Tópico 3 – Circuitos elétricos

137

Tópico 3
1 E.R. Temos, a seguir, a curva característica de um gerador e

Resolução: a) • ε = 12 V • icc = ε = 12 ⇒ icc = 120 A r 0,1
U (V) 12

um circuito simples, em que esse gerador alimenta um resistor de resistência R.

U (V) 20

ε
r

+ – U i R
0 120 i (A)

b) i =

ε = 12 R + r 2,0

0

10 i (A)

i = 6,0 A Respostas: a) U (V)
12

Determine: a) a equação do gerador; b) a intensidade de corrente no circuito, se R for igual a 3 Ω; c) o valor de R para que a potência fornecida pelo gerador seja máxima e o valor dessa potência. Resolução: a) Temos que U = ε – r i. Para i = 0: U = ε ⇒ ε = 20 V Para U = 0: i = ε ⇒ 10 = 20 ⇒ r = 2 Ω r r A equação do gerador é, então: U = 20 – 2i (SI) b) ε = Req i ⇒ i = ε = 20 R+r 3+2 i=4A

0

120 i (A)

b) 6,0 A
3
+ 12 V – U 0,5 Ω 5,5 Ω

c) Para haver máxima transferência de potência, devemos ter: R=r ⇒ R=2Ω Nessa situação, temos: U = ε = 20 ⇒ U = 10 V 2 2 icc 10 i= 2 = 2 ⇒ i=5A Potu
máx

No circuito representado na figura, calcule: a) a intensidade de corrente elétrica; b) a tensão U entre os terminais do gerador. Resolução: a) ε = Req i ⇒ 12 = 6,0i ⇒ b) U = R i ⇒ 5,5 · 2,0 ⇒ Respostas: a) 2,0 A; b) 11 V a) Determine a força eletromotriz de um gerador de resistência interna igual a 0,2 Ω, sabendo que a sua corrente de curto-circuito vale 30 A. b) Qual é a diferença de potencial entre os terminais desse mesmo gerador, em circuito aberto? Resolução: a) icc = ε ⇒ 30 = ε ⇒ ε = 6 V 0,2 r b) U=ε=6V
4

= U i = 10 · 5 ⇒

Potu

máx

= 50 W

i = 2,0 A U = 11 V

Um gerador de corrente contínua, de fem ε = 12 V e resistência interna r = 0,1 Ω, é ligado a um resistor de resistência variável R.

2

ε+ –
U r i R

a) Trace a curva característica desse gerador, ou seja, o gráfico de U em função de i. b) Calcule a intensidade de corrente no circuito quando R = 1,9 Ω.

Respostas: a) 6 V; b) 6 V

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PARTE II – ELETRODINÂMICA

Uma pilha tem fem igual a 1,5 V e resistência interna igual a 0,1 Ω. Se ela for ligada a uma lâmpada de resistência igual a 0,4 Ω, qual será a ddp entre seus terminais? Resolução: • ε = Req i ⇒ 1,5 = 0,5i ⇒ i = 3 A • U = R i = 0,4 · 3 ⇒ Resposta: 1,2 V No circuito representado a seguir, temos um gerador de força eletromotriz ε e resistência interna r, alimentando um resistor de resistência R:
r=1Ω

5

Resolução: a) Lembrando que um amperímetro ideal equivale a um condutor ideal (resistência nula) e que o voltímetro ideal equivale a um circuito aberto (resistência infinita), vamos redesenhar o circuito dado:
i 2Ω A i

U = 1,2 V

ε = 12 V

+ –

R

UAB = 7,5 V

6

i 1Ω

i B

ε = 36 V
+ –

R = 17 Ω

Determine: a) a potência elétrica útil do gerador, isto é, a potência elétrica que ele fornece ao resistor; b) a potência elétrica desperdiçada na resistência interna do gerador; c) o rendimento do gerador. Resolução: a) i = ε = 36 ⇒ i = 2 A R + r 18 U = R i = 17 · 2 ⇒ U = 34 V Potu = U i = 34 · 2 ⇒ b) Potd = r i2 = 1 · 22 ⇒ c) n = U = 34 ⇒ ε 36 Potu = 68 W Potd = 4 W n = 94%

Temos, então, um circuito de “caminho” único e, por isso, podemos escrever: ε = Req i ⇒ 12 = (2 + R + 1) i 12 = (3 + R) i (I) A leitura do voltímetro é a ddp entre os pontos A e B. Então, para o resistor de resistência R, temos: 7,5 UAB = R i ⇒ 7,5 = R i ⇒ i = R (II) Substituindo (II) em (I), vem: 7,5 12 = (3 + R) · R ⇒ 12 R = 22,5 + 7,5 R ⇒ ⇒ 4,5 R = 22,5 ⇒ R=5Ω b) A leitura no amperímetro é a intensidade i da corrente que passa por ele. Então, substituindo em (II) o valor de R, temos: 7,5 i = 1,5 A i= 5 ⇒
8 (Vunesp-SP) Dois resistores, um de 40 Ω e outro de resistência R desconhecida, estão ligados em série com uma bateria de 12 V e resistência interna desprezível, como mostra a figura. Sabendo que a corrente no circuito é de 0,20 A, determine: a) o valor da resistência R; b) a diferença de potencial em R.
R 12 V 40 Ω

Respostas: a) 68 W; b) 4 W; c) 94%
0,20 A

7

E.R. No circuito abaixo, considere ideais o gerador, o amperí2Ω

metro A e o voltímetro V.
A

Resolução: ⇒ 0,20 = 12 ⇒ a) i = ε R + 40 R + 40 b) UR = R i = 20 · 0,20 ⇒ UR = 4,0 V

R = 20 Ω

Respostas: a) 20 Ω; b) 4,0 V

ε = 12 V + –

R

V

9 Um gerador de 36 V de força eletromotriz e 0,2 Ω de resistência interna alimenta um resistor de 7,0 Ω, como mostra a figura:
0,2 Ω 36 V – +

1Ω V

Sabendo que a leitura no voltímetro é igual a 7,5 V, determine: a) a resistência R do resistor em paralelo com o voltímetro; b) a leitura no amperímetro.

7,0 Ω

Tópico 3 – Circuitos elétricos

139

Determine a indicação do voltímetro suposto ideal, isto é, de resistência infinita. Resolução: • i = ε = 36 ⇒ i = 5,0 A 7,2 Req • U = R i = 7,0 · 5,0 ⇒ Resposta: 35 V
10 E.R. No circuito a seguir, determine as indicações do amperí-

As indicações do voltímetro e do amperímetro são: Voltímetro (V) Amperímetro (A) 3,00 2,25 1,50 0,75 0,00 0,00 0,50 1,00 1,50 2,00

U = 35 V

metro A e do voltímetro V, ambos supostos ideais.

ε = 12 V
+ –

R1 = 2 Ω

Nessas condições, podemos dizer que: 1. A força eletromotriz da bateria é igual a 3,00 V. 2. A resistência interna da bateria é igual a 1,50 Ω. 3. Para a corrente de 1,00 A, a potência dissipada na resistência R é igual a 3,00 W. 4. Quando a diferença de potencial sobre R for igual a 2,25 V, a quantidade de carga que a atravessa em 10 s é igual a 22,5 C. Resolução: 1. Correta: i = 0,00 A ⇒ U = ε = 3,00 V r = 1,5 Ω

R2 = 20 Ω

A

V

2. Correta: U = ε – r i ⇒ 1,50 = 3,00 – r · 1,00 ⇒ 3. Falsa: i = 1,00 A ⇒ U = 1,50 V Pot = U i = 1,50 · 1,00 ⇒ 4. Falsa: Pot = 1,50 W

Resolução: Como o voltímetro ideal equivale a um circuito aberto, a corrente no circuito é nula. Portanto: O amperímetro indica zero. Sendo nula a corrente, também são nulas as diferenças de potencial nos resistores (U1 = R1 i = 0 e U2 = R2 i = 0):

U = 2,25 V ⇒ i = 0,50 A = 0,50 C/s ⇒ Q = 5,0 C

Resposta: Apenas as afirmações 1 e 2 estão corretas.
12 (Cesgranrio-RJ) No circuito esquematizado a seguir, o amperímetro A e o voltímetro V serão considerados ideais. Uma bateria, cuja resistência interna é desprezível, pode ser conectada ao circuito em um dos trechos I, II ou III, curto-circuitando os demais. Em qual (ou quais) desses trechos devemos conectar a bateria, para que a leitura dos dois medidores permita calcular corretamente o valor de R?
I III

ε = 12 V
+ –

U1 = 0 R1

ε = 12 V
U2 = 0 R2

i=0 A B

O voltímetro indica a ddp UAB entre os pontos A e B, que é dada por: UAB = U1 + ε + U2 = 0 + 12 + 0 ⇒ UAB = 12 V Portanto: O voltímetro indica a força eletromotriz do gerador, ou seja, 12 V.

II A R V V

11 (UFG-GO) Para investigar o desempenho de uma bateria B, foi montado o circuito ao lado, em que V e A representam, respectivamen- B te, um voltímetro e um amperímetro ideais. A resistência R é variável e os fios de ligação têm resistências desprezíveis.

a) b) c) d) e)
R

Somente em I. Somente em II. Somente em III. Em I ou em II. Em I ou em III.

V

Resolução: • Se a bateria for conectada em ll, a leitura do voltímetro será nula. • Se a bateria for conectada em lll, a corrente no circuito todo será nula. Resposta: a

A

m. b) a redução da energia química da bateria em 5 segundos de funcionamento.0 Ω 8. No circuito a seguir. S c) Aplicando a Primeira Lei de Ohm aos resistores de resistências R2 e R3 do circuito original.5 Ω ε = 30 V + – A R1 = 6 Ω C 1Ω 3Ω r=2 Ω R2 = 3 Ω R3 = 6 Ω a) as indicações dos amperímetros A. o amperímetro indica 5. Resolução: a) • 3 Ω em paralelo com 1.0 A e. Determine os valores de E e r do gerador e a potência total dissipada no circuito. com a chave fechada.e. redesenhar o circuito. o amperímetro indica 6. com a chave fechada. duas resistências de 8. b) 360 J 15 (Olimpíada Brasileira de Física) Um gerador. temos: 30 = 10 i1 ⇒ i1 = 3 A b) A diferença de potencial entre C e D é obtida aplicando-se a Primeira Lei de Ohm a RCD: UCD = RCD i1 = 2 · 3 ⇒ UCD = 6 V tência interna r. como segue: + – 12 V 1Ω 1Ω i Q ε = 30 V + – A R1 = 6 Ω C • i = ε = 12 ⇒ 2 Req i=6A (indicação de A) • UPQ = RPQ i = 1 · 6 ⇒ UPQ = 6 V RCD = 2 Ω i1 i1 r=2Ω A1: UPQ = 1. é ligado a um amperímetro ideal. conforme o desenho abaixo.R. Assim: R 2R 3 3·6 RCD = R + R = 3 + 6 ⇒ RCD = 2 Ω 2 3 Podemos.5 Ω ⇒ 1 Ω P i B D Resolução: a) Os resistores de resistências R2 e R3 estão em paralelo. c) a intensidade de corrente nos resistores de resistências R2 e R3. então.5 i1 ⇒ A2: UPQ = 3 i2 ⇒ 6 = 3 i2 ⇒ i1 = 4 A i2 = 2 A B D Como os elementos do circuito estão todos em série (circuito de “caminho” único).0 Ω e uma chave S.5 i1 ⇒ 6 = 1. determine: A + A1 A2 junto de resistores. Determine: a) a intensidade de corrente elétrica que percorre o gerador AB.0 A. respectivamente. inclusive na bateria. podemos usar a equação do circuito simples: b) A redução da energia química da bateria é igual à energia elétrica total produzida por ela: E = Pott Δt = ε i Δt = 12 · 6 · 5 ⇒ E = 360 J Respostas: a) 6 A.140 PARTE II – ELETRODINÂMICA 13 E. tem-se um gerador ligado a um con- 14 No circuito esquematizado na figura a seguir. b) a diferença de potencial entre os pontos C e D. A1 e A2.0 Ω . – 12 V 1. de f. E e resis- ε = Req i1 Como ε = 30 V e Req = 2 Ω + 6 Ω + 2 Ω = 10 Ω (série). supondo-os ideais. Quando a chave S está aberta. temos: UCD = R2 i2 ⇒ 6 = 3 i2 ⇒ UCD = R3 i3 ⇒ 6 = 6 i3 ⇒ i2 = 2 A i3 = 1 A E r A 8. 4 A e 2 A.

15 Ω R R R R1 = 2 Ω + – R4 = 4 Ω R r=1Ω R R ε = 80 V Resolução: • R2 em paralelo com R3 ⇒ 3 Ω 80 ⇒ i1 = 8 A • i1 = ε = Req 2 + 3 + 4 + 1 • Entre os terminais da associação de R2 e R3.R.0 V r = 0. Considere ideal o gerador de força eletromotriz igual a 12 V. que alimenta o circuito representado na figura: A 10 Ω + – 10 Ω C corrente no resistor de 30 Ω: ε = 12 V B 10 Ω 10 Ω 10 Ω Determine a diferença de potencial entre os pontos: b) A e C (UAC). + – R i’ = 0.15 i2 ⇒ i = 10 A • 2R.0 + r) · 10.5 = 30 i’ ⇒ Resposta: 0. calcule a intensidade de 10 Ω 2. a) A e B (UAB).18 Ω R +R 0.0 W. r = 2. Calcule o valor de R.0 + r) i1 ⇒ E = (8.5 · 1 ⇒ UAB = 7. Pott = 600 W 16 Determine a intensidade da corrente elétrica nos resistores R .5 Ω 30 Ω 10 Ω 1Ω + – 12 V Resolução: • Potd = r i2 ⇒ 15.0 Ω ⇒ ε = Req I ⇒ 12 = 6 I ⇒ I = 2 A Portanto: i = 1 A UAB = RABi = 7.25 A • Pott = E i2 = 60 · 10. R e 2R em paralelo ⇒ R 2 6.0 ⇒ E = 60 V e r = 2.25 A 18 No circuito da figura.0 + r) · 6.0 = 0.0 Chave fechada: E = (4. temos: U = 3 i1 = 3 · 8 ⇒ U = 24 V • Em R2: U = R2 i2 ⇒ 24 = 4 i2 ⇒ i2 = 6 A • Em R3: U = R3 i3 ⇒ 24 = 12 i3 ⇒ i3 = 2 A Respostas: 8 A. a potência dissipada na resistência interna do gerador é de 15. 1 R2 e R3 do circuito a seguir: R2 = 4 Ω R3 = 12 Ω ε = 6.5 V No resistor de 30 Ω. 6 A e 2 A. Resolução: a) Observando os pontos que estão curto-circuitados.0 Ω. respectivamente 17 No circuito esquematizado a seguir. temos: A B Resolução: Consideremos o circuito a seguir: i A C + – B B B i + i – Então. a ddp entre A e B é igual a 12 V: UAB = 12 V 12 V . calculemos a intensidade de corrente i’: UAB = 30 i’ ⇒ 7.Tópico 3 – Circuitos elétricos 141 Resolução: • Chave aberta: E = (8.15 + 5R r+R+ 2 2 Resposta: 0.0 ε • i= ⇒ 10 = ⇒ R = 0.0 + r) i2 ⇒ E = (4.0 ⇒ Pott = 600 W Respostas: E = 60 V.18 Ω 19 E.

c) 30 V. ε = Req i1 ⇒ ε = 2R i1 ⇒ i1 = 2R ε e i2 = ε 2R . respectivamente.0 ⇒ ε = 30 V Resposta: c – + ε i2 = i1 R 21 (Ufal) O esquema abaixo representa um circuito composto de gerador. b) 20 V.R.5 A • i = i1 + i2 ⇒ i = 6. a bateria é ideal e a intensidade de corrente i1 é igual a 1. agora. 2Ω i i2 i1 + ε– 5Ω 12 Ω 4Ω 8Ω i= + 60 V – i 15 Ω ε 60 ⇒ i=2A = Req 30 I=1A I= i ⇒ 2 Resposta: 1 A 22 E. Resolução: • 20 Ω em série com 10 Ω ⇒ 30 Ω • 30 Ω em paralelo com 30 Ω ⇒ 15 Ω 15 Ω 20 (Mack-SP) No circuito representado abaixo. O valor da força eletromotriz ε da bateria é: a) 10 V. calcule a corrente elétrica I no resistor de 30 Ω. redesenhar o circuito: A A 10 Ω C C A A i 10 Ω C i + – 12 V B B 10 Ω 10 Ω + 10 Ω – 12 V 5Ω B B B B 10 Ω 5 Ω + 60 V – 20 Ω 30 Ω I 10 Ω B 15 Ω No trecho ACB.142 PARTE II – ELETRODINÂMICA b) Vamos.5 ⇒ UAB = 18 V • UAB = 4 i2 ⇒ 18 = 4 i2 ⇒ i2 = 4. e quatro lâmpadas iguais (L1. fios de ligação e resistores.8 ⇒ UAC = 8 V Com base nos valores indicados no esquema. cada uma delas com resistência R. temos: 2Ω i A i1 i2 A L4 Chave L3 ε + – 12 Ω 4Ω Fechando a chave: a) determine o que acontece com as intensidades il e i2 das correntes em L1 e L2.5 A. i1 L1 ε –+ L2 i2 Resolução: Como os resistores de 5 Ω e 8 Ω estão curto-circuitados. temos: UAB = RACB i ⇒ 12 = (10 + 5) i ⇒ i = 0.0 A • UAB = ε – 2 i 18 = ε – 2 · 6. em ampères.8 A Então: UAC = RAC i = 10 · 0. d) 40 V. e) 50 V. qual iluminará melhor? Resolução: a) Com a chave aberta. L3 e L4). temos: i1 R B B • UAB = 12 i1 = 12 · 1. A resistência interna do gerador e as resistências dos fios de ligação são consideradas desprezíveis. No esquema. L2. temos um gerador de resistência interna desprezível e força eletromotriz ε. b) quais as lâmpadas que iluminarão igualmente? c) dentre as lâmpadas L2 e L3.

é i3 = 2 . 04. em vez de C. Resolução: 01. B e C são lâmpadas iguais e iluminam + – ε alimentadas por um gerador de resistência interna desprezível. a potência dissipada (R i2 ) 2 diminui e ela passa a iluminar menos. Resposta: 14 ε– + C Verifique o que acontece com o brilho da lâmpada A: a) se a lâmpada C se queimar. Respostas: a) A lâmpada A apaga. i Como i3 = 2 e i1 = i2 + i3. 08. b) se. A. Nota: • Com isso. 23 No circuito a seguir. 01. as intensidades das correntes no circuito se alteram. Correta: como L5 é curto-circuitado. a potência dissipada em L1 (R i ) aumenta e ela passa a iluminar mais que antes.Tópico 3 – Circuitos elétricos 143 Vamos. o brilho de L4 não permanece o mesmo. Então: As lâmpadas que iluminarão igualmente são L3 e L4. A bateria representada tem resistência elétrica desprezível. 2 1 b) A intensidade da corrente é igual (i3) nas lâmpadas L3 e L4. mais do que L3. b) O brilho de A aumenta. a lâmpada B se queimar. temos: 2 i 3i 2i i1 = i2 + 2 = 2 ⇒ i2 = 1 = 2 · 3ε ⇒ i2 = 2ε 2 2 3 3 5R 5R Então. Correta. o mesmo ocorrendo com a potência dissipada. o novo valor de i2 é menor que o anterior. ε (A e C) b) ε = 2R · i’ ⇒ i’ = 2R O brilho de A aumenta. Portanto. agora. R . L1 brilha mais do que L2 e esta. i c) A intensidade da corrente em L2 é i2 e. L1 tem o mesmo brilho de L6. em L3. Ao fechar o interruptor I. 08. Suponha que o interruptor I esteja aberto. Dê como resposta a soma dos números associados às proposições corretas. mas L2 e L3 têm o mesmo brilho porque estão em série (iL = iL ). 04. 24 (UFSC) No circuito mostrado. todas as lâmpadas são iguais. . analisar o circuito com a chave fechada. Em L2. podemos responder: i1 aumenta e i2 diminui. porém. L2 L1 R2 R1 L4 L5 R3 I L3 L6 Note que o novo valor de i1 é maior que o anterior. 02. Incorreta: L1 brilha mais do que L2. L2 e L3 têm o mesmo brilho. A B Sabendo que o brilho de uma lâmpada depende da intensidade da corrente elétrica que passa por ela. i1 R ε – R + i1 R ε – Resolução: Sendo R a resistência elétrica de cada lâmpada: R 2 + i2 R R i3 2R 3 i1 ε i R i Equivale a 2R · R = 2R e i3 = 2 2R + R 3 2 ε = Req i1 = R + 2R i1 ⇒ 3 3ε i1 = 5R 2ε ε = 3R · i ⇒ i = 3R (C) 2 i = ε (A e B) 2 3R a) Apaga. R 1 2 e R3 são três resistores. 2 Portanto: L2 iluminará melhor que L3. assinale a(s) proposição(ões) correta(s). 2 3 02. Correta: L1 e L6 estão em série.

144 PARTE II – ELETRODINÂMICA uma fonte de 6 V e uma resistência R. c) o rendimento elétrico do gerador. conforme desenhado na f igura. O valor da resistência R é: L1 L2 25 (Fuvest-SP) Um circuito é formado de duas lâmpadas L e L . de A para B a) 30 Ω. c) 20 Ω. 2 Ω. especificando seu sentido. apresentam determinada resistência elétrica. com certeza. apesar de excelentes condutores. um gerador. estão mostrados a seguir: r – + Pot = U i ⇒ i = Pot U 0. Respostas: a) 20 V. reduzindo-se assim a potência dissipada nos fios (r i2)... b) 25 Ω. e) 45 Ω. está representado um elemento de circuito elétrico: A . 29 Um gerador de força eletromotriz igual a ε e resistência interna r alimenta um resistor de resistência R. a) Quando a demanda de energia elétrica na cidade aumenta (mais aparelhos ligados). concluímos que esse elemento é.12 Ω 27 Na f igura a seguir. b) Consegue-se transmitir a mesma potência (U i) com correntes mais baixas. a corrente que percorre o cabo tem intensidade de 100 A. Sabendo que a diferença de potencial entre os terminais da bateria quando em circuito aberto vale 12 V.. respectivamente. b) Qual a vantagem de se fazer a transmissão de energia elétrica em altas tensões? Respostas: a) Diminui. O esquema do circuito montado.1 + i ⇒ i = 0.3 W e 3 V). 28 Fios de alumínio são usados na transmissão de energia elétrica i R L2 6V i2 U=3V de uma usina hidrelétrica até uma cidade. Esses fios.2 = 0.5 Ω + – 12 V B . b) 50 W. Resolução: Observando as curvas características.3 Em L2: i2 = ⇒ i2 = 0. calcule a intensidade de corrente nesse elemento. As lâmpadas estão acesas e funcionando em seus valores nominais (L1: 0. calcule sua resistência interna.12 Ω Determine: a) ε. Resolução: L1 i1 d) 15 Ω. Resolução: • Rcabo 0 • icc = 12 ε ⇒ 100 = ⇒ r r r = 0.. b) a potência dissipada no resistor.6 W e 3 V e L2: 0.5i i = 2 A (de A para B) Resposta: 2 A. porque aumenta a perda (r i) nos fios.1 ⇒ R = 30 Ω Resposta: a R 0 5 10 i (A) 26 Ligando os terminais de uma bateria por um cabo curto e gros- so de cobre. A 2V 0. bem como as curvas características do gerador e do resistor. 2 V e 13 V.5 Ω – 12 V + B 13 V U = 11 V R 6V Assim: U = ε – r i ⇒ 11 = 12 – 0. r e R.5 = 50% ε 20 Sabendo que os potenciais em A e B valem.2 A 3 0. 2 Ω.6 ⇒ i1 = 0. c) 50% .1 A Em R: U = R i ⇒ 3 = R 0. obtemos a corrente e a tensão comuns ao gerador e ao resistor: i = 5 A e U = 10 V a) R = 10 U ⇒R= ⇒ 5 i 20 ε ⇒ 10 = ⇒ r r R=2Ω ε = 20 V icc = r=2Ω Resposta: 0.1 A 3 Em L1: i1 = ε U (V) 20 10 i1 = i2 + i ⇒ 0. 0. 1 2 Resolução: Como a tensão U entre os terminais do elemento é menor que 12 V. b) Pot = U i ⇒ Pot = 10 · 5 ⇒ Pot = 50 W c) η = U 10 ⇒η= ⇒ η = 0. o que acontece com a tensão U recebida pela cidade? Justifique.

2 Ω Resolução: V ε • 0 = 1. a energia elétrica gerada é de 50 J. só metade desses 100 J são convertidos em energia elétrica. e) 0.1 Ω Resolução: Lâmpadas apagadas: i = 0 6V A B R i=0 32 (UFV-MG) A figura ilustra um gerador elétrico ligado a um resistor imerso em 1. 3 Ω: ε 2 E 4Er 2 Potmáx = = ⇒ Δtmin Δtmin ε2 r 5 4 · 2 · 10 · 3 Δtmin 502 30 Qual é o mínimo intervalo de tempo necessário para que um ge- Considerando o valor da aceleração da gravidade como 10 m/s2.0 kg.0 · 10–2 · 5.Tópico 3 – Circuitos elétricos 145 rador de força eletromotriz ε = 50 V e resistência interna de 3 Ω possa fornecer. mas é nula entre os terminais da lâmpada B. b) a variação na temperatura do líquido após o corpo percorrer esses 10 m. a lâmpada tem resistência R = 4 Ω e o voltímetro indica VA (situaV ção II).0 °C Respostas: a) 50 J. em um certo momento se apagaram.0 · 103 J · kg–1 °C–1. percorrendo uma distância de 10 m com uma velocidade constante. O gerador tem um rendimento de 50% e é movido por um corpo de massa igual a 1. verificou-se que a ddp entre os terminais da lâmpada A é 6 V.0 °C 33 No circuito representado na figura. as lâmpadas A e B. Assim.0 · 10–2 kg de um líquido isolado termicamente. ( ) Δtmin = 960 s = 16 min Resposta: 16 minutos 31 (Fuvest-SP) Uma bateria possui força eletromotriz ε e resistência interna R0. conclui-se que o valor de R0 é: a) 0.6 Ω c) 0. Em seguida. se a lâmpada B também estivesse queimada. UA = 6 – R i = 6 – R · 0 ⇒ U A = 6 V UB = R i = R · 0 ⇒ UB = 0 Note que.8 ε = ε ⇒ R = 0. quando o gerador transfere máxima potência ao resistor.0 · 10 · 10 ⇒ Ep = 100 J Como o rendimento é 50%. VA R=4Ω R0 ε R0 ε 6V A V V B Situação I Situação II Dessa experiência. Identifique a(s) lâmpada(s) queimada(s). a um resistor conveniente. (Calor específico do líquido: 5. b) 1.2 V ε • VA = 4 i ⇒ i = A = 4 4. obtendo-se V0 = ε (situação I).) Resolução: a) O gerador recebe a energia potencial gravitacional Ep perdida pelo corpo: Ep = m g h = 1. ou seja. Nessas condições. considerando que nenhuma mudança de fase ocorre no líquido.8 Ω b) 0. Resposta: A lâmpada A Gerador Resistor 1 kg são ligados a um gerador de força eletromotriz ε e resistência interna r. Para isso. calcule: a) a energia elétrica gerada. b) Q = m c Δθ 50 = 1. um voltímetro foi ligado aos dois polos da bateria.8 Ω •i= 0 R0 + 4 4. 2 · 105 J de energia? Resolução: O intervalo de tempo é mínimo.2 ⇒ VA = VA 1. a resistência desse resistor deve ser igual à resistência interna r do gerador.0 · 103 Δθ Δθ = 1. Prove que a tensão em Ri é Ui dada por: R Ui = i ε R 34 Associam-se em série n resistores e os terminais da associação . os terminais da bateria foram conectados a uma lâmpada.4 Ω d) 0. de tal forma que 0 = 1.8 Resposta: a Mantendo as lâmpadas em seus respectivos soquetes e usando um voltímetro. Sejam R a soma de todas as resistências do circuito e Ri a resistência do i-ésimo resistor (1 i n). teríamos UA = UB = 0. que estavam acesas. se o corpo se desloca para baixo. Para determinar essa resistência.2.

L3 24 V R 2 R L4 R 8V Note que o fechamento de C3 e C4 implica uma tensão de 16 V na lâmpada L1. d) diferença entre as potências dissipadas em R2 e R3. a intensidade de corrente em R1 diminui. L4 e L5 são de 6. para R3 = 0: Pot3 = 0 i2 = 0 Pot2 = 0 (R2 está em curto-circuito) Pot2 – Pot3 = 0 Pot2 + Pot3 = 0 Resposta: a 24 V Essas duas chaves são: a) C1 e C2. Com isso. além de a. temos: • No circuito da esquerda: ε i1 = ε = = 2ε Req 3R R R+ 2 i i2 = 1 ⇒ i2 = ε 2 3R • No outro circuito: i5 = ε = ε Req 3R • i2 = i5 ⇒ Brilhos iguais P Resposta: são iguais 37 (Puccamp-SP) No circuito representado no esquema abaixo. e) soma das potências dissipadas em R2 e R3. o que acontece com as outras potências dissipadas. c) potência dissipada no resistor R3. A curva desse gráfico só pode representar a: a) potência dissipada no resistor R1. os resistores R e R têm resistên1 2 cia R e a bateria tem tensão V. Resolução: À medida que R3 aumenta de 0 a R. as lâmpadas L1. O resistor R3 tem resistência variável entre os valores 0 e R. C1. C3 e C4 são chaves que estão abertas e podem ser fechadas pelo operador. b) C3 e C4. foram montados os dois circuitos a seguir: L1 + L2 L3 + L4 R A tensão Ui é dada por: R U i = Ri i ⇒ U i = i ε R Resposta: Ver demonstração 35 (Fuvest-SP) No circuito abaixo. R1 R2 + V– R3 ε– ε– L5 L6 Considerando as baterias ideais e desprezando a influência da temperatura na resistência elétrica. Resposta: b . R3 R C1 L1 L2 C2 L5 L3 C3 C4 L4 0 O gráfico mostra qualitativamente a variação da potência P. está correta.0 W e 12 V. b) potência dissipada no resistor R2. L2. Resolução: Sendo R a resistência elétrica de cada lâmpada. a resistência equivalente à associação de R2 com R3 (em paralelo) aumenta de 0 R 0 = 0 a R R R = R+0 2 R+R = R . L3. O gerador de 24 V tem resistência interna desprezível. o mesmo 2 ocorrendo com a potência dissipada nesse resistor (Pot1). dissipada em um dos elementos do circuito. podemos verificar. por exemplo. Para confirmar que nenhuma alternativa. em função do valor da resistência de R3. Resolução: c) C2 e C4. C2. 16 V R L1 d) C2 e C3. compare o brilho da lâmpada L2 com o da lâmpada L5. Duas dessas chaves não devem ser fechadas ao mesmo tempo porque causam aumento de tensão em uma das lâmpadas.146 PARTE II – ELETRODINÂMICA Resolução: Temos: ε= R·i⇒i= ε 36 Usando seis lâmpadas iguais e duas baterias iguais. e) C1 e C3.

75 + i2 ⇒ i2 = 0.0 · 1. nas seguintes situações: I.Tópico 3 – Circuitos elétricos 147 38 Um gerador de 12 V de força eletromotriz deve alimentar um aque- cedor para levar determinada quantidade de água à temperatura de ebulição no menor tempo possível. note que UCB = UCA + UAB. nos seguintes casos: a) o gerador tem resistência interna igual a 3 Ω. Considere ideal a bateria presente no circuito a seguir e calcule a resistência R2 para que a lâmpada L opere conforme suas especificações. Respostas: a) 12 V R2 3Ω Em R1: UAB = R1 i1 ⇒ 9 = 12 i1 ⇒ i1 = 0.0 Ω está ligado conforme o esquema abaixo. Resolução: I.75 A Em R2: I = i1 + i2 ⇒ 1. podemos fazer: i1 = i2 + iL ⇒ 2 = i2 + 0. é preciso que sua resistência seja igual à resistência interna do gerador (3 Ω). Esquematize o circuito apropriado. R2 = 3 Ω. que estão em paralelo.0 ⇒ UAB = 9 V ε = 6V . R3 = 2 Ω. A corrente elétrica I indicada no esquema é igual a 1.3 A: R2 = 6 Ω B B B X Y R1 = 10 Ω No gerador: UAB = ε – r I = 12 – 3.5 A Para calcular i1. II) 4 Ω. determine o valor do resistor R2. Isso é conseguido ligando todos os resistores disponíveis em paralelo. II. Então: 12 = UCA + 6 ⇒ UCA = 6 V Em R1.5 ⇒ R2 = 4 Ω 41 Determine a resistência elétrica do resistor que deve ser ligado entre os pontos X e Y. Para que a potência fornecida pelo gerador seja máxima. R1 = 3 Ω 12 V + – R2 L b) 12 V R1 R2 R3 Resolução: C i1 R1 = 3 Ω A i2 A iL L 39 (Ufal) Um gerador de 12 V e resistência interna r = 3.25 A UAB = R2i2 ⇒ 9 = R2 0.25 ⇒ R2 = 36 Ω II. tem de ser igual a r: R1 R2 12 R2 =r ⇒ = 3. para que a intensidade de corrente elétrica em R1 seja de 0. R1 e R2 constituem o circuito externo ao gerador. em ohms. A i2 12 V R2 I r = 3.0 = 0. o aquecedor deve ter a mínima resistência possível para que a corrente seja máxima.0 Ω R1 = 12 Ω A A i1 PotL = UL iL ⇒ 3 = 6 iL ⇒ iL = 0. A potência fornecida pelo gerador ao circuito externo é máxima.0 Ω R1 = 12 Ω + 12 V – 6V R2 6 V B B B Em L.R. 12 V I R2 r = 3. Resolução: a) Para haver máxima transferência de potência ao aquecedor. b) Neste caso. b) o gerador tem resistência interna desprezível. O aquecedor poderá ser constituído de um ou mais dos seguintes resistores: R1 = 6 Ω. temos: Considerando os valores indicados no esquema.5 ⇒ i2 = 1. que são: 3 W–6 V.0 ⇒ R2 = 4 Ω R 1 + R2 12 + R2 Respostas: I) 36 Ω. 40 E.5 A UAB = R2 i2 ⇒ 6 = R2 · 1. a resistência equivalente a R1 e R2.0 A. calculamos i1: UCA = R1 i1 ⇒ 6 = 3 i1 ⇒ i1 = 2 A Para calcular R2.

com o cursor na posição 3. a partir das equações adequadas. Nessa situação.0 Ω. aquecedores e ferros de passar. ou seja. a parte de metal A dilata mais que a outra. permanece praticamente retilínea.5 A Portanto: i2 = 0. assim como a lâmina L que.3 ⇒ UAB = 3 V • UAB = ε – R2 i ⇒ 3 = 6 – 6 i ⇒ i = 0. responda às questões a e b. C é um contato elétrico no qual a lâmina bimetálica pode tocar. para que a lâmina bimetálica apresente o comportamento descrito no enunciado. Nessa figura: Re é um reostato – resistor de resistência variável – constituído por um cursor (seta) e três resistências r. b) A potência dissipada em R. de modo simplif icado. C ΔLA > ΔLB ⇒ αA > αB RXY = 15 Ω b) Como “as demais resistências do circuito são muito pequenas comparadas com r”: i1 = ε r ⇒ i3 = 1 i1 3 i3 = ε 3r Pot3 R i3 2 i 2 = 3 = 3 = 1 Pot1 R i2 3 i 1 1 Pot3 = Pot1 9 Respostas: a) Quando a lâmina se curva para a direita. ou seja. b) I . Considerando a situação apresentada. a indicação do amperímetro será: a) I . a passagem de corrente na lâmina bimetálica faz com que ela se aqueça. tocando em C. a) Sabe-se que. a força eletromotriz E da fonte. d) 2 I. Permutando de lugar o amperímetro e a fonte de fem. o coef iciente de dilatação do metal A deve ser maior que o do metal B. na temperatura ambiente. quando o cursor é deslocado do ponto 1 para o ponto 3.4 Ω ⇐ i 4Ω 6Ω 2Ω B B .2 A. Seja I a indicação do amperímetro A.148 PARTE II – ELETRODINÂMICA Resolução: A i2 i A b) Considerando que as várias resistências (r) do reostato são idênticas e que as demais resistências do circuito são muito pequenas comparadas com r. e) 3 I. Explique f isicamente essa af irmação.8 V. fechando o circuito. o que ocorre com a potência dissipada no resistor R.2 ⇒ Resposta: 15 Ω 42 (Uepa) Aparelhos eletrodomésticos. a parte de metal A torna-se mais longa que a de metal B. 9 43 (UFPI) No circuito a seguir. e E é um gerador elétrico. como refrigeradores de ar. retorna à posição inicial. a parte de metal A torna-se mais longa que a de metal B. é 1 da dissipada com o cursor na posição 1. fortemente conectados entre si. fechando novamente o circuito. R é a resistência elétrica do ferro. 3 2 Resolução: A A i1 E 2. considerada ideal. sendo que. curve-se para a direita. UAB = RXY i2 ⇒ 3 = RXY · 0. que transfere calor para a sua base metálica. Resolução: a) Quando a lâmina se curva para a direita. R2 = 4. A R L r 2 Re r 1 r R1 3 Metal A Metal B R3 E R2 E Com o circuito fechado. e os resistores têm resistências R1 = 2.0 Ω e R3 = 6. ao resfriar-se. a parte de metal A dilata mais que a outra: ΔLA > ΔLB. por efeito Joule.0 Ω. Como ΔL = α L0 Δθ. L0 = L0 e ΔθA = ΔθB: A B RXY i1 = 0. A e B. e interrompa o circuito. c) I. utilizam termostatos para controle de temperatura. afastando-se do contato C. A f igura a seguir representa.3 A B B ε • UAB = R1 i1 = 10 · 0. mostre. L é uma lâmpada bimetálica constituída de dois metais. é de 8. Esse dispositivo liga-desliga juntamente com o reostato fazem o controle da temperatura. os elementos constituintes de um ferro de passar. a resistência R deixa de transformar energia elétrica em calor. que é a função do termostato.

de força eletromotriz ε.50 Ω e R3 = 4.6 Ω i A i1 A i2 R a) Qual a indicação do voltímetro ideal V.0 Ω. Na figura estão indicados os valores das resistências dos outros resistores. indica 1 A e que o resistor R dissipa 18 W: M R1 R3 + – A R B R2 G N V e um gerador ideal que fornece uma tensão V = 10 volts.4 UAB = RAB i = 2. o gerador G é ideal (resistência interna nula). R2 = 0. b) Determine o valor.4 E = 6 E 4. nas condições do item anterior.50 · 2 UBN = 1 V b) i = i1 + i2 = 1 + 2 ⇒ i = 3 A Em R: Pot = R i2 18 = R · 32 ⇒ R = 2 Ω c) UMN = ε – R i 4=ε–2·3 ε = 10 V 4 Ω⇐ 3 2Ω 4Ω 6Ω Respostas: a) 1V. da resistência R para que as potências dissipadas em R1 e R2 sejam iguais. em watts. ideal. Resolução: a) R3 = 3.4 i ⇒ i = E 4. da potência P dissipada no resistor R1. b) 2 Ω.0 · 1 UMN = 4 V Na associação de R1 com R2: UMN = (R1 + R2) i2 4 = 2. R3 = 3.6 Ω R R1 = 32 Ω R2 = 2 Ω V = 10 V a) Determine o valor.0 i2 ⇒ 12 = 2 A 10 V .5 Ω. ligado entre os pontos B e N? b) Qual o valor de R? c) Qual a força eletromotriz ε do gerador G? Dados: R1 = 1. Resolução: M i1 i1 = 1 A i + – N N N R (18 W) i2 B M i2 M 10 V R1 = 32 Ω R2 = 2 Ω B B Pot1 = Pot2 ⇒ R1 i2 = R2 i2 1 2 32 i2 = 2 i2 ⇒ i2 = 4 i1 1 2 UAB = R1 i1 = (R + R2) i2 32 i1 = (R + 2) 4i1 R=6Ω b) R em série com R2 ⇒ 8 Ω R1 em paralelo com 8 Ω ⇒ 6.4 11 6E U i1 = AB = 11 = E = I 6 11 6 A i’ 1 A E No voltímetro: UBN = R2 i2 = 0.4 Ω i B a) Em R3: UMN = R3 i1 = 4.6 Ω A i 6. c) 10 V 45 (Fuvest-SP) O circuito abaixo é formado por quatro resistores i’ B B E = 6 + 4 i’ ⇒ i’ = 3E 3 22 UAB = RAB i’ = 4 · 3E = 2E 3 22 11 2E U i’1 = AB = 11 = E = I 2 11 2 Resposta: c 44 No circuito esquematizado na figura. O valor da resistência do resistor R é desconhecido.4 Ω R3 = 3.Tópico 3 – Circuitos elétricos 149 E = 4. Sabe-se que o amperímetro A. em ohms.

sendo de 220 V a ddp entre os terminais da associação: ε = 20 V I B R2 R4 = 20 Ω B U2 U2 a) Pot2 = Pot3.4 ⇒ AB = AB ⇒ R2 = 22 Ω R2 22 b) Pot1 = 9 W U 1 < U2 I=? ε = (R1 + RAB) I 20 = (R1 + 11) I ⇒ 2 R 1 I2 = 9 R1 I = Pot1 20 ± 2 I= 22 Portanto: ⇒ 20 = 9 + 11 I ⇒ I2 i Ventilador 220 Ω U = 220 V i TV 110 Ω ⇒ 11 · I2 – 20 · I + 9 = 0 I = 1 A ⇒ U2 = 11 · 1 = 11 V ⇒ U1 < U2 I = 9 A ⇒ U2 = 11 · 9 = 9 V ⇒ U1 > U2 11 11 I=1A Respostas: a) 22 Ω. Respostas: a) 20 A. sendo dois fios correspondentes às fases e o terceiro ao neutro. pois continuam submetidos a 220 V. Apesar de simplificado. b) 1. só o ventilador será queimado.4 i = 6. b) 1. representados por resistências. Resolução: R1 A i i’ A R3 = 2 Ω a) Calcule a corrente que circula pelo chuveiro. Os equipamentos existentes nas residências são projetados para serem ligados entre uma fase e o neutro (por exemplo.4 · 1 ⇒ UAB = 6. a potência dissipada em R é 2 igual à potência dissipada conjuntamente em R3 e R4. b) 1 A 47 (Unicamp-SP) Algumas residências recebem três fios da rede de energia elétrica.25 kWh. passam a constituir uma associação de aparelhos em série. determine quais serão os equipamentos queimados caso o fio neutro se rompa no ponto A. As fases são representadas por fontes de tensão em corrente contínua e os equipamentos. a geladeira e a lâmpada não são afetados. Considere o circuito abaixo. um chuveiro). uma lâmpada) ou entre duas fases (por exemplo. a TV (não-queimada) deixará de funcionar. 110 V e 110 V. temos: E = Pot Δt = 5 kW 1 h 4 E = 1.28 W R1 32 2 2 AB Fase 1 110 V Neutro Geladeira + – 36. Dados: R3 = 2 Ω e R4 = 20 Ω. o chuveiro. b) Qual é o consumo de energia elétrica da residência em kWh durante quinze minutos? c) Considerando que os equipamentos se queimam quando operam com uma potência 10% acima da nominal (indicada na figura).1 Ω 335 W A Lâmpada 121 Ω 100 W Ventilador 220 Ω 55 W Chuveiro 11 Ω 4 400 W TV 110 Ω 110 W Respostas: a) 6 Ω. de forma muito simplif icada. porém. Considere que todos os equipamentos estejam ligados ao mesmo tempo. Resolução: a) No chuveiro: U=Ri 220 = 11 i ⇒ i = 20 A b) Pottotal = 335 W + 100 W + 55 W + 110 W + 4 400 W = 5 000 W = 5 kW Δt = 15 min = 1 h 4 Sendo E a energia elétrica consumida. respectivamente. ocorrendo isso.4 Pot1 = = ⇒ Pot1 = 1. O ventilador e a TV. calcule a corrente total fornecida ao sistema pela bateria.150 PARTE II – ELETRODINÂMICA ε = Req i ⇒ 10 = 10 i ⇒ i = 1 A UAB = 6.28 W 46 (Unifei-MG) No circuito a seguir.4 V Na primeira figura: U 6. uma instalação elétrica residencial. c) Só o ventilador . que representa. b) Sabendo-se que a potência total liberada em R1 é igual a 9 W e que a ddp nos terminais de R1 é menor que a ddp nos terminais de R2. U = Req i 220 = (220 + 110) i ⇒ i = 2 A 3 Calculemos as novas potências com que o ventilador e a TV vão operar logo após o rompimento do fio neutro: Potv = RV i2 = 220 4 ⇒ Potv 98 W 9 (mais que 10% acima de 55 W) PotTV = RTV i2 = 110 4 ⇒ PotTV 9 49 W (abaixo da potência nominal) Portanto. o circuito pode dar uma ideia das consequências de uma eventual ruptura do fio neutro.25 kWh c) Com o rompimento do fio neutro no ponto A. R1 R3 R2 R4 Fase 2 110 V + – ε = 20 V a) Determine o valor da resistência R2. Evidentemente.

2 Ω 9 9A P2 = R2 I2 = 0. referido à Terra. Resolução: a) PotL = RL I2 ⇒ 8. que percorre o fio F1. L Resolução: O sentido da corrente no interior de um gerador é do polo de menor potencial para o polo de maior potencial. para que o potencial no ponto A. F1 e F2. Assim. b) potência P2.0 W.0 A. temos outra queda de potencial. c) diferença de potencial VM. referidos à Terra? b) Qual a resistência que deve ser adicionada ao circuito. dissipada no fio F2. Respostas: a) 2. igual a 3 Ω · 2 A = 6 V. C. Em um resistor.2 · 2. temos uma nova queda de potencial. sendo νC = –16 V. em que o potencial da Terra a) Quais os potenciais nos pontos A e B.8 Ω = A ρ R2 = = 1. Ligado aos terminais da bateria. indicada pelo voltímetro M.R. de mesmo material. a intensidade da corrente elétrica é a mesma na lâmpada e nos fios. em volts. como mostra a figura. vem: νD – νC = 30 ⇒ νD – (–16) = 30 νD = 14 V De D para E. tem-se: νB – νA = –10 ⇒ νB – 0 = –10 νB = –10 V De B para C.Tópico 3 – Circuitos elétricos 151 48 (Fuvest-SP) Uma lâmpada L está ligada a uma bateria B por 2 f ios. o que já era esperado.80 W.0 V 49 E. tem resistência RL = 2. b) 0. Considere o circuito a seguir. A força eletromotriz da bateria é ε = 9. pois νA = 0. ρ b) R1 = 1. a lâmpada está acesa. entre os pontos C e D. respectivamente.0 + 0.0 VM = 8.80 W c) RL R1 I + VM – R2 B 4Ω 6Ω VM = (R1 + RL + R2) I VM = (1.0 = 2.0 V e a resistência do fio F1 é R1 = 1. temos uma elevação de potencial igual a 30 V. há um voltímetro ideal M (com resistência interna muito grande). temos uma queda de potencial igual a 5 Ω · 2 A = 10 V. sendo νA = 0. porém.8 + 2. sendo νB = –10 V. Nessas condições. D e E. Calculemos a intensidade de corrente no circuito: ε = Req i 30 = (5 + 3 + 6 + 1) i ⇒ i = 2 A De A para B. temos: νE – νD = –12 ⇒ νE – 14 = –12 νE = 2 V Observe que ocorre uma queda de 2 V de E para A. Assim.0 · I2 ⇒ I = 2. c) 8.0 Ω e dissipa uma potência igual a 8.0 V Esse resultado revela que a resistência interna da bateria não é desprezível.8 Ω.02 ⇒ P2 = 0.8 Ω ⇒ R2 0. em watts. em ampères. 50 (Cesesp-PE) Uma bateria de força eletromotriz de 12 V e resistência interna desprezível alimenta o circuito resistivo indicado na figura: A I1 2Ω 12 V + – D C I2 F1 + B 9V – F2 M Determine o valor da: a) corrente I. tem-se: νC – νB = –6 ⇒ νC – (–10) = –6 νC = –16 V De C para D. de comprimentos iguais e de diâmetros d e 3d. P . igual a 6 Ω · 2 A = 12 V. torne-se igual a 6 V? Resolução: a) Podemos redesenhar o circuito como na figura: A 2Ω B I1 I2 + – 6Ω 12 V 12 V é tomado como referência (0 V) e o gerador é ideal: 5Ω B 3Ω 30 V C i – + D A 1Ω E 6Ω 4Ω 0V Determine os potenciais nos pontos B. Sendo νD = 14 V. a corrente passa do terminal de potencial maior para o de menor.0 A Como os f ios e a lâmpada estão todos em série. Assim.2) · 2.

b) a resistência interna de um voltímetro que indica 18 V quando é ligado aos pontos A e B.5 mA UAB = 10 kΩ · 2. Sendo RV a resistência interna do voltímetro. respectivamente. um voltímetro real. também: UAB = RAB i 10 RV 18 18 = 10 + R · 8 V RV = 40 kΩ 52 No circuito esquematizado a seguir. isto é. 50 V I1 = 6 ⇒ I1 = 1 A 6 I2 = 6 ⇒ I2 = 1 A 6 No gerador: U = ε – R I 6 = 12 – R · 2 ⇒ R=3Ω Respostas: a) 12 V e 8 V. um voltímetro em que a resistência interna não é infinita. b) 3 Ω 51 E. nessa situação. Resolução: 2 kΩ B i 5 kΩ 10 kΩ 50 V i A i 10 kΩ Determine: a) a diferença de potencial entre os pontos A e B. temos: νA = 12 V e b) 6V A I1 6V I2 I B + – D R C 0V 0V 0V 12 V 6V νB = 8 V B Tudo se passa como se R fosse a resistência interna do gerador.152 PARTE II – ELETRODINÂMICA No ramo AP. A resistência interna do voltímetro é igual a 10 kΩ. Então. as resistências do gerador e do amperímetro são desprezíveis. a resistência interna do gerador é desprezível em comparação com as demais resistências: 6 kΩ A 5 kΩ V A 10 kΩ + – 36 V 10 kΩ V Determine as indicações do amperímetro e do voltímetro.5 mA e 25 V UAB = 25 V . Resolução: a) Temos que: ε = Req i 36 = (6 + 10 + 2) · 103 i ⇒ i = 2 · 10–3 A = 2 mA A ddp entre A e B é dada pela Primeira Lei de Ohm: UAB = RAB i = 10 kΩ · 2 mA UAB = 20 V B ε = Req I ⇒ 50 V = 10 kΩ · I ⇒ I = 5 mA i = 2. o circuito original pode ser redesenhado assim: A 36 V + – U = 18 V R = 8 kΩ i 10 · RV 10 + RV No trecho AB.R.5 mA ⇒ Respostas: 2. podemos escrever. temos: UAB = RAB I1 = 2 · 2 ⇒ UAB = 4 V Então. temos: I1 = UAP 12 = ⇒ I1 = 2 A RAP 6 b) Temos. para o gerador: U=ε–Ri 18 18 = 36 – 8i ⇒ i = 8 mA Entre A e B temos. No circuito a seguir.

podemos redesenhar esse circuito na forma convencional: D X 15 Ω 5Ω A 10 Ω B i 1= A m 2. a indicação do amperímetro anula-se. O circuito apresentado a seguir é útil na determinação da Uma vez que a ponte encontra-se em equilíbrio. de força eletromotriz desconhecida ε2. de (I): 9 = (16 + 2) i ⇒ i = 0. subtraindo (I) de (II). Calcule a força eletromotriz ε2.5 V Respostas: a) 5 mA. que pode deslizar ao longo desse fio. Nesse circuito. Um outro gerador.R. um gerador de força eletromotriz ε1 = 9 V e resistência interna r = 2 Ω está ligado a um fio homogêneo AB de secção transversal uniforme. qual deve ser o valor da resistência x. por sua vez.5 · 10–3 νB – νC = 2. a) R 2R 3R A ε2 Quando o trecho CB do fio mede 25 cm. vale a igualdade entre os produtos das resistências opostas: 12 (x + 5) = 15 · 20 x + 5 = 25 ⇒ x = 20 Ω Resposta: 20 Ω 54 (Fuvest-SP) Considere o circuito da f igura.5 A 2R R V 2R R i = 5 mA i2 = 2. O comprimento do fio AB é igual a 100 cm e sua resistência elétrica é de 16 Ω. Resolução: Na situação descrita. calculemos a intensidade de corrente no f io AB: ε1 = Req i ⇒ ε1 = (RAB + r) i (I) Como ε1 = 9 V. que. faz contato com o fio AB por meio de um cursor C. r ε1 R 2 + – E A C B a) Qual a leitura do amperímetro A? b) Qual a leitura do voltímetro V? Resolução: Consideremos ideais o voltímetro.5 mA. tem um terminal ligado em B e o outro ligado a um amperímetro. onde E = 10 V e R = 1 000 Ω.5 V 55 E.Tópico 3 – Circuitos elétricos 153 53 No circuito a seguir. vem. vem: (νA – νC) – (νA – νB) = 2R i2 – R i1 νB – νC = R I νB – νC = 1 000 · 2. podemos escrever que: UAB = νA – νB = R i1 (I) (II) UAC = νA – νC = 2 R i2 Como i1 = i2 = I = 2. Assim. R V 2R R A 2R força eletromotriz de um gerador.5 A 2R R 2 E R A ⇒ 3R A ⇒ R 2 E . b) 2.5 mA C 12 Ω + – 10 V G 20 Ω C 5Ω Usando a Primeira Lei de Ohm. para que o galvanômetro G indique zero? G C 12 Ω 20 Ω A – + 10 V 5Ω 5Ω B 15 Ω x 10 Ω D ⇒ R 2 3R 2 A E ⇒ 2R A E i E = 2 R i ⇒ 10 = 2 000 i i = 5 · 10–3 A = 5 mA b) B Resolução: O circuito fornecido é uma típica ponte de Wheatstone em equilíbrio (a corrente elétrica no galvanômetro é nula). o amperímetro e o gerador. RAB = 16 Ω e r = 2 Ω.

0 m da lâmpada e será ligada a um f io de 1.0 UPQ = 10 V b) UPQ = R iR ⇒ 10 = R · 2.0 + 2.7 W e) 7. em N/C.0 A.0 A UPQ = ε – r i = 12 – 0. Determine. ε. um receptor em função da corrente elétrica que por ele circula: U (V) 30 de resistência R e comprimento L = 5.50 · 4. a queda de potencial do ponto B ao ponto C.0 V. Em um dos ramos.0 Ω.362 ⇒ real PotL 3.0 · 102 N/C 56 Os geradores que comparecem no circuito esquematizado na figura são considerados ideais.5 A.0 · 102 N/C Respostas: a) 10 V. por fios de resistência desprezível.0 W – 1. temos: ε2 = UBC = RBC i (II) Se a resistência elétrica de 100 cm de f io é de 16 Ω.0 W c) 5.5 ⇒ i = 3. b) a resistência elétrica R do cilindro. de (II). . r 10 A P R R L Q 0 4 i (A) Sabendo que o amperímetro fornece uma leitura igual a 2.2 W A ε2 Quando o cursor C está em uma posição tal que AC = 75 cm.5 V Resolução: 15 • icc = ε ⇒ 20 = ⇒ r = 0. estão ligadas.5 · 10–3 m)2 r R d 4 Rfios = 0.7 · 10–8 Ω m) · (4.0 V): U2 1.0 cm. nessa montagem.50 Ω. O diagrama mostra como varia a tensão nos terminais de 57 (UFF-RJ) As extremidades de dois cilindros condutores idênticos. Resolução: Temos: R ε = RAB i ⇒ ε = AB ⇒ 6 = 100 RAC ε’ 75 ε’ ε’ = RAC i ε’ = 4. está ligado um amperímetro ideal A. a sua resistência interna. b) a potência útil e o rendimento.333 · 3. vem: ε2 = 4 · 0. determine: a) a diferença de potencial elétrico entre os pontos P e Q.0 m) = = • Rfios = 2 = 2 3. Calcule a força eletromotriz ε2. determinada pela corrente de intensidade i = 0. a diferença de potencial entre os pontos B e C é igual a ε2. A pilha ficará a uma distância de 2. para esse receptor: a) a força contraeletromotriz (ε’) e a resistência interna (r’).5 V Resposta: 4. c) o campo elétrico E. o amperímetro não registra corrente. Assinale a potência real dissipada pela lâmpada. a) 3. Assim. identificados na figura.5 mm de diâmetro e resistividade de 1.4 W d) 6. conforme mostra o esquema abaixo. liga-se uma pilha seca de 1. c) 2.039 Ω • A partir dos valores nominais da lâmpada (3. quando a corrente elétrica que o percorre é de 4 A. aos terminais de uma fonte de força eletromotriz ε = 12 V e resistência interna r = 0.7 W real Resposta: a 59 E.0 ⇒ i = 4.5 V a uma lâmpada de 3. Resolução: a) A equação de um receptor é: U = ε’ + r’ i (I) em que ε’ é a sua força contraeletromotriz e r’.0 Ω c) E d = U ⇒ E L = UPQ ⇒ E · 5.R. Assim. concluímos que nos 25 cm correspondentes ao trecho BC ela vale 4 Ω.333 Ω RL RL ε = 1.447 • PotL = RL i2 = 0.075 Ω r r ρ ρ ρ 4 · (1. Então. suposto uniforme.1 · (1. O fio homogêneo AB tem seção transversal uniforme e 100 cm de comprimento: ε1 = 6 V A C B 58 (ITA-SP) Para iluminar o interior de um armário. b) 5. no interior de um dos cilindros. também é igual a ε2.0 ⇒ R = 5.7 W b) 4.5 ⇒ ε2 = 2 V Resolução: a) No gerador: i = iR + iR = 2.7 · 10–8 Ω · m. A corrente medida produzida pela pilha em curto-circuito foi de 20 A.02 PotL = L ⇒ 3.0 = ⇒ RL = 0.36 A •i= r + Rfios + RL 0.0 · 10–2 = 10 E = 2.0 W e 1.154 PARTE II – ELETRODINÂMICA Quando a corrente no amperímetro se anula.

25 V e 5 V. de 3 A. Determine: a) as resistências elétricas do resistor (R1). quando há uma corrente que a percorre internamente do terminal negativo para o positivo. do gráfico. recebendo uma potência de 1 600 W. concluímos que o elemento é um receptor: U = ε’ + r’ i 20 = 12 + 4 i ⇒ i = 2 A. temos U = ε’ e. b) os rendimentos elétricos do gerador e do receptor.5 V. respectivamente. b) 75% e 67%. vem: 30 = 10 + r’ · 4 ⇒ b) A potência útil do receptor é dada por: Potútil = ε’ i Assim: Potútil = 10 · 4 ⇒ Potútil = 40 W r’ = 5 Ω 62 A figura a seguir representa as curvas características de um gerador. temos U = 30 V. c) 60% 64 (ITA-SP) A diferença de potencial entre os terminais de uma bateria é de 8. . indo do terminal positivo para o negativo. Por outro lado. c) o rendimento do motor.Tópico 3 – Circuitos elétricos 155 Assim. para esse receptor: a) a força contraeletromotriz e a resistência interna. U (V) 40 30 20 10 O rendimento do receptor é calculado pela relação: Potútil = ε’ η= U Pottotal Como. para i = 4 A. Determine. para i = 0. um receptor e um resistor. substituindo esses valores em (I). b) U = 30 + 6 i = 30 + 6 · 5 ⇒ U = 60 V η = ε’ = 30 ⇒ 60 U η = 50% Respostas: a) 30 V e 6 Ω. especif icando seu sentido. de resistência interna de 10 Ω. Logo. b) a força contraeletromotriz do motor. R3 = 1 Ω. quando estiverem operando sob corrente de 5 A. Determine a resistência interna (r) e a força eletromotriz (ε) da bateria. b) o rendimento. para i = 4 A. está representado um elemento de circuito elétrico: A + – 12 V 4Ω B Resolução: a) • Pott = U i ⇒ 1 600 = 200 i ⇒ i = 8 A • Potd = r’ i2 = 10 · 82 ⇒ Potd = 640 W ε’ = 120 V b) U = ε’ + r’ i ⇒ 200 = ε’ + 10 · 8 ⇒ c) η = ε’ = 120 ⇒ U 200 η = 60% Sabendo que os potenciais em A e B valem. a diferença de potencial entre seus terminais é de 11 V. temos que. quando a corrente que a percorre internamente é de 2 A. Resolução: Como a ddp entre A e B é maior que 12 V. R2 = 2 Ω.33 ou η 33% Resolução: 0 5 10 15 20 i (A) 60 A equação característica que fornece a tensão (U) em função da intensidade de corrente (i) nos terminais de um receptor é U = 30 + 6i (SI). de A para B Resposta: 2 A. quando a corrente elétrica que o atravessa tem intensidade de 5 A. do gerador (R2) e do receptor (R3). está ligado a uma tomada de 200 V. então: 10 η = 30 ⇒ η 0. respectivamente 63 (Ufla-MG) Um motor elétrico (receptor). b) 120 V. de A para B Respostas: a) 640 W. a tensão U é igual a 30 V. 20 ⇒ R1 = 2 Ω a) • R1 = U = i 10 40 • icc = ε ⇒ 20 = ⇒ R2 = 2 Ω R2 R2 • ε’ = 10 V U = ε’ + R3 i ⇒ 20 = 10 + R3 · 10 ⇒ R3 = 1 Ω ε – R2 i 40 – 2 · 5 b) ηG = U = = ⇒ ε 40 ε ε’ 10 ηR = ε’ = = ⇒ 10 + 1 · 5 U ε' + R3 i ηG = 75% ηR = 67% Resolução: a) ε' = 30 V e r' = 6 Ω Respostas: a) R1 = 2 Ω. calcule a intensidade de corrente nesse elemento. b) 50% 61 Na figura. Calcule: a) a potência elétrica dissipada internamente. obtemos: ε’ = 10 V Ainda do gráf ico.

80 A Resposta: a 66 Um motor de corrente contínua funciona sob tensão de 25 V.5 = ε – r · 3 (l) • Bateria operando como receptor: U = ε’ + r’ i ⇒ 11 = ε + r · 2 (ll) • De (l) e (ll).0 V e resistência interna desprezível.2 Ω • UPQ = ε – ri i ⇒ 12 = ε – 0. ligado a uma bateria de força eletromotriz 9.2 = 9. Resolução: a) F = 200 N ε i V 12 V Farol RF Q A i = 10A Supondo o voltímetro ideal.0 · 1.4 kW Respostas: 0.050 · 10 ⇒ ε = 12.60 c) 0. calcule a ddp entre os seus terminais. ri + – V Farol Motor A ε Resolução: P ri + – elevando um bloco de 20 kg de massa com velocidade constante de 0. c) 5 A 67 (FEI-SP) Um gerador de rendimento igual a 90% recebe de uma turbina hidráulica uma potência P = 20 kW.0 m/s. 10 V 65 (UFSE) Um motor.4 kW Potu = 14.0 · 2. Esse gerador alimenta um motor elétrico de rendimento igual a 80%.8 = 100 ⇒ Pott Pott c) Pott = U i ⇒ 125 = 25 · i ⇒ Potu = 100 W Pott = 125 W i=5A • UPQ = RF iF = 1.6 V • UPQ = ε – ri I ⇒ 9.5 Ω.050 I ⇒ I = 58 A • I = iM + iF ⇒ 58 = iM + 8. associadas em série.5 – 0.R.0 A e que as luzes diminuem um pouco de intensidade. Para uma corrente com esse valor. observa-se que a leitura do amperímetro é de 8.0 · i ⇒ i = 0. b) a potência que o motor recebe da fonte de tensão. uma voltagem de 12 V.2 W Pott = U i ⇒ 7.90 = ⇒ Potu = 18 kW Pott 20 tuídas de seis células geradoras.2 ⇒ Pott = 7.80 b) 0.20 e) 0. As baterias chumbo-ácido dos automóveis são consti- Respostas: a) 100 W. considerando g = 10 m/s2.0 A Q v = 0. temos: • UPQ = RF i ⇒ 12 = RF · 10 ⇒ RF = 1. 68 (ITA-SP) Quando se acendem os faróis de um carro cuja bateria possui resistência interna ri = 0. .156 PARTE II – ELETRODINÂMICA Resolução: • Bateria operando como gerador: U = ε – r i ⇒ 8. a corrente na bateria é muito elevada.0 ⇒ iM = 50 A Resposta: 50 A 69 E. cada uma com cerca de 2. b) Quando se dá a partida. determine: a) a potência que o motor fornece ao bloco. Qual a potência P’ disponível no eixo desse motor? Resolução: No gerador: Potu Potu η= ⇒ 0.2 · 8. Considere desprezível a resistência interna do amperímetro.0 W Pott = Potu + Potd = 6.5 m/s P = 200 N ε Motor Potu = F v = 200 · 0. A corrente que passa pelo motor é.2 W. vem: r = 0.40 d) 0. b) 125 W.5 ⇒ Potu b) η = ⇒ 0.80 = ⇒ Pott 18 Resposta: 14. A potência dissipada por efeito Joule no motor é de 1.10 Resolução: Potu = F v = 3. Sendo de 80% o rendimento elétrico do motor e desprezando outras perdas. um amperímetro indica uma corrente de 10 A e um voltímetro.6 = 12.005 Ω de resistência interna.5 m/s. Ao ligar o motor de arranque.5 V P P iM V P iF Farol RF ri + – I Q Q A iF = 8. a) Determine a força eletromotriz e a resistência interna de uma dessas baterias. em ampères: a) 0.050 Ω.0 N com velocidade constante de 2.0 ⇒ UPQ = 9. está erguendo verticalmente um peso de 3. podendo atingir cerca de 200 A de intensidade.5 Ω e ε = 10 V No motor: Potu Potu η= ⇒ 0.0 ⇒ Potu = 6. Calcular a corrente que passa pelo motor de arranque quando os faróis estão acesos. c) a intensidade de corrente no motor.0 V de força eletromotriz e cerca de 0.

b) em paralelo.0 V.21 Ω Resolução: a) εeq = n ε = 3 · 1.09 Ω Esse resultado explica por que o brilho de lâmpadas eventualmente acesas diminui quando se dá a partida.Tópico 3 – Circuitos elétricos 157 Resolução: a) Como εeq = n ε.03 Ω εeq = 12 V d) Todas as pilhas em série ⇒ U=6V Respostas: a) 1. . Entretanto. de (I): 60 = 20 + 20 i ⇒ i=2A VB – VA = 3 V ⇒ VB = VC ⇒ VC – VA = 3 V A C U=0 c) Duas pilhas em série (3 V) associadas em paralelo a outras duas em série (3 V) ⇒ U = 3 V b) Se substituirmos os dois geradores associados em paralelo por um gerador equivalente.5 V e 0. supostas ideais. apenas um deles funcionará como gerador. em que A e B são os terminais.09 Ω 12 V – + 12 V – + 12 V – + B εeq + – i req U 0.5 V e resistência interna de 0. 70 Considere três pilhas iguais.09 Ω 12 V –+ 0. quando essas pilhas são associadas: a) em série.03 ⇒ Respostas: 36 V e 0.5 Ω 1. b) zero. O gerador será aquele que apresentar maior tensão como força eletromotriz (fem). Resolução: • Para os três geradores em paralelo. d) 6 V 72 Calcule a força eletromotriz e a resistência elétrica equivalente à seguinte associação de geradores. a corrente elétrica circula no sentido anti-horário. cada uma com força eletromotriz de 1.03 Ω n 3 • Entre A e B. sabemos que vale: fem = fcem + Req i (I) Como fem = 60 V. de quatro maneiras.5 V.3 Ω. passamos a ter três geradores em série: εAB = 3 · 12 ⇒ εAB = 36 V rAB = 0.5 V e 0.005 Ω e req = n r. Então. temos: εeq = ε = 12 V e req = r = 0.5 V ⇒ req = 0.5 V req = 0. da forma como estão ligados. Tratando-se de um circuito de “caminho” único.5 V.1 Ω 71 Uma lâmpada é ligada a uma associação de quatro pilhas de 20 V 50 V 5Ω 1. f icando o outro como receptor.5 V b) A B Resolução: a) No circuito fornecido. representadas nas figuras seguintes: c) a) + + + + + + + + A D b) + + + + d) + + + + Qual é a ddp U entre os terminais da lâmpada em cada ligação? Resolução: a) Todas as pilhas em paralelo ⇒ U = 1. fcem = 20 V e Req = 2 Ω + 8 Ω + 3 Ω + 7 Ω = = 20 Ω. b) 1.21 Ω V rAB = 2 · 0. Determine a intensidade da corrente elétrica total nos circuitos a seguir: a) B εeq = 1. em que n = 6 e ε = 2. c) 3 V. temos. notamos dois possíveis geradores. 0.5 ⇒ req = n r = 3 · 0.005 ⇒ b) req = 0. temos: εeq = 6 · 2.9 Ω 73 E. Determine a força eletromotriz e a resistência elétrica resultantes.1 Ω 8Ω b) C 2Ω + – 10 V –+ + – 20 V 3Ω –+ 60 V + – 20 V 3Ω req = r = 0. vem: req = 6 · 0.3 ⇒ b) εeq = ε ⇒ εeq = 4. o circuito dado ficará reduzido a um circuito de “caminho” único.09 + 0.09 Ω 12 V – + 0.3 n 3 2Ω + – 3Ω + 60 V – 7Ω Respostas: a) 4.9 Ω.09 Ω Como i = 200 A: U = εeq – req i U = 12 – 0.09 Ω = 0.0 ⇒ Como r = 0.R.03 · 200 U=6V A 0. pois 60 V é maior que 20 V.

5 Ω O sentido da corrente elétrica é realmente o indicado.15 V e tem resistência interna r = 0. o poraquê produzirá uma corrente elétrica de intensidade igual a: a) 8. A é o receptor e B é o resistor. teremos: 2Ω + 50 V – 10 V –+ + – 13 V A 0V 13 V B 24 V 24 V C 0V 20 V 5Ω i 1. identifique cada elemento. outro é receptor e um terceiro. resistor.25 Ω = 1 250 Ω • Nas 140 linhas em paralelo: εEQ = εeq= 750 V req rEQ = = 1 250 Ω = 8. C: gerador 76 (UFRN) O poraquê (Electrophorus electricus). Então. A água em torno do peixe fecha o circuito.5 Ω –+ 60 V 1. em que estão presentes quatro baterias. Essas células.93 A • i= rEQ + R 8.6 mA c) 0. que atuam como baterias f isiológicas. pois a fem (60 V + 20 V = 80 V) supera a fcem (10 V + 50 V = 60 V). i – + 40 V 4Ω Se a resistência da água for R = 800 Ω. fcem = 60 V e Req = 5 Ω + 2 Ω + 1.158 PARTE II – ELETRODINÂMICA Então. Respostas: A: receptor.15 V = 750 V req = 5 000 · 0. O receptor tem ε’ = 12 V e como U = ε’ + r’ i. é capaz de produzir corrente elétrica por possuir células especiais chamadas eletroplacas.5 Ω + + 1.9 A b) 6. Cada eletroplaca produz uma força eletromotriz ε = 0. + 20 V – 8Ω + – 20 V 8Ω – + 40 V 4Ω 2Ω + – 20 V 10 Ω Resolução: • Duas baterias iguais em paralelo ⇒ εeq = 20 V e req = 4 Ω • 2Ω + – + – + – + – R + – 20 V 20 V 10 Ω 4Ω Representação esquemática do circuito elétrico que permite ao poraquê produzir corrente elétrica. Eletroplacas + – r ε 5 000 eletroplacas por linha + – Poraquê 140 linhas + – + – + – + – seguir. temos. Um deles é gerador.93 A d) 7. estão dispostas em 140 linhas ao longo do corpo do peixe.5 mA Resolução: • Em cada linha: εeq = 5 000 · 0. . Portanto. de (I): 80 = 60 + 10 i i=2A 74 Calcule a maior intensidade de corrente elétrica no circuito a Resolução: O gerador é o elemento que apresenta a maior diferença de potencial entre os terminais. tendo 5 000 eletroplacas por linha. o gerador é o elemento C. B e C do circuito representado a seguir. Temos que fem = fcem + Req i (I) Como fem = 80 V.9 Ω n 140 εEQ = 750 ⇒ i = 0. Sabendo que a força contraeletromotriz do receptor é igual a 12 V.5 Ω = 10 Ω.9 + 800 Resposta: c fem = 40 V + 20 V = 60 V fcem = 20 V fem = fcem + Req i 60 = 20 + 20 i ⇒ i = 2 A Resposta: 2 A 75 Observe os elementos A. Essas linhas se arranjam da forma esquemática mostrada na figura abaixo. Os números que você vê são os potenciais elétricos nos terminais desses elementos. peixe muito comum nos rios da Amazônia. B: resistor. U tem de ser maior que 12 V entre os terminais desse elemento.25 Ω.

ligado aos terminais da associação. são associados em paralelo. d) as quatro lâmpadas permanecerem acesas e as lâmpadas 3 e 4 brilharem mais intensamente. As resistências internas das baterias e dos fios de ligação são desprezíveis.3 Ω i=1A ε' U = εeq – req i 6 = n · 1. S2 e S3: iB = iC = 2. Com o acidente. iC = 0. quando recebe 6 V.5 A 4 Req iA = iC = 1. b) as lâmpadas 3 e 4 se apagarem. cada um com fem igual a 6 V e corrente de curto-circuito igual a 30 A.Tópico 3 – Circuitos elétricos 159 77 (UFC-CE) Determine os módulos das correntes elétricas nos pontos A. r Resolução: Seja n o número de pilhas em série: – + ε εeq = n 1. a ddp em cada uma delas. S1 S2 S3 80 (Unifesp-SP) Um rapaz montou um pequeno circuito utilizando quatro lâmpadas idênticas. iA = 0 78 Quatro geradores. essa ddp continua igual a 12 V.3 · 1 n=5 Resposta: 5 Resolução: ε = ε‘ + Req i 12 = 4 + (0. em todas as situações em que apenas duas das chaves S1. o rapaz derrubou um pedaço de fio condutor sobre o circuito entre as lâmpadas indicadas com os números 3 e 4 e o fio de ligação das baterias. B e C do circuito. sem qualquer alteração em seus brilhos.9) i ⇒ Resposta: 2 A i=2A r' . mostrado na f igura abaixo. duas baterias de 12 V e pedaços de fios sem capa ou verniz. e) as quatro lâmpadas permanecerem acesas. Resposta: e 81 A f igura a seguir representa uma bateria de força eletromotriz ε igual a 12 V e resistência interna r igual a 0. S2 e S3 estejam fechadas. Calcule a intensidade da corrente no circuito.05 Ω • εeq = ε = 6 V n 4 Respostas: 6 V e 0. c) as lâmpadas 3 e 4 se apagarem.5 A. com o circuito ligado e as quatro lâmpadas acesas.3 Ω de resistência interna devem ser associadas em série para que um pequeno motor de corrente contínua.5 V – + U=6V req = n 0. – + 1 3 4 12 V A 2Ω B 6V C 1Ω 4V 3Ω Resolução: ε S1 e S2: i = eq = 18 ⇒ iA = iB = 6 A e iC = 0 3 Req S1 e S3: ε = ε’ + Req i ⇒ 12 = 4 + 5 i ⇒ S2 e S3: i = εeq 10 = ⇒ iB = iC = 2.6 A e iA = 0 e iB = 0 2 – + Resposta: S1 e S2: iA = iB = 6 A. S1 e S3: iA = iC = 1.9 Ω. era igual a 12 V. O que o rapaz observou a partir desse momento foi: a) as quatro lâmpadas se apagarem devido ao curto-circuito provocado pelo fio. Num descuido. de dados nominais 5 W–12 V.1 + 3. Resolução: • iCC = ε ⇒ 30 = 6 ⇒ r = 0. antes do acidente. se submeta a uma ddp de 6 V? Sabe-se que esse motor.6 A. Resolução: Como as lâmpadas são idênticas.1 Ω alimentando uma cuba eletrolítica de força contraeletromotriz ε’ igual a 4 V e resistência interna r’ igual a 3.2 ⇒ req = 0. sem qualquer alteração no brilho das lâmpadas 1 e 2. é percorrido por uma corrente de intensidade igual a 1 A. Determine a fem e a resistência interna equivalentes a essa associação.05 Ω 79 Quantas pilhas de 1. e as lâmpadas 1 e 2 brilharem mais intensamente.5 – n 0.2 Ω r r e req = r = 0. conforme mostra a figura.5 V de força eletromotriz e 0. iB = 0.

a corrente elétrica que circula pela bateria tem intensidade 200 A. Resolução: A A i1 = 1 A A Resolução: a) A potência total recebida nos 10 m2 é igual a 13 000 W. Quanto tempo a bateria leva para se recuperar da descarga.12 · 13 000 W = 1 560 W = 1. temos: |Q| |Q| i = Δt ⇒ 200 = 5 ⇒ |Q| = 1 000 C Na recuperação: Como i’ = 20 A e |Q| = 1 000 C. Em série com eles foi colocado um resistor de 5 Ω. E. Só 12% desse total é aproveitado para gerar energia elétrica. Nesse processo de descarga.7 + 0. Qual é a carga das baterias em Ah (1 Ah = 3 600 C) após 5 horas de exposição dos módulos ao Sol? 0.56 kW · 5h Energia gerada = 7. Calcule a intensidade da corrente elétrica no circuito. calcule R.2 ε = 12 V ε' = 6 V R 0. agora. Vamos. Sabendo que a intensidade de corrente no motor é igual a 1 A e que ele opera com força contraeletromotriz igual a 6 V.3 0. Em paralelo com o motor foi instalado um resistor de resistência R. que pode ser considerada igual à “área” do triângulo da figura: 0.5 0. reações químicas acontecem em seus eletrodos.2 gando uma bateria de 12 V e 0.8 kWh.4 I (A) i2 0. Então: Potútil = 0.56 kW Δt = 5 h Energia gerada = Potútil Δt = 1. mas sim inverter as reações químicas que ocorreram – essas reações são reversíveis –.3 Ω de resistência interna.5 A ⇒ Q = 1.3 Ω r = 3’ Ω Q= B Bateria B Motor B Resistor 5 h · 0.6 0.R. Recuperar a bateria dessa descarga não significa acumular cargas dentro dela. se nesse processo a corrente elétrica tem intensidade 20 A? Resolução: Quando a bateria é acionada na partida do automóvel.1 0.0 0 1 2 3 t (horas) 4 5 i=6A interna foi ligada a um motor de resistência interna igual a 3 Ω.1 0.7 Ω está carre- No motor: UAB = ε‘ + r’ i1 = 6 + 3 · 1 UAB = 9 V Na bateria: UAB = ε – r I ⇒ 9 = 12 – 0.160 PARTE II – ELETRODINÂMICA 82 E.5 0. nes- se intervalo de tempo.25 Ah 2 Respostas: a) 7. A partida de um automóvel é acionada durante 5 s e. Resolução: ε = ε‘ + Req i 48 = 12 + (0. É isso que significa recarregar a bateria. calculamos o novo Δt: |Q| 1 000 i’ = Δt ⇒ 20 = Δt ⇒ Δt = 50 s 83 Um gerador de 48 V e resistência interna igual a 0.3 + 5) i ⇒ Resposta: 6 A 84 Uma bateria de 12 V de força eletromotriz e 0.4 I (A) 0. em sentido oposto ao anterior (agora ela está operando como receptor). Isso significa que uma parte de sua energia química se transforma em energia elétrica.25 Ah . a mesma quantidade de carga Q. a) Qual é a energia (em kWh) gerada em 5 horas de exposição ao Sol? b) O gráfico abaixo representa a corrente utilizada para carregar as baterias do satélite em função do tempo de exposição dos módulos fotovoltaicos ao Sol. de modo que haja a reposição da energia química que havia perdido. A luz solar incide sobre seus 10 m2 de painéis fotovoltaicos com uma intensidade de 1 300 W/m2 e é transformada em energia elétrica com eficiência de 12%.3 0. enquanto uma certa quantidade de carga Q passa por ela em um determinado sentido (a bateria está operando como um gerador). para isso acontecer. aos cálculos: Na partida: Como i = 200 A e Δt = 5 s. b) 1.3 I I = 10 A No resistor: i2 = 9 A UAB = R i2 ⇒ 9 = R · 9 R=1Ω Resposta: 1 Ω 85 (Unicamp-SP) Um satélite de telecomunicações em órbita em torno da Terra utiliza o Sol como fonte de energia elétrica.0 0 1 2 3 t (horas) 4 5 r = 0.8 kWh b) A carga é dada pela “área” entre o gráfico e o eixo t. dizemos que ela se descarrega um pouco. é preciso que passe pela bateria.3 Ω de resistência 0.6 0.

A. Observe as intensidades e os sentidos das correntes nos dois casos e calcule ε2. b) os potenciais nos pontos A. de A. fem. encontramos uma queda de 5 i = 5 · 1 = 5 V e uma elevação de 36 V. Do circuito 1 para o 2. Então: Queda Queda νE = 42 – 12 – 4 ⇒ Queda νE = 26 V De E a F há uma queda de 10 i = 10 · 1 = 10 V. indicou uma corrente I1 = 1 A e. Sendo νB = 31 V. Na montagem do circuito I. na montagem do circuito II. porém seu módulo será o mesmo). como receptora: fem = fcem + Req i’ ⇒ 12 = ε2 + R i’ ⇒ 12 – ε2 = R · 1 (II) Dividindo membro a membro a expressão (I) pela expressão (II). foram montados Resolução: a) O sentido da corrente deve ser horário. é nulo: νA = 0 i=1A Partimos. fem = fcem + Req i (36 + 36) = (12 + 10) + 50 i ⇒ b) O potencial. B + – 5Ω 36 V – +C 36 V 20 Ω D +– 12 V 10 Ω 4Ω E ε2 – + R + – ε2 – + R + – 5Ω –+ 4Ω G 2Ω 10 V F ε1 = 12 V i = 3A A ε1 = 12 V i' = 1A A A 0V Circuito 1 Circuito 2 Resolução: No circuito 1. Determine a fem da bateria B. as baterias são dois geradores em série: fem = fcem + Req i ⇒ 12 + ε2 = R · 3 (I) No circuito 2. temos. então. Neles foram utilizados os mesmos componentes elétricos. o potencial. e uma elevação de 36 V correspondente à força eletromotriz. a intensidade da corrente resultará negativa. o amperíme- tro A e as baterias de forças eletromotrizes ε1 e ε2 têm resistências internas desprezíveis. em D: Queda νD = 62 – 20 νD = 42 V Resolução: No circuito I: • Se εB 12 V: 12 = εB + (R1 + R2) 1 • Se εB 12 V: εB = 12 + (R1 + R2) 1 No circuito II: εB + 12 = (R1 + R2) 3 De (I) e (II). indicou uma corrente I2 = 3 A. E. da bateria B. a bateria de 12 V opera como geradora e a outra. obtemos: 12 + ε2 ε2 = 6 V =3 ⇒ 12 – ε2 87 (UFC-CE) Os circuitos I e II. ocorre uma queda igual a 20 i = 20 V na resistência. Com relação ao circuito dado a seguir. em B. C. supondo nulo o potencial da Terra (potencial de referência). no sentido da corrente.R. Assim. F e G. ocorre uma queda de 12 V na força contraeletromotriz e uma queda de 4 i = 4 · 1 = 4 V na resistência. 88 E. determine: a) a intensidade e o sentido da corrente elétrica. obtemos: εB = 24 V Respostas: 6 V ou 24 V (I) (I’) (II) De D a E. o amperímetro. por acaso. c) a diferença de potencial entre os pontos C e G (UCG = νC – νG). é: Queda Elevação para a determinação do valor da força eletromotriz.Tópico 3 – Circuitos elétricos 161 86 E. da f igura abaixo. estiver errado. em A. Nos circuitos 1 e 2 representados a seguir. Encontramos uma queda de potencial na resistência de 5 Ω. As resistências internas das duas baterias e do amperímetro são de valor desprezível. a única mudança foi a inversão da polaridade da bateria de fem ε2.R. Assim: νF = 26 – 10 ⇒ νF = 16 V . D. obtemos: εB = 6 V De (I’) e (II). temos: Queda Elevação νC = 31 V – 5 V + 36 V ⇒ νC = 62 V De C a D. e chegamos em B. igual a 5 i = 5 · 1 = 5 V. B. pois só assim a soma das forças eletromotrizes supera a soma das forças contraeletromotrizes (se o sentido da corrente. R1 + – 12 V + – A R2 Circuito I R2 Circuito II B + – 12 V R1 – + B A νB = νA – 5 V + 36 V = 0 – 5 V + 36 V νB = 31 V Seguindo de B até C (sempre no sentido da corrente). Então.

que não o ponto A. A partir dos dados indicados na figura. Assim: Queda Queda 91 É dado o circuito a seguir: 2Ω 24 V νG = 16 – 10 – 2 ⇒ νG = 4 V 1Ω 3Ω P 18 V S Q Observemos que de G a A ocorre mais uma queda. os potenciais de todos os pontos seriam alterados. ficariam inalteradas. A A V Calcule as intensidades e os sentidos das correntes elétricas em R1. UAB = νA – νB = 3V. νA = 0 . por exemplo. na força contraeletromotriz. B R2 C Resolução: a) νd = νa + ε1 – 4 I – ε2 νd = νa + 15 – 4 · 2 – 2 ⇒ b) Pot = 4 I2 = 4 · 22 ⇒ Respostas: a) 5 V. b) 16 W 90 No circuito. Assim. Portanto. continuaria igual a 58 V. Respostas: a) 21 V. a ddp entre Q e P passa a ser a fem do gerado. o que nos leva de volta ao potencial zero do qual partimos. R2 e R 3. c) UCG = νC – νG = 62 – 4 UCG = 58 V Nota: • Se aterrássemos outro ponto do circuito. UCG. R2 e R3. de 4 i = 4 · 1 = 4 V. 3 Ω e 2 Ω. temos: νB = νA + 12 V = 12 V (na bateria de 12 V) νC = νA – 6 V = –6 V (na bateria de 6 V) B (12 V) i1 R1 = 6 Ω 12 V + B (12 V) i2 R2 = 3 Ω 6V + R3 = 2 Ω i3 A (0 V) A (0 V) A A (0 V) C (–6 V) C (–6 V) 2Ω 2Ω C Resolução: Lembrando que a intensidade da corrente elétrica é nula e considerando νC = 0.162 PARTE II – ELETRODINÂMICA De F a G ocorrem duas quedas: uma de 10 V. I = 2 A ε1 = 15 V a b 4Ω ε2 = 2 V c d 2Ω b) Quando a corrente é nula. Adotando. ou seja. Resolução: a) fem = fcem + Req i 24 = 18 + 6 i ⇒ i = 1 A No receptor. porém. e outra de 2 i = 2 · 1 = 2 V. Esse ponto pode ser qualquer. As diferenças de potencial. Resposta: 3 V . por exemplo. não ocorre queda de potencial nos resistores. 89 (UFV-MG) A figura abaixo representa o ramo de um circuito elé- Determine: a) a diferença de potencial entre os pontos Q e P. pois não há ddp nos elementos puramente resistivos (r i = 0). b) a diferença de potencial entre os pontos Q e P. temos que νB = 9 V e νA = 12 V. na resistência. se o circuito for cortado no ponto S. determine a indicação U do voltímetro. para calcular diferenças de potencial em um circuito. de resistências iguais a 6 Ω. 24 V. b) 24 V 92 O circuito esquematizado a seguir contém duas baterias consideradas ideais e três resistores R1. Resolução: Vamos adotar um potencial de referência (0 V) em algum ponto do circuito. respectivamente. suposto AB A 12 V B 9V νd – νa = 5 V Pot = 16 W R1 12 V + 6V + R3 ideal. Então. você pode considerar o potencial zero em qualquer um de seus pontos. temos: UQP = ε‘ + r’ i = 18 + 3 · 1 ⇒ UQP = 21 V trico percorrido por uma corrente I. calcule: a) a diferença de potencial entre os pontos d e a. b) a potência dissipada no resistor de 4 Ω.

0 Ω L2 = 2.0 Ω 0V Nota: Podemos também adotar um “zero volt” em algum ponto. os 12 V i1 l ll i2 L3 = 3.0 A • No circuito II: i2 = ε = 12 ⇒ Req 3. 12 V Resolução: i 18 V i i B B B 0V i C i=0 3V A 12 V 12 V i2 –12 V 3. de A para C 6A C 3A C 12 V 12 V i ε = ε‘ + Req i 12 = 12 + Req i ⇒ i = 0 Portanto. por exemplo. A ddp entre os terminais A e B é: a) 3 V b) 5 V c) 7 V d) 8 V e) 9 V 2Ω 18 V 4Ω B 3Ω 3V A i1 = 4. pelo gerador de 18 V. temos: νB + 18 – 2 i –3 = νA νB + 18 – 6 –3 = νA ⇒ Resposta: e νA – νB = 9 V Respostas: a) As três lâmpadas estão apagadas.2 Ω . em R3: 3 A. de B para A. b) fechada.0 A • No circuito I: i1 = ε = 12 ⇒ Req 1. b) L3 95 No circuito representado a seguir.3 Ω lâmpadas incandescentes L1. há dois geradores.0 i2 = 4. no circuito todo: 36 + 12 = (1.5 i ⇒ i = 24 A Sendo R a resistência do reostato.0 Ω •i= 18 ⇒ i=3A 2+4 • Percorrendo o circuito de B até A. calculamos as intensidades das correntes: R 12 – 0 i1 = 2 A.Tópico 3 – Circuitos elétricos 163 U . de A para C 93 (Mack-SP) No trecho de circuito elétrico mostrado abaixo.0 Ω i1 L3 2.0 Ω.2 Ω Resposta: 0.5 Ω 12 V –+ 1Ω B Reostato +– 36 V 0. 2.0 Ω e 3.0 Ω. passando. Determine qual lâmpada apresenta maior intensidade luminosa quando a chave S estiver: a) aberta. Entre A e B temos: U = 12 – 0.0 Ω 12 V geradores de tensão são ideais. respectivamente.5 i 0 = 12 – 0.0 Ω Respostas: Em R1: 2 A. de resistências 1. em R2: 6 A. calcule a resistência do reos- tato para que se anule a diferença de potencial entre os pontos A e B: A 0. de B para C i3 = 3 A. de B para C. 3A 2A 2A A A 8A 6A A 9A 3A A b) L1 = 1. L1 L2 94 (EEM-SP) O circuito da f igura tem dois geradores ideais e três 12 V L3 S 12 V Resolução: No circuito dado.0 + 2.0 • Como Pot = R i2 e i é igual em todas as lâmpadas: R maior Pot maior ⇒ 1. de B para A • em R1: i1 = ⇒ 6 Usando i = • em R2: i2 = • em R3: i3 = B Resolução: a) 12 – (–6) ⇒ 3 0 – (–6) ⇒ 2 2A B i2 = 6 A. as três lâmpadas estão apagadas.8 + R) 24 ⇒ R = 0. L2 e L3. temos.

A bateria B1 fornece energia ao resistor. R = 4 Ω e R = 2 Ω. que percorre o resistor R. em C.55 A b) I1 = Q ⇒ 6 = Q t 11 100 ε1 + – i B B B + – ε2 = 12 V Q c) 55 C (carga que passou pela bateria B1. para repor toda a energia química que a bateria B1 perdeu. a mesma quantidade de carga Q calculada no item b: I= Q T ⇒ 4 = 55 ⇒ T T 14 s Respostas: a) 0. num determinado sentido) Corrente nula na fonte de tensão ε 2: UAB = ε 2 = 12 V Em R3: UAB = R3 i ⇒ 12 = 2 i ⇒ i = 6 A Na fonte de tensão ε 1: UAB = ε 1 – R1 i 12 = ε 1 – 8 · 6 ε 1 = 60 V Resposta: 60 V 98 (Fuvest-SP) Um sistema de alimentação de energia de um resistor R = 20 Ω é formado por duas baterias. b) A carga Q. IMN = 0 97 (UFPE) No circuito abaixo ε = 12 V. iB = 1 A.1 A. Note e adote: As baterias podem ser representadas pelos modelos a seguir. 2 1 2 3 De quantos volts deve ser a fonte de tensão ε1. durante o tempo em que a chave Ch1 permanece fechada. para que a corrente através da fonte de tensão ε2 seja igual a zero? a) O valor da corrente I1. em sentido oposto ao anterior.1 A 100 + 10 ⇒ iB = 1 A No circuito B: iB = 36 – 12 9+4+5+6 No fio MN: iMN = 0 Respostas: iA = 0. com a chave Ch1 fechada (e Ch2 aberta). com fem 1 = 12 V e r1 = 2 Ω e fem 2 = 36 V e r 2 = 4 Ω B1 r1 fem 1 – B2 r2 fem 2 – R1 R3 + ε1 – + – R2 + + ε2 Resolução: a) Resolução: A i R1 = 8 Ω R3 = 2 Ω R2 A A I1 12 = (2 + 20) · I1 6 I1 = 11 A 0. a chave Ch2 fica fechada (e Ch1 aberta) durante um intervalo de tempo T. Em n2 = 4 Ω I r1 = 2 Ω ε2 = 36 V ε'1 = 12 V ε2 = ε1‘ + Req I 36 = 12 + (4+2) I ⇒ I = 4 A Deve passar pela bateria B1. Inicialmente. Resolução: No circuito A: iA = 11 ⇒ iA = 0. interligadas através de fios. como representado na figura. em ampères.164 PARTE II – ELETRODINÂMICA 96 O circuito A foi ligado ao circuito B pelo fio MN: M N 4Ω 36 V – + + 12 V – 100 Ω A + – 11 V 10 Ω 9Ω B 6Ω seguida. durante o tempo em que a chave Ch1 permanece fechada. no circuito B e no fio MN. c) 14 s .55 A. fornecida pela bateria B1. em que a chave Ch2 permanece fechada. determine: B2 + – 36 V + 12 V B1 – R 5Ω Ch2 Ch1 Determine a intensidade de corrente no circuito A. em s. B1 e B2. c) o intervalo de tempo T. b) 55 C. com as chaves Ch1 e Ch2. enquanto a bateria B2 tem a função de recarregar a bateria B1. Com relação a essa operação. R = 8 Ω. a bateria B1 fornece corrente ao resistor durante 100 s.

para cada “caminho”. Temos.R. a intensidade da corrente é a diferença entre i1 e i2. obtemos: i1 = – 2 A 3 e i2 = 1 A 3 ⇒ i1 = 6 A e i2 = 4 A 2 Isso significa que a corrente i1 vale 3 A. determine as intensidades e os sentidos de todas as correntes elétricas. a soma das correntes que entram é igual à corrente que sai. 3 Observe que. então: 2 i1 = A 3 M 1 i2 = A 3 6A 2A 4A B A 4A i3 = 1 A 3 Resposta: 6A i1 I i2 i1 2A II i 2 I II 6A B 4A 101 Calcule as intensidades das correntes elétricas nos ramos do circuito a seguir: N Sentidos corretos. 5V +– 100 Ω . devemos atribuir sentidos arbitrários às correntes nos “caminhos”: 1Ω 2Ω I i1 1Ω i1 + – i2 4V II i2 1Ω + – 4V 1Ω Resolução: A + – 2V 4Ω 3Ω I 70 V – + B i1 – + 6V i2 7Ω II 7Ω Em seguida. 1Ω + – 2V 1Ω + – 2Ω 1Ω 4V 1Ω + – 4V 100 Calcule as intensidades das correntes elétricas nos ramos do circuito a seguir: A 4Ω 3Ω –6V + 70 V – + 7Ω 4Ω B 7Ω Resolução: Inicialmente. No circuito dado a seguir. no nó M. 6V +– 50 Ω 4V – + No trecho comum. No trecho comum. enquanto i2 vale 3 A no sentido atribuído. porém em sentido con1 trário ao atribuído.Tópico 3 – Circuitos elétricos 165 99 E. aplicamos: fem = fcem + Req ido “caminho” ± Rdo trecho comum ido “caminho” ao lado I: 2 = 4 + 4 i1 + 2 i2 II: 4 = 4 + 4 i2 + 2 i1 ⇒ 4 i1 + 2 i2 = –2 2 i1 + 4 i2 = 0 4Ω fem = fcem + Req · ido “caminho” ± Rdo trecho comum · ido “caminho” ao lado I: 70 = 6 + 18 i1 – 11 i2 II: 6 = 0 + 18 i2 + 11 i1 Assim: 6A A 4A Resolvendo esse sistema de equações. temos: 1 i3 = i1 – i2 = A para cima.

05 A 103 (FEI-SP) No circuito esquematizado na f igura.06 A b 0. c) 10 Ω e 240 W.06 A e i2 = –0.11 A 0.05 A Vb = Va – 13 ⇒ Va – Vb = 13 V Resposta: 13 V 0.06 A I 0.05 A 0. d) 10 Ω e 20 W. b) 15 Ω e 20 W. em volts. a 1 1 Resolução: 30 V – + i1 = I = 2 A 3 i1 I 10 Ω 20 V – 2 1 10 11 2 R + i2 II b – + 20 Ω Resolução: 1 a 3 2 i1 I 1 i2 II 2 1 5Ω 10 V I: 30 + 20 = (10 + R) i1 – Ri2 ⇒ 50 = (10 + R) · 2 – Ri2 II: 0 = 30 + (R + 25) i2 – Ri1 ⇒ 0 = 30 + (R + 25) i2 – 2R ⇒ R = 15 Ω Pot20 = 0 Resposta: e e i2 = 0 ⇒ b 10 11 Σ fem = Σ fcem + Req ino caminho ± Rdo trecho comum ino caminho ao lado .11 A 0.11 A 0. as baterias são ideais.06 A 0.05 A 0.166 PARTE II – ELETRODINÂMICA Resolução: 6V +– 50 Ω 4V – + I: 13 = 4 i1 – 1 i2 II: 11 = 3 + 4 i2 – 1 i1 Va i1 = 4 A e i2 = 3 A Va – 4 Va – 7 1Ω 3A 3A I i1 1Ω a 4A +– 5V i1 II 100 Ω 2Ω Va – 13 I: 6 = 9 + 50 i1 II: 0 = 5 + 100 i2 Assim: 0. O valor de R e a potência dissipada na resistência de 20 Ω valem. suas fem são dadas em volts e as resistências em ohms.11 A 0.06 A ⇒ i1 = –0. sabemos que I = 2 A. isto é. e) 15 Ω e zero. Determine. – + Respostas: 0.05 A 30 V R 20 V +– 10 Ω 5Ω 10 V – + 20 Ω 102 (UFC-CE) No circuito visto na figura. respectivamente: a) 15 Ω e 240 W. Va – Vb. a diferença de potencial Vab.

que são absorvidos no ânodo A. Determi- Figura 1 Figura 2 O cátodo C emite elétrons. a potência dissipada será mínima quando Req for máxima: R1 R R2 1 A V C R = 1 MΩ 2 + – Terra E 2 – + Terra Gerador E R = 1 MΩ 1 Observando que R1 e R2 estão em paralelo. Resolução: a) A ddp entre os pontos 2 e 1 é U. com velocidade inicial desprezível. Adote. onde é feito vácuo e são inseridos o cátodo C e o ânodo A. em volts. deslizando sobre o fio. nos cálculos: massa do elétron = 10–30 kg e carga do elétron = 10–19 C. νab = νa – νb = νa – (νa + 5) ⇒ Resposta: 5 V |νab| = 5 V 106 (Mapofei-SP) A f igura 1 representa o circuito equivalente ao V L dispositivo esquematizado na figura 2. na trajetória entre o cátodo e o ânodo. O cátodo e o ânodo são placas metálicas paralelas separadas por 3 · 10–3 m. Resposta: Ponto médio do fio de comprimento L. temos: 5 · 10–4 = 3 · 10–4 + i2 ⇒ i2 = 2 · 10–4 A b) Pelo Teorema da Energia Cinética. Ele contém um elemento resistivo sob a forma de um fio metálico uniforme de comprimento L. dois resistores de 1 MΩ cada e por um invólucro de vidro V. dada por: U = R i1 ⇒ 300 = 106 · i1 ⇒ i1 = 3 · 10–4 A Como i = i1 + i2.5 A No outro resistor de 1 MΩ.8 · 106 m/s . b) a velocidade com que os elétrons atingem o ânodo A. c) a intensidade da força que atuou em um elétron. respectivamente. temos: 500 = 106 · i ⇒ i = 5 · 10–4 A i 1 ne. o módulo da diferença de potencial entre os pontos a e b. alimentado por uma bateria que fornece tensão V. O gerador E alimenta o sistema e. temos uma tensão de 300 V e uma corrente de intensidade i1. observam-se. 105 (UFC-CE) No circuito visto na figura. Justifique. V C A Resolução: 2 Pot = V Req Então. temos: R R R (R – R1) R1 R – R2 1 = Req = 1 2 = 1 R R 1 + R2 R O valor de Req será máximo quando a expressão R1 R – R2 for máxima. O cursor pode variar de posição.Tópico 3 – Circuitos elétricos 167 104 (Fuvest-SP) Considere o circuito a seguir. temos: 2 2 m v2 0 ⇒ e U= mv τF = m v – el 2 2 2 –30 2 10–19 · 300 = 10 · v ⇒ v2 = 60 · 1012 2 v = 7. Determine a posição do cursor. para a qual a potência dissipada seja mínima. admitindo que na região o campo elétrico seja uniforme. nos pontos 1 e 2. 1 o que ocorre para: R1 = –b = –R = R (abscissa do vértice da parábola) 2a 2 · (–1) 2 Conclusão: O cursor deve posicionar-se no ponto médio do fio. as baterias são ideais. i2 i1 Resolução: 24 = 6 + (3 + 3 + 3 + 3) i ⇒ i = 1. os potenciais V1 = 300 V e V2 = 800 V em relação à Terra. dada por: U = V2 – V1 = 800 – 300 ⇒ U = 500 V Como U = R i. formado por um gerador. Determine: a) a intensidade de corrente entre o cátodo C e o ânodo A.

4 mA UBT = RBT i ⇒ UBT = 750 kΩ 0. são montados os 3 circuitos da figura. A fim de medir a voltagem e a corrente que passa por um dos resistores. o professor enfatiza a ne- R2 < R < R 3 cessidade de levar em conta a resistência interna de amperímetros e voltímetros na determinação da resistência R de um resistor. determine o potencial no ponto D: 2Ω + – 6V I 2Ω 2Ω 1Ω A C B 10 V – + + – D 12 V II 2Ω 1Ω 1Ω R R V (1) (2) (3) Resolução: No circuito I. b) 7. utilizando resistores iguais. de mesma resistência R. Assinale a comparação correta entre os valores de R. medida por um voltímetro de resistência interna de 3 MΩ? A 250 kΩ –14 Resolução: RA = 0.01 R.01 R Portanto: 108 (ITA-SP) Numa aula de laboratório. Sabe-se de antemão que a resistência interna do amperímetro é 0.4 mA UBT = 300 V Resposta: 300 V U UV iA = PQ = RA + R RA + R R3 = UV = iA UV UV RA + R = RA + R ⇒ R3 = 1. c) 10–14 N 107 (Mack-SP) Considere a f igura. temos: 6 = (2 + 2 + 2) i1 ⇒ i1 = 1 A (sentido horário) .75 MΩ = 750 kΩ ε T 0V T Q UAT = RAT i ⇒ 400 V = 1 000 kΩ i ⇒ i = 0. c) R2 R R3 e) R R3 R2 a) R R2 R3 b) R R2 R3 d) R2 R R3 R + – ε + – ε A R + – ε R A R V Resposta: c 109 No circuito esquematizado.8 · 106 m/s. R2 (medida de R no circuito 2) e R3 (medida de R no circuito 3).99 R Resolução: A 400 V A No circuito (3): R P 250 kΩ 250 kΩ i B B + – iA RA RV R 1 MΩ V 3 MΩ ⇒ 0.99 R R + RV 101 R UV U = PQ = iA iA RPQ iA iA = RPQ ⇒ R2 = 0.168 PARTE II – ELETRODINÂMICA c) F = e E = e U = 10–19 · 300–3 d 3 · 10 F = 10 N Respostas: a) 2 · 10–4 A.01 R e No circuito (2): RV = 100 R R P + – ε R RV iA RA Q 1 MΩ RPQ = R2 = R RV = R · 100 R = 0. ao passo que a resistência interna do voltímetro é 100 R. Qual a tensão elétrica no resistor de 1 MΩ. O potencial elétrico do ponto A é mantido 400 V acima do potencial elétrico da Terra.

0 • R2 i2 = 6. que são: 3. ε2 = 12 V r2 = 2 Ω R=2Ω i=0 A i2 1 12V C 2 L νA = 0 νB – νA = R i1 ⇒ νB – 0 = 2 · 1 ⇒ νB = 2 V νC – νB = ε1 ⇒ νC – 2 = 10 ⇒ νC = 12 V νD – νC = ε 2 – r2 i2 ⇒ νD – 12 = 12 – 2 · 3 νD = 18 V Resposta: 18 V 110 (IME-RJ) No circuito da figura. um reostato de resistência total igual a 15 Ω e uma lâmpada L.35 Ω R1 15 – R1 R2 = 9. Então. temos: 12 = (2 + 1 + 1) i2 ⇒ i2 = 3 A (sentido horário) B i1 – + r1 = 1 Ω ε1 = 10 V + – D 111 O circuito a seguir contém uma bateria de 12 V e resistência interna desprezível.0 W–6.0 • i1 = = ⇒ i1 = 1.35 6.50 A • R.50 ⇒ R1 = 5.0 ⇒ i1 = Respostas: 1. determine a resistência do resistor Calcule as intensidades i1 e i2 das correntes elétricas nos trechos 1 e 2 do reostato.62 A. para que a potência nele consumida seja máxima.0 A. a derivada dessa função em relação a R deverá ser nula: 1 + 0 + 4(–1)R–2 = 0 ⇒ 42 = 1 ⇒ R = 2 Ω R Resposta: 2 Ω 6.0 ⇒ i2 = = R2 15 – R1 6 6 • i1 = i2 + iL ⇒ i1 = = + 0. a qual deve operar conforme suas especificações.65 Ω 6. Resolução: • PotL = UL iL ⇒ 3. calculemos a potência dissipada em R: 64R2 U2 64R R2 + 4R + 4 = Pot = AB = R R R2 + 4R + 4 64 Pot = R + 4 + 4R–1 A potência será máxima quando a função (R + 4 + 4R–1) for mínima.62 A R2 9. respectivamente 112 O circuito a seguir é alimentado por dois geradores: 2Ω 12 V –+ B 4Ω R +– A 6V 2Ω .12 A e 0.0 V.65 • R1 i1 = 6.0 iL ⇒ iL = 0. 4Ω 6V R1 i1 16 V 4Ω R 12 V iL i1 6V R2 i2 L Resolução: 4Ω A A 4Ω A • R1 + R2 = 15 Ω 4R 4+R 16 V i B (I) 4Ω R ⇒ 16 V i B (II) B Em II: 16 i= 4 + 4R 4+R 4R · UAB = 4+R 16 ⇒ UAB = 8R R+2 4R 4+ 4+R Em I.0 R1 6. A máxima intensidade de corrente em qualquer ponto do reostato não pode ultrapassar 2.0 6.0 6.Tópico 3 – Circuitos elétricos 169 No circuito II.0 = 6.0 6.12 A R1 5.0 • i2 = = ⇒ i2 = 0.

cuja potência máxima de utilização é de 30 watts. 30 litros de água por minuto. temos: Pot’u η‘ = ⇒ 0. 30 W. Sabe-se que a bomba despeja. se R for igual a 10 Ω.5 0 5 10 15 20 25 Vk (V) 10 Ω k + Vk – Em I. em um reservatório situado a 10 m de altura em relação à bomba.5 = 50 ⇒ Pott = 100 W η= Pott Pott b) No motor.5 2. temos: i2 = 6 ⇒ i2 = 0. Um voltímetro ideal. 15 V 10 Ω i=5A A 1.8 = 100 ⇒ Pot’t = 125 W Pot’t Pot’t Pot’t = U i ⇒ 125 = 25 i ⇒ i = 5 A Respostas: a) 100 W.170 PARTE II – ELETRODINÂMICA Determine: a) a intensidade de corrente no fio AB. para que a intensidade de corrente no fio AB seja nula. V UAB = 10 i’ ⇒ 15 + 20 = 10 i’ ⇒ i’ = 3. b) 1 Ω Resolução: A potência do elemento k é dada por: Potk = Vk lk Na curva característica. em função do tempo. b) o valor de R.5 Ω de resistência por metro. b) a corrente no motor. observamos que lk = 1.5 A UAB = V – (10 + 10) i 35 = V – 20 · 5 ⇒ V = 135 V Resposta: 135 V 115 (Fuvest-SP) Uma fonte de tensão ideal de 600 volts alimenta dois trilhos AB e CD ligados entre si por um condutor BD de resistência desprezível. a potência do elemento tem o valor máximo permitido.5 1. . ou seja. Sendo a densidade da água d = 1. b) 5 A C D a) Qual a corrente que circula através do circuito? b) Construa o gráfico da voltagem acusada pelo voltímetro durante o seu movimento.0 0. para que iAB seja nula: Em II: 6 = (R + 2) 2 ⇒ R = 1 Ω Respostas: a) 1.5 A 3.0 1. tem a característica tensão-corrente dada pelo gráfico a seguir: 10 Ω 10 Ω Ik V 10 Ω Ik (A) 2. Resolução: a) 2Ω i1 4Ω I R II + – A 6V 2Ω i2 12 V B – + 114 (IME-RJ) O elemento passivo k.0 g/cm3 e a aceleração da gravidade g = 10 m/s2.5 A 10 Ω 10 Ω B k 10 Ω 1.5 A Determine o maior valor positivo que se pode permitir para a tensão V da bateria.5 = 2 ⇒ iAB = 1. Cada trilho tem 100 m de comprimento e 1.5 A 20 V 113 (FEI-SP) Uma bomba de rendimento igual a 50% é movida por um motor de corrente contínua de rendimento igual a 80% e tensão de alimentação U = 25 V. devemos ter i2 = 2 A. Nessa situação. inicialmente conectado aos pontos A e C.5 A b) Como i1 = 2 A. i1 = 2 A iAB A i2 = 0.5 A. movimenta-se a 2 m/s ao longo dos trilhos. temos: i1 = 12 ⇒ i1 = 2 A 6 Em II. A + – 600 V V B Resolução: a) Potência útil da bomba: Energia m g h 30 · 10 · 10 = = Potu = Δt 60 Δt Potu = 50 W Potência recebida pela bomba (total): Potu ⇒ 0.5 A 12 iAB + i2 = i1 iAB + 0. determine: a) a potência que o motor fornece à bomba.5 A quando Vk = 20 V.

temos uma ponte de Wheatstone em equilíbrio. dada por: U = ε – (RAP + RCQ) i = ε – (x · 1. em ampère (A).5) i U = 600 – 3x · 2 = 600 – 6x = 600 – 6 · 2t U = 600 – 12t (SI) U (v) 600 a) Como R1 · R4 = R2 · R3. respectivamente. R5 e R6. suposto ideal? b) Qual a potência dissipada em cada um dos resistores? c) Qual o valor máximo que poderá ter a força eletromotriz ε’ de um gerador que substitua o gerador dado. 4 W. sendo iguais a 4 i2 em todos eles: 4 i2 = 8 ⇒ i = 2 A e I = 2 2 A ε’ = Req I = 4 · 2 2 ⇒ ε’ = 8 2 V Respostas: a) Zero. para que a potência dissipada em qualquer resistor não exceda 8 watts? Resolução: O circuito dado pode ser redesenhado assim: R4 = 4 Ω R2 = 2 Ω i R6 R3 = 4 Ω R5 = 4 Ω i 0 0 20 40 60 80 100 t (s) R1 = 2 Ω ε=8V – + I . R2. R3. os três resistores têm valores R1 = 2 Ω. 1 R4 4Ω 2Ω R5 ε = 8 V –+ 1Ω R3 4Ω 2Ω R1 R2 6Ω R6 V a) Determine o valor da corrente i1 para t = 0 s. Consequentemente é nula a ddp entre os terminais de R6. 1. o gerador G fornece uma tensão variável V = 0. o mesmo ocorrendo com a corrente nesse resistor.5 + x · 1.5 t (V em volt e t em segundo). b) 2 W. A corrente i1 é considerada positiva no sentido indicado. R2 = 20 Ω e R3 = 5 Ω. b) ε = Req I ⇒ 8 = 4I ⇒ I = 2A i = 1A Em R1: Pot1 = R1 i2 = 2 · 12 ⇒ Pot1 = 2 W Em R2: Pot2 = R2 i2 = 2 · 12 ⇒ Pot2 = 2 W Em R3: Pot3 = R3 i2 = 4 · 12 ⇒ Pot3 = 4 W Em R4: Pot4 = R4 i2 = 4 · 12 ⇒ Pot4 = 4 W Em R5: Pot5 = R5 I2 = 1 · 22 ⇒ Pot5 = 4 W Em R6: Pot6 = 0 c) Observemos que as maiores potências dissipadas ocorrem em R3. d) Determine o valor da potência P recebida ou fornecida pela bateria B no instante t = 90 s. O voltímetro indica zero. Entre os instantes t = 0 s e t = 100 s. 4 W. i1 (A) a) Qual a leitura indicada pelo voltímetro V. c) 8 2 V 117 (Fuvest-SP) No circuito mostrado na Fig. no intervalo de 0 a 100 s. 4 W e 0 W em R1. sendo t = 0 o instante em que o voltímetro encontrava-se ligado aos pontos A e C. c) Copie a figura a seguir e trace a curva que representa a corrente i1 em função do tempo t. R4. R3 + G– 0 50 t (s) Respostas: a) 2 A b) U (v) 600 0 50 t (s) R1 + 12 V – i1 B R2 116 Monta-se o circuito esquematizado na figura: Fig.Tópico 3 – Circuitos elétricos 171 Resolução: a) RAB = 150 Ω e RCD = 150 Ω ε = Req i ⇒ 600 = 300 i ⇒ i = 2 A b) A figura mostra o voltímetro num instante qualquer t. R4 e R5. 2 W. A bateria B tem tensão constante de 12 V. A + – 600 V V x C Q D x P t B v = 2 m/s Temos: x = vt = 2t A indicação do voltímetro é U. b) Determine o instante t0 em que a corrente i1 é nula. indicando claramente a escala da corrente.

temos: P 0. entretanto.5 t0 = 15 t0 = 30 s c) Como a única fem variável (0. P = ε’ |i1| = 12 · 4 ⇒ P = 48 W (recebida) .6 ⇒ 0. pode ser considerado ideal: A A 2Ω 5Ω 12 V i1 B B B 20 Ω A 2Ω 12 V i1 4Ω R2 = 20 Ω i Entre os pontos P e Q. a bateria está operando como receptor elétrico.5 · 0 = 0 Mesmo não gerando. um segmento de reta: d) Para t = 90 s: i1 = 2 – 90 ⇒ i1 = –4 A 15 Sendo i1 0. o gráfico pedido é.5 t + – R3 = 5 Ω Q + – P R1 = 2 Ω 12 V i1 Q Q P i + i1 a) Para t = 0: V = 0.5 t) é função de primeiro grau em t.172 PARTE II – ELETRODINÂMICA Resolução 1: Supondo B e G operando como geradores e redesenhando o circuito.5 t = 0. podemos escrever: 0. com certeza. obtemos: i1 = 2 A b) Impondo i1 = 0: t 2 – 0 = 0 ⇒ t0 = 30 s 15 c) i1 (A) 5Ω V = 0.6 A No gerador V = 0. um gerador é um condutor.5 t 2Ω 12 V 20 Ω i2 i 0V i1 = 0 0 V (referência) 0V 2 0 0 20 40 60 80 100 t (s) No resistor de 20 Ω: U = R i2 12 = 20 i2 ⇒ i2 = 0. Além disso.6 A ∴ i = 0. em boas condições.5 t: U=ε–ri 12 = 0.5 t0 – 5 · 0. recebendo a potência: P = 12 |i1| = 12 · 4 ⇒ Pot = 48 W Resolução 2: i i2 i1 (A) 2 90 100 0 30 t (s) –4 i1 5Ω V = 0. B passou a ser um receptor elétrico.5 t – + 2Ω B +– 20 Ω 12 V d) Em t = 90 s: i1 = –4 A B ↓ i1 0 i i1 Então.5t – 5i = 12 – 2 i1 12 – 2 i1 = 20 (i + i1) ⇒ i1 = 2 – t (SI) 15 5 Ω e 20 Ω em paralelo: 4 Ω ε = Req i1 ⇒ 12 = (4 + 2) i1 ⇒ i1 = 2 A b) i1 = 0: 12 V i 12 V i1 = 0 i2 12 V a) Fazendo t = 0 na expressão de i1.

1 Ω de resistência interna. cada uma com 1. e se VB VA. Sejam VA e VB as potenciais dos pontos A e B. temos: νC = 0 ⇒ νB = 8 V ⇒ νA 8 V (pois νB νA) i= 2ε = 4ε 3r r+ r 2 r . Vamos analisar as quatro possibilidades: 1a ) ε r ε i D 20 V 8V B R 0 i R ε r r Resolução: Suponhamos que o diodo não esteja conduzindo: A 2Ω i 20 V B 8V R i 1Ω i i = 3ε = ε 3r r Note que. o diodo não conduz. idealmente. UAC = (R + 1) i0 ⇒ 8 = (0 + 1) i0 ⇒ i0 = 8 A c) R = 1 Ω 3 d) 48 W.5 V de força eletromotriz e 0. como uma chave controlada pela diferença de potencial entre seus terminais. o componente D. é um diodo. Nesse circuito. o diodo se comporta como uma chave fechada. dispondo-se de três pilhas iguais.Tópico 3 – Circuitos elétricos 173 Respostas: a) 2 A b) 30 s c) i1 (A) νA – νC = 20 – 2i ⇒ 20 – 2i 8 ⇒ i ε = Req i ⇒ 20 = (2 + 1 + R) i i = 20 3+R Portanto: • para R • para R 0 0 20 40 60 80 100 t (s) 6A 6 ⇒ R 1Ω 3 2 1 Ω. ligado entre os pontos A e B. 2a) i ⇒ ε. c) resistência R para a qual o diodo passa do estado de condução para o de não-condução e vice-versa. 3 1 Ω. recebida pela bateria 118 (Fuvest-SP) No circuito da f igura a seguir. determine o valor da: a) corrente i através do resistor R. o diodo conduz. respectivamente. a corrente teria essa mesma intensidade. r 2 ε r ε r R 0 C (0 V) ε Considerando nulo o potencial elétrico no ponto C. quando a sua resistência é 2 Ω. Como essas três pilhas devem ser associadas? Resolução: A informação “curto e grosso f io de cobre” sugere que a resistência elétrica do fio é extremamente pequena (R 0). O exercício resolvido 42 do Tópico 1 de Eletrodinâmica confirma isso. 20 = (2 + 1 + 2) i ⇒ i = 4 A b) R = 0: o diodo conduz. b) 8 A. 3 a) R = 2 Ω: o diodo não conduz. c) 1 Ω 3 119 Deseja-se gerar a máxima corrente elétrica possível em um curto e grosso fio de cobre. ligando o ponto B ao ponto A. Se VB VA. Esse dispositivo se comporta. o diodo se comporta como uma chave aberta. de resistência tão pequena que pode ser desprezada. quando a sua resistência é zero. se fosse usada uma única pilha. b) corrente i0 através do resistor R. 2Ω A 1Ω Respostas: a) 4 A. O resistor R tem uma resistência variável de 0 a 2 Ω. não deixando fluir nenhuma corrente através dele.

Considere para a variação da resistência com a temperatura um coeficiente de resistividade de 4.5 mA U = Rdac i2 ⇒ 30 = (R0 + 3) · 7.2 minutos Resposta: 12. Quando.1 · 10–8 N Resposta: 8. con– + siderando a constante eletrostática do meio igual a 9 · 109 unidades SI. temos: 0 d R i2 i1 i = ε = 3ε (imáx) r r 3 Observação: • Para a obtenção de corrente máxima num resistor de resistência R. determine para que valores da resistência R a bateria de características (ε1.5 kΩ Resolução: ν A – νB = ε K Q – K (–Q) = ε RA RB 9 9 · 10 Q = 9 · 109 Q = 5 400 10–2 10–2 18 · 109 Q = 54 ⇒ Q = 54 9 18 · 10 Q = 3 · 10–9 C 9 –9 –9 K |QA| · |QB| = 9 · 10 · 3 · 10 · 3 · 10 F= 1 d2 F = 8. na temperatura ambiente.5 = 3 i2 – 20 ⇒ ⇒ i2 = 7. r 3 ε r ε r ε r Resolução: • Simbolizando por R0 o valor de R na temperatura ambiente. 120 Por meio de fios condutores. temos: R = α R0 θ ⇒ (1. r1): a) opera como gerador. Resposta: Todas em paralelo.1 ·10–3 K–1. de raios iguais a 1 cm. determine o tempo que leva para que a tensão entre os terminais a e b da ponte se anule.174 3a) PARTE II – ELETRODINÂMICA ε r icc 1 icc i 2 ε r R 0 ε r 121 (Olimpíada Paulista de Física) A ponte de resistores da f igura abaixo apresenta. R é menor que r. Considerando que a resistência R está imersa em um meio que se aquece a uma taxa de 10 graus Celsius por minuto. a associação de geradores em série é a adequada quando R é maior que a resistência interna r de cada gerador.1 · 10–8 N • Considerando que a temperatura inicial do resistor e do meio em que foi imerso seja a ambiente. porém. . uma tensão Va – Vb = 2. c) não opera.5 ⇒ R0 = 1 kΩ • A tensão entre a e b será nula quando a ponte estiver equilibrada: R·2=3·1 ⇒ R = 1. foram ligadas aos polos de uma bateria de força eletromotriz 1m igual a 5 400 V.1 · 10)–3 · 1 · θ ⇒ θ = 122 ºC 10 ºC ⇒ 1 min 122 ºC ⇒ t ⇒ t = 12. como mostra a figura: B A Calcule a força de atração eletrostática entre as esferas.2 minutos 122 No circuito a seguir.5 – 1) = (4. a associação adequada passa a ser em paralelo.5 V entre os terminais a e b. duas pequenas esferas metálicas. R0 U = 30 V i2 a b i1 c • Cálculo de i1: U = Rdbc i1 30 V = 3 kΩ · i1 ⇒ i1 = 10 mA • Cálculo de R0: Va – Vc = 3 i2 Vb – Vc = 2 i1 (–) ⇒ Va – Vb = 3 i2 – 2 i1 ⇒ ⇒ 2. b) opera como receptor. R 30 V 3 kΩ a b 2 kΩ 1 kΩ i = icc + icc = 2ε + ε 1 2 2r r i = 2ε r 4a) i ⇒ ε. A e B.

r1) opere como receptor.0 Ω para os seguintes valores de R: a) 2.0 V 2. r2). os valores de R devem ser dados por: R 27 Ω c) Para a bateria (ε1.0 V i3 U1 = U2 ⇒ 27 – 1i1 = 28 – 1i2 i2 = i1 + 1 (I) U1 = U3 ⇒ 27 – 1i1 = R (i1 + i2) 27 – i1 = R i1 + R i2 (II) Substituindo (I) em (II).Tópico 3 – Circuitos elétricos 175 ε1 = 27 V +– r1 = 1 Ω +– ε2 = 28 V r2 = 1 Ω A partir desse estado. É aí que (ε 2.0 V i1 l i1 2.06 A (9 + R) i2 – 2 Nota: • Também podemos responder ao item a baseados na simetria do circuito.06 A . se R aumentar. r1) não operar.0 Ω 3.0 Ω 1Ω ll i2 R i3 lll 6. devemos ter i1 = 0. seja o considerado no circuito. nessa situação: ε 2 = Req i2 ε 2 = (R + r2) i2 28 = (27 + 1) i2 ⇒ i2 = 1A e U2 = ε 2 – r2 i2 = 28 – 1 · 1 ⇒ U2 = 27 V 1. calcule a intensidade da corrente no resistor de 4. então. Respostas: a) Zero. Para isso acontecer. c) R = 27 Ω 123 No circuito abaixo. Então: 27 – R 0 ⇒ R 27 Ω 2R + 1 b) Para que a bateria (ε1. devemos ter: i1 0. Vamos supor que a bateria (ε1.0 Ω: i2 = 0. Respostas: a) R < 27 Ω. Então. r1) também opere como gerador. tornar-se maior que 27 Ω.0 Ω Em I: 6 = 0 + 3 i1 – 2 i2 ⇒ i1 = 6 + 2 i2 3 (I) (II) Em II: 0 = 0 + (9 + R) i2 – 2 i1 + R i3 Em III: 6 = 0 + (R + 1) i3 + R i2 i3 = 6 – R i2 R+1 (III) Substituindo (I) e (III) em (II).0 Ω i2 A 28 V i = i1 + i2 R U3 6. opera como gerador.0 Ω R 6. com isso. os sentidos das correntes: i1 27 V 1Ω U1 6. U2 ficará maior que 27 V. r1).0 Ω: i2 = 0 b) Para R = 3. a corrente i2 certamente diminuirá e. ou seja.0 Ω b) 3. o potencial do ponto A estará um pouco mais de 27 V acima do de B.0 Ω 4. b) R > 27 Ω. b) 0. tornando-a um receptor.0 Ω R Resolução: a) Não há dúvida de que a bateria (ε 2. o valor de i1 na expressão anterior deve ser negativo.0 Ω 1.0 Ω Resolução: 3. temos: 27 – i1 = R i1 + R (i1 + 1) i1 = 27 – R 2R + 1 Para que o sentido de i1.0 Ω 1. o que nos leva a: R = 27 Ω Note que. Observe.0 Ω i2 U2 B 4. r2) impõe uma corrente em (ε1. obtemos: 6 + 2 i2 6 – R i2 +R =0 3 R+1 a) Para R = 2. por ter maior fem.0 V 1.