadas e linhas de vida.57 na FIGURA 10. Intoxicação (por cloro) Obs. Óculos de Proteção. Mangote Plástico. FIGURA 10 . Uniforme Plástico. Luvas de Látex e Bota de PVC.

000 litros de água fica situada ao lado do frigorífico de suínos só pode ser acessada através de escada tipo marinheiro e o acesso ao seu interior só pode ser feito através de uma escotilha no topo e cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 10 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 11 TABELA 10 – Caixa de água grande aves ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Afogamento Queda (Externo) CAIXA DE ÁGUA GRANDE AVES 6 A Permissão de Entrada para Trabalho (Sob Supervisão) MEDIDA DE CONTROLE Qualquer atividade interna deve ser feita com as caixas vazias EPI/EPC Utilizar trava quedas para chegar Trava Quedas/Linha de ao local e durante todas as vida operações externas Utilizar trava quedas para chegar Trava Quedas/Linha de ao local e durante todas as vida operações Utilizar cinto tipo paraquedista Cinto Paraquedista Utilizar escada presa para entrada Escada alumínio Utilizar capacete com jugular Capacete com jugular Dispositivo de bloqueio elétrico Rádio Lanterna a Prova d água Rádio Cadeado de segurança Detector Multigás Ventilador centrífugo Queda (Interno) Choque elétrico Risco de acidente Risco de acidente (iluminação) Colocar dispositivo de bloqueio nos interruptores da bomba Manter contato pelo rádio Utilizar lanternas a prova d água Manter contato pelo rádio Manter aberta tampa superior e inferior Monitoramento dos níveis de oxigênio Ventilar o local Asfixia .58 A caixa de água grande aves é o principal depósito de água do frigorífico de aves possui capacidade de armazenagem de 24.

óculos de proteção. luvas de látex. uniforme plástico e bota PVC. Intoxicação (por cloro) Obs. FIGURA 11 O reservatório de água ETA é responsável pelo armazenamento direto da água tratada para ser utilizada no processo de industrialização dos frigoríficos de Aves e Suínos onde a água captada do rio é tratada dentro dos parâmetros exigidos pelo Serviço de Inspeção Federal possui capacidade de armazenagem de 20. TABELA 11 – Reservatório de água ETA ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Afogamento Queda (Externo) RESERVATÓRIO DE ÁGUA ETA 7 A Permissão de Entrada para Trabalho (Sob Supervisão) MEDIDA DE CONTROLE Qualquer atividade interna deve ser feita com as caixas vazias EPI/EPC Utilizar trava quedas para chegar Trava Quedas/Linha de ao local e durante todas as vida operações externas Utilizar cinto tipo paraquedista Cinto Paraquedista Utilizar escada presa para entrada Escada alumínio Utilizar cinto tipo paraquedista Cinto Paraquedista Utilizar capacete com jugular Capacete com jugular Queda (Interno) . EPI/EPC Máscara com filtro.: Acesso pela parte superior e lateral da caixa com escadas e linhas de vida.59 TABELA 10 (CONTINUAÇÃO) – Caixa de água grande aves RISCOS MEDIDA DE CONTROLE Utilizar máscara com filtro próprio para produtos químicos. Luvas de Látex e Bota de PVC.000 litros de água fica situada ao lado do frigorífico de aves só pode ser feito através de uma escotilha no topo e cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 11 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 12. Uniforme Plástico. Óculos de Proteção. Utilizar tripé para entrada e trava quedas com corda de Nylon necessidade de Vigia e PET (Permissão Para Entrada e Trabalho) manter contato pelo rádio a cada 15 min. Mangote Plástico. mangote plástico.

Óculos de Proteção. luvas de látex.60 TABELA 11(CONTINUAÇÃO) – Reservatório de água ETA RISCOS Choque elétrico Risco de acidente (iluminação) Asfixia MEDIDA DE CONTROLE Colocar dispositivo de bloqueio nos interruptores da bomba Utilizar lanternas a prova d água Manter aberta tampa superior e inferior Monitoramento dos níveis de oxigênio Ventilar o local Utilizar máscara com filtro próprio para produtos químicos. Luvas de Látex e Bota de PVC. uniforme plástico e bota PVC. Uniforme Plástico. Mangote Plástico. Utilizar tripé para entrada e trava quedas com corda de Nylon necessidade de Vigia e PET (Permissão Para Entrada e Trabalho) FIGURA 12 Os filtros ETA são responsáveis pelo tratamento da água captada do rio para ser utilizada no processo de industrialização dos frigoríficos de Aves e Suínos onde ficam situados ao lado do frigorífico de aves só pode ser feito através da abertura superior de cada um deles e cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 13 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 14. óculos de proteção. TABELA 12 – Filtros ETA ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Afogamento FILTROS ETA 8 A Permissão de Entrada para Trabalho (Sob Supervisão) MEDIDA DE CONTROLE Qualquer atividade interna deve ser feita com as caixas vazias EPI/EPC . mangote plástico.: Acesso pela parte superior e lateral escadas e linhas de vida. Intoxicação (por cloro) Obs. EPI/EPC Dispositivo de bloqueio elétrico Lanterna a Prova d água Cadeado de segurança Detector Multigás Ventilador centrífugo Máscara com filtro.

mangote plástico.: Acesso pela parte superior e lateral escadas e linhas de vida. Utilizar tripé para entrada e trava quedas com corda de Nylon necessidade de Vigia e PET (Permissão Para Entrada e Trabalho) FIGURA 13 A caldeira é responsável pela geração de vapor dos dois frigoríficos fica situada ao lado da estação de tratamento de água ETA o acesso a parte interna da caldeira só pode ser feita através da fornalha dois dias após a caldeira ter sido desligada e cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 13 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 14. Luvas de Látex e Bota de PVC. Intoxicação (por cloro) Obs. Mangote Plástico. luvas de látex. Óculos de Proteção. . Queda (Interno) Choque elétrico Risco de acidente (iluminação) Asfixia Colocar dispositivo de bloqueio nos interruptores da bomba Utilizar lanternas a prova d água Manter aberta tampa superior e inferior Monitoramento dos níveis de oxigênio Ventilar o local Utilizar máscara com filtro próprio para produtos químicos. uniforme plástico e bota PVC.61 TABELA 12 (CONTINUAÇÃO) – Filtros ETA RISCOS Queda (Externo) MEDIDA DE CONTROLE EPI/EPC Utilizar trava quedas para chegar Trava Quedas/Linha de ao local e durante todas as vida operações externas Utilizar cinto tipo paraquedista Cinto Paraquedista Utilizar escada presa para entrada Escada alumínio Utilizar cinto tipo paraquedista Cinto Paraquedista Utilizar capacete com jugular Capacete com jugular Dispositivo de bloqueio elétrico Lanterna a Prova d água Cadeado de segurança Detector Multigás Ventilador centrífugo Máscara com filtro. óculos de proteção. Uniforme Plástico.

Caldeira ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Queimaduras Queda (Interno) Queda (Externo) Risco de acidente (iluminação) Choque elétrico Asfixia CALDEIRA 9 A Permissão de Entrada para Trabalho (Sob Supervisão) MEDIDA DE CONTROLE Somente realizar a entrada após ter certeza que a caldeira esteja fria. Utilizar Detector multigás e contato pelo rádio necessidade de Vigia e PET (Permissão Para Entrada e Trabalho) FIGURA 14 O tanque de escaldagem suínos é utilizado para facilitar a retirada de pelos dos suínos que ficam imersos em água a 65ºC fica situado no setor de abate só deve ser acessado após 4 horas ter sido desligado e cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 14 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 15.: Acesso pela lateral. Todas as entradas e saídas de ar deverão permanecer abertas Monitoramento dos níveis de oxigênio Ventilar o local Lanterna a Prova d água Dispositivo de bloqueio elétrico Cadeado de segurança Detector Multigás Ventilador centrífugo Obs. EPI/EPC Utilizar escada presa para entrada Escada alumínio Utilizar trava quedas para chegar Trava Quedas/Linha de ao local e durante todas as vida operações externas Utilizar lanternas a prova d água Desligar todo o quadro de comando da caldeira. . sinalizar e bloquear.62 TABELA 13 .

: necessidade de supervisor e PET FIGURA 15 Os digestores do frigorífico de suínos atualmente encontram-se lacrados fora de utilização. quando em utilização produziam farinha de carne e vísceras para ser utilizada na fábrica de ração e cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 15 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 16.63 TABELA 14 – Tanque de escaldagem suínos ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Queimaduras Afogamento Queda (Externo) Choque elétrico TANQUE DE ESCALDAGEM SUÍNOS 10 A Permissão de Entrada para Trabalho (Sob Supervisão) MEDIDA DE CONTROLE EPI/EPC O tanque só pode ser acessado após se ter certeza que esteja frio Qualquer atividade interna deve ser feita com o tanque vazio Utilizar cinto de segurança durante toda a operação interna Desligar todo o quadro de comando do tanque. Trava Quedas/Linha de vida Dispositivo de bloqueio elétrico Lanterna a Prova d água Risco de acidente Utilizar lanternas a prova d água (iluminação) Obs.: necessidade de supervisor e PET (Permissão de Entrada e Trabalho) FIGURA 16 . TABELA 15 – Digestores suínos ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Esmagamento DIGESTORES SUÍNOS 11 A Permissão de Entrada para Trabalho (Sob Supervisão) MEDIDA DE CONTROLE EPI/EPC Colocar placa de identificação no Dispositivo de bloqueio quadro onde liga/desliga e elétrico bloquear a chave Risco de acidente Utilizar lanternas a prova d água Lanterna a Prova d água (iluminação) Obs. sinalizar e bloquear.

64 O boiler do frigorífico de aves é utilizado para aquecer a água para higienizar o frigorífico situa-se no forro do frigorífico de aves e cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 16 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 17. sinalizar e bloquear.: PET (permissão de Entrada de Trabalho) FIGURA 17 O tanque de escaldagem situa-se no frigorífico de aves no setor de depenagem é utilizado para aquecer a água para facilitar a retirada das penas dos frangos antecedendo o processo executado pelas depenadeiras e cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 17 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 18. TABELA 16 – Boiler aves ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Queda (Externo e interno) Afogamento Choque elétrico Queimadura BOILER AVES 12 B Com restrição de entrada MEDIDA DE CONTROLE Utilizar escada presa para o procedimento de entrada e saída Qualquer atividade interna deve ser feita com o tanque vazio Desligar todo o quadro de comando da caldeira. TABELA 17 – Tanque de escaldagem ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Queda (Interno) Queda (Externo) Afogamento TANQUE DE ESCALDAGEM 13 B Com restrição de entrada MEDIDA DE CONTROLE EPI/EPC Utilizar escada presa para entrada Escada alumínio Utilizar trava quedas para chegar Trava Quedas/Linha de ao local e durante todas as vida operações externas Qualquer atividade interna deve ser feita com o tanque vazio . Dispositivo de bloqueio elétrico EPI/EPC Somente iniciar atividade após o tanque estar frio Obs.

TABELA 18 . Mangote Plástico. luvas de látex. Máscara com filtro.Chiller ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Afogamento CHILLER 14 B Com restrição de entrada MEDIDA DE CONTROLE Entrar somente com o chiller vazio Utilizar escada para entrada e saída EPI/EPC Escada alumínio Esmagamento de membros Colocar placa de identificação no Identificação botão de emergência dos chillers Colocar bloqueio no botão de emergência dos chillers Dispositivo de bloqueio elétrico Bloqueio mecânico Colocar bloqueio mecânico no chiller Obs.: PET (Permissão de Entrada e Trabalho) FIGURA 18 O chiller situa-se no frigorífico de aves no setor de pré resfriamento é utilizado para resfriar os frangos que serão posteriormente cortados ou embalados e cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 18 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 19. óculos de proteção. Uniforme Plástico. mangote plástico.: PET (Permissão de Entrada e Trabalho) FIGURA 19 A depiladeira situa-se no frigorífico de suínos no setor de abate é utilizada para retirar os pelos dos suínos e cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 19 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 20.65 TABELA 17 (CONTINUAÇÃO) – Tanque de escaldagem RISCOS MEDIDA DE CONTROLE EPI/EPC Intoxicação (por cloro) Utilizar máscara com filtro próprio para produtos químicos. uniforme plástico e bota PVC. Obs. Luvas de Látex e Bota de PVC. Óculos de Proteção. .

TABELA 20 – Flotadores suínos ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Queda FLOTADORES SUÍNOS 16 B Com restrição de entrada MEDIDA DE CONTROLE Entrar somente com o tanque vazio EPI/EPC Esmagamento de membros Utilizar escada para entrada e Escada alumínio saída Colocar placa de identificação no Identificação botão liga desliga do tanque Colocar bloqueio no botão do tanque Dispositivo de bloqueio elétrico O tanque deverá estar vazio para a entrada Obs.: PET (Permissão de Entrada e Trabalho) FIGURA 21 Afogamento A balança do é utilizada para pesar pequenas cargas do frigorífico de suínos situa-se ao lado do prédio da manutenção cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 21 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 22. .66 TABELA 19 – Depiladeira de suínos ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS DEPILADEIRA SUÍNOS 15 B Com restrição de entrada MEDIDA DE CONTROLE Colocar placa de identificação no Esmagamento de membros botão de emergência Colocar bloqueio no botão de emergência Queimaduras O tanque deverá estar vazio e frio Obs.: PET (Permissão de Entrada e Trabalho) FIGURA 20 EPI/EPC Identificação Dispositivo de bloqueio elétrico Os flotadores do frigorífico de suínos são utilizados no tratamento de efluentes ou resíduos líquidos e situam-se na parte mais baixa do terreno cuja a análise preliminar de risco encontrase na TABELA 20 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 21.

67 TABELA 21 .: PET (permissão de Entrada e Trabalho).Porão balança ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Queda Asfixia PORÃO BALANÇA 17 B Com restrição de entrada MEDIDA DE CONTROLE EPI/EPC Verificar o ambiente que não haja unidade ou limo no chão Ventilar o local Ventilador centrífugo Identificação Sinalizar todo o local evitando Esmagamento quais quer aproximação alem do vigia Obs. FIGURA 23 .: PET (Permissão de Entrada e Trabalho) FIGURA 22 O forro do frigorífico de suínos é um dos locais mais antigos cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 22 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 23. TABELA 22 – Forro suínos ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Queda FORRO SUÍNOS 18 B Com restrição de entrada MEDIDA DE CONTROLE Antes de entrar instalar linhas de vida para prender os cintos Utilizar cinto tipo paraquedista Usar as passarelas para andar Usar escadas para subir e descer EPI/EPC Trava Quedas/Linha de vida Cinto Paraquedista Intoxicação por amônia Utilizar máscara com filtro para amônia em caso de vazamento Máscara com filtro para amônia ou aparelho de respiração autônoma Dispositivo de bloqueio elétrico e sinalização Elétricos Calor excessivo Desligar os quadros elétricos e sinalizar os mesmos Restringir os trabalhos a no máximo 45 mim por entrada Obs.

: PET (Permissão de Entrada e Trabalho) FIGURA 24 A cuba de insensibilização situa-se no setor de sangria é utilizada insensibilizar os frangos através de eletronarcose antecedendo o processo de sangria cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 24 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 25. TABELA 23 – CUBA DE SANGRIA AVES ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Queda CUBA DE SANGRIA AVES 19 B Com restrição de entrada MEDIDA DE CONTROLE EPI/EPC Entrar somente com a cuba vazia Utilizar escada para entrada e Escada alumínio saída Colocar placa de identificação no botão de emergência da nórea de Dispositivo de bloqueio sangria e colocar dispositivo de elétrico e sinalização Bloqueio Risco de acidente mecânico Obs. TABELA 24 – CUBA DE INSENSIBILIZAÇÃO ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS Choque elétrico CUBA DE INSENSIBILIZAÇÃO 20 B Com restrição de entrada MEDIDA DE CONTROLE EPI/EPC Entrar somente com o insensibilizador desligado e caixa Cadeado de segurança de controle fechada com chave Colocar placa de identificação no botão de emergência da nórea de Dispositivo de bloqueio sangria e colocar dispositivo de elétrico e sinalização Bloqueio Utilizar escada para entrada e saída Escada alumínio Esmagamento de membros Queda .68 A cuba de sangria do aves é utilizada para captar o sangue das aves abatidas no frigorífico de aves cuja a análise preliminar de risco encontra-se na TABELA 23 e a figura do local no APÊNDICE B na FIGURA 24.

69 TABELA 24 (CONTINUAÇÃO) – Cuba de insensibilização Obs.00 32.590. Desta forma.00 150.00 .3 ORÇAMENTO PARA IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA TABELA 25 – Custo dos equipamentos necessários para adequação do frigorífico EQUIPAMENTO APARELHO DE RESPIRAÇÃO AUTÔNOMA BLOQUEIO MECÂNICO BOTA DE PVC CADEADO DE SEGURANÇA CAPACETE COM JUGULAR CINTO PARAQUEDISTA CUSTO DAS LINHAS DE VIDA (CABOS DE AÇO.500. porém no futuro talvez seja necessário uma nova análise preliminar de risco para estes espaços confinados. ESTICADORES E SITEMAS DE ANCORAGEM DETECTOR MULTIGÁS COM CALIBRADOR E BOMBA DISPOSITIVOS DE BLOQUEIO ELÉTRICO VALOR R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2.000.00 22. afogamento entre outros todos eles tem potencial para causar lesão ou morte.000.: PET (Permissão de Entrada e Trabalho) FIGURA 25 Os espaços confinados do tipo “A” possuem uma grande complexidade em relação aos do tipo “B” em função de possuírem um maior número de agentes causadores de perigo principalmente no que se refere ao acesso a estes espaços onde a maioria deles possui uma grande dificuldade para acesso e posicionamento dos equipamentos. 5.00 200. visto que poderão ser executadas outras atividades nestes locais. Verificou-se inúmeros riscos como de queda. intoxicação.00 9.00 1. esmagamentos. A análise preliminar de risco foi aplicada com base nas atividades que já foram executadas nos espaços confinados.00 35.00 7. GRAMPOS. ou até mesmo. venha a ocorrer a desativação destes. choque elétrico. queimaduras. desta forma não podem ser ignorados ou preteridos em função de outro risco. asfixia. como descrito no programa de espaços confinados constante no APÊNDICE I deste trabalho o programa deve ser revisto anualmente.

00 1.09 700.00 390. óculos de proteção.00. botas de PVC. lanterna a prova d água. cinto paraquedista. bloqueio mecânico.00 Alguns dos equipamentos descritos como trava quedas.00 134.70 TABELA 25 (CONTINUAÇÃO) – Custo dos equipamentos necessários para adequação do frigorífico EQUIPAMENTO ESCADA LANTERNA PROVA D'AGUA LUVAS DE LATEX MANGOTE PLÁSTICO MÁSCARA FACIAL COM FILTRO DE AMÔNIA ÓCULOS DE PROTEÇÃO RÁDIO SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA TRAVA QUEDAS TRIPÉ UNIFORME PLÁSTICO VENTILADOR CENTRÍFUGO VALOR R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 380.00 250. máscara facial com filtro de amônia entre outros já existe na fábrica.50 3.00 350. dispositivos de bloqueio elétrico.00 4. ventilador centrífugo. parte da linhas de vida.00 400. aparelho de respiração autônoma.00 3. Outros equipamentos como o detector multigás. rádio para comunicação.00 Atualmente na fábrica existem dois técnicos de segurança com curso da NR 33 no frigorífico.00 600.500. TABELA 27 – Orçamento dos cursos necessários para adequação a NR TREINAMENTO AUTORIZADOS VIGIAS SUPERVISORES VALOR R$ R$ R$ 390. capacete com jugular. As ilustrações dos equipamentos orçados encontram-se no ANEXO A. em uma primeira análise seria necessário o investimento de R$ 21.60 0. porém existe a necessidade de treinamento para mais três vigias que farão o curso fora da unidade e dos autorizados que incluem todo o efetivo da manutenção que será feito dentro da .500. adequação do restante das linhas de vida e sinalização de segurança ainda devem ser comprados para que os EPIS e EPCS estejam adequados ao programa de espaços confinados. escadas.00 650.

71 unidade pelos supervisores e engenheiro de segurança do trabalho.00. estima-se que o investimento de adequação dos treinamento fique em torno de R$ 1. .170.

o investimento em equipamentos é alto e. esta metodologia é muito pouco utilizada em função de existirem poucas bibliografias específicas que tratam dos espaços confinados. Para a maioria dos gestores o investimento nos espaços confinados não é uma prioridade por serem locais onde o acesso é muito reduzido. em especial nos espaços confinados. bem como definição de medidas de controle adequadas para cada local que foi estudado e ainda. também é dever do trabalhador a conscientização quanto aos perigos que estes trabalhos apresentam. se fez muito importante para o tratamento destes.72 6. sendo a classificação conforme NIOSH uma ferramenta de grande relevância para a análise preliminar de riscos. O empregador deve desempenhar o principal papel na promoção da saúde e segurança do trabalhador nas atividades que envolvem os espaços confinados seguindo as regras que a NR 33 lhe atribui. porém. seria necessário um investimento próximo a R$ 24.000. o empregador não é o único responsável. gerou parâmetros para uma análise preliminar de riscos. No caso do frigorífico estudado. treinamento e documentação para implementação do programa de espaços confinados. Dessa forma o trabalho foi executado com foco em uma avaliação geral para implantação da NR 33 no frigorífico contemplando os levantamentos necessários de recursos materiais. CONSIDERAÇÕES FINAIS E CONCLUSÕES Pode-se afirmar que a preocupação maior de uma empresa não só dos frigoríficos deve ser a segurança e saúde de todos os seus trabalhadores que conforme as novas designações vêm sendo chamado de capital social. visto que. . onde a incidência de risco de acidente ou morte é extremamente elevado. Contudo pode-se concluir que. A identificação e classificação pela NIOSH (National Institute for Occupational Safety and Health). geralmente eles preferem investir em locais onde existe maior circulação de trabalhadores. para adequação dos espaços confinados mesmo existindo trabalhadores habilitados e boa parte dos equipamentos. cabe a ele utilizar os EPI´s indicados na análise preliminar de risco e agir conforme o programa.00. quais os equipamentos necessários para a avaliação de cada risco existente. e devem estar resguardados dos possíveis acidentes que possam ocorrer no local de trabalho. dos espaços confinados.

pois é esta ferramenta que avalia os parâmetros a serem utilizados nos espaços confinados. Não foi possível a avaliação das medidas propostas devido ao curto tempo do projeto. e na conscientização de todos eles para com o trabalho que realizam. enquanto isso. porém. ficando como sugestão para trabalho futuro uma avaliação do programa de espaços confinados. a vida e a saúde do trabalhador estarão sempre ameaçadas caso não sejam respeitados os procedimentos pré .73 A análise preliminar de riscos foi elaborada com base em atividades que já foram executadas nos espaços confinados.estabelecidos. as atividades referentes aos espaços confinados continuarão a serem realizadas por empresas terceirizadas e quando necessário com supervisão do SESMT da unidade. pois em se tratando de espaços confinados. porém os equipamentos que não existem na unidade serão comprados até janeiro de 2011 e os cursos para vigia e supervisores que ainda faltam para espaços confinados serão feitos no mês de dezembro de 2010. no caso de existirem novas atividades ou mudanças nestes espaços. deve haver a colaboração de todos. Neste sentido é de suma importância a atualização anual da análise preliminar de riscos e do programa de espaços confinados. é importante se fazer uma nova avaliação e classificação. Para a execução de um trabalho seguro. . O sucesso de um trabalho seguro em um espaço confinado de um frigorífico e de todas as outras indústrias do Brasil está na atenção que a empresa deve dispensar aos trabalhadores. O projeto estará rodando em sua totalidade no mês de fevereiro de 2011.

A norma BS 8800: Guia para Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho. Néri dos. Santos. ARAUJO. CARNEIRO. 2005. NBR 5. Disponível em: <sstmpe. CICCO.gov. 1994.br/Anexo/Incendios_e_explosoes.418: Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas. Incêndios e Explosões. Acesso em: 12 jul. KULCSAR NETO. BETENHEUSER. Incêndios e Explosões.com/index. Osvaldo Thibes de. 7ª Rio de Janeiro: Gerenciamento Verde Editora e Livraria Virtual.revistaseguranca. 2010. 2005. Atlas. Francisco. São Paulo. Riscos Associados a Trabalhos em Altura. São Paulo: Atlas.787: Espaço confinado Prevenção de acidentes. EXPLOSÃO DE PÓ EM UNIDADES ARMAZENADORAS E PROCESSADORAS DE PRODUTOS AGRÍCOLAS E SEUS DERIVADOS ESTUDO DE CASO. Idalberto. OLIVEIRA. Camila F. Monografia (Pós Gradução) . 2010.br/dominios/CTN/anexos/Folheto04. Disponível em: <www.. São Paulo: Qsp . 2010.Curso de Engenharia de Segurança do Trabalho. NR. Março de 2008. Acesso em (2010).php?option=com_content&task=view&id=271&Itemid=1 >. Claudio. 1996.. NBR 14.pdf>. Francesco De (Org. Normas Regulamentadoras Segurança e Medicina do Trabalho. 1995.606: Postos de Serviço Entrada em Espaços Confinados. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.fundacentro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Disponível em: www. FUNDACENTRO. M.). Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Acesso em: 17 ago. Giovanni Morais. Carlos Rodrigo. 2000.REFERÊNCIAS ARAÚJO.aedb. Gerenciando Pessoas. 63ª Ed. NBR 14. CAMARGO. Marcela R. Wilson José. Departamento de Engenharia de Segurança do Trabalho. MANA. Segurança e Produtividade Para O Brasil e América Latina. Segurança na Armazenagem. Viviane. 2001. 2009 ARAÚJO. Acesso em: 21 ago.. 2000. FERREIRA.br/seget/artigos. Giovanni Morais. Rio de Janeiro. Mafra. 2009 .fundacentro. Recursos Humanos. Renata Pereira. São Paulo: Makron Books.pdf>. procedimentos e medidas de proteção. Disponível em: <www. 2005.Centro da Qualidade. Universidade Estadual de Ponta Grossa. A. LOZANO. Normas Regulamentadoras Comentadas e Ilustradas: Legislação de Segurança e Saúde no Trabalho. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. CONCEITOS DE ERGONOMIA E LER/DORT: Universidade de Cuiabá. Manuseio e Transporte de Produtos Perigosos. CHIAVENATO. 2º edição. 64 f. Jorge. 2ª Rio de Janeiro: Gerenciamento Verde Editora e Livraria Virtual. Ponta Grossa. Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho.gov.

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APÊNDICE A – PROCEDIMENTO PARA ENTRADA EM ESPAÇOS CONFINADOS .

77 1. ASPECTO LEGAL CLT Lei 6. DEFINIÇÕES 4. a fim de prevenir a ocorrência de acidentes que possam comprometer a integridade física dos trabalhadores ou terceiros. ABRANGÊNCIA Aplica-se o disposto neste procedimento de trabalho a todas as atividades e serviços executados em quaisquer atividades em espaços confinados que forem executados dentro da empresa 3.1 Espaço Confinado: . OBJETIVO Estabelecer os critérios de segurança para o trabalho em espaços confinados.214/78 – Ministério do Trabalho Normativas aplicáveis NR 01 – Disposições Gerais NR 06 – Equipamento de Proteção Individual NR 33 – Espaços Confinados NBR 14606 – Postos de serviços Entrada em Espaços Confinados NBR 14787 – Espaços confinados 4. 2.514/77 Portaria nº 3.

gases e/ou poeiras. o tórax ou o corpo inteiro. tóxicas e/ou explosivas.3 ATMOSFERA:  É o ambiente nas proximidades ou no interior de um espaço confinado. tais como: choque elétrico. 4.  Espaços sem limitações ou restrições de entrada/saída. ou com deficiência ou excesso de oxigênio). inflamáveis.  Possui configuração interna capaz de aprisionar ou asfixiar seus ocupantes. tórax ou corpo inteiro. Considerar como restrições.  Possui potencial para sérios danos à saúde e à integridade física de seus ocupantes. escadas portáteis ou fixas. tanques de água não conectados ao processo. É todo e qualquer local ou equipamento largo o suficiente e de tal forma configurado. locais que possuam portas conduzindo à saída. radiação. . que possui meios limitados de entrada/saída. causando asfixia. em que existe a possibilidade de um trabalhador inserir a cabeça.2 NÃO SÃO CONSIDERADOS ESPAÇOS CONFINADOS:  Locais/equipamentos com dimensões insuficientes para permitir a entrada ou colocação da cabeça. 4.  Contém material capaz de encobrir totalmente seus ocupantes. que não é projetado para ocupação contínua de um trabalhador e que possui qualquer uma das seguintes características (antes do processo de isolamento e limpeza):  Contém ou possui potencial para conter atmosfera perigosa (contaminada por vapores. Por exemplo. como por exemplo.  Espaços que não representem potencial de riscos à vida. movimentação de equipamentos mecânicos internos ou stress calórico.

causado por qualquer um dos itens a seguir:  Atmosferas inflamáveis e ricas em oxigênio. doença aguda ou perda de habilidade para sair do espaço confinado.  Ausência de materiais tóxicos.  Ausência de poeiras explosivas.4 ATMOSFERA SEGURA:  Uma atmosfera em espaço confinado é considerada segura quando puderem ser garantidas as seguintes características:  Ausência de materiais reativos. lesão. vapores ou nuvens de pó) que poderão explodir.5%. um espaço confinado nunca pode ser purgado com oxigênio puro. com concentração acima do valor máximo permissível (acima de 23. Por esse motivo.5 %. com concentração abaixo de 19. jamais deverão ser adentradas sem o uso de equipamento de respiração autônomo ou de ar mandado. 4. que podem resultar em queima instantânea de materiais combustíveis (exemplo: roupas e cabelos). Para serviços envolvendo solda/chama aberta.  Concentração de oxigênio entre 19.79 4. deverá o limite inferior de explosividade ser igual a zero. .  Presença de substâncias inflamáveis (gases.5 e 23. caso ocorra ignição.5 ATMOSFERA PERIGOSA:  Atmosfera que pode representar o risco de morte. será considerada segura uma atmosfera cujo limite inferior de explosividade esteja abaixo de 10% LEL. incapacidade permanente.  Atmosferas deficientes em oxigênio. devido à introdução de uma fonte de ignição.  Ausência de inflamáveis. Para serviços não envolvendo solda. Para a realização de serviços com solda/chama aberta. o ambiente deverá estar limpo e livre de poeira em suspensão.5%). A concentração deverá ser inferior a 50% do limite de tolerância.

4. pintura. o que poderá conduzir à perda de consciência seguida de morte. devido à presença de substâncias tóxicas no interior de um espaço confinado. substâncias voláteis.. etc.  Atmosferas tóxicas.  A colocação de partes do corpo no interior do espaço confinado. como óxido de etileno).  O nível de oxigênio também pode ser reduzido pelo seu deslocamento por outros gases (nitrogênio. 4. no qual o serviço está sendo realizado e .7 VIGIA:  Funcionário ou contratado. nos limites estabelecidos como espaço confinado.  A entrada de corpo inteiro no espaço confinado. tais como: solda. etc. O nível de oxigênio em um espaço confinado pode diminuir devido ao trabalho que está sendo executado.  Trabalho executado dentro do espaço confinado que pode liberar substâncias tóxicas. gás carbônico. corte.6 ENTRADA EM ESPAÇO CONFINADO:  Considera-se como tal:  A introdução da cabeça ou tórax. que tenha conhecimento do plano de atendimento à emergência da Unidade. uso de solventes. em função de:  Produto estocado no interior do espaço confinado .. corte.  Muitas reações químicas podem reduzir o teor de oxigênio no interior de um espaço confinado. lixamento. treinado. de tal forma que exista potencial para entrada acidental no mesmo (queda).o produto pode ser absorvido pelas paredes e liberar gases tóxicos durante a limpeza de resíduos do produto estocado. desengraxamento.  Gases tóxicos produzidos em áreas adjacentes que podem entrar e se acumular no interior do espaço confinado. como por exemplo: solda.

Toda entrada em espaço confinado requer um vigia e não se admite um vigia atendendo a mais de um espaço confinado por vez. A partir desta análise devem ser criadas instruções de trabalho para cada espaço confinado. REGISTRO DOS ESPAÇOS CONFINADOS Todos os espaços confinados devem ser identificados conforme formulário de registro em de Identificação dos Espaços Confinados. a necessidade de monitoramento. 7. mantendo contato direto com as pessoas que estiverem trabalhando em seu interior. necessidade de ventilação ou exaustão e os EPIs. acionando imediatamente as equipes de emergência. Vigias e Trabalhadores autorizados. os meios de resgate e socorro. ANÁLISE DE RISCOS Todos os espaços confinados devem ser avaliados preventivamente de forma a identificar os riscos existentes. devendo permanecer no lado externo desse espaço durante todo o tempo em que estiver sendo feito o trabalho. 6. Através desta análise deve-se definir os equipamentos de entrada. REGRAS GERAIS As regras citadas abaixo devem fazer parte de todas as instruções de trabalho: . devendo ordenar a interrupção do serviço quando ocorrer alteração em qualquer item da PET emitida. Os registros devem ser mantidos pelo SESMT com cópias para os Supervisores. ou. em situações de emergência.81 designado para acompanhar trabalhos em espaços confinados. que venha a comprometer a integridade física dos executantes e/ou da operação. 5.

saia do Espaço Confinado e Solicite outra PE. testar o ambiente e equipamento conforme necessidade e fechar a permissão de entrada. AVALIAÇÕES PERIÓDICAS As Avaliações periódicas devem ser feitas devem ser feitas no máximo a cada 2 horas de serviço ou conforme período estipulado pelo supervisor deve ser preenchido o formulário de Avaliações Periódicas. 7. 7. 7.4 Interrompa as atividades caso ocorra qualquer das situações abaixo:      Qualquer tipo de acidente Princípio de incêndio Tontura desmaio ou dor de cabeça Condição atmosférica extrema que possa afetar a segurança no EC.7. 8. Se for necessário realizar as atividades não previstas como soldas. Cabe ao supervisor de espaços confinados.. 9. corte com abrasivos. . Presença de Odor não existente inicialmente. conferir os requisitos da instrução de trabalho do referido espaço confinado.3 Nunca utilize ar comprimido ou oxigênio puro para ventilar ou oxigenar o espaço confinado. PERMISSÃO DE ENTRADA Todo acesso a espaços confinados deve ser precedido da solicitação de Permissão de Entrada (PE) ao supervisor de espaços confinados.1 Caso o trabalho tenha que ser interrompido no final de um turno. Preencher a permissão de entrada..2 Somente realize as atividades previstas na permissão de entrada. encerre a Permissão de Entrada e abra uma nova no outro turno..

11.REQUISITOS DE TREINAMENTOS Supervisor de espaços confinados: Deve possuir ensino médio completo e curso de 40 horas sobre segurança em espaços confinados conforme NR33. Trabalhador autorizado: Trabalhador treinado com permissão para entrada em espaços confinados.REQUISITOS HUMANOS A empresa deve manter equipe para espaços confinados de acordo com a complexidade e necessidades. .83 10.BLOQUEIO E SINALIZAÇÃO Todos os espaços confinados devem estar sinalizados com proibição de entrada sem permissão e devem estar bloqueados através de cadeados contra entrada não autorizada. Deve ter no mínimo: Supervisor de espaços confinados: responsável pela liberação de trabalhos em espaços confinados através das Permissões de Entrada. 12. Equipe de emergência: Trabalhadores treinados para resgate e atendimento de primeiros socorros. Vigia: Responsável pelo monitoramento externo dos espaços confinados tendo como atribuições: a comunicação com o trabalhador ou trabalhadores internos ao espaço e acionamento do resgate de emergência.

ANEXO B – IDENTIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS CONFINADOS. Equipe de emergência: Deve possuir treinamento de resgate e atendimento de primeiros socorros relativos aos riscos predominantes em espaços confinados. de acordo com os critérios médicos. no inicio do trabalho. Trabalhador autorizado: Deve possuir treinamento de 16 horas sobre segurança em espaços confinados conforme NR33. ANEXO C – FORMULÁRIO DE ENTRADA EM ESPAÇOS CONFINADOS ANEXO D – SINALIZAÇÃO DO ESPAÇO CONFINADO ANEXO E – AVALIAÇÕES PERIÓDICAS .2 As empresas contratadas que possuem prestadores de serviços que desempenham suas atividades em ambientes confinados deverão apresentar. È recomendável que participem do curso de 16 horas de segurança em espaços confinados.1 O Ambulatório Médico deverá periodicamente. ANEXOS ANEXO A – SEQÜÊNCIA PARA ENTRADA EM ESPAÇOS CONFINADOS. realizar o exame médico nos funcionários que trabalham em espaços confinados. estabelecendo se o funcionário é apto ou não para exercer este tipo de atividade. 13. 14. 13.RESPONSABILIDADES 13. comprovante de treinamento/ curso para a função.Vigia: Deve possuir treinamento de 16 horas sobre segurança em espaços confinados conforme NR33.

 Se possível.  Ao desconectar linhas. de acordo com NBR 14787.  Caso opte pela utilização de flange cego.  Para material contido no espaço confinado que não seja reativo com água.85 ANEXO A – SEQUÊNCIA PARA ENTRADA EM ESPAÇOS CONFINADOS 1. por desconexão física ou flange cego. sucção ou outros meios de disposição. 2. ISOLAMENTO FÍSICO Deve-se proceder conforme descrito a seguir:  Isole fisicamente o espaço confinado de todos os produtos perigosos e fontes de energia. purgue com vapor para reduzir a concentração de produtos perigosos. LIMPEZA As cinco etapas seguintes devem ser realizadas com o equipamento fechado:  Remova a máxima quantidade de material do interior do espaço confinado.  Purgue com gás inerte (N2).  Purgue com ar até conseguir uma atmosfera segura. encha o equipamento com água e. caso seja necessário remover materiais inflamáveis. a necessidade de se montar um andaime para atingir o ponto de . Considere desconectar fisicamente como sendo a melhor opção. se possível. descarga. selecione-o de forma a garantir que este irá suportar à máxima pressão/ temperatura à qual o fluido contido na linha a ser isolada poderá ser submetido. selecione o ponto mais próximo do espaço confinado. aqueça a água para melhorar a eficiência de remoção do material residual. exceto quando os riscos existentes nessa atividade forem maiores (por exemplo. quando não envolver riscos. através de bombeamento.

 Quando forem feitos trabalhos de solda e outros a quente dentro do espaço confinado. flanges cegos.  Vapores e gases inflamáveis (quando aplicável). Linhas desconectadas têm que ser isoladas na extremidade. por ocasião da instalação ou remoção de raquete/flange cega.  Identifique através de bloqueio administrativo (etiquetas).. 3. conforme os procedimentos de Bloqueio de Equipamentos. raspadores.  Contaminantes tóxicos (quando aplicável).  Mantenha "vents" e portas de inspeção abertas.1 Inicie o teste para verificar a atmosfera no interior do espaço confinado. etc. . 3.2 Todos os resultados dos testes deverão ser registrados na PET  O contínuo monitoramento do ar é exigido nas seguintes condições:  É exigida a ventilação contínua dentro do espaço durante o acesso.  Desenergize e bloqueie equipamentos de movimentação interna (agitadores.) ou com partes energizadas expostas. caso o isolamento se faça pelo simples desalinhamento da tubulação. Abertura de Linhas ou Equipamentos e Trabalhos com Eletricidade.isolamento).  Desenergize as bombas de processo que alimentam linhas para o espaço confinado.  Poeira combustível (quando aplicável). bem como durante toda a entrada. etc. plugues.  Algum tipo de produto químico que deva ser levado para o interior do espaço para fins de limpeza ou outros. TESTES PRELIMINARES À ENTRADA: 3. Verifique os parâmetros na seguinte ordem:  Teor de oxigênio. posicionando-se externamente ao mesmo. através de caps. todos os pontos desconectados ou isolados fisicamente. e com o ventilador/exaustor desligado.

2 Recomenda-se o arquivamento das PET encerradas. em que tenham sido preenchidas PET.3 A PE tem validade de 24 horas. Etiquetas de Bloqueio por. No caso de espaços perigosos. tendo que ser reemitida após este período. no Departamento de Segurança do Trabalho. para espaços seguros e de ventilação controlada.1 Todo o serviço executado em espaços confinados deverá ter iluminação adequada. Etiquetas de Bloqueio.Quando for utilizado um sistema temporário de iluminação num .4 Monitore o interior do espaço confinado em todos os níveis de altura e comprimento.3 O Departamento de Segurança do Trabalho é responsável por manter os instrumentos de avaliação calibrados. estas deverão ser arquivadas juntamente com o Relatório do Acidente por.87 3. devemos instalar o exaustor na base do tanque. No caso de ventilação. a hora. devemos. devemos instalar o exaustor no topo do tanque ou ambiente confinado e no caso de gases mais pesados que o ar.: Em caso de registro de acidente do trabalho. no departamento de segurança do trabalho. no mínimo. 4. FINALIZAÇÃO DA ENTRADA EM UM ESPAÇO CONFINADO: 4. quando lidarmos com gases mais pesados que o ar. vinte anos. 5. Obs. um ano após a conclusão dos trabalhos. 3. 4. no mínimo.1 A entrada em espaço confinado será cancelada quando a PET expirar ou for removida do local de trabalho. que deverá registrar o nome. 4. quando lidarmos com gases mais leves que o ar. ILUMINAÇÃO 5. a data e os problemas encontrados. injetar o ar da base para o topo e vice versa. a PET será cancelada pelo solicitante. Lembre-se que em caso de exaustão de gases mais leves que o ar.

espaço confinado contendo pós.2 Deverão ser utilizados ventiladores para ventilar os espaços confinados e estes devem ser aterrados de forma a evitar qualquer tipo de acúmulo de carga estática durante a sua operação. deverão ser observadas as seguintes exigências: 5.  Toda a iluminação temporária e todo equipamento elétrico deverá ser protegido para uso. 6. . equipamentos elétricos e acessórios à prova de explosão.  Os aparelhos de iluminação são alimentados por transformador de separação (isolador – extra baixa tensão) iluminação. resíduos ou contaminantes combustíveis ou inflamáveis.  Quando forem executadas ou soldas quentes no interior do espaço. VENTILAÇÃO 6.2 Todo o sistema de iluminação deverá ser a prova de explosão. 6.  Quando forem introduzidos produtos químicos no espaço para limpeza ou para outras finalidades.1 A ventilação contínua do espaço deverá ser usada nos seguintes casos:  Quando os testes iniciais de qualidade do ar tiverem resultados insatisfatórios.3 Os ventiladores não deverão ser colocados a menos de 1. 6.  Quando a ventilação natural não for adequada (por exemplo. de forma a evitar que o ar contaminado penetre novamente no ambiente. um espaço confinado com apenas uma entrada).5 m da entrada do espaço.  Os fios de extensão utilizados para fornecer iluminação temporária deverão ser equipados com conectores ou interruptores aprovados para uso em locais de risco.

60 m do fundo do espaço confinado.2 É proibido entrar no ambiente confinado portando telefone celular. 6. fósforos ou isqueiros.1. as Pessoas Autorizadas para o acesso deverão abandonar o espaço imediatamente.6 Não é permitido ventilar espaços confinados com oxigênio.3 Objetos necessários à execução do trabalho que produzam calor. pois aumenta o risco de incêndio e explosão.7 Durante todo o trabalho no espaço confinado deve ser utilizada ventilação adequada para garantir a renovação contínua do ar. 8.5 Caso a ventilação sofra uma parada. . a extremidade do duto deverá ser colocada a uma distância máxima de 0. Para obter o nível máximo de eficiência. velas.89 6.1 Não é permitido fumar no espaço confinado.1. 6. os circuladores de ar devem ser utilizados em conjunto com um sistema de dutos para aumentar a eficácia da ventilação no espaço confinado e para evitar que o ar contaminado penetre novamente no ambiente. 6. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL 8. 7.1. chamas ou faíscas.1. 7.4 Sempre que possível. devem ser previstos na PET. 7. OBJETOS PROIBIDOS 7.1 Roupas de proteção individual devem ser usadas ao acessar um espaço confinado caso o local contenha risco de corrosivos ou caso os produtos químicos levados para seu interior exijam o uso de tais roupas.

3 Onde exigido. Peças quebradas em fivelas.2 O equipamento de resgate deverá incluir:  Um cinto de segurança tipo paraquedista e equipamento trava-quedas capaz de manter suspensa uma pessoa na posição vertical. danos.  Proteção contra quedas em espaços com mais de 1. 8.2 O tipo adequado será definido pelo Departamento de Segurança do Trabalho. mofo ou distorção. bolor. um sistema de guincho apropriado para resgate de pessoas e ancora adequada para suportar uma carga estática de no mínimo 2. deverá ser utilizado equipamento de proteção respiratória. tomando como base os tipos e quantidades de substâncias de risco presentes no espaço confinado.  Corda salva vidas.1. ganchos e colchetes de pressão. . rasgadas ou raspadas.1.  Substitua qualquer equipamento que apresente defeitos.4 É obrigatória a disponibilização dos Equipamentos de resgate em todo acesso ao Ambiente Confinado nos seguintes casos:  Onde serão executados trabalhos a quente ou haja produtos químicos presentes no interior do espaço.1.3 O equipamento de resgate deverá ser inspecionado visualmente antes de ser usado quanto a:    Desgaste. 8. quebradas.2 m de profundidade e que exijam entrada pelo topo. Verifique o correto funcionamento das peças.  Ambientes que exijam o uso de equipamento de respiração autônoma.450 quilos (5400 lb).  No caso de acessos pela parte superior. 8. A proteção respiratória é exigida em situações onde estão presentes materiais particulados e quando o monitoramento da qualidade do ar assim o determinar (isto é: resultados acima do Limite de Tolerância).8. 8. Tiras com fibras cortadas.

91 ANEXO B – IDENTIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS CONFINADOS ESPAÇO CONFINADO EC Nº CLASSE TIPO DE ENTRADA RISCOS MEDIDA DE CONTROLE EPI/EPC .

Procedimentos de resgate: N/A ( ) S() N() 10.0 % Inflamáveis %LIE < 10% Gases/vapores tóxicos ppm Poeiras/fumos/névoas tóxicas mg/m3 Nome legível / assinatura do Supervisor dos testes: 7. Teste inicial da atmosfera: horário Oxigênio % O2 Inflamáveis % LIE Gases/vapores tóxicos ppm Poeiras/fumos/névoas tóxicas mg/m3 Nome legível / assinatura do Supervisor dos testes: 3. Equipamentos: 13. luvas N/A ( ) S() N() Equipamentos de proteção respiratória/autônomo ou sistema de ar mandado com N/A ( ) S() N() cilindro de escape Cinturão de segurança e linhas de vida para os trabalhadores autorizado S() N() Cinturão de segurança e linhas de vida para a equipe de resgate N/A ( ) S() N() Escada N/A ( ) S() N() Equipamentos de movimentação vertical/suportes externos N/A ( ) S( ) N() Equipamentos de comunicação eletrônica aprovados e certificados por um N/A ( ) S() N() Organismo de Certificação Credenciado (OCC) pelo INMETRO para trabalho em áreas potencialmente explosivas Equipamento de proteção respiratória autônomo ou sistema de ar mandado com cilindro de escape S() N() para a equipe de resgate Equipamentos elétricos e eletrônicos aprovados e certificados por um N/A ( ) S() N() Organismo de Certificação Credenciado (OCC) pelo INMETRO para trabalho Legenda: N/A – “não se aplica”. Treinamento de todos os trabalhadores? É atual? N/A ( ) S() N() 12. botas. Procedimentos de comunicação: N/A ( ) S() N() 9. travamento e etiquetagem N/A ( ) S() N() 4.ANEXO C – PERMISSÃO DE ENTRADA Permissão de Entrada e Trabalho – PET Nome da empresa: Local do espaço confinado: Data e horário da emissão: Trabalho a ser realizado: Trabalhadores autorizados: Vigia: Supervisor de Entrada: Espaço confinado n. Procedimentos que devem ser completados durante o desenvolvimento dos trabalhos . Iluminação geral N/A ( ) S() N() 8. N – “não”. Purga e/ou lavagem N/A ( ) S() N() 5.5% ou < 23. Bloqueios. Teste após ventilação e isolamento: horário Oxigênio % O2 > 19.º: Data e horário do término: Equipe de resgate: Procedimentos que devem ser completados antes da entrada 1. equipamento e tempo N/A ( ) S() N() 6. Isolamento S() N() 2. Procedimentos e proteção de movimentação vertical: N/A ( ) S() N() 11. Equipamento de monitoramento contínuo de gases aprovados e certificados por um Organismo S ( ) N() de Certificação Credenciado (OCC) pelo INMETRO para trabalho em áreas potencialmente explosivas de leitura direta com alarmes em condições: Lanternas N/A ( ) S() N() Roupa de proteção N/A ( ) S() N() Extintores de incêndio N/A ( ) S() N() Capacetes. S – “sim”. Ventilação/exaustão – tipo.

alarme. esta permissão deverá ser arquivada. Qualquer saída de toda equipe por qualquer motivo implica a emissão de nova permissão de entrada.553 .: A entrada não pode ser permitida se algum campo não for preenchido ou contiver a marca na coluna “não”. Após o trabalho. implica no abandono imediato da área. A falta de monitoramento contínuo da atmosfera no interior do espaço confinado. Esta permissão de entrada deverá ficar exposta no local de trabalho até o seu término. Expor esta autorização próxima ao local de ingresso. ordem do Vigia ou qualquer situação de risco à segurança dos trabalhadores. MODELO DE PERMISSÃO DE ENTRADA E TRABALHO DOS ESPAÇOS CONFINADOS – NR 33 (2009) p.93 Permissão de trabalhos a quente N/A ( ) Procedimentos de Emergência e Resgate S() N() Telefones e contatos: Ambulância:_____________________ Bombeiros:_______________________ Segurança:_______________________ Obs.

552 .ANEXO D – SINALIZAÇÃO DO ESPAÇO CONFINADO FIGURA 1 – PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS CONFINADOS – NR 33 (2009) p.

0 % Inflamáveis _________________________________________________%LIE < 10% Gases/vapores tóxicos _____________________________________________ ppm Poeiras/fumos/névoas tóxicas ______________________________________mg/m3 Nome Legível / Assinatura do Responsável pelas Avaliações: __________________________________________________________________________________________ _______________ .5% ou > 23.5% ou > 23.5% ou > 23.0 % Inflamáveis _________________________________________________%LIE < 10% Gases/vapores tóxicos _____________________________________________ ppm Poeiras/fumos/névoas tóxicas ______________________________________mg/m3 Nome Legível / Assinatura do Responsável pelas Avaliações: __________________________________________________________________________________________ _______________ Horário_____________ Oxigênio ________________________________________% O2 < 19.95 ANEXO E – AVALIAÇÕES PERIÓDICAS Espaço confinado Nº___________ Data _______/_______/_______ Horário_____________ Oxigênio ________________________________________% O2 < 19.0 % Inflamáveis _________________________________________________%LIE < 10% Gases/vapores tóxicos _____________________________________________ ppm Poeiras/fumos/névoas tóxicas ______________________________________mg/m3 Nome Legível / Assinatura do Responsável pelas Avaliações: __________________________________________________________________________________________ _______________ Horário_____________ Oxigênio ________________________________________% O2 < 19.

APÊNDICE B –IDENTIFICAÇÃO VISUAL DOS ESPAÇOS CONFINADOS .

97 IDENTIFICAÇÃO VISUAL DOS ESPAÇOS CONFINADOS FIGURA 7 –CAIXAS DE ÁGUA 3 PEQUENAS (CLASSE A) FIGURA 8 – CAIXA DE ÁGUA PEQUENA SUÍNOS (CLASSE A) .

FIGURA 9 – CAIXA DE ÁGUA GRANDE LATERAL DA FÁBRICA (CLASSE A) FIGURA 10 – CAIXA DE ÁGUA GRANDE SUÍNOS (CLASSE A) .

99 FIGURA 11 – CAIXA DE ÁGUA GRANDE AVES (CLASSE A) FIGURA 12 – RESERVATÓRIO DE ÁGUA ETA (CLASSE A) .

FIGURA 13 – FILTROS ETA (CLASSE A) FIGURA 14 – CALDEIRA (CLASSE A) .

101 FIGURA 15 – TANQUE DE ESCALDAGEM SUÍNOS (CLASSE A) FIGURA 16 – DIGESTORES SUÍNOS (CLASSE A) .

FIGURA 17 – BOILER AVES (CLASSE B) FIGURA 18 – TANQUE DE ESCALDAGEM AVES (CLASSE B) .

103 FIGURA 19 – CHILLER (CLASSE B) FIGURA 20 – DEPILADEIRA SUÍNOS (CLASSE B) .

FIGURA 21 – FLOTADORES SUÍNOS (CLASSE B) FIGURA 22 – PORÃO DA BALANÇA (CLASSE B) .

105 FIGURA 23 – FORRO SUÍNOS (CLASSE B) FIGURA 24 – CUBA DE SANGRIA (CLASSE B) .

FIGURA 25 – CUBA DE INSENSIBILIZAÇÃO (CLASSE B) .

107 ANEXO A – EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS E SUAS APLICAÇÕES .

da configuração do espaço confinado e de outras características das atividades executadas tais como solda entre outros. . não são recomendados com uso de mangueiras por perderem pressão. Ventiladores Centrífugos – Utilizados com mangueiras pode ser utilizado tanto para insuflar quanto para aspirar o ambiente o uso dependerá do tipo de contaminante mais denso ou menos denso que o ar. Máscara Facial com filtro – podendo ser adaptado a ao tipo de agente contaminante presente no ar no caso específico estudado para amônia.EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS APLICAÇÕES Proteção respiratória Ventiladores axiais – Utilizados em bocas de visita.

Detector multigás – Utilizado para monitoramento geralmente para os seguintes gases O2. CO. H2S e gases inflamáveis para Análise de risco na entrada e durante os trabalhos em espaços confinados cuja ventilação é insuficiente para remover ou Trabalhos em altura e engolfamento.109 Aparelho de respiração autônoma – em espaços com deficiência de oxigênio e/ou contaminantes que não possam ser retirados. . Cinto paraquedista – Para trabalhos em altura acima de 2m e/ou resgate Corda de Nylon – utilizada para entrada em espaços confinados com risco de incêndio ou explosão ou locais com dificuldade de instalação de linhas de vida.

Utilizados em locais onde não exista linha de vida e exista risco de queda Trava quedas – Utilizado em linhas de vida verticais com rico de queda tanto para cabos de aço quanto para cordas. . Talabartes . Tripé para descida em espaços confinados – Utilizados geralmente em trabalhos onde o único meio de acesso é o topo.Linha de vida horizontal – utilizada em trabalhos onde existam vãos livres e não exista possibilidade de instalação de linha de vida vertical com cabos de aço.

Cones .111 Escada articulada em alumínio Sinalização de segurança Utilizada para indicar um local onde exista perigo para o trabalhador ou mesmo para indicar a interdição de algum local.

Faixa Corrente plástica Cavalete Etiqueta de advertência equipamento Vestimenta Luva de PVC .

113 Bota de PVC Uniforme plástico ou PVC Óculos de proteção Bloqueios Bloqueio para Disjuntor pino .

Bloqueio para Disjuntor Tripolar Bloqueio para Disjuntores 480/600 Cadeado de segurança Kit para bloqueio elétrico diferentes tipos de botões Iluminação Lanterna a prova d água e atmosferas explosivas .

115 Comunicação Rádio .

é uma atividade desenvolvida para explorar a potencialidade criativa de um indivíduo ou de um grupo .GLOSSÁRIO Acidente: Evento indesejado que resulta em morte. para liberar calor. lesão. monóxido de carbono e sulfeto de hidrogênio. é capaz de fazê-lo entrar em combustão (o oxigênio é o principal comburente). doença. como por exemplo hidrocarbonetos. Risco Tolerável: Risco que foi reduzido a um nível que pode ser suportado pela organização. . Aerodispersóides: são agentes suspensos no ar.5º C em teste de vaso fechado. dano ou outra perda. entre outros. doença. Risco: Combinação da probabilidade de ocorrência e da(s) conseqüência(s) de um determinado evento perigoso. gases combustíveis. Combustão: é uma reação química exotérmica entre uma substância (o combustível) e um gás (o comburente). associando-se quimicamente ao combustível. dano à propriedade. mistura de líquidos ou líquidos contendo sólidos em solução ou em suspensão. aldeídos e cetonas. Inflamável: engloba por definição líquidos. Detector Multigas: É um monitor destinado detecção de gases que mede os níveis de oxigênio. é a substância que alimenta a combustão. dano ao meio ambiente do local de trabalho. e como resultado se obtém compostos resultantes da união de ambos e energia. ou uma combinação destes. um combustível reage com um comburente. Perigo: Fonte ou situação com potencial para provocar danos em termos de lesão. Exotérmicas: Uma reação exotérmica é uma reação química cuja energia é transferida para um meio do seu interior ao exterior. alcoóis. geralmente para latas. Oximetro: Aparelho destinado a medir os níveis de oxigênio do ar.colocando-a a serviço de objetivos pré-determinados. as substâncias inflamáveis são de origem orgânica. Comburente: é todo elemento que. Via de regra. Engolfamento: Mergulhado enterrado. que produzem vapores inflamáveis a temperaturas de até 60. levando em conta suas obrigações legais e sua própria política de SSO. Brainstorming: ou tempestade de idéias. geralmente o oxigênio. Em resumo. Em uma combustão completa. Retortas: Equipamento utilizado para esterilização de termo processados em unidades alimentícias. assim esquentando o ambiente.criatividade em equipe . mais que uma técnica de dinâmica de grupo.

Zona Perigo: Área na qual uma atmosfera explosiva de gás está presente ou na qual é provável sua ocorrência a ponto de exigir precauções especiais para construção. Vigia: ou anjo da guarda é o indivíduo treinado localizado externamente ao espaço confinado.117 Supervisor: é o profissional treinado devidamente habilitado a emitir a permissão de entrada nos espaços confinados. instalação e utilização de equipamento elétrico. .

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