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COMO ENSINAR LITERATURA - ABORDAGENS METODOLÓGICAS AO ENSINO DE LITERATURA

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COMO ENSINAR LITERATURA: ABORDAGENS METODOLÓGICAS AO ENSINO DE LITERATURA Amael Oliveira1 Resumo: A configuração atual do ensino de literatura no país

tem sido alvo, notadamente nas últimas décadas, de críticas a cerca da ineficiência de seus métodos diante do contexto de mudança do mundo contemporâneo. A posição constrangedora do Brasil no ranking do índice de desenvolvimento da educação ratifica a necessidade de uma reavaliação dos pressupostos teóricos adotados pelo professor de literatura em sala de aula. Neste trabalho, serão apresentadas panoramicamente as atuais propostas desenvolvidas para o ensino de literatura, procurando destacar os modelos de base intertextual como uma alternativa ao modelo historiográfico. A partir da crítica realizada por Tzvetan Todorov (2009) ao ensino de literatura na França, tal perspectiva se fundamenta ainda nos trabalhos de William Roberto Cereja (2005), Carlos Magno Gomes (2010) e Regina Zilberman e Ezequiel Theodoro da Silva (2005).

INTRODUÇÃO O Brasil ocupa atualmente a 88° posição no Índice de Desenvolvimento da Educação no ranking de 128 países analisados pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco). A incômoda posição se torna ainda mais constrangedora se olhada em comparação à situação de países vizinhos, como é o caso da Argentina (38°), Uruguai (39°) e Chile (51°). Logo, qualquer discussão que pretenda tratar do ensino no país deve estar enquadrada dentro desse cenário ao qual está intimamente ligada. Além de fatores estruturais do próprio sistema de educação brasileira, há ainda outros elementos que dizem respeito à própria concepção de ensino adotada em sala de aula. Ora, os altos índices de analfabetismo funcional aliado a uma formação precária de leitores têm posto o ensino de literatura em xeque. Essa problematização ainda envolve outras questões de ordem didático-pedagógica como a escolha da metodologia usada na sala de aula, a eleição do cânone literário, ou seja, de quais autores se deve trabalhar, e a perspectiva
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Mestrando em Letras pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). E-mail: amael.oliveira@hotmail.com

conforme destaca Zilberman e Silva. ocorre uma confusão entre os sentidos de ler e alfabetizar. a transmissão oral. vai aos poucos se expandido e sua generalização se dá no século IV a. não foi aplaudido por todos. O emprego da escrita. Na prática pedagógica atual. por conseguinte. O filósofo Platão. eleva a alfabetização à posição de etapa básica e imprescindível do ensino. Propondo alternativas a esse quadro. o enfraquecimento dos padrões morais legados pela tradição. Essas alternativas metodológicas buscam saídas oportunas para o ensino centrado na historiografia literária. A cultura escolar. por exemplo. Antes dela. Carlos Magno Gomes (2010) e Regina Zilberman e Ezequiel Theodoro da Silva (2005). Neste trabalho. Para ele. o uso de rituais. modelo predominante no país. Seu uso. porém. LEITURA E LITERATURA HOJE A escrita é uma das formas mais antigas de fixação cultural utilizadas pela humanidade. tal perspectiva se fundamenta ainda nos trabalhos de William Roberto Cereja (2005). entretanto. diversas mudanças têm sido aventadas por pesquisadores de todo o país. a difusão da cultura escrita poderia acarretar preguiça intelectual e perda da memória. A partir da crítica realizada por Tzvetan Todorov (2009) ao ensino de literatura na França. .desenvolvida. principalmente pelo advento da internet na década de 90 do século passado.. procurando destacar os modelos de base intertextual como uma alternativa ao historiográfico. que coincide com a instalação plena da economia capitalista e da sociedade burguesa. serão apresentadas panoramicamente as atuais propostas desenvolvidas para o ensino de literatura.C. mas que engessa o aprendizado. que se dá por motivos econômicos. já que a historiográfica atualmente implementada no sistema de educação tem se mostrado insuficiente diante das mudanças impostas pela dinâmica do mundo contemporâneo. contudo. da dança e o apelo às artes visuais já eram usados largamente para fixar a tradição de um povo. quando ocorre a fixação da literatura produzida pelos poetas e pensadores gregos. via com desconfiança o registro escrito.

na opinião do crítico. a alegria e o desespero. não é por acaso que. a análise dos elementos internos. de um romance. tratase de uma forma de conhecimento do mundo. mas o que falam os críticos acerca dessas obras. a prática da leitura de poemas e romances não conduz a uma reflexão sobre a condição humana. ao mesmo tempo. compartilhando com eles numerosas características. E. Esquece-se de que a literatura não existe desvinculada do seu contexto e de que. ou seja. ao longo da história. (ZILBERMAN. p. iniciativa que acarretaria uma experiência de liberdade e autonomia à criança. (TODOROV. Na escola não se ensina o que falam as obras. principalmente para as crianças das camadas mais baixas da sociedade. Em sala de aula. pois ler veio a significar igualmente a introdução ao universo de sinais conhecidos como alfabeto e a constatação do domínio exercido sobre ele. 22) . 2009. suas fronteiras foram inconstantes. 2005. o amor e o ódio. confundiu-se com alfabetização. ressalta o crítico Tzvetan Todorov (2009.Colocada na base da educação. uma vez que estimulou o estudo imanente da obra. em especial. foi danosa para a prática da leitura literária. Em nossas aulas. que se insere o papel da literatura. poema e conto. mas sobre noções críticas. a leitura pôde assumir de imediato o componente democratizante daquela. O sentido de leitura como um processo de compreensão crítica da realidade se submeteu ao próprio processo de aprendizagem do código escrito. 13) De acordo com os pesquisadores. mas no centro de um conjunto de discursos vivos. 27). que. p. dissolvendo-se entre tantas outras obrigações da escola. esse quadro se iniciou com a ruptura no campo dos estudos literários das relações entre literatura e o mundo. p. A literatura não nasce no vazio. sobretudo. a prática de leitura se dissociou do dia-a-dia do estudante. ou seja. o aluno não mantém com o texto uma relação de intercâmbio espontâneo e pessoal. É dentro desse contexto. como a passagem à condição de leitor nem sempre ocorre de maneira natural. SILVA. ou ainda formais. passou a significar o processo de decodificação mecânica do alfabeto. Segundo Todorov (2009). sobre o indivíduo e a sociedade. ler passou a significar a introdução da criança ao universo dos símbolos gráficos da escrita.

] Longe de ser um simples entretenimento. Dessa forma. uma distração reservada às pessoas educadas. 40-41). ciências humanas e filosofia. pois temos acesso aos melhores pensamentos que elas têm a nos oferecer. [. nesse sentido. a literatura amplia o nosso universo... nos faz compreender melhor o mundo e nós mesmos. destacando que “o contato com a literatura possibilita que os estudantes aprendam a ler o mundo. posto que tenta colocar em evidência a natureza de um ser. ajudando-nos a viver melhor. A literatura nos faz viver experiências singulares. 23-24) Como disse certa vez o filósofo René Descartes (2009. como deseja a prática pedagógica atual voltada para o vestibular. nos aproxima dos outros seres humanos. incita-nos a imaginar outras maneiras de concebê-lo e organizá-lo. Em um primeiro momento serão . mas não radicalmente diferente. da literatura em nossas salas de aula. 2009. ressaltando o seu papel humanizador e de formação de leitores. p. cabe ressaltar a necessidade uma reavaliação do papel da leitura e. 97) salienta esse aspecto. Logo. p. Mais densa e mais eloquente que a vida cotidiana. Mas a verdade da literatura não tem a mesma natureza da do discurso científico. a se perceberem como parte da humanidade”. A ciência busca uma verdade de correspondência ou de adequação e a arte uma verdade desvelamento. E literatura não é uma disciplina de dissecação de obras com esquemas estruturais salientes e resumos prontos. a leitura de um bom livro é como uma conversa com pessoas de outros tempos e uma conversa estudada. ela permite que cada um responda melhor à sua vocação de ser humano. consequentemente. por exemplo. (TODOROV. seja ele literário ou não. Partindo desses questionamentos. a entender as relações sociais e. de um mundo. além do objetivo de formar leitores. E é. de uma situação. mais ainda. Ler um texto. Belmira Magalhães (2008. que a literatura se aproxima de outros discursos interpretativos: história.A arte assim como a ciência aspira à verdade. o ensino de literatura deve se voltar também para a humanização dos estudantes. far-se-á uma apresentação panorâmica das abordagens de ensino de literatura no país. p. deve partir de uma prática associada ao cotidiano da criança.

não possuem referências minimamente satisfatórias e. suas inovações e limitações. do enquadramento histórico da obra na historiografia literária. o livro didático de literatura. As leituras de romances. O objetivo do conhecimento literário nessa esfera se limita ao adestramento de técnicas de resolução de questões relativas à história literária. pois visa à memorização de características dos personagens. Assim. voltado para as provas de vestibulares do país. possui dois formatos: a forma seriada com um exemplar para cada ano ou a forma de volume único com a condensação de todo conteúdo em um único exemplar. quando exigidas. do enredo da narrativa. principalmente na rede pública de educação onde as bibliotecas são precárias e as condições socioeconômicas dos alunos dificultam a aquisição do material. E. tais obras de referência para o trabalho do professor de literatura apresentam uma estrutura condensada. são pautadas pela lista de obras de leitura obrigatória descritas no edital da prova. principal ferramenta pedagógica adotada pelos professores brasileiros. De acordo com Helder Pinheiro (2006). na maioria das vezes. que. não apresentam autores contemporâneos de outras regiões ou . A técnica mais usada nesse tipo de leitura é a produção de resumos. Esses livros apresentam uma quantidade de textos muito pequena. poemas e peças teatrais. ABORDAGENS DO ENSINO DE LITERATURA A primeira característica que se destaca no modelo de ensino de literatura no Brasil é a ausência da prática de leitura literária como atividade curricular no ensino fundamental. não há uma política de acesso aos livros. o ensino de literatura como disciplina curricular emerge no ensino médio. Ainda que alguns docentes realizem práticas isoladas. possui mais espaço destinado a exercícios de vestibulares que ao texto literário propriamente dito. o objetivo da leitura é mecânico. estilos de época.apresentados os principais modelos metodológicos. autores e obras. por serem escritos no eixo Rio-São Paulo. mesmo nesses casos. Nessa esfera. são fragmentários (os poucos poemas vem para ilustrar uma característica de um estilo de época).

contribuíram para referendar a importância do tema em foco”. também esse método possui dificuldades como “distanciamento histórico. que é caracterizada pela ênfase no encadeamento diacrônico de obras e autores. 2010. 164) . o modelo apresenta dificuldades que consiste no desconhecimento por parte do aluno de um repertório cultural que localize os textos nos contextos de produção. categorizados de acordo com princípios e características de um determinado estilo de época ou escola literária. 163). (CEREJA. predomina atualmente no ensino de literatura na educação brasileira a abordagem historiográfica. representado por jovem de 15 anos. a segunda realiza o percurso oposto. (CEREJA. linguagem pouco acessível e temas pouco interessantes para o jovem de hoje”. O pesquisador ainda trata de mais dois modelos que tomam como base a própria abordagem historiográfica. Essas propostas tomam dois caminhos: o primeiro corresponde a forma tradicional de ensino que parte das origens para chegar a contemporaneidade. p. destacando os benefícios de cada abordagem e as dificuldades da sua efetiva implementação. 106-107) Abordagem dialógica Ademais dessas questões. ou ainda. Contudo. como conclui Cereja. Segundo o autor (2010. confrontando autores e gêneros que.simplesmente negligenciam movimentos da cultura popular como a literatura de cordel. ambos os modelos possuem limitações no que se refere ao público da educação básica. partindo da contemporaneidade até chegar aos textos fundadores da literatura nacional. A segunda metodologia analisada pelo pesquisador é fundamentada na organização do curso em torno de gêneros literários. William Roberto Cereja (2010) apresenta um levantamento das atuais propostas de ensino adotadas no país. Procurando alternativas a esse modelo. p. diacrônica da literatura. p. Contudo. A primeira metodologia discutida por Cereja é baseada na organização do curso em grandes unidades temáticas. p. 2010. de alguma forma. Apesar de ser menos fragmentada que a proposta anterior. (PINHEIRO. 162) essa abordagem visa “abrir um amplo leque de leituras.

E. 2010. Cereja propõe. nessa perspectiva. diferentemente de Cereja. já que. o pesquisador propõe a organização do curso de literatura baseado na escolha de pontos de interseção entre sincronia e diacronia. por assim dizer. o texto literário contém simultaneamente o seu passado e o seu futuro. Gomes se baseia nos estudos da identidade gênero como intersecção temática para trabalhar o processo de paródia no romance contemporâneo. Partindo de teóricos da estética da recepção como Jaus. ou seja. que. . Contudo. p. é ponto de referência para o diálogo com obras futuras. Dessa forma. a obra de arte está contida em uma tradição com a qual dialoga e. Carlos Magno Gomes em “Estudos de gênero e leitura interdisciplinar” também elabora uma proposta de ensino de literatura. onde tanto Caminha como Oswald são o ponto de partida para o posicionamento crítico do movimento musical tropicalista na década de 70. então. o pesquisador ainda propõe um jogo intertextual mais amplo. Cereja adota a intertextualidade presente entre as duas obras como motivo para discutir a formação da identidade nacional brasileira. Existe. Abordagem interdisciplinar Partindo de contexto semelhante.Preocupado com a formação de leitores de textos literários. atestando que a nacionalidade é dos temas mais recorrentes da história literária nacional. mas que se remete a ela seja temática ou estilisticamente. criadas posteriormente. 164). Cereja elabora uma proposta fundada tanto na sincronia quanto na diacronia. Cereja propõe como exemplo de abordagem a intersecção temática “nacionalidade” e estuda comparativamente “as meninas da gare” de Oswald de Andrade em contraposição com a “Carta do Descobrimento do Brasil” de Pero Vaz de Caminha. como ele lembra. (CEREJA. na proposta de Cereja uma preocupação com o caráter histórico de evolução literária onde a obra deixa de ser um produto acabado fruto de seu momento histórico para ser um processo de diálogo crítico com outros textos. ao mesmo tempo. uma abordagem alternativa. “julgamos ser uma entre outras possíveis”. como é o caso do exemplo analisado pelo pesquisador. para ratificar o caráter de diálogo também com o futuro.

a leitura interdisciplinar visa sair da redoma estruturalista da narrativa para promover a formação de leitores. notadamente de grupos tradicionalmente marginalizados como mulheres. A proposta de Gomes. 2010. o leitor demandado por essa abordagem deve estar “atento aos artifícios do jogo narrativo para melhor desfrutar do banquete de citações sociais e culturais que todo texto literário traz”. mas também ressalta a importância dos atributos estéticos dos textos. Para exemplificar essa abordagem. É esse leitor que compreende não só o “como” a obra foi elaborada. p. 81). p. porém. p. um menino. p. Assim a leitura interdisciplinar demanda um leitor que é também co-auto. por isso não pode ser mais vista de forma fixa”. uma vez que seu enfoque se centra na formação de “um leitor preocupado em articular o dentro e o fora do texto em oposição às análises estruturalistas que só privilegiaram a forma textual”. (GOMES. 2010. aquele que analisa as posições identitárias de gênero para promover uma revisão do passado. Gomes analisa o romance O ponto cego (1999) de Lya Luft. A preocupação de Gomes. 76). na medida em que busca a formação do leitor cultural. o pesquisador destaca o caráter dialógico do romance que se posiciona em uma relação crítica com a tradicional noção de família patriarcal. 74). não se resume ao aspecto temático das obras.O pesquisador destaca a crescente relevância que estudos dessa natureza estão alcançando para compreensão de questões relativas à identidade. instaura com a sua deformação corporal uma transgressão no universo patriarcal. segundo Gomes (2010. . 75). então. Isto porque. de acordo com Gomes (2010. “a leitura interdisciplinar deve ir além da questão estética para se projetar como um método de provocação e de formação de leitores críticos”. A partir do conceito de paródia. Alicerçado em teorias da recepção e de gênero. já que. (GOMES. (GOMES. como representação e como autorepresentação’. negros e gays. 2010. O narrador do romance. p. a leitura interdisciplinar como abordagem de ensino “se coloca como um espaço crítico que reconhece a identidade de ‘gênero. 79) Desta forma. se volta para o papel formador da literatura.

Luiz Eduardo. Maceió: EdUFAL. GOMES. OLIVEIRA. 2008. In: CEREJA. . Por fim. René. In: SocioPoética. p. MAGALHÃES. ainda que a abordagem de Gomes seja mais voltada para o ensino superior e a de Cereja direcionada a formação de leitores no ensino básico. p. enquanto aquele chega a desenvolver uma abordagem que une diacronia e sincronia. Estudos de gênero e leitura interdisciplinar.mas também as relações de conflito ideológico na construção dos papéis femininos e masculinos na família patriarcal.. literatura e discurso. William Roberto. 162-195. por meio da leitura intertextual. N° 7. A convergência de pensamentos de ambos os pesquisadores se dá na medida em que visa resgatar o caráter humanizador da literatura em detrimento a tradicional abordagem estruturalista e historiográfica. 2005. Carlos Magno. 40-41. Referências CEREJA. 82) Considerações finais Apesar das divergências quanto à temática adotada. Porto Alegre: L&PM. Josalba Fabiana dos. pode-se afirmar que ambos os trabalhos partem de uma determinada concepção de obra literária. a Jul.) Literatura e Ensino. 2010. 73-83. p. Tanto Cereja quanto Gomes procuram alternativas metodológicas à perspectiva historiográfica ou diacrônica do ensino de literatura. Jan. Ensino de Literatura: uma proposta dialógica par ao trabalho com literatura. vale ressaltar que ambas as propostas são metodologicamente válidas. 2009. In: SANTOS. apesar de que esse procure se afastar mais incisivamente. Belmira. Tradução de Paulo Neves. como processo que está em constante diálogo com a sua tradição cultural. DESCARTES. Ensino. O dialogismo como procedimento no ensino de literatura. (GOMES. a saber. Discurso do método. 1. São Paulo: Atual. William Roberto. 2010. (orgs. p. Vol.

Leitura: Perspectivas interdisciplinares. 2005. . p. São Paulo: Parábola. A literatura em perigo. ZILBERMAN. SILVA.). Rio de Janeiro: DIFEL. Márcia (orgs. Tzvetan. SILVA. TODOROV. 2009. Reflexões sobre o livro didático de literatura. Regina. 103-116. Clécio. Regina. Tradução de Caio Meira. Hélder. MENDONÇA. Ezequiel Theodoro da (org. Português no ensino médio e formação do professor. In: BUZEN.PINHEIRO. 2006.). São Paulo: Ática. Ezequiel Theodoro da. In: ZILBERMAN. Leitura: por que a interdisciplinaridade.

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