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7 - Relatorios de Ensaios de Agregados

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UNIJUÍ – UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DETEC – DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL I ENSAIOS AGREGADOS

ANDERSON HAUCH CARLOS ALBERTO ZAMIN CLAYTON EDUARDO SCHONARDIE CRISTIANE LIMBERGER DANIELI MARTINELLI RAFAEL VIAPIANA ENGENHARIA CIVIL PROFESSOR: LUIS EDUARDO MODLER IJUÍ – RS, JUNHO DE 2005.

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Desta forma o processo experimental é o modo racional e otimizado de se avaliar os fenômenos e analisar o comportamento dos materiais. influenciando principalmente na qualidade. existem ensaios normalizados que estabelecem parâmetros que comparados com os resultados destes ensaios fornecem ao engenheiro e o dono da obra uma segurança em relação ao emprego destes materiais. A qualidade e a forma de aplicação destes materiais têm influência direta no resultado de uma obra. Para possibilitar um controle e monitoramento das condições destes materiais na obra. segurança e custo da construção. INTRODUÇÃO Na construção civil são utilizados diversos materiais.1. entre eles os agregados como areia e brita. 2 .

Durante estes ensaios é possível observar as características e as condições destes materiais.2. Outro aspecto importante é colocar o aluno em contato com a prática. resultando em aprendizado que certamente contribuirá em muito para vida profissional do Engenheiro. 3 . OBJETIVOS Este trabalho tem como objetivo de realizar ensaios práticos com areia e pedra brita em laboratório. seguindo as especificações de norma.

Jogo de peneiras com acessórios (série normal e intermediária) Quarteador ( medidor de ph e umidade). Já o módulo de finura é a soma das porcentagens retidas acumuladas em massa de um agregado. PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO Depois de feita a coleta do material. o mesmo foi colocado na estufa (105 – 110°C) 4 .3. dividida por 100.1 Composição granulométrica: O ensaio de determinação da composição granulométrica foi realizado conforme a norma NBR 7217. Agitador mecânico de peneiras. Instrumentos utilizados: • • • • • • • Balança (resolução de 0. O diâmetro máximo é uma grandeza relacionada à distribuição granulométrica do agregado. chegando ao módulo de finura. na qual o agregado apresenta uma porcentagem retida acumulada igual ou imediatamente inferior a 5% em massa. Estufa para secagem do material. da malha da peneira da série normal ou intermediária. Escova ou pincel de cerdas macias. faz-se a soma das porcentagens retidas acumuladas das peneiras da série normal. Material utilizado: • Areia. Recipientes para o areia. correspondente à abertura nominal. ENSAIOS FÍSICOS DE AREIA 3. nas peneiras da série normal. após pesado cada parte.01g). através do peneiramento. Consiste em separar os grãos da areia conforme o tamanho. em milímetros.

43 330.498 kg e a segunda de 1.6 1489.01 6.569 27. Inicialmente realizou-se o peneiramento mecânico.274 DIÂMETRO MÁXIMO (mm): MÓDULO DE FINURA: 3. Frasco volumétrico de Chapman.8 0.54 1449.053 100. Instrumentos utilizados: • • • • Balança (resolução de 0.000 % RETIDA ACUMULADA 0.406 1.039 23.39 0. a primeira de 1.68 120.980 10.338 27.15 TOTAL COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA .3 100 0.319 37.87 551.068 0.647 22. aonde chegamos aos valores contidos na tabela abaixo: PENEIRAS mm Nº 3/8" 1/4" 4 4.469 1.947 127.01g).59 124. Recipiente para o areia.313 38. Com o auxílio do quarteador.000 4.000 0.065 0. e após o peneiramento manual da peneira mais grossa até a mais fina.286 39. determinado com o Frasco de Chapman conforme a norma NBR 9776.453Kg. Quarteador.196 100.para secagem.33 346.605 76.2 395.470 1.254 8.2 Massa específica (Chapman): É a massa da unidade de volume do material.108 27.76 406.386 1. separou-se duas porções de areia.510 8. Material utilizado: • • Areia.065 0. 5 .98 18.259 40.4 16 1.061 0.343 1. Água destilada.NBR 7217 1º DETERMINAÇÃO 2º DETERMINAÇÃO % PESO % RETIDA PESO % RETIDA RETIDA MÉDIA RETIDO (g) RETIDO (g) 1.48 0.15 FUNDO <0.8 8 2.6 50 0.909 100.97 25.343 23.89 4.766 8.02 605. Pesou-se o material retido em cada peneira. após ter sido retirada da estufa esta foi esfriada até a temperatura ambiente.2 30 0.

Então foi realizada leitura do volume. que consiste no quociente da massa do agregado lançado no recipiente de acordo com o estabelecido na norma NBR 7251 e o volume do recipiente. Régua metálica. separou-se a areia para ser pesada. Material utilizado: • • • • • areia. Pá. com o auxílio da balança. Em seguida foram acrescentados cuidadosamente 500g de areia em cada frasco. e a tara de 8.59 3.01g). possui volume de 20 dm3. para realização de dois ensaios. o qual deve ser devidamente agitado para eliminação das bolhas de ar. Instrumentos utilizados: PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO O recipiente utilizado para o ensaio. Recipiente para medição do volume. 6 .PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO Com o auxilio do quarteador. Foi colocado água destilada em dois frascos de Chapman até o a marca de 200cm3. Balança (resolução de 0. conforme tabela abaixo: Massa específica – Chapman Massa Leitura Leitura final Específica média 3 (cm ) (g/cm3) 500/ 3 (cm ) (L-200) 392 393 394 2. e após secado o frasco acima do líquido.66.3 Massa unitária solta: Determina a massa unitária solta da areia. Pesou-se duas porções de 500g de areia.

70 38.66 PESO LÍQUIDO DA AREIA (Kg) MÉDIA DO PESO LÍQUIDO (Kg) DENSIDADE MÉDIA (Kg/cm3) 1.94 38.10 38.82 7 . isto para que haja uma compactação uniforme do produto. Esta operação foi repetida três vezes e feita a média para chegar aos seguintes valores: VOLUME INTERNO DA CAIXA (dm ) 20 3 PESO DA CAIXA VAZIA (Kg) 8.65 39.Colocou-se a areia na caixa com o auxílio de uma pá. despejando o mesmo de uma altura aproximada de 10 a 12 cm da caixa. Após a caixa estar cheia a mesma foi rasada com uma régua metálica e então pesada novamente.

chegando ao módulo de finura.1 Composição granulométrica: O ensaio de determinação da composição granulométrica foi realizado conforme a norma NBR 7217. faz-se a soma das porcentagens retidas acumuladas das peneiras da série normal. Consiste em separar a brita conforme o tamanho. Pesou-se o material retido em cada peneira. Material utilizado: • Brita Instrumentos utilizados: • • • • • Balança (resolução de 0.01g) e balança com maior capacidade Recipientes para o brita. separou-se duas porções de brita para que fosse feito o peneiramento. após pesado cada parte retida nas peneiras. Realizou-se o peneiramento manual da peneira mais grossa até a mais fina.4. através do peneiramento. ENSAIOS FÍSICOS DE BRITA 4. Escova ou pincel de cerdas macias.972Kg. Jogo de peneiras com acessórios (série normal e intermediária) Quarteador. aonde chega-se aos valores contidos na tabela abaixo: 8 . a primeira de 7. PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO Com o auxilio do quarteador.293 Kg e a segunda de 6.

661 99.6 0.8 2.205 100.194 78.014 0.014 0.3 4. Tanque de água.186 0. Instrumentos Utilizados: PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO: A amostra foi quarteada de modo a termos uma amostra representativa uniforme. conforme estabelecido na norma NBR 9937.795 710.000 15. Material Utilizado: • • • • • Brita.135 0.055 0.3 0.5 6.029 0.014 0.781 3.745 99.173 0.5 9. Peneiras 4.681 3.PENEIRAS mm Nº 3" 11/2" 2" 11/2" 11/4" 1" 3/4" 1/2" 3/8" 1/4" 4 8 16 30 50 100 FUNDO 76 64 50 38 32 25 19 12. Balança.014 0.100 TOTAL DIÂMETRO MÁXIMO (mm): MÓDULO DE FINURA: 4.767 99.194 63.058 0.717 99.028 0.8mm.659 96.581 3.014 0.4 1.028 0.095 0.709 63.014 0.097 0.000 19 1017 4429 1218 227 12 4 2 2 1 1 15 6928 14.465 17.217 100.00 7.2 0.2 Massa específica Absoluta: Este método é utilizado para a determinação da absorção e da massa específica nas condições seca e saturada superfície seca de agregado graúdo natural.15 COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA .15 <0.781 99.029 0.340 99. visando sua aplicação nos estudos de dosagem e produção de concreto.014 0.021 0.526 99. 9 .NBR 7217 1º DETERMINAÇÃO 2º DETERMINAÇÃO % PESO % RETIDA PESO % RETIDA RETIDA MÉDIA RETIDO (g) RETIDO (g) % RETIDA ACUMULADA 1137 4560 1287 224 7 4 2 1 1 1 14 7238 15. Recipiente para amostra.680 63.193 100.001 17.277 0.000 15.929 17.057 0.

à temperatura ambiente. foi passada na peneira 4.15 E g Massa SSS Líquida 1738. por aproximadamente 24hs.Peso material passante na peneira 4. que consiste no quociente da massa do agregado graúdo lançado no recipiente de acordo com o estabelecido na norma NBR 7251 e o volume do recipiente.Peso amostra: 7.57 1180.09 Média: M-E-A dm³ B/F 2.50 C g Massa Imersa D g Massa Imersa Líquida 1145.24 Est.87 2. Bruta Cesto de ar: F Volume dm³ g E-D 593.865 Bruta Cesto Imerso: G g Absorção E-B 32. Imediatamente colocamos o material no recipiente (cesto).97% 1. Caso o material passante seja superior a 2%.5 g A g Massa seca B g Massa seca Est. este deverá ser ensaiado segundo a NBR 9776 ou NBR 9777.8 mm através do peneiramento a seco. A amostra foi secada até constância de massa (até que a amostra perca o brilho).605 Absorção % (G/B) x 100 1. Depois de feita a leitura o mesmo material é colocado na estufa para obtermos a massa seca.3 Massa unitária solta: Determina a massa unitária solta da brita.083 kg .47 34.28 616. então procedemos à leitura na balança.935% 4. 10 .38 1761. onde o material passante inferior a 2% pode ser desprezado.Após o quarteamento a amostra. imergimos completamente em água potável. .85 1796. Líquida 1706.8mm: 9.90% 1. à temperatura de 23°C.86 2. Este procedimento foi realizado duas vezes para houvesse uma maior precisão nos resultados. foi colocada em um recipiente e então é feita a leitura na balança. O agregado foi imerso em água.74 33.

95 40. Repetimos esta operação três vezes e feita a média para chegarmos aos seguintes valores: VOLUME INTERNO DA CAIXA (dm3) 20 PESO DA CAIXA VAZIA (Kg) 8. Pá.01g. Instrumentos utilizados: PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO ENSAIO O recipiente utilizado para o ensaio. despejando o mesmo de uma altura aproximada de 10 a 12cm da caixa. possui volume de 20 dm³ e a tara de 8.Material utilizado: • • • • Brita.006 11 . Balança com resolução maior que 0. e então pesada novamente.66 40.25 39.12 PESO LÍQUIDO DA AREIA (Kg) MÉDIA DO PESO LÍQUIDO (Kg) DENSIDADE MÉDIA (Kg/cm3) 2.15 40. Recipiente para medição do volume. Colocamos a brita na caixa com o auxílio de uma pá.66. isto para que haja uma compactação uniforme do produto. Após a caixa estar cheia a sua superfície foi regularizada de modo a compensar as saliências e reentrâncias das pedras.

Os ensaios práticos foram fundamentais para o aprendizado.5. se enquadrando nas características especificadas da norma. 12 . trazendo conhecimentos importantes para a futura aplicação prática. CONCLUSÃO Como pode ser observado neste trabalho. os agregados ensaiados são de boa qualidade.

2000. Rio de Janeiro: LTC. NORMAS TÉCNICAS: - NBR 7217 - Agregados – Determinação da composição granulométrica. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAUER. 5 ed.6. 13 . NBR 9776 – Agregados – Determinação da massa específica de agregados miúdos por meio do frasco Chapman.. NBR 9937 – Agregados – Determinação da Absorção e da Massa Específica de Agregado Graúdo. NBR 7251 – Agregado em estado solto – Determinação da massa unitária solta. Luiz Alfredo Falcão. Volume 1. Materiais de Construção.

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