Técnica radiológica médica Luiz Fernando BOISSON. Serviço de radiologia do hospital municipal Miguel Couto.

Registro de direitos autorais - B.N. Rio de janeiro. 4º EDIÇÃO revisada e ampliada. 1980

Uma homenagem aos médicos radiologistas do Hospital Municipal Miguel Couto. Dr. Felicio Jahare Dr. Aldo Leite Ribeiro Dr. Paulo Menezes Nogueira Penido Dr. Luiz Alberto Moreira de Souza Dr. Hugo Cordovil Dr. João Carlos Tosin Lopes Dr. Aluisio Pereira

ÍNDICE .
01 - Técnica radiológica. Introdução
Incidência ou projeção. É o conjunto de meios para a obtenção de uma radiografia. Os principais meios que condicionam a obtenção de uma radiografia são: - Fatores radiograficos - Posicionamento - Raio central.

Fatores radiológicos
Os fatores radiológicos básicos são : - mA ( miliampere ) ==> 1/1000 A - Kv ( quilovolt ) ==>1 x 1000 volts - .e ( espessura ) ==>em cm e suas frações - .d ( distancia ) ==>em m e suas frações 1 - mA ( miliampere ) O mA que penetra na ampola é o responsável pelo aquecimento do filamento catódico, que libera os eletrons para chocaren-se no anódio, produzindo os raios-X. A miliamperagem utilizada numa determinada radiografia, associada ao tempo ( segundos e suas frações ) , nos dá o mAs ( miliampere-segundo ) , que representa a quantidade de raios-X. A - Tempo ( t ) ==> O tempo a ser utilizado numa radiografia é proporcional á incidência, aplicada ao exame radiológico. O tempo de exposição dos raios-X coincide com o tempo de aquecimento do catódio ( polo negativo ). B - mAs ( miliampere-segundo ) ==> represente a quantidade de raios-X emitida durante a exposição. O mAs é o responsável pelos contrastes fortes, isto é, o preto e o branco. Obtemos o mAs multiplicando o ma ( miliampere ) pelo t ( tempo ). .mAs = mA x t Exemplos : .mAs = ? .mA = 300 ==> mAs = 300 x 0,5 ==> mAs = 150 t = 0,5 s ________________________________________________________________________________ .mAs =? .mA =200 ==> mAs = 200 x 1,0 ==> mAs = 200 t = 1,0 s ________________________________________________________________________________ .mAs = ? .mA = 100 ==> 100 x 2,0 ==> mAs = 200 t=2s ________________________________________________________________________________ Podemos concluir : Numa mesma unidade de tempo, quanto maior o mA, maior a quantidade de raios-X. Com alta miliamperagem, podemos conseguir grande quantidade de raios-X, com tempo curto. 2 - Kv ( quilovolt ) O Kv ( quilovolt ) representa a velocidade de impacto dos eletrons liberados do catódio ( - ) contra o anódio ( + ) . Quanto maior a quilovoltagem, menor o comprimento de onda e maior a penetração dos raios-X. O Kv é o responsável pelos contrastes intermediários entre o preto e o branco. Podemos obter a quilovoltagem multiplicando a espessura ( e ) da região a ser examinada por 2 ( dois ) e somando uma constante ( k ). Para um mesmo exame a constante pode variar de acordo com o tipo de aparelho. Kv = 2 e + k Exemplos : Kv = ? .e = 20 cm ==> Kv = 2 x 20 + 30 ==> Kv = 70 .k =30 ________________________________________________________________________________ Kv = ? .e = 15 cm ==> 2 x 15 + 60 ==> Kv = 90 t = 60 ________________________________________________________________________________ Kv = 80 .e = 25 cm ==> 80 = 2 x 25 + k ==> k = 30 k=? ________________________________________________________________________________ Kv = 100 .e = ? ==> 100 = 2 x e + 60 ==> e = 20 cm k = 60 3 - e ( espessura )

Incidências localizadas. . OAE . com a finalidade de esclarecer uma hipótese diagnostica. Exemplo : Fazer panorâmicas do crânio no estudo radiologico do osso temporal ou da sela turca. Posicionamento É a posição em que o operador coloca o paciente para obtenção de uma determinada incidência. isto é. Mão . mais próxima do filme. as radiografias devem incluir a articulação tibio-társica. luxação da cabeça do rádio.Perfil esquerdo ou lateral esquerda. puntiforme.R. perna. abdome simples. que variam entre 1.Obliqua posterior esquerda.Obliqua posterior interna ou medial. A identificação deve ser colocada numa região que não sofreu exposição.Perfil interno ou perfil medial.Rotina : Antero-posterior ( AP ) . OAI ou OAM -Oblíqua anterior interna ou medial. Exemplo : Fratura no terço distal da perna. Nas radiografias de braço. deve-se sempre incluir a articulação mais próxima do local afetado. Incidências que apresentam como ponto de referência a região do paciente mais próxima do filme : Pesq. Região direita do paciente mais próxima do filme.Obliqua anterior externa ou lateral. teremos que quadruplicar a densidade da radiação. mais próxima do filme. mais próxima do filme. Região posterior externa ou lateral. AXIAL . também chamadas "spot film" ( to spot = localizar ) .. Pext ou Plat . para termos uma radiografia de padrão semelhante. crânio. deve-se sempre utilizar os maiores filmes. Região posterior interna ou medial. antebraço. Escolha de filmes.Perfil direito ou lateral direita. Pint. com os mesmos fatores. Região anterior externa ou lateral. Região anterior mais próxima do filme.De acordo com a espessura da região a ser examinada. Região interna ou medial. ou Pmed . São as incidências pelas quais o radiologista pode incluir na rotina..Postero-anterior ( PA ) . cilindros. como acontece normalmente nas radiografias de coxa e perna. na procura de eventuais fraturas ou luxações.50 e 2. mais próxima do filme. pois num mesmo posicionamento. que são efetuadas a maiores distancias. Perfil esquerdo ( Pesq. que fugiria assim á percepção do radiologista. Fazer panorâmica de abdome no estudo dos rins ou vesícula.d ( distancia ) A distancia foco-filme para a maioria dos exames radiológicos é de 1 m. Região anterior direita. Exemplos : Perna . nunca devemos realizar um exame radiológico somente com incidências localizadas. OPI ou OPM . Sempre que formos estudar detalhadamente uma região. OPE . pois utilizam diafragmação ou colimação. mais próxima do filme. É bastante freqüente encontrarmos associada a uma fratura completa de cúbito. mais próxima do filme. penetra na região posterior saindo na região anterior. Essas incidências. que são as regiões onde estão os ossos mais longos do corpo humano. que utilizam a diafragmação somente para o tamanho do filme. necessário para estudar radiologicamente uma determinada região. cones e outros localizadores. mais próxima do filme. A espessura entra na fórmula para a obtenção do Kv : Kv = 2 e + k Há uma certa padronização do mAs para cada região do corpo humano a ser examinada. realizado em filmes pequenos. pois ás vezes.C. o único que não é obliquo. Incidências panorâmicas.0 m De acordo com a lei de Kepler. o Kv e o mAs terão que ser ajustados de maneira precisa para obtermos uma radiografia de bom padrão. proporcional. para evitar que haja superposição do numerador com estruturas importantes para o exame. próximo á região que foi radiografada no "spot film". OPD . devemos sempre associar incidências panorâmicas e localizadas. ) Incidências complementares. OPE ou OPL . Como regra geral. Pdir .Obliqua anterior direita. com a finalidade de filtrar a radiação secundaria. Perfil externo ( Pext ) .Póstero-anterior . excetuando-se as telerradiografias ( tele do grego : distancia ) . O que especifica uma incidência é a penetração do raio central. que poderia não aparecer a um exame radiológico tecnicamente errado.Obliqua posterior direita. mais próxima do filme. Exemplo : Radiografia do tórax.Obliqua posterior externa ou lateral. Perfil interno ( Pint. saindo na região posterior mais próxima do filme.Postero-anterior ( PA ) .C. É o número mínimo de radiografias. coxa e perna. apresentam uma melhor definição da imagem. pode haver várias entradas de raio central diferentes. ) Tórax . aumentando em muito o detalhe da imagem. PA . Quando isso não for possível. sai perpendicular em relação ao maior eixo da ampola. Incidências de rotina. Região posterior direita. Região anterior interna ou medial. á densidade da região.Antero-posterior ( PA ) . mais próxima do filme. mais próxima do filme. Raio central É o feixe de raios-X.Antero-posterior . se dobramos a distancia foco-filme. Normalmente são projeções que utilizam a área total do filme. OAD . Região esquerda do paciente mais próxima do filme. pode haver uma patologia.R.Obliqua anterior esquerda. penetra na região anterior. é importante sempre que possível incluir no filme as articulações proximais e distais. Região anterior esquerda.Raio central percorre internamente o maior eixo da região a ser examinada. Tipos de incidências básicas Incidências que apresentam como ponto de referência a penetração do raio central : AP . São radiografias de grandes áreas anatômicas. etc. OAE ou OAL . em pacientes politraumatizados. Região posterior esquerda. Obliqua anterior interna ( OAI ) Antebraço . além da espessura. Região externa ou lateral. 4 . Como regra geral.Perfil externo ou perfil lateral.

deve Ter uma identificação que especifique esses lados. Há certas incidências que a identificação tem que ser de maneira atípica : Exemplos : Perfil de crânio com paciente em heme-decubito-lateral : Deve ser colocado ao nível da região mentoniana. número de registro e iniciais. PA / Pint. A identificação nunca deve sobrepor estruturas importantes ao exame radiológico e deve sempre aparecer totalmente no campo radiográfico. com a data do exame. . O ato de conferir a identificação deve exigir grande atenção por parte do operador. de importância secundaria. Incidências. Quando for o caso de duas incidências localizadas num mesmo filme. PA / AP / Pint. que possam se superpor a imagem radiográfica. uma 5º dedo – Auricular ou mínimo  falange média ou 2ª falange e uma falange distal ou 3ª falange. de maneira que a região palmar fica voltada para frente. Se for colocado próximo a qualquer um dos três vértices restantes do filme. também indicará a região do chassis onde se colocará o numerador. Obliqua posterior interna ( OPI ) ________________________________________________________________________________ Seios da face . que tornará o exame radiológico sem efeito. É importante referirmos que a posição anatomica do corpo humano. Hirtz ( H ) Identificação das radiografias Identificação é colocar o numerador de maneira que apareça na radiografia. que estabelece a colocação do numerador. Nas incidências em perfil. Dedo ( 2º ao 5º Quirodáctilo ) Estudo radiológico – 2º ao 5º quirodáctilo. estudando os lados direito e esquerdo de alguma região. superpondo-se então com a mandíbula.Rotina : Fronto-naso ( FN ) . coloca os membros superiores em supinação. Há uma convenção. Essa superposição deve ser aceita. não irá aparecer na imagem por causa da alta quilovoltagem utilizada nessas radiografias. Colocação do numerador. 1º dedo – polegar – apresenta uma falange proximal ou 1ª falange e uma distal ou 2ª falange. nesse caso. Exemplo : OAD ( obliqua anterior direita ) de tórax em posição ortostática : Será colocado na região superior direita do chassis com sua frente voltada para o filme.Membro superior. a colocação do numerador no lado direito ou esquerdo. Mento-naso ( MN ) Complementares : Perfil esquerdo ( Pesq. passa a não Ter tanta importância. pois se o numerador for colocado num espaço vazio por trás da coluna. não mais conseguimos ler a data.Complementares : Obliqua posterior externa ( OPE ) . número de registro e as iniciais. Devemos seguir como norma que o numerador sempre caia no lado esquerdo quando a radiografia em posição de observação. sempre no lado direito do paciente. numero de registro do paciente no hospital ou no serviço de radiologia e se possível as iniciais do nome do paciente. em ambos quando colocado ao chassis. Dedo ( quirodáctilo ). ou Pext / OAI / OAE PA O dedo deve ficar estendido com a sua região anterior apoiada sobre o chassis. superpondo-se com alguma parte da região anterior do tórax ou abdome. pois uma radiografia com numeração errada representa uma grave falha. o numerador acompanha a inversão do posicionamento. Quando o paciente está em AP o numerador é colocado de maneira que se consiga ler a data . Nos exemplos citados o numerador será colocado com a face anterior voltada para o filme. A colocação do numerador nas incidências obliquas acompanha a mesma convenção da antero-posterior ( AP ) e postero-anterior ( PA ). 02 . Nesse caso. poderá superpor estruturas de grande importância no estudo radiológico do crânio. pois neste caso deixa de existir o lado direito e esquerdo e sim o anterior ou ventral e o posterior ou dorsal. A posição do doente. / Pext / OAI / OAE / OPI /OPE Incidências de rotina. Quando está em PA. Paciente de pé ==> parte mais alta do chassis Paciente sentado ==> no lado do chassis Paciente deitado ==> parte mais baixa do chassis Quando a radiografia é colocada no negatoscópio a imagem do numerador deve estar colocada á esquerda do observador. Retirar anéis ou outros adornos. como é feito no estudo da cervical. ) . Perfil de colunas torácicas e lombar em posição ortostática : Deve ser colocado na parte superior do chassis. 2º dedo – índex ou indicador  Apresentam uma 3º dedo – Médio  falange proximal 4º dedo – Anular  ou 1ª falange.

Obliqüidade de aproximadamente 45º entre o dedo e o chassis. penetrando na articulação metacarpo-falangeana. Para isso. respectivamente. cirúrgicas. entrará na concavidade. entre o dedo e o chassis. Esta projeção apresenta a desvantagem de não apresentar totalmente o 1º metacarpiano na imagem. OAI E OAE As projeções obliquas. B-) Colocar a mão em posição lateral. O raio central então. . a mão e o antebraço devem ficar em linha. como em imobilizações ortopédicas. Raio central perpendicular. sem ficar em posição incômoda. etc. O dedo que vai ser radiografado deve ficar estendido e os outros. por isso seu estudo radiológico se dá de maneira diferente. Raio central perpendicular. a região externa da mão fica mais próxima do filme. apoiados sobre a mesa e chassis. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. em proporção com as obliquas posteriores. junto aos outros dedos. Esta incidência só deve ser utilizada nos casos de controle de fratura ou luxação onde a imobilização deve ser feita com a falange em posição anatômica de repouso. Incidências PA / AP / Pint / Pext / OPI / OPE /OAI / OAE .O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa. OAE Região anterior externa do dedo mais próxima do filme. essas incidências devem participar da rotina. Incidências de rotina PA / Pext / OPI / OPE PA Podemos obter o PA do polegar de duas maneiras : A-) Apoiamos a região anterior do dedo no chassis. que deverá estar colocado numa das extremidades da mesa. de uma maneira geral. apoiado sobre o chassis. apresenta dificuldade nesse posicionamento. É de grande importância a inclusão na radiografia do 1º metacarpiano em sua totalidade. Normalmente. por isso. OPI e OPE Somente utilizamos as obliquas posteriores quando o paciente apresenta qualquer tipo de alteração que o obrigue a manter os dedos numa certa flexão. de maneira que o polegar fique em PA. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange ou proximal. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 2ª falange ou na cabeça da 1ª falange. Obliqüidade de aproximadamente 45º. por causa das freqüentes fraturas de sua base ( fratura de BENNETT ) Raio central perpendicular. separando os espaços inter-articulares. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. para evitar a superposição. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange. Estas incidências podem ser realizadas com a região interna ou externa da mão e antebraço apoiados sobre a mesa e chassis. se apresenta implantado na mão de maneira obliqua. fletidos ao máximo. A OAI e OAE são as que apresentam maior facilidade de posicionamento. a região do 5º dedo. Os dedos. por ser o responsável pelo exercício de pinçar. Pint ou Pext Utilizar o Pint ou o Pext vai depender da posição que for mais cômoda para o paciente e em segundo plano a que aproximar mais o dedo do filme. colocar um apoio radiotransparente sob o polegar. 5º metacarpiano e cúbital. dependendo se for o perfil interno ou o perfil externo. Raio central perpendicular. Para isso. AP Região posterior ou dorsal do dedo. ou na cabeça da 1ª falange. devem ficar apoiados. qualquer uma das duas pode participar da rotina. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange ( proximal ). apresentam grande importância nas suspeitas de fraturas articulares e como sabemos da grande freqüência dessas fraturas ao nível dos dedos. Se houver dificuldade do paciente manter essa posição. Por isso deve utilizar sua outra mão para manter o lado a ser examinado fixo e os dedos fletidos. com uma pequena flexão. OAI Região anterior interna do dedo. quadros reumáticos avançados. enquanto a interna fica erguida. Polegar ( 1º Quirodáctilo ) ESTUDO RADIOLÓGICO DO 1º DEDO ( POLEGAR ) O polegar. os objetos. isto é. mais próxima do filme. o paciente com uma contusão. enquanto o outro lado fica mais afastado. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. de maneira que possa apoiar a mão sobre o chassis. Raio central perpendicular.

NOTA As radiografias de rotina para dedo. colocá-la em concha. Raio central perpendicular. ou qualquer condição patológica na região posterior. Raio central perpendicular. Obliqüidade dedo-chassis de aproximadamente 45º Raio central perpendicular na 1ª articulação metacarpo-falangeana. girar a mão para dentro ( OPI ) e girar a mão para fora ( OPE ) .03 / fino / 1m / não / 18x24 Mão – A mão é composta por três grupos ósseos distintos : OSSOS DO CARPO. girando a região do polegar. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana.AP Podemos obter o AP do polegar de duas maneiras : A-) girar a mão em pronação máxima. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. Raio central perpendicular. Retirar anéis. METACARPO. Pint Girar a mão em supinação. deve tracionar os quatro dedos para trás. que seja necessário aproximar mais do filme. antebraço e braço devem ficar apoiados sobre o chassis e a mesa. de maneira que possa apoiar a mão sobre o chassis. O polegar deve ficar apoiado sobre um anteparo radiotransparente para fixar o posicionamento. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. Raio central perpendicular. devem ser em número de quatro. Estudo radiológico Incidências PA / AP / Pint com flexão e com extensão / Pext / OAI / OAE / OPI / OPE Incidências de rotina PA / OAI PA ou DORSO-PALMAR A região anterior ou palmar deve ficar apoiada sobre o chassis. Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 38 / 3 / 100 / 0. penetrando ao nível da 3ª articulação metacarpo-falangeana ( na grande prega transversal da mão ). dividido com placas de chumbo ou por colimação. FALANGES. até que a região posterior do polegar fique em contato com o chassis. FATORES. Raio central perpendicular. 3º metacarpiano e antebraço devem ficar em linha. OAI e OAE A partir do posicionamento em PA ( A ). Para fixar o posicionamento e melhorar a demonstração de 1º metacarpiano. deve ser de aproximadamente 45º . Esta projeção apresenta a desvantagem de não apresentar com boa definição o 1º metacarpiano. O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa. É o posicionamento em perfil. . AP ou PALMO-DORSAL Região posterior da mão. Raio central perpendicular. suavemente para dentro. o paciente. apoiados sobre a mesa e o chassis. forçar uma rotação interna do polegar ( OAE ) e outra externa ( OAI ).05s / fino / 1m / não / 24x30 Pint em extensão A região interna da mão. Esta incidência deve ser utilizada nos casos em que haja uma certa flexão de qualquer uma das articulações da mão. sem ficar em posição incômoda. Pext Com a mão em PA. B-) girar a mão em supinação máxima até que a região posterior do polegar fique em contato com o chassis. Obliqüidade dedo-chassis. Para fixar o posicionamento deve-se colocar um apoio radiotransparente sob a região dorsal interna da mão. podendo-se utilizar um filme 18x24cm. pela maior facilidade de posicionamento. com a outra mão. O 3º dedo. penetrando a 3ª articulação metacarpo-falangeana. pulseiras ou outros adornos que possam aparecer na imagem radiográfica. até que o seu dorso fique apoiado no chassis. para obter um maior detalhe. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. Para conseguirmos um perfil rigoroso devemos colocar o braço fazendo um ângulo de 90º com o antebraço. mais cômodo para o paciente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. Essas incidências entram na rotina para polegar. OPI e OPE A partir do posicionamento em PA ( A ) de polegar. apoiada sobre o chassis.

penetrando na 2ª articulação metacarpo-falangeana. O antebraço deve ficar em linha com a mão. Raio central perpendicular. de modo que suas pontas toquem o chassis. Pext Região externa da mão. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 36 / 8 / 100 / 0. teremos um melhor estudo das regiões articulares e evitaremos que o paciente venha repetir o exame com suspeita de uma patologia. Para manter este posicionamento é necessário utilizar um apoio radiotransparente na região medial da mão. temos duas técnicas : A-) Retirar 3 Kv no PA e obliquas de mão e 5 Kv no perfil em extensão. o polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. devemos fazer de rotina o "PA" e o "perfil" em extensão. de maneira que o antebraço faça um ângulo de 90º com o braço. passando ao nível da 3ª articulação metacarpo-falangeana. Pint com flexão Esta incidência é feita com os dedos relaxados. Raio central perpendicular. O polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. Raio central perpendicular. Esta projeção pode ser importante em qualquer condição patológica situada próximo a região externa da mão.O polegar deve ficar paralelo. Obliqüidade mão-filme de 45º. O perfil sempre deve ser rigoroso. para ambos. No perfil externo. envolvendo o filme num papel radiopaco a luz. que é a diminuição do espaço articular. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa. o polegar deve colocar-se sobre a região do 2º metacarpiano e indicador. mais próximas do filme. O paciente coloca a mão sobre o chassis na posição de perfil interno. principalmente quando a indicação são luxações ou subluxações. penetrando de maneira que passe pela 3ª articulação metacarpo-falangeana. de maneira que o arco natural da mão seja mantido. O polegar pode ficar algo afastado da região palmar. mais próxima do filme. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. Raio central perpendicular. fazemos sem o ecram. penetrando na 2ª articulação metacarpo-falangeana. Raio central perpendicular. É usada para demonstrar o deslocamento para diante ou para trás. para que possa aproximar da mesa o seu braço e antebraço.05s / fino / 1m / não / 24x30 Mão ( corpo estranho ) NOTAS GERAIS 1-) corpo estranho Quando a indicação é corpo estranho. 2-) partes moles Quando nos interessa o estudo das partes moles. em fraturas dos metacarpianos. Pela maior dificuldade de posicionamento. Desta posição girar medialmente. mais próxima do filme. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. Obliqüidade mão-filme de 45º. aos metacarpianos e ao indicador.08s / fino / 1m / não / 24x30 OAI Região anterior interna mais próxima do filme. Somente nesta obliqua é utilizada na rotina por apresentar excelente definição dos componentes anatômicos da mão. de maneira que toda a sua região anterior fique em contato com o chassis. Raio central perpendicular. No perfil interno em extensão. Raio central perpendicular. com os dedos ligeiramente flexionados. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. estas projeções só devem ser utilizadas em condições especiais como por exemplo em pacientes politraumatizados. que se deseje aproximar do filme para um maior detalhe. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. B-) Aumentarmos 5 Kv em todas as incidências e realizarmos uma revelação manual rápida. 3-) Radiografia sem ecram reforçador Quando desejamos obter o máximo de detalhe numa radiografia de mão. medialmente. descansando sobre a mesa. . Tendo esse cuidado. OAE Região anterior externa. quando virmos que a posição do seu corpo facilita o posicionamento. devemos Ter o cuidado de estender bem os dedos. O paciente deve ficar sentado num plano baixo. diferente do posicionamento do perfil já descrito. através da maior aproximação do corpo estranho em relação ao filme. Qual dos dois perfis será definido. Obliqüidade mão-filme de 45º. com a região medial da mão e antebraço mais afastadas. O polegar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a região palmar. que poderá ser o interno ( medial ) ou externo ( lateral ). Exemplo : com ecram – 5 mAs / 42 Kv Sem ecram – 100 mAs / 45 Kv 4-) falsa diminuição do espaço articular Quando formos radiografar o "PA" de mão.

O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa para o posicionamento ficar mais cômodo. normal e em garra / AP / Pint / Pext / P com flexão / P com extensão / OAI / OAE / OPI / OPE / Desvio cúbital / Desvio radial / Incidência de STECHER / Incidência para canal carpiano Incidências de rotina PA / Pint / OAI / OAE PA Região anterior do punho. de maneira que suas pontas fiquem em contato com o chassis. de maneira que a região externa ou lateral do punho fique em contato com o chassis. igualmente. no meio do filme. O polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. B-) Mão normal – Região palmar estendida. Temos três métodos para realizar o PA : A-) Mão em concha – É o melhor. Raio central perpendicular.06s / fino / 1m / não / 18x24 Pint Região medial da mão. Esta incidência apresenta uma certa distância entre o punho e o chassis. deve fazer uma radiografia com flexão forçada e uma outra com extensão forçada. A mão deve se manter em linha com o antebraço. em garra e mão normal. A mão deve ficar em pronação máxima. encostada ao chassis e mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. mas os ossos do carpo do filme é a mão em concha. Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . É muito importante para a aferição da idade óssea a inclusão no filme de todos os grupos ósseos da mão e mais as zonas metafisárias e epifisárias do rádio e cúbito. mais próxima do filme. de maneira que passe ao nível de 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. O raio central para qualquer uma das três variantes do PA. Alguns autores acham necessário fazer somente da mão esquerda. no ponto médio do punho. a mão em concha. Para conseguirmos um perfil rigoroso de punho devemos fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. punho e antebraço apoiadas no chassis e mesa. mas os dedos em flexão forçada.05s / fino / 1m / não / 24x30 Punho O punho é composto pelos ossos do carpo. Pext Região lateral da mão e punho encostados no chassis. Estas projeções apresentam grande valor. penetra perpendicular 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. Raio central perpendicular. como no PA. AP Região posterior do punho. penetrando no ponto médio da grande prega do punho. mais próxima do filme. pois aproxima totalmente a região anterior do punho ao chassis. Raio central perpendicular. Deve ser uma exposição em PA comparativa de mão. penetrando ao nível do processo estilóide ( palpável na região mais proximal da tabaqueira anatômica ). Devemos fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. O polegar deve ficar medialmente paralelo ao 2º metacarpiano e ao indicador. P com flexão e P com extensão Com o paciente no mesmo posicionamento de perfil interno de punho. Só utilizamos o AP quando queremos aproximar do filme qualquer patologia que se apresente ao nível da região posterior do punho. penetrando 1cm abaixo do processo estióide do cúbito. que se apresentam em duas fileiras : Fileira proximal : Escafoide / Semilunar / Piramidal / Pisiforme Fileira distal : Trapézio / Trapezóide / Grande osso / osso ganchoso Estudo radiológico Incidências PA em concha. apresenta um certo afastamento entre o punho e o chassis. passando ao nível das 3ª articulações metacarpo-falangeanas. nos casos de suspeitas de luxações. Podemos utilizar. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 38 / 6 / 100 / 0. penetrando no processo estilóide do rádio. C-) Mão em garra – Região palmar encostada no chassis.Idade óssea ( mãos e punhos ) A medida da idade óssea do esqueleto pode ser feita através da tabela de GREULICH E PYLE ( 1959 ).

Obliqüidade punho-filme de 45º A imagem dessa projeção obliqua corresponde a OAI de punho. Paredes do canal carpiano Parede lateral : osso escafóide / osso trapézio Parede medial : osso Pisiforme / osso ganchoso Na imagem radiológica. OPE Região posterior externa do punho mais próxima do filme. fique em contato com o chassis. piramidal e osso ganchoso. também sem mover com o antebraço ou erguer. trapezóide ) e outros com menor definição como o semilunar e grande osso. O raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Esta projeção apresenta com boa definição o osso escafóide dissociado em quase todas as suas faces articulares. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do punho. A mão deve sofrer uma rotação interna. Raio central perpendicular. Incidência de STECHER (incidência para escafóide ) O punho deve ficar ajustado sobre o chassis. Podemos também colocar um saco de areia sob o chassis. Outros ossos do carpo bem evidenciados. Havendo dificuldade de manter o posicionamento. Obliqüidade punho-filme de 45º Esta projeção apresenta a característica de dissociar totalmente o pisiforme. OPI Região posterior interna do punho mais próxima do filme. penetrando 1. O chassis deverá estar colocado sobre um plano inclinado de 20º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 38 / 6 / 100 / 0. o assoalho do canal carpiano é formado pelo osso semilunar Incidência de GAYNER-HART ( incidência para o canal carpiano ) Região anterior do punho apoiada sobre o chassis.50 / 38 / 8 / 100 / 0. Obliqüidade punho-filme de 45º A imagem dessa projeção obliqua corresponde a OAE de punho.08s / fino / 1m / não / 18x24 OAI Região anterior interna do punho mais próxima do filme. penetrando 2cm acima do ponto médio do punho. até que a parede lateral do canal carpiano. Piramidal. podemos colocar um apoio radiotransparente sob a região palmar. Esta projeção apresenta com boa definição os ossos da parede medial do punho : Pisiforme. osso ganchoso e semilunar.06s / fino / 1m / não / 18x24 Canal carpiano É o canal por onde deslizam os tendões dos músculos flexores e os principais feixes vásculo-nervoso da mão. afastando do chassis qualquer parte da mão e punho. Incidência com desvio radial Região anterior do punho em linha com a mão apoiadas sobre o chassis e mesa. Raio central perpendicular. A partir desse posicionamento. penetrando 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. como na anterior. penetrando 1cm abaixo do processo do cúbito. para manter o posicionamento. OAE Região anterior externa do punho mais próxima do filme. trapézio. A imagem da OAE corresponde a OPI de punho. colocar um apoio radiotransparente sob a região palmar. A imagem radiográfica da OAI corresponde a OPE de punho. Raio central perpendicular. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do punho. A OAI demonstra com boa definição os ossos do carpo mais laterais ( escafóide. como na posição PA com a mão normal. Raio central perpendicular. hiperestender a mão e o punho e girar levemente no sentido medial. Outros ossos bem demonstrados : trapézio. no centro do punho. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 6 / 100 / 0. A outra mão deve auxiliar. penetrando 2cm acima do ponto médio do punho.06s / fino / 1m / não / 18x24 Incidência com desvio cúbital ( incidência para escafoide ) Região anterior do punho em linha com a mão apoiadas sobre o chassis e mesa. de maneira que forme um ângulo de 20º com o plano da mesa. . O polegar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a região palmar. trapezoide e semilunar. Obliqüidade punho-filme de 45º. no centro do punho. Para manter o posicionamento.5cm acima da região do escafóide ( parede medial da tabaqueira anatômica ). A mão deve sofrer uma rotação externa de maneira que o polegar fique em linha com o rádio.

O raio central penetra na região mais alta do canal. o pacienta deve sempre sentar próximo a uma das extremidades da mesa. por isso a necessidade da utilização do cone. sem supinar ou pronar a mão. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 10 / 100 / 0. Quando o polegar fica elevado. O rádio está colocado lateralmente no lado do 1º dedo ( polegar ) e o cúbito medialmente no lado do 5º dedo ( auricular ). pois são freqüentes as fraturas de cúbito com luxação da cabeça do rádio ( fratura de MONTEGGIA ). Raio central perpendicular. Pext Regiões externas do braço. em bloco. Esta incidência pode ser utilizada em crianças ou em politraumatizados que estejam em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. de maneira que fique em posição cômoda. uma perpendicular a outra.1s / fino / +_70cm / não / 18x24 Antebraço No antebraço encontramos 2 ossos. medialmente e lateralmente. respectivamente. A pesquisa de calcificações ao nível do canal é de grande importância. normalmente fazemos com uma inclinação média de 15º e 20º. Para conseguirmos um AP rigoroso do antebraço. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho. com a mão também posicionada como em perfil interno. A articulação do cotovelo também deve fazer um ângulo de 90º. a região palmar deve estar voltada para cima. de maneira que o braço fique quase totalmente apoiado sobre a mesa. duas incidências. O paciente deve sentar. 3-) ROTINA RADIOGRAFICA Pacientes com fortes traumatismos de antebraço nunca devemos forçar os posicionamentos de rotina. mas faremos sempre.08s / fino / 1m / não / 30x40 Pint Regiões internas do braço. para obtenção de um maior detalhe. antebraço e punho apoiadas no chassis. as vezes. aproximadamente a 3cm acima do plano do chassis. Para conseguirmos um perfil rigoroso. reações periostais ou outras lesões ósseas. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. deve haver um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. cotovelo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 10 / 100 / 0. O paciente deve girar o antebraço. Raio central perpendicular. o rádio e o cúbito. com o polegar apoiado no chassis. É de grande importância para o exame radiológico do antebraço. Obliqüidade antebraço-filme de 45º Estas projeções têm indicação quando o radiologista deseja esclarecer um diagnostico como. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa do antebraço apoiadas sobre o chassis. encostada no chassis. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho ( ou no meio do espaço entre o pico do olecrânio e o processo estilóide do rádio ). de maneira que forme um ângulo de 90º com o tórax. 2-) ESCOLHA DO FILME Excetuando-se os braços de crianças. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho ( ou no meio do espaço entre o pico do olecrânio e o processo estilóide do rádio ). cotovelo. no mínimo. antebraço e punho apoiadas no chassis. Essa inclinação vai variar com o grau de extensão que o paciente consiga obter com a mão. o braço deve ficar voltado para cima. .Raio central com uma inclinação cefálica tal que tangencie o maior comprimento do canal. que as duas articulações ( proximal e distal ) apareçam com boa definição na radiografia. os ossos do punho e do antebraço ficam em posição obliqua. que não fiquem bem evidenciadas nas incidências de rotina. certos traços de fratura. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pint AP Região posterior do antebraço. de uma maneira geral as radiografias devem ser feitas com filmes 30x40cm divididos no seu maior eixo. Com o paciente deitado. Raio central perpendicular. com placas de chumbo em duas partes.1s / fino / 1m / não / 18x24 NOTAS GERAIS 1-) POSICIONAMENTO Para facilitar os posicionamentos.

respectivamente. Com a mão em supinação. Esta projeção deve ser feita de rotina nos casos de pacientes com contusão ao nível do cotovelo. Raio central com inclinação cefálica tal que penetre perpendicular ao maior eixo do antebraço. Pext Regiões externas do braço. Havendo necessidade.08s / fino / 1m / não / 18x24 Pint Regiões internas do braço. medialmente e lateralmente. apoiar a região posterior do braço sobre o chassis e mesa. num ponto situado a 2cm acima ( em direção distal ) do pico do olecrânio em direção do antebraço. Essa incidência pode ser utilizada em crianças ou em politraumatizados. Normalmente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 8 / 100 / 0. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. penetrando no epicôndilo medial ou epitróclea do úmero. Fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. que apresentem indicação clínica de fratura ou luxação. cotovelo e antebraço apoiadas no chassis e mesa. o cotovelo deve girar em bloco. apoiada sobre o chassis.Cotovelo Os ossos que entram na articulação do cotovelo são o rádio. apresentando o mesmo ângulo de separação entre o braçochassis e antebraço-chassis. Estas incidências apresentam grande importância nas suspeitas de fraturas articulares. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. penetrando no epicôndilo lateral do úmero. por apresentar a articulação sob um outro plano. tem importância no estudo das fraturas articulares. Raio central perpendicular. O AP em extensão do cotovelo. Devemos colocar a mão em posição de perfil interno. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. Esta projeção. ou nos casos que esses pacientes consigam estender o braço e antebraço. Incidências AP em extensão e flexão / Pint / Pext / OPI / OPE / AXIAL / Incidências de rotina AP em extensão / Pint / AP em extensão Região posterior do braço. . Raio central perpendicular. O ângulo antebraço-braço de aproximadamente 45º. A articulação do cotovelo se mantém um pouco fletida. penetrando ao nível da prega do cotovelo. AP em flexão Região posterior do cotovelo. Obliqüidade cotovelo-filme de 45º. Com o braço para cima. Esta projeção deve ser feita de rotina nos pacientes de ambulatório onde a indicação clínica não é fratura ou luxação. com o olecrânio aparecendo num plano semiaxial. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa mais próximas do filme. A AP em flexão apresenta a fossa olecraniana do úmero livre. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 10 / 100 / 0. Com essa angulação retiramos totalmente o olecrânio da fossa olecraniana. devemos colocar um apoio sob o antebraço. para manter e facilitar o posicionamento. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. pronação  rotação interna ). A flexão do antebraço sobre o braço não deve ser forçada e sim o suficiente para aproximar as duas regiões anteriores. cúbito e úmero. O ângulo nunca deve ser superior a 30º porque a partir daí não conseguimos uma boa demonstração por causa da distorção de imagem. apresenta todos os componentes de articulação em visão frontal no seu maior eixo. cotovelo e antebraço apoiadas sobre o chassis e mesa.1s / fino / 1m / não / 18x24 Circunferência articular do rádio É a região da cabeça do rádio responsável pelos movimentos giratórios da mão ( supinação  rotação externa . não permitindo a extensão. Raio central perpendicular.08s / fino / 1m / não / 18x24 AXIAL ( incidência de PIERQUIU ) Com o braço flexionado. cotovelo e antebraço apoiadas sobre o chassis e a mesa. Cada um deles faz articulação com os outros dois. que estejam deitados em decúbito dorsal. deve fazer um ângulo com o tórax de 90º e a articulação do cotovelo também um ângulo de 90º. esses pacientes apresentam a região do cotovelo edemaciada.

apoiar a região posterior dorsal do braço. A região palmar deve ficar voltada para cima. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidência semiaxial Com o cotovelo flexionado. por causa dos múltiplos centros de crescimento ósseo. o úmero. 2cm acima do pico do olecrânio em direção do antebraço. O exame pode ser feito com o pacienta em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Para obtermos um melhor detalhe. É o principal componente da face posterior da articulação do cotovelo. Raio central perpendicular. Pint (B) Região interna ou medial do braço. Quando acontecer um caso de duvida na interpretação. . com a região dorsal da mão apoiada sobre a mesa. Raio central perpendicular. o braço então sofrendo uma rotação interna. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 8 / 100 / 0. Raio central perpendicular.08s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA RADIOGRAFIA COMPARATIVA As radiografias de cotovelo em crianças com suspeitas de fraturas são de difícil interpretação. Pela grande diferença de espessura entre o ombro e o cotovelo. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências de rotina AP em extensão / Pint / AP em extensão É o mesmo posicionamento do AP de cotovelo em extensão. que não causam incapacidade funcional. devemos fazer um estudo comparativo. Só devemos realizar a incidência especifica para olecrânio quando já tivermos feito as incidências de rotina para cotovelo. braço ou cotovelo. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pint (A) e (b) / Pext (A) e (B) / OPI / OPE Incidências de rotina AP / Pint AP Região posterior do braço. O braço deve fazer um ângulo de 90º com o tórax e com o antebraço. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. O braço apresenta um limite de espessura que a radiografia pode ser feita com a grade potter-bucky ou não. Olecrânio O olecrânio corresponde a epifise proximal do cúbito. Braço É o braço composto por apenas um osso. apoiada sobre o chassis ou mesa. devemos utilizar o cone. isto é. Só devemos fazer o estudo radiológico especifico para circunferência articular do rádio depois de termos feito as incidências de rotina para cotovelo. Paciente em decúbito dorsal. aconselhamos a utilização do efeito anódio.Pequenas fraturas ou fissuras dessa região. uma outra radiografia do lado sem queixas.08s / fino / 1m / não / 18x24 Pint É o mesmo posicionamento do perfil interno do cotovelo. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. A radiografia pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Devemos fazer duas incidências. É o maior osso do membro superior. sentado ou em posição ortostática. com o paciente fazendo uma pronação média e outra forçada. Raio central perpendicular. Pint (A) Região interna ou medial do braço. Ângulo braço-antebraço de aproximadamente 45º. as vezes tornam-se de difícil diagnostico. Para obtermos um melhor detalhe na imagem. A região palmar deve ficar em contato com a mesa. penetrando no meio do espaço entre a articulação escápulo-úmeral e o cotovelo. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. com o paciente fazendo uma pronação média e outra forçada. mesmo nas incidências de rotina para antebraço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. penetrando no epicôndilo lateral. mais próximo do filme. devemos utilizar o cone. Devemos fazer duas projeções.

Os fatores também são identicos ao AP de braço. de maneira que forme um ângulo de 90º com o tórax. Colo cirúrgico do úmero A região do terço proximal. Raio central perpendicular. no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. ou com qualquer outra imobilização. Paciente em decúbito dorsal. com o seu tórax e braço sobre um anteparo radiotransparente. Paciente em decúbito dorsal. Pext (A) Região externa ou lateral do braço. então a região do ombro vai receber mais radiação e a densidade da imagem radiografica vai se tornar mais homogênea. nos arriscando a não incluir o cotovelo na imagem. tentando fazer em supinação ou pronação. esta radiografia deve ser feita em posição ortostática. o lado do catódio ( negativo ) recebe mais 5% de radiação do que o lado do anódio ( positivo ). As obliquas de braço são feitas variando-se o grau de rotação interna e externa. o examinaremos sem retira-lo da maca. Raio central perpendicular. recebe o nome de colo cirúrgico. através da distorção da imagem. relacionado com o ângulo de inclinação da pista de choque dos eletrons no anódio. EXEMPLOS : Radiografia do braço  Catódio para o lado do ombro e anódio para o lado do cotovelo. necessitamos de incidências especiais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 10 / 100 / 0. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext ( incidência transtorácica / contactografia ) Incidências de rotina AP / Transtorácica / AP Posicionamento igual ao AP de braço "panorâmica". Nunca devemos forçar nenhuma posição. Na radiografia do braço normalmente notamos que a região do cotovelo fica mais penetrada e a região do ombro com pouca penetração. faremos na mesa de exames ou se o caso for muito grave. que deverá estar voltado para cima. O membro superior a ser estudado deve estar estendido. Quando vem em maca. Pext ou incidência transtorácica ( incidência de LAWRENCE ) . pois poderiamos correr o grande risco de tornar completa uma fratura. apoiada sobre a mesa ou chassis. Para evitar esse problema devemos deixar um espaço de +_4cm entre a articulação do cotovelo e o bordo inferior do filme. Radiografia do fêmur  Catódio para o lado da articulação coxo-femural e anódio para o lado do joelho. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo.1s / fino / 1m / não / 30x40 50 / 34 / 10 / 100 / 0. mais próximas do filme. O braço deve fazer um ângulo de 90º com o tórax e o antebraço.A região palmar em contato com a mesa. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. pois é o local onde estatisticamente ocorrem mais fraturas. Raio central perpendicular. Radiografia da coluna toraco-lombar  Catódio para o lado da coluna lombar e anódio para o lado da coluna torácica. Para conseguirmos um perfil rigoroso do colo cirúrgico do úmero. Essas incidências apresentam também grande valor quando as radiografias são para controle de fraturas e o paciente vem ao serviço de raios-x gessado. Um método que pode melhorar essa condição é subirmos com o raio central para a região do terço médio-proximal . 2-) Efeito anódio É o efeito que ocorre na ampola de raios-x. Raio central horizontal ao plano da mesa. modificando em muito o prognóstico para o paciente. penetrando perpendicular ao maior eixo do braço. Este posicionamento coloca o braço num perfil mais rigoroso que o anterior. A região palmar deve estar voltada para cima. alomgamos muito o braço. Com isso. OPI e OPE Regiões posterior interna e externa. logo abaixo da cabeça do úmero. A região dorsal da mão deve estar em contato com a mesa. O chassis deve ser colocado em contato com a região externa do braço. Quando há uma emissão de raios-x. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. temos que abrir no sentido longitudinal a colimação ao máximo para a radiação preencher todo o filem. apoiada sobre o chassis ou mesa. Quando o paciente vem ao serviço de radiologia andando e sem outros problemas. perpendicular ao grande plano da mesa. Quando utilizamos este método.1s / fino / 1m / sim / 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Raio central A espessura e densidade do ombro são maiores que as do cotovelo. Pext (B) Região externa ou lateral do braço.

bastando que se coloque um apoio radiotransparente sob o tronco e braços de maneira que fique num plano mais alto. Raio central perpendicular ou com inclinação cefálica de 5º. obtem-se uma boa definição da estrutura mais próxima do filme e a mais afastada em contato direto com a ampola. 2-) Para pacientes com indicação clínica de bursite. de maneira que o antebraço e mão envolvam a cabeça. as incidências de LAWRENCE e a contactografia poderão ser realizadas com o paciente em decúbito dorsal. Paciente em posição ortostática. Quando apresenta condições de fazer o exame em ortostática ou sentado. por isso é conveniente empregar um filtro de aluminio de 2mm de espessura. Para realizar a contactografia. com o fim de evitar a absorção excessiva de radiação secundária pelo doente. Com a contactografia obtemos um perfil rigoroso do úmero. Raio central deve penetrar na linha axilar média. quando o paciente não conseguir erguer com muita intensidade o braço mais afastado do filme. Paciente deve sentar ao lado de uma das extremidades da mesa. ampola que não tenha o bloco colimador. torna-se bastante ampliada e sem detalhe. devemos escolher no serviço de raios-x. podemos fazer o exame com grade fixa. Raio central perpendicular. cotovelo fazendo um ângulo de 90º e o antebraço e a região palmar apoiados sobre a mesa. o paciente deve inspirar lentamente pois através do flou-cinético conseguiremos apagar a imagem dos arcos costais. Pext em contactografia Região externa do braço a ser examinada mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi +_75 / / 200 / 100 / 2. é preferivel.4s / fino / 1m / sim / 18x24 AXIAL – supero-inferior Chassis o mais próximo possível da regiào axilar. A incidência transtorácica permite obtermos um perfil rigoroso do úmero. O tubo é colocado em contato quase direto com a pele. basta aproximarmos a maca. penetrando no processo coracóide do omoplata. Essa radiografia deve ser feita preferencialmente com o paciente em posição ortostática ou sentado. O outro braço deve ficar erguido ao máximo. saindo ao nível do colo cirúrgico do úmero. pois evita que deite sobre a região com uma possível fratura. Ombro ( articulação Escápulo-umeral ) É a articulação que se dá entre a cabeça do úmero e a cavidade glenóide do omoplata.Região externa do braço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi +_70 / / 180 / 60 / 3. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 40 / 100 / 0. Se o serviço de radiologia dispuser de estativa vertical com bucky ou mesa que fique na vertical. mais proxíma do filme. mais próxima do filme. penetrando ao nível do terço proximal do braço mais afastado. O paciente deve aproximar a região lateral do lado a ser examinado na estativa vertical com o antebraço também encostado e paralelo ao plano da estativa. indicada quando o paciente não consegue erguer o braço mais afastado do filme. colocada entre a região medial superior do braço e região lateral superior do tórax. . Raio central perpendicualr. de maneira que saia no colo cirúrgico do úmero mais próximo do filme. com o braço abdusido ao máximo. O ESTUDO RADIOLOGICO DEVE SER DIVIDIDO EM DUAS PARTES : 1-) Para pacientes com indicação clinica de fraturas ou luxações.0s / fino / 1m / sim / 24x30 CONTACTOGRAFIA É o método de exame que. se não. 1-) indicação de fraturas ou luxações Incidências AP / AXIAL ( supero-inferior / infero-superior ) Incidências de rotina AP / AXIAL infero-superior / Ombro ( articulação Escápulo-umeral para fraturas ou luxações ) AP Região posterior do ombro. articula-se com o acrômio do omoplata formando a articulação acrômio-clavicular. através da técnica de contato. que não possam ser retirados da maca. Na hora da exposição.0s / fino / ampola encostada / sim / 24x30 NOTA 1-) EM DECÚBITO DORSAL Doentes em estado muito grave. Não devemos forçar nenhuma posição especifica do braço ( rotação externa ou interna ) para não correr o risco de tornar uma fratura incompleta em completa ou outras lesões através dos fragmentos ósseos. sentado ou em decúbito dorsal. pois o ideal é aproximarmos o máximo possível o foco do paciente para conseguirmos uma maior ampliação. Esta radiografia deve ser feita preferencialmente com o paciente em posição ortostática. através da sua extremidade acromial. A clavicula.

Omoplata O omoplata é um osso chato. Paciente em posição ortostática. Através de sua cavidade glenóide faz articulação com a cabeça do úmero. Raio central com uma inclinação tal que penetre na região axilar e saia no acrômio perpendicular ao chassis. podendo fazer também em decúbito dorsal. Paciente em posição ortostática. sentado ou em decúbito dorsal. no serviço de radiologia. sua utilização é o ideal nesta radiografia. mais próxima do filme. A região palmar deve estar voltada para cima. Raio central com uma inclinação tal que penetre no acrômio e saia perpendicular ao maior eixo do chassis. AP em retroadução Região posterior do ombro. penetrando no processo coracóide do omoplata. O membro superior deve sofrer uma rotação externa de maneira que a região palmar fique voltada para a frente. o acrômio faz articulação com a extremidade acromial da clavicula.4s / fino / 1m / sim / 18x24 NOTA 1-) PESQUISA DE CALCIFICAÇÕES ESCAPULARES Normalmente as incidências em AP com supinação e pronação demonstram a grande maioria das clacificações justa articulares do ombro. mais próxima do filme. formando a articulação escapulo-umeral. normalmente não conseguem fazer este posicionamento. penetrando no processo coracóide do omoplata. Paciente em posição ortostática. sentado ou em decúbito dorsal. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências AP (A) e (B) / Pext / OAE / Incidências de rotina AP (A) / Pext / AP (A) Região postero-superior e lateral do tórax. penetrando no processo coracóide do omoplata. Raio central perpendicular. . apoiando o braço doente em qualquer anteparo. que se coloca de maneira obliqua na região postero-superior do tórax. com o acrômio coincidindo com o seu ponto central. AXIAL – infero-superior Chassis apoiado na região superior do ombro.12s / fino / 1m / não / 18x24 INDICAÇÃO DE BURSITE ( PERITENDINITE CALCAREA ) Incidências AP em supinação / AP em pronação / AP em abdução / AP em retro-adução Incidências de rotina AP em supinação / AP em pronação / AP em supinação Região posterior do ombro. Nesta projeção o torquiter fica projetado no centro da cabeça do úmero. As incidências axiais apresentam extrema importância nas fraturas e luxações. Os pacientes que se apresentam em quadro agudo de bursite. Paciente em posição ortostática ou sentado. mais próxima do filme. O paciente faz a abdução máxima que conseguir. chassis curvo. flexionando o cotovelo e colocando o antebraço sob a região lombar. Raio central perpendicular. ela acompanha em todos os posicionamentos a mesma região óssea.Quando possuimos. O membro superior deve sofrer uma rotação interna de maneira que a região palmar fique voltada para trás ( em contato com a mesa ). sentado ou em decúbito dorsal. formando a articulação acrômio-clavicular. Raio central perpendicular. Superiormente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 40 / 100 / 0. mais próxima do filme. preferencialmente. por isso então indicase o AP em abdução e retroadução. O membro superior em extensão faz uma abdução de 90º com o tronco. podendo-se ver os deslocamentos anteriores e posteriores dos ossos ou dos fragmentos ósseos. Caso seja uma ilhota óssea. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. Algumas vezes fica a duvida se as calcificações são ilhotas dentro do osso. Esta projeção dissocia o troquiter do úmero. AP em pronação Região posterior do ombro. sentado ou em decúbito dorsal. mais próxima do filme. O outro braço deve firmar o chassis. penetrando no processo coracóide do omoplata. de maneira que não se movimente na hora da exposição. O membro superior em pronação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 12 / 100 / 0. AP em abdução Região posterior do ombro. pois a região visualizada como numa incidência lateral.

Quando houver suspeita de fratura ao seu nível. mais próximas do filme. Os arcos costais são afastados do campo do omoplata. Raio central perpendicular. o raio central percorre o seu maior eixo. Paciente em posição ortostática ou sentado preferencialmente. mais próximo do filme. Deve colocar a mão na cintura e encostar a região anterior do ombro na estativa. penetrando no meio do espaço entre o ângulo distal e proximal do omoplata. Membro superior do lado a ser examinado em ligeira supinação e abdução.Supinar e abdusir ligeiramente o membro superior do lado a ser examinado. Na obliqua posterior direita estudamos a cavidade glenóide direita e vice-vesa. O braço do lado a ser examinado com ligeira supinação e abdução. Incidência AP Região postero-superior e lateral do tórax. penetrando no processo coracóide do omoplata. Paciente em decúbito dorsal. de uma maneira geral. Paciente em obliqua anterior direita. Incidências para ângulo distal Região lateral do osso. A melhor posição é o paciente em ortostática. penetrando 2cm abaixo do ponto médio da espinha do omoplata. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 50 / 100 / 0. zona importante de inserção muscular. Paciente em posição ortostática ou sentado. por causa da superposição do omoplata em quase toda a sua totalidade com os arcos costais. Cavidade glenóide do omoplata A cavidade glenóide. penetrando na cabeça do úmero. Incidências OPD / OPE OPD e OPE Regiões posterior direita e posterior esquerda respectivamente. O membro superior do lado a ser examinado em retro-adução forçada. Processo coracóide do omoplata O processo coracóide é uma projeção óssea em sentido anterior. Raio central com uma inclinação cefálica de 20º penetrando no processo coracóide. Raio central perpendicular. . sentado ou em hemi-decúbito lateral. devemos fazer a incidência axial de ombro "infero-superior" e o AP especifico para processo coracóide. sentado ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 50 / 100 / 0. Supinar e abdusir ligeiramente o membro superior do lado a ser examinado. a radiografia do omoplata é feita com raios divergentes. com o raio central fora do centro da estativa. podendo fazer também em decúbito dorsal. Com este movimento o ângulo distal do omoplata fica totalmente dissociado. mais próxima do filme. Obliqüidade paciente-filme de 70º. penetrando 4cm abaixo do ponto médio da clavicula. AP (B) Região postero-superior e lateral do tórax mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática. Colocar o meio do maior eixo longitudinal do omoplata coincidindo com a linha central da estativa vertical. conseguindo-se assim um AP de omoplata com pouca superposição. quando queremos o perfil da escápula direita e vice-vesa. Obliqüidade paciente-mesa de aproximadamente 45º. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Nas incidências de rotina. é o mesmo posicionamento do PA de tórax.5s / fino / 1m / sim / 18x24 OAE Região anterior externa do omoplata mais próxima do filme. para articulação escapulo-umeral e omoplata. O membro superior do lado a ser examinado deve ficar erguido.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Ângulo distal do omoplata O ângulo distal é a região mais inferior do omoplata que as vezes não fica bem demonstrada nas incidências convencionais. isto é. Esta projeção apresenta desvantagem em relação a anterior. caracteriza-se por ser rasa.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Pext Bordo externo ou axilar mais próximo do filme. Assim. sentado ou em hemi-decúbito lateral. envolvendo a cabeça. Raio central perpendicular. nem sempre a fossa articular glenóide aparece com boa definição. Esses movimentos colocam o maior plano do omoplata paralelo ao filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 30 / 50 / 100 / 0. com o corpo em perfil. Paciente em posição ortostática. Nas incidências frontais o processo coracóide é visto de uma maneira axial.

direita e esquerda. O raio central deve entrar com uma inclinação tal que saia perpendicular ao eixo formado pelo acrômio e a clavicula. na altura da articulação e ele mesmo deve firmar o chassis com o outro braço.inclinado. Esta projeção deve entrar na rotina mínima pois com ela temos uma noção exata de posição das duas articulações vistas frontalmente.C. penetrando no ângulo distal do omoplata. Paciente em posição ortostática. coloca-se um apoio sob o tórax e o raio central horizontal. sentado ou em decúbito dorsal.3s / fino / cone encostado / sim / 18x24 AXIAL Região superior da articulação em contato com o chassis. AP localizada Região postero-superior e lateral do tórax mais próxima do filme. o filme deve ser colocado no seu ombro. Apresenta movimentos relacionados com os da articulação escapulo-umeral.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Incidências comparativas As incidências cpmparativas para articulação acrômio-clavicular devem ser feitas em filmes 30x40.Para obtermos mais detalhes na imagem radiografica devemos utilizar o cone. Raio central perpendicular. AP (C). de maneira que. pois poderiam causar falsas interpretações. sentado ou em decúbito dorsal.comparativa com o raio central perpendicular Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme. Raio central com uma inclinação podálica de 10º penetrando no meio do espaço entre as duas articulações acrômio-claviculares.perpendicular. porção superior-lateral do omoplata e pela extremidade acromial ou lateral da clavicula. É composta pelo acrômio. Com o paciente em posição ortostática. neste caso. Raio central perpendicular. devemos Ter o máximo cuidado em não movimentar o paciente. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. A inclinação podálica dissocia a articulação acrômio-clavicular da cabeça do úmero. mais ou menos 20º cefálicos. O paciente deve segurar pesos em ambas as mãos de maneira que force as articulações.comparativa com carga Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme. (B)R. coloca-se o paciente em obliqua posterior direita até aproximar ao máximo a articulação do filme. Paciente em posição ortostática ou sentado. Paciente em posição ortostática. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP comparativa (A)R.comparativa com raio central inclinado Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. Para estudar a articulação esquerda. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 35 / 30 / 100 / 0. Paciente em posição ortostática ou em decúbito dorsal. Esta incidência tem indicação nos casos de suspeita de luxação na articulação. com os braços ao longo do corpo. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações acrômio-claviculares.4s / fino / 1m / sim / 18x24 Articulação Acrômio-clavicular Encontrada bilateralmente na região mais proximal do membro superior e é onde se dá a articulação da cintura escapular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 12 / 100 / 0. Devemos utilizar o cone para obtermos mais detalhes.C. AP (B). em apenas uma exposição demonstre as duas articulações. Para estudar a articulação direita. fazemos a obliqua posterior esquerda. Paciente em posição ortostática. . (C)Com carga / AP localizada / AXIAL Incidências de rotina AP comparativa (A) / AP localizada / AXIAL / AP (A). Raio central com uma inclinação podálica de 10º na articulação. Com duas exposições. Raio central perpendicular. sentado ou em decúbito dorsal. penetrando na região axilar.

. obliquando o corpo para o lado oposto a ser radiografado. Raio central com inclinação podálica de 20º. Devemos colocar um anteparo para que o chassis fique em posição. forma a articulação acrômio-clavicular e da sua extremidade esternal. Paciente em decúbito dorsal. Chassis encostado na região postero-superior do músculo trapézio. na rotina mínima.A – com o paciente em OAD e OAE Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. Paciente em hemi-decúbito lateral ou em posição ortostática.Clavícula A clavicula é um osso longo. Na comparativa deve sair no meio do espaço entre as duas claviculas e na localizada. A articulação a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. localizado bilateralmente nas regiões súperoanteriores do tórax. A incidência comparativa de clavicula é obrigatória em crianças e adolescentes. que corresponde a um perfil de clavicula.4s / fino / 1m / sim / 18x24 e 30x40 AXIAL Região póstero superior do tórax mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre as extremidades acromial e esternal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 35 / 12 / 100 / 0. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências AP comparativa e localizada / PA comparativa e localizada / AXIAL . sentado ou em posição ortostática. penetrando ao nível do manubio esternal. Incidências de rotina AP comparativa e localizada / AXIAL / AP – comparativa Regiões póstero-superiores do tórax mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. forma a articulação esternoclavicular. sentado ou em posição ortostática. podemos indica-las em casos de pacientes que já estejam em PA e que necessitam do exame da clavicula. sentado ou em posição ortostática. A região mentoniana deve ficar em contato com a mesa. de maneira que o mesmo forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. Através de sua extremidade acromial. No adulto. coincidindo com a sua linha central. que se articula com a incisura clavicular do manúbio. Paciente em decúbito dorsal. podemos fazer somente a localizada. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA : A – com o paciente em OAD e OAE / B – com inclinação lateral do raio central / C – com o raio central perpendicular / Pdir ou Pesq / AXIAL / contactografia / tomografia em PA / Incidências de rotina PA com paciente em OAD e OAE / AXIAL / PA . PA – comparativa e localizada Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. AP – localizada Região póstero-superior direita ou esquerda do tórax mais próxima do filme. Radiografia localizada. porção superior do esterno. O raio central penetra no meio do espaço entre as extremidades acromial e esternal. É composta pela extremidade esternal da clavicula.12s / fino / 1m / não / 18x24 Articulação Esterno-clavicular Encontrada bilateralmente na região superior da parede anterior do tórax e apresenta movimentos relacionados com as fases respiratorias e com os movimentos dos membros superiores. Raio central com inclinação de 20º cefálicos. sair no ponto médio da clavicula. Paciente em decúbito dorsal. de grande importância para ver deslocamentos de fragmentos nas reduções cirúrgicas. por causa dos núcleos de crescimento ósseo. Raio central com inclinação de 20º cefálicos. Raio central com inclinação cefálica de 20º de maneira que saia perpendicular ao chassis. Paciente em decúbito ventral. que as vezes podem se confundir com traços de fratura. Estas incidências não entram na rotina pela maior dificuldade de posicionamento.

penetrando na altura da 4ª vértebra torácica. estas incidências não podem ser feitas com a grade. fazendo uma lordose forçada. Com o paciente em perfil direito e esquerdo são feitas duas incidências. Devemos inclinar a ampola lateralmente de 30º para o lado da articulação a ser examinada. Paciente em posição ortostática. incidindo na altura da 4ª vértebra torácica e saindo na articulação a ser examinada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 40 / 100 / 0. Esta incidência não demonstra com boa definição a face articular esternal. de preferencia as duas obliquas num mesmo filme. Normalmente fazemos a tomografia com o paciente em decúbito ventral na projeção póstero-anterior. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 60 / 100 / 0. Esta incidência deve participar da rotina pela excelente domonstração radiológica dos componentes articulares.2s / fino / tomo / sim / 18x24 NOTAS GERAIS 1-) Incidências obliquas A obliquidade do paciente ou do raio central no exame radiológico da articulação esterno-clavicular tem a finalidade de retirar a coluna torácica ( por causa da sua grande densidade ) do campo a ser radiografado. Paciente em posição ortostática ou sentado. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. fazer a tomo em perfil. Raio central perpendicular./ 80 / 100 / 0.2s / fino / 1m / não / 18x24 PA . que não venha indicado no pedido de exame pelo médico clinico. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / -.8s / fino / 1m / sim / 18x24 TOMOGRAFIA O estudo tomográfico é de grande importância no estudo da articulação esterno-clavicular. Devem ser executadas duas radiografias. sentado ou em decúbito lateral. Raio central incidindo na altura da 4ª vértebra torácica.6s / fino / 1m / sim / 18x24 PA . com inclinação lateral direita e esquerda. Estas incidências apresentam valor nas suspeitas de luxações ao nível da articulação.C – com o raio central perpendicular Região ântero-superior do tórax mais próximo do filme.O paciente em obliqua anterior direita é a posição para o estudo da articulação esquerda e em obliqua anterior esquerda estudamos a articulação direita. Raio central com inclinação podálica de 10º.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Pesq ou Pdir Região esquerda ou direita da articulação. Por causa da posição das lamínulas de chumbo da grade pooter-bucky. Normalmente convenciona-se fazer o perfil esquerdo em qualquer exame radiológico.B – com inclinação lateral do raio central Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. se ainda suscitar dúvidas no estudo tomográfico. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 20 / 100 / 0. O plano ótimo da articulação deverá estar 2cm para dentro da articulação mais próxima da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 50 / 100 / 0. O braço mais próximo do filme envolve a cabeça e o mais afastado deve forçar o ombro para baixo. TOMOGRAFIA EM PA Paciente em decúbito ventral ficando numa posição tal que aproxime o máximo as duas articulações da mesa. passando pela articulação e saindo na região axilar. O estudo radiografico da articulação esterno-clavicular deve ser sempre bilateral ( comparativo ). Raio central incide ao nível de T4. com as mãos cruzadas para trás. 2-) APNÉIA . por causa da superposição com a coluna torácica. Paciente em decúbito ventral.4s / fino / 1m / sim / 18x24 AXIAL Regiões laterais direita e esquerda da articulação mais próximas do filme. penetrando na articulação.

Estender os dedos ao máximo. 03 . penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. Obliqüidade dedo-filme de 45º. mais próximas do filme. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo a ser examinado. mais próxima do filme. por isso chamamos de AP a radiografia feita com o dorso da mão mais próximo do filme. obtemos um melhor contraste para as articulações esterno-claviculares e auxilia na dissociação da clavícula das partes moles e costelas. mais próxima do filme. O raio central deve penetrar no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ( ou na cabeça da 1ª falange ). Artelho ( 1º ao 5º Pododáctilo ) Os dedos do pé apresentam a anatomia das falanges idêntica as falanges da mão. Fazendo em inspiração máxima e prendendo o ar. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ( ou na cabeça da 1ª falange ). escápulo-umeral e omoplata devem ser feitas com o paciente prendendo a respiração ( apnéia ). Utilizar estas incidências quando o paciente em decúbito ventral. OAI e OAE Regiões anteriores interna e externa. Estender os dedos ao máximo. Para facilitar o posicionamento devemos colocar um apoio sob os joelhos. Estender os dedos ao máximo.As radiografias de articulação acrômio-clavicular. na mão a contagem se dá de fora para dentro ( o polegar é o primeiro dedo ). a nomenclatura se confunde. Esta incidência pode ser feita quando o paciente vem em decúbito ventral e não tem condições de modificar a posição. ficando o maior eixo dos dedos paralelo ao filme. a contagem dos artelhos se dá de dentro para fora ( o grande dedo ou hálux é o primeiro ). respectivamente. Concluimos que chamaremos sempre de AP ou frontal as projeções que os raios-x penetrem pela frente. Colocar um apoio sob o dorso do pé e joelhos. Nas incidências para pé. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. para ver os espaços articulares. pois estas estruturas se movimentam nas fases respiratórias. do dedo. Para evitar superposição de falanges. OPI Região posterior interna do dedo. para não falsear diminuição do espaço articular. OPE Região posterior externa do dedo.Membro inferior Sabemos que a posição anatômica do corpo humano se dá com a região palmar voltada para frente. Colocar bolas de algodão entre os dedos próximos ao que vai ser radiografado. para facilitar e tornar mais cômodo o posicionamento. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo a ser radiografado. Girar o pé para dentro ( OAI ) e para fora ( OAE ). PA Região anterior ( dorsal ) do dedo mais próxima do filme. pois passamos a chamar de AP as radiografias onde o raio central penetra na região dorsal ( peito do pé ) e PA quando o raio central penetra na região plantar. 3-) Apnéia inspiratória As radiografias de articulação esterno-clavicular e clavícula devem ser feitas em apnéia. Estender os dedos ao máximo. devemos utilizar bolas de algodão entre os dedos próximos ao que vai ser radiografado. para conseguir visualizar os espaços articulares. Raio central perpendicular ou com inclinação cefálica de +_10º nos casos em que os artelhos não fiquem paralelos ao plano do chassis. Um outro apoio deve ser colocado sob o chassis. Estender os dedos ao máximo e colocar bolas de algodão entre os dedos para um melhor estudo radiografico. No pé. Obliqüidade dedo-filme de 45º. até que forme 45º com o plano do filme. mais próxima do filme. . pois se movimentam nas fases respiratorias. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / OPI / OPE / OAI / OAE / Pint / Pext / Incidências de rotina AP / OPI / OPE / AP Região posterior do artelho. com o corpo em posição anatômica.

Com a mão. A melhor maneira de obtermos um perfil do dedo é utilizar filme oclusal ( filme para radiografia de dente ). em posição ortostática ou em decúbito dorsal.6s / fino / 1m / não / 18x24 Radiografia sem ecram. . penetrando 1cm acima da 1ª articulação metatarso-falangeana. geralmente encontramos dois. do pé. AXIAL (A) Região da tuberosidade posterior do calcâneo apoiada no chassis. São ossos inconstantes e tem a finalidade de reforçar a musculatura a que estão ligados. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 40 / 36 / 3 / 100 / 0. do dedo. com a região plantar posterior erguida. estendendo o 1º dedo ( ou grande dedo ) e o 2º dedo ao máximo. também com função de manter o posicionamento do pé. mais próximas do filme. o paciente deve auxiliar afastando os dedos que se superponham. em relação com a região plantar. Raio central perpendicular ou com uma inclinação cafálica de 5º. Paciente sentado.3s / fino / 1m / não / 18x24 Pint e Pext Regiões interna e externa.8s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Regiãio externa ou lateral do pé. No pé. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. num plano mais alto do que o chassis. O paciente sentado. São núcleos ósseos encontrados na bainha ou na espessura dos tendões. penetrando ao nível dos sesamóideos ( 1cm abaixo da 1ª articulação metatarso-falangeana ). Raio central com uma inclinação podálica tal ( +_30º ). apoiando a região lateral da perna sobre a mesa. O paciente em posição ortostática ou sentado. em posição ortostática ou em decúbito dorsal.Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo. Obliqüidade pé-filme de 30º. Para manter a extensão devemos utilizar uma tira de fita adesiva. que percorra o maior eixo dos sesamóideos. para colocar a região plantar em contato com o chassis. fletindo os joelhos. Raio central penetra perpendicular. mais próximas do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / OPI / OPE / AXIAL (A) e (B) / Incidências de rotina AP / AXIAL (A) / AP Região plantar anterior. Raio central perpendicular. localizados próximos a 1ª articulação metatarso-falangeana. fletindo o joelho. respectivamente. colocando o pé em perfil rigoroso. Para isso a região plantar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a mesa. mais próxima do filme. OPI E OPE Regiões posteriores interna e externa. percorrendo o maior eixo dos sesamóideos. Raio central perpendicular. O dorso do pé deve ficar em linha com a perna. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 41 / 60 / 100 / 0. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 34 / 8 / 100 / 0. respectivamente. Raio central perpendicular ou com uma inclinação cefálica de 5º. Paciente sentado. penetrando 1cm acima da 1ª articulação metatarso-falangeana. Paciente sentado. As incidências para sesamóides devem ser feitas com o cone para obtenção de maior detalhe. AXIAL (B) Região plantar anterior mais próxima do filme. Estas projeções devem ser utilizadas quando houver suspeita de lesão nos sesamóideos que não tenham ficado bem definidas nas de rotina. A incidência em perfil apresenta valor nas suspeitas de luxações dos sesamóideos. Sesamóideo ( em forma de grãos de sésamo ). normalmente próximos a uma articulação. mais próxima do filme.

normalmente esta inclinação é de 15º. devemos fazer uma radiografia do outro lado sem queixas. Estender os dedos do pé. Sem o paciente retirar a região plantar do chassis é feita a dorso-plantar. metatarsianos. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. A incidência para ante-pé e retro-pé mostra as falanges. 5cm acima do plano do chassis. Paciente sentado.12s / fino / 1m / não / 24x30 AXIAL de calcâneo . Dorso-plantar (PA) Região dorsal do pé. se for necessário. Esta incidência é feita com o paciente em posição ortostática.Fileira anterior : Escafóide / cubóide / 1º cuneiforme ( ou medial ) / 2º cuneiforme ( ou intermediario ) / 3º cuneiforme ( ou lateral ) / METATARSO . fletindo o joelho de maneira que a região plantar fique apoiada sobre o chassis. no mesmo filme. a dorso-plantar e a axial de calcâneo. O chassis deve estar num plano pouco mais alto do que a mesa para facilitar o posicionamento. com o raio centra penetrando com 15º podálicos no tendão de aquiles. O raio central deve penetrar perpendicular ao maior eixo do dorso do pé. Incidência para ante-pé e retro-pé Região plantar apoiada sobre o chassis. é feita a axial de calcâneo. Paciente em decúbito dorsal com as pernas estendidas. Sempre que possível estender os dedos do pé. . Esta divisão é importante porque para o estudo do retro-pé é necessário mais uma incidência para podermos fazer um bom exame radiografico. penetrando na 3ª articulação metatarso-tarsiana. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 10 / 100 / 0.8s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Incidências comparativas Quandoa indicação clínica do exame for fratura e aparecer na imagem um traço hipertransparente cortando o sesamóideo. e é uma combinação de duas projeções. Pé ( Ante-pé ) Pé O pé é composto por três grupos ósseos distintos : OSSOS DO TARSO . colocar um apoo para evitar que o chassis caia.1s / fino / 1m / não / 24x30 Dorso-plantar e planto-dorsal Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 30 / 12 / 100 / 0. pois pode ser uma alteração no desenvolvimento ósseo ( sesamóideo bipartido ou tripartido ) e nesses casos costumam ser bilaterais.falanges : para o estudo radiológico. Dorso-plantar (AP) – (B) Região plantar em contato com o chassis. Paciente em decúbito ventral. (B) e (C) / Pint / OPI / OPE / OAI / OAE / Incidências de rotina ANTE-PÉ – DORSO-PLANTAR (AP) / OPI / RETRO-PÉ – DORSO-PLANTAR (AP) / OPI / Pext / Dorso-plantar (AP) – (A) Região plantar em contato com o chassis. ossos do tarso anteriores e calcâneo com boa definição. dividimos o pé em : . em ortostática ou em decúbito dorsal. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé ( +_15º cefálicos ).Fileira posterior : Astrágalo e calcâneo . logo após. mais próxima do filme. O chassis deve ficar perpendicular ao plano da mesa.Ante-pé  metatarso e falanges. Esta incidência é importante nos casos de pacientes politraumatizados ou que não tenham condições de fletir as pernas. colocando-se um apoio sob os joelhos para tornar mais cômodo o posicionamento. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências DORSO-PLANTAR (AP) (A) E (B) / DORSO-PLANTAR ( AP PARA ANTE-PÉ E RETRO-PÉ PLANTO DORSAL (PA) / Pext (A). para evitar superposição de falanges.Retro-pé  ossos do tarso.FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 35 / 8 / 100 / 0. O raio central deve incidir na 3ª articulação metatarso-tarsiana. Raio central perpendicular ao maior eixo da região plantar.

A imagem desta incidência corresponde a OPE de pé. O chassis deve ser colocado verticalmente em contato com a região externa do pé. mais próxima do filme. semelhantes as descritas anteriormente em Pext (B) e (C). Esta incidência. OAI Região anterior ( dorsal ) interna do pé.(A) Região externa ou lateral do pé. apesar de fácil posicionamento. por isso pertencendo a rotina mínima para retro-pé. perpendicular no centro do chassis. Esta projeção não entra na rotina mínima. Obliqüidade pé-filme de 45º. Apresenta ainda com boa definição os ossos escafóide. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé. mais próxima do filme. mais próxima do filme. Raio central horizontal ao plano da mesa. penetrando na 2ª articulação metatarso-tarsiana. Pext . apoiando a região plantar sobre um anteparo radiotransparente. em posição ortostática ou também deitado. Esta incidência apresenta com excelente definição os ossos do tarso. devemos fazer o perfil interno ou externo de acordo com a proximidade do objeto. devemos retirar uma média de 5 Kv. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 12 / 100 / 0. Paciente sentado. Paciente em posição ortostática. apoiando a face dorsal interna no chassis. mais próxima do dilme. Paciente em decúbito ventral. Paciente em decúbito dorsal. Em relação aos fatores radiograficos. mais próxima do filme.Pext . Pext . Tentar manter um ângulo de 90º entre o pé e a perna. com um apoio radiotransparente sob a perna. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. Paciente sentado. fletindo o joelho para que a região plantar externa fique em contato com o chassis. penetrando ao nível da 2ª articulação metatarso-tarsiana. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. Paciente sentado. por isso sem muito valor na rotina de exame. .(C) Região externa ou lateral do pé. pela maior dificuldade de posicionamento. Obliqüidade pé-filme de 45º. mais próxima do filme.12s / fino / 1m / não / 24x30 Pé ( Retro-pé ) OPI Região posterior ( plantar ) interna. cubóide e o 3º cuneiforme ou cuneiforme lateral. apoiando a região externa da perna sobre a mesa. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. Obliqüidade pé-filme de 45º. apresenta uma grande superposição dos ossos do pé. Obliqüidade pé-filme de 45º. Conhecemos que a obliqua plantar interna está correta quando dissocia totalmente o processo estilóide do 5º metatarsiano. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé ( +_10º cefálicos ). Raio central horizontal ao plano da mesa. mais próxima do filme. Pint Região interna ou medial do pé. perpendicular ao centro do chassis. Esta incidência é a obliqua de mais fácil posicionamento. em posição ortostática ou também deitado. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Paciente sentado. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade do calcâneo. Paciente sentado. e a que dissocia os espaços interósseos dos metatarsionao. OBS : (A) – Outras incidências em perfil interno podem ser feitas com o raio central horizontal. penetrando na 4ª articulação metatarso-tarsiana. fletindo o joelho para que a região plantar interna fique em contato com o chassis. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. OAE Região anterior ( dorsal ) externa do pé. (B) – nos casos de corpo estranho. apoiando a região interna da perna na mesa. OPE Região posterior ( plantar ) externa. apoiando a face dorsal externa do pé no chassis.(B) Região externa ou lateral do pé. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé. Esta incidência deve ser uitlizada em pacientes politraumatizados. mais próxima do filme.

Paciente sentado. apresentando. Raio central perpendicular. apoiando a região interna da perna sobre a mesa. pela maior facilidade de posicionamento. é a região do calcâneo que mais é suscetivel a fraturas.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Sustentaculum tali O sustentaculum tali é uma projeção óssea na região medial superior do calcâneo. Pé plano ( pé chato ) O que caracteriza o pé chato é a grande diminuição do arco plantar. Raio central com uma inclinação podálica entre 15º e 20º penetrando no tendão de aquiles. Calcâneo Incidências Pext / Pint / AXIAL (A) e (B) / Incidências de rotina Pext / AXIAL (A) Pext Região externa ou lateral do pé. por tanto. o individuo passa a pisar apoiando toda a extensão da região plantar. mais próxima do filme. . penetrando no corpo do calcâneo. As melhores incidências para demonstração do sustentaculum tali são as AXIAIS. penetrando no corpo do calcâneo. com o joelho fletido. Esta projeção entra na rotina. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 10 / 100 / 0. Pint Região interna ou medial do pé. Raio central perpendicular. deve penetrar em ponto coincidente com a região média do pé. apoiando a região externa da perna sobre a mesa. onde os posicionamentos são semelhantes aos já descritos para Pext de pé. pois para ambas. aproximadamente 5cm acima do plano do chassis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 30 / 12 / 100 / 0.A imagem desta incidência corresponde a da OPI de pé. penetrando no processo estilóide do 5º metatarsiano. Sem tirar o pé da posição. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 32 / 10 / 100 / 0. OBS : Existem outras maneiras de realizarmos o Pext de calcâneo. fletindo o joelho. Normalmente essas alterações estão relacionadas com quadros de hipotonias musculares. A região do tendão de aquiles deve coincidir com o centro do chassis. Os raios divergentes auxiliam na dissociação dos espaços interósseos. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. mais próxima do filme.1s / fino / 1m / não / 18x24 AXIAL (A) Região posterior da perna e da tuberosidade posterior do calcâneo. Raio central com uma inclinação de 30º cefálicos penetrando na região plantar posterior. É importante para o radiologista e para o ortopedista a medida dos ângulos talucalcaneano e do arco plantar em radiografias feitas com o paciente pisando com o peso do corpo ( radiografia com carga ). aproximadamente 5cm acima do plano do chassis. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática ou sentado num plano bem mais alto do que o chassis. Paciente sentado. mais próximas do filme. Apesar de demonstrar melhor as relações articulares do calcâneo. Paciente sentado ou em decúbito dorsal tracionando o pé em sua direção com uma faixa ou uma toalha. com função parcial de sustentação do talus ou astragalo.1s / fino / 1m / não / 24x30 NOTA Raio central Nas incidências para ante-pé e retro-pé não há variação na entrada do raio central. Estatisticamente. esta incidência não entra na rotina pela maior dificuldade de posicionamento. aproximar ao máximo a região anterior da perna do dorso do pé. com boa definição a maior parte dos ossos do pé. AXIAL (B) Região plantar anterior e posterior apoiada sobre a mesa e chassis ( mais próximas do filme ).

Também pode chamar-se articulação tíbio-astragalina ou articulação do tornozelo. que deverão estar apoiados sobre um anteparo radiotransparente que encaixe no seu centro. penetrando perpendicularmente no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. pisando sobre o chassis. colocando o peso do corpo sobre os pés. Raio central com uma inclinação tal que penetre perpendicular ao maior eixo do dorso do pé ( +_5º ). Paciente em posição ortostática. devem ser feitas incidências comparativas. Paciente em posiçào ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 10 / 100 / 0. mais próxima do filme. pois assim os espaços articulares são melhor demonstrados. Nesta incidência vai ser mantida o ângulo entre o astrágalo e o calcâneo. que deverão estar apoiados sobre um anteparo radiotransparente. Deve penetrar na 3ª articulação metatarso-tarsiana. mais próxima do filme. mais próxima do filme. para a medida dos ângulos dos dois pés. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0.1s / fino / 1m / não / 24x30 NOTA Perfil interno Qando não temos um anteparo de madeira especifico para esta incidência. por isso deve Ter uma determinada penetração para aparecer a fileira posterior do tarso. Raio central horizontal ao plano da mesa. penetrando 1cm para cima do maléolo medial ou tibial. penetrando perpendicular ao meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a tuberosidade posterior do calcâneo.12s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Região externa ou lateral da articulação. perpendicularmente ao chassis. Esta incidência pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal e o raio central horizontal. com o peso do corpo sobre os pés.1s / fino / 1m / não / 24x30 Pint Região interna ou medial do pé. Pé fazendo um ângulo de 90º com a perna. que deverá estar em linha com o terceiro dedo. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. participando também lateralmente o perôneo e a fíbula. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext / AP Regiões da tuberosidade posterior do calcâneo e tendão de aquiles. mais próxima do filme. Articulação tíbio-társica A articulação tíbio-társica é composta principalmente pela tíbia e o astrágalo. podemos fazer o paciente pisar sobre dois catálogos de telefone de cada lado e o chassis perpendicular a mesa entre eles. . em politraumatizados. mais próximas do filme. Pext Região externa ou lateral do pé. As incidências para pé chato devem ser feitas sempre comparativas. Raio central horizontal ao plano da mesa. Paciente em posição ortostática. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. no ponto médio da articulação. Sempre que possível. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 12 / 100 / 0. Paciente sentado com o joelho fletido apoiando a região externa da perna e do meléolo lateral ou peroneiro sobre a mesa e chassis.ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Dorso-plantar (AP) / Pint / Pext / Incidências de rotina Dorso-plantar / Pint / Dorso-plantar (AP) Região plantar em contato com o chassis. Esta projeção entra na rotina mínima por aproximar mais a região do arco plantar do filme. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular.

girando a perna lateralmente de aproximadamente 5º. podemos fazer um estudo radiológico especifico. até aproximar a região do meléolo tibial do centro do chassis. quem fizer essa tração deve proteger-se contra os raios-x. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 28 / 10 / 100 / 0. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. O terceiro dedo deve ficar em linha com a perna. com suspeita de rutura de ligamentos. penetrando 1cm acima do maléolo tibial.1s / fino / 1m / não / 18x24 OPI Região posterior interna da articulação. mais próxima do filme. penetrando 2cm acima do maléolo peroneiro. em politraumatizados. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. Raio central perpendicular. Sem movimentar a região posterior do calcâneo. virando a perna medialmente de aproximadamente 15º. mais próxima do filme. OBS : Quando há suspeita de lesão ao nível dos maléolos tibial e peroneiro. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. no ponto médio da articulação. . penetrando 1cm acima do maléolo tibial. Raio central perpendicular.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Rutura ligamentar Normalmente o espaço compreendido entre as porções mais distais dos maléolos peroneiro e tibial. que vai demonstrar o lado lesado e até orientar o ortopedista como colocar o gesso. O terceiro dedo deve ficar em linha com a perna. A pessoa que fizer a tração deve proteger-se com avental plumbífero e pegar na região do pé com utilização de luva plumbífera. no ponto médio da articulação. no ponto médio da articulação. no mesmo posicionamento do AP de tíbiotársica. AP com stress medial Região posterior da perna e do calcâneo. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. Quando há rutura ligamentar na radiografia com tração.Pint Região interna ou medial da articulação. as obliquas com rotação interna e externa devem passar para a rotina radiografica mínima. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP com stress lateral / AP com stress medial AP com stress lateral Região posterior da perna e do calcâneo. Raio central perpendicular. OPE Região posterior externa da articulação. mais próximas do filme. mais próxima do filme. Esta incidência demonstra o maléolo peroneiro dissociado. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. fletindo o joelho. Esta incidência demonstra o maléolo tibial dissociado. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. podemos encontrar o lado lesado com espaço maior do que o outro. fazer uma tração em sentido medial. Paciente sentado. no mesmo posicionamento do AP de tíbiotársica. Radiografias com stress O termo stress representa uma tração que é feita no momento da exposição aos raios-x. e o astrágalo são iguais mesmo fazendo-se o stress.12s / fino / 1m / não / 18x24 Articulação tíbio-társica ( Rupturas ligamentares ) Casos de entorse ao nível da articulação tíbio-társica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. fazer uma traçào em sentido lateral. Sem movimentar a região posterior do calcâneo. mais próximo do filme. Esta incidência pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal com o raio central horizontal. no ponto médio da articulação. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. pois no AP e no perfil a sua face articular para a tíbia não aparece com boa definição. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0.

OPE Região posterior externa ou lateral da perna. O plano que vai do grande dedo ao bordo medial da rótula deve ficar perpendicualr a mesa. Paciente em decúbito ventral. como reações medulares. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. a tíbia anterior e medial e o perôneo lateralmente. . devemos sempre incluir a articulação mais próxima da região onde esta a possível lesão.Perna Encontramos na perna dois ossos. o raio central deve penetrar no centro da região da perna a ser examinada. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal. mais próxima do filme. apoiando a região dorsla do pé na mesa ou colocando-se um apoio sob os joelhos para facilitar o posicionamento. Paciente em decúbito dorsal ou sentado erguendo a perna. mais próxima do filme. corticais e periostais. Raio central perpendicular. perpendicular ao chassis. PA Região anterior da perna. girando a perna medialmente. colocando o pé em ângulo reto com a perna. mais próxima do filme. OBS : As projeções obliquas são de grande valia nas pesquisas de alterações ósseas. OPI Região posterior interna ou medial da perna. Pext Região externa ou lateral da perna. o fêmur e a tíbia. ou que não possam ser locomovidos do leito. principalmente com dois ossos. em ângulo reto com a perna em contato com a mesa e chassis. Caso não seja possível a inclusão das articulações do joelho e tíbio-társica. Raio central perpendicular.16s / fino / 1m / não / 30x40 Joelho A articulação do joelho se dá. OBS : Podemos fazer também o Pext com o raio central horizontal colocando-se o chassis perpendicular a mesa ou maca. Esta incidência apresenta valor em exames de pacientes gessados. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. girando a perna lateralmente. Raio central perpendicular. Pint Região interna ou medial da perna. Caso não seja possível incluir as duas articulações no mesmo filme. por isso apresentando valor nas pesquisas de lesões ao nível deste osso. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. Raio central perpendicular. A coxa deve fazer um ângulo de aproximadamente 120º com a perna. A região externa do pé. Raio central perpendicular. Esta incidência dissocia totalmente o perôneo. o raio central deve incidir no meio da região a ser examinada. de maneira que forme um ângulo de 45º com o filme. o raio central deve penetrar no centro da região da perna a ser examinada. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext / AP Região posterior da perna. penetrando no centro da região a ser examinada. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. de maneira que forme um ângulo de 45º com o filme. para isso devemos colocar um apoio sob a perna. para facilitar o posicionamento. penetrando no meio da perna. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 32 / 16 / 100 / 0. Em casos que não for possível essa condição. Caso não seja possível a inclusão das articulações do joelho e tíbio-társica. mais próxima do filme. caso o paciente não tenha condições de ficar em decúbito dorsal. penetrando no centro da região a ser examinada. Esta projeção tem valor em pacientes gessados ou em politraumatizados. pois o ideal é sempre incluir as duas articulações ( proximal e distal ) num mesmo filme. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. colocando a outra perna na frente da que vai ser examinada. Devemos utilizar sempre o maior filme possível. mais próxima do filme.

Esta incidência esta indicada em pacientes que não possam se locomover. penetrando no meio do espaço entre o vértice da rótula e a prega do joelho. colocando a outra perna na frente da que vai ser examinada. Nos casos em que a anquilose mantém o joelho com uma certa flexão. PA . devemos manter um ângulo de 120º entre a coxa e a perna. penetrando ao nível do vértice da rótula. erguendo o joelho a ser examinado. Para retirar a rótula da fossa patelar do fêmur ( espaço entre os dois côndilos anteriormente ). PA . penetrando perpendicular no meio do espaço entre o vértice da rótula e a prega do joelho.6s / fino / 1m / sim / 30x40 60 / 38 / 20 / 100 / 0. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. indicamos esta incidência. numa mesma exposição. de calcificação. joelhos e pernas. não permitindo movimentos. as duas articulações devem ser demonstradas num mesmo filme.(A) Região externa ou lateral do joelho. Pint Região interna ou madial do joelho. penetrando no ponto médio da grande prega do joelho.A rótula participa anteriormente da articulação. o organismo reage com a deposição de tecido de cicatrização e tardiamente.(B) Região posterior do joelho. joelhos e pernas. O perôneo ou fíbula não participa da articulação do joelho. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 38 / 60 / 100 / 0. Raio central horizontal ao plano da mesa ou do leito. mais próxima do filme. pode fixa-lo com o outro joelho. sentado ou em posição ortostática. envolvida pela sua frente. Paciente em decúbito dorsal. deve ser comparativo. e facilitar o posicionamento. com os joelhos apoiados sobre a mesa ou chassis. mais próximas do filme. Paciente inicialmente em decúbito ventral. para logo após erguer o corpo de maneira a manter a coxa e a perna com ângulações iguais em releção a mesa. no centro do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA (A) e (B) / Pext (A) e (B) / Pint / OPI / OPE / AXIAL / Incidências de rotina AP / Pext (A) / AP Regiões posteriores das coxas. sempre que possível. O chassis deve estar colocado verticalmente com o seu maior plano em contato com a região lateral do joelho. mais próxima do filme. Esta projeção tem importância nos casos de pacientes que não tenham condições de executar o exame em decúbito dorsal. que podem predominar no lado direito ou esquerdo. e para manter o posicionamento deve ser colocado um apoio radiotransparente sob a coxa e a perna. para fazer o posicionamento de rotina. e para isso deve ser colocado um apoio radiotransparente sob a perna e a coxa. mais próxima do filme. O PA de joelho. penetrando no ponto médio da grande perga do joelho. O paciente em decúbito dorsal. mais próximas do filme. Como resultado dessa agressão. pelo tendão do músculo quadríceps. Raio central perpendicular. Pext . OPI e OPE . Chassis colocado perpendicular ao plano da mesa ou leito. Esta incidência é a melhor para pacientes que apresentem anquilose ( ou ancilose ) do joelho. O AP de joelho deve ser comparativo. Paciente em decúbito dorsal. esta relacionada com a lesão dos componentes articulares como cartilagem articular. Paciente em decúbito ventral. se o paciente tiver condições. ANQUILOSE é a alteraçào patológica que fixa a articulação. erguendo o joelho a ser examinado. pois esta localizado laterlamente mais abaixo. Raio central perpendicular.(A) Regiões anteriores das coxas.(B) Região externa ou lateral do joelho. Raio central perpendicular ou com 5º podálicos.2s / fino / 1m / não / 30x40 Pext . isto é. etc. que vai se fixar na tuberosidade anterior da tíbia. com os pés ligeiramente rodados medialmente. ligamentos internos e externos. mais próxima do filme. Esta incidência deve ser comparativa por causa das inúmeras variações da anatomia normal e por causa das patologias bilaterais e das unilaterais. Reio central perpendicular ou com 5º cefálicos.

apesar da sua constancia. Esta projeção tem valor nas suspeitas de fraturas de rótulas e das proções anteriores dos côndilos femurais. costumamos fazer as radiografias com grade. saindo no meio da rótula.3cm em sentido medial  OPE . Paciente em decúbito ventral. Articula-se com os côndilos femurais medial e lateral. fletindo as pernas sobre as coxas até que forme um ângulo de aproximadamente 60º. colocamos um apoio sob o joelho do paciente. Rótula ( patela ) Ainda considerada por alguns autores como um osso sesámoideo. Esta incidência tem valor nos casos de fraturar de rótula. mais próximo a uma das extremidades da mesa. Raio central perpendicular. girando a perna medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ). uma incidência em AP de joelhos com o paciente em posição ortostática. Obliqüidade joelho-filme entre 30º e 45º. Raio central com um inclinação tal que percorra paralelamente o espaço entre a rótula e o fêmur.6s / fino / 1m / sim / 24x30 NOTAS GERAIS 1-) Grade potter-bucky A partir dos 9cm. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral. O paciente deve manter o posicionamento através de uma faixa ou toalha. um perfil com menos 5 Kv em média.6s / fino / 1m / sim / 24x30 58 / 38 / 20 / 100 / 0. pois esta espessura já apresenta uma quantidade de radiação secundaria suficiente para tirar o detalhe radiografico. Paciente senteado ou em decúbito dorsal. colocando a face anterior da rótula em contato com a mesa. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA (A) e (B) / Pext / Pint / OPI / OPE / OAI / OAE / AXIAL (A). ( +_20º a 25º cefálicos ). 2-) Radiografia com raios moles Quando a indicação para o estudo do joelho for artrite ( processo inflamatório na articulação ) devemos fazer além das incidências de rotina. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 64 / 38 / 60 / 100 / 0. Raio central perpendicular. Quando o posicionamento se torna incômodo. devemos fazer além das radiografias de rotina. passando pelo dorso do pé. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . mais próxima do filme. .6s / fino / 1m / sim / 18x24 PA (B) Região anterior do joelho. O chassis deve ficar sobre a rótula a ser examinada e o raios-x incidir por baixo.Regiões posteriores interna e externa respectivamente do joelho. a rótula é um osso curto.2s / fino / 1m / não / 24x30 AXIAL Regiões anterior da coxa e proximal do joelho. Raio central incidindo perpendicular infero-superiormente.(B) e (C) Incidências de rotina PA (A) / Pext / PA (A) Região anterior do joelho. As incidências obliquas apresentam grande valor nas suspeitas de fraturas articulares. Paciente em decúbito dorsal. mais próximas do filme. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do joelho. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do joelho. que compõe a articulação do joelho anteriormente. mais próximas do filme. penetrando ao nível do vértice da rótula. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 62 / 40 / 60 / 100 / 0. apoiando as pernas sobre o encosto de uma cadeira ou sobre uma outra mesa.3cm em sentido lateral  OPI FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 58 / 38 / 60 / 100 / 0. 3-) Desvios dos joelhos Quando a indicação do exame radiológico for para desvios dos joelhos ( genovalgo e genovaro ).

mais próxima do filme Paciente em decúbito ventral girando o joelho medialmente ( OAI ) e lateralmente ( OAE ). Paciente em decúbito dorsal. . Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. AXIAL (B) Região lateral da coxa. girando o joelho medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ).62 / 40 / 20 / 100 / 0. mais próximas do filme. penetrando no meio do espaço entre a base e o vértice da rótula. apoiada sobre a coxa. Raio central perpendicular. Estas incidências obliquas devem ser indicadas quando o paciente não tenha condições de apoiar diretamente a rótula sobre a mesa. Raio central quase que horizontal ao plano da mesa. joelho ou perna. passando pelo dorso do pé.12s / fino / 1m / não / 18x24 Chanfradura intercondiliana Os dois côndilos do fêmur apresentam-se separadamente entre si. cefálicos ). AXIAL (A) Regiões anterior e próximal do joelho. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 52 / 32 / 40 / 100 / 0.2s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Região externa ou lateral do joelho. Raio central horizontal ao plano da mesa. fazendo um ângulo de 60º entre a coxa e a perna. mais próxima do filme. O paciente deve manter o posicionamento através de uma faixa. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o vértice e a base da rótula. pois se um paciente tem uma fratura incompleta e se excedremos na flexão da perna sobre a coxa poderemos completar esta fratura. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. O paciente deve sentar e apoiar a coxa e perna sobre um anteparo. Paciente sentado. Raio central com uma inclinação tal que percorra o maior eixo da rótula ( +_20º / 25º. da rótula. para sair perpendicular ao chassis. AXIAL (C) Região anterior da coxa no seu treço distal. toalha ou avental. apoiadas sobre a mesa. Raio central perpendicular. com a finalidade de dissociar a rótula. Paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme. A região plantar deve estar apoiada na mesa. saindo no centro da rótula. Estas obliquas apresentam grande valor nas suspeitas de lesões ao nível da rótula e devem ser feitas quando o doente consegue apoiar a sua região. mais próximas do filme. A obliquidade joelho-filme deve ser de 45º. Com o raio horizontal ao plano da mesa. penetrando axial ao maior eixo da rótula. Paciente em decúbito dorsal. respectivamente. passando a outra perna por cima e colocando-se na frente da que vai ser examinada. com o próprio paciente fixando o filme. erguendo o joelho do lado a ser examinado de maneira que forme um ângulo de aproximadamente 120º. para que fique num plano mais alto. saindo no centro da rótula. fazendo um ângulo de 135º entre a coxa e a perna. deve penetrar percorrendo o maior eixo da rótula. modificando em muito o prognostico para o paciente. fletindo as pernas sobre as coxas até que se forme um ângulo de aproximadamente 60º. Fazer um ângulo de 120º entre a coxa e a perna. que deverá estar perpendicular ao plano da mesa. OPI e OPE Regiões posteriores interna e externa respectivamente. Chassis colocado perpendicular ao plano da mesa ou leito. OBS : A indicação da axial para rótula deve ser cautelosa. da rótula. pois o raio central vai penetrar horizontalmente. Pint Região interna ou medial do joelho.4s / fino / 1m / sim / 18x24 52 / 32 / 40 / 100 / 0. Paciente em decúbito dorsal. Obliqüidade joelho-filme de 45º. pela margem intercondilar ou incisura intercondilar ou ainda chanfradura intercondiliana. O chassis deve ficar perpendicular ao maior eixo da rótula. Raio central perpendicular.4s / fino / 1m / sim / 18x24 OAI e OAE Regiões anteriores interna e externa. atrás e embaixo.

Para o estudo radiográfico da chanfradura intercondiliana é necessário incidências especiais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 67 / 38 / 60 / 100 / 0. de maneira que a coxa faça um ângulo de 140º com a perna. Raio central perpendicular ( 90º em relação ao plano da mesa ) em relação ao plano da perna. Sem movimentar a perna. o paciente deve flexionar a articulação do joelho. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. o paciente deve flexionar o joelho. penetrando ao nível da grande prega do joelho. 2-) PA (B) Região anterior da perna. Esta projeção demonstra a margem anterior da chanfradura intercondiliana. mais próxima do filme. de maneira que a coxa forme um ângulo de 120º com a perna. penetrando ao nível da grande prega do joelho. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 38 / 60 / 100 / 0. Região posterior do joelho.Ela é limitada em baixo e aos lados pelas margens dos côndilos e é separada da face poplítea do corpo pela linha intercondilar do fêmur. Raio central perpendicular ou com 110º em relação ao plano da perna. apresentam a vantagem de ser mais fácil o posicionamento para o paciente e a desvantagem da grande distância objeto-filme e a superposição da rótula. penetrando ao nível da grande prega do joelho. OBS : As projeções para chanfradura intercondiliana com o paciente em decúbito dorsal ou sentado. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. pois nas radiografias simples de joelho. mais próxima do filme.PA (A) e (B) Com o paciente em decúbito dorsal ou sentado AP (A) . Ângulo formado entre a mesa e a coxa é de 20º Raio central perpendicular. Esta projeção demonstra a margem anterior da chanfradura intercondiliana.AP (A) e (B) Decúbito ventral 1. Sem movimentar a perna. nos casos de crianças e pessoas idosas.Decúbito dorsal. Raio central com 20º cefálicos ou 70º em relação ao plano da perna. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. A perna deve fazer um ângulo de 120º com a perna. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa.PA (A) e (B) / 2. Sem movimentar a perna. Região posterior do joelho. Incidências Decúbito dorsal 1. 2-) PA (A) Região anterior da perna. mais próxima do filme. incidindo ao nível da grande prega do joelho. Para obtermos mais detalhe. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. O ângulo formado entre a mesa e a coxa é de 40º. mais próxima do filme. A perna deve fazer um ângulo de 120º com a coxa. ou fazer em decúbito ventral em pacientes que tenham condições de manter o posicionamento. penetrando ao nível do vértice da rótula. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. 1-) PA (B) Região anterior da perna. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa.6s / fino / cilindro encostado / sim / 24x30 . Raio central incidindo com 90º em relação ao plano da perna. o paciente deve flexionar o joelho. devemos utilizar o cilindro de extensão aberto.6s / fino / cilindro encostado / sim / 24x30 Com o paciente em decúbito ventral Podemos fazer o exame com o paciente em decúbito ventral de duas maneiras : 1-) PA (A) Região anterior da perna. Sem movimentar a perna.Decúbito dorsal. o paciente deve flexionar o joelho de maneira que a coxa faça um ângulo de 160º com a perna. Podemos fazer o exame com o paciente em decúbito dorsal ou sentado. mais próxima do filme. de maneira que a coxa faça um ângulo de 120º com a perna. Esta projeção demonstra a margem anterior da chafradura intercondiliana. AP (B) . não permitem a devida visualização das margens anterior e posterior da chanfradura.

Paciente em decúbito dorsal. porque somente em raros casos conseguimos inclui-lo em toda sua extensão no filme. em contato com a região interna da coxa. Chassis perpendicular ao plano da mesa ou leito. Para estudo radiológico do fêmur do adulto. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. em contato com a região externa da coxa. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. mais próxima do filme. o dividimos em três partes. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. no seu terço médio distal. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. erguendo a coxa a ser examinada. AP Região posterior média-distal da coxa. Chassis perpendicular ao plano da mesa ou leito. girando a coxa medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ). Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal.Fêmur ( terços médio-distal ) É o único osso da coxa. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. mais próxima do filme. até o joelho da outra perna ficar anterior a região a ser examinada. terço proximal. mais próxima do filme. As projeções obliquas apresentam grande valor quando o radiologista deseja esclarecer uma hipótese diagnóstica.2s / fino / 1m / não / 30x40 Pint Região interna ou medial da coxa. o maior e mais pesado osso do corpo humano. Incidências Terço médio-distal AP / Pext (A) e (B) / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext (A) / Terço médio proximal AP / Pext (A) e (B) / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext (A) / Terço médio-distal As radiografias do fêmur para terço médio-distal devem incluir obrigatoriamente no filme a articulação do joelho. Esta incidência tem indicação nos pacientes que estejam em tração ou em pacientes gessados. médio e distal. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. passando a outra coxa por cima. Pext (A) Região externa ou lateral da coxa. . OPI e OPE Regiões posterior interna e externa respectivamente do terço médio distal da coxa. de lesões ósseas ou de partes moles. Devemos sempre utilizar o maior filme possível para as radiografias do fêmur. proximalmente faz a articulação coxo-femural e distalmente a articulação do joelho. erguendo a coxa a ser examinada. no seu terço médio distal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 20 / 100 / 0. principalmente quando a indicação é fratura.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Pext (B) Região externa ou lateral da coxa. fazendo uma ligeira rotação interna ( medial ) da coxa. mais próxima do filme. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. penetrando perpendicular ao centro da região a ser examinada. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. penetrando perpendicular no centro da região a ser examinada. Esta incidência tem indicação em pacientes que estejam em tração ou em pacientes gessados. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. no seu terço médio distal. mais próxima do filme. Raio central perpendicular.

O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. OPE Região posterior externa da coxa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 80 / 100 / 0. Esta incidência mostra o grande trocânter dissociado e o colo do fêmur em sua maior extensão. Paciente em decúbito lateral.8s / fino / 1m / sim / 30x40 OPI Região posterior interna da coxa. penetrando no períneo. Paciente em decúbito dorsal fazendo uma rotação interna máxima do membro inferior a ser examinado. Paciente em decúbito dorsal. o meio do maior eixo longitudinal da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. Com o paciente em obliqua. mais próxima do filme. fazendo uma ligeira rotação interna da coxa. na posição de obliqua posterior direita. Raio central perpendicular penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. quando desejamos o fêmur esquerdo. mais próxima do filme. AP Região posterior média proximal da coxa. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa.8s / fino / 1m / sim / 30x40 Pext (A) Região externa ou lateral da coxa no seu terço médio proximal. Paciente em decúbito dorsal. Obliqüidade paciente-filme de 60º.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Fêmur ( terços médio-proximal ) As radiografias do fêmur para terço médio proximal devem incluir obrigatoriamente a articulação coxo-femural. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. Raio central perpendicular. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa.Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. no seu terço médio proximal. aplicando sempre que possível o efeito anódio ( catódio para o lado da articulação coxofemural ). mais próxima do filme. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. Pext (B) Região externa ou lateral da coxa. mais próxima do filme. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. no seu terço médio proximal. O bordo superior do chassis deve coincidir com o meio do espaço entre a espinha ilíaca ântero-superior e a crista ilíaca. Paciente em hemi-decúbito lateral. quando desejamos o fêmur direito e em obliqua posterior esquerda. fazendo uma rotação externa máxima do membro inferior a ser examinado Esta projeção mostra o pequeno trocânter dissociado e o colo do fêmur num plano semi-axial. Raio central com uma inclinação de 10º.8s / fino / 1m / sim / 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Radiografia pré-operatória . Devemos sempre utilizar os maiores filmes para o exame da coxa. no seu terço médio proximal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada.

Esta incidência mostra o colo do fêmur. de fratura do fêmur. AP com rotação externa Região posterior do terço proximal da coxa.As radiografias durante o ato cirúrgico. penetrando perpendicularmente no centro do maior eixo do colo do fêmur incidindo no períneo. de maneira que a coxa forme um ângulo de 90º com o tronco. aumentando a quilovoltagem : Gesso seco  + 8Kv Gesso úmido  + 12Kv Colo do fêmur É a porção proximal localizada entre a região intertrocantérea e a cabeça do fêmur. Esta incidência mostra o colo do fêmur. onde pode-se ver os deslocamentos anteriores e posteriores. num plano semi-axial em relação ao filme.8s / fino / 1m / sim / 24x30 AXIAL (A) Região externa do colo do fêmur. em toda a sua extensão paralelo ao plano do filme. Raio central horizontal ao plano da mesa. mais próxima do filme. AXIAL (B) Região externa da coxa no seu terço proximal. com a perna que não vai ser radiografada elevada e apoiada sobre um anteparo. Esta incidência mostra o colo do fêmur. AP com rotação interna Região posterior do terço proximal da coxa. durante o ato cirúrgico. mais próxima do filme. devemos sempre utilizar uma grade fixa. num plano semi-axial em relação ao filme. Paciente em decúbito lateral. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal. O maior eixo longitudinal mediano da coxa a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. de maneira que o maior eixo do colo do fêmur fique paralelo ao filme. O chassis é colocado do lado externo a ser examinado. Paciente em decúbito dorsal. OBS : Esta projeção apresenta importância nos casos cirúrgicos de fraturas de colo do fêmur. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 39 / 80 / 100 / 0. Pela grande espessura a ser atravessada. Métodos para localização da articulação . Paciente em decúbito dorsal. mais próxima do filme. É admiravelmente construída para combinar movimentos relativamente livres com sustentação e transmissão de peso. fazendo uma rotação externa da perna do lado a ser examinado. penetrando no centro do maior eixo do colo do fêmur. mais próxima do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP com rotação interna e com rotação externa / AXIAL (A) e (B) / AP com rotação interna Região posterior do terço proximal da coxa. Esta preocupação é porque o ortopedista assim tem a noção exata do eixo do fêmur. fazendo uma rotação externa da perna do lado a ser examinado. fazendo uma rotação interna da perna do lado a ser examinado.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Articulação coxo-femural É a articulação formada entre o osso ilíaco ou coxal através do acetábulo com a cabeça do fêmur. podendo aquilatar como será a redução e até corrigir a posição das extremidades fraturadas. Raio central perpendicular. devem ser feitas utilizando sempre o maior chassis e posicionando-o de tal maneira a colocar o máximo possível do fêmur na imagem. antes e após a redução. 2-) Paciente gessado Quando radiografamos uma porção espessa dos membros que esteja gessada. devemos alterar os fatores. O bordo superior do chassis deve ficar em contato com a crista ilíaca. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. Raio central com uma inclinação cefálica de 10º penetrando no períneo. penetrando no centro do colo do fêmur. Paciente em decúbito dorsal.

A articulação coxo-femural por ser profunda e protegida por fortes cápsulas e envolvida por músculos poderosos. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP comparativa com rotação interna e rotação externa / AP localizada com rotação interna e rotação externa / Perfil direito e esquerdo / OPD / OPE / AXIAL (A) e (B) / incidência de LOWENSTEIN (A) e (B) / incidência de van rosen / incidência de BUDIN E CHANDLER / tomografia em AP / Incidências de rotina AP comparativa com rotação interna / AP localizada com rotação interna / AP localizada com rotação externa / AP comparativa com rotação interna e com rotação externa Região posterior de ambas articulações. devemos encostá-lo no paciente. da bacia. porem é colocado o cilindro de extensão aberto ou colimadores de abertura de acordo com a articulação. mais próximas do filme. uma região coincidente com 3cm acima do grande trocânter. Raio central perpendicular. Devemos fazer de rotina o AP comparativo com rotação interna. AP localizada com rotação interna e com rotação externa Mesmo posicionamento da incidência em AP comparativa. entre a cabeça do fêmur e o acetábulo. Obliqüidade paciente-mesa de 30º a 45º. onde o paciente não consegue fazer os movimentos de rotação da perna. passando ao nível das articulações. OBS : Esta incidência apresenta indicação nos casos em que há suspeita de luxação de articulação coxo-femural. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. encontra-se a articulação coxo-femural. respectivamente. 3-) Localizando-se o grande trocânter em rotação interna da perna. então a variação nos fatores em relação a comparativa será pequena. Raio central perpendicular. isto é. "sobre esta linha" esta a articulação. cruza-se uma perpendicular. dados esses importantíssimos no diagnóstico diferencial. fazemos a OPD e a OPE. Quando há dificuldade do paciente manter o posicionamento. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 10 / 200 / 100 / 2s / fino / 1m / sim / 24x30 OPD e OPE Região posterior direita e esquerda. Este método deve ser aplicado com estes números no adulto. Três centímetros abaixo desse cruzamento. por causa da boa definição das relações articulares. OBS : Quando utilizamos o cilindro de extensão aberto. Paciente em decúbito lateral rigoroso com as pernas estendidas ao longo do corpo. . no estudo do lado direito. pois lesões ao nível da articulação podem ser unilaterais ( direita ou esquerda ) ou bilaterais. pois demonstra a cabeça e colo do fêmur com excelente definição. Paciente em decúbito dorsal. cruza-se uma transversal. As projeções obliquas devem ser feitas para cada articulação. As duas incidências localizadas devem participar da rotina. 4-) Sentindo-se a pulsação da artéria femural. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. OBS : A incidência comparativa deve ser obrigatória na rotina mínima. esta a articulação. A região da articulação a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando na articulação a ser examinada. qualquer um dos diferentes métodos : 1-) No meio da linha imaginaria entre a espinha ilíaca ântero-superior e a sinfise púbiana. penetrando ao nível da articulação. esta a articulação. mais próxima do filme. girando para fora. por isso diminuindo a distância foco-filme. girando os pés para dentro e numa outra radiografia. OBS : As obliquas apresentam indicação nos casos de fraturas ou luxações. dois a três centímetros para cima e sete a oito centímetros para dentro. Três a quatro centímetros abaixo da bissetriz do ângulo mais inferior. forma-se quatro ângulos. utilizamos uma faixa compressora. Este é o melhor método de localização. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 Perfil direito e esquerdo Região externa ou lateral das articulações direita ou esquerda. 2-) No meio da linha imaginaria entre a crista ilíaca e a sinfise púbiana. necessita para a sua localização. Raio central perpendicular.

o ângulo é menor ( entre 30º e 45º ) a reta cai mais próxima a coluna torácica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / -. OBS : A incidência de VAN ROSEN é importante no estudo das luxações da articulação coxo-femural. AXIAL (B) Região externa ou lateral da coxa. no seu terço proximal. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. cada um deles. A diafragmação visa também proteger as gônadas da radiação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0.80m. A radiografia deve ser feita a uma distância foco-filme de 1. mais próximas do filme. Paciente em decúbito dorsal com as pernas estendidas. com a perna que não vai ser radiografada elevada e apoiada sobre um anteparo. penetrando no meio do espaço entre as articulações. O bordo superior do chassis deve ficar em contato com a crista ilíaca. o feixe é centrado no colo do fêmur ( região medial da coxa ). A incidência de LOWENSTEIN. no filme. incidindo ao longo do eixo do fêmur. Nesta incidência as duas regiões plantares ficam quase encostadas uma á outra. O chassis é colocado do lado externo a ser examinada. com os joelhos fletidos em 90º./ 250 / 100 / 2. Raio central perpendicular. Por causa do tempo longo de exposição. Raio central com uma inclinação cefálica de 20º penetrando no períneo. formando um ângulo com o eixo ságital de 45º. A incidência de VAN ROSEN deve ser sempre comparativa. mais próximas do filme. em intensa rotação interna e abdução máxima dos membros. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme.80m / sim / 24x30 Tomografia . Nesta incidência devemos utilizar uma grade fixa para obtermos mais detalhe. mantendo os joelhos e pés unidos. esta técnica não será satisfatória em crianças menores de 6 anos. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. na estativa vertical. mais próximo do filme. Quando há luxação. FROG ou RÃ. A-) Radiografia afastando os dois joelhos do plano mediano ságital de 15º. de maneira que o maior eixo do colo do fêmur fique paralelo ao filme. Normalmente a linha prolongada pela diáfise femural corta o teto acetabular. utilizada posteriormente como uma linha de referencia. utilizamos um apoio radiotransparente sob o lado que está levantado. deve ser sempre comparativa e quando indicada devem ser feitas as duas radiografias ( A e B ). Raio central perpendicular.Para fixar o posicionamento. B-) Radiografia afastando os dois joelhos do plano mediano ságital de 60º. Incidência de van rosen Regiões posteriores das articulações coxo-femurais. incidindo no períneo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 AXIAL (A) Região externa ou lateral da articulação. A coxa erguida deve formar um ângulo de 90º com o tronco. penetrando perpendicular no centro do maior eixo do colo do fêmur. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 Incidência de LOWENSTEIN ( incidência de FROG ) Regiões das articulações coxo-femurais. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações.5s / fino / 1. fletindo as coxas e pernas com os pés apoiados na mesa. Ao diafragmar é importante incluir o terço superior da tíbia. cada um deles. Paciente em decúbito lateral. Paciente em decúbito dorsal. O maior eixo longitudinal mediano da coxa a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. Esta radiação geralmente é indicada em crianças. numa caixa ou cadeira de material totalmente radiotransparente. Paciente sentado. Esta proteção pode ser conseguida através de um campo reduzido e o uso de um anteparo plumbífero para as gônadas.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Incidência de BUDIN e CHANDLER Região posterior da articulação. Raio central horizontal ao plano da mesa.

As projeções obliquas são mais especificas para as fossas ilíacas que aparecem no seu plano paralelas ao filme. Raio central perpendicular.inferior e anterior O maior osso da bacia é o ileon. Raio central penetrando na articulação. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. posteriormente encontramos a coluna sacra e a coccígea. com as pernas estendidas ao longo do corpo. penetrando 3cm acima do cóccix.inferior e posterior Púbis .O estudo tomograficocom suas radiografias em planos pré-selecionados pelo operador. Tomografia em AP Paciente em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 250 / 80 / 3. com a articulação a ser radiografada coincidindo com a linha central da mesa. sempre é dos métodos de exames radiológicos apresntam maior valor para o diagnóstico do médico radiológista. Raio central perpendicular. PA Região anterior da bacia. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. utilizamos uma faixa compressora próxima a uma região da bacia. da bacia. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / OPD / OPE / Perfil esquerdo e direito / Incidências de rotina AP / OPD / OPE AP Região posterior da bacia. Utilizamos esta incidência em politraumatizados. mais próxima do filme.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Pdir e Pesq Região direita ou esquerda da bacia. A obliquidade posterior mostra a fossa ilíaca direita. penetrando ao nível da fossa ilíaca uns 4cm para dentro da espinha ilíaca ântero-superior. e a obliquidade posterior esquerda mostra a esquerda. Obliquidade paciente-mesa de 45º. utilizamos um apoio radiotransparente sob o lado levantado. mais próxima do filme. aparecem num plano semi-axial. Os pés devem ficar em rotação interna. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . colocando o corpo em posição obliqua. penetrando no meio do espaço entre as duas espinhas ilíacas ântero-superiores e a sínfise pubiana.2s / fino / tomo / sim / 24x30 Bacia A bacia é formada por um forte arcabouço ósseo. aproximadamente 80% de todo o ilíaco. penetrando no meio do espaço entre a espinha ilíaca ântero-superior e o púbis. composto principalmente pelos dois ilíacos. OBS : O perfil direito ou esquerdo tem indicação nos casos de suspeitas de fraturas ao nível do isquion e do púbis. O plano ótimo'quase sempre se encontra próximo a espessura dividida por dois somada de 3cm. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. que não têm condições de ficar em decúbito dorsal. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. respectivamente. Quando o paciente tiver dificuldade de manter o posicionamento. Os ossos que formam o ilíaco ou coxal são : Ileon . As fossas ilíacas no AP.superior e lateral Isqueon . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 35x35 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda. mais próxima do filme. Quando há dificuldade de manter o posicionamento. Raio central perpendicular. Sempre devemos incluir todos os ossos da bacia no filme. para podermos visualizar as regiões do colo do fêmur e grande trocânter com melhor definição. Paciente em decúbito lateral rigoroso.

Fazemos o AP de púbis quando o paciente não tem condições de ficar em decúbito ventral. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. Raio centra com uma inclinação podálica de 5º a 15º. mais próxima do filme. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Paciente em decúbito lateral rigoroso. Região pubiana deve coincidir com a linha central da mesa. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP ( FERGUSON ) / PA / OPD / OPE / OAD / OAE / Incidências de rotina AP / OPD / OPE / AP ( incidência de FERGUSON ) Região posterior da articulação. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. AXIAL ( Variante da incidência de THOMS ) Região inferior do púbis. Raio central com uma inclinação média de 25º cefálicos. OBS : Esta projeção apresenta valor nos casos de fraturas do púbis. mais próxima do filme. Raio central perpendicular./ 200 / 100 / 2. Raio central perpendicular penetrando ao nível da sínfise pubiana. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 25 / 60 / 100 / 0.70 / -. encontra-se localizado anteriormente na região inferior da bacia. passando pelo bordo superior da sínfise pubiana. As pernas devem ficar afastadas ao máximo uma da outra. Paciente em decúbito ventral. penetrando no meio da sínfise pubiana.0s / fino / 1m / sim / 35x35 Púbis É o menor osso do ilíaco. penetrando ao nível do púbis. AP Região posterior do púbis. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. para conseguirmos entrar com o raio central perpendicular ao maior eixo do sacro.8s / fino / 1m / sim / 18x24 Perfil esquerdo e direito Região direita ou esquerda do púbis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 PA Região anterior da articulação. Raio central perpendicular. com o tronco formando um ângulo de aproximadamente 60º com a mesa. mais próxima do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA / AP / Perfil direito e esquerdo / AXIAL / Incidências de rotina PA / AXIAL / PA Região anterior do púbis. OBS : A inclinação cefálica costuma ser alguns graus maior em mulheres. mais próxima do filme. medialmente. Raio central perpendicular saindo no meio da sínfise pubiana. Paciente em decúbito dorsal. O prefil superpõe o púbis direito e esquerdo. principalmente quando apresentam fragmentos anteriores ou posteriores. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. por isso não devemos fazer de rotina essa projeção. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. penetrando no processo espinhoso de S1. mais próxima do filme. no mesmo posicionamento do perfil de coxo-femural e bacia.6s / fino / 1m / sim / 18x24 Articulação Sacro-ilíaca É a articulação que se dá entre as faces articulares laterais da coluna sacra com as faces articulares do íleon. Paciente sentado.

vai causar uma diferença na medida do comprimento dos ossos. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. que é indireta. devemos fixar através de uma fita de adesivo. a articulação a ser examinada é a esquerda. a articulação a ser examinada é a direita. Para obtermos mais detalhe. mais próximas do filme. são as principais indicações deste exame. o paciente em OPE. mais próxima do filme. colocando o corpo em posição obliqua. penetrando 3cm para dentro da espinha ilíaca ânterosuperior mais afastada da mesa. da articulação. isto é.72 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 OPD Região posterior direita da articulação. isto é. pois podemos fazer escanografias de forma direta. escoliose desnivel de bacia. Qualquer movimento de uma das pernas no sentido longitudinal. Normalmente a escanografia é utilizada na medição dos membros inferiores. devemos utilizar cilindros de extensão fechado ou outros colimadores. O lado que esta levantado é o que será radiografado. OPE Região posterior esquerda da articulação. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. o paciente em OPE. com o paciente em OAD. A bandeja com o chassis deve deslizar livremente em todo o espaço compreendido entre a articulação coxo-femural e a articulação tíbio-társica. Quando em decúbito dorsal. um AP de coxo-femural. joelhos e tíbio-társicas. são outros nomes utilizados para a mesma técnica. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Obliquidade paciente-mesa de 30º. INDICAÇÃO Claudicância. O lado a ser radiografado é o que esta mais próximo do filme. Raio central perpendicular penetrando 3cm para dentro da espinha ilíaca ânterosuperior mais afastada da mesa. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. mais próxima do filme.6s / fino / 1m / sim / 24x30 NOTA 1-) Projeções obliquas As regiões onde penetra o raio central nas incidências obliquas devem coincidir com a linha central da mesa. os dois grandes dedos. Este método exige que haja uma boa distância entre o plano superior do chassis e o inferior da mesa para que as placas de chumbo não deslizem quando a bandeja é fechada. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática colocando o corpo em posição obliqua. isto é. Obliquidade paciente-mesa de 30º. fazemos a maior abertura do diafragma para a articulação coxo-femural. Escanografia É a demonstração radiográfica dos ossos longos. Obliquidade paciente-mesa de 30º. escanometria ou técnica de farril. escanograma. colocando o corpo em posição obliqua. utilizando apenas uma projeção com um filme de tamanho que inclua as três articulações. OAD e OAE Região anterior direita e esquerda respectivamente. a média para o joelho e a menor para a tíbio-társica. a articulação a ser examinado é a direita. Método de exame Regiões posteriores das articulações coxo-femurais. SINONÍMIA Mensuração radiológica. São três incidências num mesmo filme. podendo-se medir também os membros superiores. para termos certeza que o paciente não se moverá. Quando o aparelho não dispõe de colimador. penetrando ao nível da articulação. isto é. . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. a fim de medir quaisquer diferenças nos seus comprimentos. O lado que está levantado é o que será radiografado. por que são feitas três exposições num mesmo filme sem o paciente se movimentar. Quando o aparelho de raios-x dispõe de colimador. um AP de joelho e um AP de articulação tíbio-társica. podemos fazer limitando os campos radiográfados com placas de chumbo. de grande importância na pesquisa da estiologia dessas alterações.

irá haver superposição da porção escamosa do occipital com a 3ª vértebra e as vezes até a 4ª vértebra cervical. Coluna lombar com 5 vértebras. No recém-nascido. Retirar os sapatos é uma providência importante. a anatomia radiológica da coluna apresenta grandes variações. Coluna coccígea com 2.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Articulaçào do joelho Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 26 / 24 / 100 / 0. Raio central perpendicular. por causa do comprimento menor de um dos membros.(C) e (D) / Perfil (A). *(1) O que quisemos dizer com essa asserção é que somente estas 3 vértebras apresentam nome especifico. Na radiografia em AP conseguimos ver com boa definição da 3ª a 7ª vétebra cervical. As duas primeiras ( Atlas e Axis ) e a sétima *( Proeminente )(1). todas as vértebras apresentam três núcleos de ossificação : um maior para o corpo e dois laterais para os arcos posteriores. O bordo superior do chassis deve coincidir com a região mais alta do pavilhão auricular. Coluna torácica com 12 vértebras. 2-) Entrar paralelo aos espaços intervertebrais.(B). quando não for possivel. com exceção do cóccix. Coluna sacra com 5 vértebras. Cuidados importantes são a retirada de adornos com materiais radiopacos que venham a prejudicar o exame. o Axis eleva seu corpo em forma de processo ( Apófise ) chamado odontoide. para tratamento do desnivel da bacia.8s / fino / 1m / sim / 30x40 Articulação coxo-femural Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 60 / 100 / 0. A sétima. por isso. O paciente deve fazer as radiografias para coluna em posição ortostática ou sentado. composta por 7 peças vertebrais. então fazemos o exame em decúbito dorsal. penetrando entre a cartilagem tireóide e a cricóide. apresenta a desvantagem de multiplicar por dois o número de incidências. por Ter um processo espinhoso maior.(B) e (C) / Transoral (A) e (B) / Transmaxilar / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina AP (A) / perfil (A) e (B) / Transoral (A) e (B) / AP Região posterior do pescoço.24s / fino / 1m / sim / 30x40 04 . A lordose fisiológica coloca os corpos vertebrais de C4 a C7 numa posição tal que somente com inclinação cefálica é possivel a demonstração dos espaços intervertebrais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 80 / 100 / 0. O paciente deve ser posicionado com a linha horizontal alemã perpendicular ao plano da estativa vertical.Outro método que pode ser aplicado é a utilização de cones ou cilindros para localizar separadamente cada articulação num mesmo filme. A inclinação cefálica apresenta principalmente duas vantagens : 1-) Afastar a mandibula proximalmente do campo radiografico. responsavel pelo eixo dos movimentos de lateralização da cabeça. . ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP (A). A coluna cervecal apresenta uma curvatura anterior ( lordose ) fisiológica. de acordo com a idade. A 1ª e a 2ª vértebras necessitam de incidências especificas. pois se estender muito a cabeça. A fusão dos núcleos pode retardar-se até os 6 anos. depois no joelho e logo após na articulação tíbio-társica. pois há pacientes que usam compensação no salto. Coluna cervical É a porção da coluna logo abaixo do crânio. Enquanto o Atlas não tem corpo e tem processo espinhoso rudimentar.Coluna vertebral A coluna vertebral apresenta-se dividida em 5 segmentos : Coluna cervical com 7 vértebras. 3 ou 4 peças vertebrais atípicas. penetrando na articulação coxo-femural. Podemos obter o AP por quatro técnicas diferentes : AP (A) Raio central com uma inclinação entre 10º e 15º cefálicos. chama-se proeminente. mais próxima do filme. Raio central com inclinação de 12º cefálicos.

logo acima da cricóide ( cartilagem mais inferior do laringe ). quando não houver indicação precípua. utilizamos então uma inclinação média do raio central. devendo-se por convenção. penetrando na cartilagem tireóide. desaparecendo então através do fenômeno chamado FLOU CINÉTICO. isto é. Perfil com flexão direita e esquerda (B) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. penetrando ao nível da cartilagem tireóide. Por causa da grande separação entre a coluna cervicale o filme. logo acima da cricóide ( cartilagem mais inferior do laringe ). A finalidade da autotomografia – 2 – é a visualização das primeiras vértebras cervicais. O paciente deve fletir ao máximo a cabeça até que olhe em direção aos pés. AP (D) – AUTOTOMOGRAFIA – 2 A autotomografia baseia-se no flou cinético. sentado ou em última hipótese. ela se apagará da imagem radiografica. penetrando ao nível de C4 ( ou tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). para demonstrar com melhor definição as ultimas vértebras cervicais. que acompanha a cabeça nos movimentos de lateralização. não perdermos detalhe. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 48 / 160 / 60 / 2. com o movimento de uma determinada região. tendo o cuidado de não movimentar o maior eixo da coluna cervical. com o movimento de uma determinada região. daí evitando o flou cinético. pois os pacientes nessa posição têm tendência a movimentar-se.50m / sim / 18x24 Perfil normal direito e esquerdo (A) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. em decúbito lateral. devemos aumentar a distânica foco filme. pois é frequente essas radiografias sairem tremidas pelo movimento do paciente. Para podermos fazer a radiografia com tempo longo. Raio central perpendicular. e na hora da exposição o paciente fará movimentos de lateralização da cabeça. Radiografia feita a grande distância foco-filme para compensaro espaço entre a coluna cervical e o filme. e na hora da exposição o paciente fará movimentos de abrir e fechar a boca. de 5º.6s / fino / 1m / sim / 18x24 AP (C) . isto é. para trabalharmos com tempo mais curto. . conseguimos visualizar os primeiros espaços intervertebrais com uma pequena inclinação cefálica e os médios e ultimos com uma maior inclinação. O bordo superior do chassis. Sempre que possivel.6s / fino / d / bucky / Fi 1m / sim / 18x24 AP (B) Raio central perpendicular. mais próxima do filme. O bordo superior do chassis. aparecendo com boa definição a estrutura fixa. deve coincidir com a região mais alta do pavilhão auricular. aparecendo com boa definição a estrutura fixa. sentado ou em última hipótese.5s / fino / 1. Paciente em posição ortostática. com exceção da primeira vértebra. deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. É uma incidência feita com tempo longo. Raio central com uma inclinação média de 5º cefálicos. Paciente em posição ortostática. É uma incidência feita com tempo longo. mais próxima do filme.AUTOMOGRAFIA . Como a intenção é demonstrar da 2ª a 7ª vértebras. esta incidênciadeve ser feita a grande distância foco-filme ( 1.1 A automografio baseia-se no flou cinético. Os raios divergentes cumprirão a função da inclinação cefálica da incidência anterior. Sempre usar os focos de maior miliamperagem ( foco grosso ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 53 / 60 / 100 / 0. Com a automografia – 1 – podemos visualizar todas as vértebras cervicais. Por causa da lordose fisiológica da coluna vertebral. tendo o cuidado de não movimentar o maior eixo da coluna cervical. para diminuir a ampliação e daí. em decúbito lateral.80m ). devemos utilizar um foco mais grosso. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. para trabalharmos com tempo mais curto. penetrando na fúrcula esternal. fazer o perfil esquerdo. Raio central perpendicular. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical ( tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). O paciente deve forçar ao máximo os braços para baixo.FATORES Kv / K / 65 / 48 / mAs 60 / mA / t / foco / / 100 / 0. ela se apagará da imagem radiografica.

pois nem sempre conseguimos individualizar as articulações na primeira transoral ( com raio central perpendicular ). abrindo a boca ao máximo.80m / sim / 18x24 Transoral (A) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito dorsal. Transmaxilar Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 58 / 60 / 200 / 0. Raio central perpendicular. Raio central com uma inclinação cefálica de 5º. perpendicular ao plano da mesa. em decúbito lateral. Fazemos esta incidência de rotina. Raio central perpendicular. OAE Região anterior esquerda do pescoço. OBS : A finalidade da boca aberta nas incidências transorais é a retirada dos dentes do campo a ser radiografado. Paciente em posição ortostática. mais próxima do filme. daí evitando o flou cinético. Transoral (B) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. penetrando ao nível do lábio superior. mais próximas do filme. Utilizamos esta incidência quando nos interessam as primeiras vértebras cervicais e o paciente não tem condições de abrir a boca. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática.Perfil com extensão direita e esquerda (C) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. mais próximas do filme. Raio central perpendicular. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. abrindo ao máximo a boca.3s / grosso / 1. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo perpendicular ao plano da mesa. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. A radiografia deve ser feita com cone. OBSERVAÇÕES : . Linha horizontal alemã perpendicular a mesa. Sempre utilizar os focos de maior miliamperagem para trabalharmos com tempo mais curto. só conseguiremos um bom estudo radiografico utilizando a tomografia. Colocar o corpo do paciente com uma obliquidade de 45º com o plano da estativa e a cabeça paralela a esse plano. penetrando ao nível de C4 ( ou tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). Radiografia feita a grande distância foco-filme ( teleradiografia ) para compensar o espaço entre a coluna cervical e o filme. Algumas vezes. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. esta então aumenta as possibilidades de um bom estudo das articulações occipitoatloidea e atlo-axoidea. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. OBS : As projeções de perfil com flexão e extensão apresentam grande importância para estudo do eixo da coluna onde poderemos individualizar pequenas luxações. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. por isso devemos pedir ao paciente que retire próteses dentarias radiopacas. sentado ou em posição ortostática. e a flexibilidade das articulações interpofisárias. sentado ou em decúbito ventral. sentado ou em decúbito ventral. Paciente em posições ortostática. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. sentado ou em posição ortostática. Colocar o corpo do paciente com uma obliquidade de 45º com o plano da estativa e a cabeça paralela a esse plano.8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 OAD Região anterior direita do pescoço. mais próxima do filme. mais próximas do filme. Radiografia feita com cone para obtermos melhor detalhe do atlas e do axis e das articulações occipito-atloidea e atlo-axoidea. penetrando de maneira que tangencie os dentes incisivos superiores. mais próxima do filme. até que olhe em direção ao teto. O paciente deve estender ao máximo a cabeça. sentado ou em última hipótese. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. tangenciando os incisivos superiores. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal. sentado ou em posição ortostática.

Raio central perpendicular. Raio cnetral perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 60 / 100 / 0. mais próxima do filme. Perfil direito e esquerdo . pesquisa de uncoartrose ( processos degenerativos dos uncus vertebrais ). Nesses casos. por isso utilizando menos Kv e menos mAs. nem para coluna torácica. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa.(A) – Incidência de TWINING ( variante ) Região lateral direita ou esquerda da coluna. Raio central perpendicular. por causa da superposição com as articulações escápulo-umerais. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 48 / 70 / 200 / 0. com imagem mais real e com melhor detalhe. colocamos o seu corpo em posição obliqua e a sua cabeça paralela ao plano da mesa. Esta radiografia deve ser indicada em casos de pacientes com fraturas ou luxações que estejam em tração ou que não tenham condições de remoção do leito. . sentado ou em decúbito ventral. o raio central penetra com uma inclinação podálica +_ 12º. pelos seguintes motivos : 1º-) Coluna cervical mais próxima do filme. do pescoço. mais próxima do filme. mais próxima do filme.35s / grosso / 1. Membro mais afastado do filme o mais abaixado possivel. sentado ou em última hipótese. articulações interpofisárias e outras estruturas da coluna num plano obliquo.m / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo . devemos fazer as anteriores.(B) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. retirando os sapatos. Paciente em posição ortostática. Devemos Ter o cuidado de retirar roupa ou adornos que venham prejudicar o exame. Membro superior mais próximo do filme. colocando um apoio radiotransparente sob o tórax e região crevical.3s / grosso / 1m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda respectivamente. Uma outra pessoa deve tracionar os membros superiores em sentido distal.80m / sim / 18x24 Coluna cérvico-torácica Consideramos como componentes da coluna cérvico-torácica as últimas cervicais ( C6 – C7 )e as primeiras torácicas ( T1. Paciente em decúbito dorsal. penetrando na fúrcula esternal. As torácicas são vértebras que necessitam de estudo especifico.A-) Quando o paciente em decúbito ventral. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 68 / 38 / 60 / 200 / 0. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Perfil (A) e (B) / OPD / OPE / OAD / OAE / Incidências de rotina AP / Perfil (A) / AP Região posterior da coluna cérvico-torácica. Esta incidência joga a coluna cérvico-torácica na região axilar. A cabeça do paciente deve ficar paralela ao plano da estativa ou mesa. Paciente em posição ortostática. 2º-) Nas OAD e OAE. tangenciando a articulação acrômio-clavicular mais afastada do filme. Obliquidade do paciente-mesa de 45º. C-) Quando na requisição de exame vem o pedido para obliquas de cervical. fazer o exame em posição ortostática. 3º-) Maior facilidade e comodidade para o paciente manter o posicionamento. com a finalidade de retirar os ombros de cima das primeiras vértebras torácicas. em decúbito dorsal. Região da coluna cérvico-torácica coincidindo com a linha central da mesa. envolvendo a cabeça sem modificar o eixo da coluna. pois não são demonstradas com boa definição nas incidências para coluna cervical. B-) As projeções obliquas apresentam grande importância no estudo dos forames de conjunção ( onde penetram as raízes nervosas sensitivas ). penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. Paciente em posição ortostática. OBS : A verdadeira incidência de TWINING ( incidência do nadador ) é utilizada na mielografia de região cérvico-torácica com o paciente em decúbito ventral e o raio central horizontal passando ao nível de C7. T2. podemos fazer na distância FO-FI de 1m. sentado ou em decúbito dorsal. Sempre que possivel. apresentando seus componentes com excelente definição.6s / fino / 1. T3 e T4 ).

sentado ou em decúbito ventral. Cada vértebra torácica faz 12 articulações : 2 com os corpos vertebrais contíguos ( articulações intervertebrais ). deve ser feita sem os sapatos. que fazendo-se deitado. pois assim poderemos surpreender desvios de coluna. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa.7s / fino / 1. devemos utilizar sempre neste exame. 2 fóveas costais superiores. Obliquidade paciente-mesa de 45º. 2 fóveas costais inferiores. que deverá estar equilibrado na vertical.8s / fino / 1. sentado ou em decúbito dorsal. Obliquidade paciente-mesa de 45º. passando ao nível de T2. por causa que os raios-x .m / sim / 18x24 NOTA 1-) Tomografia Quando interessa ao médico radiologista ver a extensão da lesão ao nível da coluna. A principal caracteristica da vértebra torácica é a articulação com os arcos costais. OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda do tórax e pescoço. Paciente em posição ortostática. perpendicular ao chassis. em todas as incidências.m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda do tórax e pescoço. colocando-se a coluna cervical no mesmo eixo da torácica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 25 / 80 / 100 / 0. Paciente em posição ortostática. Para facilitar o posicionamento. Para igualarmos as densidades radiograficas. O bordo superior do chassis deve coincidir com a região mentoniana. sentado ou em última hipótese. que não tenha condições de virar ao contrário. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 40 / 70 / 100 / 0. mais próximas do filme. devemos utilizar grade fixa para obtermos mais detalhe. Raio central perpendicular. Raio central perpendicualr. o efeito anodio ( catodio para o lado do abdome ). 2 com os processos articulares inferiores. poderiam passar despercebidos. 2 com os processos articulares superiores ( articulações interpofisárias ). indicamos então a tomografia da região com cortes separados de alguns milimetros. Utilizamos estas incidências quando o paciente não tem condições de fazer as obliquas posteriores. devemos colocar um apoio radiotransparente sob a parte que esta erguida. Como toda radiografia para coluna. através da fovea costal ( costela com o corpo ) e fovea costal transversa ( costela com o processo transverso ). Coluna torácica Localizada logo abaixo da coluna cervical. PA Região anterior do tórax. Raio central perpendicular. apoiando no ombro. colocando-se a coluna cervical no mesmo eixo da torácica. mais próximas do filme. Estas projeções apresentam valor para a visualização dos forames de conjugação pedículos e outros acidentes anatômicos numa apresentação obliqua. Paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Perfil direito e esquerdo / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / Perfil esquerdo / AP Região posterior do tórax.Raio central horizontal ao maior plano do leito ou mesa. em decúbito dorsal. mais próxima do filme. É importante fazermos esta incidência de pé ou sentado. OBS : Nas incidências em perfil para coluna cérvico-torácica com o raio central horizontal. 2 fóveas costais transversas. penetrando no meio do espaço entre a fúrcula esterna e o apêndica xifoide. penetrando ao nível da fúrcula esternal. Paciente em posição ortostática. apresenta 12 peçasvertebrais. penetrando ao nível da 2ª vértebra torácica ( T2 ). O PA de coluna torácica apresenta a desvantagem de superpor os bordos superiores e inferiores dos corpos de uma vértebra com a outra.

O maior eixo da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. não apresenta superficies articulares nos processos transversos e seu processo espinhoso é de forma mais larga e quase quadrada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 25 / 200 / 60 / 3. o raio central deve penetrar com +_5º cefálicos ao nível da 6ª vértebra. mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática ou sentado.3s / fino / 1. As mãos e antebraços devem ficar apoiados anteriormente na cabeça. devemos utilizar um apoio radiotransparente sob o lado levantado do tórax e da bacia. penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica.2s / fino / 1. Raio cnetral perpendicular. Obliquidade paciente-mesa de 45º. mais afastada da mesa do que a distal. Raio central perpendicular. O maior eixo longitudunal da coluna. do tórax. A melhor posição para os pacientes com fratura ao nível da coluna lombar é a decúbito ventral. Quando utilizamos esta técnica. Quando houver indicação das obliquas. OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda respectivamente. pois sabemos que a coluna torácica apresenta uma cifose fisiológica ( curvatura para trás ). com isso apagaremos a imagem de superposição das costelas. podemos fazer a radiografia em perfil com o paciente respirando lentamente. Raio central perpendicular. Quando em ortostática ou sentado. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA / AP / Perfil normal direito e esquerdo / Perfil com flexão direito e esquerdo / Perfil com extensão direito e esquerdo / Perfil localizada de L5-S1 / incidência de FERGUSON / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina PA / Perfil normal / Perfil com flexão / Perfil localizada de L5-S1 / FERGUSON / PA Região anterior do abdome. O motivo é que a largura dos ombros é quase sempre maior que a da bacia. penetrando ao nível do meio do espaço entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1.m / sim / 30x40 OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda respectivamente. Apresenta 5 vértebras que. Para facilitar o posicionamento. separando assim os espaços intervertebrais. Paciente em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 100 / 100 / 1s / fino / 1. raio central perpendicular.0s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 25 / 200 / 100 / 2. em proporção com as demais.m / sim / 30x40 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. Em relação a fatores. mais próxima do filme.penetram pela convexidade. devemos Ter cuidado para que o paciente não movimente também a coluna nas fazes respiratórias. mais próximas do filme. penetrando na linha axilar média ao nível da 6ª vértebra torácica. devemos trabalhar com tempo longo para conseguirmos um melhor flou cinético. devemos fazer as anteriores pela maior facilidade de posicionamento. são as que possuem o corpo vertebral mais desenvolvido. penetrando ao nível de T6. Por isso. do tórax. quando vier na maca nessa posição. OBS (A) : Se o exame for feito em decúbito lateral. deverá ser . deve coincidir com a linha central da mesa. mais próximas do filme. Obliquidade paciente-mesa de 45º. Devemos fazer de rotina em PA para que os raios-x penetrem na concavidade da coluna. O maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. ficando assim a coluna torácica proximal.m / sim / 30x40 Coluna lombar É a porção da coluna vertebral situada logo abaixo da torácica.m / sim / 30x40 OBS (B) : Para conseguirmos uma melhor demonstração das vértebras torácicas. Quando o paciente em decúbito lateral rigoroso os braços devem envolver a cabeça e as pernas flexionadas para facilitar e manter o posicionamento. sentado ou em decúbito lateral.

mais próxima do filme. As mãos e antebraços deve estar apoiados anteriormente na cabeça. Raio central perpendicular. até apoiar as mãos num plano ao nível do joelho. penetrando na 3ª vértebra lombar ( no meio do espaço entre o bordo inferior do rebordo costal e a crista ilíaca ). O centro do maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. o paciente deve fletir as pernas e envolver a cabeça com os braços. (B). e o raio central no meio do filme. Mesmo com as pernas fletidas. estendendo o tronco ( para trás ). para ser feito o estudo radiografico nessa mesma posiçào ( em PA ).m / sim / 30x40 Perfil localizada de L5-S1 . Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. a 5ª vértebra lombar não aparece com boa definição por causa da sua inclinação para articulação com a 1ª vértebra sacra. mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre o rebordo costal inferior e a crista ilíaca. pois a região mais distal da coluna lombar fica mais alta do que a proximal. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. de acordo com a largura da bacia. quando fizer o exame em decúbito lateral.O raio central deverá Ter uma inclinação podálica de 5º a 10º. deve fazer uma flexão máxima do tronco sobre as coxas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 240 / 100 / 2. mais próxima do filme. reduzindo a lordose fisiológica. OBS : Quando o exame for feito em decúbito lateral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 100 / 100 / 1. AP Região lombar. com grade fixa. para facilitar o posicionamento. devemos dar uma inclinação podálica no raio central para penetrar perpendicular ao maior eixo longitudinal da coluna. Esta posição coloca a coluna quase que totalmente paralela ao plano da mesa. Raio central perpendicular. onde poderemos demonstrar melhor possiveis deslizamentos de vértebras. Perfil com extensão direita ou esquerda Região lateral direita ou esquerda do abdome. Paciente em decúbito dorsal. penetrando no meio do espaço entre o bordo costal inferior e a crista ilíaca.Quando há indicação de fazer o exame em decúbito lateral. pois a região da bacia é quase sempre mais espessa que a região lombar proximal. Quando em decúbito lateral. OBS : (A). estando o paciente em decúbito dorsal ou ventral. (C). O maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. O centro do maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. Esta projeção apresenta também grande valor no estudo do eixo da coluna. [enetrando no ponto médio entre o rebordo inferior da cartilagem costal e a crista ilíaca. fazemos o perfil com o raio central horizontal.4s / fino / 1. utilizando as mãos para manter o posicionamento. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral.0s / fino / 1. Quando em posição ortostática. flexionando as pernas até as regiões plantares ficarem em contato com a mesa. Esta projeção apresenta grande valor no estudo do eixo da coluna. quando não for possivel fazer de pé. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. penetrando no meio do espaço entre o rebordo costal inferior e a crista ilíaca. Para facilitar o posicionamento devemos passar uma faixa compressora pela bacia do paciente. deve fletir o tronco até apoiar as mãos num plano situado logo abaixo do joelho.removido cuidadosamente para a mesa de exame. OBS : Outro método que podemos utilizar na prática é a colocação do bordo inferior do chassis logo abaixo do cóccix. Retirar os sapatos é das providências mais importantes para o exame da coluna vertebral.m / sim / 30x40 Perfil normal direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda do abdome. Perfil com flexão direita ou esquerda Região lateral direita ou esquerda do abdome. Raio central perpendicular.Quando a indicação for fratura ou luxação. onde poderemos demonstrar melhor possiveis deslizamentos de vértebras. Raio central perpendicular. mais próxima do filme.

penetrando 3 a 4cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. Para obtermos mais detalhe devemos utilizar o cilindro de extensão aberto. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. O seu plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. Raio central perpendicular ou com uma inclinação podálica de 5º penetrando no nível de L3. Esta incidência apresenta grande importância na rotina radiográfica para coluna vertebral. deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. podendo-se ver com boa definição a coluna sacra e as articulações sacro-ilíacas. As obliquas anteriores são de mais fácil posicionamento e podemos trabalhar com o raio central perpendicular ou com uma pequena inclinação podálica. esta inclinação costuma ser maior. O mair eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda do abdome. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. podemos visualizar a imagem do "cachorrinho de LACHAPELLE". lâmina e articulações inter-pofisárias. só que na maioria das vezes temos que trabalhar com ângulação podálica de 5º a 10º. É formado por um conjunto de acidentes anatômicos da vértebra lombar em posição obliqua. • Nariz. penetrando ao nível de L3. • Pata trazeira  Processo articular inferior ( mais próximo do filme ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1.Região lateral direita ou esquerda da articulação lombo-sacra. • Olho  Pedículo ( mais afastado do flime ). Demonstram os mesmos acidentes das obliquas anteriores. • Pescoço  Istmo ( mais afastado do filme ). Em mulheres. Raio central com uma inclinação média de 25º cefálicos penetrando 3cm acima da sinfise púbiana. mais próximas do filme. Obliquidade paciente-mesa de 45º. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Obliquidade paciente-mesa de 45º. por causa da maior angulação do sacro. que estejam erguidas. Preferimos fazer em decúbito dorsal porque a espessura a ser atravessada pelos raios-x passa a ser menor. por isso tendo que se usar anteparos radiotransparentes sob as regiões torácica.m / sim / 24x30 Incidência de FERGUSON Região posterior da articulação de L5-S1. Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 10º. O maior eixo longitudunal da coluna. As obliquas posteriores são mais dificieis de manter o posicionamento na obliquidade exigida.2s / fino / 1. porque nestas posições a coluna lombar distal fica mais alta do que nas obliquas anteriores. Cauda  Processo articular superior ( mais próximo do filme ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 20 / 240 / 100 / 2. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortotática. por ser uma região de frequente acometimento de patologias e também por que não aparece com boa definição no perfil panorâmico de coluna lombar. boca  Processo transverso ( mais afastado do filme ).4s / fino / 1.m / sim / 24x30 OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda do abdome. • Pata dianteira  Processo articular inferior ( mais afastado do filme ).m / sim / 30x40 . mais próxima do filme. Nas projeções obliquas. • Corpo  Lâmina ( mais próxima do filme ). A incidência de FERGUSON mostra o espaço intervertebral de L5-S1 que não aparece nas incidências postero-anterior e antero-posterior. Imagem do "cachorrinho" • Orelha  Processo articular superior ( mais afastado do filme ). Estas incidências apresentam grande valor para visualização de certas estruturas anatômicas como o ISTMO. lombar e da bacia.2s / fino / 1.

Estas incidências devem ser feitas com o paciente fazendo uma flexão forçada e outra radiografia com o paciente fazendo uma extensão forçada. Os principais acidentes demonstrados são o ISTMO. .5º Vértebra lombar Por causa da 5ª vértebra em relação com as demais peças lombares. por motivos que justificam totalmente. mais próxima do filme. apresenta cinco vértebras que se fundem por volta dos 6 anos. arqueia-se para trás formando uma concavidade anterior. e mais os componentes da imagem do cachorrinho. mais próxima do filme. Coluna sacra Localizada logo abaixo da coluna lombar. porém se quisermos estudos isolados desses segmentos da coluna. devemos utilizar colimadores para obtermos mais detalhe.2s / fino / 1. exige um estudo radiológico específico para ela. que é ao nível da crista ilíaca. Concluimos que. Sempre que possivel. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. penetrando 2cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa.2s / fino / 1. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. Perfil com flexão e extensão Região lateral direita ou esquerda da bacia. LÂMINA e ARTICULAÇÃO INTERPOFISÁRIA. isto é : Incidências de rotina PA / Perfil normal / Perfil com flexão / Perfil localizada de L5-S1 / FERGUSON / Raio central com as mesmas variações de angulação da coluna lombar.m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da bacia. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. A rotina mínima é a mesma do que para coluna lombar. Apresenta valor nos casos de suspeitas de deslizamentos de vértebras. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. mais próxima do filme. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. tornando menos oneroso o custo do exame. Raio central com uma inclinação de 15º cefálicos. O exame da coluna sacra. B-) Pode-se Ter uma noção panorâmica da articulação da lombar com a sacra.m / sim / 18x24 Coluna lombo-sacra Normalmente os pedidos de exames radiográficos para coluna lombar vêm associados. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Perfil direito e esquerdo / Perfil com flexão e extensão / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / perfil esquerdo / AP Região lombar inferior. ai faremos as incidências especifícas para coluna lombar e coluna sacra. penetrando no meio do espaço entre as espinhas ilíacas ântero-superiores. Raio central com inclinação cefálica de 15º penetrando no meio do espaço entre as espinhas ilíacas ântero-superiores. C-) Gasto menor de filmes. devemos associar o estudo da coluna sacra.4s / fino / 1. mais próximas do filme. A-) Pode-se incluir num mesmo filme 30x40cm com a coluna sacra em sua totalidade. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 25 / 240 / 100 / 2. somente variamos o local da penetração. quando quisermos estudar a coluna lombar. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. penetrando 2cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca.m / sim / 18x24 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. Obliquidade paciente-mesa de 45º.

O plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando de maneira que tangencie a sinfise pubiana. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. Maior eixo longitudinal do cóccix deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º penetrando de maneira que tangencie a sinfise pubiana. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Perfil direito e esquerdo / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / Perfil esquerdo / AP ( Incidência de FERGUSON ) Região posterior da coluna sacra. pois assim saberemos exatamente a inclinação que será dada ao AP. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. Preferimos fazer em decúbito dorsal porque quando o doente deita. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. O estudo radiológico deve ser feito com o auxílio de colimadores para obtermos mais detalhe. mais próxima do filme. Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 10º. penetrando ao nível da espinha ilíaca ântero-superior. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 200 / 100 / 2. Nas suas faces póstero-laterais encontramos as superficíes para as articulações com os ilíacos.m / sim / 24x30 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da região sacral.m / sim / 24x30 Coluna coccígea A coluna coccígea esta localizada logo abaixo da coluna sacra e é composta por 2.0s / fino / 1. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. mais próxima do filme. a espessura abdominal diminui. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. PA Região anterior da coluna sacra. penetrando no meio do cóccix. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral ou em posiçAo ortostática. mais próxima do filme. 3 e as vezes 4 peças vertebrais atípicas. mais próxima do filme.m / sim / 18x24 AP Região posterior do cóccix. É importante fazermos em primeiro lugar o perfil.A coluna sacra apresenta uma forma triangular com o vértice voltado para a parte inferior e orifícios nas laterais ( forames sacrais ). Região sacral. penetrando ao nível do processo espinhoso da 2ª vértebra sacra. A inclinação podálica é de grande importância pois a partir do perfil veremos a inclinação a ser dada para dissociar as peças coccígeas. . O maior eixo longitudinal do cóccix deve coincidir com a linha central da mesa.2s / fino / 1. permitindo utilizarmos fatores mais baixos. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular ou com 5º podálicos. Plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa.2s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 120 / 100 / 1. Região sacral no seu maior eixo longitudinal. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. coincidindo com a linha central da mesa. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Perfil direito e esquerdo / AP / PA / Incidências de rotina Perfil esquerdo / AP / Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia.m / sim / 24x30 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. coincidindo com a linha central da mesa. mais próximas do filme.0s / fino / 1. Obliquidade paciente-mesa de 30º.

corrige-se ativamente ou com o decúbito. que quase sempre é o 14x17 polegadas. CLASSIFICAÇÃO DAS ESCOLIOSES NÃO ESTRUTURAIS . penetrando no meio do espaço entre as duas espinhas ilíacas ântero-superiores e a sinfise pubiana. ESCOLIOSES ESTRUTURAIS Etiologias mais frequentes : ESSENCIAS OU IDIOPÁTICAS – Desvio lateral permanente da coluna acompanhada de rotação e alterações morfológicas das vértebras. dentre outros. O maior eixo longitudinal deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. ESTUDO RADIOLÓGICO Dentre as diferentes técnicas. PARALÍTICAS – aparece em 5% dos casos de póliomielite. Raio central com uma inclinação de 5º a 25º cefálicos. O bordo inferior do chassis. A enfermidade se estaciona uma vez terminado o crescimento da coluna ( 16-18 anos ). para o estudo radiológico da escoliose podemos dividilo numa rotina mínima que vai servir para o diagnostico grosseiro e uma rotina mais completa. seringomielia. mais próxima do filme. CONGÊNITAS . Etiologia mal determinada. Os pés devem estar separados um do outro em toda a sua extensão de +_10cm. para medir-se um possivel desnivel da bacia. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. toracogênicas ( pleurítica. marfam.m / sim / 18x24 Escoliose ( escolios – do grego – Tortuoso ) Por definição. PA Região anterior do cóccix. que vai definir a terapêutica. . penetrando no cóccix. podemos utilizar os métodos de COBB-LIPMAN e o de RISSER-FERGUSON. mielomeningocele. Para a medição da curva escoliótica. escoliose é o desvio lateral da coluna vertebral. acondroplasia e outras. Existem filmes de aproximadamente 90cm. COMPENSADORA – ( Estática ) – Consecutiva a um desnivelamento da pelve.Quando não apresentam deformidades vertebrais. ESTRUTURAIS – Quando estão presentes deformidades vertebrais.2s / fino / 1. pisando num plano horizontal. ETIOLOGIAS MAIS RARAS Exemplos : Raquitismo. ANTÁLGICA – Lombalgia de causa leve ( por exemplo – fibrostática ) ou de causa grave ( por exemplo – lombociatalgia ). do plano mediano. hemivertebras e a barra vertebral. com finalidade de radiografar a maior extensão possivel da coluna vertebral. de maneira que apareça na imagem.Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 25º. sempre retirando os sapatos. A função da coluna é sustentar a corpo com o auxilio dos músculos para dar ao individuo a posição ortostática e conter e proteger a medula espinhal. mais próxima do filme. normalmente dorsal convexa direita e lombar convexa esquerda. se não for corrigida pode passar a estrutural. curva dorso-lombar. por rececção de costelas . deve ficar ao nível da crista ilíaca. etc ). O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. Quando a escoliose apresenta a convexidade para a direita. POSTURAL – Atitude escoliotica. mais tipicas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 120 / 100 / 1. ESCOLIOSES NÃO ESTRUTURAIS Exemplos : FISIOLÓGICA – São muito leves. Em crianças de menos de 12 anos. não há dor. Paciente em posição ortostática ou sentado com os braços caídos ao longo do corpo. por volta dos 10-12 anos. chamamos dextroescoliose e quando apresenta a convexidade para a esquerda chamamos sinistroescoliose. A principal sintomatologia das escolioses é o cansaço e quando na adolescência. neurofibromatose. Utilizamos esta incidência quando o paciente não tem condições de ficar em decúbito dorsal. Devemos utilizar sempre o maior filme existente no serviço de raios-x. mais comum em meninas.relacionadas a diversas deformações vertebrais. Rotina mínima Incidências de rotina AP / Perfil direito ou esquerdo / AP Região posterior da coluna tóraco-lombar.

penetrando na região tóraco-lombar. levando a um desnível de bacia e posteriormente a uma escoliose. mais próxima do filme. pois a coluna encontra-se com carga total. o paciente deve pisar descalço num plano horizontal. mais próxima do filme. penetrando na região tóraco-lombar saindo no meio do filme. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a região da crista ilíaca.0s / fino / 1. O paciente deve pisar num plano totalmente horizontal. pois pode Ter compensação no salto.m / sim / 35x43 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna tóraco-lombar. Paciente sentado com os braços pendentes ao longo do corpo. com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm.Sempre devemos colimar. Devemos fazer o perfil direito ou esquerdo de acordo com a imagem do AP. mais próxima do filme. penetrando na região tóraco-lombar. Paciente em posição ortostática ou sentado. O maior eixo longitudinal da coluna tóraco-lombar deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. A diafragmação deve ser para o tamanho total do filme. de pé. com os braços estendidos ao longo do corpo. a fim de dar maior carga na coluna. com a finalidade de separar os espaços intervertebrais. para não nos arriscarmos a cortar a imagem da coluna. podendo assim o radiologista medir o desnivel da bacia. O bordo inferior do chassis deve ficar ao nível da crista ilíaca. com os braços estendidos para cima. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. AP em decúbito dorsal Região posterior da coluna tóraco-lombar. Raio central perpendicular. pois a coluna nessa posição apresenta menos carga. Raio central perpendicular. Como providencia para todas as radiografias de coluna em ortostática. O objetivo é também comparativo. se o paciente apresenta uma dextro escoliose faremos o perfil direito.m / sim / 35x43 ROTINA COM AS INCIDÊNCIAS COMPLEMENTARES ESTUDO RADIOGRAFICO Sempre que o paciente fizer radiografias para coluna. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca de maneira que apareça na imagem radiografica. incluindo todo o campo do filme.0s / fino / 1. Incidências AP em ortostática / AP sentado / AP em decúbito dorsal / AP em hiperlateralização direita e esquerda / AP em hiperflexão e hiperextensão / Perfil direito e esquerdo / Projeção do canal torácico / Incidências de rotina AP em ortostática / AP em decúbito dorsal / AP em hiperlateralização direita e esquerda / Perfil direito e esquerdo / AP em bipedestação ou ortostática Região posterior da coluna tóraco-lombar. O objetivo desta posição é ver escoliose consequente da diferença de membros inferiores. deve retirara os sapatos. penetrando na região tóraco-lombar saindo no meio do filme. Paciente em posição neutra. Os pés devem ficar afastados um do outro de +_10cm em toda sua extensão. Raio central perpendicular. . mais próxima do filme. pois assim o peso exercido sobre a coluna apresenta-se de maneira uniforme. como tratamento para encurtamento de membro inferior. O objetivo é comparar com o AP em ortostática. AP sentado Região posterior da coluna tóraco-lombar. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. penetrando na região tóraco-lombar. isto é. através do peso do paciente. Raio central perpendicular. AP em hiperlateralização direita e esquerda ( TESTE DE ABEL ) Região posterior da coluna tóraco-lombar. A radiografia deve ser feita em posição ortostática para forçar o eixo gravitacional exercido sobre a coluna. saindo no meio do filme. se tiver sinistro escoliose faremos o perfil esquerdo. O bordo inferior do chassis deve ficar ao nível da crista ilíaca. saindo no meio do filme. saindo no meio do filme.

fixando-se a pelve atrás de uma faixa compresora. se o paciente apresenta uma dextro escoliose fazemos o perfil direito. se tiver uma sinistro escoliose.0s / fino / 1. Paciente sentado e encurvado sobre a mesa de exames de modo que seus braços e pernas fiquem pendentes sobre a extremidade da mesa. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. mais próxima do filme. saindo no meio do filme. que é onde as duas radiografias se unem. e relação das costelas com a coluna. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1.m / sim / 24x30 TÉCNICA DA RADIOGRAFIA MONTADA PARA CIFO-ESCOLIOSE Esta técnica consiste em obtermos duas radiografias que incluem toda a coluna vertebral.0s / fino / 1. Paciente em posição ortostática. É especifica para determinar a eficácia da extirpação de costelas no tratamento das cifo-escolioses. Utilizamos dois filmes 35x43cm ou 30x40cm. Devemos fazer o perfil direito ou esquerdo de acordo com a imagem do AP. O objetivo destas posições é visualizar a flexibilidade ou rigidez das curvas escolióticas.Paciente em posição ortostática. Os braços devem ficar estendidos para cima. com os braços ao longo do corpo. penetrando na região tóraco-lombar. AP em hiperflexão e hiperextensão ( TESTE DE KNUTSON ) Região posterior da coluna tóraco-lombar. O objetivo deste exame é visualizar a rotação dos processos espinhosos. podendo surpreender anomalias vertebrais. FATORES . saindo no meio do filme. fazemos o perfil esquerdo. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo. mais proxima do filme.m / sim / 35x43 Projeção do canal torácico Região inferior da gibosidade costal ( zona de intensa cifose ). como hemivertebras ou vértebras em bloco. a flexibilidade ou rigidez das curvaturas da coluna. mais próxima do filme.m / sim / 35x43 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna. O objetivo é demonstrar nos casos em que haja desvios anteriores ( lordose ) ou posteriores ( cifose ) associados a uma escoliose. para colocarmos uma á outra e termos uma visão de toda a coluna como num filme só. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. Devemos fazer de rotina em AP e perfil esquerdo ou direito de acordo com a convexidade do desvio lateral. Raio central perpendicular. A finalidade da entrada desses raios centrais próximos um do outro é evitar distorções de imagem da região tóroco-lombar. com a finalidade de demonstrar os espaços intervertebrais. saindo no meio do filme FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. Raio central tangenciando o maior eixo da gibosidade costal. que são agentes causadores de escoliose. mais próxima do filme. penetrando na região tóraco-lombar. O objetivo é complementar a rotina radiografica. Raio central perpendicular. fazendo uma projeção com flexão do tronco e outra com extensão. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática ou sentado. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. Os raios centrais entrarão perpendicular no terço inferior do filme que radiografará a coluna cérvico-torácica e no terço superior do filme que radiografará a coluna tóraco-lombo-sacra-coccígea. Paciente em posição ortostática. com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm. com os braços em extensão máxima acima da cabeça. penetrando na região tóraco-lombar. AP Região posterior da coluna tóraco-lombar. isto é.0s / fino / 1. No intervalo entre as duas radiografias o paciente não poderá retirar os pés da posição pré-estabelecida. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. O paciente deve fazer uma inclinação lateral ativa do tronco. para o lado direito e outra com inclinação para o lado esquerdo.

Esfenoide e Etmoide. Para a obtensão das radiografias.50m / sim / 35x43 ou 30x40 Perfil direrito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna tóraco-lombar. cornetos inferiores e as maxilas. diminuindo a qualidade do exame. devemos utilizar todos os recursos dos aparelhos de raios-x.6s / fino / 1. palatinos. Os ossos Etmoide e esfenoide são especificamente da base do crânio e os outros entram na formação da calota craniana. 5-) PERFIL ESQUERDO POR CONVENÇÃO Não só para o estudo radiológico da coluna. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. devemos fazer em apéia expiratoria. A remoção da maca para a mesa de exames deve ser em bloco. fazemos a grande distancia foco-filme para compensar a longa distância entre a coluna e o filme. que é o local onde se unirão as duas radiografias. CRÂNIO – É constituido por um conjunto de ossos que. através da maior ampliação da região mais afastada do filme. nesse transporte nenhuma parte do paciente deve sofrer movimentos bruscos. o paciente não poderá retirar os pés da posição pré-estabelecida. por isso. pois assim o diafragma sobe. SUTURAS . Paciente em posição ortostática com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm. pois esses pacientes apresentam tendência a movimentarem-se. Alguns ossos do crânio são pares. 3-) SPOT FILM DE VÉRTEBRA TÓRACO-LOMBAR Quando desejamos fazer um estudo especifico das ultimas vértebras torácicas e primeiras lombares. podemos então fazer o exame em decúbito dorsal. vimos que nas incidências em perfil. fazemos então o esquerdo. As mãos devem ficar apoiadas anteriormente na cabeça. Os raios centrais entrarão perpendiculares no terço inferior do filme que radiografará a coluna cérvico-torácia e no terço superior do filme que radiografará a coluna tóraco-lombo-sacra-coccígea. com as pernas fletidas. No intervalo entre as duas radiografias. de modo que mobilise o mínimo possivel o paciente.0s / fino / 1. pois somente nestas posições podemos surpreender pequenas escolioses. . que podem resultar numa lesão medular e daí uma invalidez definitiva. como para outras regiões anatômica do corpo. qual o lado lesado. IMPARES : Frontal. podendo então obter uma mesma densidade radiografica. Os ossos impares são a mandíbula e o vômer. pois teremos que trabalhar ( baseado na lei de KEPPLER ) com quase quatro vezes o mAs da radiografia feita com um metro. isto é.( do latim – costura ) – são as articulações imóveis entre a maioria dos ossos do crânio. não podemos fazer teleradiografias. Occipital. 4-) TELERADIOGRAFIA NOS PERFIS DE COLUNA Quando estudamos coluna crevical. enquanto outros são impares. Quando realizamos os outros perfis de coluna. Quando a indicação para o exame da coluna é para pesquisa de lesões malignas e o paciente encontra-se debilitado. o técnico em radiologia médica deve sempre solicitar a presença do médico responsavel pelo paciente. A finalidade da entrada desses raios centrais próximos um do outro é evitar distorção de imagem da região tóraco-lombar. se tiver condições. 05 – Crânio O esqueleto da cabeça se compõem de crânio e face. que a indicação não é escoliose. 2-) Rdiografia de coluna em decúbito dorsal Sabemos que radiografias para coluna vertebral devem ser feitas em posição ortostática ou sentado. PARES : Parietais e temporais. mais próxima do filme. lacrimais. na maior parte. Utilizamos dois filmes ( 35x43cm ou 30x40cm ).50m / sim / 35x43 ou 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Radiografia de coluna em politraumatizados A imobilização de pacientes com fraturas ou luxações vertebrais deve ser extremamente cuidadosa. o esqueleto da face é composto de varios ossos pares que são os nasais. zigomaticos ou maleres. estão unidos por articulações imóveis ( suturas ). quando no pedido de exame não vier especificado o perfil direito ou esquerdo. Outra condição que podemos fazer o exame em decúbito dorsal é em crianças e pessoas extremamente idosas.Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. O médico radiologista terá condições de dizer nas incidências em prefil. FACE : Além duma porção do osso frontal.

o frontal o esfenoide e o temporal. alojando a glândula hiposife. com uma superficie externa convexa e uma superficie interna concava. onde eles formam uma grande parte da fossa média do crânio. FRONTAL – É um osso ímpar e consiste de uma porção vertical. mas o fechamento diagnosticado radiologicamente não coincide com o determinado anatomicamente. PRINCIPAIS SUTURAS CRANIANAS : CORONÁRIA – sutura entre o osso frontal e os parietais. duas pequenas asas. cribiforme ou crivosa. situado na base do crânio. e porção basilar TEMPORAL . porção mastóidea. lâmina vertical ou lâmina perpendicular. LAMBDOIDE – sutura entre os ossos parietais e o occipital. formando parte da fossa anterior e parte das paredes nasal e orbitárias. ESTUDO RADIOLÓGICO DO CRÂNIO Para obtermos um estudo radiológico do crânio. entre a porção horizontal do frontal e a porçãobasilar do occipital. Os ossos que compõem a calota são o frontal. dois processos PTERIGOIDES. entre as órbitas. que são : Porção escamosa. Cada osso parietal apresenta uma proeminencia próxima a porção central de sua superficie externa. PONTOS DE INTERSEÇÃO São áreas do crânio onde se aproximam as suturas. o temporal e o occipital.É um osso par. Muitas suturas são visiveis radiograficamente. O osso temporal consiste de cinco porções. PARIETO-MASTOIDEA – sutura entre o parietal e o temporal. além de partes do temporal e do occipital. situado na perte póstero-inferior do crânio e forma quase a metade da base craniana. 30 anos. PARIETAL – É um osso par e são mais ou menos quadrados em forma. O esfenoide é o principal componente da fossa média craniana e apresenta sete porções : Corpo onde se situa a sela turca. que se projetam lateralmente ao corpo. que contém os órgãos auditivos essenciais. principalmente na lambdoide. entre as grandes asas do esfenoide e o occipital. os parietais. chamada escama. LAMBDA – é o ponto de interseção entre as suturas ságital e lambdoide. ESFENOIDE – É um osso ímpar. uma de cada lado do forame magno. A lâmina ou tábua externa é mais espessa que a camada ou tábua interna e a espessura da camada de tecido esponjoso varia consideravelmente nas várias regiões da abóbada. o occipital e o temporal. Consiste de quatro porções e tem uma grande abertura. OCCIPITO-MASTOIDEA – sutura entre o occipital e o temporal. É a parte anterior da calota ( ou abóbada ) craniana. e os que compõem a base são o esfenoide. OCCIPITAL – É um osso ímpar. PTÉRION – área onde se aproximam de cada lado. localizado de cada lado do crânio. duas grandes asas. duas massas laterais onde se encontram as selas etmoidais. as suturas vão se fechando. o etmoide.Apresentam o aspecto de linhas irregulares nos crânios de jovens e adultos. OSSOS SUTURAIS São núcleos de ossificação. ASTÉRION – área onde se aproximam de cada lado o parietal. que transmite a medula oblonga para a cavidade cranial. SÁGITAL – sutura entre os parietais. o forame magno. BREGMA – é o ponto de interseção das suturas coronária e ságital. por volta dos 26. O etmoide é constituido basicamente por quatro porções : Lâmina horizontal. que se projetam para baixo de cada lada da superficie inferior do corpo. No decorrer do avanço da idade. separadas por uma camada de tecido esponjoso chamado DÍPLOE. que forma a testa. que formam ossos interpostos nas suturas. porção timpânica. ETMOIDE – É um osso ímpar. que é chamada de proeminência parietal. porção petrosa ou rochedo. Apresenta uma porção horizontal que forma os tetos das orbitas e perte do assoalho da fossa anterior craniana. NÁSION – é o ponto de encontro entre o frontal e os ossos próprios do nariz. situado na base do crânio. projeta-se para baixo da superficie inferior da lâmina crivosa. formando como que pontos de encontro entre os ossos. duas porções condilares. o parietal. As quatro porções do occipital são : Porção escamosa. porção estilóidea. Os parietais formam uma grande parte das porções laterais do crânio. de bom padrão é necessario o conhecimento da anatomia craniana e de pontos de referencia como linhas e . OSSOS DO CRÂNIO Os ossos do crânio são compostos por duas lâminas de tecido compacto ( lâmina externa e lâmina interna ).

medidas de indices e de ângulos no radiodiagnostico. deverá estar perpendicular ao filme e no prefil rigoroso deverá estar paralelo a ele. Passa verticalmente pelos condutos auditivos externos. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LMO : Transorbitária para osso temporal. 6-) LINHA INTER-PUPILAR OU INTER-ORBITARIA Linha que vai de uma órbita a outra ou de uma pupila a outra. Aplicação da linha de CHAMBERLAIN : Demonstra a relação entre o occipital e a coluna vertebral. 4-) LINHA DE RHEESE Une o conduto auditivo externo a comissura do olho do lado oposto. No AP ou no PA rigorosos. Vai do meio do conduto auditivo externo ( CAE ) até o bordo externo da órbita ( ou da comissura externa do olho ). HIRTZ ( INCIDÊNCIA AXIAL ). EXMPLOS DE POSICIONAMENTOS QUE UTILIZAM A LINHA AURICULAR : Perfil de crânio. 1-) PLANO MEDIANO SÁGITAL Divide a cabeça em duas metades simétricas. obliquas para selas etmoidais. PLANOS As aplicações dos planos correspondem as mesmas das linhas. Passa pelos bordos inferiores das órbitas e pelos tetos dos condutos auditivos externos. direita e esquerda. incidência de SCHULLER. 9-) LINHA DE CLIVUS Linha que passa pelo buraco posterior do clivus e se curva com uma linha que passa pelo processo clinóide posterior e vai até o násion. REVERCHON. 8-) LINHA DE CHAMBERLAIN Vai do palato duro até o bordo póstero-superiordo buraco occipital ( forame magno ). AP de crânio. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Incidências de STEN VERS ( quando esta linha estiver perpendicular ao plano da mesa. linha antropológica e linha de FRANKFURT. 5-) LINHA GLABELO-MEATAL Vai da glabela ( pequena proeminencia entre as duas sombrancelhas ) ao teto do conduto auditivo externo. linha horizontal americana. 7-) LINHA AURICULAR ( COINCIDE COM O PLANO CORONÁRIO ) Linha que passa verticalmente pelo centro do conduto auditivo externo. somente dando uma noção de profundidade. fundamentais na realização dos posicionamentos. perfil de crânio. LINHAS 1-) LINHA HORIZONTAL ALEMÃ ( LHA ) Também conhecida como : linha infra-órbito-meática. etc. É a mais utilizada na técnica radiológica do crânio e face. 3-) LINHA SUPRA-ÓRBITO-MEÁTICA Une o conduto auditivo externo ao bordo superior externo da órbita ( ao nível da fosseta frontal ). Com o corpo humano em posição anatômica a LHA deve ficar perpendicular ao maior eixo longitudinal do corpo.planos. APLICAÇÃO DA LINHA GLABELO-MEATAL : Demonstra a zona limite da base do crânio. PRINCIPAIS LINHAS E PLANOS DO CRÂNIO Linhas – são normalmente o espaço compreendido entre dois pontos anatômicos. etc. entraremos com o raio central também perpendicular ). APLICAÇÃO DA LINHA DE CLIVUS : Medida do ângulo de BOOGARD. 3-) PLANO FRONTAL OU PLANO CORONÁRIO OU PLANO BI-AURICULAR Divide a cabeça em metade anterior e posterior. 2-) LINHA MEATO-ORBITÁRIA ( LMO ) TAMBÉM CONHECIDA COMO : Linha órbito-meática. Planos – apresentam a mesma aplicação das linha. 2-) PLANO HORIZONTAL ALEMÃO OU PLANO ANTROPOLÓGICO OU PLANO DE FRANKFURT Divide a cabeça em andar sup[erior e inferior. posicionamento para tomografia do osso temporal e posicionamento para angiografia cerebral. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LINHA DE RHEESE : Incidência de rheese ( buraco ótico ). 10-) LINHA DEMARCATÓRIA DA LARGURA E COMPRIMENTO DO CRÂNIO A-) Largura – que une os dois pontos mais laterais dos ossos parietais. É o plano mais utilizado na técnica radiológica geral. BRETON OU TOWNE ( INCIDÊNCIA SEMI AXIAL ). B-) Comprimento – une a glabela até o ponto mais distal do occipital. Vai do teto do conduto auditivo externo ( CAE ) e o bordo inferior da órbita. Perfil de sela turca etc. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LHA : PA de crânio. . EXEMPLOS DE POSICIONAMENTOS QUE UTILIZAM A LINHA INTER-PUPILAR : PA de crânio.

0s / fino / 0. Quando o rochedo se projeta abaixo do bordo inferior da órbita. o posicionamento fica mais fácil fazendo-se no bucky vertical com o doente sentado ou de pé. O raio central deve penetrar paralelo a linha horizontal alemã. . Normalmente temos que utilizar uma inclinação podálica média de 12º. Regiões frontal e nasal sobre a linha central da mesa. Crânio ( panorâmicas ) Incidências panorâmicas PA / AP / Perfil direito e esquerdo / Semi-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / AXIAL ( incidência de hirtz (A) e (B) / OPD / OPE / Incidência tangencial / Incidências de rotina PA / Perfil esquerdo / incidência de REVERCHON / PA Região da face. dificilmente conseguiremos uma boa radiografia. as vezes fazemos até com o raio central perpendicular. Quando em decúbito ventral. O plano mediano ságital de todo o corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Esta posição vai facilitar a colocação do plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. que vamos ter dificuldades de manter o posicionamento em póstero-anterior. Ajustar os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. quando colocado perpendicular a mesa. fazemos de rotina o perfil esquerdo. A incidência póstero-anterior em pacientes obesos ou com pescoço curto. para melhor colocação no espaço do filme 24x30cm. Em pacientes com nariz curto esta inclinação diminui. Os pés devem estar para fora da mesa. Permite a posição correta na incidência de Rheese. sentado ou em posição ortostática.4-) PLANO MEATO-ORBITARIO Divide também a cabeça em andar superior e inferior. mais próxima do filme. O operador deve fazer o posicionamento do paciente pela extremidade da mesa. Paciente em decúbito ventral. Raio central penetrando paralelo a linha horizontal alemã. sentado ou em posição ortostática. apoiando-se sobre o antebraço e o joelho fletido do lado elevado. sempre procurando aproximar a lesão do filme. Sabemos que a inclinação esta correta quando a imagem do bordo superior do rochedo projeta-se no terço inferior da órbita. pois assim pode perceber melhor eventuais falhas da posição. Não fazemos AP de rotina porque os principais componentes anatômicos da base do crânio ficam mais próximos na incidência PA. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. mais próxima do filme. Quando não temos uma indicação precisa da localização da lesão.90m / sim / 24x30 AP Região posterior da cabeça. Os pés devem ficar para fora da mesa para um melhor apoio do corpo. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa . Paciente em decúbito dorsal. Indicamos a incidência ântero-posterior em politraumatizados ou em crianças e pessoas muito idosas.6s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 100 / 1. sabemos que a inclinação utilizada foi demasiada. A cabeça deverá estar algo estendida. saindo no násion. para melhor apoio. 5-) PLANO DE RHEESE Plano que passa pelo conduto auditivo externo e pela comissura externa do olho do lado oposto. Paciente em decúbito ventral. Quando fazemos o AP devemos aumentar a distância foco-filme para diminuir a ampliação das órbitas e de outras estruturars importantes com perda de detalhe. Passa pelos bordos externos das órbitas e pelos centros dos condutos auditivos externos. com uma média de 12º podálicos. pois se colocarmos somente a cabeça posicionada desta forma.50m / sim / 24x30 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. no násion. mais próxima do filme. colocando os braços numa posição que permita melhor apoio. colocar o corpo em posição obliqua. sentado ou em posição ortostática.

O numerador com a identificação do paciente sempre deve coincidir com a região mentoniana. Sempre devemos evitar que o paciente mantenha o posicionamento da cabeça utilizando a mão fechada sob a região mentoniana, pois o radiologista assm poderá deixar de surpreender uma lesão ao nível da mandibula. Quando tivermos dificuldade de manter o posicionamento, devemos utilizar um apoio radiotransparente. Em pacientes obesos ou com pescoço curto, o exame fica mais fácil fazendo-se na estativa vertical. Raio central perpendicular, penetrando ao nível da sela turca, isto é, 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. OBSERVAÇÕES : (A) – Outro ponto que se utiliza na prática para entrada do raio central no perfil é no meio do espaço entre a protuberância occipital externa e a região frontal média. (B) – Em crianças de pouca idade e pessoas muito idosas é mais fácil fazer o perfil de crânio em decúbito dorsal, colocando-se um apoio sob um dos lados do tórax. (C) – Em pacientes com traumatismos crânio-encefálicos ou anestesiados, como se utiliza na arteriografia cerebral, teremos que entrar com o raio central horizontal, colocando um apoio radiotransparente sob a cabeça do individuo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 SEMI-AXIAL Ântero-posterior ( incidência de reverchon ) Região posterior da cabeça, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo com os ombros num plano transverso a linha central da mesa ou estativa. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Pacientes obesos ou com pescoço curto o exame deve ser feito no bucky vertical. O paciente tem que aproximar o máximo possivel o queixo da furcula esternal, pois o raio central deve penetrar com uma inclinação podálica de 35º em relação a linha horizontal alemã. Se a linha horizontal alemã estiver perpendicular ao plano da mesa, a inclinação do raio será de 35º, se o paciente, com a flexão da cabeça, fizer a LHA inclinar-se de 10º ( por exemplo ) em relação a anterior, a angulação então do raio central será de 25º caudais. O ideal dessa projeção é o aparecimento do dorso da sela turca, projetando-se no forame magno. Raio central entrará pela região frontal, passara pelo conduto auditivo externo e sairá no occipital, passando pelo meio do espaço entre os dois processos mastóideos ( região coincidente com o forame magno ). Esta projeção é a única que apresenta a fossa posterior craniana em quase toda a sua totalidade, numa visão frontal, por isso tendo grande importância nas suspeitas de lesão ao nível do occipital. OBSERVAÇÕES : (A) – Quando o paciente estiver em decúbito ventral e não tiver condições de movimentar-se, podemos fazer o reverchon invertido ou projeção nuco-frontal ou semi-axial póstero-anterior, utilizando os mesmos pontos de referência. (B) – Na prática, vemos a incidência semi-axial ântero-posterior ser chamada por três nomes : REVERCHON, BRETON e TOWNE. (C) – Há aotores que aconselham fazer a incidência de reverchon, breton ou towne com até 45º; outros, com inclinações menores, pois consideram como ponto de referência a linha órbito-meática. (D) – A cabeça é das estruturas do corpo que mais variam anatomicamente de individuo para individuo, por isso acontecendo as vezes utilizarmos rigorosamente os pontos pré-estabelecidos e ainda assim a incidência não sair correta. Assim, temos meios de saber que quando faltou angulação é quando não aparece o forame magno. Se a radiografia foi feita com inclinação excessiva do raio central, sabemos quando aparece o arco posterior do ATLAS. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 AXIAL - incidência de HIRTZ – ( sub-mento vértice ) ( vértico sub-mento ) Incidência de HIRTZ – sub-mento vértice Região superior da cabeça, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Quando em decúbito dorsal, coloca-se um apoio sob as costas do paciente para logo apos estender ao máximo a cabeça, até que a linha horizontal alemã fique paralela ao plano da mesa.

Quando este posicionamento for dificil para o doente, que geralmente acontece em pacientes obesos ou de pescoço curto, devemos fazer sentado, fazendo extensão máxima da cabeça, até encostar o vértice craniano na estativa vertical. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. As pernas devem ficar fletidas para relaxar a musculatura abdominal, os braços estendidos ao longo do corpo e os ombros num plano transverso ao maior eixo longitudinal da mesa. Após a exposição dos raios-x, o operador, antes de retirar o chassis da bandeja, deve auxiliar a levantar a cabeça do paciente lentamente, pois se levantar rápido pode sentir tonteiras. A incidência de HIRTZ é a melhor projeção para a base do crânio, mostrando as três fossas cranianas com excelente definição. Raio central penetrando perpendicular, no meio da linha horizontal alemã, quando estiver paralela ao plano da mesa. Quando não estiver, inclinamos o raio central cefalicamente até que penetre perpendicular a LHA. Incidência de HIRTZ – vértico sub-mento Região do sub-mento, mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral, sentado ou em posição ortostática. Esta incidência é indicada quando o paciente não tem condições de fazer a anterior. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. Colocar os braços numa posição que permita melhor apoio, ajustando os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso. Os pés devem ficar para fora da mesa para um melhor apoio. A cabeça deve ficar apoiada sobre a ponta do queixo em extensão máxima. Com a cabeça em hiperextensão, a linha horizontal alemã costuma fazer normalmente um ângulo de 35º a 40º com o plano da mesa. Sabemos que na incidência de HIRTZ o raio central tem que penetrar perpendicularmente a LHA; então teremosa que trabalhar com inclinações de 35º a 40º podálicos, aumentando a possibilidade de distorção e ampliação de imagem. Raio central perpendicular a linha horizontal, penetrando no meio do seu espaço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1,6s / fino / 0,90m / sim / 24x30 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da cabeça, mais próximas do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Obliquidade cabeça-mesa de 15º a 45º, em média, dependendo da região que nos interessa estudar. Estas projeções apresentam valor nos casos de suspeitas de fraturas com ou sem afundamento, e em crianças na pesquisa de céfalo-hematomas, além de outras indicações. Raio central penetrando paralelo a linha horizontal alemã, ao nível do násion. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 Incidência tangencial Região do crânio a ser estudada, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Esta projeção faz um estudo de uma determinada regiào, que esteja próxima a abóbada craniana e que se deseja ver com detalhe a presença ou não de lesões ósseas ou clacificações. A incidência tangencial deve sempre ser feita com a utilização de cones ou cilindros para obtermos mais detalhe. Raio central perpendicular, tangenciando o local onde se suspeita de processo patológico. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0,8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 1-) VARIANTES DA INCIDÊNCIA DE HIRTZ Em relação a penetração do raio central perpendicular a linha horizontal alemã, de acordo com o lugar onde passe, temos três incidências : (A) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço anterior – incidência para face. (B) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço médio – incidência para base do crânio. (C) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço posterior – incidência para osso temporal – incidência para buraco rasgado posterior. 2-) PA de crânio bem posicionado Temos diferentes métodos de reconhecimento para sabermos se a radiografia de crânio em PA esta rodada ou não.

A maioria desses métodos baseia-se na medida do espaço entre qualquer ponto do bordo lateral do crânio e o septo osseo nasal. Estes métodos são falhos pois são frequentes as variações da anatomia normal com assimetrias cranianas. O melhor método é o que mede o espaço bilateralmente entre a lâmina papirácea do etmoide e o bordo interno da órbita. Em crianças, é melhor medirmos da lâmina papirácea do etmoide ao septo osseo nasal. 3-) Perfil de crânio bem posicionado Alguns consideram o perfil de crânio bem posicionado quando os ramos da mandibula e os bordos superiores ( orbitarios ) do frontal ficam superpostos. Discordamos, pois estas estruturas só ficariam superpostas se o raio central penetrasse sobre elas. No perfil de crânio bem posicionado, vemos a sela turca com suas estruturas superpostas, pois o raio central penetra sobre ela. Estruturas como os ramos da mandibula, bordos supra-orbitarios, proeminencias malares e outras vão apresentar-se algo dissociadas, pois os raios que atingem estes pontos anatomicos são divergentes. 4-) Cuidados que devem antecder o exame de crânio Quando formos realizar radiografias de crânio, devemos Ter o cuidado de fazer o paciente retirar grampos, prendedores de cabelo, brincos e também próteses dentárias metálicas, pois estes materiais poderão superpor-se com estruturas que venham prejudicar a analise da radiografia. 5-) Distância FO-FI de 0,90m Mayer, um dos maiores estudiosos da radiologia craniana, apos valorosos estudos, chegou a conclusão que a distância foco-filme ideal seria de 80cm em radiografias feitas sem bucky. Atualmente convencionamos fazer as radiografias de crânio na distância de 90cm, porque fazemos com bucky. Há os que fazem com 85cm e até com 1m, conseguindo boas projeções.

Crânio ( politraumatizados )
Serão descritas incidências realizadas em aparelhos de exames gerais, com acessórios uma aparelhagem especializada para o exame do politraumatizado. Incidências básicas AP / PA / Perfil direito e esquerdo / REVERCHON / HIRTZ / Incidências especiais Incidências para mastóide / Incidências para rochedo / Incidências para base do crânio / tangencial / Em nosso estudo deteremos principalmente nas incidências basicas com suas variantes, não especificando as projeções especiais, pois um estudo radiológico completo com as incidências básicas, feito com um bom padrão, são capazes de apresentar a maioria absoluta das condições patológicas do crânio. As incidências de rotina, que fazemos em pacientes não politraumatizados, já descritas anteriormente, são : Póstero anterior ( PA ) / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( REVERCHON, BRETON OU TOWNE ) / AXIAL ( HIRTZ ) / Apresentaremos as variantes dos posicionamentos por incidência separadamente, sempre seguindo a ordem de apresentação do pequeno para o grande politraumatizado. Classificação dos politraumatizados Para efeitos de um estudo radiológico do crânio, dividimos o paciente politraumatizado em duas classes, relacionadas com o seu estado de colaboração e com os limites da agressividade em relação aos traumatismos. Pequeno e médio politraumatizado, grande politraumatizado. Pequeno e médio politraumatizado São os pacientes que conseguimos uma boa resposta as solicitações verbais, por isso, vindo facilitar grandemente a realização do exame radiológico, pois podemos até deixar de utilizar recursos técnicos para obtermos uma imobilização no posicionamento correto. Grande politraumatizado É o paciente que não responde as solicitações verbais. Isto vem dificulatar em muito o exame, pois não podemos contar com nenhuma colaboração do doente no sentido de obtermos uma boa imobilização na hora do posicionamento e até pelo contrário, podem ser pacientes agitados. ESTUDO RADIOLÓGICO Em todas as radiografias desses pacientes, devemos colocar sempre o tempo mais curto possivel para diminuirmos a possibilidade do flou cinético. São raros os centros de radiologia no nosso meio que apresentam equipamentos totalmente dirigidos para o exame do politraumatizado. Por isso, procuramos utilizar sempre nos nossos posicionamentos os acessórios que o técnico pode obter facilmente no próprio serviço hospitalar. AP

atropelados. mesmo que sejam em pequena escala. basta chegar o paciente até o lugar da estativa sem que saia da maca.50m / sim / 24x30 Perfil direito ou esquerdo Fazemos o perfil direito ou esquerdo sempre procurando aproximar a região da lesão do filme. pois vamos incorrer num grande risco para a vida do paciente. Também utilizado em pacientes em estado de coma. o raio central sempre deve passar paralelo a linha horizontal alemã ( linha que vai do bordo inferior da órbita até o teto do conduto auditivo externo ). Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados. é totalmente impraticavel fazermos o PA. caem nessa posição. a face está comprometida e são muito frequentes as hemorragias nasais. Apresenta a grande vantagem da pouca mobilização do paciente. Normalmente. ESTATIVAS COM BUCKY VERTICAL Estativas verticais com grade potter-bucky. Se o traumatismo é no lado direito fazemos o perfil direito. 7-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Paciente em decúbito dorsal na maca e o filme colocado sob sua cabeça. nos pequenos politraumatizados. passando pela sua região frontal para fixarmos a cabeça do paciente na mesa de exame. VARIANTES DO . Incidência nos grandes politraumatizados. Incidência utilizada nos pequenos. 5-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO LATERAL A posição em decúbito lateral é a melhor nos traumatismos crânio-encefálicos. se colocarmos o paciente em decúbito ventral. Deve-se colocar uma grade fixa sobre o chassis para possibilitar mais detalhe ao exame. que se movem de acordo com a vontade do operador. precisam fazer exames que exijam detalhe. Coloca-se sob a cabeça uma coroa de papelão ou outro material radiotransparente e o chassis fica equilibrado encostado na região posterior da cabeça. Estes aparelhos apresentam garras com borrachas para fixar a cabeça. são de grande valia nos exames em que pacientes em péssimo estado geral. que apresentam movimentos. não devem ser retirados da maca.Sabemos que no exame radiológico do crânio. . A incidência principalmente nos grandes politraumatizados. Nessa projeção. que por causa do péssimo estado geral. médios ou grandes politraumatizados. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 300 / 0. Normalmente esses pacientes vem em maca e não devem ser retirados dela. Se tivermos uma grade fixa no serviço. com pequeno grau de agitação. pois é a que mais aproxima as regiões de maior importância da base craniana do filme. 6-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Paciente em decúbito dorsal na maca e a cabeça apoiada na estativa na posição horizontal. sendo essa a causa de grande número de casos mortais em individuos que. Se colocarmos a estativa na posição horizontal.54s / grosso / 1. Nas projeções ântero-posteriores. 4-) Paciente lúcido ou não e muito agitado EM DECÚBITO DORSAL Utilizamos aparelhos especificos para colocar a cabeça do paciente fixada na mesa e mantida no posicionamento. na rotina. médios ou até grandes politraumatizados.AP – NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa e não utilizamos acessórios. nas cotusões cranianas. obteremos uma radiografia de melhor padrão. 2-) Paciente lúcido e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Colocamos um apoio em forma de coroa ( para mantermos o posicionamento ) sob sua cabeça. preferimos fazer a incidência póstero-anterior. Em termos de radiologia de urgência. se a colocarmos perpendicular a mesa. fazemos com o raio central inclinado de mais ou menos 12º podálicos no násion. Incidência nos grandes politraumatizados. pois diminui a possibilidade de acidentes vasculares cerebrais e a formação de edemas. 3-) Paciente lúcido ou não e agitado EM DECÚBITO DORSAL Colocamos uma faixa de esparadrapo ( ou outro adesivo ). Incidência nos pequenos. o raio central penetra horizontalmente. esse sangue vai drenar para a árvore respiratoria através da laringe.

pois muitas vezes o paciente vem nessa posição e não há condições de o colocarmos em decúbito dorsal. É importante sabermos essa rotina. sob o queixo. utilizamos os mesmos recursos citados nas incidências anteriores. então faremos com uma inclinação de tal modo que o raio entre perpendicular ao maior plano da cabeça do paciente. para facilitar o posicionamento ( hemidecúbito lateral ) e manter o plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. 6-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando o paciente vem na maca. O paciente vira ao máximo a cabeça para o lado. VARIANTES DO PERFIL NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO LATERAL Quando o paciente vem andando ou é posto na mesa em decúbito ventral. 3-) Pacientelúcido e não agitado DECÚBITO DORSAL Normalmente a incidência anterior necessita que inclinemos o raio. Levamos a maca até uma estativa com bucky vertical e executamos a radiografia. 7-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO VENTRAL . podemos fazer toda uma rotina do exame do crânio. o raio central penetra dois centimetros para frente e para cima do conduto auditivo externo ou no meio do espaço entre a região mais medial do frontal e a região mais medial da porção escamosa do occipital. Incidência nos pequenos e médios politraumatizados ou em crianças e pessoas muito idosas. mantendo fixa. 4-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando é conveniente fazer o perfil sem manipular o paciente. Outro recurso. Colocamos um apoio sob sua cabeça ( preferivelmente uma coroa de papelão ) para elevá-la. utilizamos um plano inclinado para facilitar e melhorar o posicionamento. fechada. A maneira de remediarmos esse problema. médios e grandes politraumatizados. é colocarmos um apoio sob as costas ( no lado contrário ao que a cabeça esta rodada ). que nos facilita. que não podemos movimentar o paciente. além do plano inclinado. pois a mobilização do paciente é pequena. a não ser quando a cabeça do paciente estiver algo obliqua. O filme é colocado verticalmente. é aumentando-se a distância foco-filme. 2-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Não utilizamos acessórios. fazendo assim o perfil do crânio com muita facilidade. o raio central penetra perpendicular. entramos com o raio central horizontal. que tenham dificuldade de manter o posicionamento em decúbito ventral. tentando colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da mesa. se utilizarmos um plano inclinado poderemos colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da mesa. Nas projeções em perfil ou lateral. Obteremos uma melhor radiografia se utilizarmos a grade fixa. Se conseguirmos. O plano mediano ságital deve sempre estar paralelo ao plano da mesa. O paciente gira a cabeça para um dos lados ( de acordo com a aproximidade da lesão ) até colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da estativa vertical na posição horizontal. inclinamos podalicamente até que fique perpendicular ao maior eixo do crânio. para fixar o posicionamento.Com o paciente em decúbito lateral. Incidência nos pequenos. Esta incidência pode ser indicada nos grandes politraumatizados. O raio central sempre incidirá perpendicular. Apresenta a desvantagem de ampliar em muito a imagem por causa do ombro do paciente que não permite uma melhor aproximação. Incidência nos grandes politraumatizados. 5-) Paciente lúcido e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando necessitamos fazer um perfil de crânio na maca. Incidência nos grandes politraumatizados. Incidência nos pequenos politraumatizados. devemos colocar o seu corpo obliquado na mesa. entramos com o raio central horizontal após colocarmos sob sua cabeça ( coroa de papelão ). diminuindo assim a ampliação com consequente perda de detalhe. Quando os pacientes apresentam-se agitados. apoiando no lado mais próximo da contusão. Podemos utilizar ou não a mão do paciente. se não.

Variantes do reverchon no politraumatizado 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa sem a utilização de acessórios. através de um plano inclinado. de maneira que consigamos uma boa extensão do pescoço. Na incidência de HIRTZ. levamo-lo ao bucky vertical horizontalizado. empurramolo "em bloco" para frente e ele se coloca em hemi decúbito lateral para melhor posicionamento do perfil.Quando o paciente vem na maca em decúbito ventral ( melhor posição nas fraturas de vértebras lombares ). utilizamos os mesmos acessórios citados no decorrer das projeções em ântero-posterior. Procuramos fixar a sua cabeça de maneira que a linha horizontal alemã fique perpendicular a mesa. É colocado um apoio sob as costas do paciente de maneira que sua cabeça fique em extensão máxima até encostar na mesa. temos como incidências de rotina. para que depois se deite e coloque a cabeça em extensão máxima. O filme é colocado equilibrado atrás da cabeça do paciente. A linha horizontal alemã ( LHA ) deve ficar perpendicular a mesa. Quando os pacientes apresentam-se agitados. 3-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Coloca-se um apoio sob a cabeça do paciente. o paciente é colocado em decúbito dorsal ou sentado. AXIAL ( INCIDÊNCIA DE HIRTZ ) Quando há suspeita clínica ou mesmo radiológica de fratura de base do crânio. 2-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando o paciente vem de maca e não temos condições de transportalo para a mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 200 / 0. Se utilizarmos grade fixa. O raio central deve sempre passar perpendicular no meio da linha horizontal alemã.5s / grosso / 0. Nos pequenos politraumatizados. é fundamental incluirmos na rotina a incidência de reverchon. que nos dá uma visão global da base craniana permitindo ao radiologista orientar as incidências especiais que virão a seguir. onde o raio central cruza perpendicularmente o meio da linha horizontal alemã. Raio central penetra quase que paralelo ao tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 200 / 0. penetrando inicialmente no vértice craniano. o levamos para a estativa com bucky na posição horizontalizada. e para isso fazemos o paciente aproximar o queixo da fúrcula esternal. O raio central penetra na região frontal com uma inclinação entre 30º e 35º em relação a LHA. utilizamos os mesmos acessórios já citados no AP. obteremos uma melhor radiografia. Quando os pacientes apresentam-se agitados. 2-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO VENTRAL Quando o paciente vem para a mesa em decúbito ventral. . passa pelo conduto auditivo externo e sai no meio do espaço entre os processos mastoideos ( onde localiza-se o forame magno ).90m / sim / 24x30 SEMI-AXIAL ( INCIDÊNCIA DE REVERCHON ) Quando o traumatismo crânio-encefálico é na região anterior ou lateral da cabeça. Incidências nos grandes politraumatizados. Posicionemento bastante dificil para um paciente em más condições. é fundamental incluirmos na rotina o HIRTZ. de maneira que o seu plano mediano ságital coincida com a linha central da mesa.5s / grosso / 0. com o paciente colaborando totalmente. de maneira que cruza o meio da linha horizontal alemã perpendicularmente. por isso deve ser utilizado nos pequenos e médios politraumatizados. Se a contusão é na região posterior ( superior ou inferior ) da cabeça. o AP e o perfil direito ou esquerdo. se tiver condições. para confirmar ou não o diagnostico. Na incidência semi-axial ( REVERCHON ) o paciente é colocado em decúbito dorsal. fazemos o HIRTZ ( vértice sub-mento ). Exame nos pequenos politraumatizados. O seu plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Posicionamento nos grandes politraumatizados.90m / sim / 24x30 VARIANTES DO HIRTZ NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa com a utilização de um apoio ( travesseiro dobrado ) sob suas costas.

B-) Secreta hormônio do crecimento – A deficiencia deste hormônio em crianças produz o nanismo e o aumento.Alterações ósseas. 5. O lobo anterior produz hormônios que : A-) Atuam sobre o funcionamento de outras glândulas de secreção interna ( tireóide.Clívus. 8. Aloja-se na fossa hipofisal e tem duas partes diferentes chamadas lobos. esfeno-occipital. de maneira que a cabeça do paciente entre em extensão máxima. glândulas sexuais. 7. VARIAÇÕES DA ANATOMIA NORMAL DA SELA TURCA 1.Tumores do nervo óptico. os processos clinóides posteriores. 11Sulco do quiasma óptico. atrás do sulco óptico. A sela turca varia consideravelmente em tamanho.Tumores supra selares. Utiliza-se esta incidência nos pequenos.Parede anterior da sela.Porçào basilar do occipital.Tumores intra selares. 7. 2. Alterações metabólicas.Porose do dorso.90m / sim / 24x30 Sela turca A sela turca esta localizada na superficie superior do corpo do osso esfenoide. médios e grandes politraumatizados. Em adultos.54s / grosso / 0. 6.Sulco do quisma óptico volumoso. o gigantismo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 300 / 0.Assoalho duplo. 12Grande asa do esfenoide.Pneumatização do dorso. Assoalho selar. 5. O lobo posterior produz hormônios que influem nas variações da pressão sanguinea e regulam a eliminação da urina. Apesar de seu pequeno tamanho. Forma o teto dos seios esfenoidais. 3.Hidrocefalias. supra-renal.Plano esfenoidal. 10Seio esfenoidal.Localização da hipofise. 4. 7. também designada como o "maestro da orquestra endócrina" por influir no funcionamento de outras glândulas endócrinas. 3. 6. é uma glândula muito importante porque secrata muitos hormônios.Redução do volume selar. INDICAÇÕES PARA O EXAME RADIOLÓGICO DA SELA TURCA As principais indicações são : 1. 13Pequena asa do esfenoide. 2. 6. uma lâmina óssea quadrada que se projeta para cima e apresenta nos dois lados.4-) Paciente lúcidoou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando vem na maca e não tem condições de passa para a mesa. 2. Estes dois processos dão inserção ao tentório do cerebelo. 14Lâmina crivosa do etmóide.Processos clinóides posteriores. ANATOMIA RADIOLÓGICA Imagem da sela turca em perfil ( fig ) 1. etc.Tuberculo selar.Ponte selar entre os processos clinóides. juntamente com a variação da glândula hipofise ou pituitária. 9.Tumores do cavum. o levamos para a estativa com o bucky horizontalizado.Dorsos : curto e longo. o anterior e o posterior.Sincondrose : inter-esfenoidal. A cavidade selar é denominada fossa hipofisal.Processos clinóides anteriores. 4. por conter a glândula hipofise. 3. produz a ACROMEGALIA. Estes disturbios constituem a maior parte das indicações de seu estudo radiológico. 5. que é o limite posterior do sulco óptico e posteriormente é delimitada pelo dorso selar.Dorso selar.). sendo colocado num plano inferior ao da maca. Ela é delimitada anteriormente pelo tubréculo selar. 4. 8.Sela com processo clinóide médio. . configuração e inclinação.

SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) – ( Panorâmica ) Região posterior da cabeça. Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça.ESTUDO RADIOLÓGICO Iniciamos o estudo radiológico da sela turca com incidências panorâmicas de crânio. Raio central incidirá paralelamente a linha horizontal alemã. que deverá estar perpendicular a mesa. O que normalmente caracteriza as projeções localizadas para sela turca é a utilização dos cones com finalidade de limitar e absorver a radiação secundária. Raio central incidindo na região frontal com uma inclinação podálica de 35º. mais próxima do filme. Assoalho. Incidências localizadas PA / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / Incidências localizadas de rotina PA / Perfil esquerdo / PA Paciente em decúbito ventral no mesmo posicionamento da incidência pósteroanterior do crânio panorâmica. Raio central deverá incidir perpendicular. no mesmo posicionamento da incidência de reverchon panorâmica. com a finalidade de jogarmos a imagem da sela turca dentro do forame magno do occiptal. o radiologista pode medir o comprimento e a altura da sela turca para obter o volume selar. Plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. seios esfenoidais. . Variando em poucos graus. Raio central deve sair do násion. 2cm para frente e para cima do condotu auditivo externo. Plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal. OBS : Nesta incidência visualizamos o assoalho selar. com uma fina linha que se projeta logo abaixo do plano esfenoidal e no meio do espaço entre os bordos mais superiores dos rochedos do temporal. grande asa do esfenoide. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. Incidências panorâmicas de rotina PA / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / PA ( Panorâmica ) Região anterior da face. resultando assim radiográfias com muito mais detalhes. Devemos utilizar colimadores como os cones para obtermos mais detalhe radiográfico. passando pelo conduto auditivo externo e saindo no occipital. Devemos fazer duas incidências com cone. plano esfenoidal. Através do perfil. . ou em posição ortostática com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. desde que paralelo a linh horizontal alemã. Perfil direito ou esquerdo Paciente em hemi-decúbito lateral no mesmo posicionamento das incidências laterais do crânio panorâmicas. Paciente em hemi-decúbito lateral ou em posição de nadador. Por ser a melhor incidência vemos com excelente definição : . A cabeça do paciente deve estar em perfil rigoroso. Paciente em decubito ventral ou em posição ortostática. Plano mediano ságital do crânio paralelo ao plano da mesa. Raio central incidirá com uma inclinação podálica de 35º em relação a linha horizontal alemã. OBS : O perfil é o melhor posicionamento para visualização do maior número de componentes da sela turca. saindo no násion.Processos clinóides anteriores e posteriores.Tubérculo selar.E outros acidentes importantes como o sulco do quiasma óptico. mais próxima do filme. SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) Paciente em decúbito dorsal. com +_12º podálicos ou ainda colocando-se esta linha perpendicular e incidindo o raio central perpendicular. . Raio central perpendicular incidindo 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. Através desta incidência o radiologista pode medir a largura da sela. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. etc. Estas incidências apresentam grande importancia para visualizar-se prováveis patologias contíguas com a sela turca ( ou túrcica ) ou em outras regiões do crânio. poderá incidir perpendicular ou com uma inclinação podálica de 10º a 12º. mais próxima do filme com as regiões frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. parede anterior e posterior da sela.

temos que limitar a abertura do diafragma para que fique aproximado ao seu mairo diâmetro.2s / fino / tomo +_1. Raio central incidindo a 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. Buraco ótico O buraco ótico é o orifício anterior de um verdadeiro conduto de 5mm a 8mm de comprimento e de 4mm de diâmetro. No estudo da sela turca.5cm para baixo do plano ótimo. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências Incidência de RHEESE – parieto orbital e orbito parietal . que se abre por um lado na orbita e por outro lado na cavidade craniana. pequenas erosões ósseas ou calcificações poderão definir a conduta médica em relação ao paciente e somente a tomografia permite dizer com precisão os casos suspeitos nas radiografias de rotina. ESTUDO TOMOGRÁFICO A tomografia é dos principais recursos dentro de um serviço de radiologia. Através do reverchon o radiologista pode medir a largura da sela turca.5cm para cima do plano ótimo e dois separados de 0. Paciente em decubito ventral. com o plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. pois se não tomarmos este cuidado obteremos uma radiografia com um halo de radiação secundária em torno da imagem. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 260 / 80 / 3. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 260 / 80 / 3. NOTA 1-) Fatores radiográficos Sabemos que na distância de 1m o cone absorve +_7 Kv. sentado ou em posição ortostática. O plano mediano do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Indicações do exame radiologico do buraco ótico A orbita é assento de tumores oculares. NOTAS GERAIS 1-) Localizadas de sela turca A finalidade de fazermos radiografias localizadas de sela turca é obtermos mais detalhe. O buraco ou forame ótico dá passagem ao nervo ótico e a arteria aftalmica. de tumores da glândula hipofise ( que a afetam indiretamente ) ou de lesões produzidas por traumatismos crâneoencefalicos e infecções. que dividem o filme 24x30 em quatro. Raio central incidindo no násion. 2-) Radiação secundária Quando utilizamos o cone. nos limites dos assoalhos da fossa anterior e média da base do craniana e esta limitando o quiasma ótico. pois a presença de calcificaçòes intra selares.2s / fino / tomo +_1. como a sela turca.5cm para cima do plano ótimo e dois separados de 0. Faremos mais quatro cortes.5cm para baixo do plano ótimo. poroses ou erosões de estruturas ósseas selares. utilizamos máscaras plumbíferas. Podemos tomografar a sela turca em AP e Perfil : A-) Em AP – Paciente em decúbito dorsal. com alinha meato-orbitária perpendicular ao plano da mesa. quando fazemos as localizadas para sela turca o cone fica encostado na cabeça do paciente diminuindo então a distância foco-filme. Vemos comumente lesões que não aparecem na panorâmica.45m / sim / 24x30 B-) Em perfil direito ou esquerdo Paciente em hemi-decúbito lateral.OBS : A incidência de REVERCHON demonstra o dorso selar ( região da lâmina quadrilatera do esfenoide ) numa projeção anterior do forame magno. O plano ótimo será 2cm a frente ( para cima ) do conduto auditivo externo. ou seja.45m / sim / 24x30 OBS : Nas tomografias de estruturas pequenas. mais próxima do filme. O plano ótimo é na altura do plano mediano ságital. Faremos mais quatro cortes./ Incidência de HARTMAN / Incidência de PFEIFFER / Incidência de LYSHOLM / Incidências de rotina Incidência de RHEESE – direita e esquerda / Incidência de RHEESE – parieto-orbital Região anterior da orbita. dois separados de 0. dois separados de 0. Assim podendo-se diafragmar para obter mais detalhe. por isso podemos trabalhar com os mesmos fatores das distâncias panorâmicas. aparecem nas radiografias localizadas. . pelos quais se requer estudos radiologicos de boa qualidade para visualizar os buracos óticos. Encontra-se na parte mais posterior e medial da pequena asa do esfenoide na sua raiz de inserção com o corpo. poderão junto com a clínica do doente definir um diagnostico.

mantendo três pontos de contato. A linha acantion-meatal ( conduto auditivo externo ) deve ficar perpendicular ao plano da mesa. mais próximas do filme. Incidência de HARTMAN – direita e esquerda Região anterior da face. deve ser feita com grades Potter-bucky paralelas ( ou universais ). O raio central deve sair no meio da órbita do buraco ótico a ser radiografado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . OBS : Sobre os dois chassis devemos utilizar grades fixas. A incidência de lysholm. Estas grades devem ser de lâminas paralelas.Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. O raio central penetra perpendicular aproximadamente 7cm para fora da protuberancia occipital externa. Ajustar a rotação da cabeça de maneira que o plano mediano sagital forme um ângulo de 53º com o plano do filme. O plano mediano sagital do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. para obtermos mais detalhe. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. Raio central com inclinação lateral de 30º e podálica de 20º. mais próxima do filme. e quando fazemos com inclinaçãi podálica de 5º a 7º. A rotação deve ser para o lado contrario a ser examinado. Ajustar a rotação da cabeça. a protuberancia orbitaria externa. com a região frontal e nasal coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. É o mesmo posicionamento do "PA" de crânio. Paciente em decúbito ventral. OBS : Quando penetramos com o raio central perpendicular. saindo no meio da órbita. dando uma exposição para cada chassis.sentado ou em posição ortostática. Utilizamos dois chassis colocados em forma de "V". na ampola. de modo que o plano mediano forme um ângulo de 53º com o plano do filme. Raio central perpendicular ou com uma inclinação de 5º a 7º podálicos. penetrando no centro da orbita. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. Incidência de RHEESE – orbito parietal Região occipto-parietal. no meio dos quais descansa a cabeça do paciente.direita e esquerda Regiões anteriores das órbitas. coincidindo com a linha central da mesa. Incidência de LYSHOLM – direita e esquerda Região anterior da cabeça. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. mantendo o dorso do nariz. Ajustar a rotação da cabeça de maneira que o plano mediano sagital forme um ângulo de 53º com o plano do filme. Incidência de PFEIFFER . Paciente em decúbito ventral. o buraco ótico projeta-se no quadrante superior externo. Paciente em decúbito ventral com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Raio central com 20º de inclinação lateral da direita para esquerda ou viceversa segundo seja o buraco ótico a radiografar e associada a uma inclinação podálica de também 20º. pois radiografias com inclinações laterais. a radiação é absorvida nas grades Potter-bucky divergentes. do lado a ser examinado. Podemos penetrar com o raio central perpendicular ou com uma angulação de 5º a 7º podálicos. Qualquer desvio lateral desta localização indica rotação incorreta da cabeça e qualquer desvio longitudinal indica angulação incorreta da linha acantiomeatica. a imagem do buraco ótico projeta-se no quadrante inferior externo da orbita. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. do lado a ser examinado. A região orbitaria do lado a ser examinado deve coincidir com a linha central da mesa. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática. A linha acantion-meatal ( conduto auditivo externo ) deve ficar perpendicular ao plano da mesa. proeminencia malar e dorso do nariz. saindo no centro da orbita que deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano do corpo coincidindo com a linha central da mesa. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. formando um ângulo de 37º com o plano horizontal.

penetrando na comissura labial externa do lado contrário a ser radiografado. Raio central penetrando perpendicular a linha horizontal alemã. fazemos cortes tomograficos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. passam pelo buraco rasgado posterior os três nervos : . em planos a partir da região posterior da órbita. devemos fazer as radiografias para buraco ótico com colimadores ( cones. devemos fazer com o paciente sentado estendendo ao máximo a cabeça até que encoste na estativa vertical. Quando o posicionamento for dificil para o doente. que é onde deságua o seio lateral da paquimeninge para formar a veia jugular interna. Geralmente o golfo da jugular e o buraco posterior são maiores no lado direito. O plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.0s / fino / cone encostado+_75cm / sim / 18x24 NOTA 1-) SPOT FILMS COMPARATIVOS Para obtermos o máximo de detalhe. Raio central perpendicular. Raio central penetrando perpendicular a linha horizontal alemã. de preferencia no mesmo filme. Devemos fazer uma diafragmação suficiente para obtermos um bom detalhe. para diagnostico radiologico. . .LOCALIZADA Na projeção localizada.S. até que a linha horizontal alemã fique paralela ao plano da mesa. mais próxima do filme.75 / 30 / 100 / 100 / 1. Alem da veia jugular interna. BURACO RASGADO POSTERIOR O buraco rasgado posterior é formado pela porção lateral do processo basilar do occiptal e pela porção da parte petrosa do osso temporal. mais próxima do filme.Devemos sempre utilizar cones de pequena abertura para obtermos o máximo de detalhe. Paciente em decúbito dorsal. 3cm para dentro do processo mastóide do lado a ser estudado.Décimo ou pneumogastrico ( também chamado de vago ou cardiopneumoenterico ). ) do corpo coincidindo com a linha central da mesa. no meio do espaço entre os dois processos mastóides.M. OBS : (A). com a boca aberta. devemos utilizar um cone de pequena abertura.2s / fino / cone encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ comparativa e localizada Região superior da cabeça. que vai da espinha nasal anterior ou conduto auditivo externo fique perpendicular ao plano da mesa. (B). cilindros ). sempre fazendo o estudo bilateral. A cabeça deve estar um pouco estendida até que a linha imaginaria. que geralmente acontece em pacientes obesos ou de pescoço curto. encostado na região lateral direita ou esquerda do pescoço.COMPARATIVA Apesar de sabermos que no lado direito o golfo da jugular e o buraco rasgado posterior são maiores. (A). com o plano mediano ( ou P. devemos fazer a comparativa para surpreendermos patologias no lado sem possiveis alterações. A cabeça deve estar rodada de 10º a 20º para o lado a ser radiografado. 2-) TOMOGRAFIA Quando se suspeita de lesão ao nivel das paredes do forame ótico. O paciente deve manter-se na posição de RHEESE órbito-parietal e fazer tomografias bilaterais.Décimo primeiro ou espinhal. com um apoio sob as suas costas estendendo ao máximo a cabeça. Paciente em decúbito dorsal. pois é de grande importância fazer-se a comparação de um lado com o outro. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Incidência de CHAUSSÉ II / Incidência de HIRTZ comparativa e localizada / Incidência semi-hirtz / Tomografias Transorbitária ( AP ) / Perfil / Incidências de rotina CHAUSSÉ II DIREITO E ESQUERDO / Incidência de CHAUSSÉ II Região posterior da cabeça. Indicação do exame radiologico para buraco posterior A principal indicação para o exame do buraco rasgado posterior é o tumor de glomus jugulares. Próximo a ele encontramos o golfo da jugular.Nono ou Glossofaringeo . (B).As radiografias para buraco rasgado posterior devem ser sempre comparativas.

H. A cabeça do paciente deve ficar numa posição intermediaria entre o "AP" de crânio e o Hirtz. O lada a examinar em contato com a mesa.6s / fino / cone encostado / sim / 18x24 TOMOGRAFIA EM TRANSORBITÁRIA . projeta-se o processo zigomático em direção anterior para formar a arcada zigomática com o processo temporal do malar ( ou zigomático ).90cm com nas projeções para crânio.FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1.( Incidência de PORCHER. a circunferência articula-se com os ossos parietal e occipital.3cm uns dos outros. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 160 / 100 / 1. Devemos fazer cortes tomográficos. articula-se posteriormente com a grande asa do esfenoide.6s / fino / cone encostado ou 90cm / sim / 18x24 OBS : Na incidência comparativa. como fazemos com o cone encostado. a distância foco-filme deve ser de 0. com os ombros elevados. passando pelo conduto auditivo externo. Linha infra-órbito-meática ( L.Porção mastóidea (C). SEMI-HIRTZ .2s / fino / tomo +_1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 35 / 250 / 80 / 3.Porção timpânica (E). mas não alteramos os fatores. num total de cinco cortes separados uns dos outros de 0. Girar a cabeça de 25º para o lado oposto a ser radiografado. processo mastóideo. De sua parte externa e inferior. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.A.Porção estiloide (D). Devemos fazer os cortes tomográficos a partir de 2cm abaixo do plano mediano sagital como corte preliminar. através de apoio sob as costas. A outra face da porção escamosa é a circunferência. a distância então diminui. de um lado a sutura escamo-mastóidea ( porção mastóidea ) e do outro ao rochedo ( CISURA DE GLASSER ). Já a face interna côncava. penetrando no gônion ( ângulo da mandibula ). Faz-se oito tomografias a partir do preliminar para baixo. mais próxima do filme.Porção escamosa (B). Paciente em decúbito dorsal. O plano mediano sagital do cropo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. separados de 0. colocando a linha acantion-meatal perpendicular ao plano da mesa.3cm. numa eminência volumosa. irregular. Raio central incidindo na região do nasion. Em sua porção póstero-inferior.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Osso temporal O osso temporal encontra-se situado na parte inferior e lateral do crânio. A face interna é côncava e encontra-se em relação com o centro. deixando pender a cabeça naturalmente sobre a mesa de exame. do meio do conduto auditivo externo para baixo. mais próxima do filme. corresponde ao cerebelo. . Paciente em Hemi-decúbito lateral. Na incidência localizada. POROT E ROSSAND ) Região occipito-parietal.Porção petrosa ( rochedo ) PORÇÃO ESCAMOSA Apresenta uma face convexa lisa. mais próxima do filme. perpendicular ao plano da mesa.(AP) Região posterior da cabeça. que forma parte da fossa temporal. Raio central perpendicular. ). As celas mastóideas são numerosas cavidades que fazem parte da conformação interna. Devemos sempre fazer radiografias comparativas e com cone para obtermos mais detalhe. colocando o plano mediano da cabeça paralelo ao plano da mesa. PORÇÃO MASTÓIDEA Sua face externa termina para baixo. TOMOGRAFIA EM PERFIL Região lateral direita ou esquerda da cabeça. esta unida. parietal e esfenoide. Raio central incidindo no meio do espaço compreendido entre o conduto auditivo externo e o processo mastóide. entre o occipital. O osso temporal apresenta-se dividido em 5 porções : (A). pois que o cone absorve compensando a aproximação da ampola.

postero-inferior. Inferior – assoalho da caixa ou recesso hipotimpânico. MESOTIMPANO Espaço hipertransparente aos raios-X ( com ar ) entre o epitimpano e o hipotímpano.Interno – veia jugular PORÇÃO TIMPÂNICA É uma lâmina óssea curva situada entre o rochedo e a escama. é a mais importante.Caixa do tímpano – dividimos a caixa do tímpano em 3 partes : A. Nele originan-se os impulsos nervosos da audição.Martelo. onde estão os ossículos. bigorna e estribo ) á janela oval no vestíbulo ( ouvido interno ).Mesotimpano C. podemos dividir em : . bigorna e estribo. o assoalho e a porção baixa posterior do conduto auditivo externo.Faces – em número de quatro : ântero-superior. Superior – TEGMEN TYMPANI. OUVIDO EXTERNO – Principais componentes : 1. tais como : .Ouvido médio . O ouvido ( ou orelha – pela nova nomenclatura ) divide-se em três proções : . OUVIDO MÉDIO – Principais componentes : 1. estudá-loemos anatomicamente.Externo – parótida .Vértice – dirigido para dentro e para frente . sempre procurando dar ênfase aos que dão expressão radiológica.Externamente – ligamento estilomaxilar. um processo curto que a prende a parede do ático e um processo longo que se articula com o estribo. ânteroinferior e póstero-superior Como o aparelho auditivo está situado em sua grande parte no rochedo. que dá a imagem hipertransparente da região.Ouvido externo .Ouvido interno Demonstramos os principais componentes das porções do ouvido. HIPOTÍMPANO Parte mais inferior da caixa do tímpano.Base – orificio do conduto auditivo externo .Hipotimpano ÁTICO Parte superior da caixa do tímpano.Conduto auditivo externo – oríficio pertencente a parte mais lateral do rochedo. .Ático ou epitimpano ou lajeta B. . PAREDES DA CAIXA DO TÍMPANO Externa – esporão de CHAUSSÉ ( parede externa do ático ) e membrana do tímpano. uma cavidade hipertransparente onde no seu assoalho abre-se a trompa de eustáquio. ANATOMIA RADIOLÓGICA Os principais componentes que formam o conteúdo da caixa do tímpano são os ossículos e o ar. 2.Pavilhão auricular – é uma cúpula cartilaginosa para captação do som. Seu bordo superior se une com o tubérculo zigomatico posterior através da cisura tímpano-escamosa e com a cavidade glênoide pela cisura petrotimpânica. A porção timpânica forma a parede anterior.PORÇÃO ESTILÓIDE Projeção látero-inferior do rochedo.Posteriormente – ligamentos estilohióideo.Internamente – ( na base ) ligamento estilofaríngeo. LIMITES . O cabo do martelo está preso a parte superior da membrana do tímpano. que constituem o órgão terminal da audição ( órgão de CORTI ).Inferiormente – músculo estiloglosso. para fazer a comunicação do ouvido médio com o meio externo. PORÇÃO PETROSA ( ROCHEDO ) Tem a forma de uma pirâmide quadrangular. A bigorna tem um corpo articulado a cabeça do martelo. constitui a zona de inserção de músculo e ligamentos. . Sua superficie anterior é triangular e esta em contato com a glândula parótida. OUVIDO As ondas sonoras fazem vibrar a membrana do tímpano e as vibrações são transmitidas através dos ossículos ( martelo. Medial ( interna ) – formada pelas estruturasdo labirinto. . OSSÍCULOS Os ossículos são em número de três : . Conduzidas pela perilinfa e endolinfa vão impressionar as células neuroepiteliais. o seu limite medial em fronteira com o ouvido médio se faz através da membrana do tímpano. que são traduzidos e interpretados pelo cérebro.

Dá origem as demais células pneumatizadas. o externo ou lateral e o posterior. podendo.OUVIDO INTERNO 9. na linha bi-auricular e é o ponto onde deve incidir o raio central nas incidências para ouvido médio.CANAL SEMICIRCULAR SUPERIOR 8. 3. TIPOS DE PNEUMATIZAÇÃO . . Abre-se no ouvido no hipotímpano e a responsavel pela manutenção da pressão dentro do ouvido. seu contorno é festoneado e pouco nítido ( o contorno bem delineado é visto no antro patológico com colesteatoma ). Pelo conduto auditivo interno passam dois nervos.CONDUTO AUDITIVO INTERNO : É um canal longo que percorre grande extensão do rochedo.Mastóide pneumo-diplóica – tipo misto.VESTÍBULO : é de onde partem os canais semicirculares. 3. devido as pequenas células que o cercam. as vezes se estende a escama e ao rochedo e mais raramente pode ir alem do osso temporal ( ao occipital. na criança é mais amplo. de um lado. a sua forma é aproximadamente triangular. a sua abertura na base craniana chama-se porus acusticus. O antro tem forma e medidas também muito variaveis.ESPORÃO DE CHAUSSÉ É um acidente exclusivamente da anatomia radiológica. OUVIDO INTERNO O ouvido interno participa tanto do equilíbrio como da audição PRINCIPAIS COMPONENTES : 1.CÓCLEA OU CARACOL : Onde percorre o nervo coclear. sobretudo na criança onde o aditus é mais amplo. 7º par – nervo facial 8º par – nervo esteato-acustico – ramo coclear ( audição ) e ramo vestibular ( equilíbrio ) (FIGURA DE UM OUVIDO COM 36 MARCAÇÕES ) 1. o 7º e o 8º pares. 4. que se localiza para tráz. por exemplo ). ser maior do que o outro.Mastóide diplóica – predominância de massa óssea. mede cerca de 10x6mm.O estribo "fecha" a janela oval ( janela do vestibulo ) PONTO ÁTICAL É a região correspondente á massa dos ossículos.HÉLICE 6.LABIRINTO : É onde se encontram no ouvido interno.OUVIDO EXTERNO 10ESPORÃO DE CHAUSSÉ 11OUVIDO MÉDIO 12CANAL SEMICIRCULAR POSTERIOR 13PAVILHÃO AURICULAR 14CONDUTO AUDITIVO EXTERNO 15TÍMPANO 16CANAL SEMICIRCULAR LATERAL 17RAMO VESTIBULAR . o superior. com a base para cima. Células pneumatizadas – onde encontramosbasicamente as células pneumatizadas em condições normais é na mastóide. 4. Também os colesteatomas ( tumor ) do ático costumam crescer para o antro.LOBO TEMPORAL DO CÉREBRO 2. no vestíbulo encontramos os líquidos perilinfa e endolinfa.Mastóide pneumatica – predominância de células com ar. O ponto atical corresponde a cabeça do martelo e ao corpo da bigorna e esta situado a 2. O canal semi-circular posterior é o único que nào é visivel radiologicamente ( a não ser em cortes tomograficos especiais ). sem a utilização de tomografias. visivel na radiografia simples.CAVIDADE DA MASTÓIDE ADITUS – canal que comunica o ático com o antro ( "ADITUS AD ANTRUN" = CAMINHO PARA O ANTRO ).ANTRO 7. 2.ANTÉLICE 5.CARTILAGEM 4. As infecções da caixa propaga-se para o antro. etc. canais semicirculares. Esta pneumatização parte do antro. na mastóide. também chamado de muro da lajeta.5cm para dentro. é um órgão da audição.TROMPA DE EUSTÁQUIO Canal que faz comunicação entre o rino-faringe e o ouvido médio. tem importância no estudo dos colestomas. 2. Antro – é uma grande célula cheia de ar. A pneumatização é extremamente variavel de um individuo para outro e as vezes de um lado para outro.OSSO E MÚSCULO TEMPORAIS 3. . 5. estruturas da audição e do equilíbrio como vestíbulo. cóclea. É encontrado na rede lateral do ático.CANAIS SEMI-CIRCULARES : São em número de três . em uma mesma pessoa.

principlamente do ouvido médio. Se o problema é pesquisar colesteatoma como complicação de otite crônica. É importante observar que a única incidência que é imprescindivel em todos os casos é a trans-orbitária comparativa. mas apenas das mastóides. INCIDÊNCIAS BÁSICAS EM RADIOLOGIA 1. pois conseguimos um maior detalhe das imagens radiográficas.REVERCHON ( breton ) 3.PA 2. por isso teremos que estudar radiológicamente fazendo uma colimação máxima das estruturas para obtermos o melhor detalhe. portanto. O paciente deve ficar o mais imobilizado possível e nunca devemos deixar de colocar a identificação correta nas radiografias. teremos realmente uma boa avaliação das mastóides. A incidência de Reverchon é muito útil nas crianças agitadas.HIRTZ PANORÂMICAS DE CRÂNIO 1.MAYER 5. Se fizermos o exame apenas com estas incidências. Os componentes do ouvido são muito pequenos. É comum recebermos pedido de exame radiológico de ouvido com os seguintes dizeres : “Radiografias dos mastóides : SCHÜLLER.perfil direito e esquerdo 3. Permitem-nos. INDICAÇÕES GERAIS Quando recebemos o pedido de exame especificando uma determinada região. devemos estudá-la rigorosamente. STENVERS.SCHÜLLER INCIDÊNCIAS COMPLEMENTARES 1.STENVERS 2.CHAUSSÉ III 4. sabendo perfeitamente a anatomia radiológica de cada uma delas. Não veremos nem ossículo.REVERCHON ( breton ) As quatro incidências básicas e mais a tomografia frontal são suficientes para nos dar um excelente estudo da caixa do tímpano. STENVERS e MAYER “.Frontal 2.Perfil direito e esquerdo 3.CHAUSSÉ II TOMOGRAFIAS 1. . As incidências complementares são feitas conforme a indicação. HIRTZ e BRETON ( reverchon). problema da grande maioria dos casos de estudo radiológico.Trans-orbitária unilateral ( incidência de GUILHEN ) 3. Outro fator de grande valia é a utilização de ecrans do tipo grão fino. sede do ouvido médio. O conhecimento das incidências e das informações que cada uma delas pode nos fornecer é portanto de fundamental importância para quem executa o exame.18NERVO FACIAL 19CONDUTO AUDITIVO INTERNO 20VESTIBULO 21MARTELO 22BIGORNA 23ESTRIBO 24ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA 25CELAS PNEUMATIZADAS DO MASTÓIDE 26CARACOL OU COCLEA 27NERVO AUDITIVO 28TROMPA DE EUSTÁQUIO 29LABIRINTO 30LÓBULO DA ORELHA 31GLÂNDULA PARÓTIDA 32NERVO FACIAL 33ARTÉRIA ESTILO-MASTÓIDEA 34VEIA JUGULAR INTERNA 35NERVO GLOSSO FARÍNGEO 36MÚSCULO ELEVADO DO VÉU PALATAR ESTUDO RADIOLÓGICO É de grande importância para quem executar o exame radiológico do osso temporal.Trans-orbitária comparativa ( bilateral ) 2. conhecer a finalidade de cada incidência.HIRTZ 4. nem esporão. as incidências principais são trans-orbitária. pela facilidade de execução. mas também realizando incidências para complementar o estudo de todo o ouvido. pesquisar os colesteatomas. Portanto não analizamos a caixa do tímpano.

que passa pelo násion ( raiz do nariz ) e parede superior do conduto auditivo externo. Quando não houver contra-indicação. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. quando não é possivel fazer um exame completo. utilizamos um apoio radiotransparente sob a região mais alta da cabeça. para Ter uma noção de conjunto e o Reverchon .Nestas crianças. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e esquerdo. A parede superior do conduto auditivo externo corresponde externamente ao limite superior do trágus. A cabeça deve estar rodada de aproximadamente 5º para o lado contrário a ser examinado. passanda pelo teto do CAE. A incidência trans-orbitária bilateral é a principal incidência para o estudo do ouvido. Esta incidência nos dá uma visão de conjunto bilateral. e passar pelo ponto atical. O raio central deve passar tangenciando o rebordo orbitário externo. não podendo. penetra no quadrante superior interno da órbita do lado a ser radiografado. dos blocos labirínticos e dos C. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Raio central passa pelo plano que vai de násion ao teto do conduto auditivo externo. No estudo das incidências vamos observar que nas três primeiras incidências básicas. pois. Podemos também fazer com uma inclinação podálica ( quando o paciente não conseguir manter o posicionamento ) de maneira que o raio central passe pelo plano que vai do násion ao teto do CAE. Quando encontramos dificuldade em obter este posicionamento. por exemplo ). Se isso for feito. que possam estar relacionadas á lesão do ouvido ( Histiocitose x.5cm dentro do plano biauricular ) do lado a ser estudado. Paciente em decúbito dorsal. ficar sozinha no quarto. para avaliarmos a mastóide ( pneumatização ). a mãe deverá ser avisada de que a criança acordará tonta. Raio central passa pelo plano Qua vai do násion ao teto do conduto auditivo externo. Principais estruturas demonstradas : Caixa do tímpano / ossículos / esporão / Canais semicirculares superior e lateral / ouvido interno. que aparecem dissociados entre o esporão e o canal semicircular lateral ( externo ). permitindo fazer uma análise comparativa da transferência das paredes e do conteúdo ossicular das caixas do tímpano. penetra no quadrante superior externo do lado a ser examinado. o raio central entra em um mesmo plano. perfil e Reverchon são feitas apenas com a finalidade de se procurar outras lesões fora do osso temporal. tanto do ouvido médio quanto do interno. o radiologista pode “dopar” a criança para obter um exame completo de bom padrão. Incidência de GUILLEN ( trans-orbitária unilateral ) Região posterior da cabeça mais proxima do filme. com plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e esquerdo. procuramos executar pelo menos a trans-orbitária. Principais estruturas demonstradas : 1 – Conduto auditivo externo 2 – Esporão de CHAUSSÉ 3 – Antro 4 – Canais semicirculares / superior / lateral 5 – Ossículos 6 – Caracol 7 – Vestíbulo 8 – Conduto auditivo interno A principal estrutura demonstrada nesta incidência são os ossículos. até que o plano que vai do násion ( raiz do nariz ) até a parede superior do conduto auditivo externo esteja perpendicular ao plano da mesa. Incidência de CHAUSSÉ III Região posterior da cabeça mais proxima do filme. As radiografias de crânio em PA. com o plano mediano sagital do corpo coincidindo com a linha central da mesa. . O Reverchon nesses casos substituirá o Schüller. A cabeça deve estar rodada de aproximadamente 5º para o lado a ser examinado. Incidência trans-orbitária bilateral Região posterior da cabeça mais proxima do filme. Paciente em decúbito dorsal. Nesta projeção a imagem do rochedo deve projetar-se dentro da órbita de maneira que o seu bordo superior não se superponha com o bordo superior da órbita. internos. penetrando no násion. o que pode ser feito facilmente com supositório de Seconal ( 1 cápsula diluída em água ). O raio central deve passar no ponto atical ( 2.A. A cabeça deve estar fletida ao máximo.

A. para o lado contrário a ser examinado. superpostos Vemos ainda um ponto de referência anatômico chamado ângulo de CITELLI ( encontro da parede superior com a posterior do rochedo ). Então. algumas vezes para ouvido médio. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 40 / 160 / 200 / 0. com mínimas variações de rotação da cabeça. mais proxima do filme.80m / sim / 18x24 Incidência de SCHüLLER Região lateral direita ou esquerda da cabeça. pois as incidências padrões não servem para mostrá-lo.I. Os ossículos mudam um pouco de forma e não ficam bem dissociados.80m / sim / 18x24 Incidências complementares As quatro incidências básicas estudadas anteriormente nos dão uma visão de todo o ouvido médio. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e do lado esquerdo.8s / grosso / 0. O plano que vai do násion ao teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa. A incidência de SCHüLLER nos mostra o restante do ouvido médio. a região do conduto auditivo externo do lado a ser exminado deve ficar em contato com a L. Incidência de STENVERS “Clássica” . Nestes casos.8s / grosso / 0.A. ou seja. Raio central com uma inclinação podálica de 25º a 30º. Projetam-se parcialmente sobre o canal semicircular lateral ou externo.Para obtermos a melhor demonstração possível do esporão de CHAUSSÉ. que é o lado a ser examinado. chamadas de complementares. de tal maneira que o raio central entre mais acima. Principais estruturas demonstradas : 1 – Conduto aoditivo externo 2 – Esporão de CHAUSSÉ 3 – Antro 4 – Canais semicirculares superior e lateral 5 – Ossículos 6 – Caracol 7 – Vestíbulo 8 – Conduto auditivo interno Esta é a incidência seletiva para o esporão de CHAUSSÉ. a parte pneumatizada da mastóide. uma vez que o seio procidente ( muito anterior ) reduz muito o tempo cirúrgico. Esta é a incidência que nos mostra a face cirúrgica da mastóide e nos permite avaliar a pneumatização. O conhecimento da posição do seio venoso lateral é importante. A incidência de CHAUSSÉ III também pode ser feita com maior flexão da cabeça ou angulação caudal do raio. têm finalidade específica. As incidências complementares são : STENVERS / HIRTZ / REVERCHON / MAYER / CHAUSSÉ II Incidência de STENVERS “Variante” Região posterior da cabeça. o cirurgião sempre deve agir com cuidado devido o risco de perfuração e hemorragia grave. A cabeça deve estar rodada de 45º ou um pouco menos.5cm acima do conduto auditivo externo mais afastado do filme. saindo no mais próximo. Paciente em decúbito dorsal. com a finalidade de colocar o maior eixo do rochedo. As duas trans-orbitárias e o CHAUSSÉ III são as únicas utilizadas para o estudo da caixa do tímpano. paralelo ao plano da mesa.E e C. na altura das sombrancelhas. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre o rebordo externo da órbita e o conduto externo do lado a ser radiografado ( ± no meio da linha horizontal alemã ).C. ou seja. mais proxima do filme. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. O ouvido externo é estudado apenas pelo exame clínico direto e pelas tomografias. Paciente em decúbito ventral colocado o corpo em posição oblíqua e o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 160 / 200 / 0. As cinco incidências que veremos a seguir. outras vezes para ouvido interno. penetrando entre 6 e 7. Lembramos que o esporão nada mais é do que a parede lateral do ático.M. Plano biauricular cinicidindo com a linha central da mesa. devemos fazer uma varredura. Principais estruturas demonstradas : Parede superior e posterior do rochedo / Sulco de seio venoso lateral / C. executar a mesma incidência duas ou três vezes de cada lado.

Naturalmente que nos colocamos á cabeceira do paciente. Paciente em decúbito ventral. O ideal é sempre trabalharmos com o raio central perpendicular para evitarmos distorções de imagem resultantes da inclinação da ampola. pois apresenta grande valor na pesquisa dos neurinomas do acústico. o indicador da outra mão no rebordo orbitário externo do lado oposto áquele. Devemos então Ter o cuidado de não confundir células da ponta com neurinomas do acústico.8s / grosso / 0. o raio central penetra perpendicularmente á linha horizontal alemã. Apesar de aproximar mais o rochedo do filme. OBS : (A) – É imprescindível uma boa diafragmação do feixe de raios X a fim de evitar radiação secundária. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. impossibilitando sua análise.5cm para dentro do plano biauricular ). pela maior facilidade de posicionamento. / Antro / Mastóide / Vestíbulo / Canais semi-circulares / Cóclea A incidência de STENVERS apresenta mais interesses no ponto de vista otoneurologico. A cabeça do paciente deve estar rodada de 45º ou um pouco menos. Podemos fazer a incidência para os dois lados e / ou separadamente para o lado direito e esquerdo. e para isso o paciente deve fazer uma flexão máxima da cabeça. pois a espessura a atravessar é grande e o diafragma aberto tira muito detalhe. caso contrário a mandíbula projeta-se em cima da caixa do tímpano. podendo ser usada especialmente para estudo do ouvido nas infecções. para o lado a ser examinado com a finalidade de colocar o maior eixo do rochedo paralelo ao plano da mesa. ao nivel do ponto atical ( 2. Nas incidências unilaterais ( direita e esquerda ) o raio central penetra perpendicular á linha horizontal alemã. . (B) – Com o paciente em decúbito dorsal ou ventral Colocar o dedo indicador no processo mastóide do lado a ser examinado. Fazemos a rotação até que ambos os dedos indicadores estejam a uma mesma altura do plano da mesa. podemos demonstrar com excelente definição o processo mastóide. Métodos para colocar o rochedo paralelo ao plano da mesa sem o auxílio do goniômetro (A) – Com o paciente em decúbito dorsal Colocar o maior eixo das regiões anteriores dos dedos das mãos coincidindo com o maior eixo dos pavilhões auriculares direito e esquerdo. Incidência de HIRTZ ( Submento-vértice ) Região mais superior da cabeça. Nas incidências bilaterais. O posicionamento deve ser perfeito. mais proxima do filme. cruzando os condutos auditivos externos. afastar os polegares até o direito encontrar com o esquerdo fazendo a rotação até o polegar do lado a ser examinado ficar paralelo ao plano da mesa. por isso devemos sempre que possivel colocar esta linha paralela ao plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 40 / 160 / 200 / 0. o operador deverá estar na extremidade da mesa. Com o paciente sentado é a maneira mais fácil de obtermos o posicionamento. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. A ponta do rochedo bem dissociada pode estar ás vezes pneumatizada. com o plano mediano sagital do seu corpo. O plano que vai do násion ao teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa. uma vez que o raio central entra perpendicular a ele.Região anterior da cabeça. As incidências de STENVERS ( Clássica ou variante ) não nos mostra bem os ossiculos e o esporão de CHAUSSÉ. pois conseguimos nessa posição uma boa extensão da cabeça sem ser muito incômodo. mais proxima do filme. Como para todos os posicionamentos de crânio. tumores e traumatismos. Raio central perpendicular. Devemos radiografar separadamente o lado direito e o lado esquerdo. Principais estruturas demonstradas : Rochedo / Caixa do tímpano / Ossículos / Trompa de Eustáquio / Conduto auditivo interno A incidência de HIRTZ é utilizada em geral para a base do crânio.80m / sim / 18x24 OBS : Quando utilizamos uma técnica mais fraca. Na incidência de HIRTZ o raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã. Logo após. saindo no meio do espaço entre o bordo externo da órbita e o conduto auditivo externo do lado a ser examinado. preferimos a variante da incidência de STENVERS. Principais estruturas demonstradas nas incidências de STENVERS Conduto auditivo externo / Porus acusticus interno / Ponta do rochedo / Uma visão do rochedo em toda a sua extensão. coincidindo com a linha central da mesa.

pois ele se apresenta verticalizado e o raio central percorre o seu maior eixo. ETC ) Região posterior da cabeça. acometendo a região do golfo da jugular e do buraco rasgado posterior. variando ligeiramente o ângulo. A incidência de CHAUSSÉ II apresenta uma inclinação limitada para o estudo do rochedo. Paciente em decúbito dorsal. podemos utilizar as mesmas manobras da incidência de STENVERS. Raio central com uma inclinação de 45º podálicos penetrando na região frontal oposta e saindo no conduto auditivo externo do lado a ser examinado. Geralmente conceguimos uma boa demonstração do rochedo com uma inclinação podálica de 25º em relação á linha horizontal alemã.2s / fino / 0. Para colocarmos a cabeça na rotação de 45º e não possuimos o goniômetro. em diversa posições. em que temos que abreviar o exame. Incidência de MAYER Região posterior da cabeça. Raio central penetra com uma inclinação podálica de 25º na região frontal ( pouco abaixo da área de implantação dos cabelos ) e deve passar nos condutos auditivos externos. Assim.8s / grosso / 0. Esta projeção corresponde a uma axial de rochedo. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Principais estruturas demonstradas : Análise do conjunto comparativo do ouvido médio e interno / Vestíbulo / Canal semi-circular superior / Estudo da pneumatização / Antro / Condutos auditivos internos / Rochedo ( bordo superior e ponta ). estruturas logo atrás do rochedo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. A incidência de REVERCHON é de grande utilidade nas crianças agitadas. Raio central perpendicular. com plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa.80m / sim / 18x24 Incidência de CHAUSSÉ II Região posterior da cabeça. Fazemos a incidência duas vezes. Na descrição original da incidência de MAYER. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 200 / 0. deve coincidir com a linha central da mesa. A cabeça deve sofrer uma rotação de 45º para o lado a ser radiografado. TOWNE. A cabeça deve estar um pouco estendida. devemos fazer. radiografias unilaterais ( direita ou esquerda ). pois sempre trabalhamos com grandes inclinações podálicas. A cabeça deve estar rodada de 10º a 20º para o lado a ser radiografado. mais proxima do filme. até que a linha imaginária que vai da espinha nasal anterior ao conduto auditivo externo fique perpendicular ao plano da mesa. além da incidência bilateral.80m / sim / 18x24 Incidência de REVERCHON ( BRETON. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 160 / 200 / 0. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. mais proximo do filme. Paciente em decúbito dorsal. um pouco menor que no REVERCHON para báse do crânio onde a angulação é de 35º. . mais proxima do filme. Quando houver uma patologia que exija um estudo mais detalhado.8s / grosso / 0. resultando em grandes distorções de imagem. A principal indicação fica por conta dos tumores do glomus da jugular.80m / sim / 18x24 Exame tomográfico O exame tomográfico para o ouvido é feito de maneira ideal em tomógrafos especiais com movimento hipociclóide. com a boca aberta. Principais estruturas demonstradas : Células pneumatizadas da mastóide / Sulco do seio venoso lateral / Conduto auditivo externo / Processo mastóide / Articulação têmporo-mandibular / Arcada zigomática Esta incidência não é realizada de rotina. Paciente em decúbito dorsal. é realizada sem bucky e com um plano inclinado de 15º. penetrando na comissura labial externa do lado contrário a ser radiografado. A cabeça deve estar fletida até que aproxime o queixo da fúrcula esternal. A região do conduto auditivo externo. a posição da cabeça utilizada para fazer o STENVERS do lado direito corresponde á mesma posição para se fazer o MAYER do lado esquerdo e vice-versa. mais proxima do filme.(B) – Não devemos utilizar a incidência de HIRTZ em decúbito ventral ( vérticesubmento ).

Com este tipo de aparelhagem, conseguimos obter imagens com detalhe muito superior ao do tomógrafo linear,e fazer diagnóstico de pequenas lesões que não são vistas na tomografia convencional Tipos de tomografia 1- Frontal ( uni ou bilateral ) 2- Perfil 3- Axial de crânio ( HIRTZ ) 1-) Tomografia frontal É a única que utilizamos de rotina. Podemos fazer cortes unilaterais ou bilaterais. Naturalmente que teremos mais detalhes nos unilaterais, nos quais a diafragmação é maior. Os cortes unilaterais são ideais para ouvido médio. Os bilaterais devem ser utilizados principalmente nas pesquisas de neurinoma do acústico para comparação dos condutos auditivos internos no mesmo filme. Damos extrema importância a uma boa imobilização da cabeça do paciente durante o exame tomográfico. A cabeça não pode ficar livre, pois quando isto acontece, mesmo involuntariamente, o doente se mexe e qualquer movimento por menor que seja irá alterar enormemente os planos. Não poderemos então nos orientar pelo corte anterior para o proximo corte. Inicialmente são feitos quatro cortes por centimetro. O primeiro, no plano correspondente á base do trágus e os demais para trás. Temos com estes cortes uma boa noção da caixa do tímpano. Os cortes seguintes serão escolhidos de acordo com esta primeira série. Nos planos a seguir, ainda no plano da cóclea, começamos a ver ossículos. O martelo está á frente da bigorna e é visto primeiro. A bigorna vem a seguir. Nem sempre é possivel distinguir exatamente as imagens de um e outro, separadamente. A massa maior de ossículos é dada pelo conjunto da cabeça do martelo e corpo da bigorna. O estribo só excepcionalmente é visto e sua localização é a fossa oval já que se insere na janela oval. ( janela vestibular ). Nos planos medianos veremos o vestíbulo, os canais semicirculares e o conduto auditivo interno. Nos planos posteriores o antro e o restante da mastóide é um pouco mais abaixo o buraco rasgado posterior. O esporão de CHAUSSÉ geralmente é visível nos planos que mostram os ossículos e o conduto auditivo externo. No plano mais adequado vemos que a parede superior do conduto auditivo externo forma com o esporão uma imagem que os franceses comparam a um arpão. 2-) Tomografia em perfil ( axial de rochedo ) É útil nos traumatismos para estudo do canal facial e para pesquisa de luxação dos ossículos. Nos casos de neurinomas intracanaliculares, podemos analisar as erosões ósseas da cortical do canal. 3-) Tomografia em HIRTZ ( Axial do crânio ) Vem sendo utilizada principalmente para estudo dos neurinomas do acústico. Quando estes tumores dão erosões localizadas da parede anterior ou posterior do conduto auditivo interno, a tomo em HIRTZ é a melhor arma para diagnóstico. O exame contrastado para pesquisa de neurinoma ( cisternografia )é geralmente feito com auxilio de tomografias. Incidências panorâmicas para crânio PA / perfil / REVERCHON Para qualquer estudo localizado, é imprescindível possuirmos radiografias panorâmicas da região, pois podemos encontrar lesões no ouvido resultantes de patologias cranianas e vice-versa, que podem dar demonstração radiologica vindo a esclarecer o diagnóstico. Nota Nosso cápitulo sobre osso temporal, a principal fonte bibliográfica, foi o trabalho do Dr.Antonio Baião de Azevedo Filho, “Radiologia do ouvido“, publicado no instituto estadual de radiologia e medicina nuclear – “Manoel de Abreu” – 1975.

Seios da Face
Os seios paranasais, por serem cavidades pares e assimétricas ,cheias de ar e em comunicação com as fossas nasais, são muito visíveis através das radiografias. Por razões topográficas dividem-se em dois grupos. O primeiro se estende na direção lateral ( seios frontais e seios maxilares ); o outro, na direção sagital ( etmoidais e esfenoidais ). Não é possível, pois, representá-los numa só radiografia, pelas diferentes localizações de ambos os grupos e por estarem cobertos por estruturas densas. Anatomia

Seios Frontais Estão situados entre as duas tábuas da escama do osso frontal e se estendem para cima, lateralmente, e para trás. Estes seios estão separados por uma fina parede óssea, o septo intersinusial. Variam grandemente de tamanho. Os seios frontais comunicam-se com a fossa nasal, através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Seios Maxilares São os maiores dos seios paranasais e estão situados no corpo dos maxilares, tendo geralmente a forma piramidal. A parede posterior da maxila separa o seio maxilar das fossas intratemporais e pterigopalatina. A parede anterior está relacionada com a face. Comunicam-se com a fossa nasal, através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Seios Etmoidais Compreendem numerosas pequenas cavidades chamadas células etmoidais, que podem ser divididas em dois grupos. Anteriores – Comunicam-se com a fossa nasal através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Posteriores – Comunicam-se com a fossa nasal através do meato superior ( espaço entre o corneto superior e o médio ). Seios Esfenoidais Estão situados no corpo do osso esfenoide. Variam muito em tamanho. Podem ser divididos em partes direita e esquerda ( cada qual podendo ser chamado de seio esfenoidal ), por um septo ósseo. Comunicam-se com a fossa nasal através do meato superior ( espaço entre o corneto superior e o médio ). Indicações para o estudo radiologico As radiografias dos seios paranasais ( para = ao lado de ) apresentam como principais indicações os processos inflamatórios ( Sinusites ) do próprio seio ou de estruturas adjacentes, lesões tumorais ou pseudotumorais tais como abcesso dentário ou cistos e também nos traumatismos crânio-faciais. Estudo radiologico Para o exame radiologico dos seios da face, temos quatro incidências panorâmicas que estudam de maneira convincente estas regiões e possuimos projeções complementares, que poderão apresentar importância no esclarecimento de certos diagnósticos. Incidências panorâmicas Fronto-naso / Mento-naso / Perfil / HIRTZ sub-mento vértice; vértico-submento Incidências de rotina Fronto-naso / mento-naso Quando nas incidências de rotina ( Fronto-naso e mento-naso ) encontrarmos alguma patologia, então incluiremos no estudo as incidências de HIRTZ ( Submento vértice ) e o perfil do lado da patologia. Incidências complementares Incidência de HIRTZ ( variante ), para seios frontais. Obliqua de mento-naso, para seios maxilares. Obliquas ( incidência de RHEESE ) ( OAD e OAE ) para células etmoidais. Incidência vértico-bucal, para seios esfenoidais. Estudo tomográfico Seios Frontais – AP / P Seios Maxilares – AP / P Seios etmoidais – AP / P Seios esfenoidais – AP /P Estudo contrastado Fronto-naso / mento-naso / HIRTZ ( sub-mento vértice ) / Perfil direito e esquerdo. Observações importantes (A) - Todas as incidências para seios paranasais devem ser feitas de preferência com o paciente em posição ortotstática ou sentado, a fim de surpreender a existência de nível líquido, que definiria uma sinusite aguda. (B) - Por serem radiografias que exigem o máximo de detalhe, devemos sempre utilizar cilindros ou cones, com uma abertura tal que inclua na projeção todas as regiões dos seios paranasais. (C) – Para as radiografias de seios da face devem-se retirar grampos, prendendodores de cabelo, brincos, colares e proteses dentárias metálicas. (D) – O operador deve realizar os posicionamentos na cabeceira da mesa, para surpreender eventuais rotações da cabeça ou outras falhas de posição. Incidências panorâmicas Incidência Fronto-naso ( incidência de CALDWELL ) Região anterior da cabeça, mais proxima do filme.

Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ( mesmo posicionamento do “PA” de crânio ). As mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros, quedeverão estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. A região frontal e nasal devem estar em contato com a linha central da mesa ou estativa. Raio central incide paralelo á linha horizontal alemã ( com uma inclinação média de 12º podálicos ), saindo no násion. No fronto-naso vemos principalmente os seios frontais e etmoidais, devendo incluir na imagem os seios maxilares. Os seios esfenoidais aparecem logo abaixo do assoalho da sela turca, com pouca definição. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 incidência mento-naso Região mentoniana, mais proxima do filme. Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. As mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros, que deverão estar num mesmo plano transverso ao maior eixo longitudinal da mesa. O paciente deverá estender o pescoço, apoiando a cabeça pela ponta do mento ( protuberância mentoniana ) de maneira que a linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. A linha horizontal alemã forma um ângulo de 45º com o plano da mesa. Raio central entra perpendicular, saindo na região da espinha nasal anterior. O mento-naso demonstra principalmente os seios maxilares, devendo-se incluir na imagem os seios frontais. Os seios etmoidais aparecem com pouca definição FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça, mais proxima do filme. Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, colocando o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa ou estativa. É o mesmo posicionamento do perfil de crânio, só que a região do bordo externo da órbita deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular penetrando na comissura externa do olho ( ou bordo externo da órbita ), mais afastada do filme. No perfil vemos os seios paranasais do lado direito e esquerdo superpostos, mas conseguimos visualizar a região dos quatro seios com boa definição. O perfil apresenta importância para demonstrar as lesões com noção de profundidade. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0,8s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ ( sub-mento vértice ) Região superior da cabeça, mais proxima do filme. Paciente sentado ou em decúbito dorsal, com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Quando fizermos com o paciente sentado, deverá ser no bucky vertical, pendendo para trás a cabeça, até encostar o vértice craniano. Quando estiver em decúbito dorsal, deve-se colocar um travesseiro sob as costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão, apoiando a região do vértice craniano sobre a mesa. Região central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã, cruzando o seu treço anterior ( osso malar ). Incidência de HIRTZ ( vértico-submento ) Região do sub-mento, mais proxima do filme. Paciente em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. O paciente deve estender ao máximo a cabeça e apoia-la pela ponta do mento. Não costumamos fazer esta incidência de rotina pela maior inclinação que temos de dar, com uma consequente distorção de imagem e perda de detalhe. Raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã, cruzando o seu terço anterior ( osso malar ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1,6s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 As incidências de HIRTZ demonstram com boa definição os seios esfenoidais e etmoidasis. Os seios maxilares aparecem com pouca definição.

Esta incidência demonstra totalmente os seios esfenoidais. É o mesmo posicionamento da incidência de HIRTZ.E. sentado ou em posição ortostática. mais próxima do filme. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. mais proxima do filme. a protuberância orbitária externa. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça mais próxima do filme e o paciente em hemi-decúbito lateral. Raio central penetrando na glabela ( meio do espaço entre as duas sobrancelhas ). Raio central com uma inclinação podálica de 25º. A linha acântion-meatal ( C.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Oblíqua de mento-naso Região mentoniana. sentado ou em ortostática. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal.A. Seios frontais (A) – AP – Região posterior da cabeça.saindo no meio do espaço entre a arcada dentária superior e inferior. com função de afastar a imagem do rochedo. mais proxima do filme. Raio central perpendicular. de 3 em 3mm do plano ótimo. Raio central com uma inclinação entre 20º e 30º cefálicos penetrando no corpo da mandíbula. dois acima e dois abaixo. dois acima e dois abaixo de 1cm do plano ótimo FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Paciente em decúbito ventral. mais próximos do filme. Esta incidência tem função de dissociar as células etmoidais anteriores das posteriores.2s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Estudo tomográfico Os cortes tomográficos para o estudo radiológico dos seios paranasais apresentam grande valor e poderão ser feitos cortes panorâmicos para sua visualização geral ou feitos localizados com “máscara” no caso de lesões específicas. Região dos seios frontais coincidindo com a linha central. Esta incidência tem indicação nos casos em que o radiologista quer fazer o diagnóstico diferencial entre sinusite aguda e crônica. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. Paciente em decúbito dorsal. O plano mediano sagital do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Raio central com uma inclinação podálica de 10º a 20º. Esta incidência examina a parede posterior dos seios frontais. Plano ótimo – mede-se da mesa ao plano mediano sagital. Incidência Vértico-bucal Região dos lábios superior e inferior da boca. O paciente deve abrir a boca ao máximo e aproximá-la da mesa.Incidências complementares Incidência de HIRTZ ( variante ) – Sub-mento vértice Região póstero-superior da cabeça. sentado ou em decúbito ventral . Ajustar a rotação da cabeça de modo que o plano mediano forme um ângulo de 53º com o plano do filme.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Oblíquas ( incidência de RHEESE ) OAD / OAF . com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. sentado ou em decúbito ventral. saindo na espinha nasal anterior. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. Plano ótimo – mede-se da mesa até a glabela e diminui-se 1cm. pois com esta rotação da cabeça podemos individualizar a presença de nível líquido. Paciente em posição ortostática. mantendo três pontos de contato. ) deve ficar perpendicular do plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. com a cabeça rodada de 30º para o lado direito e uma outra radiografia para o lado esquerdo. projetados dentro da cavidade bucal. devendo sair no meio da órbita mais próxima do filme. É o mesmo posicionamento do mento-naso para seios da face.Parieto-orbital ( variante ) Regiões anteriores direita e esquerda das órbitas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. proeninência malar e dorso do nariz do lado a ser examinado. mais próximas do filme. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. Paciente em posição ortostática. (B) – Perfil – É o mesmo posicionamento de perfil de crânio.

Plano ótimo – mede-se da mesa até o terço anterior da linha horizontal alemã. dois acima e dois abaixo. de 3mm em 3mm do plano ótimo. com a cabeça estendida. dessa forma o contraste irá recobrir a porta de entrada dos seios paranasais. Raio central incide 1cm acima da espinha nasal anterior. dois acima e dois abaixo. de 0. Este deverá estar sentado numa cadeira. .5cm do plano ótimo. Raio central incide no terço anterior da linha horizontal alemã. Plano ótimo – mede-se da mesa ao plano mediano sagital. mais próxima do filme e o paciente em hemi-decúbito lateral. onde colocamos a pressão negativa e ordenamos que pare de pronumciar a palavra. de 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 250 / 80 / 3.5cm. faz-se mais quatro cortes. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça. (B) – Prefil –Mesmo posicionamento do prefil de crânio. mais próxima do filme e o paciente em hemidecúbito lateral.2s / fino / Tomo ± 1. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. com o plano mediano sagital coincidndo com a linha central da mesa e o paciente em decúbito dorsal. de 0. dois acima e dois abaixo.65 / 25 / 250 / 80 / 3. Espessura da camada – faz-se quatro cortes. Raio central incidindo ao nível da fossa canina. O lado a ser tomografado deve estar mais próximo do filme. dois acima e dois abaixo. de 0. Plano ótimo – mede-se da mesa até 3cm acima do conduto auditivo externo.5cm em 0.2s / fino / Tomo ± 1.5cm em 0. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. retiramos a seringa. na fossa nasal.5cm em 0.45 / sim / 24x30 ÷ 4 Seios etmoidais (A) – AP – mesmo posicionamento do AP anterior. diminui-se de 2cm a 2. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. Com o paciente ainda pronumciando a palavra “kei”. (B) – Perfil – É o mesmo posicionamento de perfil de crânio.5cm em 0. Espessura da camada – faz-se quatro cortes.5cm em 0.5cm do plano ótimo.5cm do plano ótimo.5cm do plano ótimo. É introduzido. então. Faz-se pressão digital fechando cada fossa nasal e com uma seringa introduzida na vizinha se faz pressão negativa ao mesmo tempo que o doente é orientado a dizer a palavra “kei” repetidamente. Esta manobra provoca certo desconforto ao paciente.2s / fino / Tomo ± 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 250 / 80 / 3.2s / fino / Tomo ± 1.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Estudo radiológico contrastado dos seios da face O sucesso deste exame depende bastante da cooperação do paciente. e a região deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. Nesse momento o paciente fará manobras de limpeza nasal ( aspirações rápidas e repetidas ). (B) – Perfil – Mesmo posicionamento do perfil anterior. Espessura da camada – A partir do plano ótimo. 5ml de contraste iodado na temperatura corporal.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Seios esfenoidais (A) – AP –Posicionamento semelhante ao AP de crânio. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. dois acima e dois abaixo. Espessura da camada – faz-se quatro cortes. Plano ótimo – mede-se da mesa até um plano que passe no meio do espaço entre o bordo interno e externo da órbita mais próxima do filme. Raio central incide 1cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. facilitando dessa forma a substituição do ar pelo contraste na cavidade paranasal. Raio central incidindo 2cm abaixo do násion. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3. Raio central incidi no násion. dois acima e dois abaixo. A substituição do ar palo contraste se faz pela abertura desses seios no orofaringe fechado. Plano ótimo – mede-se da mesa até o sulco naso-geniano. de 0.5cm.45 / sim / 24x30 ÷ 4 Seios maxilares (A) – AP – Região posterior da cabeça mais próxima do filme. Plano ótimo – mede-se da mesa até o plano mediano sagital. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça. que deverá estar perpendicular á mesa.

0m / sim / 18x24 Oblíquas OAD OAE . quando teremos melhor definição e confirmação das condições dos seios. antes de iniciarmos o exame. sentado ou em posição ortostática. saindo do násion. não rigoroso. Ragião frontal e nasal apoiadas sobre a linha central da mesa. mais próxima do filme. Incidências PA / OBLÍQUA OAD OAE / Prefil dir esq ( não rigoroso ) / Mento-naso ( variante ) Incidências de rotina PA / OBLÍQUA OAD OAE PA Região anterior da cabeça. Paciente em decúbito ventral. sempre devemos somar de 8º a 10º á inclinação dada para o PA de crânio. Esta projeção nos mostra com boa definição os bordos supra-orbitários do frontal e os bordos laterais das órbitas dissociados. Raio central com uma inclinação de 20º podálicos. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Com o corpo em hemi-decúbito lateral. providenciamos para que o contraste que não penetrou escorra pelas fossas nasais.Incidência de RHEESE ( variante ) Região anterior da órbita. poderão ser feitos no intervalo de 72 a 96 horas. para evitar o contato direto. num mesmo filme para comparação. utilizamos um suporte sob a sua região frontal. O bordo superior e inferior da órbita e o dorso do nariz devem estar apoiados sobre a linha central da mesa ou estativa. O raio central deve sair no centro da órbita mais próxima do filme. com a funçAo de afastar da imagem da órbita os rochedos. Encontramos na órbita. Também podemos dar esses 8º a 10º em relação á linha horizontal alemã. Filmes posteriores. Órbita É uma cavidade bilateral.0s / fino / 1. mais próxima do filme.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo – não rigoroso Região lateral direita e esquerda da cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Ambas as órbitas devem ser radiografadas num mesmo filme para comparação. Paciente em decúbito ventral. A tomografia em “AP” de órbita ( mesmo posicionamento do AP de crânio ) é um importante método de exame para diagnóstico do médico radiologista. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. devemos fazer num mesmo filme. sentado ou em posição ortostática. Sempre devemos fazer radiografias comparativas no exame da órbita. mais próxima do filme. encostando a região lateral da face até aproximar a protuberância malar da mesa. Com a finalidade de retirar a imagem do rochedo do terço inferior da órbita. de preferência quando duas incidências. Deve-se mostrar o assoalho dos seios maxilares e no perfil para melhor visualização do seio esfenoidal. sentado ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 100 / 100 / 1. Faremos as seguintes incidências : MENTO-NASO / FRONTO-NASO / HIRTZ ( SUB-MENTO VÉRTICE ) / PERFIL DIREITO E ESQUERDO O filme dental intra-oral pode ser usado para mostrar em sua parte mais profunda.A seguir. Face : Malar / Maxila / Lacrimal / Palatino Crânio : Frontal / esfenóide / etmóide Estudo radiológico Todo o estudo radiológico da órbita deve ser comparativo. ossos da face e do crânio. os seios maxilares ( abaixo do plano de inserção dos pré-molares e molares ). com o plano mediano sagital do corpo coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. . isto é. tardios. com a utilização de cilindro ou cone encostado. deve colocar-se em posição de perfil de face. Paciente em decúbito ventral. Raio central com inclinação podálica de 20º. no mesmo posicionamento do “PA” de crânio. Quando acontecer o caso do doente não poder apoiar a órbita na mesa. Deve-se sempre fazer o perfil direito e esquerdo. O bordo lateral da órbita deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. com a utilização de cilindro ou cone. onde se encontram os globos oculares.

apoiando a região do vértice craniano na mesa.8s / fino / cilindro encostado ou 1m / sim / 18x24 Oblíqua semi-axial – direita e esquerda Região mentoniana. com cilindros ou cones. entraremos com o raio central. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 20 / 80 / 100 / 0. Quando o paciente em decúbito dorsal. que temos que trabalhar. para todas as variantes da incidência de HIRTZ. sentado ou em posição ortostática. saindo 1cm abaixo do násion. sentado ou em posição ortostática. Localizada A região da arcada zigomática a ser examinada coincidindo com a linha central da mesa. penderá a cabeça para trás até encostar o vértice craniano. sentado ou em posição ortostática. A projeção comparativa demonstra as duas arcadas numa mesma projeção. pela maior inclinação do raio central. Quando o paciente sentado. por isso. apoiando a cabeça pela ponta do mento ( ao nível da protuberância mentoniana ). por isso exigindo para o estudo radiológico sempre radiografias comparativas e localizadas. Nos casos de fraturas incompletas. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Rodar a cabeça de 15º para o lado contrário a ser examinado.comparativa Região do vértice craniano. O paciente deve estender ao máximo o pescoço. As radiografias nesta posição devem ser comparativas.Raio central perpendicular. Paciente em decúbito ventral. mais afastada do filme. O paciente deita-se em decúbito dorsal ou fica sentado. incidências comparativas e localizadas. Raio central perpendicular. penetrando na comissura ezterna do olho. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. Sabemos que a linha horizontal alemã coincide com a arcada zigomática. . perpendicular a ela. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 120 / 100 / 1. por ser uma estrutura óssea pouco espessa e de situação bem externa. mais próxima do filme. deverá ser feita no bucky vertical. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. Estudo radiológico A arcada zigomática. de modo que uma linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa.2s / fino / 1. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. como nas incidências de HIRTZ. mais próxima do filme. apoiando a cabeça pela ponta do mento. Podemos fazer também neste posicionamento. com muita frequência. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0. apoiando a cabeça pela região mentoniana. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa.8s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Mento-naso ( variante ) Região da protuberância mentoniana. Paciente em decúbito ventral. deve-se colocar um travesseiro nas costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão. Raio central passando perpendicular no terço anterior da linha horizontal alemã. nos mesmos posicionamentos descritos anteriormente. Incidências Incidência de HIRTZ sub-mento vértice e vértice sub-mento ( Comparativa / localizada ) / Incidência oblíqua semi-axial direita e esquerda Incidências de rotina HIRTZ – COMPARATIVA / Oblíqua semi-axial direita e esquerda Incidência de HIRTZ sub-mento vértice e vértice sub-mento ( Comparativa / localizada ) Sub-mento vértice . o diagnóstico radiológico ás vezes torna-se difícil. Paciente em decúbito ventral. O paciente deverá estender o pescoço. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Vértico sub-mento A região do sub-mento mais próxima do filme.0m / sim / 18x24 Arcada zigomática É um arco bilateral que coincide com a linha horizontal alemã e é formado pela junção do processo malar do osso temporal com o processo temporal do osso malar. Não costumamos fazer esta incidência de rotina. A região da arcada zigomática deve coincidir com a linha central da mesa. está sujeita a fraturas.

Movimentos da articulação têmporo-mandibular ( ATM ) Elevação e abaixamento da mandíbula / Projeção para frente e para trás / Lateralização Estudo radiológico O exame radiológico da articulação têmporo-mandibular deve ser sempre comparativo e para obtermos mais detalhe devemos utilizar cones de pequena abertura ou cilindros. colocando o corpo em posição oblíqua e o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. penetrando entre 6 e 7.localizada Podemos fazer a incidência em mento-naso ariginal ou uma variante em que o paciente fica em decúbito ventral. Raio central com uma inclinação podálica de 25º a 30º. OBS : Quando a indicação for luxação da articulação. Incidências SCHüLLER bilateral ( boca aberta / boca fechada ) Incidências complementares STENVERS / Mento-naso / HIRTZ / REVERCHON Incidências de rotina SCHüLLER bilateral ( com boca aberta / com boca fechada ) Exames especiais Tomografia / contactografia / pneumoartrografia Incidência de schüller bilateral Região lateral direita ou esquerda da cabeça. sem forçar posição.8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 Articulação têmporo-mandibular Pertence ao tipo das articulações bicondileanas e como tal possui duas sinovias que são : Uma superior.O raio central formando um ângulo reto com a linha horizontal alemã. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1.localizada Paciente em decúbito dorsal. voltadas para o côndilo temporal e uma face côncava. são feitas radiografias com a boca aberta ao máximo e fechada até as regiões aclusais superiores e inferiores ficarem em contato. penetrando na articulação a ser examinada. O plano que vai do násion até o teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa.5cm para frente do conduto auditivo externo ) coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0. Raio central perpendicular. situada entre o menisco interarticular e o temporal ( é a mais extensa ) e outra inferior. mais próxima do filme. por trás deste côndilo existe uma cavidade glênoide também revestida de tecido conjuntivo. Mento-naso . FATORES . A superficie mandibular está constituida pelo côndilo da mandibula. passando pela articulação a ser examinada. Possui duas superficies articulares. passando pelo seu terço anterior. por isso devemos fazer apenas o estudo do lado direito e esquerdo. chamada côndilo temporal ( ou tubérculo mandibular do temporal ). que possui uma face côncava em sua parte anterior e convexa em sua parte posterior. então esta concordância se faz através do menisco intrerarticular. situada embaixo do menisco. não conseguiremos fechar a boca. este descansa sobre uma porção mais estreita chamada colo. É digno de se notar que o revestimento desta superficie é de formação conjuntiva e não cartilaginosa. O pescoço deverá estar estendido de maneira que a cabeça fique apoiada pela região mentoniana e a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. com a boca do jeito que estiver. uma pertencente á mandibula e outra ao temporal.0s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Incidências complementares Incidência de STENVERS ( variante ) . Paciente em decúbito ventral. voltada para o côndilo mandibular. Região da articulação ( 1. De cada lado. entre este e o côndilo. Ás vezes estas duas superficies articulares não se correspondem exatamente. colocando a articulação a ser examinada coincidindo com a linha central da mesa. A superficie temporal apresenta ventralmente uma eminência transversal convexa anterior e côncava em sua porção posterior. com a cabeça rodada para o lado oposto a ser examinado de 45º.5cm acima da articulação têmporo-mandibular mais afastada do filme e saindo na mais próxima.

Tomografia em perfil Região lateral direita ou esquerda da cabeça.4cm ( 4mm ) do plano ótimo. Para tomografias da ATM devemos utilizar a máscara de pequena abertura do tomógrafo. A contactografia baseia-se em aproximarmos a ampola ( sem o bloco do diafragma ) da região contrária a da que vai ser examinada. Incidências SCHüLLER ( boca aberta e boca fechada ) Pode-se complementar com : STENVERS / Mento-naso / HIRTZ / REVERCHON . mais próxima do filme.2s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ – sub-mento vértice .5cm para frente do CAE ) mais afastada do filme. de maneira que a linha horizontal alemã fique paralela ao bucky vertical. Gás utilizado – Pratóxido de azoto ou gás carbonico são mais usados porque têm uma absorção mais fácil.Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. pois senão as lamínulas de chumbo da grade absorverão quase que integralmente a radiação. Incidência de REVERCHON . do lado a ser examinado. Raio central perpendicular ao terço posterior da linha horizontal alemã. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3.5 a 1. Para que isso seja conseguido o paciente deve manter a boca aberta. Prepara-se o campo. Obteremos uma grande ampliação desta articulação com pouco detalhe e a articulação mais próxima do filme aparecerá com pequena ampliação e com melhor detalhe. Paciente em hemi-decúbito lateral. que deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. Injeta-se de 0.2s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Exames especiais 1. Raio central perpendicular ao nível da articulação ( 1. Raio central com uma inclinação caudal ( podálica ) de 30º a 35º. medimos 2cm para dentro da parede lateral da face. faz-se a assepsia rigorosa e punciona-se o espaço vazio da articulação. com a boca aberta e fechada. devemos fazer de cada lado. com a finalidade do radiologista observar lesões ao nível dos membros articulares. dede que seja hidrossolúvel. dois acima e dois abaixo. Pode-se. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. Como na incidência de CHüLLER. Não é aconselhavel injetar-se ar e contraste iodado hidrossulúvel simultaneamente por causa de falsas imagens que podem formar-se. usar contraste iodado.localizada Paciente sentado. com o plano mediano sagital plano da mesa. É o mesmo posicionamento da incid6encia de CHüLLER. por causa da grande divergência dos raios ( devido á pequena distância fo-fi ). ao invés de injetar gás. Espessura da camada – Faz-se mais quatro cortes. pois a tomografia apresenta com muito maior definição estruturas que apresentem grandes superposições de imagens. com o plano mediano sagital paralelo ao plano da mesa. fazendo-se assim somente uma artrografia. Como a distância foco-filme será muito pequena ( ± 45cm ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 25 / 40 / 100 / 0. Raio central penetrando 1.4s / fino / ± 45-50cm / Não / 18x24 Pneumoartrografia É o exame contrastado da articulação têmporo-mandibular. inclusive cortes feitos com a boca aberta e fechada.5cm3 de gás.2s / fino / Tomo / sim / 24x30 ÷ 4 Contactografia Mesmo posicionamento da incidência de CHüLLER. Plano ótimo – do plano da mesa. Técnica de punção – Paciente em hemi-decúbito lateral. faremos esta projeção sem bucky. encostando o vértice craniano na estativa vertical. separados de 0.localizada Paciente em decúbito dorsal com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.5cm á frente do conduto auditivo externo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 120 / 100 / 1. A contactografia é um método de exame em desuso. penetrando na região frontal e passando pela articulação a ser examinada.

Providência de extrema importância é a retirada de próteses dentárias metálicas. AP – Trans-oral – ( B ) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. OBS : ( A ) – Indicamos as incidências do tipo trans-oral quando há necessidade de estudo das articulações occipito-atloideas e o paciente não tem condições de ficar em decúbito ventral. Raio central perpendicular. responsavel pelos movimentos de flexão e extensão da cabeça. por isso devemos pedir ao paciente que retire próteses dentárias metálicas. sentado ou em posição ortostática. somente o paciente com a boca fechada. ( B ) – A finalidade da boca aberta nas incidências trans-orais é a retirada dos dentes do campo a ser radiografado. Devemos fazer o “PA”em vez do “AP” porque no primeiro a porção escamosa do occipital não se superpõem com as articulações. Esta incidência é indicada principalmente em pacientes poli-traumatizados que não tem condições de abrir a boca. penetrando de maneira que tangencie os dentes incisivos superiores. A linha horizontal alemà ou linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. perpendicular ao plano da mesa. É o mesmo posicionamento das trans-orais. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. pertencente á 2ª vértebra cervical “axis” ). sentado ou em posição ortostática. As articulações occipito-atloideas aparecem lateralmente ao ponto mais alto do processo odonntóide ( processo em forma de dente com função de eixo nos movimentos laterais da cabeça. Região frontal e nasal sobre a linha central da mesa. Articulação Occipito-Atlóidea É uma articulação móvel. mais próximas do filme. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . mais próximas do filme. AP – Trans-oral – ( A ) Regiòes posteriores da cabeça e do pescoço. Paciente em decúbito ventral ou sentado. tangenciando os incisivos superiores. mais próxima do filme. passando 1cm abaixo do cunduto auditivo externo – ( ponto coincidente com a proeminência malar – “maçã do rosto” ). Raio central com uma inclinação cefálica de 5º. com o raio central perpendicular. AP – Transmaxilar Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. Paciente em decúbito dorsal. pois assim pode perceber melhor eventuais falhas de posição. Raio central perpendicular. O operador deve fazer o posicionamento do paciente pela extremidade da mesa.OBS : A pneumoartrografia só pode ser indicada após termos um estudo radiológico completo simples da ATM. Dá-se entre os côndilos do occipital e as massas laterais do atlas ( 1ª vértebra cervical ). Fazemos esta incidência quando não conseguimos individualizar as articulações com boa definição. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. pois se superpõem exatamente com as articulações nas projeções frontais. de maneira que seu plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal. abrindo a boca ao máximo. perpendicular ao plano da mesa. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal. colocando os braços numa posição que permita melhor apoio. Ajustar os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. sentado ou em ortoatática. Incidências PA / AP – trans-oral ( A ) e ( B ) / AP trans-maxilar / Prefil direito e esquerdo / Oblíquas OPD e OPE Incidências de rotina PA / Perfil esquerdo PA Região da face. abrindo a boca ao máximo. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando ao nível do lábio superior. Estudo radiológico As radiografias para articulação occipito-atloidea devem ser localizadas ( spotfilm ) e para isso devemos utilizar cones ou cilindros de pequena abertura ou ainda diafragmar para incluir as articulações direita e esquerda e daí obtermos o máximo de detalhe.

O vômer. junto com as maxilas. mais afastada do filme. posterior e inferiormente no septo nasal. penetrando na proemin6encia malar.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 06 – Face Na face encontramos 14 ossos. o único móvel da cabeça. Os cornetos médios e superiores são estruturas pertencentes ao osso etmóide. São responsaveis por parte da cavidade nasal e por uma pequena proção da cavidade orbitária na sua parede póstero-medial. Cornetos inferiores Ossos encontrados inferiormente em cada lado das fossas nasais. Estudo radiológico . com função de purificar e aquecer o ar. parte do assoalho das cavidades orbitárias e ¾ do teto da boca. junto com a cartilagem quadrangular e a lâmina perpendicular do etmoide. mais próxima do filme.70 / 35 / 80 / 100 / 0. Articula-se com o temporal para formar a articulação têmporo-mandibular. Os nasais articulam-se um com o outro no plano mediano sagital e posteriormente com a lâmina perpendicular do etmóide. Raio central perpendicular. formam parte do assoalho e parede lateral da órbita. girando a cabeça para o lado direito ( OPD ) e para o lado esquerdo ( OPE ) de 45º com o plano da mesa. A mandibula pode se apresentar dividida em : Corpo / Ramo horizontal / Ramo vertical Vômer É um osso fino. estendem-se horizontalmente ao longo das paredes laterais da cavidade nasal. Para formar o nariz ósseo externo articulam-se com o frontal superiormente e com as maxilas. Palatinos Formam o quarto posterior do palato duro. A maxila pode se apresentar dividida em : Corpo / Porção palatina / Porção zigomática / Porção frontal / Porção orbitária / Porção alveolar Lacrimais São ossos pequenos e muito finos. localizados na região anterior da parede medial das órbitas. Apresentam um formato de concha e são compostos por uma proção óssea e por uma porção membranosa. Malares ou zigomáticos São os ossos responsáveis pela proeminência da face. distribuidos em 2 ímpares e 12 pares. Regiões das articulações occipito-atloideas devem coincidir com a linha central da mesa. formando a sínfise mentoniana. Nasais ou ossos próprios do nariz São os componentes da parede mais anterior do nariz ósseo externo. variando de tamanho e forma de individuo para individuo. Maxilas São os responsaveis pelo alongamento vertical da face no período de crescimento. localizado medialmente. são dois ossos. articula-se com o corpo do esfenoide e com a lâmina perpendicular do etmóide. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. os lacrimas ( ou unguis ). Os maxilares superiores formam parte das paredes e a maioria do assoalho da cavidade nasal. que se fundem. ÍMPARES : Mandíbula e Vômer PARES : Maxilas / Lacrimais / Cornetos inferiores / Malares / Nasais e Palatinos Mandibula É o maior e mais forte osso da face. Paciente em hemi-decúbito lateral com o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. Região da articulação occipito-atloidea coincidindo com a linha central da mesa.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da cabeça. No período fetal. Raio central perpendicular. Entre as massas laterais do etmoide e a maxila. Repousam sobre as maxilas e articulam-se posteriormente com o esfenóide.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça. penetrando 1cm para trás e para baixo do conduto auditivo externo. São pequenos e finos. mais próximas do filme. lateralmente. Paciente em decúbito dorsal. formam as fossas lacrimais que acomodam os sacos lacrimais. formam o septo nasal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 80 / 100 / 0. É o maior osso imóvel da face.

Incidência de WATERS ( semi-axial ) / Incidência semi-axial ântero-posterior / Mento-naso / Fronto-naso / Perfil direito e esquerdo / incidência de HIRTZ ( Axial ) Incidências de rotina Incidência de WATERS / Fronto-naso / Perfil / Incid6encia de HIRTZ . Com o corpo em posição anatômica. Este cuidado permite um melhor apoio e torna mais cômodo. EXEMPLO DO POSICIONAMENTO : Incidência de mento-naso 3 – Linha glabelo-alveolar Linha que vai da glabela ( ponto anatômico ósseo situado no meio do espaço entre as sobrancelhas ) á região alveolar da maxila. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Estudo dos ossos da face. a LHA deve ficar perpendicular ao maior eixo longitudinal do corpo. que contribuem para diminuir a qualidade do exame. 5 – Linha inter-orbitária ou inter-pupilar Linha que vai de uma órbita a outra ou de uma pupila a outra. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Axial de ossos próprios do nariz. Técnica radiológica dos ossos da face Incidências panorâmicas Incidências localizadas Estudo radiológico Como cuidado fundamental no exame dos ossos da face.Plano mediano sagital Divide a cabeça em duas metades simétricas. Principais linhas e planos da face LINHAS – São normalmente o espaço compreendido entre dois pontos anatômicos. Vai do teto do conduto auditivo externo ( CAE ) até o bordo inferior da órbita. somente dando uma noção de profundidade.Como citamos no estudo radiológico do crânio. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LHA : Fronto-naso / Mento-naso / Incidência de WATERS / Incidência de HIRTZ / Semiaxial ântero-posterior e etc. nas quais o paciente faz exame deitado. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO QUE UTILIZAM ESTAS LINHAS : Fronto-naso / Semi-axial ântero-posterior / Prefil de face e etc Planos As aplicações dos planos correspondem as mesmas das linhas. permitindo um estudo radiografico panorâmico dos 14 ossos que a compõem. também para face é necessário o conhecimento da sua anatomia e de pontos de referência. direita e esquerda. Estes fatores contribuem em muito para um posicionamento fácil e correto. 3 . PLANOS – Apresentam a mesma aplicação das linhas. o paciente deverá retirar próteses dentárias. deve-se Ter o cuidado de fazer com que seus pés fiquem para fora da mesa. facilitando o posicionamento.Plano frontal ou plano coronário ou plano bi-auricular Divide a cabeça em metade anterior e posterior. Os ombros deverão estar num mesmo plano transverso a linha central da mesa. 4 – Linha Acântion-meatal Linha que vai do acântion ( região mais medial das espinhas nasais anteriores ) ao conduto auditivo externo. Passa verticalmente pelos condutos auditivos externos. deverá estar perpendicular ao filme e no perfil rigoroso deverá estar paralelo ao filme. 1 . Nas radiografias de face e de crânio.Plano Horizontal Alemã ou plano Antropológico ou plano de Frankfurt Divide a cabeça em andar superior e inferior. como linhas e planos para realização de radiografias de um bom padrão. Face ( panorâmicas ) Incidências panorâmicas Estas incidências apresentam o arcabouço ósseo da face sob diferentes ângulos. colocando-se um travesseiro sob a região distal das pernas. 2 – Linha trágus mentoniana Linha que une o trágus ( Projeção cartilaginosa localizada externa e anteriormente ao conduto auditivo externo ) á protuberância mentoniana. É o plano mais utilizado na técnica radiológica geral. 2 . Linhas 1 – Linha horizontal alemã ( LHA ) Também conhecida como – Linha infra-órbito meática / Linha antropológica / Linha de Frankfurt É a mais utilizada na técnica radiológica da face e também do crânio. Esta linha coincide com o plano mediano sagital. No “AP” ou no “PA” rigoroso. tanto quanto os pontos anatômicos que atravessam.

Mento-naso ( Semi-axial ) Região mentoniana. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Esta projeção apresenta grande valor no estudo dos seios maxilares. como por exemplo : ( A ). mais próxima do filme. Raio central incide paralelo a linha horizontal alemã ( com uma inclinação de 12º podálicos ) saindo no násion. ( C ). A incidência de WATERS nos diferentes livros de técnica radiológica aparece de diferentes maneiras.Mesmo posicionamento do já descrito. _ A incidência de WATERS é a melhor projeção para os ossos da face pois demonstrados melhor em outras incidências. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. cornetos inferiores. OBS : As espinhas nasais anteriores são projeções ósseas anteriores pertencentes as maxilas localizadas medialmente no meio do espaço entre as duas narinas. as mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros. A linha horizontal alemã deverá fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. maxilas. para que a linha horizontal alemã fique perpendicular ao plano da mesa.Incidência de WATERS ( semi-axial ) Região mentoniana. Paciente em decúbito dorsal. apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ) de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. ( B ).90m / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ . mais próxima do filme. mais próxima do filme. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.0s / fino / 0. com o raio central saindo ao nível do lábio superior.Mesmo posicionamento do anterior. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. mais próximas do filme. Esta incidência mostra bem os ossos malares. Esta projeção apresenta grande valor no radiodiagnóstico. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente estendendo ao máximo o pescoço e o raio central passando perpendicular ao terço anterior da linha horizontal alemã. O raio central entrarár com uma inclinação cefálica de 30º em relação a linha horizontal alemã. sentado ou em posição ortostática. mostra com uma boa definição grande número dos ossos da face.0s / fino / 0. O raio central penetra perpendicular.“Axial” – Sub-mento vértice / Vértice sub-mento HIRTZ – sub-mento vértice Região superior da cabeça. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. basta colocarmos a cabeça do paciente apoiada sobre o nariz. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. saindo na ragião da espinha nasal anterior ( Acantion ). sentado ou em posição ortostática. para facilitar e tornar mais cômodo o posicionamento. de maneira que saia 5cm acima da protuberância occipital externa. lacrimais. com o raio central saindo ao nível da protuberância mentoniana. Esta incidência. Como em todas as incidências para crânio e face em que o paciente se coloca em decúbito ventral. por ser semelhante a de WATERS. Paciente em decúbito ventral. É uma das poucas incidências descritas especificamente para os ossos da face. O raio central deverá penetrar na face do lábio inferior ou pouco abaixo.Há os que consideram o HIRTZ em decúbito ventral como incidência de WATERS . mandíbula e vômer. apoiando a cabeça pela ponta do mento ( protuberância mentoniana ) de modo que uma linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. que deverá estar perpendicular a mesa. Incidência Semi-axial ântero-posterior Regiões posteriores da cabeça e pescoço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. As espinhas nasais posteriores pertencem aos ossos palatinos. Raio central entrará perpendicular e sairá no acântion ( região mais medial das espinhas nasais anteriores ). O paciente deverá encostar na linha central da mesa a região mediana frontal e nasal.90m / sim / 18x24 Fronto-naso ( Incidência de CALDWELL ) – “PA” Região anterior da cabeça. mais próxima do filme. . sentado ou em posição ortostática. Quando quisermos entrar com o raio central perpendicular. Paciente em decúbito ventral. O paciente deverá estender o pescoço. Paciente em decúbito ventral.

estendendo ao máximo o pescoço. penetrando no meio do espaço entre os dois gonions ( ângulos da mandíbula ).AP Região posterior da cabeça. Os demais ossos da face são normalmente acometidos secundariamente a patologias provenientes de regiões vizinhas. deverá ser feita no bucky vertical. os quais conseguimos individualizar radiologicamente : Sínfise mentoniana / Protuberância mentoniana / Tubérculo do digástrico / Gônion / Região alveolar / Processos alveolares / Alvéolos dentários / Colo da mandíbula / Côndilo da mandíbula / Chanfradura sigmóidea / Processo coronóide Estudo radiológico Para estudarmos radiologicamente a mandíbula temos incidências panorâmicas e incidências localizadas quando nos interessa localizar lesões ao nível do corpo ou ramos horizontal e vertical. 2º. Esta projeção apresenta a vantagem de aproximar mais os ossos da face do filme. maxilas e ossos próprios do nariz de uma maneira mais detalhada. especialmente esfenoidais.NASAIS – ( ossos próprios do nariz ) – Muito pedido o seu exame radiológico em casos de traumatismos. Quando o paciente sentado. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Veremos a descrição das incidências para exame da mandíbula. mais próximo do filme. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.MAXILAS – ( Maxilares superiores ) – os seios maxilares contribuem com o maior número de pedidos de exame. É o posicionamento mais cômodo para o paciente e o que utilizamos menor inclinação cefálica do raio central. por ordem de acometimento e mesmo por ordem de pedidos de exame. Os ossos vômer. deve-se colocar um travesseiro nas costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão. Incidências Panorâmicas São as projeções nas quais visualizamos a mandíbula de uma maneira total ou quase total. até encostar o vértice craniano. apoiando a região vértice craniano na mesa. maxilas. O raio central para as incidências do tipo HIRTZ deve passar sempre perpendicularmente ao terço anterior da linha horizontal alemã ( região coincidente com o osso malar ). são : 1º. descritas para os ossos que apresentam patologia própria ou que sejam mais suscetíveis a fraturas ou luxações. Estas incidências mostram bem a mandíbula. citaremos somente as projeções que melhor os evidenciam. O plano mediano sagital deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito ventral. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular ao plano da mesa. HIRTZ – Vértice sub-mento Região superior da cabeça ( vértice craniano ). vômer e cornetos inferiores. apoiando a cabeça pela região da protuberância mentoniana.MANDÍBULA – Apresenta uma vasta ocorrência de patologias descritas e alta frequência de fraturas e luxações. Estes ossos. Incidências localizadas Para o estudo radiológico dos ossos da face. . Paciente em decúbito dorsal. . por apresentarem grande número de patologias. mais próxima do filme.PA Região anterior da cabeça.Quando o paciente dem decúbito dorsal. 3º. É um osso menos suscetível a fraturas por traumatismos. mas perde pela maior inclinação do raio e posicionamento mais penoso para o paciente. temos incidências localizadas. PA / AP / Oblíquas direita e esquerda Incidências de rotina PA / Oblíquas direita e esquerda . Paciente em decúbito ventral ou sentado. malares e palatinos. gonions e ramos horizontais. Esta projeção apresenta com boa definição o corpo e o ramo vertical e secundariamente as regiões alveolares. Região mediana frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. cornetos inferiores. penderá a cabeça para trás. O HIRTZ tem importância no estudo dos seios da face. lacrimais. etmoidais e maxilares. 07 – Mandíbula Divisão anatômica da mandíbula para fins de estudo radiológico : Corpo / Ramo horizontal / Ramo vertical Principais acidentes anatômicos da mandíbula. podendo assim obter uma imagem mais real com mais detalhe.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. devendo apoiar a maior extensão do submento sobre o chassis ou um filme do tipo oclusal. a sua região alveolar. Paciente em decúbito ventral.90m / sim / 18x24 Incidências localizadas São as incidências nas quais podemos estudar as porções da mandíbula ( corpo. o gônion. paralelos. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. de maneira que fiquem no seu maior plano. devemos compensar a pouca obliquidade com uma inclinação cefálica de 5º. Quando o paciente sentado. Paciente em decúbito lateral rigoroso. ramo vertical )separadamente. chanfradura sigmóidea e processo coronóide. mais próximas do filme. quando o paciente coloca-se em decúbito lateral. devemos colocar o filme tipo oclusal ( sem ecram ) ou o chassis na vertical. mas convém lembrar que só faremos estas projeções após um estudo panorâmico da mandíbula. Raio central perpendicular. penetrando no meio do espaço entre o lábio inferior e a protuberância mentoniana. apoiando o queixo sobre ele. pois são frequentes a associação de fraturas destas regiões. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 30 / 80 / 100 / 0. Nas suspeitas de fraturas ao nível do corpo.8s / fino / 0. O filme deve ser colocado no inicio da mesa para que o paciente possa sentar fora. sentado ou em posição ortostática. . Sempre devemos fazer a oblíqua direita e esquerda. penetrando no meio do espaço entre os dois gônions. O gônion e porção vertical ficam mal evidenciados pela superposição com estruturas de grande densidade. Esta projeção mostra as mesmas regiões do “PA” com boa definição. colo. Corpo da mandíbula As incidências para corpo da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. sentado ou em posiçào ortostática. O raio central deve penetrar no gônion mais afastado do filme e o meio do espaço entre o corpo e o gônion do ramo mais próximo do filme deve coincidir com a linha central da mesa. devemos fazer também incidências para a porção vertical.Esta projeção é utilizada no caso de exame de pacientes que não tenham condições de ficar em decúbito ventral. saindo no ponto médio da sínfise mentoniana. Devemos Ter o cuidado para que o ombro não se superponha com a imagem da mandíbula. Incidências PA / Semi-axial / Axial . Para pacientes que tenham região nasal volumosa. O lado da mandíbula que fica mais afastado do filme apresenta-se na região superior da imagem e mostra bem a maior parte do ramo horizontal com sua região alveolar. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. Os fatores radiológicos são os mesmos dos utilizados nas incidências panorâmicas. apoiando na maior extensão do sub-mento.0s / fino / 0. deve apoiar a maior extensão do sub-mento sobre o chassis ou filme do tipo oclusal. Quando o paciente é obeso ou tem pescoço curto. a porção vertical com o seu côndilo. Raio central com uma inclinação de 45º podálicos.0s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 Semi-Axial Região do sub-mento mais próxima do filme. quando conseguimos uma boa obliquidade da mandíbula. A maior extensão da sínfise mentoniana ( da região alveolar até a protuberância mentoniana ) deve ficar totalmente apoiadas. o corpo numa projeção semi-axial. Para obtermos um bom detalhe devemos utilizar o cone.90m / sim / 18x24 Obliquas direita e esquerda – Incidência de BELLOT Regiões lateral inferior da face e parietal. Raio central perpendicular. O raio central deve entrar perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. As duas incidências ablíquas devem ser feitas de rotina quando se deseja estudar a mandíbula de uma maneira panorâmica. nunca esquecendo de colocar um numerador para identificá-las. temos como recurso abrir a boca apoiando o corpo da mandíbula sobre a linha central da mesa. Quando o paciente em decúbito dorsal. ramo horizontal. Esta incidência mostra bem o ramo horizontal da mandíbula mais próxima do filme ( que na imagem aparece mais abaixo ).PA Região anterior do corpo da mandíbula.

Incidência de HIRTZ Região superior da cabeça ( vértice craniano ). Nestas incidências. penderá a cabeça para trás até encostar a cabeça na estativa. também com boa visualização. isto é. oblíqua e o plano linha central da estudo dos dois lados . Quando o paciente sentado. penetrando no sub-mento no meio do espaço entre o gônion e o corpo da mandíbula do lado a ser examinado. até o momento que sua linha horizontal alemã fique quase que paralela ao plano da mesa. fazendoo pender a cabeça para trás. mais afastado do filme. mais próximas do filme. mais próxima do filme. utilizando um travesseiro nas suas costas. coincidindo com a mesa. Paciente em decúbito ventral. um filme envolvido por um papel opaco á luz. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Raio central perpendicular a linha horizontal alemã. que deverá ser colocado dentro da boca. colocando o corpo em posição mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. região coincidente com a espinha nasal anterior.2s / fino / 1. para obtermos um de uma maneira comparativa. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. Incidências Incidência de BELLOT ( oblíqua direita e esquerda ) / Incidência de HIRTZ ( Axial de face ) / Incidência de WATERS ( Semi-axial ) Incidência de BELLOT ( oblíqua direita e esquerda ) Regiões lateral inferior da face e parietal. utilizamos filme do tipo oclusal. mais próxima do filme.0m / não / 18x24 Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 120 / 100 / 1. O ramo horizontal mais próximo do filme aparece com maior detalhe e o ramo horizontal mais afastado do filme aparece superiormente na radiografia. Quando o paciente sentado. Ramo vertical da mandíbula As incidências para ramos verticais da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. Incidências _ incidência de SCHüLLER / PA de Mandíbula / incidência de REVERCHON / incidência de BELLOT / incidência de WATERS / incidência de HIRTZ incidência de SCHüLLER Região lateral direita ou esquerda da cabeça. Raio central penetra perpendicular saindo no acântion. Região do ramo vertical a ser examinado. Paciente em decúbito dorsal. utilizará igualmente o filme oclusal e também se colocará como na incidência de HIRTZ. sentado ou em posição ortostática. Raio central perpendicular ao filme. devemos coloca-lo na posição da incidência de HIRTZ com um travesseiro nas costas fazendo-o pender a cabeça para trás. penderá a cabeça para trás. FATORES com ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 35 / 6 / 100 / 0. Devemos fazer sempre um estudo bilateral. Quando o paciente em decúbito dorsal. mais próxima Paciente em decúbito ventral. Deve-se fazer sempre as duas oblíquas ( direita e esquerda ). Raio central perpendicular. Paciente em decúbito lateral rigoroso. penetrando no gônion. fixado pelas regiões oclusais dos dentes.0m / não / 6x8cm Ramo horizontal da mandíbula As incidências para ramos horizontais da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. colocando-se as respectivas identificações. até encostar na estativa com bucky vertical. penetrando na região da sínfise do submento. mais próxima do filme. do filme.Axial Região superior ou do vértice craniano. Incidência de WATERS ( Semi-axial ) Região mentoniana. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.06s / fino / 1.

penetrando 6cm para cima do conduto auditivo externo. mais afastado do filme. o canal nasal e o processo ascendente do maxilar superior. sentado ou em posição ortostática. no seu terço anterior. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ) de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. os côndilos. Esta projeção mostra os ramos verticais num plano semi-axial. Região mediana frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. incidência de REVERCHON Região posterior da cabeça. sentado ou em posição ortostática. Esta projeção apresenta com boa definição a região vertical. outra externa. O raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã ( que deverá estar paralela ao plano da mesa ou estativa ). 08 . colos e os ramos horizontais com menor definição devido a grande distorção de imagem a que são submetidos. Paciente em decúbito ventral. Normalmente palpável no vivente. O paciente deve tentar aproximar ao máximo o queixo da fúrcula esterna com a finalidade de colocar a linha horizontal alemã. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. O gônion destaca-se bem nas seguintes incidências : WATERS / MENTO-NASO / PERFIL / BELLOT MAXILA ( MAXILAR SUPERIOR ) A maxila ou maxilar superior é um osso par de forma quadrilátera ligeiramente aplainada de fora para dentro. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os dois gônions. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. . A incidência de hirtz demonstra principalmente o côndilo num plano não visualizado nas incidências convencionais. chanfradura sigmóidea e o processo coronóide. penetrando no sub-mento. Incidência de HIRTZ Região superior da cabeça ( do vértice craniano ). colo. Raio central perpendicular saindo no acântion ( espinha nasal inferior ). mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática. Mostra também o corpo. Esta incidência mostra com excelente definição os ramos verticais da mandíbula em toda sua extensão. FACE EXTERNA Apresenta uma depressão que coincide com o corpo chamada fossa canina. alem do côndilo e colo da mandíbula.Maxila GôNION É o ângulo formado entre o ramo horizontal e o ramo vertical da mandíbula. pouco abaixo dela encontramos a eminência canina. Deve-se fazer sempre as duas oblíquas ( direita e esquerda ) colocando-se as respectivas identificações. apresenta uma face interna. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. demonstrando com pouca distorção de imagem o seu maior eixo longitudinal. quatro bordos e quatro ângulos. incidência de BELLOT Regiões lateral inferior da face e parietal. Paciente em decúbito dorsal. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. demonstrando bem o côndilo. colo.Raio central com uma inclinação podálica de 25º. Esta incidência mostra bem o côndilo. penetrando no gônion. Superiormente encontramos o processo frontal e a face orbitária da maxila e inferiormente as regiões alveolares. PA de Mandíbula Região anterior da cabeça. chanfradura sigmóide e processo coronóide. onde encontramos o orifício ( óstio ) do seio maxilar. Paciente em decúbito lateral rigoroso. Esse ângulo apresenta em média de 110º a 140º. mais próxima do filme. que é o principal componente do palato duro ( os ¾ anteriores ). FACE INTERNA Apresenta o processo palatino. incidência de WATERS Região mentoniana. penetrando na região frontal passando entre os condutos auditivos externos e saindo no forame magno. O ramo vertical é demonstrado numa projeção semi-axial e o melhor acidente demonstrado é o processo coronóide. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. Paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme. regiões alveolares e a região dos gônions. mais próxima do filme. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Acima do processo palatino situan-se as fossas nasais. Raio central perpendicular ou com 5º cefálicos com a finalidade de dissociar os dois ramos horizontais.

Esta incidência mostra em outro ângulo o corpo com o seu seio maxilar. é necessário a utilização de cones ou cilindros de extensão para a obtenção de melhor detalhe. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS Incidências extra-orais : OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL DIREITO E ESQUERDO / INCIDÊNCIA DE HIRTZ Incidências de rotina : OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL DIREITO E ESQUERDO INCIDÊNCIA OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR Regiões da órbita e do maxilar superior do lado a ser examinado. CONFORMAÇÃO INFERIOR Seio maxilar ou antro de HICHMORE. O bordo inferior apresenta os alvéolos dentários. constitui a tuberosidade do maxilar. proeminência malar e protuberância mentoniana ). Raio central com inclinação podálica de 12º em média ( deve penetrar paralelo a linha horizontal alemã ) saindo no násion. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. INFERIOR. apoiando a região frontal e nasal.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 FRONTO-NASO ( PA ) Região anterior da cabeça. entrando ao nível do gônion mais afastado do filme. O bordo anterior é muito irregular e apresenta a espinha nasal anterior. processo frontal e regiões alveolares com boa definição. O paciente deverá encostar o lado a ser examinado de maneira que forme um tripé ( nariz. penetrando no canto extreno da órbita ( ou comissura externa do olho ) mais afastada do filme. Os outros não oferecem nenhuma particularidade. O bordo posterior. ÂNGULOS O ângulo superior representado pelo processo frontal. mais próxima do filme. O plano horizontal alemõa deverá estar perpendicular ao plano da mesa. Paciente em decúbito lateral.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 INCIDÊNCIA DE WATERS ( SEMI-AXIAL ) Região mentoniana mais próxima do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Para a execução de radiografias de bom padrão. costuma sair quase sempre na região do vértice nasal. sentado ou em posição ortostática. região alveolar e espinha nasal anterior. Paciente em hemi-decúbito lateral. Raio central perpendicular. de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. grosso e arredondado. sentado ou em posição ortostática de maneira que o plano mediano sagital da cabeça fique paralelo ao plano da mesa. O meio desse tripé formado deverá coincidir com a linha central da mesa. os bordos anteriores e os processos frontais. lâmina papirácea de etmóide e processo orbitário do palatino. mais próxima do filme. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 100 / 100 / 1. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Esta incidência mostra com boa definição a região do corpo com o seu seio maxilar. apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ). cujo vértice corresponde a região do orifício de entrada. Esta projeção mostra bem a regiào do corpo das maxilas xom os seus seios maxilares. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º. Raio central perpendicular saindo no acântion ( espinha nasal anterior ). de maneira que o plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. a chanfradura nasal ( orifício anterior das fossas nasais ) e o bordo anterior do processo frontal ou ascendente. tem a forma de uma pirâmide quadrangular. Paciente em decúbito ventral. pendendo a cabeça sobre um plano inclinado ( radiotransparente ) de 15º. mais próximas do filme.BORDOS SUPERIOR. POSTERIOR E ANTERIOR O bordo superior se articula com o lacrimal. processos frontais e regiões alveolares. sentado ou em posição ortostática.8s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 . Paciente em decúbito ventral. Esta incidência mostra principalmente a região dos processos palatinos.

OBLÍQUA SEMI-AXIAL Regiòes do palato duro e alveolar das maxilas. APLICAÇÕES : Estudo localizado das maxilas.Incidência de HIRTZ ( AXIAL ) Região superior da cabeça ( do vértice craniano ) mais próxima do filme. O raio central penetra ao nível do vértice craniano. Raio central incidindo com uma inclinação lateral e podálica de 25º em relação ao eixo transversal.6s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS INCIDÊNCIAS INTRA-ORAIS AXIAL / OBLÍQUAS DIREITA ESQUERDA E SEMI-AXIAL AXIAL Região do palato duro e alveolar das maxilas. também utilizamos filme oclusal. O raio central deve passar perpendicular a linha horizontal alemã. Penetra no canto externo da órbita do lado a ser examinado e sai no meio do filme oclusal. mais próximas do filme. no seu terço anterior. Paciente em decúbito dorsal ou sentado no mesmo posicionamento das duas incidências anteriores. Filme oclusal fixado pelos dentes superiores e inferiores. Estudo de corpo da mandíbula e sínfise mentoniana. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. opaca a luz. Inferiormente ( lado que deve ficar oposto ao tubo ) possui uma fina camada plumbífera com a finalidade de evitar a radiação secundária. Esta projeção apresenta importância quando nos interessa dissociar estruturas das maxilas.6s / fino / 1m ou Cone encostado / não / 7x5 Filmes utilizados em exames intra-orais FILMES OCLUSAIS / FILMES DENTÁRIOS Filmes Oclusais Denominação utilizada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50-55 / 30-35 / 160 / 100 / 1. penetrando na região do vértice nasal e saindo no meio do filme. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Esta incidência apresenta com boa definição o corpo da maxila com o seu seio maxilar e a região do processo palatino. Devemos utilizar um filme oclusal ( entre os dentes ). Controle de tratamento ortodôntico ou de ortopedia das maxilas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. Raio central passando perpendicular a linha horizontal no seu terço anterior. inclinamos o raio central em sentido lateral de maneira que saia no meio do filme. mais próximas do filme. colocando-os paralelos ao longo do maior eixo dos dentes. Fraturas ao nível das maxilas e da mandíbula. Pesquisa de tumores. Como na incidência anterior. no mesmo posicionamento da incidência anterior. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. Filmes Dentários Mais utilizados. Para conseguirmos as oblíquas direita ou esquerda. Esta projeção apresenta valor no estudo da região alveolar. com o paciente fixando o filme entre os dentes ( superiores e inferiores ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 26 / 200 / 100 / 2. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. contendo dois filmes de emulsão dupla. TIPOS : Infantil ( zero ) / Adulto ( um ) / Bite-wing . mais próximas do filme. A linha horizontal alemã deverá estar o mais possível paralela ao plano da mesa ou da estativa. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. Raio central com uma inclinação de 25º podálicos. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. espinhas nasais anteriores e as regiões alveolares. Calcificações em glândulas sub-linguais e sub-mandibulares. Tamanho mais comum 7X5cm CARACTERÍSTICAS : Embalagem própria. penetrando no sub-mento. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. principalmente no seu corpo. os processos palatinos. pelo fato do mesmo ficar situado entre as faces oclusais dos dentes superiores e inferiores.0s / fino / 1m ou Cone encostado / não / 7x5 OBLÍQUAS DIREITA E ESQUERDA Regiões do palato duro e alveolar das maxilas. Esta projeção mostra o corpo das maxilas com os seus seios maxilares.

mais próxima do filme. com o próprio paciente firmando o filme. mais próxima do filme. APLICAÇÕES : Tipos zero e um => Estudo global do dente ( da porção coronária até o ápice ) incluindo mais ou menos um centimetro da região óssea adjacente. As vezes o sulco etmoidal pode confundir-se com uma linha de fratura.5cm até completar 3 cortes. Plano do filme deve ficar perpendicular a linha glabelo alveolar ( linha que vai da glabela a regiào alveolar da maxila ). fazendo o paciente morder durante o posicionamento.0m / não / 5x4cm Com ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 39 / 4 / 100 / 0. Raio central incidindo 2cm abaixo da proeminência malar. Este filme é utilizado no estudo das coroas dentárias nas pesquisas de cáries interproximais e de difícil individualização ao exame clínico. que é fixada pelos dentes. FATORES Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Raio central ao nível do corpo da maxila ( região da fossa canina – 2cm abaixo da proeminência malar ). Linha horizontal alemã perpendicular a mesa. mas com bom detalhe. diferenciando-se no tamanho. TOMOGRAFIA DA MAXILA AP / PERFIL ESQUERDO E DIREITO AP Região posterior da cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 35 / 250 / 80 / 3. uma parte plástica perpendicular a ele. com ecram. INCIDÊNCIAS PERFIL DIREITO E ESQUERDO / AXIAL / INCIDÊNCIA DE WATERS / MENTO-NASO INCIDÊNCIAS DE ROTINA PERFIL DIREITO E ESQUERDO PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. sentado ou em posição ortostática de modo que o plano mediano sagital da cabeça fique paralelo ao plano da mesa. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. penetrando no násion. FATORES Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 42 / 80 / 100 / 0. e por conter somente um filme. Possui no lado a ser exposto uma asa oclusal. Essa fixação possibilita a manutenção do filme paralelo ao longo do maior eixo dos dentes. Utiliza-se um filme oclusal fixado entre os dentes superiores e inferiores. Raio central perpendicular. Tipo Bite-wing ( mordedura de asa ). separados de 0. Utilizamos preferentemente o filme tipo oclusal bem aproximado da região a ser examinada. Paciente em hemi-decúbito lateral.5cm até completar 6 cortes.Ossos nasais ( ossos próprios do nariz ) O acidente anatômico de importância para o estudo radiológico dos ossos próprios do nariz é o sulco etmoidal.45m / sim / 24x30 ÷ 4 09 . Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Esta incidência mostra os dois ossos nasais superpostos. isto é. Tomografamos a partir da espinha nasal anterior para baixo separados de 0. Tomografamos a partir do plano sagital para baixo. sem superposição. mais próxima do filme. Raio central deve tangenciar a linha glabelo-alveolar. A região nasal deve coincidir com a linha central e sempre devemos fazer o prefil direito e esquerdo de rotina. Podemos também fazer esta incidência com o filme no chassis.04s / fino / cone encostado / não / 18x24 AXIAL Região da base do nariz.CARACTERÍSTICAS : Incidências ao do filme oclusal. que aparece com uma linha regular hipertransparente percorrendo o maior eixo longitudinal do osso.2s / fino / Tomo ± 1. As radiografias devem ser feitas num mesmo filme e para isso devemos utilizar um cone localizador. PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. mais próxima do filme. Paciente em hemi-decúbito-lateral com o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. Esta incidência mostra os dois ossos nasais separados entre si.8s / fino / 1.

ESTUDO RADIOLÓGICO O estudo radiológico do malar deve ser feito com cilindro ou cone. Raio central formando um ângulo reto com a linha horizontal alemã. sentado ou em posição ortostática. Paciente em decúbito ventral. região coincidente com a espinha nasal anterior. perfil de face e hirtz. mais próxima do filme. Dentre estas incidências citadas. waters. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral. sentado ou em posição ortostática com a região da proeminência malar coincidindo com a linha central da mesa. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. passando no seu treço anterior. MENTO-NASO Região mentoniana.0s / fino / 1. A região malar a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. mais próximo do filme. saindo no acântion. destacamos como as melhores as incidências de waters e reverchon. apoiando a cabeça pela ponta do mento de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa.48 / 42 / 100 / 100 / 1. apoiando a cabeça pela ponta do mento. região coincidente com a espinha nasal anterior. mais próxima do filme.0m / sim / 18x24cm 10 – Malar São ossos pares localizados nos bordos inferiores externos das órbitas. Paciente em decúbito ventral. saindo no acântion. saindo na proeminência malar do lado a ser examinado. Raio central com uma inclinação média de 25º a 30º podálicos. Rodar a cabeça de 15º para o lado contrário a ser examinado.0s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. sendo importante na demonstração de desarticulações ou desvios dos fragmentos nas fraturas do nariz ósseo externo. Raio central penetra perpendicular. PALATINOS .0s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24cm OBLÍQUA SEMI-AXIAL DIREITA E ESQUERDA Região mentoniana. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Raio central penetra perpendicular. fronto-naso. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. o osso malar. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. A cabeça deve ficar apoiada na mesa sobre a região da proeminência malar do lado a ser examinado. num plano axial. Esta projeção apresenta o osso malar com excelente definição. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. Paciente em decúbito ventral. Esta incidência mostra os ossos próprios do nariz num plano axial. em diferentes ângulos. mostrando-o em quase toda sua extensão. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. mostram com boa definição. O paciente deverá estender o pescoço. INSIDÊNCIAS INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA / OBLÍQUA SEMI-AXIAL / INCIDÊNCIA DE REVERCHON / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL / INCIDÊNCIA DE HIRTZ INSIDÊNCIAS DE ROTINA PA ( INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA ) / OBLÍQUA SEMI-AXIAL / REVERCHON INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA ( PA ) Região da proeminência malar do lado a ser examinado. sendo importante na demonstração de desarticulações ou desvios dos fragmentos nas fraturas do nariz ósseo externo. Podemos fazer o estudo tomográfico do malr em AP de face ou crânio ou na incidência de solidônio lacerda. para obtensão de melhor detalhe. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 80 / 100 / 0. apoiando a cabeça pela ponta do mento.8s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24cm NOTA : As incidências de reverchon. A linha trágus-mentoniana deve ficar perpendicular ao plano da mesa. esta até devendo ser incluida na rotina minima. Esta incidência mostra os ossos próprios do nariz.0m / não / 6x8cm INCIDÊNCIA DE WATERS Região mentoniana.

São ossos pares e entram na construção óssea do teto da boca e assoalho das fossas nasais. O estudo tomográfico pode ser feito em perfil. são as mesmas que para crânio. fronto-naso e hirtz. que deverá estar perpendicular a mesa. principalmente porque o paciente fica em decúbito dorsal. mento-naso. de maneira que saia 5cm acima da protuberância occipital externa. perfil de face e hirtz. . OBS : As variantes da incidência semi-axial ântero-posterior são as mesmas das incidências em PA de face e crânio. pois podemos até deixar de utilizar recursos técnicos para obtermos uma imobilização no posicionamento correto. podem ser pacientes agitados. hirtz e perfil de face. CORNETOS INFERIORES São ossos pares localizados ântero-inferiormente nas fossas nasais e podem ser demonstrados nas incidências em fronto-naso. As melhores incidências são o perfil de face. dividimos em : INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS / INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS AP PARA FACE / SEMI-AXIAL ÂNTERO-POSTERIOR / MENTO-NASO / INCIDÊNCIA DE WATERS / PERFIL PARA FACE / INCIDÊNCIA DE HIRTZ PARA FACE INCIDÊNCIAS DE ROTINA AP PARA FACE / WATERS ( VARIANTE ) / PERFIL PARA FACE / HIRTZ A rotina de exame radiológico do paciente de ambulatório é diferente do paciente politraumatizado. reheese. INCIDÊNCIA SEMI-AXIAL ÂNTERO-POSTERIOR Regiões posteriores da cabeça e pescoço. no násion. Apresentaremos as variantes dos posicionamentos que não forem iguais aos já demonstrados anteriormente no estudo do crânio do politraumatizado. O raio central na incidência ântero-posterior penetra no mesmo local para crânio e face. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.Grande politraumatizado Pequeno e médio politraumatizado São os pacientes que conseguimos uma boa resposta as solicitações verbais. dividimos o paciente politraumatizado em duas classes relacionadas com o seu estado de colaboração e com os limites da agressividade em relação aos traumatismos. por isso. hirtz e fronto-naso. Podemos utilizar a tomografia em perfil que quisermos individualizá-lo. VÔMER É um osso ímpar. pois não podemos contar com nenhuma colaboração sua. Classificação dos politraumatizados Para efeitos de um estudo radiológico da face. Grande politraumatizado É o paciente que não responde as solicitações verbais. Esta incidência é uma das poucas descritas especificamente para face e apresenta grande valor no exame do politraumatizado. Estudo radiológico Em todas as radiografias desses pacientes devemos colocar sempre o tempo mais curto possível para diminuirmos a possibilidade do flou cinético.Pequeno e médio politraumatizado . no sentido de obtermos uma boa imobilização na hora do posicionamento e até pelo contrário. mais próximas do filme. pouco volumoso e localizado na região posterior e inferior do septo nasal. waters.nos politraumatizados Serão descritas incidências realizadas em aparelhos de exames gerais. O raio central no perfil de face deve penetrar no canto externo da órbita e no hirtz para face deve passar no terço anterior da linha horizontal alemã. Podemos tomografar os cornetos inferiores nestas mesmas incidências. NOTA : As variantes de posicionamentos para pacientes politraumatizados para face. vindo a facilitar grandemente a realização do exame radiográfico. LACRIMAIS São ossos pares localizados nos bordos mediais das órbitas e apresentam imagem radiológica no fronto-naso. O raio central entrará com uma inclinação cefálica de 30ºem relação a linha horizontal alemã. com acessórios e manobras que não exigem uma aparelhagem especializada para o exame do politraumatizado. sendo as que melhor o apresentam o fronto-naso. O raio central deverá penetrar na face do lábio inferior ou pouco abaixo. especialmente para o exame da face onde as hemorragias nasais são frequentes. ESTUDO RADIOLÓGICO DA FACE . apresenta a finalidade de evitar a possibilidade da inundação de sangue nas vias aéreas superiores. isso vem dificultar em muito o exame. A obrigatoriedade da execução do exame em decúbito dorsal. Para o estudo radiológico da face. Aparece em poucas incidências. . sendo conveniente lembrar que os lacrimais só apresentam expressão radiológica em adultos.

Devemos estender a cabeça do paciente até que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. VARIANTE DO MENTO-NASO NO POLITRAUMATIZADO 1. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados. INCIDÊNCIA DE WATERS A incidência convencional é feita com o paciente em decúbito ventral com o raio central perpendicular saindo na espinha nasal anterior. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 40º com o plano da mesa.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E AGITADO OU NÃO – EM DECÚBITO DORSAL.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E AGITADO OU NÃO – EM DECÚBITO DORSAL Com o paciente em decúbito dorsal.Esta incidência pode ser utilizada até nos grandes politraumatizados. VARIANTES DA OBLÍQUA PARA O EXAME DA MANDÍBULA NO POLITRAUMATIZADO 1. . A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. penetrando na espinha nasal anterior.PACIENTE LÚCIDO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL Devemos estender a cabeça do paciente até que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. Incidência importante nos grandes politraumatizados 2. Se houver dificuldade do paciente em manter o posicionamento. AP de MANDIBULA 1. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano sagital coincidido com a linha central da mesa. A linha que vai do trágus até a ponta do mento deve ficar perpendicular ao plano da mesa. Na incidência póstero-anterior o paciente fica em decúbito ventral com o plano mediano sagital da região frontal e nasal coincidindo com a linha central da mesa. O raio central penetra com uma inclinação lateral entre 15º a 20º no gônion mais afastado do filme.PACIENTE LÚCIDO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL. colocamos um apoio sob o tronco do lado contrário que a cabeça. colocamos um apoio sob a sua cabeça e entramos com o raio central horizontal com uma inclinação lateral com o intuito de dissociar ramos da mandíbula. saindo na espinha nasal anterior. principalmente nas radiografias para face. 3. sempre devemos evitar que o paciente fique em decúbito ventral. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular ao plano da mesa e se houver dificuldade colocamos um apoio radiotransparente sob sua cabeça. Para conseguirmos com maior facilidade que o paciente mantenha a cabeça em extensão. VARIANTE DA INCIDÊNCIA DE WATERS NO POLITRAUMATIZADO 1. MENTO-NASO A incidência convencional é feita com o paciente em decúbito ventral com o raio central perpendicular. O chassis deve ser colocado paralelo ao plano mediano sagital do paciente. Raio central perpendicular. por isso em vez do PA fazemos o AP. em cima do apoio. médios ou grandes politraumatizados. Com o paciente em decúbito dorsal.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO LATERAL. devemos colocar um apoio sob suas costas. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os gônions. devemos colocar um apoio sob suas costas. Incidência utilizada nos pequenos. Para conseguirmos com maior facilidade que o paciente mantenha a cabeça em extensão. pendendo a cabeça até encosta-lá na mesa. O raio central deve penetrar no gônion mais afastado do filme. Com o paciente em decúbito lateral colocamos um chassis sobre um plano inclinado com a parte mais alta do plano encostada no ombro do paciente. O raio central penetra perpendicularmente no meio do espaço entre os dois gônions. Se o paciente é obeso ou tem pescoço curto devemos compensar a pouca obliquidade com uma inclinação cefálica de 5º. O filme é colocado sob a cabeça do pacienta. penetrando na espinha nasal anterior. Raio central perpendicular. colocamos um apoio sob a sua cabeça que deverá manter o seu plano mediano sagital paralelo ao plano da mesa. INCIDÊNCIAS OBLÍQUAS DE MANDIBULA Nas condições normais fazemos a incidência de BELLOT com o paciente em decúbito lateral rigoroso sentado ou em posição ortostática. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º a 20º. INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS MANDIBULA As projeções de rotina para mandibula são : PA / OBLÍQUAS ( INCIDÊNCIA DE BELLOT ) No exame do politraumatizado. Raio central perpendicular quando conseguimos uma boa obliquidade da mandíbula.

estendendo-se do bordo inferior da sínfise mantoniana até a protuberância accipital externa. dentes e lábios correspondem as teclas. REGIÕES DO PESCOÇO REGIÕES ANTERIORES : infra-hioidea / supra-hioidea / pré-vertebral REGIÕES LATERAIS : Região da parótida / Região da carótida / Região supraclavicular REGIÃO POSTERIOR : Região da nuca LIMITES EM PERFIL SUPERIOR : bordo inferior da mandíbula e uma linha que passa no ângulo da mandíbula e processo mastóide. 11 – Pescoço ANATOMIA : O pescoço ocupa a região entre o crânio e o tórax. mas na prática é essencial para os mecanismos de respiração e de fonação. Língua. POSTERIOR : bordo anterior do trapézio. com o paciente fazendo uma apnéia inspiratória forçando a expulsão do ar. Preferimos fazer a tomografia com o paciente deitado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 45 / 60 / 100 / 0. ESTUDO RADIOLÓGICO Para o estudo radiológico do pescoço. INFERIOR : face superior da clavicula. Plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. médios e grandes politraumatizados. o pescoço é dividido em porção anterior e posterior. PERFIL COM MANOBRA DE VALSALVA – PARA PARTES MOLES Mesmo posicionamento do perfil simples.EPIGLÓTICA .TIRÓIDE .6s / fino / 1.50m / sim / 24x30cm TOMOGRAFIA AP COM FONAÇÃO Paciente em decúbito dorsal ou sentado.Raio central perpendicular ou com uma inclinação cefálica de 5º. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. seu limite superior sendo definido por uma linha imaginária. por causa da maior imobilização da região a ser examinada.ARITENÓIDE . glândula tireóide.CRICÓIDE . esôfago. traquéia.CORNICULADA . com variações de registro iguais as de um instrumento . Raio central no ponto médio da porção superior da cartilagem tireóide. Outras estruturas como glândulas paratireóides e o sistema vascular exigem uma técnica mais especializada. penetrando no gônion mais afastado do filme. não participando do nosso estudo. com a linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa ou estativa. Comentaremos a técnica radiográfica do laringe. O laringe é um dispositivo dotado de palhetas que vibram a passagem do ar. Para fins radiográficos. Destes três cortes escolhe-se o melhor . Planos de corte => faz-se 3 cortes separados de 1cm sendo o preliminar 1cm para dentro da superficie anterior do pescoço. Incidência nos pequenos. penetrando no meio do espaço entre a parede anterior e posterior do pescoço ao nível da parede superior da cartilagem tireóide. LARINGE Este órgão destina-se a função aparentemente simples de passagem de ar. O laringe do adulto mede. apresentaremos especialmente as radiografias para partes moles. aproximadamente 5cm e apresenta 6 cartilagens que são : . de acordo com a composição tissular ou tecidual e função das estruturas componentes. pois a coluna cervical é estudada no capítulo de coluna vertebral. ANTERIOR : linha mediana anterior do pescoço.CUNEIFORME METODOS DE EXAME DO LARINGE SIMPLES E CONTRASTADO Simples : prefil para partes moles ( simples ) / perfil para partes moles ( com manobra de valsalva ) / tomografia / AP com fonação / AP sem fonação CONTRASTADO : laringofaringografia EXAME SIMPLES Pescoço ( partes moles ) PERFIL SIMPLES – PARA PARTES MOLES Paciente sentado ou em posição ortostática colocado em perfil rigoroso. As palhetas do laringe são as cordas vocais. Raio central perpendicular. e seu limite inferior por uma linha estendendo-se da chanfradura supra esternal até o bordo superior da primeira vértebra torácica.

em posição ortostática ou deitado. AP / PERFIL DIREITO E ESQUERDO / OBLÍQUAS / TOMOGRAFIA – AP E PERFIL AP Paciente sentado. AP SEM FONAÇÃO Mesmo posicionamento e planos do AP com fonação. Raio central perpendicular penetrando ao nível do plano frontal 2cm acima da fúrcula esternal.50m / sim / 18x24cm OBLÍQUAS . Raio central penetra perpendicular 2cm acima da fúrcula esternal.12s / fino / 1. ESTUDO RADIOLÓGICO Para o estudo radiológico da traquéia.50m / sim / 18x24cm TOMOGRAFIA AP . todas as radiografias são feitas com o paciente em apnéia inspiratória e sempre devemos incluir na imagem a sua região mais distal. Este canal é revestido internamente por um epitélio ciliado. Inferiormente a traquéia bifurca-se em 2 brônquios. através de um movimento ondulatório ordenado. fazendo-se ai a borrifação. uma certa quantidade de cocaína a 10% para diminuir ainda mais os reflexos do laringe. O contraste é injetado através de um borrifador diretamente dentro do laringe. É formada por 15 a 20 anéis cartilaginosos incompletos na região posterior e situa-se na frente do esôfago. penetrando ao nível de 2cm acima da fúrcula esternal. Logo após são feitas radiografias em perfil panorâmico e posteriormente. O contraste é introduzido até o glote. 2 acima e 2 abaixo desse plano escolhido. Para isto utilizamos um filme 24X30.45m / sim / 24x30cm ou 18x24cm ÷ 4 Exame contrastado Laringo faringografia O contraste usado para este exame é o iodado hidrosolúvel. com uma oblíquidade de 45o em relação a mesa. com finalidade de diminuir a secreção. Fazemos assim um estudo comparativo.2s / fino / Tomo ± 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 90 / 40 / 24 / 200 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 40 / 30 / 100 / 0. numa quantidade suficiente para contrastar as estruturas laríngeas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 108 / 60 / 24 / 200 / 0. IMPORTÂNCIA DA FONAÇÃO A-) Vibração das cordas vocais. pronunciando a vogal “i” seguidamente.e faz-se 4 cortes separados de 3mm. OBS : Antes de qualquer exame contrastado. em posição ortostática ou deitado. os cortes tomográficos em AP e oblíquas posteriores ( quando necessário ). que dái é lançado para o exterior. levam até o laringe o muco. estendendo-se da 6ª vértebra cervical à 3ª vértebra torácica. deve-se aplicar uma ampola de atropinaIM. que penetram um em cada pulmão. Antes de introduzir o contraste deve ser feita uma anestesia local.50m / sim / 18x24cm PERFIL DIREITO E ESQUERDO Paciente sentado. Raio central perpendicular. cujos cílios. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 50 / 250 / 80 / 3.12s / fino / 1. dividido em quatro. Durante o movimento da ampola o paciente deve fazer manobras de fonação. ocupando a porção anterior do pescoço. B-) Contrastar com ar os espaços interventriculares. com xilocaína.oblíqua posterior direita / oblíqua posterior esquerda / oblíqua anterior direita / oblíqua anterior esquerda Paciente sentado. Uma hora ou pouco menos antes do exame. podendo-se evidenciar possiveis paralisias. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. devemos fazer o estudo radiológico simples da região a ser examinada. de maneira que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa.3s / fino / 1. Há uma técnica de instilar logo após a xilocaína. Traquéia É um conduto cilíndrico de aproximadamente 12cm que se situa logo depois do laringe. Devemos fazer o AP sem fonação quando suscitar dúvidas em relação a uma eventual paralisia de corda vocal. a utilização de cocaína torna-se dificultada pelo intenso controle da substância. em posição ortostática ou deitado. Apesar de facilitar em muito o exame. secando a mucosa do laringe.

45m / sim / 18x24cm ESÔFAGO CERVICAL O esôfago é um tubo oco.5m / sim / 24x30cm CONTRASTADO AP / perfil direito e esquerdo / perfil direito e esquerdo com bola de algodão / oblíquas posterior direita e posterior esquerda. PERFIL Paciente sentado em perfil rigoroso com a região da traquéia coincidindo com a linha central da mesa. que se estende desde a região média do pescoço até o estômago. o esôfago. dois para trás.Paciente sentado em posição ântero-posterior. Esta projeção apresenta valor nas pesquisas de processos tumorais. dois para frente. a partir do plano ótimo. Plano ótimo => 1. Raio central perpendicular incidindo na cartilagem tireóide do laringe. Plano ótimo => Região coincidindo com o plano mediano sagital. compressões extrinsecas. O paciente deve fazer uma apnéia inpiratória forçando a expulsão do ar. podendo-se então Ter uma noção da parede anterior do esôfago.2s / fino / tomo ± 1. dois para trás a partir do plano ótimo. No ato da deglutição. A cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. Representa 1/5 de seu comprimento total. ligeiramente curvo. logo abaixo da base do pescoço. processos inflamatórios e tumorais.5cm.5cm para dentro a partir da superfície anterior da base do pescoço. por ação muscular. músculo-membranoso. terminando na 6ª vértebra cervical. estreitamento este devido a cartilagem cricóide. Estudo radiológico Estuda principalmentea técnica para corpo estranho. 2 para frente. Esta incidência apresenta grande importância nos casos de corpos estranhos que ficam fixados no esôfago. Faz-se a técnica de deglutição com o paciente engolindo em seco na hora da exposição dos raios-X. Raio central perpendicular incidindo entre a parede anterior e posterior do pescoço ao nível da cartilagem tireóide. Esta manobra contrasta com muita eficiência as vias aéreas superiores.6s / fino / 1. Torácico e. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 45 / 60 / 100 / 0. anterior direita e anterior esquerda .5s / fino / 1. Apresenta 3 porções : Esôfago cervical.5cm. compressões extrínsecas e corpos estranhos esofagianos que costumam acestar ao nível da base do pescoço ( próximo a fúrcula esternal ). O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Faz-se mais quatro cortes separados de 0. Perfil com manobra de Valsalva Mesmo posicionamento e raio central das duas incidências anteriores.0m / sim / 24x30cm OBS : Esta projeção apresenta valor nas suspeitas de corpos estranhos ao nível de esôfago ou até mesmo traquéia. Perfil com deglutição Mesmo posicionamento e raio central da incidência anterior. Abdominal. Esôfago cervical Tem início ao nível da cartilagem cricóide. Faz-se mais quatro cortes separados de 0. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. Métodos de exame Simples / contrastado Simples AP / perfil direito e esquerdo / perfil com deglutição / perfil com manobra de Valsalva AP Paciente sentado em posição ortostática ou em decúbito dorsal. sobe aproximadamente 1cm. Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática em perfil rigoroso. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa e a cabeça deve estar levemente estendida. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 40 / 50 / 100 / 0. O esôfago cervical apresenta uma zona de menor calibre. podendo demonstrar assim o corpo estranho. raio central penetrando na fúrcula esternal ( superfície superior do manúbio esternal ). Raio central penetra ao nível da fúrcula esternal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 50 / 250 / 80 / 3. de cerca de 25cm de comprimento.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. as gorduras em substâncias mais simples. É um órgão muito vascularizado situado na base do pescoço adiante e abaixo do laringe. Raio central perpendicular penetrando ao nível da cartilagem tireóide. pesando 25 a 30 gramas.AP Paciente sentado ou em posição ortostática ou em decúbito dorsal. . Estudo Radiológico Métodos de exame Simples / contrastado Simples AP / perfil direito e esquerdo partes moles AP Paciente sentado. Esta projeção mostra os desvios anteriores e posteriores do esôfago. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. respectivamente. A diminuição ou o aumento da atividade secretora desta glândula determina o aparecimento dos estados denominados hipotiroidismo ou hipertiroidismo.6s / fino / 1. Glândula tireóide É uma das principais glândulas internas do homem e mede aproximadamente 7cm de largura por 3cm de altura. como por exemplo. divertículos.50m / sim / 24x30cm Oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda Paciente sentado ou em posição ortostática com uma inclinação em relação a mesa de 45º. Perfil direito e esquerdo com bola de algodão Mesmo posicionamento e raio central da incidência anterior. Raio central perpendicular incidindo na cartilagem tireóide do laringe. ao nível da cartilagem tireóide. substância rica em iodo ( cerca de 65% ). Sabe-se que a diferenciação dos tecidos. tumores e processos inflamatórios. Suas células secretoras elaboram um hormônio importante. são reguladas pela taxa desse hormônio presente no sangue. sendo ambos maléficos para o indivíduo e apresentando características próprias para os seus diagnósticos. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. em posição ortostática ou em decúbito dorsal.6s / fino / 1. pois ficará uma certa quantidade de bário acumulado na região. além de divertículos. osso de galinha ) que fiquem fixados no esôfago. a “tiroxina”. Faz-se o paciente deglutir uma bola de algodão embebida em sulfato de bário. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre as paredes anterior e posterior do pescoço. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 40 / 60 / 100 / 0. O plano mediano sagital deve coincidir com a linha central da mesa. geralmente na base do pescoço. a atividade nervosa de um modo geral. Esta incidência apresenta grande valor nos casos de corpos estranhos ( espinha de peixe. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. O local que tiver o corpo estranho fixado no esôfago ficará mais evidenciado.6s / fino / 1. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. O conhecido bócio ou papo pode surgir nestes dois casos citados. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática em perfil rigoroso. A finalidade das oblíquas é dissociar o esôfago da coluna vertebral e faz-se também com o paciente engolindo o contraste em duas fases. a cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. tumores e processos inflamatórios. Esta incidência apresenta valor nos desvios laterais do esôfago. Apresenta dois lobos unidos por um ístmo estreito.50m / sim / 24x30cm OBS : Todas as radiografias contrastadas podem ser feitas no aparelho geral ou no seriógrafo. que é responsável pela regulação da atividade física e mental do indivíduo. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa e a cabeça deve estar levemente estendida. a transformação de certas substâncias no organismo.

O paciente deve ficar em perfil rigoroso com o braço mais próximo do filme erguido e envolvendo a cabeça. ao nível de 2cm abaixo da cartilagem cricóide. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 10 / 160 / 100 / 1. Para obtermos uma radiografia para partes moles devemos retirar dos fatores de 5 a 8 Kv ( em média ).6s / fino / 1. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo.0s / grosso / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 52 / 32 / 60 / 100 / 0. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre as paredes anterior e posterior do pescoço.Plano mediano sagital do pescoço coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. em perfil rigoroso. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. O paciente deve ficar em perfil rigoroso.6s / fino / 1. saindo na região axial mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Esta projeção pode substituir a incidência de TWINING na pesquisa de bócio mergulhante. com o braço mais próximo do filme voltado para trás de maneira que forme um ângulo de aproximadamente 70º com o tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. A cabeça deve estar levemente estendida.6s / fino / 1. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. de modo que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa ou estativa. Esta radiografia também é muito importante para pesquisas de calcificações e de aumento de partes moles. O braço mais afastado do filme deve ficar erguido envolvendo a cabeça.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática. penetrando ao nível da região axilar média ( mais afastada do filme ).6s / fino / 1. Para a obtenção da radiografia para partes moles.0m / sim / 24x30cm Incidência transtorácica ( trans-axilar ou incidência de LAWRENCE ) Paciente em posição ortostática ou sentado. Raio central perpendicular ou com uma inclinação de 5º. O braço mais afastado do filme deve ficar o mais baixo possível. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. Esta incidência apresenta valor na pesquisa de eventuais desvios. compressões ou lesões do esôfago. por massa tireoidiana./ 200 / 200 / 1. A cabeça do paciente deve ficar levemente estendida.50m / sim / 24x30cm CONTRASTADO AP / perfil direito e esquerdo / incidência de TWINING / transtorácica / oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda AP Mesmo posicionamento e raio central do AP para partes moles. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases.50m / sim / 24x30cm Incidência de TWINING Paciente em posição ortostática ou sentado. Esta projeção deve participar da rotina. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / -. de modo que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa ou estativa. Raio central perpendicular penetrando ao nível da glândula tireóide ( 2cm abaixo da cartilagem cricóide ).0m / sim / 24x30cm Oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda . O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa. nas suspeitas de bócio mergulhante. para na hora da exposição aos raios-X pegarmos todo o esôfago contrastado. Esta radiografia é importante nas pesquisas de calcificações ao nível da tireóide. devemos retirar uma média de 8 a 10 Kv em relação aos fatores para coluna cervical.

d-) Devemos tirar a espessura da região a ser examinada com o paciente respirando normalmente. pois se o mandarmos inspirar ao máximo.6s / fino / 1. aspirar ( com a seringa ) o normal é não vir sangue. Estudo radiológico A fim do estudo radiológico das costelas dividimos em : . cordões. Puncionar a glândula e mandar o paciente engolir. é sinal que ela esta na glândula. Os sete primeiros pares articulam-se através da cartilagem costal diretamente com o esterno e são chamadas verdadeiras. c-) Providência importante é a retirada antes do exame de colares. penetrando ao nível da região da tireóide. dispostos em forma de arco entre a coluna e o esterno. Paredes As costelas e as vértebras torácicas constituem as paredes póstero-laterais juntamente com os músculos correspondentes. F-) O exame radiológico da articulação esterno-clavicular já foi descrito no capítulo referente a membro superior. Limites Bordo superior se encontra limitado pelo manúbio. Se a agulha movimentar-se. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. 24 horas após a injeção de contraste. haverá um aumento da espessura. Incidências AP / perfil direito e esquerdo / oblíqua posterior direita e oblíqua posterior esquerda 12 – Tórax O tórax é o segmento do tronco. necessitando da cartilagem costal da última costela verdadeira.50m / sim / 24x30cm Tireolinfografia É o exame radiológico contrastado dos vasos linfáticos e linfonodos da glândula tireóide. medalhões ou outros adornos que possam superpor-se com estruturas torácicas. OBS : A injeção do contraste deve ser lenta. cones ou cilindros. as duas primeiras costelas e a primeira vértebra torácica. São em número de vinte e quatro ( doze para cada lado ). Os arcos costais posteriores apresentam uma cortical mais espessa e os anteriores são mais esponjosos. com a entrada de ar. situado entre o pescoço e o abdomen. 15 minutos => deve ser batida a primeira radiografia para o estudo do enchimento imediato. aumentando-se erradamente a quilovoltagem.Paciente em posição ortostática ou sentado com uma inclinação em relação a mesa de 45º. As costelas. E-) O exame radiológico do tórax é o mais executado nos serviços da radiologia. O diafragma limita o contorno inferior e separa a cavidade torácica abdominal. Arcos costais ( costelas ) "verdadeiras" e "falsas" Costelas ( arcos costais ) São ossos planos. Injeção de 2ml de contraste ( lipiodol ultra-fluido ) e antecedendo o início da infusão. em aproximadamente 2 minutos. B-) O serviço de radiologia deve dispor de aventais específicos para o exame de tórax. Parede torácica O exame radiológico da coluna torácica já foi descrito no capítulo referente a coluna vertebral. também com o paciente engolindo o contraste em duas fases. Raio central perpendicular. Os 3 pares seguintes são chamados costelas falsas por não articularem-se diretamente com o esterno. A finalidade das oblíquas é dissociar o esôfago da coluna vertebral e faz-se. aparecerão na imagem os vasos linfáticos e os linfonodos contrastados. Cavidade torácica Na cavidade torácica devemos considerar dois compartimentos : Campos pleuropulmonares e mediastino Estudo radiológico do tórax Precauções importantes para o exame A-) O paciente deve retirar toda a roupa da cintura para cima. Os dois últimos pares são chamados costelas flutuantes. por isso o operador necessita cuidar da radioproteção sempre irradiando somente a região a ser examinada através de colimadores luminosos. o esterno e os músculos correspondentes formam a parede anterior. por articularem-se com as duas últimas vértebras torácicas e o seu restante permanecer livre em toda sua extensão. para evitar que mantenha um contato direto do corpo com a estativa do bucky vertical.

Preferimos as oblíquas anteriores. Raio central perpendicular. O paciente deve colocar as mãos na cintura e aproximar simetricamente os ombros na estativa com a finalidade de retirar as omoplatas do campo a ser radiografado. Fazemos as oblíquas posteriores quando há suspeita de fratura ou outra lesão ao nível de arcos posteriores. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 15 / 80 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 80 / 100 / 0. Os braços devem envolver a cabeça e o lado que estiver mais afastado do filme é o que vai ser radiografado. penetrando ao nível do ângulo esternal na linha hemi-clavicular do lado a ser examinado. os arcos costais anteriores que são menos densos ( de cortical mais fina ). Na oblíqua posterior direita estudamos o lado esquerdo e vice-versa. Raio central perpendicular. sentado ou em decúbito dorsal. pois aproxima mais os anteriores do filme. Quando no pedido de exame não vem especificado o local da lesão.8s / fino / 1. mais próximas do filme. Paciente em posição ortostática. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. sentado ou hemi-decúbito lateral. sentado ou em hemi-decúbito lateral com a linha hemi-clavicular do lado a ser examinado coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. com a linha hemi-clavicular do lado a ser examinado coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. Obliquidade paciente mesa de 45º. Indicamos esta incidência quando sabemos o que o paciente apresenta uma lesão posterior. -Exame radiológico das costelas flutuantes. mais próxima do filme.0m / sim / 35x35cm Arcos costais ( costelas ) "flutuantes" Incidências AP / perfil direito e esquerdo . por aproximarem mais o filme. Paciente em apnéia inspiratória máxima. A incidência deve ser feita em apnéia inspiratória para podermos visualizar sob uma mesma densidade as últimas costelas falsas. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). As projeções oblíquas são as principais incidências nos casos de suspeitas de fraturas. Oblíqua posterior direita e posterior esquerda Regiões posteriores direita e esquerda do tórax. Paciente em apnéia inspiratória máxima.8s / fino / 1. sentado ou em decúbito ventral. fazemos então o PA de arcos costais. pois normalmente elas se acestam nos bordos mais laterais do tórax. Obliquidade paciente mesa de 45º. Na oblíqua anterior direita estudamos os arcos costais esquerdos e vice-versa. mais próximas do filme.-Exame radiológico das costelas verdadeiras e falsas. Os braços devem envolver a cabeça e o lado que estiver mais afastado do filme é o que vai ser examinado. Paciente em posição ortostática.0m / sim / 35x35cm Oblíqua anterior direita e anterior esquerda Regiões anteriores direita e esquerda do tórax. penetrando ao nível da Quarta vértebra torácica e saindo na linha hemi-clavicular do lado a ser examinado. que são os menos densos. A incidência deve ser feita em apnéia inspiratória para podermos visualizar sob uma mesma densidade as últimas costelas falsas. Costelas verdadeiras e falsas Incidências AP / PA / OBLÍQUA ANTERIOR DIREITA E ANTERIOR ESQUERDA / OBLÍQUA POSTERIOR DIREITA E POSTERIOR ESQUERDA Incidências de rotina PA / oblíqua anterior direita e anterior esquerda PA Região posterior do tórax. mais próxima do filme. O paciente deve colocar as mãos na cintura e afastar simetricamente os ombros da estativa com a finalidad de retirar os omoplatas do campo a ser radiografado. Paciente em posição ortostática. AP Região posterior do tórax. Raio central perpendicular penetrando ao nível de T4 ( 4ª vértebra torácica ).

Raio central com uma inclinação cefálica de 15º. Raio central perpendicular.80m / sim / 18x24cm Esterno O esterno é um osso chato. situado na parede anterior do tórax.0m / sim / 24x30cm Costela cervical É uma anomalia em que há uma costela supranumerária articulando-se com a 7ª vértebra cervical. Raio central perpendicular. Estudo radiológico Para o estudo radiológico do esterno. Incidências AP / perfil direito e esquerdo AP Região posterior da coluna cérvico-torácica. o paciente deve ficar em apnéia. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda tóraco-lombar. mais próxima do filme. mais próxima do filme. Paciente em decúbito lateral com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa. Paciente em posição ortostática.0m / sim / 18x24cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna cérvico-torácica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 35 / 50 / 100 / 0.8s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. no momento da exposição o paciente deve estar em apnéia expiratória. mais próxima do filme. sentado ou em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital. penetrando no meio do espaço entre o apêndice xifóide e a crista ilíaca. Apresenta duas faces ( anterior e posterior ). Raio central perpendicular. mais próxima do filme. Devemos sempre fazer um estudo comparativo em AP. Se for o caso de costela cervical bilateral. devemos fazer o perfil direito e o esquerdo. O esterno é um osso muito esponjoso com uma cortical muito fina o que torna seu exame radiográfico muito difícil. A radiografia deve ser feita em apnéia expiratória para obtermos uma mesma densidade radiográfica. pois o esterno movimenta-se nas fases respiratórias. Pode ser unilateral ou bilateral.Incidências de rotina AP / perfil esquerdo AP Região posterior tóraco-lombar. Paciente em posição ortostática ou sentado com o plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Durante a exposição aos raios-X.6s / fino / 1. penetrando na 3ª vértebra cervical. duas extremidades ( superior e inferior ) e dois brodos laterais ( direito e esquerdo ) onde articulam-se diretamente as cartilagens costais.5s / fino / 1. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Incidências Perfil direito e esquerdo / oblíqua anterior direita e anterior esquerda / PA com inclinação lateral direita e esquerda / contactografia / tomografia em PA Incidências de rotina Perfil esquerdo / oblíqua anterior direita e anterior esquerda . Divide-se em manúbio. Quando comprime a artéria subclávia causa a sindrome da costela cervical. penetrando no apêndice xifóide ( ao nível do diafragma ). penetrando na fúrcula esternal. Paciente em apnéia inspiratória. Paciente em apnéia inspiratória. corpo e apêndice xifóide. coincidindo com a linha central da estativa ou da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. Mede de 15 a 20cm de comprimento por 5 a 6cm de largura.0s / fino / 1. devemos utilizar cilindros ou cones para obtenção do melhor detalhe possível. Para obtermos a mesma densidade radiográfica.

mais próxima do filme. mais próxima do filme. o direito e o esquerdo.3s / fino / 1. a pressão exercida pelo volumoso lobo direito do figado. cada pulmão. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 30 / 100 / 0.80m / sim / 24x30cm Oblíqua anterior direita e anterior esquerda Regiões anteriores direita e esquerda do tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 20 / 80 / 100 / 0. mais próxima do filme. Entre os pulmões está o mediastino.8s / fino / 1. no pulmão direito em número de 10 ( dez ) e no pulmão esquerdo em número de 8 ( oito ). Raio central perpendicular penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica. com o maior eixo longitudinal do esterno coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. em hemi-decúbito lateral ou sentado com o maior eixo longitudinal do esterno coincidindo com a linha central da estativa ou da mesa. Devido. tem três lobos e é também mais curto e mais largo do que o pulmão esquerdo. repousam dentro da cavidade pleural. Os lobos pulmonares apresentam-se divididos em segmentos. que é levemente maior que o esquerdo. Paciente em posição ortostática. Paciente em posição ortostática. absorvendo então a radiação. porque a inclinação lateral do raio central vai de encontro as lamínulas de chumbo da grade.0m / sim / 24x30cm PA com inclinação lateral direita e esquerda Região anterior do tórax. A radiografia tem que ser feita sem bucky. Sabemos que a finalidade da contactografia é ampliar a imagem mais próxima da ampola tirando o detalhe da sua imagem e apresentando com boa definição a estrutura mais próxima do filme. O pulmão direito. sentado ou em decúbito ventral.Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. que ficam em contato com grande parte do coração.45m / sim / 24x30cm Cavidade torácica No exame radiológico da cavidade torácica. Campos pleuros-pulmonares Os pulmões são os órgãos da respiração. mais próximas do filme. sentado ou emdecúbito lateral. de certo modo. Raio central perpendicular penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica. Obliquidade paciente-mesa de 15º a 30º com finalidade de retirar a coluna de cima do esterno. Paciente em posição ortostática. Os braços devem estar voltados para trás e o tórax em lordose forçada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 0 / 80 / 100 / 0. A hemi-cúpula diafragmática do lado direito fica então mais elevada do que a do lado esquerdo. Paciente em decúbito ventral com o plano mediano sagital coincidindo com o maior eixo longitudinal e mediano do chassis. O pulmão esquerdo tem dois lobos. A ampola de raios-X sem o bloco do colimador luminoso deve ficar encostada na coluna torácica do paciente. 3 e 4 cm para manúbio. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre o manúbio e o apêndice xifóide. São cobertos por uma membrana serosa chamada pleura. Pela pequena distância foco-filme não podemos utilizar a grade potter-bucky a não ser que apresente um índice bem pequeno. Esta variação de planos por causa da convexidade do osso esterno principalmente ao nível do ângulo de LOUIS ( importante nas fases respiratórias pois tem função de aumentar a capacidade volumétrica de ar intratorácica ).8s / fino / 1.2s / fino / tomo ± 1. Mediastino . fazemos os cortes 1cm e 2cm para corpo e 2. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 73 / 23 / 250 / 80 / 3. contendo o coração e outras estruturas mediastinais. Raio central com inclinação lateral direita ou esquerda de 30º saindo no meio do espaço entre a fúrcula esternal ( manúbio ) e o apêndice xifóide.4s / fino / ampola encostada / não / 24x30cm Tomografia em PA Com o paciente em decúbito ventral.0m / não / 24x30cm Contactografia Região anterior do tórax. incluimos juntamente o estudo dos campos pleuros-pulmonares e do mediastino. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 40 / 100 / 0.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 108 / 70 / 20 / 300 / 0. Os ombros devem estar encostados na estativa do bucky vertical simetricamente. por um acúmulo de partes moles na região. pleuras mediastinais. contém o coração e os grandes vasos. mais próxima do filme. sentado ou em decúbito ventral. sentado ou em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. Raio central perpendicular./ oblíqua anterior esquerda – 60º . A radiografia para campos pleuros-pulmonares deve ter uma penetração tal que possamos individualizar pequenos vasos na periferia dos pulmões. A radiografia deve ser localizada em filme 24X30cm e deve incluir todas as estruturas situadas entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide. imagem cardíaca. mais próxima do filme. A radiografia para mediastino deve ser mais penetrada do que para campos pleuros-pulmonares. traquéia. o esôfago. Como nos interessam as estruturas mediastinais sem superposição. radiografia a maiores distâncias. Esta incidência demonstra : linhas para-espinhais.P. ducto torácico. croça da aorta. Os ombros devem estar afastados anteriormente de forma simétrica com as mãos na cintura para facilitar o posicionamento. AP Região posterior do tórax. bifurcação traqueal. apresentará uma maior densidade no lado que a cabeça estiver voltada.P. traquéia.classica e invertida Incidência ápico-lordótica – classica e invertida Incidências de rotina PA para mediastino / PA para C. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. Veremos eventuais lesões ou desvios laterais do esôfago. Estudo radiológico Incidências PA penetrada para mediastino PA para C. A cabeça não deverá estar rodada para os lados pois se isso acontecer modificará a simetria do mediastino superior. Esta maior densidade. Com isso obtemos uma imagem mais real e com mais detalhe dos C. pode causar uma diminuição da transparência no ápice pulmonar do lado que a cabeça estiver rodada. A radiografia é uma panorâmica do tórax. isto é.P. penetrando no meio do espaço entre os ângulos distais do omoplata.P. uma linha correspondente ao esôfago./ oblíqua posterior direita / oblíqua posterior esquerda Incidência de HJELM-LAURELL . e o paciente deverá ser orientado para não afastá-los quando fizer a apnéia inspiratória. podemos utilizar uma solução baritada para contrastar o esôfago. A ordem de comando para o paciente deve ser feita mandando-o engolir o contraste em duas fases e em seguida a apnéia inspiratória. e principalmente do mediastino onde é importante a demonstração do aumento de volume das cavidades e grandes vasos cardíacos.P. devendo incluir no filme todos os componentes da parede torácica. Paciente em posição ortostática. Campos pleuros-pulmonares e Mediastino A distância foco-filme deve ser tipo telerradiografia ( tele do grego = distância ). brônquios. mais próxima do filme.80m. regiões para-traqueiais.P. Mesmo posicionamento e raio central da incidência com o paciente em PA para mediastino. Tanto a base do pescoço como os seios costo-frênicos devem participar da imagem e quando não for possivel. normalmente acima de 1.50m e mais comumente a 1.06s / grosso / 1. aorta descendente. faremos uma outra radiografia incluindo a estrutura que não ficou bem evidenciada. além das articulações escápulo-umerais. / perfil esquerdo PA penetrada para mediastino Região anterior do tórax.80m / sim / 24x30cm PA para campos pleuros-pulmonares Região anterior do tórax. Paciente em posição ortostática. AP / Perfil direito / perfil esquerdo / oblíqua anterior direita – 45º . não devemos contrastar o esôfago com sulfato de bário. imagem pulmonar retro cardíacos e as vezes. por causa das densas estruturas a serem atravessadas pelos raios-X. A cabeça não deverá estar rodada para nenhum dos lados pois além de causar uma assimetria do mediastino superior.O mediastino corresponde ao meio do espaço entre os pulmões. gânglios linfaticos e estende-se da base do pescoço ao diafragma. A partir do momento que possuimos na rotina mínima uma incidência em PA para mediastino. .

03s / grosso / 1. Os braços devem estar cruzados sobre a cabeça de maneira que o paciente fique com toda a região lateral do tórax em contato com a estativa. mais próxima do filme. A oblíqua anterior esquerda não deve ser feita com o esôfago contrastado.80m / sim / 35x35cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. Não é necessário o paciente acumular na boca grande quantidade de sulfato de bário. Obliquidade paciente mesa de 60º. não sendo uma boa projeção para esta região. Obliquidade paciente mesa de 45º. Oblíquidade paciente mesa de 60º. A mão direita deve ficar apoiada sobre a crista ilíaca e o outro braço deve envolver a cabeça.03s / grosso / 1. sentado ou em decúbito dorsal. Paciente em posição ortostática. que apresenta a vantagem de dar uma imagem do coração. mais próxima do filme.06s / grosso / 1. Oblíqua posterior direita Região posterior direita do tórax.As estruturas mediastinais aparecerão algo ampliadas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0. caquéticos ou em crianças que apresentem dificuldades em manter o posicionamento em posteroanterior. O esôfago deve aparecer suavemente contrastado para não prejudicar o exame nos aumentos de ventrículo esquerdo ( ao nível da ampola esofagiana ). sentado ou em decúbito ventral. por isso. A imagem da oblíqua posterior direita corresponde a da oblíqua anterior esquerda. Para facilitar o posicionamento. sentado ou em decúbito ventral.80m / sim / 35x35cm Oblíqua anterior esquerda Região anterior esquerda do tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 116 / 60 / 20 / 300 / 0. mais próxima do filme. os dois braços devem envolver a cabeça. . sentado ou em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 98 / 60 / 10 / 300 / 0. pois nessa região o esôfago passa superpondo-se com o coração.80m / sim / 35x35cm Oblíqua posterior esquerda Região posterior esquerda do tórax. e também demonstra melhor a artéria aorta. penetrando na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. sentado ou em decúbito lateral com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os mamilos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 106 / 68 / 10 / 300 / 0. Quando é necessário fazer os dois perfis ( direito e esquerdo ) fazemos o esquerdo com contraste e o direito sem contraste. Paciente em posição ortostática.03s / grosso / 1. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática. penetrando ao nível do ângulo distal do omoplata mais afastado do filme. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. por isso não utilizamos a opacificação do esôfago. devemos fazer o esquerdo. Paciente em posição ortostática. mais próxima do filme. A oblíqua anterior direita deve ser feita com o esôfago contrastado. Quando não vem especificado qual perfil. Paciente em posição ortostática. de maneira que cause uma grande distensão do esôfago ao deglutir. os dois braços devem envolver a cabeça. A imagem da oblíqua posterior esquerda corresponde a da oblíqua anterior direita. A mão esquerda deve ficar apoiada sobre a crista ilíaca e o outro braço deve envolver a cabeça. Oblíquidade paciente mesa de 45º. por isso devemos utilizar a opacificação do esôfago. Para facilitar o posicionamento. mais próxima do filme. Utilizamos a incidência ântero-posterior em pacientes idosos. penetrando ao nível do ângulo distal do omoplata mais afastado do filme. penetrando ao nível do mamilo mais afastado do filme.80m / sim / 30x40cm Oblíqua anterior direita Região anterior direita do tórax. Se possuirmos na rotina uma radiografia para mediastino devemos fazer o PA com o esôfago contrastado.

Paciente em decúbito lateral rigoroso. com a finalidade de retirar os omoplatas do campo a ser radiografado. . mais próxima do filme. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. Paciente sentado ou em posição ortostática. deixa somente a região pósterosuperior do tronco apoiar na estativa.03s / grosso / 1.03s / grosso / 1. mais afastada do filme. Os braços do paciente devem envolver a cabeça. Invertida Região anterior do tórax. mais próxima do filme. caquéticos ou em crianças que apresentem dificuldades em manter o posicionamento das oblíquas anteriores. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. Paciente em posição ortostática ou sentado. Incidência de HJELM-LAURELL Clássica / invertida Clássica Região anterior do tórax. A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade de opacificação baritada do esôfago. A região abdominal deve estar em contato com a porção inferior da estativa do bucky vertical e a parede ântero-superior do tórax deve ficar afastada da porção superior da estativa de aproximadamente 20cm. deve apoiar as mãos sobre as cristas ilíacas e afastar simetricamente os ombros para frente. Incidência ápico-lordótica ( incidência de FLEISCHNER ) As principais indicações da incidência ápico-lordótica são no estudo dos ápices pulmonares onde há grande superposição de costelas e clavicula. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.com raio central perpendicular Região póstero-superior do tórax.80m / sim / 35x35cm Nota : Outras utilizações da incidência de HJELM-LAURELL são nos casos de comprovações de derrames encistados e possiveis aspergilomas no interior de cavidades tuberculosas. Paciente em posição ortostática ou sentado. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os ângulos distais dos omoplatas. Clássica . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0. geralmente em pessoas idosas. infusões interlobares principalmente a direita e estudo do lobo médio. pois esta incidência de rotina nos pacientes que tenham condições de suportar este posicionamento. penetrando ao nível do mamilo mais afastado do filme. Raio central perpendicular. o aciente deve fixar as mãos nos bordos laterais da estativa.com raio central inclinado Região posterior do tórax. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º. Com o paciente sentado. caquéticas ou em crianças. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 98 / 60 / 10 / 300 / 0.Raio central perpendicular. As duas mãos devem ficar apoiadas sobre as cristas ilíacas e os ombros simetricamente jogados para frente. A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade de opacificação baritada do esôfago. onde nesta incidência apresenta-se dissociado.80m / sim / 35x35cm Nota : Normalmente utilizamos as oblíquas posteriores direita e esquerda em pacientes idosos. O paciente coloca-se em posição ortostática com a região posterior do tórax em contato com a estativa do bucky vertical. logo após da dois pequenos passos para a frente e sem retirar os pés da posição. Quando o derrame pleural é a direita fazemos com o paciente em decúbito direito.com raio central perpendicular / com raio central inclinado Clássica . mais próxima do filme. Clássica . Utilizamos esta incid6encia nos pacientes que não tenham condições de suportar o posicionamento da projeção anterior. Para manter o posicionamento. A incidência de hjelm-laurell está indicada principalmente nas suspeitas de derrame pleural. sobre uma maca onde colocamos um anteparo sob a região lateral da bacia e lateral do ombro. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ).

dividimos por 2 o mAs e somamos 10Kv. 2-) Ordem de comando para o paciente Quando a radiografia é feita com contraste baritado.20cm ).80m / sim / 24x30 ou 35x35cm Notas : Escolha de filmes 1-)Nas incidências ápico-lordóticas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0. principalmente nas radiografias que apresentem patologia. para evitar isso devemos fazer que coloque as mãos apoiadas sobre as cristas ilíacas. penetrando ao nível da 4ª vértebra torácica. quando respirar fundo. 5-) Manobra de valsalva e Müller Manobra de valsalva => O paciente realiza uma apnéia inspiratória forçando a expulsão do ar com a glote fechada. Enfisema pulmonar. Embolia pulmonar. não afaste um dos lados do tórax da estativa. A melhor maneira de conhecermos que a radiografia foi feita com um dos lados do paciente mais afastados. o paciente deve engolir em duas fases e logo após respirar fundo e prender. através principalmente do polegar e indicador. Notas gerais 1-) Cuidados no posicionamento do PA de tórax O Paciente deve ser instruído para que. forçando a entrada do ar com a glote fechada.50cm / 1. Outro dado que diminui muito a margem de erro no posicionamento é sempre colocar os fatores radiológicos antes de posicionar o paciente. podendo também fazer em distâncias menores ( 1. Sistema vascular => A partir do regime padrão par tórax.Para estudo do lobo médio ( geralmente colapsos ) e infusões ( pleurisias ) interlobares. Estudo da traquéia ( traqueomalácea ). podemos fazer num filme de 24x30cm . sempre conseguiremos um melhor padrão. 3-) Grade anti-difusora potter-bucky Por causa do grande volume de ar dentro do tórax. Estudo da crossa da veia ázigos. podemos conseguir boas radiografias sem a utilização da grade potter-bucky em pacientes que não tenham grandes espessuras. devemos escolher o tamanho do filme de acordo com a indicação : .80cm. Indicações gerais na técnica radiológica A-) B-) C-) D-) E-) F-) G-) H-) I-) J-) L-) M-) Paralisia diafragmática. Varizes esofagianas.A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade da opacificação baritada do esôfago. Quando no serviço de radiologia houver possibilidade de realizarmos todos os exames de tórax no bucky vertical. para evitar que a radiografia saia rodada. Parênquima => A partir do regime padrão para tórax. Raio central perpendicular. Providência importante é evitar que a mão do paciente se superponha com a base do pulmão quando colocada na cintura. Pequenos pneumotórax. .03s / grosso / 1. Fístula artério-venosa. exigindo um estudo mais minucioso e detalhado. Corpo estranho ( ao nível dos brônquios ) Nódulos que se superponham com o arcabouço costal. feito num mesmo chassis e na mesma distância foco-filme para obtensão de radiografias que demonstrem melhor o sistema vascular pulmonar ou parênquima pulmonar.Para estudo dos ápices pulmonares. Preferimos fazer as duas incidências anteriores por aproximarem mais do filme a região a ser examinada. Todos os movimentos do paciente devem ser observados pelo operador e quando for disparar deve colocar-se atrás do biombo. Distância foco-filme 2-)Geralmente fazemos as incidências de FLEISCHNER na distância foco-filme de 1. devemos fazer num filme 35x35cm. Este espaço quando o paciente esta bem posicionado é igual no lado direito e esquerdo e quando esta rodado. dobramos o mAs e retiramos 10Kv. Hérnia diafragmática. o lado que estiver mais afastado fica maior. Estudo do cavum. 4-) Técnica para vasos e parênquima pulmonar De acordo com os fatores radiológicos. Manobra de Müller => O paciente realiza uma apnéia expriatória. podemos fazer variações entra eles num mesmo paciente. é medindo-se a distância entre as extremidades esternais da clavicula e o processo espinhoso da vértebra correspondente.

para evitar que a radigrafia saia tremida devemos ordenar que apenas a respiração na hora da exposição. a não inclusão de todos os campos pleuros-pulmonares num mesmo filme ( 35x35cm ou 14x17 polegadas ). Para a realização da manobra de valsalva e Müller é fundamentalmente necessário que o paciente execute pelo menos três vezes antes das radiografias. as vezes torna-se difícil obtermos um bom padrão porque após termos usado o máximo da quilovoltagem. devemos usar o maior foco ( mA ) com a finalidade de trabalharmos com tempo curto. e a maior comodidade na fixação do posicionamento. Quando acontecer do paciente Ter dificuldade de fazer a apnéia inspiratória. 12-) Crianças de menos de 4 anos Se não houver indicação de pesquisa de nível líquido. 6-) Pacientes com grandes campos pleuros-pulmonares Ocorre com grande frequência em pacientes longilíneos ou com grandes caixas torácicas. normalmente fica muito forte para campos pleuros-pulmonares no lado mastectomizado. toda vez que o tempo for superior a 0. 13-) Criança para pesquisa de nível líquido Quando interessa a pesquisa de nível líquido colocamos a criança sentada numa das extremidades da mesa de exame e entramos com o raio central horizontal. 8-) Pacientes obesos Na radiografia de tórax em pacientes obesos. Um acompanhante deve fixar os braços da criança de encontro aos bordos laterais do chassis e a porção anterior do tórax da criança deve estar o mais próximo possivel do filme. Para minorar este problema. escolhermos com maior facilidade uma fase inspiratória. É de grande importância para o estudo e .1s. A que demonstrar bem o lado que tem a mama. o ato de inspirar e expirar ao máximo. 11-) Criança chorando Na hora da exposição devemos surpreender a criança numa fase inspiratória. Esta providência apresenta a grande vantagem de conseguirmos radiografias em AP e perfil rigorosos. isto é. para evitar o flou cinético. 10-) Exame da gestante No exame radiológico de tórax da gestante devemos Ter o cuidado de colocar um avental plumbífero ao nível das cristas ilíacas a diafragmar o feixe de radiação exclusivamente para o tórax. por termos menos informações diagnósticas e trabalharmos com quase 5 vezes mais radiação que as radiografias panorâmicas ( 35x35cm ) de tórax. Assim. Com o aumento do mAs passamos a trabalhar com tempo longo o que nos tira o detalhe do mediastino. 7-) Pacientes idosos O posicionamento convencional do exame do tórax torna-se as vezes muito difícil em pacientes idosos que estejam ou não em cadeira de rodas. pode-se fazer de rotina em crianças de menos de 4 anos as radiografias de tórax em decúbito dorsal ( AP ) e decúbito lateral ( perfil ). só nos resta a opção de aumentarmos o mAs.80m passamos para 1. 14-) Pacientes mastectomizadas Normalmente para pacientes que apresentem volumosas mamas são necessárias duas radiografias. No perfil. devemos fazer de rotina radiografias em inspiração e expiração forçadas. 9-) Rotina para diafragma Quando a indicação é o estudo radiológico do diafragma devemos fazer radiografias em inspiração e expiração em AP e perfil e o raio central deve penetrar perpendicular ao nível do apêndice xifóide. com os braços totalmente erguidos fixados pelo acompanhante e o chassis mantido em contato direto com a parede lateral do tórax. Sempre devemos evitar repetir radiografias e para isso aumentamos 5Kv em média na constante do aparelho com a finalidade de diminuirmos a possibilidade de repetição por Ter saido fraca. Para obtermos uma boa radiografia utilizando esta técnica. temos que fazer uma outra radiografia com menos 5Kv aproximadamente para o lado que a mama foi retirada. Este exercício prévio vai garantir uma mobilidade diafragmática mais real a partir do momento que é feita a medida dessa movimentação do diafragma. Nestes casos devemos fazer uma outra radiografia incluindo a região que não ficou evidenciada na radiografia anterior. 15-) Enfisema pulmonar Quando a indicação for enfisema pulmonar.N-) Estudo do laringe. As radiografias de tórax da criança podem ser feitas sem bucky. se tivermos realizando a radiografia na distância de 1. Quando a suspeita for rutura com eventração diafragmática deve-se completar o exame com o paciente tomando por via oral 3 ampolas de contraste iodado hidrossolúvel ou fazendo um pneumoperitônio diagnóstico.50m. a criança fica sentada de lado. por causa do movimento do coração e vasos da base. Sempre devemos evitar fazer abreugrafias de gestantes. Nestes casos fazemos o AP de tórax com o paciente sentado num banco ou numa cadeira sem encosto. devemos diminuir a distância foco-filme de 30cm.

Nos casos de pacientes que não respondam as solicitações verbais a radiografia deve ser batida quando o paciente estiver numa fase inspiratória. com a finalidade de diminuir a possibilidade de contaminação. acompanhando posição do paciente ( que esta em decúbito dorsal ). uma para campos pleuros-pulmonares e outra um pouco mais penetrada. O principal problema na execução do exame de tórax num paciente em colchão d’água é que pequenas fases respiratórias traduzem-se em grandes movimentos torácicos. O ideal é obtermos as radiografias de tórax após o paciente estar pelo menos 15 minutos em posição ortostática. no lado direito. geralmente são em pacientes em mau estado geral. etc. Apesar das precárias condições do doente. devemos utilizar o maior mA para trabalhar com o tempo de exposição mais curto possivel. 18-) Lesões pleurais Quando nas radiografias de rotina de tórax suspeita-se de uma lesão ao nível de pleura. bateremos as radiografias em fases inspiratórias pedindo para alguém da família fechar o nariz e a boca do doente. Os pequenos pneumotórax as vezes só aparecem evidenciados nas radiografias em expiração forçada.OAE ) com uma oblíquidade paciente mesa de 45º. Para evitar esse problema. 16-) Pequenos pneumotórax Quando a suspeita clínica for pneumotórax e este não ficar evidenciado no PA e perfil em inspiração forçada. Para uma rotina de tórax em residência. Quando se apresentam em estado muito grave executamos o exame na própria maca. 19-) Pacientes dispnéicos Nos pacientes que estejam com falta de ar. deve-se incorporar a rotina mínima projeções oblíquas ( OAD . 24-) Pacientes politraumatizados De acordo com as condições do paciente poderemos removê-lo ou não para a mesa de exame. Se o paciente não estiver lúcido. O operador deve solicitar o auxílio de alguém para a colocação do chassis sob o paciente e Ter o cuidado de não cortar nenhuma estrutura dos campos pleuro-pulmonares da imagem radiográfica. Em relação aos fatores radiológicos. pelo menos três vezes. até mesmo em AP. há necessidade de obtermos radiografias de exelente padrão. desse bom relacionamento ele vai conseguir o máximo de colaboração para execução de radiografias de bom padrão. pois assim poderemos surpreender eventuais derrames . O chassis sempre deve ficar protegido por uma fronha. causando o flou cinético nas radiografias. devemos retirar uma média de 8Kv porque os pacientes enfisematosos apresentam um grande volume de ar residual tornando as radiografias de tórax hipertransparentes aos raios-X. 17-) Grandes derrames pleurais Nos grandes derrames pleurais sempre devemos incorporar a rotina de tórax uma radiografia em PA com uma média de 15Kv a mais da utilizada no PA para campos pleuros-pulmonares. devem ser batidas duas radiografias. 23-) Exame em colchão d’água O clochão d’água é utilizado em pacientes que estejam há muito tempo deitados sem se movimentar. com o paciente de preferência de pé ( em ortostática ) para a pesquisa de ar livre dentro da cavidade peritonial ( pneumoperitoneo ). Se o paciente apresentar condições de fazer o exame sentado. movimentando então o chassis. as radiografias de tórax são de extrema importância. devemos fazer de rotina uma outra radiografia em expiração. Devemos girar o anódio e disparar logo após uma inspiração profunda. para facilitar ao radiologista a interpretação de imagens patológicas que apareçam. 21-) Exame no leito Quando houver solicitação de exame radiológico no leito. Apresentam a principal finalidade de evitar a formação de escaras. Os exames a domicílio geralmente são executados em aparelhos portáteis. que se faça antes das radiografias manobras de inspirações e expiraçòes máximas. sempre preferimos. alguém na hora da exposição deve fechar o nariz e a boca do paciente. Os exames nos leitos de serviços médico-hospitalares geralmente são executados em aparelhos transportáteis.medida da mobilidade diafragmática. em AP. A importância do exame radiológico do tórax na rotina para abdome agudo está nos quadros chamados pseudos abdome agudo onde processos inflamatórios ( pneumonias ) geralmente de bases pulmonares simulam totalmente o quadro. que necessitam de um atendimento rápido e eficiente. 20-) Abdome agudo Quando a indicação for abdome agudo. 22-) Exame a domicílio O fundamental do exame a domicílio é o bom relacionamento do operador com o paciente e seus familiares. pacientes em coma profundo. A identificação do paciente deve ser colocada. principalmente em grandes queimados.

Fossa ilíaca direita – quadrante inferior lateral direito. Constitui parte integrante da camada externa de muitos deles. Epilon ( Omento ). Apresenta-se dividida em : .Duas linhas imaginárias verticais correspondentes as linhas hemi-claviculares direita e esquerda. Mesocólon – da parede para o cólon transverso. Cavidades Peritôniais Dividem-se em : Peritôneal propriamente dita e retroperitoneal Peritôneal ou intraperitoneal . numca esquecendo de envolver os chassis em panos limpos. Noções de anatomia Para um estudo topográfico ou para fins de localização de estruturas anatômicas. compreendida entre o diafragma e o assoalho pélvico. Fossa ilíaca esquerda – quadrante inferior lateral esquerdo.Cavidade abdominal propriamente dita . . com a finalidade de evitar possíveis contaminações. 13 – Abdome É a porção distal do tronco. Epigástrico – quadrante superior médio. Peritôneo parietal É a membrana mais externa do peritôneo. Flanco esquerdo – quadrante intermédio lateral esquerdo. Flanco direito – quadrante intermédio lateral direito.Parietal e visceral. a saber : .Cavidade pélvica ou pelve Cavidade abdominal propriamente dita A cavidade abdominal propriamente dita relaciona os órgãos que estão envolvidos pelo peritônio ou que em íntimo contato com ele. Se a indicação for derrame pleural e o paciente não tiver condições de sentar-se. que passa tangenciando as cristas ilíacas. Pregas – apresentam bordas livres. o abdome pode ser dividido em nove quadrantes. . Cavidade abdominal A cavidade abdominal engloba vários órgões de diversos sistemas do corpo humano. Suas funções mais importantes são as de redução do atrito inter-organular. Ligamentos – entre órgãos ou paredes do corpo e órgãos. Quadrantes abdominais 1-) 2-) 3-) 4-) 5-) 6-) 7-) 8-) 9-) Hipocôndrio direito – quadrante superior lateral direito. que passa tangenciando os rebordos costais anteriores. devemos pedir auxílio de uma pessoa do serviço. Mesogástrio – é o quadrante mais central do abdome. 27-) Centro cirúrgico Quando realizamos exames no centro cirúrgico. Peritôneo visceral É a membrana mais interna do peritôneo que reveste os órgãos intraperitoniais. Hipogástrico – quadrante inferior médio. Sempre antes e após fazermos os exames no CTI e no isolamento. podemos fazer um perfil com raio central horizontal. devemos lavar as mãos com água e sabão. Reflexões do Peritôneo Mesentéreo – da parede para o jejuno e íleo. O operador não deve encostar em nenhum material esterilizado e sempre deve realizar de cada vez.pleurais. um mínimo de duas radiografias. lisa e deslizante. Hipocôndrio esquerdo – quadrante superior lateral esquerdo. A utilização do tempo mais curto possível é importante porque geralmente estas crianças apresentam-se dispnéicas e agitadas. O peritôneo consiste de duas membranas : . 25-) Exames no CTI e no isolamento Para os exames no centro de tratamento intensivo e nos isolamentos. 26-) Berçário e incubadora Normalmente para as radiografias em berçário e incubadora devemos fazer dois filmes. resistência a infecções. através de quatro linhas imaginárias.Uma linha imaginária horizontal. Peritôneo O peritôneo é uma membrana serosa. sempre devemos envolver o chassis com fronhas limpas. Forra a parede abdominal.larga lâmina que liga órgão a órgão. o aparelho transportátil só deve entrar na sala de operações na hora de bater a radiografia. Para a colocação do chassis sob os doentes. sustentação de órgãos e armazenamento de gordura.Uma linha imaginária horizontal.

Raio central perpendicular penetrando na crista ilíaca. Raio central perpendicular. Os braços devem estar envolvendo a cabeça e as pernas fletidas para facilitar e manter o posicionamento. No abdome simples deve aparecer no bordo inferior do filme a imagem do púbis. penetrando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o apêndice xifóide. Em qualquer exame contrastado abdominal.0s / fino / 1. bexiga. em posição ortostática ou sentado com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Na pelve encontramos vários órgãos como a porção sigmóide do intestino grosso. Incidências panorâmicas de abdome Abdome simples em : AP / PA / perfil esquerdo e direito Abdome simples em AP Região posterior do abdome.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do abdome. O peritôneo repousa sobre a pelve formando os fundos de saco peritoneais. mais próxima do filme. nos reportaremos especialmente aos exames simples do abdome. Paciente em decúbito dorsal. deve-se fazer o abdome simples antecedendo a introdução do contraste.Diz-se que um órgão é intraperitoneal quando é englobado em mais de 70% do seu volume total. O bordo inferior do chassis deve coincidir com uma região logo abaixo co cóccix. Rins Glândulas suprarenais Ureter abdominal Pâncreas Veia cava abdominal Artéria aorta abdominal Gânglios Nervos. com o seu plano mediano sagital. Estudo radiológico do abdome Simples e contrastado No nosso estudo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. mais próxima do filme. mais próxima do filme. coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. em posição ortostática ou sentado. na porção mais inferior do abdome. Raio central perpendicular. Incidências localizadas . Retroperitôneal Quando a maior parte do seu corpo esta fora da cavidade peritoneal.7s / grosso / 1. normalmente no meio do espaço entre as cristas ilíacas. Esta projeção apresenta importância no estudo de massas abdominais.0m / sim / 30x40cm OBS : Nas incidências em perfil temos que nos preocupar em não utilizar tempo longo para evitar que os movimentos peristálticos causem flou cinético tirando a definição das radiografias. penetrando no meio do espaço entre as cristas ilíacas. em posição ortostática ou sentado com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 28 / 200 / 300 / 0. Paciente em decúbito ventral. Abdome simples em PA Região anterior do abdome. ureter e órgãos do aparelho genital. etc. Os braços devem estar estendidos ao longo do corpo e o paciente deve prender a respiração na hora da exposição. Chamamos de abdome simples as radiografias que não foram injetados contrastes artificiais. Órgãos retroperitoneais Cavidade pélvica ou pelve É a cavidade localizada na bacia. etc. Órgãos intraperitoneais Esôfago terminal Estômago Intestino delgado Intestino grosso Fígado Vesícula biliar Baço Ovários. Paciente em decúbito lateral.

Nos casos de tomografias. Esta posição reduz a curvatura anterior da coluna lombar ( lordose filiológica ) com os rins então ficando quase paralelos ao plano da mesa. A obliquidade paciente mesa deve variar entre 30º e 45º. Raio central perpendicular.Abdome agudo traumático ( ruturas de vísceras ) . / Perfil com raio central com Incidências panorâmicas de tórax AP / PA / Perfil direito e esquerdo horizontal . fazemos projeções localizadas. penetrando 2cm acima do bordo superior da sínfise pubiana. Vesícula e vias biliares As melhores projeções são as oblíquas ( OPD ou OAE ) com a finalidade de retirar possíveis estruturas biliares que estejam superpondo-se com a coluna. caracterizado principalmente por dor. Perfil Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito lateral. Os pacientes com abdome agudo devem Ter atendimento prioritário nos serviços de radiologia. As principais causas dos abdomes agudos são : . O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito lateral. fraturas de coluna. OPD.Abdome agudo por obstrução . Bexiga O exame localizado da bexiga é feito normalmente na urografia venosa. mas quando nos interessa um estudo dos órgãos da pelve a localização é a mesma. Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal. PA Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito ventral. . infecções de bases pulmonares e faringe ) Estudo radiológico Podemos dividir o exame radiológico dos pacientes com abdome agudo em : Simples e contrastado Estudo radiológico simples São as radiografias executadas sem a utilização de contrastes artificiais. OPD e OPE e o perfil direito. Raio central penetrando no ângulo do rebordo costal anterior ( ponto vesicular ou cístico ). por isso a importância desta incidência na rotina para pâncreas. e quanto pior o seu estado geral.Quando nos interessa o estudo de determinadas regiões abdominais. melhor deve ser o padrão do exame.Incidências localizadas Incidências panorâmicas AP Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito dorsal. apendicite. Raio central perpendicular penetrando de maneira que saia entre as primeiras e segundas vértebras lombares. Abdome agudo É um quadro abdominal agudo.Incidências panorâmicas . para obtermos melhor definição de imagem.Abdome agudo infeccioso ( colecistite.AP com raio central perpendicular .AP com raio central de 25º podálicos .Falso abdome agudo ( por irritação reflexa em pneumonias. Loja renal O estudo localizado dos rins pode ser executado de diferentes maneiras : . o raio central então penetrando perpendicular de maneira que saia no meio do filme.Oblíquas posterior direita e posterior esquerda Fator que auxilia o estudo com o raio centra perpendicular é colocar o paciente com as pernas fletidas até as regiões plantares ficarem em contato com a mesa. esta posição auxilia em muito. OPE ( obliquidade paciente mesa de 30º a 45º ) e perfil direito ou esquerdo. causas retroperitoneais como cólicas renais. Fazemos normalmente as incidências em AP. Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em ortostática. As vezes certas calcificações só aparecem no perfil por somação de finas concreções.AP com raio central de 25º cefálicos . etc) . A obliquidade paciente mesa deve variar entre 30º e 45º. fazemos de rotina as incidências em AP. que necessita de assistência clínica ou cirúrgica imediata. Pâncreas Nos casos de pancreatite crônica onde pesquisa-se calcificações.

Uma enfermeira ou outra pessoa do serviço deve ficar ao lado do paciente para evitar que caia para a frente. por que em certas condições há um aumento de peristaltismo do estômago e intestino. Raio central horizontal ao plano da maca. colocando o apoio para os pés do paciente na extremidade da mesa e por a mesa de exame em pé. Se a mesa apresentar mecanismo de leventar e abaixar. Raio central perpendicular. AP – Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito lateral O paciente deve deitar de lado em uma maca e aproximar-se da estativa do bucky vertical ou da mesa de exame de pé. podendo-se individualizar se a mesma é anterior ou posterior. . A grande importância da radiografia em ortostática é na pesquisa da existência ou não de níveis hidro-aéreos. AP – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito dorsal O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Esta incidência apresenta valor na localização das massas abdominais.0m / sim / 30x40cm Perfil com raio central perpendicular e o paciente em decúbito lateral O plano frontal ou coronário do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 200 / 0. para se Ter uma noção exata do local onde se encontra a causa do abdome agudo. compressões por massas tumorais. Esta projeção apresenta grande importância na distribuição topográfica das víceras abdominais. Nos abcessos subfrênicos fazemos o decúbito lateral. Nestes pacientes colocamos uma faixa compressora passando pelos seus joelhos para firmá-lo na posição. penetrando no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. Em pacientes que consigam andar. costuma dar uma imagem característica nesta região.Incidências da rotina mínima para abdome agudo AP de abdome com o paciente em decúbito dorsal. Normalmente o paciente com abdome agudo. acidentes vasculares abdominais. Raio central perpendicular. por causa das fortes dores não consegue manter-se em decúbito ventral. Este método apresenta a vantagem de fazermos radiografias com o paciente em ortostática. É a principal radiografia nas obstruções intestinais. Devemos sempre utilizar um tempo curto de exposição. PA de tórax.5s / grosso / 1. Condição que faríamos esta incidência seria em pacientes com suspeita de fratura de vértebra lombar que viesse em decúbito ventral e houvesse também suspeita de abdome agudo. Outra indicação é nos casos de obstruções ao nível do ceco ou do cólon ascendente. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. Raio central perpendicular. fazemos o decúbito lateral esquerdo. mesmo que esteja em mau estado geral. pois o ar vai se instalar entre a parede abdominal e o bordo lateral do fígado. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. facilitando a sua demonstração. O decúbito lateral direito é uma boa incidência nos casos de obstruções ao nível do cólon descendente. por isso o bordo inferior do chassis deve estar coincidindo com este osso. Quando esta incidência é indicada nos casos de pneumoperitôneo. por isso esta incidência não ser aplicada normalmente. fazemos então na estativa do bucky vertical. AP de abdome com o paciente em ortostática. contrário ao da lesão. É de grande importância a inclusão no filme. além de outras. do púbis. Para pesquisa de nível hidro-aéreo faríamos então um perfil com raio horizontal. AP – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em posição ortostática O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. a imagem então ficando flou. penetrando no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. pois quando há um pequeno derrame líquido peritonial. O AP de abdome com o paciente em decúbito lateral. A imagem do púbis deve aparecer no bordo inferior do filme. PA – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito ventral Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. penetrando no meio do espaço entre as cristas ilíacas. podemos fazer logo após a radiografia em decúbito dorsal. substitui as radiografias em ortostática para demonstração de níveis hidro-aéreos em pacientes que não tenham condições de ficar de pé. fazendo com que aproxime mais a região a ser examinada do filme.

Esta projeção apresenta importância nos pacientes que não tenham condições de mudar de decúbito.8s / grosso / 1. Raio central perpendicular. As pricipais são : 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 100 / 60 / 10 / 300 / 0. 4. Raio central horizontal ao plano da maca ou mesa. Utilizamos a incidência póstero-anterior em pacientes que tenham condições de manter o posicionamento sentado ou em posição ortostática. o raio central deve penetrar perpendicular ao nível do hipocôndrio direito. podem aparecer com boa definição nas incidências localizadas sem a utilização de contraste. 3. encostando-a na mesa ou estativa. . penetrando ao nível do epigástrio. nos casos de imagens que apareçam no PA ou AP e exijam elucidação diagnóstica. Tanto o AP como o PA apresentam fundamental importância para a visualização das condições respiratórias do paciente. as vezes de dificil demonstração no PA ou AP de tórax. processos tumorais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 85 / 30 / 60 / 200 / 0. Raio central perpendicular.Localizada de baço : A principal indicação é nos infartos esplênicos. Raio central perpendicular penetrando na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. Raio central perpendicular.3s / grosso / 1. de acordo com a necessidade.80m / sim / 35x35cm Perfil direito e esquerdo Plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. Raio central horizontal ao plano da maca. Utilizamos o perfil direito ou esquerdo de tórax. estenoses. Raio central perpendicular. Estas projeções servem como complementação diagnóstica do exame e poderão ser feitas ou não.0m / sim / 30x40cm Incidências panorâmicas de tórax AP Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa.Localizada de estômago e duodeno : Imagens de úlceras pépticas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 116 / 60 / 24 / 300 / 0.3s / grosso / 1. Região importante de se demonstrar é a porção pulmonar retrocardíaca.Localizada de gordura pré-peritoneal : Normalmente a grodura pré-peritoneal desaparece nos quadros de peritonite. penetrando ao nível da crista ilíaca. penetrando entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide. e apresenta valor nas suspeitas de derrame pleural ou processos inflamatórios pulmonares. A grande importância desta projeção é a pesquisa de nível hidro-aéreo. Raio central perpendicular penetrando entre os ângulos distais dos omoplatas. além de outros. ou que venha andando e não tenha condições de manter o posicionamento em PA. substitui então estas incidências. devemos colocar um apoio radiotransparente sob a região dorsal. Com o paciente em OPD ou OAE. Os braços do paciente devem ficar envolvendo a cabeça.Apesar da grande espessura a ser atravessada pelos raios-X sempre devemos trabalhar com tempo curto para evitarmos o flou cinético.80m / sim / 30x40cm Incidências localizadas Nas incidências localizadas obtemos maior detalhe da região onde suspeitamos encontrar a patologia. PA Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. Perfil com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal Para conseguirmos uma boa demonstração em perfil de todo tórax. Perfil com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal Fazemos esta projeção em pacientes que não tenham condições de ficar de pé ou deitado de lado. penetrando perpendicular ao nível da crista ilíaca. O perfil com raio central horizontal deve ser feito em primeiro lugar com o paciente ainda na maca. com o ar instalando-se sob o diafragma. 2. Paciente deitado na mesa para logo após colocarmos de pé. afastar possíveis processos pneumônicos de base pulmonar as vezes responsáveis por falsos abdomes agudos e na pesquisa de pneumoperitôneos.Localizada de vesícula e vias biliares : A principal indicação é na pesquisa de cálculos ao nível de vesícula ou das vias biliares. penetrando perpendicular na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. penetrando ao nível do hipocôndrio esquerdo.

pois estes pacientes não tem indicação cirúrgica. pois exclui a hipótese do não aparecimento do ar sob a diafragma por distorção de imagem causada por falha técnica. utilizamos então os iodados hidrossolúveis.Localizada de loja renal : Ás vezes colicas renais podem levar a falsos abdomes agudos. Raio central perpendicular. Diluição : 50% de água e 50% de sulfato de bário Nunca devemos injetar ar no clister opaco. A finalidade do exame é localizar a úlcera perfurada. podemos utilizar o iodado hidrossolúvel através de uma sonda nasogástrica. pode fazer desaparecer a sua imagem. Raio central perpendicular. Devemos colocar o paciente em decúbito lateral direito e penetrar com o raio central horizontal. Com a injeção de ar no estômago causando um pneumoperitôneo confirmando o diagnóstico. Raio central perpendicular. Principais exames contrastados utilizados no estudo radiológico do abdome agudo A – Arteriografia Pode ser utilizada nas úlceras perfuradas. em que há suspeita clínica. penetrando ao nível da fossa ilíaca direita.Localizada para pâncreas : Um estudo radiológico e clínico bem feito nas pancreatites agudas apresenta grande importância. contra-indicando o anterior.Posição fetal Exame radiológico da gestante Radiografias de mulheres em gestação só devem ser executadas após os 4 meses de gravidez. pois se cairem na cavidade peritoneal através de alguma perfuração do esôfago ou intestino. E – Trânsito intestinal Indica-se nas obstruções intestinais de intestino delgado. Sempre devemos utilizar contrastes específicos como o gastrografia para o aparelho digestivo nos pacientes com abdome agudo. quando não houver disponibilidade deste contraste. com inclinação cefálica ou com inclinação podálica penetraando no meio do espaço entre a crista ilíaca e o apêndice xifóide. D – Injeção de contraste iodado hidrossolúvel Este exame também está indicado nas úlceras perfuradas. o raio central penetra muito alto. sem haver sinais radiológicos. Raio central perpendicular. irão causar a chamada peritonite granulomatosa. 14 . além de outras indicações. O contraste a ser utilizado é o gastrografina. hérnias estranguladas onde se vê o sofrimento arterial. então a localizada apresenta grande valor. Quando não houver este contraste no serviço de radiologia. podemos mascarar o diagnóstico. Os contrastes a base de sulfato de bário. rutura de víceras ocas. 7. devem ser totalmente abolidos no estudo radiológico do abdome agudo. pois quase sempre não conseguimos contrastar a vesícula e as vias biliares.Localizada de ceco-apêndice : A indicação desta radiografia é na pesquisa de apendicolites ou nas suspeitas de abcessos ao nível do ceco ou apêndice. sem ser patológica. O pricipal responsável pelas cólicas renais são os cálculos. B – Colangiografia venosa É pouco utilizada. 6. Há autores que indicam este exame. pois a própria divergência dos raios. Estudo radiológico contrastado Os exames contrastados nos quadros abdominais agudos devem ser realizados pelo médico radiologista. penetrando na porção mais proximal do mesogástrio. ao nível do plano mediano sagital. por isso apresentando valor relativo nos quadros de abdome agudo de origem biliar. Raio central perpendicular. pois a manipulação desses pacientes deve ser altamente especializada. nos infartos mesentéricos onde não há enchimento de ramos calibrosos para o intestino. penetrando ao nível do apêndice xifóide. Não devemos fazer preparo intestinal e não se faz lavagem. 8. C – Injeção de ar no estômago Este exame esta indicado nas úlceras perfuradas. pois apartir desse período diminui a possibilidade de mutações . causando a morte na maioria dos pacientes. somente bário. pelo mau estado geral que normalmente se encontram. especifico para os quadros de abdome agudo. penetrando ao nível do flanco direito ou esquerdo. F – Clister opaco Indica-se nas obstruções intestinais ao nível do intestino grosso e devemos fazer o exame com o contraste a base de sulfato de bário diluído em água.Não podemos valorizar este dado nas radiografias panorâmicas de abdome. onde o paciente bebe 200ml de uma solução composta de 100ml de contraste iodado hidrossolúvel e 100ml de soro fisiológico.Localizada de diafragma ( hemi-Cúpulas diafragmáticas ) : Quando se suspeita de pneumoperitôneo e nas radiografias panorâmicas de tórax. 5. quando não é possivel o diagnóstico pela rotina simples.

com a paciente em decúbito lateral. penetrando ao máximo na pelve. Os principais sinais são a presença do núcleo distal de crescimento do fêmur. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. pois as vezes não conseguimos individualizar o núcleo distal do fêmur no AP e só o vemos na projeção em perfil. suspeita de morte fetal. antes de iniciar o exame. Mesmo após os 4 meses. Raio central perpendicular. O plano frontal ou coronário deve coincidir com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Maturidade fetal Fazemos radiografias em AP e perfil com a finalidade de sabermos se o feto esta a termo. deve ser indicado de rotina. Raio central perpendicular. para evitar distorções de imagem que viriam falsear a pelvimetria. deve ser feito de rotina para a apresentação fetal ficar mais próxima da real. A radiografia deve ser feita num foco grosso. sabermos se a criança já apresenta condições de maturidade para nascer. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 15 / 150 / 300 / 0. penetrando no meio do espaço entre as duas cristas ilíacas e a sínfise pubiana. o raio central deve penetrar no seu ponto central. a paciente deve esvaziar a bexiga e se conseguir evacuar será melhor para a obtenção de mais detalhe no exame.0m / sim / 30x40cm Pelvimetria A pelvimetria apresenta importância nas desproporções céfalo-pélvicas que fará o médico indicar ou não a cesariana. Como nos interessa a medida da pelve. No serviço de radiologia só deve executar o exame o operador que esteja treinado no determinado aparelho. Devemos utilizar alta miliamperagem para podermos trabalhar com tempo curto. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 15 / 150 / 300 / 0. para trabalharmos com tempo curto com a finalidade de diminuirmos a possibilidade de flou cinético com movimentação do feto. Devemos sempre utilizar tempo curto. Nos casos de gravidez gamelar. Sempre utilizar o tempo mais curto possível.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo O perfil direito ou esquerdo com a paciente em posição ortostática. além de outras indicações.genéticas. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre a crista ilíaca e a sínfise pubiana. penetrando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o apândice xifóide. isto é.5s / grosso / 1. para evitar possíveis repetições. Raio central perpendicular.AP A radiografia de abdome para posição fetal apresenta valor quando o feto se coloca numa apresentação atípica. por causa da mobilidade fetal. chamado núcleo de ossificação de BECLARD e a presença dos dentes molares. penetrando ao nível da crista ilíaca. Raio central perpendicular. Nas radiografias de abdome da gestante. penetrando entre a sínfise pubiana e o apândice xifóide. Abdome Posição fetal . Incidências AP / perfil direito e esquerdo / incidência de THOMS AP Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. AP Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Para trabalharmos com fatores mais baixos. as radiografias só devem ser indicadas quando forem realmente necessárias. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 85 / 30 / 150 / 300 / 0. sempre devemos utilizar ecrans de grãos grossos. Plano frontal ou coronário da paciente coincidindo com a linha central da mesa.5s / grosso / 1.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo O perfil direito ou esquerdo.5s / grosso / 1.

termômetro. não só a câmara escura mas todos os acessórios e os equipamentos exigem sempre a melhor limpeza. tem função importante para que os gases emanados das soluções tóxicas ao organismo humano não venham prejudicar o operador. Ventilação A utilização de ventiladores para a circulação de ar ou de exaustores. Os ecrans devem ser lavados semanalmente. de maneira que o seu plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. água e sabão de côco. A disposição do balcão oposta a zona dos tanques evita a possibilidade que se salpiquem os filmes secos e os ecrans com substâncias químicas. O tronco da paciente deve fazer um ângulo de 55º com o plano da mesa. mostrando perfeitamente a proporção da cabeça do feto com a pelve. As colgaduras devem ser lavadas periodicamente porque o acúmulo de gelatina nas presilhas não venham manchar os filmes. porta-chassis./ 200 / 300 / 0. por isso a utilização do HIGROSCÓPIO. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / -. torneira para água corrente.0m / sim / 30x40cm Incidência de THOMS Paciente sentada na mesa de exame. A técnica de processamento mecanizada exige estudos mais aprofundados sobre o mecanismo da máquina processadora. Depois de passado o algodão com água e sabão de côco. despertador. luz de segurança. Métodos de lavagem dos ecrans Devem ser lavados com algodão.Câmara escura Técnica e componentes No nosso estudo. fixação e lavagem. Tem este nome porque todos estes processos só podem ser realizados sob luz de segurança e de baixa intensidade.7s / grosso / 1. A mesa de trabalho deve estar disposta em situação afastada a zona dos tanques. Os chassis devem ser lavados e limpos pelo contato íntimo com doentes com variadas enfermidades. Esta projeção apresenta a pelve num plano axial. luz de segurança. gavetas. porta-colgaduras.5s / grosso / 1. Limpeza A sensibilidade dos filmes faz com que a limpeza na câmara escura seja de importância capital. .85 / 30 / 150 / 300 / 0. evita o desperdício de tempo e menos cansativo para o operador. passador de chassis. Raio central perpendicular. Localização A localização ideal é a colocada no centro e todas as salas tendo comunicação direta. A umidade relativa do ar deve ser por volta de 50ºC. exigindo pouco sobre o ponto de vista funcional do operador de câmara escura. túnel passador de chassis. pois irão assegurar uma melhor quealidade da imagem radiográfica e uma durabilidade da capacidade fluorescente. pode estar próximo a parte seca ou úmida ). nos reportaremos especialmente a técnica de processamento manual que é a que exige maiores conhecimentos práticos e teóricos do operador. Componentes da parte úmida Tanques de revelação. passando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o sacro. para melhor conservação dos filmes e processamento das radiografias. deslocando o ecran.0m / sim / 24x30cm 15 . deve-se passar um algodão úmido para tirar o excesso do sabão e após. um algodão seco de maneira suave. Definição de câmara escura É o lugar no interior do qual se desenvolvem os processos de revelação. fixação e lavagem das peliculas radiográficas e onde se carrega os chassis. Temperatura A temperatura numa câmara escura deve variar entre 18º e 24ºC. Uma câmara escura deve Ter uma disposição e tamanho suficiente para que o trabalho flua sem interrupção. e para isso deve apoiar-se posteriormente com as mãos. Divisão Uma câmara escura divide-se em : Parte seca e parte úmida Componentes da parte seca Balcão. etc. higroscópio ( opcional. negatoscópio. Os pés devem estar afastados um do outro até que fiquem apoiados nos bordos laterais da mesa de exame. toalha. vindo a alterar posteriormente a qualidade da imagem ( imagem flou ). caixas de filmes. O algodão não deverá estar muito encharcado com água para que a mesma não escorra em direção ao feltro do chassis. etc. as quais produzirão imagens nas radiografias.

Armazenagem
As caixas de filmes e os chassis devem ser armazenados na posição vertical para que não ocorra a formação de eletricidade estática e a deformação dos chassis com alteração no contato dos ecrans, respectivamente. No caso de uma caixa de 100 filmes durar mais de que um mês em uso, recomendase adquirir embalagem menor.

Iluminação de segurança
Numacâmara escura deve-se Ter tanto luz branca como iluminação de segurança. A luz se necessita para limpar os tanques, preparar solução e limpezas gerais. As lâmpadas de segurança são indispensáveis para proporcionar a iluminação correta para que se possam manejar impunimente durante a revelação. Um filme não deve ficar exposto durante mais de um minuto a ação da luz de segurança; da mesma forma, durante a revelação, o tempo não deve exceder aos vinte segundos. Normalmente há três zonas de iluminação de segurança numa câmara escura. A mais forte ( brilhante ), onde os filmes se lavam e se colocam no secador; a média, onde esta a mesa de trabalho, ou seja, a parte seca. A potência da lâmpada deve variar entre 6 ½ e 10 WATTS. Seja qual seja o tipo de lâmpada, é necessário que se coloque o filtro correto para se obter a cor adequada da luz. Os filtros devem Ter cor âmbar, verde amarelado, verde ou vermelho. Há filtros de diversas classes; o especial para os filmes que são sensíveis ao azul, outro para os que são sensíveis ao verde. Nunca devemos utilizar lâmpadas vermelhas, apesar de haver uma sensação de segurança, pode produzir velamento. A distância entre a lâmpada de segurança e o balcão deve variar entre 90 e 120 centímetros.

Causas de velamento inaparente numa câmara escura
Filtros com rachaduras que escapem luz branca. Frestas de portas. Buraco de fechadura. Excesso de tempo sob ação da luz de segurança. Túnel passador de radiografias aberto na câmara clara. Frestas do passador de chassis. Negatoscópio na câmara escura de lâmpadas fluorescentes, quando apagam, continua por certo tempo a emitir luminosidade, etc.

Latensificação ou intensificação posterior
Os filmes tornan-se duas ou três vezes mais sensíveis as luzes de segurança, após terem sido expostos aos raios-X com ecrans fluorescentes.

Acesso à câmara escura
O sistema de entradas terá que impedir qualquer penetraçãode luz, dentre os sistemas, temos : 1- Sistema porta única – Somente uma porta separando a câmara escura do ambiente claro. É o sistema menos seguro. 2- Sistema labirinto – Paredes formando um labirinto; é bastante seguro, tendo o inconveniente de necessitar muito espaço. 3- Sistema porta giratória – Várias folhas de porta fixadas por um eixo central. É um sistema muito oneroso e sujeito a falhas. 4- Sistema porta paralela – Nesse tipo deverá haver um bloqueio que impeça as duas portas de se abrirem ao mesmo tempo. É o mais utilizado.

Cor das paredes
Não há necessidade que a cor das paredes seja em tom escuro ou mesmo pintado de preto, para ser seguro. É claro que a cor negra absorve alguma coisa da luz de segurança, porem não tera muita importância, se esta luz for de intensidade e claridade seguras; logo, a luz refletida em qualquer superficie sera segura também, independente da cor desta superfície. É até aconselhavel que as paredes sejam pintadas de cor clara como o cinza claro, verde ou creme, que são agrádaveis sob a luz branca e refletem luz adequada sob condições apropriadas de iluminação de segurança. Outro ponto importante é que as paredes sejam lisas e pintadas com tinta impermeável, facilmente laváveis.

Filme radiográfico
Os componentes de um filme radiográfico são : - Gelatina : capa externa com função de proteção; - Emulsão : gelatina mais cristais de sal de prata; - Substrato : região com maior concentração do sal de prata; - Celulose : a base do filme; Do outro lado , a mesma ordem se repete, da gelatina a base de celulose. O filme é sensível a muitas coisas : - luz - Raios-X - Raios gama - Vários gases

- Vapores - Calor - Umidade, etc. Os filmes devem ser armazenados sob uma temperatura de 10º a 21ºC e a umidade relativa do ar por volta de 40% a 60%. As caixas não devem ser armazenadas umas sobre as outras e sim de forma vertical.

Manejo dos filmes
Deve-se manejar cuidadosamente. Devem ser retirados delicadamente da caixa, evitando que os dedos entrem em contato direto com o filme. A colocação do filme no chassis deve ser feita de maneira que seja colocado sem deslizar sobre o papel protetor e não bata com força nas extremidades do chassis. A retirada do filme do chassis deve ser feita : após a abertura das presilhas, vira-se o chassis de maneira que a armação metálica que recebe inicialmente a radiação, fique voltada para cima; eleva-se essa armação e pega-se o filme por um dos seus vértices com a ponta dos dedos. Ao retirar-se o filme, Ter o cuidado de não esbarrar nas bordas da armação metálica anterior. A colocação da pelicula radiográfica na colgadura deve ser primeiro fixada nas presilhas que apresentam mobilidade para que o filme fique bastante ajustado nas quatro presilhas. Ao colocar-se um filme na colgadura, deve-se afastar da luz de segurança por causa da LATENSIFICAÇÃO.

Eletricidade estática
É a corrente elétrica que se forma quando o filme sofre algum impacto, mesmo este estando parado. A formaçào de eletricidade estática é mais comum nos ambientes secos.

Prevenção da eletricidade estática
O procedimento mais eficiente é elevar e manter a umidade relativa da atmosfera ambiente. Por isso deve Ter numa câmara escura um bom HIGROSSCÓPIO. Manuseio delicado do filme. Após a exposição aos raios-X, o chassis deve ser aberto lemtamente e o filme cuidadosamente removido. Deve Ter um fio ligado do balcão a terra. Deve-se evitar coberturas de borracha sobre o balcão pois dessa maneira a eletricidade não se escoa para a terra. Deve-se evitar a utilização de sapatos com solas de borracha. Deve-se evitar assoalhos de borracha ou a utilização de ceras duras. As caixas de filmes devem ser guardadas verticalmente.

Marcas de eletricidade estática
São três tipos : Árvore, coroa e poeira

Fases do processamento
Revelação ( mais ou menos 3 minutos ) – enxágüe ( alguns segundos ) – fixação ( mais ou menos 6 minutos ) –lavagem ( mais ou menos 20 minutos ) – secagem ( mais ou menos 30 a 40 minutos ).

Revelação
A revelação de um filme completa o que a exposição começou, isto é, converte em imagem visível e permanente a imagem latente criada pelos raios-X e a luz fluorescente.

Tanque para as soluções de processamento dos filmes
Vidro, ebonite, aço inoxidável ( certas ligas metálicas não se prestam para conservar as soluçòes ), ferro esmaltado e cerâmica são satisfatórios para conter as substâncias químicas fotográficas. Ferro, aço, ferro galvanizado, zinco, chumbo, cobre, estanho e alumínio não devem estar em contato com as soluções de processamento de filmes. Num tanque de 40 litros revela-se mais ou menos 300 filmes.

Alterações químicas que sofrem os grãos de prata com as fases do processamento
Filme virgem ( prata halóide ). Grão de prata após exposição – imagem latente. Revelação parcial. Revelação completa. Final de revelação e fixação – órgãos sem exposição são removidos Lâmpada de segurança adequada ( entre 6 ½ a 10 WATTS ). Tempo médio de 3 minutos. Temperatura média de 20ºC. Ventilação e renovação do ar. Limpeza dos tanques de revelação ( com ácido muriático a 28-38% ). Limpeza periódica das colgaduras. As presilhas fixam pedaços de gelatina ( limpeza com solução de tripsina e bicarbonato de sódio facilitam a remoção com uma escova ).

Fatores importantes na revelação

Revelador
Solução redutora que causa precipitaçào da prata contida na molécula de brometo de prata ( AgBr2 ). A prata reduzida tem coloração negra.

Componentes do revelador
Mentol – redutor suave que dá a nitidez 3,5g / litro. Hidroquinona – redutor responsável pelos contrastes fortes 9g / litro. Sulfito de sódio – previne a oxidação dos redutores. Conserva e estabiliza a solução – 60g / litro. Carbonato de sódio – Alcaliniza a solução, reforça o poder dos redutores, controla a velocidade da revelaçào e abre os poros da gelatina – 40g / litro. Brometo de potássio – Evita o velamento pela hidroquinona das partes transparentes e age como retardador. Água pura, destilada ou não – até completar 1 litro.

Banho enxaguador
Acabando a revelação o filme retém na gelatina quantidades consideráveis de revelador. Por isso a necessidade de enxágüe. Assim evita-se que o revelador ( alcalino ) neutralize a acidez do fixador. Costuma-se colocar ácido acético na água para haver a parada de revelação durante o enxágüe.

Fixação
É componente independente da revelação, com função de clarear a radiografia, fazendo cair os cristais não revelados e ainda endurecer as capas de gelatina para torná-la resistente ao calor.

Componentes do fixador
Hipossulfito de sódio – dissolve a prata não precipitada tornando transparente as partes não irradiadas 250g / litro. Sulfito de sódio – conserva e estabiliza a solução – 30g / litro. Ácido acético glacial – acidifica a solução parando imediatamente a revelação – 45g / litro. Alúmen de cromo – substância empregada para endurecer a gelatina 15g / litro. Água pura – ( não obrigatório ser destilada ) – até completar 1 litro.

Lavagem
É essencial que uma radiografia terminada não contenha massas de prata reveladas suspensas em gelatina para que seja completamente inerte á atividade luminosa ou química. Por conseguinte, é preciso lavar bem o filme para remover as substâncias químicas. Se esta fase se descuida pelo que se refere ao tempo de lavagem ou ao abastecimento de água, a imagem se manchará e enfraquecerá com o tempo. Os filmes devem lavar-se em água corrente que circule de maneira que as duas superfícies de cada lado recebam água fresca continuamente.

secagem
As radiografias só poderão ser observadas após totalmente secas, pois enquanto estão úmidas se apresentam manchadas e há o risco de umas colarem-se as outras através das camadas externas de gelatina ainda existente. O tempo de secagem vai variar de acordo com as condições no serviço de radiologia. Ambientes quentes, com ventilação direta, até com secadores automáticos, aceleram o tempo de secagem das radiografias.

16 - Rotinas Mínimas dos exames radiológicos Rotinas mínimas dos exames radiológicos e suas incidências : 1. Dedo ( 2º ao 5º quirodáctilo ) – Postero anterior, perfil interno ou perfil
externo

2. Polegar ( 1º quirodáctilo ) – Postero anterior e perfil externo 3. Mão - Postero anterior e oblíqua anterior interna 4. Mão ( corpo estranho ) - Postero anterior, oblíqua anterior interna,

perfil interno ou perfil externo 5. Mãos e punhos ( idade óssea ) - Postero anterior “Comparativa” 6. punho – Postero anterior, perfil interno, oblíqua anterior interna e oblíqua anterior externa 7. Antebraço – antero posterior e perfil interno 8. Cotovelo – antero posterior e perfil interno 9. Circunferência articulação do rádio – antero posterior e perfil interno com rotação interna e externa da mão 10. Olecrânio – antero posterior, perfil interno e semi-axial 11. Braço – antero posterior, perfil interno 12. Colo cirúrgico do úmero – antero posterior, perfil externo ( transorbitária ou contactografia )

perfil esquerdo . oblíqua posterior interna e perfil externo Calcâneo . 22.antero posterior Púbis – Postero anterior e axial Articulação sacro-ilíaca – incidência de FERGUSON ( antero posterior ). perfil com flexão e incidência de FERGUSON 5º vértebra lombar . 16. perfil com flexão e transoral Coluna cérvico-torácica . 18. 31. 40. 32. 19.perfil externo e axial Pé plano – Dorso-plantar ( antero posterior ) e perfil interno Articulação tíbio-társica . 35. 26. joelho e tíbio-társica Coluna cervical . oblíqua posterior interna e oblíqua posterior externa Sesamóideo .antero posterior “comparativa” e antero posterior “localizada” Bacia .antero posterior e perfil externo Joelho .Antero posterior e perfil externo Colo do fêmur – Antero posterior com rotação interna e externa e axial Articulação coxo-femural . 20.antero posterior. 27.antero posterior “comparativa”.antero posterior. 21. oblíqua anterior esquerda e axial Artelho . 30. 29. 42. perfil esquerdo normal.antero posterior com stress lateral e medial Perna . perfil esquerdo normal. antero posterior “localizada” e axial Clavícula . antero posterior “localizada” Articulação esterno-clavicular – Postero anterior com o paciente em oblíqua anterior direita. 25.antero posterior de coxo-femural. perfil esquerdo Coluna lombar – Postero anterior. 39.antero posterior e perfil externo Articulação acrômio-clavicular . 37. 34.antero posterior “comparativa”. Ombro ( articulação escápulo-umeral para bursite ) . 28. 38. 23.antero posterior. 17.antero posterior “comparativa” e perfil externo Rótula – Postero anterior e perfil externo Chanfradura intercondiliana – Antero posterior com raio central perpendicular e com 30º podálicos Fêmur – Antero posterior e perfil externo Fêmur ( terços médio-proximal ) . 36. 41.antero posterior e perfil externo Articulação tíbio-társica ( ruturas ligamentares ) .antero posterior “comparativa” e axial Pé ( ante-pé ) – Dorso-plantar ( antero posterior ) e oblíqua posterior interna Pé ( retro-pé ) – Dorso-plantar ( antero posterior ). 33.antero posterior com rotação interna e externa do braço Ombro ( articulação escápulo-umeral para fraturas ou luxações ) .antero posterior.antero posterior e axial Omoplata .( 1º ao 5º podáctilo ) . 24.13. 14. oblíqua posterior direita e oblíqua posterior esquerda Escanografia . 15.

antero posterior e perfil do lado da convexidade Crânio ( panorâmicas ) – Postero anterior. perfil esquerdo e incidência de REVERCHON Crânio ( politraumatizados ) . 52. oblíqua semi-axial direita e esquerda Articulação têmporo-mandibular – incidência de SCHULLER diretia e esquerda com boca aberta e fechada Articulação occipito-atlóidea – Postero anterior e perfil esquerdo Face ( panorâmica ) – Fronto-naso e incidência de WATERS Face ( politraumatizado ) – Antero posterior.43. 45. transorbitária comparativa. incidência de GUILLEN. Coluna lombo-sacra – Postero anterior. oblíqua anterior direita e oblíqua anterior esquerda . 57. 47. 61. incidência de CHAUSSÉ III. perfil direito ou esquerdo. 66. 62.antero posterior ( incidência de FERGUSON ) e perfil esquerdo Coluna coccígea . 44.antero posterior e perfil esquerdo Escoliose . 59. perfil com flexão e incidência de FERGUSON Coluna sacra . 49. 58. 60. 48. 46. incidência de WATERS ( semi-hirtz ) Mandíbula – Postero anterior. 63. perfil esquerdo e incidência de REVERCHON Sela turca – Rotina panorâmica de crânio. 53. perfil esquerdo normal. incidência de RHEESE direito e esuqerdo Arcada zigomática – incidência de HIRTZ “comparativa”. incidência de BELLOT direita e esquerda Corpo da mandíbula – Postero anterior e axial Ramo horizontal da mandíbula – incidência de BELLOT e incidência de WATERS Ramo vertical da mandíbula – incidência de SCHULLER. 55. 69. 67. 54. 56. Postero anterior. perfil esquerdo “localizadas” Buraco ótico – incidência de RHEESE direito e esquerdo Buraco rasgado posterior – incidência de CHAUSSÉ II direito e esquerdo Osso temporal – Rotina panorâmica de crânio. perfil direito e perfil esquerdo Tórax – Postero anterior e perfil esquerdo Arcos costais ( costelas ) “verdadeiras e falsas” – postero anterior. 68. 50. 51. incidência de REVERCHON e postero anterior de mandíbula Maxila – Oblíqua postero-anterior e incidência de WATERS Ossos nasais – perfil esquerdo e perfil direito Malar – incidência de SOLIDÔNIO LACERDA e oblíqua semi-axial Pescoço ( partes moles ) – antero posterior. 65. 64. incidência de SCHULLER Seios da face – Fronto-naso e mento-naso Órbita – Postero anterior “comparativa”.antero posterior.

50 m ---------------.mAs --------------.75 m ---------------. compensamos com – 2 Kv. compensamos com 4 Kv por cada 1 cm.+ 7 Kv Cone dentário --------.Kv Cilindro de extensão : Fechado --------------.Kv 1\2 mAs --------. 73. B.tempo Menos tempo ----------25% ------------------50% ------------------75% ------------------mais tempo -----------25% ------------------50% ------------------75% ------------------100% -----------------mais Kv 7% 20% 50% menos Kv 5% 10% 13% 16% 4 Relação Kv ---------. nos casos do aumento da espessura + 4 Kv. Arcos costais ( costelas ) “flutuantes” – antero posterior.+ 7 Kv 2 Distância em metro ----..+ 11 Kv 1. perfil direito ou perfil esquerdo e incidência de THOMS 17 .70.50 Kv 50 mAs --------.Aproximadamente representa o aumento ou redução à metade de exposição ( mAs ) representa inversamente diminuir ou aumentar 10 Kv.0 m ----------------.50 m ---------------.10 Kv 0.+ 4 Kv Estendido ------------. 6 Gesso ------------.normal 0.+ 16 Kv 1\5 mAs --------.+ 18 Kv 1\6 mAs --------.Kv 2. B ) Para cada 1 cm que diminua a espessura. variando em muito o tempo de exposição. no caso da diminuição de espessura – 4 Kv.5 cm compensar com 1 Kv Além de 100 cm : Cada 5 cm compensar com 1 Kv 3 Relação Kv ---------. perfil direito ou perfil esquerdo Abdome – antero posterior Abdome agudo – antero posterior de abdome em ortostática. C ) Quando fazemos radiografias sem ecram de grão médio.Kv A + + B ) Extremidades delgadas : 10 Kv ( gesso úmido ) 6 Kv ( gesso seco ) ) Extremidades grossas : .+ 10 Kv 1\3 mAs --------.Kv A ) Para cada 1 cm que aumente a espessura. 71.+ 16 Kv 1. perfil direito ou perfil esquerdo Pelvimetria – antero posterior.60 Kv Com esta relação obtemos radiografias de padrão semelhante. quando com ecram de grão médio.mAs A.. antero posterior de abdome em decúbito dorsal e postero anterior de tórax Posição fetal – antero posterior Maturidade fetal – antero posterior. Exemplos : 200 mAs --------. compensamos com + 2 Kv.Relação entre os fatores e dados práticos de técnica radiológica 1 Colimadores ----.16 Kv Entre 50 e 100 cm : Cada 2. 74. 5 Relação espessura ---------.40 Kv 100 mAs --------.0 m ----------------.+ 13 Kv 1\4 mAs --------. quando com ecram de grão médio. 75.+ 20 Kv Esta relação apresenta valor entre 55 Kv e 85 Kv em ecram de grão médio e entre 45 Kv e 100 Kv em ecram de grão grosso. 72.

. .90% de absorção --.normal . Foco-filme ( d1 ) x maior diâmetro do cone ( d4 ) / comprimento do cone ( d2 ) + ( distância foco-filme ( d3 ) -----------------------------------D = d1xd4 / d2+d3 Exemplo : 100 x 12 / 20 x 5 = 48cm Então o diâmetro do campo do cone distância foco-filme de 1m é igual a 48cm.mAs mAs novo : mAs original : : dnova2 : doriginal2 ou mAsn/mAso = dn2/do2 Exemplo : qual o novo mAs numa radiografia feita com 100 mAs que modificamos a distância de 1 m ( do ) para 2 m ( dn ). 1\4 do mAs = 16 Kv De 2 a 6 anos. 1\2 do mAs = 10 Kv De12 a 16 anos. Coluna e crânio. Exemplo : radiografia de mão Com ecram 5 mAs -----------.44 Kv Sem ecram 100 mAs ---------.Tnovo : Toriginal ou mAo / mAn = Tn / To 17 Cálculo do diâmetro do campo da imagem radiográfica Diâmetro do campo ( D ) = dist.Kv A ) .80% de absorção ---.+ 16 Kv B ) Para a obtenção de uma radiografia de padrão semelhante feita com ecram grão médio e fazermos uma outra retirando o ecram.Geralmente em aparelhos transportáteis e portáteis. 10 Kv Kv Kv Kv 10 Grade potter-bucky ----------. 2-) Angiografia ----. fixo : compensações com + 13 Kv ou 3x mAs. mAoriginal : mAnovo --------..compensação de 16 Kv ou 4x mAs.grão fino --------------. . 8. Coluna e crânio.compensação de + 20 Kv ou 5 a 6x mAs. 4-) Anódio fixo ----. 17 : 1 --. 9 Tipos de pacientes --------------------. Pulmão – Até 6 anos da + 10 Kv em relação a espessura por não inspirar bem.6.Nomes e termos utilizados na prática da técnica radiológica 1-) Amplola de raios-X ----.+ 4 enfisematosos --------. temos mais detalhe e menos contraste.0s Tempo de grade 1.. Exemplo : tempo de exposição 1.2s 12 Relação ecram -------------.mAs 6 : 1 --. Coluna e crânio. 1\3 do mAs = 13 Kv De 6 a 12 anos.10 Kv . temos que multiplicar 20x o mAs. mAs = mAso x dn2 = mAs = 100 x 22 / 12 = 400 / 1 mAsn = 400 14 Relação distância -------------------------.tempo ( T ) Tnovo : original : : dnova2 : doriginal2 Tn / To = dn2 / do2 ou 15 Relação mAs ---------------.tempo Variando os fatores para obtenção de radiografias de padrão semelhante. 11 Tempo de movimento da grade potter-bucky 20 % a mais que o tempo de exposição. 3-) Anódio ----.4 musculosos ------------------.Radiografia do sistema vascular. 8 : 1 --.grão grosso ------------.4 acamados ( + de 2 semanas )--. 13 Relação distância ---------------------.compensação de + 13 Kv ou 3x mAs.+ + C + + 12 Kv ( gesso úmido ) 8 Kv ( gesso seco ) ) Coluna vertebral : 14 Kv ( gesso úmido ) 10 Kv ( gesso seco ) 7 Angulação entre o raio central e o plano do objeto 45º ou mais => dobrar o mAs ou + 10 Kv 35º ou mais => + 6 Kv 30º ou mais => + 4 Kv 8 Crianças ( alguns dados em relação ao adulto ) Idade até 2 anos.tempo mAsnovo : mAsoriginal : : Toriginal mAsn / mAso = Tn / To ou 16 Relação mA ----------------------.44 Kv OBS : nas radiografias feitas sem ecram. coluna e crânio.grão médio -------------.Tubo com lato vácuo com função de produção e emissão de raios-X. 3\4 do mAs = 8 Kv Extermidades – Mesma técnica do adulto de acordo com a espessura.Kv A B C D A B C D ) ) ) ) ) ) ) ) Pacientes Pacientes pacientes Pacientes bucky bucky bucky bucky velhos ( porose ) -----------.65% de absorção -----..Polo positivo da ampola onde chocam-se os eletrons para produção dos raios-X.Kv ---------.

Colimador que podemos fazer variar seu comprimento. 35-) Distal ----. 20-) Cifose ----.É um método de exame que utiliza a maior ampliação da região mais afastada do filme. Normalmente a base de bário. 28-) Contraste artificial ----.Desvio posterior do eixo da coluna vertebral.Dispositivo que parmite limitar o campo de exposição dos raios-X. quando utilizamos mAs e Kv muito altos.Cambiador automático de filmes. 41-) Ecram reforçador ----.O. 18-) Cabos de alta tensão ----.Grade com finas lâminas de chumbo com finalidade de evitar que a radiação secundária atinja o filme. 32-) Decúbito lateral ----.Armação metálica com finalidade de portar o filme radiográfico na revelação manual.Parada da respiraçào em expiração. 9-) Apnéia expiratória ----. 17-) Bucky ----.T. 43-) Eletricidade estática ----. com finalidade de proteção aos raios-X. 21-) Cilindro ----.Acessório próximo a mesa de comando com a finalidade de radioproteção. 11-) Autotomografia ----. partes moles e osso. 42-) Efeito anódio ----. 6-) A.O mesmo que deitado.Fios elétricos que alimentam o aparelho de raios-X. 8-) Apnéia ----.Deitado com a região lateral do tronco em contato com a mesa.Deitado com a região anterior do tronco em contato com a mesa. dando imagens de velamento no filme radiográfico. 23-) Clinustática ----.5-) Anódio giratório ----.Em proporção com uma outra estrutura próxima é a que está mais afastada do crânio. Normalmente. 30-) Decúbito ----. 24-) Colimador ----. 29-) Contraste natural ----.Local onde se coloca o chassis. 27-) Contactografia ----.Ecram que apresenta baixa intensificação e alto detalhe.Polo negativo da ampola de onde partem os eletrons para chocarem-se no anódio.Deitado com a região posterior do tronco em contato com a mesa. gordura.Eletricidade que se forma em ambientes de clima seco. ficando assim apagada. como gás carbonico. 10-) Apnéia inspiratória ----. 40-) Ecram radioscópico ou fluoroscópico ----. ----.Sistema de segurança do aparelho que.Ecram com finalidade de intensificar a radiação para obtenção de uma radiografia. 15-) Biombo ----. 12-) Avental plumbífero ----.O mesmo que deitado ou em clinustática. 33-) Decúbito ventral ----. para obtenção de uma radiografia. .Ecram que apresenta alta intensificação e baixo detalhe. 37-) Ecram grão fino ----.Avental a base de borracha e chumbo. 31-) Decúbito dorsal ----. não permitindo a emissão de raios-X. 36-) Ecram ----.Colimador com finalidade de evitar a formação de radiação secundária. através do flou cinético.Ecram que apresenta intensificação e detalhes médios. 14-) Bandeja ----. Para obter melhor definição da mais próxima. 13-) Balcão ----.Ecram que permite uma imagem dinânmica das estruturas anatômicas.Componente da parte seca da câmara escura onde se guardam os filmes. apresenta maior durabilidade. 16-) Bipedestação ----.Normalmente em aparelhos de maior miliamperagem. protóxido de azoto ou ar atmosférico.Fenômeno que explica os 5% a mais de radiação no lado do catódio. 22-) Cilindro de extensão ----.Parada da respiração em inspiração. que apresenta a finalidade de intensificar a radiação. chassis. 19-) Catódio ----. etc.Parada da respiração. há um relais que desliga a mesa de comando.Radiografia que utiliza o movimento de estruturas que estejam superpondo-se com a região a ser examinada.O mesmo que ortostática ou pessoa de pé.É o que introduzimos no paciente para obtenção de melhores imagens de determinadas regiões.Dispositivo com finalidade de reduzir o feixe de radiação ao campo a ser radiografado. a ampola deverá estar encostada no paciente. 38-) Ecram de grão grosso ----.Folha de papelão com um sal. ar. 34-) Diafragma ----. iodo ou gases.Colimador com finalidade de evitar a formação de radiaçào secundária.É o que já existe na região a ser examinada. 39-) Ecram de grão médio ----. 26-) Cone ----. 25-) Colgadura ----. 7-) Aparelho bloqueado ----.

.Fator radiográfico que permite a obtenção de Kv.Filme exposto a radiações. .É a que se movimenta durante o tempo de exposição. mais próxima do filme.É o fator que indica o que a grade antidifusora absorve de radiação. do filme ou do foco.Região externa ou lateral do membro superior ou inferior.AP ( ântero-posterior ) ----.Grade onde as lamínulas são divergentes.O mesmo que buraco.Polo negativo de uma ampola de raios-X. com função de sustentar a ampola. .Fatores que permitem a obtenção de uma imagem radiográfica ou radioscópica. 52-) Filme ( radiográfico ) ----. . entre eles.Suporte pertencente ao aparelho. 60-) Foco ----. 70-) Incidências : .Pdir ( perfil direito ) ----.O mesmo que perfil. 49-) Filamento ----. cavidade. .O mesmo que o filtro de alumínio. . mais próxima do filme. 53-) Filme mofado ----.OAE ( oblíqua anterior esquerda ) ----. .OAI ( oblíqua anterior interna ) ----. fatores radiográficos e raio central. 57-) Filtro inerente ----. mais próxima do filme.Grade onde as lamínulas são paralelas. acompanhando a divergencia do raio. 47-) Fator de absorção ----. .São as responsaveis pela maioria das projeções utilizadas na técnica radiológica.Região interna ou medial do membro superior ou inferior.OPE ( oblíqua posterior esquerda ) ----.Extremidade do polo negativo ou positivo de um circuito.Pint ( perfil interno ) ----. 54-) Filme velado ----.Região lateral esquerda.O raio central tangencia a região a ser examinada.Raio central penetra na região posterior e sai na anterior. 63-) Grade bucky ----.Raio central penetra com 90º em relação ao AP ou PA.Região interna ou medial do membro superior ou inferior.Lateral ----. 45-) Espessura ----.É a grade antidifusora fixa. . .Polo positivo de uma ampola de raios-X. . geralmente de 1 e 2 mm com finalidade de absorver a radiação secundária que sai da ampola. .Região anterior externa ou lateral do membro superior ou inferior. calor e outras condições que impressionam os sais de prata. .Região posterior direita. 62-) Grade antidifusora ----. mais próxima do filme. 69-) Incidências básicas ----. sem definição. mais próxima do filme.Região lateral direita mais próxima do filme. bucky vertical ou outros componentes.O raio central percorre o maior eixo da região a ser examinada.Região anterior esquerda.Ponto do anódio de onde emana a radiação X.Pext ( perfil externo ) ----.Região posterior esquerda.Raio central penetra na região anterior e sai na posterior. 59-) Flou cinético ----. .OPE ( oblíqua posterior externa ) ----.Folha de celulose com uma emulsão de sal de prata e gelatina. . 50-) Filamento anódico ----. com finalidade de evitar que a radiação secundária atinja o filme.O mesmo que sem nitidez.OPI ( oblíqua posterior interna ) ----.Desvio lateral da coluna vertebral. 48-) Fatores radiográficos ----. . mais próxima do filme. mais próxima do filme.Grade onde as lamínulas entrecruzam-se em ângulos retos. 61-) Forame ----. 55-) Filme virgem ----.Região posterior interna ou medial do membro superior ou inferior. 67-) Grade universal ----. . 51-) Filamento catódico ----. 58-) Flou ----.44-) Escoliose ----.Folha de alumínio. .OPD ( oblíqua posterior direita ) ----.Região anterior direita mais próxima do filme.Pesq ( perfil esquerdo ) ----. 68-) Incidência ----.Filme que ainda não foi exposto a qualquer tipo de radiação. 65-) Grade potter-bucky ----. 46-) Estativa ----.É o resultado de um conjunto de dados para a obtenção de uma radiografia.OAE ( oblíqua anterior externa ) ----. 56-) Filtro de alumínio ----. posicionamento.Região posterior externa ou lateral do membro superior ou inferior. mais próxima do filme.Axial ----.Perda de detalhe radiográfico pelo movimento do objeto.Filme que sofreu a ação da umidade. mais próxima do filme.OAD ( oblíqua anterior direita ) ----.Tangencial ----.Grade composta de finas lamínulas de chumbo. mais próxima do filme. A espessura da região a ser examinada é medida em centímetros. 66-) Grade reticulada ----.P ( perfil ) ----.PA ( póstero-anterior ) ----. 64-) Grade divergente ----.

Método de exame que a ampola fica encostada no paciente. Então as estruturas mais próximas do filme aparecem com boa definição e as mais afastadas ficam ampliadas perdendo sua definição.GUILLEN ----. . com colimação para os seios paranasais.É um PA de tórax com o paciente no decúbito lateral contrário ao da suspeita do derrame pleural.É uma oblíqua de punho.É o PA de mão.O raio central penetra em sentido oblíquo em relação ao maior eixo da região a ser examinada.É uma oblíqua de crânio para o estudo do buraco ótico. É uma incidência para punho.CHAUSSÉ II ----.ROSSAND ----.POROT ----.PALMO-DORSAL ----. .OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR ----. .É um PA de crânio. . .É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase emperfil. para o estudo do buraco rasgado posterior.Fronto-naso ----.Projeção para ápice e lobo médio com o paciente em lordose forçada.MAYER ----.- Semi-axial ----. para o estudo do buraco ótico. .É uma oblíqua de crânio para o estudo do osso temporal.CALDWELL ----.GAYNER-HART ----. projeção para buraco rasgado posterior.É uma oblíqua de crânio. . .PIERQUIU ----.Corresponde a um semi-hirtz.RÃ ----.É o mesmo que a incidência ápico-lordótica.HJELM-LAURELL ----. .HIRTZ ----. . . .É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase em perfil.É a projeção oblíqua de mandíbula. .Autotomografia ----. .PLANTO-DORSAL ----. com finalidade de causar flou cinético destas estruturas.Corresponde a um semi-hirtz. . para o estudo do osso temporal.É uma oblíqua de crânio. .É uma axial de punho. pode Ter indicação no estudo da base do crânio.Desvio cubital ----. .É uma axial de coxa. O mesmo que POROT e ROSSAND.LAWRENCE ----.Éum perfil de crânio. . .PORCHER ----.Dorso-plantar ----.BUDIN e CHANDLER ----.É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase em perfil.É uma oblíqua de crânio. . O mesmo que LOWENSTEIN e RÃ. .Dorso-palmar ----.É um AP de sacro. .São as projeções que normalmente completam as incidências de rotina. .MENTO-NASO ----. com o raio central atravessando o tórax. mais específica para escafóide.FROG ----. .É uma oblíqua de face. articulações sacro-ilíacas e articulação de L5-S1. osso temporal e buraco rasgado posterior. O mesmo que PORCHER e ROSSAND.É uma semi-axial de face. .É um perfil de braço. correspondendo ao PA de crânio.REVERCHON -----É uma semi-axial de crânio. para estudo de articulação têmporomandibular e mastóide do temporal.BRETON ----. e de acordo com a penetração do raio central.É o AP de mão. . Projeção para buraco rasgado posterior. .É uma axial de face.BELLOT ----.É o PA de pé. 72-) incidências ( de ) : .É uma oblíqua de face. O mesmo que BRETON e TOWNE. .LOWENSTEIN ----.É uma semi-axial de crânio.É a fronto-naso para face e seios da face.Desvio radial ----. Projeção para buraco rasgado posterior.A mão em PA com uma flexão externa. O mesmo que LOWENSTEIN e FROG. para canal carpiano. principalmente para o estudo dos seios paranasais.RHEESE ----. . . . . . para o estudo do osso malar.O paciente fixa a região a ser examinada e movimenta regiões que superponham.Apico-lordótica ----.É a projeção axial de cotovelo. para o estudo do buraco ótico.SOLIDÔNIO LACERDA ----. .SCHULLER ----.LYSHOLM ----. .A mão em PA com uma flexão interna. mais específica para fossa posterior craniana. É uma incidência para punho.FLEISCHNER ----. 71-) Incidências especiais ----. . mais específica para fossa posterior craniana. o mesmo que REVERCHON e TOWNE. .É uma oblíqua de crânio.Contactografia ----. O mesmo que PORCHER e POROT. .PFEIFFER ----. .STECHER ----.FERGUSON ----. O mesmo que transtorácica ou transaxilar.é o AP de pé. para o estudo do osso escafóide.CHAUSSÉ III ----.Corresponde a um semi-hirtz. projeção para colo do fêmur e articulação coxo-femural. específica para maxilar ( maxilar superior ) .É uma oblíqua de crânio para o estudo do buraco ótico. O mesmo que FROG ou RÃ.

Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo. 90-) Linha meato-orbitária ----. 76-) Linha antropológica ----.É uma semi-axial para face.Vai de uma pupila a outra.TRANSTORÁCICA ----.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. . 80-) Linha de CHAMBERLAIN ----.Vai do násion ao teto do conduto auditivo externo.É uma semi-axial de crânio. 87-) Linha infra-órbito-meática ----.É um perfil de braço com oraio central atravessando o tórax. mais específica para as primeiras vértebras cervicais. para o estudo da posição fetal.É a relação existente entre a altura das lamínulas da grade antidifusora e a distância entre elas. . 86-) Linha horizontal americana ----. 85-) Linha horizontal alemã ----. 77-) Linha auricular ----.TRANSMAXILAR ----.É um perfil de braço com o raio central atravessando o tórax. 84-) linha glabelo-meatal ----. 79-) Linha central da mesa ----. 88-) Linha inter-orbitária ----. . O mesmo que linha horizontal alemã. 92-) Linha órbito-meática ----. O mesmo que linha horizontal americana ou linha órbito-meática.É uma semi-axial de crânio para o estudo dos seios esfenoidais. O mesmo que linha meato orbitária ou linha órbitomeática.WATERS ----.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo. 89-) Linha inter-pupilar ----.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. O mesmo que REVERCHON e BRETON.VÉRTICO-BUCAL ----. linha infraórbito-meática ou linha de FRANKFURT. mais específica para fossa posterior craniana.É um perfil de coluna cérvico-torácica e também utilizada na mielografia cervical e cérvico-torácica. 74-) Kv ----.TRANSORBITÁRIA ----. . Coincide com a linha inter-orbitária. O mesmo que linha horizontal americana ou linha meatoorbitária. para o estudo do osso temporal. O mesmo que linha horizontal alemã. linha infra-órbitomeática ou linha de FRANKFURT.Linha que vai do palato duro até o bordo póstero-superior do buraco occipital. .Vai do bordo externo de uma órbita ao bordo externo da outra órbita.É o fator radiográfico responsável pela penetração dos raios-X.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo.É um AP de crânio. 83-) Linha glabelo-alveolar ----. THOMS ----. TOWNER ----.É um AP de face com a boca aberta.TWINING ----. Demonstra a zona limite da base do crânio.Corresponde a um AP para articulação coxo-femural com os fêmures quase em perfil. linha infra-órbito-meática ou linha antropológica. 93-) Linha de RHEESE ----. 1 Kv representa 1000 vezes 1 volt. .Vai da glabela ao teto do conduto auditivo externo.Linha que passa pelo bordo posterior do clívus e se curva com uma linha que passa pelo processo clinóide posterior e vai até o násion. 73-) Índice de grade ----.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. 78-) Linha central da estativa ----. principalmente para o estudo do macisso facial. O mesmo que linha horizontal alemã.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. .linha que passa verticalmente pelo centro do conduto auditivo externo. O mesmo que linha antropológica. 82-) Linha de FRANKFURT ----.- STENVERS ----.É uma axial de pelve feminina.TRANSAXILAR ----.Divide o maior plano da mesa em duas metades iguais. . 75-) Linha acântion meatal ----. O mesmo que LAWRENCE e transaxilar.É uma oblíqua de crânio para o estudo do osso temporal.TRANSORAL ----. . .vai do acântion ao meato acústico externo. Utilizada no estudo dos ossos da face.VAN ROSEN ----. 91-) Linha násion-meatal ----. para o estudo das primeiras vértebras cervicais.Linha que divide o plano da estativa em duas metades iguais. 81-) Linha de CLÍVUS ----.É um AP de face. O mesmo que LAWRENCE e transtorácica.Vai da glabela ( frontal ) até a região alveolar do maxilar superior.Vai do bordo superior externo da órbita ao conduto auditivo externo do lado oposto. linha antropológica ou linha de FRANKFURT.

. do foco ou do filme no momento da exposição. . 108-) Placas de chumbo ----.Plano sagital ----.Coincide com a linha de RHEESE.Luvas utilizadas na radioproteção. O mesmo que plano horizontal alemão ou plano de FRANKFURT.É uma apnéia inspiratória.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos. divide a cabeça em anterior e posterior. Coincide com o plano coronário ou biauricular. 112-) Proximal ----. 116-) Radiografia cinza ----. Coincide com o plano frontal ou coronário. 113-) Radiação primária ou direta ----. .É o resultado da reflexão ou refração da radiação primária. 105-) Molibidênio ----. 117-) Radiografia flou ----. . compostas de borracha e chumbo em solução. 96-) Luvas plumbíferas ----.Divide o corpo em duas metades ( direita e esquerda ).Plano biauricular ----.O mesmo que “material a base de chumbo”. O mA é o responsável pelo grau de aquecimento do filamento e pela quantidade de elétrons liberados no catódio.Plano coronário ----.Vai do bordo superior da órbita ao teto do conduto auditivo externo.Plano frontal ----. 101-) Mau contato de ecram ----. Normalmente por mau contato de ecram.Sem detalhe. . Utilizado no posicionamento para buraco ótico.Representação gráfica e estática num filme de raios-X de uma determinada região a ser examinada.Coincide com a linha horizontal alemã.Elemento utilizado para construção de filamento e placa anódica da ampola de raios-X.Os diferentes planos anatômicos servem como ponto de referência para a execução de radiografias. O mesmo que plano meato-orbitário.O mesmo que de pé ou em bipedestação. Coincide com o plano biauricular ou coronário. 99-) Manobra de MüLLER ----.Placas para limitar no filme o campo a ser radiografado.Plano horizontal americano ----. 114-) Radiação secundária ou espalhada ----. 110-) Plumbífero ----. 104-) Miliamperagem ----.É o fator radiológico que representa a quantidade de raios-X.Vai do trágus a protuberância mentoniana. 98-) mAs ----. 102-) Mesa de comando ----. Representa 1 mA = 1\1000 ampére. 95-) Linha trágus-mentoniana ----. 106-) Negatoscópio ----.Imagens “flou” em determinadas regiões do filme que se repetem no mesmo lugar do chassis em outras radiografias. 115-) Radiografia ----.Plano horizontal alemão ----.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos divide o corpo em anterior e posterior.Plano antropológico ----.Plano de FRANKFURT ----. forçando a expulsão do ar com a glote fechada.Geralmente a causa é pouco Kv ( penetração ). 118-) Radiografia fraca ----.Qualquer plano que passa paralelo ao mediano sagital. sem chocar-se com nenhum anteparo. T e Kv 103-) Mesa de exame ----. .Coincide com a linha antropológica. O mesmo que plano horizontal alemão ou plano antropológico. .É uma apnéia expiratória. 97-) mA ----. movimento do paciente. 100-) Manobra de VALSALVA ----.Coincide com a linha de FRANKFURT. 95-) Lordose ----.Geralmente quando teve excesso de Kv nos fatores radiológicos. a mais utilizada para o estudo do osso temporal. 107-) Ortostática ----.Mesa onde se liga o aparelho e se gradua os fatores radiológicos : mA. . .Em relação com uma outra extrutura próxima.Desvio anterior da coluna vertebral. Coincide com a linha násion-meatal. 111-) Potter-bucky ----. Apresenta ponto de fusão mais baixo do que o tungstênio.Plano de RHEESE ----. O mesmo que plano antropológico ou plano de FRANKFURT.O mesmo que mA.É o fator radiológico que representa a miliamperagem que penetra na ampola de raios-X.Dispositivo com luz fluorescente ou branca para a visualização de radiografias.94-) Linha supra-órbito-meática ----.Coincide com a linha horizontal americana. É o resultado da multiplicação do mA pelo tempo de exposição. . é a que esta mais próxima do crânio. . ou o filme que sofreu velamento químico ou físico. 109-) Planos ( de ) : ----.É a que sai diretamente do anódio.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos divide o corpo em anterior e posterior.Local onde se posiciona o paciente para a obtenção de radiografias.Plano mediano sagital ----. forçando a expulsão do ar com a glote fechada.Grade antidifusora com mecanismo de movimento durante a exposição. sem definição.

136-) Transformador ----. 120-) Radiografia mofada ----. 126-) Região alveolar ----. 134-) Teste de KNUTSON ----. Examenes radiológicos – Guia para una buena prática clínica nº229. outras radiações. Marilene Monteiro. AZEVEDO FILHO. 1974 – ( distribuição interna ). Sueli Ferreira. Morris. J. geralmente acima de 1. etc. Positioning in radiography.Material que compõem os filamentos catódicos e também a placa anódica.Quando feita com grade antidifusora fixa ou grade potter-bucky que não tenha movimentado na hora da exposição. 1961. 1966. B. Técnica radiológica de urgência em membros superiores e inferiores. 8th ed.Acessório acoplado ao seriógrafo. o foco ou o filme. CUNHA. IERMN. 129-) Seriógrafo Aparelho manipulado pelo médico radiologista que.80m. PASCHOAL. EASTMAN KODAK COMPANY. CLARK. . escanograma ou mensuração radiológica dos membros. 130-) Técnica de faril ----. do grego. ANSON. 139-) Velamento ----.Geralmente por excesso de Kv ( penetração ).Quando o paciente respira no momento da exposição. para produção da radiação. 1971. C. 125-) Radioscopia ----.Técnica em que o paciente faz uma hiperflexão e uma hiperextensão do tronco. 140-) Vidro plumbífero ----. que associado ao mA obtemos o mAs ( quantidade de raios-X ). calor. ABREU. 132-) Tempo de exposição ----. Diagnostic radiography. 6ª ed. O mesmo que escanografia. corresponde a um AP de coluna tóraco-lombar para escoliose. Elementos de radiografia.É o exame radiológico que é responsavel pela mensuração dos membros ( geralmente os membros inferiores ). ( Distribuição interna ). Rio de Janeiro.É o método de exame radiológico que executa radiografias em planos pré-selecionados pelo operador.00m e normalmente a 1. Inácio Gonçalves da. 133-) Teste de ABEL ----. 123-) Radiografia tremida ----. faz radiografias em série. 137-) Tronco ----. Rio de Janeiro. varia entre 2200º e 2800º C. 1974. IERMN 1974 – ( distribuição interna ). Rio de Janeiro.Filme que sofreu a ação de certas radiações. que normalmente varia entre 110-120. 131-) Telerradiografia ----. 121-) Radiografia queimada ----.Filme que sofreu ação da umidade. General eletric. Carlos. em Kv ( 1000 x 1 volt ). 1975 – Distribuição interna. “distância” ) – São radiografias feitas a maiores distâncias. Rio de Janeiro.119-) Radiografia gradeada ----. Física e química aplicadas a radiologia. Glenda J. Filmes e princípios de câmara escura ( 1968 ) AMÉRICO. Técnica radiológica de urgência em crânio e face. umidade. Technique radiography. 1973.Bibliografia AGFA GEVAERT.Quando acontece de movimentar no momento da exposição. BRYAN.( tele. com finalidade de radioproteção. F.Representação dinâmica do corpo humano através de um ecram fluoroscópico ou radioscópico. 12th ed. BLOOM. Rio de janeiro.Válvula com função de transformar a corrente alternada em contínua. 220 e as vezes de até 380 volts. En Español. Human anatomy. IERMN. London. K. 2th ed. 1964.Vidro com chumbo em solução. New York. Coletânea dos temas livres da II jornada de técnica radiológica do IERMN. 135-) Tomografia ----. 127-) Retificador ----. através do ecram fluoroscópico. 122-) Radiografia respirada ----. A imagem fica sem definição ( flou cinético ).O filme que sofreu a ação de luz. organização panamericana de la salud e organização mundial de la salud. escanometria.Técnica em que o paciente fazuma hiperlateralização direita e esquerda do tronco. corresponde a um AP de coluna tóraco-lombar para escoliose. São varias folhas de borracha plumbífera com finalidade de radioproteção. 124-) Radiografia velada ----. IERMN. EEUU. Colégio americano de radiologia. London. IERMN. 128-) Saia plumbífera ----. 1973 ( distribuição interna ). 19 . Rio de Janeiro. Radiologia do ouvido. o paciente.50m até 2. Luiz Fernando.Onde se implantam os dentes. calor.Aparelho que tem função de transformar a voltagem da rua. 138-) Tungstênio ----. Heinemann. 1973 ( Distribuição interna ). BOISSON. umidade ou outros agentes. Apresenta alto ponto de fusão ( por volta de 3280º C ) pois a temperatura dentro de uma ampola de raios-X. Antonio Baião de.Porção do corpo humano composta pelo tórax e o abdome. Técnica radiológica da face.Fator radiológico expresso em segundos ou seus múltiplos. Noções de técnica radiológica.

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