Técnica radiológica médica Luiz Fernando BOISSON. Serviço de radiologia do hospital municipal Miguel Couto.

Registro de direitos autorais - B.N. Rio de janeiro. 4º EDIÇÃO revisada e ampliada. 1980

Uma homenagem aos médicos radiologistas do Hospital Municipal Miguel Couto. Dr. Felicio Jahare Dr. Aldo Leite Ribeiro Dr. Paulo Menezes Nogueira Penido Dr. Luiz Alberto Moreira de Souza Dr. Hugo Cordovil Dr. João Carlos Tosin Lopes Dr. Aluisio Pereira

ÍNDICE .
01 - Técnica radiológica. Introdução
Incidência ou projeção. É o conjunto de meios para a obtenção de uma radiografia. Os principais meios que condicionam a obtenção de uma radiografia são: - Fatores radiograficos - Posicionamento - Raio central.

Fatores radiológicos
Os fatores radiológicos básicos são : - mA ( miliampere ) ==> 1/1000 A - Kv ( quilovolt ) ==>1 x 1000 volts - .e ( espessura ) ==>em cm e suas frações - .d ( distancia ) ==>em m e suas frações 1 - mA ( miliampere ) O mA que penetra na ampola é o responsável pelo aquecimento do filamento catódico, que libera os eletrons para chocaren-se no anódio, produzindo os raios-X. A miliamperagem utilizada numa determinada radiografia, associada ao tempo ( segundos e suas frações ) , nos dá o mAs ( miliampere-segundo ) , que representa a quantidade de raios-X. A - Tempo ( t ) ==> O tempo a ser utilizado numa radiografia é proporcional á incidência, aplicada ao exame radiológico. O tempo de exposição dos raios-X coincide com o tempo de aquecimento do catódio ( polo negativo ). B - mAs ( miliampere-segundo ) ==> represente a quantidade de raios-X emitida durante a exposição. O mAs é o responsável pelos contrastes fortes, isto é, o preto e o branco. Obtemos o mAs multiplicando o ma ( miliampere ) pelo t ( tempo ). .mAs = mA x t Exemplos : .mAs = ? .mA = 300 ==> mAs = 300 x 0,5 ==> mAs = 150 t = 0,5 s ________________________________________________________________________________ .mAs =? .mA =200 ==> mAs = 200 x 1,0 ==> mAs = 200 t = 1,0 s ________________________________________________________________________________ .mAs = ? .mA = 100 ==> 100 x 2,0 ==> mAs = 200 t=2s ________________________________________________________________________________ Podemos concluir : Numa mesma unidade de tempo, quanto maior o mA, maior a quantidade de raios-X. Com alta miliamperagem, podemos conseguir grande quantidade de raios-X, com tempo curto. 2 - Kv ( quilovolt ) O Kv ( quilovolt ) representa a velocidade de impacto dos eletrons liberados do catódio ( - ) contra o anódio ( + ) . Quanto maior a quilovoltagem, menor o comprimento de onda e maior a penetração dos raios-X. O Kv é o responsável pelos contrastes intermediários entre o preto e o branco. Podemos obter a quilovoltagem multiplicando a espessura ( e ) da região a ser examinada por 2 ( dois ) e somando uma constante ( k ). Para um mesmo exame a constante pode variar de acordo com o tipo de aparelho. Kv = 2 e + k Exemplos : Kv = ? .e = 20 cm ==> Kv = 2 x 20 + 30 ==> Kv = 70 .k =30 ________________________________________________________________________________ Kv = ? .e = 15 cm ==> 2 x 15 + 60 ==> Kv = 90 t = 60 ________________________________________________________________________________ Kv = 80 .e = 25 cm ==> 80 = 2 x 25 + k ==> k = 30 k=? ________________________________________________________________________________ Kv = 100 .e = ? ==> 100 = 2 x e + 60 ==> e = 20 cm k = 60 3 - e ( espessura )

Raio central percorre internamente o maior eixo da região a ser examinada. ) Incidências complementares. OAE ou OAL . Perfil esquerdo ( Pesq. as radiografias devem incluir a articulação tibio-társica.R. OPI ou OPM . que são as regiões onde estão os ossos mais longos do corpo humano.0 m De acordo com a lei de Kepler. o Kv e o mAs terão que ser ajustados de maneira precisa para obtermos uma radiografia de bom padrão. Incidências que apresentam como ponto de referência a região do paciente mais próxima do filme : Pesq. ou Pmed . ) Tórax . cilindros.Obliqua posterior externa ou lateral. OAD . mais próxima do filme. abdome simples. 4 . apresentam uma melhor definição da imagem. mais próxima do filme. antebraço.. Exemplo : Fratura no terço distal da perna. é importante sempre que possível incluir no filme as articulações proximais e distais. á densidade da região. Perfil interno ( Pint.C.C. mais próxima do filme. Incidências localizadas.Rotina : Antero-posterior ( AP ) . Pint. Quando isso não for possível. Região posterior direita.50 e 2. Como regra geral. pode haver várias entradas de raio central diferentes. deve-se sempre incluir a articulação mais próxima do local afetado. Região posterior esquerda. Escolha de filmes. OPD . AXIAL . Região posterior interna ou medial. sai perpendicular em relação ao maior eixo da ampola. Fazer panorâmica de abdome no estudo dos rins ou vesícula. crânio. que poderia não aparecer a um exame radiológico tecnicamente errado. cones e outros localizadores. pode haver uma patologia. Mão . Exemplo : Fazer panorâmicas do crânio no estudo radiologico do osso temporal ou da sela turca. realizado em filmes pequenos. Região anterior interna ou medial. próximo á região que foi radiografada no "spot film". . que utilizam a diafragmação somente para o tamanho do filme. saindo na região posterior mais próxima do filme. São radiografias de grandes áreas anatômicas. se dobramos a distancia foco-filme. PA . além da espessura.Antero-posterior .Obliqua anterior esquerda. que são efetuadas a maiores distancias. devemos sempre associar incidências panorâmicas e localizadas. em pacientes politraumatizados. É bastante freqüente encontrarmos associada a uma fratura completa de cúbito. Região interna ou medial. OPE ou OPL . Incidências de rotina. Exemplo : Radiografia do tórax. penetra na região posterior saindo na região anterior. Região posterior externa ou lateral. mais próxima do filme. Essas incidências.Obliqua posterior interna ou medial. OPE .Perfil externo ou perfil lateral. pois utilizam diafragmação ou colimação. proporcional.Obliqua anterior externa ou lateral. etc. Região direita do paciente mais próxima do filme.Antero-posterior ( PA ) .R. Região externa ou lateral.Postero-anterior ( PA ) . pois ás vezes. Região anterior mais próxima do filme. Raio central É o feixe de raios-X. São as incidências pelas quais o radiologista pode incluir na rotina.Obliqua anterior direita. com a finalidade de filtrar a radiação secundaria. Normalmente são projeções que utilizam a área total do filme. OAI ou OAM -Oblíqua anterior interna ou medial. Sempre que formos estudar detalhadamente uma região. mais próxima do filme. deve-se sempre utilizar os maiores filmes. Pext ou Plat . mais próxima do filme.De acordo com a espessura da região a ser examinada. Tipos de incidências básicas Incidências que apresentam como ponto de referência a penetração do raio central : AP . Perfil externo ( Pext ) . teremos que quadruplicar a densidade da radiação. com os mesmos fatores. Como regra geral. Posicionamento É a posição em que o operador coloca o paciente para obtenção de uma determinada incidência. Região anterior esquerda. nunca devemos realizar um exame radiológico somente com incidências localizadas.Perfil interno ou perfil medial. OAE . A identificação deve ser colocada numa região que não sofreu exposição. luxação da cabeça do rádio. Incidências panorâmicas. Pdir .Postero-anterior ( PA ) . Nas radiografias de braço.d ( distancia ) A distancia foco-filme para a maioria dos exames radiológicos é de 1 m. necessário para estudar radiologicamente uma determinada região. o único que não é obliquo. também chamadas "spot film" ( to spot = localizar ) . como acontece normalmente nas radiografias de coxa e perna.Obliqua posterior esquerda. mais próxima do filme. mais próxima do filme. mais próxima do filme.. É o número mínimo de radiografias. excetuando-se as telerradiografias ( tele do grego : distancia ) . puntiforme.Póstero-anterior . para termos uma radiografia de padrão semelhante. coxa e perna. Região anterior direita. aumentando em muito o detalhe da imagem. que variam entre 1.Perfil direito ou lateral direita. Obliqua anterior interna ( OAI ) Antebraço . com a finalidade de esclarecer uma hipótese diagnostica. na procura de eventuais fraturas ou luxações. Região anterior externa ou lateral. mais próxima do filme.Perfil esquerdo ou lateral esquerda. Região esquerda do paciente mais próxima do filme. pois num mesmo posicionamento.Obliqua posterior direita. penetra na região anterior. Exemplos : Perna . A espessura entra na fórmula para a obtenção do Kv : Kv = 2 e + k Há uma certa padronização do mAs para cada região do corpo humano a ser examinada. isto é. perna. O que especifica uma incidência é a penetração do raio central. para evitar que haja superposição do numerador com estruturas importantes para o exame. que fugiria assim á percepção do radiologista.

número de registro e as iniciais. Devemos seguir como norma que o numerador sempre caia no lado esquerdo quando a radiografia em posição de observação. Colocação do numerador. uma 5º dedo – Auricular ou mínimo  falange média ou 2ª falange e uma falange distal ou 3ª falange. A identificação nunca deve sobrepor estruturas importantes ao exame radiológico e deve sempre aparecer totalmente no campo radiográfico. que estabelece a colocação do numerador. 1º dedo – polegar – apresenta uma falange proximal ou 1ª falange e uma distal ou 2ª falange. número de registro e iniciais. / Pext / OAI / OAE / OPI /OPE Incidências de rotina. Há uma convenção. O ato de conferir a identificação deve exigir grande atenção por parte do operador. a colocação do numerador no lado direito ou esquerdo. Exemplo : OAD ( obliqua anterior direita ) de tórax em posição ortostática : Será colocado na região superior direita do chassis com sua frente voltada para o filme. É importante referirmos que a posição anatomica do corpo humano. sempre no lado direito do paciente. de importância secundaria. Hirtz ( H ) Identificação das radiografias Identificação é colocar o numerador de maneira que apareça na radiografia. 2º dedo – índex ou indicador  Apresentam uma 3º dedo – Médio  falange proximal 4º dedo – Anular  ou 1ª falange. Obliqua posterior interna ( OPI ) ________________________________________________________________________________ Seios da face . Incidências. Se for colocado próximo a qualquer um dos três vértices restantes do filme. pois se o numerador for colocado num espaço vazio por trás da coluna. A colocação do numerador nas incidências obliquas acompanha a mesma convenção da antero-posterior ( AP ) e postero-anterior ( PA ). Dedo ( 2º ao 5º Quirodáctilo ) Estudo radiológico – 2º ao 5º quirodáctilo. como é feito no estudo da cervical.Rotina : Fronto-naso ( FN ) . Essa superposição deve ser aceita.Complementares : Obliqua posterior externa ( OPE ) . . superpondo-se então com a mandíbula. PA / AP / Pint. pois neste caso deixa de existir o lado direito e esquerdo e sim o anterior ou ventral e o posterior ou dorsal. deve Ter uma identificação que especifique esses lados. que possam se superpor a imagem radiográfica. Quando o paciente está em AP o numerador é colocado de maneira que se consiga ler a data . nesse caso. Nos exemplos citados o numerador será colocado com a face anterior voltada para o filme. Há certas incidências que a identificação tem que ser de maneira atípica : Exemplos : Perfil de crânio com paciente em heme-decubito-lateral : Deve ser colocado ao nível da região mentoniana. não mais conseguimos ler a data. poderá superpor estruturas de grande importância no estudo radiológico do crânio. Perfil de colunas torácicas e lombar em posição ortostática : Deve ser colocado na parte superior do chassis. ou Pext / OAI / OAE PA O dedo deve ficar estendido com a sua região anterior apoiada sobre o chassis. ) .Membro superior. Paciente de pé ==> parte mais alta do chassis Paciente sentado ==> no lado do chassis Paciente deitado ==> parte mais baixa do chassis Quando a radiografia é colocada no negatoscópio a imagem do numerador deve estar colocada á esquerda do observador. Nesse caso. Quando está em PA. A posição do doente. que tornará o exame radiológico sem efeito. coloca os membros superiores em supinação. pois uma radiografia com numeração errada representa uma grave falha. Nas incidências em perfil. PA / Pint. o numerador acompanha a inversão do posicionamento. Mento-naso ( MN ) Complementares : Perfil esquerdo ( Pesq. com a data do exame. Quando for o caso de duas incidências localizadas num mesmo filme. 02 . passa a não Ter tanta importância. em ambos quando colocado ao chassis. de maneira que a região palmar fica voltada para frente. Retirar anéis ou outros adornos. numero de registro do paciente no hospital ou no serviço de radiologia e se possível as iniciais do nome do paciente. estudando os lados direito e esquerdo de alguma região. não irá aparecer na imagem por causa da alta quilovoltagem utilizada nessas radiografias. Dedo ( quirodáctilo ). também indicará a região do chassis onde se colocará o numerador. superpondo-se com alguma parte da região anterior do tórax ou abdome.

O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa. entre o dedo e o chassis. sem ficar em posição incômoda. ou na cabeça da 1ª falange. em proporção com as obliquas posteriores. de maneira que o polegar fique em PA. de maneira que possa apoiar a mão sobre o chassis. Raio central perpendicular. Para isso. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. essas incidências devem participar da rotina. enquanto o outro lado fica mais afastado. O dedo que vai ser radiografado deve ficar estendido e os outros. que deverá estar colocado numa das extremidades da mesa. Por isso deve utilizar sua outra mão para manter o lado a ser examinado fixo e os dedos fletidos. Raio central perpendicular. por isso. por causa das freqüentes fraturas de sua base ( fratura de BENNETT ) Raio central perpendicular. Incidências de rotina PA / Pext / OPI / OPE PA Podemos obter o PA do polegar de duas maneiras : A-) Apoiamos a região anterior do dedo no chassis. o paciente com uma contusão. com uma pequena flexão. qualquer uma das duas pode participar da rotina. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange ( proximal ). Raio central perpendicular. colocar um apoio radiotransparente sob o polegar. Obliqüidade de aproximadamente 45º entre o dedo e o chassis. Se houver dificuldade do paciente manter essa posição. quadros reumáticos avançados. por isso seu estudo radiológico se dá de maneira diferente. apoiado sobre o chassis. junto aos outros dedos. Esta projeção apresenta a desvantagem de não apresentar totalmente o 1º metacarpiano na imagem. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. O raio central então. OAI Região anterior interna do dedo. AP Região posterior ou dorsal do dedo. Esta incidência só deve ser utilizada nos casos de controle de fratura ou luxação onde a imobilização deve ser feita com a falange em posição anatômica de repouso. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 2ª falange ou na cabeça da 1ª falange. apresenta dificuldade nesse posicionamento. Para isso. Incidências PA / AP / Pint / Pext / OPI / OPE /OAI / OAE . respectivamente. devem ficar apoiados. para evitar a superposição. 5º metacarpiano e cúbital. os objetos. Normalmente. enquanto a interna fica erguida. fletidos ao máximo. entrará na concavidade. Obliqüidade de aproximadamente 45º. cirúrgicas. Raio central perpendicular. isto é. a região do 5º dedo. Raio central perpendicular. Os dedos. de uma maneira geral. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange. dependendo se for o perfil interno ou o perfil externo. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. apoiados sobre a mesa e chassis. a região externa da mão fica mais próxima do filme. A OAI e OAE são as que apresentam maior facilidade de posicionamento. por ser o responsável pelo exercício de pinçar. OAE Região anterior externa do dedo mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange ou proximal. separando os espaços inter-articulares. OPI e OPE Somente utilizamos as obliquas posteriores quando o paciente apresenta qualquer tipo de alteração que o obrigue a manter os dedos numa certa flexão. B-) Colocar a mão em posição lateral. a mão e o antebraço devem ficar em linha. É de grande importância a inclusão na radiografia do 1º metacarpiano em sua totalidade. como em imobilizações ortopédicas. apresentam grande importância nas suspeitas de fraturas articulares e como sabemos da grande freqüência dessas fraturas ao nível dos dedos. . Estas incidências podem ser realizadas com a região interna ou externa da mão e antebraço apoiados sobre a mesa e chassis. se apresenta implantado na mão de maneira obliqua. Polegar ( 1º Quirodáctilo ) ESTUDO RADIOLÓGICO DO 1º DEDO ( POLEGAR ) O polegar. OAI E OAE As projeções obliquas. etc. penetrando na articulação metacarpo-falangeana. Pint ou Pext Utilizar o Pint ou o Pext vai depender da posição que for mais cômoda para o paciente e em segundo plano a que aproximar mais o dedo do filme.

com a outra mão. até que o seu dorso fique apoiado no chassis.05s / fino / 1m / não / 24x30 Pint em extensão A região interna da mão. colocá-la em concha. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. Raio central perpendicular. Esta incidência deve ser utilizada nos casos em que haja uma certa flexão de qualquer uma das articulações da mão. Raio central perpendicular. deve ser de aproximadamente 45º . pulseiras ou outros adornos que possam aparecer na imagem radiográfica. Obliqüidade dedo-chassis. o paciente. AP ou PALMO-DORSAL Região posterior da mão. apoiada sobre o chassis. podendo-se utilizar um filme 18x24cm. Obliqüidade dedo-chassis de aproximadamente 45º Raio central perpendicular na 1ª articulação metacarpo-falangeana. girar a mão para dentro ( OPI ) e girar a mão para fora ( OPE ) . FATORES. Estudo radiológico Incidências PA / AP / Pint com flexão e com extensão / Pext / OAI / OAE / OPI / OPE Incidências de rotina PA / OAI PA ou DORSO-PALMAR A região anterior ou palmar deve ficar apoiada sobre o chassis. Retirar anéis. devem ser em número de quatro. pela maior facilidade de posicionamento. . Raio central perpendicular. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. até que a região posterior do polegar fique em contato com o chassis. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. sem ficar em posição incômoda. B-) girar a mão em supinação máxima até que a região posterior do polegar fique em contato com o chassis. NOTA As radiografias de rotina para dedo. Para conseguirmos um perfil rigoroso devemos colocar o braço fazendo um ângulo de 90º com o antebraço. É o posicionamento em perfil. Raio central perpendicular. Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 38 / 3 / 100 / 0. mais cômodo para o paciente. OPI e OPE A partir do posicionamento em PA ( A ) de polegar. suavemente para dentro. OAI e OAE A partir do posicionamento em PA ( A ). para obter um maior detalhe. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. dividido com placas de chumbo ou por colimação. Pext Com a mão em PA. Para fixar o posicionamento deve-se colocar um apoio radiotransparente sob a região dorsal interna da mão. antebraço e braço devem ficar apoiados sobre o chassis e a mesa. Esta projeção apresenta a desvantagem de não apresentar com boa definição o 1º metacarpiano. penetrando a 3ª articulação metacarpo-falangeana. O 3º dedo. Pint Girar a mão em supinação. 3º metacarpiano e antebraço devem ficar em linha. O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa. forçar uma rotação interna do polegar ( OAE ) e outra externa ( OAI ). Essas incidências entram na rotina para polegar. ou qualquer condição patológica na região posterior. Para fixar o posicionamento e melhorar a demonstração de 1º metacarpiano. apoiados sobre a mesa e o chassis. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. O polegar deve ficar apoiado sobre um anteparo radiotransparente para fixar o posicionamento. penetrando ao nível da 3ª articulação metacarpo-falangeana ( na grande prega transversal da mão ). girando a região do polegar. FALANGES. que seja necessário aproximar mais do filme. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana.AP Podemos obter o AP do polegar de duas maneiras : A-) girar a mão em pronação máxima. METACARPO.03 / fino / 1m / não / 18x24 Mão – A mão é composta por três grupos ósseos distintos : OSSOS DO CARPO. deve tracionar os quatro dedos para trás. de maneira que possa apoiar a mão sobre o chassis.

Pela maior dificuldade de posicionamento.O polegar deve ficar paralelo. Somente nesta obliqua é utilizada na rotina por apresentar excelente definição dos componentes anatômicos da mão. Pext Região externa da mão. Para manter este posicionamento é necessário utilizar um apoio radiotransparente na região medial da mão. fazemos sem o ecram. envolvendo o filme num papel radiopaco a luz. aos metacarpianos e ao indicador. Pint com flexão Esta incidência é feita com os dedos relaxados. Esta projeção pode ser importante em qualquer condição patológica situada próximo a região externa da mão. O paciente deve ficar sentado num plano baixo. teremos um melhor estudo das regiões articulares e evitaremos que o paciente venha repetir o exame com suspeita de uma patologia. 2-) partes moles Quando nos interessa o estudo das partes moles. Raio central perpendicular. com os dedos ligeiramente flexionados. OAE Região anterior externa. que se deseje aproximar do filme para um maior detalhe. . para ambos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 36 / 8 / 100 / 0. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. diferente do posicionamento do perfil já descrito. o polegar deve colocar-se sobre a região do 2º metacarpiano e indicador. Obliqüidade mão-filme de 45º. de maneira que toda a sua região anterior fique em contato com o chassis. temos duas técnicas : A-) Retirar 3 Kv no PA e obliquas de mão e 5 Kv no perfil em extensão. o polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. É usada para demonstrar o deslocamento para diante ou para trás. que poderá ser o interno ( medial ) ou externo ( lateral ). estas projeções só devem ser utilizadas em condições especiais como por exemplo em pacientes politraumatizados. penetrando de maneira que passe pela 3ª articulação metacarpo-falangeana. O polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. O paciente coloca a mão sobre o chassis na posição de perfil interno. com a região medial da mão e antebraço mais afastadas. Raio central perpendicular. de maneira que o arco natural da mão seja mantido. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. quando virmos que a posição do seu corpo facilita o posicionamento. de modo que suas pontas toquem o chassis. mais próximas do filme. penetrando na 2ª articulação metacarpo-falangeana. que é a diminuição do espaço articular. O perfil sempre deve ser rigoroso. O polegar pode ficar algo afastado da região palmar. passando ao nível da 3ª articulação metacarpo-falangeana. devemos fazer de rotina o "PA" e o "perfil" em extensão. em fraturas dos metacarpianos. medialmente. Obliqüidade mão-filme de 45º. descansando sobre a mesa. No perfil externo. através da maior aproximação do corpo estranho em relação ao filme. Exemplo : com ecram – 5 mAs / 42 Kv Sem ecram – 100 mAs / 45 Kv 4-) falsa diminuição do espaço articular Quando formos radiografar o "PA" de mão. Raio central perpendicular. penetrando na 2ª articulação metacarpo-falangeana. devemos Ter o cuidado de estender bem os dedos. mais próxima do filme. Qual dos dois perfis será definido.08s / fino / 1m / não / 24x30 OAI Região anterior interna mais próxima do filme.05s / fino / 1m / não / 24x30 Mão ( corpo estranho ) NOTAS GERAIS 1-) corpo estranho Quando a indicação é corpo estranho. O antebraço deve ficar em linha com a mão. 3-) Radiografia sem ecram reforçador Quando desejamos obter o máximo de detalhe numa radiografia de mão. Desta posição girar medialmente. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. principalmente quando a indicação são luxações ou subluxações. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. No perfil interno em extensão. de maneira que o antebraço faça um ângulo de 90º com o braço. Obliqüidade mão-filme de 45º. O polegar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a região palmar. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. para que possa aproximar da mesa o seu braço e antebraço. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa. Tendo esse cuidado. Raio central perpendicular. B-) Aumentarmos 5 Kv em todas as incidências e realizarmos uma revelação manual rápida.

Raio central perpendicular. a mão em concha. passando ao nível das 3ª articulações metacarpo-falangeanas. P com flexão e P com extensão Com o paciente no mesmo posicionamento de perfil interno de punho. AP Região posterior do punho. O polegar deve ficar medialmente paralelo ao 2º metacarpiano e ao indicador. mais próxima do filme. nos casos de suspeitas de luxações. como no PA.06s / fino / 1m / não / 18x24 Pint Região medial da mão. B-) Mão normal – Região palmar estendida. penetra perpendicular 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. mas os dedos em flexão forçada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 38 / 6 / 100 / 0. em garra e mão normal. penetrando no ponto médio da grande prega do punho. mais próxima do filme. Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Podemos utilizar. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. Para conseguirmos um perfil rigoroso de punho devemos fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. deve fazer uma radiografia com flexão forçada e uma outra com extensão forçada. no meio do filme. penetrando no processo estilóide do rádio. A mão deve ficar em pronação máxima. Temos três métodos para realizar o PA : A-) Mão em concha – É o melhor. penetrando ao nível do processo estilóide ( palpável na região mais proximal da tabaqueira anatômica ). Alguns autores acham necessário fazer somente da mão esquerda. Pext Região lateral da mão e punho encostados no chassis. É muito importante para a aferição da idade óssea a inclusão no filme de todos os grupos ósseos da mão e mais as zonas metafisárias e epifisárias do rádio e cúbito. pois aproxima totalmente a região anterior do punho ao chassis. no ponto médio do punho. igualmente. Devemos fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. O polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. normal e em garra / AP / Pint / Pext / P com flexão / P com extensão / OAI / OAE / OPI / OPE / Desvio cúbital / Desvio radial / Incidência de STECHER / Incidência para canal carpiano Incidências de rotina PA / Pint / OAI / OAE PA Região anterior do punho. que se apresentam em duas fileiras : Fileira proximal : Escafoide / Semilunar / Piramidal / Pisiforme Fileira distal : Trapézio / Trapezóide / Grande osso / osso ganchoso Estudo radiológico Incidências PA em concha. de maneira que suas pontas fiquem em contato com o chassis. Deve ser uma exposição em PA comparativa de mão. de maneira que a região externa ou lateral do punho fique em contato com o chassis. Esta incidência apresenta uma certa distância entre o punho e o chassis. Estas projeções apresentam grande valor. punho e antebraço apoiadas no chassis e mesa. C-) Mão em garra – Região palmar encostada no chassis. A mão deve se manter em linha com o antebraço. O raio central para qualquer uma das três variantes do PA. mas os ossos do carpo do filme é a mão em concha. penetrando 1cm abaixo do processo estióide do cúbito.Idade óssea ( mãos e punhos ) A medida da idade óssea do esqueleto pode ser feita através da tabela de GREULICH E PYLE ( 1959 ).05s / fino / 1m / não / 24x30 Punho O punho é composto pelos ossos do carpo. apresenta um certo afastamento entre o punho e o chassis. O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa para o posicionamento ficar mais cômodo. Raio central perpendicular. encostada ao chassis e mesa. Raio central perpendicular. de maneira que passe ao nível de 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. Raio central perpendicular. Só utilizamos o AP quando queremos aproximar do filme qualquer patologia que se apresente ao nível da região posterior do punho. Raio central perpendicular.

Raio central perpendicular. afastando do chassis qualquer parte da mão e punho. O chassis deverá estar colocado sobre um plano inclinado de 20º. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do punho. como na posição PA com a mão normal. Incidência com desvio radial Região anterior do punho em linha com a mão apoiadas sobre o chassis e mesa. trapezoide e semilunar. A imagem da OAE corresponde a OPI de punho. como na anterior. OPE Região posterior externa do punho mais próxima do filme. para manter o posicionamento.06s / fino / 1m / não / 18x24 Incidência com desvio cúbital ( incidência para escafoide ) Região anterior do punho em linha com a mão apoiadas sobre o chassis e mesa. Obliqüidade punho-filme de 45º A imagem dessa projeção obliqua corresponde a OAE de punho. penetrando 1. A outra mão deve auxiliar. A OAI demonstra com boa definição os ossos do carpo mais laterais ( escafóide. Obliqüidade punho-filme de 45º. Incidência de STECHER (incidência para escafóide ) O punho deve ficar ajustado sobre o chassis. Para manter o posicionamento. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 6 / 100 / 0. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do punho. Piramidal. O polegar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a região palmar. Obliqüidade punho-filme de 45º A imagem dessa projeção obliqua corresponde a OAI de punho. trapézio. Esta projeção apresenta com boa definição o osso escafóide dissociado em quase todas as suas faces articulares. Outros ossos do carpo bem evidenciados. A imagem radiográfica da OAI corresponde a OPE de punho. A mão deve sofrer uma rotação externa de maneira que o polegar fique em linha com o rádio.06s / fino / 1m / não / 18x24 Canal carpiano É o canal por onde deslizam os tendões dos músculos flexores e os principais feixes vásculo-nervoso da mão. penetrando 1cm abaixo do processo do cúbito. Obliqüidade punho-filme de 45º Esta projeção apresenta a característica de dissociar totalmente o pisiforme. penetrando 2cm acima do ponto médio do punho. O raio central perpendicular. Esta projeção apresenta com boa definição os ossos da parede medial do punho : Pisiforme. Havendo dificuldade de manter o posicionamento. osso ganchoso e semilunar. colocar um apoio radiotransparente sob a região palmar. também sem mover com o antebraço ou erguer. Raio central perpendicular.50 / 38 / 8 / 100 / 0. Podemos também colocar um saco de areia sob o chassis. Paredes do canal carpiano Parede lateral : osso escafóide / osso trapézio Parede medial : osso Pisiforme / osso ganchoso Na imagem radiológica. Outros ossos bem demonstrados : trapézio. A partir desse posicionamento. fique em contato com o chassis. trapezóide ) e outros com menor definição como o semilunar e grande osso. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 38 / 6 / 100 / 0. piramidal e osso ganchoso. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. o assoalho do canal carpiano é formado pelo osso semilunar Incidência de GAYNER-HART ( incidência para o canal carpiano ) Região anterior do punho apoiada sobre o chassis. até que a parede lateral do canal carpiano. OAE Região anterior externa do punho mais próxima do filme.5cm acima da região do escafóide ( parede medial da tabaqueira anatômica ). penetrando 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. Raio central perpendicular. hiperestender a mão e o punho e girar levemente no sentido medial. . podemos colocar um apoio radiotransparente sob a região palmar. A mão deve sofrer uma rotação interna.08s / fino / 1m / não / 18x24 OAI Região anterior interna do punho mais próxima do filme. no centro do punho. no centro do punho. Raio central perpendicular. penetrando 2cm acima do ponto médio do punho. OPI Região posterior interna do punho mais próxima do filme. de maneira que forme um ângulo de 20º com o plano da mesa.

em bloco.Raio central com uma inclinação cefálica tal que tangencie o maior comprimento do canal. Essa inclinação vai variar com o grau de extensão que o paciente consiga obter com a mão. duas incidências. de maneira que fique em posição cômoda. aproximadamente a 3cm acima do plano do chassis. de maneira que forme um ângulo de 90º com o tórax. as vezes. reações periostais ou outras lesões ósseas. antebraço e punho apoiadas no chassis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 10 / 100 / 0. sem supinar ou pronar a mão. pois são freqüentes as fraturas de cúbito com luxação da cabeça do rádio ( fratura de MONTEGGIA ). O paciente deve sentar. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. com o polegar apoiado no chassis. O raio central penetra na região mais alta do canal. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa do antebraço apoiadas sobre o chassis. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho. Quando o polegar fica elevado. . respectivamente. Para conseguirmos um AP rigoroso do antebraço. cotovelo. certos traços de fratura. encostada no chassis.1s / fino / 1m / não / 18x24 NOTAS GERAIS 1-) POSICIONAMENTO Para facilitar os posicionamentos. para obtenção de um maior detalhe.08s / fino / 1m / não / 30x40 Pint Regiões internas do braço.1s / fino / +_70cm / não / 18x24 Antebraço No antebraço encontramos 2 ossos. Raio central perpendicular. antebraço e punho apoiadas no chassis. no mínimo. medialmente e lateralmente. Pext Regiões externas do braço. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho ( ou no meio do espaço entre o pico do olecrânio e o processo estilóide do rádio ). cotovelo. que as duas articulações ( proximal e distal ) apareçam com boa definição na radiografia. Raio central perpendicular. O rádio está colocado lateralmente no lado do 1º dedo ( polegar ) e o cúbito medialmente no lado do 5º dedo ( auricular ). Para conseguirmos um perfil rigoroso. É de grande importância para o exame radiológico do antebraço. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho ( ou no meio do espaço entre o pico do olecrânio e o processo estilóide do rádio ). A articulação do cotovelo também deve fazer um ângulo de 90º. mas faremos sempre. por isso a necessidade da utilização do cone. A pesquisa de calcificações ao nível do canal é de grande importância. o braço deve ficar voltado para cima. que não fiquem bem evidenciadas nas incidências de rotina. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 10 / 100 / 0. com placas de chumbo em duas partes. a região palmar deve estar voltada para cima. de uma maneira geral as radiografias devem ser feitas com filmes 30x40cm divididos no seu maior eixo. os ossos do punho e do antebraço ficam em posição obliqua. Esta incidência pode ser utilizada em crianças ou em politraumatizados que estejam em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. O paciente deve girar o antebraço. uma perpendicular a outra. 3-) ROTINA RADIOGRAFICA Pacientes com fortes traumatismos de antebraço nunca devemos forçar os posicionamentos de rotina. o pacienta deve sempre sentar próximo a uma das extremidades da mesa. normalmente fazemos com uma inclinação média de 15º e 20º. Obliqüidade antebraço-filme de 45º Estas projeções têm indicação quando o radiologista deseja esclarecer um diagnostico como. 2-) ESCOLHA DO FILME Excetuando-se os braços de crianças. Raio central perpendicular. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pint AP Região posterior do antebraço. Com o paciente deitado. deve haver um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. com a mão também posicionada como em perfil interno. de maneira que o braço fique quase totalmente apoiado sobre a mesa. o rádio e o cúbito.

devemos colocar um apoio sob o antebraço. apoiar a região posterior do braço sobre o chassis e mesa. Com o braço para cima. . Pext Regiões externas do braço. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. Obliqüidade cotovelo-filme de 45º. cotovelo e antebraço apoiadas no chassis e mesa. Essa incidência pode ser utilizada em crianças ou em politraumatizados. com o olecrânio aparecendo num plano semiaxial. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 8 / 100 / 0. apoiada sobre o chassis. Esta projeção deve ser feita de rotina nos casos de pacientes com contusão ao nível do cotovelo. Fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. deve fazer um ângulo com o tórax de 90º e a articulação do cotovelo também um ângulo de 90º. Cada um deles faz articulação com os outros dois.08s / fino / 1m / não / 18x24 AXIAL ( incidência de PIERQUIU ) Com o braço flexionado. o cotovelo deve girar em bloco. num ponto situado a 2cm acima ( em direção distal ) do pico do olecrânio em direção do antebraço. Com essa angulação retiramos totalmente o olecrânio da fossa olecraniana. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 10 / 100 / 0. O ângulo nunca deve ser superior a 30º porque a partir daí não conseguimos uma boa demonstração por causa da distorção de imagem. Esta projeção.08s / fino / 1m / não / 18x24 Pint Regiões internas do braço. Esta projeção deve ser feita de rotina nos pacientes de ambulatório onde a indicação clínica não é fratura ou luxação. A flexão do antebraço sobre o braço não deve ser forçada e sim o suficiente para aproximar as duas regiões anteriores. apresentando o mesmo ângulo de separação entre o braçochassis e antebraço-chassis. Raio central perpendicular. Incidências AP em extensão e flexão / Pint / Pext / OPI / OPE / AXIAL / Incidências de rotina AP em extensão / Pint / AP em extensão Região posterior do braço. AP em flexão Região posterior do cotovelo. medialmente e lateralmente. pronação  rotação interna ).Cotovelo Os ossos que entram na articulação do cotovelo são o rádio. cotovelo e antebraço apoiadas sobre o chassis e a mesa. O AP em extensão do cotovelo. Raio central perpendicular. Devemos colocar a mão em posição de perfil interno. penetrando no epicôndilo lateral do úmero. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. Com a mão em supinação. que estejam deitados em decúbito dorsal. cúbito e úmero. Raio central perpendicular. ou nos casos que esses pacientes consigam estender o braço e antebraço. tem importância no estudo das fraturas articulares. Raio central com inclinação cefálica tal que penetre perpendicular ao maior eixo do antebraço. por apresentar a articulação sob um outro plano. Raio central perpendicular. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. Havendo necessidade. que apresentem indicação clínica de fratura ou luxação. Normalmente. penetrando no epicôndilo medial ou epitróclea do úmero. esses pacientes apresentam a região do cotovelo edemaciada. respectivamente. Estas incidências apresentam grande importância nas suspeitas de fraturas articulares. O ângulo antebraço-braço de aproximadamente 45º. não permitindo a extensão. penetrando ao nível da prega do cotovelo. Raio central perpendicular. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa mais próximas do filme. para manter e facilitar o posicionamento.1s / fino / 1m / não / 18x24 Circunferência articular do rádio É a região da cabeça do rádio responsável pelos movimentos giratórios da mão ( supinação  rotação externa . cotovelo e antebraço apoiadas sobre o chassis e mesa. A articulação do cotovelo se mantém um pouco fletida. apresenta todos os componentes de articulação em visão frontal no seu maior eixo. A AP em flexão apresenta a fossa olecraniana do úmero livre.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 8 / 100 / 0. com o paciente fazendo uma pronação média e outra forçada. o úmero. Para obtermos um melhor detalhe. Ângulo braço-antebraço de aproximadamente 45º. com a região dorsal da mão apoiada sobre a mesa. devemos fazer um estudo comparativo. Só devemos fazer o estudo radiológico especifico para circunferência articular do rádio depois de termos feito as incidências de rotina para cotovelo. Raio central perpendicular. braço ou cotovelo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. Pint (B) Região interna ou medial do braço. devemos utilizar o cone. penetrando no epicôndilo lateral. Raio central perpendicular. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidência semiaxial Com o cotovelo flexionado. apoiar a região posterior dorsal do braço. O braço deve fazer um ângulo de 90º com o tórax e com o antebraço. Paciente em decúbito dorsal. Para obtermos um melhor detalhe na imagem. Devemos fazer duas incidências. com o paciente fazendo uma pronação média e outra forçada. O exame pode ser feito com o pacienta em decúbito dorsal ou em posição ortostática. sentado ou em posição ortostática. É o principal componente da face posterior da articulação do cotovelo. mais próxima do filme. apoiada sobre o chassis ou mesa. o braço então sofrendo uma rotação interna.08s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA RADIOGRAFIA COMPARATIVA As radiografias de cotovelo em crianças com suspeitas de fraturas são de difícil interpretação. Raio central perpendicular. Devemos fazer duas projeções. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências de rotina AP em extensão / Pint / AP em extensão É o mesmo posicionamento do AP de cotovelo em extensão. por causa dos múltiplos centros de crescimento ósseo. isto é. A radiografia pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática.08s / fino / 1m / não / 18x24 Pint É o mesmo posicionamento do perfil interno do cotovelo. Pela grande diferença de espessura entre o ombro e o cotovelo. Olecrânio O olecrânio corresponde a epifise proximal do cúbito. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pint (A) e (b) / Pext (A) e (B) / OPI / OPE Incidências de rotina AP / Pint AP Região posterior do braço. aconselhamos a utilização do efeito anódio. mesmo nas incidências de rotina para antebraço. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. Braço É o braço composto por apenas um osso. Raio central perpendicular. O braço apresenta um limite de espessura que a radiografia pode ser feita com a grade potter-bucky ou não. 2cm acima do pico do olecrânio em direção do antebraço. Raio central perpendicular. . penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. Pint (A) Região interna ou medial do braço. penetrando no meio do espaço entre a articulação escápulo-úmeral e o cotovelo. que não causam incapacidade funcional. A região palmar deve ficar em contato com a mesa. devemos utilizar o cone. as vezes tornam-se de difícil diagnostico. uma outra radiografia do lado sem queixas. É o maior osso do membro superior.Pequenas fraturas ou fissuras dessa região. A região palmar deve ficar voltada para cima. Quando acontecer um caso de duvida na interpretação. Só devemos realizar a incidência especifica para olecrânio quando já tivermos feito as incidências de rotina para cotovelo. mais próximo do filme.

tentando fazer em supinação ou pronação. perpendicular ao grande plano da mesa. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo.A região palmar em contato com a mesa. Essas incidências apresentam também grande valor quando as radiografias são para controle de fraturas e o paciente vem ao serviço de raios-x gessado. Quando o paciente vem ao serviço de radiologia andando e sem outros problemas. Com isso.1s / fino / 1m / não / 30x40 50 / 34 / 10 / 100 / 0. Pext (B) Região externa ou lateral do braço. Raio central perpendicular. Os fatores também são identicos ao AP de braço. penetrando perpendicular ao maior eixo do braço. apoiada sobre o chassis ou mesa. Pext ou incidência transtorácica ( incidência de LAWRENCE ) . Quando vem em maca. Quando utilizamos este método. A região dorsal da mão deve estar em contato com a mesa. Raio central perpendicular. Pext (A) Região externa ou lateral do braço. Paciente em decúbito dorsal. nos arriscando a não incluir o cotovelo na imagem. Radiografia do fêmur  Catódio para o lado da articulação coxo-femural e anódio para o lado do joelho. modificando em muito o prognóstico para o paciente. faremos na mesa de exames ou se o caso for muito grave. o lado do catódio ( negativo ) recebe mais 5% de radiação do que o lado do anódio ( positivo ).1s / fino / 1m / sim / 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Raio central A espessura e densidade do ombro são maiores que as do cotovelo. O chassis deve ser colocado em contato com a região externa do braço. Este posicionamento coloca o braço num perfil mais rigoroso que o anterior. Para evitar esse problema devemos deixar um espaço de +_4cm entre a articulação do cotovelo e o bordo inferior do filme. Na radiografia do braço normalmente notamos que a região do cotovelo fica mais penetrada e a região do ombro com pouca penetração. relacionado com o ângulo de inclinação da pista de choque dos eletrons no anódio. o examinaremos sem retira-lo da maca. Colo cirúrgico do úmero A região do terço proximal. Raio central horizontal ao plano da mesa. através da distorção da imagem. As obliquas de braço são feitas variando-se o grau de rotação interna e externa. no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. Nunca devemos forçar nenhuma posição. Quando há uma emissão de raios-x. temos que abrir no sentido longitudinal a colimação ao máximo para a radiação preencher todo o filem. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext ( incidência transtorácica / contactografia ) Incidências de rotina AP / Transtorácica / AP Posicionamento igual ao AP de braço "panorâmica". esta radiografia deve ser feita em posição ortostática. O membro superior a ser estudado deve estar estendido. Para conseguirmos um perfil rigoroso do colo cirúrgico do úmero. EXEMPLOS : Radiografia do braço  Catódio para o lado do ombro e anódio para o lado do cotovelo. apoiada sobre a mesa ou chassis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 10 / 100 / 0. OPI e OPE Regiões posterior interna e externa. mais próximas do filme. O braço deve fazer um ângulo de 90º com o tórax e o antebraço. ou com qualquer outra imobilização. de maneira que forme um ângulo de 90º com o tórax. Radiografia da coluna toraco-lombar  Catódio para o lado da coluna lombar e anódio para o lado da coluna torácica. necessitamos de incidências especiais. Um método que pode melhorar essa condição é subirmos com o raio central para a região do terço médio-proximal . então a região do ombro vai receber mais radiação e a densidade da imagem radiografica vai se tornar mais homogênea. que deverá estar voltado para cima. pois poderiamos correr o grande risco de tornar completa uma fratura. alomgamos muito o braço. A região palmar deve estar voltada para cima. 2-) Efeito anódio É o efeito que ocorre na ampola de raios-x. com o seu tórax e braço sobre um anteparo radiotransparente. recebe o nome de colo cirúrgico. Paciente em decúbito dorsal. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. Raio central perpendicular. pois é o local onde estatisticamente ocorrem mais fraturas. logo abaixo da cabeça do úmero.

basta aproximarmos a maca. Quando apresenta condições de fazer o exame em ortostática ou sentado. de maneira que saia no colo cirúrgico do úmero mais próximo do filme. Paciente em posição ortostática. Com a contactografia obtemos um perfil rigoroso do úmero. O paciente deve aproximar a região lateral do lado a ser examinado na estativa vertical com o antebraço também encostado e paralelo ao plano da estativa. Na hora da exposição. O outro braço deve ficar erguido ao máximo. obtem-se uma boa definição da estrutura mais próxima do filme e a mais afastada em contato direto com a ampola. torna-se bastante ampliada e sem detalhe. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi +_75 / / 200 / 100 / 2. de maneira que o antebraço e mão envolvam a cabeça. bastando que se coloque um apoio radiotransparente sob o tronco e braços de maneira que fique num plano mais alto. Para realizar a contactografia. Raio central perpendicular. Essa radiografia deve ser feita preferencialmente com o paciente em posição ortostática ou sentado. com o braço abdusido ao máximo. Se o serviço de radiologia dispuser de estativa vertical com bucky ou mesa que fique na vertical. Esta radiografia deve ser feita preferencialmente com o paciente em posição ortostática. O tubo é colocado em contato quase direto com a pele. mais proxíma do filme. A clavicula. O ESTUDO RADIOLOGICO DEVE SER DIVIDIDO EM DUAS PARTES : 1-) Para pacientes com indicação clinica de fraturas ou luxações. Raio central perpendicualr. saindo ao nível do colo cirúrgico do úmero. ampola que não tenha o bloco colimador. Não devemos forçar nenhuma posição especifica do braço ( rotação externa ou interna ) para não correr o risco de tornar uma fratura incompleta em completa ou outras lesões através dos fragmentos ósseos. podemos fazer o exame com grade fixa. . sentado ou em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 40 / 100 / 0. Pext em contactografia Região externa do braço a ser examinada mais próxima do filme. Paciente deve sentar ao lado de uma das extremidades da mesa. 1-) indicação de fraturas ou luxações Incidências AP / AXIAL ( supero-inferior / infero-superior ) Incidências de rotina AP / AXIAL infero-superior / Ombro ( articulação Escápulo-umeral para fraturas ou luxações ) AP Região posterior do ombro. articula-se com o acrômio do omoplata formando a articulação acrômio-clavicular. é preferivel. devemos escolher no serviço de raios-x. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi +_70 / / 180 / 60 / 3. que não possam ser retirados da maca.0s / fino / 1m / sim / 24x30 CONTACTOGRAFIA É o método de exame que.Região externa do braço. Ombro ( articulação Escápulo-umeral ) É a articulação que se dá entre a cabeça do úmero e a cavidade glenóide do omoplata. 2-) Para pacientes com indicação clínica de bursite. quando o paciente não conseguir erguer com muita intensidade o braço mais afastado do filme. pois o ideal é aproximarmos o máximo possível o foco do paciente para conseguirmos uma maior ampliação. mais próxima do filme. Raio central deve penetrar na linha axilar média. através da técnica de contato. indicada quando o paciente não consegue erguer o braço mais afastado do filme. colocada entre a região medial superior do braço e região lateral superior do tórax. através da sua extremidade acromial. com o fim de evitar a absorção excessiva de radiação secundária pelo doente. penetrando ao nível do terço proximal do braço mais afastado. pois evita que deite sobre a região com uma possível fratura. A incidência transtorácica permite obtermos um perfil rigoroso do úmero. as incidências de LAWRENCE e a contactografia poderão ser realizadas com o paciente em decúbito dorsal. penetrando no processo coracóide do omoplata. cotovelo fazendo um ângulo de 90º e o antebraço e a região palmar apoiados sobre a mesa.4s / fino / 1m / sim / 18x24 AXIAL – supero-inferior Chassis o mais próximo possível da regiào axilar. o paciente deve inspirar lentamente pois através do flou-cinético conseguiremos apagar a imagem dos arcos costais. Raio central perpendicular ou com inclinação cefálica de 5º.0s / fino / ampola encostada / sim / 24x30 NOTA 1-) EM DECÚBITO DORSAL Doentes em estado muito grave. por isso é conveniente empregar um filtro de aluminio de 2mm de espessura. se não.

Paciente em posição ortostática ou sentado. O membro superior deve sofrer uma rotação externa de maneira que a região palmar fique voltada para a frente. que se coloca de maneira obliqua na região postero-superior do tórax. apoiando o braço doente em qualquer anteparo. preferencialmente. penetrando no processo coracóide do omoplata. O membro superior deve sofrer uma rotação interna de maneira que a região palmar fique voltada para trás ( em contato com a mesa ). sua utilização é o ideal nesta radiografia. mais próxima do filme. flexionando o cotovelo e colocando o antebraço sob a região lombar. Raio central perpendicular. com o acrômio coincidindo com o seu ponto central. Esta projeção dissocia o troquiter do úmero. O outro braço deve firmar o chassis. Raio central perpendicular. AP em abdução Região posterior do ombro. . AP em retroadução Região posterior do ombro. penetrando no processo coracóide do omoplata. O paciente faz a abdução máxima que conseguir. penetrando no processo coracóide do omoplata. Raio central perpendicular. de maneira que não se movimente na hora da exposição. o acrômio faz articulação com a extremidade acromial da clavicula. O membro superior em pronação. no serviço de radiologia. por isso então indicase o AP em abdução e retroadução. Superiormente. sentado ou em decúbito dorsal. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. O membro superior em extensão faz uma abdução de 90º com o tronco. normalmente não conseguem fazer este posicionamento. mais próxima do filme.12s / fino / 1m / não / 18x24 INDICAÇÃO DE BURSITE ( PERITENDINITE CALCAREA ) Incidências AP em supinação / AP em pronação / AP em abdução / AP em retro-adução Incidências de rotina AP em supinação / AP em pronação / AP em supinação Região posterior do ombro. mais próxima do filme. Omoplata O omoplata é um osso chato. penetrando no processo coracóide do omoplata. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências AP (A) e (B) / Pext / OAE / Incidências de rotina AP (A) / Pext / AP (A) Região postero-superior e lateral do tórax. sentado ou em decúbito dorsal. As incidências axiais apresentam extrema importância nas fraturas e luxações. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 40 / 100 / 0. Paciente em posição ortostática. AP em pronação Região posterior do ombro. Caso seja uma ilhota óssea. podendo-se ver os deslocamentos anteriores e posteriores dos ossos ou dos fragmentos ósseos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 12 / 100 / 0. Através de sua cavidade glenóide faz articulação com a cabeça do úmero. A região palmar deve estar voltada para cima. Algumas vezes fica a duvida se as calcificações são ilhotas dentro do osso. Raio central com uma inclinação tal que penetre no acrômio e saia perpendicular ao maior eixo do chassis. AXIAL – infero-superior Chassis apoiado na região superior do ombro. podendo fazer também em decúbito dorsal. mais próxima do filme. formando a articulação escapulo-umeral. mais próxima do filme. ela acompanha em todos os posicionamentos a mesma região óssea. Raio central com uma inclinação tal que penetre na região axilar e saia no acrômio perpendicular ao chassis. chassis curvo. sentado ou em decúbito dorsal. Os pacientes que se apresentam em quadro agudo de bursite. Nesta projeção o torquiter fica projetado no centro da cabeça do úmero. sentado ou em decúbito dorsal.Quando possuimos. Paciente em posição ortostática. pois a região visualizada como numa incidência lateral. formando a articulação acrômio-clavicular.4s / fino / 1m / sim / 18x24 NOTA 1-) PESQUISA DE CALCIFICAÇÕES ESCAPULARES Normalmente as incidências em AP com supinação e pronação demonstram a grande maioria das clacificações justa articulares do ombro. Paciente em posição ortostática.

sentado ou em hemi-decúbito lateral. O membro superior do lado a ser examinado em retro-adução forçada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 50 / 100 / 0. penetrando 2cm abaixo do ponto médio da espinha do omoplata. Incidências OPD / OPE OPD e OPE Regiões posterior direita e posterior esquerda respectivamente. Paciente em posição ortostática. de uma maneira geral. Processo coracóide do omoplata O processo coracóide é uma projeção óssea em sentido anterior. Paciente em posição ortostática. mais próxima do filme. para articulação escapulo-umeral e omoplata. Paciente em obliqua anterior direita. AP (B) Região postero-superior e lateral do tórax mais próxima do filme. Nas incidências de rotina. Membro superior do lado a ser examinado em ligeira supinação e abdução. Quando houver suspeita de fratura ao seu nível. caracteriza-se por ser rasa. envolvendo a cabeça.Supinar e abdusir ligeiramente o membro superior do lado a ser examinado. com o corpo em perfil. Cavidade glenóide do omoplata A cavidade glenóide. Esses movimentos colocam o maior plano do omoplata paralelo ao filme.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Ângulo distal do omoplata O ângulo distal é a região mais inferior do omoplata que as vezes não fica bem demonstrada nas incidências convencionais. Raio central com uma inclinação cefálica de 20º penetrando no processo coracóide. Incidência AP Região postero-superior e lateral do tórax. penetrando no processo coracóide do omoplata. Assim. O braço do lado a ser examinado com ligeira supinação e abdução. Com este movimento o ângulo distal do omoplata fica totalmente dissociado. penetrando no meio do espaço entre o ângulo distal e proximal do omoplata. Colocar o meio do maior eixo longitudinal do omoplata coincidindo com a linha central da estativa vertical. O membro superior do lado a ser examinado deve ficar erguido. sentado ou em posição ortostática. com o raio central fora do centro da estativa. Raio central perpendicular. quando queremos o perfil da escápula direita e vice-vesa. mais próximas do filme. Paciente em posição ortostática ou sentado preferencialmente. A melhor posição é o paciente em ortostática.5s / fino / 1m / sim / 18x24 OAE Região anterior externa do omoplata mais próxima do filme. é o mesmo posicionamento do PA de tórax. Paciente em posição ortostática ou sentado. Obliqüidade paciente-filme de 70º. podendo fazer também em decúbito dorsal. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. o raio central percorre o seu maior eixo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 30 / 50 / 100 / 0.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Pext Bordo externo ou axilar mais próximo do filme. Obliqüidade paciente-mesa de aproximadamente 45º. Raio central perpendicular. Na obliqua posterior direita estudamos a cavidade glenóide direita e vice-vesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 50 / 100 / 0. nem sempre a fossa articular glenóide aparece com boa definição. Raio central perpendicular. penetrando 4cm abaixo do ponto médio da clavicula. penetrando na cabeça do úmero. por causa da superposição do omoplata em quase toda a sua totalidade com os arcos costais. Deve colocar a mão na cintura e encostar a região anterior do ombro na estativa. conseguindo-se assim um AP de omoplata com pouca superposição. Esta projeção apresenta desvantagem em relação a anterior. Raio central perpendicular. Incidências para ângulo distal Região lateral do osso. a radiografia do omoplata é feita com raios divergentes. . Os arcos costais são afastados do campo do omoplata. Supinar e abdusir ligeiramente o membro superior do lado a ser examinado. Nas incidências frontais o processo coracóide é visto de uma maneira axial. mais próximo do filme. sentado ou em hemi-decúbito lateral. zona importante de inserção muscular. devemos fazer a incidência axial de ombro "infero-superior" e o AP especifico para processo coracóide. isto é.

Raio central com uma inclinação podálica de 10º na articulação. (B)R. (C)Com carga / AP localizada / AXIAL Incidências de rotina AP comparativa (A) / AP localizada / AXIAL / AP (A). Esta projeção deve entrar na rotina mínima pois com ela temos uma noção exata de posição das duas articulações vistas frontalmente.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Incidências comparativas As incidências cpmparativas para articulação acrômio-clavicular devem ser feitas em filmes 30x40. o filme deve ser colocado no seu ombro.C. mais ou menos 20º cefálicos.comparativa com o raio central perpendicular Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme.inclinado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP comparativa (A)R. Para estudar a articulação esquerda. Com o paciente em posição ortostática. Com duas exposições. neste caso. AP (B). Paciente em posição ortostática. pois poderiam causar falsas interpretações. na altura da articulação e ele mesmo deve firmar o chassis com o outro braço. com os braços ao longo do corpo. O raio central deve entrar com uma inclinação tal que saia perpendicular ao eixo formado pelo acrômio e a clavicula. Para estudar a articulação direita. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. direita e esquerda. coloca-se o paciente em obliqua posterior direita até aproximar ao máximo a articulação do filme.comparativa com raio central inclinado Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme.3s / fino / cone encostado / sim / 18x24 AXIAL Região superior da articulação em contato com o chassis. sentado ou em decúbito dorsal. fazemos a obliqua posterior esquerda. É composta pelo acrômio. A inclinação podálica dissocia a articulação acrômio-clavicular da cabeça do úmero. Devemos utilizar o cone para obtermos mais detalhes. sentado ou em decúbito dorsal. em apenas uma exposição demonstre as duas articulações. penetrando na região axilar. Raio central com uma inclinação podálica de 10º penetrando no meio do espaço entre as duas articulações acrômio-claviculares. porção superior-lateral do omoplata e pela extremidade acromial ou lateral da clavicula.comparativa com carga Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. Esta incidência tem indicação nos casos de suspeita de luxação na articulação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 12 / 100 / 0. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações acrômio-claviculares. penetrando no ângulo distal do omoplata. AP localizada Região postero-superior e lateral do tórax mais próxima do filme.perpendicular. Paciente em posição ortostática ou em decúbito dorsal. . devemos Ter o máximo cuidado em não movimentar o paciente. AP (C). Raio central perpendicular. sentado ou em decúbito dorsal. O paciente deve segurar pesos em ambas as mãos de maneira que force as articulações.C. de maneira que. Paciente em posição ortostática. Apresenta movimentos relacionados com os da articulação escapulo-umeral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 35 / 30 / 100 / 0. coloca-se um apoio sob o tórax e o raio central horizontal.4s / fino / 1m / sim / 18x24 Articulação Acrômio-clavicular Encontrada bilateralmente na região mais proximal do membro superior e é onde se dá a articulação da cintura escapular.Para obtermos mais detalhes na imagem radiografica devemos utilizar o cone. Paciente em posição ortostática ou sentado.

localizado bilateralmente nas regiões súperoanteriores do tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. que corresponde a um perfil de clavicula. Raio central com inclinação de 20º cefálicos. Através de sua extremidade acromial. Radiografia localizada. Paciente em decúbito dorsal. Raio central com inclinação cefálica de 20º de maneira que saia perpendicular ao chassis. sentado ou em posição ortostática. No adulto. Devemos colocar um anteparo para que o chassis fique em posição. Na comparativa deve sair no meio do espaço entre as duas claviculas e na localizada. Chassis encostado na região postero-superior do músculo trapézio. A articulação a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa.A – com o paciente em OAD e OAE Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. por causa dos núcleos de crescimento ósseo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 35 / 12 / 100 / 0.12s / fino / 1m / não / 18x24 Articulação Esterno-clavicular Encontrada bilateralmente na região superior da parede anterior do tórax e apresenta movimentos relacionados com as fases respiratorias e com os movimentos dos membros superiores. AP – localizada Região póstero-superior direita ou esquerda do tórax mais próxima do filme. forma a articulação acrômio-clavicular e da sua extremidade esternal. Raio central com inclinação de 20º cefálicos. forma a articulação esternoclavicular. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo. penetrando no meio do espaço entre as extremidades acromial e esternal. sair no ponto médio da clavicula. sentado ou em posição ortostática. podemos indica-las em casos de pacientes que já estejam em PA e que necessitam do exame da clavicula. Paciente em decúbito dorsal. coincidindo com a sua linha central. Paciente em decúbito ventral. PA – comparativa e localizada Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. Raio central com inclinação podálica de 20º. Paciente em hemi-decúbito lateral ou em posição ortostática. sentado ou em posição ortostática. podemos fazer somente a localizada. Paciente em decúbito dorsal. porção superior do esterno. que se articula com a incisura clavicular do manúbio. na rotina mínima. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências AP comparativa e localizada / PA comparativa e localizada / AXIAL . obliquando o corpo para o lado oposto a ser radiografado. de grande importância para ver deslocamentos de fragmentos nas reduções cirúrgicas. É composta pela extremidade esternal da clavicula.4s / fino / 1m / sim / 18x24 e 30x40 AXIAL Região póstero superior do tórax mais próxima do filme. penetrando ao nível do manubio esternal. Estas incidências não entram na rotina pela maior dificuldade de posicionamento. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA : A – com o paciente em OAD e OAE / B – com inclinação lateral do raio central / C – com o raio central perpendicular / Pdir ou Pesq / AXIAL / contactografia / tomografia em PA / Incidências de rotina PA com paciente em OAD e OAE / AXIAL / PA . . de maneira que o mesmo forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. A incidência comparativa de clavicula é obrigatória em crianças e adolescentes. Incidências de rotina AP comparativa e localizada / AXIAL / AP – comparativa Regiões póstero-superiores do tórax mais próximas do filme.Clavícula A clavicula é um osso longo. A região mentoniana deve ficar em contato com a mesa. O raio central penetra no meio do espaço entre as extremidades acromial e esternal. que as vezes podem se confundir com traços de fratura.

sentado ou em decúbito lateral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 40 / 100 / 0. Paciente em decúbito ventral. O braço mais próximo do filme envolve a cabeça e o mais afastado deve forçar o ombro para baixo. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. sentado ou em posição ortostática. Paciente em posição ortostática./ 80 / 100 / 0.O paciente em obliqua anterior direita é a posição para o estudo da articulação esquerda e em obliqua anterior esquerda estudamos a articulação direita. mais próxima do filme. Raio central com inclinação podálica de 10º. Normalmente convenciona-se fazer o perfil esquerdo em qualquer exame radiológico.8s / fino / 1m / sim / 18x24 TOMOGRAFIA O estudo tomográfico é de grande importância no estudo da articulação esterno-clavicular. Esta incidência não demonstra com boa definição a face articular esternal. penetrando na articulação. Por causa da posição das lamínulas de chumbo da grade pooter-bucky. Esta incidência deve participar da rotina pela excelente domonstração radiológica dos componentes articulares.2s / fino / tomo / sim / 18x24 NOTAS GERAIS 1-) Incidências obliquas A obliquidade do paciente ou do raio central no exame radiológico da articulação esterno-clavicular tem a finalidade de retirar a coluna torácica ( por causa da sua grande densidade ) do campo a ser radiografado.C – com o raio central perpendicular Região ântero-superior do tórax mais próximo do filme.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Pesq ou Pdir Região esquerda ou direita da articulação. Raio central perpendicular. Devem ser executadas duas radiografias. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 20 / 100 / 0. fazendo uma lordose forçada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / -. Raio central incidindo na altura da 4ª vértebra torácica. que não venha indicado no pedido de exame pelo médico clinico. com inclinação lateral direita e esquerda. Estas incidências apresentam valor nas suspeitas de luxações ao nível da articulação. TOMOGRAFIA EM PA Paciente em decúbito ventral ficando numa posição tal que aproxime o máximo as duas articulações da mesa. penetrando na altura da 4ª vértebra torácica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 60 / 100 / 0. Raio central perpendicular. Com o paciente em perfil direito e esquerdo são feitas duas incidências. fazer a tomo em perfil. incidindo na altura da 4ª vértebra torácica e saindo na articulação a ser examinada. O plano ótimo da articulação deverá estar 2cm para dentro da articulação mais próxima da mesa. Raio central incide ao nível de T4. com as mãos cruzadas para trás.4s / fino / 1m / sim / 18x24 AXIAL Regiões laterais direita e esquerda da articulação mais próximas do filme. se ainda suscitar dúvidas no estudo tomográfico.6s / fino / 1m / sim / 18x24 PA . de preferencia as duas obliquas num mesmo filme.2s / fino / 1m / não / 18x24 PA . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 50 / 100 / 0. por causa da superposição com a coluna torácica. O estudo radiografico da articulação esterno-clavicular deve ser sempre bilateral ( comparativo ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3. Paciente em posição ortostática ou sentado. Devemos inclinar a ampola lateralmente de 30º para o lado da articulação a ser examinada. Raio central perpendicular. 2-) APNÉIA .B – com inclinação lateral do raio central Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. estas incidências não podem ser feitas com a grade. passando pela articulação e saindo na região axilar. Normalmente fazemos a tomografia com o paciente em decúbito ventral na projeção póstero-anterior.

03 . mais próximas do filme. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. Esta incidência pode ser feita quando o paciente vem em decúbito ventral e não tem condições de modificar a posição. para ver os espaços articulares. mais próxima do filme. Concluimos que chamaremos sempre de AP ou frontal as projeções que os raios-x penetrem pela frente. Estender os dedos ao máximo. . OPI Região posterior interna do dedo. Colocar um apoio sob o dorso do pé e joelhos. para não falsear diminuição do espaço articular. Colocar bolas de algodão entre os dedos próximos ao que vai ser radiografado. para conseguir visualizar os espaços articulares. com o corpo em posição anatômica. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo a ser radiografado. ficando o maior eixo dos dedos paralelo ao filme. PA Região anterior ( dorsal ) do dedo mais próxima do filme. No pé. por isso chamamos de AP a radiografia feita com o dorso da mão mais próximo do filme. mais próxima do filme. escápulo-umeral e omoplata devem ser feitas com o paciente prendendo a respiração ( apnéia ). Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ( ou na cabeça da 1ª falange ). na mão a contagem se dá de fora para dentro ( o polegar é o primeiro dedo ). para facilitar e tornar mais cômodo o posicionamento. Para facilitar o posicionamento devemos colocar um apoio sob os joelhos. O raio central deve penetrar no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ( ou na cabeça da 1ª falange ). ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / OPI / OPE / OAI / OAE / Pint / Pext / Incidências de rotina AP / OPI / OPE / AP Região posterior do artelho. 3-) Apnéia inspiratória As radiografias de articulação esterno-clavicular e clavícula devem ser feitas em apnéia. Artelho ( 1º ao 5º Pododáctilo ) Os dedos do pé apresentam a anatomia das falanges idêntica as falanges da mão. Fazendo em inspiração máxima e prendendo o ar. OAI e OAE Regiões anteriores interna e externa. Estender os dedos ao máximo. Nas incidências para pé. Obliqüidade dedo-filme de 45º. Estender os dedos ao máximo e colocar bolas de algodão entre os dedos para um melhor estudo radiografico. Utilizar estas incidências quando o paciente em decúbito ventral. do dedo. mais próxima do filme. Um outro apoio deve ser colocado sob o chassis. até que forme 45º com o plano do filme. devemos utilizar bolas de algodão entre os dedos próximos ao que vai ser radiografado. Girar o pé para dentro ( OAI ) e para fora ( OAE ). a nomenclatura se confunde. pois se movimentam nas fases respiratorias.Membro inferior Sabemos que a posição anatômica do corpo humano se dá com a região palmar voltada para frente. respectivamente. pois passamos a chamar de AP as radiografias onde o raio central penetra na região dorsal ( peito do pé ) e PA quando o raio central penetra na região plantar. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. a contagem dos artelhos se dá de dentro para fora ( o grande dedo ou hálux é o primeiro ). Estender os dedos ao máximo. Raio central perpendicular ou com inclinação cefálica de +_10º nos casos em que os artelhos não fiquem paralelos ao plano do chassis. obtemos um melhor contraste para as articulações esterno-claviculares e auxilia na dissociação da clavícula das partes moles e costelas. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo a ser examinado. Obliqüidade dedo-filme de 45º. Para evitar superposição de falanges. OPE Região posterior externa do dedo. Estender os dedos ao máximo.As radiografias de articulação acrômio-clavicular. pois estas estruturas se movimentam nas fases respiratórias.

Raio central perpendicular ou com uma inclinação cefálica de 5º. normalmente próximos a uma articulação. Para manter a extensão devemos utilizar uma tira de fita adesiva. em posição ortostática ou em decúbito dorsal. Paciente sentado. Obliqüidade pé-filme de 30º. Estas projeções devem ser utilizadas quando houver suspeita de lesão nos sesamóideos que não tenham ficado bem definidas nas de rotina. Sesamóideo ( em forma de grãos de sésamo ). percorrendo o maior eixo dos sesamóideos. Paciente sentado. mais próxima do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / OPI / OPE / AXIAL (A) e (B) / Incidências de rotina AP / AXIAL (A) / AP Região plantar anterior. O paciente sentado. São ossos inconstantes e tem a finalidade de reforçar a musculatura a que estão ligados. Paciente sentado. localizados próximos a 1ª articulação metatarso-falangeana. Raio central perpendicular ou com uma inclinação cafálica de 5º. colocando o pé em perfil rigoroso. O dorso do pé deve ficar em linha com a perna.3s / fino / 1m / não / 18x24 Pint e Pext Regiões interna e externa. A melhor maneira de obtermos um perfil do dedo é utilizar filme oclusal ( filme para radiografia de dente ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 40 / 36 / 3 / 100 / 0.6s / fino / 1m / não / 18x24 Radiografia sem ecram. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. estendendo o 1º dedo ( ou grande dedo ) e o 2º dedo ao máximo. respectivamente. As incidências para sesamóides devem ser feitas com o cone para obtenção de maior detalhe. O paciente em posição ortostática ou sentado. com a região plantar posterior erguida. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 34 / 8 / 100 / 0. apoiando a região lateral da perna sobre a mesa. São núcleos ósseos encontrados na bainha ou na espessura dos tendões.Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo.8s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Regiãio externa ou lateral do pé. num plano mais alto do que o chassis. o paciente deve auxiliar afastando os dedos que se superponham. Com a mão. para colocar a região plantar em contato com o chassis. Para isso a região plantar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a mesa. . respectivamente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 41 / 60 / 100 / 0. Raio central perpendicular. Raio central penetra perpendicular. OPI E OPE Regiões posteriores interna e externa. mais próximas do filme. Raio central com uma inclinação podálica tal ( +_30º ). fletindo os joelhos. do pé. AXIAL (A) Região da tuberosidade posterior do calcâneo apoiada no chassis. Raio central perpendicular. em relação com a região plantar. mais próxima do filme. geralmente encontramos dois. penetrando ao nível dos sesamóideos ( 1cm abaixo da 1ª articulação metatarso-falangeana ). fletindo o joelho. penetrando 1cm acima da 1ª articulação metatarso-falangeana. em posição ortostática ou em decúbito dorsal. também com função de manter o posicionamento do pé. que percorra o maior eixo dos sesamóideos. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. A incidência em perfil apresenta valor nas suspeitas de luxações dos sesamóideos. do dedo. mais próximas do filme. No pé. AXIAL (B) Região plantar anterior mais próxima do filme. penetrando 1cm acima da 1ª articulação metatarso-falangeana.

Estender os dedos do pé. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 10 / 100 / 0. a dorso-plantar e a axial de calcâneo. pois pode ser uma alteração no desenvolvimento ósseo ( sesamóideo bipartido ou tripartido ) e nesses casos costumam ser bilaterais. (B) e (C) / Pint / OPI / OPE / OAI / OAE / Incidências de rotina ANTE-PÉ – DORSO-PLANTAR (AP) / OPI / RETRO-PÉ – DORSO-PLANTAR (AP) / OPI / Pext / Dorso-plantar (AP) – (A) Região plantar em contato com o chassis.Ante-pé  metatarso e falanges. O chassis deve estar num plano pouco mais alto do que a mesa para facilitar o posicionamento. Dorso-plantar (AP) – (B) Região plantar em contato com o chassis.Fileira posterior : Astrágalo e calcâneo . Sem o paciente retirar a região plantar do chassis é feita a dorso-plantar. dividimos o pé em : . O raio central deve penetrar perpendicular ao maior eixo do dorso do pé. Paciente em decúbito ventral. Paciente em decúbito dorsal com as pernas estendidas. é feita a axial de calcâneo. em ortostática ou em decúbito dorsal. fletindo o joelho de maneira que a região plantar fique apoiada sobre o chassis. Dorso-plantar (PA) Região dorsal do pé. Paciente sentado.8s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Incidências comparativas Quandoa indicação clínica do exame for fratura e aparecer na imagem um traço hipertransparente cortando o sesamóideo. Sempre que possível estender os dedos do pé. ossos do tarso anteriores e calcâneo com boa definição. penetrando na 3ª articulação metatarso-tarsiana. . devemos fazer uma radiografia do outro lado sem queixas. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé ( +_15º cefálicos ). para evitar superposição de falanges. no mesmo filme. O raio central deve incidir na 3ª articulação metatarso-tarsiana. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. metatarsianos. Incidência para ante-pé e retro-pé Região plantar apoiada sobre o chassis.falanges : para o estudo radiológico. Esta divisão é importante porque para o estudo do retro-pé é necessário mais uma incidência para podermos fazer um bom exame radiografico. Raio central perpendicular ao maior eixo da região plantar.12s / fino / 1m / não / 24x30 AXIAL de calcâneo . logo após. se for necessário. com o raio centra penetrando com 15º podálicos no tendão de aquiles.FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 35 / 8 / 100 / 0. Esta incidência é feita com o paciente em posição ortostática. Pé ( Ante-pé ) Pé O pé é composto por três grupos ósseos distintos : OSSOS DO TARSO . A incidência para ante-pé e retro-pé mostra as falanges.Retro-pé  ossos do tarso. mais próxima do filme.Fileira anterior : Escafóide / cubóide / 1º cuneiforme ( ou medial ) / 2º cuneiforme ( ou intermediario ) / 3º cuneiforme ( ou lateral ) / METATARSO . Esta incidência é importante nos casos de pacientes politraumatizados ou que não tenham condições de fletir as pernas. normalmente esta inclinação é de 15º. O chassis deve ficar perpendicular ao plano da mesa.1s / fino / 1m / não / 24x30 Dorso-plantar e planto-dorsal Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 30 / 12 / 100 / 0. 5cm acima do plano do chassis. colocar um apoo para evitar que o chassis caia. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências DORSO-PLANTAR (AP) (A) E (B) / DORSO-PLANTAR ( AP PARA ANTE-PÉ E RETRO-PÉ PLANTO DORSAL (PA) / Pext (A). e é uma combinação de duas projeções. colocando-se um apoio sob os joelhos para tornar mais cômodo o posicionamento.

apoiando a região plantar sobre um anteparo radiotransparente. Esta incidência. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé ( +_10º cefálicos ). Raio central horizontal ao plano da mesa. Obliqüidade pé-filme de 45º.(B) Região externa ou lateral do pé. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 12 / 100 / 0. OBS : (A) – Outras incidências em perfil interno podem ser feitas com o raio central horizontal. pela maior dificuldade de posicionamento. mais próxima do filme. com um apoio radiotransparente sob a perna. Pext . apoiando a face dorsal externa do pé no chassis. mais próxima do dilme. A imagem desta incidência corresponde a OPE de pé. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral. penetrando na 2ª articulação metatarso-tarsiana. Paciente sentado. devemos retirar uma média de 5 Kv.(A) Região externa ou lateral do pé. em posição ortostática ou também deitado. (B) – nos casos de corpo estranho. Esta projeção não entra na rotina mínima. Raio central perpendicular. Obliqüidade pé-filme de 45º. Pint Região interna ou medial do pé. apoiando a face dorsal interna no chassis. cubóide e o 3º cuneiforme ou cuneiforme lateral. apesar de fácil posicionamento. Pext . Raio central perpendicular ao maior eixo do pé. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. mais próxima do filme. Tentar manter um ângulo de 90º entre o pé e a perna. OPE Região posterior ( plantar ) externa.(C) Região externa ou lateral do pé. Paciente sentado. apoiando a região externa da perna sobre a mesa. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade do calcâneo. mais próxima do filme. e a que dissocia os espaços interósseos dos metatarsionao. por isso sem muito valor na rotina de exame. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. Raio central horizontal ao plano da mesa. Esta incidência deve ser uitlizada em pacientes politraumatizados. semelhantes as descritas anteriormente em Pext (B) e (C). perpendicular no centro do chassis. Esta incidência apresenta com excelente definição os ossos do tarso. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. Paciente sentado. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. por isso pertencendo a rotina mínima para retro-pé. Paciente em posição ortostática. mais próxima do filme. Conhecemos que a obliqua plantar interna está correta quando dissocia totalmente o processo estilóide do 5º metatarsiano. Obliqüidade pé-filme de 45º. mais próxima do filme. Em relação aos fatores radiograficos. OAI Região anterior ( dorsal ) interna do pé. Paciente sentado.12s / fino / 1m / não / 24x30 Pé ( Retro-pé ) OPI Região posterior ( plantar ) interna. O chassis deve ser colocado verticalmente em contato com a região externa do pé. Obliqüidade pé-filme de 45º. devemos fazer o perfil interno ou externo de acordo com a proximidade do objeto. apresenta uma grande superposição dos ossos do pé. apoiando a região interna da perna na mesa. fletindo o joelho para que a região plantar interna fique em contato com o chassis. Paciente sentado. penetrando ao nível da 2ª articulação metatarso-tarsiana. penetrando na 4ª articulação metatarso-tarsiana. Paciente em decúbito dorsal. OAE Região anterior ( dorsal ) externa do pé. Apresenta ainda com boa definição os ossos escafóide. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. perpendicular ao centro do chassis. Esta incidência é a obliqua de mais fácil posicionamento. fletindo o joelho para que a região plantar externa fique em contato com o chassis. em posição ortostática ou também deitado.Pext . . Raio central perpendicular ao maior eixo do pé.

. OBS : Existem outras maneiras de realizarmos o Pext de calcâneo. Raio central perpendicular. É importante para o radiologista e para o ortopedista a medida dos ângulos talucalcaneano e do arco plantar em radiografias feitas com o paciente pisando com o peso do corpo ( radiografia com carga ). é a região do calcâneo que mais é suscetivel a fraturas. Paciente em posição ortostática ou sentado num plano bem mais alto do que o chassis. o individuo passa a pisar apoiando toda a extensão da região plantar. A região do tendão de aquiles deve coincidir com o centro do chassis. mais próximas do filme. Sem tirar o pé da posição. fletindo o joelho. penetrando no corpo do calcâneo. Paciente sentado. Normalmente essas alterações estão relacionadas com quadros de hipotonias musculares. aproximadamente 5cm acima do plano do chassis.1s / fino / 1m / não / 24x30 NOTA Raio central Nas incidências para ante-pé e retro-pé não há variação na entrada do raio central. Paciente sentado ou em decúbito dorsal tracionando o pé em sua direção com uma faixa ou uma toalha. Apesar de demonstrar melhor as relações articulares do calcâneo. Pint Região interna ou medial do pé. esta incidência não entra na rotina pela maior dificuldade de posicionamento. Paciente sentado. As melhores incidências para demonstração do sustentaculum tali são as AXIAIS. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 30 / 12 / 100 / 0. penetrando no processo estilóide do 5º metatarsiano. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 10 / 100 / 0. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. com o joelho fletido. Raio central com uma inclinação podálica entre 15º e 20º penetrando no tendão de aquiles. pois para ambas. com função parcial de sustentação do talus ou astragalo. com boa definição a maior parte dos ossos do pé. penetrando no corpo do calcâneo.A imagem desta incidência corresponde a da OPI de pé. pela maior facilidade de posicionamento.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Sustentaculum tali O sustentaculum tali é uma projeção óssea na região medial superior do calcâneo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 32 / 10 / 100 / 0. por tanto. Esta projeção entra na rotina. Raio central com uma inclinação de 30º cefálicos penetrando na região plantar posterior. aproximadamente 5cm acima do plano do chassis. Calcâneo Incidências Pext / Pint / AXIAL (A) e (B) / Incidências de rotina Pext / AXIAL (A) Pext Região externa ou lateral do pé.1s / fino / 1m / não / 18x24 AXIAL (A) Região posterior da perna e da tuberosidade posterior do calcâneo. deve penetrar em ponto coincidente com a região média do pé. onde os posicionamentos são semelhantes aos já descritos para Pext de pé. apresentando. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. AXIAL (B) Região plantar anterior e posterior apoiada sobre a mesa e chassis ( mais próximas do filme ). apoiando a região externa da perna sobre a mesa. Os raios divergentes auxiliam na dissociação dos espaços interósseos. aproximar ao máximo a região anterior da perna do dorso do pé. Estatisticamente. Pé plano ( pé chato ) O que caracteriza o pé chato é a grande diminuição do arco plantar. apoiando a região interna da perna sobre a mesa. Raio central perpendicular.

perpendicularmente ao chassis. pois assim os espaços articulares são melhor demonstrados. Articulação tíbio-társica A articulação tíbio-társica é composta principalmente pela tíbia e o astrágalo.1s / fino / 1m / não / 24x30 Pint Região interna ou medial do pé. penetrando perpendicular ao meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a tuberosidade posterior do calcâneo. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. podemos fazer o paciente pisar sobre dois catálogos de telefone de cada lado e o chassis perpendicular a mesa entre eles. Raio central perpendicular. Pext Região externa ou lateral do pé. para a medida dos ângulos dos dois pés.12s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Região externa ou lateral da articulação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 12 / 100 / 0. As incidências para pé chato devem ser feitas sempre comparativas.1s / fino / 1m / não / 24x30 NOTA Perfil interno Qando não temos um anteparo de madeira especifico para esta incidência. mais próxima do filme. participando também lateralmente o perôneo e a fíbula. Paciente em posição ortostática. Esta projeção entra na rotina mínima por aproximar mais a região do arco plantar do filme. . que deverá estar em linha com o terceiro dedo. Deve penetrar na 3ª articulação metatarso-tarsiana. pisando sobre o chassis.ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Dorso-plantar (AP) / Pint / Pext / Incidências de rotina Dorso-plantar / Pint / Dorso-plantar (AP) Região plantar em contato com o chassis. Também pode chamar-se articulação tíbio-astragalina ou articulação do tornozelo. mais próxima do filme. em politraumatizados. mais próxima do filme. colocando o peso do corpo sobre os pés. Paciente em posiçào ortostática. Paciente em posição ortostática. Esta incidência pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal e o raio central horizontal. mais próxima do filme. Raio central com uma inclinação tal que penetre perpendicular ao maior eixo do dorso do pé ( +_5º ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. penetrando perpendicularmente no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. Pé fazendo um ângulo de 90º com a perna. Sempre que possível. Raio central horizontal ao plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 10 / 100 / 0. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext / AP Regiões da tuberosidade posterior do calcâneo e tendão de aquiles. Nesta incidência vai ser mantida o ângulo entre o astrágalo e o calcâneo. devem ser feitas incidências comparativas. que deverão estar apoiados sobre um anteparo radiotransparente. mais próximas do filme. com o peso do corpo sobre os pés. no ponto médio da articulação. penetrando 1cm para cima do maléolo medial ou tibial. Raio central perpendicular. Paciente sentado com o joelho fletido apoiando a região externa da perna e do meléolo lateral ou peroneiro sobre a mesa e chassis. por isso deve Ter uma determinada penetração para aparecer a fileira posterior do tarso. que deverão estar apoiados sobre um anteparo radiotransparente que encaixe no seu centro. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. Raio central horizontal ao plano da mesa.

O terceiro dedo deve ficar em linha com a perna. mais próximas do filme. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. OPE Região posterior externa da articulação. mais próxima do filme. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. Esta incidência demonstra o maléolo tibial dissociado. Paciente sentado. Raio central perpendicular. fazer uma traçào em sentido lateral. no ponto médio da articulação. no ponto médio da articulação. Sem movimentar a região posterior do calcâneo. Raio central perpendicular. girando a perna lateralmente de aproximadamente 5º. fletindo o joelho.1s / fino / 1m / não / 18x24 OPI Região posterior interna da articulação. Quando há rutura ligamentar na radiografia com tração. AP com stress medial Região posterior da perna e do calcâneo. Esta incidência demonstra o maléolo peroneiro dissociado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. podemos encontrar o lado lesado com espaço maior do que o outro. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. as obliquas com rotação interna e externa devem passar para a rotina radiografica mínima. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP com stress lateral / AP com stress medial AP com stress lateral Região posterior da perna e do calcâneo.12s / fino / 1m / não / 18x24 Articulação tíbio-társica ( Rupturas ligamentares ) Casos de entorse ao nível da articulação tíbio-társica. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. virando a perna medialmente de aproximadamente 15º. Radiografias com stress O termo stress representa uma tração que é feita no momento da exposição aos raios-x.Pint Região interna ou medial da articulação. mais próximo do filme. com suspeita de rutura de ligamentos. que vai demonstrar o lado lesado e até orientar o ortopedista como colocar o gesso. no mesmo posicionamento do AP de tíbiotársica. e o astrágalo são iguais mesmo fazendo-se o stress. Raio central perpendicular. no ponto médio da articulação. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 28 / 10 / 100 / 0. quem fizer essa tração deve proteger-se contra os raios-x. OBS : Quando há suspeita de lesão ao nível dos maléolos tibial e peroneiro. penetrando 2cm acima do maléolo peroneiro. podemos fazer um estudo radiológico especifico. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. mais próxima do filme. fazer uma tração em sentido medial. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. até aproximar a região do meléolo tibial do centro do chassis. O terceiro dedo deve ficar em linha com a perna. Esta incidência pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal com o raio central horizontal.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Rutura ligamentar Normalmente o espaço compreendido entre as porções mais distais dos maléolos peroneiro e tibial. em politraumatizados. no ponto médio da articulação. Sem movimentar a região posterior do calcâneo. no mesmo posicionamento do AP de tíbiotársica. A pessoa que fizer a tração deve proteger-se com avental plumbífero e pegar na região do pé com utilização de luva plumbífera. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. pois no AP e no perfil a sua face articular para a tíbia não aparece com boa definição. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. mais próxima do filme.

girando a perna lateralmente. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. apoiando a região dorsla do pé na mesa ou colocando-se um apoio sob os joelhos para facilitar o posicionamento. Paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme. para isso devemos colocar um apoio sob a perna. Raio central perpendicular. Caso não seja possível incluir as duas articulações no mesmo filme. colocando a outra perna na frente da que vai ser examinada. caso o paciente não tenha condições de ficar em decúbito dorsal.Perna Encontramos na perna dois ossos. para facilitar o posicionamento. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. Raio central perpendicular. colocando o pé em ângulo reto com a perna. em ângulo reto com a perna em contato com a mesa e chassis.16s / fino / 1m / não / 30x40 Joelho A articulação do joelho se dá. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. Raio central perpendicular. girando a perna medialmente. Pint Região interna ou medial da perna. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. A região externa do pé. Esta projeção tem valor em pacientes gessados ou em politraumatizados. ou que não possam ser locomovidos do leito. mais próxima do filme. por isso apresentando valor nas pesquisas de lesões ao nível deste osso. mais próxima do filme. principalmente com dois ossos. OBS : As projeções obliquas são de grande valia nas pesquisas de alterações ósseas. pois o ideal é sempre incluir as duas articulações ( proximal e distal ) num mesmo filme. Raio central perpendicular. como reações medulares. mais próxima do filme. o raio central deve penetrar no centro da região da perna a ser examinada. Caso não seja possível a inclusão das articulações do joelho e tíbio-társica. OBS : Podemos fazer também o Pext com o raio central horizontal colocando-se o chassis perpendicular a mesa ou maca. penetrando no centro da região a ser examinada. Pext Região externa ou lateral da perna. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 32 / 16 / 100 / 0. perpendicular ao chassis. OPE Região posterior externa ou lateral da perna. penetrando no meio da perna. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. devemos sempre incluir a articulação mais próxima da região onde esta a possível lesão. a tíbia anterior e medial e o perôneo lateralmente. Esta incidência apresenta valor em exames de pacientes gessados. de maneira que forme um ângulo de 45º com o filme. penetrando no centro da região a ser examinada. Esta incidência dissocia totalmente o perôneo. Paciente em decúbito dorsal. A coxa deve fazer um ângulo de aproximadamente 120º com a perna. mais próxima do filme. PA Região anterior da perna. O plano que vai do grande dedo ao bordo medial da rótula deve ficar perpendicualr a mesa. Caso não seja possível a inclusão das articulações do joelho e tíbio-társica. o raio central deve penetrar no centro da região da perna a ser examinada. Paciente em decúbito dorsal ou sentado erguendo a perna. corticais e periostais. o fêmur e a tíbia. Raio central perpendicular. o raio central deve incidir no meio da região a ser examinada. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext / AP Região posterior da perna. de maneira que forme um ângulo de 45º com o filme. OPI Região posterior interna ou medial da perna. mais próxima do filme. Em casos que não for possível essa condição. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. Devemos utilizar sempre o maior filme possível. .

Chassis colocado perpendicular ao plano da mesa ou leito. se o paciente tiver condições. Paciente em decúbito dorsal. numa mesma exposição. mais próximas do filme. ANQUILOSE é a alteraçào patológica que fixa a articulação.(A) Regiões anteriores das coxas. Esta incidência é a melhor para pacientes que apresentem anquilose ( ou ancilose ) do joelho. sempre que possível. esta relacionada com a lesão dos componentes articulares como cartilagem articular. pelo tendão do músculo quadríceps. não permitindo movimentos. O perôneo ou fíbula não participa da articulação do joelho. Pint Região interna ou madial do joelho. OPI e OPE . colocando a outra perna na frente da que vai ser examinada. Para retirar a rótula da fossa patelar do fêmur ( espaço entre os dois côndilos anteriormente ). mais próximas do filme.6s / fino / 1m / sim / 30x40 60 / 38 / 20 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 38 / 60 / 100 / 0. O AP de joelho deve ser comparativo. e para manter o posicionamento deve ser colocado um apoio radiotransparente sob a coxa e a perna. indicamos esta incidência. penetrando no ponto médio da grande prega do joelho. PA . Paciente em decúbito ventral. isto é. erguendo o joelho a ser examinado. e para isso deve ser colocado um apoio radiotransparente sob a perna e a coxa. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Esta incidência esta indicada em pacientes que não possam se locomover. envolvida pela sua frente. de calcificação. joelhos e pernas. erguendo o joelho a ser examinado. pois esta localizado laterlamente mais abaixo. penetrando no ponto médio da grande perga do joelho.(A) Região externa ou lateral do joelho. mais próxima do filme. devemos manter um ângulo de 120º entre a coxa e a perna. penetrando ao nível do vértice da rótula. PA .(B) Região posterior do joelho. deve ser comparativo. Pext .2s / fino / 1m / não / 30x40 Pext . joelhos e pernas.A rótula participa anteriormente da articulação. para logo após erguer o corpo de maneira a manter a coxa e a perna com ângulações iguais em releção a mesa. com os pés ligeiramente rodados medialmente. Nos casos em que a anquilose mantém o joelho com uma certa flexão. que vai se fixar na tuberosidade anterior da tíbia. Raio central horizontal ao plano da mesa ou do leito. pode fixa-lo com o outro joelho. as duas articulações devem ser demonstradas num mesmo filme. mais próxima do filme. O PA de joelho. mais próxima do filme. Paciente inicialmente em decúbito ventral. com os joelhos apoiados sobre a mesa ou chassis. O chassis deve estar colocado verticalmente com o seu maior plano em contato com a região lateral do joelho. Reio central perpendicular ou com 5º cefálicos. o organismo reage com a deposição de tecido de cicatrização e tardiamente. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA (A) e (B) / Pext (A) e (B) / Pint / OPI / OPE / AXIAL / Incidências de rotina AP / Pext (A) / AP Regiões posteriores das coxas. etc. Paciente em decúbito dorsal. penetrando no meio do espaço entre o vértice da rótula e a prega do joelho. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. que podem predominar no lado direito ou esquerdo. e facilitar o posicionamento. no centro do filme. Como resultado dessa agressão. Esta projeção tem importância nos casos de pacientes que não tenham condições de executar o exame em decúbito dorsal. sentado ou em posição ortostática. ligamentos internos e externos. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o vértice da rótula e a prega do joelho.(B) Região externa ou lateral do joelho. Raio central perpendicular. O paciente em decúbito dorsal. Esta incidência deve ser comparativa por causa das inúmeras variações da anatomia normal e por causa das patologias bilaterais e das unilaterais. Raio central perpendicular ou com 5º podálicos. para fazer o posicionamento de rotina.

O paciente deve manter o posicionamento através de uma faixa ou toalha. pois esta espessura já apresenta uma quantidade de radiação secundaria suficiente para tirar o detalhe radiografico. Raio central incidindo perpendicular infero-superiormente.6s / fino / 1m / sim / 24x30 58 / 38 / 20 / 100 / 0. Rótula ( patela ) Ainda considerada por alguns autores como um osso sesámoideo. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. 2-) Radiografia com raios moles Quando a indicação para o estudo do joelho for artrite ( processo inflamatório na articulação ) devemos fazer além das incidências de rotina. .2s / fino / 1m / não / 24x30 AXIAL Regiões anterior da coxa e proximal do joelho. mais próxima do filme.(B) e (C) Incidências de rotina PA (A) / Pext / PA (A) Região anterior do joelho. Paciente em decúbito dorsal. que compõe a articulação do joelho anteriormente. mais próximo a uma das extremidades da mesa. Paciente em decúbito ventral. Raio central perpendicular. uma incidência em AP de joelhos com o paciente em posição ortostática. colocando a face anterior da rótula em contato com a mesa.3cm em sentido lateral  OPI FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 58 / 38 / 60 / 100 / 0. saindo no meio da rótula. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA (A) e (B) / Pext / Pint / OPI / OPE / OAI / OAE / AXIAL (A). fletindo as pernas sobre as coxas até que forme um ângulo de aproximadamente 60º. costumamos fazer as radiografias com grade. penetrando ao nível do vértice da rótula. um perfil com menos 5 Kv em média. apoiando as pernas sobre o encosto de uma cadeira ou sobre uma outra mesa. colocamos um apoio sob o joelho do paciente. O chassis deve ficar sobre a rótula a ser examinada e o raios-x incidir por baixo. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do joelho. passando pelo dorso do pé. Paciente senteado ou em decúbito dorsal. apesar da sua constancia. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do joelho.3cm em sentido medial  OPE . Articula-se com os côndilos femurais medial e lateral. Esta projeção tem valor nas suspeitas de fraturas de rótulas e das proções anteriores dos côndilos femurais. Quando o posicionamento se torna incômodo. a rótula é um osso curto. mais próximas do filme. girando a perna medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ).6s / fino / 1m / sim / 18x24 PA (B) Região anterior do joelho. devemos fazer além das radiografias de rotina. As incidências obliquas apresentam grande valor nas suspeitas de fraturas articulares. Obliqüidade joelho-filme entre 30º e 45º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 62 / 40 / 60 / 100 / 0. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 64 / 38 / 60 / 100 / 0. Esta incidência tem valor nos casos de fraturar de rótula. Paciente em decúbito ventral.6s / fino / 1m / sim / 24x30 NOTAS GERAIS 1-) Grade potter-bucky A partir dos 9cm. Raio central com um inclinação tal que percorra paralelamente o espaço entre a rótula e o fêmur.Regiões posteriores interna e externa respectivamente do joelho. 3-) Desvios dos joelhos Quando a indicação do exame radiológico for para desvios dos joelhos ( genovalgo e genovaro ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . ( +_20º a 25º cefálicos ).

AXIAL (A) Regiões anterior e próximal do joelho. mais próximas do filme. AXIAL (B) Região lateral da coxa. mais próxima do filme. O chassis deve ficar perpendicular ao maior eixo da rótula. saindo no centro da rótula. Raio central com uma inclinação tal que percorra o maior eixo da rótula ( +_20º / 25º. para sair perpendicular ao chassis. com o próprio paciente fixando o filme.2s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Região externa ou lateral do joelho. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. pela margem intercondilar ou incisura intercondilar ou ainda chanfradura intercondiliana. mais próxima do filme. Raio central quase que horizontal ao plano da mesa. pois o raio central vai penetrar horizontalmente. Chassis colocado perpendicular ao plano da mesa ou leito. apoiada sobre a coxa. passando a outra perna por cima e colocando-se na frente da que vai ser examinada. girando o joelho medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ). Raio central perpendicular. penetrando axial ao maior eixo da rótula. fazendo um ângulo de 135º entre a coxa e a perna. erguendo o joelho do lado a ser examinado de maneira que forme um ângulo de aproximadamente 120º. Raio central horizontal ao plano da mesa. . cefálicos ). Estas obliquas apresentam grande valor nas suspeitas de lesões ao nível da rótula e devem ser feitas quando o doente consegue apoiar a sua região. com a finalidade de dissociar a rótula. O paciente deve sentar e apoiar a coxa e perna sobre um anteparo. A região plantar deve estar apoiada na mesa. A obliquidade joelho-filme deve ser de 45º. Estas incidências obliquas devem ser indicadas quando o paciente não tenha condições de apoiar diretamente a rótula sobre a mesa. O paciente deve manter o posicionamento através de uma faixa. da rótula. saindo no centro da rótula. atrás e embaixo. da rótula. para que fique num plano mais alto. fazendo um ângulo de 60º entre a coxa e a perna. apoiadas sobre a mesa. modificando em muito o prognostico para o paciente. toalha ou avental. respectivamente. joelho ou perna. AXIAL (C) Região anterior da coxa no seu treço distal. Raio central perpendicular. mais próxima do filme Paciente em decúbito ventral girando o joelho medialmente ( OAI ) e lateralmente ( OAE ). passando pelo dorso do pé. penetrando no meio do espaço entre a base e o vértice da rótula.4s / fino / 1m / sim / 18x24 52 / 32 / 40 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 52 / 32 / 40 / 100 / 0. mais próximas do filme. Obliqüidade joelho-filme de 45º. que deverá estar perpendicular ao plano da mesa. fletindo as pernas sobre as coxas até que se forme um ângulo de aproximadamente 60º. Paciente em decúbito dorsal.62 / 40 / 20 / 100 / 0. Paciente em decúbito dorsal.12s / fino / 1m / não / 18x24 Chanfradura intercondiliana Os dois côndilos do fêmur apresentam-se separadamente entre si. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Pint Região interna ou medial do joelho. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. deve penetrar percorrendo o maior eixo da rótula.4s / fino / 1m / sim / 18x24 OAI e OAE Regiões anteriores interna e externa. Paciente em decúbito dorsal. Paciente sentado. OBS : A indicação da axial para rótula deve ser cautelosa. Paciente em decúbito ventral. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o vértice e a base da rótula. Fazer um ângulo de 120º entre a coxa e a perna. Com o raio horizontal ao plano da mesa. pois se um paciente tem uma fratura incompleta e se excedremos na flexão da perna sobre a coxa poderemos completar esta fratura. OPI e OPE Regiões posteriores interna e externa respectivamente.

O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. Região posterior do joelho.Decúbito dorsal. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. mais próxima do filme. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. Ângulo formado entre a mesa e a coxa é de 20º Raio central perpendicular. Sem movimentar a perna. mais próxima do filme.AP (A) e (B) Decúbito ventral 1. Incidências Decúbito dorsal 1. OBS : As projeções para chanfradura intercondiliana com o paciente em decúbito dorsal ou sentado. Para o estudo radiográfico da chanfradura intercondiliana é necessário incidências especiais. nos casos de crianças e pessoas idosas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 38 / 60 / 100 / 0. Raio central perpendicular ( 90º em relação ao plano da mesa ) em relação ao plano da perna.6s / fino / cilindro encostado / sim / 24x30 Com o paciente em decúbito ventral Podemos fazer o exame com o paciente em decúbito ventral de duas maneiras : 1-) PA (A) Região anterior da perna. 2-) PA (B) Região anterior da perna. de maneira que a coxa faça um ângulo de 120º com a perna. o paciente deve flexionar o joelho de maneira que a coxa faça um ângulo de 160º com a perna.PA (A) e (B) Com o paciente em decúbito dorsal ou sentado AP (A) . Sem movimentar a perna. ou fazer em decúbito ventral em pacientes que tenham condições de manter o posicionamento. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. mais próxima do filme. pois nas radiografias simples de joelho. Podemos fazer o exame com o paciente em decúbito dorsal ou sentado. O ângulo formado entre a mesa e a coxa é de 40º. mais próxima do filme. Raio central com 20º cefálicos ou 70º em relação ao plano da perna. de maneira que a coxa faça um ângulo de 140º com a perna. incidindo ao nível da grande prega do joelho. penetrando ao nível da grande prega do joelho. Sem movimentar a perna. mais próxima do filme. mais próxima do filme. Esta projeção demonstra a margem anterior da chanfradura intercondiliana. Raio central perpendicular. A perna deve fazer um ângulo de 120º com a coxa.6s / fino / cilindro encostado / sim / 24x30 .Decúbito dorsal. de maneira que a coxa forme um ângulo de 120º com a perna.PA (A) e (B) / 2. o paciente deve flexionar o joelho. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. não permitem a devida visualização das margens anterior e posterior da chanfradura. Raio central perpendicular ou com 110º em relação ao plano da perna. penetrando ao nível do vértice da rótula. Sem movimentar a perna. devemos utilizar o cilindro de extensão aberto. Esta projeção demonstra a margem anterior da chanfradura intercondiliana. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. 2-) PA (A) Região anterior da perna. Esta projeção demonstra a margem anterior da chafradura intercondiliana. Para obtermos mais detalhe. Região posterior do joelho.Ela é limitada em baixo e aos lados pelas margens dos côndilos e é separada da face poplítea do corpo pela linha intercondilar do fêmur. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 67 / 38 / 60 / 100 / 0. AP (B) . penetrando ao nível da grande prega do joelho. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. A perna deve fazer um ângulo de 120º com a perna. o paciente deve flexionar o joelho. 1-) PA (B) Região anterior da perna. Raio central incidindo com 90º em relação ao plano da perna. penetrando ao nível da grande prega do joelho. o paciente deve flexionar a articulação do joelho. apresentam a vantagem de ser mais fácil o posicionamento para o paciente e a desvantagem da grande distância objeto-filme e a superposição da rótula.

mais próxima do filme. de lesões ósseas ou de partes moles. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. Paciente em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. no seu terço médio distal. em contato com a região externa da coxa. terço proximal. Raio central perpendicular. . erguendo a coxa a ser examinada. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. no seu terço médio distal. Esta incidência tem indicação nos pacientes que estejam em tração ou em pacientes gessados. As projeções obliquas apresentam grande valor quando o radiologista deseja esclarecer uma hipótese diagnóstica. proximalmente faz a articulação coxo-femural e distalmente a articulação do joelho. Devemos sempre utilizar o maior filme possível para as radiografias do fêmur. OPI e OPE Regiões posterior interna e externa respectivamente do terço médio distal da coxa. Esta incidência tem indicação em pacientes que estejam em tração ou em pacientes gessados. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. médio e distal. mais próxima do filme. mais próxima do filme. girando a coxa medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ). Chassis perpendicular ao plano da mesa ou leito. porque somente em raros casos conseguimos inclui-lo em toda sua extensão no filme. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. Para estudo radiológico do fêmur do adulto. o dividimos em três partes. penetrando perpendicular no centro da região a ser examinada. passando a outra coxa por cima. Pext (A) Região externa ou lateral da coxa. até o joelho da outra perna ficar anterior a região a ser examinada. no seu terço médio distal.2s / fino / 1m / não / 30x40 Pint Região interna ou medial da coxa. em contato com a região interna da coxa. erguendo a coxa a ser examinada. mais próxima do filme. fazendo uma ligeira rotação interna ( medial ) da coxa. AP Região posterior média-distal da coxa. Chassis perpendicular ao plano da mesa ou leito. penetrando perpendicular ao centro da região a ser examinada. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Pext (B) Região externa ou lateral da coxa. mais próxima do filme. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. Paciente em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 20 / 100 / 0. Raio central perpendicular. Incidências Terço médio-distal AP / Pext (A) e (B) / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext (A) / Terço médio proximal AP / Pext (A) e (B) / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext (A) / Terço médio-distal As radiografias do fêmur para terço médio-distal devem incluir obrigatoriamente no filme a articulação do joelho. o maior e mais pesado osso do corpo humano. principalmente quando a indicação é fratura.Fêmur ( terços médio-distal ) É o único osso da coxa.

O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. mais próxima do filme. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito lateral. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. Esta incidência mostra o grande trocânter dissociado e o colo do fêmur em sua maior extensão. mais próxima do filme. penetrando no períneo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. mais próxima do filme. mais próxima do filme. Paciente em hemi-decúbito lateral. Pext (B) Região externa ou lateral da coxa. fazendo uma rotação externa máxima do membro inferior a ser examinado Esta projeção mostra o pequeno trocânter dissociado e o colo do fêmur num plano semi-axial. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada.8s / fino / 1m / sim / 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Radiografia pré-operatória . OPE Região posterior externa da coxa. Devemos sempre utilizar os maiores filmes para o exame da coxa. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. fazendo uma ligeira rotação interna da coxa. aplicando sempre que possível o efeito anódio ( catódio para o lado da articulação coxofemural ). penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. o meio do maior eixo longitudinal da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. na posição de obliqua posterior direita. quando desejamos o fêmur direito e em obliqua posterior esquerda.Raio central perpendicular. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. O bordo superior do chassis deve coincidir com o meio do espaço entre a espinha ilíaca ântero-superior e a crista ilíaca. Paciente em decúbito dorsal.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Fêmur ( terços médio-proximal ) As radiografias do fêmur para terço médio proximal devem incluir obrigatoriamente a articulação coxo-femural. Com o paciente em obliqua. Raio central perpendicular. no seu terço médio proximal. Raio central perpendicular penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. no seu terço médio proximal. Raio central perpendicular. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. Obliqüidade paciente-filme de 60º. no seu terço médio proximal. Raio central com uma inclinação de 10º. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal fazendo uma rotação interna máxima do membro inferior a ser examinado. Paciente em decúbito dorsal. AP Região posterior média proximal da coxa. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. mais próxima do filme.8s / fino / 1m / sim / 30x40 OPI Região posterior interna da coxa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 80 / 100 / 0. quando desejamos o fêmur esquerdo.8s / fino / 1m / sim / 30x40 Pext (A) Região externa ou lateral da coxa no seu terço médio proximal.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 39 / 80 / 100 / 0. Raio central perpendicular. Pela grande espessura a ser atravessada.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Articulação coxo-femural É a articulação formada entre o osso ilíaco ou coxal através do acetábulo com a cabeça do fêmur. de maneira que a coxa forme um ângulo de 90º com o tronco. Paciente em decúbito dorsal. fazendo uma rotação interna da perna do lado a ser examinado. onde pode-se ver os deslocamentos anteriores e posteriores. devem ser feitas utilizando sempre o maior chassis e posicionando-o de tal maneira a colocar o máximo possível do fêmur na imagem. mais próxima do filme. OBS : Esta projeção apresenta importância nos casos cirúrgicos de fraturas de colo do fêmur. AXIAL (B) Região externa da coxa no seu terço proximal. Paciente em decúbito dorsal. penetrando no centro do maior eixo do colo do fêmur. em toda a sua extensão paralelo ao plano do filme. AP com rotação interna Região posterior do terço proximal da coxa. penetrando perpendicularmente no centro do maior eixo do colo do fêmur incidindo no períneo. aumentando a quilovoltagem : Gesso seco  + 8Kv Gesso úmido  + 12Kv Colo do fêmur É a porção proximal localizada entre a região intertrocantérea e a cabeça do fêmur. O chassis é colocado do lado externo a ser examinado. mais próxima do filme. Métodos para localização da articulação . podendo aquilatar como será a redução e até corrigir a posição das extremidades fraturadas. Esta preocupação é porque o ortopedista assim tem a noção exata do eixo do fêmur. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP com rotação interna e com rotação externa / AXIAL (A) e (B) / AP com rotação interna Região posterior do terço proximal da coxa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. num plano semi-axial em relação ao filme. fazendo uma rotação externa da perna do lado a ser examinado. Esta incidência mostra o colo do fêmur. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito lateral. antes e após a redução. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal.As radiografias durante o ato cirúrgico. É admiravelmente construída para combinar movimentos relativamente livres com sustentação e transmissão de peso. Raio central com uma inclinação cefálica de 10º penetrando no períneo. Esta incidência mostra o colo do fêmur. 2-) Paciente gessado Quando radiografamos uma porção espessa dos membros que esteja gessada. devemos sempre utilizar uma grade fixa. mais próxima do filme. mais próxima do filme. de fratura do fêmur. devemos alterar os fatores. O maior eixo longitudinal mediano da coxa a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando no centro do colo do fêmur. com a perna que não vai ser radiografada elevada e apoiada sobre um anteparo. Esta incidência mostra o colo do fêmur. de maneira que o maior eixo do colo do fêmur fique paralelo ao filme. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. O bordo superior do chassis deve ficar em contato com a crista ilíaca. num plano semi-axial em relação ao filme. fazendo uma rotação externa da perna do lado a ser examinado. AP com rotação externa Região posterior do terço proximal da coxa. Raio central perpendicular. Raio central horizontal ao plano da mesa.8s / fino / 1m / sim / 24x30 AXIAL (A) Região externa do colo do fêmur. durante o ato cirúrgico.

Raio central perpendicular. "sobre esta linha" esta a articulação. necessita para a sua localização. da bacia. OBS : As obliquas apresentam indicação nos casos de fraturas ou luxações. As projeções obliquas devem ser feitas para cada articulação. AP localizada com rotação interna e com rotação externa Mesmo posicionamento da incidência em AP comparativa. fazemos a OPD e a OPE. penetrando ao nível da articulação. . mais próxima do filme. onde o paciente não consegue fazer os movimentos de rotação da perna. girando os pés para dentro e numa outra radiografia. Obliqüidade paciente-mesa de 30º a 45º. pois lesões ao nível da articulação podem ser unilaterais ( direita ou esquerda ) ou bilaterais. Três a quatro centímetros abaixo da bissetriz do ângulo mais inferior. 3-) Localizando-se o grande trocânter em rotação interna da perna. 2-) No meio da linha imaginaria entre a crista ilíaca e a sinfise púbiana. Devemos fazer de rotina o AP comparativo com rotação interna. penetrando na articulação a ser examinada. cruza-se uma transversal. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. qualquer um dos diferentes métodos : 1-) No meio da linha imaginaria entre a espinha ilíaca ântero-superior e a sinfise púbiana.A articulação coxo-femural por ser profunda e protegida por fortes cápsulas e envolvida por músculos poderosos. A região da articulação a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. encontra-se a articulação coxo-femural. utilizamos uma faixa compressora. porem é colocado o cilindro de extensão aberto ou colimadores de abertura de acordo com a articulação. mais próxima do filme. 4-) Sentindo-se a pulsação da artéria femural. girando para fora. OBS : A incidência comparativa deve ser obrigatória na rotina mínima. Quando há dificuldade do paciente manter o posicionamento. mais próximas do filme. passando ao nível das articulações. Este método deve ser aplicado com estes números no adulto. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP comparativa com rotação interna e rotação externa / AP localizada com rotação interna e rotação externa / Perfil direito e esquerdo / OPD / OPE / AXIAL (A) e (B) / incidência de LOWENSTEIN (A) e (B) / incidência de van rosen / incidência de BUDIN E CHANDLER / tomografia em AP / Incidências de rotina AP comparativa com rotação interna / AP localizada com rotação interna / AP localizada com rotação externa / AP comparativa com rotação interna e com rotação externa Região posterior de ambas articulações. devemos encostá-lo no paciente. As duas incidências localizadas devem participar da rotina. Raio central perpendicular. Este é o melhor método de localização. dois a três centímetros para cima e sete a oito centímetros para dentro. por isso diminuindo a distância foco-filme. Três centímetros abaixo desse cruzamento. esta a articulação. forma-se quatro ângulos. por causa da boa definição das relações articulares. isto é. então a variação nos fatores em relação a comparativa será pequena. respectivamente. cruza-se uma perpendicular. Paciente em decúbito lateral rigoroso com as pernas estendidas ao longo do corpo. dados esses importantíssimos no diagnóstico diferencial. uma região coincidente com 3cm acima do grande trocânter. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. entre a cabeça do fêmur e o acetábulo. OBS : Quando utilizamos o cilindro de extensão aberto. Raio central perpendicular. esta a articulação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 10 / 200 / 100 / 2s / fino / 1m / sim / 24x30 OPD e OPE Região posterior direita e esquerda. no estudo do lado direito. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. OBS : Esta incidência apresenta indicação nos casos em que há suspeita de luxação de articulação coxo-femural. pois demonstra a cabeça e colo do fêmur com excelente definição. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 Perfil direito e esquerdo Região externa ou lateral das articulações direita ou esquerda.

penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. Raio central com uma inclinação cefálica de 20º penetrando no períneo./ 250 / 100 / 2. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. AXIAL (B) Região externa ou lateral da coxa. cada um deles. Paciente em decúbito lateral. fletindo as coxas e pernas com os pés apoiados na mesa. Nesta incidência devemos utilizar uma grade fixa para obtermos mais detalhe.80m. mais próximas do filme. no seu terço proximal. em intensa rotação interna e abdução máxima dos membros. O maior eixo longitudinal mediano da coxa a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. com a perna que não vai ser radiografada elevada e apoiada sobre um anteparo. Raio central horizontal ao plano da mesa. Raio central perpendicular.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Incidência de BUDIN e CHANDLER Região posterior da articulação. formando um ângulo com o eixo ságital de 45º. Raio central perpendicular. esta técnica não será satisfatória em crianças menores de 6 anos. mais próximas do filme. Paciente em decúbito dorsal com as pernas estendidas. A incidência de LOWENSTEIN. mantendo os joelhos e pés unidos.Para fixar o posicionamento. incidindo no períneo. mais próximo do filme. A diafragmação visa também proteger as gônadas da radiação. O bordo superior do chassis deve ficar em contato com a crista ilíaca. penetrando perpendicular no centro do maior eixo do colo do fêmur. utilizada posteriormente como uma linha de referencia. FROG ou RÃ. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / -. na estativa vertical. A-) Radiografia afastando os dois joelhos do plano mediano ságital de 15º. B-) Radiografia afastando os dois joelhos do plano mediano ságital de 60º. deve ser sempre comparativa e quando indicada devem ser feitas as duas radiografias ( A e B ). Paciente em decúbito dorsal. o feixe é centrado no colo do fêmur ( região medial da coxa ). Nesta incidência as duas regiões plantares ficam quase encostadas uma á outra. Incidência de van rosen Regiões posteriores das articulações coxo-femurais. Quando há luxação. O chassis é colocado do lado externo a ser examinada. mais próxima do filme. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. Normalmente a linha prolongada pela diáfise femural corta o teto acetabular. Paciente sentado. A coxa erguida deve formar um ângulo de 90º com o tronco. Esta proteção pode ser conseguida através de um campo reduzido e o uso de um anteparo plumbífero para as gônadas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 AXIAL (A) Região externa ou lateral da articulação. numa caixa ou cadeira de material totalmente radiotransparente. com os joelhos fletidos em 90º. de maneira que o maior eixo do colo do fêmur fique paralelo ao filme. Por causa do tempo longo de exposição. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. incidindo ao longo do eixo do fêmur. utilizamos um apoio radiotransparente sob o lado que está levantado.80m / sim / 24x30 Tomografia . Raio central perpendicular. Ao diafragmar é importante incluir o terço superior da tíbia. o ângulo é menor ( entre 30º e 45º ) a reta cai mais próxima a coluna torácica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 Incidência de LOWENSTEIN ( incidência de FROG ) Regiões das articulações coxo-femurais. no filme. OBS : A incidência de VAN ROSEN é importante no estudo das luxações da articulação coxo-femural. A radiografia deve ser feita a uma distância foco-filme de 1. A incidência de VAN ROSEN deve ser sempre comparativa. mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre as articulações. Esta radiação geralmente é indicada em crianças.5s / fino / 1. cada um deles.

aparecem num plano semi-axial. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. Tomografia em AP Paciente em decúbito dorsal. mais próxima do filme. A obliquidade posterior mostra a fossa ilíaca direita. com as pernas estendidas ao longo do corpo. da bacia. utilizamos um apoio radiotransparente sob o lado levantado. e a obliquidade posterior esquerda mostra a esquerda. Raio central penetrando na articulação. O plano ótimo'quase sempre se encontra próximo a espessura dividida por dois somada de 3cm. Sempre devemos incluir todos os ossos da bacia no filme.inferior e anterior O maior osso da bacia é o ileon. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 250 / 80 / 3.O estudo tomograficocom suas radiografias em planos pré-selecionados pelo operador. As fossas ilíacas no AP. penetrando 3cm acima do cóccix. Raio central perpendicular. Os ossos que formam o ilíaco ou coxal são : Ileon . Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. mais próximas do filme. que não têm condições de ficar em decúbito dorsal. Utilizamos esta incidência em politraumatizados. Quando há dificuldade de manter o posicionamento. utilizamos uma faixa compressora próxima a uma região da bacia. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. respectivamente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. composto principalmente pelos dois ilíacos. com a articulação a ser radiografada coincidindo com a linha central da mesa. penetrando no meio do espaço entre a espinha ilíaca ântero-superior e o púbis. aproximadamente 80% de todo o ilíaco. Obliquidade paciente-mesa de 45º.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Pdir e Pesq Região direita ou esquerda da bacia. Raio central perpendicular. penetrando no meio do espaço entre as duas espinhas ilíacas ântero-superiores e a sínfise pubiana. Os pés devem ficar em rotação interna. mais próxima do filme. penetrando ao nível da fossa ilíaca uns 4cm para dentro da espinha ilíaca ântero-superior.2s / fino / tomo / sim / 24x30 Bacia A bacia é formada por um forte arcabouço ósseo.inferior e posterior Púbis . com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. para podermos visualizar as regiões do colo do fêmur e grande trocânter com melhor definição. Paciente em decúbito dorsal. Quando o paciente tiver dificuldade de manter o posicionamento. posteriormente encontramos a coluna sacra e a coccígea. PA Região anterior da bacia. sempre é dos métodos de exames radiológicos apresntam maior valor para o diagnóstico do médico radiológista. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi .superior e lateral Isqueon . Raio central perpendicular. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / OPD / OPE / Perfil esquerdo e direito / Incidências de rotina AP / OPD / OPE AP Região posterior da bacia. Paciente em decúbito lateral rigoroso. OBS : O perfil direito ou esquerdo tem indicação nos casos de suspeitas de fraturas ao nível do isquion e do púbis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 35x35 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda. colocando o corpo em posição obliqua. As projeções obliquas são mais especificas para as fossas ilíacas que aparecem no seu plano paralelas ao filme. mais próxima do filme.

6s / fino / 1m / sim / 18x24 Articulação Sacro-ilíaca É a articulação que se dá entre as faces articulares laterais da coluna sacra com as faces articulares do íleon. As pernas devem ficar afastadas ao máximo uma da outra. OBS : A inclinação cefálica costuma ser alguns graus maior em mulheres. com o tronco formando um ângulo de aproximadamente 60º com a mesa. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. por isso não devemos fazer de rotina essa projeção. Paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. Paciente sentado. Raio centra com uma inclinação podálica de 5º a 15º. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa.0s / fino / 1m / sim / 35x35 Púbis É o menor osso do ilíaco. medialmente. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP ( FERGUSON ) / PA / OPD / OPE / OAD / OAE / Incidências de rotina AP / OPD / OPE / AP ( incidência de FERGUSON ) Região posterior da articulação. Fazemos o AP de púbis quando o paciente não tem condições de ficar em decúbito ventral./ 200 / 100 / 2. no mesmo posicionamento do perfil de coxo-femural e bacia. encontra-se localizado anteriormente na região inferior da bacia. OBS : Esta projeção apresenta valor nos casos de fraturas do púbis. mais próxima do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA / AP / Perfil direito e esquerdo / AXIAL / Incidências de rotina PA / AXIAL / PA Região anterior do púbis. mais próxima do filme. AP Região posterior do púbis. Raio central perpendicular penetrando ao nível da sínfise pubiana. para conseguirmos entrar com o raio central perpendicular ao maior eixo do sacro. Raio central perpendicular saindo no meio da sínfise pubiana. mais próxima do filme. O prefil superpõe o púbis direito e esquerdo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. Raio central com uma inclinação média de 25º cefálicos. Raio central perpendicular. penetrando no meio da sínfise pubiana. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 25 / 60 / 100 / 0.70 / -. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal. passando pelo bordo superior da sínfise pubiana. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Paciente em decúbito lateral rigoroso. mais próxima do filme. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. Região pubiana deve coincidir com a linha central da mesa. principalmente quando apresentam fragmentos anteriores ou posteriores. mais próxima do filme. AXIAL ( Variante da incidência de THOMS ) Região inferior do púbis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 PA Região anterior da articulação. penetrando no processo espinhoso de S1. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa.8s / fino / 1m / sim / 18x24 Perfil esquerdo e direito Região direita ou esquerda do púbis. penetrando ao nível do púbis.

Obliquidade paciente-mesa de 30º. a articulação a ser examinado é a direita. vai causar uma diferença na medida do comprimento dos ossos. escanometria ou técnica de farril. podendo-se medir também os membros superiores. com o paciente em OAD. . Para obtermos mais detalhe. O lado que está levantado é o que será radiografado. são as principais indicações deste exame. SINONÍMIA Mensuração radiológica. por que são feitas três exposições num mesmo filme sem o paciente se movimentar. OAD e OAE Região anterior direita e esquerda respectivamente. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. a articulação a ser examinada é a direita. INDICAÇÃO Claudicância. a média para o joelho e a menor para a tíbio-társica. fazemos a maior abertura do diafragma para a articulação coxo-femural. Quando o aparelho de raios-x dispõe de colimador. São três incidências num mesmo filme. um AP de coxo-femural. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. penetrando ao nível da articulação. isto é. isto é. Quando em decúbito dorsal. pois podemos fazer escanografias de forma direta. Este método exige que haja uma boa distância entre o plano superior do chassis e o inferior da mesa para que as placas de chumbo não deslizem quando a bandeja é fechada. são outros nomes utilizados para a mesma técnica. escoliose desnivel de bacia.72 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 OPD Região posterior direita da articulação. Escanografia É a demonstração radiográfica dos ossos longos. colocando o corpo em posição obliqua. A bandeja com o chassis deve deslizar livremente em todo o espaço compreendido entre a articulação coxo-femural e a articulação tíbio-társica. Raio central perpendicular penetrando 3cm para dentro da espinha ilíaca ânterosuperior mais afastada da mesa. Normalmente a escanografia é utilizada na medição dos membros inferiores. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. colocando o corpo em posição obliqua. penetrando 3cm para dentro da espinha ilíaca ânterosuperior mais afastada da mesa. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática colocando o corpo em posição obliqua. um AP de joelho e um AP de articulação tíbio-társica. Obliquidade paciente-mesa de 30º. mais próxima do filme. O lado que esta levantado é o que será radiografado. a fim de medir quaisquer diferenças nos seus comprimentos. OPE Região posterior esquerda da articulação. utilizando apenas uma projeção com um filme de tamanho que inclua as três articulações. o paciente em OPE. mais próximas do filme. da articulação. escanograma. isto é. joelhos e tíbio-társicas. que é indireta. Quando o aparelho não dispõe de colimador. isto é. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. podemos fazer limitando os campos radiográfados com placas de chumbo. o paciente em OPE. Raio central perpendicular. devemos fixar através de uma fita de adesivo. de grande importância na pesquisa da estiologia dessas alterações. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. para termos certeza que o paciente não se moverá. os dois grandes dedos. O lado a ser radiografado é o que esta mais próximo do filme. mais próxima do filme. Qualquer movimento de uma das pernas no sentido longitudinal. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática.6s / fino / 1m / sim / 24x30 NOTA 1-) Projeções obliquas As regiões onde penetra o raio central nas incidências obliquas devem coincidir com a linha central da mesa. Método de exame Regiões posteriores das articulações coxo-femurais. a articulação a ser examinada é a esquerda. devemos utilizar cilindros de extensão fechado ou outros colimadores. Obliquidade paciente-mesa de 30º.

pois se estender muito a cabeça. mais próxima do filme. Coluna coccígea com 2. por Ter um processo espinhoso maior. Coluna sacra com 5 vértebras. O paciente deve fazer as radiografias para coluna em posição ortostática ou sentado. A sétima.24s / fino / 1m / sim / 30x40 04 . Retirar os sapatos é uma providência importante. chama-se proeminente. O paciente deve ser posicionado com a linha horizontal alemã perpendicular ao plano da estativa vertical. A inclinação cefálica apresenta principalmente duas vantagens : 1-) Afastar a mandibula proximalmente do campo radiografico. Raio central com inclinação de 12º cefálicos. com exceção do cóccix. Coluna lombar com 5 vértebras. por isso. Raio central perpendicular. *(1) O que quisemos dizer com essa asserção é que somente estas 3 vértebras apresentam nome especifico. Na radiografia em AP conseguimos ver com boa definição da 3ª a 7ª vétebra cervical. A lordose fisiológica coloca os corpos vertebrais de C4 a C7 numa posição tal que somente com inclinação cefálica é possivel a demonstração dos espaços intervertebrais. por causa do comprimento menor de um dos membros. o Axis eleva seu corpo em forma de processo ( Apófise ) chamado odontoide. composta por 7 peças vertebrais. responsavel pelo eixo dos movimentos de lateralização da cabeça.(B). Coluna torácica com 12 vértebras. então fazemos o exame em decúbito dorsal. quando não for possivel.8s / fino / 1m / sim / 30x40 Articulação coxo-femural Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 60 / 100 / 0. . Coluna cervical É a porção da coluna logo abaixo do crânio. irá haver superposição da porção escamosa do occipital com a 3ª vértebra e as vezes até a 4ª vértebra cervical. No recém-nascido.(B) e (C) / Transoral (A) e (B) / Transmaxilar / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina AP (A) / perfil (A) e (B) / Transoral (A) e (B) / AP Região posterior do pescoço. penetrando entre a cartilagem tireóide e a cricóide. depois no joelho e logo após na articulação tíbio-társica. O bordo superior do chassis deve coincidir com a região mais alta do pavilhão auricular. penetrando na articulação coxo-femural. a anatomia radiológica da coluna apresenta grandes variações. 3 ou 4 peças vertebrais atípicas. 2-) Entrar paralelo aos espaços intervertebrais.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Articulaçào do joelho Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 26 / 24 / 100 / 0.Coluna vertebral A coluna vertebral apresenta-se dividida em 5 segmentos : Coluna cervical com 7 vértebras. apresenta a desvantagem de multiplicar por dois o número de incidências. para tratamento do desnivel da bacia. Enquanto o Atlas não tem corpo e tem processo espinhoso rudimentar. A 1ª e a 2ª vértebras necessitam de incidências especificas. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP (A). A fusão dos núcleos pode retardar-se até os 6 anos.(C) e (D) / Perfil (A).Outro método que pode ser aplicado é a utilização de cones ou cilindros para localizar separadamente cada articulação num mesmo filme. pois há pacientes que usam compensação no salto. Podemos obter o AP por quatro técnicas diferentes : AP (A) Raio central com uma inclinação entre 10º e 15º cefálicos. todas as vértebras apresentam três núcleos de ossificação : um maior para o corpo e dois laterais para os arcos posteriores. As duas primeiras ( Atlas e Axis ) e a sétima *( Proeminente )(1). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 80 / 100 / 0. Cuidados importantes são a retirada de adornos com materiais radiopacos que venham a prejudicar o exame. de acordo com a idade. A coluna cervecal apresenta uma curvatura anterior ( lordose ) fisiológica.

Sempre que possivel. É uma incidência feita com tempo longo. e na hora da exposição o paciente fará movimentos de abrir e fechar a boca. pois é frequente essas radiografias sairem tremidas pelo movimento do paciente. para trabalharmos com tempo mais curto. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. fazer o perfil esquerdo. O paciente deve fletir ao máximo a cabeça até que olhe em direção aos pés. Por causa da grande separação entre a coluna cervicale o filme. AP (D) – AUTOTOMOGRAFIA – 2 A autotomografia baseia-se no flou cinético.1 A automografio baseia-se no flou cinético. O bordo superior do chassis. Paciente em posição ortostática. Com a automografia – 1 – podemos visualizar todas as vértebras cervicais. para diminuir a ampliação e daí. Os raios divergentes cumprirão a função da inclinação cefálica da incidência anterior. Radiografia feita a grande distância foco-filme para compensaro espaço entre a coluna cervical e o filme. não perdermos detalhe. isto é. penetrando ao nível de C4 ( ou tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). Por causa da lordose fisiológica da coluna vertebral. mais próxima do filme. para demonstrar com melhor definição as ultimas vértebras cervicais. mais próxima do filme. ela se apagará da imagem radiografica. Para podermos fazer a radiografia com tempo longo. penetrando ao nível da cartilagem tireóide. sentado ou em última hipótese.FATORES Kv / K / 65 / 48 / mAs 60 / mA / t / foco / / 100 / 0. pois os pacientes nessa posição têm tendência a movimentar-se. Sempre usar os focos de maior miliamperagem ( foco grosso ). penetrando na cartilagem tireóide. desaparecendo então através do fenômeno chamado FLOU CINÉTICO. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical ( tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). tendo o cuidado de não movimentar o maior eixo da coluna cervical. É uma incidência feita com tempo longo.50m / sim / 18x24 Perfil normal direito e esquerdo (A) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. logo acima da cricóide ( cartilagem mais inferior do laringe ). Raio central perpendicular.6s / fino / 1m / sim / 18x24 AP (C) . em decúbito lateral. sentado ou em última hipótese. isto é.6s / fino / d / bucky / Fi 1m / sim / 18x24 AP (B) Raio central perpendicular. devemos aumentar a distânica foco filme. .80m ). Como a intenção é demonstrar da 2ª a 7ª vértebras. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 53 / 60 / 100 / 0. Paciente em posição ortostática. ela se apagará da imagem radiografica. deve coincidir com a região mais alta do pavilhão auricular. com exceção da primeira vértebra. esta incidênciadeve ser feita a grande distância foco-filme ( 1.AUTOMOGRAFIA . deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. O paciente deve forçar ao máximo os braços para baixo. Raio central com uma inclinação média de 5º cefálicos. devendo-se por convenção. devemos utilizar um foco mais grosso. tendo o cuidado de não movimentar o maior eixo da coluna cervical. que acompanha a cabeça nos movimentos de lateralização. aparecendo com boa definição a estrutura fixa. conseguimos visualizar os primeiros espaços intervertebrais com uma pequena inclinação cefálica e os médios e ultimos com uma maior inclinação. em decúbito lateral. de 5º. Perfil com flexão direita e esquerda (B) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. aparecendo com boa definição a estrutura fixa. A finalidade da autotomografia – 2 – é a visualização das primeiras vértebras cervicais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 48 / 160 / 60 / 2. com o movimento de uma determinada região. logo acima da cricóide ( cartilagem mais inferior do laringe ). quando não houver indicação precípua. para trabalharmos com tempo mais curto. com o movimento de uma determinada região. e na hora da exposição o paciente fará movimentos de lateralização da cabeça. Raio central perpendicular. O bordo superior do chassis. penetrando na fúrcula esternal. utilizamos então uma inclinação média do raio central.5s / fino / 1. daí evitando o flou cinético.

em decúbito lateral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 58 / 60 / 200 / 0. Sempre utilizar os focos de maior miliamperagem para trabalharmos com tempo mais curto. Paciente em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. até que olhe em direção ao teto. Fazemos esta incidência de rotina. só conseguiremos um bom estudo radiografico utilizando a tomografia. sentado ou em decúbito ventral.3s / grosso / 1. Colocar o corpo do paciente com uma obliquidade de 45º com o plano da estativa e a cabeça paralela a esse plano. Algumas vezes. e a flexibilidade das articulações interpofisárias. Paciente em decúbito dorsal. sentado ou em posição ortostática. Raio central perpendicular. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. abrindo ao máximo a boca. mais próxima do filme. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. sentado ou em posição ortostática. Transoral (B) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. penetrando ao nível de C4 ( ou tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). tangenciando os incisivos superiores. por isso devemos pedir ao paciente que retire próteses dentarias radiopacas. Colocar o corpo do paciente com uma obliquidade de 45º com o plano da estativa e a cabeça paralela a esse plano. mais próximas do filme. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. perpendicular ao plano da mesa. Raio central perpendicular. daí evitando o flou cinético. esta então aumenta as possibilidades de um bom estudo das articulações occipitoatloidea e atlo-axoidea. Paciente em decúbito dorsal. OBSERVAÇÕES : . O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. sentado ou em última hipótese. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. mais próximas do filme. Radiografia feita com cone para obtermos melhor detalhe do atlas e do axis e das articulações occipito-atloidea e atlo-axoidea.Perfil com extensão direita e esquerda (C) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. mais próximas do filme. Radiografia feita a grande distância foco-filme ( teleradiografia ) para compensar o espaço entre a coluna cervical e o filme.80m / sim / 18x24 Transoral (A) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. Utilizamos esta incidência quando nos interessam as primeiras vértebras cervicais e o paciente não tem condições de abrir a boca. Raio central perpendicular. pois nem sempre conseguimos individualizar as articulações na primeira transoral ( com raio central perpendicular ). O paciente deve estender ao máximo a cabeça. OBS : A finalidade da boca aberta nas incidências transorais é a retirada dos dentes do campo a ser radiografado. Raio central com uma inclinação cefálica de 5º. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática. OBS : As projeções de perfil com flexão e extensão apresentam grande importância para estudo do eixo da coluna onde poderemos individualizar pequenas luxações. Paciente em posição ortostática. penetrando ao nível do lábio superior. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo perpendicular ao plano da mesa. mais próxima do filme. Paciente em posições ortostática. OAE Região anterior esquerda do pescoço. penetrando de maneira que tangencie os dentes incisivos superiores. sentado ou em posição ortostática. sentado ou em decúbito ventral.8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 OAD Região anterior direita do pescoço. A radiografia deve ser feita com cone. Transmaxilar Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. mais próxima do filme. Linha horizontal alemã perpendicular a mesa. abrindo a boca ao máximo. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical.

Paciente em posição ortostática. As torácicas são vértebras que necessitam de estudo especifico. articulações interpofisárias e outras estruturas da coluna num plano obliquo.m / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo . envolvendo a cabeça sem modificar o eixo da coluna. mais próximas do filme. pois não são demonstradas com boa definição nas incidências para coluna cervical. apresentando seus componentes com excelente definição. T2.6s / fino / 1. sentado ou em decúbito ventral. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. C-) Quando na requisição de exame vem o pedido para obliquas de cervical. T3 e T4 ). penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. Região da coluna cérvico-torácica coincidindo com a linha central da mesa. pesquisa de uncoartrose ( processos degenerativos dos uncus vertebrais ). Membro mais afastado do filme o mais abaixado possivel. por isso utilizando menos Kv e menos mAs. Paciente em posição ortostática. podemos fazer na distância FO-FI de 1m. por causa da superposição com as articulações escápulo-umerais. o raio central penetra com uma inclinação podálica +_ 12º. Esta incidência joga a coluna cérvico-torácica na região axilar. colocando um apoio radiotransparente sob o tórax e região crevical. sentado ou em decúbito dorsal. penetrando na fúrcula esternal.(A) – Incidência de TWINING ( variante ) Região lateral direita ou esquerda da coluna. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Perfil (A) e (B) / OPD / OPE / OAD / OAE / Incidências de rotina AP / Perfil (A) / AP Região posterior da coluna cérvico-torácica. Raio cnetral perpendicular. Membro superior mais próximo do filme. com a finalidade de retirar os ombros de cima das primeiras vértebras torácicas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 68 / 38 / 60 / 200 / 0. B-) As projeções obliquas apresentam grande importância no estudo dos forames de conjunção ( onde penetram as raízes nervosas sensitivas ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 60 / 100 / 0. A cabeça do paciente deve ficar paralela ao plano da estativa ou mesa. com imagem mais real e com melhor detalhe. colocamos o seu corpo em posição obliqua e a sua cabeça paralela ao plano da mesa. tangenciando a articulação acrômio-clavicular mais afastada do filme. pelos seguintes motivos : 1º-) Coluna cervical mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Sempre que possivel. devemos fazer as anteriores. mais próxima do filme. retirando os sapatos. fazer o exame em posição ortostática.35s / grosso / 1. do pescoço. 2º-) Nas OAD e OAE. Perfil direito e esquerdo . O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. Obliquidade do paciente-mesa de 45º. mais próxima do filme. Esta radiografia deve ser indicada em casos de pacientes com fraturas ou luxações que estejam em tração ou que não tenham condições de remoção do leito. mais próxima do filme. Nesses casos. 3º-) Maior facilidade e comodidade para o paciente manter o posicionamento. Paciente em posição ortostática.(B) Região lateral direita ou esquerda do pescoço.80m / sim / 18x24 Coluna cérvico-torácica Consideramos como componentes da coluna cérvico-torácica as últimas cervicais ( C6 – C7 )e as primeiras torácicas ( T1. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 48 / 70 / 200 / 0. . sentado ou em última hipótese.A-) Quando o paciente em decúbito ventral. nem para coluna torácica. Devemos Ter o cuidado de retirar roupa ou adornos que venham prejudicar o exame. em decúbito dorsal. OBS : A verdadeira incidência de TWINING ( incidência do nadador ) é utilizada na mielografia de região cérvico-torácica com o paciente em decúbito ventral e o raio central horizontal passando ao nível de C7. Uma outra pessoa deve tracionar os membros superiores em sentido distal.3s / grosso / 1m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda respectivamente.

É importante fazermos esta incidência de pé ou sentado. que não tenha condições de virar ao contrário. A principal caracteristica da vértebra torácica é a articulação com os arcos costais. 2 fóveas costais inferiores. pois assim poderemos surpreender desvios de coluna.m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda do tórax e pescoço. Para facilitar o posicionamento. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. O PA de coluna torácica apresenta a desvantagem de superpor os bordos superiores e inferiores dos corpos de uma vértebra com a outra. apoiando no ombro. colocando-se a coluna cervical no mesmo eixo da torácica. mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre a fúrcula esterna e o apêndica xifoide.8s / fino / 1. por causa que os raios-x . Paciente em posição ortostática. Paciente em posição ortostática. OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda do tórax e pescoço. penetrando ao nível da fúrcula esternal. OBS : Nas incidências em perfil para coluna cérvico-torácica com o raio central horizontal. O bordo superior do chassis deve coincidir com a região mentoniana. indicamos então a tomografia da região com cortes separados de alguns milimetros. sentado ou em decúbito ventral. Paciente em posição ortostática. Cada vértebra torácica faz 12 articulações : 2 com os corpos vertebrais contíguos ( articulações intervertebrais ). Raio central perpendicular. através da fovea costal ( costela com o corpo ) e fovea costal transversa ( costela com o processo transverso ). apresenta 12 peçasvertebrais. mais próximas do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Perfil direito e esquerdo / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / Perfil esquerdo / AP Região posterior do tórax.7s / fino / 1. 2 fóveas costais transversas. 2 com os processos articulares superiores ( articulações interpofisárias ). devemos utilizar sempre neste exame. poderiam passar despercebidos. Obliquidade paciente-mesa de 45º. Raio central perpendicualr. deve ser feita sem os sapatos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 25 / 80 / 100 / 0. mais próximas do filme. perpendicular ao chassis. 2 fóveas costais superiores. que deverá estar equilibrado na vertical. penetrando ao nível da 2ª vértebra torácica ( T2 ).Raio central horizontal ao maior plano do leito ou mesa. passando ao nível de T2. mais próxima do filme. que fazendo-se deitado. sentado ou em decúbito dorsal. Para igualarmos as densidades radiograficas. devemos utilizar grade fixa para obtermos mais detalhe. em decúbito dorsal. Paciente em decúbito ventral. Coluna torácica Localizada logo abaixo da coluna cervical. Obliquidade paciente-mesa de 45º. sentado ou em última hipótese. colocando-se a coluna cervical no mesmo eixo da torácica. em todas as incidências. o efeito anodio ( catodio para o lado do abdome ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 40 / 70 / 100 / 0.m / sim / 18x24 NOTA 1-) Tomografia Quando interessa ao médico radiologista ver a extensão da lesão ao nível da coluna. Como toda radiografia para coluna. Raio central perpendicular. Estas projeções apresentam valor para a visualização dos forames de conjugação pedículos e outros acidentes anatômicos numa apresentação obliqua. PA Região anterior do tórax. devemos colocar um apoio radiotransparente sob a parte que esta erguida. 2 com os processos articulares inferiores. Utilizamos estas incidências quando o paciente não tem condições de fazer as obliquas posteriores.

Raio central perpendicular. quando vier na maca nessa posição. Paciente em posição ortostática ou sentado. devemos utilizar um apoio radiotransparente sob o lado levantado do tórax e da bacia. em proporção com as demais. A melhor posição para os pacientes com fratura ao nível da coluna lombar é a decúbito ventral.penetram pela convexidade.m / sim / 30x40 Coluna lombar É a porção da coluna vertebral situada logo abaixo da torácica. Quando houver indicação das obliquas. Paciente em posição ortostática. penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica. penetrando ao nível de T6. Obliquidade paciente-mesa de 45º. do tórax. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 25 / 200 / 60 / 3. com isso apagaremos a imagem de superposição das costelas. penetrando ao nível do meio do espaço entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. O maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. ficando assim a coluna torácica proximal.3s / fino / 1. o raio central deve penetrar com +_5º cefálicos ao nível da 6ª vértebra. O motivo é que a largura dos ombros é quase sempre maior que a da bacia. Devemos fazer de rotina em PA para que os raios-x penetrem na concavidade da coluna. Apresenta 5 vértebras que. mais afastada da mesa do que a distal. pois sabemos que a coluna torácica apresenta uma cifose fisiológica ( curvatura para trás ). OBS (A) : Se o exame for feito em decúbito lateral.m / sim / 30x40 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. Por isso. As mãos e antebraços devem ficar apoiados anteriormente na cabeça. devemos Ter cuidado para que o paciente não movimente também a coluna nas fazes respiratórias.m / sim / 30x40 OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda respectivamente. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 25 / 200 / 100 / 2. Quando utilizamos esta técnica. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA / AP / Perfil normal direito e esquerdo / Perfil com flexão direito e esquerdo / Perfil com extensão direito e esquerdo / Perfil localizada de L5-S1 / incidência de FERGUSON / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina PA / Perfil normal / Perfil com flexão / Perfil localizada de L5-S1 / FERGUSON / PA Região anterior do abdome.m / sim / 30x40 OBS (B) : Para conseguirmos uma melhor demonstração das vértebras torácicas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 100 / 100 / 1s / fino / 1. Raio central perpendicular. OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda respectivamente. Em relação a fatores.2s / fino / 1. deve coincidir com a linha central da mesa.0s / fino / 1. devemos trabalhar com tempo longo para conseguirmos um melhor flou cinético. Quando em ortostática ou sentado. Raio cnetral perpendicular. O maior eixo longitudunal da coluna. Para facilitar o posicionamento. separando assim os espaços intervertebrais. sentado ou em decúbito lateral. O maior eixo da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. Obliquidade paciente-mesa de 45º. raio central perpendicular. devemos fazer as anteriores pela maior facilidade de posicionamento. do tórax. deverá ser . mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. Quando o paciente em decúbito lateral rigoroso os braços devem envolver a cabeça e as pernas flexionadas para facilitar e manter o posicionamento. não apresenta superficies articulares nos processos transversos e seu processo espinhoso é de forma mais larga e quase quadrada. são as que possuem o corpo vertebral mais desenvolvido. mais próxima do filme. podemos fazer a radiografia em perfil com o paciente respirando lentamente. penetrando na linha axilar média ao nível da 6ª vértebra torácica.

pois a região da bacia é quase sempre mais espessa que a região lombar proximal. mais próxima do filme.Quando há indicação de fazer o exame em decúbito lateral.m / sim / 30x40 Perfil normal direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda do abdome.O raio central deverá Ter uma inclinação podálica de 5º a 10º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 100 / 100 / 1. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. reduzindo a lordose fisiológica. mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre o rebordo costal inferior e a crista ilíaca. Paciente em decúbito dorsal. Esta posição coloca a coluna quase que totalmente paralela ao plano da mesa. penetrando no meio do espaço entre o rebordo costal inferior e a crista ilíaca. As mãos e antebraços deve estar apoiados anteriormente na cabeça. Raio central perpendicular. a 5ª vértebra lombar não aparece com boa definição por causa da sua inclinação para articulação com a 1ª vértebra sacra. de acordo com a largura da bacia. deve fletir o tronco até apoiar as mãos num plano situado logo abaixo do joelho. AP Região lombar. OBS : (A). Retirar os sapatos é das providências mais importantes para o exame da coluna vertebral. Para facilitar o posicionamento devemos passar uma faixa compressora pela bacia do paciente. estendendo o tronco ( para trás ). para facilitar o posicionamento. Perfil com flexão direita ou esquerda Região lateral direita ou esquerda do abdome.4s / fino / 1. (C). Mesmo com as pernas fletidas.removido cuidadosamente para a mesa de exame. (B).Quando a indicação for fratura ou luxação. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular.m / sim / 30x40 Perfil localizada de L5-S1 . penetrando no meio do espaço entre o bordo costal inferior e a crista ilíaca. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. Quando em decúbito lateral. mais próxima do filme. devemos dar uma inclinação podálica no raio central para penetrar perpendicular ao maior eixo longitudinal da coluna. Raio central perpendicular. O centro do maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. para ser feito o estudo radiografico nessa mesma posiçào ( em PA ). [enetrando no ponto médio entre o rebordo inferior da cartilagem costal e a crista ilíaca. Esta projeção apresenta grande valor no estudo do eixo da coluna. onde poderemos demonstrar melhor possiveis deslizamentos de vértebras. Paciente em posição ortostática. estando o paciente em decúbito dorsal ou ventral. OBS : Outro método que podemos utilizar na prática é a colocação do bordo inferior do chassis logo abaixo do cóccix. e o raio central no meio do filme. até apoiar as mãos num plano ao nível do joelho. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 240 / 100 / 2. quando fizer o exame em decúbito lateral. utilizando as mãos para manter o posicionamento. Esta projeção apresenta também grande valor no estudo do eixo da coluna. O maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando na 3ª vértebra lombar ( no meio do espaço entre o bordo inferior do rebordo costal e a crista ilíaca ). com grade fixa. deve fazer uma flexão máxima do tronco sobre as coxas. Raio central perpendicular. O centro do maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. fazemos o perfil com o raio central horizontal. mais próxima do filme. onde poderemos demonstrar melhor possiveis deslizamentos de vértebras. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. o paciente deve fletir as pernas e envolver a cabeça com os braços. flexionando as pernas até as regiões plantares ficarem em contato com a mesa. quando não for possivel fazer de pé. OBS : Quando o exame for feito em decúbito lateral. Perfil com extensão direita ou esquerda Região lateral direita ou esquerda do abdome. pois a região mais distal da coluna lombar fica mais alta do que a proximal. Quando em posição ortostática.0s / fino / 1.

O seu plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. Para obtermos mais detalhe devemos utilizar o cilindro de extensão aberto. que estejam erguidas. mais próxima do filme. • Olho  Pedículo ( mais afastado do flime ). As obliquas posteriores são mais dificieis de manter o posicionamento na obliquidade exigida.Região lateral direita ou esquerda da articulação lombo-sacra. por isso tendo que se usar anteparos radiotransparentes sob as regiões torácica. podemos visualizar a imagem do "cachorrinho de LACHAPELLE". • Corpo  Lâmina ( mais próxima do filme ). boca  Processo transverso ( mais afastado do filme ). • Pata trazeira  Processo articular inferior ( mais próximo do filme ). Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. Demonstram os mesmos acidentes das obliquas anteriores. O mair eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. mais próximas do filme. esta inclinação costuma ser maior. Obliquidade paciente-mesa de 45º. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortotática. Em mulheres. Cauda  Processo articular superior ( mais próximo do filme ). Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 10º. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. por ser uma região de frequente acometimento de patologias e também por que não aparece com boa definição no perfil panorâmico de coluna lombar. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 20 / 240 / 100 / 2. lombar e da bacia. penetrando ao nível de L3. • Pata dianteira  Processo articular inferior ( mais afastado do filme ). Nas projeções obliquas. A incidência de FERGUSON mostra o espaço intervertebral de L5-S1 que não aparece nas incidências postero-anterior e antero-posterior. Imagem do "cachorrinho" • Orelha  Processo articular superior ( mais afastado do filme ). mais próxima do filme.2s / fino / 1. As obliquas anteriores são de mais fácil posicionamento e podemos trabalhar com o raio central perpendicular ou com uma pequena inclinação podálica.m / sim / 24x30 Incidência de FERGUSON Região posterior da articulação de L5-S1. • Pescoço  Istmo ( mais afastado do filme ). lâmina e articulações inter-pofisárias. OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda do abdome.4s / fino / 1. Estas incidências apresentam grande valor para visualização de certas estruturas anatômicas como o ISTMO. só que na maioria das vezes temos que trabalhar com ângulação podálica de 5º a 10º. O maior eixo longitudunal da coluna. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. penetrando 3 a 4cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. É formado por um conjunto de acidentes anatômicos da vértebra lombar em posição obliqua. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. porque nestas posições a coluna lombar distal fica mais alta do que nas obliquas anteriores.m / sim / 30x40 . Esta incidência apresenta grande importância na rotina radiográfica para coluna vertebral. podendo-se ver com boa definição a coluna sacra e as articulações sacro-ilíacas. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. Raio central perpendicular ou com uma inclinação podálica de 5º penetrando no nível de L3. por causa da maior angulação do sacro. Raio central com uma inclinação média de 25º cefálicos penetrando 3cm acima da sinfise púbiana.2s / fino / 1. deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa.m / sim / 24x30 OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda do abdome. mais próxima do filme. • Nariz. Raio central perpendicular. Obliquidade paciente-mesa de 45º. Preferimos fazer em decúbito dorsal porque a espessura a ser atravessada pelos raios-x passa a ser menor.

A rotina mínima é a mesma do que para coluna lombar. penetrando no meio do espaço entre as espinhas ilíacas ântero-superiores. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática.4s / fino / 1. mais próxima do filme. Sempre que possivel. Apresenta valor nos casos de suspeitas de deslizamentos de vértebras. Coluna sacra Localizada logo abaixo da coluna lombar.5º Vértebra lombar Por causa da 5ª vértebra em relação com as demais peças lombares. quando quisermos estudar a coluna lombar. Raio central com inclinação cefálica de 15º penetrando no meio do espaço entre as espinhas ilíacas ântero-superiores. Os principais acidentes demonstrados são o ISTMO. mais próximas do filme. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. devemos utilizar colimadores para obtermos mais detalhe. penetrando 2cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. O exame da coluna sacra. Concluimos que. arqueia-se para trás formando uma concavidade anterior. devemos associar o estudo da coluna sacra. exige um estudo radiológico específico para ela. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Perfil com flexão e extensão Região lateral direita ou esquerda da bacia. por motivos que justificam totalmente. penetrando 2cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Perfil direito e esquerdo / Perfil com flexão e extensão / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / perfil esquerdo / AP Região lombar inferior. isto é : Incidências de rotina PA / Perfil normal / Perfil com flexão / Perfil localizada de L5-S1 / FERGUSON / Raio central com as mesmas variações de angulação da coluna lombar. apresenta cinco vértebras que se fundem por volta dos 6 anos. Raio central com uma inclinação de 15º cefálicos. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa. e mais os componentes da imagem do cachorrinho. . C-) Gasto menor de filmes. mais próxima do filme. porém se quisermos estudos isolados desses segmentos da coluna. tornando menos oneroso o custo do exame.2s / fino / 1. Estas incidências devem ser feitas com o paciente fazendo uma flexão forçada e outra radiografia com o paciente fazendo uma extensão forçada.m / sim / 18x24 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia.2s / fino / 1. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. ai faremos as incidências especifícas para coluna lombar e coluna sacra. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 25 / 240 / 100 / 2. LÂMINA e ARTICULAÇÃO INTERPOFISÁRIA. Obliquidade paciente-mesa de 45º. somente variamos o local da penetração. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. Raio central perpendicular. A-) Pode-se incluir num mesmo filme 30x40cm com a coluna sacra em sua totalidade. mais próxima do filme. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. que é ao nível da crista ilíaca.m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da bacia. B-) Pode-se Ter uma noção panorâmica da articulação da lombar com a sacra.m / sim / 18x24 Coluna lombo-sacra Normalmente os pedidos de exames radiográficos para coluna lombar vêm associados.

Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Região sacral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. É importante fazermos em primeiro lugar o perfil. penetrando ao nível da espinha ilíaca ântero-superior. penetrando no meio do cóccix. O maior eixo longitudinal do cóccix deve coincidir com a linha central da mesa. coincidindo com a linha central da mesa. penetrando de maneira que tangencie a sinfise pubiana. O plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da mesa.m / sim / 18x24 AP Região posterior do cóccix.0s / fino / 1. Paciente em decúbito ventral ou em posiçAo ortostática.0s / fino / 1. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. pois assim saberemos exatamente a inclinação que será dada ao AP. Raio central perpendicular ou com 5º podálicos.2s / fino / 1. Nas suas faces póstero-laterais encontramos as superficíes para as articulações com os ilíacos. mais próximas do filme. permitindo utilizarmos fatores mais baixos.A coluna sacra apresenta uma forma triangular com o vértice voltado para a parte inferior e orifícios nas laterais ( forames sacrais ). ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Perfil direito e esquerdo / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / Perfil esquerdo / AP ( Incidência de FERGUSON ) Região posterior da coluna sacra. 3 e as vezes 4 peças vertebrais atípicas. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Perfil direito e esquerdo / AP / PA / Incidências de rotina Perfil esquerdo / AP / Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º penetrando de maneira que tangencie a sinfise pubiana. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 120 / 100 / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 10º. mais próxima do filme. PA Região anterior da coluna sacra. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 200 / 100 / 2.m / sim / 24x30 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da região sacral. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º. Maior eixo longitudinal do cóccix deve coincidir com a linha central da mesa. mais próxima do filme. coincidindo com a linha central da mesa. a espessura abdominal diminui. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Região sacral no seu maior eixo longitudinal.m / sim / 24x30 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. A inclinação podálica é de grande importância pois a partir do perfil veremos a inclinação a ser dada para dissociar as peças coccígeas.m / sim / 24x30 Coluna coccígea A coluna coccígea esta localizada logo abaixo da coluna sacra e é composta por 2. Plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. penetrando ao nível do processo espinhoso da 2ª vértebra sacra. Preferimos fazer em decúbito dorsal porque quando o doente deita. . O estudo radiológico deve ser feito com o auxílio de colimadores para obtermos mais detalhe. Obliquidade paciente-mesa de 30º. mais próxima do filme.2s / fino / 1. mais próxima do filme. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática.

Quando não apresentam deformidades vertebrais. A principal sintomatologia das escolioses é o cansaço e quando na adolescência. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 120 / 100 / 1. Etiologia mal determinada. seringomielia. Para a medição da curva escoliótica. chamamos dextroescoliose e quando apresenta a convexidade para a esquerda chamamos sinistroescoliose. Em crianças de menos de 12 anos. sempre retirando os sapatos.m / sim / 18x24 Escoliose ( escolios – do grego – Tortuoso ) Por definição. . que quase sempre é o 14x17 polegadas. podemos utilizar os métodos de COBB-LIPMAN e o de RISSER-FERGUSON. Raio central com uma inclinação de 5º a 25º cefálicos.Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 25º. pisando num plano horizontal. para medir-se um possivel desnivel da bacia. Rotina mínima Incidências de rotina AP / Perfil direito ou esquerdo / AP Região posterior da coluna tóraco-lombar. CLASSIFICAÇÃO DAS ESCOLIOSES NÃO ESTRUTURAIS . toracogênicas ( pleurítica. por volta dos 10-12 anos. do plano mediano. ESCOLIOSES ESTRUTURAIS Etiologias mais frequentes : ESSENCIAS OU IDIOPÁTICAS – Desvio lateral permanente da coluna acompanhada de rotação e alterações morfológicas das vértebras. penetrando no meio do espaço entre as duas espinhas ilíacas ântero-superiores e a sinfise pubiana. corrige-se ativamente ou com o decúbito. A enfermidade se estaciona uma vez terminado o crescimento da coluna ( 16-18 anos ). por rececção de costelas . ESTUDO RADIOLÓGICO Dentre as diferentes técnicas. ESCOLIOSES NÃO ESTRUTURAIS Exemplos : FISIOLÓGICA – São muito leves. curva dorso-lombar. O maior eixo longitudinal deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Devemos utilizar sempre o maior filme existente no serviço de raios-x. mais comum em meninas. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. PA Região anterior do cóccix. hemivertebras e a barra vertebral. penetrando no cóccix. COMPENSADORA – ( Estática ) – Consecutiva a um desnivelamento da pelve. Existem filmes de aproximadamente 90cm. mais tipicas. não há dor. que vai definir a terapêutica. ESTRUTURAIS – Quando estão presentes deformidades vertebrais. mais próxima do filme.2s / fino / 1. Os pés devem estar separados um do outro em toda a sua extensão de +_10cm. escoliose é o desvio lateral da coluna vertebral. com finalidade de radiografar a maior extensão possivel da coluna vertebral. CONGÊNITAS . marfam. normalmente dorsal convexa direita e lombar convexa esquerda. O bordo inferior do chassis. mielomeningocele. ETIOLOGIAS MAIS RARAS Exemplos : Raquitismo. deve ficar ao nível da crista ilíaca. acondroplasia e outras. Utilizamos esta incidência quando o paciente não tem condições de ficar em decúbito dorsal. se não for corrigida pode passar a estrutural. Paciente em posição ortostática ou sentado com os braços caídos ao longo do corpo.relacionadas a diversas deformações vertebrais. para o estudo radiológico da escoliose podemos dividilo numa rotina mínima que vai servir para o diagnostico grosseiro e uma rotina mais completa. de maneira que apareça na imagem. POSTURAL – Atitude escoliotica. ANTÁLGICA – Lombalgia de causa leve ( por exemplo – fibrostática ) ou de causa grave ( por exemplo – lombociatalgia ). mais próxima do filme. neurofibromatose. PARALÍTICAS – aparece em 5% dos casos de póliomielite. Quando a escoliose apresenta a convexidade para a direita. dentre outros. etc ). A função da coluna é sustentar a corpo com o auxilio dos músculos para dar ao individuo a posição ortostática e conter e proteger a medula espinhal.

Raio central perpendicular. O objetivo é comparar com o AP em ortostática. A diafragmação deve ser para o tamanho total do filme. Raio central perpendicular.0s / fino / 1. podendo assim o radiologista medir o desnivel da bacia. pois a coluna nessa posição apresenta menos carga.m / sim / 35x43 ROTINA COM AS INCIDÊNCIAS COMPLEMENTARES ESTUDO RADIOGRAFICO Sempre que o paciente fizer radiografias para coluna. O objetivo é também comparativo. Paciente sentado com os braços pendentes ao longo do corpo. O objetivo desta posição é ver escoliose consequente da diferença de membros inferiores.0s / fino / 1. mais próxima do filme. AP em hiperlateralização direita e esquerda ( TESTE DE ABEL ) Região posterior da coluna tóraco-lombar. Como providencia para todas as radiografias de coluna em ortostática. O bordo inferior do chassis deve ficar ao nível da crista ilíaca. A radiografia deve ser feita em posição ortostática para forçar o eixo gravitacional exercido sobre a coluna. pois pode Ter compensação no salto. penetrando na região tóraco-lombar. com os braços estendidos ao longo do corpo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. através do peso do paciente. Paciente em posição neutra. com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a região da crista ilíaca. penetrando na região tóraco-lombar. penetrando na região tóraco-lombar saindo no meio do filme. Paciente em posição ortostática ou sentado. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Os pés devem ficar afastados um do outro de +_10cm em toda sua extensão. saindo no meio do filme. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca de maneira que apareça na imagem radiografica. de pé. como tratamento para encurtamento de membro inferior. penetrando na região tóraco-lombar. se o paciente apresenta uma dextro escoliose faremos o perfil direito. o paciente deve pisar descalço num plano horizontal. para não nos arriscarmos a cortar a imagem da coluna. Devemos fazer o perfil direito ou esquerdo de acordo com a imagem do AP. se tiver sinistro escoliose faremos o perfil esquerdo. saindo no meio do filme. saindo no meio do filme.Sempre devemos colimar. incluindo todo o campo do filme. pois a coluna encontra-se com carga total. AP sentado Região posterior da coluna tóraco-lombar. com a finalidade de separar os espaços intervertebrais. isto é. levando a um desnível de bacia e posteriormente a uma escoliose. deve retirara os sapatos. mais próxima do filme. penetrando na região tóraco-lombar saindo no meio do filme.m / sim / 35x43 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna tóraco-lombar. pois assim o peso exercido sobre a coluna apresenta-se de maneira uniforme. O bordo inferior do chassis deve ficar ao nível da crista ilíaca. com os braços estendidos para cima. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. O maior eixo longitudinal da coluna tóraco-lombar deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. a fim de dar maior carga na coluna. . AP em decúbito dorsal Região posterior da coluna tóraco-lombar. mais próxima do filme. mais próxima do filme. Incidências AP em ortostática / AP sentado / AP em decúbito dorsal / AP em hiperlateralização direita e esquerda / AP em hiperflexão e hiperextensão / Perfil direito e esquerdo / Projeção do canal torácico / Incidências de rotina AP em ortostática / AP em decúbito dorsal / AP em hiperlateralização direita e esquerda / Perfil direito e esquerdo / AP em bipedestação ou ortostática Região posterior da coluna tóraco-lombar. O paciente deve pisar num plano totalmente horizontal.

com os braços em extensão máxima acima da cabeça. com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm. a flexibilidade ou rigidez das curvaturas da coluna. Raio central tangenciando o maior eixo da gibosidade costal. penetrando na região tóraco-lombar. Paciente em posição ortostática ou sentado. mais próxima do filme. saindo no meio do filme. AP em hiperflexão e hiperextensão ( TESTE DE KNUTSON ) Região posterior da coluna tóraco-lombar.Paciente em posição ortostática. mais proxima do filme. FATORES . Paciente em posição ortostática. O objetivo destas posições é visualizar a flexibilidade ou rigidez das curvas escolióticas. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca.0s / fino / 1. isto é. para o lado direito e outra com inclinação para o lado esquerdo. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo.0s / fino / 1. fixando-se a pelve atrás de uma faixa compresora. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. AP Região posterior da coluna tóraco-lombar. mais próxima do filme. O paciente deve fazer uma inclinação lateral ativa do tronco. Devemos fazer de rotina em AP e perfil esquerdo ou direito de acordo com a convexidade do desvio lateral. saindo no meio do filme. com os braços ao longo do corpo. como hemivertebras ou vértebras em bloco. fazendo uma projeção com flexão do tronco e outra com extensão. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. No intervalo entre as duas radiografias o paciente não poderá retirar os pés da posição pré-estabelecida. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. Paciente em posição ortostática. que é onde as duas radiografias se unem. Os braços devem ficar estendidos para cima. penetrando na região tóraco-lombar. Paciente sentado e encurvado sobre a mesa de exames de modo que seus braços e pernas fiquem pendentes sobre a extremidade da mesa. Raio central perpendicular. A finalidade da entrada desses raios centrais próximos um do outro é evitar distorções de imagem da região tóroco-lombar.m / sim / 24x30 TÉCNICA DA RADIOGRAFIA MONTADA PARA CIFO-ESCOLIOSE Esta técnica consiste em obtermos duas radiografias que incluem toda a coluna vertebral. O objetivo deste exame é visualizar a rotação dos processos espinhosos. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. se tiver uma sinistro escoliose. O objetivo é complementar a rotina radiografica. Os raios centrais entrarão perpendicular no terço inferior do filme que radiografará a coluna cérvico-torácica e no terço superior do filme que radiografará a coluna tóraco-lombo-sacra-coccígea.0s / fino / 1.m / sim / 35x43 Projeção do canal torácico Região inferior da gibosidade costal ( zona de intensa cifose ).m / sim / 35x43 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna. que são agentes causadores de escoliose. Raio central perpendicular. saindo no meio do filme FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. O objetivo é demonstrar nos casos em que haja desvios anteriores ( lordose ) ou posteriores ( cifose ) associados a uma escoliose. penetrando na região tóraco-lombar. fazemos o perfil esquerdo. se o paciente apresenta uma dextro escoliose fazemos o perfil direito. É especifica para determinar a eficácia da extirpação de costelas no tratamento das cifo-escolioses. Utilizamos dois filmes 35x43cm ou 30x40cm. e relação das costelas com a coluna. com a finalidade de demonstrar os espaços intervertebrais. Devemos fazer o perfil direito ou esquerdo de acordo com a imagem do AP. para colocarmos uma á outra e termos uma visão de toda a coluna como num filme só. podendo surpreender anomalias vertebrais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1.

Alguns ossos do crânio são pares. pois assim o diafragma sobe. com as pernas fletidas. Para a obtensão das radiografias. que a indicação não é escoliose. mais próxima do filme. o esqueleto da face é composto de varios ossos pares que são os nasais. Os ossos Etmoide e esfenoide são especificamente da base do crânio e os outros entram na formação da calota craniana. Esfenoide e Etmoide. Outra condição que podemos fazer o exame em decúbito dorsal é em crianças e pessoas extremamente idosas. fazemos a grande distancia foco-filme para compensar a longa distância entre a coluna e o filme.50m / sim / 35x43 ou 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Radiografia de coluna em politraumatizados A imobilização de pacientes com fraturas ou luxações vertebrais deve ser extremamente cuidadosa. Os ossos impares são a mandíbula e o vômer. quando no pedido de exame não vier especificado o perfil direito ou esquerdo. se tiver condições. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. FACE : Além duma porção do osso frontal. As mãos devem ficar apoiadas anteriormente na cabeça. pois teremos que trabalhar ( baseado na lei de KEPPLER ) com quase quatro vezes o mAs da radiografia feita com um metro. vimos que nas incidências em perfil. lacrimais. 2-) Rdiografia de coluna em decúbito dorsal Sabemos que radiografias para coluna vertebral devem ser feitas em posição ortostática ou sentado. Utilizamos dois filmes ( 35x43cm ou 30x40cm ). podendo então obter uma mesma densidade radiografica. 4-) TELERADIOGRAFIA NOS PERFIS DE COLUNA Quando estudamos coluna crevical. fazemos então o esquerdo. estão unidos por articulações imóveis ( suturas ). devemos fazer em apéia expiratoria. o paciente não poderá retirar os pés da posição pré-estabelecida. pois somente nestas posições podemos surpreender pequenas escolioses. A remoção da maca para a mesa de exames deve ser em bloco. isto é. 3-) SPOT FILM DE VÉRTEBRA TÓRACO-LOMBAR Quando desejamos fazer um estudo especifico das ultimas vértebras torácicas e primeiras lombares.50m / sim / 35x43 ou 30x40 Perfil direrito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna tóraco-lombar. Paciente em posição ortostática com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm.( do latim – costura ) – são as articulações imóveis entre a maioria dos ossos do crânio. não podemos fazer teleradiografias. devemos utilizar todos os recursos dos aparelhos de raios-x. 05 – Crânio O esqueleto da cabeça se compõem de crânio e face. através da maior ampliação da região mais afastada do filme. na maior parte. cornetos inferiores e as maxilas. . Quando a indicação para o exame da coluna é para pesquisa de lesões malignas e o paciente encontra-se debilitado. PARES : Parietais e temporais. Quando realizamos os outros perfis de coluna.0s / fino / 1. o técnico em radiologia médica deve sempre solicitar a presença do médico responsavel pelo paciente. 5-) PERFIL ESQUERDO POR CONVENÇÃO Não só para o estudo radiológico da coluna. Occipital. diminuindo a qualidade do exame. enquanto outros são impares. qual o lado lesado. como para outras regiões anatômica do corpo. pois esses pacientes apresentam tendência a movimentarem-se. podemos então fazer o exame em decúbito dorsal. que podem resultar numa lesão medular e daí uma invalidez definitiva. que é o local onde se unirão as duas radiografias. por isso. CRÂNIO – É constituido por um conjunto de ossos que.6s / fino / 1. O médico radiologista terá condições de dizer nas incidências em prefil. Os raios centrais entrarão perpendiculares no terço inferior do filme que radiografará a coluna cérvico-torácia e no terço superior do filme que radiografará a coluna tóraco-lombo-sacra-coccígea. IMPARES : Frontal. de modo que mobilise o mínimo possivel o paciente. palatinos. A finalidade da entrada desses raios centrais próximos um do outro é evitar distorção de imagem da região tóraco-lombar. nesse transporte nenhuma parte do paciente deve sofrer movimentos bruscos. No intervalo entre as duas radiografias.Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. SUTURAS . zigomaticos ou maleres.

LAMBDA – é o ponto de interseção entre as suturas ságital e lambdoide. NÁSION – é o ponto de encontro entre o frontal e os ossos próprios do nariz. SÁGITAL – sutura entre os parietais. o frontal o esfenoide e o temporal. PARIETAL – É um osso par e são mais ou menos quadrados em forma. PONTOS DE INTERSEÇÃO São áreas do crânio onde se aproximam as suturas. que transmite a medula oblonga para a cavidade cranial. Consiste de quatro porções e tem uma grande abertura. o etmoide. uma de cada lado do forame magno. Muitas suturas são visiveis radiograficamente. que são : Porção escamosa. e porção basilar TEMPORAL .É um osso par. entre as órbitas. PTÉRION – área onde se aproximam de cada lado. os parietais. o occipital e o temporal. duas grandes asas. PRINCIPAIS SUTURAS CRANIANAS : CORONÁRIA – sutura entre o osso frontal e os parietais. As quatro porções do occipital são : Porção escamosa. que formam ossos interpostos nas suturas. separadas por uma camada de tecido esponjoso chamado DÍPLOE. com uma superficie externa convexa e uma superficie interna concava. duas massas laterais onde se encontram as selas etmoidais. duas pequenas asas. LAMBDOIDE – sutura entre os ossos parietais e o occipital. que forma a testa. além de partes do temporal e do occipital. o temporal e o occipital. que se projetam lateralmente ao corpo. que se projetam para baixo de cada lada da superficie inferior do corpo. O osso temporal consiste de cinco porções. localizado de cada lado do crânio. porção estilóidea. porção petrosa ou rochedo. Cada osso parietal apresenta uma proeminencia próxima a porção central de sua superficie externa. OCCIPITAL – É um osso ímpar. formando como que pontos de encontro entre os ossos. porção mastóidea. que contém os órgãos auditivos essenciais. ESFENOIDE – É um osso ímpar. OCCIPITO-MASTOIDEA – sutura entre o occipital e o temporal. É a parte anterior da calota ( ou abóbada ) craniana. e os que compõem a base são o esfenoide. OSSOS DO CRÂNIO Os ossos do crânio são compostos por duas lâminas de tecido compacto ( lâmina externa e lâmina interna ). 30 anos. as suturas vão se fechando. A lâmina ou tábua externa é mais espessa que a camada ou tábua interna e a espessura da camada de tecido esponjoso varia consideravelmente nas várias regiões da abóbada. formando parte da fossa anterior e parte das paredes nasal e orbitárias. alojando a glândula hiposife. chamada escama. FRONTAL – É um osso ímpar e consiste de uma porção vertical. O esfenoide é o principal componente da fossa média craniana e apresenta sete porções : Corpo onde se situa a sela turca. de bom padrão é necessario o conhecimento da anatomia craniana e de pontos de referencia como linhas e . situado na perte póstero-inferior do crânio e forma quase a metade da base craniana. onde eles formam uma grande parte da fossa média do crânio. Os ossos que compõem a calota são o frontal. Os parietais formam uma grande parte das porções laterais do crânio. o parietal. ETMOIDE – É um osso ímpar. lâmina vertical ou lâmina perpendicular. situado na base do crânio. que é chamada de proeminência parietal. PARIETO-MASTOIDEA – sutura entre o parietal e o temporal. entre a porção horizontal do frontal e a porçãobasilar do occipital. No decorrer do avanço da idade. mas o fechamento diagnosticado radiologicamente não coincide com o determinado anatomicamente. duas porções condilares. por volta dos 26. BREGMA – é o ponto de interseção das suturas coronária e ságital. o forame magno. entre as grandes asas do esfenoide e o occipital. Apresenta uma porção horizontal que forma os tetos das orbitas e perte do assoalho da fossa anterior craniana. situado na base do crânio. ASTÉRION – área onde se aproximam de cada lado o parietal. cribiforme ou crivosa. OSSOS SUTURAIS São núcleos de ossificação. O etmoide é constituido basicamente por quatro porções : Lâmina horizontal.Apresentam o aspecto de linhas irregulares nos crânios de jovens e adultos. principalmente na lambdoide. dois processos PTERIGOIDES. ESTUDO RADIOLÓGICO DO CRÂNIO Para obtermos um estudo radiológico do crânio. projeta-se para baixo da superficie inferior da lâmina crivosa. porção timpânica.

Passa pelos bordos inferiores das órbitas e pelos tetos dos condutos auditivos externos. 10-) LINHA DEMARCATÓRIA DA LARGURA E COMPRIMENTO DO CRÂNIO A-) Largura – que une os dois pontos mais laterais dos ossos parietais. medidas de indices e de ângulos no radiodiagnostico. perfil de crânio. etc. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LINHA DE RHEESE : Incidência de rheese ( buraco ótico ). 1-) PLANO MEDIANO SÁGITAL Divide a cabeça em duas metades simétricas. REVERCHON. 3-) PLANO FRONTAL OU PLANO CORONÁRIO OU PLANO BI-AURICULAR Divide a cabeça em metade anterior e posterior. 5-) LINHA GLABELO-MEATAL Vai da glabela ( pequena proeminencia entre as duas sombrancelhas ) ao teto do conduto auditivo externo. 6-) LINHA INTER-PUPILAR OU INTER-ORBITARIA Linha que vai de uma órbita a outra ou de uma pupila a outra. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTOS QUE UTILIZAM A LINHA INTER-PUPILAR : PA de crânio. Aplicação da linha de CHAMBERLAIN : Demonstra a relação entre o occipital e a coluna vertebral. linha antropológica e linha de FRANKFURT. HIRTZ ( INCIDÊNCIA AXIAL ). obliquas para selas etmoidais. Vai do meio do conduto auditivo externo ( CAE ) até o bordo externo da órbita ( ou da comissura externa do olho ). AP de crânio. posicionamento para tomografia do osso temporal e posicionamento para angiografia cerebral. incidência de SCHULLER. No AP ou no PA rigorosos. . 4-) LINHA DE RHEESE Une o conduto auditivo externo a comissura do olho do lado oposto. PRINCIPAIS LINHAS E PLANOS DO CRÂNIO Linhas – são normalmente o espaço compreendido entre dois pontos anatômicos. Vai do teto do conduto auditivo externo ( CAE ) e o bordo inferior da órbita. EXMPLOS DE POSICIONAMENTOS QUE UTILIZAM A LINHA AURICULAR : Perfil de crânio. linha horizontal americana. É a mais utilizada na técnica radiológica do crânio e face. 8-) LINHA DE CHAMBERLAIN Vai do palato duro até o bordo póstero-superiordo buraco occipital ( forame magno ).planos. LINHAS 1-) LINHA HORIZONTAL ALEMÃ ( LHA ) Também conhecida como : linha infra-órbito-meática. deverá estar perpendicular ao filme e no prefil rigoroso deverá estar paralelo a ele. 3-) LINHA SUPRA-ÓRBITO-MEÁTICA Une o conduto auditivo externo ao bordo superior externo da órbita ( ao nível da fosseta frontal ). 2-) PLANO HORIZONTAL ALEMÃO OU PLANO ANTROPOLÓGICO OU PLANO DE FRANKFURT Divide a cabeça em andar sup[erior e inferior. direita e esquerda. 9-) LINHA DE CLIVUS Linha que passa pelo buraco posterior do clivus e se curva com uma linha que passa pelo processo clinóide posterior e vai até o násion. BRETON OU TOWNE ( INCIDÊNCIA SEMI AXIAL ). Perfil de sela turca etc. PLANOS As aplicações dos planos correspondem as mesmas das linhas. entraremos com o raio central também perpendicular ). somente dando uma noção de profundidade. B-) Comprimento – une a glabela até o ponto mais distal do occipital. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LMO : Transorbitária para osso temporal. APLICAÇÃO DA LINHA DE CLIVUS : Medida do ângulo de BOOGARD. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LHA : PA de crânio. etc. APLICAÇÃO DA LINHA GLABELO-MEATAL : Demonstra a zona limite da base do crânio. Planos – apresentam a mesma aplicação das linha. Passa verticalmente pelos condutos auditivos externos. fundamentais na realização dos posicionamentos. Com o corpo humano em posição anatômica a LHA deve ficar perpendicular ao maior eixo longitudinal do corpo. É o plano mais utilizado na técnica radiológica geral. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Incidências de STEN VERS ( quando esta linha estiver perpendicular ao plano da mesa. 2-) LINHA MEATO-ORBITÁRIA ( LMO ) TAMBÉM CONHECIDA COMO : Linha órbito-meática. 7-) LINHA AURICULAR ( COINCIDE COM O PLANO CORONÁRIO ) Linha que passa verticalmente pelo centro do conduto auditivo externo.

sentado ou em posição ortostática. que vamos ter dificuldades de manter o posicionamento em póstero-anterior. apoiando-se sobre o antebraço e o joelho fletido do lado elevado. Permite a posição correta na incidência de Rheese. Quando o rochedo se projeta abaixo do bordo inferior da órbita. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 100 / 1. pois assim pode perceber melhor eventuais falhas da posição. Ajustar os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. fazemos de rotina o perfil esquerdo. sabemos que a inclinação utilizada foi demasiada. com uma média de 12º podálicos. Quando não temos uma indicação precisa da localização da lesão. Normalmente temos que utilizar uma inclinação podálica média de 12º. Em pacientes com nariz curto esta inclinação diminui. sentado ou em posição ortostática. Raio central penetrando paralelo a linha horizontal alemã. quando colocado perpendicular a mesa. Crânio ( panorâmicas ) Incidências panorâmicas PA / AP / Perfil direito e esquerdo / Semi-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / AXIAL ( incidência de hirtz (A) e (B) / OPD / OPE / Incidência tangencial / Incidências de rotina PA / Perfil esquerdo / incidência de REVERCHON / PA Região da face. mais próxima do filme. Quando em decúbito ventral. Paciente em decúbito ventral. saindo no násion.90m / sim / 24x30 AP Região posterior da cabeça. Passa pelos bordos externos das órbitas e pelos centros dos condutos auditivos externos. as vezes fazemos até com o raio central perpendicular. Os pés devem ficar para fora da mesa para um melhor apoio do corpo. sempre procurando aproximar a lesão do filme.4-) PLANO MEATO-ORBITARIO Divide também a cabeça em andar superior e inferior. mais próxima do filme. para melhor colocação no espaço do filme 24x30cm. sentado ou em posição ortostática. O raio central deve penetrar paralelo a linha horizontal alemã. . 5-) PLANO DE RHEESE Plano que passa pelo conduto auditivo externo e pela comissura externa do olho do lado oposto.0s / fino / 0. Indicamos a incidência ântero-posterior em politraumatizados ou em crianças e pessoas muito idosas.6s / fino / 1. O operador deve fazer o posicionamento do paciente pela extremidade da mesa. O plano mediano ságital de todo o corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Quando fazemos o AP devemos aumentar a distância foco-filme para diminuir a ampliação das órbitas e de outras estruturars importantes com perda de detalhe. para melhor apoio. A incidência póstero-anterior em pacientes obesos ou com pescoço curto. no násion. A cabeça deverá estar algo estendida. colocar o corpo em posição obliqua. Regiões frontal e nasal sobre a linha central da mesa. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa . Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. Sabemos que a inclinação esta correta quando a imagem do bordo superior do rochedo projeta-se no terço inferior da órbita. Não fazemos AP de rotina porque os principais componentes anatômicos da base do crânio ficam mais próximos na incidência PA. colocando os braços numa posição que permita melhor apoio. pois se colocarmos somente a cabeça posicionada desta forma. mais próxima do filme. dificilmente conseguiremos uma boa radiografia. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito ventral.50m / sim / 24x30 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda. o posicionamento fica mais fácil fazendo-se no bucky vertical com o doente sentado ou de pé. Esta posição vai facilitar a colocação do plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. Os pés devem estar para fora da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1.

O numerador com a identificação do paciente sempre deve coincidir com a região mentoniana. Sempre devemos evitar que o paciente mantenha o posicionamento da cabeça utilizando a mão fechada sob a região mentoniana, pois o radiologista assm poderá deixar de surpreender uma lesão ao nível da mandibula. Quando tivermos dificuldade de manter o posicionamento, devemos utilizar um apoio radiotransparente. Em pacientes obesos ou com pescoço curto, o exame fica mais fácil fazendo-se na estativa vertical. Raio central perpendicular, penetrando ao nível da sela turca, isto é, 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. OBSERVAÇÕES : (A) – Outro ponto que se utiliza na prática para entrada do raio central no perfil é no meio do espaço entre a protuberância occipital externa e a região frontal média. (B) – Em crianças de pouca idade e pessoas muito idosas é mais fácil fazer o perfil de crânio em decúbito dorsal, colocando-se um apoio sob um dos lados do tórax. (C) – Em pacientes com traumatismos crânio-encefálicos ou anestesiados, como se utiliza na arteriografia cerebral, teremos que entrar com o raio central horizontal, colocando um apoio radiotransparente sob a cabeça do individuo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 SEMI-AXIAL Ântero-posterior ( incidência de reverchon ) Região posterior da cabeça, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo com os ombros num plano transverso a linha central da mesa ou estativa. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Pacientes obesos ou com pescoço curto o exame deve ser feito no bucky vertical. O paciente tem que aproximar o máximo possivel o queixo da furcula esternal, pois o raio central deve penetrar com uma inclinação podálica de 35º em relação a linha horizontal alemã. Se a linha horizontal alemã estiver perpendicular ao plano da mesa, a inclinação do raio será de 35º, se o paciente, com a flexão da cabeça, fizer a LHA inclinar-se de 10º ( por exemplo ) em relação a anterior, a angulação então do raio central será de 25º caudais. O ideal dessa projeção é o aparecimento do dorso da sela turca, projetando-se no forame magno. Raio central entrará pela região frontal, passara pelo conduto auditivo externo e sairá no occipital, passando pelo meio do espaço entre os dois processos mastóideos ( região coincidente com o forame magno ). Esta projeção é a única que apresenta a fossa posterior craniana em quase toda a sua totalidade, numa visão frontal, por isso tendo grande importância nas suspeitas de lesão ao nível do occipital. OBSERVAÇÕES : (A) – Quando o paciente estiver em decúbito ventral e não tiver condições de movimentar-se, podemos fazer o reverchon invertido ou projeção nuco-frontal ou semi-axial póstero-anterior, utilizando os mesmos pontos de referência. (B) – Na prática, vemos a incidência semi-axial ântero-posterior ser chamada por três nomes : REVERCHON, BRETON e TOWNE. (C) – Há aotores que aconselham fazer a incidência de reverchon, breton ou towne com até 45º; outros, com inclinações menores, pois consideram como ponto de referência a linha órbito-meática. (D) – A cabeça é das estruturas do corpo que mais variam anatomicamente de individuo para individuo, por isso acontecendo as vezes utilizarmos rigorosamente os pontos pré-estabelecidos e ainda assim a incidência não sair correta. Assim, temos meios de saber que quando faltou angulação é quando não aparece o forame magno. Se a radiografia foi feita com inclinação excessiva do raio central, sabemos quando aparece o arco posterior do ATLAS. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 AXIAL - incidência de HIRTZ – ( sub-mento vértice ) ( vértico sub-mento ) Incidência de HIRTZ – sub-mento vértice Região superior da cabeça, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Quando em decúbito dorsal, coloca-se um apoio sob as costas do paciente para logo apos estender ao máximo a cabeça, até que a linha horizontal alemã fique paralela ao plano da mesa.

Quando este posicionamento for dificil para o doente, que geralmente acontece em pacientes obesos ou de pescoço curto, devemos fazer sentado, fazendo extensão máxima da cabeça, até encostar o vértice craniano na estativa vertical. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. As pernas devem ficar fletidas para relaxar a musculatura abdominal, os braços estendidos ao longo do corpo e os ombros num plano transverso ao maior eixo longitudinal da mesa. Após a exposição dos raios-x, o operador, antes de retirar o chassis da bandeja, deve auxiliar a levantar a cabeça do paciente lentamente, pois se levantar rápido pode sentir tonteiras. A incidência de HIRTZ é a melhor projeção para a base do crânio, mostrando as três fossas cranianas com excelente definição. Raio central penetrando perpendicular, no meio da linha horizontal alemã, quando estiver paralela ao plano da mesa. Quando não estiver, inclinamos o raio central cefalicamente até que penetre perpendicular a LHA. Incidência de HIRTZ – vértico sub-mento Região do sub-mento, mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral, sentado ou em posição ortostática. Esta incidência é indicada quando o paciente não tem condições de fazer a anterior. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. Colocar os braços numa posição que permita melhor apoio, ajustando os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso. Os pés devem ficar para fora da mesa para um melhor apoio. A cabeça deve ficar apoiada sobre a ponta do queixo em extensão máxima. Com a cabeça em hiperextensão, a linha horizontal alemã costuma fazer normalmente um ângulo de 35º a 40º com o plano da mesa. Sabemos que na incidência de HIRTZ o raio central tem que penetrar perpendicularmente a LHA; então teremosa que trabalhar com inclinações de 35º a 40º podálicos, aumentando a possibilidade de distorção e ampliação de imagem. Raio central perpendicular a linha horizontal, penetrando no meio do seu espaço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1,6s / fino / 0,90m / sim / 24x30 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da cabeça, mais próximas do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Obliquidade cabeça-mesa de 15º a 45º, em média, dependendo da região que nos interessa estudar. Estas projeções apresentam valor nos casos de suspeitas de fraturas com ou sem afundamento, e em crianças na pesquisa de céfalo-hematomas, além de outras indicações. Raio central penetrando paralelo a linha horizontal alemã, ao nível do násion. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 Incidência tangencial Região do crânio a ser estudada, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Esta projeção faz um estudo de uma determinada regiào, que esteja próxima a abóbada craniana e que se deseja ver com detalhe a presença ou não de lesões ósseas ou clacificações. A incidência tangencial deve sempre ser feita com a utilização de cones ou cilindros para obtermos mais detalhe. Raio central perpendicular, tangenciando o local onde se suspeita de processo patológico. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0,8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 1-) VARIANTES DA INCIDÊNCIA DE HIRTZ Em relação a penetração do raio central perpendicular a linha horizontal alemã, de acordo com o lugar onde passe, temos três incidências : (A) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço anterior – incidência para face. (B) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço médio – incidência para base do crânio. (C) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço posterior – incidência para osso temporal – incidência para buraco rasgado posterior. 2-) PA de crânio bem posicionado Temos diferentes métodos de reconhecimento para sabermos se a radiografia de crânio em PA esta rodada ou não.

A maioria desses métodos baseia-se na medida do espaço entre qualquer ponto do bordo lateral do crânio e o septo osseo nasal. Estes métodos são falhos pois são frequentes as variações da anatomia normal com assimetrias cranianas. O melhor método é o que mede o espaço bilateralmente entre a lâmina papirácea do etmoide e o bordo interno da órbita. Em crianças, é melhor medirmos da lâmina papirácea do etmoide ao septo osseo nasal. 3-) Perfil de crânio bem posicionado Alguns consideram o perfil de crânio bem posicionado quando os ramos da mandibula e os bordos superiores ( orbitarios ) do frontal ficam superpostos. Discordamos, pois estas estruturas só ficariam superpostas se o raio central penetrasse sobre elas. No perfil de crânio bem posicionado, vemos a sela turca com suas estruturas superpostas, pois o raio central penetra sobre ela. Estruturas como os ramos da mandibula, bordos supra-orbitarios, proeminencias malares e outras vão apresentar-se algo dissociadas, pois os raios que atingem estes pontos anatomicos são divergentes. 4-) Cuidados que devem antecder o exame de crânio Quando formos realizar radiografias de crânio, devemos Ter o cuidado de fazer o paciente retirar grampos, prendedores de cabelo, brincos e também próteses dentárias metálicas, pois estes materiais poderão superpor-se com estruturas que venham prejudicar a analise da radiografia. 5-) Distância FO-FI de 0,90m Mayer, um dos maiores estudiosos da radiologia craniana, apos valorosos estudos, chegou a conclusão que a distância foco-filme ideal seria de 80cm em radiografias feitas sem bucky. Atualmente convencionamos fazer as radiografias de crânio na distância de 90cm, porque fazemos com bucky. Há os que fazem com 85cm e até com 1m, conseguindo boas projeções.

Crânio ( politraumatizados )
Serão descritas incidências realizadas em aparelhos de exames gerais, com acessórios uma aparelhagem especializada para o exame do politraumatizado. Incidências básicas AP / PA / Perfil direito e esquerdo / REVERCHON / HIRTZ / Incidências especiais Incidências para mastóide / Incidências para rochedo / Incidências para base do crânio / tangencial / Em nosso estudo deteremos principalmente nas incidências basicas com suas variantes, não especificando as projeções especiais, pois um estudo radiológico completo com as incidências básicas, feito com um bom padrão, são capazes de apresentar a maioria absoluta das condições patológicas do crânio. As incidências de rotina, que fazemos em pacientes não politraumatizados, já descritas anteriormente, são : Póstero anterior ( PA ) / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( REVERCHON, BRETON OU TOWNE ) / AXIAL ( HIRTZ ) / Apresentaremos as variantes dos posicionamentos por incidência separadamente, sempre seguindo a ordem de apresentação do pequeno para o grande politraumatizado. Classificação dos politraumatizados Para efeitos de um estudo radiológico do crânio, dividimos o paciente politraumatizado em duas classes, relacionadas com o seu estado de colaboração e com os limites da agressividade em relação aos traumatismos. Pequeno e médio politraumatizado, grande politraumatizado. Pequeno e médio politraumatizado São os pacientes que conseguimos uma boa resposta as solicitações verbais, por isso, vindo facilitar grandemente a realização do exame radiológico, pois podemos até deixar de utilizar recursos técnicos para obtermos uma imobilização no posicionamento correto. Grande politraumatizado É o paciente que não responde as solicitações verbais. Isto vem dificulatar em muito o exame, pois não podemos contar com nenhuma colaboração do doente no sentido de obtermos uma boa imobilização na hora do posicionamento e até pelo contrário, podem ser pacientes agitados. ESTUDO RADIOLÓGICO Em todas as radiografias desses pacientes, devemos colocar sempre o tempo mais curto possivel para diminuirmos a possibilidade do flou cinético. São raros os centros de radiologia no nosso meio que apresentam equipamentos totalmente dirigidos para o exame do politraumatizado. Por isso, procuramos utilizar sempre nos nossos posicionamentos os acessórios que o técnico pode obter facilmente no próprio serviço hospitalar. AP

que apresentam movimentos. na rotina.Sabemos que no exame radiológico do crânio. basta chegar o paciente até o lugar da estativa sem que saia da maca. fazemos com o raio central inclinado de mais ou menos 12º podálicos no násion.AP – NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa e não utilizamos acessórios. passando pela sua região frontal para fixarmos a cabeça do paciente na mesa de exame. pois é a que mais aproxima as regiões de maior importância da base craniana do filme. nos pequenos politraumatizados. Coloca-se sob a cabeça uma coroa de papelão ou outro material radiotransparente e o chassis fica equilibrado encostado na região posterior da cabeça.54s / grosso / 1. VARIANTES DO . é totalmente impraticavel fazermos o PA. 4-) Paciente lúcido ou não e muito agitado EM DECÚBITO DORSAL Utilizamos aparelhos especificos para colocar a cabeça do paciente fixada na mesa e mantida no posicionamento. o raio central sempre deve passar paralelo a linha horizontal alemã ( linha que vai do bordo inferior da órbita até o teto do conduto auditivo externo ). Normalmente. Deve-se colocar uma grade fixa sobre o chassis para possibilitar mais detalhe ao exame. 3-) Paciente lúcido ou não e agitado EM DECÚBITO DORSAL Colocamos uma faixa de esparadrapo ( ou outro adesivo ). Apresenta a grande vantagem da pouca mobilização do paciente. Incidência nos grandes politraumatizados. que se movem de acordo com a vontade do operador. Também utilizado em pacientes em estado de coma. A incidência principalmente nos grandes politraumatizados. Nessa projeção. esse sangue vai drenar para a árvore respiratoria através da laringe. Se tivermos uma grade fixa no serviço. caem nessa posição. são de grande valia nos exames em que pacientes em péssimo estado geral. ESTATIVAS COM BUCKY VERTICAL Estativas verticais com grade potter-bucky. o raio central penetra horizontalmente. 7-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Paciente em decúbito dorsal na maca e o filme colocado sob sua cabeça.50m / sim / 24x30 Perfil direito ou esquerdo Fazemos o perfil direito ou esquerdo sempre procurando aproximar a região da lesão do filme. que por causa do péssimo estado geral. se a colocarmos perpendicular a mesa. . mesmo que sejam em pequena escala. Se o traumatismo é no lado direito fazemos o perfil direito. atropelados. médios ou até grandes politraumatizados. pois diminui a possibilidade de acidentes vasculares cerebrais e a formação de edemas. Incidência utilizada nos pequenos. obteremos uma radiografia de melhor padrão. 5-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO LATERAL A posição em decúbito lateral é a melhor nos traumatismos crânio-encefálicos. Estes aparelhos apresentam garras com borrachas para fixar a cabeça. Normalmente esses pacientes vem em maca e não devem ser retirados dela. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados. médios ou grandes politraumatizados. precisam fazer exames que exijam detalhe. pois vamos incorrer num grande risco para a vida do paciente. com pequeno grau de agitação. Se colocarmos a estativa na posição horizontal. Incidência nos grandes politraumatizados. preferimos fazer a incidência póstero-anterior. Em termos de radiologia de urgência. Incidência nos pequenos. a face está comprometida e são muito frequentes as hemorragias nasais. 2-) Paciente lúcido e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Colocamos um apoio em forma de coroa ( para mantermos o posicionamento ) sob sua cabeça. 6-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Paciente em decúbito dorsal na maca e a cabeça apoiada na estativa na posição horizontal. se colocarmos o paciente em decúbito ventral. nas cotusões cranianas. não devem ser retirados da maca. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 300 / 0. Nas projeções ântero-posteriores. sendo essa a causa de grande número de casos mortais em individuos que.

para fixar o posicionamento. que não podemos movimentar o paciente. Incidência nos grandes politraumatizados. VARIANTES DO PERFIL NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO LATERAL Quando o paciente vem andando ou é posto na mesa em decúbito ventral. sob o queixo. Incidência nos pequenos e médios politraumatizados ou em crianças e pessoas muito idosas. se utilizarmos um plano inclinado poderemos colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da mesa. 3-) Pacientelúcido e não agitado DECÚBITO DORSAL Normalmente a incidência anterior necessita que inclinemos o raio. o raio central penetra perpendicular. para facilitar o posicionamento ( hemidecúbito lateral ) e manter o plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. O filme é colocado verticalmente. que nos facilita. entramos com o raio central horizontal. então faremos com uma inclinação de tal modo que o raio entre perpendicular ao maior plano da cabeça do paciente. O paciente gira a cabeça para um dos lados ( de acordo com a aproximidade da lesão ) até colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da estativa vertical na posição horizontal. pois a mobilização do paciente é pequena. 5-) Paciente lúcido e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando necessitamos fazer um perfil de crânio na maca. médios e grandes politraumatizados. Levamos a maca até uma estativa com bucky vertical e executamos a radiografia. pois muitas vezes o paciente vem nessa posição e não há condições de o colocarmos em decúbito dorsal. Obteremos uma melhor radiografia se utilizarmos a grade fixa. Colocamos um apoio sob sua cabeça ( preferivelmente uma coroa de papelão ) para elevá-la. que tenham dificuldade de manter o posicionamento em decúbito ventral. utilizamos um plano inclinado para facilitar e melhorar o posicionamento. inclinamos podalicamente até que fique perpendicular ao maior eixo do crânio. A maneira de remediarmos esse problema. se não. Incidência nos grandes politraumatizados. tentando colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da mesa. É importante sabermos essa rotina. devemos colocar o seu corpo obliquado na mesa. a não ser quando a cabeça do paciente estiver algo obliqua. Esta incidência pode ser indicada nos grandes politraumatizados. O paciente vira ao máximo a cabeça para o lado. Se conseguirmos. Outro recurso. 2-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Não utilizamos acessórios. fazendo assim o perfil do crânio com muita facilidade. O plano mediano ságital deve sempre estar paralelo ao plano da mesa. 7-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO VENTRAL . 6-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando o paciente vem na maca. o raio central penetra dois centimetros para frente e para cima do conduto auditivo externo ou no meio do espaço entre a região mais medial do frontal e a região mais medial da porção escamosa do occipital. Nas projeções em perfil ou lateral. Incidência nos pequenos politraumatizados. Quando os pacientes apresentam-se agitados. O raio central sempre incidirá perpendicular. podemos fazer toda uma rotina do exame do crânio.Com o paciente em decúbito lateral. mantendo fixa. entramos com o raio central horizontal após colocarmos sob sua cabeça ( coroa de papelão ). 4-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando é conveniente fazer o perfil sem manipular o paciente. utilizamos os mesmos recursos citados nas incidências anteriores. é colocarmos um apoio sob as costas ( no lado contrário ao que a cabeça esta rodada ). Podemos utilizar ou não a mão do paciente. é aumentando-se a distância foco-filme. Apresenta a desvantagem de ampliar em muito a imagem por causa do ombro do paciente que não permite uma melhor aproximação. além do plano inclinado. apoiando no lado mais próximo da contusão. Incidência nos pequenos. diminuindo assim a ampliação com consequente perda de detalhe. fechada.

Raio central penetra quase que paralelo ao tórax. 2-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO VENTRAL Quando o paciente vem para a mesa em decúbito ventral. é fundamental incluirmos na rotina a incidência de reverchon. por isso deve ser utilizado nos pequenos e médios politraumatizados. Nos pequenos politraumatizados.Quando o paciente vem na maca em decúbito ventral ( melhor posição nas fraturas de vértebras lombares ). se tiver condições. que nos dá uma visão global da base craniana permitindo ao radiologista orientar as incidências especiais que virão a seguir. Quando os pacientes apresentam-se agitados. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 200 / 0. o AP e o perfil direito ou esquerdo.5s / grosso / 0. passa pelo conduto auditivo externo e sai no meio do espaço entre os processos mastoideos ( onde localiza-se o forame magno ). Se utilizarmos grade fixa. Procuramos fixar a sua cabeça de maneira que a linha horizontal alemã fique perpendicular a mesa. através de um plano inclinado.90m / sim / 24x30 VARIANTES DO HIRTZ NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa com a utilização de um apoio ( travesseiro dobrado ) sob suas costas. Na incidência de HIRTZ. obteremos uma melhor radiografia. é fundamental incluirmos na rotina o HIRTZ. temos como incidências de rotina. de maneira que consigamos uma boa extensão do pescoço. A linha horizontal alemã ( LHA ) deve ficar perpendicular a mesa. Se a contusão é na região posterior ( superior ou inferior ) da cabeça. O raio central deve sempre passar perpendicular no meio da linha horizontal alemã. com o paciente colaborando totalmente. Incidências nos grandes politraumatizados. penetrando inicialmente no vértice craniano. Posicionamento nos grandes politraumatizados.5s / grosso / 0. de maneira que o seu plano mediano ságital coincida com a linha central da mesa.90m / sim / 24x30 SEMI-AXIAL ( INCIDÊNCIA DE REVERCHON ) Quando o traumatismo crânio-encefálico é na região anterior ou lateral da cabeça. onde o raio central cruza perpendicularmente o meio da linha horizontal alemã. AXIAL ( INCIDÊNCIA DE HIRTZ ) Quando há suspeita clínica ou mesmo radiológica de fratura de base do crânio. para confirmar ou não o diagnostico. O seu plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. utilizamos os mesmos acessórios já citados no AP. O filme é colocado equilibrado atrás da cabeça do paciente. Posicionemento bastante dificil para um paciente em más condições. 3-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Coloca-se um apoio sob a cabeça do paciente. É colocado um apoio sob as costas do paciente de maneira que sua cabeça fique em extensão máxima até encostar na mesa. empurramolo "em bloco" para frente e ele se coloca em hemi decúbito lateral para melhor posicionamento do perfil. Quando os pacientes apresentam-se agitados. e para isso fazemos o paciente aproximar o queixo da fúrcula esternal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 200 / 0. Exame nos pequenos politraumatizados. Na incidência semi-axial ( REVERCHON ) o paciente é colocado em decúbito dorsal. para que depois se deite e coloque a cabeça em extensão máxima. O raio central penetra na região frontal com uma inclinação entre 30º e 35º em relação a LHA. Variantes do reverchon no politraumatizado 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa sem a utilização de acessórios. fazemos o HIRTZ ( vértice sub-mento ). o paciente é colocado em decúbito dorsal ou sentado. utilizamos os mesmos acessórios citados no decorrer das projeções em ântero-posterior. o levamos para a estativa com bucky na posição horizontalizada. 2-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando o paciente vem de maca e não temos condições de transportalo para a mesa. . levamo-lo ao bucky vertical horizontalizado. de maneira que cruza o meio da linha horizontal alemã perpendicularmente.

Processos clinóides posteriores.). o anterior e o posterior. INDICAÇÕES PARA O EXAME RADIOLÓGICO DA SELA TURCA As principais indicações são : 1. o levamos para a estativa com o bucky horizontalizado. glândulas sexuais. etc. A sela turca varia consideravelmente em tamanho. 3.54s / grosso / 0. O lobo posterior produz hormônios que influem nas variações da pressão sanguinea e regulam a eliminação da urina. 6.Porçào basilar do occipital. 11Sulco do quiasma óptico. 5.Processos clinóides anteriores.90m / sim / 24x30 Sela turca A sela turca esta localizada na superficie superior do corpo do osso esfenoide. Estes dois processos dão inserção ao tentório do cerebelo. 2.4-) Paciente lúcidoou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando vem na maca e não tem condições de passa para a mesa. 13Pequena asa do esfenoide. 3. 6. configuração e inclinação. 9. 7. Estes disturbios constituem a maior parte das indicações de seu estudo radiológico. 3. juntamente com a variação da glândula hipofise ou pituitária.Sulco do quisma óptico volumoso. atrás do sulco óptico. 7. Em adultos.Sincondrose : inter-esfenoidal. A cavidade selar é denominada fossa hipofisal. os processos clinóides posteriores. 4. Alterações metabólicas.Clívus. B-) Secreta hormônio do crecimento – A deficiencia deste hormônio em crianças produz o nanismo e o aumento. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 300 / 0. médios e grandes politraumatizados.Alterações ósseas. Aloja-se na fossa hipofisal e tem duas partes diferentes chamadas lobos.Tumores do nervo óptico. esfeno-occipital. 5.Localização da hipofise. Apesar de seu pequeno tamanho. sendo colocado num plano inferior ao da maca. é uma glândula muito importante porque secrata muitos hormônios. por conter a glândula hipofise.Pneumatização do dorso.Sela com processo clinóide médio.Tumores supra selares. 2. 14Lâmina crivosa do etmóide. Forma o teto dos seios esfenoidais. . o gigantismo. 5. 2.Dorsos : curto e longo.Dorso selar. 8. também designada como o "maestro da orquestra endócrina" por influir no funcionamento de outras glândulas endócrinas.Ponte selar entre os processos clinóides. que é o limite posterior do sulco óptico e posteriormente é delimitada pelo dorso selar. de maneira que a cabeça do paciente entre em extensão máxima. Ela é delimitada anteriormente pelo tubréculo selar.Tuberculo selar. 6.Tumores do cavum.Tumores intra selares. produz a ACROMEGALIA. 4.Redução do volume selar.Assoalho duplo. Assoalho selar. 12Grande asa do esfenoide. uma lâmina óssea quadrada que se projeta para cima e apresenta nos dois lados. 7. supra-renal. 4. ANATOMIA RADIOLÓGICA Imagem da sela turca em perfil ( fig ) 1. 10Seio esfenoidal.Plano esfenoidal.Hidrocefalias. Utiliza-se esta incidência nos pequenos. 8.Porose do dorso.Parede anterior da sela. VARIAÇÕES DA ANATOMIA NORMAL DA SELA TURCA 1. O lobo anterior produz hormônios que : A-) Atuam sobre o funcionamento de outras glândulas de secreção interna ( tireóide.

etc. ou em posição ortostática com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Raio central incidirá com uma inclinação podálica de 35º em relação a linha horizontal alemã. Devemos fazer duas incidências com cone. Raio central incidirá paralelamente a linha horizontal alemã. Plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. com +_12º podálicos ou ainda colocando-se esta linha perpendicular e incidindo o raio central perpendicular. mais próxima do filme com as regiões frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. Plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. resultando assim radiográfias com muito mais detalhes. Estas incidências apresentam grande importancia para visualizar-se prováveis patologias contíguas com a sela turca ( ou túrcica ) ou em outras regiões do crânio.Tubérculo selar. Raio central deve sair do násion. Através do perfil. Incidências panorâmicas de rotina PA / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / PA ( Panorâmica ) Região anterior da face. . grande asa do esfenoide. saindo no násion. SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) – ( Panorâmica ) Região posterior da cabeça. Paciente em decubito ventral ou em posição ortostática. desde que paralelo a linh horizontal alemã. Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça. com uma fina linha que se projeta logo abaixo do plano esfenoidal e no meio do espaço entre os bordos mais superiores dos rochedos do temporal. SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) Paciente em decúbito dorsal. no mesmo posicionamento da incidência de reverchon panorâmica. mais próxima do filme.ESTUDO RADIOLÓGICO Iniciamos o estudo radiológico da sela turca com incidências panorâmicas de crânio. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. OBS : O perfil é o melhor posicionamento para visualização do maior número de componentes da sela turca. O que normalmente caracteriza as projeções localizadas para sela turca é a utilização dos cones com finalidade de limitar e absorver a radiação secundária. Paciente em decúbito dorsal. Assoalho. . Raio central perpendicular incidindo 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. seios esfenoidais. com a finalidade de jogarmos a imagem da sela turca dentro do forame magno do occiptal. passando pelo conduto auditivo externo e saindo no occipital. Devemos utilizar colimadores como os cones para obtermos mais detalhe radiográfico. plano esfenoidal. parede anterior e posterior da sela. Variando em poucos graus. A cabeça do paciente deve estar em perfil rigoroso.E outros acidentes importantes como o sulco do quiasma óptico. mais próxima do filme. o radiologista pode medir o comprimento e a altura da sela turca para obter o volume selar. Paciente em hemi-decúbito lateral ou em posição de nadador. Através desta incidência o radiologista pode medir a largura da sela. 2cm para frente e para cima do condotu auditivo externo. Raio central deverá incidir perpendicular. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. OBS : Nesta incidência visualizamos o assoalho selar. que deverá estar perpendicular a mesa. poderá incidir perpendicular ou com uma inclinação podálica de 10º a 12º. Perfil direito ou esquerdo Paciente em hemi-decúbito lateral no mesmo posicionamento das incidências laterais do crânio panorâmicas. .Processos clinóides anteriores e posteriores. Raio central incidindo na região frontal com uma inclinação podálica de 35º. Por ser a melhor incidência vemos com excelente definição : . Plano mediano ságital do crânio paralelo ao plano da mesa. Incidências localizadas PA / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / Incidências localizadas de rotina PA / Perfil esquerdo / PA Paciente em decúbito ventral no mesmo posicionamento da incidência pósteroanterior do crânio panorâmica.

5cm para baixo do plano ótimo. ESTUDO TOMOGRÁFICO A tomografia é dos principais recursos dentro de um serviço de radiologia. Paciente em decubito ventral. que se abre por um lado na orbita e por outro lado na cavidade craniana. Vemos comumente lesões que não aparecem na panorâmica. dois separados de 0. O buraco ou forame ótico dá passagem ao nervo ótico e a arteria aftalmica.45m / sim / 24x30 B-) Em perfil direito ou esquerdo Paciente em hemi-decúbito lateral. NOTA 1-) Fatores radiográficos Sabemos que na distância de 1m o cone absorve +_7 Kv.2s / fino / tomo +_1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 260 / 80 / 3.5cm para baixo do plano ótimo. pequenas erosões ósseas ou calcificações poderão definir a conduta médica em relação ao paciente e somente a tomografia permite dizer com precisão os casos suspeitos nas radiografias de rotina. Raio central incidindo no násion. utilizamos máscaras plumbíferas. de tumores da glândula hipofise ( que a afetam indiretamente ) ou de lesões produzidas por traumatismos crâneoencefalicos e infecções. poderão junto com a clínica do doente definir um diagnostico. pois se não tomarmos este cuidado obteremos uma radiografia com um halo de radiação secundária em torno da imagem. pelos quais se requer estudos radiologicos de boa qualidade para visualizar os buracos óticos.45m / sim / 24x30 OBS : Nas tomografias de estruturas pequenas. O plano mediano do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. O plano ótimo é na altura do plano mediano ságital. 2-) Radiação secundária Quando utilizamos o cone. Faremos mais quatro cortes. pois a presença de calcificaçòes intra selares./ Incidência de HARTMAN / Incidência de PFEIFFER / Incidência de LYSHOLM / Incidências de rotina Incidência de RHEESE – direita e esquerda / Incidência de RHEESE – parieto-orbital Região anterior da orbita.OBS : A incidência de REVERCHON demonstra o dorso selar ( região da lâmina quadrilatera do esfenoide ) numa projeção anterior do forame magno. Através do reverchon o radiologista pode medir a largura da sela turca. sentado ou em posição ortostática. quando fazemos as localizadas para sela turca o cone fica encostado na cabeça do paciente diminuindo então a distância foco-filme. nos limites dos assoalhos da fossa anterior e média da base do craniana e esta limitando o quiasma ótico. Raio central incidindo a 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. com o plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. mais próxima do filme. Assim podendo-se diafragmar para obter mais detalhe. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 260 / 80 / 3. como a sela turca. por isso podemos trabalhar com os mesmos fatores das distâncias panorâmicas.2s / fino / tomo +_1. temos que limitar a abertura do diafragma para que fique aproximado ao seu mairo diâmetro. Buraco ótico O buraco ótico é o orifício anterior de um verdadeiro conduto de 5mm a 8mm de comprimento e de 4mm de diâmetro. Faremos mais quatro cortes. NOTAS GERAIS 1-) Localizadas de sela turca A finalidade de fazermos radiografias localizadas de sela turca é obtermos mais detalhe. poroses ou erosões de estruturas ósseas selares. .5cm para cima do plano ótimo e dois separados de 0. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências Incidência de RHEESE – parieto orbital e orbito parietal . Encontra-se na parte mais posterior e medial da pequena asa do esfenoide na sua raiz de inserção com o corpo.5cm para cima do plano ótimo e dois separados de 0. No estudo da sela turca. ou seja. aparecem nas radiografias localizadas. com alinha meato-orbitária perpendicular ao plano da mesa. que dividem o filme 24x30 em quatro. O plano ótimo será 2cm a frente ( para cima ) do conduto auditivo externo. Podemos tomografar a sela turca em AP e Perfil : A-) Em AP – Paciente em decúbito dorsal. dois separados de 0. Indicações do exame radiologico do buraco ótico A orbita é assento de tumores oculares.

Estas grades devem ser de lâminas paralelas. Incidência de PFEIFFER . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . A rotação deve ser para o lado contrario a ser examinado. Incidência de RHEESE – orbito parietal Região occipto-parietal. A região orbitaria do lado a ser examinado deve coincidir com a linha central da mesa. proeminencia malar e dorso do nariz. Raio central perpendicular ou com uma inclinação de 5º a 7º podálicos.Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. A incidência de lysholm. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano do corpo coincidindo com a linha central da mesa. saindo no centro da orbita que deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. formando um ângulo de 37º com o plano horizontal. saindo no meio da órbita. mantendo o dorso do nariz. O raio central deve sair no meio da órbita do buraco ótico a ser radiografado. Paciente em decúbito ventral com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. penetrando no centro da orbita. mais próxima do filme. mais próxima do filme. Incidência de HARTMAN – direita e esquerda Região anterior da face. Raio central com inclinação lateral de 30º e podálica de 20º. o buraco ótico projeta-se no quadrante superior externo. O plano mediano sagital do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Incidência de LYSHOLM – direita e esquerda Região anterior da cabeça. dando uma exposição para cada chassis. pois radiografias com inclinações laterais. a radiação é absorvida nas grades Potter-bucky divergentes. a protuberancia orbitaria externa.sentado ou em posição ortostática. A linha acantion-meatal ( conduto auditivo externo ) deve ficar perpendicular ao plano da mesa. Raio central com 20º de inclinação lateral da direita para esquerda ou viceversa segundo seja o buraco ótico a radiografar e associada a uma inclinação podálica de também 20º. OBS : Sobre os dois chassis devemos utilizar grades fixas. mais próximas do filme. Qualquer desvio lateral desta localização indica rotação incorreta da cabeça e qualquer desvio longitudinal indica angulação incorreta da linha acantiomeatica. OBS : Quando penetramos com o raio central perpendicular. Podemos penetrar com o raio central perpendicular ou com uma angulação de 5º a 7º podálicos. na ampola. com a região frontal e nasal coincidindo com a linha central da mesa. Paciente em decúbito ventral. de modo que o plano mediano forme um ângulo de 53º com o plano do filme. do lado a ser examinado. e quando fazemos com inclinaçãi podálica de 5º a 7º. É o mesmo posicionamento do "PA" de crânio. deve ser feita com grades Potter-bucky paralelas ( ou universais ).direita e esquerda Regiões anteriores das órbitas. Ajustar a rotação da cabeça de maneira que o plano mediano sagital forme um ângulo de 53º com o plano do filme. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. coincidindo com a linha central da mesa. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. O raio central penetra perpendicular aproximadamente 7cm para fora da protuberancia occipital externa. Utilizamos dois chassis colocados em forma de "V". A linha acantion-meatal ( conduto auditivo externo ) deve ficar perpendicular ao plano da mesa. mais próxima do filme. Ajustar a rotação da cabeça. a imagem do buraco ótico projeta-se no quadrante inferior externo da orbita. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. para obtermos mais detalhe. sentado ou em posição ortostática. mantendo três pontos de contato. do lado a ser examinado. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. no meio dos quais descansa a cabeça do paciente. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. Ajustar a rotação da cabeça de maneira que o plano mediano sagital forme um ângulo de 53º com o plano do filme. Paciente em decúbito ventral.

Alem da veia jugular interna. Devemos fazer uma diafragmação suficiente para obtermos um bom detalhe.S. Quando o posicionamento for dificil para o doente.Décimo primeiro ou espinhal. cilindros ). Paciente em decúbito dorsal.Devemos sempre utilizar cones de pequena abertura para obtermos o máximo de detalhe. Próximo a ele encontramos o golfo da jugular. Geralmente o golfo da jugular e o buraco posterior são maiores no lado direito.As radiografias para buraco rasgado posterior devem ser sempre comparativas.75 / 30 / 100 / 100 / 1.Décimo ou pneumogastrico ( também chamado de vago ou cardiopneumoenterico ). pois é de grande importância fazer-se a comparação de um lado com o outro. OBS : (A). em planos a partir da região posterior da órbita.LOCALIZADA Na projeção localizada. Raio central perpendicular.M. com um apoio sob as suas costas estendendo ao máximo a cabeça. devemos utilizar um cone de pequena abertura. com o plano mediano ( ou P.2s / fino / cone encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ comparativa e localizada Região superior da cabeça. sempre fazendo o estudo bilateral. ) do corpo coincidindo com a linha central da mesa. (A). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1.0s / fino / cone encostado+_75cm / sim / 18x24 NOTA 1-) SPOT FILMS COMPARATIVOS Para obtermos o máximo de detalhe. A cabeça deve estar um pouco estendida até que a linha imaginaria. Paciente em decúbito dorsal. A cabeça deve estar rodada de 10º a 20º para o lado a ser radiografado. para diagnostico radiologico. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Incidência de CHAUSSÉ II / Incidência de HIRTZ comparativa e localizada / Incidência semi-hirtz / Tomografias Transorbitária ( AP ) / Perfil / Incidências de rotina CHAUSSÉ II DIREITO E ESQUERDO / Incidência de CHAUSSÉ II Região posterior da cabeça. Raio central penetrando perpendicular a linha horizontal alemã. BURACO RASGADO POSTERIOR O buraco rasgado posterior é formado pela porção lateral do processo basilar do occiptal e pela porção da parte petrosa do osso temporal. Indicação do exame radiologico para buraco posterior A principal indicação para o exame do buraco rasgado posterior é o tumor de glomus jugulares. . passam pelo buraco rasgado posterior os três nervos : . até que a linha horizontal alemã fique paralela ao plano da mesa. 3cm para dentro do processo mastóide do lado a ser estudado. que é onde deságua o seio lateral da paquimeninge para formar a veia jugular interna. (B). (B). O plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. O paciente deve manter-se na posição de RHEESE órbito-parietal e fazer tomografias bilaterais. Raio central penetrando perpendicular a linha horizontal alemã. com a boca aberta. de preferencia no mesmo filme. devemos fazer com o paciente sentado estendendo ao máximo a cabeça até que encoste na estativa vertical. que geralmente acontece em pacientes obesos ou de pescoço curto. devemos fazer a comparativa para surpreendermos patologias no lado sem possiveis alterações. no meio do espaço entre os dois processos mastóides. fazemos cortes tomograficos. mais próxima do filme.COMPARATIVA Apesar de sabermos que no lado direito o golfo da jugular e o buraco rasgado posterior são maiores. penetrando na comissura labial externa do lado contrário a ser radiografado. encostado na região lateral direita ou esquerda do pescoço. mais próxima do filme. devemos fazer as radiografias para buraco ótico com colimadores ( cones. . 2-) TOMOGRAFIA Quando se suspeita de lesão ao nivel das paredes do forame ótico.Nono ou Glossofaringeo . que vai da espinha nasal anterior ou conduto auditivo externo fique perpendicular ao plano da mesa.

articula-se posteriormente com a grande asa do esfenoide. num total de cinco cortes separados uns dos outros de 0. TOMOGRAFIA EM PERFIL Região lateral direita ou esquerda da cabeça. mais próxima do filme. a distância então diminui. As celas mastóideas são numerosas cavidades que fazem parte da conformação interna. A cabeça do paciente deve ficar numa posição intermediaria entre o "AP" de crânio e o Hirtz. corresponde ao cerebelo. mas não alteramos os fatores. colocando a linha acantion-meatal perpendicular ao plano da mesa. entre o occipital.6s / fino / cone encostado / sim / 18x24 TOMOGRAFIA EM TRANSORBITÁRIA .6s / fino / cone encostado ou 90cm / sim / 18x24 OBS : Na incidência comparativa. Devemos sempre fazer radiografias comparativas e com cone para obtermos mais detalhe.3cm uns dos outros. Raio central incidindo na região do nasion. através de apoio sob as costas. mais próxima do filme. pois que o cone absorve compensando a aproximação da ampola.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Osso temporal O osso temporal encontra-se situado na parte inferior e lateral do crânio. projeta-se o processo zigomático em direção anterior para formar a arcada zigomática com o processo temporal do malar ( ou zigomático ). Devemos fazer cortes tomográficos. a circunferência articula-se com os ossos parietal e occipital. perpendicular ao plano da mesa.(AP) Região posterior da cabeça. SEMI-HIRTZ . Paciente em Hemi-decúbito lateral.Porção estiloide (D).Porção petrosa ( rochedo ) PORÇÃO ESCAMOSA Apresenta uma face convexa lisa. penetrando no gônion ( ângulo da mandibula ). processo mastóideo. separados de 0. que forma parte da fossa temporal. Girar a cabeça de 25º para o lado oposto a ser radiografado.( Incidência de PORCHER.H. Faz-se oito tomografias a partir do preliminar para baixo.Porção escamosa (B). Em sua porção póstero-inferior. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal.3cm. a distância foco-filme deve ser de 0. do meio do conduto auditivo externo para baixo. Devemos fazer os cortes tomográficos a partir de 2cm abaixo do plano mediano sagital como corte preliminar.FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. mais próxima do filme. POROT E ROSSAND ) Região occipito-parietal. A outra face da porção escamosa é a circunferência.Porção mastóidea (C). deixando pender a cabeça naturalmente sobre a mesa de exame. parietal e esfenoide. A face interna é côncava e encontra-se em relação com o centro. de um lado a sutura escamo-mastóidea ( porção mastóidea ) e do outro ao rochedo ( CISURA DE GLASSER ). colocando o plano mediano da cabeça paralelo ao plano da mesa. Raio central incidindo no meio do espaço compreendido entre o conduto auditivo externo e o processo mastóide. O osso temporal apresenta-se dividido em 5 porções : (A). O lada a examinar em contato com a mesa. irregular. como fazemos com o cone encostado.2s / fino / tomo +_1.Porção timpânica (E). com os ombros elevados. numa eminência volumosa. . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 35 / 250 / 80 / 3. ). esta unida. O plano mediano sagital do cropo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. PORÇÃO MASTÓIDEA Sua face externa termina para baixo. Na incidência localizada. Já a face interna côncava. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 160 / 100 / 1. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.90cm com nas projeções para crânio. De sua parte externa e inferior. Linha infra-órbito-meática ( L. passando pelo conduto auditivo externo.A.

O ouvido ( ou orelha – pela nova nomenclatura ) divide-se em três proções : . MESOTIMPANO Espaço hipertransparente aos raios-X ( com ar ) entre o epitimpano e o hipotímpano.Martelo.Inferiormente – músculo estiloglosso.Caixa do tímpano – dividimos a caixa do tímpano em 3 partes : A. é a mais importante. Superior – TEGMEN TYMPANI.Conduto auditivo externo – oríficio pertencente a parte mais lateral do rochedo. HIPOTÍMPANO Parte mais inferior da caixa do tímpano.Externo – parótida .Hipotimpano ÁTICO Parte superior da caixa do tímpano.Interno – veia jugular PORÇÃO TIMPÂNICA É uma lâmina óssea curva situada entre o rochedo e a escama.Ático ou epitimpano ou lajeta B. O cabo do martelo está preso a parte superior da membrana do tímpano. A porção timpânica forma a parede anterior.Ouvido médio . . A bigorna tem um corpo articulado a cabeça do martelo.Posteriormente – ligamentos estilohióideo. para fazer a comunicação do ouvido médio com o meio externo.Base – orificio do conduto auditivo externo . que são traduzidos e interpretados pelo cérebro. Inferior – assoalho da caixa ou recesso hipotimpânico. o seu limite medial em fronteira com o ouvido médio se faz através da membrana do tímpano. OUVIDO MÉDIO – Principais componentes : 1. que dá a imagem hipertransparente da região. Conduzidas pela perilinfa e endolinfa vão impressionar as células neuroepiteliais. LIMITES . Sua superficie anterior é triangular e esta em contato com a glândula parótida. um processo curto que a prende a parede do ático e um processo longo que se articula com o estribo. podemos dividir em : . sempre procurando dar ênfase aos que dão expressão radiológica. ANATOMIA RADIOLÓGICA Os principais componentes que formam o conteúdo da caixa do tímpano são os ossículos e o ar.Vértice – dirigido para dentro e para frente .Mesotimpano C. postero-inferior.Internamente – ( na base ) ligamento estilofaríngeo.Pavilhão auricular – é uma cúpula cartilaginosa para captação do som. uma cavidade hipertransparente onde no seu assoalho abre-se a trompa de eustáquio. Medial ( interna ) – formada pelas estruturasdo labirinto. estudá-loemos anatomicamente. OSSÍCULOS Os ossículos são em número de três : . 2. OUVIDO EXTERNO – Principais componentes : 1.Externamente – ligamento estilomaxilar. o assoalho e a porção baixa posterior do conduto auditivo externo. Seu bordo superior se une com o tubérculo zigomatico posterior através da cisura tímpano-escamosa e com a cavidade glênoide pela cisura petrotimpânica.Ouvido interno Demonstramos os principais componentes das porções do ouvido. . bigorna e estribo.Faces – em número de quatro : ântero-superior. que constituem o órgão terminal da audição ( órgão de CORTI ).Ouvido externo . . onde estão os ossículos. constitui a zona de inserção de músculo e ligamentos. OUVIDO As ondas sonoras fazem vibrar a membrana do tímpano e as vibrações são transmitidas através dos ossículos ( martelo. PAREDES DA CAIXA DO TÍMPANO Externa – esporão de CHAUSSÉ ( parede externa do ático ) e membrana do tímpano. ânteroinferior e póstero-superior Como o aparelho auditivo está situado em sua grande parte no rochedo. bigorna e estribo ) á janela oval no vestíbulo ( ouvido interno ). Nele originan-se os impulsos nervosos da audição. . PORÇÃO PETROSA ( ROCHEDO ) Tem a forma de uma pirâmide quadrangular. tais como : .PORÇÃO ESTILÓIDE Projeção látero-inferior do rochedo.

O antro tem forma e medidas também muito variaveis.LABIRINTO : É onde se encontram no ouvido interno. sem a utilização de tomografias. 2. . é um órgão da audição. etc. 3. também chamado de muro da lajeta. em uma mesma pessoa. com a base para cima. 5.LOBO TEMPORAL DO CÉREBRO 2. 4. as vezes se estende a escama e ao rochedo e mais raramente pode ir alem do osso temporal ( ao occipital. Células pneumatizadas – onde encontramosbasicamente as células pneumatizadas em condições normais é na mastóide. o externo ou lateral e o posterior. podendo. tem importância no estudo dos colestomas. na linha bi-auricular e é o ponto onde deve incidir o raio central nas incidências para ouvido médio.OSSO E MÚSCULO TEMPORAIS 3.O estribo "fecha" a janela oval ( janela do vestibulo ) PONTO ÁTICAL É a região correspondente á massa dos ossículos. estruturas da audição e do equilíbrio como vestíbulo. O canal semi-circular posterior é o único que nào é visivel radiologicamente ( a não ser em cortes tomograficos especiais ). cóclea. Abre-se no ouvido no hipotímpano e a responsavel pela manutenção da pressão dentro do ouvido. As infecções da caixa propaga-se para o antro.TROMPA DE EUSTÁQUIO Canal que faz comunicação entre o rino-faringe e o ouvido médio.CANAIS SEMI-CIRCULARES : São em número de três .Mastóide pneumo-diplóica – tipo misto. Esta pneumatização parte do antro. TIPOS DE PNEUMATIZAÇÃO . canais semicirculares.Mastóide diplóica – predominância de massa óssea.CÓCLEA OU CARACOL : Onde percorre o nervo coclear. 2. Também os colesteatomas ( tumor ) do ático costumam crescer para o antro. sobretudo na criança onde o aditus é mais amplo. a sua abertura na base craniana chama-se porus acusticus. A pneumatização é extremamente variavel de um individuo para outro e as vezes de um lado para outro. o superior. 3.CANAL SEMICIRCULAR SUPERIOR 8. o 7º e o 8º pares. Antro – é uma grande célula cheia de ar. a sua forma é aproximadamente triangular. na mastóide.CARTILAGEM 4. seu contorno é festoneado e pouco nítido ( o contorno bem delineado é visto no antro patológico com colesteatoma ). no vestíbulo encontramos os líquidos perilinfa e endolinfa.OUVIDO INTERNO 9.HÉLICE 6. na criança é mais amplo. É encontrado na rede lateral do ático. O ponto atical corresponde a cabeça do martelo e ao corpo da bigorna e esta situado a 2.CONDUTO AUDITIVO INTERNO : É um canal longo que percorre grande extensão do rochedo. de um lado. Dá origem as demais células pneumatizadas. OUVIDO INTERNO O ouvido interno participa tanto do equilíbrio como da audição PRINCIPAIS COMPONENTES : 1. 4. devido as pequenas células que o cercam.ANTÉLICE 5. visivel na radiografia simples.Mastóide pneumatica – predominância de células com ar. por exemplo ). 7º par – nervo facial 8º par – nervo esteato-acustico – ramo coclear ( audição ) e ramo vestibular ( equilíbrio ) (FIGURA DE UM OUVIDO COM 36 MARCAÇÕES ) 1.ANTRO 7. Pelo conduto auditivo interno passam dois nervos.ESPORÃO DE CHAUSSÉ É um acidente exclusivamente da anatomia radiológica.CAVIDADE DA MASTÓIDE ADITUS – canal que comunica o ático com o antro ( "ADITUS AD ANTRUN" = CAMINHO PARA O ANTRO ).5cm para dentro. que se localiza para tráz. ser maior do que o outro. mede cerca de 10x6mm.OUVIDO EXTERNO 10ESPORÃO DE CHAUSSÉ 11OUVIDO MÉDIO 12CANAL SEMICIRCULAR POSTERIOR 13PAVILHÃO AURICULAR 14CONDUTO AUDITIVO EXTERNO 15TÍMPANO 16CANAL SEMICIRCULAR LATERAL 17RAMO VESTIBULAR .VESTÍBULO : é de onde partem os canais semicirculares. .

nem esporão.HIRTZ PANORÂMICAS DE CRÂNIO 1. mas também realizando incidências para complementar o estudo de todo o ouvido. devemos estudá-la rigorosamente. teremos realmente uma boa avaliação das mastóides. Outro fator de grande valia é a utilização de ecrans do tipo grão fino.18NERVO FACIAL 19CONDUTO AUDITIVO INTERNO 20VESTIBULO 21MARTELO 22BIGORNA 23ESTRIBO 24ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA 25CELAS PNEUMATIZADAS DO MASTÓIDE 26CARACOL OU COCLEA 27NERVO AUDITIVO 28TROMPA DE EUSTÁQUIO 29LABIRINTO 30LÓBULO DA ORELHA 31GLÂNDULA PARÓTIDA 32NERVO FACIAL 33ARTÉRIA ESTILO-MASTÓIDEA 34VEIA JUGULAR INTERNA 35NERVO GLOSSO FARÍNGEO 36MÚSCULO ELEVADO DO VÉU PALATAR ESTUDO RADIOLÓGICO É de grande importância para quem executar o exame radiológico do osso temporal. A incidência de Reverchon é muito útil nas crianças agitadas. conhecer a finalidade de cada incidência. Se fizermos o exame apenas com estas incidências. principlamente do ouvido médio. O paciente deve ficar o mais imobilizado possível e nunca devemos deixar de colocar a identificação correta nas radiografias.REVERCHON ( breton ) 3.STENVERS 2. INDICAÇÕES GERAIS Quando recebemos o pedido de exame especificando uma determinada região.REVERCHON ( breton ) As quatro incidências básicas e mais a tomografia frontal são suficientes para nos dar um excelente estudo da caixa do tímpano. mas apenas das mastóides.Trans-orbitária comparativa ( bilateral ) 2. problema da grande maioria dos casos de estudo radiológico. Permitem-nos. Não veremos nem ossículo. HIRTZ e BRETON ( reverchon).Frontal 2. Os componentes do ouvido são muito pequenos. STENVERS. STENVERS e MAYER “.HIRTZ 4. .CHAUSSÉ II TOMOGRAFIAS 1.Perfil direito e esquerdo 3.MAYER 5. por isso teremos que estudar radiológicamente fazendo uma colimação máxima das estruturas para obtermos o melhor detalhe. sabendo perfeitamente a anatomia radiológica de cada uma delas. Se o problema é pesquisar colesteatoma como complicação de otite crônica. portanto.CHAUSSÉ III 4.PA 2. pela facilidade de execução. INCIDÊNCIAS BÁSICAS EM RADIOLOGIA 1. É comum recebermos pedido de exame radiológico de ouvido com os seguintes dizeres : “Radiografias dos mastóides : SCHÜLLER. Portanto não analizamos a caixa do tímpano. pesquisar os colesteatomas.SCHÜLLER INCIDÊNCIAS COMPLEMENTARES 1. pois conseguimos um maior detalhe das imagens radiográficas.perfil direito e esquerdo 3.Trans-orbitária unilateral ( incidência de GUILHEN ) 3. as incidências principais são trans-orbitária. sede do ouvido médio. As incidências complementares são feitas conforme a indicação. É importante observar que a única incidência que é imprescindivel em todos os casos é a trans-orbitária comparativa. O conhecimento das incidências e das informações que cada uma delas pode nos fornecer é portanto de fundamental importância para quem executa o exame.

Raio central perpendicular. No estudo das incidências vamos observar que nas três primeiras incidências básicas. O Reverchon nesses casos substituirá o Schüller. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e esquerdo. Podemos também fazer com uma inclinação podálica ( quando o paciente não conseguir manter o posicionamento ) de maneira que o raio central passe pelo plano que vai do násion ao teto do CAE. A incidência trans-orbitária bilateral é a principal incidência para o estudo do ouvido. O raio central deve passar tangenciando o rebordo orbitário externo. penetra no quadrante superior interno da órbita do lado a ser radiografado. Incidência trans-orbitária bilateral Região posterior da cabeça mais proxima do filme.5cm dentro do plano biauricular ) do lado a ser estudado. Nesta projeção a imagem do rochedo deve projetar-se dentro da órbita de maneira que o seu bordo superior não se superponha com o bordo superior da órbita. ficar sozinha no quarto. com plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. A parede superior do conduto auditivo externo corresponde externamente ao limite superior do trágus. Incidência de GUILLEN ( trans-orbitária unilateral ) Região posterior da cabeça mais proxima do filme. penetrando no násion. que passa pelo násion ( raiz do nariz ) e parede superior do conduto auditivo externo. Raio central passa pelo plano Qua vai do násion ao teto do conduto auditivo externo.A. perfil e Reverchon são feitas apenas com a finalidade de se procurar outras lesões fora do osso temporal. por exemplo ). o radiologista pode “dopar” a criança para obter um exame completo de bom padrão. Principais estruturas demonstradas : 1 – Conduto auditivo externo 2 – Esporão de CHAUSSÉ 3 – Antro 4 – Canais semicirculares / superior / lateral 5 – Ossículos 6 – Caracol 7 – Vestíbulo 8 – Conduto auditivo interno A principal estrutura demonstrada nesta incidência são os ossículos. que aparecem dissociados entre o esporão e o canal semicircular lateral ( externo ). . As radiografias de crânio em PA.Nestas crianças. a mãe deverá ser avisada de que a criança acordará tonta. Esta incidência nos dá uma visão de conjunto bilateral. Raio central passa pelo plano que vai de násion ao teto do conduto auditivo externo. dos blocos labirínticos e dos C. com o plano mediano sagital do corpo coincidindo com a linha central da mesa. penetra no quadrante superior externo do lado a ser examinado. que possam estar relacionadas á lesão do ouvido ( Histiocitose x. passanda pelo teto do CAE. não podendo. Se isso for feito. para Ter uma noção de conjunto e o Reverchon . Quando encontramos dificuldade em obter este posicionamento. permitindo fazer uma análise comparativa da transferência das paredes e do conteúdo ossicular das caixas do tímpano. pois. o raio central entra em um mesmo plano. A cabeça deve estar fletida ao máximo. para avaliarmos a mastóide ( pneumatização ). Paciente em decúbito dorsal. o que pode ser feito facilmente com supositório de Seconal ( 1 cápsula diluída em água ). Paciente em decúbito dorsal. Incidência de CHAUSSÉ III Região posterior da cabeça mais proxima do filme. A cabeça deve estar rodada de aproximadamente 5º para o lado contrário a ser examinado. quando não é possivel fazer um exame completo. utilizamos um apoio radiotransparente sob a região mais alta da cabeça. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Principais estruturas demonstradas : Caixa do tímpano / ossículos / esporão / Canais semicirculares superior e lateral / ouvido interno. O raio central deve passar no ponto atical ( 2. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e esquerdo. Paciente em decúbito dorsal. tanto do ouvido médio quanto do interno. Quando não houver contra-indicação. internos. A cabeça deve estar rodada de aproximadamente 5º para o lado a ser examinado. até que o plano que vai do násion ( raiz do nariz ) até a parede superior do conduto auditivo externo esteja perpendicular ao plano da mesa. procuramos executar pelo menos a trans-orbitária. e passar pelo ponto atical.

mais proxima do filme.Para obtermos a melhor demonstração possível do esporão de CHAUSSÉ. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre o rebordo externo da órbita e o conduto externo do lado a ser radiografado ( ± no meio da linha horizontal alemã ). a parte pneumatizada da mastóide.80m / sim / 18x24 Incidência de SCHüLLER Região lateral direita ou esquerda da cabeça. As incidências complementares são : STENVERS / HIRTZ / REVERCHON / MAYER / CHAUSSÉ II Incidência de STENVERS “Variante” Região posterior da cabeça. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. ou seja. Projetam-se parcialmente sobre o canal semicircular lateral ou externo. a região do conduto auditivo externo do lado a ser exminado deve ficar em contato com a L. Paciente em decúbito ventral colocado o corpo em posição oblíqua e o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa.C. O ouvido externo é estudado apenas pelo exame clínico direto e pelas tomografias.E e C. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e do lado esquerdo. com a finalidade de colocar o maior eixo do rochedo. Lembramos que o esporão nada mais é do que a parede lateral do ático. Raio central com uma inclinação podálica de 25º a 30º. Nestes casos.I. Principais estruturas demonstradas : Parede superior e posterior do rochedo / Sulco de seio venoso lateral / C. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 160 / 200 / 0. outras vezes para ouvido interno.8s / grosso / 0. de tal maneira que o raio central entre mais acima. A cabeça deve estar rodada de 45º ou um pouco menos. O plano que vai do násion ao teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa. superpostos Vemos ainda um ponto de referência anatômico chamado ângulo de CITELLI ( encontro da parede superior com a posterior do rochedo ). Os ossículos mudam um pouco de forma e não ficam bem dissociados. mais proxima do filme. Plano biauricular cinicidindo com a linha central da mesa.5cm acima do conduto auditivo externo mais afastado do filme. que é o lado a ser examinado. Esta é a incidência que nos mostra a face cirúrgica da mastóide e nos permite avaliar a pneumatização. A incidência de CHAUSSÉ III também pode ser feita com maior flexão da cabeça ou angulação caudal do raio. ou seja. As cinco incidências que veremos a seguir. na altura das sombrancelhas. chamadas de complementares. saindo no mais próximo. executar a mesma incidência duas ou três vezes de cada lado. penetrando entre 6 e 7. uma vez que o seio procidente ( muito anterior ) reduz muito o tempo cirúrgico. Incidência de STENVERS “Clássica” . Principais estruturas demonstradas : 1 – Conduto aoditivo externo 2 – Esporão de CHAUSSÉ 3 – Antro 4 – Canais semicirculares superior e lateral 5 – Ossículos 6 – Caracol 7 – Vestíbulo 8 – Conduto auditivo interno Esta é a incidência seletiva para o esporão de CHAUSSÉ. algumas vezes para ouvido médio.A. O conhecimento da posição do seio venoso lateral é importante.M. para o lado contrário a ser examinado. pois as incidências padrões não servem para mostrá-lo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 40 / 160 / 200 / 0. têm finalidade específica. com mínimas variações de rotação da cabeça. devemos fazer uma varredura. paralelo ao plano da mesa. o cirurgião sempre deve agir com cuidado devido o risco de perfuração e hemorragia grave.8s / grosso / 0. Paciente em decúbito dorsal.A. As duas trans-orbitárias e o CHAUSSÉ III são as únicas utilizadas para o estudo da caixa do tímpano. Então.80m / sim / 18x24 Incidências complementares As quatro incidências básicas estudadas anteriormente nos dão uma visão de todo o ouvido médio. A incidência de SCHüLLER nos mostra o restante do ouvido médio.

Principais estruturas demonstradas nas incidências de STENVERS Conduto auditivo externo / Porus acusticus interno / Ponta do rochedo / Uma visão do rochedo em toda a sua extensão. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. pois a espessura a atravessar é grande e o diafragma aberto tira muito detalhe. As incidências de STENVERS ( Clássica ou variante ) não nos mostra bem os ossiculos e o esporão de CHAUSSÉ. coincidindo com a linha central da mesa. pois conseguimos nessa posição uma boa extensão da cabeça sem ser muito incômodo. mais proxima do filme. / Antro / Mastóide / Vestíbulo / Canais semi-circulares / Cóclea A incidência de STENVERS apresenta mais interesses no ponto de vista otoneurologico. preferimos a variante da incidência de STENVERS.80m / sim / 18x24 OBS : Quando utilizamos uma técnica mais fraca. podemos demonstrar com excelente definição o processo mastóide. Nas incidências unilaterais ( direita e esquerda ) o raio central penetra perpendicular á linha horizontal alemã. Raio central perpendicular. com o plano mediano sagital do seu corpo. O posicionamento deve ser perfeito. O ideal é sempre trabalharmos com o raio central perpendicular para evitarmos distorções de imagem resultantes da inclinação da ampola. A ponta do rochedo bem dissociada pode estar ás vezes pneumatizada. Métodos para colocar o rochedo paralelo ao plano da mesa sem o auxílio do goniômetro (A) – Com o paciente em decúbito dorsal Colocar o maior eixo das regiões anteriores dos dedos das mãos coincidindo com o maior eixo dos pavilhões auriculares direito e esquerdo.Região anterior da cabeça. Apesar de aproximar mais o rochedo do filme.5cm para dentro do plano biauricular ). com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Podemos fazer a incidência para os dois lados e / ou separadamente para o lado direito e esquerdo. o raio central penetra perpendicularmente á linha horizontal alemã. e para isso o paciente deve fazer uma flexão máxima da cabeça. o operador deverá estar na extremidade da mesa. uma vez que o raio central entra perpendicular a ele. Logo após. pois apresenta grande valor na pesquisa dos neurinomas do acústico. tumores e traumatismos. Principais estruturas demonstradas : Rochedo / Caixa do tímpano / Ossículos / Trompa de Eustáquio / Conduto auditivo interno A incidência de HIRTZ é utilizada em geral para a base do crânio. . afastar os polegares até o direito encontrar com o esquerdo fazendo a rotação até o polegar do lado a ser examinado ficar paralelo ao plano da mesa. Na incidência de HIRTZ o raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã. (B) – Com o paciente em decúbito dorsal ou ventral Colocar o dedo indicador no processo mastóide do lado a ser examinado. Devemos radiografar separadamente o lado direito e o lado esquerdo. o indicador da outra mão no rebordo orbitário externo do lado oposto áquele. Fazemos a rotação até que ambos os dedos indicadores estejam a uma mesma altura do plano da mesa. cruzando os condutos auditivos externos. ao nivel do ponto atical ( 2. saindo no meio do espaço entre o bordo externo da órbita e o conduto auditivo externo do lado a ser examinado. Naturalmente que nos colocamos á cabeceira do paciente. Paciente em decúbito ventral. mais proxima do filme. Incidência de HIRTZ ( Submento-vértice ) Região mais superior da cabeça. por isso devemos sempre que possivel colocar esta linha paralela ao plano da mesa. O plano que vai do násion ao teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa. Devemos então Ter o cuidado de não confundir células da ponta com neurinomas do acústico. podendo ser usada especialmente para estudo do ouvido nas infecções. Nas incidências bilaterais. Com o paciente sentado é a maneira mais fácil de obtermos o posicionamento. Como para todos os posicionamentos de crânio. para o lado a ser examinado com a finalidade de colocar o maior eixo do rochedo paralelo ao plano da mesa. OBS : (A) – É imprescindível uma boa diafragmação do feixe de raios X a fim de evitar radiação secundária. A cabeça do paciente deve estar rodada de 45º ou um pouco menos. pela maior facilidade de posicionamento. caso contrário a mandíbula projeta-se em cima da caixa do tímpano. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 40 / 160 / 200 / 0.8s / grosso / 0. impossibilitando sua análise.

com plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. Fazemos a incidência duas vezes. TOWNE. resultando em grandes distorções de imagem. Principais estruturas demonstradas : Células pneumatizadas da mastóide / Sulco do seio venoso lateral / Conduto auditivo externo / Processo mastóide / Articulação têmporo-mandibular / Arcada zigomática Esta incidência não é realizada de rotina. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 200 / 0. Para colocarmos a cabeça na rotação de 45º e não possuimos o goniômetro. Assim. com a boca aberta. devemos fazer. A cabeça deve estar rodada de 10º a 20º para o lado a ser radiografado. A incidência de REVERCHON é de grande utilidade nas crianças agitadas. é realizada sem bucky e com um plano inclinado de 15º. Raio central penetra com uma inclinação podálica de 25º na região frontal ( pouco abaixo da área de implantação dos cabelos ) e deve passar nos condutos auditivos externos. Geralmente conceguimos uma boa demonstração do rochedo com uma inclinação podálica de 25º em relação á linha horizontal alemã. Esta projeção corresponde a uma axial de rochedo. Raio central com uma inclinação de 45º podálicos penetrando na região frontal oposta e saindo no conduto auditivo externo do lado a ser examinado. podemos utilizar as mesmas manobras da incidência de STENVERS. ETC ) Região posterior da cabeça. mais proxima do filme. Paciente em decúbito dorsal. A região do conduto auditivo externo. até que a linha imaginária que vai da espinha nasal anterior ao conduto auditivo externo fique perpendicular ao plano da mesa. acometendo a região do golfo da jugular e do buraco rasgado posterior. pois sempre trabalhamos com grandes inclinações podálicas. deve coincidir com a linha central da mesa. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. mais proxima do filme. em diversa posições.80m / sim / 18x24 Incidência de CHAUSSÉ II Região posterior da cabeça. Quando houver uma patologia que exija um estudo mais detalhado. radiografias unilaterais ( direita ou esquerda ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1.8s / grosso / 0. variando ligeiramente o ângulo.80m / sim / 18x24 Incidência de REVERCHON ( BRETON. A cabeça deve estar um pouco estendida. estruturas logo atrás do rochedo. mais proximo do filme.8s / grosso / 0. penetrando na comissura labial externa do lado contrário a ser radiografado. . Incidência de MAYER Região posterior da cabeça. A cabeça deve estar fletida até que aproxime o queixo da fúrcula esternal.(B) – Não devemos utilizar a incidência de HIRTZ em decúbito ventral ( vérticesubmento ).2s / fino / 0. Paciente em decúbito dorsal. além da incidência bilateral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 160 / 200 / 0. A incidência de CHAUSSÉ II apresenta uma inclinação limitada para o estudo do rochedo. A cabeça deve sofrer uma rotação de 45º para o lado a ser radiografado. a posição da cabeça utilizada para fazer o STENVERS do lado direito corresponde á mesma posição para se fazer o MAYER do lado esquerdo e vice-versa. em que temos que abreviar o exame. A principal indicação fica por conta dos tumores do glomus da jugular. Raio central perpendicular. um pouco menor que no REVERCHON para báse do crânio onde a angulação é de 35º. Paciente em decúbito dorsal. mais proxima do filme. Principais estruturas demonstradas : Análise do conjunto comparativo do ouvido médio e interno / Vestíbulo / Canal semi-circular superior / Estudo da pneumatização / Antro / Condutos auditivos internos / Rochedo ( bordo superior e ponta ). com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. pois ele se apresenta verticalizado e o raio central percorre o seu maior eixo.80m / sim / 18x24 Exame tomográfico O exame tomográfico para o ouvido é feito de maneira ideal em tomógrafos especiais com movimento hipociclóide. Na descrição original da incidência de MAYER.

Com este tipo de aparelhagem, conseguimos obter imagens com detalhe muito superior ao do tomógrafo linear,e fazer diagnóstico de pequenas lesões que não são vistas na tomografia convencional Tipos de tomografia 1- Frontal ( uni ou bilateral ) 2- Perfil 3- Axial de crânio ( HIRTZ ) 1-) Tomografia frontal É a única que utilizamos de rotina. Podemos fazer cortes unilaterais ou bilaterais. Naturalmente que teremos mais detalhes nos unilaterais, nos quais a diafragmação é maior. Os cortes unilaterais são ideais para ouvido médio. Os bilaterais devem ser utilizados principalmente nas pesquisas de neurinoma do acústico para comparação dos condutos auditivos internos no mesmo filme. Damos extrema importância a uma boa imobilização da cabeça do paciente durante o exame tomográfico. A cabeça não pode ficar livre, pois quando isto acontece, mesmo involuntariamente, o doente se mexe e qualquer movimento por menor que seja irá alterar enormemente os planos. Não poderemos então nos orientar pelo corte anterior para o proximo corte. Inicialmente são feitos quatro cortes por centimetro. O primeiro, no plano correspondente á base do trágus e os demais para trás. Temos com estes cortes uma boa noção da caixa do tímpano. Os cortes seguintes serão escolhidos de acordo com esta primeira série. Nos planos a seguir, ainda no plano da cóclea, começamos a ver ossículos. O martelo está á frente da bigorna e é visto primeiro. A bigorna vem a seguir. Nem sempre é possivel distinguir exatamente as imagens de um e outro, separadamente. A massa maior de ossículos é dada pelo conjunto da cabeça do martelo e corpo da bigorna. O estribo só excepcionalmente é visto e sua localização é a fossa oval já que se insere na janela oval. ( janela vestibular ). Nos planos medianos veremos o vestíbulo, os canais semicirculares e o conduto auditivo interno. Nos planos posteriores o antro e o restante da mastóide é um pouco mais abaixo o buraco rasgado posterior. O esporão de CHAUSSÉ geralmente é visível nos planos que mostram os ossículos e o conduto auditivo externo. No plano mais adequado vemos que a parede superior do conduto auditivo externo forma com o esporão uma imagem que os franceses comparam a um arpão. 2-) Tomografia em perfil ( axial de rochedo ) É útil nos traumatismos para estudo do canal facial e para pesquisa de luxação dos ossículos. Nos casos de neurinomas intracanaliculares, podemos analisar as erosões ósseas da cortical do canal. 3-) Tomografia em HIRTZ ( Axial do crânio ) Vem sendo utilizada principalmente para estudo dos neurinomas do acústico. Quando estes tumores dão erosões localizadas da parede anterior ou posterior do conduto auditivo interno, a tomo em HIRTZ é a melhor arma para diagnóstico. O exame contrastado para pesquisa de neurinoma ( cisternografia )é geralmente feito com auxilio de tomografias. Incidências panorâmicas para crânio PA / perfil / REVERCHON Para qualquer estudo localizado, é imprescindível possuirmos radiografias panorâmicas da região, pois podemos encontrar lesões no ouvido resultantes de patologias cranianas e vice-versa, que podem dar demonstração radiologica vindo a esclarecer o diagnóstico. Nota Nosso cápitulo sobre osso temporal, a principal fonte bibliográfica, foi o trabalho do Dr.Antonio Baião de Azevedo Filho, “Radiologia do ouvido“, publicado no instituto estadual de radiologia e medicina nuclear – “Manoel de Abreu” – 1975.

Seios da Face
Os seios paranasais, por serem cavidades pares e assimétricas ,cheias de ar e em comunicação com as fossas nasais, são muito visíveis através das radiografias. Por razões topográficas dividem-se em dois grupos. O primeiro se estende na direção lateral ( seios frontais e seios maxilares ); o outro, na direção sagital ( etmoidais e esfenoidais ). Não é possível, pois, representá-los numa só radiografia, pelas diferentes localizações de ambos os grupos e por estarem cobertos por estruturas densas. Anatomia

Seios Frontais Estão situados entre as duas tábuas da escama do osso frontal e se estendem para cima, lateralmente, e para trás. Estes seios estão separados por uma fina parede óssea, o septo intersinusial. Variam grandemente de tamanho. Os seios frontais comunicam-se com a fossa nasal, através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Seios Maxilares São os maiores dos seios paranasais e estão situados no corpo dos maxilares, tendo geralmente a forma piramidal. A parede posterior da maxila separa o seio maxilar das fossas intratemporais e pterigopalatina. A parede anterior está relacionada com a face. Comunicam-se com a fossa nasal, através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Seios Etmoidais Compreendem numerosas pequenas cavidades chamadas células etmoidais, que podem ser divididas em dois grupos. Anteriores – Comunicam-se com a fossa nasal através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Posteriores – Comunicam-se com a fossa nasal através do meato superior ( espaço entre o corneto superior e o médio ). Seios Esfenoidais Estão situados no corpo do osso esfenoide. Variam muito em tamanho. Podem ser divididos em partes direita e esquerda ( cada qual podendo ser chamado de seio esfenoidal ), por um septo ósseo. Comunicam-se com a fossa nasal através do meato superior ( espaço entre o corneto superior e o médio ). Indicações para o estudo radiologico As radiografias dos seios paranasais ( para = ao lado de ) apresentam como principais indicações os processos inflamatórios ( Sinusites ) do próprio seio ou de estruturas adjacentes, lesões tumorais ou pseudotumorais tais como abcesso dentário ou cistos e também nos traumatismos crânio-faciais. Estudo radiologico Para o exame radiologico dos seios da face, temos quatro incidências panorâmicas que estudam de maneira convincente estas regiões e possuimos projeções complementares, que poderão apresentar importância no esclarecimento de certos diagnósticos. Incidências panorâmicas Fronto-naso / Mento-naso / Perfil / HIRTZ sub-mento vértice; vértico-submento Incidências de rotina Fronto-naso / mento-naso Quando nas incidências de rotina ( Fronto-naso e mento-naso ) encontrarmos alguma patologia, então incluiremos no estudo as incidências de HIRTZ ( Submento vértice ) e o perfil do lado da patologia. Incidências complementares Incidência de HIRTZ ( variante ), para seios frontais. Obliqua de mento-naso, para seios maxilares. Obliquas ( incidência de RHEESE ) ( OAD e OAE ) para células etmoidais. Incidência vértico-bucal, para seios esfenoidais. Estudo tomográfico Seios Frontais – AP / P Seios Maxilares – AP / P Seios etmoidais – AP / P Seios esfenoidais – AP /P Estudo contrastado Fronto-naso / mento-naso / HIRTZ ( sub-mento vértice ) / Perfil direito e esquerdo. Observações importantes (A) - Todas as incidências para seios paranasais devem ser feitas de preferência com o paciente em posição ortotstática ou sentado, a fim de surpreender a existência de nível líquido, que definiria uma sinusite aguda. (B) - Por serem radiografias que exigem o máximo de detalhe, devemos sempre utilizar cilindros ou cones, com uma abertura tal que inclua na projeção todas as regiões dos seios paranasais. (C) – Para as radiografias de seios da face devem-se retirar grampos, prendendodores de cabelo, brincos, colares e proteses dentárias metálicas. (D) – O operador deve realizar os posicionamentos na cabeceira da mesa, para surpreender eventuais rotações da cabeça ou outras falhas de posição. Incidências panorâmicas Incidência Fronto-naso ( incidência de CALDWELL ) Região anterior da cabeça, mais proxima do filme.

Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ( mesmo posicionamento do “PA” de crânio ). As mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros, quedeverão estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. A região frontal e nasal devem estar em contato com a linha central da mesa ou estativa. Raio central incide paralelo á linha horizontal alemã ( com uma inclinação média de 12º podálicos ), saindo no násion. No fronto-naso vemos principalmente os seios frontais e etmoidais, devendo incluir na imagem os seios maxilares. Os seios esfenoidais aparecem logo abaixo do assoalho da sela turca, com pouca definição. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 incidência mento-naso Região mentoniana, mais proxima do filme. Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. As mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros, que deverão estar num mesmo plano transverso ao maior eixo longitudinal da mesa. O paciente deverá estender o pescoço, apoiando a cabeça pela ponta do mento ( protuberância mentoniana ) de maneira que a linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. A linha horizontal alemã forma um ângulo de 45º com o plano da mesa. Raio central entra perpendicular, saindo na região da espinha nasal anterior. O mento-naso demonstra principalmente os seios maxilares, devendo-se incluir na imagem os seios frontais. Os seios etmoidais aparecem com pouca definição FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça, mais proxima do filme. Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, colocando o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa ou estativa. É o mesmo posicionamento do perfil de crânio, só que a região do bordo externo da órbita deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular penetrando na comissura externa do olho ( ou bordo externo da órbita ), mais afastada do filme. No perfil vemos os seios paranasais do lado direito e esquerdo superpostos, mas conseguimos visualizar a região dos quatro seios com boa definição. O perfil apresenta importância para demonstrar as lesões com noção de profundidade. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0,8s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ ( sub-mento vértice ) Região superior da cabeça, mais proxima do filme. Paciente sentado ou em decúbito dorsal, com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Quando fizermos com o paciente sentado, deverá ser no bucky vertical, pendendo para trás a cabeça, até encostar o vértice craniano. Quando estiver em decúbito dorsal, deve-se colocar um travesseiro sob as costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão, apoiando a região do vértice craniano sobre a mesa. Região central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã, cruzando o seu treço anterior ( osso malar ). Incidência de HIRTZ ( vértico-submento ) Região do sub-mento, mais proxima do filme. Paciente em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. O paciente deve estender ao máximo a cabeça e apoia-la pela ponta do mento. Não costumamos fazer esta incidência de rotina pela maior inclinação que temos de dar, com uma consequente distorção de imagem e perda de detalhe. Raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã, cruzando o seu terço anterior ( osso malar ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1,6s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 As incidências de HIRTZ demonstram com boa definição os seios esfenoidais e etmoidasis. Os seios maxilares aparecem com pouca definição.

E.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Oblíquas ( incidência de RHEESE ) OAD / OAF . dois acima e dois abaixo de 1cm do plano ótimo FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi .2s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Estudo tomográfico Os cortes tomográficos para o estudo radiológico dos seios paranasais apresentam grande valor e poderão ser feitos cortes panorâmicos para sua visualização geral ou feitos localizados com “máscara” no caso de lesões específicas. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Raio central penetrando na glabela ( meio do espaço entre as duas sobrancelhas ).A. O plano mediano sagital do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa.Incidências complementares Incidência de HIRTZ ( variante ) – Sub-mento vértice Região póstero-superior da cabeça. mais proxima do filme. Região dos seios frontais coincidindo com a linha central. Seios frontais (A) – AP – Região posterior da cabeça. É o mesmo posicionamento do mento-naso para seios da face. mais próximas do filme. dois acima e dois abaixo. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça mais próxima do filme e o paciente em hemi-decúbito lateral. sentado ou em ortostática. Esta incidência demonstra totalmente os seios esfenoidais. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. Paciente em decúbito dorsal. É o mesmo posicionamento da incidência de HIRTZ. sentado ou em decúbito ventral . Incidência Vértico-bucal Região dos lábios superior e inferior da boca. Paciente em decúbito ventral. (B) – Perfil – É o mesmo posicionamento de perfil de crânio. a protuberância orbitária externa. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. Esta incidência examina a parede posterior dos seios frontais. ) deve ficar perpendicular do plano da mesa. mais próxima do filme. Plano ótimo – mede-se da mesa ao plano mediano sagital. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Esta incidência tem função de dissociar as células etmoidais anteriores das posteriores. Raio central com uma inclinação podálica de 10º a 20º.Parieto-orbital ( variante ) Regiões anteriores direita e esquerda das órbitas. Paciente em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Oblíqua de mento-naso Região mentoniana. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. projetados dentro da cavidade bucal. A linha acântion-meatal ( C. sentado ou em decúbito ventral. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. com função de afastar a imagem do rochedo. Ajustar a rotação da cabeça de modo que o plano mediano forme um ângulo de 53º com o plano do filme. pois com esta rotação da cabeça podemos individualizar a presença de nível líquido. com a cabeça rodada de 30º para o lado direito e uma outra radiografia para o lado esquerdo. Raio central com uma inclinação entre 20º e 30º cefálicos penetrando no corpo da mandíbula. saindo na espinha nasal anterior. Paciente em posição ortostática.saindo no meio do espaço entre a arcada dentária superior e inferior. proeninência malar e dorso do nariz do lado a ser examinado. Esta incidência tem indicação nos casos em que o radiologista quer fazer o diagnóstico diferencial entre sinusite aguda e crônica. sentado ou em posição ortostática. de 3 em 3mm do plano ótimo. mantendo três pontos de contato. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. mais proxima do filme. Raio central com uma inclinação podálica de 25º. mais próximos do filme. O paciente deve abrir a boca ao máximo e aproximá-la da mesa. Plano ótimo – mede-se da mesa até a glabela e diminui-se 1cm. devendo sair no meio da órbita mais próxima do filme.

e a região deverá estar coincidindo com a linha central da mesa.45 / sim / 24x30 ÷ 4 Seios maxilares (A) – AP – Região posterior da cabeça mais próxima do filme. com o plano mediano sagital coincidndo com a linha central da mesa e o paciente em decúbito dorsal. Espessura da camada – faz-se quatro cortes. retiramos a seringa.5cm em 0. Esta manobra provoca certo desconforto ao paciente. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. de 0. dois acima e dois abaixo. de 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 250 / 80 / 3. Raio central incidindo ao nível da fossa canina. de 0.2s / fino / Tomo ± 1.2s / fino / Tomo ± 1. onde colocamos a pressão negativa e ordenamos que pare de pronumciar a palavra. dois acima e dois abaixo. Raio central incide 1cm acima da espinha nasal anterior. Faz-se pressão digital fechando cada fossa nasal e com uma seringa introduzida na vizinha se faz pressão negativa ao mesmo tempo que o doente é orientado a dizer a palavra “kei” repetidamente. na fossa nasal. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa.5cm do plano ótimo. de 0. Nesse momento o paciente fará manobras de limpeza nasal ( aspirações rápidas e repetidas ). Este deverá estar sentado numa cadeira. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3. Espessura da camada – A partir do plano ótimo. de 0. Espessura da camada – faz-se quatro cortes. Espessura da camada – faz-se quatro cortes. facilitando dessa forma a substituição do ar pelo contraste na cavidade paranasal.2s / fino / Tomo ± 1. com a cabeça estendida. Raio central incidindo 2cm abaixo do násion. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 250 / 80 / 3. Plano ótimo – mede-se da mesa até 3cm acima do conduto auditivo externo.5cm em 0. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. (B) – Perfil – Mesmo posicionamento do perfil anterior. dois acima e dois abaixo. mais próxima do filme e o paciente em hemidecúbito lateral. Plano ótimo – mede-se da mesa até o terço anterior da linha horizontal alemã. de 3mm em 3mm do plano ótimo.65 / 25 / 250 / 80 / 3.5cm do plano ótimo. (B) – Prefil –Mesmo posicionamento do prefil de crânio. diminui-se de 2cm a 2.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Seios esfenoidais (A) – AP –Posicionamento semelhante ao AP de crânio.45 / sim / 24x30 ÷ 4 Seios etmoidais (A) – AP – mesmo posicionamento do AP anterior.5cm em 0. (B) – Perfil – É o mesmo posicionamento de perfil de crânio. Com o paciente ainda pronumciando a palavra “kei”. . Raio central incide 1cm para frente e para cima do conduto auditivo externo.5cm do plano ótimo.5cm. mais próxima do filme e o paciente em hemi-decúbito lateral. 5ml de contraste iodado na temperatura corporal.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Estudo radiológico contrastado dos seios da face O sucesso deste exame depende bastante da cooperação do paciente. então. Plano ótimo – mede-se da mesa até um plano que passe no meio do espaço entre o bordo interno e externo da órbita mais próxima do filme. que deverá estar perpendicular á mesa. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. A substituição do ar palo contraste se faz pela abertura desses seios no orofaringe fechado. faz-se mais quatro cortes. dois acima e dois abaixo. Raio central incide no terço anterior da linha horizontal alemã. Raio central incidi no násion. Plano ótimo – mede-se da mesa ao plano mediano sagital.5cm em 0. dois acima e dois abaixo.5cm em 0. Plano ótimo – mede-se da mesa até o sulco naso-geniano. O lado a ser tomografado deve estar mais próximo do filme. Plano ótimo – mede-se da mesa até o plano mediano sagital. É introduzido.5cm do plano ótimo. dois acima e dois abaixo. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.2s / fino / Tomo ± 1.5cm. dessa forma o contraste irá recobrir a porta de entrada dos seios paranasais.

sentado ou em posição ortostática. com a utilização de cilindro ou cone encostado. providenciamos para que o contraste que não penetrou escorra pelas fossas nasais. sempre devemos somar de 8º a 10º á inclinação dada para o PA de crânio. com a utilização de cilindro ou cone. Face : Malar / Maxila / Lacrimal / Palatino Crânio : Frontal / esfenóide / etmóide Estudo radiológico Todo o estudo radiológico da órbita deve ser comparativo. sentado ou em posição ortostática.A seguir. os seios maxilares ( abaixo do plano de inserção dos pré-molares e molares ). Com o corpo em hemi-decúbito lateral. O bordo superior e inferior da órbita e o dorso do nariz devem estar apoiados sobre a linha central da mesa ou estativa. Com a finalidade de retirar a imagem do rochedo do terço inferior da órbita. mais próxima do filme. não rigoroso. Paciente em decúbito ventral. saindo do násion. onde se encontram os globos oculares.0s / fino / 1. tardios. com o plano mediano sagital do corpo coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Ragião frontal e nasal apoiadas sobre a linha central da mesa. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Deve-se mostrar o assoalho dos seios maxilares e no perfil para melhor visualização do seio esfenoidal. Ambas as órbitas devem ser radiografadas num mesmo filme para comparação. Também podemos dar esses 8º a 10º em relação á linha horizontal alemã. de preferência quando duas incidências. Órbita É uma cavidade bilateral. encostando a região lateral da face até aproximar a protuberância malar da mesa. Incidências PA / OBLÍQUA OAD OAE / Prefil dir esq ( não rigoroso ) / Mento-naso ( variante ) Incidências de rotina PA / OBLÍQUA OAD OAE PA Região anterior da cabeça. A tomografia em “AP” de órbita ( mesmo posicionamento do AP de crânio ) é um importante método de exame para diagnóstico do médico radiologista.0m / sim / 18x24 Oblíquas OAD OAE . mais próxima do filme. O raio central deve sair no centro da órbita mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática. Deve-se sempre fazer o perfil direito e esquerdo. Paciente em decúbito ventral. Filmes posteriores. Quando acontecer o caso do doente não poder apoiar a órbita na mesa. O bordo lateral da órbita deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo – não rigoroso Região lateral direita e esquerda da cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 100 / 100 / 1. no mesmo posicionamento do “PA” de crânio. Raio central com inclinação podálica de 20º. mais próxima do filme. poderão ser feitos no intervalo de 72 a 96 horas. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. ossos da face e do crânio. Esta projeção nos mostra com boa definição os bordos supra-orbitários do frontal e os bordos laterais das órbitas dissociados. Encontramos na órbita. quando teremos melhor definição e confirmação das condições dos seios. Sempre devemos fazer radiografias comparativas no exame da órbita. . utilizamos um suporte sob a sua região frontal. deve colocar-se em posição de perfil de face. isto é.Incidência de RHEESE ( variante ) Região anterior da órbita. Paciente em decúbito ventral. devemos fazer num mesmo filme. Faremos as seguintes incidências : MENTO-NASO / FRONTO-NASO / HIRTZ ( SUB-MENTO VÉRTICE ) / PERFIL DIREITO E ESQUERDO O filme dental intra-oral pode ser usado para mostrar em sua parte mais profunda. antes de iniciarmos o exame. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. num mesmo filme para comparação. com a funçAo de afastar da imagem da órbita os rochedos. Raio central com uma inclinação de 20º podálicos. para evitar o contato direto.

0m / sim / 18x24 Arcada zigomática É um arco bilateral que coincide com a linha horizontal alemã e é formado pela junção do processo malar do osso temporal com o processo temporal do osso malar. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Raio central perpendicular. . pela maior inclinação do raio central. saindo 1cm abaixo do násion. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. por isso exigindo para o estudo radiológico sempre radiografias comparativas e localizadas. sentado ou em posição ortostática. incidências comparativas e localizadas. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática. apoiando a cabeça pela ponta do mento ( ao nível da protuberância mentoniana ). Rodar a cabeça de 15º para o lado contrário a ser examinado. o diagnóstico radiológico ás vezes torna-se difícil. por isso. Quando o paciente sentado. nos mesmos posicionamentos descritos anteriormente. Localizada A região da arcada zigomática a ser examinada coincidindo com a linha central da mesa. O paciente deverá estender o pescoço. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Raio central passando perpendicular no terço anterior da linha horizontal alemã. O paciente deita-se em decúbito dorsal ou fica sentado. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral. Paciente em decúbito ventral. Estudo radiológico A arcada zigomática. Paciente em decúbito ventral. por ser uma estrutura óssea pouco espessa e de situação bem externa. deverá ser feita no bucky vertical. para todas as variantes da incidência de HIRTZ. Vértico sub-mento A região do sub-mento mais próxima do filme. penetrando na comissura ezterna do olho. que temos que trabalhar.8s / fino / cilindro encostado ou 1m / sim / 18x24 Oblíqua semi-axial – direita e esquerda Região mentoniana. A região da arcada zigomática deve coincidir com a linha central da mesa. Podemos fazer também neste posicionamento.8s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Mento-naso ( variante ) Região da protuberância mentoniana. com muita frequência. com cilindros ou cones. O paciente deve estender ao máximo o pescoço. como nas incidências de HIRTZ. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. apoiando a cabeça pela ponta do mento. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 120 / 100 / 1. está sujeita a fraturas. Não costumamos fazer esta incidência de rotina. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa.Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 20 / 80 / 100 / 0. Nos casos de fraturas incompletas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0. de modo que uma linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. deve-se colocar um travesseiro nas costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão. mais afastada do filme. mais próxima do filme.2s / fino / 1. apoiando a região do vértice craniano na mesa. Sabemos que a linha horizontal alemã coincide com a arcada zigomática. A projeção comparativa demonstra as duas arcadas numa mesma projeção. apoiando a cabeça pela região mentoniana. entraremos com o raio central. penderá a cabeça para trás até encostar o vértice craniano. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. As radiografias nesta posição devem ser comparativas. perpendicular a ela.comparativa Região do vértice craniano. Quando o paciente em decúbito dorsal. Incidências Incidência de HIRTZ sub-mento vértice e vértice sub-mento ( Comparativa / localizada ) / Incidência oblíqua semi-axial direita e esquerda Incidências de rotina HIRTZ – COMPARATIVA / Oblíqua semi-axial direita e esquerda Incidência de HIRTZ sub-mento vértice e vértice sub-mento ( Comparativa / localizada ) Sub-mento vértice . sentado ou em posição ortostática.

colocando o corpo em posição oblíqua e o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. por isso devemos fazer apenas o estudo do lado direito e esquerdo. sem forçar posição.0s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Incidências complementares Incidência de STENVERS ( variante ) . uma pertencente á mandibula e outra ao temporal. situada entre o menisco interarticular e o temporal ( é a mais extensa ) e outra inferior. FATORES . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0. passando pelo seu terço anterior. Incidências SCHüLLER bilateral ( boca aberta / boca fechada ) Incidências complementares STENVERS / Mento-naso / HIRTZ / REVERCHON Incidências de rotina SCHüLLER bilateral ( com boca aberta / com boca fechada ) Exames especiais Tomografia / contactografia / pneumoartrografia Incidência de schüller bilateral Região lateral direita ou esquerda da cabeça. este descansa sobre uma porção mais estreita chamada colo. Região da articulação ( 1. com a boca do jeito que estiver. passando pela articulação a ser examinada.O raio central formando um ângulo reto com a linha horizontal alemã. chamada côndilo temporal ( ou tubérculo mandibular do temporal ). que possui uma face côncava em sua parte anterior e convexa em sua parte posterior. mais próxima do filme. entre este e o côndilo. penetrando na articulação a ser examinada. O plano que vai do násion até o teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa. Movimentos da articulação têmporo-mandibular ( ATM ) Elevação e abaixamento da mandíbula / Projeção para frente e para trás / Lateralização Estudo radiológico O exame radiológico da articulação têmporo-mandibular deve ser sempre comparativo e para obtermos mais detalhe devemos utilizar cones de pequena abertura ou cilindros. voltadas para o côndilo temporal e uma face côncava. então esta concordância se faz através do menisco intrerarticular. O pescoço deverá estar estendido de maneira que a cabeça fique apoiada pela região mentoniana e a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. Ás vezes estas duas superficies articulares não se correspondem exatamente.localizada Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. Possui duas superficies articulares.8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 Articulação têmporo-mandibular Pertence ao tipo das articulações bicondileanas e como tal possui duas sinovias que são : Uma superior. voltada para o côndilo mandibular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Paciente em decúbito ventral. Mento-naso .5cm acima da articulação têmporo-mandibular mais afastada do filme e saindo na mais próxima. penetrando entre 6 e 7. De cada lado. É digno de se notar que o revestimento desta superficie é de formação conjuntiva e não cartilaginosa. por trás deste côndilo existe uma cavidade glênoide também revestida de tecido conjuntivo.localizada Podemos fazer a incidência em mento-naso ariginal ou uma variante em que o paciente fica em decúbito ventral.5cm para frente do conduto auditivo externo ) coincidindo com a linha central da mesa. não conseguiremos fechar a boca. são feitas radiografias com a boca aberta ao máximo e fechada até as regiões aclusais superiores e inferiores ficarem em contato. Raio central com uma inclinação podálica de 25º a 30º. A superficie mandibular está constituida pelo côndilo da mandibula. colocando a articulação a ser examinada coincidindo com a linha central da mesa. com a cabeça rodada para o lado oposto a ser examinado de 45º. situada embaixo do menisco. Raio central perpendicular. A superficie temporal apresenta ventralmente uma eminência transversal convexa anterior e côncava em sua porção posterior. OBS : Quando a indicação for luxação da articulação.

encostando o vértice craniano na estativa vertical.4cm ( 4mm ) do plano ótimo. Espessura da camada – Faz-se mais quatro cortes.2s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ – sub-mento vértice . ao invés de injetar gás. com a boca aberta e fechada. medimos 2cm para dentro da parede lateral da face. Raio central perpendicular ao terço posterior da linha horizontal alemã. usar contraste iodado. com a finalidade do radiologista observar lesões ao nível dos membros articulares.2s / fino / Tomo / sim / 24x30 ÷ 4 Contactografia Mesmo posicionamento da incidência de CHüLLER. com o plano mediano sagital plano da mesa.Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. Incidências SCHüLLER ( boca aberta e boca fechada ) Pode-se complementar com : STENVERS / Mento-naso / HIRTZ / REVERCHON . faremos esta projeção sem bucky. Para que isso seja conseguido o paciente deve manter a boca aberta.Tomografia em perfil Região lateral direita ou esquerda da cabeça. por causa da grande divergência dos raios ( devido á pequena distância fo-fi ). A contactografia é um método de exame em desuso. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 25 / 40 / 100 / 0.5cm á frente do conduto auditivo externo.4s / fino / ± 45-50cm / Não / 18x24 Pneumoartrografia É o exame contrastado da articulação têmporo-mandibular. A contactografia baseia-se em aproximarmos a ampola ( sem o bloco do diafragma ) da região contrária a da que vai ser examinada.5cm para frente do CAE ) mais afastada do filme. Obteremos uma grande ampliação desta articulação com pouco detalhe e a articulação mais próxima do filme aparecerá com pequena ampliação e com melhor detalhe. separados de 0. faz-se a assepsia rigorosa e punciona-se o espaço vazio da articulação.5cm3 de gás. Não é aconselhavel injetar-se ar e contraste iodado hidrossulúvel simultaneamente por causa de falsas imagens que podem formar-se. que deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. Injeta-se de 0. Incidência de REVERCHON . Raio central perpendicular ao nível da articulação ( 1. Prepara-se o campo. do lado a ser examinado. penetrando na região frontal e passando pela articulação a ser examinada. inclusive cortes feitos com a boca aberta e fechada. fazendo-se assim somente uma artrografia. Paciente em hemi-decúbito lateral. dede que seja hidrossolúvel.5 a 1. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. devemos fazer de cada lado. Pode-se. mais próxima do filme. Técnica de punção – Paciente em hemi-decúbito lateral. Como a distância foco-filme será muito pequena ( ± 45cm ). Para tomografias da ATM devemos utilizar a máscara de pequena abertura do tomógrafo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 120 / 100 / 1.2s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Exames especiais 1. pois senão as lamínulas de chumbo da grade absorverão quase que integralmente a radiação. Raio central penetrando 1. É o mesmo posicionamento da incid6encia de CHüLLER. pois a tomografia apresenta com muito maior definição estruturas que apresentem grandes superposições de imagens.localizada Paciente sentado. com o plano mediano sagital paralelo ao plano da mesa. dois acima e dois abaixo.localizada Paciente em decúbito dorsal com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Raio central com uma inclinação caudal ( podálica ) de 30º a 35º. Gás utilizado – Pratóxido de azoto ou gás carbonico são mais usados porque têm uma absorção mais fácil. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3. de maneira que a linha horizontal alemã fique paralela ao bucky vertical. Como na incidência de CHüLLER. Plano ótimo – do plano da mesa.

Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito ventral ou sentado. perpendicular ao plano da mesa. AP – Trans-oral – ( B ) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. somente o paciente com a boca fechada. mais próximas do filme. pertencente á 2ª vértebra cervical “axis” ). ( B ) – A finalidade da boca aberta nas incidências trans-orais é a retirada dos dentes do campo a ser radiografado. Paciente em decúbito dorsal. tangenciando os incisivos superiores. com o raio central perpendicular. Providência de extrema importância é a retirada de próteses dentárias metálicas.OBS : A pneumoartrografia só pode ser indicada após termos um estudo radiológico completo simples da ATM. Raio central perpendicular. OBS : ( A ) – Indicamos as incidências do tipo trans-oral quando há necessidade de estudo das articulações occipito-atloideas e o paciente não tem condições de ficar em decúbito ventral. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. mais próximas do filme. colocando os braços numa posição que permita melhor apoio. pois se superpõem exatamente com as articulações nas projeções frontais. Ajustar os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. Região frontal e nasal sobre a linha central da mesa. Raio central perpendicular. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. perpendicular ao plano da mesa. responsavel pelos movimentos de flexão e extensão da cabeça. abrindo a boca ao máximo. passando 1cm abaixo do cunduto auditivo externo – ( ponto coincidente com a proeminência malar – “maçã do rosto” ). Esta incidência é indicada principalmente em pacientes poli-traumatizados que não tem condições de abrir a boca. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. penetrando ao nível do lábio superior. mais próxima do filme. Fazemos esta incidência quando não conseguimos individualizar as articulações com boa definição. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. pois assim pode perceber melhor eventuais falhas de posição. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . mais próximas do filme. de maneira que seu plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. O operador deve fazer o posicionamento do paciente pela extremidade da mesa. A linha horizontal alemà ou linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. Estudo radiológico As radiografias para articulação occipito-atloidea devem ser localizadas ( spotfilm ) e para isso devemos utilizar cones ou cilindros de pequena abertura ou ainda diafragmar para incluir as articulações direita e esquerda e daí obtermos o máximo de detalhe. Raio central com uma inclinação cefálica de 5º. Incidências PA / AP – trans-oral ( A ) e ( B ) / AP trans-maxilar / Prefil direito e esquerdo / Oblíquas OPD e OPE Incidências de rotina PA / Perfil esquerdo PA Região da face. É o mesmo posicionamento das trans-orais. AP – Transmaxilar Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. sentado ou em posição ortostática. Dá-se entre os côndilos do occipital e as massas laterais do atlas ( 1ª vértebra cervical ). sentado ou em posição ortostática. abrindo a boca ao máximo. sentado ou em ortoatática. por isso devemos pedir ao paciente que retire próteses dentárias metálicas. Paciente em decúbito dorsal. Devemos fazer o “PA”em vez do “AP” porque no primeiro a porção escamosa do occipital não se superpõem com as articulações. Raio central perpendicular. As articulações occipito-atloideas aparecem lateralmente ao ponto mais alto do processo odonntóide ( processo em forma de dente com função de eixo nos movimentos laterais da cabeça. penetrando de maneira que tangencie os dentes incisivos superiores. AP – Trans-oral – ( A ) Regiòes posteriores da cabeça e do pescoço. Articulação Occipito-Atlóidea É uma articulação móvel.

girando a cabeça para o lado direito ( OPD ) e para o lado esquerdo ( OPE ) de 45º com o plano da mesa. São responsaveis por parte da cavidade nasal e por uma pequena proção da cavidade orbitária na sua parede póstero-medial. os lacrimas ( ou unguis ). localizado medialmente. O vômer. Palatinos Formam o quarto posterior do palato duro. penetrando 1cm para trás e para baixo do conduto auditivo externo. são dois ossos. lateralmente. Cornetos inferiores Ossos encontrados inferiormente em cada lado das fossas nasais. Os maxilares superiores formam parte das paredes e a maioria do assoalho da cavidade nasal. Entre as massas laterais do etmoide e a maxila. articula-se com o corpo do esfenoide e com a lâmina perpendicular do etmóide.70 / 35 / 80 / 100 / 0. Raio central perpendicular. A maxila pode se apresentar dividida em : Corpo / Porção palatina / Porção zigomática / Porção frontal / Porção orbitária / Porção alveolar Lacrimais São ossos pequenos e muito finos. com função de purificar e aquecer o ar. Paciente em decúbito dorsal. distribuidos em 2 ímpares e 12 pares. Regiões das articulações occipito-atloideas devem coincidir com a linha central da mesa. formam o septo nasal. Região da articulação occipito-atloidea coincidindo com a linha central da mesa. Repousam sobre as maxilas e articulam-se posteriormente com o esfenóide. localizados na região anterior da parede medial das órbitas.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 06 – Face Na face encontramos 14 ossos. o único móvel da cabeça. Raio central perpendicular. É o maior osso imóvel da face. A mandibula pode se apresentar dividida em : Corpo / Ramo horizontal / Ramo vertical Vômer É um osso fino. junto com as maxilas. Articula-se com o temporal para formar a articulação têmporo-mandibular.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da cabeça. Os nasais articulam-se um com o outro no plano mediano sagital e posteriormente com a lâmina perpendicular do etmóide. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 80 / 100 / 0. São pequenos e finos. mais próxima do filme. que se fundem. formam parte do assoalho e parede lateral da órbita. Maxilas São os responsaveis pelo alongamento vertical da face no período de crescimento.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça. Malares ou zigomáticos São os ossos responsáveis pela proeminência da face. formando a sínfise mentoniana. mais próximas do filme. ÍMPARES : Mandíbula e Vômer PARES : Maxilas / Lacrimais / Cornetos inferiores / Malares / Nasais e Palatinos Mandibula É o maior e mais forte osso da face. penetrando na proemin6encia malar. variando de tamanho e forma de individuo para individuo. No período fetal. Nasais ou ossos próprios do nariz São os componentes da parede mais anterior do nariz ósseo externo. mais afastada do filme. Paciente em hemi-decúbito lateral com o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. parte do assoalho das cavidades orbitárias e ¾ do teto da boca. junto com a cartilagem quadrangular e a lâmina perpendicular do etmoide. Apresentam um formato de concha e são compostos por uma proção óssea e por uma porção membranosa. Para formar o nariz ósseo externo articulam-se com o frontal superiormente e com as maxilas. Os cornetos médios e superiores são estruturas pertencentes ao osso etmóide. Estudo radiológico . formam as fossas lacrimais que acomodam os sacos lacrimais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. posterior e inferiormente no septo nasal. estendem-se horizontalmente ao longo das paredes laterais da cavidade nasal.

permitindo um estudo radiografico panorâmico dos 14 ossos que a compõem. 3 . 4 – Linha Acântion-meatal Linha que vai do acântion ( região mais medial das espinhas nasais anteriores ) ao conduto auditivo externo. Técnica radiológica dos ossos da face Incidências panorâmicas Incidências localizadas Estudo radiológico Como cuidado fundamental no exame dos ossos da face. Esta linha coincide com o plano mediano sagital. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Axial de ossos próprios do nariz. Nas radiografias de face e de crânio. Estes fatores contribuem em muito para um posicionamento fácil e correto. 2 .Como citamos no estudo radiológico do crânio. somente dando uma noção de profundidade. deve-se Ter o cuidado de fazer com que seus pés fiquem para fora da mesa. Principais linhas e planos da face LINHAS – São normalmente o espaço compreendido entre dois pontos anatômicos. Face ( panorâmicas ) Incidências panorâmicas Estas incidências apresentam o arcabouço ósseo da face sob diferentes ângulos. EXEMPLO DO POSICIONAMENTO : Incidência de mento-naso 3 – Linha glabelo-alveolar Linha que vai da glabela ( ponto anatômico ósseo situado no meio do espaço entre as sobrancelhas ) á região alveolar da maxila.Plano mediano sagital Divide a cabeça em duas metades simétricas. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LHA : Fronto-naso / Mento-naso / Incidência de WATERS / Incidência de HIRTZ / Semiaxial ântero-posterior e etc.Plano Horizontal Alemã ou plano Antropológico ou plano de Frankfurt Divide a cabeça em andar superior e inferior. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Estudo dos ossos da face. tanto quanto os pontos anatômicos que atravessam. deverá estar perpendicular ao filme e no perfil rigoroso deverá estar paralelo ao filme.Plano frontal ou plano coronário ou plano bi-auricular Divide a cabeça em metade anterior e posterior. Vai do teto do conduto auditivo externo ( CAE ) até o bordo inferior da órbita. 5 – Linha inter-orbitária ou inter-pupilar Linha que vai de uma órbita a outra ou de uma pupila a outra. colocando-se um travesseiro sob a região distal das pernas. Com o corpo em posição anatômica. É o plano mais utilizado na técnica radiológica geral. 1 . PLANOS – Apresentam a mesma aplicação das linhas. como linhas e planos para realização de radiografias de um bom padrão. direita e esquerda. nas quais o paciente faz exame deitado. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO QUE UTILIZAM ESTAS LINHAS : Fronto-naso / Semi-axial ântero-posterior / Prefil de face e etc Planos As aplicações dos planos correspondem as mesmas das linhas. a LHA deve ficar perpendicular ao maior eixo longitudinal do corpo. o paciente deverá retirar próteses dentárias. também para face é necessário o conhecimento da sua anatomia e de pontos de referência. Passa verticalmente pelos condutos auditivos externos. Incidência de WATERS ( semi-axial ) / Incidência semi-axial ântero-posterior / Mento-naso / Fronto-naso / Perfil direito e esquerdo / incidência de HIRTZ ( Axial ) Incidências de rotina Incidência de WATERS / Fronto-naso / Perfil / Incid6encia de HIRTZ . que contribuem para diminuir a qualidade do exame. 2 – Linha trágus mentoniana Linha que une o trágus ( Projeção cartilaginosa localizada externa e anteriormente ao conduto auditivo externo ) á protuberância mentoniana. Linhas 1 – Linha horizontal alemã ( LHA ) Também conhecida como – Linha infra-órbito meática / Linha antropológica / Linha de Frankfurt É a mais utilizada na técnica radiológica da face e também do crânio. Este cuidado permite um melhor apoio e torna mais cômodo. Os ombros deverão estar num mesmo plano transverso a linha central da mesa. facilitando o posicionamento. No “AP” ou no “PA” rigoroso.

cornetos inferiores. lacrimais.90m / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ . com o raio central saindo ao nível do lábio superior. A linha horizontal alemã deverá fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. mais próxima do filme.0s / fino / 0. basta colocarmos a cabeça do paciente apoiada sobre o nariz. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. Paciente estendendo ao máximo o pescoço e o raio central passando perpendicular ao terço anterior da linha horizontal alemã. Paciente em decúbito ventral. Raio central entrará perpendicular e sairá no acântion ( região mais medial das espinhas nasais anteriores ). para facilitar e tornar mais cômodo o posicionamento.Mesmo posicionamento do já descrito. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. sentado ou em posição ortostática. O raio central penetra perpendicular. com o raio central saindo ao nível da protuberância mentoniana. Esta incidência.“Axial” – Sub-mento vértice / Vértice sub-mento HIRTZ – sub-mento vértice Região superior da cabeça. Paciente em decúbito ventral. Paciente em decúbito ventral.Incidência de WATERS ( semi-axial ) Região mentoniana. mandíbula e vômer. Esta incidência mostra bem os ossos malares. as mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros. maxilas.90m / sim / 18x24 Fronto-naso ( Incidência de CALDWELL ) – “PA” Região anterior da cabeça. que deverá estar perpendicular a mesa. saindo na ragião da espinha nasal anterior ( Acantion ). ( C ). . É uma das poucas incidências descritas especificamente para os ossos da face. O raio central entrarár com uma inclinação cefálica de 30º em relação a linha horizontal alemã. Esta projeção apresenta grande valor no radiodiagnóstico. para que a linha horizontal alemã fique perpendicular ao plano da mesa. Quando quisermos entrar com o raio central perpendicular. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Esta projeção apresenta grande valor no estudo dos seios maxilares. sentado ou em posição ortostática. O paciente deverá encostar na linha central da mesa a região mediana frontal e nasal. sentado ou em posição ortostática. mais próxima do filme. como por exemplo : ( A ). Raio central incide paralelo a linha horizontal alemã ( com uma inclinação de 12º podálicos ) saindo no násion. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. mais próxima do filme. O paciente deverá estender o pescoço. de maneira que saia 5cm acima da protuberância occipital externa. A incidência de WATERS nos diferentes livros de técnica radiológica aparece de diferentes maneiras. apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ) de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. mais próximas do filme. Como em todas as incidências para crânio e face em que o paciente se coloca em decúbito ventral. por ser semelhante a de WATERS. Incidência Semi-axial ântero-posterior Regiões posteriores da cabeça e pescoço. mostra com uma boa definição grande número dos ossos da face. As espinhas nasais posteriores pertencem aos ossos palatinos. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Mento-naso ( Semi-axial ) Região mentoniana. _ A incidência de WATERS é a melhor projeção para os ossos da face pois demonstrados melhor em outras incidências. O raio central deverá penetrar na face do lábio inferior ou pouco abaixo. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. mais próxima do filme.0s / fino / 0.Há os que consideram o HIRTZ em decúbito ventral como incidência de WATERS . apoiando a cabeça pela ponta do mento ( protuberância mentoniana ) de modo que uma linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. Paciente em decúbito dorsal. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. OBS : As espinhas nasais anteriores são projeções ósseas anteriores pertencentes as maxilas localizadas medialmente no meio do espaço entre as duas narinas.Mesmo posicionamento do anterior. ( B ). com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.

Quando o paciente dem decúbito dorsal. etmoidais e maxilares. vômer e cornetos inferiores. citaremos somente as projeções que melhor os evidenciam. 3º. lacrimais. até encostar o vértice craniano. O raio central para as incidências do tipo HIRTZ deve passar sempre perpendicularmente ao terço anterior da linha horizontal alemã ( região coincidente com o osso malar ). O HIRTZ tem importância no estudo dos seios da face. penderá a cabeça para trás. por apresentarem grande número de patologias. especialmente esfenoidais. Paciente em decúbito ventral. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. HIRTZ – Vértice sub-mento Região superior da cabeça ( vértice craniano ). deverá ser feita no bucky vertical. Esta projeção apresenta com boa definição o corpo e o ramo vertical e secundariamente as regiões alveolares. 2º.NASAIS – ( ossos próprios do nariz ) – Muito pedido o seu exame radiológico em casos de traumatismos.AP Região posterior da cabeça. mais próximo do filme. por ordem de acometimento e mesmo por ordem de pedidos de exame. Região mediana frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. malares e palatinos. É o posicionamento mais cômodo para o paciente e o que utilizamos menor inclinação cefálica do raio central. apoiando a região vértice craniano na mesa. Os demais ossos da face são normalmente acometidos secundariamente a patologias provenientes de regiões vizinhas. Veremos a descrição das incidências para exame da mandíbula. maxilas. gonions e ramos horizontais. mais próxima do filme. Quando o paciente sentado. estendendo ao máximo o pescoço. É um osso menos suscetível a fraturas por traumatismos. os quais conseguimos individualizar radiologicamente : Sínfise mentoniana / Protuberância mentoniana / Tubérculo do digástrico / Gônion / Região alveolar / Processos alveolares / Alvéolos dentários / Colo da mandíbula / Côndilo da mandíbula / Chanfradura sigmóidea / Processo coronóide Estudo radiológico Para estudarmos radiologicamente a mandíbula temos incidências panorâmicas e incidências localizadas quando nos interessa localizar lesões ao nível do corpo ou ramos horizontal e vertical. Raio central perpendicular. são : 1º. . temos incidências localizadas. . Paciente em decúbito ventral ou sentado. descritas para os ossos que apresentam patologia própria ou que sejam mais suscetíveis a fraturas ou luxações. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Esta projeção apresenta a vantagem de aproximar mais os ossos da face do filme.MANDÍBULA – Apresenta uma vasta ocorrência de patologias descritas e alta frequência de fraturas e luxações.PA Região anterior da cabeça. Os ossos vômer. Incidências localizadas Para o estudo radiológico dos ossos da face. penetrando no meio do espaço entre os dois gonions ( ângulos da mandíbula ). O plano mediano sagital deve coincidir com a linha central da mesa. maxilas e ossos próprios do nariz de uma maneira mais detalhada. cornetos inferiores. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular ao plano da mesa. apoiando a cabeça pela região da protuberância mentoniana. Incidências Panorâmicas São as projeções nas quais visualizamos a mandíbula de uma maneira total ou quase total. mas perde pela maior inclinação do raio e posicionamento mais penoso para o paciente. deve-se colocar um travesseiro nas costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão. PA / AP / Oblíquas direita e esquerda Incidências de rotina PA / Oblíquas direita e esquerda .MAXILAS – ( Maxilares superiores ) – os seios maxilares contribuem com o maior número de pedidos de exame. Estas incidências mostram bem a mandíbula. Paciente em decúbito dorsal. 07 – Mandíbula Divisão anatômica da mandíbula para fins de estudo radiológico : Corpo / Ramo horizontal / Ramo vertical Principais acidentes anatômicos da mandíbula. mais próxima do filme. Estes ossos. podendo assim obter uma imagem mais real com mais detalhe.

Raio central com uma inclinação de 45º podálicos. o gônion. chanfradura sigmóidea e processo coronóide. Sempre devemos fazer a oblíqua direita e esquerda. Paciente em decúbito lateral rigoroso. penetrando no meio do espaço entre os dois gônions. Para pacientes que tenham região nasal volumosa. pois são frequentes a associação de fraturas destas regiões. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. apoiando na maior extensão do sub-mento. a porção vertical com o seu côndilo. paralelos.8s / fino / 0. Raio central perpendicular. devemos fazer também incidências para a porção vertical. Incidências PA / Semi-axial / Axial . mais próximas do filme. saindo no ponto médio da sínfise mentoniana. mais próxima do filme. devemos compensar a pouca obliquidade com uma inclinação cefálica de 5º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa.Esta projeção é utilizada no caso de exame de pacientes que não tenham condições de ficar em decúbito ventral. penetrando no meio do espaço entre o lábio inferior e a protuberância mentoniana. Para obtermos um bom detalhe devemos utilizar o cone. O filme deve ser colocado no inicio da mesa para que o paciente possa sentar fora. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. temos como recurso abrir a boca apoiando o corpo da mandíbula sobre a linha central da mesa. O raio central deve entrar perpendicular. quando conseguimos uma boa obliquidade da mandíbula. Esta projeção mostra as mesmas regiões do “PA” com boa definição. o corpo numa projeção semi-axial. mas convém lembrar que só faremos estas projeções após um estudo panorâmico da mandíbula. devendo apoiar a maior extensão do submento sobre o chassis ou um filme do tipo oclusal. Nas suspeitas de fraturas ao nível do corpo. Esta incidência mostra bem o ramo horizontal da mandíbula mais próxima do filme ( que na imagem aparece mais abaixo ). de maneira que fiquem no seu maior plano. apoiando o queixo sobre ele.90m / sim / 18x24 Obliquas direita e esquerda – Incidência de BELLOT Regiões lateral inferior da face e parietal. ramo horizontal. Quando o paciente sentado.0s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 Semi-Axial Região do sub-mento mais próxima do filme. devemos colocar o filme tipo oclusal ( sem ecram ) ou o chassis na vertical. quando o paciente coloca-se em decúbito lateral. A maior extensão da sínfise mentoniana ( da região alveolar até a protuberância mentoniana ) deve ficar totalmente apoiadas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 30 / 80 / 100 / 0. ramo vertical )separadamente. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. sentado ou em posiçào ortostática. O raio central deve penetrar no gônion mais afastado do filme e o meio do espaço entre o corpo e o gônion do ramo mais próximo do filme deve coincidir com a linha central da mesa.90m / sim / 18x24 Incidências localizadas São as incidências nas quais podemos estudar as porções da mandíbula ( corpo. nunca esquecendo de colocar um numerador para identificá-las. Os fatores radiológicos são os mesmos dos utilizados nas incidências panorâmicas. Corpo da mandíbula As incidências para corpo da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. Raio central perpendicular. Quando o paciente é obeso ou tem pescoço curto. Paciente em decúbito ventral. . Quando o paciente em decúbito dorsal. sentado ou em posição ortostática. a sua região alveolar.0s / fino / 0. As duas incidências ablíquas devem ser feitas de rotina quando se deseja estudar a mandíbula de uma maneira panorâmica.PA Região anterior do corpo da mandíbula. O gônion e porção vertical ficam mal evidenciados pela superposição com estruturas de grande densidade. deve apoiar a maior extensão do sub-mento sobre o chassis ou filme do tipo oclusal. Devemos Ter o cuidado para que o ombro não se superponha com a imagem da mandíbula. colo. O lado da mandíbula que fica mais afastado do filme apresenta-se na região superior da imagem e mostra bem a maior parte do ramo horizontal com sua região alveolar.

Raio central perpendicular a linha horizontal alemã. Deve-se fazer sempre as duas oblíquas ( direita e esquerda ). mais afastado do filme. um filme envolvido por um papel opaco á luz. utilizamos filme do tipo oclusal. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. Paciente em decúbito lateral rigoroso. Raio central perpendicular ao filme. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. colocando-se as respectivas identificações. penetrando no sub-mento no meio do espaço entre o gônion e o corpo da mandíbula do lado a ser examinado. Raio central penetra perpendicular saindo no acântion. sentado ou em posição ortostática. oblíqua e o plano linha central da estudo dos dois lados . Incidências _ incidência de SCHüLLER / PA de Mandíbula / incidência de REVERCHON / incidência de BELLOT / incidência de WATERS / incidência de HIRTZ incidência de SCHüLLER Região lateral direita ou esquerda da cabeça. fixado pelas regiões oclusais dos dentes. Quando o paciente sentado. penetrando na região da sínfise do submento. mais próximas do filme.0m / não / 18x24 Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 120 / 100 / 1. região coincidente com a espinha nasal anterior. mais próxima do filme. que deverá ser colocado dentro da boca. Paciente em decúbito dorsal. devemos coloca-lo na posição da incidência de HIRTZ com um travesseiro nas costas fazendo-o pender a cabeça para trás. Incidências Incidência de BELLOT ( oblíqua direita e esquerda ) / Incidência de HIRTZ ( Axial de face ) / Incidência de WATERS ( Semi-axial ) Incidência de BELLOT ( oblíqua direita e esquerda ) Regiões lateral inferior da face e parietal.Axial Região superior ou do vértice craniano. Incidência de WATERS ( Semi-axial ) Região mentoniana. utilizando um travesseiro nas suas costas. isto é. penderá a cabeça para trás até encostar a cabeça na estativa. do filme. O ramo horizontal mais próximo do filme aparece com maior detalhe e o ramo horizontal mais afastado do filme aparece superiormente na radiografia. fazendoo pender a cabeça para trás. penderá a cabeça para trás. até encostar na estativa com bucky vertical. penetrando no gônion. Quando o paciente sentado. colocando o corpo em posição mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. mais próxima Paciente em decúbito ventral. Quando o paciente em decúbito dorsal. até o momento que sua linha horizontal alemã fique quase que paralela ao plano da mesa. Devemos fazer sempre um estudo bilateral. para obtermos um de uma maneira comparativa.2s / fino / 1.06s / fino / 1. Ramo vertical da mandíbula As incidências para ramos verticais da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas.0m / não / 6x8cm Ramo horizontal da mandíbula As incidências para ramos horizontais da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Incidência de HIRTZ Região superior da cabeça ( vértice craniano ). Raio central perpendicular. coincidindo com a mesa. utilizará igualmente o filme oclusal e também se colocará como na incidência de HIRTZ. também com boa visualização. mais próxima do filme. Nestas incidências. Paciente em decúbito ventral. Região do ramo vertical a ser examinado. FATORES com ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 35 / 6 / 100 / 0.

chanfradura sigmóidea e o processo coronóide. penetrando no gônion. FACE INTERNA Apresenta o processo palatino. alem do côndilo e colo da mandíbula. mais próxima do filme. Esta projeção mostra os ramos verticais num plano semi-axial. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. os côndilos. penetrando na região frontal passando entre os condutos auditivos externos e saindo no forame magno. Região mediana frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. chanfradura sigmóide e processo coronóide. que é o principal componente do palato duro ( os ¾ anteriores ). Esta incidência mostra com excelente definição os ramos verticais da mandíbula em toda sua extensão. o canal nasal e o processo ascendente do maxilar superior. colo. Acima do processo palatino situan-se as fossas nasais. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. Raio central perpendicular saindo no acântion ( espinha nasal inferior ). penetrando 6cm para cima do conduto auditivo externo. Incidência de HIRTZ Região superior da cabeça ( do vértice craniano ). Paciente em decúbito dorsal. Esta projeção apresenta com boa definição a região vertical. sentado ou em posição ortostática. sentado ou em posição ortostática. O raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã ( que deverá estar paralela ao plano da mesa ou estativa ). incidência de BELLOT Regiões lateral inferior da face e parietal. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Superiormente encontramos o processo frontal e a face orbitária da maxila e inferiormente as regiões alveolares. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ) de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. mais próxima do filme. Deve-se fazer sempre as duas oblíquas ( direita e esquerda ) colocando-se as respectivas identificações. onde encontramos o orifício ( óstio ) do seio maxilar. colo. mais afastado do filme.Raio central com uma inclinação podálica de 25º. incidência de REVERCHON Região posterior da cabeça. 08 . Paciente em decúbito ventral. regiões alveolares e a região dos gônions. colos e os ramos horizontais com menor definição devido a grande distorção de imagem a que são submetidos. PA de Mandíbula Região anterior da cabeça. O paciente deve tentar aproximar ao máximo o queixo da fúrcula esterna com a finalidade de colocar a linha horizontal alemã. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. .Maxila GôNION É o ângulo formado entre o ramo horizontal e o ramo vertical da mandíbula. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Mostra também o corpo. mais próxima do filme. quatro bordos e quatro ângulos. Normalmente palpável no vivente. Raio central perpendicular ou com 5º cefálicos com a finalidade de dissociar os dois ramos horizontais. mais próxima do filme. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os dois gônions. pouco abaixo dela encontramos a eminência canina. A incidência de hirtz demonstra principalmente o côndilo num plano não visualizado nas incidências convencionais. no seu terço anterior. demonstrando bem o côndilo. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. O ramo vertical é demonstrado numa projeção semi-axial e o melhor acidente demonstrado é o processo coronóide. demonstrando com pouca distorção de imagem o seu maior eixo longitudinal. Esta incidência mostra bem o côndilo. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral. sentado ou em posição ortostática. penetrando no sub-mento. Paciente em decúbito lateral rigoroso. Esse ângulo apresenta em média de 110º a 140º. FACE EXTERNA Apresenta uma depressão que coincide com o corpo chamada fossa canina. incidência de WATERS Região mentoniana. apresenta uma face interna. O gônion destaca-se bem nas seguintes incidências : WATERS / MENTO-NASO / PERFIL / BELLOT MAXILA ( MAXILAR SUPERIOR ) A maxila ou maxilar superior é um osso par de forma quadrilátera ligeiramente aplainada de fora para dentro. outra externa.

sentado ou em posição ortostática de maneira que o plano mediano sagital da cabeça fique paralelo ao plano da mesa. Paciente em decúbito lateral.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 FRONTO-NASO ( PA ) Região anterior da cabeça. de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. ÂNGULOS O ângulo superior representado pelo processo frontal. mais próximas do filme. cujo vértice corresponde a região do orifício de entrada. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ). Paciente em hemi-decúbito lateral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. Esta projeção mostra bem a regiào do corpo das maxilas xom os seus seios maxilares. apoiando a região frontal e nasal. processo frontal e regiões alveolares com boa definição. mais próxima do filme.BORDOS SUPERIOR. O bordo inferior apresenta os alvéolos dentários. O paciente deverá encostar o lado a ser examinado de maneira que forme um tripé ( nariz. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 100 / 100 / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. POSTERIOR E ANTERIOR O bordo superior se articula com o lacrimal. Raio central perpendicular saindo no acântion ( espinha nasal anterior ). os bordos anteriores e os processos frontais. ESTUDO RADIOLÓGICO Para a execução de radiografias de bom padrão. penetrando no canto extreno da órbita ( ou comissura externa do olho ) mais afastada do filme. de maneira que o plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. região alveolar e espinha nasal anterior. Raio central com inclinação podálica de 12º em média ( deve penetrar paralelo a linha horizontal alemã ) saindo no násion. pendendo a cabeça sobre um plano inclinado ( radiotransparente ) de 15º. INFERIOR. processos frontais e regiões alveolares. mais próxima do filme. costuma sair quase sempre na região do vértice nasal. grosso e arredondado.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 INCIDÊNCIA DE WATERS ( SEMI-AXIAL ) Região mentoniana mais próxima do filme. Esta incidência mostra principalmente a região dos processos palatinos. tem a forma de uma pirâmide quadrangular. O bordo posterior. Os outros não oferecem nenhuma particularidade. entrando ao nível do gônion mais afastado do filme. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. sentado ou em posição ortostática. a chanfradura nasal ( orifício anterior das fossas nasais ) e o bordo anterior do processo frontal ou ascendente. Paciente em decúbito ventral. é necessário a utilização de cones ou cilindros de extensão para a obtenção de melhor detalhe. sentado ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. O meio desse tripé formado deverá coincidir com a linha central da mesa. proeminência malar e protuberância mentoniana ). INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS Incidências extra-orais : OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL DIREITO E ESQUERDO / INCIDÊNCIA DE HIRTZ Incidências de rotina : OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL DIREITO E ESQUERDO INCIDÊNCIA OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR Regiões da órbita e do maxilar superior do lado a ser examinado. O plano horizontal alemõa deverá estar perpendicular ao plano da mesa. constitui a tuberosidade do maxilar. lâmina papirácea de etmóide e processo orbitário do palatino. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º. Esta incidência mostra em outro ângulo o corpo com o seu seio maxilar. O bordo anterior é muito irregular e apresenta a espinha nasal anterior. Esta incidência mostra com boa definição a região do corpo com o seu seio maxilar.8s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 . CONFORMAÇÃO INFERIOR Seio maxilar ou antro de HICHMORE. Paciente em decúbito ventral.

também utilizamos filme oclusal. Pesquisa de tumores. APLICAÇÕES : Estudo localizado das maxilas. pelo fato do mesmo ficar situado entre as faces oclusais dos dentes superiores e inferiores. inclinamos o raio central em sentido lateral de maneira que saia no meio do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Raio central passando perpendicular a linha horizontal no seu terço anterior. os processos palatinos. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. Como na incidência anterior. penetrando na região do vértice nasal e saindo no meio do filme. Para conseguirmos as oblíquas direita ou esquerda. Estudo de corpo da mandíbula e sínfise mentoniana. Controle de tratamento ortodôntico ou de ortopedia das maxilas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 26 / 200 / 100 / 2. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. contendo dois filmes de emulsão dupla. com o paciente fixando o filme entre os dentes ( superiores e inferiores ). Inferiormente ( lado que deve ficar oposto ao tubo ) possui uma fina camada plumbífera com a finalidade de evitar a radiação secundária. no seu terço anterior. Paciente em decúbito dorsal ou sentado no mesmo posicionamento das duas incidências anteriores. Devemos utilizar um filme oclusal ( entre os dentes ). O raio central deve passar perpendicular a linha horizontal alemã. OBLÍQUA SEMI-AXIAL Regiòes do palato duro e alveolar das maxilas.0s / fino / 1m ou Cone encostado / não / 7x5 OBLÍQUAS DIREITA E ESQUERDA Regiões do palato duro e alveolar das maxilas. mais próximas do filme. Fraturas ao nível das maxilas e da mandíbula. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. mais próximas do filme. TIPOS : Infantil ( zero ) / Adulto ( um ) / Bite-wing . opaca a luz. espinhas nasais anteriores e as regiões alveolares. Esta projeção mostra o corpo das maxilas com os seus seios maxilares. Esta projeção apresenta importância quando nos interessa dissociar estruturas das maxilas. Raio central com uma inclinação de 25º podálicos. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. O raio central penetra ao nível do vértice craniano.Incidência de HIRTZ ( AXIAL ) Região superior da cabeça ( do vértice craniano ) mais próxima do filme. colocando-os paralelos ao longo do maior eixo dos dentes. Calcificações em glândulas sub-linguais e sub-mandibulares. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50-55 / 30-35 / 160 / 100 / 1. Filme oclusal fixado pelos dentes superiores e inferiores. Esta incidência apresenta com boa definição o corpo da maxila com o seu seio maxilar e a região do processo palatino. no mesmo posicionamento da incidência anterior. A linha horizontal alemã deverá estar o mais possível paralela ao plano da mesa ou da estativa.6s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS INCIDÊNCIAS INTRA-ORAIS AXIAL / OBLÍQUAS DIREITA ESQUERDA E SEMI-AXIAL AXIAL Região do palato duro e alveolar das maxilas. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. Esta projeção apresenta valor no estudo da região alveolar. Tamanho mais comum 7X5cm CARACTERÍSTICAS : Embalagem própria. Penetra no canto externo da órbita do lado a ser examinado e sai no meio do filme oclusal. Filmes Dentários Mais utilizados. Raio central incidindo com uma inclinação lateral e podálica de 25º em relação ao eixo transversal. principalmente no seu corpo.6s / fino / 1m ou Cone encostado / não / 7x5 Filmes utilizados em exames intra-orais FILMES OCLUSAIS / FILMES DENTÁRIOS Filmes Oclusais Denominação utilizada. penetrando no sub-mento.

45m / sim / 24x30 ÷ 4 09 . com o próprio paciente firmando o filme.Ossos nasais ( ossos próprios do nariz ) O acidente anatômico de importância para o estudo radiológico dos ossos próprios do nariz é o sulco etmoidal. sentado ou em posição ortostática de modo que o plano mediano sagital da cabeça fique paralelo ao plano da mesa. mas com bom detalhe. Plano do filme deve ficar perpendicular a linha glabelo alveolar ( linha que vai da glabela a regiào alveolar da maxila ). Raio central perpendicular. separados de 0. Raio central deve tangenciar a linha glabelo-alveolar. Linha horizontal alemã perpendicular a mesa. com ecram. FATORES Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Raio central incidindo 2cm abaixo da proeminência malar. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. As vezes o sulco etmoidal pode confundir-se com uma linha de fratura. Raio central ao nível do corpo da maxila ( região da fossa canina – 2cm abaixo da proeminência malar ). Paciente em hemi-decúbito lateral.5cm até completar 6 cortes. Utilizamos preferentemente o filme tipo oclusal bem aproximado da região a ser examinada. diferenciando-se no tamanho. mais próxima do filme.CARACTERÍSTICAS : Incidências ao do filme oclusal. TOMOGRAFIA DA MAXILA AP / PERFIL ESQUERDO E DIREITO AP Região posterior da cabeça. Tomografamos a partir do plano sagital para baixo. Utiliza-se um filme oclusal fixado entre os dentes superiores e inferiores. Podemos também fazer esta incidência com o filme no chassis. A região nasal deve coincidir com a linha central e sempre devemos fazer o prefil direito e esquerdo de rotina. Tipo Bite-wing ( mordedura de asa ). que aparece com uma linha regular hipertransparente percorrendo o maior eixo longitudinal do osso. penetrando no násion. mais próxima do filme. Esta incidência mostra os dois ossos nasais separados entre si. APLICAÇÕES : Tipos zero e um => Estudo global do dente ( da porção coronária até o ápice ) incluindo mais ou menos um centimetro da região óssea adjacente. Essa fixação possibilita a manutenção do filme paralelo ao longo do maior eixo dos dentes. PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. Tomografamos a partir da espinha nasal anterior para baixo separados de 0. Possui no lado a ser exposto uma asa oclusal. As radiografias devem ser feitas num mesmo filme e para isso devemos utilizar um cone localizador.2s / fino / Tomo ± 1. mais próxima do filme. fazendo o paciente morder durante o posicionamento. Esta incidência mostra os dois ossos nasais superpostos. isto é. FATORES Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 42 / 80 / 100 / 0. uma parte plástica perpendicular a ele. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 35 / 250 / 80 / 3. INCIDÊNCIAS PERFIL DIREITO E ESQUERDO / AXIAL / INCIDÊNCIA DE WATERS / MENTO-NASO INCIDÊNCIAS DE ROTINA PERFIL DIREITO E ESQUERDO PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. Este filme é utilizado no estudo das coroas dentárias nas pesquisas de cáries interproximais e de difícil individualização ao exame clínico. sem superposição.8s / fino / 1.5cm até completar 3 cortes.0m / não / 5x4cm Com ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 39 / 4 / 100 / 0. Paciente em hemi-decúbito-lateral com o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. e por conter somente um filme. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal ou sentado.04s / fino / cone encostado / não / 18x24 AXIAL Região da base do nariz. que é fixada pelos dentes.

passando no seu treço anterior. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. Podemos fazer o estudo tomográfico do malr em AP de face ou crânio ou na incidência de solidônio lacerda.0m / sim / 18x24cm 10 – Malar São ossos pares localizados nos bordos inferiores externos das órbitas. Paciente em decúbito ventral. sendo importante na demonstração de desarticulações ou desvios dos fragmentos nas fraturas do nariz ósseo externo. Esta projeção apresenta o osso malar com excelente definição. Paciente em decúbito ventral. para obtensão de melhor detalhe. Raio central formando um ângulo reto com a linha horizontal alemã. Paciente em decúbito ventral. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. apoiando a cabeça pela ponta do mento. mais próximo do filme. sendo importante na demonstração de desarticulações ou desvios dos fragmentos nas fraturas do nariz ósseo externo. fronto-naso. Dentre estas incidências citadas.0s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24cm OBLÍQUA SEMI-AXIAL DIREITA E ESQUERDA Região mentoniana. MENTO-NASO Região mentoniana. região coincidente com a espinha nasal anterior. PALATINOS . apoiando a cabeça pela ponta do mento. região coincidente com a espinha nasal anterior. Raio central penetra perpendicular. A cabeça deve ficar apoiada na mesa sobre a região da proeminência malar do lado a ser examinado. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. Esta incidência mostra os ossos próprios do nariz num plano axial. apoiando a cabeça pela ponta do mento de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. saindo no acântion.0s / fino / 1. saindo no acântion. A região malar a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. saindo na proeminência malar do lado a ser examinado. waters. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. sentado ou em posição ortostática. INSIDÊNCIAS INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA / OBLÍQUA SEMI-AXIAL / INCIDÊNCIA DE REVERCHON / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL / INCIDÊNCIA DE HIRTZ INSIDÊNCIAS DE ROTINA PA ( INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA ) / OBLÍQUA SEMI-AXIAL / REVERCHON INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA ( PA ) Região da proeminência malar do lado a ser examinado. esta até devendo ser incluida na rotina minima. Paciente em decúbito ventral. o osso malar. mais próxima do filme. mais próxima do filme. A linha trágus-mentoniana deve ficar perpendicular ao plano da mesa. Esta incidência mostra os ossos próprios do nariz. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 80 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. mostrando-o em quase toda sua extensão.0s / fino / 1. num plano axial. ESTUDO RADIOLÓGICO O estudo radiológico do malar deve ser feito com cilindro ou cone. Raio central com uma inclinação média de 25º a 30º podálicos.0m / não / 6x8cm INCIDÊNCIA DE WATERS Região mentoniana. Raio central penetra perpendicular. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. destacamos como as melhores as incidências de waters e reverchon. Rodar a cabeça de 15º para o lado contrário a ser examinado. sentado ou em posição ortostática com a região da proeminência malar coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. perfil de face e hirtz. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. em diferentes ângulos. mostram com boa definição.48 / 42 / 100 / 100 / 1.8s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24cm NOTA : As incidências de reverchon. O paciente deverá estender o pescoço.

reheese. . dividimos o paciente politraumatizado em duas classes relacionadas com o seu estado de colaboração e com os limites da agressividade em relação aos traumatismos. Podemos utilizar a tomografia em perfil que quisermos individualizá-lo. isso vem dificultar em muito o exame. CORNETOS INFERIORES São ossos pares localizados ântero-inferiormente nas fossas nasais e podem ser demonstrados nas incidências em fronto-naso. NOTA : As variantes de posicionamentos para pacientes politraumatizados para face. pois não podemos contar com nenhuma colaboração sua. apresenta a finalidade de evitar a possibilidade da inundação de sangue nas vias aéreas superiores. podem ser pacientes agitados. de maneira que saia 5cm acima da protuberância occipital externa. Aparece em poucas incidências. no sentido de obtermos uma boa imobilização na hora do posicionamento e até pelo contrário. hirtz e perfil de face. waters. LACRIMAIS São ossos pares localizados nos bordos mediais das órbitas e apresentam imagem radiológica no fronto-naso. VÔMER É um osso ímpar. Grande politraumatizado É o paciente que não responde as solicitações verbais.São ossos pares e entram na construção óssea do teto da boca e assoalho das fossas nasais. Esta incidência é uma das poucas descritas especificamente para face e apresenta grande valor no exame do politraumatizado.Pequeno e médio politraumatizado . ESTUDO RADIOLÓGICO DA FACE . pois podemos até deixar de utilizar recursos técnicos para obtermos uma imobilização no posicionamento correto. especialmente para o exame da face onde as hemorragias nasais são frequentes. fronto-naso e hirtz. principalmente porque o paciente fica em decúbito dorsal. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. dividimos em : INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS / INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS AP PARA FACE / SEMI-AXIAL ÂNTERO-POSTERIOR / MENTO-NASO / INCIDÊNCIA DE WATERS / PERFIL PARA FACE / INCIDÊNCIA DE HIRTZ PARA FACE INCIDÊNCIAS DE ROTINA AP PARA FACE / WATERS ( VARIANTE ) / PERFIL PARA FACE / HIRTZ A rotina de exame radiológico do paciente de ambulatório é diferente do paciente politraumatizado. sendo as que melhor o apresentam o fronto-naso. são as mesmas que para crânio. . por isso. INCIDÊNCIA SEMI-AXIAL ÂNTERO-POSTERIOR Regiões posteriores da cabeça e pescoço. Apresentaremos as variantes dos posicionamentos que não forem iguais aos já demonstrados anteriormente no estudo do crânio do politraumatizado. Podemos tomografar os cornetos inferiores nestas mesmas incidências. A obrigatoriedade da execução do exame em decúbito dorsal. Para o estudo radiológico da face. mais próximas do filme. Estudo radiológico Em todas as radiografias desses pacientes devemos colocar sempre o tempo mais curto possível para diminuirmos a possibilidade do flou cinético. no násion. O raio central entrará com uma inclinação cefálica de 30ºem relação a linha horizontal alemã. com acessórios e manobras que não exigem uma aparelhagem especializada para o exame do politraumatizado. perfil de face e hirtz. hirtz e fronto-naso. vindo a facilitar grandemente a realização do exame radiográfico.nos politraumatizados Serão descritas incidências realizadas em aparelhos de exames gerais. que deverá estar perpendicular a mesa. mento-naso. sendo conveniente lembrar que os lacrimais só apresentam expressão radiológica em adultos. OBS : As variantes da incidência semi-axial ântero-posterior são as mesmas das incidências em PA de face e crânio. pouco volumoso e localizado na região posterior e inferior do septo nasal. O raio central no perfil de face deve penetrar no canto externo da órbita e no hirtz para face deve passar no terço anterior da linha horizontal alemã. O raio central deverá penetrar na face do lábio inferior ou pouco abaixo.Grande politraumatizado Pequeno e médio politraumatizado São os pacientes que conseguimos uma boa resposta as solicitações verbais. O estudo tomográfico pode ser feito em perfil. O raio central na incidência ântero-posterior penetra no mesmo local para crânio e face. Classificação dos politraumatizados Para efeitos de um estudo radiológico da face. As melhores incidências são o perfil de face.

A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular ao plano da mesa e se houver dificuldade colocamos um apoio radiotransparente sob sua cabeça. Para conseguirmos com maior facilidade que o paciente mantenha a cabeça em extensão. O raio central penetra com uma inclinação lateral entre 15º a 20º no gônion mais afastado do filme. devemos colocar um apoio sob suas costas. Com o paciente em decúbito dorsal. Com o paciente em decúbito lateral colocamos um chassis sobre um plano inclinado com a parte mais alta do plano encostada no ombro do paciente. Raio central perpendicular. INCIDÊNCIA DE WATERS A incidência convencional é feita com o paciente em decúbito ventral com o raio central perpendicular saindo na espinha nasal anterior. Raio central perpendicular. A linha que vai do trágus até a ponta do mento deve ficar perpendicular ao plano da mesa. Raio central perpendicular quando conseguimos uma boa obliquidade da mandíbula. Incidência utilizada nos pequenos. O filme é colocado sob a cabeça do pacienta. colocamos um apoio sob a sua cabeça e entramos com o raio central horizontal com uma inclinação lateral com o intuito de dissociar ramos da mandíbula. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os gônions.PACIENTE LÚCIDO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL Devemos estender a cabeça do paciente até que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. médios ou grandes politraumatizados. 3. Se houver dificuldade do paciente em manter o posicionamento. pendendo a cabeça até encosta-lá na mesa. saindo na espinha nasal anterior. penetrando na espinha nasal anterior. Devemos estender a cabeça do paciente até que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. por isso em vez do PA fazemos o AP.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO LATERAL.PACIENTE LÚCIDO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL. AP de MANDIBULA 1.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL. VARIANTE DA INCIDÊNCIA DE WATERS NO POLITRAUMATIZADO 1. . INCIDÊNCIAS OBLÍQUAS DE MANDIBULA Nas condições normais fazemos a incidência de BELLOT com o paciente em decúbito lateral rigoroso sentado ou em posição ortostática. VARIANTES DA OBLÍQUA PARA O EXAME DA MANDÍBULA NO POLITRAUMATIZADO 1. sempre devemos evitar que o paciente fique em decúbito ventral. Na incidência póstero-anterior o paciente fica em decúbito ventral com o plano mediano sagital da região frontal e nasal coincidindo com a linha central da mesa. principalmente nas radiografias para face. em cima do apoio. devemos colocar um apoio sob suas costas. INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS MANDIBULA As projeções de rotina para mandibula são : PA / OBLÍQUAS ( INCIDÊNCIA DE BELLOT ) No exame do politraumatizado. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 40º com o plano da mesa. colocamos um apoio sob o tronco do lado contrário que a cabeça. colocamos um apoio sob a sua cabeça que deverá manter o seu plano mediano sagital paralelo ao plano da mesa.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E AGITADO OU NÃO – EM DECÚBITO DORSAL. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano sagital coincidido com a linha central da mesa.Esta incidência pode ser utilizada até nos grandes politraumatizados. O raio central penetra perpendicularmente no meio do espaço entre os dois gônions. Se o paciente é obeso ou tem pescoço curto devemos compensar a pouca obliquidade com uma inclinação cefálica de 5º. O raio central deve penetrar no gônion mais afastado do filme. O chassis deve ser colocado paralelo ao plano mediano sagital do paciente. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º a 20º. MENTO-NASO A incidência convencional é feita com o paciente em decúbito ventral com o raio central perpendicular.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E AGITADO OU NÃO – EM DECÚBITO DORSAL Com o paciente em decúbito dorsal. penetrando na espinha nasal anterior. VARIANTE DO MENTO-NASO NO POLITRAUMATIZADO 1. Incidência importante nos grandes politraumatizados 2. Para conseguirmos com maior facilidade que o paciente mantenha a cabeça em extensão.

ANTERIOR : linha mediana anterior do pescoço. 11 – Pescoço ANATOMIA : O pescoço ocupa a região entre o crânio e o tórax.EPIGLÓTICA .CUNEIFORME METODOS DE EXAME DO LARINGE SIMPLES E CONTRASTADO Simples : prefil para partes moles ( simples ) / perfil para partes moles ( com manobra de valsalva ) / tomografia / AP com fonação / AP sem fonação CONTRASTADO : laringofaringografia EXAME SIMPLES Pescoço ( partes moles ) PERFIL SIMPLES – PARA PARTES MOLES Paciente sentado ou em posição ortostática colocado em perfil rigoroso. penetrando no meio do espaço entre a parede anterior e posterior do pescoço ao nível da parede superior da cartilagem tireóide.6s / fino / 1. glândula tireóide. Destes três cortes escolhe-se o melhor .CORNICULADA . Comentaremos a técnica radiográfica do laringe. e seu limite inferior por uma linha estendendo-se da chanfradura supra esternal até o bordo superior da primeira vértebra torácica. mas na prática é essencial para os mecanismos de respiração e de fonação. PERFIL COM MANOBRA DE VALSALVA – PARA PARTES MOLES Mesmo posicionamento do perfil simples. O laringe é um dispositivo dotado de palhetas que vibram a passagem do ar. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. ESTUDO RADIOLÓGICO Para o estudo radiológico do pescoço. por causa da maior imobilização da região a ser examinada.TIRÓIDE . Raio central no ponto médio da porção superior da cartilagem tireóide. seu limite superior sendo definido por uma linha imaginária. estendendo-se do bordo inferior da sínfise mantoniana até a protuberância accipital externa. Língua. pois a coluna cervical é estudada no capítulo de coluna vertebral. aproximadamente 5cm e apresenta 6 cartilagens que são : . As palhetas do laringe são as cordas vocais. Para fins radiográficos. traquéia. apresentaremos especialmente as radiografias para partes moles. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 45 / 60 / 100 / 0. POSTERIOR : bordo anterior do trapézio. médios e grandes politraumatizados.Raio central perpendicular ou com uma inclinação cefálica de 5º. com variações de registro iguais as de um instrumento . dentes e lábios correspondem as teclas. Preferimos fazer a tomografia com o paciente deitado. O laringe do adulto mede. com o paciente fazendo uma apnéia inspiratória forçando a expulsão do ar. Raio central perpendicular. INFERIOR : face superior da clavicula.50m / sim / 24x30cm TOMOGRAFIA AP COM FONAÇÃO Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Incidência nos pequenos. LARINGE Este órgão destina-se a função aparentemente simples de passagem de ar. esôfago. de acordo com a composição tissular ou tecidual e função das estruturas componentes. Plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.ARITENÓIDE . REGIÕES DO PESCOÇO REGIÕES ANTERIORES : infra-hioidea / supra-hioidea / pré-vertebral REGIÕES LATERAIS : Região da parótida / Região da carótida / Região supraclavicular REGIÃO POSTERIOR : Região da nuca LIMITES EM PERFIL SUPERIOR : bordo inferior da mandíbula e uma linha que passa no ângulo da mandíbula e processo mastóide.CRICÓIDE . não participando do nosso estudo. penetrando no gônion mais afastado do filme. Planos de corte => faz-se 3 cortes separados de 1cm sendo o preliminar 1cm para dentro da superficie anterior do pescoço. com a linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa ou estativa. o pescoço é dividido em porção anterior e posterior. Outras estruturas como glândulas paratireóides e o sistema vascular exigem uma técnica mais especializada.

Fazemos assim um estudo comparativo. Este canal é revestido internamente por um epitélio ciliado. em posição ortostática ou deitado. podendo-se evidenciar possiveis paralisias. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 50 / 250 / 80 / 3. os cortes tomográficos em AP e oblíquas posteriores ( quando necessário ). Para isto utilizamos um filme 24X30.50m / sim / 18x24cm TOMOGRAFIA AP .e faz-se 4 cortes separados de 3mm.45m / sim / 24x30cm ou 18x24cm ÷ 4 Exame contrastado Laringo faringografia O contraste usado para este exame é o iodado hidrosolúvel.oblíqua posterior direita / oblíqua posterior esquerda / oblíqua anterior direita / oblíqua anterior esquerda Paciente sentado. secando a mucosa do laringe. 2 acima e 2 abaixo desse plano escolhido.50m / sim / 18x24cm OBLÍQUAS . Apesar de facilitar em muito o exame. ocupando a porção anterior do pescoço. ESTUDO RADIOLÓGICO Para o estudo radiológico da traquéia. AP / PERFIL DIREITO E ESQUERDO / OBLÍQUAS / TOMOGRAFIA – AP E PERFIL AP Paciente sentado. todas as radiografias são feitas com o paciente em apnéia inspiratória e sempre devemos incluir na imagem a sua região mais distal. de maneira que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa. É formada por 15 a 20 anéis cartilaginosos incompletos na região posterior e situa-se na frente do esôfago.2s / fino / Tomo ± 1. Raio central penetra perpendicular 2cm acima da fúrcula esternal. em posição ortostática ou deitado.12s / fino / 1. fazendo-se ai a borrifação. pronunciando a vogal “i” seguidamente. estendendo-se da 6ª vértebra cervical à 3ª vértebra torácica.3s / fino / 1. com finalidade de diminuir a secreção. Traquéia É um conduto cilíndrico de aproximadamente 12cm que se situa logo depois do laringe.12s / fino / 1. com xilocaína. devemos fazer o estudo radiológico simples da região a ser examinada. Devemos fazer o AP sem fonação quando suscitar dúvidas em relação a uma eventual paralisia de corda vocal. através de um movimento ondulatório ordenado. AP SEM FONAÇÃO Mesmo posicionamento e planos do AP com fonação. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.50m / sim / 18x24cm PERFIL DIREITO E ESQUERDO Paciente sentado. Durante o movimento da ampola o paciente deve fazer manobras de fonação. que penetram um em cada pulmão. Logo após são feitas radiografias em perfil panorâmico e posteriormente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 40 / 30 / 100 / 0. OBS : Antes de qualquer exame contrastado. levam até o laringe o muco. cujos cílios. Raio central perpendicular. uma certa quantidade de cocaína a 10% para diminuir ainda mais os reflexos do laringe. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 108 / 60 / 24 / 200 / 0. Antes de introduzir o contraste deve ser feita uma anestesia local. a utilização de cocaína torna-se dificultada pelo intenso controle da substância. numa quantidade suficiente para contrastar as estruturas laríngeas. em posição ortostática ou deitado. IMPORTÂNCIA DA FONAÇÃO A-) Vibração das cordas vocais. deve-se aplicar uma ampola de atropinaIM. dividido em quatro. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 90 / 40 / 24 / 200 / 0. O contraste é introduzido até o glote. O contraste é injetado através de um borrifador diretamente dentro do laringe. Inferiormente a traquéia bifurca-se em 2 brônquios. penetrando ao nível de 2cm acima da fúrcula esternal. Há uma técnica de instilar logo após a xilocaína. Uma hora ou pouco menos antes do exame. com uma oblíquidade de 45o em relação a mesa. Raio central perpendicular penetrando ao nível do plano frontal 2cm acima da fúrcula esternal. que dái é lançado para o exterior. B-) Contrastar com ar os espaços interventriculares.

por ação muscular. processos inflamatórios e tumorais. Plano ótimo => 1. dois para trás. Esôfago cervical Tem início ao nível da cartilagem cricóide.Paciente sentado em posição ântero-posterior. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 40 / 50 / 100 / 0. O esôfago cervical apresenta uma zona de menor calibre. PERFIL Paciente sentado em perfil rigoroso com a região da traquéia coincidindo com a linha central da mesa. a partir do plano ótimo. de cerca de 25cm de comprimento. anterior direita e anterior esquerda . raio central penetrando na fúrcula esternal ( superfície superior do manúbio esternal ). Raio central perpendicular incidindo entre a parede anterior e posterior do pescoço ao nível da cartilagem tireóide.5cm. Abdominal. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo.45m / sim / 18x24cm ESÔFAGO CERVICAL O esôfago é um tubo oco. Raio central penetra ao nível da fúrcula esternal. A cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. dois para trás a partir do plano ótimo. Faz-se a técnica de deglutição com o paciente engolindo em seco na hora da exposição dos raios-X. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa e a cabeça deve estar levemente estendida. sobe aproximadamente 1cm. Esta incidência apresenta grande importância nos casos de corpos estranhos que ficam fixados no esôfago. terminando na 6ª vértebra cervical.5cm. Torácico e. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 50 / 250 / 80 / 3. Faz-se mais quatro cortes separados de 0.5cm para dentro a partir da superfície anterior da base do pescoço. Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática em perfil rigoroso. dois para frente. logo abaixo da base do pescoço. ligeiramente curvo. Representa 1/5 de seu comprimento total. o esôfago. Esta projeção apresenta valor nas pesquisas de processos tumorais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 45 / 60 / 100 / 0. Faz-se mais quatro cortes separados de 0. Esta manobra contrasta com muita eficiência as vias aéreas superiores. Apresenta 3 porções : Esôfago cervical. podendo demonstrar assim o corpo estranho. Plano ótimo => Região coincidindo com o plano mediano sagital. Métodos de exame Simples / contrastado Simples AP / perfil direito e esquerdo / perfil com deglutição / perfil com manobra de Valsalva AP Paciente sentado em posição ortostática ou em decúbito dorsal. compressões extrínsecas e corpos estranhos esofagianos que costumam acestar ao nível da base do pescoço ( próximo a fúrcula esternal ). compressões extrinsecas. que se estende desde a região média do pescoço até o estômago. 2 para frente. O paciente deve fazer uma apnéia inpiratória forçando a expulsão do ar.5s / fino / 1. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa.6s / fino / 1. Raio central perpendicular incidindo na cartilagem tireóide do laringe. Perfil com manobra de Valsalva Mesmo posicionamento e raio central das duas incidências anteriores. podendo-se então Ter uma noção da parede anterior do esôfago. Perfil com deglutição Mesmo posicionamento e raio central da incidência anterior. No ato da deglutição.2s / fino / tomo ± 1. estreitamento este devido a cartilagem cricóide. músculo-membranoso. Estudo radiológico Estuda principalmentea técnica para corpo estranho.5m / sim / 24x30cm CONTRASTADO AP / perfil direito e esquerdo / perfil direito e esquerdo com bola de algodão / oblíquas posterior direita e posterior esquerda.0m / sim / 24x30cm OBS : Esta projeção apresenta valor nas suspeitas de corpos estranhos ao nível de esôfago ou até mesmo traquéia.

O plano mediano sagital deve coincidir com a linha central da mesa. Estudo Radiológico Métodos de exame Simples / contrastado Simples AP / perfil direito e esquerdo partes moles AP Paciente sentado. Apresenta dois lobos unidos por um ístmo estreito. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. como por exemplo. Suas células secretoras elaboram um hormônio importante. a atividade nervosa de um modo geral. Sabe-se que a diferenciação dos tecidos. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa e a cabeça deve estar levemente estendida. que é responsável pela regulação da atividade física e mental do indivíduo.6s / fino / 1. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre as paredes anterior e posterior do pescoço. A diminuição ou o aumento da atividade secretora desta glândula determina o aparecimento dos estados denominados hipotiroidismo ou hipertiroidismo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 40 / 60 / 100 / 0.AP Paciente sentado ou em posição ortostática ou em decúbito dorsal. osso de galinha ) que fiquem fixados no esôfago.50m / sim / 24x30cm OBS : Todas as radiografias contrastadas podem ser feitas no aparelho geral ou no seriógrafo. tumores e processos inflamatórios. Esta projeção mostra os desvios anteriores e posteriores do esôfago. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. tumores e processos inflamatórios. A finalidade das oblíquas é dissociar o esôfago da coluna vertebral e faz-se também com o paciente engolindo o contraste em duas fases. a transformação de certas substâncias no organismo. a cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. ao nível da cartilagem tireóide. Raio central perpendicular penetrando ao nível da cartilagem tireóide. são reguladas pela taxa desse hormônio presente no sangue. substância rica em iodo ( cerca de 65% ). para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. respectivamente. a “tiroxina”. além de divertículos. divertículos. as gorduras em substâncias mais simples. . Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. Faz-se o paciente deglutir uma bola de algodão embebida em sulfato de bário. O conhecido bócio ou papo pode surgir nestes dois casos citados.6s / fino / 1. pois ficará uma certa quantidade de bário acumulado na região. pesando 25 a 30 gramas. Esta incidência apresenta valor nos desvios laterais do esôfago. em posição ortostática ou em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. Glândula tireóide É uma das principais glândulas internas do homem e mede aproximadamente 7cm de largura por 3cm de altura. Perfil direito e esquerdo com bola de algodão Mesmo posicionamento e raio central da incidência anterior.6s / fino / 1. O local que tiver o corpo estranho fixado no esôfago ficará mais evidenciado. Esta incidência apresenta grande valor nos casos de corpos estranhos ( espinha de peixe. geralmente na base do pescoço. É um órgão muito vascularizado situado na base do pescoço adiante e abaixo do laringe. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática em perfil rigoroso. Raio central perpendicular incidindo na cartilagem tireóide do laringe. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. sendo ambos maléficos para o indivíduo e apresentando características próprias para os seus diagnósticos.50m / sim / 24x30cm Oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda Paciente sentado ou em posição ortostática com uma inclinação em relação a mesa de 45º.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / -. saindo na região axial mais próxima do filme. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. penetrando ao nível da região axilar média ( mais afastada do filme )./ 200 / 200 / 1. devemos retirar uma média de 8 a 10 Kv em relação aos fatores para coluna cervical. de modo que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa ou estativa. Esta radiografia é importante nas pesquisas de calcificações ao nível da tireóide.50m / sim / 24x30cm CONTRASTADO AP / perfil direito e esquerdo / incidência de TWINING / transtorácica / oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda AP Mesmo posicionamento e raio central do AP para partes moles.0m / sim / 24x30cm Incidência transtorácica ( trans-axilar ou incidência de LAWRENCE ) Paciente em posição ortostática ou sentado. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. O paciente deve ficar em perfil rigoroso.6s / fino / 1. A cabeça deve estar levemente estendida.0s / grosso / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. O paciente deve ficar em perfil rigoroso com o braço mais próximo do filme erguido e envolvendo a cabeça. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre as paredes anterior e posterior do pescoço. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. Esta projeção deve participar da rotina.Plano mediano sagital do pescoço coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. de modo que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa ou estativa.6s / fino / 1. A cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. ao nível de 2cm abaixo da cartilagem cricóide. nas suspeitas de bócio mergulhante.6s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 52 / 32 / 60 / 100 / 0. com o braço mais próximo do filme voltado para trás de maneira que forme um ângulo de aproximadamente 70º com o tórax. Raio central perpendicular ou com uma inclinação de 5º. O braço mais afastado do filme deve ficar o mais baixo possível.6s / fino / 1. Esta radiografia também é muito importante para pesquisas de calcificações e de aumento de partes moles. por massa tireoidiana. Raio central perpendicular. Para obtermos uma radiografia para partes moles devemos retirar dos fatores de 5 a 8 Kv ( em média ). compressões ou lesões do esôfago. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases.0m / sim / 24x30cm Oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda .0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0.50m / sim / 24x30cm Incidência de TWINING Paciente em posição ortostática ou sentado. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa. Esta projeção pode substituir a incidência de TWINING na pesquisa de bócio mergulhante. Para a obtenção da radiografia para partes moles. Raio central perpendicular penetrando ao nível da glândula tireóide ( 2cm abaixo da cartilagem cricóide ). Esta incidência apresenta valor na pesquisa de eventuais desvios. para na hora da exposição aos raios-X pegarmos todo o esôfago contrastado. O braço mais afastado do filme deve ficar erguido envolvendo a cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 10 / 160 / 100 / 1. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. em perfil rigoroso.

Arcos costais ( costelas ) "verdadeiras" e "falsas" Costelas ( arcos costais ) São ossos planos. medalhões ou outros adornos que possam superpor-se com estruturas torácicas. Cavidade torácica Na cavidade torácica devemos considerar dois compartimentos : Campos pleuropulmonares e mediastino Estudo radiológico do tórax Precauções importantes para o exame A-) O paciente deve retirar toda a roupa da cintura para cima. em aproximadamente 2 minutos. por isso o operador necessita cuidar da radioproteção sempre irradiando somente a região a ser examinada através de colimadores luminosos. Raio central perpendicular. 15 minutos => deve ser batida a primeira radiografia para o estudo do enchimento imediato. OBS : A injeção do contraste deve ser lenta. é sinal que ela esta na glândula. com a entrada de ar.6s / fino / 1. aspirar ( com a seringa ) o normal é não vir sangue. dispostos em forma de arco entre a coluna e o esterno. E-) O exame radiológico do tórax é o mais executado nos serviços da radiologia. Se a agulha movimentar-se. A finalidade das oblíquas é dissociar o esôfago da coluna vertebral e faz-se. aumentando-se erradamente a quilovoltagem.Paciente em posição ortostática ou sentado com uma inclinação em relação a mesa de 45º. necessitando da cartilagem costal da última costela verdadeira. haverá um aumento da espessura. Incidências AP / perfil direito e esquerdo / oblíqua posterior direita e oblíqua posterior esquerda 12 – Tórax O tórax é o segmento do tronco. As costelas. para evitar que mantenha um contato direto do corpo com a estativa do bucky vertical. F-) O exame radiológico da articulação esterno-clavicular já foi descrito no capítulo referente a membro superior. as duas primeiras costelas e a primeira vértebra torácica. cones ou cilindros. São em número de vinte e quatro ( doze para cada lado ). Estudo radiológico A fim do estudo radiológico das costelas dividimos em : . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. Os arcos costais posteriores apresentam uma cortical mais espessa e os anteriores são mais esponjosos. Injeção de 2ml de contraste ( lipiodol ultra-fluido ) e antecedendo o início da infusão. Os sete primeiros pares articulam-se através da cartilagem costal diretamente com o esterno e são chamadas verdadeiras. também com o paciente engolindo o contraste em duas fases.50m / sim / 24x30cm Tireolinfografia É o exame radiológico contrastado dos vasos linfáticos e linfonodos da glândula tireóide. penetrando ao nível da região da tireóide. Os dois últimos pares são chamados costelas flutuantes. cordões. Paredes As costelas e as vértebras torácicas constituem as paredes póstero-laterais juntamente com os músculos correspondentes. Parede torácica O exame radiológico da coluna torácica já foi descrito no capítulo referente a coluna vertebral. c-) Providência importante é a retirada antes do exame de colares. situado entre o pescoço e o abdomen. Os 3 pares seguintes são chamados costelas falsas por não articularem-se diretamente com o esterno. por articularem-se com as duas últimas vértebras torácicas e o seu restante permanecer livre em toda sua extensão. O diafragma limita o contorno inferior e separa a cavidade torácica abdominal. 24 horas após a injeção de contraste. B-) O serviço de radiologia deve dispor de aventais específicos para o exame de tórax. pois se o mandarmos inspirar ao máximo. Limites Bordo superior se encontra limitado pelo manúbio. aparecerão na imagem os vasos linfáticos e os linfonodos contrastados. d-) Devemos tirar a espessura da região a ser examinada com o paciente respirando normalmente. Puncionar a glândula e mandar o paciente engolir. o esterno e os músculos correspondentes formam a parede anterior.

Oblíqua posterior direita e posterior esquerda Regiões posteriores direita e esquerda do tórax. Obliquidade paciente mesa de 45º.0m / sim / 35x35cm Arcos costais ( costelas ) "flutuantes" Incidências AP / perfil direito e esquerdo . Fazemos as oblíquas posteriores quando há suspeita de fratura ou outra lesão ao nível de arcos posteriores. Quando no pedido de exame não vem especificado o local da lesão. Indicamos esta incidência quando sabemos o que o paciente apresenta uma lesão posterior. Paciente em apnéia inspiratória máxima. Raio central perpendicular penetrando ao nível de T4 ( 4ª vértebra torácica ). pois normalmente elas se acestam nos bordos mais laterais do tórax. com a linha hemi-clavicular do lado a ser examinado coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. Paciente em posição ortostática.-Exame radiológico das costelas verdadeiras e falsas. As projeções oblíquas são as principais incidências nos casos de suspeitas de fraturas. O paciente deve colocar as mãos na cintura e afastar simetricamente os ombros da estativa com a finalidad de retirar os omoplatas do campo a ser radiografado. penetrando ao nível da Quarta vértebra torácica e saindo na linha hemi-clavicular do lado a ser examinado.0m / sim / 35x35cm Oblíqua anterior direita e anterior esquerda Regiões anteriores direita e esquerda do tórax. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. AP Região posterior do tórax. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. sentado ou em decúbito ventral. sentado ou em hemi-decúbito lateral com a linha hemi-clavicular do lado a ser examinado coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em posição ortostática. Na oblíqua anterior direita estudamos os arcos costais esquerdos e vice-versa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 80 / 100 / 0. Preferimos as oblíquas anteriores. A incidência deve ser feita em apnéia inspiratória para podermos visualizar sob uma mesma densidade as últimas costelas falsas. O paciente deve colocar as mãos na cintura e aproximar simetricamente os ombros na estativa com a finalidade de retirar as omoplatas do campo a ser radiografado. A incidência deve ser feita em apnéia inspiratória para podermos visualizar sob uma mesma densidade as últimas costelas falsas. mais próximas do filme. por aproximarem mais o filme. Obliquidade paciente mesa de 45º. pois aproxima mais os anteriores do filme. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. penetrando ao nível do ângulo esternal na linha hemi-clavicular do lado a ser examinado. Na oblíqua posterior direita estudamos o lado esquerdo e vice-versa. Os braços devem envolver a cabeça e o lado que estiver mais afastado do filme é o que vai ser radiografado. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 15 / 80 / 100 / 0. sentado ou hemi-decúbito lateral. Os braços devem envolver a cabeça e o lado que estiver mais afastado do filme é o que vai ser examinado. mais próxima do filme.8s / fino / 1. -Exame radiológico das costelas flutuantes. mais próximas do filme.8s / fino / 1. os arcos costais anteriores que são menos densos ( de cortical mais fina ). penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). que são os menos densos. Costelas verdadeiras e falsas Incidências AP / PA / OBLÍQUA ANTERIOR DIREITA E ANTERIOR ESQUERDA / OBLÍQUA POSTERIOR DIREITA E POSTERIOR ESQUERDA Incidências de rotina PA / oblíqua anterior direita e anterior esquerda PA Região posterior do tórax. fazemos então o PA de arcos costais. Raio central perpendicular. Paciente em apnéia inspiratória máxima. sentado ou em decúbito dorsal.

penetrando na 3ª vértebra cervical.6s / fino / 1. mais próxima do filme. Divide-se em manúbio. penetrando no meio do espaço entre o apêndice xifóide e a crista ilíaca.0m / sim / 18x24cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna cérvico-torácica. duas extremidades ( superior e inferior ) e dois brodos laterais ( direito e esquerdo ) onde articulam-se diretamente as cartilagens costais. Se for o caso de costela cervical bilateral. Paciente em posição ortostática. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º. penetrando no apêndice xifóide ( ao nível do diafragma ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0.5s / fino / 1. penetrando na fúrcula esternal.8s / fino / 1. Paciente em apnéia inspiratória. coincidindo com a linha central da estativa ou da mesa. Paciente em posição ortostática ou sentado com o plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Devemos sempre fazer um estudo comparativo em AP. Raio central perpendicular. no momento da exposição o paciente deve estar em apnéia expiratória. Pode ser unilateral ou bilateral. devemos fazer o perfil direito e o esquerdo. A radiografia deve ser feita em apnéia expiratória para obtermos uma mesma densidade radiográfica. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 35 / 50 / 100 / 0. Incidências Perfil direito e esquerdo / oblíqua anterior direita e anterior esquerda / PA com inclinação lateral direita e esquerda / contactografia / tomografia em PA Incidências de rotina Perfil esquerdo / oblíqua anterior direita e anterior esquerda . situado na parede anterior do tórax. Paciente em apnéia inspiratória. o paciente deve ficar em apnéia. Estudo radiológico Para o estudo radiológico do esterno. devemos utilizar cilindros ou cones para obtenção do melhor detalhe possível.Incidências de rotina AP / perfil esquerdo AP Região posterior tóraco-lombar. Durante a exposição aos raios-X.80m / sim / 18x24cm Esterno O esterno é um osso chato. mais próxima do filme.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda tóraco-lombar. Paciente em decúbito lateral com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa. Apresenta duas faces ( anterior e posterior ). pois o esterno movimenta-se nas fases respiratórias. mais próxima do filme. mais próxima do filme. Quando comprime a artéria subclávia causa a sindrome da costela cervical. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. O esterno é um osso muito esponjoso com uma cortical muito fina o que torna seu exame radiográfico muito difícil. Raio central perpendicular. Para obtermos a mesma densidade radiográfica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. Incidências AP / perfil direito e esquerdo AP Região posterior da coluna cérvico-torácica. corpo e apêndice xifóide. Mede de 15 a 20cm de comprimento por 5 a 6cm de largura.0m / sim / 24x30cm Costela cervical É uma anomalia em que há uma costela supranumerária articulando-se com a 7ª vértebra cervical. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. sentado ou em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital.0s / fino / 1.

Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre o manúbio e o apêndice xifóide.8s / fino / 1. Obliquidade paciente-mesa de 15º a 30º com finalidade de retirar a coluna de cima do esterno.8s / fino / 1. que é levemente maior que o esquerdo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 40 / 100 / 0. Esta variação de planos por causa da convexidade do osso esterno principalmente ao nível do ângulo de LOUIS ( importante nas fases respiratórias pois tem função de aumentar a capacidade volumétrica de ar intratorácica ). Raio central com inclinação lateral direita ou esquerda de 30º saindo no meio do espaço entre a fúrcula esternal ( manúbio ) e o apêndice xifóide. Campos pleuros-pulmonares Os pulmões são os órgãos da respiração. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 73 / 23 / 250 / 80 / 3. 3 e 4 cm para manúbio.4s / fino / ampola encostada / não / 24x30cm Tomografia em PA Com o paciente em decúbito ventral. cada pulmão. mais próximas do filme. Devido. Os braços devem estar voltados para trás e o tórax em lordose forçada. mais próxima do filme. A radiografia tem que ser feita sem bucky. que ficam em contato com grande parte do coração. incluimos juntamente o estudo dos campos pleuros-pulmonares e do mediastino. porque a inclinação lateral do raio central vai de encontro as lamínulas de chumbo da grade. a pressão exercida pelo volumoso lobo direito do figado.0m / não / 24x30cm Contactografia Região anterior do tórax. contendo o coração e outras estruturas mediastinais. O pulmão esquerdo tem dois lobos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 20 / 80 / 100 / 0. Paciente em decúbito ventral com o plano mediano sagital coincidindo com o maior eixo longitudinal e mediano do chassis. tem três lobos e é também mais curto e mais largo do que o pulmão esquerdo. O pulmão direito.80m / sim / 24x30cm Oblíqua anterior direita e anterior esquerda Regiões anteriores direita e esquerda do tórax. Paciente em posição ortostática. sentado ou em decúbito ventral. Entre os pulmões está o mediastino.45m / sim / 24x30cm Cavidade torácica No exame radiológico da cavidade torácica. mais próxima do filme. Pela pequena distância foco-filme não podemos utilizar a grade potter-bucky a não ser que apresente um índice bem pequeno.3s / fino / 1. A ampola de raios-X sem o bloco do colimador luminoso deve ficar encostada na coluna torácica do paciente. São cobertos por uma membrana serosa chamada pleura. em hemi-decúbito lateral ou sentado com o maior eixo longitudinal do esterno coincidindo com a linha central da estativa ou da mesa.0m / sim / 24x30cm PA com inclinação lateral direita e esquerda Região anterior do tórax. A hemi-cúpula diafragmática do lado direito fica então mais elevada do que a do lado esquerdo. o direito e o esquerdo. fazemos os cortes 1cm e 2cm para corpo e 2. absorvendo então a radiação.Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. no pulmão direito em número de 10 ( dez ) e no pulmão esquerdo em número de 8 ( oito ). com o maior eixo longitudinal do esterno coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. Paciente em posição ortostática.2s / fino / tomo ± 1. Raio central perpendicular penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica. mais próxima do filme. de certo modo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 0 / 80 / 100 / 0. Mediastino . Sabemos que a finalidade da contactografia é ampliar a imagem mais próxima da ampola tirando o detalhe da sua imagem e apresentando com boa definição a estrutura mais próxima do filme. Raio central perpendicular penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 30 / 100 / 0. Paciente em posição ortostática. repousam dentro da cavidade pleural. Os lobos pulmonares apresentam-se divididos em segmentos. sentado ou emdecúbito lateral.

Campos pleuros-pulmonares e Mediastino A distância foco-filme deve ser tipo telerradiografia ( tele do grego = distância ). Os ombros devem estar encostados na estativa do bucky vertical simetricamente. A partir do momento que possuimos na rotina mínima uma incidência em PA para mediastino. Raio central perpendicular. A ordem de comando para o paciente deve ser feita mandando-o engolir o contraste em duas fases e em seguida a apnéia inspiratória. AP Região posterior do tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 108 / 70 / 20 / 300 / 0. não devemos contrastar o esôfago com sulfato de bário. Tanto a base do pescoço como os seios costo-frênicos devem participar da imagem e quando não for possivel. A radiografia deve ser localizada em filme 24X30cm e deve incluir todas as estruturas situadas entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide. traquéia. aorta descendente. Como nos interessam as estruturas mediastinais sem superposição.P. A radiografia para campos pleuros-pulmonares deve ter uma penetração tal que possamos individualizar pequenos vasos na periferia dos pulmões. além das articulações escápulo-umerais. .80m / sim / 24x30cm PA para campos pleuros-pulmonares Região anterior do tórax. gânglios linfaticos e estende-se da base do pescoço ao diafragma. bifurcação traqueal. / perfil esquerdo PA penetrada para mediastino Região anterior do tórax. penetrando no meio do espaço entre os ângulos distais do omoplata. e o paciente deverá ser orientado para não afastá-los quando fizer a apnéia inspiratória. pode causar uma diminuição da transparência no ápice pulmonar do lado que a cabeça estiver rodada. Com isso obtemos uma imagem mais real e com mais detalhe dos C. o esôfago.P. pleuras mediastinais. Mesmo posicionamento e raio central da incidência com o paciente em PA para mediastino. mais próxima do filme. Veremos eventuais lesões ou desvios laterais do esôfago. sentado ou em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa.50m e mais comumente a 1. croça da aorta. AP / Perfil direito / perfil esquerdo / oblíqua anterior direita – 45º .O mediastino corresponde ao meio do espaço entre os pulmões. isto é. devendo incluir no filme todos os componentes da parede torácica. Esta incidência demonstra : linhas para-espinhais. A cabeça não deverá estar rodada para os lados pois se isso acontecer modificará a simetria do mediastino superior.classica e invertida Incidência ápico-lordótica – classica e invertida Incidências de rotina PA para mediastino / PA para C. uma linha correspondente ao esôfago. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. Paciente em posição ortostática. normalmente acima de 1. brônquios.P. contém o coração e os grandes vasos. faremos uma outra radiografia incluindo a estrutura que não ficou bem evidenciada. A cabeça não deverá estar rodada para nenhum dos lados pois além de causar uma assimetria do mediastino superior. mais próxima do filme.P. por causa das densas estruturas a serem atravessadas pelos raios-X. e principalmente do mediastino onde é importante a demonstração do aumento de volume das cavidades e grandes vasos cardíacos. A radiografia para mediastino deve ser mais penetrada do que para campos pleuros-pulmonares. imagem pulmonar retro cardíacos e as vezes. A radiografia é uma panorâmica do tórax.06s / grosso / 1. traquéia. imagem cardíaca. apresentará uma maior densidade no lado que a cabeça estiver voltada. mais próxima do filme. Esta maior densidade./ oblíqua anterior esquerda – 60º . Paciente em posição ortostática. por um acúmulo de partes moles na região.P.P.80m./ oblíqua posterior direita / oblíqua posterior esquerda Incidência de HJELM-LAURELL . ducto torácico. regiões para-traqueiais. radiografia a maiores distâncias. podemos utilizar uma solução baritada para contrastar o esôfago. Estudo radiológico Incidências PA penetrada para mediastino PA para C. Os ombros devem estar afastados anteriormente de forma simétrica com as mãos na cintura para facilitar o posicionamento. sentado ou em decúbito ventral.

mais próxima do filme. os dois braços devem envolver a cabeça. penetrando ao nível do ângulo distal do omoplata mais afastado do filme. sentado ou em decúbito ventral. Quando é necessário fazer os dois perfis ( direito e esquerdo ) fazemos o esquerdo com contraste e o direito sem contraste. Raio central perpendicular.03s / grosso / 1. por isso. sentado ou em decúbito lateral com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. Utilizamos a incidência ântero-posterior em pacientes idosos. sentado ou em decúbito dorsal. Para facilitar o posicionamento.06s / grosso / 1.80m / sim / 30x40cm Oblíqua anterior direita Região anterior direita do tórax.80m / sim / 35x35cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. pois nessa região o esôfago passa superpondo-se com o coração. Raio central perpendicular. A imagem da oblíqua posterior esquerda corresponde a da oblíqua anterior direita. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os mamilos. e também demonstra melhor a artéria aorta. por isso devemos utilizar a opacificação do esôfago. por isso não utilizamos a opacificação do esôfago. Obliquidade paciente mesa de 60º. sentado ou em decúbito ventral. Raio central perpendicular. A mão esquerda deve ficar apoiada sobre a crista ilíaca e o outro braço deve envolver a cabeça. Para facilitar o posicionamento. mais próxima do filme. os dois braços devem envolver a cabeça. sentado ou em decúbito dorsal. penetrando na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. A imagem da oblíqua posterior direita corresponde a da oblíqua anterior esquerda. Paciente em posição ortostática. mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0. penetrando ao nível do ângulo distal do omoplata mais afastado do filme. de maneira que cause uma grande distensão do esôfago ao deglutir. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 106 / 68 / 10 / 300 / 0. Oblíquidade paciente mesa de 60º. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Se possuirmos na rotina uma radiografia para mediastino devemos fazer o PA com o esôfago contrastado. Paciente em posição ortostática. Não é necessário o paciente acumular na boca grande quantidade de sulfato de bário. devemos fazer o esquerdo.80m / sim / 35x35cm Oblíqua posterior esquerda Região posterior esquerda do tórax. Paciente em posição ortostática. mais próxima do filme. penetrando ao nível do mamilo mais afastado do filme. Os braços devem estar cruzados sobre a cabeça de maneira que o paciente fique com toda a região lateral do tórax em contato com a estativa. Oblíquidade paciente mesa de 45º. que apresenta a vantagem de dar uma imagem do coração.As estruturas mediastinais aparecerão algo ampliadas. A oblíqua anterior direita deve ser feita com o esôfago contrastado. Quando não vem especificado qual perfil. . Obliquidade paciente mesa de 45º.03s / grosso / 1. não sendo uma boa projeção para esta região. caquéticos ou em crianças que apresentem dificuldades em manter o posicionamento em posteroanterior.80m / sim / 35x35cm Oblíqua anterior esquerda Região anterior esquerda do tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 116 / 60 / 20 / 300 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 98 / 60 / 10 / 300 / 0. A oblíqua anterior esquerda não deve ser feita com o esôfago contrastado. Oblíqua posterior direita Região posterior direita do tórax. O esôfago deve aparecer suavemente contrastado para não prejudicar o exame nos aumentos de ventrículo esquerdo ( ao nível da ampola esofagiana ).03s / grosso / 1. A mão direita deve ficar apoiada sobre a crista ilíaca e o outro braço deve envolver a cabeça.

Invertida Região anterior do tórax. . Incidência ápico-lordótica ( incidência de FLEISCHNER ) As principais indicações da incidência ápico-lordótica são no estudo dos ápices pulmonares onde há grande superposição de costelas e clavicula. As duas mãos devem ficar apoiadas sobre as cristas ilíacas e os ombros simetricamente jogados para frente. onde nesta incidência apresenta-se dissociado. Paciente sentado ou em posição ortostática. Com o paciente sentado. geralmente em pessoas idosas. sobre uma maca onde colocamos um anteparo sob a região lateral da bacia e lateral do ombro.com raio central perpendicular Região póstero-superior do tórax.03s / grosso / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os ângulos distais dos omoplatas. pois esta incidência de rotina nos pacientes que tenham condições de suportar este posicionamento. com a finalidade de retirar os omoplatas do campo a ser radiografado. Paciente em posição ortostática ou sentado. penetrando ao nível do mamilo mais afastado do filme. deixa somente a região pósterosuperior do tronco apoiar na estativa. mais afastada do filme. Utilizamos esta incid6encia nos pacientes que não tenham condições de suportar o posicionamento da projeção anterior. Raio central perpendicular.80m / sim / 35x35cm Nota : Outras utilizações da incidência de HJELM-LAURELL são nos casos de comprovações de derrames encistados e possiveis aspergilomas no interior de cavidades tuberculosas. A incidência de hjelm-laurell está indicada principalmente nas suspeitas de derrame pleural. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. logo após da dois pequenos passos para a frente e sem retirar os pés da posição. Clássica . A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade de opacificação baritada do esôfago.com raio central inclinado Região posterior do tórax. caquéticas ou em crianças. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º. Para manter o posicionamento. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). Clássica . Os braços do paciente devem envolver a cabeça.03s / grosso / 1.Raio central perpendicular.com raio central perpendicular / com raio central inclinado Clássica . penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). infusões interlobares principalmente a direita e estudo do lobo médio. o aciente deve fixar as mãos nos bordos laterais da estativa. deve apoiar as mãos sobre as cristas ilíacas e afastar simetricamente os ombros para frente. caquéticos ou em crianças que apresentem dificuldades em manter o posicionamento das oblíquas anteriores. mais próxima do filme. O paciente coloca-se em posição ortostática com a região posterior do tórax em contato com a estativa do bucky vertical. mais próxima do filme. Paciente em decúbito lateral rigoroso. A região abdominal deve estar em contato com a porção inferior da estativa do bucky vertical e a parede ântero-superior do tórax deve ficar afastada da porção superior da estativa de aproximadamente 20cm. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 98 / 60 / 10 / 300 / 0. A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade de opacificação baritada do esôfago. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática ou sentado. Quando o derrame pleural é a direita fazemos com o paciente em decúbito direito.80m / sim / 35x35cm Nota : Normalmente utilizamos as oblíquas posteriores direita e esquerda em pacientes idosos. Incidência de HJELM-LAURELL Clássica / invertida Clássica Região anterior do tórax.

Preferimos fazer as duas incidências anteriores por aproximarem mais do filme a região a ser examinada. Quando no serviço de radiologia houver possibilidade de realizarmos todos os exames de tórax no bucky vertical. Estudo da crossa da veia ázigos.Para estudo dos ápices pulmonares. Embolia pulmonar. Enfisema pulmonar. para evitar que a radiografia saia rodada. através principalmente do polegar e indicador.80m / sim / 24x30 ou 35x35cm Notas : Escolha de filmes 1-)Nas incidências ápico-lordóticas. Estudo da traquéia ( traqueomalácea ). Este espaço quando o paciente esta bem posicionado é igual no lado direito e esquerdo e quando esta rodado. 2-) Ordem de comando para o paciente Quando a radiografia é feita com contraste baritado. exigindo um estudo mais minucioso e detalhado. feito num mesmo chassis e na mesma distância foco-filme para obtensão de radiografias que demonstrem melhor o sistema vascular pulmonar ou parênquima pulmonar. Indicações gerais na técnica radiológica A-) B-) C-) D-) E-) F-) G-) H-) I-) J-) L-) M-) Paralisia diafragmática. Providência importante é evitar que a mão do paciente se superponha com a base do pulmão quando colocada na cintura. Manobra de Müller => O paciente realiza uma apnéia expriatória. Raio central perpendicular. para evitar isso devemos fazer que coloque as mãos apoiadas sobre as cristas ilíacas. forçando a entrada do ar com a glote fechada. dobramos o mAs e retiramos 10Kv.20cm ). Corpo estranho ( ao nível dos brônquios ) Nódulos que se superponham com o arcabouço costal. Notas gerais 1-) Cuidados no posicionamento do PA de tórax O Paciente deve ser instruído para que. 4-) Técnica para vasos e parênquima pulmonar De acordo com os fatores radiológicos. Parênquima => A partir do regime padrão para tórax. devemos escolher o tamanho do filme de acordo com a indicação : . principalmente nas radiografias que apresentem patologia.A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade da opacificação baritada do esôfago. o paciente deve engolir em duas fases e logo após respirar fundo e prender. podemos conseguir boas radiografias sem a utilização da grade potter-bucky em pacientes que não tenham grandes espessuras. Sistema vascular => A partir do regime padrão par tórax. . dividimos por 2 o mAs e somamos 10Kv.80cm. Fístula artério-venosa. Distância foco-filme 2-)Geralmente fazemos as incidências de FLEISCHNER na distância foco-filme de 1. 3-) Grade anti-difusora potter-bucky Por causa do grande volume de ar dentro do tórax. Varizes esofagianas. podendo também fazer em distâncias menores ( 1. o lado que estiver mais afastado fica maior. não afaste um dos lados do tórax da estativa. Estudo do cavum.50cm / 1. podemos fazer num filme de 24x30cm . Todos os movimentos do paciente devem ser observados pelo operador e quando for disparar deve colocar-se atrás do biombo. Outro dado que diminui muito a margem de erro no posicionamento é sempre colocar os fatores radiológicos antes de posicionar o paciente. penetrando ao nível da 4ª vértebra torácica. é medindo-se a distância entre as extremidades esternais da clavicula e o processo espinhoso da vértebra correspondente. devemos fazer num filme 35x35cm.03s / grosso / 1. Pequenos pneumotórax. Hérnia diafragmática. 5-) Manobra de valsalva e Müller Manobra de valsalva => O paciente realiza uma apnéia inspiratória forçando a expulsão do ar com a glote fechada. quando respirar fundo.Para estudo do lobo médio ( geralmente colapsos ) e infusões ( pleurisias ) interlobares. sempre conseguiremos um melhor padrão. podemos fazer variações entra eles num mesmo paciente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0. A melhor maneira de conhecermos que a radiografia foi feita com um dos lados do paciente mais afastados.

para evitar que a radigrafia saia tremida devemos ordenar que apenas a respiração na hora da exposição. Nestes casos fazemos o AP de tórax com o paciente sentado num banco ou numa cadeira sem encosto. toda vez que o tempo for superior a 0. se tivermos realizando a radiografia na distância de 1. por causa do movimento do coração e vasos da base. Este exercício prévio vai garantir uma mobilidade diafragmática mais real a partir do momento que é feita a medida dessa movimentação do diafragma. pode-se fazer de rotina em crianças de menos de 4 anos as radiografias de tórax em decúbito dorsal ( AP ) e decúbito lateral ( perfil ). isto é. 6-) Pacientes com grandes campos pleuros-pulmonares Ocorre com grande frequência em pacientes longilíneos ou com grandes caixas torácicas. 12-) Crianças de menos de 4 anos Se não houver indicação de pesquisa de nível líquido. temos que fazer uma outra radiografia com menos 5Kv aproximadamente para o lado que a mama foi retirada. Sempre devemos evitar repetir radiografias e para isso aumentamos 5Kv em média na constante do aparelho com a finalidade de diminuirmos a possibilidade de repetição por Ter saido fraca.N-) Estudo do laringe. Esta providência apresenta a grande vantagem de conseguirmos radiografias em AP e perfil rigorosos. o ato de inspirar e expirar ao máximo. A que demonstrar bem o lado que tem a mama. 9-) Rotina para diafragma Quando a indicação é o estudo radiológico do diafragma devemos fazer radiografias em inspiração e expiração em AP e perfil e o raio central deve penetrar perpendicular ao nível do apêndice xifóide. Quando acontecer do paciente Ter dificuldade de fazer a apnéia inspiratória. as vezes torna-se difícil obtermos um bom padrão porque após termos usado o máximo da quilovoltagem.50m. por termos menos informações diagnósticas e trabalharmos com quase 5 vezes mais radiação que as radiografias panorâmicas ( 35x35cm ) de tórax. Para minorar este problema. Nestes casos devemos fazer uma outra radiografia incluindo a região que não ficou evidenciada na radiografia anterior. Sempre devemos evitar fazer abreugrafias de gestantes. normalmente fica muito forte para campos pleuros-pulmonares no lado mastectomizado.1s. devemos diminuir a distância foco-filme de 30cm. devemos fazer de rotina radiografias em inspiração e expiração forçadas. devemos usar o maior foco ( mA ) com a finalidade de trabalharmos com tempo curto. 7-) Pacientes idosos O posicionamento convencional do exame do tórax torna-se as vezes muito difícil em pacientes idosos que estejam ou não em cadeira de rodas. a não inclusão de todos os campos pleuros-pulmonares num mesmo filme ( 35x35cm ou 14x17 polegadas ). No perfil. com os braços totalmente erguidos fixados pelo acompanhante e o chassis mantido em contato direto com a parede lateral do tórax. 8-) Pacientes obesos Na radiografia de tórax em pacientes obesos. 11-) Criança chorando Na hora da exposição devemos surpreender a criança numa fase inspiratória.80m passamos para 1. Para a realização da manobra de valsalva e Müller é fundamentalmente necessário que o paciente execute pelo menos três vezes antes das radiografias. Quando a suspeita for rutura com eventração diafragmática deve-se completar o exame com o paciente tomando por via oral 3 ampolas de contraste iodado hidrossolúvel ou fazendo um pneumoperitônio diagnóstico. Um acompanhante deve fixar os braços da criança de encontro aos bordos laterais do chassis e a porção anterior do tórax da criança deve estar o mais próximo possivel do filme. 14-) Pacientes mastectomizadas Normalmente para pacientes que apresentem volumosas mamas são necessárias duas radiografias. para evitar o flou cinético. Com o aumento do mAs passamos a trabalhar com tempo longo o que nos tira o detalhe do mediastino. 13-) Criança para pesquisa de nível líquido Quando interessa a pesquisa de nível líquido colocamos a criança sentada numa das extremidades da mesa de exame e entramos com o raio central horizontal. Assim. só nos resta a opção de aumentarmos o mAs. Para obtermos uma boa radiografia utilizando esta técnica. 15-) Enfisema pulmonar Quando a indicação for enfisema pulmonar. a criança fica sentada de lado. escolhermos com maior facilidade uma fase inspiratória. É de grande importância para o estudo e . As radiografias de tórax da criança podem ser feitas sem bucky. 10-) Exame da gestante No exame radiológico de tórax da gestante devemos Ter o cuidado de colocar um avental plumbífero ao nível das cristas ilíacas a diafragmar o feixe de radiação exclusivamente para o tórax. e a maior comodidade na fixação do posicionamento.

21-) Exame no leito Quando houver solicitação de exame radiológico no leito.medida da mobilidade diafragmática. 19-) Pacientes dispnéicos Nos pacientes que estejam com falta de ar. deve-se incorporar a rotina mínima projeções oblíquas ( OAD . A importância do exame radiológico do tórax na rotina para abdome agudo está nos quadros chamados pseudos abdome agudo onde processos inflamatórios ( pneumonias ) geralmente de bases pulmonares simulam totalmente o quadro. que se faça antes das radiografias manobras de inspirações e expiraçòes máximas. A identificação do paciente deve ser colocada. uma para campos pleuros-pulmonares e outra um pouco mais penetrada. pelo menos três vezes. 16-) Pequenos pneumotórax Quando a suspeita clínica for pneumotórax e este não ficar evidenciado no PA e perfil em inspiração forçada. devemos utilizar o maior mA para trabalhar com o tempo de exposição mais curto possivel. para facilitar ao radiologista a interpretação de imagens patológicas que apareçam. movimentando então o chassis. O operador deve solicitar o auxílio de alguém para a colocação do chassis sob o paciente e Ter o cuidado de não cortar nenhuma estrutura dos campos pleuro-pulmonares da imagem radiográfica. geralmente são em pacientes em mau estado geral. pacientes em coma profundo. O ideal é obtermos as radiografias de tórax após o paciente estar pelo menos 15 minutos em posição ortostática. até mesmo em AP. Apresentam a principal finalidade de evitar a formação de escaras. Apesar das precárias condições do doente. O principal problema na execução do exame de tórax num paciente em colchão d’água é que pequenas fases respiratórias traduzem-se em grandes movimentos torácicos. 24-) Pacientes politraumatizados De acordo com as condições do paciente poderemos removê-lo ou não para a mesa de exame. 22-) Exame a domicílio O fundamental do exame a domicílio é o bom relacionamento do operador com o paciente e seus familiares. Nos casos de pacientes que não respondam as solicitações verbais a radiografia deve ser batida quando o paciente estiver numa fase inspiratória. no lado direito. bateremos as radiografias em fases inspiratórias pedindo para alguém da família fechar o nariz e a boca do doente. Para evitar esse problema. Os pequenos pneumotórax as vezes só aparecem evidenciados nas radiografias em expiração forçada. sempre preferimos. alguém na hora da exposição deve fechar o nariz e a boca do paciente. as radiografias de tórax são de extrema importância. Em relação aos fatores radiológicos. devemos retirar uma média de 8Kv porque os pacientes enfisematosos apresentam um grande volume de ar residual tornando as radiografias de tórax hipertransparentes aos raios-X. principalmente em grandes queimados. há necessidade de obtermos radiografias de exelente padrão. pois assim poderemos surpreender eventuais derrames . causando o flou cinético nas radiografias. O chassis sempre deve ficar protegido por uma fronha. Para uma rotina de tórax em residência.OAE ) com uma oblíquidade paciente mesa de 45º. 20-) Abdome agudo Quando a indicação for abdome agudo. acompanhando posição do paciente ( que esta em decúbito dorsal ). Devemos girar o anódio e disparar logo após uma inspiração profunda. etc. Quando se apresentam em estado muito grave executamos o exame na própria maca. Se o paciente apresentar condições de fazer o exame sentado. desse bom relacionamento ele vai conseguir o máximo de colaboração para execução de radiografias de bom padrão. 17-) Grandes derrames pleurais Nos grandes derrames pleurais sempre devemos incorporar a rotina de tórax uma radiografia em PA com uma média de 15Kv a mais da utilizada no PA para campos pleuros-pulmonares. Os exames nos leitos de serviços médico-hospitalares geralmente são executados em aparelhos transportáteis. em AP. com o paciente de preferência de pé ( em ortostática ) para a pesquisa de ar livre dentro da cavidade peritonial ( pneumoperitoneo ). 23-) Exame em colchão d’água O clochão d’água é utilizado em pacientes que estejam há muito tempo deitados sem se movimentar. que necessitam de um atendimento rápido e eficiente. devem ser batidas duas radiografias. com a finalidade de diminuir a possibilidade de contaminação. devemos fazer de rotina uma outra radiografia em expiração. Se o paciente não estiver lúcido. Os exames a domicílio geralmente são executados em aparelhos portáteis. 18-) Lesões pleurais Quando nas radiografias de rotina de tórax suspeita-se de uma lesão ao nível de pleura.

O operador não deve encostar em nenhum material esterilizado e sempre deve realizar de cada vez. a saber : . Forra a parede abdominal. Pregas – apresentam bordas livres. A utilização do tempo mais curto possível é importante porque geralmente estas crianças apresentam-se dispnéicas e agitadas. que passa tangenciando os rebordos costais anteriores. compreendida entre o diafragma e o assoalho pélvico. Noções de anatomia Para um estudo topográfico ou para fins de localização de estruturas anatômicas. sustentação de órgãos e armazenamento de gordura. Fossa ilíaca esquerda – quadrante inferior lateral esquerdo. Apresenta-se dividida em : . através de quatro linhas imaginárias. 27-) Centro cirúrgico Quando realizamos exames no centro cirúrgico. Cavidades Peritôniais Dividem-se em : Peritôneal propriamente dita e retroperitoneal Peritôneal ou intraperitoneal . Suas funções mais importantes são as de redução do atrito inter-organular. .Uma linha imaginária horizontal. um mínimo de duas radiografias. Peritôneo parietal É a membrana mais externa do peritôneo. Quadrantes abdominais 1-) 2-) 3-) 4-) 5-) 6-) 7-) 8-) 9-) Hipocôndrio direito – quadrante superior lateral direito. que passa tangenciando as cristas ilíacas.Parietal e visceral. numca esquecendo de envolver os chassis em panos limpos. 26-) Berçário e incubadora Normalmente para as radiografias em berçário e incubadora devemos fazer dois filmes. Hipocôndrio esquerdo – quadrante superior lateral esquerdo. o aparelho transportátil só deve entrar na sala de operações na hora de bater a radiografia. podemos fazer um perfil com raio central horizontal. Peritôneo O peritôneo é uma membrana serosa. Se a indicação for derrame pleural e o paciente não tiver condições de sentar-se. Cavidade abdominal A cavidade abdominal engloba vários órgões de diversos sistemas do corpo humano.Cavidade pélvica ou pelve Cavidade abdominal propriamente dita A cavidade abdominal propriamente dita relaciona os órgãos que estão envolvidos pelo peritônio ou que em íntimo contato com ele. lisa e deslizante. . Mesogástrio – é o quadrante mais central do abdome. 13 – Abdome É a porção distal do tronco.larga lâmina que liga órgão a órgão. Hipogástrico – quadrante inferior médio. o abdome pode ser dividido em nove quadrantes. Constitui parte integrante da camada externa de muitos deles. Epigástrico – quadrante superior médio. Flanco esquerdo – quadrante intermédio lateral esquerdo.Duas linhas imaginárias verticais correspondentes as linhas hemi-claviculares direita e esquerda.Cavidade abdominal propriamente dita . Fossa ilíaca direita – quadrante inferior lateral direito. Peritôneo visceral É a membrana mais interna do peritôneo que reveste os órgãos intraperitoniais. Mesocólon – da parede para o cólon transverso. O peritôneo consiste de duas membranas : . Ligamentos – entre órgãos ou paredes do corpo e órgãos. Para a colocação do chassis sob os doentes. devemos lavar as mãos com água e sabão. Reflexões do Peritôneo Mesentéreo – da parede para o jejuno e íleo. Epilon ( Omento ). com a finalidade de evitar possíveis contaminações. Flanco direito – quadrante intermédio lateral direito. devemos pedir auxílio de uma pessoa do serviço. 25-) Exames no CTI e no isolamento Para os exames no centro de tratamento intensivo e nos isolamentos.pleurais. Sempre antes e após fazermos os exames no CTI e no isolamento. sempre devemos envolver o chassis com fronhas limpas.Uma linha imaginária horizontal. resistência a infecções.

penetrando no meio do espaço entre as cristas ilíacas. em posição ortostática ou sentado com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. em posição ortostática ou sentado com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em decúbito ventral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 28 / 200 / 300 / 0. Retroperitôneal Quando a maior parte do seu corpo esta fora da cavidade peritoneal. ureter e órgãos do aparelho genital. penetrando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o apêndice xifóide. deve-se fazer o abdome simples antecedendo a introdução do contraste.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do abdome.Diz-se que um órgão é intraperitoneal quando é englobado em mais de 70% do seu volume total. bexiga.7s / grosso / 1. etc. Incidências panorâmicas de abdome Abdome simples em : AP / PA / perfil esquerdo e direito Abdome simples em AP Região posterior do abdome. Incidências localizadas . coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.0s / fino / 1. O bordo inferior do chassis deve coincidir com uma região logo abaixo co cóccix. O peritôneo repousa sobre a pelve formando os fundos de saco peritoneais. Chamamos de abdome simples as radiografias que não foram injetados contrastes artificiais. Órgãos intraperitoneais Esôfago terminal Estômago Intestino delgado Intestino grosso Fígado Vesícula biliar Baço Ovários. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular penetrando na crista ilíaca. Órgãos retroperitoneais Cavidade pélvica ou pelve É a cavidade localizada na bacia. Os braços devem estar envolvendo a cabeça e as pernas fletidas para facilitar e manter o posicionamento. nos reportaremos especialmente aos exames simples do abdome. Raio central perpendicular. normalmente no meio do espaço entre as cristas ilíacas. Paciente em decúbito dorsal. mais próxima do filme. Rins Glândulas suprarenais Ureter abdominal Pâncreas Veia cava abdominal Artéria aorta abdominal Gânglios Nervos. No abdome simples deve aparecer no bordo inferior do filme a imagem do púbis. Abdome simples em PA Região anterior do abdome. na porção mais inferior do abdome. Na pelve encontramos vários órgãos como a porção sigmóide do intestino grosso.0m / sim / 30x40cm OBS : Nas incidências em perfil temos que nos preocupar em não utilizar tempo longo para evitar que os movimentos peristálticos causem flou cinético tirando a definição das radiografias. mais próxima do filme. com o seu plano mediano sagital. Paciente em decúbito lateral. Os braços devem estar estendidos ao longo do corpo e o paciente deve prender a respiração na hora da exposição. Estudo radiológico do abdome Simples e contrastado No nosso estudo. mais próxima do filme. Esta projeção apresenta importância no estudo de massas abdominais. Em qualquer exame contrastado abdominal. etc. em posição ortostática ou sentado.

Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito lateral. por isso a importância desta incidência na rotina para pâncreas. etc) . esta posição auxilia em muito. mas quando nos interessa um estudo dos órgãos da pelve a localização é a mesma. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. Abdome agudo É um quadro abdominal agudo. Perfil Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito lateral. fraturas de coluna. e quanto pior o seu estado geral. Bexiga O exame localizado da bexiga é feito normalmente na urografia venosa. As principais causas dos abdomes agudos são : . fazemos projeções localizadas. Vesícula e vias biliares As melhores projeções são as oblíquas ( OPD ou OAE ) com a finalidade de retirar possíveis estruturas biliares que estejam superpondo-se com a coluna. OPE ( obliquidade paciente mesa de 30º a 45º ) e perfil direito ou esquerdo. Fazemos normalmente as incidências em AP.AP com raio central perpendicular . / Perfil com raio central com Incidências panorâmicas de tórax AP / PA / Perfil direito e esquerdo horizontal . Esta posição reduz a curvatura anterior da coluna lombar ( lordose filiológica ) com os rins então ficando quase paralelos ao plano da mesa. Raio central penetrando no ângulo do rebordo costal anterior ( ponto vesicular ou cístico ). As vezes certas calcificações só aparecem no perfil por somação de finas concreções.Oblíquas posterior direita e posterior esquerda Fator que auxilia o estudo com o raio centra perpendicular é colocar o paciente com as pernas fletidas até as regiões plantares ficarem em contato com a mesa. Os pacientes com abdome agudo devem Ter atendimento prioritário nos serviços de radiologia. Loja renal O estudo localizado dos rins pode ser executado de diferentes maneiras : .AP com raio central de 25º cefálicos . Nos casos de tomografias. . para obtermos melhor definição de imagem.Abdome agudo infeccioso ( colecistite. Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em ortostática. Raio central perpendicular penetrando de maneira que saia entre as primeiras e segundas vértebras lombares. Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal. fazemos de rotina as incidências em AP.Incidências panorâmicas . melhor deve ser o padrão do exame. causas retroperitoneais como cólicas renais. caracterizado principalmente por dor.Quando nos interessa o estudo de determinadas regiões abdominais. Raio central perpendicular. OPD e OPE e o perfil direito. apendicite.Abdome agudo traumático ( ruturas de vísceras ) . o raio central então penetrando perpendicular de maneira que saia no meio do filme.Falso abdome agudo ( por irritação reflexa em pneumonias. Pâncreas Nos casos de pancreatite crônica onde pesquisa-se calcificações. PA Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito ventral.Abdome agudo por obstrução . A obliquidade paciente mesa deve variar entre 30º e 45º.Incidências localizadas Incidências panorâmicas AP Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito dorsal. A obliquidade paciente mesa deve variar entre 30º e 45º.AP com raio central de 25º podálicos . que necessita de assistência clínica ou cirúrgica imediata. penetrando 2cm acima do bordo superior da sínfise pubiana. infecções de bases pulmonares e faringe ) Estudo radiológico Podemos dividir o exame radiológico dos pacientes com abdome agudo em : Simples e contrastado Estudo radiológico simples São as radiografias executadas sem a utilização de contrastes artificiais. OPD.

pois o ar vai se instalar entre a parede abdominal e o bordo lateral do fígado. É a principal radiografia nas obstruções intestinais. AP de abdome com o paciente em ortostática. A grande importância da radiografia em ortostática é na pesquisa da existência ou não de níveis hidro-aéreos. PA – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito ventral Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. AP – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em posição ortostática O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa.0m / sim / 30x40cm Perfil com raio central perpendicular e o paciente em decúbito lateral O plano frontal ou coronário do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Em pacientes que consigam andar. Nos abcessos subfrênicos fazemos o decúbito lateral. Outra indicação é nos casos de obstruções ao nível do ceco ou do cólon ascendente. mesmo que esteja em mau estado geral. a imagem então ficando flou. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 200 / 0. facilitando a sua demonstração. Raio central perpendicular.Incidências da rotina mínima para abdome agudo AP de abdome com o paciente em decúbito dorsal. Nestes pacientes colocamos uma faixa compressora passando pelos seus joelhos para firmá-lo na posição. AP – Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito lateral O paciente deve deitar de lado em uma maca e aproximar-se da estativa do bucky vertical ou da mesa de exame de pé. substitui as radiografias em ortostática para demonstração de níveis hidro-aéreos em pacientes que não tenham condições de ficar de pé. . por causa das fortes dores não consegue manter-se em decúbito ventral. penetrando no meio do espaço entre as cristas ilíacas. pois quando há um pequeno derrame líquido peritonial. podemos fazer logo após a radiografia em decúbito dorsal. contrário ao da lesão. penetrando no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. AP – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito dorsal O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. por que em certas condições há um aumento de peristaltismo do estômago e intestino. Quando esta incidência é indicada nos casos de pneumoperitôneo. Este método apresenta a vantagem de fazermos radiografias com o paciente em ortostática. fazendo com que aproxime mais a região a ser examinada do filme. compressões por massas tumorais. Raio central perpendicular. do púbis. Esta incidência apresenta valor na localização das massas abdominais. Raio central horizontal ao plano da maca. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. Normalmente o paciente com abdome agudo. por isso o bordo inferior do chassis deve estar coincidindo com este osso. Uma enfermeira ou outra pessoa do serviço deve ficar ao lado do paciente para evitar que caia para a frente. colocando o apoio para os pés do paciente na extremidade da mesa e por a mesa de exame em pé. Esta projeção apresenta grande importância na distribuição topográfica das víceras abdominais. Condição que faríamos esta incidência seria em pacientes com suspeita de fratura de vértebra lombar que viesse em decúbito ventral e houvesse também suspeita de abdome agudo. Para pesquisa de nível hidro-aéreo faríamos então um perfil com raio horizontal. por isso esta incidência não ser aplicada normalmente. Raio central perpendicular. podendo-se individualizar se a mesma é anterior ou posterior. fazemos o decúbito lateral esquerdo. A imagem do púbis deve aparecer no bordo inferior do filme. acidentes vasculares abdominais. O AP de abdome com o paciente em decúbito lateral. O decúbito lateral direito é uma boa incidência nos casos de obstruções ao nível do cólon descendente.5s / grosso / 1. PA de tórax. É de grande importância a inclusão no filme. Se a mesa apresentar mecanismo de leventar e abaixar. além de outras. Devemos sempre utilizar um tempo curto de exposição. para se Ter uma noção exata do local onde se encontra a causa do abdome agudo. penetrando no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. fazemos então na estativa do bucky vertical. costuma dar uma imagem característica nesta região.

podem aparecer com boa definição nas incidências localizadas sem a utilização de contraste. Raio central perpendicular. Paciente deitado na mesa para logo após colocarmos de pé. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 100 / 60 / 10 / 300 / 0. penetrando entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide. PA Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa.Localizada de estômago e duodeno : Imagens de úlceras pépticas.8s / grosso / 1. . Utilizamos a incidência póstero-anterior em pacientes que tenham condições de manter o posicionamento sentado ou em posição ortostática. Esta projeção apresenta importância nos pacientes que não tenham condições de mudar de decúbito. substitui então estas incidências. penetrando ao nível da crista ilíaca. Raio central perpendicular penetrando entre os ângulos distais dos omoplatas. o raio central deve penetrar perpendicular ao nível do hipocôndrio direito. As pricipais são : 1. Perfil com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal Fazemos esta projeção em pacientes que não tenham condições de ficar de pé ou deitado de lado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 85 / 30 / 60 / 200 / 0. O perfil com raio central horizontal deve ser feito em primeiro lugar com o paciente ainda na maca. ou que venha andando e não tenha condições de manter o posicionamento em PA. Utilizamos o perfil direito ou esquerdo de tórax.0m / sim / 30x40cm Incidências panorâmicas de tórax AP Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. penetrando ao nível do epigástrio. Raio central horizontal ao plano da maca ou mesa. estenoses. devemos colocar um apoio radiotransparente sob a região dorsal. Raio central perpendicular.Localizada de vesícula e vias biliares : A principal indicação é na pesquisa de cálculos ao nível de vesícula ou das vias biliares. 4.Apesar da grande espessura a ser atravessada pelos raios-X sempre devemos trabalhar com tempo curto para evitarmos o flou cinético.3s / grosso / 1. Raio central horizontal ao plano da maca. afastar possíveis processos pneumônicos de base pulmonar as vezes responsáveis por falsos abdomes agudos e na pesquisa de pneumoperitôneos. Perfil com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal Para conseguirmos uma boa demonstração em perfil de todo tórax. penetrando perpendicular na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. A grande importância desta projeção é a pesquisa de nível hidro-aéreo. Raio central perpendicular penetrando na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. Região importante de se demonstrar é a porção pulmonar retrocardíaca.Localizada de baço : A principal indicação é nos infartos esplênicos. Com o paciente em OPD ou OAE. de acordo com a necessidade. encostando-a na mesa ou estativa. Os braços do paciente devem ficar envolvendo a cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 116 / 60 / 24 / 300 / 0.80m / sim / 35x35cm Perfil direito e esquerdo Plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da estativa ou mesa.Localizada de gordura pré-peritoneal : Normalmente a grodura pré-peritoneal desaparece nos quadros de peritonite. com o ar instalando-se sob o diafragma. além de outros. as vezes de dificil demonstração no PA ou AP de tórax. 3.3s / grosso / 1. penetrando perpendicular ao nível da crista ilíaca. penetrando ao nível do hipocôndrio esquerdo. Estas projeções servem como complementação diagnóstica do exame e poderão ser feitas ou não. Tanto o AP como o PA apresentam fundamental importância para a visualização das condições respiratórias do paciente. nos casos de imagens que apareçam no PA ou AP e exijam elucidação diagnóstica. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. e apresenta valor nas suspeitas de derrame pleural ou processos inflamatórios pulmonares. 2. processos tumorais.80m / sim / 30x40cm Incidências localizadas Nas incidências localizadas obtemos maior detalhe da região onde suspeitamos encontrar a patologia.

causando a morte na maioria dos pacientes. E – Trânsito intestinal Indica-se nas obstruções intestinais de intestino delgado. pois a própria divergência dos raios. irão causar a chamada peritonite granulomatosa. então a localizada apresenta grande valor. 5. Raio central perpendicular. quando não é possivel o diagnóstico pela rotina simples. Raio central perpendicular. Não devemos fazer preparo intestinal e não se faz lavagem. pois exclui a hipótese do não aparecimento do ar sob a diafragma por distorção de imagem causada por falha técnica. pelo mau estado geral que normalmente se encontram. o raio central penetra muito alto. penetrando ao nível da fossa ilíaca direita. pois a manipulação desses pacientes deve ser altamente especializada. sem haver sinais radiológicos. O contraste a ser utilizado é o gastrografina. Principais exames contrastados utilizados no estudo radiológico do abdome agudo A – Arteriografia Pode ser utilizada nas úlceras perfuradas. Há autores que indicam este exame. Quando não houver este contraste no serviço de radiologia. A finalidade do exame é localizar a úlcera perfurada. penetrando na porção mais proximal do mesogástrio. Raio central perpendicular. onde o paciente bebe 200ml de uma solução composta de 100ml de contraste iodado hidrossolúvel e 100ml de soro fisiológico. em que há suspeita clínica. pode fazer desaparecer a sua imagem. Raio central perpendicular.Não podemos valorizar este dado nas radiografias panorâmicas de abdome.Localizada de ceco-apêndice : A indicação desta radiografia é na pesquisa de apendicolites ou nas suspeitas de abcessos ao nível do ceco ou apêndice. Diluição : 50% de água e 50% de sulfato de bário Nunca devemos injetar ar no clister opaco. com inclinação cefálica ou com inclinação podálica penetraando no meio do espaço entre a crista ilíaca e o apêndice xifóide. pois apartir desse período diminui a possibilidade de mutações . penetrando ao nível do apêndice xifóide. 7. além de outras indicações. quando não houver disponibilidade deste contraste. devem ser totalmente abolidos no estudo radiológico do abdome agudo. penetrando ao nível do flanco direito ou esquerdo.Posição fetal Exame radiológico da gestante Radiografias de mulheres em gestação só devem ser executadas após os 4 meses de gravidez. por isso apresentando valor relativo nos quadros de abdome agudo de origem biliar. F – Clister opaco Indica-se nas obstruções intestinais ao nível do intestino grosso e devemos fazer o exame com o contraste a base de sulfato de bário diluído em água. podemos mascarar o diagnóstico. nos infartos mesentéricos onde não há enchimento de ramos calibrosos para o intestino. hérnias estranguladas onde se vê o sofrimento arterial. Os contrastes a base de sulfato de bário. Devemos colocar o paciente em decúbito lateral direito e penetrar com o raio central horizontal. 6. Raio central perpendicular. ao nível do plano mediano sagital. rutura de víceras ocas. pois se cairem na cavidade peritoneal através de alguma perfuração do esôfago ou intestino. 14 . contra-indicando o anterior. pois estes pacientes não tem indicação cirúrgica. Com a injeção de ar no estômago causando um pneumoperitôneo confirmando o diagnóstico. D – Injeção de contraste iodado hidrossolúvel Este exame também está indicado nas úlceras perfuradas. utilizamos então os iodados hidrossolúveis. C – Injeção de ar no estômago Este exame esta indicado nas úlceras perfuradas. pois quase sempre não conseguimos contrastar a vesícula e as vias biliares. especifico para os quadros de abdome agudo. Sempre devemos utilizar contrastes específicos como o gastrografia para o aparelho digestivo nos pacientes com abdome agudo. podemos utilizar o iodado hidrossolúvel através de uma sonda nasogástrica. Estudo radiológico contrastado Os exames contrastados nos quadros abdominais agudos devem ser realizados pelo médico radiologista. 8.Localizada de loja renal : Ás vezes colicas renais podem levar a falsos abdomes agudos. somente bário. B – Colangiografia venosa É pouco utilizada. O pricipal responsável pelas cólicas renais são os cálculos.Localizada de diafragma ( hemi-Cúpulas diafragmáticas ) : Quando se suspeita de pneumoperitôneo e nas radiografias panorâmicas de tórax.Localizada para pâncreas : Um estudo radiológico e clínico bem feito nas pancreatites agudas apresenta grande importância. sem ser patológica.

Maturidade fetal Fazemos radiografias em AP e perfil com a finalidade de sabermos se o feto esta a termo. para evitar distorções de imagem que viriam falsear a pelvimetria. penetrando no meio do espaço entre as duas cristas ilíacas e a sínfise pubiana.5s / grosso / 1. Mesmo após os 4 meses. Os principais sinais são a presença do núcleo distal de crescimento do fêmur. O plano frontal ou coronário deve coincidir com a linha central da mesa. para trabalharmos com tempo curto com a finalidade de diminuirmos a possibilidade de flou cinético com movimentação do feto. Plano frontal ou coronário da paciente coincidindo com a linha central da mesa.AP A radiografia de abdome para posição fetal apresenta valor quando o feto se coloca numa apresentação atípica. penetrando entre a sínfise pubiana e o apândice xifóide.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo O perfil direito ou esquerdo com a paciente em posição ortostática. Incidências AP / perfil direito e esquerdo / incidência de THOMS AP Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. AP Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. No serviço de radiologia só deve executar o exame o operador que esteja treinado no determinado aparelho. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 15 / 150 / 300 / 0. penetrando ao máximo na pelve. a paciente deve esvaziar a bexiga e se conseguir evacuar será melhor para a obtenção de mais detalhe no exame. suspeita de morte fetal. chamado núcleo de ossificação de BECLARD e a presença dos dentes molares. com a paciente em decúbito lateral. Nos casos de gravidez gamelar.5s / grosso / 1. Devemos utilizar alta miliamperagem para podermos trabalhar com tempo curto. por causa da mobilidade fetal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 85 / 30 / 150 / 300 / 0. isto é. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 15 / 150 / 300 / 0. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . pois as vezes não conseguimos individualizar o núcleo distal do fêmur no AP e só o vemos na projeção em perfil.5s / grosso / 1. Raio central perpendicular. o raio central deve penetrar no seu ponto central. Devemos sempre utilizar tempo curto. antes de iniciar o exame. deve ser indicado de rotina. além de outras indicações. Como nos interessa a medida da pelve. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. penetrando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o apândice xifóide. sabermos se a criança já apresenta condições de maturidade para nascer. sempre devemos utilizar ecrans de grãos grossos. para evitar possíveis repetições. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre a crista ilíaca e a sínfise pubiana. Nas radiografias de abdome da gestante.genéticas. deve ser feito de rotina para a apresentação fetal ficar mais próxima da real. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Sempre utilizar o tempo mais curto possível. as radiografias só devem ser indicadas quando forem realmente necessárias. A radiografia deve ser feita num foco grosso. Para trabalharmos com fatores mais baixos.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo O perfil direito ou esquerdo.0m / sim / 30x40cm Pelvimetria A pelvimetria apresenta importância nas desproporções céfalo-pélvicas que fará o médico indicar ou não a cesariana. Abdome Posição fetal . penetrando ao nível da crista ilíaca.

mostrando perfeitamente a proporção da cabeça do feto com a pelve. termômetro. Os ecrans devem ser lavados semanalmente. passador de chassis. por isso a utilização do HIGROSCÓPIO. Os pés devem estar afastados um do outro até que fiquem apoiados nos bordos laterais da mesa de exame. Ventilação A utilização de ventiladores para a circulação de ar ou de exaustores.0m / sim / 24x30cm 15 . fixação e lavagem das peliculas radiográficas e onde se carrega os chassis. Métodos de lavagem dos ecrans Devem ser lavados com algodão. Divisão Uma câmara escura divide-se em : Parte seca e parte úmida Componentes da parte seca Balcão. gavetas. Raio central perpendicular. porta-colgaduras. fixação e lavagem. Limpeza A sensibilidade dos filmes faz com que a limpeza na câmara escura seja de importância capital. etc. um algodão seco de maneira suave. Os chassis devem ser lavados e limpos pelo contato íntimo com doentes com variadas enfermidades. A umidade relativa do ar deve ser por volta de 50ºC. água e sabão de côco. negatoscópio. tem função importante para que os gases emanados das soluções tóxicas ao organismo humano não venham prejudicar o operador. exigindo pouco sobre o ponto de vista funcional do operador de câmara escura. passando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o sacro. porta-chassis./ 200 / 300 / 0. nos reportaremos especialmente a técnica de processamento manual que é a que exige maiores conhecimentos práticos e teóricos do operador. O tronco da paciente deve fazer um ângulo de 55º com o plano da mesa. higroscópio ( opcional. deve-se passar um algodão úmido para tirar o excesso do sabão e após. para melhor conservação dos filmes e processamento das radiografias. despertador. não só a câmara escura mas todos os acessórios e os equipamentos exigem sempre a melhor limpeza. e para isso deve apoiar-se posteriormente com as mãos. deslocando o ecran.85 / 30 / 150 / 300 / 0. Uma câmara escura deve Ter uma disposição e tamanho suficiente para que o trabalho flua sem interrupção. torneira para água corrente. As colgaduras devem ser lavadas periodicamente porque o acúmulo de gelatina nas presilhas não venham manchar os filmes.Câmara escura Técnica e componentes No nosso estudo. Definição de câmara escura É o lugar no interior do qual se desenvolvem os processos de revelação. A mesa de trabalho deve estar disposta em situação afastada a zona dos tanques. luz de segurança. A disposição do balcão oposta a zona dos tanques evita a possibilidade que se salpiquem os filmes secos e os ecrans com substâncias químicas. luz de segurança. Tem este nome porque todos estes processos só podem ser realizados sob luz de segurança e de baixa intensidade. . A técnica de processamento mecanizada exige estudos mais aprofundados sobre o mecanismo da máquina processadora.5s / grosso / 1. O algodão não deverá estar muito encharcado com água para que a mesma não escorra em direção ao feltro do chassis.0m / sim / 30x40cm Incidência de THOMS Paciente sentada na mesa de exame. Temperatura A temperatura numa câmara escura deve variar entre 18º e 24ºC. Esta projeção apresenta a pelve num plano axial. etc. pode estar próximo a parte seca ou úmida ). pois irão assegurar uma melhor quealidade da imagem radiográfica e uma durabilidade da capacidade fluorescente. evita o desperdício de tempo e menos cansativo para o operador. de maneira que o seu plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. caixas de filmes. vindo a alterar posteriormente a qualidade da imagem ( imagem flou ). as quais produzirão imagens nas radiografias. Localização A localização ideal é a colocada no centro e todas as salas tendo comunicação direta. túnel passador de chassis. toalha. Depois de passado o algodão com água e sabão de côco. Componentes da parte úmida Tanques de revelação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / -.7s / grosso / 1.

Armazenagem
As caixas de filmes e os chassis devem ser armazenados na posição vertical para que não ocorra a formação de eletricidade estática e a deformação dos chassis com alteração no contato dos ecrans, respectivamente. No caso de uma caixa de 100 filmes durar mais de que um mês em uso, recomendase adquirir embalagem menor.

Iluminação de segurança
Numacâmara escura deve-se Ter tanto luz branca como iluminação de segurança. A luz se necessita para limpar os tanques, preparar solução e limpezas gerais. As lâmpadas de segurança são indispensáveis para proporcionar a iluminação correta para que se possam manejar impunimente durante a revelação. Um filme não deve ficar exposto durante mais de um minuto a ação da luz de segurança; da mesma forma, durante a revelação, o tempo não deve exceder aos vinte segundos. Normalmente há três zonas de iluminação de segurança numa câmara escura. A mais forte ( brilhante ), onde os filmes se lavam e se colocam no secador; a média, onde esta a mesa de trabalho, ou seja, a parte seca. A potência da lâmpada deve variar entre 6 ½ e 10 WATTS. Seja qual seja o tipo de lâmpada, é necessário que se coloque o filtro correto para se obter a cor adequada da luz. Os filtros devem Ter cor âmbar, verde amarelado, verde ou vermelho. Há filtros de diversas classes; o especial para os filmes que são sensíveis ao azul, outro para os que são sensíveis ao verde. Nunca devemos utilizar lâmpadas vermelhas, apesar de haver uma sensação de segurança, pode produzir velamento. A distância entre a lâmpada de segurança e o balcão deve variar entre 90 e 120 centímetros.

Causas de velamento inaparente numa câmara escura
Filtros com rachaduras que escapem luz branca. Frestas de portas. Buraco de fechadura. Excesso de tempo sob ação da luz de segurança. Túnel passador de radiografias aberto na câmara clara. Frestas do passador de chassis. Negatoscópio na câmara escura de lâmpadas fluorescentes, quando apagam, continua por certo tempo a emitir luminosidade, etc.

Latensificação ou intensificação posterior
Os filmes tornan-se duas ou três vezes mais sensíveis as luzes de segurança, após terem sido expostos aos raios-X com ecrans fluorescentes.

Acesso à câmara escura
O sistema de entradas terá que impedir qualquer penetraçãode luz, dentre os sistemas, temos : 1- Sistema porta única – Somente uma porta separando a câmara escura do ambiente claro. É o sistema menos seguro. 2- Sistema labirinto – Paredes formando um labirinto; é bastante seguro, tendo o inconveniente de necessitar muito espaço. 3- Sistema porta giratória – Várias folhas de porta fixadas por um eixo central. É um sistema muito oneroso e sujeito a falhas. 4- Sistema porta paralela – Nesse tipo deverá haver um bloqueio que impeça as duas portas de se abrirem ao mesmo tempo. É o mais utilizado.

Cor das paredes
Não há necessidade que a cor das paredes seja em tom escuro ou mesmo pintado de preto, para ser seguro. É claro que a cor negra absorve alguma coisa da luz de segurança, porem não tera muita importância, se esta luz for de intensidade e claridade seguras; logo, a luz refletida em qualquer superficie sera segura também, independente da cor desta superfície. É até aconselhavel que as paredes sejam pintadas de cor clara como o cinza claro, verde ou creme, que são agrádaveis sob a luz branca e refletem luz adequada sob condições apropriadas de iluminação de segurança. Outro ponto importante é que as paredes sejam lisas e pintadas com tinta impermeável, facilmente laváveis.

Filme radiográfico
Os componentes de um filme radiográfico são : - Gelatina : capa externa com função de proteção; - Emulsão : gelatina mais cristais de sal de prata; - Substrato : região com maior concentração do sal de prata; - Celulose : a base do filme; Do outro lado , a mesma ordem se repete, da gelatina a base de celulose. O filme é sensível a muitas coisas : - luz - Raios-X - Raios gama - Vários gases

- Vapores - Calor - Umidade, etc. Os filmes devem ser armazenados sob uma temperatura de 10º a 21ºC e a umidade relativa do ar por volta de 40% a 60%. As caixas não devem ser armazenadas umas sobre as outras e sim de forma vertical.

Manejo dos filmes
Deve-se manejar cuidadosamente. Devem ser retirados delicadamente da caixa, evitando que os dedos entrem em contato direto com o filme. A colocação do filme no chassis deve ser feita de maneira que seja colocado sem deslizar sobre o papel protetor e não bata com força nas extremidades do chassis. A retirada do filme do chassis deve ser feita : após a abertura das presilhas, vira-se o chassis de maneira que a armação metálica que recebe inicialmente a radiação, fique voltada para cima; eleva-se essa armação e pega-se o filme por um dos seus vértices com a ponta dos dedos. Ao retirar-se o filme, Ter o cuidado de não esbarrar nas bordas da armação metálica anterior. A colocação da pelicula radiográfica na colgadura deve ser primeiro fixada nas presilhas que apresentam mobilidade para que o filme fique bastante ajustado nas quatro presilhas. Ao colocar-se um filme na colgadura, deve-se afastar da luz de segurança por causa da LATENSIFICAÇÃO.

Eletricidade estática
É a corrente elétrica que se forma quando o filme sofre algum impacto, mesmo este estando parado. A formaçào de eletricidade estática é mais comum nos ambientes secos.

Prevenção da eletricidade estática
O procedimento mais eficiente é elevar e manter a umidade relativa da atmosfera ambiente. Por isso deve Ter numa câmara escura um bom HIGROSSCÓPIO. Manuseio delicado do filme. Após a exposição aos raios-X, o chassis deve ser aberto lemtamente e o filme cuidadosamente removido. Deve Ter um fio ligado do balcão a terra. Deve-se evitar coberturas de borracha sobre o balcão pois dessa maneira a eletricidade não se escoa para a terra. Deve-se evitar a utilização de sapatos com solas de borracha. Deve-se evitar assoalhos de borracha ou a utilização de ceras duras. As caixas de filmes devem ser guardadas verticalmente.

Marcas de eletricidade estática
São três tipos : Árvore, coroa e poeira

Fases do processamento
Revelação ( mais ou menos 3 minutos ) – enxágüe ( alguns segundos ) – fixação ( mais ou menos 6 minutos ) –lavagem ( mais ou menos 20 minutos ) – secagem ( mais ou menos 30 a 40 minutos ).

Revelação
A revelação de um filme completa o que a exposição começou, isto é, converte em imagem visível e permanente a imagem latente criada pelos raios-X e a luz fluorescente.

Tanque para as soluções de processamento dos filmes
Vidro, ebonite, aço inoxidável ( certas ligas metálicas não se prestam para conservar as soluçòes ), ferro esmaltado e cerâmica são satisfatórios para conter as substâncias químicas fotográficas. Ferro, aço, ferro galvanizado, zinco, chumbo, cobre, estanho e alumínio não devem estar em contato com as soluções de processamento de filmes. Num tanque de 40 litros revela-se mais ou menos 300 filmes.

Alterações químicas que sofrem os grãos de prata com as fases do processamento
Filme virgem ( prata halóide ). Grão de prata após exposição – imagem latente. Revelação parcial. Revelação completa. Final de revelação e fixação – órgãos sem exposição são removidos Lâmpada de segurança adequada ( entre 6 ½ a 10 WATTS ). Tempo médio de 3 minutos. Temperatura média de 20ºC. Ventilação e renovação do ar. Limpeza dos tanques de revelação ( com ácido muriático a 28-38% ). Limpeza periódica das colgaduras. As presilhas fixam pedaços de gelatina ( limpeza com solução de tripsina e bicarbonato de sódio facilitam a remoção com uma escova ).

Fatores importantes na revelação

Revelador
Solução redutora que causa precipitaçào da prata contida na molécula de brometo de prata ( AgBr2 ). A prata reduzida tem coloração negra.

Componentes do revelador
Mentol – redutor suave que dá a nitidez 3,5g / litro. Hidroquinona – redutor responsável pelos contrastes fortes 9g / litro. Sulfito de sódio – previne a oxidação dos redutores. Conserva e estabiliza a solução – 60g / litro. Carbonato de sódio – Alcaliniza a solução, reforça o poder dos redutores, controla a velocidade da revelaçào e abre os poros da gelatina – 40g / litro. Brometo de potássio – Evita o velamento pela hidroquinona das partes transparentes e age como retardador. Água pura, destilada ou não – até completar 1 litro.

Banho enxaguador
Acabando a revelação o filme retém na gelatina quantidades consideráveis de revelador. Por isso a necessidade de enxágüe. Assim evita-se que o revelador ( alcalino ) neutralize a acidez do fixador. Costuma-se colocar ácido acético na água para haver a parada de revelação durante o enxágüe.

Fixação
É componente independente da revelação, com função de clarear a radiografia, fazendo cair os cristais não revelados e ainda endurecer as capas de gelatina para torná-la resistente ao calor.

Componentes do fixador
Hipossulfito de sódio – dissolve a prata não precipitada tornando transparente as partes não irradiadas 250g / litro. Sulfito de sódio – conserva e estabiliza a solução – 30g / litro. Ácido acético glacial – acidifica a solução parando imediatamente a revelação – 45g / litro. Alúmen de cromo – substância empregada para endurecer a gelatina 15g / litro. Água pura – ( não obrigatório ser destilada ) – até completar 1 litro.

Lavagem
É essencial que uma radiografia terminada não contenha massas de prata reveladas suspensas em gelatina para que seja completamente inerte á atividade luminosa ou química. Por conseguinte, é preciso lavar bem o filme para remover as substâncias químicas. Se esta fase se descuida pelo que se refere ao tempo de lavagem ou ao abastecimento de água, a imagem se manchará e enfraquecerá com o tempo. Os filmes devem lavar-se em água corrente que circule de maneira que as duas superfícies de cada lado recebam água fresca continuamente.

secagem
As radiografias só poderão ser observadas após totalmente secas, pois enquanto estão úmidas se apresentam manchadas e há o risco de umas colarem-se as outras através das camadas externas de gelatina ainda existente. O tempo de secagem vai variar de acordo com as condições no serviço de radiologia. Ambientes quentes, com ventilação direta, até com secadores automáticos, aceleram o tempo de secagem das radiografias.

16 - Rotinas Mínimas dos exames radiológicos Rotinas mínimas dos exames radiológicos e suas incidências : 1. Dedo ( 2º ao 5º quirodáctilo ) – Postero anterior, perfil interno ou perfil
externo

2. Polegar ( 1º quirodáctilo ) – Postero anterior e perfil externo 3. Mão - Postero anterior e oblíqua anterior interna 4. Mão ( corpo estranho ) - Postero anterior, oblíqua anterior interna,

perfil interno ou perfil externo 5. Mãos e punhos ( idade óssea ) - Postero anterior “Comparativa” 6. punho – Postero anterior, perfil interno, oblíqua anterior interna e oblíqua anterior externa 7. Antebraço – antero posterior e perfil interno 8. Cotovelo – antero posterior e perfil interno 9. Circunferência articulação do rádio – antero posterior e perfil interno com rotação interna e externa da mão 10. Olecrânio – antero posterior, perfil interno e semi-axial 11. Braço – antero posterior, perfil interno 12. Colo cirúrgico do úmero – antero posterior, perfil externo ( transorbitária ou contactografia )

antero posterior e axial Omoplata . 38. Ombro ( articulação escápulo-umeral para bursite ) . 36. 29.antero posterior. 21. 31. 37. perfil esquerdo . 14.antero posterior “comparativa” e perfil externo Rótula – Postero anterior e perfil externo Chanfradura intercondiliana – Antero posterior com raio central perpendicular e com 30º podálicos Fêmur – Antero posterior e perfil externo Fêmur ( terços médio-proximal ) . 32.antero posterior “comparativa” e axial Pé ( ante-pé ) – Dorso-plantar ( antero posterior ) e oblíqua posterior interna Pé ( retro-pé ) – Dorso-plantar ( antero posterior ).antero posterior e perfil externo Articulação tíbio-társica ( ruturas ligamentares ) . 35.antero posterior Púbis – Postero anterior e axial Articulação sacro-ilíaca – incidência de FERGUSON ( antero posterior ). 39. oblíqua posterior interna e perfil externo Calcâneo . 20. perfil com flexão e transoral Coluna cérvico-torácica . joelho e tíbio-társica Coluna cervical .antero posterior “comparativa”.antero posterior de coxo-femural.antero posterior. 19. perfil esquerdo normal. 26. 34.( 1º ao 5º podáctilo ) . antero posterior “localizada” e axial Clavícula . 17. 42. 27. oblíqua anterior esquerda e axial Artelho . oblíqua posterior direita e oblíqua posterior esquerda Escanografia .antero posterior. oblíqua posterior interna e oblíqua posterior externa Sesamóideo .antero posterior com rotação interna e externa do braço Ombro ( articulação escápulo-umeral para fraturas ou luxações ) .antero posterior “comparativa”.Antero posterior e perfil externo Colo do fêmur – Antero posterior com rotação interna e externa e axial Articulação coxo-femural . perfil esquerdo normal.perfil externo e axial Pé plano – Dorso-plantar ( antero posterior ) e perfil interno Articulação tíbio-társica . 23. 41. antero posterior “localizada” Articulação esterno-clavicular – Postero anterior com o paciente em oblíqua anterior direita. perfil com flexão e incidência de FERGUSON 5º vértebra lombar . 28. 16. 25. 22. 24.antero posterior e perfil externo Articulação acrômio-clavicular . 18.antero posterior e perfil externo Joelho .13. 30.antero posterior com stress lateral e medial Perna . 15. 40. perfil esquerdo Coluna lombar – Postero anterior. 33.antero posterior “comparativa” e antero posterior “localizada” Bacia .antero posterior.

antero posterior. 45. incidência de RHEESE direito e esuqerdo Arcada zigomática – incidência de HIRTZ “comparativa”. 46. 52. 60. 68. 58. 55. 66.antero posterior e perfil do lado da convexidade Crânio ( panorâmicas ) – Postero anterior. 49. 48.antero posterior ( incidência de FERGUSON ) e perfil esquerdo Coluna coccígea . perfil direito ou esquerdo. 57. 64. incidência de BELLOT direita e esquerda Corpo da mandíbula – Postero anterior e axial Ramo horizontal da mandíbula – incidência de BELLOT e incidência de WATERS Ramo vertical da mandíbula – incidência de SCHULLER. 44. incidência de CHAUSSÉ III. perfil esquerdo e incidência de REVERCHON Sela turca – Rotina panorâmica de crânio. 47. incidência de REVERCHON e postero anterior de mandíbula Maxila – Oblíqua postero-anterior e incidência de WATERS Ossos nasais – perfil esquerdo e perfil direito Malar – incidência de SOLIDÔNIO LACERDA e oblíqua semi-axial Pescoço ( partes moles ) – antero posterior. perfil direito e perfil esquerdo Tórax – Postero anterior e perfil esquerdo Arcos costais ( costelas ) “verdadeiras e falsas” – postero anterior. incidência de GUILLEN. perfil esquerdo “localizadas” Buraco ótico – incidência de RHEESE direito e esquerdo Buraco rasgado posterior – incidência de CHAUSSÉ II direito e esquerdo Osso temporal – Rotina panorâmica de crânio. 53. incidência de SCHULLER Seios da face – Fronto-naso e mento-naso Órbita – Postero anterior “comparativa”. 54. 63. 61. Postero anterior. perfil esquerdo normal. 62. 51. 65. 69. transorbitária comparativa. perfil esquerdo e incidência de REVERCHON Crânio ( politraumatizados ) . incidência de WATERS ( semi-hirtz ) Mandíbula – Postero anterior. 59. perfil com flexão e incidência de FERGUSON Coluna sacra . oblíqua anterior direita e oblíqua anterior esquerda . 50.antero posterior e perfil esquerdo Escoliose . oblíqua semi-axial direita e esquerda Articulação têmporo-mandibular – incidência de SCHULLER diretia e esquerda com boca aberta e fechada Articulação occipito-atlóidea – Postero anterior e perfil esquerdo Face ( panorâmica ) – Fronto-naso e incidência de WATERS Face ( politraumatizado ) – Antero posterior.43. Coluna lombo-sacra – Postero anterior. 56. 67.

50 m ---------------.+ 7 Kv 2 Distância em metro ----.+ 16 Kv 1. compensamos com + 2 Kv.40 Kv 100 mAs --------.tempo Menos tempo ----------25% ------------------50% ------------------75% ------------------mais tempo -----------25% ------------------50% ------------------75% ------------------100% -----------------mais Kv 7% 20% 50% menos Kv 5% 10% 13% 16% 4 Relação Kv ---------.10 Kv 0.50 Kv 50 mAs --------. B. 75. 71. 6 Gesso ------------.+ 13 Kv 1\4 mAs --------.5 cm compensar com 1 Kv Além de 100 cm : Cada 5 cm compensar com 1 Kv 3 Relação Kv ---------. variando em muito o tempo de exposição. 73.0 m ----------------.Aproximadamente representa o aumento ou redução à metade de exposição ( mAs ) representa inversamente diminuir ou aumentar 10 Kv.+ 7 Kv Cone dentário --------. antero posterior de abdome em decúbito dorsal e postero anterior de tórax Posição fetal – antero posterior Maturidade fetal – antero posterior.70.Kv A ) Para cada 1 cm que aumente a espessura.. no caso da diminuição de espessura – 4 Kv.mAs --------------.+ 10 Kv 1\3 mAs --------. B ) Para cada 1 cm que diminua a espessura. nos casos do aumento da espessura + 4 Kv.+ 16 Kv 1\5 mAs --------. C ) Quando fazemos radiografias sem ecram de grão médio. perfil direito ou perfil esquerdo e incidência de THOMS 17 . perfil direito ou perfil esquerdo Abdome – antero posterior Abdome agudo – antero posterior de abdome em ortostática.16 Kv Entre 50 e 100 cm : Cada 2.Kv 2.75 m ---------------. compensamos com 4 Kv por cada 1 cm.+ 18 Kv 1\6 mAs --------. 72. Exemplos : 200 mAs --------. Arcos costais ( costelas ) “flutuantes” – antero posterior.Kv A + + B ) Extremidades delgadas : 10 Kv ( gesso úmido ) 6 Kv ( gesso seco ) ) Extremidades grossas : .+ 4 Kv Estendido ------------. compensamos com – 2 Kv.. perfil direito ou perfil esquerdo Pelvimetria – antero posterior. 5 Relação espessura ---------. 74.normal 0.+ 11 Kv 1. quando com ecram de grão médio.Kv 1\2 mAs --------.Relação entre os fatores e dados práticos de técnica radiológica 1 Colimadores ----. quando com ecram de grão médio.60 Kv Com esta relação obtemos radiografias de padrão semelhante.0 m ----------------.mAs A.50 m ---------------.Kv Cilindro de extensão : Fechado --------------.+ 20 Kv Esta relação apresenta valor entre 55 Kv e 85 Kv em ecram de grão médio e entre 45 Kv e 100 Kv em ecram de grão grosso.

3\4 do mAs = 8 Kv Extermidades – Mesma técnica do adulto de acordo com a espessura. 13 Relação distância ---------------------.Nomes e termos utilizados na prática da técnica radiológica 1-) Amplola de raios-X ----.Tubo com lato vácuo com função de produção e emissão de raios-X. 1\4 do mAs = 16 Kv De 2 a 6 anos. 1\2 do mAs = 10 Kv De12 a 16 anos. coluna e crânio.Geralmente em aparelhos transportáteis e portáteis.90% de absorção --. 17 : 1 --.compensação de + 20 Kv ou 5 a 6x mAs.compensação de + 13 Kv ou 3x mAs.. fixo : compensações com + 13 Kv ou 3x mAs.4 acamados ( + de 2 semanas )--.tempo Variando os fatores para obtenção de radiografias de padrão semelhante.Polo positivo da ampola onde chocam-se os eletrons para produção dos raios-X.10 Kv . Exemplo : radiografia de mão Com ecram 5 mAs -----------.mAs mAs novo : mAs original : : dnova2 : doriginal2 ou mAsn/mAso = dn2/do2 Exemplo : qual o novo mAs numa radiografia feita com 100 mAs que modificamos a distância de 1 m ( do ) para 2 m ( dn ).tempo ( T ) Tnovo : original : : dnova2 : doriginal2 Tn / To = dn2 / do2 ou 15 Relação mAs ---------------. 8 : 1 --.grão médio -------------.Radiografia do sistema vascular.grão fino --------------.Kv ---------.+ + C + + 12 Kv ( gesso úmido ) 8 Kv ( gesso seco ) ) Coluna vertebral : 14 Kv ( gesso úmido ) 10 Kv ( gesso seco ) 7 Angulação entre o raio central e o plano do objeto 45º ou mais => dobrar o mAs ou + 10 Kv 35º ou mais => + 6 Kv 30º ou mais => + 4 Kv 8 Crianças ( alguns dados em relação ao adulto ) Idade até 2 anos. temos mais detalhe e menos contraste. 2-) Angiografia ----.normal .. Pulmão – Até 6 anos da + 10 Kv em relação a espessura por não inspirar bem.6..+ 4 enfisematosos --------. Foco-filme ( d1 ) x maior diâmetro do cone ( d4 ) / comprimento do cone ( d2 ) + ( distância foco-filme ( d3 ) -----------------------------------D = d1xd4 / d2+d3 Exemplo : 100 x 12 / 20 x 5 = 48cm Então o diâmetro do campo do cone distância foco-filme de 1m é igual a 48cm.2s 12 Relação ecram -------------. 9 Tipos de pacientes --------------------. 4-) Anódio fixo ----.tempo mAsnovo : mAsoriginal : : Toriginal mAsn / mAso = Tn / To ou 16 Relação mA ----------------------. 11 Tempo de movimento da grade potter-bucky 20 % a mais que o tempo de exposição. .Tnovo : Toriginal ou mAo / mAn = Tn / To 17 Cálculo do diâmetro do campo da imagem radiográfica Diâmetro do campo ( D ) = dist.4 musculosos ------------------.mAs 6 : 1 --. Coluna e crânio. Coluna e crânio.compensação de 16 Kv ou 4x mAs. 1\3 do mAs = 13 Kv De 6 a 12 anos.65% de absorção -----.44 Kv OBS : nas radiografias feitas sem ecram. 8. temos que multiplicar 20x o mAs. 10 Kv Kv Kv Kv 10 Grade potter-bucky ----------. . 3-) Anódio ----. Coluna e crânio. mAs = mAso x dn2 = mAs = 100 x 22 / 12 = 400 / 1 mAsn = 400 14 Relação distância -------------------------.80% de absorção ---.+ 16 Kv B ) Para a obtenção de uma radiografia de padrão semelhante feita com ecram grão médio e fazermos uma outra retirando o ecram.Kv A B C D A B C D ) ) ) ) ) ) ) ) Pacientes Pacientes pacientes Pacientes bucky bucky bucky bucky velhos ( porose ) -----------.grão grosso ------------. Exemplo : tempo de exposição 1. mAoriginal : mAnovo --------.0s Tempo de grade 1..44 Kv Sem ecram 100 mAs ---------.Kv A ) .

12-) Avental plumbífero ----.T. 41-) Ecram reforçador ----.Cambiador automático de filmes.É o que já existe na região a ser examinada. como gás carbonico. 35-) Distal ----. 8-) Apnéia ----.O mesmo que deitado ou em clinustática. Normalmente a base de bário.Deitado com a região posterior do tronco em contato com a mesa. 28-) Contraste artificial ----. 10-) Apnéia inspiratória ----.Fenômeno que explica os 5% a mais de radiação no lado do catódio. 26-) Cone ----. 37-) Ecram grão fino ----. partes moles e osso.Parada da respiração. 29-) Contraste natural ----. etc. chassis. dando imagens de velamento no filme radiográfico. 23-) Clinustática ----. Para obter melhor definição da mais próxima.Avental a base de borracha e chumbo. 16-) Bipedestação ----. 21-) Cilindro ----. 7-) Aparelho bloqueado ----. gordura.Parada da respiraçào em expiração.O mesmo que deitado. através do flou cinético.Ecram que apresenta intensificação e detalhes médios. 43-) Eletricidade estática ----.Eletricidade que se forma em ambientes de clima seco. iodo ou gases. 36-) Ecram ----.Ecram que permite uma imagem dinânmica das estruturas anatômicas.Dispositivo com finalidade de reduzir o feixe de radiação ao campo a ser radiografado. protóxido de azoto ou ar atmosférico. . apresenta maior durabilidade. com finalidade de proteção aos raios-X.Desvio posterior do eixo da coluna vertebral.Local onde se coloca o chassis. ficando assim apagada.Colimador com finalidade de evitar a formação de radiação secundária. há um relais que desliga a mesa de comando.Armação metálica com finalidade de portar o filme radiográfico na revelação manual. 25-) Colgadura ----. 42-) Efeito anódio ----.Polo negativo da ampola de onde partem os eletrons para chocarem-se no anódio. 33-) Decúbito ventral ----. 24-) Colimador ----.Parada da respiração em inspiração.Deitado com a região lateral do tronco em contato com a mesa. Normalmente.É o que introduzimos no paciente para obtenção de melhores imagens de determinadas regiões. 34-) Diafragma ----. 30-) Decúbito ----.Folha de papelão com um sal.Dispositivo que parmite limitar o campo de exposição dos raios-X.Em proporção com uma outra estrutura próxima é a que está mais afastada do crânio. 14-) Bandeja ----.Normalmente em aparelhos de maior miliamperagem.É um método de exame que utiliza a maior ampliação da região mais afastada do filme.Acessório próximo a mesa de comando com a finalidade de radioproteção. 20-) Cifose ----. não permitindo a emissão de raios-X.5-) Anódio giratório ----. 6-) A.Radiografia que utiliza o movimento de estruturas que estejam superpondo-se com a região a ser examinada.Ecram que apresenta baixa intensificação e alto detalhe. 15-) Biombo ----. quando utilizamos mAs e Kv muito altos. que apresenta a finalidade de intensificar a radiação. 17-) Bucky ----. 11-) Autotomografia ----. 38-) Ecram de grão grosso ----.O mesmo que ortostática ou pessoa de pé.Fios elétricos que alimentam o aparelho de raios-X.Sistema de segurança do aparelho que.Deitado com a região anterior do tronco em contato com a mesa. para obtenção de uma radiografia. ----. 31-) Decúbito dorsal ----.Ecram que apresenta alta intensificação e baixo detalhe.Colimador com finalidade de evitar a formação de radiaçào secundária. 18-) Cabos de alta tensão ----.Colimador que podemos fazer variar seu comprimento. 40-) Ecram radioscópico ou fluoroscópico ----. 22-) Cilindro de extensão ----. 27-) Contactografia ----. 32-) Decúbito lateral ----.Grade com finas lâminas de chumbo com finalidade de evitar que a radiação secundária atinja o filme. 9-) Apnéia expiratória ----. 39-) Ecram de grão médio ----.Componente da parte seca da câmara escura onde se guardam os filmes. ar. 13-) Balcão ----.O. a ampola deverá estar encostada no paciente.Ecram com finalidade de intensificar a radiação para obtenção de uma radiografia. 19-) Catódio ----.

mais próxima do filme.Região anterior direita mais próxima do filme.AP ( ântero-posterior ) ----. do filme ou do foco.O mesmo que buraco. .Grade onde as lamínulas são divergentes.P ( perfil ) ----.O raio central percorre o maior eixo da região a ser examinada. .Região posterior externa ou lateral do membro superior ou inferior.Região posterior esquerda. 54-) Filme velado ----. entre eles.Região posterior direita.É a que se movimenta durante o tempo de exposição. 65-) Grade potter-bucky ----. 58-) Flou ----.Região anterior externa ou lateral do membro superior ou inferior.Raio central penetra na região anterior e sai na posterior. com função de sustentar a ampola. 68-) Incidência ----. mais próxima do filme. 52-) Filme ( radiográfico ) ----.O mesmo que sem nitidez.Pdir ( perfil direito ) ----.Pext ( perfil externo ) ----. . posicionamento. mais próxima do filme. .Região externa ou lateral do membro superior ou inferior. .Lateral ----.Grade composta de finas lamínulas de chumbo.É o fator que indica o que a grade antidifusora absorve de radiação. cavidade. 67-) Grade universal ----. .Filme que sofreu a ação da umidade. com finalidade de evitar que a radiação secundária atinja o filme. .44-) Escoliose ----. mais próxima do filme.OPI ( oblíqua posterior interna ) ----.Filme exposto a radiações.São as responsaveis pela maioria das projeções utilizadas na técnica radiológica.Raio central penetra na região posterior e sai na anterior. fatores radiográficos e raio central. 49-) Filamento ----.Região posterior interna ou medial do membro superior ou inferior.OAI ( oblíqua anterior interna ) ----. mais próxima do filme. .É a grade antidifusora fixa. acompanhando a divergencia do raio.Grade onde as lamínulas entrecruzam-se em ângulos retos.Pint ( perfil interno ) ----.Região interna ou medial do membro superior ou inferior.Filme que ainda não foi exposto a qualquer tipo de radiação.Axial ----. calor e outras condições que impressionam os sais de prata.Polo negativo de uma ampola de raios-X.OAE ( oblíqua anterior esquerda ) ----.O mesmo que o filtro de alumínio.O mesmo que perfil. 47-) Fator de absorção ----. 57-) Filtro inerente ----. . . . 59-) Flou cinético ----.Fator radiográfico que permite a obtenção de Kv.O raio central tangencia a região a ser examinada.Região lateral esquerda.OPD ( oblíqua posterior direita ) ----.Fatores que permitem a obtenção de uma imagem radiográfica ou radioscópica. . 66-) Grade reticulada ----.Desvio lateral da coluna vertebral. 53-) Filme mofado ----. mais próxima do filme. .Pesq ( perfil esquerdo ) ----.OPE ( oblíqua posterior externa ) ----.Suporte pertencente ao aparelho.Ponto do anódio de onde emana a radiação X. geralmente de 1 e 2 mm com finalidade de absorver a radiação secundária que sai da ampola.Extremidade do polo negativo ou positivo de um circuito. bucky vertical ou outros componentes. 48-) Fatores radiográficos ----. 50-) Filamento anódico ----.Região interna ou medial do membro superior ou inferior. mais próxima do filme.Grade onde as lamínulas são paralelas. 61-) Forame ----.Folha de celulose com uma emulsão de sal de prata e gelatina. 56-) Filtro de alumínio ----.Região anterior esquerda. 45-) Espessura ----. 60-) Foco ----. 63-) Grade bucky ----. mais próxima do filme. mais próxima do filme. 62-) Grade antidifusora ----.Polo positivo de uma ampola de raios-X.Tangencial ----.OAD ( oblíqua anterior direita ) ----. 51-) Filamento catódico ----. . 69-) Incidências básicas ----.Perda de detalhe radiográfico pelo movimento do objeto.Região lateral direita mais próxima do filme.É o resultado de um conjunto de dados para a obtenção de uma radiografia. sem definição. .OPE ( oblíqua posterior esquerda ) ----. .OAE ( oblíqua anterior externa ) ----. 46-) Estativa ----.Folha de alumínio. 55-) Filme virgem ----. 64-) Grade divergente ----. mais próxima do filme. . .PA ( póstero-anterior ) ----.Raio central penetra com 90º em relação ao AP ou PA. 70-) Incidências : . A espessura da região a ser examinada é medida em centímetros.

osso temporal e buraco rasgado posterior. .BUDIN e CHANDLER ----.É uma oblíqua de face.Projeção para ápice e lobo médio com o paciente em lordose forçada.É o PA de mão. O mesmo que FROG ou RÃ. .É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase em perfil.HJELM-LAURELL ----. O mesmo que LOWENSTEIN e FROG. . . . 71-) Incidências especiais ----.Corresponde a um semi-hirtz.É uma semi-axial de face. .MENTO-NASO ----.O paciente fixa a região a ser examinada e movimenta regiões que superponham. . Projeção para buraco rasgado posterior. O mesmo que BRETON e TOWNE.É o AP de mão. . para canal carpiano.A mão em PA com uma flexão externa. .É uma oblíqua de crânio para o estudo do buraco ótico.Corresponde a um semi-hirtz.É uma oblíqua de crânio. .É um PA de tórax com o paciente no decúbito lateral contrário ao da suspeita do derrame pleural. pode Ter indicação no estudo da base do crânio. O mesmo que LOWENSTEIN e RÃ.SOLIDÔNIO LACERDA ----.O raio central penetra em sentido oblíquo em relação ao maior eixo da região a ser examinada.É o mesmo que a incidência ápico-lordótica.Éum perfil de crânio.LAWRENCE ----.É uma oblíqua de face.Método de exame que a ampola fica encostada no paciente.ROSSAND ----. . mais específica para fossa posterior craniana.é o AP de pé. . .CHAUSSÉ II ----.Apico-lordótica ----. . . projeção para colo do fêmur e articulação coxo-femural.REVERCHON -----É uma semi-axial de crânio. Então as estruturas mais próximas do filme aparecem com boa definição e as mais afastadas ficam ampliadas perdendo sua definição. O mesmo que transtorácica ou transaxilar. . .FERGUSON ----.É uma oblíqua de crânio.LOWENSTEIN ----.É um perfil de braço. para o estudo do osso escafóide.PALMO-DORSAL ----. .É uma semi-axial de crânio.FLEISCHNER ----.BELLOT ----. específica para maxilar ( maxilar superior ) . com o raio central atravessando o tórax.É uma axial de coxa.BRETON ----. para o estudo do buraco ótico.É um AP de sacro. . . O mesmo que PORCHER e ROSSAND.É uma oblíqua de crânio.OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR ----. .Autotomografia ----. .FROG ----.Contactografia ----.SCHULLER ----. com colimação para os seios paranasais.PIERQUIU ----.PLANTO-DORSAL ----.Fronto-naso ----. .É a projeção axial de cotovelo. .É uma oblíqua de crânio para o estudo do osso temporal.É a fronto-naso para face e seios da face.Desvio radial ----. .LYSHOLM ----. para o estudo do buraco rasgado posterior.É uma oblíqua de crânio. . correspondendo ao PA de crânio.GAYNER-HART ----. O mesmo que POROT e ROSSAND. .A mão em PA com uma flexão interna.Dorso-palmar ----.É uma axial de face.É a projeção oblíqua de mandíbula.É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase em perfil.É uma axial de punho. para o estudo do buraco ótico. .PORCHER ----.MAYER ----.É uma oblíqua de punho. . É uma incidência para punho. mais específica para fossa posterior craniana. o mesmo que REVERCHON e TOWNE.HIRTZ ----.É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase emperfil.É o PA de pé.Dorso-plantar ----. .POROT ----. . para estudo de articulação têmporomandibular e mastóide do temporal.É um PA de crânio. Projeção para buraco rasgado posterior.Corresponde a um semi-hirtz. projeção para buraco rasgado posterior. . É uma incidência para punho.- Semi-axial ----. . .GUILLEN ----. .CHAUSSÉ III ----.É uma oblíqua de crânio para o estudo do buraco ótico.PFEIFFER ----.RÃ ----. para o estudo do osso temporal. e de acordo com a penetração do raio central. articulações sacro-ilíacas e articulação de L5-S1. com finalidade de causar flou cinético destas estruturas. para o estudo do osso malar.Desvio cubital ----. . mais específica para escafóide. O mesmo que PORCHER e POROT.CALDWELL ----.RHEESE ----. principalmente para o estudo dos seios paranasais. . .São as projeções que normalmente completam as incidências de rotina.STECHER ----. . 72-) incidências ( de ) : .

TRANSORAL ----. 76-) Linha antropológica ----.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo.É o fator radiográfico responsável pela penetração dos raios-X.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo. 78-) Linha central da estativa ----.É um AP de crânio.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. para o estudo da posição fetal. 93-) Linha de RHEESE ----. O mesmo que LAWRENCE e transtorácica.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo.Linha que vai do palato duro até o bordo póstero-superior do buraco occipital. 82-) Linha de FRANKFURT ----. linha antropológica ou linha de FRANKFURT.É um AP de face com a boca aberta. . O mesmo que REVERCHON e BRETON.Vai do násion ao teto do conduto auditivo externo. 88-) Linha inter-orbitária ----. 79-) Linha central da mesa ----. O mesmo que linha horizontal alemã. . O mesmo que linha horizontal alemã.TRANSMAXILAR ----. Coincide com a linha inter-orbitária.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo.Vai do bordo superior externo da órbita ao conduto auditivo externo do lado oposto.VÉRTICO-BUCAL ----. O mesmo que linha antropológica. Utilizada no estudo dos ossos da face.É um perfil de coluna cérvico-torácica e também utilizada na mielografia cervical e cérvico-torácica.WATERS ----.linha que passa verticalmente pelo centro do conduto auditivo externo. O mesmo que linha horizontal alemã.Vai da glabela ( frontal ) até a região alveolar do maxilar superior.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. .VAN ROSEN ----.É uma semi-axial de crânio para o estudo dos seios esfenoidais. Demonstra a zona limite da base do crânio. para o estudo do osso temporal. para o estudo das primeiras vértebras cervicais. O mesmo que linha horizontal americana ou linha órbito-meática.É um perfil de braço com o raio central atravessando o tórax. linha infraórbito-meática ou linha de FRANKFURT. mais específica para as primeiras vértebras cervicais. 75-) Linha acântion meatal ----. 90-) Linha meato-orbitária ----. 80-) Linha de CHAMBERLAIN ----.É a relação existente entre a altura das lamínulas da grade antidifusora e a distância entre elas. 85-) Linha horizontal alemã ----. 81-) Linha de CLÍVUS ----. 87-) Linha infra-órbito-meática ----. 74-) Kv ----.Corresponde a um AP para articulação coxo-femural com os fêmures quase em perfil. 77-) Linha auricular ----. .Vai do bordo externo de uma órbita ao bordo externo da outra órbita. mais específica para fossa posterior craniana.TRANSTORÁCICA ----. 84-) linha glabelo-meatal ----.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo.vai do acântion ao meato acústico externo. 1 Kv representa 1000 vezes 1 volt.Linha que passa pelo bordo posterior do clívus e se curva com uma linha que passa pelo processo clinóide posterior e vai até o násion. . linha infra-órbitomeática ou linha de FRANKFURT. linha infra-órbito-meática ou linha antropológica. 83-) Linha glabelo-alveolar ----. O mesmo que linha meato orbitária ou linha órbitomeática.É uma axial de pelve feminina. . principalmente para o estudo do macisso facial. 91-) Linha násion-meatal ----. O mesmo que LAWRENCE e transaxilar. 73-) Índice de grade ----.TWINING ----.É um perfil de braço com oraio central atravessando o tórax. 89-) Linha inter-pupilar ----. TOWNER ----. 86-) Linha horizontal americana ----. .Linha que divide o plano da estativa em duas metades iguais.É uma semi-axial para face.Divide o maior plano da mesa em duas metades iguais. . . THOMS ----.É uma oblíqua de crânio para o estudo do osso temporal.É uma semi-axial de crânio.Vai da glabela ao teto do conduto auditivo externo. O mesmo que linha horizontal americana ou linha meatoorbitária.- STENVERS ----.Vai de uma pupila a outra.É um AP de face. . 92-) Linha órbito-meática ----.TRANSAXILAR ----.TRANSORBITÁRIA ----.

É o fator radiológico que representa a quantidade de raios-X. 115-) Radiografia ----. movimento do paciente. . 111-) Potter-bucky ----.Plano de FRANKFURT ----. ou o filme que sofreu velamento químico ou físico.Coincide com a linha horizontal alemã. 116-) Radiografia cinza ----. 97-) mA ----. . 101-) Mau contato de ecram ----. O mesmo que plano horizontal alemão ou plano antropológico. . divide a cabeça em anterior e posterior. . 95-) Linha trágus-mentoniana ----.Placas para limitar no filme o campo a ser radiografado. É o resultado da multiplicação do mA pelo tempo de exposição. forçando a expulsão do ar com a glote fechada. .Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos. compostas de borracha e chumbo em solução. 110-) Plumbífero ----. 95-) Lordose ----.Plano sagital ----.Sem detalhe. Representa 1 mA = 1\1000 ampére.O mesmo que “material a base de chumbo”.Plano antropológico ----. 109-) Planos ( de ) : ----. . 108-) Placas de chumbo ----.Plano horizontal alemão ----. 98-) mAs ----.Em relação com uma outra extrutura próxima.Plano coronário ----.Plano biauricular ----. 107-) Ortostática ----.Plano de RHEESE ----. Coincide com o plano biauricular ou coronário. Coincide com o plano coronário ou biauricular. Coincide com o plano frontal ou coronário. 104-) Miliamperagem ----.Geralmente a causa é pouco Kv ( penetração ). forçando a expulsão do ar com a glote fechada. do foco ou do filme no momento da exposição. 100-) Manobra de VALSALVA ----.Divide o corpo em duas metades ( direita e esquerda ).Elemento utilizado para construção de filamento e placa anódica da ampola de raios-X.Representação gráfica e estática num filme de raios-X de uma determinada região a ser examinada. .O mesmo que de pé ou em bipedestação.Luvas utilizadas na radioproteção. 106-) Negatoscópio ----.Geralmente quando teve excesso de Kv nos fatores radiológicos.É uma apnéia inspiratória.Plano mediano sagital ----.Coincide com a linha antropológica. O mesmo que plano antropológico ou plano de FRANKFURT. Coincide com a linha násion-meatal.Os diferentes planos anatômicos servem como ponto de referência para a execução de radiografias. 96-) Luvas plumbíferas ----. 102-) Mesa de comando ----. é a que esta mais próxima do crânio.É o resultado da reflexão ou refração da radiação primária.O mesmo que mA. O mesmo que plano horizontal alemão ou plano de FRANKFURT.É uma apnéia expiratória. sem chocar-se com nenhum anteparo. . Normalmente por mau contato de ecram. . 99-) Manobra de MüLLER ----. 105-) Molibidênio ----. . T e Kv 103-) Mesa de exame ----.Desvio anterior da coluna vertebral.94-) Linha supra-órbito-meática ----.Coincide com a linha de FRANKFURT.Imagens “flou” em determinadas regiões do filme que se repetem no mesmo lugar do chassis em outras radiografias.Coincide com a linha de RHEESE.Local onde se posiciona o paciente para a obtenção de radiografias.É o fator radiológico que representa a miliamperagem que penetra na ampola de raios-X.Vai do bordo superior da órbita ao teto do conduto auditivo externo.Plano frontal ----.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos divide o corpo em anterior e posterior.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos divide o corpo em anterior e posterior. 114-) Radiação secundária ou espalhada ----. Apresenta ponto de fusão mais baixo do que o tungstênio. O mA é o responsável pelo grau de aquecimento do filamento e pela quantidade de elétrons liberados no catódio. a mais utilizada para o estudo do osso temporal. 118-) Radiografia fraca ----. Utilizado no posicionamento para buraco ótico. .Qualquer plano que passa paralelo ao mediano sagital. 113-) Radiação primária ou direta ----.É a que sai diretamente do anódio. sem definição. 117-) Radiografia flou ----. 112-) Proximal ----.Coincide com a linha horizontal americana.Plano horizontal americano ----.Grade antidifusora com mecanismo de movimento durante a exposição.Dispositivo com luz fluorescente ou branca para a visualização de radiografias.Vai do trágus a protuberância mentoniana. O mesmo que plano meato-orbitário.Mesa onde se liga o aparelho e se gradua os fatores radiológicos : mA.

Rio de janeiro.80m. 1961.Representação dinâmica do corpo humano através de um ecram fluoroscópico ou radioscópico. 131-) Telerradiografia ----.Quando o paciente respira no momento da exposição. 1974. geralmente acima de 1. 1973.É o exame radiológico que é responsavel pela mensuração dos membros ( geralmente os membros inferiores ). Física e química aplicadas a radiologia. 1974 – ( distribuição interna ). 1975 – Distribuição interna.Vidro com chumbo em solução. 132-) Tempo de exposição ----. BLOOM. Positioning in radiography. 126-) Região alveolar ----. que normalmente varia entre 110-120. 1973 ( Distribuição interna ).Técnica em que o paciente faz uma hiperflexão e uma hiperextensão do tronco. New York. 137-) Tronco ----. . IERMN. 130-) Técnica de faril ----. Inácio Gonçalves da. Rio de Janeiro. Luiz Fernando. Sueli Ferreira. CLARK. do grego. EASTMAN KODAK COMPANY. corresponde a um AP de coluna tóraco-lombar para escoliose. varia entre 2200º e 2800º C. A imagem fica sem definição ( flou cinético ). que associado ao mA obtemos o mAs ( quantidade de raios-X ).Quando feita com grade antidifusora fixa ou grade potter-bucky que não tenha movimentado na hora da exposição. outras radiações. Noções de técnica radiológica. para produção da radiação. Radiologia do ouvido. faz radiografias em série. 8th ed. 134-) Teste de KNUTSON ----. IERMN 1974 – ( distribuição interna ). 127-) Retificador ----. calor. Rio de Janeiro. BRYAN. ABREU. 129-) Seriógrafo Aparelho manipulado pelo médico radiologista que. organização panamericana de la salud e organização mundial de la salud. escanograma ou mensuração radiológica dos membros. 133-) Teste de ABEL ----. K. 1973 ( distribuição interna ). Morris. 1964. através do ecram fluoroscópico. Rio de Janeiro. C. 120-) Radiografia mofada ----. B. 140-) Vidro plumbífero ----. o paciente. En Español. ( Distribuição interna ). etc. Coletânea dos temas livres da II jornada de técnica radiológica do IERMN. Carlos. 122-) Radiografia respirada ----. IERMN. Rio de Janeiro. 121-) Radiografia queimada ----.119-) Radiografia gradeada ----. London.Porção do corpo humano composta pelo tórax e o abdome.Bibliografia AGFA GEVAERT.Acessório acoplado ao seriógrafo. Glenda J.( tele. IERMN. 6ª ed. Rio de Janeiro. O mesmo que escanografia.Onde se implantam os dentes. Técnica radiológica da face. General eletric. 2th ed. “distância” ) – São radiografias feitas a maiores distâncias. Colégio americano de radiologia. Human anatomy. em Kv ( 1000 x 1 volt ).Geralmente por excesso de Kv ( penetração ). umidade ou outros agentes. 128-) Saia plumbífera ----. Examenes radiológicos – Guia para una buena prática clínica nº229. London. BOISSON. 19 .50m até 2. Technique radiography. ANSON.Técnica em que o paciente fazuma hiperlateralização direita e esquerda do tronco.É o método de exame radiológico que executa radiografias em planos pré-selecionados pelo operador. Técnica radiológica de urgência em crânio e face.O filme que sofreu a ação de luz. com finalidade de radioproteção. umidade.Quando acontece de movimentar no momento da exposição. J. CUNHA. 12th ed. 1971.Válvula com função de transformar a corrente alternada em contínua. 1966.Aparelho que tem função de transformar a voltagem da rua. F. 123-) Radiografia tremida ----. 136-) Transformador ----. 220 e as vezes de até 380 volts. PASCHOAL. corresponde a um AP de coluna tóraco-lombar para escoliose. Apresenta alto ponto de fusão ( por volta de 3280º C ) pois a temperatura dentro de uma ampola de raios-X. Heinemann. 124-) Radiografia velada ----. 125-) Radioscopia ----. Técnica radiológica de urgência em membros superiores e inferiores.Material que compõem os filamentos catódicos e também a placa anódica. 138-) Tungstênio ----.00m e normalmente a 1. Antonio Baião de. calor. Marilene Monteiro. São varias folhas de borracha plumbífera com finalidade de radioproteção. IERMN. 139-) Velamento ----. Diagnostic radiography. Filmes e princípios de câmara escura ( 1968 ) AMÉRICO.Filme que sofreu a ação de certas radiações. AZEVEDO FILHO. 135-) Tomografia ----. EEUU.Filme que sofreu ação da umidade.Fator radiológico expresso em segundos ou seus múltiplos. escanometria. Elementos de radiografia. o foco ou o filme.

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