P. 1
Modelo de Estudo Social para o campo Sociojurídico I

Modelo de Estudo Social para o campo Sociojurídico I

4.0

|Views: 11.119|Likes:
Publicado porMarco Aurelio Romar
2o. Modelo de Estudo Social para o sistema socioeducativo Relatório Técnico
2o. Modelo de Estudo Social para o sistema socioeducativo Relatório Técnico

More info:

Categories:Types, Research
Published by: Marco Aurelio Romar on Sep 26, 2011
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

09/22/2015

pdf

text

original

Marco Aurelio Romar Assistente Social Pós-Graduado em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes CRESS No. 19.850 - 7a.

Região - RJ

Estudo de Caso:

“O CASO JOHN DOE”
Várias são as dúvidas suscitadas na Internet quanto à elaboração de um Estudo Social. Cabe ressaltar que não existe uma “Receita de Bolo” para elaborá-lo, porquanto várias são as suas especificidades quanto à sua demanda nos diversos espaços socioeducacionais a que os mesmos se destinam. O Modelo proposto abaixo é completo, e foi utilizado no Campo Sociojurídico, mais especificamente na Justiça da Infância e da Juventude do Rio de Janeiro, afim de embasar progressão ou manutenção de medida socioeducativa, logo traz em seu bojo os pareceres sociais, psicológico, pedagógico, além de Parecer do Psiquiatra PIA (Plano Individualizado de Atendimento Socioeducativo) e conclusão. Cada parecer foi elaborado pelo profissional responsável e depois aglutinados no que chamamos de “Relatório Técnico” do Adolescente e enviado ao Juiz para tomada de decisão. Os nomes são fictícios, afim de que se resguarde o sigilo profissional quanto ao usuário. Posto o mesmo com o intuito de indicar um caminho, uma sugestão do “por onde começar”, sempre lembrando que o mesmo varia de acordo com os espaços sociocupacionais ocupados pelos Assistentes Sociais e suas demandas específicas. O mais importante na sua elaboração, é fornecer de maneira ampla abrangente e fidedigna possível, o relato das expressões das questões sociais demandadas, de maneira que possam levar efetividade na Assistência e empoderamento de nossos Usuários.

Marco Aurélio Romar Assistente Social CRESS No. 19.850 / 7ª. Região

Tels. (21) 9743.1871 / (21) 8430.2595 E-MAIL: marcoromar@gmail.com

Marco Aurelio Romar Assistente Social Pós-Graduado em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes CRESS No. 19.850 - 7a. Região - RJ

RELATÓRIO TÉCNICO

Identificação do Adolescente:

Nome: John Doe Matrícula: 000 Data de Nascimento: 02/12/94 Naturalidade: RJ Filiação: Mary Jane Poppins

Procedência: Juizado da Vara da Infância e da Juventude do Estado do Rio de Janeiro

Referência: PA 1132/09 – 1ª PJIJ/DC

Processos:

1922.471.009466-9 1922.471.005253-1 1999.117.716003-8

Justificativa: Estudo de Caso para Reavaliação de Medida Sócio-Educativa

Tels. (21) 9743.1871 / (21) 8430.2595 E-MAIL: marcoromar@gmail.com

Marco Aurelio Romar Assistente Social Pós-Graduado em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes CRESS No. 19.850 - 7a. Região - RJ

Parecer Social

O presente relatório refere-se ao jovem John Doe, dezessete anos, internado neste Estabelecimento Socioeducativo desde 08/10/09, apreendido por prática de ato infracional análogo ao crime de roubo, registrando passagens anteriores pelo Sistema Socioeducativo. Trata-se de jovem que não possui referência familiar e todas as informações contidas neste documento foram fornecidas pelo próprio jovem e/ou colhidas em prontuário, sem condições de comprovação da veracidade, inclusive no que se refere ao nome e idade por não haver qualquer documento de identificação. John refere que seus pais são separados há muitos anos. Vivia com a genitora e os irmãos em Gramacho – Duque de Caxias -RJ, Aos treze anos optou por sair de casa por ser agredido frequentemente pela mãe. Foi morar no Bairro do Jacaré, havendo relatos de ser junto à namorada e outros junto ao irmão. Na mesma ocasião iniciou o uso de várias substâncias entorpecentes e abandonou os estudos. Diz que a família mudou de endereço e há alguns anos não tem notícias. Verbaliza que mantinha contato esporádico com o pai, não sabendo fornecer endereço ou telefone. Esta é a segunda internação do jovem neste Estabelecimento sendo possível perceber a diferença no seu comportamento tendo retornado com graves sequelas psíquicas diante do uso abusivo de drogas e dos espancamentos e torturas sofridas em sua jornada da criminalidade.

Tels. (21) 9743.1871 / (21) 8430.2595 E-MAIL: marcoromar@gmail.com

Marco Aurelio Romar Assistente Social Pós-Graduado em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes CRESS No. 19.850 - 7a. Região - RJ

Parecer Pedagógico

. O adolescente está matriculado no 2º ano do Ensino Fundamental no C.E. Sandro da Silveira que funciona dentro da unidade de internação, com frequência assídua. No que tange a aprendizagem, apresenta dificuldades sérias, pois não lê e nem escreve. Em matemática faz contas bem simples; apresentando déficit intelectual e memória comprometida. Na escola não se permite assinar seu nome, prefere marcar sua digital em lugar da assinatura. Jovem apresenta comprometimentos psiquiátricos, atestado pela equipe médica desta Unidade. Neste tempo de internação tem apresentado em seu comportamento “crises convulsivas” (sic), libido aumentada e seu pensamento é delirante. Jovem tem dificuldade de falar da família. O pouco que conta refere que sua mãe é homossexual, que quando criança não ligava para ele, e tem um irmão envolvido em atos criminais. Não tem contato com a família há muitos anos. Saiu de casa aos 13 anos e foi morar na rua, tendo passado por abrigo em Gramacho. O jovem tem dificuldades de percepção e problemas de orientação temporoespacial. Jovem apenas dorme a base de remédios, faz uso de medicações psicotrópicas. John gosta de desenhar, pintar e esculpir. Demonstra sentimentos de alegria através da arte. É receptivo ao atendimento técnico, e é falante. Refere-se muito á companheira Alexandra de 15 (quinze) anos.

Tels. (21) 9743.1871 / (21) 8430.2595 E-MAIL: marcoromar@gmail.com

Marco Aurelio Romar Assistente Social Pós-Graduado em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes CRESS No. 19.850 - 7a. Região - RJ

Já trabalhou vendendo bebidas na praia. Gosta de participar de atividades religiosas evangélicas. Gostaria de praticar esportes, inicialmente tinha dificuldades de participar de tais atividades devido à queimadura na região das nádegas, ocorrida segundo o jovem, durante sua apreensão quando policiais colocaram cano quente de arma (Fuzil) no local. (sic) Atualmente tem participado ativamente de atividades religiosas, esporte e lazer, oferecidos pela Unidade: Percussão no Projeto Afro reggae, Futebol, Sala de vídeo e os cultos evangélicos. Aparenta ser bastante sofrido, devido à falta de vínculo familiar e ao grande tempo de internação. Está frequentando atendimento contínuo com a equipe de Saúde com aderência aos atendimentos. Jovem tem apresentado comportamento estável na relação com os outros internos, funcionários e equipe técnica.

Parecer Psicológico John, dezessete anos (sic) chegou neste Estabelecimento há aproximadamente três meses, sendo esta sua segunda estada nesta Unidade de Internação. Jovem nos primeiros atendimentos apresentava um discurso confuso sobre sua história de vida, com comprometimento em sua memória e aparente dificuldade temporo-espacial, relatava episódios de “convulsão” (sic), dizia ouvir vozes, tendo o jovem uma compreensão mística destes eventos. No primeiro mês na Unidade começa ter dificuldades de relacionamento com os internos que convivem no seu módulo e funcionários da Unidade, apresentando grau importante de agitação, insônia e comportamento inadequado, libido aumentada, invasivo, com dificuldade de aceitar regras e normas. Deste modo John fora prontamente encaminhado internamente para avaliação e acompanhamento Psiquiátrico, bem como, acompanhamento multidisciplinar contínuo pela Equipe de Saúde da Unidade. Sendo assim, John passou a ser medicado com psicotrópicos e
Tels. (21) 9743.1871 / (21) 8430.2595 E-MAIL: marcoromar@gmail.com

Marco Aurelio Romar Assistente Social Pós-Graduado em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes CRESS No. 19.850 - 7a. Região - RJ

acompanhado semanalmente pelos profissionais de saúde da Unidade com estabilização de seu quadro inicial. A partir da melhora de seu quadro observa-se que jovem passa a voltar ao convívio com os outros internos e estabelecer bom relacionamento com jovens e funcionários. Importante salientar que, a pedido da Defensoria Pública que atua nesta Unidade, foram realizados Laudo Psiquiátrico e Parecer Psicológico, enviados ao Juizado da Infância e da Juventude para conhecimento e apreciação da condição atual do adolescente. Em 25 de Novembro recebemos despacho deste Juízo, atendendo ao requerimento da defensoria constatando a necessidade do Jovem “ser submetido a tratamento psiquiátrico, em regime de internação, no Instituto de Neurologia Mente Saudável, localizado na UFRJ” (sic). Na tentativa de execução desta determinação o Núcleo Biopsicossocial do Departamento entrou em contato com o Instituto de Neurologia Mente Sã a fim de que fosse providenciada vaga para internação do jovem e recebeu a resposta de que a referida Unidade “... não atende a pacientes psiquiátricos, não se executando, portanto, ‘tratamento psiquiátrico em regime de internação’...” (anexo). Diante da impossibilidade de vaga no Instituto de Neurologia Mente Sã/UFRJ, o Núcleo Biopsicossocial do Departamento recorreu ao Instituto de Psiquiatria – IPUB/UFRJ setor Infanto-Juvenil, na tentativa de resolução do referido caso. Foram realizadas inicialmente duas reuniões de equipe em 21/12/2009 e 31/12/2009 no setor Infanto-Juvenil do IPaB (CERIM), a fim de que se fosse discutido e avaliado multidisciplinarmente o caso de John, onde estavam presentes membros representantes do CERIM/IPaB, Diretoria do Núcleo Biopsicossocial do Departamento, Equipe técnica do Estabelecimento socioeducativo, Assessoria técnica de Saúde Mental Infanto-Juvenil do Município e CAPSi fulano de tal Após a primeira reunião intersetorial, ficou acordado, após discussão e apreciação do caso, que jovem precisaria de outros recursos em saúde mental, para além dos cuidados recebidos no departamento. Em 22 e 23/12/09 John foi submetido

Tels. (21) 9743.1871 / (21) 8430.2595 E-MAIL: marcoromar@gmail.com

Marco Aurelio Romar Assistente Social Pós-Graduado em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes CRESS No. 19.850 - 7a. Região - RJ

à avaliação Psiquiátrica e Neurológica no CAPSi fulano de tal, serviço de Saúde Mental Infanto Juvenil de referência na AP 5.1, onde está localizado o departamento. Em segunda reunião, equipe conclui que John “apresenta condições para realizar tratamento ambulatorial no CAPSI fulano de tal, sem indicação para internação hospitalar, no momento.” A equipe considera também que, caso seja avaliada necessidade de internação psiquiátrica no decorrer do tratamento ambulatorial, teremos como referência o Hospital Municipal Menino maluquinho. Em reunião intersetorial em 25/01/2010 ficou acordado que John seria recebido no serviço ambulatorial do referido CAPSi continuamente no fim do mês de janeiro e por todo mês de fevereiro para acompanhamento e avaliação, sendo marcada nova reunião em 8/03/10, afim de que fosse delineado projeto terapêutico de caráter definitivo. No dia 08/03/10 aconteceu reunião entre os profissionais de saúde deste Estabelecimento socioeducativo e equipe de tratamento do referido CAPSi, tendo sido delineado o plano terapêutico do adolescente. John passará a frequentar o CAPSi fulano de tal semanalmente para tratamento psicológico e psiquiátrico e acompanhamento psicossocial. Em nossos últimos encontros jovem mostra-se desejoso quanto à possibilidade de tratamento no fulano de tal, relatando ter gostado do lugar e dos profissionais que ali o acolheram. Porém, expõe desejo de voltar a viver nas ruas, o que nos leva a pensar na impossibilidade de jovem, no momento, de poder se beneficiar com a medida de semi-liberdade. Temos pensado na possibilidade de que jovem apresente aderência primeiramente ao tratamento e feito laços com o serviço Infanto-Juvenil do fulano de tal para pensarmos em uma futura progressão de medida.

Conclusão

Tels. (21) 9743.1871 / (21) 8430.2595 E-MAIL: marcoromar@gmail.com

Marco Aurelio Romar Assistente Social Pós-Graduado em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes CRESS No. 19.850 - 7a. Região - RJ

Diante do exposto, percebemos claramente a necessidade de um aporte Psicossocial efetivo a este jovem. Para tanto, sugerimos ao Juizado da Infância e da Juventude da Comarca da Capital do Rio de Janeiro à continuidade desta medida de internação concomitante ao tratamento a nível Ambulatorial no CAPSi fulano de tal, acreditando que a continuação desta MSE e o cumprimento de Medida Protetiva para tratamento seria o mais indicado, neste momento, para que o jovem seja atendido em suas necessidades descritas neste relatório.

Adolescente: JOHN DOE

Mat.: 1567

PARECER PSIQUIÁTRICO

- 18/11/2009 John apresenta diversas cicatrizes corporais e lesões compatíveis com queimaduras (diz que “levou pancadas da polícia”), foi preso e levado ao hospital; não estava fazendo nada na hora, só fumando cigarro, mas a polícia já o conhecia; houve um X-9 no seu grupo que o dedurou a polícia; as marcas de queimadura foram os alemães que fizeram, menos uma que foi a que um policial atirou com um fuzil “para cima e encostou o cano, queimando-o” (sic). Não soube dizer o hospital no qual ficou quando ”levou as ditas pauladas”, afirma que ficou internado por cerca de um mês; refere déficits de memória após as “pauladas, e que após as mesmas veio a ter crises convulsivas e a só dormir com remédios”. “Depois das pauladas passei a ouvir vozes, ver vultos, vozes de centro de macumba...” (sic). Prescrevo Haldol 5 mg (1 Cp. à noite), Prometazina 25 mg (2 Cps à noite), Carbamazepina 200 mg (1 Cp. de manhã e 1 de noite, Fenintoína 100 mg (1 Cp de manhã e 1 à noite), Fenobarbital 100 mg (1 Cp. à noite) e Haldol Decanoato 3 amp). IM de 30/30 dias em região glútea. Refere 16 passagens no Sistema (sic). Anteriormente havia alegado que as lesões cicatriciais foram “por acidente com TINNER” (sic).

Tels. (21) 9743.1871 / (21) 8430.2595 E-MAIL: marcoromar@gmail.com

Marco Aurelio Romar Assistente Social Pós-Graduado em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes CRESS No. 19.850 - 7a. Região - RJ

Pueril, déficit intelectivo, ideação delirante de cunho místico. Pensamento de conteúdo empobrecido e delirante. Comprometimento de memória, afetividade e volição. Relato de alucinações visuais e auditivas. Déficit Cognitivo. Libido aumentada. Veio para o Instituto com prescrição de Fenintoína. Alega ter companheira, mas não filhos, e que “sua mãe é homossexual e não liga para ele” (sic). Apresenta diagnóstico de 14/11/2009 de traumatismo crânio encefálico em julho do mesmo ano, confirmado pela Drª Branca de Neve, CRM ilegível, CPF 001.002.003-04 – Tomografia de Crânio datada de 19/02/2009 realizada no Hospital Municipal na qual apresenta mínimos focos hemorrágicos frontais e bilaterais, pequena área de comprometimento temporal à direita, pequenas lâminas de hematoma subdural frontal direito e occipital – veio com prescrição do Instituto de Neurologia de 1 Cp. de Fenintoína (prescritas pela médica já citada). Saiu de casa segundo relato aos 13 anos de idade, período em que passou usar drogas lícitas e não lícitas; pais são separados e não mantém contato com os mesmos (sic); Problemática Sócio-familiar grave. Há relato de realizar suas atividades fisiológicas na cama e em outros locais não apropriados, “passando inclusive fezes nas paredes e jogando-as sobre outros adolescentes” (sic). Alega que o faz porque eles o chamam de maluco (sic) – solicitei à coordenação geral dos plantões que o mantivesse isolado na medida do possível, temendo por sua integridade física. Também há relato de jogar alimentos ao chão e outras atividades bizarras. Diz que já “experimentou Lança-Perfume, Ecstasy, Crack e Cannabis Sativa, sendo a última sua droga preferida” (sic). Quadros psíquico e radiológico falam a favor de transtorno psiquiátrico orgânico, provocado por lesão cerebral. A agressividade e a dificuldade de controle de impulsos são em parte explicáveis Por lesão em lobo temporal, como citada na Tomografia; Necessita de acompanhamento neurológico e psiquiátrico sistemáticos, além da tentativa de resgate de algum vínculo familiar. Acrescentei Haldol Decanoato hoje, que é uma medicação
Tels. (21) 9743.1871 / (21) 8430.2595 E-MAIL: marcoromar@gmail.com

Marco Aurelio Romar Assistente Social Pós-Graduado em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes CRESS No. 19.850 - 7a. Região - RJ

psicotrópica de depósito, liberada lentamente na corrente sanguínea, pois se desconfia de que John esteja jogando medicação psicotrópica fora ou fornecendo a outros adolescentes. Necessita fazer tomografia de controle e acompanhamentos neuropsiquiátricos, não só psiquiátrico. - Sugiro encaminhamento para internação, pois sua permanência no Instituto pode implicar em risco à sua integridade física. Quadro Psicótico Orgânico Cerebral (CID10 F07.8)

PLANO INDIVIDUAL DO ADOLESCENTE

Algumas ações vêm sido desenvolvidas com o jovem nesta unidade de internação objetivando uma melhor preparação do jovem para sua futura reinserção social, tais como: - Acompanhamento multiprofissional da Equipe de Saúde para avaliação e acompanhamento em saúde mental; - Atendimento e acompanhamento médico (Clínico e Psiquiátrico), com enfoque em seu estado físico e emocional; - Inserção em atividades culturais e de lazer neste Educandário; - Reinserção na escolarização e acompanhamento pedagógico; - Acompanhamento jurídico – Defensoria Pública; - Acompanhamento multiprofissional (psicologia, assistência social e pedagógico). - Encaminhamento para rede de Saúde Mental Infanto-Juvenil do Município do Rio de Janeiro. - Retirada de documentação civil necessária ao pleno exercício da cidadania. (Certidão de Nascimento, RG, CPF, CTPS, Título de Eleitor).

Tels. (21) 9743.1871 / (21) 8430.2595 E-MAIL: marcoromar@gmail.com

Marco Aurelio Romar Assistente Social Pós-Graduado em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes CRESS No. 19.850 - 7a. Região - RJ

Diante da possibilidade de continuação desta MSE concomitante a medida protetiva de tratamento em saúde mental, será dada continuidade a execução das ações descritas acima, visando o pleno bem-estar biopsicossocial do jovem John. Sendo o que nos cabia informar, remetemos o presente caso à vossa apreciação. Atenciosamente, Rio de Janeiro, 16 de setembro de 2098.

________________________ Joana da Silva As. Social

_______________________ Flamínio Fávero Psicólogo

________________________ Samuel Wygotski Pedagogo

________________________ Ondino Niemayer Psiquiatra

Tels. (21) 9743.1871 / (21) 8430.2595 E-MAIL: marcoromar@gmail.com

You're Reading a Free Preview

Descarregar