Técnica radiológica médica Luiz Fernando BOISSON. Serviço de radiologia do hospital municipal Miguel Couto.

Registro de direitos autorais - B.N. Rio de janeiro. 4º EDIÇÃO revisada e ampliada. 1980

Uma homenagem aos médicos radiologistas do Hospital Municipal Miguel Couto. Dr. Felicio Jahare Dr. Aldo Leite Ribeiro Dr. Paulo Menezes Nogueira Penido Dr. Luiz Alberto Moreira de Souza Dr. Hugo Cordovil Dr. João Carlos Tosin Lopes Dr. Aluisio Pereira

ÍNDICE .
01 - Técnica radiológica. Introdução
Incidência ou projeção. É o conjunto de meios para a obtenção de uma radiografia. Os principais meios que condicionam a obtenção de uma radiografia são: - Fatores radiograficos - Posicionamento - Raio central.

Fatores radiológicos
Os fatores radiológicos básicos são : - mA ( miliampere ) ==> 1/1000 A - Kv ( quilovolt ) ==>1 x 1000 volts - .e ( espessura ) ==>em cm e suas frações - .d ( distancia ) ==>em m e suas frações 1 - mA ( miliampere ) O mA que penetra na ampola é o responsável pelo aquecimento do filamento catódico, que libera os eletrons para chocaren-se no anódio, produzindo os raios-X. A miliamperagem utilizada numa determinada radiografia, associada ao tempo ( segundos e suas frações ) , nos dá o mAs ( miliampere-segundo ) , que representa a quantidade de raios-X. A - Tempo ( t ) ==> O tempo a ser utilizado numa radiografia é proporcional á incidência, aplicada ao exame radiológico. O tempo de exposição dos raios-X coincide com o tempo de aquecimento do catódio ( polo negativo ). B - mAs ( miliampere-segundo ) ==> represente a quantidade de raios-X emitida durante a exposição. O mAs é o responsável pelos contrastes fortes, isto é, o preto e o branco. Obtemos o mAs multiplicando o ma ( miliampere ) pelo t ( tempo ). .mAs = mA x t Exemplos : .mAs = ? .mA = 300 ==> mAs = 300 x 0,5 ==> mAs = 150 t = 0,5 s ________________________________________________________________________________ .mAs =? .mA =200 ==> mAs = 200 x 1,0 ==> mAs = 200 t = 1,0 s ________________________________________________________________________________ .mAs = ? .mA = 100 ==> 100 x 2,0 ==> mAs = 200 t=2s ________________________________________________________________________________ Podemos concluir : Numa mesma unidade de tempo, quanto maior o mA, maior a quantidade de raios-X. Com alta miliamperagem, podemos conseguir grande quantidade de raios-X, com tempo curto. 2 - Kv ( quilovolt ) O Kv ( quilovolt ) representa a velocidade de impacto dos eletrons liberados do catódio ( - ) contra o anódio ( + ) . Quanto maior a quilovoltagem, menor o comprimento de onda e maior a penetração dos raios-X. O Kv é o responsável pelos contrastes intermediários entre o preto e o branco. Podemos obter a quilovoltagem multiplicando a espessura ( e ) da região a ser examinada por 2 ( dois ) e somando uma constante ( k ). Para um mesmo exame a constante pode variar de acordo com o tipo de aparelho. Kv = 2 e + k Exemplos : Kv = ? .e = 20 cm ==> Kv = 2 x 20 + 30 ==> Kv = 70 .k =30 ________________________________________________________________________________ Kv = ? .e = 15 cm ==> 2 x 15 + 60 ==> Kv = 90 t = 60 ________________________________________________________________________________ Kv = 80 .e = 25 cm ==> 80 = 2 x 25 + k ==> k = 30 k=? ________________________________________________________________________________ Kv = 100 .e = ? ==> 100 = 2 x e + 60 ==> e = 20 cm k = 60 3 - e ( espessura )

Exemplo : Fratura no terço distal da perna. realizado em filmes pequenos. puntiforme. necessário para estudar radiologicamente uma determinada região. ) Incidências complementares. aumentando em muito o detalhe da imagem.. Pext ou Plat . OAE ou OAL .C. Sempre que formos estudar detalhadamente uma região. mais próxima do filme.d ( distancia ) A distancia foco-filme para a maioria dos exames radiológicos é de 1 m. que são efetuadas a maiores distancias. Região anterior esquerda. O que especifica uma incidência é a penetração do raio central. com a finalidade de esclarecer uma hipótese diagnostica. o Kv e o mAs terão que ser ajustados de maneira precisa para obtermos uma radiografia de bom padrão. Região posterior direita. Fazer panorâmica de abdome no estudo dos rins ou vesícula. Região posterior interna ou medial. Exemplo : Fazer panorâmicas do crânio no estudo radiologico do osso temporal ou da sela turca.Póstero-anterior . penetra na região anterior. se dobramos a distancia foco-filme. pois num mesmo posicionamento.0 m De acordo com a lei de Kepler. teremos que quadruplicar a densidade da radiação. o único que não é obliquo. com os mesmos fatores. penetra na região posterior saindo na região anterior. como acontece normalmente nas radiografias de coxa e perna. etc. apresentam uma melhor definição da imagem. mais próxima do filme.Obliqua posterior esquerda.Antero-posterior . para evitar que haja superposição do numerador com estruturas importantes para o exame. Mão . É bastante freqüente encontrarmos associada a uma fratura completa de cúbito. as radiografias devem incluir a articulação tibio-társica. A espessura entra na fórmula para a obtenção do Kv : Kv = 2 e + k Há uma certa padronização do mAs para cada região do corpo humano a ser examinada. OAE . Região posterior esquerda.C. Perfil externo ( Pext ) . Exemplos : Perna . . Raio central É o feixe de raios-X. próximo á região que foi radiografada no "spot film". para termos uma radiografia de padrão semelhante.Obliqua anterior esquerda. além da espessura. Tipos de incidências básicas Incidências que apresentam como ponto de referência a penetração do raio central : AP . sai perpendicular em relação ao maior eixo da ampola. Posicionamento É a posição em que o operador coloca o paciente para obtenção de uma determinada incidência. Quando isso não for possível. Escolha de filmes. A identificação deve ser colocada numa região que não sofreu exposição. Essas incidências. deve-se sempre incluir a articulação mais próxima do local afetado. São radiografias de grandes áreas anatômicas. Perfil esquerdo ( Pesq. nunca devemos realizar um exame radiológico somente com incidências localizadas. pode haver uma patologia. Região anterior direita. crânio. mais próxima do filme.Obliqua anterior externa ou lateral.R. Obliqua anterior interna ( OAI ) Antebraço .Obliqua posterior interna ou medial. com a finalidade de filtrar a radiação secundaria. antebraço.Perfil esquerdo ou lateral esquerda. Incidências localizadas. pois ás vezes. isto é.Raio central percorre internamente o maior eixo da região a ser examinada. mais próxima do filme. Região esquerda do paciente mais próxima do filme. que variam entre 1. na procura de eventuais fraturas ou luxações. É o número mínimo de radiografias. também chamadas "spot film" ( to spot = localizar ) .Postero-anterior ( PA ) . mais próxima do filme. OPE . Perfil interno ( Pint. Região direita do paciente mais próxima do filme. saindo na região posterior mais próxima do filme.Obliqua posterior direita. Região anterior externa ou lateral. Como regra geral. pois utilizam diafragmação ou colimação. OPE ou OPL .Antero-posterior ( PA ) .R.Postero-anterior ( PA ) . Incidências panorâmicas.Perfil externo ou perfil lateral. cones e outros localizadores. OPI ou OPM .Perfil interno ou perfil medial.50 e 2. Região anterior mais próxima do filme. mais próxima do filme. OAI ou OAM -Oblíqua anterior interna ou medial. luxação da cabeça do rádio.Perfil direito ou lateral direita. á densidade da região. AXIAL . proporcional. que poderia não aparecer a um exame radiológico tecnicamente errado. mais próxima do filme. Região anterior interna ou medial. Pint.De acordo com a espessura da região a ser examinada. excetuando-se as telerradiografias ( tele do grego : distancia ) . mais próxima do filme.Obliqua anterior direita. que são as regiões onde estão os ossos mais longos do corpo humano. coxa e perna. Região interna ou medial. abdome simples. cilindros. deve-se sempre utilizar os maiores filmes. que fugiria assim á percepção do radiologista.Obliqua posterior externa ou lateral. que utilizam a diafragmação somente para o tamanho do filme. 4 . Incidências que apresentam como ponto de referência a região do paciente mais próxima do filme : Pesq. ou Pmed . Nas radiografias de braço. mais próxima do filme. Exemplo : Radiografia do tórax. OAD . Pdir . PA . ) Tórax . devemos sempre associar incidências panorâmicas e localizadas. é importante sempre que possível incluir no filme as articulações proximais e distais. pode haver várias entradas de raio central diferentes. perna. São as incidências pelas quais o radiologista pode incluir na rotina. Normalmente são projeções que utilizam a área total do filme.. em pacientes politraumatizados. Incidências de rotina. Região externa ou lateral. mais próxima do filme. Como regra geral. Região posterior externa ou lateral. OPD .Rotina : Antero-posterior ( AP ) .

número de registro e as iniciais. sempre no lado direito do paciente. . PA / Pint. 1º dedo – polegar – apresenta uma falange proximal ou 1ª falange e uma distal ou 2ª falange. superpondo-se então com a mandíbula. passa a não Ter tanta importância. coloca os membros superiores em supinação. não mais conseguimos ler a data. Paciente de pé ==> parte mais alta do chassis Paciente sentado ==> no lado do chassis Paciente deitado ==> parte mais baixa do chassis Quando a radiografia é colocada no negatoscópio a imagem do numerador deve estar colocada á esquerda do observador. A posição do doente. Quando o paciente está em AP o numerador é colocado de maneira que se consiga ler a data . número de registro e iniciais. Há uma convenção. Nesse caso. que estabelece a colocação do numerador. poderá superpor estruturas de grande importância no estudo radiológico do crânio.Rotina : Fronto-naso ( FN ) . Nas incidências em perfil. Perfil de colunas torácicas e lombar em posição ortostática : Deve ser colocado na parte superior do chassis. pois neste caso deixa de existir o lado direito e esquerdo e sim o anterior ou ventral e o posterior ou dorsal. Obliqua posterior interna ( OPI ) ________________________________________________________________________________ Seios da face . Quando está em PA. A colocação do numerador nas incidências obliquas acompanha a mesma convenção da antero-posterior ( AP ) e postero-anterior ( PA ). Se for colocado próximo a qualquer um dos três vértices restantes do filme. ) . Quando for o caso de duas incidências localizadas num mesmo filme. pois se o numerador for colocado num espaço vazio por trás da coluna. ou Pext / OAI / OAE PA O dedo deve ficar estendido com a sua região anterior apoiada sobre o chassis. 2º dedo – índex ou indicador  Apresentam uma 3º dedo – Médio  falange proximal 4º dedo – Anular  ou 1ª falange. Retirar anéis ou outros adornos. Dedo ( quirodáctilo ). pois uma radiografia com numeração errada representa uma grave falha. Exemplo : OAD ( obliqua anterior direita ) de tórax em posição ortostática : Será colocado na região superior direita do chassis com sua frente voltada para o filme. 02 . em ambos quando colocado ao chassis. Há certas incidências que a identificação tem que ser de maneira atípica : Exemplos : Perfil de crânio com paciente em heme-decubito-lateral : Deve ser colocado ao nível da região mentoniana.Complementares : Obliqua posterior externa ( OPE ) . Hirtz ( H ) Identificação das radiografias Identificação é colocar o numerador de maneira que apareça na radiografia. Mento-naso ( MN ) Complementares : Perfil esquerdo ( Pesq. estudando os lados direito e esquerdo de alguma região. como é feito no estudo da cervical. Dedo ( 2º ao 5º Quirodáctilo ) Estudo radiológico – 2º ao 5º quirodáctilo. de importância secundaria. também indicará a região do chassis onde se colocará o numerador. de maneira que a região palmar fica voltada para frente. Incidências. que possam se superpor a imagem radiográfica. / Pext / OAI / OAE / OPI /OPE Incidências de rotina. É importante referirmos que a posição anatomica do corpo humano. Essa superposição deve ser aceita. Nos exemplos citados o numerador será colocado com a face anterior voltada para o filme. Devemos seguir como norma que o numerador sempre caia no lado esquerdo quando a radiografia em posição de observação. uma 5º dedo – Auricular ou mínimo  falange média ou 2ª falange e uma falange distal ou 3ª falange. não irá aparecer na imagem por causa da alta quilovoltagem utilizada nessas radiografias. a colocação do numerador no lado direito ou esquerdo.Membro superior. que tornará o exame radiológico sem efeito. Colocação do numerador. com a data do exame. numero de registro do paciente no hospital ou no serviço de radiologia e se possível as iniciais do nome do paciente. PA / AP / Pint. O ato de conferir a identificação deve exigir grande atenção por parte do operador. nesse caso. A identificação nunca deve sobrepor estruturas importantes ao exame radiológico e deve sempre aparecer totalmente no campo radiográfico. superpondo-se com alguma parte da região anterior do tórax ou abdome. o numerador acompanha a inversão do posicionamento. deve Ter uma identificação que especifique esses lados.

. Pint ou Pext Utilizar o Pint ou o Pext vai depender da posição que for mais cômoda para o paciente e em segundo plano a que aproximar mais o dedo do filme. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange ( proximal ). colocar um apoio radiotransparente sob o polegar. enquanto a interna fica erguida. de maneira que possa apoiar a mão sobre o chassis. por isso seu estudo radiológico se dá de maneira diferente. Esta incidência só deve ser utilizada nos casos de controle de fratura ou luxação onde a imobilização deve ser feita com a falange em posição anatômica de repouso. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange ou proximal. apoiados sobre a mesa e chassis. junto aos outros dedos. de uma maneira geral. B-) Colocar a mão em posição lateral. isto é. cirúrgicas. separando os espaços inter-articulares. 5º metacarpiano e cúbital. em proporção com as obliquas posteriores. Raio central perpendicular. se apresenta implantado na mão de maneira obliqua. Estas incidências podem ser realizadas com a região interna ou externa da mão e antebraço apoiados sobre a mesa e chassis. Normalmente. qualquer uma das duas pode participar da rotina. por causa das freqüentes fraturas de sua base ( fratura de BENNETT ) Raio central perpendicular. OPI e OPE Somente utilizamos as obliquas posteriores quando o paciente apresenta qualquer tipo de alteração que o obrigue a manter os dedos numa certa flexão. apoiado sobre o chassis. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 2ª falange ou na cabeça da 1ª falange. Incidências de rotina PA / Pext / OPI / OPE PA Podemos obter o PA do polegar de duas maneiras : A-) Apoiamos a região anterior do dedo no chassis. Esta projeção apresenta a desvantagem de não apresentar totalmente o 1º metacarpiano na imagem. Incidências PA / AP / Pint / Pext / OPI / OPE /OAI / OAE . ou na cabeça da 1ª falange. de maneira que o polegar fique em PA. O dedo que vai ser radiografado deve ficar estendido e os outros. para evitar a superposição. Polegar ( 1º Quirodáctilo ) ESTUDO RADIOLÓGICO DO 1º DEDO ( POLEGAR ) O polegar. o paciente com uma contusão. devem ficar apoiados. AP Região posterior ou dorsal do dedo. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana.O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa. penetrando na articulação metacarpo-falangeana. quadros reumáticos avançados. Os dedos. apresenta dificuldade nesse posicionamento. OAI E OAE As projeções obliquas. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. apresentam grande importância nas suspeitas de fraturas articulares e como sabemos da grande freqüência dessas fraturas ao nível dos dedos. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. etc. OAI Região anterior interna do dedo. É de grande importância a inclusão na radiografia do 1º metacarpiano em sua totalidade. A OAI e OAE são as que apresentam maior facilidade de posicionamento. Se houver dificuldade do paciente manter essa posição. a região do 5º dedo. essas incidências devem participar da rotina. os objetos. OAE Região anterior externa do dedo mais próxima do filme. Raio central perpendicular. com uma pequena flexão. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange. dependendo se for o perfil interno ou o perfil externo. como em imobilizações ortopédicas. respectivamente. por isso. entre o dedo e o chassis. Raio central perpendicular. fletidos ao máximo. Raio central perpendicular. O raio central então. por ser o responsável pelo exercício de pinçar. Por isso deve utilizar sua outra mão para manter o lado a ser examinado fixo e os dedos fletidos. Obliqüidade de aproximadamente 45º. entrará na concavidade. a mão e o antebraço devem ficar em linha. enquanto o outro lado fica mais afastado. a região externa da mão fica mais próxima do filme. que deverá estar colocado numa das extremidades da mesa. Obliqüidade de aproximadamente 45º entre o dedo e o chassis. sem ficar em posição incômoda. mais próxima do filme. Para isso. Para isso.

penetrando ao nível da 3ª articulação metacarpo-falangeana ( na grande prega transversal da mão ). que seja necessário aproximar mais do filme. B-) girar a mão em supinação máxima até que a região posterior do polegar fique em contato com o chassis. pulseiras ou outros adornos que possam aparecer na imagem radiográfica. penetrando a 3ª articulação metacarpo-falangeana. NOTA As radiografias de rotina para dedo. . METACARPO. pela maior facilidade de posicionamento. Esta incidência deve ser utilizada nos casos em que haja uma certa flexão de qualquer uma das articulações da mão. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. suavemente para dentro. sem ficar em posição incômoda. FALANGES. Raio central perpendicular. deve tracionar os quatro dedos para trás. dividido com placas de chumbo ou por colimação. antebraço e braço devem ficar apoiados sobre o chassis e a mesa. Essas incidências entram na rotina para polegar.AP Podemos obter o AP do polegar de duas maneiras : A-) girar a mão em pronação máxima. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. girando a região do polegar. FATORES. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. apoiada sobre o chassis. É o posicionamento em perfil. Raio central perpendicular. até que o seu dorso fique apoiado no chassis. podendo-se utilizar um filme 18x24cm. Retirar anéis. Raio central perpendicular. Obliqüidade dedo-chassis de aproximadamente 45º Raio central perpendicular na 1ª articulação metacarpo-falangeana. mais cômodo para o paciente. Estudo radiológico Incidências PA / AP / Pint com flexão e com extensão / Pext / OAI / OAE / OPI / OPE Incidências de rotina PA / OAI PA ou DORSO-PALMAR A região anterior ou palmar deve ficar apoiada sobre o chassis. AP ou PALMO-DORSAL Região posterior da mão. OPI e OPE A partir do posicionamento em PA ( A ) de polegar. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. apoiados sobre a mesa e o chassis. Raio central perpendicular. Para conseguirmos um perfil rigoroso devemos colocar o braço fazendo um ângulo de 90º com o antebraço. ou qualquer condição patológica na região posterior. forçar uma rotação interna do polegar ( OAE ) e outra externa ( OAI ). O 3º dedo. Para fixar o posicionamento deve-se colocar um apoio radiotransparente sob a região dorsal interna da mão. Para fixar o posicionamento e melhorar a demonstração de 1º metacarpiano.03 / fino / 1m / não / 18x24 Mão – A mão é composta por três grupos ósseos distintos : OSSOS DO CARPO. O polegar deve ficar apoiado sobre um anteparo radiotransparente para fixar o posicionamento. de maneira que possa apoiar a mão sobre o chassis. Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 38 / 3 / 100 / 0. o paciente. 3º metacarpiano e antebraço devem ficar em linha. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Pint Girar a mão em supinação. deve ser de aproximadamente 45º . girar a mão para dentro ( OPI ) e girar a mão para fora ( OPE ) . Esta projeção apresenta a desvantagem de não apresentar com boa definição o 1º metacarpiano.05s / fino / 1m / não / 24x30 Pint em extensão A região interna da mão. Obliqüidade dedo-chassis. devem ser em número de quatro. Pext Com a mão em PA. OAI e OAE A partir do posicionamento em PA ( A ). O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa. para obter um maior detalhe. colocá-la em concha. com a outra mão. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. até que a região posterior do polegar fique em contato com o chassis.

para ambos. Pext Região externa da mão. que poderá ser o interno ( medial ) ou externo ( lateral ).05s / fino / 1m / não / 24x30 Mão ( corpo estranho ) NOTAS GERAIS 1-) corpo estranho Quando a indicação é corpo estranho. Raio central perpendicular. mais próximas do filme. envolvendo o filme num papel radiopaco a luz. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. de maneira que o arco natural da mão seja mantido. descansando sobre a mesa. O polegar pode ficar algo afastado da região palmar. medialmente. devemos Ter o cuidado de estender bem os dedos. Pela maior dificuldade de posicionamento. O paciente deve ficar sentado num plano baixo. O perfil sempre deve ser rigoroso. de modo que suas pontas toquem o chassis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. temos duas técnicas : A-) Retirar 3 Kv no PA e obliquas de mão e 5 Kv no perfil em extensão. Raio central perpendicular. penetrando de maneira que passe pela 3ª articulação metacarpo-falangeana. O paciente coloca a mão sobre o chassis na posição de perfil interno. diferente do posicionamento do perfil já descrito. de maneira que o antebraço faça um ângulo de 90º com o braço. através da maior aproximação do corpo estranho em relação ao filme. o polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. Obliqüidade mão-filme de 45º. penetrando na 2ª articulação metacarpo-falangeana. que se deseje aproximar do filme para um maior detalhe. O antebraço deve ficar em linha com a mão. Raio central perpendicular. que é a diminuição do espaço articular. mais próxima do filme. Esta projeção pode ser importante em qualquer condição patológica situada próximo a região externa da mão. com os dedos ligeiramente flexionados. Raio central perpendicular. principalmente quando a indicação são luxações ou subluxações. No perfil externo. B-) Aumentarmos 5 Kv em todas as incidências e realizarmos uma revelação manual rápida. aos metacarpianos e ao indicador. Pint com flexão Esta incidência é feita com os dedos relaxados. 3-) Radiografia sem ecram reforçador Quando desejamos obter o máximo de detalhe numa radiografia de mão. 2-) partes moles Quando nos interessa o estudo das partes moles. É usada para demonstrar o deslocamento para diante ou para trás. Obliqüidade mão-filme de 45º. de maneira que toda a sua região anterior fique em contato com o chassis. Qual dos dois perfis será definido. Desta posição girar medialmente. estas projeções só devem ser utilizadas em condições especiais como por exemplo em pacientes politraumatizados. OAE Região anterior externa. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 36 / 8 / 100 / 0. fazemos sem o ecram. teremos um melhor estudo das regiões articulares e evitaremos que o paciente venha repetir o exame com suspeita de uma patologia. Raio central perpendicular. O polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. o polegar deve colocar-se sobre a região do 2º metacarpiano e indicador. passando ao nível da 3ª articulação metacarpo-falangeana. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. Somente nesta obliqua é utilizada na rotina por apresentar excelente definição dos componentes anatômicos da mão. Tendo esse cuidado. .08s / fino / 1m / não / 24x30 OAI Região anterior interna mais próxima do filme. Para manter este posicionamento é necessário utilizar um apoio radiotransparente na região medial da mão. para que possa aproximar da mesa o seu braço e antebraço.O polegar deve ficar paralelo. Raio central perpendicular. Exemplo : com ecram – 5 mAs / 42 Kv Sem ecram – 100 mAs / 45 Kv 4-) falsa diminuição do espaço articular Quando formos radiografar o "PA" de mão. Obliqüidade mão-filme de 45º. quando virmos que a posição do seu corpo facilita o posicionamento. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa. com a região medial da mão e antebraço mais afastadas. em fraturas dos metacarpianos. penetrando na 2ª articulação metacarpo-falangeana. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. O polegar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a região palmar. No perfil interno em extensão. Raio central perpendicular. devemos fazer de rotina o "PA" e o "perfil" em extensão.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 38 / 6 / 100 / 0. Raio central perpendicular. Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . B-) Mão normal – Região palmar estendida. encostada ao chassis e mesa. Estas projeções apresentam grande valor. AP Região posterior do punho. Raio central perpendicular. igualmente. penetrando no processo estilóide do rádio. Alguns autores acham necessário fazer somente da mão esquerda. de maneira que a região externa ou lateral do punho fique em contato com o chassis. apresenta um certo afastamento entre o punho e o chassis. em garra e mão normal. no ponto médio do punho. no meio do filme. Devemos fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço.05s / fino / 1m / não / 24x30 Punho O punho é composto pelos ossos do carpo. mas os ossos do carpo do filme é a mão em concha. mas os dedos em flexão forçada. penetrando no ponto médio da grande prega do punho. Deve ser uma exposição em PA comparativa de mão. normal e em garra / AP / Pint / Pext / P com flexão / P com extensão / OAI / OAE / OPI / OPE / Desvio cúbital / Desvio radial / Incidência de STECHER / Incidência para canal carpiano Incidências de rotina PA / Pint / OAI / OAE PA Região anterior do punho. passando ao nível das 3ª articulações metacarpo-falangeanas. penetrando 1cm abaixo do processo estióide do cúbito. de maneira que suas pontas fiquem em contato com o chassis. deve fazer uma radiografia com flexão forçada e uma outra com extensão forçada. como no PA. O polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. penetra perpendicular 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. pois aproxima totalmente a região anterior do punho ao chassis. punho e antebraço apoiadas no chassis e mesa. Esta incidência apresenta uma certa distância entre o punho e o chassis. Podemos utilizar. nos casos de suspeitas de luxações. a mão em concha. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. Só utilizamos o AP quando queremos aproximar do filme qualquer patologia que se apresente ao nível da região posterior do punho. Temos três métodos para realizar o PA : A-) Mão em concha – É o melhor. Pext Região lateral da mão e punho encostados no chassis. A mão deve ficar em pronação máxima. É muito importante para a aferição da idade óssea a inclusão no filme de todos os grupos ósseos da mão e mais as zonas metafisárias e epifisárias do rádio e cúbito. O polegar deve ficar medialmente paralelo ao 2º metacarpiano e ao indicador. C-) Mão em garra – Região palmar encostada no chassis. O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa para o posicionamento ficar mais cômodo. O raio central para qualquer uma das três variantes do PA.Idade óssea ( mãos e punhos ) A medida da idade óssea do esqueleto pode ser feita através da tabela de GREULICH E PYLE ( 1959 ). Raio central perpendicular. de maneira que passe ao nível de 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. penetrando ao nível do processo estilóide ( palpável na região mais proximal da tabaqueira anatômica ).06s / fino / 1m / não / 18x24 Pint Região medial da mão. Para conseguirmos um perfil rigoroso de punho devemos fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. Raio central perpendicular. P com flexão e P com extensão Com o paciente no mesmo posicionamento de perfil interno de punho. que se apresentam em duas fileiras : Fileira proximal : Escafoide / Semilunar / Piramidal / Pisiforme Fileira distal : Trapézio / Trapezóide / Grande osso / osso ganchoso Estudo radiológico Incidências PA em concha. A mão deve se manter em linha com o antebraço.

Havendo dificuldade de manter o posicionamento. trapezoide e semilunar. como na posição PA com a mão normal.08s / fino / 1m / não / 18x24 OAI Região anterior interna do punho mais próxima do filme. . O polegar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a região palmar. Incidência com desvio radial Região anterior do punho em linha com a mão apoiadas sobre o chassis e mesa. colocar um apoio radiotransparente sob a região palmar. Incidência de STECHER (incidência para escafóide ) O punho deve ficar ajustado sobre o chassis. Raio central perpendicular. Esta projeção apresenta com boa definição o osso escafóide dissociado em quase todas as suas faces articulares. penetrando 1cm abaixo do processo do cúbito. penetrando 2cm acima do ponto médio do punho. Raio central perpendicular. osso ganchoso e semilunar. trapezóide ) e outros com menor definição como o semilunar e grande osso. Obliqüidade punho-filme de 45º A imagem dessa projeção obliqua corresponde a OAI de punho. até que a parede lateral do canal carpiano. A OAI demonstra com boa definição os ossos do carpo mais laterais ( escafóide. no centro do punho. penetrando 1. O raio central perpendicular.5cm acima da região do escafóide ( parede medial da tabaqueira anatômica ). afastando do chassis qualquer parte da mão e punho. Paredes do canal carpiano Parede lateral : osso escafóide / osso trapézio Parede medial : osso Pisiforme / osso ganchoso Na imagem radiológica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 38 / 6 / 100 / 0. o assoalho do canal carpiano é formado pelo osso semilunar Incidência de GAYNER-HART ( incidência para o canal carpiano ) Região anterior do punho apoiada sobre o chassis. Obliqüidade punho-filme de 45º Esta projeção apresenta a característica de dissociar totalmente o pisiforme. piramidal e osso ganchoso. Raio central perpendicular. para manter o posicionamento. Outros ossos bem demonstrados : trapézio. Outros ossos do carpo bem evidenciados. podemos colocar um apoio radiotransparente sob a região palmar. A imagem radiográfica da OAI corresponde a OPE de punho. A mão deve sofrer uma rotação externa de maneira que o polegar fique em linha com o rádio. A imagem da OAE corresponde a OPI de punho. Esta projeção apresenta com boa definição os ossos da parede medial do punho : Pisiforme. A outra mão deve auxiliar.06s / fino / 1m / não / 18x24 Incidência com desvio cúbital ( incidência para escafoide ) Região anterior do punho em linha com a mão apoiadas sobre o chassis e mesa. OPI Região posterior interna do punho mais próxima do filme. hiperestender a mão e o punho e girar levemente no sentido medial. Podemos também colocar um saco de areia sob o chassis. também sem mover com o antebraço ou erguer.50 / 38 / 8 / 100 / 0. Piramidal. no centro do punho. OPE Região posterior externa do punho mais próxima do filme. Obliqüidade punho-filme de 45º. OAE Região anterior externa do punho mais próxima do filme. Raio central perpendicular. de maneira que forme um ângulo de 20º com o plano da mesa. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do punho. como na anterior. A mão deve sofrer uma rotação interna. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do punho. Obliqüidade punho-filme de 45º A imagem dessa projeção obliqua corresponde a OAE de punho. trapézio. penetrando 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito.06s / fino / 1m / não / 18x24 Canal carpiano É o canal por onde deslizam os tendões dos músculos flexores e os principais feixes vásculo-nervoso da mão. penetrando 2cm acima do ponto médio do punho. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 6 / 100 / 0. O chassis deverá estar colocado sobre um plano inclinado de 20º. fique em contato com o chassis. Para manter o posicionamento. Raio central perpendicular. A partir desse posicionamento. Raio central perpendicular.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. mas faremos sempre. A pesquisa de calcificações ao nível do canal é de grande importância. o pacienta deve sempre sentar próximo a uma das extremidades da mesa. É de grande importância para o exame radiológico do antebraço. A articulação do cotovelo também deve fazer um ângulo de 90º. a região palmar deve estar voltada para cima. com o polegar apoiado no chassis. que as duas articulações ( proximal e distal ) apareçam com boa definição na radiografia. Esta incidência pode ser utilizada em crianças ou em politraumatizados que estejam em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. com a mão também posicionada como em perfil interno. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho ( ou no meio do espaço entre o pico do olecrânio e o processo estilóide do rádio ). por isso a necessidade da utilização do cone. duas incidências. aproximadamente a 3cm acima do plano do chassis. pois são freqüentes as fraturas de cúbito com luxação da cabeça do rádio ( fratura de MONTEGGIA ). de maneira que o braço fique quase totalmente apoiado sobre a mesa. de maneira que forme um ângulo de 90º com o tórax. para obtenção de um maior detalhe.Raio central com uma inclinação cefálica tal que tangencie o maior comprimento do canal. Para conseguirmos um perfil rigoroso. encostada no chassis. Essa inclinação vai variar com o grau de extensão que o paciente consiga obter com a mão. reações periostais ou outras lesões ósseas. Obliqüidade antebraço-filme de 45º Estas projeções têm indicação quando o radiologista deseja esclarecer um diagnostico como.1s / fino / +_70cm / não / 18x24 Antebraço No antebraço encontramos 2 ossos. O raio central penetra na região mais alta do canal. 2-) ESCOLHA DO FILME Excetuando-se os braços de crianças. Pext Regiões externas do braço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 10 / 100 / 0. que não fiquem bem evidenciadas nas incidências de rotina. medialmente e lateralmente.08s / fino / 1m / não / 30x40 Pint Regiões internas do braço. Raio central perpendicular. o braço deve ficar voltado para cima. cotovelo. sem supinar ou pronar a mão. de uma maneira geral as radiografias devem ser feitas com filmes 30x40cm divididos no seu maior eixo. Raio central perpendicular. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa do antebraço apoiadas sobre o chassis. no mínimo. em bloco. antebraço e punho apoiadas no chassis. O rádio está colocado lateralmente no lado do 1º dedo ( polegar ) e o cúbito medialmente no lado do 5º dedo ( auricular ). Raio central perpendicular. Com o paciente deitado. O paciente deve sentar. . certos traços de fratura. o rádio e o cúbito. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pint AP Região posterior do antebraço. de maneira que fique em posição cômoda.1s / fino / 1m / não / 18x24 NOTAS GERAIS 1-) POSICIONAMENTO Para facilitar os posicionamentos. deve haver um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. respectivamente. 3-) ROTINA RADIOGRAFICA Pacientes com fortes traumatismos de antebraço nunca devemos forçar os posicionamentos de rotina. as vezes. O paciente deve girar o antebraço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 10 / 100 / 0. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho ( ou no meio do espaço entre o pico do olecrânio e o processo estilóide do rádio ). normalmente fazemos com uma inclinação média de 15º e 20º. Quando o polegar fica elevado. cotovelo. antebraço e punho apoiadas no chassis. uma perpendicular a outra. com placas de chumbo em duas partes. os ossos do punho e do antebraço ficam em posição obliqua. Para conseguirmos um AP rigoroso do antebraço.

apoiada sobre o chassis.1s / fino / 1m / não / 18x24 Circunferência articular do rádio É a região da cabeça do rádio responsável pelos movimentos giratórios da mão ( supinação  rotação externa . por apresentar a articulação sob um outro plano. não permitindo a extensão. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. tem importância no estudo das fraturas articulares. Pext Regiões externas do braço. esses pacientes apresentam a região do cotovelo edemaciada. Normalmente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. com o olecrânio aparecendo num plano semiaxial. O AP em extensão do cotovelo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 10 / 100 / 0. Raio central com inclinação cefálica tal que penetre perpendicular ao maior eixo do antebraço. Raio central perpendicular. A flexão do antebraço sobre o braço não deve ser forçada e sim o suficiente para aproximar as duas regiões anteriores. Essa incidência pode ser utilizada em crianças ou em politraumatizados. Com o braço para cima. num ponto situado a 2cm acima ( em direção distal ) do pico do olecrânio em direção do antebraço. Fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. A AP em flexão apresenta a fossa olecraniana do úmero livre. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 8 / 100 / 0.08s / fino / 1m / não / 18x24 Pint Regiões internas do braço. cotovelo e antebraço apoiadas sobre o chassis e a mesa. O ângulo nunca deve ser superior a 30º porque a partir daí não conseguimos uma boa demonstração por causa da distorção de imagem. Havendo necessidade. medialmente e lateralmente. para manter e facilitar o posicionamento. AP em flexão Região posterior do cotovelo. A articulação do cotovelo se mantém um pouco fletida. devemos colocar um apoio sob o antebraço. Raio central perpendicular. cúbito e úmero. Devemos colocar a mão em posição de perfil interno. penetrando no epicôndilo medial ou epitróclea do úmero. Com essa angulação retiramos totalmente o olecrânio da fossa olecraniana. Cada um deles faz articulação com os outros dois. Esta projeção deve ser feita de rotina nos pacientes de ambulatório onde a indicação clínica não é fratura ou luxação. Estas incidências apresentam grande importância nas suspeitas de fraturas articulares. ou nos casos que esses pacientes consigam estender o braço e antebraço. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. Esta projeção.08s / fino / 1m / não / 18x24 AXIAL ( incidência de PIERQUIU ) Com o braço flexionado. Incidências AP em extensão e flexão / Pint / Pext / OPI / OPE / AXIAL / Incidências de rotina AP em extensão / Pint / AP em extensão Região posterior do braço. Esta projeção deve ser feita de rotina nos casos de pacientes com contusão ao nível do cotovelo. apresenta todos os componentes de articulação em visão frontal no seu maior eixo. penetrando no epicôndilo lateral do úmero. O ângulo antebraço-braço de aproximadamente 45º. pronação  rotação interna ). cotovelo e antebraço apoiadas no chassis e mesa. que apresentem indicação clínica de fratura ou luxação. . penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. apresentando o mesmo ângulo de separação entre o braçochassis e antebraço-chassis. Com a mão em supinação.Cotovelo Os ossos que entram na articulação do cotovelo são o rádio. cotovelo e antebraço apoiadas sobre o chassis e mesa. Raio central perpendicular. Obliqüidade cotovelo-filme de 45º. deve fazer um ângulo com o tórax de 90º e a articulação do cotovelo também um ângulo de 90º. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa mais próximas do filme. o cotovelo deve girar em bloco. respectivamente. apoiar a região posterior do braço sobre o chassis e mesa. que estejam deitados em decúbito dorsal. penetrando ao nível da prega do cotovelo.

É o maior osso do membro superior. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências de rotina AP em extensão / Pint / AP em extensão É o mesmo posicionamento do AP de cotovelo em extensão. Pela grande diferença de espessura entre o ombro e o cotovelo.08s / fino / 1m / não / 18x24 Pint É o mesmo posicionamento do perfil interno do cotovelo. O exame pode ser feito com o pacienta em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Ângulo braço-antebraço de aproximadamente 45º. Só devemos fazer o estudo radiológico especifico para circunferência articular do rádio depois de termos feito as incidências de rotina para cotovelo. isto é. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. devemos fazer um estudo comparativo. Devemos fazer duas incidências. aconselhamos a utilização do efeito anódio. . sentado ou em posição ortostática. o braço então sofrendo uma rotação interna. devemos utilizar o cone. que não causam incapacidade funcional.Pequenas fraturas ou fissuras dessa região. o úmero. uma outra radiografia do lado sem queixas. Para obtermos um melhor detalhe na imagem. Raio central perpendicular. Olecrânio O olecrânio corresponde a epifise proximal do cúbito. Quando acontecer um caso de duvida na interpretação. Raio central perpendicular. Só devemos realizar a incidência especifica para olecrânio quando já tivermos feito as incidências de rotina para cotovelo. Raio central perpendicular. Para obtermos um melhor detalhe. Pint (B) Região interna ou medial do braço. O braço deve fazer um ângulo de 90º com o tórax e com o antebraço. apoiar a região posterior dorsal do braço. A região palmar deve ficar voltada para cima. mais próximo do filme. Raio central perpendicular. com o paciente fazendo uma pronação média e outra forçada. por causa dos múltiplos centros de crescimento ósseo. Paciente em decúbito dorsal. penetrando no meio do espaço entre a articulação escápulo-úmeral e o cotovelo.08s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA RADIOGRAFIA COMPARATIVA As radiografias de cotovelo em crianças com suspeitas de fraturas são de difícil interpretação. penetrando no epicôndilo lateral. Pint (A) Região interna ou medial do braço. O braço apresenta um limite de espessura que a radiografia pode ser feita com a grade potter-bucky ou não. mais próxima do filme. Braço É o braço composto por apenas um osso. com o paciente fazendo uma pronação média e outra forçada. com a região dorsal da mão apoiada sobre a mesa. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidência semiaxial Com o cotovelo flexionado. A região palmar deve ficar em contato com a mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 8 / 100 / 0. devemos utilizar o cone. as vezes tornam-se de difícil diagnostico. mesmo nas incidências de rotina para antebraço. 2cm acima do pico do olecrânio em direção do antebraço. apoiada sobre o chassis ou mesa. braço ou cotovelo. É o principal componente da face posterior da articulação do cotovelo. Devemos fazer duas projeções. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pint (A) e (b) / Pext (A) e (B) / OPI / OPE Incidências de rotina AP / Pint AP Região posterior do braço. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. A radiografia pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática.

Os fatores também são identicos ao AP de braço. O chassis deve ser colocado em contato com a região externa do braço. esta radiografia deve ser feita em posição ortostática. O braço deve fazer um ângulo de 90º com o tórax e o antebraço. pois poderiamos correr o grande risco de tornar completa uma fratura. Pext ou incidência transtorácica ( incidência de LAWRENCE ) . Colo cirúrgico do úmero A região do terço proximal. Este posicionamento coloca o braço num perfil mais rigoroso que o anterior. mais próximas do filme.1s / fino / 1m / sim / 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Raio central A espessura e densidade do ombro são maiores que as do cotovelo. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. apoiada sobre a mesa ou chassis. 2-) Efeito anódio É o efeito que ocorre na ampola de raios-x. recebe o nome de colo cirúrgico. O membro superior a ser estudado deve estar estendido. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. nos arriscando a não incluir o cotovelo na imagem. alomgamos muito o braço. apoiada sobre o chassis ou mesa. perpendicular ao grande plano da mesa. Quando há uma emissão de raios-x. com o seu tórax e braço sobre um anteparo radiotransparente. Quando o paciente vem ao serviço de radiologia andando e sem outros problemas. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext ( incidência transtorácica / contactografia ) Incidências de rotina AP / Transtorácica / AP Posicionamento igual ao AP de braço "panorâmica". tentando fazer em supinação ou pronação. Raio central perpendicular.A região palmar em contato com a mesa. Raio central horizontal ao plano da mesa. Um método que pode melhorar essa condição é subirmos com o raio central para a região do terço médio-proximal . Raio central perpendicular. penetrando perpendicular ao maior eixo do braço. A região palmar deve estar voltada para cima. Quando vem em maca. o examinaremos sem retira-lo da maca. A região dorsal da mão deve estar em contato com a mesa. logo abaixo da cabeça do úmero. Radiografia do fêmur  Catódio para o lado da articulação coxo-femural e anódio para o lado do joelho. ou com qualquer outra imobilização. As obliquas de braço são feitas variando-se o grau de rotação interna e externa. faremos na mesa de exames ou se o caso for muito grave. Pext (A) Região externa ou lateral do braço. Na radiografia do braço normalmente notamos que a região do cotovelo fica mais penetrada e a região do ombro com pouca penetração. OPI e OPE Regiões posterior interna e externa. de maneira que forme um ângulo de 90º com o tórax. pois é o local onde estatisticamente ocorrem mais fraturas. Nunca devemos forçar nenhuma posição. EXEMPLOS : Radiografia do braço  Catódio para o lado do ombro e anódio para o lado do cotovelo. através da distorção da imagem. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 10 / 100 / 0. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. Paciente em decúbito dorsal. temos que abrir no sentido longitudinal a colimação ao máximo para a radiação preencher todo o filem. Paciente em decúbito dorsal. Para evitar esse problema devemos deixar um espaço de +_4cm entre a articulação do cotovelo e o bordo inferior do filme. Essas incidências apresentam também grande valor quando as radiografias são para controle de fraturas e o paciente vem ao serviço de raios-x gessado. relacionado com o ângulo de inclinação da pista de choque dos eletrons no anódio. que deverá estar voltado para cima. Com isso. Pext (B) Região externa ou lateral do braço. no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. o lado do catódio ( negativo ) recebe mais 5% de radiação do que o lado do anódio ( positivo ).1s / fino / 1m / não / 30x40 50 / 34 / 10 / 100 / 0. então a região do ombro vai receber mais radiação e a densidade da imagem radiografica vai se tornar mais homogênea. necessitamos de incidências especiais. Radiografia da coluna toraco-lombar  Catódio para o lado da coluna lombar e anódio para o lado da coluna torácica. Raio central perpendicular. Para conseguirmos um perfil rigoroso do colo cirúrgico do úmero. modificando em muito o prognóstico para o paciente. Quando utilizamos este método.

devemos escolher no serviço de raios-x. O ESTUDO RADIOLOGICO DEVE SER DIVIDIDO EM DUAS PARTES : 1-) Para pacientes com indicação clinica de fraturas ou luxações. Quando apresenta condições de fazer o exame em ortostática ou sentado. por isso é conveniente empregar um filtro de aluminio de 2mm de espessura. através da sua extremidade acromial. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 40 / 100 / 0. ampola que não tenha o bloco colimador. penetrando ao nível do terço proximal do braço mais afastado.0s / fino / 1m / sim / 24x30 CONTACTOGRAFIA É o método de exame que. sentado ou em decúbito dorsal. cotovelo fazendo um ângulo de 90º e o antebraço e a região palmar apoiados sobre a mesa. se não. penetrando no processo coracóide do omoplata. Se o serviço de radiologia dispuser de estativa vertical com bucky ou mesa que fique na vertical.Região externa do braço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi +_75 / / 200 / 100 / 2.4s / fino / 1m / sim / 18x24 AXIAL – supero-inferior Chassis o mais próximo possível da regiào axilar. pois o ideal é aproximarmos o máximo possível o foco do paciente para conseguirmos uma maior ampliação. o paciente deve inspirar lentamente pois através do flou-cinético conseguiremos apagar a imagem dos arcos costais. Na hora da exposição. colocada entre a região medial superior do braço e região lateral superior do tórax. podemos fazer o exame com grade fixa. mais proxíma do filme. Raio central perpendicular ou com inclinação cefálica de 5º. bastando que se coloque um apoio radiotransparente sob o tronco e braços de maneira que fique num plano mais alto. Com a contactografia obtemos um perfil rigoroso do úmero. de maneira que saia no colo cirúrgico do úmero mais próximo do filme. Paciente deve sentar ao lado de uma das extremidades da mesa. Essa radiografia deve ser feita preferencialmente com o paciente em posição ortostática ou sentado. através da técnica de contato. O tubo é colocado em contato quase direto com a pele. com o braço abdusido ao máximo. é preferivel. obtem-se uma boa definição da estrutura mais próxima do filme e a mais afastada em contato direto com a ampola. mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática. Esta radiografia deve ser feita preferencialmente com o paciente em posição ortostática. A clavicula. 1-) indicação de fraturas ou luxações Incidências AP / AXIAL ( supero-inferior / infero-superior ) Incidências de rotina AP / AXIAL infero-superior / Ombro ( articulação Escápulo-umeral para fraturas ou luxações ) AP Região posterior do ombro. O paciente deve aproximar a região lateral do lado a ser examinado na estativa vertical com o antebraço também encostado e paralelo ao plano da estativa. basta aproximarmos a maca. O outro braço deve ficar erguido ao máximo. quando o paciente não conseguir erguer com muita intensidade o braço mais afastado do filme. de maneira que o antebraço e mão envolvam a cabeça. articula-se com o acrômio do omoplata formando a articulação acrômio-clavicular. pois evita que deite sobre a região com uma possível fratura. A incidência transtorácica permite obtermos um perfil rigoroso do úmero. Não devemos forçar nenhuma posição especifica do braço ( rotação externa ou interna ) para não correr o risco de tornar uma fratura incompleta em completa ou outras lesões através dos fragmentos ósseos. as incidências de LAWRENCE e a contactografia poderão ser realizadas com o paciente em decúbito dorsal. Raio central deve penetrar na linha axilar média. saindo ao nível do colo cirúrgico do úmero.0s / fino / ampola encostada / sim / 24x30 NOTA 1-) EM DECÚBITO DORSAL Doentes em estado muito grave. torna-se bastante ampliada e sem detalhe. Raio central perpendicular. com o fim de evitar a absorção excessiva de radiação secundária pelo doente. Ombro ( articulação Escápulo-umeral ) É a articulação que se dá entre a cabeça do úmero e a cavidade glenóide do omoplata. Para realizar a contactografia. . indicada quando o paciente não consegue erguer o braço mais afastado do filme. Pext em contactografia Região externa do braço a ser examinada mais próxima do filme. 2-) Para pacientes com indicação clínica de bursite. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi +_70 / / 180 / 60 / 3. que não possam ser retirados da maca. Raio central perpendicualr.

Os pacientes que se apresentam em quadro agudo de bursite. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências AP (A) e (B) / Pext / OAE / Incidências de rotina AP (A) / Pext / AP (A) Região postero-superior e lateral do tórax. AXIAL – infero-superior Chassis apoiado na região superior do ombro. preferencialmente. Superiormente. o acrômio faz articulação com a extremidade acromial da clavicula. AP em abdução Região posterior do ombro. A região palmar deve estar voltada para cima. sentado ou em decúbito dorsal. O membro superior deve sofrer uma rotação externa de maneira que a região palmar fique voltada para a frente. Algumas vezes fica a duvida se as calcificações são ilhotas dentro do osso.4s / fino / 1m / sim / 18x24 NOTA 1-) PESQUISA DE CALCIFICAÇÕES ESCAPULARES Normalmente as incidências em AP com supinação e pronação demonstram a grande maioria das clacificações justa articulares do ombro. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 12 / 100 / 0. sentado ou em decúbito dorsal. Esta projeção dissocia o troquiter do úmero. Raio central com uma inclinação tal que penetre na região axilar e saia no acrômio perpendicular ao chassis. pois a região visualizada como numa incidência lateral. apoiando o braço doente em qualquer anteparo.Quando possuimos. Paciente em posição ortostática ou sentado. Paciente em posição ortostática. podendo-se ver os deslocamentos anteriores e posteriores dos ossos ou dos fragmentos ósseos. O membro superior deve sofrer uma rotação interna de maneira que a região palmar fique voltada para trás ( em contato com a mesa ). formando a articulação escapulo-umeral. Omoplata O omoplata é um osso chato. penetrando no processo coracóide do omoplata. AP em retroadução Região posterior do ombro. Paciente em posição ortostática. que se coloca de maneira obliqua na região postero-superior do tórax. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 40 / 100 / 0. penetrando no processo coracóide do omoplata. mais próxima do filme. sentado ou em decúbito dorsal. Nesta projeção o torquiter fica projetado no centro da cabeça do úmero. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. O paciente faz a abdução máxima que conseguir. mais próxima do filme. sua utilização é o ideal nesta radiografia.12s / fino / 1m / não / 18x24 INDICAÇÃO DE BURSITE ( PERITENDINITE CALCAREA ) Incidências AP em supinação / AP em pronação / AP em abdução / AP em retro-adução Incidências de rotina AP em supinação / AP em pronação / AP em supinação Região posterior do ombro. flexionando o cotovelo e colocando o antebraço sob a região lombar. sentado ou em decúbito dorsal. podendo fazer também em decúbito dorsal. Caso seja uma ilhota óssea. Paciente em posição ortostática. penetrando no processo coracóide do omoplata. penetrando no processo coracóide do omoplata. formando a articulação acrômio-clavicular. Raio central com uma inclinação tal que penetre no acrômio e saia perpendicular ao maior eixo do chassis. mais próxima do filme. . As incidências axiais apresentam extrema importância nas fraturas e luxações. de maneira que não se movimente na hora da exposição. Através de sua cavidade glenóide faz articulação com a cabeça do úmero. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. com o acrômio coincidindo com o seu ponto central. mais próxima do filme. normalmente não conseguem fazer este posicionamento. O membro superior em pronação. ela acompanha em todos os posicionamentos a mesma região óssea. O outro braço deve firmar o chassis. por isso então indicase o AP em abdução e retroadução. O membro superior em extensão faz uma abdução de 90º com o tronco. Raio central perpendicular. AP em pronação Região posterior do ombro. chassis curvo. no serviço de radiologia.

Na obliqua posterior direita estudamos a cavidade glenóide direita e vice-vesa. por causa da superposição do omoplata em quase toda a sua totalidade com os arcos costais. é o mesmo posicionamento do PA de tórax. . Obliqüidade paciente-filme de 70º. Membro superior do lado a ser examinado em ligeira supinação e abdução.5s / fino / 1m / sim / 18x24 OAE Região anterior externa do omoplata mais próxima do filme. Nas incidências de rotina. O membro superior do lado a ser examinado em retro-adução forçada. Esta projeção apresenta desvantagem em relação a anterior. O membro superior do lado a ser examinado deve ficar erguido. A melhor posição é o paciente em ortostática. sentado ou em posição ortostática. Incidência AP Região postero-superior e lateral do tórax. Supinar e abdusir ligeiramente o membro superior do lado a ser examinado. com o raio central fora do centro da estativa. devemos fazer a incidência axial de ombro "infero-superior" e o AP especifico para processo coracóide. Incidências OPD / OPE OPD e OPE Regiões posterior direita e posterior esquerda respectivamente. Os arcos costais são afastados do campo do omoplata. conseguindo-se assim um AP de omoplata com pouca superposição. Paciente em decúbito dorsal. Cavidade glenóide do omoplata A cavidade glenóide. Raio central perpendicular. Nas incidências frontais o processo coracóide é visto de uma maneira axial.Supinar e abdusir ligeiramente o membro superior do lado a ser examinado. AP (B) Região postero-superior e lateral do tórax mais próxima do filme. o raio central percorre o seu maior eixo. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. de uma maneira geral. nem sempre a fossa articular glenóide aparece com boa definição. quando queremos o perfil da escápula direita e vice-vesa. a radiografia do omoplata é feita com raios divergentes. Deve colocar a mão na cintura e encostar a região anterior do ombro na estativa. Paciente em posição ortostática. zona importante de inserção muscular. Colocar o meio do maior eixo longitudinal do omoplata coincidindo com a linha central da estativa vertical. sentado ou em hemi-decúbito lateral. mais próximas do filme. com o corpo em perfil. Paciente em posição ortostática ou sentado preferencialmente. Assim. para articulação escapulo-umeral e omoplata. penetrando 2cm abaixo do ponto médio da espinha do omoplata. Raio central perpendicular. Raio central com uma inclinação cefálica de 20º penetrando no processo coracóide. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 30 / 50 / 100 / 0. O braço do lado a ser examinado com ligeira supinação e abdução. Com este movimento o ângulo distal do omoplata fica totalmente dissociado.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Ângulo distal do omoplata O ângulo distal é a região mais inferior do omoplata que as vezes não fica bem demonstrada nas incidências convencionais. Raio central perpendicular. Obliqüidade paciente-mesa de aproximadamente 45º.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Pext Bordo externo ou axilar mais próximo do filme. envolvendo a cabeça. penetrando no processo coracóide do omoplata. caracteriza-se por ser rasa. Processo coracóide do omoplata O processo coracóide é uma projeção óssea em sentido anterior. Quando houver suspeita de fratura ao seu nível. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 50 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 50 / 100 / 0. penetrando no meio do espaço entre o ângulo distal e proximal do omoplata. Paciente em posição ortostática ou sentado. Incidências para ângulo distal Região lateral do osso. sentado ou em hemi-decúbito lateral. mais próximo do filme. penetrando 4cm abaixo do ponto médio da clavicula. Esses movimentos colocam o maior plano do omoplata paralelo ao filme. podendo fazer também em decúbito dorsal. isto é. Paciente em obliqua anterior direita. mais próxima do filme. penetrando na cabeça do úmero. Raio central perpendicular.

Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática ou sentado. fazemos a obliqua posterior esquerda. com os braços ao longo do corpo. (B)R. É composta pelo acrômio.C. A inclinação podálica dissocia a articulação acrômio-clavicular da cabeça do úmero. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 35 / 30 / 100 / 0.4s / fino / 1m / sim / 18x24 Articulação Acrômio-clavicular Encontrada bilateralmente na região mais proximal do membro superior e é onde se dá a articulação da cintura escapular.comparativa com o raio central perpendicular Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme. coloca-se o paciente em obliqua posterior direita até aproximar ao máximo a articulação do filme. Com duas exposições. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 12 / 100 / 0. devemos Ter o máximo cuidado em não movimentar o paciente.3s / fino / cone encostado / sim / 18x24 AXIAL Região superior da articulação em contato com o chassis.inclinado. Raio central perpendicular. mais ou menos 20º cefálicos. Paciente em posição ortostática. Com o paciente em posição ortostática. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações acrômio-claviculares. Esta projeção deve entrar na rotina mínima pois com ela temos uma noção exata de posição das duas articulações vistas frontalmente. AP localizada Região postero-superior e lateral do tórax mais próxima do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP comparativa (A)R. Raio central perpendicular. direita e esquerda. pois poderiam causar falsas interpretações. o filme deve ser colocado no seu ombro.comparativa com raio central inclinado Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme. na altura da articulação e ele mesmo deve firmar o chassis com o outro braço. penetrando na região axilar.perpendicular. Paciente em posição ortostática. Para estudar a articulação direita. O raio central deve entrar com uma inclinação tal que saia perpendicular ao eixo formado pelo acrômio e a clavicula.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Incidências comparativas As incidências cpmparativas para articulação acrômio-clavicular devem ser feitas em filmes 30x40. sentado ou em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. Paciente em posição ortostática ou em decúbito dorsal. neste caso. (C)Com carga / AP localizada / AXIAL Incidências de rotina AP comparativa (A) / AP localizada / AXIAL / AP (A).C. de maneira que. penetrando no ângulo distal do omoplata. . Para estudar a articulação esquerda. Paciente em posição ortostática. Apresenta movimentos relacionados com os da articulação escapulo-umeral. Raio central com uma inclinação podálica de 10º penetrando no meio do espaço entre as duas articulações acrômio-claviculares. sentado ou em decúbito dorsal. Devemos utilizar o cone para obtermos mais detalhes.Para obtermos mais detalhes na imagem radiografica devemos utilizar o cone.comparativa com carga Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme. coloca-se um apoio sob o tórax e o raio central horizontal. Raio central com uma inclinação podálica de 10º na articulação. Esta incidência tem indicação nos casos de suspeita de luxação na articulação. sentado ou em decúbito dorsal. em apenas uma exposição demonstre as duas articulações. porção superior-lateral do omoplata e pela extremidade acromial ou lateral da clavicula. AP (B). penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. AP (C). O paciente deve segurar pesos em ambas as mãos de maneira que force as articulações.

Paciente em decúbito dorsal. Paciente em hemi-decúbito lateral ou em posição ortostática. sentado ou em posição ortostática. Paciente em decúbito dorsal. É composta pela extremidade esternal da clavicula. Estas incidências não entram na rotina pela maior dificuldade de posicionamento. Devemos colocar um anteparo para que o chassis fique em posição. de grande importância para ver deslocamentos de fragmentos nas reduções cirúrgicas. na rotina mínima. que se articula com a incisura clavicular do manúbio. . Paciente em decúbito ventral. No adulto. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências AP comparativa e localizada / PA comparativa e localizada / AXIAL . obliquando o corpo para o lado oposto a ser radiografado. A região mentoniana deve ficar em contato com a mesa. penetrando ao nível do manubio esternal. sentado ou em posição ortostática. A articulação a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa.12s / fino / 1m / não / 18x24 Articulação Esterno-clavicular Encontrada bilateralmente na região superior da parede anterior do tórax e apresenta movimentos relacionados com as fases respiratorias e com os movimentos dos membros superiores. O raio central penetra no meio do espaço entre as extremidades acromial e esternal. Raio central com inclinação podálica de 20º. AP – localizada Região póstero-superior direita ou esquerda do tórax mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal. Raio central com inclinação de 20º cefálicos.A – com o paciente em OAD e OAE Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo. porção superior do esterno. de maneira que o mesmo forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. Incidências de rotina AP comparativa e localizada / AXIAL / AP – comparativa Regiões póstero-superiores do tórax mais próximas do filme. Raio central com inclinação cefálica de 20º de maneira que saia perpendicular ao chassis. que corresponde a um perfil de clavicula. A incidência comparativa de clavicula é obrigatória em crianças e adolescentes. penetrando no meio do espaço entre as extremidades acromial e esternal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 35 / 12 / 100 / 0. sair no ponto médio da clavicula. podemos fazer somente a localizada. Através de sua extremidade acromial. forma a articulação acrômio-clavicular e da sua extremidade esternal. podemos indica-las em casos de pacientes que já estejam em PA e que necessitam do exame da clavicula. sentado ou em posição ortostática. forma a articulação esternoclavicular. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA : A – com o paciente em OAD e OAE / B – com inclinação lateral do raio central / C – com o raio central perpendicular / Pdir ou Pesq / AXIAL / contactografia / tomografia em PA / Incidências de rotina PA com paciente em OAD e OAE / AXIAL / PA . Raio central com inclinação de 20º cefálicos. por causa dos núcleos de crescimento ósseo.4s / fino / 1m / sim / 18x24 e 30x40 AXIAL Região póstero superior do tórax mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. Na comparativa deve sair no meio do espaço entre as duas claviculas e na localizada. Radiografia localizada. Chassis encostado na região postero-superior do músculo trapézio.Clavícula A clavicula é um osso longo. localizado bilateralmente nas regiões súperoanteriores do tórax. que as vezes podem se confundir com traços de fratura. PA – comparativa e localizada Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. coincidindo com a sua linha central.

incidindo na altura da 4ª vértebra torácica e saindo na articulação a ser examinada. Paciente em posição ortostática ou sentado./ 80 / 100 / 0. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. Normalmente fazemos a tomografia com o paciente em decúbito ventral na projeção póstero-anterior. Raio central com inclinação podálica de 10º. Raio central incidindo na altura da 4ª vértebra torácica. por causa da superposição com a coluna torácica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 40 / 100 / 0. mais próxima do filme. Normalmente convenciona-se fazer o perfil esquerdo em qualquer exame radiológico. com inclinação lateral direita e esquerda. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 50 / 100 / 0. Esta incidência não demonstra com boa definição a face articular esternal. penetrando na articulação. de preferencia as duas obliquas num mesmo filme. Raio central incide ao nível de T4. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3. Devemos inclinar a ampola lateralmente de 30º para o lado da articulação a ser examinada. TOMOGRAFIA EM PA Paciente em decúbito ventral ficando numa posição tal que aproxime o máximo as duas articulações da mesa.8s / fino / 1m / sim / 18x24 TOMOGRAFIA O estudo tomográfico é de grande importância no estudo da articulação esterno-clavicular.2s / fino / 1m / não / 18x24 PA .6s / fino / 1m / sim / 18x24 PA . Paciente em posição ortostática. Devem ser executadas duas radiografias. Esta incidência deve participar da rotina pela excelente domonstração radiológica dos componentes articulares. que não venha indicado no pedido de exame pelo médico clinico. fazendo uma lordose forçada. O estudo radiografico da articulação esterno-clavicular deve ser sempre bilateral ( comparativo ). Estas incidências apresentam valor nas suspeitas de luxações ao nível da articulação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 60 / 100 / 0. fazer a tomo em perfil. estas incidências não podem ser feitas com a grade.4s / fino / 1m / sim / 18x24 AXIAL Regiões laterais direita e esquerda da articulação mais próximas do filme.B – com inclinação lateral do raio central Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. 2-) APNÉIA .5s / fino / 1m / sim / 18x24 Pesq ou Pdir Região esquerda ou direita da articulação. se ainda suscitar dúvidas no estudo tomográfico. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / -. sentado ou em posição ortostática.O paciente em obliqua anterior direita é a posição para o estudo da articulação esquerda e em obliqua anterior esquerda estudamos a articulação direita. Com o paciente em perfil direito e esquerdo são feitas duas incidências.C – com o raio central perpendicular Região ântero-superior do tórax mais próximo do filme. Por causa da posição das lamínulas de chumbo da grade pooter-bucky. Paciente em decúbito ventral. Raio central perpendicular. com as mãos cruzadas para trás. O plano ótimo da articulação deverá estar 2cm para dentro da articulação mais próxima da mesa. sentado ou em decúbito lateral. penetrando na altura da 4ª vértebra torácica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 20 / 100 / 0.2s / fino / tomo / sim / 18x24 NOTAS GERAIS 1-) Incidências obliquas A obliquidade do paciente ou do raio central no exame radiológico da articulação esterno-clavicular tem a finalidade de retirar a coluna torácica ( por causa da sua grande densidade ) do campo a ser radiografado. Raio central perpendicular. O braço mais próximo do filme envolve a cabeça e o mais afastado deve forçar o ombro para baixo. passando pela articulação e saindo na região axilar.

Para facilitar o posicionamento devemos colocar um apoio sob os joelhos. Obliqüidade dedo-filme de 45º. 03 . respectivamente. Nas incidências para pé. No pé. Esta incidência pode ser feita quando o paciente vem em decúbito ventral e não tem condições de modificar a posição. na mão a contagem se dá de fora para dentro ( o polegar é o primeiro dedo ). Colocar um apoio sob o dorso do pé e joelhos. mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. PA Região anterior ( dorsal ) do dedo mais próxima do filme. Raio central perpendicular ou com inclinação cefálica de +_10º nos casos em que os artelhos não fiquem paralelos ao plano do chassis. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / OPI / OPE / OAI / OAE / Pint / Pext / Incidências de rotina AP / OPI / OPE / AP Região posterior do artelho. para conseguir visualizar os espaços articulares.As radiografias de articulação acrômio-clavicular. Estender os dedos ao máximo e colocar bolas de algodão entre os dedos para um melhor estudo radiografico. pois passamos a chamar de AP as radiografias onde o raio central penetra na região dorsal ( peito do pé ) e PA quando o raio central penetra na região plantar. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo a ser radiografado. escápulo-umeral e omoplata devem ser feitas com o paciente prendendo a respiração ( apnéia ). Estender os dedos ao máximo. a contagem dos artelhos se dá de dentro para fora ( o grande dedo ou hálux é o primeiro ). até que forme 45º com o plano do filme. mais próxima do filme. Utilizar estas incidências quando o paciente em decúbito ventral. Estender os dedos ao máximo. para facilitar e tornar mais cômodo o posicionamento. mais próxima do filme. por isso chamamos de AP a radiografia feita com o dorso da mão mais próximo do filme. OPE Região posterior externa do dedo. para não falsear diminuição do espaço articular. Colocar bolas de algodão entre os dedos próximos ao que vai ser radiografado. do dedo. 3-) Apnéia inspiratória As radiografias de articulação esterno-clavicular e clavícula devem ser feitas em apnéia. pois estas estruturas se movimentam nas fases respiratórias. . OPI Região posterior interna do dedo. ficando o maior eixo dos dedos paralelo ao filme. Estender os dedos ao máximo. pois se movimentam nas fases respiratorias. Girar o pé para dentro ( OAI ) e para fora ( OAE ). obtemos um melhor contraste para as articulações esterno-claviculares e auxilia na dissociação da clavícula das partes moles e costelas. Concluimos que chamaremos sempre de AP ou frontal as projeções que os raios-x penetrem pela frente. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo a ser examinado. OAI e OAE Regiões anteriores interna e externa. a nomenclatura se confunde. para ver os espaços articulares. devemos utilizar bolas de algodão entre os dedos próximos ao que vai ser radiografado. Estender os dedos ao máximo.Membro inferior Sabemos que a posição anatômica do corpo humano se dá com a região palmar voltada para frente. com o corpo em posição anatômica. O raio central deve penetrar no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ( ou na cabeça da 1ª falange ). Para evitar superposição de falanges. Um outro apoio deve ser colocado sob o chassis. Obliqüidade dedo-filme de 45º. Artelho ( 1º ao 5º Pododáctilo ) Os dedos do pé apresentam a anatomia das falanges idêntica as falanges da mão. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ( ou na cabeça da 1ª falange ). Fazendo em inspiração máxima e prendendo o ar. mais próximas do filme.

Para isso a região plantar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a mesa. estendendo o 1º dedo ( ou grande dedo ) e o 2º dedo ao máximo. normalmente próximos a uma articulação. Com a mão. para colocar a região plantar em contato com o chassis. O dorso do pé deve ficar em linha com a perna. penetrando 1cm acima da 1ª articulação metatarso-falangeana. Paciente sentado. . O paciente em posição ortostática ou sentado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 34 / 8 / 100 / 0. fletindo os joelhos. também com função de manter o posicionamento do pé. AXIAL (A) Região da tuberosidade posterior do calcâneo apoiada no chassis. São ossos inconstantes e tem a finalidade de reforçar a musculatura a que estão ligados. penetrando ao nível dos sesamóideos ( 1cm abaixo da 1ª articulação metatarso-falangeana ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 41 / 60 / 100 / 0. Sesamóideo ( em forma de grãos de sésamo ). A incidência em perfil apresenta valor nas suspeitas de luxações dos sesamóideos. num plano mais alto do que o chassis. OPI E OPE Regiões posteriores interna e externa. penetrando 1cm acima da 1ª articulação metatarso-falangeana. O paciente sentado. geralmente encontramos dois. Estas projeções devem ser utilizadas quando houver suspeita de lesão nos sesamóideos que não tenham ficado bem definidas nas de rotina.3s / fino / 1m / não / 18x24 Pint e Pext Regiões interna e externa. Paciente sentado. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / OPI / OPE / AXIAL (A) e (B) / Incidências de rotina AP / AXIAL (A) / AP Região plantar anterior.6s / fino / 1m / não / 18x24 Radiografia sem ecram. em relação com a região plantar. mais próximas do filme. São núcleos ósseos encontrados na bainha ou na espessura dos tendões. localizados próximos a 1ª articulação metatarso-falangeana. do pé. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. fletindo o joelho. com a região plantar posterior erguida. mais próximas do filme. AXIAL (B) Região plantar anterior mais próxima do filme. respectivamente. mais próxima do filme.8s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Regiãio externa ou lateral do pé. o paciente deve auxiliar afastando os dedos que se superponham. Raio central penetra perpendicular. Raio central perpendicular ou com uma inclinação cafálica de 5º. Raio central perpendicular ou com uma inclinação cefálica de 5º. que percorra o maior eixo dos sesamóideos. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. em posição ortostática ou em decúbito dorsal. colocando o pé em perfil rigoroso. Obliqüidade pé-filme de 30º. Raio central com uma inclinação podálica tal ( +_30º ). Raio central perpendicular. As incidências para sesamóides devem ser feitas com o cone para obtenção de maior detalhe. respectivamente. do dedo. Paciente sentado. No pé. A melhor maneira de obtermos um perfil do dedo é utilizar filme oclusal ( filme para radiografia de dente ). apoiando a região lateral da perna sobre a mesa. mais próxima do filme. Para manter a extensão devemos utilizar uma tira de fita adesiva.Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo. percorrendo o maior eixo dos sesamóideos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 40 / 36 / 3 / 100 / 0. em posição ortostática ou em decúbito dorsal. Raio central perpendicular.

Sempre que possível estender os dedos do pé. é feita a axial de calcâneo. Paciente em decúbito ventral.1s / fino / 1m / não / 24x30 Dorso-plantar e planto-dorsal Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 30 / 12 / 100 / 0. O raio central deve incidir na 3ª articulação metatarso-tarsiana. Raio central perpendicular ao maior eixo da região plantar. Dorso-plantar (PA) Região dorsal do pé.falanges : para o estudo radiológico. Estender os dedos do pé. Esta incidência é importante nos casos de pacientes politraumatizados ou que não tenham condições de fletir as pernas. A incidência para ante-pé e retro-pé mostra as falanges.Fileira posterior : Astrágalo e calcâneo . penetrando na 3ª articulação metatarso-tarsiana. Dorso-plantar (AP) – (B) Região plantar em contato com o chassis. em ortostática ou em decúbito dorsal. Paciente sentado. Esta incidência é feita com o paciente em posição ortostática. devemos fazer uma radiografia do outro lado sem queixas.Fileira anterior : Escafóide / cubóide / 1º cuneiforme ( ou medial ) / 2º cuneiforme ( ou intermediario ) / 3º cuneiforme ( ou lateral ) / METATARSO .12s / fino / 1m / não / 24x30 AXIAL de calcâneo . Esta divisão é importante porque para o estudo do retro-pé é necessário mais uma incidência para podermos fazer um bom exame radiografico. ossos do tarso anteriores e calcâneo com boa definição. dividimos o pé em : . (B) e (C) / Pint / OPI / OPE / OAI / OAE / Incidências de rotina ANTE-PÉ – DORSO-PLANTAR (AP) / OPI / RETRO-PÉ – DORSO-PLANTAR (AP) / OPI / Pext / Dorso-plantar (AP) – (A) Região plantar em contato com o chassis. O chassis deve estar num plano pouco mais alto do que a mesa para facilitar o posicionamento. O raio central deve penetrar perpendicular ao maior eixo do dorso do pé. normalmente esta inclinação é de 15º. a dorso-plantar e a axial de calcâneo. . penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. fletindo o joelho de maneira que a região plantar fique apoiada sobre o chassis. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé ( +_15º cefálicos ). colocando-se um apoio sob os joelhos para tornar mais cômodo o posicionamento.8s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Incidências comparativas Quandoa indicação clínica do exame for fratura e aparecer na imagem um traço hipertransparente cortando o sesamóideo. 5cm acima do plano do chassis.Retro-pé  ossos do tarso. para evitar superposição de falanges. pois pode ser uma alteração no desenvolvimento ósseo ( sesamóideo bipartido ou tripartido ) e nesses casos costumam ser bilaterais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 10 / 100 / 0. Paciente em decúbito dorsal com as pernas estendidas. se for necessário. e é uma combinação de duas projeções.Ante-pé  metatarso e falanges. logo após. com o raio centra penetrando com 15º podálicos no tendão de aquiles. Sem o paciente retirar a região plantar do chassis é feita a dorso-plantar. colocar um apoo para evitar que o chassis caia. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências DORSO-PLANTAR (AP) (A) E (B) / DORSO-PLANTAR ( AP PARA ANTE-PÉ E RETRO-PÉ PLANTO DORSAL (PA) / Pext (A). Incidência para ante-pé e retro-pé Região plantar apoiada sobre o chassis. no mesmo filme. Pé ( Ante-pé ) Pé O pé é composto por três grupos ósseos distintos : OSSOS DO TARSO . O chassis deve ficar perpendicular ao plano da mesa. metatarsianos.FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 35 / 8 / 100 / 0. mais próxima do filme.

fletindo o joelho para que a região plantar interna fique em contato com o chassis. mais próxima do dilme. Paciente sentado. Conhecemos que a obliqua plantar interna está correta quando dissocia totalmente o processo estilóide do 5º metatarsiano. fletindo o joelho para que a região plantar externa fique em contato com o chassis. OPE Região posterior ( plantar ) externa. apoiando a região plantar sobre um anteparo radiotransparente. Esta incidência deve ser uitlizada em pacientes politraumatizados. penetrando na 2ª articulação metatarso-tarsiana. OAI Região anterior ( dorsal ) interna do pé.Pext . em posição ortostática ou também deitado. A imagem desta incidência corresponde a OPE de pé. Paciente sentado. em posição ortostática ou também deitado. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. Paciente sentado. apoiando a face dorsal interna no chassis. mais próxima do filme. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. perpendicular no centro do chassis. Pext . cubóide e o 3º cuneiforme ou cuneiforme lateral. devemos retirar uma média de 5 Kv. Obliqüidade pé-filme de 45º. Obliqüidade pé-filme de 45º. penetrando ao nível da 2ª articulação metatarso-tarsiana. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé. Paciente sentado. mais próxima do filme. apesar de fácil posicionamento. O chassis deve ser colocado verticalmente em contato com a região externa do pé. Obliqüidade pé-filme de 45º. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. Tentar manter um ângulo de 90º entre o pé e a perna. mais próxima do filme. apoiando a face dorsal externa do pé no chassis. mais próxima do filme. Em relação aos fatores radiograficos. Paciente em posição ortostática. apoiando a região externa da perna sobre a mesa. Paciente sentado. OAE Região anterior ( dorsal ) externa do pé. por isso pertencendo a rotina mínima para retro-pé. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade do calcâneo. Pint Região interna ou medial do pé. (B) – nos casos de corpo estranho. Paciente em decúbito dorsal. apoiando a região interna da perna na mesa. mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 12 / 100 / 0. penetrando na 4ª articulação metatarso-tarsiana. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé. Esta incidência. e a que dissocia os espaços interósseos dos metatarsionao. Esta incidência apresenta com excelente definição os ossos do tarso. perpendicular ao centro do chassis. Esta projeção não entra na rotina mínima. Raio central perpendicular. Pext . Paciente em decúbito ventral. por isso sem muito valor na rotina de exame. devemos fazer o perfil interno ou externo de acordo com a proximidade do objeto. OBS : (A) – Outras incidências em perfil interno podem ser feitas com o raio central horizontal. apresenta uma grande superposição dos ossos do pé. .(C) Região externa ou lateral do pé. Apresenta ainda com boa definição os ossos escafóide.12s / fino / 1m / não / 24x30 Pé ( Retro-pé ) OPI Região posterior ( plantar ) interna.(B) Região externa ou lateral do pé. pela maior dificuldade de posicionamento. Esta incidência é a obliqua de mais fácil posicionamento. mais próxima do filme. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé ( +_10º cefálicos ). O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. Obliqüidade pé-filme de 45º. Raio central horizontal ao plano da mesa. com um apoio radiotransparente sob a perna. semelhantes as descritas anteriormente em Pext (B) e (C). Raio central horizontal ao plano da mesa.(A) Região externa ou lateral do pé.

com boa definição a maior parte dos ossos do pé. Raio central com uma inclinação podálica entre 15º e 20º penetrando no tendão de aquiles.1s / fino / 1m / não / 24x30 NOTA Raio central Nas incidências para ante-pé e retro-pé não há variação na entrada do raio central. por tanto. é a região do calcâneo que mais é suscetivel a fraturas. Raio central perpendicular. A região do tendão de aquiles deve coincidir com o centro do chassis. Raio central perpendicular. AXIAL (B) Região plantar anterior e posterior apoiada sobre a mesa e chassis ( mais próximas do filme ). o individuo passa a pisar apoiando toda a extensão da região plantar. penetrando no processo estilóide do 5º metatarsiano. Sem tirar o pé da posição. pela maior facilidade de posicionamento. Paciente sentado. Paciente sentado ou em decúbito dorsal tracionando o pé em sua direção com uma faixa ou uma toalha. Paciente sentado. Paciente em posição ortostática ou sentado num plano bem mais alto do que o chassis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 10 / 100 / 0. aproximar ao máximo a região anterior da perna do dorso do pé. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 32 / 10 / 100 / 0.A imagem desta incidência corresponde a da OPI de pé.1s / fino / 1m / não / 18x24 AXIAL (A) Região posterior da perna e da tuberosidade posterior do calcâneo. Pint Região interna ou medial do pé. com o joelho fletido. pois para ambas. aproximadamente 5cm acima do plano do chassis. penetrando no corpo do calcâneo. Normalmente essas alterações estão relacionadas com quadros de hipotonias musculares. esta incidência não entra na rotina pela maior dificuldade de posicionamento. deve penetrar em ponto coincidente com a região média do pé. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. Esta projeção entra na rotina. É importante para o radiologista e para o ortopedista a medida dos ângulos talucalcaneano e do arco plantar em radiografias feitas com o paciente pisando com o peso do corpo ( radiografia com carga ).12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Sustentaculum tali O sustentaculum tali é uma projeção óssea na região medial superior do calcâneo. penetrando no corpo do calcâneo. Os raios divergentes auxiliam na dissociação dos espaços interósseos. aproximadamente 5cm acima do plano do chassis. mais próxima do filme. . Pé plano ( pé chato ) O que caracteriza o pé chato é a grande diminuição do arco plantar. onde os posicionamentos são semelhantes aos já descritos para Pext de pé. Apesar de demonstrar melhor as relações articulares do calcâneo. OBS : Existem outras maneiras de realizarmos o Pext de calcâneo. fletindo o joelho. Estatisticamente. com função parcial de sustentação do talus ou astragalo. Calcâneo Incidências Pext / Pint / AXIAL (A) e (B) / Incidências de rotina Pext / AXIAL (A) Pext Região externa ou lateral do pé. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 30 / 12 / 100 / 0. apoiando a região interna da perna sobre a mesa. mais próximas do filme. apresentando. mais próxima do filme. As melhores incidências para demonstração do sustentaculum tali são as AXIAIS. Raio central perpendicular. apoiando a região externa da perna sobre a mesa. Raio central com uma inclinação de 30º cefálicos penetrando na região plantar posterior.

mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 12 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. com o peso do corpo sobre os pés. perpendicularmente ao chassis. Raio central horizontal ao plano da mesa. por isso deve Ter uma determinada penetração para aparecer a fileira posterior do tarso. . penetrando perpendicularmente no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. podemos fazer o paciente pisar sobre dois catálogos de telefone de cada lado e o chassis perpendicular a mesa entre eles. penetrando 1cm acima do maléolo tibial.ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Dorso-plantar (AP) / Pint / Pext / Incidências de rotina Dorso-plantar / Pint / Dorso-plantar (AP) Região plantar em contato com o chassis. Articulação tíbio-társica A articulação tíbio-társica é composta principalmente pela tíbia e o astrágalo. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext / AP Regiões da tuberosidade posterior do calcâneo e tendão de aquiles. Nesta incidência vai ser mantida o ângulo entre o astrágalo e o calcâneo. Paciente em posiçào ortostática. para a medida dos ângulos dos dois pés. Raio central perpendicular.12s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Região externa ou lateral da articulação. Raio central horizontal ao plano da mesa. Esta incidência pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal e o raio central horizontal. Pext Região externa ou lateral do pé.1s / fino / 1m / não / 24x30 NOTA Perfil interno Qando não temos um anteparo de madeira especifico para esta incidência. mais próxima do filme. As incidências para pé chato devem ser feitas sempre comparativas. que deverá estar em linha com o terceiro dedo. Paciente em posição ortostática.1s / fino / 1m / não / 24x30 Pint Região interna ou medial do pé. Também pode chamar-se articulação tíbio-astragalina ou articulação do tornozelo. que deverão estar apoiados sobre um anteparo radiotransparente. colocando o peso do corpo sobre os pés. no ponto médio da articulação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 10 / 100 / 0. Esta projeção entra na rotina mínima por aproximar mais a região do arco plantar do filme. mais próxima do filme. mais próxima do filme. que deverão estar apoiados sobre um anteparo radiotransparente que encaixe no seu centro. Pé fazendo um ângulo de 90º com a perna. Deve penetrar na 3ª articulação metatarso-tarsiana. Raio central perpendicular. Sempre que possível. pisando sobre o chassis. Paciente sentado com o joelho fletido apoiando a região externa da perna e do meléolo lateral ou peroneiro sobre a mesa e chassis. Raio central com uma inclinação tal que penetre perpendicular ao maior eixo do dorso do pé ( +_5º ). O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. mais próximas do filme. devem ser feitas incidências comparativas. participando também lateralmente o perôneo e a fíbula. penetrando 1cm para cima do maléolo medial ou tibial. penetrando perpendicular ao meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a tuberosidade posterior do calcâneo. em politraumatizados. pois assim os espaços articulares são melhor demonstrados.

fazer uma tração em sentido medial. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP com stress lateral / AP com stress medial AP com stress lateral Região posterior da perna e do calcâneo. no mesmo posicionamento do AP de tíbiotársica. virando a perna medialmente de aproximadamente 15º. Sem movimentar a região posterior do calcâneo.Pint Região interna ou medial da articulação. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. no mesmo posicionamento do AP de tíbiotársica. até aproximar a região do meléolo tibial do centro do chassis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. OPE Região posterior externa da articulação. no ponto médio da articulação. em politraumatizados. e o astrágalo são iguais mesmo fazendo-se o stress. fletindo o joelho. no ponto médio da articulação. mais próxima do filme. penetrando 2cm acima do maléolo peroneiro. pois no AP e no perfil a sua face articular para a tíbia não aparece com boa definição. Radiografias com stress O termo stress representa uma tração que é feita no momento da exposição aos raios-x. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. Quando há rutura ligamentar na radiografia com tração. mais próximo do filme. Sem movimentar a região posterior do calcâneo. mais próxima do filme. Esta incidência demonstra o maléolo tibial dissociado. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. podemos encontrar o lado lesado com espaço maior do que o outro.1s / fino / 1m / não / 18x24 OPI Região posterior interna da articulação.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Rutura ligamentar Normalmente o espaço compreendido entre as porções mais distais dos maléolos peroneiro e tibial. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. Paciente sentado. Raio central perpendicular. A pessoa que fizer a tração deve proteger-se com avental plumbífero e pegar na região do pé com utilização de luva plumbífera. mais próximas do filme. podemos fazer um estudo radiológico especifico. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. as obliquas com rotação interna e externa devem passar para a rotina radiografica mínima. O terceiro dedo deve ficar em linha com a perna. girando a perna lateralmente de aproximadamente 5º. OBS : Quando há suspeita de lesão ao nível dos maléolos tibial e peroneiro. . penetrando 1cm acima do maléolo tibial. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 28 / 10 / 100 / 0. que vai demonstrar o lado lesado e até orientar o ortopedista como colocar o gesso. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. fazer uma traçào em sentido lateral. Esta incidência pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal com o raio central horizontal. no ponto médio da articulação. no ponto médio da articulação. O terceiro dedo deve ficar em linha com a perna. com suspeita de rutura de ligamentos. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. AP com stress medial Região posterior da perna e do calcâneo.12s / fino / 1m / não / 18x24 Articulação tíbio-társica ( Rupturas ligamentares ) Casos de entorse ao nível da articulação tíbio-társica. quem fizer essa tração deve proteger-se contra os raios-x. Esta incidência demonstra o maléolo peroneiro dissociado. Raio central perpendicular.

Raio central perpendicular. A região externa do pé. para facilitar o posicionamento. Raio central perpendicular. por isso apresentando valor nas pesquisas de lesões ao nível deste osso. girando a perna lateralmente. OPE Região posterior externa ou lateral da perna. em ângulo reto com a perna em contato com a mesa e chassis. o raio central deve penetrar no centro da região da perna a ser examinada. . caso o paciente não tenha condições de ficar em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. principalmente com dois ossos. Caso não seja possível incluir as duas articulações no mesmo filme. Raio central perpendicular. OBS : Podemos fazer também o Pext com o raio central horizontal colocando-se o chassis perpendicular a mesa ou maca. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. o fêmur e a tíbia. de maneira que forme um ângulo de 45º com o filme. perpendicular ao chassis. Paciente em decúbito dorsal ou sentado erguendo a perna. Devemos utilizar sempre o maior filme possível. penetrando no centro da região a ser examinada. como reações medulares. o raio central deve incidir no meio da região a ser examinada. Esta incidência dissocia totalmente o perôneo. a tíbia anterior e medial e o perôneo lateralmente. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. girando a perna medialmente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 32 / 16 / 100 / 0. A coxa deve fazer um ângulo de aproximadamente 120º com a perna. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Esta projeção tem valor em pacientes gessados ou em politraumatizados. mais próxima do filme. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. de maneira que forme um ângulo de 45º com o filme. OPI Região posterior interna ou medial da perna. corticais e periostais. penetrando no meio da perna. O plano que vai do grande dedo ao bordo medial da rótula deve ficar perpendicualr a mesa. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Caso não seja possível a inclusão das articulações do joelho e tíbio-társica. mais próxima do filme. Em casos que não for possível essa condição. mais próxima do filme. mais próxima do filme. colocando o pé em ângulo reto com a perna. devemos sempre incluir a articulação mais próxima da região onde esta a possível lesão. Caso não seja possível a inclusão das articulações do joelho e tíbio-társica. colocando a outra perna na frente da que vai ser examinada. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. Pext Região externa ou lateral da perna. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito.16s / fino / 1m / não / 30x40 Joelho A articulação do joelho se dá. para isso devemos colocar um apoio sob a perna. o raio central deve penetrar no centro da região da perna a ser examinada. Esta incidência apresenta valor em exames de pacientes gessados. Paciente em decúbito ventral. Raio central perpendicular. ou que não possam ser locomovidos do leito. apoiando a região dorsla do pé na mesa ou colocando-se um apoio sob os joelhos para facilitar o posicionamento. Paciente em decúbito dorsal. mais próxima do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext / AP Região posterior da perna. OBS : As projeções obliquas são de grande valia nas pesquisas de alterações ósseas. PA Região anterior da perna. pois o ideal é sempre incluir as duas articulações ( proximal e distal ) num mesmo filme.Perna Encontramos na perna dois ossos. penetrando no centro da região a ser examinada. Pint Região interna ou medial da perna.

devemos manter um ângulo de 120º entre a coxa e a perna. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. esta relacionada com a lesão dos componentes articulares como cartilagem articular. penetrando no ponto médio da grande perga do joelho. PA .(B) Região externa ou lateral do joelho. Esta incidência deve ser comparativa por causa das inúmeras variações da anatomia normal e por causa das patologias bilaterais e das unilaterais. colocando a outra perna na frente da que vai ser examinada. O PA de joelho. Raio central perpendicular ou com 5º podálicos.(A) Região externa ou lateral do joelho.A rótula participa anteriormente da articulação. Reio central perpendicular ou com 5º cefálicos. numa mesma exposição. ligamentos internos e externos. mais próxima do filme. com os joelhos apoiados sobre a mesa ou chassis. Chassis colocado perpendicular ao plano da mesa ou leito. e facilitar o posicionamento. se o paciente tiver condições.(B) Região posterior do joelho. Paciente em decúbito dorsal.2s / fino / 1m / não / 30x40 Pext . pelo tendão do músculo quadríceps. e para manter o posicionamento deve ser colocado um apoio radiotransparente sob a coxa e a perna. Raio central perpendicular. as duas articulações devem ser demonstradas num mesmo filme. que podem predominar no lado direito ou esquerdo. sempre que possível. Esta incidência esta indicada em pacientes que não possam se locomover. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA (A) e (B) / Pext (A) e (B) / Pint / OPI / OPE / AXIAL / Incidências de rotina AP / Pext (A) / AP Regiões posteriores das coxas. OPI e OPE . penetrando perpendicular no meio do espaço entre o vértice da rótula e a prega do joelho. pois esta localizado laterlamente mais abaixo. o organismo reage com a deposição de tecido de cicatrização e tardiamente. erguendo o joelho a ser examinado. Nos casos em que a anquilose mantém o joelho com uma certa flexão. mais próxima do filme. O perôneo ou fíbula não participa da articulação do joelho. Paciente em decúbito dorsal. mais próximas do filme. deve ser comparativo. erguendo o joelho a ser examinado. Para retirar a rótula da fossa patelar do fêmur ( espaço entre os dois côndilos anteriormente ). mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre o vértice da rótula e a prega do joelho. O chassis deve estar colocado verticalmente com o seu maior plano em contato com a região lateral do joelho. penetrando no ponto médio da grande prega do joelho.(A) Regiões anteriores das coxas. Pint Região interna ou madial do joelho. Esta incidência é a melhor para pacientes que apresentem anquilose ( ou ancilose ) do joelho. penetrando ao nível do vértice da rótula. PA . no centro do filme. e para isso deve ser colocado um apoio radiotransparente sob a perna e a coxa. para fazer o posicionamento de rotina. sentado ou em posição ortostática. pode fixa-lo com o outro joelho. isto é. Esta projeção tem importância nos casos de pacientes que não tenham condições de executar o exame em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 38 / 60 / 100 / 0. que vai se fixar na tuberosidade anterior da tíbia. etc. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. com os pés ligeiramente rodados medialmente.6s / fino / 1m / sim / 30x40 60 / 38 / 20 / 100 / 0. ANQUILOSE é a alteraçào patológica que fixa a articulação. Paciente em decúbito ventral. de calcificação. joelhos e pernas. Como resultado dessa agressão. Pext . mais próximas do filme. O AP de joelho deve ser comparativo. joelhos e pernas. Raio central horizontal ao plano da mesa ou do leito. Paciente inicialmente em decúbito ventral. envolvida pela sua frente. não permitindo movimentos. para logo após erguer o corpo de maneira a manter a coxa e a perna com ângulações iguais em releção a mesa. O paciente em decúbito dorsal. indicamos esta incidência.

Regiões posteriores interna e externa respectivamente do joelho.6s / fino / 1m / sim / 24x30 NOTAS GERAIS 1-) Grade potter-bucky A partir dos 9cm. Paciente em decúbito ventral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . mais próximas do filme. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. devemos fazer além das radiografias de rotina. mais próximas do filme. mais próximo a uma das extremidades da mesa. Rótula ( patela ) Ainda considerada por alguns autores como um osso sesámoideo. penetrando ao nível do vértice da rótula. apesar da sua constancia. Raio central com um inclinação tal que percorra paralelamente o espaço entre a rótula e o fêmur. O chassis deve ficar sobre a rótula a ser examinada e o raios-x incidir por baixo. apoiando as pernas sobre o encosto de uma cadeira ou sobre uma outra mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 62 / 40 / 60 / 100 / 0. mais próxima do filme. Articula-se com os côndilos femurais medial e lateral.6s / fino / 1m / sim / 24x30 58 / 38 / 20 / 100 / 0. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do joelho. saindo no meio da rótula. colocando a face anterior da rótula em contato com a mesa. fletindo as pernas sobre as coxas até que forme um ângulo de aproximadamente 60º.6s / fino / 1m / sim / 18x24 PA (B) Região anterior do joelho. Raio central perpendicular. As incidências obliquas apresentam grande valor nas suspeitas de fraturas articulares. O paciente deve manter o posicionamento através de uma faixa ou toalha.3cm em sentido medial  OPE . girando a perna medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ). passando pelo dorso do pé. Paciente em decúbito ventral. Quando o posicionamento se torna incômodo.(B) e (C) Incidências de rotina PA (A) / Pext / PA (A) Região anterior do joelho. Esta projeção tem valor nas suspeitas de fraturas de rótulas e das proções anteriores dos côndilos femurais.3cm em sentido lateral  OPI FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 58 / 38 / 60 / 100 / 0. mais próxima do filme. ( +_20º a 25º cefálicos ). ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA (A) e (B) / Pext / Pint / OPI / OPE / OAI / OAE / AXIAL (A). Paciente senteado ou em decúbito dorsal. Obliqüidade joelho-filme entre 30º e 45º. um perfil com menos 5 Kv em média. 3-) Desvios dos joelhos Quando a indicação do exame radiológico for para desvios dos joelhos ( genovalgo e genovaro ). que compõe a articulação do joelho anteriormente.2s / fino / 1m / não / 24x30 AXIAL Regiões anterior da coxa e proximal do joelho. Raio central incidindo perpendicular infero-superiormente. pois esta espessura já apresenta uma quantidade de radiação secundaria suficiente para tirar o detalhe radiografico. a rótula é um osso curto. colocamos um apoio sob o joelho do paciente. costumamos fazer as radiografias com grade. uma incidência em AP de joelhos com o paciente em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 64 / 38 / 60 / 100 / 0. 2-) Radiografia com raios moles Quando a indicação para o estudo do joelho for artrite ( processo inflamatório na articulação ) devemos fazer além das incidências de rotina. Esta incidência tem valor nos casos de fraturar de rótula. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do joelho. .

mais próxima do filme Paciente em decúbito ventral girando o joelho medialmente ( OAI ) e lateralmente ( OAE ).2s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Região externa ou lateral do joelho. .4s / fino / 1m / sim / 18x24 52 / 32 / 40 / 100 / 0.4s / fino / 1m / sim / 18x24 OAI e OAE Regiões anteriores interna e externa. pois o raio central vai penetrar horizontalmente. com a finalidade de dissociar a rótula. Paciente sentado. passando pelo dorso do pé. da rótula. Raio central perpendicular. fazendo um ângulo de 135º entre a coxa e a perna. Raio central perpendicular. girando o joelho medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ). mais próxima do filme. O chassis deve ficar perpendicular ao maior eixo da rótula. para que fique num plano mais alto. penetrando axial ao maior eixo da rótula. apoiadas sobre a mesa. A obliquidade joelho-filme deve ser de 45º. modificando em muito o prognostico para o paciente. com o próprio paciente fixando o filme. AXIAL (A) Regiões anterior e próximal do joelho. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. pela margem intercondilar ou incisura intercondilar ou ainda chanfradura intercondiliana. Raio central quase que horizontal ao plano da mesa. Estas obliquas apresentam grande valor nas suspeitas de lesões ao nível da rótula e devem ser feitas quando o doente consegue apoiar a sua região. O paciente deve sentar e apoiar a coxa e perna sobre um anteparo. fazendo um ângulo de 60º entre a coxa e a perna. AXIAL (C) Região anterior da coxa no seu treço distal. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o vértice e a base da rótula. mais próxima do filme. saindo no centro da rótula. A região plantar deve estar apoiada na mesa. mais próxima do filme. Raio central horizontal ao plano da mesa. para sair perpendicular ao chassis. Paciente em decúbito ventral. Com o raio horizontal ao plano da mesa. Fazer um ângulo de 120º entre a coxa e a perna.62 / 40 / 20 / 100 / 0. fletindo as pernas sobre as coxas até que se forme um ângulo de aproximadamente 60º. joelho ou perna. OBS : A indicação da axial para rótula deve ser cautelosa. erguendo o joelho do lado a ser examinado de maneira que forme um ângulo de aproximadamente 120º. atrás e embaixo. OPI e OPE Regiões posteriores interna e externa respectivamente. da rótula. Paciente em decúbito dorsal. apoiada sobre a coxa. O paciente deve manter o posicionamento através de uma faixa. Raio central perpendicular. mais próximas do filme. que deverá estar perpendicular ao plano da mesa. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. passando a outra perna por cima e colocando-se na frente da que vai ser examinada. Chassis colocado perpendicular ao plano da mesa ou leito. saindo no centro da rótula. penetrando no meio do espaço entre a base e o vértice da rótula. Paciente em decúbito dorsal. mais próximas do filme. Obliqüidade joelho-filme de 45º. Paciente em decúbito dorsal. Pint Região interna ou medial do joelho. pois se um paciente tem uma fratura incompleta e se excedremos na flexão da perna sobre a coxa poderemos completar esta fratura.12s / fino / 1m / não / 18x24 Chanfradura intercondiliana Os dois côndilos do fêmur apresentam-se separadamente entre si. Raio central com uma inclinação tal que percorra o maior eixo da rótula ( +_20º / 25º. respectivamente. deve penetrar percorrendo o maior eixo da rótula. toalha ou avental. AXIAL (B) Região lateral da coxa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 52 / 32 / 40 / 100 / 0. Estas incidências obliquas devem ser indicadas quando o paciente não tenha condições de apoiar diretamente a rótula sobre a mesa. cefálicos ).

mais próxima do filme. o paciente deve flexionar o joelho de maneira que a coxa faça um ângulo de 160º com a perna. de maneira que a coxa faça um ângulo de 120º com a perna. OBS : As projeções para chanfradura intercondiliana com o paciente em decúbito dorsal ou sentado.Ela é limitada em baixo e aos lados pelas margens dos côndilos e é separada da face poplítea do corpo pela linha intercondilar do fêmur. pois nas radiografias simples de joelho. o paciente deve flexionar o joelho. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular ou com 110º em relação ao plano da perna. devemos utilizar o cilindro de extensão aberto. mais próxima do filme. Esta projeção demonstra a margem anterior da chafradura intercondiliana.6s / fino / cilindro encostado / sim / 24x30 Com o paciente em decúbito ventral Podemos fazer o exame com o paciente em decúbito ventral de duas maneiras : 1-) PA (A) Região anterior da perna. O ângulo formado entre a mesa e a coxa é de 40º.6s / fino / cilindro encostado / sim / 24x30 .Decúbito dorsal. nos casos de crianças e pessoas idosas.PA (A) e (B) Com o paciente em decúbito dorsal ou sentado AP (A) . A perna deve fazer um ângulo de 120º com a coxa. Raio central perpendicular. Sem movimentar a perna. de maneira que a coxa faça um ângulo de 140º com a perna. o paciente deve flexionar o joelho. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana.Decúbito dorsal. penetrando ao nível do vértice da rótula. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. apresentam a vantagem de ser mais fácil o posicionamento para o paciente e a desvantagem da grande distância objeto-filme e a superposição da rótula. 1-) PA (B) Região anterior da perna. Para obtermos mais detalhe. Região posterior do joelho. mais próxima do filme. Ângulo formado entre a mesa e a coxa é de 20º Raio central perpendicular. Podemos fazer o exame com o paciente em decúbito dorsal ou sentado. Sem movimentar a perna. incidindo ao nível da grande prega do joelho. Esta projeção demonstra a margem anterior da chanfradura intercondiliana. o paciente deve flexionar a articulação do joelho. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. 2-) PA (A) Região anterior da perna. mais próxima do filme. mais próxima do filme. penetrando ao nível da grande prega do joelho. 2-) PA (B) Região anterior da perna. não permitem a devida visualização das margens anterior e posterior da chanfradura. Região posterior do joelho. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. ou fazer em decúbito ventral em pacientes que tenham condições de manter o posicionamento. mais próxima do filme. penetrando ao nível da grande prega do joelho. Raio central perpendicular ( 90º em relação ao plano da mesa ) em relação ao plano da perna. Incidências Decúbito dorsal 1. Raio central com 20º cefálicos ou 70º em relação ao plano da perna. A perna deve fazer um ângulo de 120º com a perna. Para o estudo radiográfico da chanfradura intercondiliana é necessário incidências especiais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 67 / 38 / 60 / 100 / 0. Raio central incidindo com 90º em relação ao plano da perna. AP (B) . O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa.AP (A) e (B) Decúbito ventral 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 38 / 60 / 100 / 0. Sem movimentar a perna. Sem movimentar a perna. de maneira que a coxa forme um ângulo de 120º com a perna. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. penetrando ao nível da grande prega do joelho.PA (A) e (B) / 2. Esta projeção demonstra a margem anterior da chanfradura intercondiliana.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 20 / 100 / 0. Paciente em decúbito dorsal. erguendo a coxa a ser examinada. no seu terço médio distal. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Raio central perpendicular. o dividimos em três partes. fazendo uma ligeira rotação interna ( medial ) da coxa. girando a coxa medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ). porque somente em raros casos conseguimos inclui-lo em toda sua extensão no filme. erguendo a coxa a ser examinada. Incidências Terço médio-distal AP / Pext (A) e (B) / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext (A) / Terço médio proximal AP / Pext (A) e (B) / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext (A) / Terço médio-distal As radiografias do fêmur para terço médio-distal devem incluir obrigatoriamente no filme a articulação do joelho. médio e distal. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. terço proximal. até o joelho da outra perna ficar anterior a região a ser examinada.Fêmur ( terços médio-distal ) É o único osso da coxa. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. penetrando perpendicular no centro da região a ser examinada. mais próxima do filme. OPI e OPE Regiões posterior interna e externa respectivamente do terço médio distal da coxa. proximalmente faz a articulação coxo-femural e distalmente a articulação do joelho. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. passando a outra coxa por cima. em contato com a região interna da coxa. As projeções obliquas apresentam grande valor quando o radiologista deseja esclarecer uma hipótese diagnóstica. Chassis perpendicular ao plano da mesa ou leito. . Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. de lesões ósseas ou de partes moles. Para estudo radiológico do fêmur do adulto. mais próxima do filme. no seu terço médio distal. penetrando perpendicular ao centro da região a ser examinada. no seu terço médio distal. Esta incidência tem indicação nos pacientes que estejam em tração ou em pacientes gessados. AP Região posterior média-distal da coxa. mais próxima do filme. em contato com a região externa da coxa. Pext (A) Região externa ou lateral da coxa. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Pext (B) Região externa ou lateral da coxa. mais próxima do filme.2s / fino / 1m / não / 30x40 Pint Região interna ou medial da coxa. Devemos sempre utilizar o maior filme possível para as radiografias do fêmur. principalmente quando a indicação é fratura. o maior e mais pesado osso do corpo humano. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal. Chassis perpendicular ao plano da mesa ou leito. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. Esta incidência tem indicação em pacientes que estejam em tração ou em pacientes gessados.

Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal fazendo uma rotação interna máxima do membro inferior a ser examinado. o meio do maior eixo longitudinal da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em hemi-decúbito lateral. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. quando desejamos o fêmur esquerdo. aplicando sempre que possível o efeito anódio ( catódio para o lado da articulação coxofemural ).6s / fino / 1m / sim / 30x40 Fêmur ( terços médio-proximal ) As radiografias do fêmur para terço médio proximal devem incluir obrigatoriamente a articulação coxo-femural. fazendo uma ligeira rotação interna da coxa. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 80 / 100 / 0. Raio central perpendicular penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada.Raio central perpendicular.8s / fino / 1m / sim / 30x40 OPI Região posterior interna da coxa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. Paciente em decúbito lateral. mais próxima do filme. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. Esta incidência mostra o grande trocânter dissociado e o colo do fêmur em sua maior extensão. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. Paciente em decúbito dorsal. OPE Região posterior externa da coxa. no seu terço médio proximal. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. Devemos sempre utilizar os maiores filmes para o exame da coxa. mais próxima do filme. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. Paciente em decúbito dorsal. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada.8s / fino / 1m / sim / 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Radiografia pré-operatória . Raio central perpendicular. AP Região posterior média proximal da coxa. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando no períneo. fazendo uma rotação externa máxima do membro inferior a ser examinado Esta projeção mostra o pequeno trocânter dissociado e o colo do fêmur num plano semi-axial. Raio central com uma inclinação de 10º. na posição de obliqua posterior direita. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. mais próxima do filme.8s / fino / 1m / sim / 30x40 Pext (A) Região externa ou lateral da coxa no seu terço médio proximal. no seu terço médio proximal. mais próxima do filme. Pext (B) Região externa ou lateral da coxa. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. Com o paciente em obliqua. O bordo superior do chassis deve coincidir com o meio do espaço entre a espinha ilíaca ântero-superior e a crista ilíaca. no seu terço médio proximal. quando desejamos o fêmur direito e em obliqua posterior esquerda. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. Obliqüidade paciente-filme de 60º.

O maior eixo longitudinal mediano da coxa a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP com rotação interna e com rotação externa / AXIAL (A) e (B) / AP com rotação interna Região posterior do terço proximal da coxa. Métodos para localização da articulação . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 39 / 80 / 100 / 0. penetrando no centro do colo do fêmur.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Articulação coxo-femural É a articulação formada entre o osso ilíaco ou coxal através do acetábulo com a cabeça do fêmur. devemos sempre utilizar uma grade fixa. penetrando no centro do maior eixo do colo do fêmur. mais próxima do filme. É admiravelmente construída para combinar movimentos relativamente livres com sustentação e transmissão de peso. mais próxima do filme.As radiografias durante o ato cirúrgico. Paciente em decúbito lateral. Paciente em decúbito dorsal. podendo aquilatar como será a redução e até corrigir a posição das extremidades fraturadas. num plano semi-axial em relação ao filme. Paciente em decúbito dorsal. penetrando perpendicularmente no centro do maior eixo do colo do fêmur incidindo no períneo. O chassis é colocado do lado externo a ser examinado. fazendo uma rotação interna da perna do lado a ser examinado. devemos alterar os fatores. num plano semi-axial em relação ao filme. devem ser feitas utilizando sempre o maior chassis e posicionando-o de tal maneira a colocar o máximo possível do fêmur na imagem. de maneira que o maior eixo do colo do fêmur fique paralelo ao filme. Raio central perpendicular. fazendo uma rotação externa da perna do lado a ser examinado. Esta incidência mostra o colo do fêmur. 2-) Paciente gessado Quando radiografamos uma porção espessa dos membros que esteja gessada. Esta incidência mostra o colo do fêmur. Esta preocupação é porque o ortopedista assim tem a noção exata do eixo do fêmur. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. mais próxima do filme. AP com rotação interna Região posterior do terço proximal da coxa. Raio central horizontal ao plano da mesa. OBS : Esta projeção apresenta importância nos casos cirúrgicos de fraturas de colo do fêmur. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. antes e após a redução. onde pode-se ver os deslocamentos anteriores e posteriores. AXIAL (B) Região externa da coxa no seu terço proximal. Raio central com uma inclinação cefálica de 10º penetrando no períneo. Esta incidência mostra o colo do fêmur. de maneira que a coxa forme um ângulo de 90º com o tronco. de fratura do fêmur. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. O bordo superior do chassis deve ficar em contato com a crista ilíaca. Paciente em decúbito dorsal. AP com rotação externa Região posterior do terço proximal da coxa. Pela grande espessura a ser atravessada.8s / fino / 1m / sim / 24x30 AXIAL (A) Região externa do colo do fêmur. mais próxima do filme. fazendo uma rotação externa da perna do lado a ser examinado. aumentando a quilovoltagem : Gesso seco  + 8Kv Gesso úmido  + 12Kv Colo do fêmur É a porção proximal localizada entre a região intertrocantérea e a cabeça do fêmur. com a perna que não vai ser radiografada elevada e apoiada sobre um anteparo. durante o ato cirúrgico. em toda a sua extensão paralelo ao plano do filme. Paciente em decúbito dorsal.

Este é o melhor método de localização. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP comparativa com rotação interna e rotação externa / AP localizada com rotação interna e rotação externa / Perfil direito e esquerdo / OPD / OPE / AXIAL (A) e (B) / incidência de LOWENSTEIN (A) e (B) / incidência de van rosen / incidência de BUDIN E CHANDLER / tomografia em AP / Incidências de rotina AP comparativa com rotação interna / AP localizada com rotação interna / AP localizada com rotação externa / AP comparativa com rotação interna e com rotação externa Região posterior de ambas articulações. As projeções obliquas devem ser feitas para cada articulação. Três a quatro centímetros abaixo da bissetriz do ângulo mais inferior. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 Perfil direito e esquerdo Região externa ou lateral das articulações direita ou esquerda. pois lesões ao nível da articulação podem ser unilaterais ( direita ou esquerda ) ou bilaterais. no estudo do lado direito. uma região coincidente com 3cm acima do grande trocânter. OBS : As obliquas apresentam indicação nos casos de fraturas ou luxações. mais próximas do filme. pois demonstra a cabeça e colo do fêmur com excelente definição. cruza-se uma transversal. As duas incidências localizadas devem participar da rotina. onde o paciente não consegue fazer os movimentos de rotação da perna. utilizamos uma faixa compressora. por isso diminuindo a distância foco-filme. isto é. penetrando ao nível da articulação. da bacia. OBS : Esta incidência apresenta indicação nos casos em que há suspeita de luxação de articulação coxo-femural. dois a três centímetros para cima e sete a oito centímetros para dentro. respectivamente. porem é colocado o cilindro de extensão aberto ou colimadores de abertura de acordo com a articulação. penetrando na articulação a ser examinada. fazemos a OPD e a OPE. necessita para a sua localização. mais próxima do filme. cruza-se uma perpendicular. passando ao nível das articulações. 3-) Localizando-se o grande trocânter em rotação interna da perna. dados esses importantíssimos no diagnóstico diferencial.A articulação coxo-femural por ser profunda e protegida por fortes cápsulas e envolvida por músculos poderosos. Obliqüidade paciente-mesa de 30º a 45º. Devemos fazer de rotina o AP comparativo com rotação interna. girando os pés para dentro e numa outra radiografia. encontra-se a articulação coxo-femural. mais próxima do filme. então a variação nos fatores em relação a comparativa será pequena. Raio central perpendicular. Este método deve ser aplicado com estes números no adulto. qualquer um dos diferentes métodos : 1-) No meio da linha imaginaria entre a espinha ilíaca ântero-superior e a sinfise púbiana. Raio central perpendicular. OBS : A incidência comparativa deve ser obrigatória na rotina mínima. Paciente em decúbito dorsal. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. . esta a articulação. esta a articulação. AP localizada com rotação interna e com rotação externa Mesmo posicionamento da incidência em AP comparativa. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. Quando há dificuldade do paciente manter o posicionamento. Raio central perpendicular. 4-) Sentindo-se a pulsação da artéria femural. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 10 / 200 / 100 / 2s / fino / 1m / sim / 24x30 OPD e OPE Região posterior direita e esquerda. forma-se quatro ângulos. por causa da boa definição das relações articulares. entre a cabeça do fêmur e o acetábulo. "sobre esta linha" esta a articulação. girando para fora. Paciente em decúbito lateral rigoroso com as pernas estendidas ao longo do corpo. 2-) No meio da linha imaginaria entre a crista ilíaca e a sinfise púbiana. Três centímetros abaixo desse cruzamento. A região da articulação a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. OBS : Quando utilizamos o cilindro de extensão aberto. Raio central perpendicular. devemos encostá-lo no paciente.

Por causa do tempo longo de exposição. esta técnica não será satisfatória em crianças menores de 6 anos. Normalmente a linha prolongada pela diáfise femural corta o teto acetabular. Raio central com uma inclinação cefálica de 20º penetrando no períneo./ 250 / 100 / 2. OBS : A incidência de VAN ROSEN é importante no estudo das luxações da articulação coxo-femural. Ao diafragmar é importante incluir o terço superior da tíbia. mantendo os joelhos e pés unidos. Esta radiação geralmente é indicada em crianças. Nesta incidência devemos utilizar uma grade fixa para obtermos mais detalhe. mais próximas do filme. FROG ou RÃ.80m. penetrando perpendicular no centro do maior eixo do colo do fêmur. Nesta incidência as duas regiões plantares ficam quase encostadas uma á outra. A coxa erguida deve formar um ângulo de 90º com o tronco. A diafragmação visa também proteger as gônadas da radiação. A radiografia deve ser feita a uma distância foco-filme de 1. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Raio central perpendicular. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. com os joelhos fletidos em 90º. A incidência de LOWENSTEIN. mais próximo do filme. Raio central perpendicular.Para fixar o posicionamento. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 AXIAL (A) Região externa ou lateral da articulação. AXIAL (B) Região externa ou lateral da coxa. no seu terço proximal. cada um deles.5s / fino / 1. mais próximas do filme. Paciente em decúbito lateral. O chassis é colocado do lado externo a ser examinada. fletindo as coxas e pernas com os pés apoiados na mesa.80m / sim / 24x30 Tomografia . utilizamos um apoio radiotransparente sob o lado que está levantado. Quando há luxação. deve ser sempre comparativa e quando indicada devem ser feitas as duas radiografias ( A e B ). na estativa vertical. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. A incidência de VAN ROSEN deve ser sempre comparativa. incidindo ao longo do eixo do fêmur. em intensa rotação interna e abdução máxima dos membros. Paciente em decúbito dorsal com as pernas estendidas. mais próxima do filme. mais próxima do filme. O maior eixo longitudinal mediano da coxa a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal. Incidência de van rosen Regiões posteriores das articulações coxo-femurais. o ângulo é menor ( entre 30º e 45º ) a reta cai mais próxima a coluna torácica. no filme.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Incidência de BUDIN e CHANDLER Região posterior da articulação. Raio central horizontal ao plano da mesa. o feixe é centrado no colo do fêmur ( região medial da coxa ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / -. de maneira que o maior eixo do colo do fêmur fique paralelo ao filme. Esta proteção pode ser conseguida através de um campo reduzido e o uso de um anteparo plumbífero para as gônadas. cada um deles. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 Incidência de LOWENSTEIN ( incidência de FROG ) Regiões das articulações coxo-femurais. O bordo superior do chassis deve ficar em contato com a crista ilíaca. B-) Radiografia afastando os dois joelhos do plano mediano ságital de 60º. penetrando no meio do espaço entre as articulações. numa caixa ou cadeira de material totalmente radiotransparente. formando um ângulo com o eixo ságital de 45º. Paciente sentado. Raio central perpendicular. com a perna que não vai ser radiografada elevada e apoiada sobre um anteparo. incidindo no períneo. A-) Radiografia afastando os dois joelhos do plano mediano ságital de 15º. utilizada posteriormente como uma linha de referencia.

Quando o paciente tiver dificuldade de manter o posicionamento. mais próxima do filme. A obliquidade posterior mostra a fossa ilíaca direita.O estudo tomograficocom suas radiografias em planos pré-selecionados pelo operador. penetrando ao nível da fossa ilíaca uns 4cm para dentro da espinha ilíaca ântero-superior.inferior e anterior O maior osso da bacia é o ileon. com as pernas estendidas ao longo do corpo. Raio central perpendicular. utilizamos um apoio radiotransparente sob o lado levantado. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. sempre é dos métodos de exames radiológicos apresntam maior valor para o diagnóstico do médico radiológista. penetrando no meio do espaço entre as duas espinhas ilíacas ântero-superiores e a sínfise pubiana. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / OPD / OPE / Perfil esquerdo e direito / Incidências de rotina AP / OPD / OPE AP Região posterior da bacia. Obliquidade paciente-mesa de 45º. OBS : O perfil direito ou esquerdo tem indicação nos casos de suspeitas de fraturas ao nível do isquion e do púbis. com a articulação a ser radiografada coincidindo com a linha central da mesa. utilizamos uma faixa compressora próxima a uma região da bacia. e a obliquidade posterior esquerda mostra a esquerda. Raio central penetrando na articulação. posteriormente encontramos a coluna sacra e a coccígea. Raio central perpendicular. O plano ótimo'quase sempre se encontra próximo a espessura dividida por dois somada de 3cm. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 35x35 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda. Os ossos que formam o ilíaco ou coxal são : Ileon . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . mais próxima do filme. Sempre devemos incluir todos os ossos da bacia no filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 250 / 80 / 3. Paciente em decúbito dorsal. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. Utilizamos esta incidência em politraumatizados.2s / fino / tomo / sim / 24x30 Bacia A bacia é formada por um forte arcabouço ósseo. penetrando 3cm acima do cóccix.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Pdir e Pesq Região direita ou esquerda da bacia. Tomografia em AP Paciente em decúbito dorsal. para podermos visualizar as regiões do colo do fêmur e grande trocânter com melhor definição. Raio central perpendicular. penetrando no meio do espaço entre a espinha ilíaca ântero-superior e o púbis. colocando o corpo em posição obliqua. da bacia. PA Região anterior da bacia. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. mais próxima do filme. As fossas ilíacas no AP. respectivamente. Raio central perpendicular. aproximadamente 80% de todo o ilíaco. aparecem num plano semi-axial. mais próximas do filme. Os pés devem ficar em rotação interna. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. As projeções obliquas são mais especificas para as fossas ilíacas que aparecem no seu plano paralelas ao filme. que não têm condições de ficar em decúbito dorsal. Quando há dificuldade de manter o posicionamento. composto principalmente pelos dois ilíacos. Paciente em decúbito lateral rigoroso.superior e lateral Isqueon .inferior e posterior Púbis .

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. OBS : A inclinação cefálica costuma ser alguns graus maior em mulheres. Paciente em decúbito ventral. AP Região posterior do púbis. passando pelo bordo superior da sínfise pubiana. As pernas devem ficar afastadas ao máximo uma da outra. Paciente sentado. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. encontra-se localizado anteriormente na região inferior da bacia. Raio centra com uma inclinação podálica de 5º a 15º. por isso não devemos fazer de rotina essa projeção. com o tronco formando um ângulo de aproximadamente 60º com a mesa. AXIAL ( Variante da incidência de THOMS ) Região inferior do púbis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 PA Região anterior da articulação.0s / fino / 1m / sim / 35x35 Púbis É o menor osso do ilíaco. medialmente. Raio central perpendicular. Fazemos o AP de púbis quando o paciente não tem condições de ficar em decúbito ventral. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Região pubiana deve coincidir com a linha central da mesa.70 / -./ 200 / 100 / 2. penetrando no processo espinhoso de S1. Raio central com uma inclinação média de 25º cefálicos. Raio central perpendicular saindo no meio da sínfise pubiana. mais próxima do filme. OBS : Esta projeção apresenta valor nos casos de fraturas do púbis. penetrando ao nível do púbis. para conseguirmos entrar com o raio central perpendicular ao maior eixo do sacro. principalmente quando apresentam fragmentos anteriores ou posteriores. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. Raio central perpendicular. no mesmo posicionamento do perfil de coxo-femural e bacia.8s / fino / 1m / sim / 18x24 Perfil esquerdo e direito Região direita ou esquerda do púbis. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA / AP / Perfil direito e esquerdo / AXIAL / Incidências de rotina PA / AXIAL / PA Região anterior do púbis. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. O prefil superpõe o púbis direito e esquerdo.6s / fino / 1m / sim / 18x24 Articulação Sacro-ilíaca É a articulação que se dá entre as faces articulares laterais da coluna sacra com as faces articulares do íleon. mais próxima do filme. Paciente em decúbito lateral rigoroso. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP ( FERGUSON ) / PA / OPD / OPE / OAD / OAE / Incidências de rotina AP / OPD / OPE / AP ( incidência de FERGUSON ) Região posterior da articulação. mais próxima do filme. penetrando no meio da sínfise pubiana. mais próxima do filme. Raio central perpendicular penetrando ao nível da sínfise pubiana. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 25 / 60 / 100 / 0. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa.

Obliquidade paciente-mesa de 30º. OPE Região posterior esquerda da articulação. isto é. vai causar uma diferença na medida do comprimento dos ossos. O lado que esta levantado é o que será radiografado. colocando o corpo em posição obliqua. INDICAÇÃO Claudicância. O lado a ser radiografado é o que esta mais próximo do filme. joelhos e tíbio-társicas. utilizando apenas uma projeção com um filme de tamanho que inclua as três articulações. colocando o corpo em posição obliqua. devemos utilizar cilindros de extensão fechado ou outros colimadores. Normalmente a escanografia é utilizada na medição dos membros inferiores. São três incidências num mesmo filme. são as principais indicações deste exame. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. escanometria ou técnica de farril. mais próximas do filme. o paciente em OPE. mais próxima do filme. o paciente em OPE. isto é. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. a fim de medir quaisquer diferenças nos seus comprimentos.6s / fino / 1m / sim / 24x30 NOTA 1-) Projeções obliquas As regiões onde penetra o raio central nas incidências obliquas devem coincidir com a linha central da mesa. Escanografia É a demonstração radiográfica dos ossos longos. a articulação a ser examinada é a direita. escoliose desnivel de bacia. penetrando 3cm para dentro da espinha ilíaca ânterosuperior mais afastada da mesa. Quando o aparelho não dispõe de colimador. OAD e OAE Região anterior direita e esquerda respectivamente. a articulação a ser examinada é a esquerda. da articulação. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. podendo-se medir também os membros superiores. Obliquidade paciente-mesa de 30º. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. escanograma. penetrando ao nível da articulação. por que são feitas três exposições num mesmo filme sem o paciente se movimentar. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Para obtermos mais detalhe.72 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 OPD Região posterior direita da articulação. com o paciente em OAD. pois podemos fazer escanografias de forma direta. Método de exame Regiões posteriores das articulações coxo-femurais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. para termos certeza que o paciente não se moverá. mais próxima do filme. Quando em decúbito dorsal. isto é. Raio central perpendicular. Obliquidade paciente-mesa de 30º. os dois grandes dedos. são outros nomes utilizados para a mesma técnica. a articulação a ser examinado é a direita. Raio central perpendicular penetrando 3cm para dentro da espinha ilíaca ânterosuperior mais afastada da mesa. que é indireta. de grande importância na pesquisa da estiologia dessas alterações. . Qualquer movimento de uma das pernas no sentido longitudinal. devemos fixar através de uma fita de adesivo. um AP de coxo-femural. O lado que está levantado é o que será radiografado. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática colocando o corpo em posição obliqua. isto é. a média para o joelho e a menor para a tíbio-társica. fazemos a maior abertura do diafragma para a articulação coxo-femural. Quando o aparelho de raios-x dispõe de colimador. um AP de joelho e um AP de articulação tíbio-társica. podemos fazer limitando os campos radiográfados com placas de chumbo. A bandeja com o chassis deve deslizar livremente em todo o espaço compreendido entre a articulação coxo-femural e a articulação tíbio-társica. SINONÍMIA Mensuração radiológica. Este método exige que haja uma boa distância entre o plano superior do chassis e o inferior da mesa para que as placas de chumbo não deslizem quando a bandeja é fechada.

O bordo superior do chassis deve coincidir com a região mais alta do pavilhão auricular. então fazemos o exame em decúbito dorsal. A coluna cervecal apresenta uma curvatura anterior ( lordose ) fisiológica. a anatomia radiológica da coluna apresenta grandes variações. O paciente deve fazer as radiografias para coluna em posição ortostática ou sentado.(B). irá haver superposição da porção escamosa do occipital com a 3ª vértebra e as vezes até a 4ª vértebra cervical. Coluna lombar com 5 vértebras. com exceção do cóccix.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Articulaçào do joelho Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 26 / 24 / 100 / 0. A sétima. Coluna sacra com 5 vértebras. A lordose fisiológica coloca os corpos vertebrais de C4 a C7 numa posição tal que somente com inclinação cefálica é possivel a demonstração dos espaços intervertebrais. Cuidados importantes são a retirada de adornos com materiais radiopacos que venham a prejudicar o exame. Coluna coccígea com 2. 2-) Entrar paralelo aos espaços intervertebrais. Enquanto o Atlas não tem corpo e tem processo espinhoso rudimentar. . depois no joelho e logo após na articulação tíbio-társica.Coluna vertebral A coluna vertebral apresenta-se dividida em 5 segmentos : Coluna cervical com 7 vértebras. No recém-nascido. Coluna cervical É a porção da coluna logo abaixo do crânio. Na radiografia em AP conseguimos ver com boa definição da 3ª a 7ª vétebra cervical. As duas primeiras ( Atlas e Axis ) e a sétima *( Proeminente )(1).(B) e (C) / Transoral (A) e (B) / Transmaxilar / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina AP (A) / perfil (A) e (B) / Transoral (A) e (B) / AP Região posterior do pescoço.(C) e (D) / Perfil (A). pois se estender muito a cabeça. penetrando entre a cartilagem tireóide e a cricóide. mais próxima do filme. composta por 7 peças vertebrais.8s / fino / 1m / sim / 30x40 Articulação coxo-femural Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 60 / 100 / 0. pois há pacientes que usam compensação no salto.Outro método que pode ser aplicado é a utilização de cones ou cilindros para localizar separadamente cada articulação num mesmo filme.24s / fino / 1m / sim / 30x40 04 . quando não for possivel. de acordo com a idade. chama-se proeminente. responsavel pelo eixo dos movimentos de lateralização da cabeça. Retirar os sapatos é uma providência importante. todas as vértebras apresentam três núcleos de ossificação : um maior para o corpo e dois laterais para os arcos posteriores. para tratamento do desnivel da bacia. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 80 / 100 / 0. O paciente deve ser posicionado com a linha horizontal alemã perpendicular ao plano da estativa vertical. A fusão dos núcleos pode retardar-se até os 6 anos. Raio central com inclinação de 12º cefálicos. penetrando na articulação coxo-femural. Coluna torácica com 12 vértebras. por causa do comprimento menor de um dos membros. A 1ª e a 2ª vértebras necessitam de incidências especificas. apresenta a desvantagem de multiplicar por dois o número de incidências. por Ter um processo espinhoso maior. Podemos obter o AP por quatro técnicas diferentes : AP (A) Raio central com uma inclinação entre 10º e 15º cefálicos. o Axis eleva seu corpo em forma de processo ( Apófise ) chamado odontoide. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP (A). 3 ou 4 peças vertebrais atípicas. Raio central perpendicular. *(1) O que quisemos dizer com essa asserção é que somente estas 3 vértebras apresentam nome especifico. A inclinação cefálica apresenta principalmente duas vantagens : 1-) Afastar a mandibula proximalmente do campo radiografico. por isso.

O paciente deve fletir ao máximo a cabeça até que olhe em direção aos pés. Para podermos fazer a radiografia com tempo longo.FATORES Kv / K / 65 / 48 / mAs 60 / mA / t / foco / / 100 / 0. e na hora da exposição o paciente fará movimentos de lateralização da cabeça. penetrando na cartilagem tireóide. não perdermos detalhe. O bordo superior do chassis. fazer o perfil esquerdo. pois os pacientes nessa posição têm tendência a movimentar-se. de 5º. Como a intenção é demonstrar da 2ª a 7ª vértebras.50m / sim / 18x24 Perfil normal direito e esquerdo (A) Região lateral direita ou esquerda do pescoço.6s / fino / d / bucky / Fi 1m / sim / 18x24 AP (B) Raio central perpendicular.80m ). devemos utilizar um foco mais grosso. A finalidade da autotomografia – 2 – é a visualização das primeiras vértebras cervicais.1 A automografio baseia-se no flou cinético. para demonstrar com melhor definição as ultimas vértebras cervicais. em decúbito lateral. deve coincidir com a região mais alta do pavilhão auricular. Por causa da grande separação entre a coluna cervicale o filme. penetrando ao nível da cartilagem tireóide. O bordo superior do chassis. com exceção da primeira vértebra. É uma incidência feita com tempo longo. tendo o cuidado de não movimentar o maior eixo da coluna cervical. para trabalharmos com tempo mais curto. mais próxima do filme. Com a automografia – 1 – podemos visualizar todas as vértebras cervicais. logo acima da cricóide ( cartilagem mais inferior do laringe ). aparecendo com boa definição a estrutura fixa. isto é. em decúbito lateral. isto é. conseguimos visualizar os primeiros espaços intervertebrais com uma pequena inclinação cefálica e os médios e ultimos com uma maior inclinação. quando não houver indicação precípua. Sempre usar os focos de maior miliamperagem ( foco grosso ).AUTOMOGRAFIA . para trabalharmos com tempo mais curto. penetrando na fúrcula esternal. com o movimento de uma determinada região. O paciente deve forçar ao máximo os braços para baixo. e na hora da exposição o paciente fará movimentos de abrir e fechar a boca. desaparecendo então através do fenômeno chamado FLOU CINÉTICO. tendo o cuidado de não movimentar o maior eixo da coluna cervical. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. Raio central com uma inclinação média de 5º cefálicos. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical ( tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ).6s / fino / 1m / sim / 18x24 AP (C) . AP (D) – AUTOTOMOGRAFIA – 2 A autotomografia baseia-se no flou cinético. aparecendo com boa definição a estrutura fixa. que acompanha a cabeça nos movimentos de lateralização. devendo-se por convenção. para diminuir a ampliação e daí. Por causa da lordose fisiológica da coluna vertebral. ela se apagará da imagem radiografica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 48 / 160 / 60 / 2. utilizamos então uma inclinação média do raio central. penetrando ao nível de C4 ( ou tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). Sempre que possivel. Paciente em posição ortostática. pois é frequente essas radiografias sairem tremidas pelo movimento do paciente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 53 / 60 / 100 / 0. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. Os raios divergentes cumprirão a função da inclinação cefálica da incidência anterior. sentado ou em última hipótese. ela se apagará da imagem radiografica. devemos aumentar a distânica foco filme. Radiografia feita a grande distância foco-filme para compensaro espaço entre a coluna cervical e o filme. com o movimento de uma determinada região. deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. sentado ou em última hipótese. Raio central perpendicular. Perfil com flexão direita e esquerda (B) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. logo acima da cricóide ( cartilagem mais inferior do laringe ). esta incidênciadeve ser feita a grande distância foco-filme ( 1.5s / fino / 1. É uma incidência feita com tempo longo. daí evitando o flou cinético. mais próxima do filme. .

O paciente deve estender ao máximo a cabeça. mais próximas do filme. penetrando ao nível do lábio superior. Paciente em posição ortostática. Colocar o corpo do paciente com uma obliquidade de 45º com o plano da estativa e a cabeça paralela a esse plano. sentado ou em decúbito ventral. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. Raio central perpendicular. sentado ou em posição ortostática. Paciente em posições ortostática. Fazemos esta incidência de rotina. OBS : As projeções de perfil com flexão e extensão apresentam grande importância para estudo do eixo da coluna onde poderemos individualizar pequenas luxações. Radiografia feita com cone para obtermos melhor detalhe do atlas e do axis e das articulações occipito-atloidea e atlo-axoidea. mais próxima do filme. daí evitando o flou cinético. sentado ou em última hipótese. penetrando ao nível de C4 ( ou tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). OBS : A finalidade da boca aberta nas incidências transorais é a retirada dos dentes do campo a ser radiografado. esta então aumenta as possibilidades de um bom estudo das articulações occipitoatloidea e atlo-axoidea. por isso devemos pedir ao paciente que retire próteses dentarias radiopacas. Algumas vezes. abrindo a boca ao máximo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. abrindo ao máximo a boca. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. Raio central perpendicular. Transoral (B) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. Radiografia feita a grande distância foco-filme ( teleradiografia ) para compensar o espaço entre a coluna cervical e o filme. até que olhe em direção ao teto. perpendicular ao plano da mesa. Raio central com uma inclinação cefálica de 5º. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. só conseguiremos um bom estudo radiografico utilizando a tomografia. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa.80m / sim / 18x24 Transoral (A) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. em decúbito lateral.8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 OAD Região anterior direita do pescoço. Paciente em decúbito dorsal. mais próximas do filme. A radiografia deve ser feita com cone. tangenciando os incisivos superiores. mais próxima do filme.3s / grosso / 1. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. Sempre utilizar os focos de maior miliamperagem para trabalharmos com tempo mais curto. Utilizamos esta incidência quando nos interessam as primeiras vértebras cervicais e o paciente não tem condições de abrir a boca. Paciente em decúbito dorsal. OAE Região anterior esquerda do pescoço. sentado ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 58 / 60 / 200 / 0. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Transmaxilar Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. penetrando de maneira que tangencie os dentes incisivos superiores. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo perpendicular ao plano da mesa. mais próximas do filme. sentado ou em posição ortostática. OBSERVAÇÕES : . O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. Colocar o corpo do paciente com uma obliquidade de 45º com o plano da estativa e a cabeça paralela a esse plano.Perfil com extensão direita e esquerda (C) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. sentado ou em decúbito ventral. e a flexibilidade das articulações interpofisárias. Paciente em decúbito dorsal. pois nem sempre conseguimos individualizar as articulações na primeira transoral ( com raio central perpendicular ). Linha horizontal alemã perpendicular a mesa. mais próxima do filme.

m / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo . ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Perfil (A) e (B) / OPD / OPE / OAD / OAE / Incidências de rotina AP / Perfil (A) / AP Região posterior da coluna cérvico-torácica. Raio central perpendicular. pelos seguintes motivos : 1º-) Coluna cervical mais próxima do filme. T3 e T4 ). Membro mais afastado do filme o mais abaixado possivel. C-) Quando na requisição de exame vem o pedido para obliquas de cervical. mais próxima do filme. Nesses casos. mais próxima do filme. retirando os sapatos. sentado ou em decúbito dorsal. As torácicas são vértebras que necessitam de estudo especifico. Paciente em posição ortostática. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 48 / 70 / 200 / 0. 2º-) Nas OAD e OAE. mais próximas do filme. sentado ou em última hipótese.(A) – Incidência de TWINING ( variante ) Região lateral direita ou esquerda da coluna. envolvendo a cabeça sem modificar o eixo da coluna. do pescoço. penetrando na fúrcula esternal. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. B-) As projeções obliquas apresentam grande importância no estudo dos forames de conjunção ( onde penetram as raízes nervosas sensitivas ). por isso utilizando menos Kv e menos mAs. Obliquidade do paciente-mesa de 45º.35s / grosso / 1. Membro superior mais próximo do filme. Sempre que possivel. . Raio cnetral perpendicular. podemos fazer na distância FO-FI de 1m. fazer o exame em posição ortostática. sentado ou em decúbito ventral. 3º-) Maior facilidade e comodidade para o paciente manter o posicionamento. pois não são demonstradas com boa definição nas incidências para coluna cervical. com imagem mais real e com melhor detalhe. com a finalidade de retirar os ombros de cima das primeiras vértebras torácicas. pesquisa de uncoartrose ( processos degenerativos dos uncus vertebrais ). Raio central perpendicular. Esta incidência joga a coluna cérvico-torácica na região axilar. Perfil direito e esquerdo .3s / grosso / 1m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda respectivamente. Paciente em decúbito dorsal. T2.(B) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. o raio central penetra com uma inclinação podálica +_ 12º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 60 / 100 / 0. apresentando seus componentes com excelente definição. tangenciando a articulação acrômio-clavicular mais afastada do filme. Uma outra pessoa deve tracionar os membros superiores em sentido distal. devemos fazer as anteriores. mais próxima do filme. em decúbito dorsal. colocando um apoio radiotransparente sob o tórax e região crevical. colocamos o seu corpo em posição obliqua e a sua cabeça paralela ao plano da mesa. nem para coluna torácica.6s / fino / 1. Paciente em posição ortostática.A-) Quando o paciente em decúbito ventral. Paciente em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 68 / 38 / 60 / 200 / 0.80m / sim / 18x24 Coluna cérvico-torácica Consideramos como componentes da coluna cérvico-torácica as últimas cervicais ( C6 – C7 )e as primeiras torácicas ( T1. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. por causa da superposição com as articulações escápulo-umerais. A cabeça do paciente deve ficar paralela ao plano da estativa ou mesa. Devemos Ter o cuidado de retirar roupa ou adornos que venham prejudicar o exame. Esta radiografia deve ser indicada em casos de pacientes com fraturas ou luxações que estejam em tração ou que não tenham condições de remoção do leito. OBS : A verdadeira incidência de TWINING ( incidência do nadador ) é utilizada na mielografia de região cérvico-torácica com o paciente em decúbito ventral e o raio central horizontal passando ao nível de C7. articulações interpofisárias e outras estruturas da coluna num plano obliquo. Região da coluna cérvico-torácica coincidindo com a linha central da mesa.

colocando-se a coluna cervical no mesmo eixo da torácica.Raio central horizontal ao maior plano do leito ou mesa. em decúbito dorsal. mais próximas do filme. penetrando ao nível da fúrcula esternal. penetrando no meio do espaço entre a fúrcula esterna e o apêndica xifoide. É importante fazermos esta incidência de pé ou sentado. Estas projeções apresentam valor para a visualização dos forames de conjugação pedículos e outros acidentes anatômicos numa apresentação obliqua. passando ao nível de T2. Paciente em posição ortostática. Coluna torácica Localizada logo abaixo da coluna cervical. pois assim poderemos surpreender desvios de coluna. Para igualarmos as densidades radiograficas. 2 fóveas costais superiores. 2 com os processos articulares inferiores. Paciente em posição ortostática. através da fovea costal ( costela com o corpo ) e fovea costal transversa ( costela com o processo transverso ). perpendicular ao chassis. Para facilitar o posicionamento. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 40 / 70 / 100 / 0. OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda do tórax e pescoço. O PA de coluna torácica apresenta a desvantagem de superpor os bordos superiores e inferiores dos corpos de uma vértebra com a outra. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 25 / 80 / 100 / 0. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Perfil direito e esquerdo / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / Perfil esquerdo / AP Região posterior do tórax. devemos utilizar grade fixa para obtermos mais detalhe. em todas as incidências.m / sim / 18x24 NOTA 1-) Tomografia Quando interessa ao médico radiologista ver a extensão da lesão ao nível da coluna. Cada vértebra torácica faz 12 articulações : 2 com os corpos vertebrais contíguos ( articulações intervertebrais ). mais próxima do filme. 2 fóveas costais transversas. PA Região anterior do tórax. o efeito anodio ( catodio para o lado do abdome ). Raio central perpendicular. indicamos então a tomografia da região com cortes separados de alguns milimetros. Paciente em decúbito ventral. colocando-se a coluna cervical no mesmo eixo da torácica. Como toda radiografia para coluna. deve ser feita sem os sapatos. apoiando no ombro. 2 com os processos articulares superiores ( articulações interpofisárias ). poderiam passar despercebidos. Utilizamos estas incidências quando o paciente não tem condições de fazer as obliquas posteriores. A principal caracteristica da vértebra torácica é a articulação com os arcos costais. mais próximas do filme. Obliquidade paciente-mesa de 45º. OBS : Nas incidências em perfil para coluna cérvico-torácica com o raio central horizontal.8s / fino / 1. O bordo superior do chassis deve coincidir com a região mentoniana. Raio central perpendicualr. Paciente em posição ortostática. Obliquidade paciente-mesa de 45º.7s / fino / 1. que fazendo-se deitado. sentado ou em decúbito ventral. que deverá estar equilibrado na vertical. 2 fóveas costais inferiores. devemos utilizar sempre neste exame. sentado ou em decúbito dorsal. por causa que os raios-x . que não tenha condições de virar ao contrário.m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda do tórax e pescoço. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. apresenta 12 peçasvertebrais. sentado ou em última hipótese. devemos colocar um apoio radiotransparente sob a parte que esta erguida. penetrando ao nível da 2ª vértebra torácica ( T2 ).

mais próxima do filme. separando assim os espaços intervertebrais. em proporção com as demais. ficando assim a coluna torácica proximal.2s / fino / 1. quando vier na maca nessa posição. Obliquidade paciente-mesa de 45º. Para facilitar o posicionamento. do tórax. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. O maior eixo da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando ao nível do meio do espaço entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide. A melhor posição para os pacientes com fratura ao nível da coluna lombar é a decúbito ventral. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA / AP / Perfil normal direito e esquerdo / Perfil com flexão direito e esquerdo / Perfil com extensão direito e esquerdo / Perfil localizada de L5-S1 / incidência de FERGUSON / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina PA / Perfil normal / Perfil com flexão / Perfil localizada de L5-S1 / FERGUSON / PA Região anterior do abdome. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. com isso apagaremos a imagem de superposição das costelas. devemos trabalhar com tempo longo para conseguirmos um melhor flou cinético.0s / fino / 1. deve coincidir com a linha central da mesa. não apresenta superficies articulares nos processos transversos e seu processo espinhoso é de forma mais larga e quase quadrada. mais afastada da mesa do que a distal. penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica. Quando o paciente em decúbito lateral rigoroso os braços devem envolver a cabeça e as pernas flexionadas para facilitar e manter o posicionamento. O maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. devemos utilizar um apoio radiotransparente sob o lado levantado do tórax e da bacia. Raio central perpendicular. podemos fazer a radiografia em perfil com o paciente respirando lentamente.penetram pela convexidade. mais próximas do filme.3s / fino / 1. Obliquidade paciente-mesa de 45º. deverá ser . Por isso. As mãos e antebraços devem ficar apoiados anteriormente na cabeça. O maior eixo longitudunal da coluna.m / sim / 30x40 OBS (B) : Para conseguirmos uma melhor demonstração das vértebras torácicas. penetrando ao nível de T6.m / sim / 30x40 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. Paciente em posição ortostática ou sentado. Raio cnetral perpendicular. OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda respectivamente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 25 / 200 / 60 / 3. OBS (A) : Se o exame for feito em decúbito lateral. sentado ou em decúbito lateral. pois sabemos que a coluna torácica apresenta uma cifose fisiológica ( curvatura para trás ). Apresenta 5 vértebras que. são as que possuem o corpo vertebral mais desenvolvido. devemos fazer as anteriores pela maior facilidade de posicionamento. Raio central perpendicular. Em relação a fatores. raio central perpendicular. penetrando na linha axilar média ao nível da 6ª vértebra torácica. Quando em ortostática ou sentado. devemos Ter cuidado para que o paciente não movimente também a coluna nas fazes respiratórias. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 100 / 100 / 1s / fino / 1. mais próximas do filme. do tórax. O motivo é que a largura dos ombros é quase sempre maior que a da bacia. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 25 / 200 / 100 / 2. o raio central deve penetrar com +_5º cefálicos ao nível da 6ª vértebra. mais próxima do filme.m / sim / 30x40 OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda respectivamente. Quando utilizamos esta técnica. Paciente em posição ortostática. Devemos fazer de rotina em PA para que os raios-x penetrem na concavidade da coluna. Quando houver indicação das obliquas.m / sim / 30x40 Coluna lombar É a porção da coluna vertebral situada logo abaixo da torácica.

Paciente em decúbito dorsal. estando o paciente em decúbito dorsal ou ventral. mais próxima do filme. (C). penetrando na 3ª vértebra lombar ( no meio do espaço entre o bordo inferior do rebordo costal e a crista ilíaca ).O raio central deverá Ter uma inclinação podálica de 5º a 10º. a 5ª vértebra lombar não aparece com boa definição por causa da sua inclinação para articulação com a 1ª vértebra sacra. Raio central perpendicular. Quando em decúbito lateral. O centro do maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. Esta projeção apresenta também grande valor no estudo do eixo da coluna. de acordo com a largura da bacia. [enetrando no ponto médio entre o rebordo inferior da cartilagem costal e a crista ilíaca. Raio central perpendicular. pois a região mais distal da coluna lombar fica mais alta do que a proximal. penetrando no meio do espaço entre o bordo costal inferior e a crista ilíaca. onde poderemos demonstrar melhor possiveis deslizamentos de vértebras. Paciente em posição ortostática. AP Região lombar. OBS : Outro método que podemos utilizar na prática é a colocação do bordo inferior do chassis logo abaixo do cóccix. quando não for possivel fazer de pé. reduzindo a lordose fisiológica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 240 / 100 / 2.m / sim / 30x40 Perfil normal direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda do abdome. Esta projeção apresenta grande valor no estudo do eixo da coluna. As mãos e antebraços deve estar apoiados anteriormente na cabeça. Esta posição coloca a coluna quase que totalmente paralela ao plano da mesa. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. OBS : (A). Mesmo com as pernas fletidas. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre o rebordo costal inferior e a crista ilíaca.Quando há indicação de fazer o exame em decúbito lateral. com grade fixa. utilizando as mãos para manter o posicionamento. quando fizer o exame em decúbito lateral. pois a região da bacia é quase sempre mais espessa que a região lombar proximal. deve fletir o tronco até apoiar as mãos num plano situado logo abaixo do joelho. penetrando no meio do espaço entre o rebordo costal inferior e a crista ilíaca. Raio central perpendicular. O centro do maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. para facilitar o posicionamento. OBS : Quando o exame for feito em decúbito lateral.m / sim / 30x40 Perfil localizada de L5-S1 . mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Para facilitar o posicionamento devemos passar uma faixa compressora pela bacia do paciente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 100 / 100 / 1.Quando a indicação for fratura ou luxação.4s / fino / 1. O maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. onde poderemos demonstrar melhor possiveis deslizamentos de vértebras. deve fazer uma flexão máxima do tronco sobre as coxas. para ser feito o estudo radiografico nessa mesma posiçào ( em PA ). Raio central perpendicular. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. flexionando as pernas até as regiões plantares ficarem em contato com a mesa. (B). mais próxima do filme. Perfil com flexão direita ou esquerda Região lateral direita ou esquerda do abdome. devemos dar uma inclinação podálica no raio central para penetrar perpendicular ao maior eixo longitudinal da coluna. estendendo o tronco ( para trás ). Quando em posição ortostática. o paciente deve fletir as pernas e envolver a cabeça com os braços.removido cuidadosamente para a mesa de exame. fazemos o perfil com o raio central horizontal. e o raio central no meio do filme. Perfil com extensão direita ou esquerda Região lateral direita ou esquerda do abdome. até apoiar as mãos num plano ao nível do joelho. Retirar os sapatos é das providências mais importantes para o exame da coluna vertebral.0s / fino / 1.

O seu plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. A incidência de FERGUSON mostra o espaço intervertebral de L5-S1 que não aparece nas incidências postero-anterior e antero-posterior. porque nestas posições a coluna lombar distal fica mais alta do que nas obliquas anteriores. Nas projeções obliquas. só que na maioria das vezes temos que trabalhar com ângulação podálica de 5º a 10º. Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 10º. mais próxima do filme. Obliquidade paciente-mesa de 45º. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 20 / 240 / 100 / 2. • Olho  Pedículo ( mais afastado do flime ).Região lateral direita ou esquerda da articulação lombo-sacra. • Pescoço  Istmo ( mais afastado do filme ). penetrando 3 a 4cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda do abdome. • Pata trazeira  Processo articular inferior ( mais próximo do filme ). Para obtermos mais detalhe devemos utilizar o cilindro de extensão aberto. por ser uma região de frequente acometimento de patologias e também por que não aparece com boa definição no perfil panorâmico de coluna lombar. Raio central com uma inclinação média de 25º cefálicos penetrando 3cm acima da sinfise púbiana. podemos visualizar a imagem do "cachorrinho de LACHAPELLE". Raio central perpendicular. mais próxima do filme. As obliquas anteriores são de mais fácil posicionamento e podemos trabalhar com o raio central perpendicular ou com uma pequena inclinação podálica. As obliquas posteriores são mais dificieis de manter o posicionamento na obliquidade exigida. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. Imagem do "cachorrinho" • Orelha  Processo articular superior ( mais afastado do filme ). Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. lombar e da bacia. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1.m / sim / 30x40 .2s / fino / 1. penetrando ao nível de L3. que estejam erguidas. lâmina e articulações inter-pofisárias. Estas incidências apresentam grande valor para visualização de certas estruturas anatômicas como o ISTMO. Raio central perpendicular ou com uma inclinação podálica de 5º penetrando no nível de L3.m / sim / 24x30 Incidência de FERGUSON Região posterior da articulação de L5-S1. deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. • Pata dianteira  Processo articular inferior ( mais afastado do filme ). por isso tendo que se usar anteparos radiotransparentes sob as regiões torácica. O mair eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa.2s / fino / 1. Esta incidência apresenta grande importância na rotina radiográfica para coluna vertebral.4s / fino / 1. mais próxima do filme. Demonstram os mesmos acidentes das obliquas anteriores. por causa da maior angulação do sacro.m / sim / 24x30 OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda do abdome. • Corpo  Lâmina ( mais próxima do filme ). boca  Processo transverso ( mais afastado do filme ). Cauda  Processo articular superior ( mais próximo do filme ). O maior eixo longitudunal da coluna. É formado por um conjunto de acidentes anatômicos da vértebra lombar em posição obliqua. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. esta inclinação costuma ser maior. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortotática. Obliquidade paciente-mesa de 45º. • Nariz. podendo-se ver com boa definição a coluna sacra e as articulações sacro-ilíacas. Em mulheres. Preferimos fazer em decúbito dorsal porque a espessura a ser atravessada pelos raios-x passa a ser menor. mais próximas do filme.

Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Perfil direito e esquerdo / Perfil com flexão e extensão / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / perfil esquerdo / AP Região lombar inferior. por motivos que justificam totalmente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. que é ao nível da crista ilíaca. Raio central perpendicular. Os principais acidentes demonstrados são o ISTMO. penetrando 2cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. Obliquidade paciente-mesa de 45º. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa. B-) Pode-se Ter uma noção panorâmica da articulação da lombar com a sacra. mais próximas do filme.4s / fino / 1.m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da bacia.m / sim / 18x24 Coluna lombo-sacra Normalmente os pedidos de exames radiográficos para coluna lombar vêm associados. Apresenta valor nos casos de suspeitas de deslizamentos de vértebras. devemos associar o estudo da coluna sacra. LÂMINA e ARTICULAÇÃO INTERPOFISÁRIA. C-) Gasto menor de filmes. tornando menos oneroso o custo do exame. mais próxima do filme. penetrando 2cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. Raio central com uma inclinação de 15º cefálicos.m / sim / 18x24 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. ai faremos as incidências especifícas para coluna lombar e coluna sacra. Sempre que possivel. O exame da coluna sacra. Concluimos que. Raio central com inclinação cefálica de 15º penetrando no meio do espaço entre as espinhas ilíacas ântero-superiores. Coluna sacra Localizada logo abaixo da coluna lombar. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. arqueia-se para trás formando uma concavidade anterior. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. quando quisermos estudar a coluna lombar.2s / fino / 1. isto é : Incidências de rotina PA / Perfil normal / Perfil com flexão / Perfil localizada de L5-S1 / FERGUSON / Raio central com as mesmas variações de angulação da coluna lombar. .5º Vértebra lombar Por causa da 5ª vértebra em relação com as demais peças lombares. e mais os componentes da imagem do cachorrinho. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Estas incidências devem ser feitas com o paciente fazendo uma flexão forçada e outra radiografia com o paciente fazendo uma extensão forçada. somente variamos o local da penetração. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. Raio central perpendicular. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. apresenta cinco vértebras que se fundem por volta dos 6 anos. A-) Pode-se incluir num mesmo filme 30x40cm com a coluna sacra em sua totalidade. mais próxima do filme. mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre as espinhas ilíacas ântero-superiores. devemos utilizar colimadores para obtermos mais detalhe. A rotina mínima é a mesma do que para coluna lombar. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 25 / 240 / 100 / 2.2s / fino / 1. Perfil com flexão e extensão Região lateral direita ou esquerda da bacia. porém se quisermos estudos isolados desses segmentos da coluna. exige um estudo radiológico específico para ela.

ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Perfil direito e esquerdo / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / Perfil esquerdo / AP ( Incidência de FERGUSON ) Região posterior da coluna sacra. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º penetrando de maneira que tangencie a sinfise pubiana. Obliquidade paciente-mesa de 30º.m / sim / 18x24 AP Região posterior do cóccix. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. mais próxima do filme.0s / fino / 1. mais próxima do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Perfil direito e esquerdo / AP / PA / Incidências de rotina Perfil esquerdo / AP / Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Nas suas faces póstero-laterais encontramos as superficíes para as articulações com os ilíacos. Preferimos fazer em decúbito dorsal porque quando o doente deita. É importante fazermos em primeiro lugar o perfil. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 120 / 100 / 1.A coluna sacra apresenta uma forma triangular com o vértice voltado para a parte inferior e orifícios nas laterais ( forames sacrais ). coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme.m / sim / 24x30 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. penetrando ao nível da espinha ilíaca ântero-superior.2s / fino / 1. A inclinação podálica é de grande importância pois a partir do perfil veremos a inclinação a ser dada para dissociar as peças coccígeas. Região sacral no seu maior eixo longitudinal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 200 / 100 / 2. mais próxima do filme.m / sim / 24x30 Coluna coccígea A coluna coccígea esta localizada logo abaixo da coluna sacra e é composta por 2. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. Região sacral. penetrando de maneira que tangencie a sinfise pubiana. O maior eixo longitudinal do cóccix deve coincidir com a linha central da mesa. 3 e as vezes 4 peças vertebrais atípicas. Maior eixo longitudinal do cóccix deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito ventral ou em posiçAo ortostática.2s / fino / 1. coincidindo com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. . O estudo radiológico deve ser feito com o auxílio de colimadores para obtermos mais detalhe. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º. mais próxima do filme.0s / fino / 1. penetrando no meio do cóccix. a espessura abdominal diminui. Raio central perpendicular ou com 5º podálicos. O plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da mesa. pois assim saberemos exatamente a inclinação que será dada ao AP. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. PA Região anterior da coluna sacra. penetrando ao nível do processo espinhoso da 2ª vértebra sacra. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. mais próximas do filme. permitindo utilizarmos fatores mais baixos. Plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 10º.m / sim / 24x30 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da região sacral.

que quase sempre é o 14x17 polegadas. Quando a escoliose apresenta a convexidade para a direita. neurofibromatose. deve ficar ao nível da crista ilíaca. seringomielia. Paciente em posição ortostática ou sentado com os braços caídos ao longo do corpo. por volta dos 10-12 anos.2s / fino / 1. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. de maneira que apareça na imagem. mais tipicas. que vai definir a terapêutica. Para a medição da curva escoliótica. A principal sintomatologia das escolioses é o cansaço e quando na adolescência. ESCOLIOSES ESTRUTURAIS Etiologias mais frequentes : ESSENCIAS OU IDIOPÁTICAS – Desvio lateral permanente da coluna acompanhada de rotação e alterações morfológicas das vértebras. escoliose é o desvio lateral da coluna vertebral. Etiologia mal determinada. curva dorso-lombar. Utilizamos esta incidência quando o paciente não tem condições de ficar em decúbito dorsal. ETIOLOGIAS MAIS RARAS Exemplos : Raquitismo. toracogênicas ( pleurítica. A enfermidade se estaciona uma vez terminado o crescimento da coluna ( 16-18 anos ). penetrando no cóccix. normalmente dorsal convexa direita e lombar convexa esquerda. dentre outros. COMPENSADORA – ( Estática ) – Consecutiva a um desnivelamento da pelve. pisando num plano horizontal. se não for corrigida pode passar a estrutural. para medir-se um possivel desnivel da bacia. Raio central com uma inclinação de 5º a 25º cefálicos. . sempre retirando os sapatos. PA Região anterior do cóccix. mais próxima do filme. mielomeningocele. não há dor. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. Rotina mínima Incidências de rotina AP / Perfil direito ou esquerdo / AP Região posterior da coluna tóraco-lombar. do plano mediano. ANTÁLGICA – Lombalgia de causa leve ( por exemplo – fibrostática ) ou de causa grave ( por exemplo – lombociatalgia ). ESTRUTURAIS – Quando estão presentes deformidades vertebrais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 120 / 100 / 1. CLASSIFICAÇÃO DAS ESCOLIOSES NÃO ESTRUTURAIS . penetrando no meio do espaço entre as duas espinhas ilíacas ântero-superiores e a sinfise pubiana. com finalidade de radiografar a maior extensão possivel da coluna vertebral. mais próxima do filme. O bordo inferior do chassis. Existem filmes de aproximadamente 90cm. POSTURAL – Atitude escoliotica. ESCOLIOSES NÃO ESTRUTURAIS Exemplos : FISIOLÓGICA – São muito leves. podemos utilizar os métodos de COBB-LIPMAN e o de RISSER-FERGUSON. para o estudo radiológico da escoliose podemos dividilo numa rotina mínima que vai servir para o diagnostico grosseiro e uma rotina mais completa.relacionadas a diversas deformações vertebrais. marfam. ESTUDO RADIOLÓGICO Dentre as diferentes técnicas. etc ). A função da coluna é sustentar a corpo com o auxilio dos músculos para dar ao individuo a posição ortostática e conter e proteger a medula espinhal. Devemos utilizar sempre o maior filme existente no serviço de raios-x. O maior eixo longitudinal deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. mais comum em meninas.Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 25º.Quando não apresentam deformidades vertebrais. chamamos dextroescoliose e quando apresenta a convexidade para a esquerda chamamos sinistroescoliose. Os pés devem estar separados um do outro em toda a sua extensão de +_10cm. PARALÍTICAS – aparece em 5% dos casos de póliomielite. acondroplasia e outras.m / sim / 18x24 Escoliose ( escolios – do grego – Tortuoso ) Por definição. hemivertebras e a barra vertebral. por rececção de costelas . Em crianças de menos de 12 anos. CONGÊNITAS . corrige-se ativamente ou com o decúbito.

mais próxima do filme. Paciente em posição neutra. penetrando na região tóraco-lombar. saindo no meio do filme. AP sentado Região posterior da coluna tóraco-lombar. incluindo todo o campo do filme. O bordo inferior do chassis deve ficar ao nível da crista ilíaca. pois pode Ter compensação no salto. . mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. com a finalidade de separar os espaços intervertebrais. A diafragmação deve ser para o tamanho total do filme. a fim de dar maior carga na coluna. penetrando na região tóraco-lombar saindo no meio do filme. através do peso do paciente. Raio central perpendicular. podendo assim o radiologista medir o desnivel da bacia. mais próxima do filme. saindo no meio do filme.0s / fino / 1. se tiver sinistro escoliose faremos o perfil esquerdo. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca de maneira que apareça na imagem radiografica. Paciente em posição ortostática ou sentado. A radiografia deve ser feita em posição ortostática para forçar o eixo gravitacional exercido sobre a coluna. mais próxima do filme. Incidências AP em ortostática / AP sentado / AP em decúbito dorsal / AP em hiperlateralização direita e esquerda / AP em hiperflexão e hiperextensão / Perfil direito e esquerdo / Projeção do canal torácico / Incidências de rotina AP em ortostática / AP em decúbito dorsal / AP em hiperlateralização direita e esquerda / Perfil direito e esquerdo / AP em bipedestação ou ortostática Região posterior da coluna tóraco-lombar. penetrando na região tóraco-lombar saindo no meio do filme. pois assim o peso exercido sobre a coluna apresenta-se de maneira uniforme. O objetivo é também comparativo. de pé.Sempre devemos colimar. Raio central perpendicular. O paciente deve pisar num plano totalmente horizontal. com os braços estendidos para cima. penetrando na região tóraco-lombar. Raio central perpendicular. penetrando na região tóraco-lombar. O bordo inferior do chassis deve ficar ao nível da crista ilíaca. com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm. se o paciente apresenta uma dextro escoliose faremos o perfil direito. pois a coluna encontra-se com carga total. Devemos fazer o perfil direito ou esquerdo de acordo com a imagem do AP. pois a coluna nessa posição apresenta menos carga. O objetivo desta posição é ver escoliose consequente da diferença de membros inferiores. Os pés devem ficar afastados um do outro de +_10cm em toda sua extensão. O objetivo é comparar com o AP em ortostática. para não nos arriscarmos a cortar a imagem da coluna.0s / fino / 1. isto é. o paciente deve pisar descalço num plano horizontal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. Paciente sentado com os braços pendentes ao longo do corpo. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a região da crista ilíaca. com os braços estendidos ao longo do corpo. saindo no meio do filme. Raio central perpendicular. AP em hiperlateralização direita e esquerda ( TESTE DE ABEL ) Região posterior da coluna tóraco-lombar. Raio central perpendicular. deve retirara os sapatos. como tratamento para encurtamento de membro inferior.m / sim / 35x43 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna tóraco-lombar.m / sim / 35x43 ROTINA COM AS INCIDÊNCIAS COMPLEMENTARES ESTUDO RADIOGRAFICO Sempre que o paciente fizer radiografias para coluna. Como providencia para todas as radiografias de coluna em ortostática. O maior eixo longitudinal da coluna tóraco-lombar deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. AP em decúbito dorsal Região posterior da coluna tóraco-lombar. levando a um desnível de bacia e posteriormente a uma escoliose. mais próxima do filme.

saindo no meio do filme FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. com os braços ao longo do corpo. mais próxima do filme. isto é. AP Região posterior da coluna tóraco-lombar.0s / fino / 1. saindo no meio do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. como hemivertebras ou vértebras em bloco. Utilizamos dois filmes 35x43cm ou 30x40cm. para colocarmos uma á outra e termos uma visão de toda a coluna como num filme só. O objetivo destas posições é visualizar a flexibilidade ou rigidez das curvas escolióticas. Devemos fazer de rotina em AP e perfil esquerdo ou direito de acordo com a convexidade do desvio lateral. que são agentes causadores de escoliose. a flexibilidade ou rigidez das curvaturas da coluna. saindo no meio do filme. se tiver uma sinistro escoliose. mais próxima do filme.0s / fino / 1. AP em hiperflexão e hiperextensão ( TESTE DE KNUTSON ) Região posterior da coluna tóraco-lombar. Paciente em posição ortostática. O objetivo é complementar a rotina radiografica. Raio central perpendicular. com a finalidade de demonstrar os espaços intervertebrais. Devemos fazer o perfil direito ou esquerdo de acordo com a imagem do AP. É especifica para determinar a eficácia da extirpação de costelas no tratamento das cifo-escolioses. fazendo uma projeção com flexão do tronco e outra com extensão. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo. mais proxima do filme. Raio central tangenciando o maior eixo da gibosidade costal. Paciente em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. se o paciente apresenta uma dextro escoliose fazemos o perfil direito. Os raios centrais entrarão perpendicular no terço inferior do filme que radiografará a coluna cérvico-torácica e no terço superior do filme que radiografará a coluna tóraco-lombo-sacra-coccígea. Paciente em posição ortostática ou sentado. O objetivo é demonstrar nos casos em que haja desvios anteriores ( lordose ) ou posteriores ( cifose ) associados a uma escoliose. A finalidade da entrada desses raios centrais próximos um do outro é evitar distorções de imagem da região tóroco-lombar. com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm.Paciente em posição ortostática. penetrando na região tóraco-lombar. podendo surpreender anomalias vertebrais. para o lado direito e outra com inclinação para o lado esquerdo. Raio central perpendicular.m / sim / 24x30 TÉCNICA DA RADIOGRAFIA MONTADA PARA CIFO-ESCOLIOSE Esta técnica consiste em obtermos duas radiografias que incluem toda a coluna vertebral. fazemos o perfil esquerdo. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. O paciente deve fazer uma inclinação lateral ativa do tronco. com os braços em extensão máxima acima da cabeça. O objetivo deste exame é visualizar a rotação dos processos espinhosos. fixando-se a pelve atrás de uma faixa compresora.0s / fino / 1. penetrando na região tóraco-lombar. FATORES . No intervalo entre as duas radiografias o paciente não poderá retirar os pés da posição pré-estabelecida. Paciente sentado e encurvado sobre a mesa de exames de modo que seus braços e pernas fiquem pendentes sobre a extremidade da mesa. Raio central perpendicular. penetrando na região tóraco-lombar. e relação das costelas com a coluna.m / sim / 35x43 Projeção do canal torácico Região inferior da gibosidade costal ( zona de intensa cifose ). Os braços devem ficar estendidos para cima.m / sim / 35x43 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna. mais próxima do filme. que é onde as duas radiografias se unem.

Outra condição que podemos fazer o exame em decúbito dorsal é em crianças e pessoas extremamente idosas. Alguns ossos do crânio são pares. que é o local onde se unirão as duas radiografias. O médico radiologista terá condições de dizer nas incidências em prefil. através da maior ampliação da região mais afastada do filme.50m / sim / 35x43 ou 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Radiografia de coluna em politraumatizados A imobilização de pacientes com fraturas ou luxações vertebrais deve ser extremamente cuidadosa. de modo que mobilise o mínimo possivel o paciente. pois somente nestas posições podemos surpreender pequenas escolioses. 4-) TELERADIOGRAFIA NOS PERFIS DE COLUNA Quando estudamos coluna crevical. CRÂNIO – É constituido por um conjunto de ossos que. o esqueleto da face é composto de varios ossos pares que são os nasais. que a indicação não é escoliose. isto é. FACE : Além duma porção do osso frontal. Os ossos impares são a mandíbula e o vômer. IMPARES : Frontal. se tiver condições. Occipital.( do latim – costura ) – são as articulações imóveis entre a maioria dos ossos do crânio. estão unidos por articulações imóveis ( suturas ). por isso. mais próxima do filme. PARES : Parietais e temporais. na maior parte. com as pernas fletidas. Os ossos Etmoide e esfenoide são especificamente da base do crânio e os outros entram na formação da calota craniana. 5-) PERFIL ESQUERDO POR CONVENÇÃO Não só para o estudo radiológico da coluna. pois assim o diafragma sobe. 3-) SPOT FILM DE VÉRTEBRA TÓRACO-LOMBAR Quando desejamos fazer um estudo especifico das ultimas vértebras torácicas e primeiras lombares. como para outras regiões anatômica do corpo.50m / sim / 35x43 ou 30x40 Perfil direrito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna tóraco-lombar. Paciente em posição ortostática com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm. Utilizamos dois filmes ( 35x43cm ou 30x40cm ). o paciente não poderá retirar os pés da posição pré-estabelecida. podemos então fazer o exame em decúbito dorsal. vimos que nas incidências em perfil. As mãos devem ficar apoiadas anteriormente na cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. lacrimais. qual o lado lesado. devemos utilizar todos os recursos dos aparelhos de raios-x. não podemos fazer teleradiografias. A remoção da maca para a mesa de exames deve ser em bloco. quando no pedido de exame não vier especificado o perfil direito ou esquerdo. zigomaticos ou maleres. Quando realizamos os outros perfis de coluna. cornetos inferiores e as maxilas. Para a obtensão das radiografias. No intervalo entre as duas radiografias. SUTURAS . fazemos então o esquerdo. pois teremos que trabalhar ( baseado na lei de KEPPLER ) com quase quatro vezes o mAs da radiografia feita com um metro. A finalidade da entrada desses raios centrais próximos um do outro é evitar distorção de imagem da região tóraco-lombar. Esfenoide e Etmoide. 2-) Rdiografia de coluna em decúbito dorsal Sabemos que radiografias para coluna vertebral devem ser feitas em posição ortostática ou sentado. enquanto outros são impares. pois esses pacientes apresentam tendência a movimentarem-se. fazemos a grande distancia foco-filme para compensar a longa distância entre a coluna e o filme. 05 – Crânio O esqueleto da cabeça se compõem de crânio e face. Os raios centrais entrarão perpendiculares no terço inferior do filme que radiografará a coluna cérvico-torácia e no terço superior do filme que radiografará a coluna tóraco-lombo-sacra-coccígea. podendo então obter uma mesma densidade radiografica. que podem resultar numa lesão medular e daí uma invalidez definitiva. . o técnico em radiologia médica deve sempre solicitar a presença do médico responsavel pelo paciente. Quando a indicação para o exame da coluna é para pesquisa de lesões malignas e o paciente encontra-se debilitado. palatinos.6s / fino / 1.0s / fino / 1. devemos fazer em apéia expiratoria.Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. diminuindo a qualidade do exame. nesse transporte nenhuma parte do paciente deve sofrer movimentos bruscos.

chamada escama. separadas por uma camada de tecido esponjoso chamado DÍPLOE. mas o fechamento diagnosticado radiologicamente não coincide com o determinado anatomicamente.É um osso par. FRONTAL – É um osso ímpar e consiste de uma porção vertical. de bom padrão é necessario o conhecimento da anatomia craniana e de pontos de referencia como linhas e . Cada osso parietal apresenta uma proeminencia próxima a porção central de sua superficie externa. O esfenoide é o principal componente da fossa média craniana e apresenta sete porções : Corpo onde se situa a sela turca. PRINCIPAIS SUTURAS CRANIANAS : CORONÁRIA – sutura entre o osso frontal e os parietais. No decorrer do avanço da idade. projeta-se para baixo da superficie inferior da lâmina crivosa. NÁSION – é o ponto de encontro entre o frontal e os ossos próprios do nariz. Os ossos que compõem a calota são o frontal. Consiste de quatro porções e tem uma grande abertura. cribiforme ou crivosa. principalmente na lambdoide. por volta dos 26. ESFENOIDE – É um osso ímpar. SÁGITAL – sutura entre os parietais. A lâmina ou tábua externa é mais espessa que a camada ou tábua interna e a espessura da camada de tecido esponjoso varia consideravelmente nas várias regiões da abóbada. o parietal. OCCIPITO-MASTOIDEA – sutura entre o occipital e o temporal. porção estilóidea. duas porções condilares. que forma a testa. formando como que pontos de encontro entre os ossos. localizado de cada lado do crânio. o etmoide. LAMBDOIDE – sutura entre os ossos parietais e o occipital. OSSOS SUTURAIS São núcleos de ossificação. o frontal o esfenoide e o temporal. que formam ossos interpostos nas suturas. ETMOIDE – É um osso ímpar.Apresentam o aspecto de linhas irregulares nos crânios de jovens e adultos. e porção basilar TEMPORAL . que é chamada de proeminência parietal. PONTOS DE INTERSEÇÃO São áreas do crânio onde se aproximam as suturas. O etmoide é constituido basicamente por quatro porções : Lâmina horizontal. entre a porção horizontal do frontal e a porçãobasilar do occipital. onde eles formam uma grande parte da fossa média do crânio. Os parietais formam uma grande parte das porções laterais do crânio. com uma superficie externa convexa e uma superficie interna concava. duas massas laterais onde se encontram as selas etmoidais. que se projetam para baixo de cada lada da superficie inferior do corpo. o occipital e o temporal. As quatro porções do occipital são : Porção escamosa. as suturas vão se fechando. os parietais. Apresenta uma porção horizontal que forma os tetos das orbitas e perte do assoalho da fossa anterior craniana. PARIETAL – É um osso par e são mais ou menos quadrados em forma. entre as órbitas. ASTÉRION – área onde se aproximam de cada lado o parietal. BREGMA – é o ponto de interseção das suturas coronária e ságital. que transmite a medula oblonga para a cavidade cranial. porção petrosa ou rochedo. que se projetam lateralmente ao corpo. O osso temporal consiste de cinco porções. entre as grandes asas do esfenoide e o occipital. uma de cada lado do forame magno. dois processos PTERIGOIDES. formando parte da fossa anterior e parte das paredes nasal e orbitárias. e os que compõem a base são o esfenoide. situado na base do crânio. OSSOS DO CRÂNIO Os ossos do crânio são compostos por duas lâminas de tecido compacto ( lâmina externa e lâmina interna ). alojando a glândula hiposife. lâmina vertical ou lâmina perpendicular. 30 anos. Muitas suturas são visiveis radiograficamente. duas grandes asas. o forame magno. situado na base do crânio. que são : Porção escamosa. porção mastóidea. ESTUDO RADIOLÓGICO DO CRÂNIO Para obtermos um estudo radiológico do crânio. PTÉRION – área onde se aproximam de cada lado. porção timpânica. OCCIPITAL – É um osso ímpar. PARIETO-MASTOIDEA – sutura entre o parietal e o temporal. que contém os órgãos auditivos essenciais. É a parte anterior da calota ( ou abóbada ) craniana. duas pequenas asas. além de partes do temporal e do occipital. situado na perte póstero-inferior do crânio e forma quase a metade da base craniana. LAMBDA – é o ponto de interseção entre as suturas ságital e lambdoide. o temporal e o occipital.

BRETON OU TOWNE ( INCIDÊNCIA SEMI AXIAL ). APLICAÇÃO DA LINHA DE CLIVUS : Medida do ângulo de BOOGARD. É a mais utilizada na técnica radiológica do crânio e face. incidência de SCHULLER. 1-) PLANO MEDIANO SÁGITAL Divide a cabeça em duas metades simétricas. No AP ou no PA rigorosos. deverá estar perpendicular ao filme e no prefil rigoroso deverá estar paralelo a ele. PRINCIPAIS LINHAS E PLANOS DO CRÂNIO Linhas – são normalmente o espaço compreendido entre dois pontos anatômicos. etc. obliquas para selas etmoidais. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTOS QUE UTILIZAM A LINHA INTER-PUPILAR : PA de crânio. 9-) LINHA DE CLIVUS Linha que passa pelo buraco posterior do clivus e se curva com uma linha que passa pelo processo clinóide posterior e vai até o násion.planos. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Incidências de STEN VERS ( quando esta linha estiver perpendicular ao plano da mesa. etc. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LINHA DE RHEESE : Incidência de rheese ( buraco ótico ). HIRTZ ( INCIDÊNCIA AXIAL ). . perfil de crânio. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LMO : Transorbitária para osso temporal. medidas de indices e de ângulos no radiodiagnostico. linha antropológica e linha de FRANKFURT. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LHA : PA de crânio. PLANOS As aplicações dos planos correspondem as mesmas das linhas. 3-) PLANO FRONTAL OU PLANO CORONÁRIO OU PLANO BI-AURICULAR Divide a cabeça em metade anterior e posterior. Aplicação da linha de CHAMBERLAIN : Demonstra a relação entre o occipital e a coluna vertebral. 7-) LINHA AURICULAR ( COINCIDE COM O PLANO CORONÁRIO ) Linha que passa verticalmente pelo centro do conduto auditivo externo. somente dando uma noção de profundidade. É o plano mais utilizado na técnica radiológica geral. posicionamento para tomografia do osso temporal e posicionamento para angiografia cerebral. APLICAÇÃO DA LINHA GLABELO-MEATAL : Demonstra a zona limite da base do crânio. 4-) LINHA DE RHEESE Une o conduto auditivo externo a comissura do olho do lado oposto. Planos – apresentam a mesma aplicação das linha. Perfil de sela turca etc. Passa pelos bordos inferiores das órbitas e pelos tetos dos condutos auditivos externos. AP de crânio. Vai do teto do conduto auditivo externo ( CAE ) e o bordo inferior da órbita. linha horizontal americana. B-) Comprimento – une a glabela até o ponto mais distal do occipital. 10-) LINHA DEMARCATÓRIA DA LARGURA E COMPRIMENTO DO CRÂNIO A-) Largura – que une os dois pontos mais laterais dos ossos parietais. LINHAS 1-) LINHA HORIZONTAL ALEMÃ ( LHA ) Também conhecida como : linha infra-órbito-meática. 6-) LINHA INTER-PUPILAR OU INTER-ORBITARIA Linha que vai de uma órbita a outra ou de uma pupila a outra. 5-) LINHA GLABELO-MEATAL Vai da glabela ( pequena proeminencia entre as duas sombrancelhas ) ao teto do conduto auditivo externo. Com o corpo humano em posição anatômica a LHA deve ficar perpendicular ao maior eixo longitudinal do corpo. Passa verticalmente pelos condutos auditivos externos. 2-) PLANO HORIZONTAL ALEMÃO OU PLANO ANTROPOLÓGICO OU PLANO DE FRANKFURT Divide a cabeça em andar sup[erior e inferior. fundamentais na realização dos posicionamentos. direita e esquerda. REVERCHON. Vai do meio do conduto auditivo externo ( CAE ) até o bordo externo da órbita ( ou da comissura externa do olho ). 3-) LINHA SUPRA-ÓRBITO-MEÁTICA Une o conduto auditivo externo ao bordo superior externo da órbita ( ao nível da fosseta frontal ). 8-) LINHA DE CHAMBERLAIN Vai do palato duro até o bordo póstero-superiordo buraco occipital ( forame magno ). EXMPLOS DE POSICIONAMENTOS QUE UTILIZAM A LINHA AURICULAR : Perfil de crânio. entraremos com o raio central também perpendicular ). 2-) LINHA MEATO-ORBITÁRIA ( LMO ) TAMBÉM CONHECIDA COMO : Linha órbito-meática.

Paciente em decúbito ventral. saindo no násion. Paciente em decúbito ventral. A incidência póstero-anterior em pacientes obesos ou com pescoço curto.50m / sim / 24x30 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda. que vamos ter dificuldades de manter o posicionamento em póstero-anterior.0s / fino / 0. Quando fazemos o AP devemos aumentar a distância foco-filme para diminuir a ampliação das órbitas e de outras estruturars importantes com perda de detalhe. Quando não temos uma indicação precisa da localização da lesão. pois se colocarmos somente a cabeça posicionada desta forma. Raio central penetrando paralelo a linha horizontal alemã. Normalmente temos que utilizar uma inclinação podálica média de 12º. 5-) PLANO DE RHEESE Plano que passa pelo conduto auditivo externo e pela comissura externa do olho do lado oposto. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. para melhor apoio. sentado ou em posição ortostática. o posicionamento fica mais fácil fazendo-se no bucky vertical com o doente sentado ou de pé.4-) PLANO MEATO-ORBITARIO Divide também a cabeça em andar superior e inferior. Crânio ( panorâmicas ) Incidências panorâmicas PA / AP / Perfil direito e esquerdo / Semi-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / AXIAL ( incidência de hirtz (A) e (B) / OPD / OPE / Incidência tangencial / Incidências de rotina PA / Perfil esquerdo / incidência de REVERCHON / PA Região da face. as vezes fazemos até com o raio central perpendicular. Quando o rochedo se projeta abaixo do bordo inferior da órbita. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa . Em pacientes com nariz curto esta inclinação diminui. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática. Sabemos que a inclinação esta correta quando a imagem do bordo superior do rochedo projeta-se no terço inferior da órbita. sentado ou em posição ortostática. Esta posição vai facilitar a colocação do plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. Ajustar os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. Os pés devem estar para fora da mesa. O plano mediano ságital de todo o corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Indicamos a incidência ântero-posterior em politraumatizados ou em crianças e pessoas muito idosas. mais próxima do filme. sabemos que a inclinação utilizada foi demasiada. Quando em decúbito ventral. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. O operador deve fazer o posicionamento do paciente pela extremidade da mesa.6s / fino / 1. sempre procurando aproximar a lesão do filme. colocando os braços numa posição que permita melhor apoio. com uma média de 12º podálicos. Permite a posição correta na incidência de Rheese. apoiando-se sobre o antebraço e o joelho fletido do lado elevado. mais próxima do filme.90m / sim / 24x30 AP Região posterior da cabeça. A cabeça deverá estar algo estendida. para melhor colocação no espaço do filme 24x30cm. . colocar o corpo em posição obliqua. no násion. Passa pelos bordos externos das órbitas e pelos centros dos condutos auditivos externos. pois assim pode perceber melhor eventuais falhas da posição. dificilmente conseguiremos uma boa radiografia. fazemos de rotina o perfil esquerdo. Regiões frontal e nasal sobre a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 100 / 1. Os pés devem ficar para fora da mesa para um melhor apoio do corpo. quando colocado perpendicular a mesa. Não fazemos AP de rotina porque os principais componentes anatômicos da base do crânio ficam mais próximos na incidência PA. Paciente em decúbito dorsal. O raio central deve penetrar paralelo a linha horizontal alemã.

O numerador com a identificação do paciente sempre deve coincidir com a região mentoniana. Sempre devemos evitar que o paciente mantenha o posicionamento da cabeça utilizando a mão fechada sob a região mentoniana, pois o radiologista assm poderá deixar de surpreender uma lesão ao nível da mandibula. Quando tivermos dificuldade de manter o posicionamento, devemos utilizar um apoio radiotransparente. Em pacientes obesos ou com pescoço curto, o exame fica mais fácil fazendo-se na estativa vertical. Raio central perpendicular, penetrando ao nível da sela turca, isto é, 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. OBSERVAÇÕES : (A) – Outro ponto que se utiliza na prática para entrada do raio central no perfil é no meio do espaço entre a protuberância occipital externa e a região frontal média. (B) – Em crianças de pouca idade e pessoas muito idosas é mais fácil fazer o perfil de crânio em decúbito dorsal, colocando-se um apoio sob um dos lados do tórax. (C) – Em pacientes com traumatismos crânio-encefálicos ou anestesiados, como se utiliza na arteriografia cerebral, teremos que entrar com o raio central horizontal, colocando um apoio radiotransparente sob a cabeça do individuo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 SEMI-AXIAL Ântero-posterior ( incidência de reverchon ) Região posterior da cabeça, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo com os ombros num plano transverso a linha central da mesa ou estativa. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Pacientes obesos ou com pescoço curto o exame deve ser feito no bucky vertical. O paciente tem que aproximar o máximo possivel o queixo da furcula esternal, pois o raio central deve penetrar com uma inclinação podálica de 35º em relação a linha horizontal alemã. Se a linha horizontal alemã estiver perpendicular ao plano da mesa, a inclinação do raio será de 35º, se o paciente, com a flexão da cabeça, fizer a LHA inclinar-se de 10º ( por exemplo ) em relação a anterior, a angulação então do raio central será de 25º caudais. O ideal dessa projeção é o aparecimento do dorso da sela turca, projetando-se no forame magno. Raio central entrará pela região frontal, passara pelo conduto auditivo externo e sairá no occipital, passando pelo meio do espaço entre os dois processos mastóideos ( região coincidente com o forame magno ). Esta projeção é a única que apresenta a fossa posterior craniana em quase toda a sua totalidade, numa visão frontal, por isso tendo grande importância nas suspeitas de lesão ao nível do occipital. OBSERVAÇÕES : (A) – Quando o paciente estiver em decúbito ventral e não tiver condições de movimentar-se, podemos fazer o reverchon invertido ou projeção nuco-frontal ou semi-axial póstero-anterior, utilizando os mesmos pontos de referência. (B) – Na prática, vemos a incidência semi-axial ântero-posterior ser chamada por três nomes : REVERCHON, BRETON e TOWNE. (C) – Há aotores que aconselham fazer a incidência de reverchon, breton ou towne com até 45º; outros, com inclinações menores, pois consideram como ponto de referência a linha órbito-meática. (D) – A cabeça é das estruturas do corpo que mais variam anatomicamente de individuo para individuo, por isso acontecendo as vezes utilizarmos rigorosamente os pontos pré-estabelecidos e ainda assim a incidência não sair correta. Assim, temos meios de saber que quando faltou angulação é quando não aparece o forame magno. Se a radiografia foi feita com inclinação excessiva do raio central, sabemos quando aparece o arco posterior do ATLAS. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 AXIAL - incidência de HIRTZ – ( sub-mento vértice ) ( vértico sub-mento ) Incidência de HIRTZ – sub-mento vértice Região superior da cabeça, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Quando em decúbito dorsal, coloca-se um apoio sob as costas do paciente para logo apos estender ao máximo a cabeça, até que a linha horizontal alemã fique paralela ao plano da mesa.

Quando este posicionamento for dificil para o doente, que geralmente acontece em pacientes obesos ou de pescoço curto, devemos fazer sentado, fazendo extensão máxima da cabeça, até encostar o vértice craniano na estativa vertical. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. As pernas devem ficar fletidas para relaxar a musculatura abdominal, os braços estendidos ao longo do corpo e os ombros num plano transverso ao maior eixo longitudinal da mesa. Após a exposição dos raios-x, o operador, antes de retirar o chassis da bandeja, deve auxiliar a levantar a cabeça do paciente lentamente, pois se levantar rápido pode sentir tonteiras. A incidência de HIRTZ é a melhor projeção para a base do crânio, mostrando as três fossas cranianas com excelente definição. Raio central penetrando perpendicular, no meio da linha horizontal alemã, quando estiver paralela ao plano da mesa. Quando não estiver, inclinamos o raio central cefalicamente até que penetre perpendicular a LHA. Incidência de HIRTZ – vértico sub-mento Região do sub-mento, mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral, sentado ou em posição ortostática. Esta incidência é indicada quando o paciente não tem condições de fazer a anterior. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. Colocar os braços numa posição que permita melhor apoio, ajustando os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso. Os pés devem ficar para fora da mesa para um melhor apoio. A cabeça deve ficar apoiada sobre a ponta do queixo em extensão máxima. Com a cabeça em hiperextensão, a linha horizontal alemã costuma fazer normalmente um ângulo de 35º a 40º com o plano da mesa. Sabemos que na incidência de HIRTZ o raio central tem que penetrar perpendicularmente a LHA; então teremosa que trabalhar com inclinações de 35º a 40º podálicos, aumentando a possibilidade de distorção e ampliação de imagem. Raio central perpendicular a linha horizontal, penetrando no meio do seu espaço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1,6s / fino / 0,90m / sim / 24x30 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da cabeça, mais próximas do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Obliquidade cabeça-mesa de 15º a 45º, em média, dependendo da região que nos interessa estudar. Estas projeções apresentam valor nos casos de suspeitas de fraturas com ou sem afundamento, e em crianças na pesquisa de céfalo-hematomas, além de outras indicações. Raio central penetrando paralelo a linha horizontal alemã, ao nível do násion. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 Incidência tangencial Região do crânio a ser estudada, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Esta projeção faz um estudo de uma determinada regiào, que esteja próxima a abóbada craniana e que se deseja ver com detalhe a presença ou não de lesões ósseas ou clacificações. A incidência tangencial deve sempre ser feita com a utilização de cones ou cilindros para obtermos mais detalhe. Raio central perpendicular, tangenciando o local onde se suspeita de processo patológico. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0,8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 1-) VARIANTES DA INCIDÊNCIA DE HIRTZ Em relação a penetração do raio central perpendicular a linha horizontal alemã, de acordo com o lugar onde passe, temos três incidências : (A) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço anterior – incidência para face. (B) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço médio – incidência para base do crânio. (C) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço posterior – incidência para osso temporal – incidência para buraco rasgado posterior. 2-) PA de crânio bem posicionado Temos diferentes métodos de reconhecimento para sabermos se a radiografia de crânio em PA esta rodada ou não.

A maioria desses métodos baseia-se na medida do espaço entre qualquer ponto do bordo lateral do crânio e o septo osseo nasal. Estes métodos são falhos pois são frequentes as variações da anatomia normal com assimetrias cranianas. O melhor método é o que mede o espaço bilateralmente entre a lâmina papirácea do etmoide e o bordo interno da órbita. Em crianças, é melhor medirmos da lâmina papirácea do etmoide ao septo osseo nasal. 3-) Perfil de crânio bem posicionado Alguns consideram o perfil de crânio bem posicionado quando os ramos da mandibula e os bordos superiores ( orbitarios ) do frontal ficam superpostos. Discordamos, pois estas estruturas só ficariam superpostas se o raio central penetrasse sobre elas. No perfil de crânio bem posicionado, vemos a sela turca com suas estruturas superpostas, pois o raio central penetra sobre ela. Estruturas como os ramos da mandibula, bordos supra-orbitarios, proeminencias malares e outras vão apresentar-se algo dissociadas, pois os raios que atingem estes pontos anatomicos são divergentes. 4-) Cuidados que devem antecder o exame de crânio Quando formos realizar radiografias de crânio, devemos Ter o cuidado de fazer o paciente retirar grampos, prendedores de cabelo, brincos e também próteses dentárias metálicas, pois estes materiais poderão superpor-se com estruturas que venham prejudicar a analise da radiografia. 5-) Distância FO-FI de 0,90m Mayer, um dos maiores estudiosos da radiologia craniana, apos valorosos estudos, chegou a conclusão que a distância foco-filme ideal seria de 80cm em radiografias feitas sem bucky. Atualmente convencionamos fazer as radiografias de crânio na distância de 90cm, porque fazemos com bucky. Há os que fazem com 85cm e até com 1m, conseguindo boas projeções.

Crânio ( politraumatizados )
Serão descritas incidências realizadas em aparelhos de exames gerais, com acessórios uma aparelhagem especializada para o exame do politraumatizado. Incidências básicas AP / PA / Perfil direito e esquerdo / REVERCHON / HIRTZ / Incidências especiais Incidências para mastóide / Incidências para rochedo / Incidências para base do crânio / tangencial / Em nosso estudo deteremos principalmente nas incidências basicas com suas variantes, não especificando as projeções especiais, pois um estudo radiológico completo com as incidências básicas, feito com um bom padrão, são capazes de apresentar a maioria absoluta das condições patológicas do crânio. As incidências de rotina, que fazemos em pacientes não politraumatizados, já descritas anteriormente, são : Póstero anterior ( PA ) / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( REVERCHON, BRETON OU TOWNE ) / AXIAL ( HIRTZ ) / Apresentaremos as variantes dos posicionamentos por incidência separadamente, sempre seguindo a ordem de apresentação do pequeno para o grande politraumatizado. Classificação dos politraumatizados Para efeitos de um estudo radiológico do crânio, dividimos o paciente politraumatizado em duas classes, relacionadas com o seu estado de colaboração e com os limites da agressividade em relação aos traumatismos. Pequeno e médio politraumatizado, grande politraumatizado. Pequeno e médio politraumatizado São os pacientes que conseguimos uma boa resposta as solicitações verbais, por isso, vindo facilitar grandemente a realização do exame radiológico, pois podemos até deixar de utilizar recursos técnicos para obtermos uma imobilização no posicionamento correto. Grande politraumatizado É o paciente que não responde as solicitações verbais. Isto vem dificulatar em muito o exame, pois não podemos contar com nenhuma colaboração do doente no sentido de obtermos uma boa imobilização na hora do posicionamento e até pelo contrário, podem ser pacientes agitados. ESTUDO RADIOLÓGICO Em todas as radiografias desses pacientes, devemos colocar sempre o tempo mais curto possivel para diminuirmos a possibilidade do flou cinético. São raros os centros de radiologia no nosso meio que apresentam equipamentos totalmente dirigidos para o exame do politraumatizado. Por isso, procuramos utilizar sempre nos nossos posicionamentos os acessórios que o técnico pode obter facilmente no próprio serviço hospitalar. AP

atropelados. o raio central penetra horizontalmente. se a colocarmos perpendicular a mesa. se colocarmos o paciente em decúbito ventral.Sabemos que no exame radiológico do crânio. é totalmente impraticavel fazermos o PA. médios ou até grandes politraumatizados. passando pela sua região frontal para fixarmos a cabeça do paciente na mesa de exame. que se movem de acordo com a vontade do operador. 2-) Paciente lúcido e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Colocamos um apoio em forma de coroa ( para mantermos o posicionamento ) sob sua cabeça. Incidência nos pequenos. Incidência nos grandes politraumatizados. nos pequenos politraumatizados. Se tivermos uma grade fixa no serviço.54s / grosso / 1. fazemos com o raio central inclinado de mais ou menos 12º podálicos no násion. VARIANTES DO . A incidência principalmente nos grandes politraumatizados. Nas projeções ântero-posteriores. sendo essa a causa de grande número de casos mortais em individuos que. Nessa projeção. Se o traumatismo é no lado direito fazemos o perfil direito. Normalmente. Em termos de radiologia de urgência.50m / sim / 24x30 Perfil direito ou esquerdo Fazemos o perfil direito ou esquerdo sempre procurando aproximar a região da lesão do filme. na rotina.AP – NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa e não utilizamos acessórios. a face está comprometida e são muito frequentes as hemorragias nasais. que por causa do péssimo estado geral. Deve-se colocar uma grade fixa sobre o chassis para possibilitar mais detalhe ao exame. 6-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Paciente em decúbito dorsal na maca e a cabeça apoiada na estativa na posição horizontal. precisam fazer exames que exijam detalhe. são de grande valia nos exames em que pacientes em péssimo estado geral. Se colocarmos a estativa na posição horizontal. pois é a que mais aproxima as regiões de maior importância da base craniana do filme. 4-) Paciente lúcido ou não e muito agitado EM DECÚBITO DORSAL Utilizamos aparelhos especificos para colocar a cabeça do paciente fixada na mesa e mantida no posicionamento. obteremos uma radiografia de melhor padrão. Estes aparelhos apresentam garras com borrachas para fixar a cabeça. preferimos fazer a incidência póstero-anterior. pois diminui a possibilidade de acidentes vasculares cerebrais e a formação de edemas. que apresentam movimentos. não devem ser retirados da maca. Coloca-se sob a cabeça uma coroa de papelão ou outro material radiotransparente e o chassis fica equilibrado encostado na região posterior da cabeça. esse sangue vai drenar para a árvore respiratoria através da laringe. Incidência nos grandes politraumatizados. médios ou grandes politraumatizados. mesmo que sejam em pequena escala. o raio central sempre deve passar paralelo a linha horizontal alemã ( linha que vai do bordo inferior da órbita até o teto do conduto auditivo externo ). caem nessa posição. Incidência utilizada nos pequenos. com pequeno grau de agitação. nas cotusões cranianas. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados. 7-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Paciente em decúbito dorsal na maca e o filme colocado sob sua cabeça. ESTATIVAS COM BUCKY VERTICAL Estativas verticais com grade potter-bucky. Apresenta a grande vantagem da pouca mobilização do paciente. Também utilizado em pacientes em estado de coma. Normalmente esses pacientes vem em maca e não devem ser retirados dela. 5-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO LATERAL A posição em decúbito lateral é a melhor nos traumatismos crânio-encefálicos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 300 / 0. basta chegar o paciente até o lugar da estativa sem que saia da maca. pois vamos incorrer num grande risco para a vida do paciente. . 3-) Paciente lúcido ou não e agitado EM DECÚBITO DORSAL Colocamos uma faixa de esparadrapo ( ou outro adesivo ).

entramos com o raio central horizontal. Outro recurso. para facilitar o posicionamento ( hemidecúbito lateral ) e manter o plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. pois a mobilização do paciente é pequena. se não. O paciente vira ao máximo a cabeça para o lado. 7-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO VENTRAL . utilizamos os mesmos recursos citados nas incidências anteriores. então faremos com uma inclinação de tal modo que o raio entre perpendicular ao maior plano da cabeça do paciente. devemos colocar o seu corpo obliquado na mesa. entramos com o raio central horizontal após colocarmos sob sua cabeça ( coroa de papelão ). Incidência nos grandes politraumatizados. VARIANTES DO PERFIL NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO LATERAL Quando o paciente vem andando ou é posto na mesa em decúbito ventral. Incidência nos pequenos politraumatizados. O plano mediano ságital deve sempre estar paralelo ao plano da mesa. O paciente gira a cabeça para um dos lados ( de acordo com a aproximidade da lesão ) até colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da estativa vertical na posição horizontal. se utilizarmos um plano inclinado poderemos colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da mesa. a não ser quando a cabeça do paciente estiver algo obliqua. Incidência nos grandes politraumatizados. Incidência nos pequenos e médios politraumatizados ou em crianças e pessoas muito idosas. Colocamos um apoio sob sua cabeça ( preferivelmente uma coroa de papelão ) para elevá-la. fechada. além do plano inclinado. A maneira de remediarmos esse problema. Quando os pacientes apresentam-se agitados. Levamos a maca até uma estativa com bucky vertical e executamos a radiografia. pois muitas vezes o paciente vem nessa posição e não há condições de o colocarmos em decúbito dorsal. sob o queixo. para fixar o posicionamento. Incidência nos pequenos. podemos fazer toda uma rotina do exame do crânio. 3-) Pacientelúcido e não agitado DECÚBITO DORSAL Normalmente a incidência anterior necessita que inclinemos o raio. que tenham dificuldade de manter o posicionamento em decúbito ventral. que nos facilita. diminuindo assim a ampliação com consequente perda de detalhe. é aumentando-se a distância foco-filme. tentando colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da mesa. Podemos utilizar ou não a mão do paciente. Apresenta a desvantagem de ampliar em muito a imagem por causa do ombro do paciente que não permite uma melhor aproximação. apoiando no lado mais próximo da contusão. É importante sabermos essa rotina. O raio central sempre incidirá perpendicular. fazendo assim o perfil do crânio com muita facilidade. que não podemos movimentar o paciente.Com o paciente em decúbito lateral. Se conseguirmos. 4-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando é conveniente fazer o perfil sem manipular o paciente. utilizamos um plano inclinado para facilitar e melhorar o posicionamento. O filme é colocado verticalmente. o raio central penetra dois centimetros para frente e para cima do conduto auditivo externo ou no meio do espaço entre a região mais medial do frontal e a região mais medial da porção escamosa do occipital. Esta incidência pode ser indicada nos grandes politraumatizados. médios e grandes politraumatizados. Nas projeções em perfil ou lateral. mantendo fixa. 2-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Não utilizamos acessórios. 5-) Paciente lúcido e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando necessitamos fazer um perfil de crânio na maca. 6-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando o paciente vem na maca. o raio central penetra perpendicular. é colocarmos um apoio sob as costas ( no lado contrário ao que a cabeça esta rodada ). inclinamos podalicamente até que fique perpendicular ao maior eixo do crânio. Obteremos uma melhor radiografia se utilizarmos a grade fixa.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 200 / 0. de maneira que cruza o meio da linha horizontal alemã perpendicularmente. fazemos o HIRTZ ( vértice sub-mento ). temos como incidências de rotina. O filme é colocado equilibrado atrás da cabeça do paciente. Posicionamento nos grandes politraumatizados. Variantes do reverchon no politraumatizado 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa sem a utilização de acessórios. é fundamental incluirmos na rotina a incidência de reverchon. o paciente é colocado em decúbito dorsal ou sentado. de maneira que o seu plano mediano ságital coincida com a linha central da mesa. Nos pequenos politraumatizados. empurramolo "em bloco" para frente e ele se coloca em hemi decúbito lateral para melhor posicionamento do perfil. Na incidência de HIRTZ. Quando os pacientes apresentam-se agitados. Se a contusão é na região posterior ( superior ou inferior ) da cabeça. 2-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO VENTRAL Quando o paciente vem para a mesa em decúbito ventral. Raio central penetra quase que paralelo ao tórax. utilizamos os mesmos acessórios citados no decorrer das projeções em ântero-posterior. 2-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando o paciente vem de maca e não temos condições de transportalo para a mesa. através de um plano inclinado. Na incidência semi-axial ( REVERCHON ) o paciente é colocado em decúbito dorsal. o AP e o perfil direito ou esquerdo. que nos dá uma visão global da base craniana permitindo ao radiologista orientar as incidências especiais que virão a seguir. Posicionemento bastante dificil para um paciente em más condições. e para isso fazemos o paciente aproximar o queixo da fúrcula esternal. Exame nos pequenos politraumatizados. utilizamos os mesmos acessórios já citados no AP. Procuramos fixar a sua cabeça de maneira que a linha horizontal alemã fique perpendicular a mesa. de maneira que consigamos uma boa extensão do pescoço. passa pelo conduto auditivo externo e sai no meio do espaço entre os processos mastoideos ( onde localiza-se o forame magno ). O seu plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Quando os pacientes apresentam-se agitados.5s / grosso / 0. Incidências nos grandes politraumatizados.90m / sim / 24x30 VARIANTES DO HIRTZ NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa com a utilização de um apoio ( travesseiro dobrado ) sob suas costas. Se utilizarmos grade fixa. para que depois se deite e coloque a cabeça em extensão máxima.Quando o paciente vem na maca em decúbito ventral ( melhor posição nas fraturas de vértebras lombares ). com o paciente colaborando totalmente. obteremos uma melhor radiografia. O raio central penetra na região frontal com uma inclinação entre 30º e 35º em relação a LHA. se tiver condições. É colocado um apoio sob as costas do paciente de maneira que sua cabeça fique em extensão máxima até encostar na mesa. levamo-lo ao bucky vertical horizontalizado. onde o raio central cruza perpendicularmente o meio da linha horizontal alemã. para confirmar ou não o diagnostico. 3-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Coloca-se um apoio sob a cabeça do paciente. o levamos para a estativa com bucky na posição horizontalizada. A linha horizontal alemã ( LHA ) deve ficar perpendicular a mesa. por isso deve ser utilizado nos pequenos e médios politraumatizados. . O raio central deve sempre passar perpendicular no meio da linha horizontal alemã. AXIAL ( INCIDÊNCIA DE HIRTZ ) Quando há suspeita clínica ou mesmo radiológica de fratura de base do crânio.5s / grosso / 0. penetrando inicialmente no vértice craniano.90m / sim / 24x30 SEMI-AXIAL ( INCIDÊNCIA DE REVERCHON ) Quando o traumatismo crânio-encefálico é na região anterior ou lateral da cabeça. é fundamental incluirmos na rotina o HIRTZ. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 200 / 0.

O lobo anterior produz hormônios que : A-) Atuam sobre o funcionamento de outras glândulas de secreção interna ( tireóide. 2.4-) Paciente lúcidoou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando vem na maca e não tem condições de passa para a mesa. de maneira que a cabeça do paciente entre em extensão máxima.54s / grosso / 0.Sincondrose : inter-esfenoidal.Porose do dorso. 2.Ponte selar entre os processos clinóides. 8. 14Lâmina crivosa do etmóide. Em adultos. supra-renal. juntamente com a variação da glândula hipofise ou pituitária. glândulas sexuais. 3. 6.Tuberculo selar. O lobo posterior produz hormônios que influem nas variações da pressão sanguinea e regulam a eliminação da urina.Alterações ósseas. 7. Forma o teto dos seios esfenoidais. Utiliza-se esta incidência nos pequenos. o levamos para a estativa com o bucky horizontalizado.Sulco do quisma óptico volumoso. etc. 2. 10Seio esfenoidal. VARIAÇÕES DA ANATOMIA NORMAL DA SELA TURCA 1. 6. INDICAÇÕES PARA O EXAME RADIOLÓGICO DA SELA TURCA As principais indicações são : 1. Alterações metabólicas. esfeno-occipital. 4. sendo colocado num plano inferior ao da maca.Tumores supra selares.90m / sim / 24x30 Sela turca A sela turca esta localizada na superficie superior do corpo do osso esfenoide. os processos clinóides posteriores. produz a ACROMEGALIA. uma lâmina óssea quadrada que se projeta para cima e apresenta nos dois lados. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 300 / 0. A sela turca varia consideravelmente em tamanho.). o gigantismo.Pneumatização do dorso. B-) Secreta hormônio do crecimento – A deficiencia deste hormônio em crianças produz o nanismo e o aumento. o anterior e o posterior. 8. 7. configuração e inclinação. 3.Tumores intra selares.Clívus. atrás do sulco óptico. 5. Ela é delimitada anteriormente pelo tubréculo selar. que é o limite posterior do sulco óptico e posteriormente é delimitada pelo dorso selar.Parede anterior da sela.Redução do volume selar. por conter a glândula hipofise.Processos clinóides anteriores. 7. Estes dois processos dão inserção ao tentório do cerebelo.Hidrocefalias. 12Grande asa do esfenoide. 3. ANATOMIA RADIOLÓGICA Imagem da sela turca em perfil ( fig ) 1. é uma glândula muito importante porque secrata muitos hormônios.Assoalho duplo. Apesar de seu pequeno tamanho. 4. A cavidade selar é denominada fossa hipofisal. .Plano esfenoidal. 6. 5. Estes disturbios constituem a maior parte das indicações de seu estudo radiológico.Tumores do nervo óptico. 13Pequena asa do esfenoide. 4.Dorso selar.Processos clinóides posteriores.Localização da hipofise. 11Sulco do quiasma óptico. Assoalho selar.Sela com processo clinóide médio. Aloja-se na fossa hipofisal e tem duas partes diferentes chamadas lobos.Tumores do cavum. 9. médios e grandes politraumatizados.Dorsos : curto e longo. 5. também designada como o "maestro da orquestra endócrina" por influir no funcionamento de outras glândulas endócrinas.Porçào basilar do occipital.

Plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa.Tubérculo selar. resultando assim radiográfias com muito mais detalhes. Variando em poucos graus. com a finalidade de jogarmos a imagem da sela turca dentro do forame magno do occiptal. Raio central incidindo na região frontal com uma inclinação podálica de 35º. Devemos fazer duas incidências com cone. desde que paralelo a linh horizontal alemã. 2cm para frente e para cima do condotu auditivo externo. com uma fina linha que se projeta logo abaixo do plano esfenoidal e no meio do espaço entre os bordos mais superiores dos rochedos do temporal. seios esfenoidais. no mesmo posicionamento da incidência de reverchon panorâmica. mais próxima do filme. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. passando pelo conduto auditivo externo e saindo no occipital. Incidências localizadas PA / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / Incidências localizadas de rotina PA / Perfil esquerdo / PA Paciente em decúbito ventral no mesmo posicionamento da incidência pósteroanterior do crânio panorâmica. grande asa do esfenoide. mais próxima do filme com as regiões frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. o radiologista pode medir o comprimento e a altura da sela turca para obter o volume selar. A cabeça do paciente deve estar em perfil rigoroso. Devemos utilizar colimadores como os cones para obtermos mais detalhe radiográfico. Através do perfil. poderá incidir perpendicular ou com uma inclinação podálica de 10º a 12º. que deverá estar perpendicular a mesa. Raio central deverá incidir perpendicular. Paciente em decubito ventral ou em posição ortostática. plano esfenoidal. com +_12º podálicos ou ainda colocando-se esta linha perpendicular e incidindo o raio central perpendicular. . SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito dorsal. etc. Raio central incidirá paralelamente a linha horizontal alemã. Plano mediano ságital do crânio paralelo ao plano da mesa. Raio central incidirá com uma inclinação podálica de 35º em relação a linha horizontal alemã. Raio central deve sair do násion. Estas incidências apresentam grande importancia para visualizar-se prováveis patologias contíguas com a sela turca ( ou túrcica ) ou em outras regiões do crânio. Incidências panorâmicas de rotina PA / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / PA ( Panorâmica ) Região anterior da face. Perfil direito ou esquerdo Paciente em hemi-decúbito lateral no mesmo posicionamento das incidências laterais do crânio panorâmicas. mais próxima do filme. OBS : O perfil é o melhor posicionamento para visualização do maior número de componentes da sela turca. Através desta incidência o radiologista pode medir a largura da sela. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa.ESTUDO RADIOLÓGICO Iniciamos o estudo radiológico da sela turca com incidências panorâmicas de crânio. .Processos clinóides anteriores e posteriores. ou em posição ortostática com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. parede anterior e posterior da sela.E outros acidentes importantes como o sulco do quiasma óptico. SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) – ( Panorâmica ) Região posterior da cabeça. Plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular incidindo 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. Paciente em hemi-decúbito lateral ou em posição de nadador. OBS : Nesta incidência visualizamos o assoalho selar. . Por ser a melhor incidência vemos com excelente definição : . Assoalho. saindo no násion. O que normalmente caracteriza as projeções localizadas para sela turca é a utilização dos cones com finalidade de limitar e absorver a radiação secundária. Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça.

Buraco ótico O buraco ótico é o orifício anterior de um verdadeiro conduto de 5mm a 8mm de comprimento e de 4mm de diâmetro. Encontra-se na parte mais posterior e medial da pequena asa do esfenoide na sua raiz de inserção com o corpo.5cm para cima do plano ótimo e dois separados de 0. nos limites dos assoalhos da fossa anterior e média da base do craniana e esta limitando o quiasma ótico. Faremos mais quatro cortes. utilizamos máscaras plumbíferas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 260 / 80 / 3. Vemos comumente lesões que não aparecem na panorâmica. Raio central incidindo no násion. sentado ou em posição ortostática. aparecem nas radiografias localizadas. O plano ótimo é na altura do plano mediano ságital. temos que limitar a abertura do diafragma para que fique aproximado ao seu mairo diâmetro. ou seja. Raio central incidindo a 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo./ Incidência de HARTMAN / Incidência de PFEIFFER / Incidência de LYSHOLM / Incidências de rotina Incidência de RHEESE – direita e esquerda / Incidência de RHEESE – parieto-orbital Região anterior da orbita.45m / sim / 24x30 OBS : Nas tomografias de estruturas pequenas.5cm para baixo do plano ótimo. O plano mediano do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa.2s / fino / tomo +_1. ESTUDO TOMOGRÁFICO A tomografia é dos principais recursos dentro de um serviço de radiologia.OBS : A incidência de REVERCHON demonstra o dorso selar ( região da lâmina quadrilatera do esfenoide ) numa projeção anterior do forame magno.5cm para baixo do plano ótimo. que dividem o filme 24x30 em quatro. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 260 / 80 / 3. poderão junto com a clínica do doente definir um diagnostico. No estudo da sela turca. Assim podendo-se diafragmar para obter mais detalhe. de tumores da glândula hipofise ( que a afetam indiretamente ) ou de lesões produzidas por traumatismos crâneoencefalicos e infecções. quando fazemos as localizadas para sela turca o cone fica encostado na cabeça do paciente diminuindo então a distância foco-filme. com o plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. dois separados de 0.5cm para cima do plano ótimo e dois separados de 0. poroses ou erosões de estruturas ósseas selares. NOTA 1-) Fatores radiográficos Sabemos que na distância de 1m o cone absorve +_7 Kv. como a sela turca.2s / fino / tomo +_1. pelos quais se requer estudos radiologicos de boa qualidade para visualizar os buracos óticos. mais próxima do filme. por isso podemos trabalhar com os mesmos fatores das distâncias panorâmicas. . O buraco ou forame ótico dá passagem ao nervo ótico e a arteria aftalmica. NOTAS GERAIS 1-) Localizadas de sela turca A finalidade de fazermos radiografias localizadas de sela turca é obtermos mais detalhe. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências Incidência de RHEESE – parieto orbital e orbito parietal . Paciente em decubito ventral. Indicações do exame radiologico do buraco ótico A orbita é assento de tumores oculares.45m / sim / 24x30 B-) Em perfil direito ou esquerdo Paciente em hemi-decúbito lateral. que se abre por um lado na orbita e por outro lado na cavidade craniana. O plano ótimo será 2cm a frente ( para cima ) do conduto auditivo externo. Através do reverchon o radiologista pode medir a largura da sela turca. pois se não tomarmos este cuidado obteremos uma radiografia com um halo de radiação secundária em torno da imagem. 2-) Radiação secundária Quando utilizamos o cone. Faremos mais quatro cortes. dois separados de 0. Podemos tomografar a sela turca em AP e Perfil : A-) Em AP – Paciente em decúbito dorsal. pois a presença de calcificaçòes intra selares. pequenas erosões ósseas ou calcificações poderão definir a conduta médica em relação ao paciente e somente a tomografia permite dizer com precisão os casos suspeitos nas radiografias de rotina. com alinha meato-orbitária perpendicular ao plano da mesa.

mantendo três pontos de contato. Paciente em decúbito ventral. Paciente em decúbito ventral com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Incidência de RHEESE – orbito parietal Região occipto-parietal. a protuberancia orbitaria externa. a radiação é absorvida nas grades Potter-bucky divergentes. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. na ampola. Raio central com inclinação lateral de 30º e podálica de 20º. A região orbitaria do lado a ser examinado deve coincidir com a linha central da mesa. mais próxima do filme. O raio central penetra perpendicular aproximadamente 7cm para fora da protuberancia occipital externa. Incidência de LYSHOLM – direita e esquerda Região anterior da cabeça. Ajustar a rotação da cabeça. Ajustar a rotação da cabeça de maneira que o plano mediano sagital forme um ângulo de 53º com o plano do filme. A linha acantion-meatal ( conduto auditivo externo ) deve ficar perpendicular ao plano da mesa. O plano mediano sagital do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Utilizamos dois chassis colocados em forma de "V". o buraco ótico projeta-se no quadrante superior externo. A rotação deve ser para o lado contrario a ser examinado. a imagem do buraco ótico projeta-se no quadrante inferior externo da orbita. Podemos penetrar com o raio central perpendicular ou com uma angulação de 5º a 7º podálicos. É o mesmo posicionamento do "PA" de crânio. Raio central perpendicular ou com uma inclinação de 5º a 7º podálicos. O raio central deve sair no meio da órbita do buraco ótico a ser radiografado. mais próximas do filme.Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. e quando fazemos com inclinaçãi podálica de 5º a 7º. mantendo o dorso do nariz.direita e esquerda Regiões anteriores das órbitas. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. Ajustar a rotação da cabeça de maneira que o plano mediano sagital forme um ângulo de 53º com o plano do filme. A incidência de lysholm. deve ser feita com grades Potter-bucky paralelas ( ou universais ). OBS : Sobre os dois chassis devemos utilizar grades fixas. sentado ou em posição ortostática. saindo no meio da órbita. OBS : Quando penetramos com o raio central perpendicular. saindo no centro da orbita que deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. do lado a ser examinado. pois radiografias com inclinações laterais. Incidência de PFEIFFER . para obtermos mais detalhe. do lado a ser examinado. Raio central com 20º de inclinação lateral da direita para esquerda ou viceversa segundo seja o buraco ótico a radiografar e associada a uma inclinação podálica de também 20º. A linha acantion-meatal ( conduto auditivo externo ) deve ficar perpendicular ao plano da mesa.sentado ou em posição ortostática. formando um ângulo de 37º com o plano horizontal. proeminencia malar e dorso do nariz. Estas grades devem ser de lâminas paralelas. Incidência de HARTMAN – direita e esquerda Região anterior da face. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. Qualquer desvio lateral desta localização indica rotação incorreta da cabeça e qualquer desvio longitudinal indica angulação incorreta da linha acantiomeatica. com a região frontal e nasal coincidindo com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano do corpo coincidindo com a linha central da mesa. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. de modo que o plano mediano forme um ângulo de 53º com o plano do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . dando uma exposição para cada chassis. coincidindo com a linha central da mesa. penetrando no centro da orbita. Paciente em decúbito ventral. no meio dos quais descansa a cabeça do paciente. mais próxima do filme.

COMPARATIVA Apesar de sabermos que no lado direito o golfo da jugular e o buraco rasgado posterior são maiores. OBS : (A). penetrando na comissura labial externa do lado contrário a ser radiografado.0s / fino / cone encostado+_75cm / sim / 18x24 NOTA 1-) SPOT FILMS COMPARATIVOS Para obtermos o máximo de detalhe. O plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. 2-) TOMOGRAFIA Quando se suspeita de lesão ao nivel das paredes do forame ótico.75 / 30 / 100 / 100 / 1. fazemos cortes tomograficos. Próximo a ele encontramos o golfo da jugular. cilindros ).Nono ou Glossofaringeo .Décimo ou pneumogastrico ( também chamado de vago ou cardiopneumoenterico ). Geralmente o golfo da jugular e o buraco posterior são maiores no lado direito. Alem da veia jugular interna. devemos utilizar um cone de pequena abertura. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Incidência de CHAUSSÉ II / Incidência de HIRTZ comparativa e localizada / Incidência semi-hirtz / Tomografias Transorbitária ( AP ) / Perfil / Incidências de rotina CHAUSSÉ II DIREITO E ESQUERDO / Incidência de CHAUSSÉ II Região posterior da cabeça. devemos fazer a comparativa para surpreendermos patologias no lado sem possiveis alterações. com a boca aberta. Raio central penetrando perpendicular a linha horizontal alemã. BURACO RASGADO POSTERIOR O buraco rasgado posterior é formado pela porção lateral do processo basilar do occiptal e pela porção da parte petrosa do osso temporal. de preferencia no mesmo filme.M. Indicação do exame radiologico para buraco posterior A principal indicação para o exame do buraco rasgado posterior é o tumor de glomus jugulares. A cabeça deve estar rodada de 10º a 20º para o lado a ser radiografado.Devemos sempre utilizar cones de pequena abertura para obtermos o máximo de detalhe. que geralmente acontece em pacientes obesos ou de pescoço curto.S. Paciente em decúbito dorsal. O paciente deve manter-se na posição de RHEESE órbito-parietal e fazer tomografias bilaterais. Raio central penetrando perpendicular a linha horizontal alemã. (A). com um apoio sob as suas costas estendendo ao máximo a cabeça. até que a linha horizontal alemã fique paralela ao plano da mesa. mais próxima do filme. . mais próxima do filme. devemos fazer as radiografias para buraco ótico com colimadores ( cones. no meio do espaço entre os dois processos mastóides. passam pelo buraco rasgado posterior os três nervos : . Devemos fazer uma diafragmação suficiente para obtermos um bom detalhe. (B).As radiografias para buraco rasgado posterior devem ser sempre comparativas.LOCALIZADA Na projeção localizada. devemos fazer com o paciente sentado estendendo ao máximo a cabeça até que encoste na estativa vertical. Raio central perpendicular. que é onde deságua o seio lateral da paquimeninge para formar a veia jugular interna. para diagnostico radiologico. que vai da espinha nasal anterior ou conduto auditivo externo fique perpendicular ao plano da mesa. Quando o posicionamento for dificil para o doente. . sempre fazendo o estudo bilateral.2s / fino / cone encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ comparativa e localizada Região superior da cabeça. ) do corpo coincidindo com a linha central da mesa. A cabeça deve estar um pouco estendida até que a linha imaginaria. (B). em planos a partir da região posterior da órbita. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. 3cm para dentro do processo mastóide do lado a ser estudado. com o plano mediano ( ou P.Décimo primeiro ou espinhal. Paciente em decúbito dorsal. pois é de grande importância fazer-se a comparação de um lado com o outro. encostado na região lateral direita ou esquerda do pescoço.

mais próxima do filme. irregular. processo mastóideo. Faz-se oito tomografias a partir do preliminar para baixo. deixando pender a cabeça naturalmente sobre a mesa de exame. Devemos fazer os cortes tomográficos a partir de 2cm abaixo do plano mediano sagital como corte preliminar. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 160 / 100 / 1. que forma parte da fossa temporal. numa eminência volumosa. mais próxima do filme. a circunferência articula-se com os ossos parietal e occipital. A face interna é côncava e encontra-se em relação com o centro.6s / fino / cone encostado ou 90cm / sim / 18x24 OBS : Na incidência comparativa. articula-se posteriormente com a grande asa do esfenoide. passando pelo conduto auditivo externo. A cabeça do paciente deve ficar numa posição intermediaria entre o "AP" de crânio e o Hirtz. De sua parte externa e inferior. Em sua porção póstero-inferior. projeta-se o processo zigomático em direção anterior para formar a arcada zigomática com o processo temporal do malar ( ou zigomático ). num total de cinco cortes separados uns dos outros de 0. colocando o plano mediano da cabeça paralelo ao plano da mesa.3cm. O lada a examinar em contato com a mesa. do meio do conduto auditivo externo para baixo. As celas mastóideas são numerosas cavidades que fazem parte da conformação interna. mais próxima do filme.FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. O osso temporal apresenta-se dividido em 5 porções : (A). Devemos fazer cortes tomográficos.Porção timpânica (E). com os ombros elevados.Porção estiloide (D). pois que o cone absorve compensando a aproximação da ampola.Porção petrosa ( rochedo ) PORÇÃO ESCAMOSA Apresenta uma face convexa lisa. a distância foco-filme deve ser de 0. de um lado a sutura escamo-mastóidea ( porção mastóidea ) e do outro ao rochedo ( CISURA DE GLASSER ).Porção escamosa (B). como fazemos com o cone encostado.2s / fino / tomo +_1.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Osso temporal O osso temporal encontra-se situado na parte inferior e lateral do crânio.H. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Raio central incidindo no meio do espaço compreendido entre o conduto auditivo externo e o processo mastóide. Raio central perpendicular. através de apoio sob as costas. Linha infra-órbito-meática ( L. colocando a linha acantion-meatal perpendicular ao plano da mesa. a distância então diminui.Porção mastóidea (C). Raio central incidindo na região do nasion. PORÇÃO MASTÓIDEA Sua face externa termina para baixo. SEMI-HIRTZ . penetrando no gônion ( ângulo da mandibula ). corresponde ao cerebelo. parietal e esfenoide. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em Hemi-decúbito lateral.6s / fino / cone encostado / sim / 18x24 TOMOGRAFIA EM TRANSORBITÁRIA . A outra face da porção escamosa é a circunferência. ). TOMOGRAFIA EM PERFIL Região lateral direita ou esquerda da cabeça. esta unida. separados de 0. Girar a cabeça de 25º para o lado oposto a ser radiografado. Já a face interna côncava. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 35 / 250 / 80 / 3. mas não alteramos os fatores. perpendicular ao plano da mesa. Na incidência localizada.3cm uns dos outros. O plano mediano sagital do cropo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa.A.90cm com nas projeções para crânio. .(AP) Região posterior da cabeça. POROT E ROSSAND ) Região occipito-parietal. Devemos sempre fazer radiografias comparativas e com cone para obtermos mais detalhe. entre o occipital.( Incidência de PORCHER.

constitui a zona de inserção de músculo e ligamentos.Pavilhão auricular – é uma cúpula cartilaginosa para captação do som.Ouvido médio . MESOTIMPANO Espaço hipertransparente aos raios-X ( com ar ) entre o epitimpano e o hipotímpano.Ouvido externo . ANATOMIA RADIOLÓGICA Os principais componentes que formam o conteúdo da caixa do tímpano são os ossículos e o ar. ânteroinferior e póstero-superior Como o aparelho auditivo está situado em sua grande parte no rochedo.Inferiormente – músculo estiloglosso. A porção timpânica forma a parede anterior. Seu bordo superior se une com o tubérculo zigomatico posterior através da cisura tímpano-escamosa e com a cavidade glênoide pela cisura petrotimpânica.Mesotimpano C.Martelo. um processo curto que a prende a parede do ático e um processo longo que se articula com o estribo. podemos dividir em : . Inferior – assoalho da caixa ou recesso hipotimpânico. OUVIDO As ondas sonoras fazem vibrar a membrana do tímpano e as vibrações são transmitidas através dos ossículos ( martelo. PAREDES DA CAIXA DO TÍMPANO Externa – esporão de CHAUSSÉ ( parede externa do ático ) e membrana do tímpano. que constituem o órgão terminal da audição ( órgão de CORTI ). bigorna e estribo. sempre procurando dar ênfase aos que dão expressão radiológica. . tais como : .Externamente – ligamento estilomaxilar. O cabo do martelo está preso a parte superior da membrana do tímpano.PORÇÃO ESTILÓIDE Projeção látero-inferior do rochedo.Caixa do tímpano – dividimos a caixa do tímpano em 3 partes : A. que são traduzidos e interpretados pelo cérebro. Superior – TEGMEN TYMPANI. Conduzidas pela perilinfa e endolinfa vão impressionar as células neuroepiteliais. bigorna e estribo ) á janela oval no vestíbulo ( ouvido interno ). o seu limite medial em fronteira com o ouvido médio se faz através da membrana do tímpano. uma cavidade hipertransparente onde no seu assoalho abre-se a trompa de eustáquio.Conduto auditivo externo – oríficio pertencente a parte mais lateral do rochedo.Base – orificio do conduto auditivo externo . postero-inferior. é a mais importante.Internamente – ( na base ) ligamento estilofaríngeo. OUVIDO EXTERNO – Principais componentes : 1.Ouvido interno Demonstramos os principais componentes das porções do ouvido. LIMITES . 2. Nele originan-se os impulsos nervosos da audição. onde estão os ossículos.Interno – veia jugular PORÇÃO TIMPÂNICA É uma lâmina óssea curva situada entre o rochedo e a escama.Faces – em número de quatro : ântero-superior. . Medial ( interna ) – formada pelas estruturasdo labirinto. HIPOTÍMPANO Parte mais inferior da caixa do tímpano. . O ouvido ( ou orelha – pela nova nomenclatura ) divide-se em três proções : .Externo – parótida . estudá-loemos anatomicamente. Sua superficie anterior é triangular e esta em contato com a glândula parótida. OUVIDO MÉDIO – Principais componentes : 1.Posteriormente – ligamentos estilohióideo. A bigorna tem um corpo articulado a cabeça do martelo. .Hipotimpano ÁTICO Parte superior da caixa do tímpano. OSSÍCULOS Os ossículos são em número de três : . PORÇÃO PETROSA ( ROCHEDO ) Tem a forma de uma pirâmide quadrangular. o assoalho e a porção baixa posterior do conduto auditivo externo.Ático ou epitimpano ou lajeta B. para fazer a comunicação do ouvido médio com o meio externo.Vértice – dirigido para dentro e para frente . que dá a imagem hipertransparente da região.

devido as pequenas células que o cercam. etc. O ponto atical corresponde a cabeça do martelo e ao corpo da bigorna e esta situado a 2. 3. a sua abertura na base craniana chama-se porus acusticus. com a base para cima.HÉLICE 6. 3.CANAL SEMICIRCULAR SUPERIOR 8. A pneumatização é extremamente variavel de um individuo para outro e as vezes de um lado para outro. Abre-se no ouvido no hipotímpano e a responsavel pela manutenção da pressão dentro do ouvido.LOBO TEMPORAL DO CÉREBRO 2. OUVIDO INTERNO O ouvido interno participa tanto do equilíbrio como da audição PRINCIPAIS COMPONENTES : 1. a sua forma é aproximadamente triangular.OUVIDO EXTERNO 10ESPORÃO DE CHAUSSÉ 11OUVIDO MÉDIO 12CANAL SEMICIRCULAR POSTERIOR 13PAVILHÃO AURICULAR 14CONDUTO AUDITIVO EXTERNO 15TÍMPANO 16CANAL SEMICIRCULAR LATERAL 17RAMO VESTIBULAR . podendo. em uma mesma pessoa.ANTÉLICE 5. o 7º e o 8º pares.ANTRO 7. o externo ou lateral e o posterior. ser maior do que o outro. O antro tem forma e medidas também muito variaveis.OUVIDO INTERNO 9. na linha bi-auricular e é o ponto onde deve incidir o raio central nas incidências para ouvido médio. seu contorno é festoneado e pouco nítido ( o contorno bem delineado é visto no antro patológico com colesteatoma ). o superior.LABIRINTO : É onde se encontram no ouvido interno. O canal semi-circular posterior é o único que nào é visivel radiologicamente ( a não ser em cortes tomograficos especiais ). TIPOS DE PNEUMATIZAÇÃO . no vestíbulo encontramos os líquidos perilinfa e endolinfa. por exemplo ). de um lado. 2. sobretudo na criança onde o aditus é mais amplo.ESPORÃO DE CHAUSSÉ É um acidente exclusivamente da anatomia radiológica. 5.CARTILAGEM 4. 4. na criança é mais amplo. mede cerca de 10x6mm. Dá origem as demais células pneumatizadas. tem importância no estudo dos colestomas.Mastóide pneumatica – predominância de células com ar. também chamado de muro da lajeta.VESTÍBULO : é de onde partem os canais semicirculares. Também os colesteatomas ( tumor ) do ático costumam crescer para o antro.CÓCLEA OU CARACOL : Onde percorre o nervo coclear. As infecções da caixa propaga-se para o antro.TROMPA DE EUSTÁQUIO Canal que faz comunicação entre o rino-faringe e o ouvido médio. 7º par – nervo facial 8º par – nervo esteato-acustico – ramo coclear ( audição ) e ramo vestibular ( equilíbrio ) (FIGURA DE UM OUVIDO COM 36 MARCAÇÕES ) 1. Pelo conduto auditivo interno passam dois nervos.5cm para dentro.OSSO E MÚSCULO TEMPORAIS 3. Esta pneumatização parte do antro.CAVIDADE DA MASTÓIDE ADITUS – canal que comunica o ático com o antro ( "ADITUS AD ANTRUN" = CAMINHO PARA O ANTRO ).Mastóide pneumo-diplóica – tipo misto. visivel na radiografia simples. na mastóide.CONDUTO AUDITIVO INTERNO : É um canal longo que percorre grande extensão do rochedo. . Células pneumatizadas – onde encontramosbasicamente as células pneumatizadas em condições normais é na mastóide. que se localiza para tráz. as vezes se estende a escama e ao rochedo e mais raramente pode ir alem do osso temporal ( ao occipital. . é um órgão da audição. cóclea. 2.Mastóide diplóica – predominância de massa óssea.CANAIS SEMI-CIRCULARES : São em número de três . estruturas da audição e do equilíbrio como vestíbulo. Antro – é uma grande célula cheia de ar. É encontrado na rede lateral do ático.O estribo "fecha" a janela oval ( janela do vestibulo ) PONTO ÁTICAL É a região correspondente á massa dos ossículos. sem a utilização de tomografias. canais semicirculares. 4.

STENVERS 2. as incidências principais são trans-orbitária. O conhecimento das incidências e das informações que cada uma delas pode nos fornecer é portanto de fundamental importância para quem executa o exame.Trans-orbitária comparativa ( bilateral ) 2. Outro fator de grande valia é a utilização de ecrans do tipo grão fino. STENVERS e MAYER “. Se o problema é pesquisar colesteatoma como complicação de otite crônica. HIRTZ e BRETON ( reverchon).Trans-orbitária unilateral ( incidência de GUILHEN ) 3.18NERVO FACIAL 19CONDUTO AUDITIVO INTERNO 20VESTIBULO 21MARTELO 22BIGORNA 23ESTRIBO 24ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA 25CELAS PNEUMATIZADAS DO MASTÓIDE 26CARACOL OU COCLEA 27NERVO AUDITIVO 28TROMPA DE EUSTÁQUIO 29LABIRINTO 30LÓBULO DA ORELHA 31GLÂNDULA PARÓTIDA 32NERVO FACIAL 33ARTÉRIA ESTILO-MASTÓIDEA 34VEIA JUGULAR INTERNA 35NERVO GLOSSO FARÍNGEO 36MÚSCULO ELEVADO DO VÉU PALATAR ESTUDO RADIOLÓGICO É de grande importância para quem executar o exame radiológico do osso temporal. pois conseguimos um maior detalhe das imagens radiográficas.CHAUSSÉ III 4. INCIDÊNCIAS BÁSICAS EM RADIOLOGIA 1. sede do ouvido médio. Os componentes do ouvido são muito pequenos. mas apenas das mastóides. problema da grande maioria dos casos de estudo radiológico. pela facilidade de execução. Permitem-nos.REVERCHON ( breton ) 3. As incidências complementares são feitas conforme a indicação. portanto. nem esporão.PA 2.HIRTZ 4. O paciente deve ficar o mais imobilizado possível e nunca devemos deixar de colocar a identificação correta nas radiografias. Se fizermos o exame apenas com estas incidências. teremos realmente uma boa avaliação das mastóides. mas também realizando incidências para complementar o estudo de todo o ouvido. INDICAÇÕES GERAIS Quando recebemos o pedido de exame especificando uma determinada região.REVERCHON ( breton ) As quatro incidências básicas e mais a tomografia frontal são suficientes para nos dar um excelente estudo da caixa do tímpano. por isso teremos que estudar radiológicamente fazendo uma colimação máxima das estruturas para obtermos o melhor detalhe. É comum recebermos pedido de exame radiológico de ouvido com os seguintes dizeres : “Radiografias dos mastóides : SCHÜLLER. A incidência de Reverchon é muito útil nas crianças agitadas. É importante observar que a única incidência que é imprescindivel em todos os casos é a trans-orbitária comparativa.HIRTZ PANORÂMICAS DE CRÂNIO 1.CHAUSSÉ II TOMOGRAFIAS 1.perfil direito e esquerdo 3.SCHÜLLER INCIDÊNCIAS COMPLEMENTARES 1.Frontal 2. pesquisar os colesteatomas.MAYER 5. Não veremos nem ossículo. sabendo perfeitamente a anatomia radiológica de cada uma delas. devemos estudá-la rigorosamente. conhecer a finalidade de cada incidência.Perfil direito e esquerdo 3. STENVERS. principlamente do ouvido médio. Portanto não analizamos a caixa do tímpano. .

Principais estruturas demonstradas : 1 – Conduto auditivo externo 2 – Esporão de CHAUSSÉ 3 – Antro 4 – Canais semicirculares / superior / lateral 5 – Ossículos 6 – Caracol 7 – Vestíbulo 8 – Conduto auditivo interno A principal estrutura demonstrada nesta incidência são os ossículos. internos. passanda pelo teto do CAE. A parede superior do conduto auditivo externo corresponde externamente ao limite superior do trágus. A incidência trans-orbitária bilateral é a principal incidência para o estudo do ouvido. ficar sozinha no quarto. Incidência de GUILLEN ( trans-orbitária unilateral ) Região posterior da cabeça mais proxima do filme. Raio central perpendicular. No estudo das incidências vamos observar que nas três primeiras incidências básicas. perfil e Reverchon são feitas apenas com a finalidade de se procurar outras lesões fora do osso temporal. permitindo fazer uma análise comparativa da transferência das paredes e do conteúdo ossicular das caixas do tímpano. com o plano mediano sagital do corpo coincidindo com a linha central da mesa.5cm dentro do plano biauricular ) do lado a ser estudado. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. tanto do ouvido médio quanto do interno.A.Nestas crianças. por exemplo ). Raio central passa pelo plano Qua vai do násion ao teto do conduto auditivo externo. Nesta projeção a imagem do rochedo deve projetar-se dentro da órbita de maneira que o seu bordo superior não se superponha com o bordo superior da órbita. dos blocos labirínticos e dos C. O Reverchon nesses casos substituirá o Schüller. O raio central deve passar tangenciando o rebordo orbitário externo. a mãe deverá ser avisada de que a criança acordará tonta. A cabeça deve estar rodada de aproximadamente 5º para o lado contrário a ser examinado. o radiologista pode “dopar” a criança para obter um exame completo de bom padrão. quando não é possivel fazer um exame completo. e passar pelo ponto atical. o que pode ser feito facilmente com supositório de Seconal ( 1 cápsula diluída em água ). até que o plano que vai do násion ( raiz do nariz ) até a parede superior do conduto auditivo externo esteja perpendicular ao plano da mesa. que possam estar relacionadas á lesão do ouvido ( Histiocitose x. Quando encontramos dificuldade em obter este posicionamento. Incidência de CHAUSSÉ III Região posterior da cabeça mais proxima do filme. Paciente em decúbito dorsal. Se isso for feito. para avaliarmos a mastóide ( pneumatização ). Incidência trans-orbitária bilateral Região posterior da cabeça mais proxima do filme. A cabeça deve estar fletida ao máximo. com plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e esquerdo. utilizamos um apoio radiotransparente sob a região mais alta da cabeça. que passa pelo násion ( raiz do nariz ) e parede superior do conduto auditivo externo. A cabeça deve estar rodada de aproximadamente 5º para o lado a ser examinado. o raio central entra em um mesmo plano. não podendo. Raio central passa pelo plano que vai de násion ao teto do conduto auditivo externo. procuramos executar pelo menos a trans-orbitária. penetra no quadrante superior externo do lado a ser examinado. Esta incidência nos dá uma visão de conjunto bilateral. . penetra no quadrante superior interno da órbita do lado a ser radiografado. que aparecem dissociados entre o esporão e o canal semicircular lateral ( externo ). O raio central deve passar no ponto atical ( 2. Podemos também fazer com uma inclinação podálica ( quando o paciente não conseguir manter o posicionamento ) de maneira que o raio central passe pelo plano que vai do násion ao teto do CAE. pois. Quando não houver contra-indicação. Paciente em decúbito dorsal. para Ter uma noção de conjunto e o Reverchon . Paciente em decúbito dorsal. penetrando no násion. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e esquerdo. As radiografias de crânio em PA. Principais estruturas demonstradas : Caixa do tímpano / ossículos / esporão / Canais semicirculares superior e lateral / ouvido interno.

Paciente em decúbito ventral colocado o corpo em posição oblíqua e o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. algumas vezes para ouvido médio. têm finalidade específica. Então. o cirurgião sempre deve agir com cuidado devido o risco de perfuração e hemorragia grave. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e do lado esquerdo. A incidência de SCHüLLER nos mostra o restante do ouvido médio. ou seja. As cinco incidências que veremos a seguir. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 40 / 160 / 200 / 0. Principais estruturas demonstradas : 1 – Conduto aoditivo externo 2 – Esporão de CHAUSSÉ 3 – Antro 4 – Canais semicirculares superior e lateral 5 – Ossículos 6 – Caracol 7 – Vestíbulo 8 – Conduto auditivo interno Esta é a incidência seletiva para o esporão de CHAUSSÉ. O ouvido externo é estudado apenas pelo exame clínico direto e pelas tomografias.80m / sim / 18x24 Incidências complementares As quatro incidências básicas estudadas anteriormente nos dão uma visão de todo o ouvido médio. Plano biauricular cinicidindo com a linha central da mesa. outras vezes para ouvido interno. A incidência de CHAUSSÉ III também pode ser feita com maior flexão da cabeça ou angulação caudal do raio. devemos fazer uma varredura.8s / grosso / 0.A. As duas trans-orbitárias e o CHAUSSÉ III são as únicas utilizadas para o estudo da caixa do tímpano.5cm acima do conduto auditivo externo mais afastado do filme. Principais estruturas demonstradas : Parede superior e posterior do rochedo / Sulco de seio venoso lateral / C. Paciente em decúbito dorsal. de tal maneira que o raio central entre mais acima. mais proxima do filme. O conhecimento da posição do seio venoso lateral é importante. chamadas de complementares.Para obtermos a melhor demonstração possível do esporão de CHAUSSÉ. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 160 / 200 / 0. penetrando entre 6 e 7.8s / grosso / 0. que é o lado a ser examinado. Esta é a incidência que nos mostra a face cirúrgica da mastóide e nos permite avaliar a pneumatização. a parte pneumatizada da mastóide. mais proxima do filme. pois as incidências padrões não servem para mostrá-lo. com a finalidade de colocar o maior eixo do rochedo. com mínimas variações de rotação da cabeça. para o lado contrário a ser examinado. Os ossículos mudam um pouco de forma e não ficam bem dissociados. Nestes casos. Incidência de STENVERS “Clássica” . executar a mesma incidência duas ou três vezes de cada lado. paralelo ao plano da mesa.E e C. a região do conduto auditivo externo do lado a ser exminado deve ficar em contato com a L.M. Lembramos que o esporão nada mais é do que a parede lateral do ático. Raio central com uma inclinação podálica de 25º a 30º. A cabeça deve estar rodada de 45º ou um pouco menos. ou seja. na altura das sombrancelhas.80m / sim / 18x24 Incidência de SCHüLLER Região lateral direita ou esquerda da cabeça. saindo no mais próximo.I. As incidências complementares são : STENVERS / HIRTZ / REVERCHON / MAYER / CHAUSSÉ II Incidência de STENVERS “Variante” Região posterior da cabeça. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre o rebordo externo da órbita e o conduto externo do lado a ser radiografado ( ± no meio da linha horizontal alemã ). com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. Projetam-se parcialmente sobre o canal semicircular lateral ou externo. superpostos Vemos ainda um ponto de referência anatômico chamado ângulo de CITELLI ( encontro da parede superior com a posterior do rochedo ). uma vez que o seio procidente ( muito anterior ) reduz muito o tempo cirúrgico. O plano que vai do násion ao teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa.C.A.

com o plano mediano sagital do seu corpo. e para isso o paciente deve fazer uma flexão máxima da cabeça. As incidências de STENVERS ( Clássica ou variante ) não nos mostra bem os ossiculos e o esporão de CHAUSSÉ. afastar os polegares até o direito encontrar com o esquerdo fazendo a rotação até o polegar do lado a ser examinado ficar paralelo ao plano da mesa. pois a espessura a atravessar é grande e o diafragma aberto tira muito detalhe. Nas incidências bilaterais. O ideal é sempre trabalharmos com o raio central perpendicular para evitarmos distorções de imagem resultantes da inclinação da ampola. Nas incidências unilaterais ( direita e esquerda ) o raio central penetra perpendicular á linha horizontal alemã. Principais estruturas demonstradas : Rochedo / Caixa do tímpano / Ossículos / Trompa de Eustáquio / Conduto auditivo interno A incidência de HIRTZ é utilizada em geral para a base do crânio. pela maior facilidade de posicionamento. preferimos a variante da incidência de STENVERS. pois apresenta grande valor na pesquisa dos neurinomas do acústico. mais proxima do filme. Apesar de aproximar mais o rochedo do filme. coincidindo com a linha central da mesa. Principais estruturas demonstradas nas incidências de STENVERS Conduto auditivo externo / Porus acusticus interno / Ponta do rochedo / Uma visão do rochedo em toda a sua extensão. / Antro / Mastóide / Vestíbulo / Canais semi-circulares / Cóclea A incidência de STENVERS apresenta mais interesses no ponto de vista otoneurologico. pois conseguimos nessa posição uma boa extensão da cabeça sem ser muito incômodo. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. para o lado a ser examinado com a finalidade de colocar o maior eixo do rochedo paralelo ao plano da mesa. Com o paciente sentado é a maneira mais fácil de obtermos o posicionamento. caso contrário a mandíbula projeta-se em cima da caixa do tímpano. o indicador da outra mão no rebordo orbitário externo do lado oposto áquele. Paciente em decúbito ventral. A cabeça do paciente deve estar rodada de 45º ou um pouco menos.8s / grosso / 0.5cm para dentro do plano biauricular ). Incidência de HIRTZ ( Submento-vértice ) Região mais superior da cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 40 / 160 / 200 / 0. uma vez que o raio central entra perpendicular a ele. Fazemos a rotação até que ambos os dedos indicadores estejam a uma mesma altura do plano da mesa. impossibilitando sua análise. O plano que vai do násion ao teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa. o operador deverá estar na extremidade da mesa.80m / sim / 18x24 OBS : Quando utilizamos uma técnica mais fraca. . podendo ser usada especialmente para estudo do ouvido nas infecções. Podemos fazer a incidência para os dois lados e / ou separadamente para o lado direito e esquerdo. Devemos radiografar separadamente o lado direito e o lado esquerdo. Métodos para colocar o rochedo paralelo ao plano da mesa sem o auxílio do goniômetro (A) – Com o paciente em decúbito dorsal Colocar o maior eixo das regiões anteriores dos dedos das mãos coincidindo com o maior eixo dos pavilhões auriculares direito e esquerdo. Como para todos os posicionamentos de crânio. tumores e traumatismos. O posicionamento deve ser perfeito. OBS : (A) – É imprescindível uma boa diafragmação do feixe de raios X a fim de evitar radiação secundária. saindo no meio do espaço entre o bordo externo da órbita e o conduto auditivo externo do lado a ser examinado. Logo após. Raio central perpendicular. A ponta do rochedo bem dissociada pode estar ás vezes pneumatizada. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. podemos demonstrar com excelente definição o processo mastóide. Devemos então Ter o cuidado de não confundir células da ponta com neurinomas do acústico. o raio central penetra perpendicularmente á linha horizontal alemã. por isso devemos sempre que possivel colocar esta linha paralela ao plano da mesa. (B) – Com o paciente em decúbito dorsal ou ventral Colocar o dedo indicador no processo mastóide do lado a ser examinado. ao nivel do ponto atical ( 2. Na incidência de HIRTZ o raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã. mais proxima do filme. Naturalmente que nos colocamos á cabeceira do paciente. cruzando os condutos auditivos externos.Região anterior da cabeça.

A cabeça deve sofrer uma rotação de 45º para o lado a ser radiografado. acometendo a região do golfo da jugular e do buraco rasgado posterior. Quando houver uma patologia que exija um estudo mais detalhado. radiografias unilaterais ( direita ou esquerda ).80m / sim / 18x24 Incidência de REVERCHON ( BRETON. podemos utilizar as mesmas manobras da incidência de STENVERS. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. . ETC ) Região posterior da cabeça. mais proxima do filme. com plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. variando ligeiramente o ângulo. Principais estruturas demonstradas : Células pneumatizadas da mastóide / Sulco do seio venoso lateral / Conduto auditivo externo / Processo mastóide / Articulação têmporo-mandibular / Arcada zigomática Esta incidência não é realizada de rotina. A cabeça deve estar um pouco estendida. Incidência de MAYER Região posterior da cabeça. além da incidência bilateral.80m / sim / 18x24 Incidência de CHAUSSÉ II Região posterior da cabeça. pois ele se apresenta verticalizado e o raio central percorre o seu maior eixo. Paciente em decúbito dorsal. a posição da cabeça utilizada para fazer o STENVERS do lado direito corresponde á mesma posição para se fazer o MAYER do lado esquerdo e vice-versa. pois sempre trabalhamos com grandes inclinações podálicas. Paciente em decúbito dorsal. A incidência de CHAUSSÉ II apresenta uma inclinação limitada para o estudo do rochedo. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. A cabeça deve estar rodada de 10º a 20º para o lado a ser radiografado. Assim. Fazemos a incidência duas vezes. Na descrição original da incidência de MAYER. mais proximo do filme. Esta projeção corresponde a uma axial de rochedo. TOWNE. resultando em grandes distorções de imagem. A principal indicação fica por conta dos tumores do glomus da jugular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 200 / 0. penetrando na comissura labial externa do lado contrário a ser radiografado. devemos fazer.2s / fino / 0. Para colocarmos a cabeça na rotação de 45º e não possuimos o goniômetro.80m / sim / 18x24 Exame tomográfico O exame tomográfico para o ouvido é feito de maneira ideal em tomógrafos especiais com movimento hipociclóide. um pouco menor que no REVERCHON para báse do crânio onde a angulação é de 35º. em diversa posições. mais proxima do filme. até que a linha imaginária que vai da espinha nasal anterior ao conduto auditivo externo fique perpendicular ao plano da mesa. Raio central perpendicular.8s / grosso / 0. é realizada sem bucky e com um plano inclinado de 15º. Raio central com uma inclinação de 45º podálicos penetrando na região frontal oposta e saindo no conduto auditivo externo do lado a ser examinado. com a boca aberta. Geralmente conceguimos uma boa demonstração do rochedo com uma inclinação podálica de 25º em relação á linha horizontal alemã. mais proxima do filme. em que temos que abreviar o exame. Paciente em decúbito dorsal. A região do conduto auditivo externo. A incidência de REVERCHON é de grande utilidade nas crianças agitadas. A cabeça deve estar fletida até que aproxime o queixo da fúrcula esternal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 160 / 200 / 0.(B) – Não devemos utilizar a incidência de HIRTZ em decúbito ventral ( vérticesubmento ). estruturas logo atrás do rochedo.8s / grosso / 0. Raio central penetra com uma inclinação podálica de 25º na região frontal ( pouco abaixo da área de implantação dos cabelos ) e deve passar nos condutos auditivos externos. deve coincidir com a linha central da mesa. Principais estruturas demonstradas : Análise do conjunto comparativo do ouvido médio e interno / Vestíbulo / Canal semi-circular superior / Estudo da pneumatização / Antro / Condutos auditivos internos / Rochedo ( bordo superior e ponta ).

Com este tipo de aparelhagem, conseguimos obter imagens com detalhe muito superior ao do tomógrafo linear,e fazer diagnóstico de pequenas lesões que não são vistas na tomografia convencional Tipos de tomografia 1- Frontal ( uni ou bilateral ) 2- Perfil 3- Axial de crânio ( HIRTZ ) 1-) Tomografia frontal É a única que utilizamos de rotina. Podemos fazer cortes unilaterais ou bilaterais. Naturalmente que teremos mais detalhes nos unilaterais, nos quais a diafragmação é maior. Os cortes unilaterais são ideais para ouvido médio. Os bilaterais devem ser utilizados principalmente nas pesquisas de neurinoma do acústico para comparação dos condutos auditivos internos no mesmo filme. Damos extrema importância a uma boa imobilização da cabeça do paciente durante o exame tomográfico. A cabeça não pode ficar livre, pois quando isto acontece, mesmo involuntariamente, o doente se mexe e qualquer movimento por menor que seja irá alterar enormemente os planos. Não poderemos então nos orientar pelo corte anterior para o proximo corte. Inicialmente são feitos quatro cortes por centimetro. O primeiro, no plano correspondente á base do trágus e os demais para trás. Temos com estes cortes uma boa noção da caixa do tímpano. Os cortes seguintes serão escolhidos de acordo com esta primeira série. Nos planos a seguir, ainda no plano da cóclea, começamos a ver ossículos. O martelo está á frente da bigorna e é visto primeiro. A bigorna vem a seguir. Nem sempre é possivel distinguir exatamente as imagens de um e outro, separadamente. A massa maior de ossículos é dada pelo conjunto da cabeça do martelo e corpo da bigorna. O estribo só excepcionalmente é visto e sua localização é a fossa oval já que se insere na janela oval. ( janela vestibular ). Nos planos medianos veremos o vestíbulo, os canais semicirculares e o conduto auditivo interno. Nos planos posteriores o antro e o restante da mastóide é um pouco mais abaixo o buraco rasgado posterior. O esporão de CHAUSSÉ geralmente é visível nos planos que mostram os ossículos e o conduto auditivo externo. No plano mais adequado vemos que a parede superior do conduto auditivo externo forma com o esporão uma imagem que os franceses comparam a um arpão. 2-) Tomografia em perfil ( axial de rochedo ) É útil nos traumatismos para estudo do canal facial e para pesquisa de luxação dos ossículos. Nos casos de neurinomas intracanaliculares, podemos analisar as erosões ósseas da cortical do canal. 3-) Tomografia em HIRTZ ( Axial do crânio ) Vem sendo utilizada principalmente para estudo dos neurinomas do acústico. Quando estes tumores dão erosões localizadas da parede anterior ou posterior do conduto auditivo interno, a tomo em HIRTZ é a melhor arma para diagnóstico. O exame contrastado para pesquisa de neurinoma ( cisternografia )é geralmente feito com auxilio de tomografias. Incidências panorâmicas para crânio PA / perfil / REVERCHON Para qualquer estudo localizado, é imprescindível possuirmos radiografias panorâmicas da região, pois podemos encontrar lesões no ouvido resultantes de patologias cranianas e vice-versa, que podem dar demonstração radiologica vindo a esclarecer o diagnóstico. Nota Nosso cápitulo sobre osso temporal, a principal fonte bibliográfica, foi o trabalho do Dr.Antonio Baião de Azevedo Filho, “Radiologia do ouvido“, publicado no instituto estadual de radiologia e medicina nuclear – “Manoel de Abreu” – 1975.

Seios da Face
Os seios paranasais, por serem cavidades pares e assimétricas ,cheias de ar e em comunicação com as fossas nasais, são muito visíveis através das radiografias. Por razões topográficas dividem-se em dois grupos. O primeiro se estende na direção lateral ( seios frontais e seios maxilares ); o outro, na direção sagital ( etmoidais e esfenoidais ). Não é possível, pois, representá-los numa só radiografia, pelas diferentes localizações de ambos os grupos e por estarem cobertos por estruturas densas. Anatomia

Seios Frontais Estão situados entre as duas tábuas da escama do osso frontal e se estendem para cima, lateralmente, e para trás. Estes seios estão separados por uma fina parede óssea, o septo intersinusial. Variam grandemente de tamanho. Os seios frontais comunicam-se com a fossa nasal, através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Seios Maxilares São os maiores dos seios paranasais e estão situados no corpo dos maxilares, tendo geralmente a forma piramidal. A parede posterior da maxila separa o seio maxilar das fossas intratemporais e pterigopalatina. A parede anterior está relacionada com a face. Comunicam-se com a fossa nasal, através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Seios Etmoidais Compreendem numerosas pequenas cavidades chamadas células etmoidais, que podem ser divididas em dois grupos. Anteriores – Comunicam-se com a fossa nasal através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Posteriores – Comunicam-se com a fossa nasal através do meato superior ( espaço entre o corneto superior e o médio ). Seios Esfenoidais Estão situados no corpo do osso esfenoide. Variam muito em tamanho. Podem ser divididos em partes direita e esquerda ( cada qual podendo ser chamado de seio esfenoidal ), por um septo ósseo. Comunicam-se com a fossa nasal através do meato superior ( espaço entre o corneto superior e o médio ). Indicações para o estudo radiologico As radiografias dos seios paranasais ( para = ao lado de ) apresentam como principais indicações os processos inflamatórios ( Sinusites ) do próprio seio ou de estruturas adjacentes, lesões tumorais ou pseudotumorais tais como abcesso dentário ou cistos e também nos traumatismos crânio-faciais. Estudo radiologico Para o exame radiologico dos seios da face, temos quatro incidências panorâmicas que estudam de maneira convincente estas regiões e possuimos projeções complementares, que poderão apresentar importância no esclarecimento de certos diagnósticos. Incidências panorâmicas Fronto-naso / Mento-naso / Perfil / HIRTZ sub-mento vértice; vértico-submento Incidências de rotina Fronto-naso / mento-naso Quando nas incidências de rotina ( Fronto-naso e mento-naso ) encontrarmos alguma patologia, então incluiremos no estudo as incidências de HIRTZ ( Submento vértice ) e o perfil do lado da patologia. Incidências complementares Incidência de HIRTZ ( variante ), para seios frontais. Obliqua de mento-naso, para seios maxilares. Obliquas ( incidência de RHEESE ) ( OAD e OAE ) para células etmoidais. Incidência vértico-bucal, para seios esfenoidais. Estudo tomográfico Seios Frontais – AP / P Seios Maxilares – AP / P Seios etmoidais – AP / P Seios esfenoidais – AP /P Estudo contrastado Fronto-naso / mento-naso / HIRTZ ( sub-mento vértice ) / Perfil direito e esquerdo. Observações importantes (A) - Todas as incidências para seios paranasais devem ser feitas de preferência com o paciente em posição ortotstática ou sentado, a fim de surpreender a existência de nível líquido, que definiria uma sinusite aguda. (B) - Por serem radiografias que exigem o máximo de detalhe, devemos sempre utilizar cilindros ou cones, com uma abertura tal que inclua na projeção todas as regiões dos seios paranasais. (C) – Para as radiografias de seios da face devem-se retirar grampos, prendendodores de cabelo, brincos, colares e proteses dentárias metálicas. (D) – O operador deve realizar os posicionamentos na cabeceira da mesa, para surpreender eventuais rotações da cabeça ou outras falhas de posição. Incidências panorâmicas Incidência Fronto-naso ( incidência de CALDWELL ) Região anterior da cabeça, mais proxima do filme.

Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ( mesmo posicionamento do “PA” de crânio ). As mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros, quedeverão estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. A região frontal e nasal devem estar em contato com a linha central da mesa ou estativa. Raio central incide paralelo á linha horizontal alemã ( com uma inclinação média de 12º podálicos ), saindo no násion. No fronto-naso vemos principalmente os seios frontais e etmoidais, devendo incluir na imagem os seios maxilares. Os seios esfenoidais aparecem logo abaixo do assoalho da sela turca, com pouca definição. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 incidência mento-naso Região mentoniana, mais proxima do filme. Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. As mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros, que deverão estar num mesmo plano transverso ao maior eixo longitudinal da mesa. O paciente deverá estender o pescoço, apoiando a cabeça pela ponta do mento ( protuberância mentoniana ) de maneira que a linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. A linha horizontal alemã forma um ângulo de 45º com o plano da mesa. Raio central entra perpendicular, saindo na região da espinha nasal anterior. O mento-naso demonstra principalmente os seios maxilares, devendo-se incluir na imagem os seios frontais. Os seios etmoidais aparecem com pouca definição FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça, mais proxima do filme. Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, colocando o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa ou estativa. É o mesmo posicionamento do perfil de crânio, só que a região do bordo externo da órbita deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular penetrando na comissura externa do olho ( ou bordo externo da órbita ), mais afastada do filme. No perfil vemos os seios paranasais do lado direito e esquerdo superpostos, mas conseguimos visualizar a região dos quatro seios com boa definição. O perfil apresenta importância para demonstrar as lesões com noção de profundidade. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0,8s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ ( sub-mento vértice ) Região superior da cabeça, mais proxima do filme. Paciente sentado ou em decúbito dorsal, com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Quando fizermos com o paciente sentado, deverá ser no bucky vertical, pendendo para trás a cabeça, até encostar o vértice craniano. Quando estiver em decúbito dorsal, deve-se colocar um travesseiro sob as costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão, apoiando a região do vértice craniano sobre a mesa. Região central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã, cruzando o seu treço anterior ( osso malar ). Incidência de HIRTZ ( vértico-submento ) Região do sub-mento, mais proxima do filme. Paciente em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. O paciente deve estender ao máximo a cabeça e apoia-la pela ponta do mento. Não costumamos fazer esta incidência de rotina pela maior inclinação que temos de dar, com uma consequente distorção de imagem e perda de detalhe. Raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã, cruzando o seu terço anterior ( osso malar ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1,6s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 As incidências de HIRTZ demonstram com boa definição os seios esfenoidais e etmoidasis. Os seios maxilares aparecem com pouca definição.

Parieto-orbital ( variante ) Regiões anteriores direita e esquerda das órbitas. Raio central penetrando na glabela ( meio do espaço entre as duas sobrancelhas ). Plano ótimo – mede-se da mesa até a glabela e diminui-se 1cm. mais próximas do filme.2s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Estudo tomográfico Os cortes tomográficos para o estudo radiológico dos seios paranasais apresentam grande valor e poderão ser feitos cortes panorâmicos para sua visualização geral ou feitos localizados com “máscara” no caso de lesões específicas. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. A linha acântion-meatal ( C. dois acima e dois abaixo. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça mais próxima do filme e o paciente em hemi-decúbito lateral. a protuberância orbitária externa. sentado ou em ortostática. sentado ou em posição ortostática. mantendo três pontos de contato. ) deve ficar perpendicular do plano da mesa.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Oblíqua de mento-naso Região mentoniana. É o mesmo posicionamento do mento-naso para seios da face. Paciente em posição ortostática. saindo na espinha nasal anterior. mais próximos do filme. (B) – Perfil – É o mesmo posicionamento de perfil de crânio. Seios frontais (A) – AP – Região posterior da cabeça. Incidência Vértico-bucal Região dos lábios superior e inferior da boca. É o mesmo posicionamento da incidência de HIRTZ. Região dos seios frontais coincidindo com a linha central. sentado ou em decúbito ventral. proeninência malar e dorso do nariz do lado a ser examinado. Esta incidência examina a parede posterior dos seios frontais. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. Paciente em decúbito dorsal. Plano ótimo – mede-se da mesa ao plano mediano sagital. O paciente deve abrir a boca ao máximo e aproximá-la da mesa. de 3 em 3mm do plano ótimo.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Oblíquas ( incidência de RHEESE ) OAD / OAF .saindo no meio do espaço entre a arcada dentária superior e inferior. Paciente em posição ortostática. com função de afastar a imagem do rochedo.E. Paciente em decúbito ventral. sentado ou em decúbito ventral . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. com a cabeça rodada de 30º para o lado direito e uma outra radiografia para o lado esquerdo. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes.Incidências complementares Incidência de HIRTZ ( variante ) – Sub-mento vértice Região póstero-superior da cabeça. Raio central com uma inclinação entre 20º e 30º cefálicos penetrando no corpo da mandíbula. mais próxima do filme. mais proxima do filme. Esta incidência demonstra totalmente os seios esfenoidais. projetados dentro da cavidade bucal. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. O plano mediano sagital do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. mais proxima do filme. dois acima e dois abaixo de 1cm do plano ótimo FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . devendo sair no meio da órbita mais próxima do filme. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Esta incidência tem função de dissociar as células etmoidais anteriores das posteriores. Ajustar a rotação da cabeça de modo que o plano mediano forme um ângulo de 53º com o plano do filme.A. Raio central com uma inclinação podálica de 10º a 20º. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. Esta incidência tem indicação nos casos em que o radiologista quer fazer o diagnóstico diferencial entre sinusite aguda e crônica. Raio central com uma inclinação podálica de 25º. pois com esta rotação da cabeça podemos individualizar a presença de nível líquido.

dessa forma o contraste irá recobrir a porta de entrada dos seios paranasais. dois acima e dois abaixo. de 0. Raio central incidindo ao nível da fossa canina. 5ml de contraste iodado na temperatura corporal. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. Plano ótimo – mede-se da mesa até o sulco naso-geniano. Espessura da camada – faz-se quatro cortes.5cm do plano ótimo. então.45 / sim / 24x30 ÷ 4 Seios etmoidais (A) – AP – mesmo posicionamento do AP anterior. com a cabeça estendida.2s / fino / Tomo ± 1.2s / fino / Tomo ± 1. A substituição do ar palo contraste se faz pela abertura desses seios no orofaringe fechado. dois acima e dois abaixo.5cm em 0. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça.5cm. (B) – Perfil – É o mesmo posicionamento de perfil de crânio.5cm do plano ótimo. (B) – Prefil –Mesmo posicionamento do prefil de crânio. dois acima e dois abaixo. de 0. faz-se mais quatro cortes. Plano ótimo – mede-se da mesa ao plano mediano sagital.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Seios esfenoidais (A) – AP –Posicionamento semelhante ao AP de crânio.5cm do plano ótimo. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes.65 / 25 / 250 / 80 / 3.5cm do plano ótimo. mais próxima do filme e o paciente em hemidecúbito lateral. mais próxima do filme e o paciente em hemi-decúbito lateral. Esta manobra provoca certo desconforto ao paciente. com o plano mediano sagital coincidndo com a linha central da mesa e o paciente em decúbito dorsal.5cm. Plano ótimo – mede-se da mesa até um plano que passe no meio do espaço entre o bordo interno e externo da órbita mais próxima do filme. . de 0. Espessura da camada – faz-se quatro cortes. que deverá estar perpendicular á mesa. dois acima e dois abaixo. Faz-se pressão digital fechando cada fossa nasal e com uma seringa introduzida na vizinha se faz pressão negativa ao mesmo tempo que o doente é orientado a dizer a palavra “kei” repetidamente. de 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 250 / 80 / 3. Espessura da camada – faz-se quatro cortes. diminui-se de 2cm a 2. de 0. e a região deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. Raio central incide no terço anterior da linha horizontal alemã.2s / fino / Tomo ± 1. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.2s / fino / Tomo ± 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3. Este deverá estar sentado numa cadeira. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. É introduzido. Plano ótimo – mede-se da mesa até o terço anterior da linha horizontal alemã. Nesse momento o paciente fará manobras de limpeza nasal ( aspirações rápidas e repetidas ). O lado a ser tomografado deve estar mais próximo do filme. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 250 / 80 / 3. onde colocamos a pressão negativa e ordenamos que pare de pronumciar a palavra. Plano ótimo – mede-se da mesa até 3cm acima do conduto auditivo externo. Raio central incide 1cm acima da espinha nasal anterior.45 / sim / 24x30 ÷ 4 Seios maxilares (A) – AP – Região posterior da cabeça mais próxima do filme. retiramos a seringa. Raio central incide 1cm para frente e para cima do conduto auditivo externo.5cm em 0.5cm em 0. de 3mm em 3mm do plano ótimo. Plano ótimo – mede-se da mesa até o plano mediano sagital. Raio central incidindo 2cm abaixo do násion. na fossa nasal. Raio central incidi no násion. Com o paciente ainda pronumciando a palavra “kei”.5cm em 0. dois acima e dois abaixo. dois acima e dois abaixo. facilitando dessa forma a substituição do ar pelo contraste na cavidade paranasal. (B) – Perfil – Mesmo posicionamento do perfil anterior. Espessura da camada – A partir do plano ótimo.5cm em 0.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Estudo radiológico contrastado dos seios da face O sucesso deste exame depende bastante da cooperação do paciente.

Paciente em decúbito ventral. providenciamos para que o contraste que não penetrou escorra pelas fossas nasais. Face : Malar / Maxila / Lacrimal / Palatino Crânio : Frontal / esfenóide / etmóide Estudo radiológico Todo o estudo radiológico da órbita deve ser comparativo. Deve-se mostrar o assoalho dos seios maxilares e no perfil para melhor visualização do seio esfenoidal. quando teremos melhor definição e confirmação das condições dos seios. Esta projeção nos mostra com boa definição os bordos supra-orbitários do frontal e os bordos laterais das órbitas dissociados. Com a finalidade de retirar a imagem do rochedo do terço inferior da órbita.0s / fino / 1. de preferência quando duas incidências. tardios. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 100 / 100 / 1. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. isto é. poderão ser feitos no intervalo de 72 a 96 horas. Quando acontecer o caso do doente não poder apoiar a órbita na mesa. O bordo superior e inferior da órbita e o dorso do nariz devem estar apoiados sobre a linha central da mesa ou estativa. Sempre devemos fazer radiografias comparativas no exame da órbita. ossos da face e do crânio. mais próxima do filme. encostando a região lateral da face até aproximar a protuberância malar da mesa. mais próxima do filme. Incidências PA / OBLÍQUA OAD OAE / Prefil dir esq ( não rigoroso ) / Mento-naso ( variante ) Incidências de rotina PA / OBLÍQUA OAD OAE PA Região anterior da cabeça. deve colocar-se em posição de perfil de face.0m / sim / 18x24 Oblíquas OAD OAE . com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Deve-se sempre fazer o perfil direito e esquerdo. onde se encontram os globos oculares. utilizamos um suporte sob a sua região frontal. saindo do násion. Encontramos na órbita.Incidência de RHEESE ( variante ) Região anterior da órbita. Raio central com uma inclinação de 20º podálicos.A seguir. mais próxima do filme. com a utilização de cilindro ou cone encostado. para evitar o contato direto. Órbita É uma cavidade bilateral. sentado ou em posição ortostática. sentado ou em posição ortostática. Filmes posteriores. Também podemos dar esses 8º a 10º em relação á linha horizontal alemã. Ambas as órbitas devem ser radiografadas num mesmo filme para comparação. não rigoroso. no mesmo posicionamento do “PA” de crânio. com a funçAo de afastar da imagem da órbita os rochedos. A tomografia em “AP” de órbita ( mesmo posicionamento do AP de crânio ) é um importante método de exame para diagnóstico do médico radiologista. sentado ou em posição ortostática. Paciente em decúbito ventral. Paciente em decúbito ventral. os seios maxilares ( abaixo do plano de inserção dos pré-molares e molares ). Com o corpo em hemi-decúbito lateral. com a utilização de cilindro ou cone. . sempre devemos somar de 8º a 10º á inclinação dada para o PA de crânio. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. O raio central deve sair no centro da órbita mais próxima do filme.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo – não rigoroso Região lateral direita e esquerda da cabeça. Ragião frontal e nasal apoiadas sobre a linha central da mesa. Raio central com inclinação podálica de 20º. Faremos as seguintes incidências : MENTO-NASO / FRONTO-NASO / HIRTZ ( SUB-MENTO VÉRTICE ) / PERFIL DIREITO E ESQUERDO O filme dental intra-oral pode ser usado para mostrar em sua parte mais profunda. num mesmo filme para comparação. com o plano mediano sagital do corpo coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. antes de iniciarmos o exame. devemos fazer num mesmo filme. O bordo lateral da órbita deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa.

como nas incidências de HIRTZ. mais próxima do filme. o diagnóstico radiológico ás vezes torna-se difícil. Podemos fazer também neste posicionamento. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. entraremos com o raio central. O paciente deverá estender o pescoço. Nos casos de fraturas incompletas. sentado ou em posição ortostática. nos mesmos posicionamentos descritos anteriormente.8s / fino / cilindro encostado ou 1m / sim / 18x24 Oblíqua semi-axial – direita e esquerda Região mentoniana. Localizada A região da arcada zigomática a ser examinada coincidindo com a linha central da mesa. mais afastada do filme. perpendicular a ela. apoiando a cabeça pela ponta do mento. por ser uma estrutura óssea pouco espessa e de situação bem externa. com cilindros ou cones. O paciente deve estender ao máximo o pescoço. deverá ser feita no bucky vertical. mais próxima do filme. mais próxima do filme. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Raio central perpendicular. A projeção comparativa demonstra as duas arcadas numa mesma projeção. sentado ou em posição ortostática. O paciente deita-se em decúbito dorsal ou fica sentado. Estudo radiológico A arcada zigomática. Quando o paciente em decúbito dorsal. penetrando na comissura ezterna do olho. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço.Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. pela maior inclinação do raio central. saindo 1cm abaixo do násion. por isso exigindo para o estudo radiológico sempre radiografias comparativas e localizadas. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. com muita frequência. Raio central passando perpendicular no terço anterior da linha horizontal alemã. . Paciente em decúbito ventral. A região da arcada zigomática deve coincidir com a linha central da mesa.2s / fino / 1. As radiografias nesta posição devem ser comparativas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 120 / 100 / 1.comparativa Região do vértice craniano. está sujeita a fraturas. incidências comparativas e localizadas. apoiando a cabeça pela região mentoniana. de modo que uma linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. Sabemos que a linha horizontal alemã coincide com a arcada zigomática.8s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Mento-naso ( variante ) Região da protuberância mentoniana. Não costumamos fazer esta incidência de rotina. Incidências Incidência de HIRTZ sub-mento vértice e vértice sub-mento ( Comparativa / localizada ) / Incidência oblíqua semi-axial direita e esquerda Incidências de rotina HIRTZ – COMPARATIVA / Oblíqua semi-axial direita e esquerda Incidência de HIRTZ sub-mento vértice e vértice sub-mento ( Comparativa / localizada ) Sub-mento vértice . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0. Vértico sub-mento A região do sub-mento mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 20 / 80 / 100 / 0. Rodar a cabeça de 15º para o lado contrário a ser examinado. sentado ou em posição ortostática. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. Paciente em decúbito ventral. por isso. que temos que trabalhar.0m / sim / 18x24 Arcada zigomática É um arco bilateral que coincide com a linha horizontal alemã e é formado pela junção do processo malar do osso temporal com o processo temporal do osso malar. deve-se colocar um travesseiro nas costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão. para todas as variantes da incidência de HIRTZ. Quando o paciente sentado. Paciente em decúbito ventral. penderá a cabeça para trás até encostar o vértice craniano. apoiando a cabeça pela ponta do mento ( ao nível da protuberância mentoniana ). apoiando a região do vértice craniano na mesa.

colocando o corpo em posição oblíqua e o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. situada embaixo do menisco. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Paciente em decúbito ventral.8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 Articulação têmporo-mandibular Pertence ao tipo das articulações bicondileanas e como tal possui duas sinovias que são : Uma superior. Ás vezes estas duas superficies articulares não se correspondem exatamente. entre este e o côndilo. passando pela articulação a ser examinada. passando pelo seu terço anterior. A superficie temporal apresenta ventralmente uma eminência transversal convexa anterior e côncava em sua porção posterior. voltadas para o côndilo temporal e uma face côncava. situada entre o menisco interarticular e o temporal ( é a mais extensa ) e outra inferior. não conseguiremos fechar a boca. Mento-naso . Raio central perpendicular. com a cabeça rodada para o lado oposto a ser examinado de 45º. FATORES .5cm acima da articulação têmporo-mandibular mais afastada do filme e saindo na mais próxima. Movimentos da articulação têmporo-mandibular ( ATM ) Elevação e abaixamento da mandíbula / Projeção para frente e para trás / Lateralização Estudo radiológico O exame radiológico da articulação têmporo-mandibular deve ser sempre comparativo e para obtermos mais detalhe devemos utilizar cones de pequena abertura ou cilindros. O plano que vai do násion até o teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa. OBS : Quando a indicação for luxação da articulação.5cm para frente do conduto auditivo externo ) coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. que possui uma face côncava em sua parte anterior e convexa em sua parte posterior. Possui duas superficies articulares. voltada para o côndilo mandibular. mais próxima do filme.localizada Podemos fazer a incidência em mento-naso ariginal ou uma variante em que o paciente fica em decúbito ventral. então esta concordância se faz através do menisco intrerarticular. por isso devemos fazer apenas o estudo do lado direito e esquerdo. este descansa sobre uma porção mais estreita chamada colo. penetrando entre 6 e 7.0s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Incidências complementares Incidência de STENVERS ( variante ) . A superficie mandibular está constituida pelo côndilo da mandibula.O raio central formando um ângulo reto com a linha horizontal alemã. Incidências SCHüLLER bilateral ( boca aberta / boca fechada ) Incidências complementares STENVERS / Mento-naso / HIRTZ / REVERCHON Incidências de rotina SCHüLLER bilateral ( com boca aberta / com boca fechada ) Exames especiais Tomografia / contactografia / pneumoartrografia Incidência de schüller bilateral Região lateral direita ou esquerda da cabeça. sem forçar posição. É digno de se notar que o revestimento desta superficie é de formação conjuntiva e não cartilaginosa. são feitas radiografias com a boca aberta ao máximo e fechada até as regiões aclusais superiores e inferiores ficarem em contato. De cada lado. Raio central com uma inclinação podálica de 25º a 30º. penetrando na articulação a ser examinada. por trás deste côndilo existe uma cavidade glênoide também revestida de tecido conjuntivo.localizada Paciente em decúbito dorsal. O pescoço deverá estar estendido de maneira que a cabeça fique apoiada pela região mentoniana e a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. com a boca do jeito que estiver. Região da articulação ( 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0. uma pertencente á mandibula e outra ao temporal. colocando a articulação a ser examinada coincidindo com a linha central da mesa. chamada côndilo temporal ( ou tubérculo mandibular do temporal ).

4s / fino / ± 45-50cm / Não / 18x24 Pneumoartrografia É o exame contrastado da articulação têmporo-mandibular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 120 / 100 / 1. com a boca aberta e fechada. Raio central perpendicular ao nível da articulação ( 1. com a finalidade do radiologista observar lesões ao nível dos membros articulares. separados de 0. inclusive cortes feitos com a boca aberta e fechada. Não é aconselhavel injetar-se ar e contraste iodado hidrossulúvel simultaneamente por causa de falsas imagens que podem formar-se. pois a tomografia apresenta com muito maior definição estruturas que apresentem grandes superposições de imagens. Para tomografias da ATM devemos utilizar a máscara de pequena abertura do tomógrafo.localizada Paciente sentado. Espessura da camada – Faz-se mais quatro cortes.Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. Paciente em hemi-decúbito lateral. mais próxima do filme. É o mesmo posicionamento da incid6encia de CHüLLER.5 a 1. Gás utilizado – Pratóxido de azoto ou gás carbonico são mais usados porque têm uma absorção mais fácil. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 25 / 40 / 100 / 0. A contactografia é um método de exame em desuso.5cm3 de gás. medimos 2cm para dentro da parede lateral da face. Raio central com uma inclinação caudal ( podálica ) de 30º a 35º.2s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ – sub-mento vértice . Raio central perpendicular ao terço posterior da linha horizontal alemã.2s / fino / Tomo / sim / 24x30 ÷ 4 Contactografia Mesmo posicionamento da incidência de CHüLLER. Para que isso seja conseguido o paciente deve manter a boca aberta. pois senão as lamínulas de chumbo da grade absorverão quase que integralmente a radiação. por causa da grande divergência dos raios ( devido á pequena distância fo-fi ). Como a distância foco-filme será muito pequena ( ± 45cm ). penetrando na região frontal e passando pela articulação a ser examinada. faremos esta projeção sem bucky. Como na incidência de CHüLLER. devemos fazer de cada lado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3.2s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Exames especiais 1. fazendo-se assim somente uma artrografia.localizada Paciente em decúbito dorsal com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Plano ótimo – do plano da mesa. ao invés de injetar gás. Injeta-se de 0. Incidências SCHüLLER ( boca aberta e boca fechada ) Pode-se complementar com : STENVERS / Mento-naso / HIRTZ / REVERCHON .5cm á frente do conduto auditivo externo. de maneira que a linha horizontal alemã fique paralela ao bucky vertical. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa.4cm ( 4mm ) do plano ótimo. dede que seja hidrossolúvel. com o plano mediano sagital paralelo ao plano da mesa. usar contraste iodado. faz-se a assepsia rigorosa e punciona-se o espaço vazio da articulação. com o plano mediano sagital plano da mesa. encostando o vértice craniano na estativa vertical. Prepara-se o campo. dois acima e dois abaixo. Raio central penetrando 1. A contactografia baseia-se em aproximarmos a ampola ( sem o bloco do diafragma ) da região contrária a da que vai ser examinada. Pode-se.Tomografia em perfil Região lateral direita ou esquerda da cabeça. Técnica de punção – Paciente em hemi-decúbito lateral. Obteremos uma grande ampliação desta articulação com pouco detalhe e a articulação mais próxima do filme aparecerá com pequena ampliação e com melhor detalhe. que deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. Incidência de REVERCHON .5cm para frente do CAE ) mais afastada do filme. do lado a ser examinado.

mais próximas do filme. perpendicular ao plano da mesa. Articulação Occipito-Atlóidea É uma articulação móvel. Raio central com uma inclinação cefálica de 5º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . mais próxima do filme. É o mesmo posicionamento das trans-orais. colocando os braços numa posição que permita melhor apoio. pertencente á 2ª vértebra cervical “axis” ). O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. somente o paciente com a boca fechada. sentado ou em ortoatática. penetrando ao nível do lábio superior. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. abrindo a boca ao máximo. Região frontal e nasal sobre a linha central da mesa. Esta incidência é indicada principalmente em pacientes poli-traumatizados que não tem condições de abrir a boca. de maneira que seu plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. AP – Trans-oral – ( B ) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. OBS : ( A ) – Indicamos as incidências do tipo trans-oral quando há necessidade de estudo das articulações occipito-atloideas e o paciente não tem condições de ficar em decúbito ventral. pois se superpõem exatamente com as articulações nas projeções frontais. tangenciando os incisivos superiores. AP – Trans-oral – ( A ) Regiòes posteriores da cabeça e do pescoço. Paciente em decúbito dorsal. ( B ) – A finalidade da boca aberta nas incidências trans-orais é a retirada dos dentes do campo a ser radiografado. Devemos fazer o “PA”em vez do “AP” porque no primeiro a porção escamosa do occipital não se superpõem com as articulações. sentado ou em posição ortostática. O operador deve fazer o posicionamento do paciente pela extremidade da mesa. abrindo a boca ao máximo. Dá-se entre os côndilos do occipital e as massas laterais do atlas ( 1ª vértebra cervical ). Paciente em decúbito dorsal. Providência de extrema importância é a retirada de próteses dentárias metálicas. A linha horizontal alemà ou linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. penetrando de maneira que tangencie os dentes incisivos superiores. perpendicular ao plano da mesa. sentado ou em posição ortostática. passando 1cm abaixo do cunduto auditivo externo – ( ponto coincidente com a proeminência malar – “maçã do rosto” ). Raio central perpendicular. Fazemos esta incidência quando não conseguimos individualizar as articulações com boa definição. Raio central perpendicular. Incidências PA / AP – trans-oral ( A ) e ( B ) / AP trans-maxilar / Prefil direito e esquerdo / Oblíquas OPD e OPE Incidências de rotina PA / Perfil esquerdo PA Região da face.OBS : A pneumoartrografia só pode ser indicada após termos um estudo radiológico completo simples da ATM. com o raio central perpendicular. pois assim pode perceber melhor eventuais falhas de posição. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito ventral ou sentado. por isso devemos pedir ao paciente que retire próteses dentárias metálicas. Estudo radiológico As radiografias para articulação occipito-atloidea devem ser localizadas ( spotfilm ) e para isso devemos utilizar cones ou cilindros de pequena abertura ou ainda diafragmar para incluir as articulações direita e esquerda e daí obtermos o máximo de detalhe. As articulações occipito-atloideas aparecem lateralmente ao ponto mais alto do processo odonntóide ( processo em forma de dente com função de eixo nos movimentos laterais da cabeça. responsavel pelos movimentos de flexão e extensão da cabeça. AP – Transmaxilar Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. mais próximas do filme. mais próximas do filme. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. Ajustar os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa.

formam parte do assoalho e parede lateral da órbita. Os maxilares superiores formam parte das paredes e a maioria do assoalho da cavidade nasal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. Raio central perpendicular. localizado medialmente. girando a cabeça para o lado direito ( OPD ) e para o lado esquerdo ( OPE ) de 45º com o plano da mesa. formam o septo nasal. Raio central perpendicular. Região da articulação occipito-atloidea coincidindo com a linha central da mesa. parte do assoalho das cavidades orbitárias e ¾ do teto da boca. A maxila pode se apresentar dividida em : Corpo / Porção palatina / Porção zigomática / Porção frontal / Porção orbitária / Porção alveolar Lacrimais São ossos pequenos e muito finos.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça. são dois ossos.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 06 – Face Na face encontramos 14 ossos. mais próximas do filme. Malares ou zigomáticos São os ossos responsáveis pela proeminência da face. o único móvel da cabeça. mais afastada do filme. Repousam sobre as maxilas e articulam-se posteriormente com o esfenóide.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da cabeça. junto com a cartilagem quadrangular e a lâmina perpendicular do etmoide. ÍMPARES : Mandíbula e Vômer PARES : Maxilas / Lacrimais / Cornetos inferiores / Malares / Nasais e Palatinos Mandibula É o maior e mais forte osso da face. Os nasais articulam-se um com o outro no plano mediano sagital e posteriormente com a lâmina perpendicular do etmóide. penetrando 1cm para trás e para baixo do conduto auditivo externo. formam as fossas lacrimais que acomodam os sacos lacrimais. Entre as massas laterais do etmoide e a maxila. posterior e inferiormente no septo nasal. São responsaveis por parte da cavidade nasal e por uma pequena proção da cavidade orbitária na sua parede póstero-medial. Paciente em decúbito dorsal. O vômer. junto com as maxilas. articula-se com o corpo do esfenoide e com a lâmina perpendicular do etmóide. Para formar o nariz ósseo externo articulam-se com o frontal superiormente e com as maxilas. formando a sínfise mentoniana. Os cornetos médios e superiores são estruturas pertencentes ao osso etmóide. estendem-se horizontalmente ao longo das paredes laterais da cavidade nasal. Paciente em hemi-decúbito lateral com o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. localizados na região anterior da parede medial das órbitas. com função de purificar e aquecer o ar. distribuidos em 2 ímpares e 12 pares. mais próxima do filme. lateralmente. penetrando na proemin6encia malar. Regiões das articulações occipito-atloideas devem coincidir com a linha central da mesa. Palatinos Formam o quarto posterior do palato duro. No período fetal.70 / 35 / 80 / 100 / 0. Cornetos inferiores Ossos encontrados inferiormente em cada lado das fossas nasais. Articula-se com o temporal para formar a articulação têmporo-mandibular. Apresentam um formato de concha e são compostos por uma proção óssea e por uma porção membranosa. Nasais ou ossos próprios do nariz São os componentes da parede mais anterior do nariz ósseo externo. variando de tamanho e forma de individuo para individuo. os lacrimas ( ou unguis ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 80 / 100 / 0. Estudo radiológico . A mandibula pode se apresentar dividida em : Corpo / Ramo horizontal / Ramo vertical Vômer É um osso fino. É o maior osso imóvel da face. São pequenos e finos. Maxilas São os responsaveis pelo alongamento vertical da face no período de crescimento. que se fundem.

deve-se Ter o cuidado de fazer com que seus pés fiquem para fora da mesa. Passa verticalmente pelos condutos auditivos externos. Técnica radiológica dos ossos da face Incidências panorâmicas Incidências localizadas Estudo radiológico Como cuidado fundamental no exame dos ossos da face. Nas radiografias de face e de crânio. deverá estar perpendicular ao filme e no perfil rigoroso deverá estar paralelo ao filme.Plano frontal ou plano coronário ou plano bi-auricular Divide a cabeça em metade anterior e posterior. 2 . 5 – Linha inter-orbitária ou inter-pupilar Linha que vai de uma órbita a outra ou de uma pupila a outra.Plano mediano sagital Divide a cabeça em duas metades simétricas. Vai do teto do conduto auditivo externo ( CAE ) até o bordo inferior da órbita. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Estudo dos ossos da face. Com o corpo em posição anatômica. 4 – Linha Acântion-meatal Linha que vai do acântion ( região mais medial das espinhas nasais anteriores ) ao conduto auditivo externo. EXEMPLO DO POSICIONAMENTO : Incidência de mento-naso 3 – Linha glabelo-alveolar Linha que vai da glabela ( ponto anatômico ósseo situado no meio do espaço entre as sobrancelhas ) á região alveolar da maxila. Estes fatores contribuem em muito para um posicionamento fácil e correto. 2 – Linha trágus mentoniana Linha que une o trágus ( Projeção cartilaginosa localizada externa e anteriormente ao conduto auditivo externo ) á protuberância mentoniana.Plano Horizontal Alemã ou plano Antropológico ou plano de Frankfurt Divide a cabeça em andar superior e inferior. permitindo um estudo radiografico panorâmico dos 14 ossos que a compõem. Face ( panorâmicas ) Incidências panorâmicas Estas incidências apresentam o arcabouço ósseo da face sob diferentes ângulos. Este cuidado permite um melhor apoio e torna mais cômodo. nas quais o paciente faz exame deitado. colocando-se um travesseiro sob a região distal das pernas. somente dando uma noção de profundidade. como linhas e planos para realização de radiografias de um bom padrão. No “AP” ou no “PA” rigoroso. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO QUE UTILIZAM ESTAS LINHAS : Fronto-naso / Semi-axial ântero-posterior / Prefil de face e etc Planos As aplicações dos planos correspondem as mesmas das linhas. tanto quanto os pontos anatômicos que atravessam.Como citamos no estudo radiológico do crânio. o paciente deverá retirar próteses dentárias. Principais linhas e planos da face LINHAS – São normalmente o espaço compreendido entre dois pontos anatômicos. Esta linha coincide com o plano mediano sagital. 3 . Incidência de WATERS ( semi-axial ) / Incidência semi-axial ântero-posterior / Mento-naso / Fronto-naso / Perfil direito e esquerdo / incidência de HIRTZ ( Axial ) Incidências de rotina Incidência de WATERS / Fronto-naso / Perfil / Incid6encia de HIRTZ . a LHA deve ficar perpendicular ao maior eixo longitudinal do corpo. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Axial de ossos próprios do nariz. Os ombros deverão estar num mesmo plano transverso a linha central da mesa. Linhas 1 – Linha horizontal alemã ( LHA ) Também conhecida como – Linha infra-órbito meática / Linha antropológica / Linha de Frankfurt É a mais utilizada na técnica radiológica da face e também do crânio. também para face é necessário o conhecimento da sua anatomia e de pontos de referência. que contribuem para diminuir a qualidade do exame. PLANOS – Apresentam a mesma aplicação das linhas. É o plano mais utilizado na técnica radiológica geral. facilitando o posicionamento. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LHA : Fronto-naso / Mento-naso / Incidência de WATERS / Incidência de HIRTZ / Semiaxial ântero-posterior e etc. 1 . direita e esquerda.

O raio central penetra perpendicular. para facilitar e tornar mais cômodo o posicionamento. de maneira que saia 5cm acima da protuberância occipital externa. sentado ou em posição ortostática. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. É uma das poucas incidências descritas especificamente para os ossos da face. ( C ). Quando quisermos entrar com o raio central perpendicular. A linha horizontal alemã deverá fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. cornetos inferiores. mais próximas do filme. as mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros. Paciente em decúbito ventral. lacrimais. para que a linha horizontal alemã fique perpendicular ao plano da mesa. por ser semelhante a de WATERS. Incidência Semi-axial ântero-posterior Regiões posteriores da cabeça e pescoço.0s / fino / 0. Paciente em decúbito dorsal. Esta incidência. Raio central incide paralelo a linha horizontal alemã ( com uma inclinação de 12º podálicos ) saindo no násion. O raio central deverá penetrar na face do lábio inferior ou pouco abaixo. ( B ). Paciente em decúbito ventral. saindo na ragião da espinha nasal anterior ( Acantion ). basta colocarmos a cabeça do paciente apoiada sobre o nariz.“Axial” – Sub-mento vértice / Vértice sub-mento HIRTZ – sub-mento vértice Região superior da cabeça. O paciente deverá estender o pescoço. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. como por exemplo : ( A ). As espinhas nasais posteriores pertencem aos ossos palatinos. apoiando a cabeça pela ponta do mento ( protuberância mentoniana ) de modo que uma linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ) de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Esta projeção apresenta grande valor no radiodiagnóstico. O raio central entrarár com uma inclinação cefálica de 30º em relação a linha horizontal alemã. Paciente estendendo ao máximo o pescoço e o raio central passando perpendicular ao terço anterior da linha horizontal alemã. mandíbula e vômer. OBS : As espinhas nasais anteriores são projeções ósseas anteriores pertencentes as maxilas localizadas medialmente no meio do espaço entre as duas narinas. sentado ou em posição ortostática. . Paciente em decúbito ventral. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Raio central entrará perpendicular e sairá no acântion ( região mais medial das espinhas nasais anteriores ). com o raio central saindo ao nível da protuberância mentoniana. mostra com uma boa definição grande número dos ossos da face.90m / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ . com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. sentado ou em posição ortostática. mais próxima do filme. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço.Mesmo posicionamento do anterior.90m / sim / 18x24 Fronto-naso ( Incidência de CALDWELL ) – “PA” Região anterior da cabeça. A incidência de WATERS nos diferentes livros de técnica radiológica aparece de diferentes maneiras.0s / fino / 0. Esta incidência mostra bem os ossos malares.Incidência de WATERS ( semi-axial ) Região mentoniana.Mesmo posicionamento do já descrito.Há os que consideram o HIRTZ em decúbito ventral como incidência de WATERS . Esta projeção apresenta grande valor no estudo dos seios maxilares. O paciente deverá encostar na linha central da mesa a região mediana frontal e nasal. maxilas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. mais próxima do filme. que deverá estar perpendicular a mesa. _ A incidência de WATERS é a melhor projeção para os ossos da face pois demonstrados melhor em outras incidências. mais próxima do filme. Mento-naso ( Semi-axial ) Região mentoniana. Como em todas as incidências para crânio e face em que o paciente se coloca em decúbito ventral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. mais próxima do filme. com o raio central saindo ao nível do lábio superior.

. malares e palatinos. Estas incidências mostram bem a mandíbula. descritas para os ossos que apresentam patologia própria ou que sejam mais suscetíveis a fraturas ou luxações. por apresentarem grande número de patologias. deverá ser feita no bucky vertical. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. . Esta projeção apresenta a vantagem de aproximar mais os ossos da face do filme. estendendo ao máximo o pescoço. são : 1º. etmoidais e maxilares. mais próxima do filme. mais próxima do filme.MANDÍBULA – Apresenta uma vasta ocorrência de patologias descritas e alta frequência de fraturas e luxações. temos incidências localizadas. Esta projeção apresenta com boa definição o corpo e o ramo vertical e secundariamente as regiões alveolares. É o posicionamento mais cômodo para o paciente e o que utilizamos menor inclinação cefálica do raio central. Quando o paciente sentado.NASAIS – ( ossos próprios do nariz ) – Muito pedido o seu exame radiológico em casos de traumatismos. apoiando a região vértice craniano na mesa. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular ao plano da mesa. 2º. Veremos a descrição das incidências para exame da mandíbula. Estes ossos. Os ossos vômer.PA Região anterior da cabeça. lacrimais. PA / AP / Oblíquas direita e esquerda Incidências de rotina PA / Oblíquas direita e esquerda . maxilas. maxilas e ossos próprios do nariz de uma maneira mais detalhada. Paciente em decúbito dorsal. vômer e cornetos inferiores. O HIRTZ tem importância no estudo dos seios da face. Paciente em decúbito ventral. penderá a cabeça para trás. Incidências Panorâmicas São as projeções nas quais visualizamos a mandíbula de uma maneira total ou quase total. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em decúbito ventral ou sentado. Raio central perpendicular. Região mediana frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. O raio central para as incidências do tipo HIRTZ deve passar sempre perpendicularmente ao terço anterior da linha horizontal alemã ( região coincidente com o osso malar ). 07 – Mandíbula Divisão anatômica da mandíbula para fins de estudo radiológico : Corpo / Ramo horizontal / Ramo vertical Principais acidentes anatômicos da mandíbula. por ordem de acometimento e mesmo por ordem de pedidos de exame.MAXILAS – ( Maxilares superiores ) – os seios maxilares contribuem com o maior número de pedidos de exame. mais próximo do filme. Incidências localizadas Para o estudo radiológico dos ossos da face. deve-se colocar um travesseiro nas costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão. É um osso menos suscetível a fraturas por traumatismos.Quando o paciente dem decúbito dorsal. apoiando a cabeça pela região da protuberância mentoniana. 3º. cornetos inferiores. O plano mediano sagital deve coincidir com a linha central da mesa. Os demais ossos da face são normalmente acometidos secundariamente a patologias provenientes de regiões vizinhas. penetrando no meio do espaço entre os dois gonions ( ângulos da mandíbula ). os quais conseguimos individualizar radiologicamente : Sínfise mentoniana / Protuberância mentoniana / Tubérculo do digástrico / Gônion / Região alveolar / Processos alveolares / Alvéolos dentários / Colo da mandíbula / Côndilo da mandíbula / Chanfradura sigmóidea / Processo coronóide Estudo radiológico Para estudarmos radiologicamente a mandíbula temos incidências panorâmicas e incidências localizadas quando nos interessa localizar lesões ao nível do corpo ou ramos horizontal e vertical. mas perde pela maior inclinação do raio e posicionamento mais penoso para o paciente. HIRTZ – Vértice sub-mento Região superior da cabeça ( vértice craniano ).AP Região posterior da cabeça. até encostar o vértice craniano. gonions e ramos horizontais. podendo assim obter uma imagem mais real com mais detalhe. citaremos somente as projeções que melhor os evidenciam. especialmente esfenoidais.

a sua região alveolar. Quando o paciente é obeso ou tem pescoço curto. apoiando na maior extensão do sub-mento. Quando o paciente em decúbito dorsal. Devemos Ter o cuidado para que o ombro não se superponha com a imagem da mandíbula. o corpo numa projeção semi-axial. Raio central perpendicular. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. mais próximas do filme. O lado da mandíbula que fica mais afastado do filme apresenta-se na região superior da imagem e mostra bem a maior parte do ramo horizontal com sua região alveolar. Incidências PA / Semi-axial / Axial . Nas suspeitas de fraturas ao nível do corpo. Raio central perpendicular. ramo vertical )separadamente. devendo apoiar a maior extensão do submento sobre o chassis ou um filme do tipo oclusal. O raio central deve entrar perpendicular. Sempre devemos fazer a oblíqua direita e esquerda. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 30 / 80 / 100 / 0. ramo horizontal. chanfradura sigmóidea e processo coronóide. sentado ou em posiçào ortostática. nunca esquecendo de colocar um numerador para identificá-las. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. penetrando no meio do espaço entre o lábio inferior e a protuberância mentoniana. apoiando o queixo sobre ele. penetrando no meio do espaço entre os dois gônions. As duas incidências ablíquas devem ser feitas de rotina quando se deseja estudar a mandíbula de uma maneira panorâmica. Raio central com uma inclinação de 45º podálicos.8s / fino / 0. devemos compensar a pouca obliquidade com uma inclinação cefálica de 5º. temos como recurso abrir a boca apoiando o corpo da mandíbula sobre a linha central da mesa. devemos colocar o filme tipo oclusal ( sem ecram ) ou o chassis na vertical.Esta projeção é utilizada no caso de exame de pacientes que não tenham condições de ficar em decúbito ventral. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral. sentado ou em posição ortostática. saindo no ponto médio da sínfise mentoniana. quando o paciente coloca-se em decúbito lateral. paralelos. a porção vertical com o seu côndilo. Para obtermos um bom detalhe devemos utilizar o cone. de maneira que fiquem no seu maior plano. colo. deve apoiar a maior extensão do sub-mento sobre o chassis ou filme do tipo oclusal. O filme deve ser colocado no inicio da mesa para que o paciente possa sentar fora. Quando o paciente sentado. Esta incidência mostra bem o ramo horizontal da mandíbula mais próxima do filme ( que na imagem aparece mais abaixo ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. quando conseguimos uma boa obliquidade da mandíbula.PA Região anterior do corpo da mandíbula. Paciente sentado ou em decúbito dorsal.0s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 Semi-Axial Região do sub-mento mais próxima do filme. pois são frequentes a associação de fraturas destas regiões.0s / fino / 0. devemos fazer também incidências para a porção vertical. Esta projeção mostra as mesmas regiões do “PA” com boa definição. Os fatores radiológicos são os mesmos dos utilizados nas incidências panorâmicas. O raio central deve penetrar no gônion mais afastado do filme e o meio do espaço entre o corpo e o gônion do ramo mais próximo do filme deve coincidir com a linha central da mesa. o gônion. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. A maior extensão da sínfise mentoniana ( da região alveolar até a protuberância mentoniana ) deve ficar totalmente apoiadas.90m / sim / 18x24 Incidências localizadas São as incidências nas quais podemos estudar as porções da mandíbula ( corpo. . Corpo da mandíbula As incidências para corpo da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. O gônion e porção vertical ficam mal evidenciados pela superposição com estruturas de grande densidade. Para pacientes que tenham região nasal volumosa. Paciente em decúbito lateral rigoroso.90m / sim / 18x24 Obliquas direita e esquerda – Incidência de BELLOT Regiões lateral inferior da face e parietal. mas convém lembrar que só faremos estas projeções após um estudo panorâmico da mandíbula.

coincidindo com a mesa. que deverá ser colocado dentro da boca. mais próximas do filme. Incidência de HIRTZ Região superior da cabeça ( vértice craniano ). Raio central penetra perpendicular saindo no acântion. mais afastado do filme. até encostar na estativa com bucky vertical. um filme envolvido por um papel opaco á luz.2s / fino / 1. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular.0m / não / 18x24 Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 120 / 100 / 1. até o momento que sua linha horizontal alemã fique quase que paralela ao plano da mesa. mais próxima do filme. Quando o paciente sentado. Raio central perpendicular ao filme. penderá a cabeça para trás até encostar a cabeça na estativa. mais próxima do filme. Deve-se fazer sempre as duas oblíquas ( direita e esquerda ). FATORES com ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 35 / 6 / 100 / 0. oblíqua e o plano linha central da estudo dos dois lados . para obtermos um de uma maneira comparativa. colocando-se as respectivas identificações. Devemos fazer sempre um estudo bilateral. penetrando no gônion. Quando o paciente sentado.Axial Região superior ou do vértice craniano. sentado ou em posição ortostática.0m / não / 6x8cm Ramo horizontal da mandíbula As incidências para ramos horizontais da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. mais próxima do filme. Nestas incidências. também com boa visualização. Paciente em decúbito dorsal. penetrando no sub-mento no meio do espaço entre o gônion e o corpo da mandíbula do lado a ser examinado. Incidências _ incidência de SCHüLLER / PA de Mandíbula / incidência de REVERCHON / incidência de BELLOT / incidência de WATERS / incidência de HIRTZ incidência de SCHüLLER Região lateral direita ou esquerda da cabeça. Quando o paciente em decúbito dorsal. O ramo horizontal mais próximo do filme aparece com maior detalhe e o ramo horizontal mais afastado do filme aparece superiormente na radiografia. Paciente em decúbito lateral rigoroso. utilizando um travesseiro nas suas costas. fazendoo pender a cabeça para trás. utilizará igualmente o filme oclusal e também se colocará como na incidência de HIRTZ. colocando o corpo em posição mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. fixado pelas regiões oclusais dos dentes. Ramo vertical da mandíbula As incidências para ramos verticais da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. Incidências Incidência de BELLOT ( oblíqua direita e esquerda ) / Incidência de HIRTZ ( Axial de face ) / Incidência de WATERS ( Semi-axial ) Incidência de BELLOT ( oblíqua direita e esquerda ) Regiões lateral inferior da face e parietal. Raio central perpendicular a linha horizontal alemã. Paciente em decúbito ventral. do filme. mais próxima Paciente em decúbito ventral. isto é. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. devemos coloca-lo na posição da incidência de HIRTZ com um travesseiro nas costas fazendo-o pender a cabeça para trás. penderá a cabeça para trás. utilizamos filme do tipo oclusal. Região do ramo vertical a ser examinado. penetrando na região da sínfise do submento.06s / fino / 1. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. região coincidente com a espinha nasal anterior. Incidência de WATERS ( Semi-axial ) Região mentoniana.

penetrando na região frontal passando entre os condutos auditivos externos e saindo no forame magno. Superiormente encontramos o processo frontal e a face orbitária da maxila e inferiormente as regiões alveolares. O gônion destaca-se bem nas seguintes incidências : WATERS / MENTO-NASO / PERFIL / BELLOT MAXILA ( MAXILAR SUPERIOR ) A maxila ou maxilar superior é um osso par de forma quadrilátera ligeiramente aplainada de fora para dentro. 08 . colo. penetrando no gônion. chanfradura sigmóide e processo coronóide.Raio central com uma inclinação podálica de 25º. apresenta uma face interna. FACE EXTERNA Apresenta uma depressão que coincide com o corpo chamada fossa canina. regiões alveolares e a região dos gônions.Maxila GôNION É o ângulo formado entre o ramo horizontal e o ramo vertical da mandíbula. mais afastado do filme. . Paciente em decúbito ventral. sentado ou em posição ortostática. chanfradura sigmóidea e o processo coronóide. os côndilos. Deve-se fazer sempre as duas oblíquas ( direita e esquerda ) colocando-se as respectivas identificações. penetrando no sub-mento. incidência de BELLOT Regiões lateral inferior da face e parietal. outra externa. sentado ou em posição ortostática. Esta projeção apresenta com boa definição a região vertical. demonstrando bem o côndilo. mais próxima do filme. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. O raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã ( que deverá estar paralela ao plano da mesa ou estativa ). pouco abaixo dela encontramos a eminência canina. O ramo vertical é demonstrado numa projeção semi-axial e o melhor acidente demonstrado é o processo coronóide. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ) de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. Esta incidência mostra com excelente definição os ramos verticais da mandíbula em toda sua extensão. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. mais próxima do filme. colos e os ramos horizontais com menor definição devido a grande distorção de imagem a que são submetidos. mais próxima do filme. incidência de WATERS Região mentoniana. sentado ou em posição ortostática. onde encontramos o orifício ( óstio ) do seio maxilar. Mostra também o corpo. que é o principal componente do palato duro ( os ¾ anteriores ). Paciente em decúbito ventral. alem do côndilo e colo da mandíbula. no seu terço anterior. incidência de REVERCHON Região posterior da cabeça. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Acima do processo palatino situan-se as fossas nasais. colo. o canal nasal e o processo ascendente do maxilar superior. Raio central perpendicular ou com 5º cefálicos com a finalidade de dissociar os dois ramos horizontais. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Esta incidência mostra bem o côndilo. FACE INTERNA Apresenta o processo palatino. A incidência de hirtz demonstra principalmente o côndilo num plano não visualizado nas incidências convencionais. Raio central perpendicular saindo no acântion ( espinha nasal inferior ). Esse ângulo apresenta em média de 110º a 140º. demonstrando com pouca distorção de imagem o seu maior eixo longitudinal. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. PA de Mandíbula Região anterior da cabeça. penetrando 6cm para cima do conduto auditivo externo. mais próxima do filme. Paciente em decúbito lateral rigoroso. Incidência de HIRTZ Região superior da cabeça ( do vértice craniano ). Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os dois gônions. O paciente deve tentar aproximar ao máximo o queixo da fúrcula esterna com a finalidade de colocar a linha horizontal alemã. Esta projeção mostra os ramos verticais num plano semi-axial. quatro bordos e quatro ângulos. Normalmente palpável no vivente. Região mediana frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal.

processos frontais e regiões alveolares.BORDOS SUPERIOR. ÂNGULOS O ângulo superior representado pelo processo frontal. ESTUDO RADIOLÓGICO Para a execução de radiografias de bom padrão. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 100 / 100 / 1. INFERIOR. Raio central com inclinação podálica de 12º em média ( deve penetrar paralelo a linha horizontal alemã ) saindo no násion. tem a forma de uma pirâmide quadrangular. Paciente em decúbito ventral.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 FRONTO-NASO ( PA ) Região anterior da cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 INCIDÊNCIA DE WATERS ( SEMI-AXIAL ) Região mentoniana mais próxima do filme. O paciente deverá encostar o lado a ser examinado de maneira que forme um tripé ( nariz. os bordos anteriores e os processos frontais. de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. O plano horizontal alemõa deverá estar perpendicular ao plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. região alveolar e espinha nasal anterior.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face.8s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 . Esta incidência mostra em outro ângulo o corpo com o seu seio maxilar. Raio central perpendicular saindo no acântion ( espinha nasal anterior ). INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS Incidências extra-orais : OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL DIREITO E ESQUERDO / INCIDÊNCIA DE HIRTZ Incidências de rotina : OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL DIREITO E ESQUERDO INCIDÊNCIA OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR Regiões da órbita e do maxilar superior do lado a ser examinado. Paciente em decúbito ventral. Paciente em hemi-decúbito lateral. Paciente em decúbito lateral. Raio central perpendicular. de maneira que o plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. O bordo posterior. é necessário a utilização de cones ou cilindros de extensão para a obtenção de melhor detalhe. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º. Esta incidência mostra com boa definição a região do corpo com o seu seio maxilar. O bordo anterior é muito irregular e apresenta a espinha nasal anterior. penetrando no canto extreno da órbita ( ou comissura externa do olho ) mais afastada do filme. O bordo inferior apresenta os alvéolos dentários. lâmina papirácea de etmóide e processo orbitário do palatino. O meio desse tripé formado deverá coincidir com a linha central da mesa. cujo vértice corresponde a região do orifício de entrada. apoiando a região frontal e nasal. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática. POSTERIOR E ANTERIOR O bordo superior se articula com o lacrimal. entrando ao nível do gônion mais afastado do filme. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. mais próximas do filme. costuma sair quase sempre na região do vértice nasal. grosso e arredondado. pendendo a cabeça sobre um plano inclinado ( radiotransparente ) de 15º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. constitui a tuberosidade do maxilar. proeminência malar e protuberância mentoniana ). apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ). processo frontal e regiões alveolares com boa definição. CONFORMAÇÃO INFERIOR Seio maxilar ou antro de HICHMORE. Os outros não oferecem nenhuma particularidade. a chanfradura nasal ( orifício anterior das fossas nasais ) e o bordo anterior do processo frontal ou ascendente. sentado ou em posição ortostática. Esta projeção mostra bem a regiào do corpo das maxilas xom os seus seios maxilares. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática de maneira que o plano mediano sagital da cabeça fique paralelo ao plano da mesa. Esta incidência mostra principalmente a região dos processos palatinos.

Como na incidência anterior. espinhas nasais anteriores e as regiões alveolares. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Raio central passando perpendicular a linha horizontal no seu terço anterior. pelo fato do mesmo ficar situado entre as faces oclusais dos dentes superiores e inferiores. Raio central incidindo com uma inclinação lateral e podálica de 25º em relação ao eixo transversal. Para conseguirmos as oblíquas direita ou esquerda. Esta projeção apresenta importância quando nos interessa dissociar estruturas das maxilas.0s / fino / 1m ou Cone encostado / não / 7x5 OBLÍQUAS DIREITA E ESQUERDA Regiões do palato duro e alveolar das maxilas. Filmes Dentários Mais utilizados. O raio central deve passar perpendicular a linha horizontal alemã. A linha horizontal alemã deverá estar o mais possível paralela ao plano da mesa ou da estativa. opaca a luz. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50-55 / 30-35 / 160 / 100 / 1. Penetra no canto externo da órbita do lado a ser examinado e sai no meio do filme oclusal. Fraturas ao nível das maxilas e da mandíbula. Paciente em decúbito dorsal ou sentado no mesmo posicionamento das duas incidências anteriores. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa.6s / fino / 1m ou Cone encostado / não / 7x5 Filmes utilizados em exames intra-orais FILMES OCLUSAIS / FILMES DENTÁRIOS Filmes Oclusais Denominação utilizada. com o paciente fixando o filme entre os dentes ( superiores e inferiores ). Esta projeção mostra o corpo das maxilas com os seus seios maxilares. Raio central com uma inclinação de 25º podálicos. Tamanho mais comum 7X5cm CARACTERÍSTICAS : Embalagem própria. TIPOS : Infantil ( zero ) / Adulto ( um ) / Bite-wing . penetrando na região do vértice nasal e saindo no meio do filme. O raio central penetra ao nível do vértice craniano. os processos palatinos. também utilizamos filme oclusal.Incidência de HIRTZ ( AXIAL ) Região superior da cabeça ( do vértice craniano ) mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Calcificações em glândulas sub-linguais e sub-mandibulares. Pesquisa de tumores. Filme oclusal fixado pelos dentes superiores e inferiores. mais próximas do filme. Esta projeção apresenta valor no estudo da região alveolar. mais próximas do filme. Estudo de corpo da mandíbula e sínfise mentoniana. no mesmo posicionamento da incidência anterior. Controle de tratamento ortodôntico ou de ortopedia das maxilas. Inferiormente ( lado que deve ficar oposto ao tubo ) possui uma fina camada plumbífera com a finalidade de evitar a radiação secundária. Devemos utilizar um filme oclusal ( entre os dentes ). principalmente no seu corpo. OBLÍQUA SEMI-AXIAL Regiòes do palato duro e alveolar das maxilas. contendo dois filmes de emulsão dupla. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. penetrando no sub-mento. Esta incidência apresenta com boa definição o corpo da maxila com o seu seio maxilar e a região do processo palatino. inclinamos o raio central em sentido lateral de maneira que saia no meio do filme. APLICAÇÕES : Estudo localizado das maxilas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 26 / 200 / 100 / 2. no seu terço anterior. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. colocando-os paralelos ao longo do maior eixo dos dentes.6s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS INCIDÊNCIAS INTRA-ORAIS AXIAL / OBLÍQUAS DIREITA ESQUERDA E SEMI-AXIAL AXIAL Região do palato duro e alveolar das maxilas. mais próximas do filme. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa.

uma parte plástica perpendicular a ele. que é fixada pelos dentes. INCIDÊNCIAS PERFIL DIREITO E ESQUERDO / AXIAL / INCIDÊNCIA DE WATERS / MENTO-NASO INCIDÊNCIAS DE ROTINA PERFIL DIREITO E ESQUERDO PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. Raio central perpendicular. FATORES Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . com o próprio paciente firmando o filme. com ecram. Esta incidência mostra os dois ossos nasais superpostos. sem superposição. Possui no lado a ser exposto uma asa oclusal. Podemos também fazer esta incidência com o filme no chassis. Raio central ao nível do corpo da maxila ( região da fossa canina – 2cm abaixo da proeminência malar ). Essa fixação possibilita a manutenção do filme paralelo ao longo do maior eixo dos dentes. FATORES Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 42 / 80 / 100 / 0. Plano do filme deve ficar perpendicular a linha glabelo alveolar ( linha que vai da glabela a regiào alveolar da maxila ). mais próxima do filme. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática de modo que o plano mediano sagital da cabeça fique paralelo ao plano da mesa.CARACTERÍSTICAS : Incidências ao do filme oclusal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 35 / 250 / 80 / 3. fazendo o paciente morder durante o posicionamento. Paciente em hemi-decúbito-lateral com o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa.Ossos nasais ( ossos próprios do nariz ) O acidente anatômico de importância para o estudo radiológico dos ossos próprios do nariz é o sulco etmoidal. diferenciando-se no tamanho. As vezes o sulco etmoidal pode confundir-se com uma linha de fratura. PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. e por conter somente um filme. Tipo Bite-wing ( mordedura de asa ).8s / fino / 1. Utiliza-se um filme oclusal fixado entre os dentes superiores e inferiores.04s / fino / cone encostado / não / 18x24 AXIAL Região da base do nariz. Tomografamos a partir da espinha nasal anterior para baixo separados de 0. Raio central deve tangenciar a linha glabelo-alveolar. Utilizamos preferentemente o filme tipo oclusal bem aproximado da região a ser examinada. Linha horizontal alemã perpendicular a mesa.2s / fino / Tomo ± 1.5cm até completar 6 cortes.5cm até completar 3 cortes. penetrando no násion. Este filme é utilizado no estudo das coroas dentárias nas pesquisas de cáries interproximais e de difícil individualização ao exame clínico. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. mas com bom detalhe. Paciente em hemi-decúbito lateral. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. APLICAÇÕES : Tipos zero e um => Estudo global do dente ( da porção coronária até o ápice ) incluindo mais ou menos um centimetro da região óssea adjacente. mais próxima do filme. As radiografias devem ser feitas num mesmo filme e para isso devemos utilizar um cone localizador. TOMOGRAFIA DA MAXILA AP / PERFIL ESQUERDO E DIREITO AP Região posterior da cabeça. Raio central incidindo 2cm abaixo da proeminência malar. que aparece com uma linha regular hipertransparente percorrendo o maior eixo longitudinal do osso.0m / não / 5x4cm Com ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 39 / 4 / 100 / 0. separados de 0. Tomografamos a partir do plano sagital para baixo.45m / sim / 24x30 ÷ 4 09 . Esta incidência mostra os dois ossos nasais separados entre si. mais próxima do filme. A região nasal deve coincidir com a linha central e sempre devemos fazer o prefil direito e esquerdo de rotina. isto é.

0s / fino / 1. mostram com boa definição. Paciente em decúbito ventral. waters. mais próximo do filme. apoiando a cabeça pela ponta do mento. ESTUDO RADIOLÓGICO O estudo radiológico do malar deve ser feito com cilindro ou cone. INSIDÊNCIAS INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA / OBLÍQUA SEMI-AXIAL / INCIDÊNCIA DE REVERCHON / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL / INCIDÊNCIA DE HIRTZ INSIDÊNCIAS DE ROTINA PA ( INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA ) / OBLÍQUA SEMI-AXIAL / REVERCHON INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA ( PA ) Região da proeminência malar do lado a ser examinado. Paciente em decúbito ventral. Rodar a cabeça de 15º para o lado contrário a ser examinado. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. sendo importante na demonstração de desarticulações ou desvios dos fragmentos nas fraturas do nariz ósseo externo. sentado ou em posição ortostática. Raio central penetra perpendicular. O paciente deverá estender o pescoço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Raio central com uma inclinação média de 25º a 30º podálicos. região coincidente com a espinha nasal anterior. Podemos fazer o estudo tomográfico do malr em AP de face ou crânio ou na incidência de solidônio lacerda. esta até devendo ser incluida na rotina minima.0m / não / 6x8cm INCIDÊNCIA DE WATERS Região mentoniana. saindo no acântion. o osso malar. mais próxima do filme. MENTO-NASO Região mentoniana. em diferentes ângulos. saindo na proeminência malar do lado a ser examinado. PALATINOS . passando no seu treço anterior. saindo no acântion.0s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24cm OBLÍQUA SEMI-AXIAL DIREITA E ESQUERDA Região mentoniana. Paciente em decúbito ventral. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Dentre estas incidências citadas. Esta incidência mostra os ossos próprios do nariz num plano axial. destacamos como as melhores as incidências de waters e reverchon. A cabeça deve ficar apoiada na mesa sobre a região da proeminência malar do lado a ser examinado. Esta incidência mostra os ossos próprios do nariz.48 / 42 / 100 / 100 / 1. Paciente em decúbito ventral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 80 / 100 / 0. sentado ou em posição ortostática com a região da proeminência malar coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. para obtensão de melhor detalhe. apoiando a cabeça pela ponta do mento. Raio central penetra perpendicular. perfil de face e hirtz. Raio central formando um ângulo reto com a linha horizontal alemã. A região malar a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. fronto-naso. A linha trágus-mentoniana deve ficar perpendicular ao plano da mesa. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. num plano axial. sendo importante na demonstração de desarticulações ou desvios dos fragmentos nas fraturas do nariz ósseo externo. mostrando-o em quase toda sua extensão.8s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24cm NOTA : As incidências de reverchon. apoiando a cabeça pela ponta do mento de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. mais próxima do filme. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço.0m / sim / 18x24cm 10 – Malar São ossos pares localizados nos bordos inferiores externos das órbitas. região coincidente com a espinha nasal anterior.0s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Esta projeção apresenta o osso malar com excelente definição.

de maneira que saia 5cm acima da protuberância occipital externa.Pequeno e médio politraumatizado . dividimos em : INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS / INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS AP PARA FACE / SEMI-AXIAL ÂNTERO-POSTERIOR / MENTO-NASO / INCIDÊNCIA DE WATERS / PERFIL PARA FACE / INCIDÊNCIA DE HIRTZ PARA FACE INCIDÊNCIAS DE ROTINA AP PARA FACE / WATERS ( VARIANTE ) / PERFIL PARA FACE / HIRTZ A rotina de exame radiológico do paciente de ambulatório é diferente do paciente politraumatizado. Classificação dos politraumatizados Para efeitos de um estudo radiológico da face. . Esta incidência é uma das poucas descritas especificamente para face e apresenta grande valor no exame do politraumatizado. A obrigatoriedade da execução do exame em decúbito dorsal. sendo conveniente lembrar que os lacrimais só apresentam expressão radiológica em adultos. CORNETOS INFERIORES São ossos pares localizados ântero-inferiormente nas fossas nasais e podem ser demonstrados nas incidências em fronto-naso. são as mesmas que para crânio. Estudo radiológico Em todas as radiografias desses pacientes devemos colocar sempre o tempo mais curto possível para diminuirmos a possibilidade do flou cinético. especialmente para o exame da face onde as hemorragias nasais são frequentes. que deverá estar perpendicular a mesa. hirtz e perfil de face. As melhores incidências são o perfil de face. por isso. Aparece em poucas incidências. perfil de face e hirtz. hirtz e fronto-naso. vindo a facilitar grandemente a realização do exame radiográfico. VÔMER É um osso ímpar. O estudo tomográfico pode ser feito em perfil. com acessórios e manobras que não exigem uma aparelhagem especializada para o exame do politraumatizado. O raio central entrará com uma inclinação cefálica de 30ºem relação a linha horizontal alemã. Grande politraumatizado É o paciente que não responde as solicitações verbais.São ossos pares e entram na construção óssea do teto da boca e assoalho das fossas nasais. O raio central deverá penetrar na face do lábio inferior ou pouco abaixo. O raio central na incidência ântero-posterior penetra no mesmo local para crânio e face. sendo as que melhor o apresentam o fronto-naso. Podemos tomografar os cornetos inferiores nestas mesmas incidências. OBS : As variantes da incidência semi-axial ântero-posterior são as mesmas das incidências em PA de face e crânio. pois podemos até deixar de utilizar recursos técnicos para obtermos uma imobilização no posicionamento correto. pouco volumoso e localizado na região posterior e inferior do septo nasal. Podemos utilizar a tomografia em perfil que quisermos individualizá-lo. Apresentaremos as variantes dos posicionamentos que não forem iguais aos já demonstrados anteriormente no estudo do crânio do politraumatizado. O raio central no perfil de face deve penetrar no canto externo da órbita e no hirtz para face deve passar no terço anterior da linha horizontal alemã. . waters. isso vem dificultar em muito o exame. fronto-naso e hirtz. INCIDÊNCIA SEMI-AXIAL ÂNTERO-POSTERIOR Regiões posteriores da cabeça e pescoço. NOTA : As variantes de posicionamentos para pacientes politraumatizados para face. reheese. no násion.nos politraumatizados Serão descritas incidências realizadas em aparelhos de exames gerais. mais próximas do filme. principalmente porque o paciente fica em decúbito dorsal. pois não podemos contar com nenhuma colaboração sua. Para o estudo radiológico da face.Grande politraumatizado Pequeno e médio politraumatizado São os pacientes que conseguimos uma boa resposta as solicitações verbais. apresenta a finalidade de evitar a possibilidade da inundação de sangue nas vias aéreas superiores. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. LACRIMAIS São ossos pares localizados nos bordos mediais das órbitas e apresentam imagem radiológica no fronto-naso. podem ser pacientes agitados. ESTUDO RADIOLÓGICO DA FACE . no sentido de obtermos uma boa imobilização na hora do posicionamento e até pelo contrário. dividimos o paciente politraumatizado em duas classes relacionadas com o seu estado de colaboração e com os limites da agressividade em relação aos traumatismos. mento-naso.

A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. Raio central perpendicular quando conseguimos uma boa obliquidade da mandíbula. Para conseguirmos com maior facilidade que o paciente mantenha a cabeça em extensão. sempre devemos evitar que o paciente fique em decúbito ventral. saindo na espinha nasal anterior. Para conseguirmos com maior facilidade que o paciente mantenha a cabeça em extensão.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E AGITADO OU NÃO – EM DECÚBITO DORSAL Com o paciente em decúbito dorsal. colocamos um apoio sob a sua cabeça e entramos com o raio central horizontal com uma inclinação lateral com o intuito de dissociar ramos da mandíbula. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os gônions. Devemos estender a cabeça do paciente até que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. colocamos um apoio sob o tronco do lado contrário que a cabeça. VARIANTE DA INCIDÊNCIA DE WATERS NO POLITRAUMATIZADO 1. A linha que vai do trágus até a ponta do mento deve ficar perpendicular ao plano da mesa. VARIANTES DA OBLÍQUA PARA O EXAME DA MANDÍBULA NO POLITRAUMATIZADO 1. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º a 20º.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO LATERAL. penetrando na espinha nasal anterior. Se o paciente é obeso ou tem pescoço curto devemos compensar a pouca obliquidade com uma inclinação cefálica de 5º. Incidência importante nos grandes politraumatizados 2.Esta incidência pode ser utilizada até nos grandes politraumatizados. Se houver dificuldade do paciente em manter o posicionamento. por isso em vez do PA fazemos o AP. MENTO-NASO A incidência convencional é feita com o paciente em decúbito ventral com o raio central perpendicular. AP de MANDIBULA 1. em cima do apoio. Raio central perpendicular. médios ou grandes politraumatizados. devemos colocar um apoio sob suas costas. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 40º com o plano da mesa. O raio central deve penetrar no gônion mais afastado do filme. Com o paciente em decúbito lateral colocamos um chassis sobre um plano inclinado com a parte mais alta do plano encostada no ombro do paciente. Raio central perpendicular.PACIENTE LÚCIDO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL. O raio central penetra perpendicularmente no meio do espaço entre os dois gônions. O filme é colocado sob a cabeça do pacienta. devemos colocar um apoio sob suas costas.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E AGITADO OU NÃO – EM DECÚBITO DORSAL. O chassis deve ser colocado paralelo ao plano mediano sagital do paciente. VARIANTE DO MENTO-NASO NO POLITRAUMATIZADO 1. principalmente nas radiografias para face. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados. O raio central penetra com uma inclinação lateral entre 15º a 20º no gônion mais afastado do filme. . A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular ao plano da mesa e se houver dificuldade colocamos um apoio radiotransparente sob sua cabeça. INCIDÊNCIA DE WATERS A incidência convencional é feita com o paciente em decúbito ventral com o raio central perpendicular saindo na espinha nasal anterior. Com o paciente em decúbito dorsal.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL. penetrando na espinha nasal anterior. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano sagital coincidido com a linha central da mesa.PACIENTE LÚCIDO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL Devemos estender a cabeça do paciente até que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. Na incidência póstero-anterior o paciente fica em decúbito ventral com o plano mediano sagital da região frontal e nasal coincidindo com a linha central da mesa. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados. Incidência utilizada nos pequenos. colocamos um apoio sob a sua cabeça que deverá manter o seu plano mediano sagital paralelo ao plano da mesa. INCIDÊNCIAS OBLÍQUAS DE MANDIBULA Nas condições normais fazemos a incidência de BELLOT com o paciente em decúbito lateral rigoroso sentado ou em posição ortostática. 3. pendendo a cabeça até encosta-lá na mesa. INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS MANDIBULA As projeções de rotina para mandibula são : PA / OBLÍQUAS ( INCIDÊNCIA DE BELLOT ) No exame do politraumatizado.

50m / sim / 24x30cm TOMOGRAFIA AP COM FONAÇÃO Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Destes três cortes escolhe-se o melhor . com variações de registro iguais as de um instrumento . penetrando no meio do espaço entre a parede anterior e posterior do pescoço ao nível da parede superior da cartilagem tireóide. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. estendendo-se do bordo inferior da sínfise mantoniana até a protuberância accipital externa. Para fins radiográficos. Raio central perpendicular. Planos de corte => faz-se 3 cortes separados de 1cm sendo o preliminar 1cm para dentro da superficie anterior do pescoço. LARINGE Este órgão destina-se a função aparentemente simples de passagem de ar. POSTERIOR : bordo anterior do trapézio. ESTUDO RADIOLÓGICO Para o estudo radiológico do pescoço. ANTERIOR : linha mediana anterior do pescoço. Plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Língua.6s / fino / 1. médios e grandes politraumatizados. As palhetas do laringe são as cordas vocais.EPIGLÓTICA . com o paciente fazendo uma apnéia inspiratória forçando a expulsão do ar. Raio central no ponto médio da porção superior da cartilagem tireóide. aproximadamente 5cm e apresenta 6 cartilagens que são : . INFERIOR : face superior da clavicula.ARITENÓIDE . pois a coluna cervical é estudada no capítulo de coluna vertebral. de acordo com a composição tissular ou tecidual e função das estruturas componentes.CRICÓIDE . PERFIL COM MANOBRA DE VALSALVA – PARA PARTES MOLES Mesmo posicionamento do perfil simples. esôfago. Outras estruturas como glândulas paratireóides e o sistema vascular exigem uma técnica mais especializada.Raio central perpendicular ou com uma inclinação cefálica de 5º. dentes e lábios correspondem as teclas. glândula tireóide. apresentaremos especialmente as radiografias para partes moles. e seu limite inferior por uma linha estendendo-se da chanfradura supra esternal até o bordo superior da primeira vértebra torácica.CUNEIFORME METODOS DE EXAME DO LARINGE SIMPLES E CONTRASTADO Simples : prefil para partes moles ( simples ) / perfil para partes moles ( com manobra de valsalva ) / tomografia / AP com fonação / AP sem fonação CONTRASTADO : laringofaringografia EXAME SIMPLES Pescoço ( partes moles ) PERFIL SIMPLES – PARA PARTES MOLES Paciente sentado ou em posição ortostática colocado em perfil rigoroso. não participando do nosso estudo. 11 – Pescoço ANATOMIA : O pescoço ocupa a região entre o crânio e o tórax. O laringe do adulto mede. seu limite superior sendo definido por uma linha imaginária. Preferimos fazer a tomografia com o paciente deitado. por causa da maior imobilização da região a ser examinada. com a linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa ou estativa. mas na prática é essencial para os mecanismos de respiração e de fonação.CORNICULADA . O laringe é um dispositivo dotado de palhetas que vibram a passagem do ar. REGIÕES DO PESCOÇO REGIÕES ANTERIORES : infra-hioidea / supra-hioidea / pré-vertebral REGIÕES LATERAIS : Região da parótida / Região da carótida / Região supraclavicular REGIÃO POSTERIOR : Região da nuca LIMITES EM PERFIL SUPERIOR : bordo inferior da mandíbula e uma linha que passa no ângulo da mandíbula e processo mastóide. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 45 / 60 / 100 / 0. o pescoço é dividido em porção anterior e posterior. Comentaremos a técnica radiográfica do laringe. Incidência nos pequenos. penetrando no gônion mais afastado do filme. traquéia.TIRÓIDE .

podendo-se evidenciar possiveis paralisias. pronunciando a vogal “i” seguidamente. com xilocaína. Raio central penetra perpendicular 2cm acima da fúrcula esternal. Há uma técnica de instilar logo após a xilocaína. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 40 / 30 / 100 / 0. ESTUDO RADIOLÓGICO Para o estudo radiológico da traquéia. Devemos fazer o AP sem fonação quando suscitar dúvidas em relação a uma eventual paralisia de corda vocal. deve-se aplicar uma ampola de atropinaIM. com uma oblíquidade de 45o em relação a mesa. em posição ortostática ou deitado. Uma hora ou pouco menos antes do exame. fazendo-se ai a borrifação. que dái é lançado para o exterior.12s / fino / 1. de maneira que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa.3s / fino / 1.50m / sim / 18x24cm TOMOGRAFIA AP . Traquéia É um conduto cilíndrico de aproximadamente 12cm que se situa logo depois do laringe. em posição ortostática ou deitado. penetrando ao nível de 2cm acima da fúrcula esternal. os cortes tomográficos em AP e oblíquas posteriores ( quando necessário ). Durante o movimento da ampola o paciente deve fazer manobras de fonação. ocupando a porção anterior do pescoço.e faz-se 4 cortes separados de 3mm. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 90 / 40 / 24 / 200 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 50 / 250 / 80 / 3. através de um movimento ondulatório ordenado. cujos cílios. numa quantidade suficiente para contrastar as estruturas laríngeas. dividido em quatro. a utilização de cocaína torna-se dificultada pelo intenso controle da substância.12s / fino / 1. 2 acima e 2 abaixo desse plano escolhido.50m / sim / 18x24cm OBLÍQUAS . Inferiormente a traquéia bifurca-se em 2 brônquios. uma certa quantidade de cocaína a 10% para diminuir ainda mais os reflexos do laringe. Antes de introduzir o contraste deve ser feita uma anestesia local. O contraste é introduzido até o glote. OBS : Antes de qualquer exame contrastado. AP / PERFIL DIREITO E ESQUERDO / OBLÍQUAS / TOMOGRAFIA – AP E PERFIL AP Paciente sentado. com finalidade de diminuir a secreção. Apesar de facilitar em muito o exame. Para isto utilizamos um filme 24X30. Raio central perpendicular. Este canal é revestido internamente por um epitélio ciliado. Logo após são feitas radiografias em perfil panorâmico e posteriormente. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. O contraste é injetado através de um borrifador diretamente dentro do laringe. levam até o laringe o muco. Raio central perpendicular penetrando ao nível do plano frontal 2cm acima da fúrcula esternal. devemos fazer o estudo radiológico simples da região a ser examinada. É formada por 15 a 20 anéis cartilaginosos incompletos na região posterior e situa-se na frente do esôfago. que penetram um em cada pulmão. estendendo-se da 6ª vértebra cervical à 3ª vértebra torácica.45m / sim / 24x30cm ou 18x24cm ÷ 4 Exame contrastado Laringo faringografia O contraste usado para este exame é o iodado hidrosolúvel. Fazemos assim um estudo comparativo. B-) Contrastar com ar os espaços interventriculares. em posição ortostática ou deitado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 108 / 60 / 24 / 200 / 0. AP SEM FONAÇÃO Mesmo posicionamento e planos do AP com fonação. secando a mucosa do laringe. IMPORTÂNCIA DA FONAÇÃO A-) Vibração das cordas vocais.50m / sim / 18x24cm PERFIL DIREITO E ESQUERDO Paciente sentado.2s / fino / Tomo ± 1.oblíqua posterior direita / oblíqua posterior esquerda / oblíqua anterior direita / oblíqua anterior esquerda Paciente sentado. todas as radiografias são feitas com o paciente em apnéia inspiratória e sempre devemos incluir na imagem a sua região mais distal.

Faz-se a técnica de deglutição com o paciente engolindo em seco na hora da exposição dos raios-X.0m / sim / 24x30cm OBS : Esta projeção apresenta valor nas suspeitas de corpos estranhos ao nível de esôfago ou até mesmo traquéia.6s / fino / 1. logo abaixo da base do pescoço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 40 / 50 / 100 / 0. Abdominal. dois para trás. Perfil com deglutição Mesmo posicionamento e raio central da incidência anterior. Perfil com manobra de Valsalva Mesmo posicionamento e raio central das duas incidências anteriores. Faz-se mais quatro cortes separados de 0. A cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. 2 para frente. Métodos de exame Simples / contrastado Simples AP / perfil direito e esquerdo / perfil com deglutição / perfil com manobra de Valsalva AP Paciente sentado em posição ortostática ou em decúbito dorsal. que se estende desde a região média do pescoço até o estômago. dois para frente. de cerca de 25cm de comprimento. anterior direita e anterior esquerda . sobe aproximadamente 1cm. podendo demonstrar assim o corpo estranho. estreitamento este devido a cartilagem cricóide. terminando na 6ª vértebra cervical. Esta manobra contrasta com muita eficiência as vias aéreas superiores. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa e a cabeça deve estar levemente estendida.5cm. Plano ótimo => 1. No ato da deglutição. podendo-se então Ter uma noção da parede anterior do esôfago. Faz-se mais quatro cortes separados de 0. processos inflamatórios e tumorais. O paciente deve fazer uma apnéia inpiratória forçando a expulsão do ar. por ação muscular. Esta incidência apresenta grande importância nos casos de corpos estranhos que ficam fixados no esôfago. dois para trás a partir do plano ótimo. Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática em perfil rigoroso.2s / fino / tomo ± 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 45 / 60 / 100 / 0. Raio central perpendicular incidindo entre a parede anterior e posterior do pescoço ao nível da cartilagem tireóide. ligeiramente curvo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 50 / 250 / 80 / 3. o esôfago. compressões extrínsecas e corpos estranhos esofagianos que costumam acestar ao nível da base do pescoço ( próximo a fúrcula esternal ). raio central penetrando na fúrcula esternal ( superfície superior do manúbio esternal ). a partir do plano ótimo. Raio central penetra ao nível da fúrcula esternal. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. O esôfago cervical apresenta uma zona de menor calibre.5cm. Representa 1/5 de seu comprimento total. compressões extrinsecas. músculo-membranoso.5s / fino / 1. PERFIL Paciente sentado em perfil rigoroso com a região da traquéia coincidindo com a linha central da mesa. Estudo radiológico Estuda principalmentea técnica para corpo estranho. Esta projeção apresenta valor nas pesquisas de processos tumorais.5m / sim / 24x30cm CONTRASTADO AP / perfil direito e esquerdo / perfil direito e esquerdo com bola de algodão / oblíquas posterior direita e posterior esquerda. Raio central perpendicular incidindo na cartilagem tireóide do laringe.45m / sim / 18x24cm ESÔFAGO CERVICAL O esôfago é um tubo oco. Plano ótimo => Região coincidindo com o plano mediano sagital. Torácico e. Apresenta 3 porções : Esôfago cervical.5cm para dentro a partir da superfície anterior da base do pescoço.Paciente sentado em posição ântero-posterior. Esôfago cervical Tem início ao nível da cartilagem cricóide.

divertículos.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática em perfil rigoroso.6s / fino / 1. como por exemplo. Faz-se o paciente deglutir uma bola de algodão embebida em sulfato de bário. Esta incidência apresenta grande valor nos casos de corpos estranhos ( espinha de peixe. tumores e processos inflamatórios. Esta projeção mostra os desvios anteriores e posteriores do esôfago.50m / sim / 24x30cm OBS : Todas as radiografias contrastadas podem ser feitas no aparelho geral ou no seriógrafo. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa e a cabeça deve estar levemente estendida. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. pois ficará uma certa quantidade de bário acumulado na região. Estudo Radiológico Métodos de exame Simples / contrastado Simples AP / perfil direito e esquerdo partes moles AP Paciente sentado. além de divertículos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 40 / 60 / 100 / 0. a atividade nervosa de um modo geral. tumores e processos inflamatórios. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. A diminuição ou o aumento da atividade secretora desta glândula determina o aparecimento dos estados denominados hipotiroidismo ou hipertiroidismo. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre as paredes anterior e posterior do pescoço. Raio central perpendicular penetrando ao nível da cartilagem tireóide. a transformação de certas substâncias no organismo. . respectivamente. a “tiroxina”. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. Sabe-se que a diferenciação dos tecidos. O plano mediano sagital deve coincidir com a linha central da mesa.6s / fino / 1. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. Apresenta dois lobos unidos por um ístmo estreito. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. Glândula tireóide É uma das principais glândulas internas do homem e mede aproximadamente 7cm de largura por 3cm de altura. Suas células secretoras elaboram um hormônio importante.6s / fino / 1. são reguladas pela taxa desse hormônio presente no sangue. as gorduras em substâncias mais simples. em posição ortostática ou em decúbito dorsal. pesando 25 a 30 gramas. Perfil direito e esquerdo com bola de algodão Mesmo posicionamento e raio central da incidência anterior. osso de galinha ) que fiquem fixados no esôfago. geralmente na base do pescoço. O local que tiver o corpo estranho fixado no esôfago ficará mais evidenciado. É um órgão muito vascularizado situado na base do pescoço adiante e abaixo do laringe. substância rica em iodo ( cerca de 65% ). ao nível da cartilagem tireóide. a cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. que é responsável pela regulação da atividade física e mental do indivíduo. Esta incidência apresenta valor nos desvios laterais do esôfago.50m / sim / 24x30cm Oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda Paciente sentado ou em posição ortostática com uma inclinação em relação a mesa de 45º. sendo ambos maléficos para o indivíduo e apresentando características próprias para os seus diagnósticos. O conhecido bócio ou papo pode surgir nestes dois casos citados. Raio central perpendicular incidindo na cartilagem tireóide do laringe.AP Paciente sentado ou em posição ortostática ou em decúbito dorsal. A finalidade das oblíquas é dissociar o esôfago da coluna vertebral e faz-se também com o paciente engolindo o contraste em duas fases.

Esta radiografia também é muito importante para pesquisas de calcificações e de aumento de partes moles. O paciente deve ficar em perfil rigoroso. compressões ou lesões do esôfago. Raio central perpendicular ou com uma inclinação de 5º.50m / sim / 24x30cm Incidência de TWINING Paciente em posição ortostática ou sentado. saindo na região axial mais próxima do filme. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. O braço mais afastado do filme deve ficar o mais baixo possível.6s / fino / 1. em perfil rigoroso. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases.6s / fino / 1. com o braço mais próximo do filme voltado para trás de maneira que forme um ângulo de aproximadamente 70º com o tórax. Para a obtenção da radiografia para partes moles. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa.Plano mediano sagital do pescoço coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.0m / sim / 24x30cm Oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0.50m / sim / 24x30cm CONTRASTADO AP / perfil direito e esquerdo / incidência de TWINING / transtorácica / oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda AP Mesmo posicionamento e raio central do AP para partes moles.6s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / -. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 10 / 160 / 100 / 1.6s / fino / 1.0m / sim / 24x30cm Incidência transtorácica ( trans-axilar ou incidência de LAWRENCE ) Paciente em posição ortostática ou sentado./ 200 / 200 / 1. Esta projeção deve participar da rotina. O braço mais afastado do filme deve ficar erguido envolvendo a cabeça. Raio central perpendicular penetrando ao nível da glândula tireóide ( 2cm abaixo da cartilagem cricóide ). para na hora da exposição aos raios-X pegarmos todo o esôfago contrastado. penetrando ao nível da região axilar média ( mais afastada do filme ). A cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. ao nível de 2cm abaixo da cartilagem cricóide. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática. nas suspeitas de bócio mergulhante. Esta incidência apresenta valor na pesquisa de eventuais desvios. O paciente deve ficar em perfil rigoroso com o braço mais próximo do filme erguido e envolvendo a cabeça. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. de modo que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa ou estativa. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado.0s / grosso / 1. de modo que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa ou estativa. por massa tireoidiana. devemos retirar uma média de 8 a 10 Kv em relação aos fatores para coluna cervical. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre as paredes anterior e posterior do pescoço. Esta radiografia é importante nas pesquisas de calcificações ao nível da tireóide. A cabeça deve estar levemente estendida. Para obtermos uma radiografia para partes moles devemos retirar dos fatores de 5 a 8 Kv ( em média ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 52 / 32 / 60 / 100 / 0. Esta projeção pode substituir a incidência de TWINING na pesquisa de bócio mergulhante.

As costelas. Injeção de 2ml de contraste ( lipiodol ultra-fluido ) e antecedendo o início da infusão. c-) Providência importante é a retirada antes do exame de colares. pois se o mandarmos inspirar ao máximo. cordões. haverá um aumento da espessura. Puncionar a glândula e mandar o paciente engolir. Os 3 pares seguintes são chamados costelas falsas por não articularem-se diretamente com o esterno. Estudo radiológico A fim do estudo radiológico das costelas dividimos em : . d-) Devemos tirar a espessura da região a ser examinada com o paciente respirando normalmente. Cavidade torácica Na cavidade torácica devemos considerar dois compartimentos : Campos pleuropulmonares e mediastino Estudo radiológico do tórax Precauções importantes para o exame A-) O paciente deve retirar toda a roupa da cintura para cima. necessitando da cartilagem costal da última costela verdadeira. com a entrada de ar. O diafragma limita o contorno inferior e separa a cavidade torácica abdominal. 24 horas após a injeção de contraste. Os sete primeiros pares articulam-se através da cartilagem costal diretamente com o esterno e são chamadas verdadeiras. situado entre o pescoço e o abdomen. 15 minutos => deve ser batida a primeira radiografia para o estudo do enchimento imediato. por articularem-se com as duas últimas vértebras torácicas e o seu restante permanecer livre em toda sua extensão. B-) O serviço de radiologia deve dispor de aventais específicos para o exame de tórax. dispostos em forma de arco entre a coluna e o esterno. Parede torácica O exame radiológico da coluna torácica já foi descrito no capítulo referente a coluna vertebral. Limites Bordo superior se encontra limitado pelo manúbio. OBS : A injeção do contraste deve ser lenta. São em número de vinte e quatro ( doze para cada lado ). Incidências AP / perfil direito e esquerdo / oblíqua posterior direita e oblíqua posterior esquerda 12 – Tórax O tórax é o segmento do tronco. é sinal que ela esta na glândula. aparecerão na imagem os vasos linfáticos e os linfonodos contrastados. Os dois últimos pares são chamados costelas flutuantes. cones ou cilindros. Paredes As costelas e as vértebras torácicas constituem as paredes póstero-laterais juntamente com os músculos correspondentes.Paciente em posição ortostática ou sentado com uma inclinação em relação a mesa de 45º. também com o paciente engolindo o contraste em duas fases. Os arcos costais posteriores apresentam uma cortical mais espessa e os anteriores são mais esponjosos.6s / fino / 1. F-) O exame radiológico da articulação esterno-clavicular já foi descrito no capítulo referente a membro superior. por isso o operador necessita cuidar da radioproteção sempre irradiando somente a região a ser examinada através de colimadores luminosos. para evitar que mantenha um contato direto do corpo com a estativa do bucky vertical.50m / sim / 24x30cm Tireolinfografia É o exame radiológico contrastado dos vasos linfáticos e linfonodos da glândula tireóide. Arcos costais ( costelas ) "verdadeiras" e "falsas" Costelas ( arcos costais ) São ossos planos. A finalidade das oblíquas é dissociar o esôfago da coluna vertebral e faz-se. as duas primeiras costelas e a primeira vértebra torácica. Se a agulha movimentar-se. Raio central perpendicular. penetrando ao nível da região da tireóide. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. aspirar ( com a seringa ) o normal é não vir sangue. aumentando-se erradamente a quilovoltagem. medalhões ou outros adornos que possam superpor-se com estruturas torácicas. E-) O exame radiológico do tórax é o mais executado nos serviços da radiologia. o esterno e os músculos correspondentes formam a parede anterior. em aproximadamente 2 minutos.

Os braços devem envolver a cabeça e o lado que estiver mais afastado do filme é o que vai ser examinado. Fazemos as oblíquas posteriores quando há suspeita de fratura ou outra lesão ao nível de arcos posteriores. pois normalmente elas se acestam nos bordos mais laterais do tórax. sentado ou hemi-decúbito lateral. Obliquidade paciente mesa de 45º. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática.0m / sim / 35x35cm Arcos costais ( costelas ) "flutuantes" Incidências AP / perfil direito e esquerdo . com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.-Exame radiológico das costelas verdadeiras e falsas. Obliquidade paciente mesa de 45º.8s / fino / 1. As projeções oblíquas são as principais incidências nos casos de suspeitas de fraturas. sentado ou em decúbito dorsal. mais próximas do filme. Paciente em posição ortostática. Oblíqua posterior direita e posterior esquerda Regiões posteriores direita e esquerda do tórax. os arcos costais anteriores que são menos densos ( de cortical mais fina ). AP Região posterior do tórax. mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática. sentado ou em hemi-decúbito lateral com a linha hemi-clavicular do lado a ser examinado coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. O paciente deve colocar as mãos na cintura e aproximar simetricamente os ombros na estativa com a finalidade de retirar as omoplatas do campo a ser radiografado. pois aproxima mais os anteriores do filme. mais próxima do filme. que são os menos densos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 80 / 100 / 0. Quando no pedido de exame não vem especificado o local da lesão. O paciente deve colocar as mãos na cintura e afastar simetricamente os ombros da estativa com a finalidad de retirar os omoplatas do campo a ser radiografado. Na oblíqua anterior direita estudamos os arcos costais esquerdos e vice-versa. fazemos então o PA de arcos costais.8s / fino / 1. Preferimos as oblíquas anteriores. Paciente em apnéia inspiratória máxima. mais próximas do filme. penetrando ao nível do ângulo esternal na linha hemi-clavicular do lado a ser examinado. sentado ou em decúbito ventral.0m / sim / 35x35cm Oblíqua anterior direita e anterior esquerda Regiões anteriores direita e esquerda do tórax. Raio central perpendicular. penetrando ao nível da Quarta vértebra torácica e saindo na linha hemi-clavicular do lado a ser examinado. por aproximarem mais o filme. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular penetrando ao nível de T4 ( 4ª vértebra torácica ). A incidência deve ser feita em apnéia inspiratória para podermos visualizar sob uma mesma densidade as últimas costelas falsas. Raio central perpendicular. Costelas verdadeiras e falsas Incidências AP / PA / OBLÍQUA ANTERIOR DIREITA E ANTERIOR ESQUERDA / OBLÍQUA POSTERIOR DIREITA E POSTERIOR ESQUERDA Incidências de rotina PA / oblíqua anterior direita e anterior esquerda PA Região posterior do tórax. A incidência deve ser feita em apnéia inspiratória para podermos visualizar sob uma mesma densidade as últimas costelas falsas. -Exame radiológico das costelas flutuantes. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Indicamos esta incidência quando sabemos o que o paciente apresenta uma lesão posterior. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 15 / 80 / 100 / 0. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). Na oblíqua posterior direita estudamos o lado esquerdo e vice-versa. Paciente em apnéia inspiratória máxima. com a linha hemi-clavicular do lado a ser examinado coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. Os braços devem envolver a cabeça e o lado que estiver mais afastado do filme é o que vai ser radiografado.

mais próxima do filme. Devemos sempre fazer um estudo comparativo em AP. Se for o caso de costela cervical bilateral. Paciente em apnéia inspiratória.8s / fino / 1. Raio central perpendicular. Incidências Perfil direito e esquerdo / oblíqua anterior direita e anterior esquerda / PA com inclinação lateral direita e esquerda / contactografia / tomografia em PA Incidências de rotina Perfil esquerdo / oblíqua anterior direita e anterior esquerda . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. penetrando na fúrcula esternal. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. o paciente deve ficar em apnéia. devemos fazer o perfil direito e o esquerdo. Paciente em decúbito lateral com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda tóraco-lombar.0s / fino / 1.5s / fino / 1.80m / sim / 18x24cm Esterno O esterno é um osso chato. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. A radiografia deve ser feita em apnéia expiratória para obtermos uma mesma densidade radiográfica. Pode ser unilateral ou bilateral. corpo e apêndice xifóide. Mede de 15 a 20cm de comprimento por 5 a 6cm de largura. situado na parede anterior do tórax. Incidências AP / perfil direito e esquerdo AP Região posterior da coluna cérvico-torácica. pois o esterno movimenta-se nas fases respiratórias. Quando comprime a artéria subclávia causa a sindrome da costela cervical. Para obtermos a mesma densidade radiográfica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 35 / 50 / 100 / 0. Paciente em posição ortostática. duas extremidades ( superior e inferior ) e dois brodos laterais ( direito e esquerdo ) onde articulam-se diretamente as cartilagens costais. mais próxima do filme. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º. penetrando na 3ª vértebra cervical.Incidências de rotina AP / perfil esquerdo AP Região posterior tóraco-lombar. no momento da exposição o paciente deve estar em apnéia expiratória.6s / fino / 1. Durante a exposição aos raios-X. Raio central perpendicular. Apresenta duas faces ( anterior e posterior ). mais próxima do filme. penetrando no apêndice xifóide ( ao nível do diafragma ).0m / sim / 24x30cm Costela cervical É uma anomalia em que há uma costela supranumerária articulando-se com a 7ª vértebra cervical. Divide-se em manúbio.0m / sim / 18x24cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna cérvico-torácica. penetrando no meio do espaço entre o apêndice xifóide e a crista ilíaca. Estudo radiológico Para o estudo radiológico do esterno. Paciente em posição ortostática ou sentado com o plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. O esterno é um osso muito esponjoso com uma cortical muito fina o que torna seu exame radiográfico muito difícil. sentado ou em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital. mais próxima do filme. coincidindo com a linha central da estativa ou da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. Paciente em apnéia inspiratória. devemos utilizar cilindros ou cones para obtenção do melhor detalhe possível.

repousam dentro da cavidade pleural. Campos pleuros-pulmonares Os pulmões são os órgãos da respiração. Os lobos pulmonares apresentam-se divididos em segmentos. incluimos juntamente o estudo dos campos pleuros-pulmonares e do mediastino. mais próxima do filme. contendo o coração e outras estruturas mediastinais. de certo modo. Raio central perpendicular penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica.0m / não / 24x30cm Contactografia Região anterior do tórax.8s / fino / 1. tem três lobos e é também mais curto e mais largo do que o pulmão esquerdo. o direito e o esquerdo. Devido. porque a inclinação lateral do raio central vai de encontro as lamínulas de chumbo da grade.4s / fino / ampola encostada / não / 24x30cm Tomografia em PA Com o paciente em decúbito ventral. Raio central perpendicular penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica. Pela pequena distância foco-filme não podemos utilizar a grade potter-bucky a não ser que apresente um índice bem pequeno. fazemos os cortes 1cm e 2cm para corpo e 2. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 40 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 0 / 80 / 100 / 0. em hemi-decúbito lateral ou sentado com o maior eixo longitudinal do esterno coincidindo com a linha central da estativa ou da mesa. mais próximas do filme. a pressão exercida pelo volumoso lobo direito do figado. A ampola de raios-X sem o bloco do colimador luminoso deve ficar encostada na coluna torácica do paciente. no pulmão direito em número de 10 ( dez ) e no pulmão esquerdo em número de 8 ( oito ). absorvendo então a radiação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 20 / 80 / 100 / 0. O pulmão direito. com o maior eixo longitudinal do esterno coincidindo com a linha central da estativa ou mesa.45m / sim / 24x30cm Cavidade torácica No exame radiológico da cavidade torácica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 30 / 100 / 0.Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. sentado ou em decúbito ventral.0m / sim / 24x30cm PA com inclinação lateral direita e esquerda Região anterior do tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 73 / 23 / 250 / 80 / 3. Esta variação de planos por causa da convexidade do osso esterno principalmente ao nível do ângulo de LOUIS ( importante nas fases respiratórias pois tem função de aumentar a capacidade volumétrica de ar intratorácica ).8s / fino / 1. Mediastino . Raio central com inclinação lateral direita ou esquerda de 30º saindo no meio do espaço entre a fúrcula esternal ( manúbio ) e o apêndice xifóide. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre o manúbio e o apêndice xifóide. mais próxima do filme. Entre os pulmões está o mediastino. Paciente em posição ortostática. que ficam em contato com grande parte do coração. A hemi-cúpula diafragmática do lado direito fica então mais elevada do que a do lado esquerdo. mais próxima do filme. cada pulmão. Sabemos que a finalidade da contactografia é ampliar a imagem mais próxima da ampola tirando o detalhe da sua imagem e apresentando com boa definição a estrutura mais próxima do filme. sentado ou emdecúbito lateral. Obliquidade paciente-mesa de 15º a 30º com finalidade de retirar a coluna de cima do esterno. Paciente em decúbito ventral com o plano mediano sagital coincidindo com o maior eixo longitudinal e mediano do chassis. Os braços devem estar voltados para trás e o tórax em lordose forçada. São cobertos por uma membrana serosa chamada pleura. A radiografia tem que ser feita sem bucky. Paciente em posição ortostática. O pulmão esquerdo tem dois lobos. Paciente em posição ortostática.80m / sim / 24x30cm Oblíqua anterior direita e anterior esquerda Regiões anteriores direita e esquerda do tórax.3s / fino / 1.2s / fino / tomo ± 1. que é levemente maior que o esquerdo. 3 e 4 cm para manúbio.

Veremos eventuais lesões ou desvios laterais do esôfago.P. regiões para-traqueiais. mais próxima do filme. AP / Perfil direito / perfil esquerdo / oblíqua anterior direita – 45º . mais próxima do filme.P. sentado ou em decúbito ventral. por causa das densas estruturas a serem atravessadas pelos raios-X. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 108 / 70 / 20 / 300 / 0. pleuras mediastinais.80m. Os ombros devem estar afastados anteriormente de forma simétrica com as mãos na cintura para facilitar o posicionamento. o esôfago.O mediastino corresponde ao meio do espaço entre os pulmões. Estudo radiológico Incidências PA penetrada para mediastino PA para C. pode causar uma diminuição da transparência no ápice pulmonar do lado que a cabeça estiver rodada. bifurcação traqueal. devendo incluir no filme todos os componentes da parede torácica. traquéia. / perfil esquerdo PA penetrada para mediastino Região anterior do tórax. apresentará uma maior densidade no lado que a cabeça estiver voltada. Paciente em posição ortostática. além das articulações escápulo-umerais. Os ombros devem estar encostados na estativa do bucky vertical simetricamente. A radiografia para mediastino deve ser mais penetrada do que para campos pleuros-pulmonares. Como nos interessam as estruturas mediastinais sem superposição./ oblíqua posterior direita / oblíqua posterior esquerda Incidência de HJELM-LAURELL . normalmente acima de 1.P. A cabeça não deverá estar rodada para os lados pois se isso acontecer modificará a simetria do mediastino superior. e principalmente do mediastino onde é importante a demonstração do aumento de volume das cavidades e grandes vasos cardíacos. Tanto a base do pescoço como os seios costo-frênicos devem participar da imagem e quando não for possivel. mais próxima do filme. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. não devemos contrastar o esôfago com sulfato de bário. radiografia a maiores distâncias. . Com isso obtemos uma imagem mais real e com mais detalhe dos C. A cabeça não deverá estar rodada para nenhum dos lados pois além de causar uma assimetria do mediastino superior. aorta descendente.P. penetrando no meio do espaço entre os ângulos distais do omoplata. imagem pulmonar retro cardíacos e as vezes.06s / grosso / 1. Esta incidência demonstra : linhas para-espinhais. AP Região posterior do tórax. Campos pleuros-pulmonares e Mediastino A distância foco-filme deve ser tipo telerradiografia ( tele do grego = distância ). Esta maior densidade. A radiografia para campos pleuros-pulmonares deve ter uma penetração tal que possamos individualizar pequenos vasos na periferia dos pulmões. uma linha correspondente ao esôfago. Paciente em posição ortostática.P. podemos utilizar uma solução baritada para contrastar o esôfago.50m e mais comumente a 1. imagem cardíaca. A radiografia deve ser localizada em filme 24X30cm e deve incluir todas as estruturas situadas entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide. contém o coração e os grandes vasos. A radiografia é uma panorâmica do tórax.classica e invertida Incidência ápico-lordótica – classica e invertida Incidências de rotina PA para mediastino / PA para C. faremos uma outra radiografia incluindo a estrutura que não ficou bem evidenciada. A ordem de comando para o paciente deve ser feita mandando-o engolir o contraste em duas fases e em seguida a apnéia inspiratória. isto é. e o paciente deverá ser orientado para não afastá-los quando fizer a apnéia inspiratória. por um acúmulo de partes moles na região. A partir do momento que possuimos na rotina mínima uma incidência em PA para mediastino. Mesmo posicionamento e raio central da incidência com o paciente em PA para mediastino.P.80m / sim / 24x30cm PA para campos pleuros-pulmonares Região anterior do tórax. ducto torácico. traquéia. sentado ou em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa./ oblíqua anterior esquerda – 60º . croça da aorta. Raio central perpendicular. brônquios. gânglios linfaticos e estende-se da base do pescoço ao diafragma.

por isso devemos utilizar a opacificação do esôfago. penetrando ao nível do ângulo distal do omoplata mais afastado do filme. Paciente em posição ortostática. Os braços devem estar cruzados sobre a cabeça de maneira que o paciente fique com toda a região lateral do tórax em contato com a estativa. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 106 / 68 / 10 / 300 / 0. Paciente em posição ortostática. Quando não vem especificado qual perfil. Quando é necessário fazer os dois perfis ( direito e esquerdo ) fazemos o esquerdo com contraste e o direito sem contraste. penetrando ao nível do ângulo distal do omoplata mais afastado do filme. Para facilitar o posicionamento. mais próxima do filme. e também demonstra melhor a artéria aorta. Raio central perpendicular. sentado ou em decúbito lateral com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 116 / 60 / 20 / 300 / 0.80m / sim / 30x40cm Oblíqua anterior direita Região anterior direita do tórax. por isso. Obliquidade paciente mesa de 45º. O esôfago deve aparecer suavemente contrastado para não prejudicar o exame nos aumentos de ventrículo esquerdo ( ao nível da ampola esofagiana ). os dois braços devem envolver a cabeça.As estruturas mediastinais aparecerão algo ampliadas.06s / grosso / 1.03s / grosso / 1. sentado ou em decúbito ventral. Obliquidade paciente mesa de 60º. Utilizamos a incidência ântero-posterior em pacientes idosos. que apresenta a vantagem de dar uma imagem do coração. pois nessa região o esôfago passa superpondo-se com o coração. Para facilitar o posicionamento. A imagem da oblíqua posterior direita corresponde a da oblíqua anterior esquerda. penetrando na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. Não é necessário o paciente acumular na boca grande quantidade de sulfato de bário. de maneira que cause uma grande distensão do esôfago ao deglutir. não sendo uma boa projeção para esta região.03s / grosso / 1. . Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os mamilos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0.80m / sim / 35x35cm Oblíqua anterior esquerda Região anterior esquerda do tórax. sentado ou em decúbito ventral. mais próxima do filme. Oblíquidade paciente mesa de 45º. os dois braços devem envolver a cabeça. sentado ou em decúbito dorsal. Paciente em posição ortostática. sentado ou em decúbito dorsal. A imagem da oblíqua posterior esquerda corresponde a da oblíqua anterior direita. A mão direita deve ficar apoiada sobre a crista ilíaca e o outro braço deve envolver a cabeça. Se possuirmos na rotina uma radiografia para mediastino devemos fazer o PA com o esôfago contrastado. Oblíqua posterior direita Região posterior direita do tórax.80m / sim / 35x35cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. Oblíquidade paciente mesa de 60º. penetrando ao nível do mamilo mais afastado do filme. A mão esquerda deve ficar apoiada sobre a crista ilíaca e o outro braço deve envolver a cabeça. caquéticos ou em crianças que apresentem dificuldades em manter o posicionamento em posteroanterior. devemos fazer o esquerdo. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 98 / 60 / 10 / 300 / 0. mais próxima do filme. A oblíqua anterior direita deve ser feita com o esôfago contrastado. Paciente em posição ortostática.80m / sim / 35x35cm Oblíqua posterior esquerda Região posterior esquerda do tórax.03s / grosso / 1. A oblíqua anterior esquerda não deve ser feita com o esôfago contrastado. Raio central perpendicular. por isso não utilizamos a opacificação do esôfago.

80m / sim / 35x35cm Nota : Normalmente utilizamos as oblíquas posteriores direita e esquerda em pacientes idosos. onde nesta incidência apresenta-se dissociado. Paciente em posição ortostática ou sentado. o aciente deve fixar as mãos nos bordos laterais da estativa. mais próxima do filme. As duas mãos devem ficar apoiadas sobre as cristas ilíacas e os ombros simetricamente jogados para frente. Quando o derrame pleural é a direita fazemos com o paciente em decúbito direito.com raio central inclinado Região posterior do tórax. Clássica . Com o paciente sentado. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os ângulos distais dos omoplatas. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º. Incidência ápico-lordótica ( incidência de FLEISCHNER ) As principais indicações da incidência ápico-lordótica são no estudo dos ápices pulmonares onde há grande superposição de costelas e clavicula. mais próxima do filme. Incidência de HJELM-LAURELL Clássica / invertida Clássica Região anterior do tórax. Clássica . mais afastada do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0. A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade de opacificação baritada do esôfago. caquéticas ou em crianças.com raio central perpendicular Região póstero-superior do tórax. A incidência de hjelm-laurell está indicada principalmente nas suspeitas de derrame pleural. caquéticos ou em crianças que apresentem dificuldades em manter o posicionamento das oblíquas anteriores. sobre uma maca onde colocamos um anteparo sob a região lateral da bacia e lateral do ombro.03s / grosso / 1. mais próxima do filme.Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 98 / 60 / 10 / 300 / 0. pois esta incidência de rotina nos pacientes que tenham condições de suportar este posicionamento. penetrando ao nível do mamilo mais afastado do filme. com a finalidade de retirar os omoplatas do campo a ser radiografado. logo após da dois pequenos passos para a frente e sem retirar os pés da posição. Para manter o posicionamento. A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade de opacificação baritada do esôfago. A região abdominal deve estar em contato com a porção inferior da estativa do bucky vertical e a parede ântero-superior do tórax deve ficar afastada da porção superior da estativa de aproximadamente 20cm. Raio central perpendicular. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. deve apoiar as mãos sobre as cristas ilíacas e afastar simetricamente os ombros para frente. deixa somente a região pósterosuperior do tronco apoiar na estativa. Os braços do paciente devem envolver a cabeça. Invertida Região anterior do tórax. Paciente em decúbito lateral rigoroso. Paciente em posição ortostática ou sentado. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). O paciente coloca-se em posição ortostática com a região posterior do tórax em contato com a estativa do bucky vertical.com raio central perpendicular / com raio central inclinado Clássica . com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.03s / grosso / 1. Paciente sentado ou em posição ortostática. geralmente em pessoas idosas. .80m / sim / 35x35cm Nota : Outras utilizações da incidência de HJELM-LAURELL são nos casos de comprovações de derrames encistados e possiveis aspergilomas no interior de cavidades tuberculosas. infusões interlobares principalmente a direita e estudo do lobo médio. Utilizamos esta incid6encia nos pacientes que não tenham condições de suportar o posicionamento da projeção anterior.

20cm ). dobramos o mAs e retiramos 10Kv. devemos escolher o tamanho do filme de acordo com a indicação : . Quando no serviço de radiologia houver possibilidade de realizarmos todos os exames de tórax no bucky vertical. feito num mesmo chassis e na mesma distância foco-filme para obtensão de radiografias que demonstrem melhor o sistema vascular pulmonar ou parênquima pulmonar. 3-) Grade anti-difusora potter-bucky Por causa do grande volume de ar dentro do tórax. A melhor maneira de conhecermos que a radiografia foi feita com um dos lados do paciente mais afastados.80cm. Parênquima => A partir do regime padrão para tórax. exigindo um estudo mais minucioso e detalhado. principalmente nas radiografias que apresentem patologia. Distância foco-filme 2-)Geralmente fazemos as incidências de FLEISCHNER na distância foco-filme de 1. podemos fazer num filme de 24x30cm . podemos fazer variações entra eles num mesmo paciente. Outro dado que diminui muito a margem de erro no posicionamento é sempre colocar os fatores radiológicos antes de posicionar o paciente. Embolia pulmonar. quando respirar fundo. forçando a entrada do ar com a glote fechada. o paciente deve engolir em duas fases e logo após respirar fundo e prender. 4-) Técnica para vasos e parênquima pulmonar De acordo com os fatores radiológicos. Estudo do cavum. Todos os movimentos do paciente devem ser observados pelo operador e quando for disparar deve colocar-se atrás do biombo. Raio central perpendicular. Estudo da crossa da veia ázigos. para evitar isso devemos fazer que coloque as mãos apoiadas sobre as cristas ilíacas. 2-) Ordem de comando para o paciente Quando a radiografia é feita com contraste baritado. para evitar que a radiografia saia rodada. sempre conseguiremos um melhor padrão. Enfisema pulmonar. Manobra de Müller => O paciente realiza uma apnéia expriatória.03s / grosso / 1.Para estudo dos ápices pulmonares. Sistema vascular => A partir do regime padrão par tórax. penetrando ao nível da 4ª vértebra torácica. Este espaço quando o paciente esta bem posicionado é igual no lado direito e esquerdo e quando esta rodado. devemos fazer num filme 35x35cm.Para estudo do lobo médio ( geralmente colapsos ) e infusões ( pleurisias ) interlobares. Notas gerais 1-) Cuidados no posicionamento do PA de tórax O Paciente deve ser instruído para que. 5-) Manobra de valsalva e Müller Manobra de valsalva => O paciente realiza uma apnéia inspiratória forçando a expulsão do ar com a glote fechada.A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade da opacificação baritada do esôfago. através principalmente do polegar e indicador. o lado que estiver mais afastado fica maior.80m / sim / 24x30 ou 35x35cm Notas : Escolha de filmes 1-)Nas incidências ápico-lordóticas. podemos conseguir boas radiografias sem a utilização da grade potter-bucky em pacientes que não tenham grandes espessuras. é medindo-se a distância entre as extremidades esternais da clavicula e o processo espinhoso da vértebra correspondente. Hérnia diafragmática. Pequenos pneumotórax. não afaste um dos lados do tórax da estativa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0. . dividimos por 2 o mAs e somamos 10Kv. Preferimos fazer as duas incidências anteriores por aproximarem mais do filme a região a ser examinada. Fístula artério-venosa. Providência importante é evitar que a mão do paciente se superponha com a base do pulmão quando colocada na cintura. Indicações gerais na técnica radiológica A-) B-) C-) D-) E-) F-) G-) H-) I-) J-) L-) M-) Paralisia diafragmática. Varizes esofagianas. podendo também fazer em distâncias menores ( 1.50cm / 1. Corpo estranho ( ao nível dos brônquios ) Nódulos que se superponham com o arcabouço costal. Estudo da traquéia ( traqueomalácea ).

a criança fica sentada de lado. devemos diminuir a distância foco-filme de 30cm.50m. normalmente fica muito forte para campos pleuros-pulmonares no lado mastectomizado. escolhermos com maior facilidade uma fase inspiratória. o ato de inspirar e expirar ao máximo. Sempre devemos evitar fazer abreugrafias de gestantes. 14-) Pacientes mastectomizadas Normalmente para pacientes que apresentem volumosas mamas são necessárias duas radiografias.80m passamos para 1. Com o aumento do mAs passamos a trabalhar com tempo longo o que nos tira o detalhe do mediastino. 7-) Pacientes idosos O posicionamento convencional do exame do tórax torna-se as vezes muito difícil em pacientes idosos que estejam ou não em cadeira de rodas. só nos resta a opção de aumentarmos o mAs. por causa do movimento do coração e vasos da base. 8-) Pacientes obesos Na radiografia de tórax em pacientes obesos. Esta providência apresenta a grande vantagem de conseguirmos radiografias em AP e perfil rigorosos. As radiografias de tórax da criança podem ser feitas sem bucky.1s. Sempre devemos evitar repetir radiografias e para isso aumentamos 5Kv em média na constante do aparelho com a finalidade de diminuirmos a possibilidade de repetição por Ter saido fraca. se tivermos realizando a radiografia na distância de 1. É de grande importância para o estudo e . Para a realização da manobra de valsalva e Müller é fundamentalmente necessário que o paciente execute pelo menos três vezes antes das radiografias. com os braços totalmente erguidos fixados pelo acompanhante e o chassis mantido em contato direto com a parede lateral do tórax. pode-se fazer de rotina em crianças de menos de 4 anos as radiografias de tórax em decúbito dorsal ( AP ) e decúbito lateral ( perfil ). Para minorar este problema. Nestes casos devemos fazer uma outra radiografia incluindo a região que não ficou evidenciada na radiografia anterior. isto é. Quando a suspeita for rutura com eventração diafragmática deve-se completar o exame com o paciente tomando por via oral 3 ampolas de contraste iodado hidrossolúvel ou fazendo um pneumoperitônio diagnóstico. 12-) Crianças de menos de 4 anos Se não houver indicação de pesquisa de nível líquido. devemos usar o maior foco ( mA ) com a finalidade de trabalharmos com tempo curto. temos que fazer uma outra radiografia com menos 5Kv aproximadamente para o lado que a mama foi retirada. Este exercício prévio vai garantir uma mobilidade diafragmática mais real a partir do momento que é feita a medida dessa movimentação do diafragma. Um acompanhante deve fixar os braços da criança de encontro aos bordos laterais do chassis e a porção anterior do tórax da criança deve estar o mais próximo possivel do filme. 10-) Exame da gestante No exame radiológico de tórax da gestante devemos Ter o cuidado de colocar um avental plumbífero ao nível das cristas ilíacas a diafragmar o feixe de radiação exclusivamente para o tórax. Assim. devemos fazer de rotina radiografias em inspiração e expiração forçadas. Para obtermos uma boa radiografia utilizando esta técnica. 13-) Criança para pesquisa de nível líquido Quando interessa a pesquisa de nível líquido colocamos a criança sentada numa das extremidades da mesa de exame e entramos com o raio central horizontal. as vezes torna-se difícil obtermos um bom padrão porque após termos usado o máximo da quilovoltagem. 9-) Rotina para diafragma Quando a indicação é o estudo radiológico do diafragma devemos fazer radiografias em inspiração e expiração em AP e perfil e o raio central deve penetrar perpendicular ao nível do apêndice xifóide.N-) Estudo do laringe. A que demonstrar bem o lado que tem a mama. e a maior comodidade na fixação do posicionamento. No perfil. a não inclusão de todos os campos pleuros-pulmonares num mesmo filme ( 35x35cm ou 14x17 polegadas ). 6-) Pacientes com grandes campos pleuros-pulmonares Ocorre com grande frequência em pacientes longilíneos ou com grandes caixas torácicas. Quando acontecer do paciente Ter dificuldade de fazer a apnéia inspiratória. para evitar o flou cinético. Nestes casos fazemos o AP de tórax com o paciente sentado num banco ou numa cadeira sem encosto. 11-) Criança chorando Na hora da exposição devemos surpreender a criança numa fase inspiratória. 15-) Enfisema pulmonar Quando a indicação for enfisema pulmonar. para evitar que a radigrafia saia tremida devemos ordenar que apenas a respiração na hora da exposição. por termos menos informações diagnósticas e trabalharmos com quase 5 vezes mais radiação que as radiografias panorâmicas ( 35x35cm ) de tórax. toda vez que o tempo for superior a 0.

uma para campos pleuros-pulmonares e outra um pouco mais penetrada. Se o paciente apresentar condições de fazer o exame sentado. as radiografias de tórax são de extrema importância. A importância do exame radiológico do tórax na rotina para abdome agudo está nos quadros chamados pseudos abdome agudo onde processos inflamatórios ( pneumonias ) geralmente de bases pulmonares simulam totalmente o quadro. pois assim poderemos surpreender eventuais derrames . Se o paciente não estiver lúcido. com a finalidade de diminuir a possibilidade de contaminação. no lado direito. 19-) Pacientes dispnéicos Nos pacientes que estejam com falta de ar. alguém na hora da exposição deve fechar o nariz e a boca do paciente. 16-) Pequenos pneumotórax Quando a suspeita clínica for pneumotórax e este não ficar evidenciado no PA e perfil em inspiração forçada. que necessitam de um atendimento rápido e eficiente. pacientes em coma profundo. devemos retirar uma média de 8Kv porque os pacientes enfisematosos apresentam um grande volume de ar residual tornando as radiografias de tórax hipertransparentes aos raios-X. movimentando então o chassis. Os pequenos pneumotórax as vezes só aparecem evidenciados nas radiografias em expiração forçada. com o paciente de preferência de pé ( em ortostática ) para a pesquisa de ar livre dentro da cavidade peritonial ( pneumoperitoneo ). principalmente em grandes queimados. que se faça antes das radiografias manobras de inspirações e expiraçòes máximas. 22-) Exame a domicílio O fundamental do exame a domicílio é o bom relacionamento do operador com o paciente e seus familiares. para facilitar ao radiologista a interpretação de imagens patológicas que apareçam. há necessidade de obtermos radiografias de exelente padrão. geralmente são em pacientes em mau estado geral. devemos fazer de rotina uma outra radiografia em expiração. acompanhando posição do paciente ( que esta em decúbito dorsal ). 20-) Abdome agudo Quando a indicação for abdome agudo. causando o flou cinético nas radiografias. deve-se incorporar a rotina mínima projeções oblíquas ( OAD . O ideal é obtermos as radiografias de tórax após o paciente estar pelo menos 15 minutos em posição ortostática. até mesmo em AP. devemos utilizar o maior mA para trabalhar com o tempo de exposição mais curto possivel. Devemos girar o anódio e disparar logo após uma inspiração profunda. Apesar das precárias condições do doente. 24-) Pacientes politraumatizados De acordo com as condições do paciente poderemos removê-lo ou não para a mesa de exame. Apresentam a principal finalidade de evitar a formação de escaras. Nos casos de pacientes que não respondam as solicitações verbais a radiografia deve ser batida quando o paciente estiver numa fase inspiratória.medida da mobilidade diafragmática. 23-) Exame em colchão d’água O clochão d’água é utilizado em pacientes que estejam há muito tempo deitados sem se movimentar. A identificação do paciente deve ser colocada. Para evitar esse problema. Em relação aos fatores radiológicos. O chassis sempre deve ficar protegido por uma fronha. O principal problema na execução do exame de tórax num paciente em colchão d’água é que pequenas fases respiratórias traduzem-se em grandes movimentos torácicos. Quando se apresentam em estado muito grave executamos o exame na própria maca. bateremos as radiografias em fases inspiratórias pedindo para alguém da família fechar o nariz e a boca do doente.OAE ) com uma oblíquidade paciente mesa de 45º. sempre preferimos. Os exames a domicílio geralmente são executados em aparelhos portáteis. 18-) Lesões pleurais Quando nas radiografias de rotina de tórax suspeita-se de uma lesão ao nível de pleura. Os exames nos leitos de serviços médico-hospitalares geralmente são executados em aparelhos transportáteis. 21-) Exame no leito Quando houver solicitação de exame radiológico no leito. em AP. devem ser batidas duas radiografias. etc. Para uma rotina de tórax em residência. O operador deve solicitar o auxílio de alguém para a colocação do chassis sob o paciente e Ter o cuidado de não cortar nenhuma estrutura dos campos pleuro-pulmonares da imagem radiográfica. 17-) Grandes derrames pleurais Nos grandes derrames pleurais sempre devemos incorporar a rotina de tórax uma radiografia em PA com uma média de 15Kv a mais da utilizada no PA para campos pleuros-pulmonares. pelo menos três vezes. desse bom relacionamento ele vai conseguir o máximo de colaboração para execução de radiografias de bom padrão.

Fossa ilíaca direita – quadrante inferior lateral direito. Hipogástrico – quadrante inferior médio. um mínimo de duas radiografias. resistência a infecções. Constitui parte integrante da camada externa de muitos deles. Quadrantes abdominais 1-) 2-) 3-) 4-) 5-) 6-) 7-) 8-) 9-) Hipocôndrio direito – quadrante superior lateral direito. Mesogástrio – é o quadrante mais central do abdome. Suas funções mais importantes são as de redução do atrito inter-organular. Pregas – apresentam bordas livres.larga lâmina que liga órgão a órgão. com a finalidade de evitar possíveis contaminações. A utilização do tempo mais curto possível é importante porque geralmente estas crianças apresentam-se dispnéicas e agitadas. Hipocôndrio esquerdo – quadrante superior lateral esquerdo. Forra a parede abdominal.Cavidade abdominal propriamente dita . . 27-) Centro cirúrgico Quando realizamos exames no centro cirúrgico. O peritôneo consiste de duas membranas : . Flanco esquerdo – quadrante intermédio lateral esquerdo. podemos fazer um perfil com raio central horizontal. 25-) Exames no CTI e no isolamento Para os exames no centro de tratamento intensivo e nos isolamentos. através de quatro linhas imaginárias. lisa e deslizante. Sempre antes e após fazermos os exames no CTI e no isolamento. Reflexões do Peritôneo Mesentéreo – da parede para o jejuno e íleo.pleurais. que passa tangenciando os rebordos costais anteriores. Epigástrico – quadrante superior médio. Flanco direito – quadrante intermédio lateral direito. Noções de anatomia Para um estudo topográfico ou para fins de localização de estruturas anatômicas. Fossa ilíaca esquerda – quadrante inferior lateral esquerdo. sustentação de órgãos e armazenamento de gordura. Mesocólon – da parede para o cólon transverso. Peritôneo visceral É a membrana mais interna do peritôneo que reveste os órgãos intraperitoniais. Peritôneo O peritôneo é uma membrana serosa. O operador não deve encostar em nenhum material esterilizado e sempre deve realizar de cada vez.Duas linhas imaginárias verticais correspondentes as linhas hemi-claviculares direita e esquerda. Para a colocação do chassis sob os doentes.Uma linha imaginária horizontal. devemos lavar as mãos com água e sabão. o abdome pode ser dividido em nove quadrantes. o aparelho transportátil só deve entrar na sala de operações na hora de bater a radiografia. a saber : .Uma linha imaginária horizontal. numca esquecendo de envolver os chassis em panos limpos. Epilon ( Omento ). . 26-) Berçário e incubadora Normalmente para as radiografias em berçário e incubadora devemos fazer dois filmes. 13 – Abdome É a porção distal do tronco.Parietal e visceral. Peritôneo parietal É a membrana mais externa do peritôneo.Cavidade pélvica ou pelve Cavidade abdominal propriamente dita A cavidade abdominal propriamente dita relaciona os órgãos que estão envolvidos pelo peritônio ou que em íntimo contato com ele. sempre devemos envolver o chassis com fronhas limpas. Cavidade abdominal A cavidade abdominal engloba vários órgões de diversos sistemas do corpo humano. compreendida entre o diafragma e o assoalho pélvico. Apresenta-se dividida em : . Cavidades Peritôniais Dividem-se em : Peritôneal propriamente dita e retroperitoneal Peritôneal ou intraperitoneal . que passa tangenciando as cristas ilíacas. Se a indicação for derrame pleural e o paciente não tiver condições de sentar-se. devemos pedir auxílio de uma pessoa do serviço. Ligamentos – entre órgãos ou paredes do corpo e órgãos.

normalmente no meio do espaço entre as cristas ilíacas. bexiga. em posição ortostática ou sentado. Retroperitôneal Quando a maior parte do seu corpo esta fora da cavidade peritoneal. em posição ortostática ou sentado com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Esta projeção apresenta importância no estudo de massas abdominais. O bordo inferior do chassis deve coincidir com uma região logo abaixo co cóccix. O peritôneo repousa sobre a pelve formando os fundos de saco peritoneais. deve-se fazer o abdome simples antecedendo a introdução do contraste. com o seu plano mediano sagital. Raio central perpendicular. etc. Abdome simples em PA Região anterior do abdome. Os braços devem estar envolvendo a cabeça e as pernas fletidas para facilitar e manter o posicionamento. Raio central perpendicular. Os braços devem estar estendidos ao longo do corpo e o paciente deve prender a respiração na hora da exposição. Órgãos intraperitoneais Esôfago terminal Estômago Intestino delgado Intestino grosso Fígado Vesícula biliar Baço Ovários. Rins Glândulas suprarenais Ureter abdominal Pâncreas Veia cava abdominal Artéria aorta abdominal Gânglios Nervos. Chamamos de abdome simples as radiografias que não foram injetados contrastes artificiais. mais próxima do filme. Raio central perpendicular penetrando na crista ilíaca.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do abdome.0s / fino / 1. na porção mais inferior do abdome. Em qualquer exame contrastado abdominal. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito ventral. nos reportaremos especialmente aos exames simples do abdome. Estudo radiológico do abdome Simples e contrastado No nosso estudo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. ureter e órgãos do aparelho genital.7s / grosso / 1.Diz-se que um órgão é intraperitoneal quando é englobado em mais de 70% do seu volume total. mais próxima do filme. Paciente em decúbito lateral. No abdome simples deve aparecer no bordo inferior do filme a imagem do púbis. em posição ortostática ou sentado com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. etc. mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o apêndice xifóide. Incidências localizadas . Incidências panorâmicas de abdome Abdome simples em : AP / PA / perfil esquerdo e direito Abdome simples em AP Região posterior do abdome. penetrando no meio do espaço entre as cristas ilíacas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 28 / 200 / 300 / 0. Órgãos retroperitoneais Cavidade pélvica ou pelve É a cavidade localizada na bacia.0m / sim / 30x40cm OBS : Nas incidências em perfil temos que nos preocupar em não utilizar tempo longo para evitar que os movimentos peristálticos causem flou cinético tirando a definição das radiografias. coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Na pelve encontramos vários órgãos como a porção sigmóide do intestino grosso.

Vesícula e vias biliares As melhores projeções são as oblíquas ( OPD ou OAE ) com a finalidade de retirar possíveis estruturas biliares que estejam superpondo-se com a coluna.Incidências localizadas Incidências panorâmicas AP Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito dorsal. penetrando 2cm acima do bordo superior da sínfise pubiana. Nos casos de tomografias. Loja renal O estudo localizado dos rins pode ser executado de diferentes maneiras : . PA Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito ventral. Pâncreas Nos casos de pancreatite crônica onde pesquisa-se calcificações. As vezes certas calcificações só aparecem no perfil por somação de finas concreções.Abdome agudo infeccioso ( colecistite. causas retroperitoneais como cólicas renais.Abdome agudo traumático ( ruturas de vísceras ) . etc) . fazemos projeções localizadas. e quanto pior o seu estado geral. infecções de bases pulmonares e faringe ) Estudo radiológico Podemos dividir o exame radiológico dos pacientes com abdome agudo em : Simples e contrastado Estudo radiológico simples São as radiografias executadas sem a utilização de contrastes artificiais.AP com raio central perpendicular .Incidências panorâmicas . por isso a importância desta incidência na rotina para pâncreas. esta posição auxilia em muito. Abdome agudo É um quadro abdominal agudo. para obtermos melhor definição de imagem. caracterizado principalmente por dor.Oblíquas posterior direita e posterior esquerda Fator que auxilia o estudo com o raio centra perpendicular é colocar o paciente com as pernas fletidas até as regiões plantares ficarem em contato com a mesa. Esta posição reduz a curvatura anterior da coluna lombar ( lordose filiológica ) com os rins então ficando quase paralelos ao plano da mesa. . melhor deve ser o padrão do exame. Os pacientes com abdome agudo devem Ter atendimento prioritário nos serviços de radiologia. Fazemos normalmente as incidências em AP.AP com raio central de 25º cefálicos . O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. o raio central então penetrando perpendicular de maneira que saia no meio do filme. Raio central penetrando no ângulo do rebordo costal anterior ( ponto vesicular ou cístico ). OPE ( obliquidade paciente mesa de 30º a 45º ) e perfil direito ou esquerdo.Abdome agudo por obstrução . A obliquidade paciente mesa deve variar entre 30º e 45º. apendicite. Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em ortostática. mas quando nos interessa um estudo dos órgãos da pelve a localização é a mesma. Raio central perpendicular. OPD e OPE e o perfil direito. As principais causas dos abdomes agudos são : . fraturas de coluna. A obliquidade paciente mesa deve variar entre 30º e 45º. fazemos de rotina as incidências em AP. que necessita de assistência clínica ou cirúrgica imediata. Raio central perpendicular penetrando de maneira que saia entre as primeiras e segundas vértebras lombares. Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito lateral. Perfil Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito lateral.Quando nos interessa o estudo de determinadas regiões abdominais.AP com raio central de 25º podálicos . Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal. OPD. / Perfil com raio central com Incidências panorâmicas de tórax AP / PA / Perfil direito e esquerdo horizontal . Bexiga O exame localizado da bexiga é feito normalmente na urografia venosa.Falso abdome agudo ( por irritação reflexa em pneumonias.

PA – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito ventral Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. a imagem então ficando flou. costuma dar uma imagem característica nesta região. . por causa das fortes dores não consegue manter-se em decúbito ventral. Raio central horizontal ao plano da maca. podendo-se individualizar se a mesma é anterior ou posterior. É de grande importância a inclusão no filme. Este método apresenta a vantagem de fazermos radiografias com o paciente em ortostática. além de outras. compressões por massas tumorais. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. Para pesquisa de nível hidro-aéreo faríamos então um perfil com raio horizontal. mesmo que esteja em mau estado geral. por isso o bordo inferior do chassis deve estar coincidindo com este osso. colocando o apoio para os pés do paciente na extremidade da mesa e por a mesa de exame em pé. do púbis. AP – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em posição ortostática O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. pois quando há um pequeno derrame líquido peritonial. A grande importância da radiografia em ortostática é na pesquisa da existência ou não de níveis hidro-aéreos.5s / grosso / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 200 / 0. por que em certas condições há um aumento de peristaltismo do estômago e intestino. acidentes vasculares abdominais. pois o ar vai se instalar entre a parede abdominal e o bordo lateral do fígado. AP – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito dorsal O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Quando esta incidência é indicada nos casos de pneumoperitôneo. penetrando no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. AP – Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito lateral O paciente deve deitar de lado em uma maca e aproximar-se da estativa do bucky vertical ou da mesa de exame de pé. É a principal radiografia nas obstruções intestinais. O AP de abdome com o paciente em decúbito lateral. Esta incidência apresenta valor na localização das massas abdominais. fazendo com que aproxime mais a região a ser examinada do filme. Se a mesa apresentar mecanismo de leventar e abaixar. Outra indicação é nos casos de obstruções ao nível do ceco ou do cólon ascendente. podemos fazer logo após a radiografia em decúbito dorsal.0m / sim / 30x40cm Perfil com raio central perpendicular e o paciente em decúbito lateral O plano frontal ou coronário do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. Nestes pacientes colocamos uma faixa compressora passando pelos seus joelhos para firmá-lo na posição. PA de tórax. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. Nos abcessos subfrênicos fazemos o decúbito lateral. por isso esta incidência não ser aplicada normalmente. Raio central perpendicular. Em pacientes que consigam andar. penetrando no meio do espaço entre as cristas ilíacas. Raio central perpendicular. fazemos o decúbito lateral esquerdo. Condição que faríamos esta incidência seria em pacientes com suspeita de fratura de vértebra lombar que viesse em decúbito ventral e houvesse também suspeita de abdome agudo. AP de abdome com o paciente em ortostática. Esta projeção apresenta grande importância na distribuição topográfica das víceras abdominais. contrário ao da lesão. Raio central perpendicular. Normalmente o paciente com abdome agudo. Devemos sempre utilizar um tempo curto de exposição. A imagem do púbis deve aparecer no bordo inferior do filme. fazemos então na estativa do bucky vertical. Uma enfermeira ou outra pessoa do serviço deve ficar ao lado do paciente para evitar que caia para a frente. substitui as radiografias em ortostática para demonstração de níveis hidro-aéreos em pacientes que não tenham condições de ficar de pé. O decúbito lateral direito é uma boa incidência nos casos de obstruções ao nível do cólon descendente.Incidências da rotina mínima para abdome agudo AP de abdome com o paciente em decúbito dorsal. facilitando a sua demonstração. para se Ter uma noção exata do local onde se encontra a causa do abdome agudo.

penetrando ao nível da crista ilíaca.8s / grosso / 1. Perfil com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal Para conseguirmos uma boa demonstração em perfil de todo tórax. as vezes de dificil demonstração no PA ou AP de tórax. Estas projeções servem como complementação diagnóstica do exame e poderão ser feitas ou não. Raio central perpendicular. Utilizamos o perfil direito ou esquerdo de tórax.80m / sim / 30x40cm Incidências localizadas Nas incidências localizadas obtemos maior detalhe da região onde suspeitamos encontrar a patologia. As pricipais são : 1. estenoses. 3. nos casos de imagens que apareçam no PA ou AP e exijam elucidação diagnóstica. Com o paciente em OPD ou OAE. Paciente deitado na mesa para logo após colocarmos de pé.Localizada de baço : A principal indicação é nos infartos esplênicos. Raio central perpendicular penetrando na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata.0m / sim / 30x40cm Incidências panorâmicas de tórax AP Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. A grande importância desta projeção é a pesquisa de nível hidro-aéreo. Raio central horizontal ao plano da maca ou mesa. penetrando perpendicular na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. Raio central perpendicular. substitui então estas incidências.80m / sim / 35x35cm Perfil direito e esquerdo Plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. ou que venha andando e não tenha condições de manter o posicionamento em PA. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 85 / 30 / 60 / 200 / 0. devemos colocar um apoio radiotransparente sob a região dorsal. penetrando entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide.3s / grosso / 1.3s / grosso / 1. podem aparecer com boa definição nas incidências localizadas sem a utilização de contraste. e apresenta valor nas suspeitas de derrame pleural ou processos inflamatórios pulmonares. afastar possíveis processos pneumônicos de base pulmonar as vezes responsáveis por falsos abdomes agudos e na pesquisa de pneumoperitôneos. o raio central deve penetrar perpendicular ao nível do hipocôndrio direito. O perfil com raio central horizontal deve ser feito em primeiro lugar com o paciente ainda na maca. penetrando ao nível do epigástrio. Esta projeção apresenta importância nos pacientes que não tenham condições de mudar de decúbito. de acordo com a necessidade. Tanto o AP como o PA apresentam fundamental importância para a visualização das condições respiratórias do paciente. além de outros. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 100 / 60 / 10 / 300 / 0. Região importante de se demonstrar é a porção pulmonar retrocardíaca. . Raio central perpendicular. encostando-a na mesa ou estativa. Raio central perpendicular penetrando entre os ângulos distais dos omoplatas. Perfil com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal Fazemos esta projeção em pacientes que não tenham condições de ficar de pé ou deitado de lado. processos tumorais. penetrando perpendicular ao nível da crista ilíaca. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 116 / 60 / 24 / 300 / 0. com o ar instalando-se sob o diafragma.Localizada de estômago e duodeno : Imagens de úlceras pépticas.Apesar da grande espessura a ser atravessada pelos raios-X sempre devemos trabalhar com tempo curto para evitarmos o flou cinético. Os braços do paciente devem ficar envolvendo a cabeça.Localizada de vesícula e vias biliares : A principal indicação é na pesquisa de cálculos ao nível de vesícula ou das vias biliares. Raio central horizontal ao plano da maca. 4. Utilizamos a incidência póstero-anterior em pacientes que tenham condições de manter o posicionamento sentado ou em posição ortostática.Localizada de gordura pré-peritoneal : Normalmente a grodura pré-peritoneal desaparece nos quadros de peritonite. 2. PA Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. penetrando ao nível do hipocôndrio esquerdo.

quando não é possivel o diagnóstico pela rotina simples. quando não houver disponibilidade deste contraste. sem ser patológica. Diluição : 50% de água e 50% de sulfato de bário Nunca devemos injetar ar no clister opaco. então a localizada apresenta grande valor. Principais exames contrastados utilizados no estudo radiológico do abdome agudo A – Arteriografia Pode ser utilizada nas úlceras perfuradas. rutura de víceras ocas. 14 . Há autores que indicam este exame. 7. 6. penetrando ao nível da fossa ilíaca direita. pois a própria divergência dos raios. A finalidade do exame é localizar a úlcera perfurada. sem haver sinais radiológicos. F – Clister opaco Indica-se nas obstruções intestinais ao nível do intestino grosso e devemos fazer o exame com o contraste a base de sulfato de bário diluído em água. Sempre devemos utilizar contrastes específicos como o gastrografia para o aparelho digestivo nos pacientes com abdome agudo. D – Injeção de contraste iodado hidrossolúvel Este exame também está indicado nas úlceras perfuradas. E – Trânsito intestinal Indica-se nas obstruções intestinais de intestino delgado. podemos mascarar o diagnóstico. especifico para os quadros de abdome agudo. Os contrastes a base de sulfato de bário. hérnias estranguladas onde se vê o sofrimento arterial. pois quase sempre não conseguimos contrastar a vesícula e as vias biliares. Quando não houver este contraste no serviço de radiologia.Não podemos valorizar este dado nas radiografias panorâmicas de abdome. somente bário. devem ser totalmente abolidos no estudo radiológico do abdome agudo. utilizamos então os iodados hidrossolúveis. causando a morte na maioria dos pacientes. Devemos colocar o paciente em decúbito lateral direito e penetrar com o raio central horizontal. penetrando na porção mais proximal do mesogástrio. Raio central perpendicular. além de outras indicações. Com a injeção de ar no estômago causando um pneumoperitôneo confirmando o diagnóstico. 5. Não devemos fazer preparo intestinal e não se faz lavagem. Estudo radiológico contrastado Os exames contrastados nos quadros abdominais agudos devem ser realizados pelo médico radiologista. Raio central perpendicular. com inclinação cefálica ou com inclinação podálica penetraando no meio do espaço entre a crista ilíaca e o apêndice xifóide. penetrando ao nível do apêndice xifóide. B – Colangiografia venosa É pouco utilizada. o raio central penetra muito alto. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. ao nível do plano mediano sagital. por isso apresentando valor relativo nos quadros de abdome agudo de origem biliar. pois apartir desse período diminui a possibilidade de mutações . O contraste a ser utilizado é o gastrografina.Localizada de diafragma ( hemi-Cúpulas diafragmáticas ) : Quando se suspeita de pneumoperitôneo e nas radiografias panorâmicas de tórax. pois a manipulação desses pacientes deve ser altamente especializada.Localizada de ceco-apêndice : A indicação desta radiografia é na pesquisa de apendicolites ou nas suspeitas de abcessos ao nível do ceco ou apêndice. penetrando ao nível do flanco direito ou esquerdo.Posição fetal Exame radiológico da gestante Radiografias de mulheres em gestação só devem ser executadas após os 4 meses de gravidez. onde o paciente bebe 200ml de uma solução composta de 100ml de contraste iodado hidrossolúvel e 100ml de soro fisiológico.Localizada de loja renal : Ás vezes colicas renais podem levar a falsos abdomes agudos. contra-indicando o anterior.Localizada para pâncreas : Um estudo radiológico e clínico bem feito nas pancreatites agudas apresenta grande importância. pois exclui a hipótese do não aparecimento do ar sob a diafragma por distorção de imagem causada por falha técnica. podemos utilizar o iodado hidrossolúvel através de uma sonda nasogástrica. pois se cairem na cavidade peritoneal através de alguma perfuração do esôfago ou intestino. C – Injeção de ar no estômago Este exame esta indicado nas úlceras perfuradas. pelo mau estado geral que normalmente se encontram. irão causar a chamada peritonite granulomatosa. O pricipal responsável pelas cólicas renais são os cálculos. Raio central perpendicular. pode fazer desaparecer a sua imagem. em que há suspeita clínica. pois estes pacientes não tem indicação cirúrgica. 8. nos infartos mesentéricos onde não há enchimento de ramos calibrosos para o intestino.

Devemos utilizar alta miliamperagem para podermos trabalhar com tempo curto. Como nos interessa a medida da pelve. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre a crista ilíaca e a sínfise pubiana. penetrando entre a sínfise pubiana e o apândice xifóide. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Sempre utilizar o tempo mais curto possível. Incidências AP / perfil direito e esquerdo / incidência de THOMS AP Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. penetrando ao máximo na pelve. Para trabalharmos com fatores mais baixos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 15 / 150 / 300 / 0.5s / grosso / 1. a paciente deve esvaziar a bexiga e se conseguir evacuar será melhor para a obtenção de mais detalhe no exame. AP Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. com a paciente em decúbito lateral. O plano frontal ou coronário deve coincidir com a linha central da mesa.5s / grosso / 1. A radiografia deve ser feita num foco grosso.AP A radiografia de abdome para posição fetal apresenta valor quando o feto se coloca numa apresentação atípica. Abdome Posição fetal . Nos casos de gravidez gamelar. para evitar possíveis repetições. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . além de outras indicações. Maturidade fetal Fazemos radiografias em AP e perfil com a finalidade de sabermos se o feto esta a termo. por causa da mobilidade fetal. chamado núcleo de ossificação de BECLARD e a presença dos dentes molares. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Devemos sempre utilizar tempo curto.0m / sim / 30x40cm Pelvimetria A pelvimetria apresenta importância nas desproporções céfalo-pélvicas que fará o médico indicar ou não a cesariana. deve ser indicado de rotina. suspeita de morte fetal. Plano frontal ou coronário da paciente coincidindo com a linha central da mesa.5s / grosso / 1. antes de iniciar o exame. o raio central deve penetrar no seu ponto central. Os principais sinais são a presença do núcleo distal de crescimento do fêmur. para trabalharmos com tempo curto com a finalidade de diminuirmos a possibilidade de flou cinético com movimentação do feto. Mesmo após os 4 meses. Nas radiografias de abdome da gestante. No serviço de radiologia só deve executar o exame o operador que esteja treinado no determinado aparelho. penetrando no meio do espaço entre as duas cristas ilíacas e a sínfise pubiana.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo O perfil direito ou esquerdo com a paciente em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 15 / 150 / 300 / 0. sempre devemos utilizar ecrans de grãos grossos. as radiografias só devem ser indicadas quando forem realmente necessárias. pois as vezes não conseguimos individualizar o núcleo distal do fêmur no AP e só o vemos na projeção em perfil. penetrando ao nível da crista ilíaca. deve ser feito de rotina para a apresentação fetal ficar mais próxima da real. penetrando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o apândice xifóide.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo O perfil direito ou esquerdo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 85 / 30 / 150 / 300 / 0. isto é.genéticas. sabermos se a criança já apresenta condições de maturidade para nascer. para evitar distorções de imagem que viriam falsear a pelvimetria.

Tem este nome porque todos estes processos só podem ser realizados sob luz de segurança e de baixa intensidade. pode estar próximo a parte seca ou úmida ). caixas de filmes. A disposição do balcão oposta a zona dos tanques evita a possibilidade que se salpiquem os filmes secos e os ecrans com substâncias químicas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / -. pois irão assegurar uma melhor quealidade da imagem radiográfica e uma durabilidade da capacidade fluorescente. Raio central perpendicular. higroscópio ( opcional. Os pés devem estar afastados um do outro até que fiquem apoiados nos bordos laterais da mesa de exame. Depois de passado o algodão com água e sabão de côco. Uma câmara escura deve Ter uma disposição e tamanho suficiente para que o trabalho flua sem interrupção. A técnica de processamento mecanizada exige estudos mais aprofundados sobre o mecanismo da máquina processadora. toalha. A umidade relativa do ar deve ser por volta de 50ºC. porta-chassis. etc. porta-colgaduras. passando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o sacro. fixação e lavagem das peliculas radiográficas e onde se carrega os chassis. água e sabão de côco. despertador. . um algodão seco de maneira suave.7s / grosso / 1. mostrando perfeitamente a proporção da cabeça do feto com a pelve.85 / 30 / 150 / 300 / 0.0m / sim / 24x30cm 15 . O tronco da paciente deve fazer um ângulo de 55º com o plano da mesa. A mesa de trabalho deve estar disposta em situação afastada a zona dos tanques. nos reportaremos especialmente a técnica de processamento manual que é a que exige maiores conhecimentos práticos e teóricos do operador. não só a câmara escura mas todos os acessórios e os equipamentos exigem sempre a melhor limpeza. Métodos de lavagem dos ecrans Devem ser lavados com algodão. Temperatura A temperatura numa câmara escura deve variar entre 18º e 24ºC./ 200 / 300 / 0. tem função importante para que os gases emanados das soluções tóxicas ao organismo humano não venham prejudicar o operador. deslocando o ecran. de maneira que o seu plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. e para isso deve apoiar-se posteriormente com as mãos. negatoscópio. as quais produzirão imagens nas radiografias. Componentes da parte úmida Tanques de revelação. Os ecrans devem ser lavados semanalmente. vindo a alterar posteriormente a qualidade da imagem ( imagem flou ). exigindo pouco sobre o ponto de vista funcional do operador de câmara escura. por isso a utilização do HIGROSCÓPIO. etc. termômetro.0m / sim / 30x40cm Incidência de THOMS Paciente sentada na mesa de exame. evita o desperdício de tempo e menos cansativo para o operador. fixação e lavagem. As colgaduras devem ser lavadas periodicamente porque o acúmulo de gelatina nas presilhas não venham manchar os filmes. para melhor conservação dos filmes e processamento das radiografias. Ventilação A utilização de ventiladores para a circulação de ar ou de exaustores. luz de segurança.5s / grosso / 1. Os chassis devem ser lavados e limpos pelo contato íntimo com doentes com variadas enfermidades. gavetas. torneira para água corrente. passador de chassis.Câmara escura Técnica e componentes No nosso estudo. deve-se passar um algodão úmido para tirar o excesso do sabão e após. Limpeza A sensibilidade dos filmes faz com que a limpeza na câmara escura seja de importância capital. Localização A localização ideal é a colocada no centro e todas as salas tendo comunicação direta. luz de segurança. túnel passador de chassis. Definição de câmara escura É o lugar no interior do qual se desenvolvem os processos de revelação. Esta projeção apresenta a pelve num plano axial. Divisão Uma câmara escura divide-se em : Parte seca e parte úmida Componentes da parte seca Balcão. O algodão não deverá estar muito encharcado com água para que a mesma não escorra em direção ao feltro do chassis.

Armazenagem
As caixas de filmes e os chassis devem ser armazenados na posição vertical para que não ocorra a formação de eletricidade estática e a deformação dos chassis com alteração no contato dos ecrans, respectivamente. No caso de uma caixa de 100 filmes durar mais de que um mês em uso, recomendase adquirir embalagem menor.

Iluminação de segurança
Numacâmara escura deve-se Ter tanto luz branca como iluminação de segurança. A luz se necessita para limpar os tanques, preparar solução e limpezas gerais. As lâmpadas de segurança são indispensáveis para proporcionar a iluminação correta para que se possam manejar impunimente durante a revelação. Um filme não deve ficar exposto durante mais de um minuto a ação da luz de segurança; da mesma forma, durante a revelação, o tempo não deve exceder aos vinte segundos. Normalmente há três zonas de iluminação de segurança numa câmara escura. A mais forte ( brilhante ), onde os filmes se lavam e se colocam no secador; a média, onde esta a mesa de trabalho, ou seja, a parte seca. A potência da lâmpada deve variar entre 6 ½ e 10 WATTS. Seja qual seja o tipo de lâmpada, é necessário que se coloque o filtro correto para se obter a cor adequada da luz. Os filtros devem Ter cor âmbar, verde amarelado, verde ou vermelho. Há filtros de diversas classes; o especial para os filmes que são sensíveis ao azul, outro para os que são sensíveis ao verde. Nunca devemos utilizar lâmpadas vermelhas, apesar de haver uma sensação de segurança, pode produzir velamento. A distância entre a lâmpada de segurança e o balcão deve variar entre 90 e 120 centímetros.

Causas de velamento inaparente numa câmara escura
Filtros com rachaduras que escapem luz branca. Frestas de portas. Buraco de fechadura. Excesso de tempo sob ação da luz de segurança. Túnel passador de radiografias aberto na câmara clara. Frestas do passador de chassis. Negatoscópio na câmara escura de lâmpadas fluorescentes, quando apagam, continua por certo tempo a emitir luminosidade, etc.

Latensificação ou intensificação posterior
Os filmes tornan-se duas ou três vezes mais sensíveis as luzes de segurança, após terem sido expostos aos raios-X com ecrans fluorescentes.

Acesso à câmara escura
O sistema de entradas terá que impedir qualquer penetraçãode luz, dentre os sistemas, temos : 1- Sistema porta única – Somente uma porta separando a câmara escura do ambiente claro. É o sistema menos seguro. 2- Sistema labirinto – Paredes formando um labirinto; é bastante seguro, tendo o inconveniente de necessitar muito espaço. 3- Sistema porta giratória – Várias folhas de porta fixadas por um eixo central. É um sistema muito oneroso e sujeito a falhas. 4- Sistema porta paralela – Nesse tipo deverá haver um bloqueio que impeça as duas portas de se abrirem ao mesmo tempo. É o mais utilizado.

Cor das paredes
Não há necessidade que a cor das paredes seja em tom escuro ou mesmo pintado de preto, para ser seguro. É claro que a cor negra absorve alguma coisa da luz de segurança, porem não tera muita importância, se esta luz for de intensidade e claridade seguras; logo, a luz refletida em qualquer superficie sera segura também, independente da cor desta superfície. É até aconselhavel que as paredes sejam pintadas de cor clara como o cinza claro, verde ou creme, que são agrádaveis sob a luz branca e refletem luz adequada sob condições apropriadas de iluminação de segurança. Outro ponto importante é que as paredes sejam lisas e pintadas com tinta impermeável, facilmente laváveis.

Filme radiográfico
Os componentes de um filme radiográfico são : - Gelatina : capa externa com função de proteção; - Emulsão : gelatina mais cristais de sal de prata; - Substrato : região com maior concentração do sal de prata; - Celulose : a base do filme; Do outro lado , a mesma ordem se repete, da gelatina a base de celulose. O filme é sensível a muitas coisas : - luz - Raios-X - Raios gama - Vários gases

- Vapores - Calor - Umidade, etc. Os filmes devem ser armazenados sob uma temperatura de 10º a 21ºC e a umidade relativa do ar por volta de 40% a 60%. As caixas não devem ser armazenadas umas sobre as outras e sim de forma vertical.

Manejo dos filmes
Deve-se manejar cuidadosamente. Devem ser retirados delicadamente da caixa, evitando que os dedos entrem em contato direto com o filme. A colocação do filme no chassis deve ser feita de maneira que seja colocado sem deslizar sobre o papel protetor e não bata com força nas extremidades do chassis. A retirada do filme do chassis deve ser feita : após a abertura das presilhas, vira-se o chassis de maneira que a armação metálica que recebe inicialmente a radiação, fique voltada para cima; eleva-se essa armação e pega-se o filme por um dos seus vértices com a ponta dos dedos. Ao retirar-se o filme, Ter o cuidado de não esbarrar nas bordas da armação metálica anterior. A colocação da pelicula radiográfica na colgadura deve ser primeiro fixada nas presilhas que apresentam mobilidade para que o filme fique bastante ajustado nas quatro presilhas. Ao colocar-se um filme na colgadura, deve-se afastar da luz de segurança por causa da LATENSIFICAÇÃO.

Eletricidade estática
É a corrente elétrica que se forma quando o filme sofre algum impacto, mesmo este estando parado. A formaçào de eletricidade estática é mais comum nos ambientes secos.

Prevenção da eletricidade estática
O procedimento mais eficiente é elevar e manter a umidade relativa da atmosfera ambiente. Por isso deve Ter numa câmara escura um bom HIGROSSCÓPIO. Manuseio delicado do filme. Após a exposição aos raios-X, o chassis deve ser aberto lemtamente e o filme cuidadosamente removido. Deve Ter um fio ligado do balcão a terra. Deve-se evitar coberturas de borracha sobre o balcão pois dessa maneira a eletricidade não se escoa para a terra. Deve-se evitar a utilização de sapatos com solas de borracha. Deve-se evitar assoalhos de borracha ou a utilização de ceras duras. As caixas de filmes devem ser guardadas verticalmente.

Marcas de eletricidade estática
São três tipos : Árvore, coroa e poeira

Fases do processamento
Revelação ( mais ou menos 3 minutos ) – enxágüe ( alguns segundos ) – fixação ( mais ou menos 6 minutos ) –lavagem ( mais ou menos 20 minutos ) – secagem ( mais ou menos 30 a 40 minutos ).

Revelação
A revelação de um filme completa o que a exposição começou, isto é, converte em imagem visível e permanente a imagem latente criada pelos raios-X e a luz fluorescente.

Tanque para as soluções de processamento dos filmes
Vidro, ebonite, aço inoxidável ( certas ligas metálicas não se prestam para conservar as soluçòes ), ferro esmaltado e cerâmica são satisfatórios para conter as substâncias químicas fotográficas. Ferro, aço, ferro galvanizado, zinco, chumbo, cobre, estanho e alumínio não devem estar em contato com as soluções de processamento de filmes. Num tanque de 40 litros revela-se mais ou menos 300 filmes.

Alterações químicas que sofrem os grãos de prata com as fases do processamento
Filme virgem ( prata halóide ). Grão de prata após exposição – imagem latente. Revelação parcial. Revelação completa. Final de revelação e fixação – órgãos sem exposição são removidos Lâmpada de segurança adequada ( entre 6 ½ a 10 WATTS ). Tempo médio de 3 minutos. Temperatura média de 20ºC. Ventilação e renovação do ar. Limpeza dos tanques de revelação ( com ácido muriático a 28-38% ). Limpeza periódica das colgaduras. As presilhas fixam pedaços de gelatina ( limpeza com solução de tripsina e bicarbonato de sódio facilitam a remoção com uma escova ).

Fatores importantes na revelação

Revelador
Solução redutora que causa precipitaçào da prata contida na molécula de brometo de prata ( AgBr2 ). A prata reduzida tem coloração negra.

Componentes do revelador
Mentol – redutor suave que dá a nitidez 3,5g / litro. Hidroquinona – redutor responsável pelos contrastes fortes 9g / litro. Sulfito de sódio – previne a oxidação dos redutores. Conserva e estabiliza a solução – 60g / litro. Carbonato de sódio – Alcaliniza a solução, reforça o poder dos redutores, controla a velocidade da revelaçào e abre os poros da gelatina – 40g / litro. Brometo de potássio – Evita o velamento pela hidroquinona das partes transparentes e age como retardador. Água pura, destilada ou não – até completar 1 litro.

Banho enxaguador
Acabando a revelação o filme retém na gelatina quantidades consideráveis de revelador. Por isso a necessidade de enxágüe. Assim evita-se que o revelador ( alcalino ) neutralize a acidez do fixador. Costuma-se colocar ácido acético na água para haver a parada de revelação durante o enxágüe.

Fixação
É componente independente da revelação, com função de clarear a radiografia, fazendo cair os cristais não revelados e ainda endurecer as capas de gelatina para torná-la resistente ao calor.

Componentes do fixador
Hipossulfito de sódio – dissolve a prata não precipitada tornando transparente as partes não irradiadas 250g / litro. Sulfito de sódio – conserva e estabiliza a solução – 30g / litro. Ácido acético glacial – acidifica a solução parando imediatamente a revelação – 45g / litro. Alúmen de cromo – substância empregada para endurecer a gelatina 15g / litro. Água pura – ( não obrigatório ser destilada ) – até completar 1 litro.

Lavagem
É essencial que uma radiografia terminada não contenha massas de prata reveladas suspensas em gelatina para que seja completamente inerte á atividade luminosa ou química. Por conseguinte, é preciso lavar bem o filme para remover as substâncias químicas. Se esta fase se descuida pelo que se refere ao tempo de lavagem ou ao abastecimento de água, a imagem se manchará e enfraquecerá com o tempo. Os filmes devem lavar-se em água corrente que circule de maneira que as duas superfícies de cada lado recebam água fresca continuamente.

secagem
As radiografias só poderão ser observadas após totalmente secas, pois enquanto estão úmidas se apresentam manchadas e há o risco de umas colarem-se as outras através das camadas externas de gelatina ainda existente. O tempo de secagem vai variar de acordo com as condições no serviço de radiologia. Ambientes quentes, com ventilação direta, até com secadores automáticos, aceleram o tempo de secagem das radiografias.

16 - Rotinas Mínimas dos exames radiológicos Rotinas mínimas dos exames radiológicos e suas incidências : 1. Dedo ( 2º ao 5º quirodáctilo ) – Postero anterior, perfil interno ou perfil
externo

2. Polegar ( 1º quirodáctilo ) – Postero anterior e perfil externo 3. Mão - Postero anterior e oblíqua anterior interna 4. Mão ( corpo estranho ) - Postero anterior, oblíqua anterior interna,

perfil interno ou perfil externo 5. Mãos e punhos ( idade óssea ) - Postero anterior “Comparativa” 6. punho – Postero anterior, perfil interno, oblíqua anterior interna e oblíqua anterior externa 7. Antebraço – antero posterior e perfil interno 8. Cotovelo – antero posterior e perfil interno 9. Circunferência articulação do rádio – antero posterior e perfil interno com rotação interna e externa da mão 10. Olecrânio – antero posterior, perfil interno e semi-axial 11. Braço – antero posterior, perfil interno 12. Colo cirúrgico do úmero – antero posterior, perfil externo ( transorbitária ou contactografia )

perfil externo e axial Pé plano – Dorso-plantar ( antero posterior ) e perfil interno Articulação tíbio-társica .antero posterior “comparativa” e perfil externo Rótula – Postero anterior e perfil externo Chanfradura intercondiliana – Antero posterior com raio central perpendicular e com 30º podálicos Fêmur – Antero posterior e perfil externo Fêmur ( terços médio-proximal ) . 14.antero posterior Púbis – Postero anterior e axial Articulação sacro-ilíaca – incidência de FERGUSON ( antero posterior ). perfil esquerdo Coluna lombar – Postero anterior.antero posterior e axial Omoplata . 26. 16. Ombro ( articulação escápulo-umeral para bursite ) . 33. 28. perfil com flexão e incidência de FERGUSON 5º vértebra lombar . 40. 38. oblíqua anterior esquerda e axial Artelho . oblíqua posterior interna e perfil externo Calcâneo .antero posterior “comparativa”. 24. 32. perfil esquerdo normal. 15. 18.antero posterior e perfil externo Articulação acrômio-clavicular . perfil esquerdo normal. 27.Antero posterior e perfil externo Colo do fêmur – Antero posterior com rotação interna e externa e axial Articulação coxo-femural .antero posterior. 25.13. 42. 39.antero posterior “comparativa” e axial Pé ( ante-pé ) – Dorso-plantar ( antero posterior ) e oblíqua posterior interna Pé ( retro-pé ) – Dorso-plantar ( antero posterior ). 35. 31.antero posterior “comparativa” e antero posterior “localizada” Bacia . 41.( 1º ao 5º podáctilo ) .antero posterior. perfil esquerdo . antero posterior “localizada” e axial Clavícula . 29. 36. 21. 23.antero posterior de coxo-femural. 22.antero posterior com rotação interna e externa do braço Ombro ( articulação escápulo-umeral para fraturas ou luxações ) .antero posterior “comparativa”. 17.antero posterior. joelho e tíbio-társica Coluna cervical . 20. perfil com flexão e transoral Coluna cérvico-torácica . 34.antero posterior com stress lateral e medial Perna . 30.antero posterior.antero posterior e perfil externo Joelho . antero posterior “localizada” Articulação esterno-clavicular – Postero anterior com o paciente em oblíqua anterior direita. oblíqua posterior direita e oblíqua posterior esquerda Escanografia . 19. 37.antero posterior e perfil externo Articulação tíbio-társica ( ruturas ligamentares ) . oblíqua posterior interna e oblíqua posterior externa Sesamóideo .

perfil esquerdo normal. 60. 68. incidência de BELLOT direita e esquerda Corpo da mandíbula – Postero anterior e axial Ramo horizontal da mandíbula – incidência de BELLOT e incidência de WATERS Ramo vertical da mandíbula – incidência de SCHULLER. oblíqua semi-axial direita e esquerda Articulação têmporo-mandibular – incidência de SCHULLER diretia e esquerda com boca aberta e fechada Articulação occipito-atlóidea – Postero anterior e perfil esquerdo Face ( panorâmica ) – Fronto-naso e incidência de WATERS Face ( politraumatizado ) – Antero posterior. 52. incidência de SCHULLER Seios da face – Fronto-naso e mento-naso Órbita – Postero anterior “comparativa”. 53. 46. perfil direito e perfil esquerdo Tórax – Postero anterior e perfil esquerdo Arcos costais ( costelas ) “verdadeiras e falsas” – postero anterior. perfil esquerdo e incidência de REVERCHON Sela turca – Rotina panorâmica de crânio. 50. 45. 55. 67. 64.43. incidência de REVERCHON e postero anterior de mandíbula Maxila – Oblíqua postero-anterior e incidência de WATERS Ossos nasais – perfil esquerdo e perfil direito Malar – incidência de SOLIDÔNIO LACERDA e oblíqua semi-axial Pescoço ( partes moles ) – antero posterior. incidência de GUILLEN. 49. transorbitária comparativa. 59. perfil com flexão e incidência de FERGUSON Coluna sacra . 51. 48. perfil direito ou esquerdo. perfil esquerdo e incidência de REVERCHON Crânio ( politraumatizados ) .antero posterior. 54. 58. Coluna lombo-sacra – Postero anterior. 65. incidência de WATERS ( semi-hirtz ) Mandíbula – Postero anterior. 66. oblíqua anterior direita e oblíqua anterior esquerda . 57. incidência de CHAUSSÉ III. 62. 56. incidência de RHEESE direito e esuqerdo Arcada zigomática – incidência de HIRTZ “comparativa”. 63.antero posterior e perfil esquerdo Escoliose . Postero anterior. 61. 69.antero posterior ( incidência de FERGUSON ) e perfil esquerdo Coluna coccígea . 47.antero posterior e perfil do lado da convexidade Crânio ( panorâmicas ) – Postero anterior. perfil esquerdo “localizadas” Buraco ótico – incidência de RHEESE direito e esquerdo Buraco rasgado posterior – incidência de CHAUSSÉ II direito e esquerdo Osso temporal – Rotina panorâmica de crânio. 44.

variando em muito o tempo de exposição. quando com ecram de grão médio. C ) Quando fazemos radiografias sem ecram de grão médio.5 cm compensar com 1 Kv Além de 100 cm : Cada 5 cm compensar com 1 Kv 3 Relação Kv ---------. 72. compensamos com – 2 Kv.. 73.0 m ----------------. perfil direito ou perfil esquerdo Abdome – antero posterior Abdome agudo – antero posterior de abdome em ortostática.+ 11 Kv 1. antero posterior de abdome em decúbito dorsal e postero anterior de tórax Posição fetal – antero posterior Maturidade fetal – antero posterior.40 Kv 100 mAs --------.Kv 2. 6 Gesso ------------. Arcos costais ( costelas ) “flutuantes” – antero posterior.+ 4 Kv Estendido ------------.+ 13 Kv 1 mAs --------..60 Kv Com esta relação obtemos radiografias de padrão semelhante.normal 0.16 Kv Entre 50 e 100 cm : Cada 2.+ 7 Kv Cone dentário --------.+ 10 Kv 1 mAs --------. compensamos com 4 Kv por cada 1 cm.Kv Cilindro de extensão : Fechado --------------.70. perfil direito ou perfil esquerdo Pelvimetria – antero posterior. Exemplos : 200 mAs --------. no caso da diminuição de espessura – 4 Kv.Relação entre os fatores e dados práticos de técnica radiológica 1 Colimadores ----.+ 18 Kv 1 mAs --------.50 m ---------------.+ 16 Kv 1. compensamos com + 2 Kv.50 m ---------------.mAs A.+ 16 Kv 1 mAs --------.Kv A ) Para cada 1 cm que aumente a espessura.75 m ---------------.+ 20 Kv Esta relação apresenta valor entre 55 Kv e 85 Kv em ecram de grão médio e entre 45 Kv e 100 Kv em ecram de grão grosso.Aproximadamente representa o aumento ou redução à metade de exposição ( mAs ) representa inversamente diminuir ou aumentar 10 Kv. B ) Para cada 1 cm que diminua a espessura. 75.+ 7 Kv 2 Distância em metro ----. quando com ecram de grão médio. nos casos do aumento da espessura + 4 Kv.Kv A + + B ) Extremidades delgadas : 10 Kv ( gesso úmido ) 6 Kv ( gesso seco ) ) Extremidades grossas : . 71.Kv 1 mAs --------. 5 Relação espessura ---------.0 m ----------------.tempo Menos tempo ----------25% ------------------50% ------------------75% ------------------mais tempo -----------25% ------------------50% ------------------75% ------------------100% -----------------mais Kv 7% 20% 50% menos Kv 5% 10% 13% 16% 4 Relação Kv ---------. perfil direito ou perfil esquerdo e incidência de THOMS 17 .mAs --------------. 74. B.10 Kv 0.50 Kv 50 mAs --------.

Kv A B C D A B C D ) ) ) ) ) ) ) ) Pacientes Pacientes pacientes Pacientes bucky bucky bucky bucky velhos ( porose ) -----------. .grão grosso ------------. 2-) Angiografia ----.10 Kv .+ + C + + 12 Kv ( gesso úmido ) 8 Kv ( gesso seco ) ) Coluna vertebral : 14 Kv ( gesso úmido ) 10 Kv ( gesso seco ) 7 Angulação entre o raio central e o plano do objeto 45º ou mais => dobrar o mAs ou + 10 Kv 35º ou mais => + 6 Kv 30º ou mais => + 4 Kv 8 Crianças ( alguns dados em relação ao adulto ) Idade até 2 anos. .Kv ---------.6.Tnovo : Toriginal ou mAo / mAn = Tn / To 17 Cálculo do diâmetro do campo da imagem radiográfica Diâmetro do campo ( D ) = dist. 3 do mAs = 8 Kv Extermidades – Mesma técnica do adulto de acordo com a espessura.90% de absorção --.Polo positivo da ampola onde chocam-se os eletrons para produção dos raios-X. temos que multiplicar 20x o mAs.Tubo com lato vácuo com função de produção e emissão de raios-X. 3-) Anódio ----. fixo : compensações com + 13 Kv ou 3x mAs.compensação de + 20 Kv ou 5 a 6x mAs.80% de absorção ---. mAs = mAso x dn2 = mAs = 100 x 22 / 12 = 400 / 1 mAsn = 400 14 Relação distância -------------------------.normal . 9 Tipos de pacientes --------------------.tempo ( T ) Tnovo : original : : dnova2 : doriginal2 Tn / To = dn2 / do2 ou 15 Relação mAs ---------------. temos mais detalhe e menos contraste.compensação de + 13 Kv ou 3x mAs.grão médio -------------. 1 do mAs = 10 Kv De12 a 16 anos. Exemplo : tempo de exposição 1. Exemplo : radiografia de mão Com ecram 5 mAs -----------. Coluna e crânio. mAoriginal : mAnovo --------.4 acamados ( + de 2 semanas )--. Pulmão – Até 6 anos da + 10 Kv em relação a espessura por não inspirar bem.+ 16 Kv B ) Para a obtenção de uma radiografia de padrão semelhante feita com ecram grão médio e fazermos uma outra retirando o ecram.. 1 do mAs = 16 Kv De 2 a 6 anos. 11 Tempo de movimento da grade potter-bucky 20 % a mais que o tempo de exposição.tempo mAsnovo : mAsoriginal : : Toriginal mAsn / mAso = Tn / To ou 16 Relação mA ----------------------..44 Kv OBS : nas radiografias feitas sem ecram. 8.44 Kv Sem ecram 100 mAs ---------. 10 Kv Kv Kv Kv 10 Grade potter-bucky ----------.mAs 6 : 1 --. 1 do mAs = 13 Kv De 6 a 12 anos. 8 : 1 --...2s 12 Relação ecram -------------.65% de absorção -----. 17 : 1 --. 4-) Anódio fixo ----.Nomes e termos utilizados na prática da técnica radiológica 1-) Amplola de raios-X ----. Coluna e crânio. Foco-filme ( d1 ) x maior diâmetro do cone ( d4 ) / comprimento do cone ( d2 ) + ( distância foco-filme ( d3 ) -----------------------------------D = d1xd4 / d2+d3 Exemplo : 100 x 12 / 20 x 5 = 48cm Então o diâmetro do campo do cone distância foco-filme de 1m é igual a 48cm. Coluna e crânio.mAs mAs novo : mAs original : : dnova2 : doriginal2 ou mAsn/mAso = dn2/do2 Exemplo : qual o novo mAs numa radiografia feita com 100 mAs que modificamos a distância de 1 m ( do ) para 2 m ( dn ).Radiografia do sistema vascular.tempo Variando os fatores para obtenção de radiografias de padrão semelhante. coluna e crânio.compensação de 16 Kv ou 4x mAs.Geralmente em aparelhos transportáteis e portáteis. 13 Relação distância ---------------------.+ 4 enfisematosos --------.grão fino --------------.Kv A ) .0s Tempo de grade 1.4 musculosos ------------------.

dando imagens de velamento no filme radiográfico.É o que já existe na região a ser examinada.Local onde se coloca o chassis. chassis.Radiografia que utiliza o movimento de estruturas que estejam superpondo-se com a região a ser examinada. 7-) Aparelho bloqueado ----. 33-) Decúbito ventral ----.Parada da respiração.Deitado com a região posterior do tronco em contato com a mesa. 22-) Cilindro de extensão ----. 16-) Bipedestação ----. 15-) Biombo ----.Fenômeno que explica os 5% a mais de radiação no lado do catódio. ficando assim apagada.Sistema de segurança do aparelho que.O mesmo que deitado. 6-) A. 24-) Colimador ----.Colimador com finalidade de evitar a formação de radiação secundária. 14-) Bandeja ----.Ecram que apresenta intensificação e detalhes médios. através do flou cinético.Folha de papelão com um sal. Para obter melhor definição da mais próxima. há um relais que desliga a mesa de comando.Dispositivo que parmite limitar o campo de exposição dos raios-X. Normalmente.Grade com finas lâminas de chumbo com finalidade de evitar que a radiação secundária atinja o filme. 36-) Ecram ----. a ampola deverá estar encostada no paciente. Normalmente a base de bário.Ecram que apresenta baixa intensificação e alto detalhe. 37-) Ecram grão fino ----.Desvio posterior do eixo da coluna vertebral. 27-) Contactografia ----.Ecram com finalidade de intensificar a radiação para obtenção de uma radiografia. 8-) Apnéia ----. 13-) Balcão ----. para obtenção de uma radiografia.Em proporção com uma outra estrutura próxima é a que está mais afastada do crânio. quando utilizamos mAs e Kv muito altos. partes moles e osso.Polo negativo da ampola de onde partem os eletrons para chocarem-se no anódio. 32-) Decúbito lateral ----.Cambiador automático de filmes. gordura.T.É o que introduzimos no paciente para obtenção de melhores imagens de determinadas regiões. que apresenta a finalidade de intensificar a radiação. 42-) Efeito anódio ----. 29-) Contraste natural ----. 21-) Cilindro ----.Dispositivo com finalidade de reduzir o feixe de radiação ao campo a ser radiografado.Colimador que podemos fazer variar seu comprimento. ----.Fios elétricos que alimentam o aparelho de raios-X. 18-) Cabos de alta tensão ----.Deitado com a região anterior do tronco em contato com a mesa. 31-) Decúbito dorsal ----. 10-) Apnéia inspiratória ----.É um método de exame que utiliza a maior ampliação da região mais afastada do filme.O mesmo que ortostática ou pessoa de pé. 39-) Ecram de grão médio ----. 38-) Ecram de grão grosso ----.Armação metálica com finalidade de portar o filme radiográfico na revelação manual. 23-) Clinustática ----. 43-) Eletricidade estática ----.Parada da respiraçào em expiração.5-) Anódio giratório ----. 35-) Distal ----. 28-) Contraste artificial ----. 17-) Bucky ----.Avental a base de borracha e chumbo. 25-) Colgadura ----.Normalmente em aparelhos de maior miliamperagem.Componente da parte seca da câmara escura onde se guardam os filmes. etc. 11-) Autotomografia ----. 20-) Cifose ----.O. 19-) Catódio ----. 26-) Cone ----. 40-) Ecram radioscópico ou fluoroscópico ----. ar.Ecram que permite uma imagem dinânmica das estruturas anatômicas.Colimador com finalidade de evitar a formação de radiaçào secundária.Acessório próximo a mesa de comando com a finalidade de radioproteção.O mesmo que deitado ou em clinustática. 12-) Avental plumbífero ----. como gás carbonico.Ecram que apresenta alta intensificação e baixo detalhe. .Parada da respiração em inspiração. 34-) Diafragma ----.Eletricidade que se forma em ambientes de clima seco. iodo ou gases.Deitado com a região lateral do tronco em contato com a mesa. 30-) Decúbito ----. com finalidade de proteção aos raios-X. apresenta maior durabilidade. 41-) Ecram reforçador ----. protóxido de azoto ou ar atmosférico. 9-) Apnéia expiratória ----. não permitindo a emissão de raios-X.

OAD ( oblíqua anterior direita ) ----.O mesmo que sem nitidez. acompanhando a divergencia do raio.Grade onde as lamínulas entrecruzam-se em ângulos retos. 56-) Filtro de alumínio ----.Região interna ou medial do membro superior ou inferior.44-) Escoliose ----. 49-) Filamento ----. 63-) Grade bucky ----.Polo negativo de uma ampola de raios-X. 54-) Filme velado ----. mais próxima do filme. .Raio central penetra na região posterior e sai na anterior.AP ( ântero-posterior ) ----.Raio central penetra na região anterior e sai na posterior.P ( perfil ) ----. mais próxima do filme. 70-) Incidências : .OPI ( oblíqua posterior interna ) ----. posicionamento. calor e outras condições que impressionam os sais de prata.Lateral ----.Região posterior direita.Pdir ( perfil direito ) ----. bucky vertical ou outros componentes. .Filme que sofreu a ação da umidade.É a grade antidifusora fixa.Região interna ou medial do membro superior ou inferior. . geralmente de 1 e 2 mm com finalidade de absorver a radiação secundária que sai da ampola.Região lateral direita mais próxima do filme.Fatores que permitem a obtenção de uma imagem radiográfica ou radioscópica. . mais próxima do filme. 47-) Fator de absorção ----.Pint ( perfil interno ) ----. . mais próxima do filme. 48-) Fatores radiográficos ----. 45-) Espessura ----. 59-) Flou cinético ----.Região anterior externa ou lateral do membro superior ou inferior.O mesmo que buraco.Filme que ainda não foi exposto a qualquer tipo de radiação.OPD ( oblíqua posterior direita ) ----.Tangencial ----.PA ( póstero-anterior ) ----. . mais próxima do filme.Filme exposto a radiações. entre eles. 61-) Forame ----. 53-) Filme mofado ----. com finalidade de evitar que a radiação secundária atinja o filme. 69-) Incidências básicas ----.Folha de alumínio. 65-) Grade potter-bucky ----.OAE ( oblíqua anterior esquerda ) ----. .Pext ( perfil externo ) ----.Fator radiográfico que permite a obtenção de Kv. . . mais próxima do filme. 60-) Foco ----.Suporte pertencente ao aparelho. mais próxima do filme. . . 51-) Filamento catódico ----.Região anterior esquerda. 62-) Grade antidifusora ----.Grade onde as lamínulas são paralelas.O raio central tangencia a região a ser examinada.Perda de detalhe radiográfico pelo movimento do objeto.Polo positivo de uma ampola de raios-X. cavidade. 55-) Filme virgem ----. 50-) Filamento anódico ----.Região lateral esquerda. do filme ou do foco.O mesmo que perfil.Região externa ou lateral do membro superior ou inferior. 66-) Grade reticulada ----.É o fator que indica o que a grade antidifusora absorve de radiação.Axial ----. . A espessura da região a ser examinada é medida em centímetros. 52-) Filme ( radiográfico ) ----. mais próxima do filme.Ponto do anódio de onde emana a radiação X.Região posterior esquerda.Grade onde as lamínulas são divergentes.Desvio lateral da coluna vertebral. . .Raio central penetra com 90º em relação ao AP ou PA. 67-) Grade universal ----.OPE ( oblíqua posterior externa ) ----. . . 58-) Flou ----.É a que se movimenta durante o tempo de exposição. .Grade composta de finas lamínulas de chumbo. mais próxima do filme.OPE ( oblíqua posterior esquerda ) ----.São as responsaveis pela maioria das projeções utilizadas na técnica radiológica. . fatores radiográficos e raio central.O mesmo que o filtro de alumínio.Região posterior interna ou medial do membro superior ou inferior.Região anterior direita mais próxima do filme.Folha de celulose com uma emulsão de sal de prata e gelatina. sem definição. com função de sustentar a ampola. 46-) Estativa ----.OAE ( oblíqua anterior externa ) ----.Pesq ( perfil esquerdo ) ----. 64-) Grade divergente ----.OAI ( oblíqua anterior interna ) ----. mais próxima do filme.É o resultado de um conjunto de dados para a obtenção de uma radiografia.Região posterior externa ou lateral do membro superior ou inferior.Extremidade do polo negativo ou positivo de um circuito. 68-) Incidência ----.O raio central percorre o maior eixo da região a ser examinada. 57-) Filtro inerente ----.

. projeção para buraco rasgado posterior.FLEISCHNER ----. . .É uma oblíqua de crânio.OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR ----. É uma incidência para punho.BUDIN e CHANDLER ----. .É uma oblíqua de crânio para o estudo do buraco ótico.POROT ----. .LOWENSTEIN ----.É o PA de pé. o mesmo que REVERCHON e TOWNE. .é o AP de pé. .REVERCHON -----É uma semi-axial de crânio. .Autotomografia ----. específica para maxilar ( maxilar superior ) . . .Fronto-naso ----. para o estudo do buraco ótico. articulações sacro-ilíacas e articulação de L5-S1.PFEIFFER ----.Projeção para ápice e lobo médio com o paciente em lordose forçada.É uma semi-axial de face.É um PA de crânio. .É uma axial de punho.FROG ----. . . para o estudo do buraco ótico.É uma oblíqua de face.GAYNER-HART ----. .CHAUSSÉ II ----. para o estudo do osso malar.ROSSAND ----. O mesmo que transtorácica ou transaxilar. Então as estruturas mais próximas do filme aparecem com boa definição e as mais afastadas ficam ampliadas perdendo sua definição.É a projeção oblíqua de mandíbula. projeção para colo do fêmur e articulação coxo-femural. .É uma oblíqua de crânio. . . . 72-) incidências ( de ) : .SOLIDÔNIO LACERDA ----. .Método de exame que a ampola fica encostada no paciente.Corresponde a um semi-hirtz.MENTO-NASO ----.Éum perfil de crânio.PLANTO-DORSAL ----. com o raio central atravessando o tórax. mais específica para fossa posterior craniana. . O mesmo que PORCHER e ROSSAND. O mesmo que LOWENSTEIN e FROG. para o estudo do osso escafóide.O raio central penetra em sentido oblíquo em relação ao maior eixo da região a ser examinada.BELLOT ----.A mão em PA com uma flexão interna. pode Ter indicação no estudo da base do crânio. O mesmo que POROT e ROSSAND. .É um perfil de braço. com finalidade de causar flou cinético destas estruturas.HJELM-LAURELL ----. É uma incidência para punho.LAWRENCE ----.É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase emperfil. mais específica para escafóide.É uma oblíqua de punho. .Apico-lordótica ----.É uma oblíqua de face.PORCHER ----. para o estudo do osso temporal.São as projeções que normalmente completam as incidências de rotina. com colimação para os seios paranasais.É uma oblíqua de crânio.STECHER ----.É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase em perfil.BRETON ----.O paciente fixa a região a ser examinada e movimenta regiões que superponham. .É um PA de tórax com o paciente no decúbito lateral contrário ao da suspeita do derrame pleural.GUILLEN ----. .É uma oblíqua de crânio para o estudo do buraco ótico. .SCHULLER ----. . correspondendo ao PA de crânio.É a fronto-naso para face e seios da face.É uma axial de coxa.A mão em PA com uma flexão externa.HIRTZ ----. . mais específica para fossa posterior craniana. .Contactografia ----.LYSHOLM ----.Desvio cubital ----. O mesmo que LOWENSTEIN e RÃ.É um AP de sacro. Projeção para buraco rasgado posterior. O mesmo que PORCHER e POROT. para o estudo do buraco rasgado posterior.É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase em perfil. .Corresponde a um semi-hirtz. osso temporal e buraco rasgado posterior.Corresponde a um semi-hirtz.Desvio radial ----. Projeção para buraco rasgado posterior. principalmente para o estudo dos seios paranasais.Dorso-palmar ----.É uma semi-axial de crânio.É uma oblíqua de crânio. para estudo de articulação têmporomandibular e mastóide do temporal.É uma axial de face.CALDWELL ----.É uma oblíqua de crânio para o estudo do osso temporal.FERGUSON ----. 71-) Incidências especiais ----.PALMO-DORSAL ----. . e de acordo com a penetração do raio central.RHEESE ----. . .É o AP de mão.MAYER ----. . O mesmo que BRETON e TOWNE. .É o PA de mão.RÃ ----. O mesmo que FROG ou RÃ.CHAUSSÉ III ----.É o mesmo que a incidência ápico-lordótica. . . . .Dorso-plantar ----.- Semi-axial ----.PIERQUIU ----.É a projeção axial de cotovelo. . para canal carpiano.

TOWNER ----. O mesmo que linha horizontal americana ou linha órbito-meática. O mesmo que LAWRENCE e transaxilar.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. 86-) Linha horizontal americana ----.Linha que vai do palato duro até o bordo póstero-superior do buraco occipital.Vai de uma pupila a outra.TRANSORBITÁRIA ----. .Linha que passa pelo bordo posterior do clívus e se curva com uma linha que passa pelo processo clinóide posterior e vai até o násion. 81-) Linha de CLÍVUS ----. 80-) Linha de CHAMBERLAIN ----.É um AP de face.É uma semi-axial de crânio.É um perfil de coluna cérvico-torácica e também utilizada na mielografia cervical e cérvico-torácica.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo. principalmente para o estudo do macisso facial. O mesmo que LAWRENCE e transtorácica. . O mesmo que REVERCHON e BRETON. 89-) Linha inter-pupilar ----. 82-) Linha de FRANKFURT ----. THOMS ----. linha infra-órbitomeática ou linha de FRANKFURT. 74-) Kv ----. 84-) linha glabelo-meatal ----.É o fator radiográfico responsável pela penetração dos raios-X. O mesmo que linha horizontal alemã.É a relação existente entre a altura das lamínulas da grade antidifusora e a distância entre elas. .TRANSAXILAR ----.TRANSMAXILAR ----. O mesmo que linha horizontal alemã.vai do acântion ao meato acústico externo.É uma axial de pelve feminina.É uma semi-axial de crânio para o estudo dos seios esfenoidais. 87-) Linha infra-órbito-meática ----.TRANSORAL ----. 78-) Linha central da estativa ----. 93-) Linha de RHEESE ----. 91-) Linha násion-meatal ----.É uma semi-axial para face.Divide o maior plano da mesa em duas metades iguais.TWINING ----. 90-) Linha meato-orbitária ----.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo.É um AP de crânio. 85-) Linha horizontal alemã ----. .É uma oblíqua de crânio para o estudo do osso temporal. O mesmo que linha horizontal americana ou linha meatoorbitária.É um perfil de braço com oraio central atravessando o tórax. mais específica para as primeiras vértebras cervicais. 77-) Linha auricular ----.É um AP de face com a boca aberta. mais específica para fossa posterior craniana. 76-) Linha antropológica ----. .Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo.Corresponde a um AP para articulação coxo-femural com os fêmures quase em perfil.Vai do násion ao teto do conduto auditivo externo.Vai da glabela ( frontal ) até a região alveolar do maxilar superior.VAN ROSEN ----. Utilizada no estudo dos ossos da face.Vai do bordo externo de uma órbita ao bordo externo da outra órbita. Demonstra a zona limite da base do crânio.WATERS ----.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. 88-) Linha inter-orbitária ----. 73-) Índice de grade ----.- STENVERS ----. 1 Kv representa 1000 vezes 1 volt. linha antropológica ou linha de FRANKFURT. O mesmo que linha antropológica.É um perfil de braço com o raio central atravessando o tórax. para o estudo das primeiras vértebras cervicais. O mesmo que linha horizontal alemã. 75-) Linha acântion meatal ----. O mesmo que linha meato orbitária ou linha órbitomeática. . 83-) Linha glabelo-alveolar ----.Vai da glabela ao teto do conduto auditivo externo.TRANSTORÁCICA ----.linha que passa verticalmente pelo centro do conduto auditivo externo. para o estudo da posição fetal.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo. . . para o estudo do osso temporal.Linha que divide o plano da estativa em duas metades iguais.Vai do bordo superior externo da órbita ao conduto auditivo externo do lado oposto. Coincide com a linha inter-orbitária. .Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo. linha infraórbito-meática ou linha de FRANKFURT. linha infra-órbito-meática ou linha antropológica. 79-) Linha central da mesa ----.VÉRTICO-BUCAL ----. . 92-) Linha órbito-meática ----.

O mesmo que plano antropológico ou plano de FRANKFURT. 95-) Linha trágus-mentoniana ----.Em relação com uma outra extrutura próxima. O mesmo que plano meato-orbitário. Apresenta ponto de fusão mais baixo do que o tungstênio.Qualquer plano que passa paralelo ao mediano sagital. Normalmente por mau contato de ecram. Coincide com o plano biauricular ou coronário.Desvio anterior da coluna vertebral. 114-) Radiação secundária ou espalhada ----.O mesmo que de pé ou em bipedestação.Os diferentes planos anatômicos servem como ponto de referência para a execução de radiografias. sem chocar-se com nenhum anteparo.Sem detalhe. . 113-) Radiação primária ou direta ----. O mesmo que plano horizontal alemão ou plano antropológico.Elemento utilizado para construção de filamento e placa anódica da ampola de raios-X. Coincide com o plano coronário ou biauricular. . Utilizado no posicionamento para buraco ótico.Placas para limitar no filme o campo a ser radiografado. .O mesmo que “material a base de chumbo”.É o fator radiológico que representa a quantidade de raios-X. 98-) mAs ----. é a que esta mais próxima do crânio. 115-) Radiografia ----.Plano horizontal alemão ----.Dispositivo com luz fluorescente ou branca para a visualização de radiografias.É uma apnéia expiratória.Vai do bordo superior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. 101-) Mau contato de ecram ----. 104-) Miliamperagem ----.Geralmente a causa é pouco Kv ( penetração ).Plano mediano sagital ----. Coincide com o plano frontal ou coronário. 105-) Molibidênio ----. T e Kv 103-) Mesa de exame ----.É uma apnéia inspiratória. divide a cabeça em anterior e posterior. 97-) mA ----.Plano coronário ----.Coincide com a linha horizontal americana. 118-) Radiografia fraca ----. .Plano de FRANKFURT ----.O mesmo que mA.É o fator radiológico que representa a miliamperagem que penetra na ampola de raios-X. .Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos divide o corpo em anterior e posterior.Representação gráfica e estática num filme de raios-X de uma determinada região a ser examinada.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos. . . Representa 1 mA = 1000 ampére.Local onde se posiciona o paciente para a obtenção de radiografias. 95-) Lordose ----. 109-) Planos ( de ) : ----.Mesa onde se liga o aparelho e se gradua os fatores radiológicos : mA. .94-) Linha supra-órbito-meática ----.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos divide o corpo em anterior e posterior. .Geralmente quando teve excesso de Kv nos fatores radiológicos. 111-) Potter-bucky ----.Divide o corpo em duas metades ( direita e esquerda ). 107-) Ortostática ----. forçando a expulsão do ar com a glote fechada.Vai do trágus a protuberância mentoniana. 106-) Negatoscópio ----.Coincide com a linha antropológica. ou o filme que sofreu velamento químico ou físico. .Plano sagital ----. É o resultado da multiplicação do mA pelo tempo de exposição.Imagens “flou” em determinadas regiões do filme que se repetem no mesmo lugar do chassis em outras radiografias.Plano frontal ----. 110-) Plumbífero ----.Coincide com a linha de FRANKFURT. O mA é o responsável pelo grau de aquecimento do filamento e pela quantidade de elétrons liberados no catódio. do foco ou do filme no momento da exposição. compostas de borracha e chumbo em solução.Coincide com a linha de RHEESE.É a que sai diretamente do anódio. sem definição.Coincide com a linha horizontal alemã. 100-) Manobra de VALSALVA ----. 116-) Radiografia cinza ----. O mesmo que plano horizontal alemão ou plano de FRANKFURT. 112-) Proximal ----. a mais utilizada para o estudo do osso temporal. 99-) Manobra de MüLLER ----.É o resultado da reflexão ou refração da radiação primária. 102-) Mesa de comando ----.Plano horizontal americano ----.Plano biauricular ----. movimento do paciente.Luvas utilizadas na radioproteção.Grade antidifusora com mecanismo de movimento durante a exposição. Coincide com a linha násion-meatal. 117-) Radiografia flou ----. 96-) Luvas plumbíferas ----. . 108-) Placas de chumbo ----.Plano de RHEESE ----.Plano antropológico ----. forçando a expulsão do ar com a glote fechada.

do grego. IERMN.Quando o paciente respira no momento da exposição. Apresenta alto ponto de fusão ( por volta de 3280º C ) pois a temperatura dentro de uma ampola de raios-X.Quando acontece de movimentar no momento da exposição. London. BLOOM. 120-) Radiografia mofada ----. Técnica radiológica da face. En Español. A imagem fica sem definição ( flou cinético ).119-) Radiografia gradeada ----. calor. EASTMAN KODAK COMPANY. 130-) Técnica de faril ----. 123-) Radiografia tremida ----. umidade ou outros agentes. varia entre 2200º e 2800º C. que normalmente varia entre 110-120. 19 . 121-) Radiografia queimada ----.O filme que sofreu a ação de luz. Antonio Baião de. o paciente. 125-) Radioscopia ----.Vidro com chumbo em solução. Técnica radiológica de urgência em membros superiores e inferiores. 127-) Retificador ----. CLARK. .Bibliografia AGFA GEVAERT. ABREU. Noções de técnica radiológica. faz radiografias em série. Rio de Janeiro. corresponde a um AP de coluna tóraco-lombar para escoliose. 138-) Tungstênio ----. New York. 132-) Tempo de exposição ----. para produção da radiação. 122-) Radiografia respirada ----. Elementos de radiografia. através do ecram fluoroscópico. em Kv ( 1000 x 1 volt ). Luiz Fernando. 1973 ( Distribuição interna ). calor. IERMN. Positioning in radiography. BRYAN. Rio de Janeiro. AZEVEDO FILHO. Technique radiography. Glenda J. 220 e as vezes de até 380 volts. 6ª ed.Porção do corpo humano composta pelo tórax e o abdome. 136-) Transformador ----. London. 1973. Heinemann. 131-) Telerradiografia ----.Técnica em que o paciente fazuma hiperlateralização direita e esquerda do tronco. B. 124-) Radiografia velada ----.Quando feita com grade antidifusora fixa ou grade potter-bucky que não tenha movimentado na hora da exposição. escanometria. 126-) Região alveolar ----. Rio de Janeiro. C. Colégio americano de radiologia.É o método de exame radiológico que executa radiografias em planos pré-selecionados pelo operador. 1975 – Distribuição interna.Material que compõem os filamentos catódicos e também a placa anódica. CUNHA. Rio de Janeiro.50m até 2. 133-) Teste de ABEL ----. etc. Morris.Aparelho que tem função de transformar a voltagem da rua. Filmes e princípios de câmara escura ( 1968 ) AMÉRICO. 135-) Tomografia ----.( tele. EEUU. IERMN 1974 – ( distribuição interna ).80m. 137-) Tronco ----. com finalidade de radioproteção. Carlos. 129-) Seriógrafo Aparelho manipulado pelo médico radiologista que. 1961. Radiologia do ouvido.Filme que sofreu a ação de certas radiações. o foco ou o filme. Examenes radiológicos – Guia para una buena prática clínica nº229. umidade. escanograma ou mensuração radiológica dos membros. “distância” ) – São radiografias feitas a maiores distâncias. General eletric. 128-) Saia plumbífera ----. IERMN.É o exame radiológico que é responsavel pela mensuração dos membros ( geralmente os membros inferiores ).Geralmente por excesso de Kv ( penetração ).Fator radiológico expresso em segundos ou seus múltiplos. 134-) Teste de KNUTSON ----. 8th ed. ( Distribuição interna ). Rio de janeiro. São varias folhas de borracha plumbífera com finalidade de radioproteção. 2th ed.Válvula com função de transformar a corrente alternada em contínua. J. Sueli Ferreira. 1966. O mesmo que escanografia. outras radiações. IERMN. 1973 ( distribuição interna ).Acessório acoplado ao seriógrafo. Coletânea dos temas livres da II jornada de técnica radiológica do IERMN. ANSON. 140-) Vidro plumbífero ----. Diagnostic radiography.Representação dinâmica do corpo humano através de um ecram fluoroscópico ou radioscópico.Técnica em que o paciente faz uma hiperflexão e uma hiperextensão do tronco. K. Física e química aplicadas a radiologia. corresponde a um AP de coluna tóraco-lombar para escoliose. 1964. organização panamericana de la salud e organização mundial de la salud. BOISSON. 139-) Velamento ----. Human anatomy. 1974.00m e normalmente a 1. Rio de Janeiro. Técnica radiológica de urgência em crânio e face.Onde se implantam os dentes. 12th ed.Filme que sofreu ação da umidade. 1971. F. Marilene Monteiro. 1974 – ( distribuição interna ). PASCHOAL. Inácio Gonçalves da. geralmente acima de 1. que associado ao mA obtemos o mAs ( quantidade de raios-X ).

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