Técnica radiológica médica Luiz Fernando BOISSON. Serviço de radiologia do hospital municipal Miguel Couto.

Registro de direitos autorais - B.N. Rio de janeiro. 4º EDIÇÃO revisada e ampliada. 1980

Uma homenagem aos médicos radiologistas do Hospital Municipal Miguel Couto. Dr. Felicio Jahare Dr. Aldo Leite Ribeiro Dr. Paulo Menezes Nogueira Penido Dr. Luiz Alberto Moreira de Souza Dr. Hugo Cordovil Dr. João Carlos Tosin Lopes Dr. Aluisio Pereira

ÍNDICE .
01 - Técnica radiológica. Introdução
Incidência ou projeção. É o conjunto de meios para a obtenção de uma radiografia. Os principais meios que condicionam a obtenção de uma radiografia são: - Fatores radiograficos - Posicionamento - Raio central.

Fatores radiológicos
Os fatores radiológicos básicos são : - mA ( miliampere ) ==> 1/1000 A - Kv ( quilovolt ) ==>1 x 1000 volts - .e ( espessura ) ==>em cm e suas frações - .d ( distancia ) ==>em m e suas frações 1 - mA ( miliampere ) O mA que penetra na ampola é o responsável pelo aquecimento do filamento catódico, que libera os eletrons para chocaren-se no anódio, produzindo os raios-X. A miliamperagem utilizada numa determinada radiografia, associada ao tempo ( segundos e suas frações ) , nos dá o mAs ( miliampere-segundo ) , que representa a quantidade de raios-X. A - Tempo ( t ) ==> O tempo a ser utilizado numa radiografia é proporcional á incidência, aplicada ao exame radiológico. O tempo de exposição dos raios-X coincide com o tempo de aquecimento do catódio ( polo negativo ). B - mAs ( miliampere-segundo ) ==> represente a quantidade de raios-X emitida durante a exposição. O mAs é o responsável pelos contrastes fortes, isto é, o preto e o branco. Obtemos o mAs multiplicando o ma ( miliampere ) pelo t ( tempo ). .mAs = mA x t Exemplos : .mAs = ? .mA = 300 ==> mAs = 300 x 0,5 ==> mAs = 150 t = 0,5 s ________________________________________________________________________________ .mAs =? .mA =200 ==> mAs = 200 x 1,0 ==> mAs = 200 t = 1,0 s ________________________________________________________________________________ .mAs = ? .mA = 100 ==> 100 x 2,0 ==> mAs = 200 t=2s ________________________________________________________________________________ Podemos concluir : Numa mesma unidade de tempo, quanto maior o mA, maior a quantidade de raios-X. Com alta miliamperagem, podemos conseguir grande quantidade de raios-X, com tempo curto. 2 - Kv ( quilovolt ) O Kv ( quilovolt ) representa a velocidade de impacto dos eletrons liberados do catódio ( - ) contra o anódio ( + ) . Quanto maior a quilovoltagem, menor o comprimento de onda e maior a penetração dos raios-X. O Kv é o responsável pelos contrastes intermediários entre o preto e o branco. Podemos obter a quilovoltagem multiplicando a espessura ( e ) da região a ser examinada por 2 ( dois ) e somando uma constante ( k ). Para um mesmo exame a constante pode variar de acordo com o tipo de aparelho. Kv = 2 e + k Exemplos : Kv = ? .e = 20 cm ==> Kv = 2 x 20 + 30 ==> Kv = 70 .k =30 ________________________________________________________________________________ Kv = ? .e = 15 cm ==> 2 x 15 + 60 ==> Kv = 90 t = 60 ________________________________________________________________________________ Kv = 80 .e = 25 cm ==> 80 = 2 x 25 + k ==> k = 30 k=? ________________________________________________________________________________ Kv = 100 .e = ? ==> 100 = 2 x e + 60 ==> e = 20 cm k = 60 3 - e ( espessura )

necessário para estudar radiologicamente uma determinada região. além da espessura.C. Região posterior direita. com a finalidade de filtrar a radiação secundaria. Obliqua anterior interna ( OAI ) Antebraço . pois ás vezes. Exemplo : Fratura no terço distal da perna. É bastante freqüente encontrarmos associada a uma fratura completa de cúbito.Perfil direito ou lateral direita. AXIAL . O que especifica uma incidência é a penetração do raio central. Região posterior esquerda. Fazer panorâmica de abdome no estudo dos rins ou vesícula.Postero-anterior ( PA ) .Rotina : Antero-posterior ( AP ) . Região esquerda do paciente mais próxima do filme. próximo á região que foi radiografada no "spot film". Região posterior externa ou lateral.Obliqua posterior direita. aumentando em muito o detalhe da imagem. Região anterior externa ou lateral. como acontece normalmente nas radiografias de coxa e perna. Região anterior direita.Perfil interno ou perfil medial. São as incidências pelas quais o radiologista pode incluir na rotina. penetra na região posterior saindo na região anterior. Quando isso não for possível. ou Pmed . coxa e perna. realizado em filmes pequenos. Exemplo : Radiografia do tórax. que são efetuadas a maiores distancias.R. penetra na região anterior. É o número mínimo de radiografias. é importante sempre que possível incluir no filme as articulações proximais e distais. Raio central É o feixe de raios-X.Obliqua anterior esquerda. saindo na região posterior mais próxima do filme. as radiografias devem incluir a articulação tibio-társica. na procura de eventuais fraturas ou luxações. Pint. á densidade da região. cilindros. OAD . Incidências panorâmicas.Antero-posterior ( PA ) . OAI ou OAM -Oblíqua anterior interna ou medial. ) Tórax . proporcional. mais próxima do filme.Obliqua posterior esquerda. deve-se sempre incluir a articulação mais próxima do local afetado. mais próxima do filme. excetuando-se as telerradiografias ( tele do grego : distancia ) .Obliqua posterior interna ou medial. OAE ou OAL . Perfil esquerdo ( Pesq.C. Essas incidências. OPE ou OPL .Antero-posterior . Posicionamento É a posição em que o operador coloca o paciente para obtenção de uma determinada incidência. pode haver uma patologia. mais próxima do filme. Região anterior interna ou medial. que variam entre 1. Pext ou Plat . Região anterior mais próxima do filme. mais próxima do filme. Exemplos : Perna .0 m De acordo com a lei de Kepler. mais próxima do filme. Perfil interno ( Pint. mais próxima do filme. crânio. o único que não é obliquo. com a finalidade de esclarecer uma hipótese diagnostica.Obliqua anterior direita. PA . Exemplo : Fazer panorâmicas do crânio no estudo radiologico do osso temporal ou da sela turca. pois utilizam diafragmação ou colimação. Perfil externo ( Pext ) .Raio central percorre internamente o maior eixo da região a ser examinada. mais próxima do filme.R. devemos sempre associar incidências panorâmicas e localizadas. Mão . Como regra geral. teremos que quadruplicar a densidade da radiação. em pacientes politraumatizados. antebraço. pois num mesmo posicionamento. OPE . também chamadas "spot film" ( to spot = localizar ) . abdome simples. São radiografias de grandes áreas anatômicas. mais próxima do filme.Póstero-anterior . .Obliqua posterior externa ou lateral. se dobramos a distancia foco-filme. luxação da cabeça do rádio. puntiforme.Perfil externo ou perfil lateral. Sempre que formos estudar detalhadamente uma região. ) Incidências complementares. Região direita do paciente mais próxima do filme.Perfil esquerdo ou lateral esquerda. nunca devemos realizar um exame radiológico somente com incidências localizadas. que utilizam a diafragmação somente para o tamanho do filme.. Região posterior interna ou medial. mais próxima do filme. com os mesmos fatores. Escolha de filmes. OAE . OPI ou OPM . sai perpendicular em relação ao maior eixo da ampola. o Kv e o mAs terão que ser ajustados de maneira precisa para obtermos uma radiografia de bom padrão. Normalmente são projeções que utilizam a área total do filme. pode haver várias entradas de raio central diferentes. Nas radiografias de braço. Incidências localizadas. apresentam uma melhor definição da imagem. 4 . para evitar que haja superposição do numerador com estruturas importantes para o exame. que poderia não aparecer a um exame radiológico tecnicamente errado. A identificação deve ser colocada numa região que não sofreu exposição. etc.d ( distancia ) A distancia foco-filme para a maioria dos exames radiológicos é de 1 m. mais próxima do filme. para termos uma radiografia de padrão semelhante. Tipos de incidências básicas Incidências que apresentam como ponto de referência a penetração do raio central : AP . que fugiria assim á percepção do radiologista. Incidências de rotina. Pdir . cones e outros localizadores.Obliqua anterior externa ou lateral. isto é.De acordo com a espessura da região a ser examinada. deve-se sempre utilizar os maiores filmes. OPD . que são as regiões onde estão os ossos mais longos do corpo humano. Região externa ou lateral. Como regra geral.. Região interna ou medial. Incidências que apresentam como ponto de referência a região do paciente mais próxima do filme : Pesq. Região anterior esquerda. perna. A espessura entra na fórmula para a obtenção do Kv : Kv = 2 e + k Há uma certa padronização do mAs para cada região do corpo humano a ser examinada.50 e 2.Postero-anterior ( PA ) .

pois neste caso deixa de existir o lado direito e esquerdo e sim o anterior ou ventral e o posterior ou dorsal. Essa superposição deve ser aceita. pois uma radiografia com numeração errada representa uma grave falha. estudando os lados direito e esquerdo de alguma região. Nas incidências em perfil. Paciente de pé ==> parte mais alta do chassis Paciente sentado ==> no lado do chassis Paciente deitado ==> parte mais baixa do chassis Quando a radiografia é colocada no negatoscópio a imagem do numerador deve estar colocada á esquerda do observador. Obliqua posterior interna ( OPI ) ________________________________________________________________________________ Seios da face . A identificação nunca deve sobrepor estruturas importantes ao exame radiológico e deve sempre aparecer totalmente no campo radiográfico. 02 . como é feito no estudo da cervical. que estabelece a colocação do numerador. o numerador acompanha a inversão do posicionamento. É importante referirmos que a posição anatomica do corpo humano. A posição do doente. Retirar anéis ou outros adornos. que tornará o exame radiológico sem efeito. Quando o paciente está em AP o numerador é colocado de maneira que se consiga ler a data . Nesse caso. PA / Pint. O ato de conferir a identificação deve exigir grande atenção por parte do operador. coloca os membros superiores em supinação. pois se o numerador for colocado num espaço vazio por trás da coluna. . ) . de importância secundaria. superpondo-se então com a mandíbula. Hirtz ( H ) Identificação das radiografias Identificação é colocar o numerador de maneira que apareça na radiografia. Dedo ( 2º ao 5º Quirodáctilo ) Estudo radiológico – 2º ao 5º quirodáctilo. em ambos quando colocado ao chassis. número de registro e as iniciais. com a data do exame. de maneira que a região palmar fica voltada para frente.Complementares : Obliqua posterior externa ( OPE ) . Nos exemplos citados o numerador será colocado com a face anterior voltada para o filme. Se for colocado próximo a qualquer um dos três vértices restantes do filme. não mais conseguimos ler a data. Exemplo : OAD ( obliqua anterior direita ) de tórax em posição ortostática : Será colocado na região superior direita do chassis com sua frente voltada para o filme. Dedo ( quirodáctilo ). nesse caso. 1º dedo – polegar – apresenta uma falange proximal ou 1ª falange e uma distal ou 2ª falange. PA / AP / Pint. que possam se superpor a imagem radiográfica. Há uma convenção. numero de registro do paciente no hospital ou no serviço de radiologia e se possível as iniciais do nome do paciente. a colocação do numerador no lado direito ou esquerdo. Perfil de colunas torácicas e lombar em posição ortostática : Deve ser colocado na parte superior do chassis. uma 5º dedo – Auricular ou mínimo  falange média ou 2ª falange e uma falange distal ou 3ª falange. A colocação do numerador nas incidências obliquas acompanha a mesma convenção da antero-posterior ( AP ) e postero-anterior ( PA ). Colocação do numerador. Incidências. Há certas incidências que a identificação tem que ser de maneira atípica : Exemplos : Perfil de crânio com paciente em heme-decubito-lateral : Deve ser colocado ao nível da região mentoniana. não irá aparecer na imagem por causa da alta quilovoltagem utilizada nessas radiografias. Mento-naso ( MN ) Complementares : Perfil esquerdo ( Pesq. 2º dedo – índex ou indicador  Apresentam uma 3º dedo – Médio  falange proximal 4º dedo – Anular  ou 1ª falange. passa a não Ter tanta importância. poderá superpor estruturas de grande importância no estudo radiológico do crânio.Rotina : Fronto-naso ( FN ) . superpondo-se com alguma parte da região anterior do tórax ou abdome.Membro superior. sempre no lado direito do paciente. Devemos seguir como norma que o numerador sempre caia no lado esquerdo quando a radiografia em posição de observação. Quando está em PA. / Pext / OAI / OAE / OPI /OPE Incidências de rotina. Quando for o caso de duas incidências localizadas num mesmo filme. deve Ter uma identificação que especifique esses lados. número de registro e iniciais. também indicará a região do chassis onde se colocará o numerador. ou Pext / OAI / OAE PA O dedo deve ficar estendido com a sua região anterior apoiada sobre o chassis.

Os dedos. Esta projeção apresenta a desvantagem de não apresentar totalmente o 1º metacarpiano na imagem. ou na cabeça da 1ª falange. qualquer uma das duas pode participar da rotina. Incidências de rotina PA / Pext / OPI / OPE PA Podemos obter o PA do polegar de duas maneiras : A-) Apoiamos a região anterior do dedo no chassis. para evitar a superposição. o paciente com uma contusão. Esta incidência só deve ser utilizada nos casos de controle de fratura ou luxação onde a imobilização deve ser feita com a falange em posição anatômica de repouso. Para isso. entrará na concavidade. sem ficar em posição incômoda. Polegar ( 1º Quirodáctilo ) ESTUDO RADIOLÓGICO DO 1º DEDO ( POLEGAR ) O polegar. fletidos ao máximo. OPI e OPE Somente utilizamos as obliquas posteriores quando o paciente apresenta qualquer tipo de alteração que o obrigue a manter os dedos numa certa flexão. apresenta dificuldade nesse posicionamento. de maneira que o polegar fique em PA. colocar um apoio radiotransparente sob o polegar. Raio central perpendicular. . penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange ou proximal. Raio central perpendicular. isto é. Normalmente. O raio central então. essas incidências devem participar da rotina. entre o dedo e o chassis. mais próxima do filme.O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa. de uma maneira geral. por ser o responsável pelo exercício de pinçar. OAE Região anterior externa do dedo mais próxima do filme. É de grande importância a inclusão na radiografia do 1º metacarpiano em sua totalidade. a mão e o antebraço devem ficar em linha. Pint ou Pext Utilizar o Pint ou o Pext vai depender da posição que for mais cômoda para o paciente e em segundo plano a que aproximar mais o dedo do filme. Obliqüidade de aproximadamente 45º. apoiados sobre a mesa e chassis. por causa das freqüentes fraturas de sua base ( fratura de BENNETT ) Raio central perpendicular. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange. Raio central perpendicular. Se houver dificuldade do paciente manter essa posição. AP Região posterior ou dorsal do dedo. enquanto a interna fica erguida. os objetos. cirúrgicas. OAI E OAE As projeções obliquas. Para isso. Estas incidências podem ser realizadas com a região interna ou externa da mão e antebraço apoiados sobre a mesa e chassis. OAI Região anterior interna do dedo. dependendo se for o perfil interno ou o perfil externo. que deverá estar colocado numa das extremidades da mesa. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 2ª falange ou na cabeça da 1ª falange. etc. devem ficar apoiados. apresentam grande importância nas suspeitas de fraturas articulares e como sabemos da grande freqüência dessas fraturas ao nível dos dedos. como em imobilizações ortopédicas. respectivamente. em proporção com as obliquas posteriores. com uma pequena flexão. O dedo que vai ser radiografado deve ficar estendido e os outros. apoiado sobre o chassis. 5º metacarpiano e cúbital. por isso seu estudo radiológico se dá de maneira diferente. Por isso deve utilizar sua outra mão para manter o lado a ser examinado fixo e os dedos fletidos. a região do 5º dedo. junto aos outros dedos. se apresenta implantado na mão de maneira obliqua. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. a região externa da mão fica mais próxima do filme. A OAI e OAE são as que apresentam maior facilidade de posicionamento. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange ( proximal ). por isso. enquanto o outro lado fica mais afastado. penetrando na articulação metacarpo-falangeana. Raio central perpendicular. Obliqüidade de aproximadamente 45º entre o dedo e o chassis. Incidências PA / AP / Pint / Pext / OPI / OPE /OAI / OAE . Raio central perpendicular. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. de maneira que possa apoiar a mão sobre o chassis. Raio central perpendicular. B-) Colocar a mão em posição lateral. separando os espaços inter-articulares. quadros reumáticos avançados.

03 / fino / 1m / não / 18x24 Mão – A mão é composta por três grupos ósseos distintos : OSSOS DO CARPO. 3º metacarpiano e antebraço devem ficar em linha. suavemente para dentro. Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 38 / 3 / 100 / 0. O polegar deve ficar apoiado sobre um anteparo radiotransparente para fixar o posicionamento. de maneira que possa apoiar a mão sobre o chassis. Esta projeção apresenta a desvantagem de não apresentar com boa definição o 1º metacarpiano. ou qualquer condição patológica na região posterior. OPI e OPE A partir do posicionamento em PA ( A ) de polegar. FATORES. Pint Girar a mão em supinação. FALANGES. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. OAI e OAE A partir do posicionamento em PA ( A ). até que o seu dorso fique apoiado no chassis. para obter um maior detalhe. É o posicionamento em perfil. Retirar anéis. que seja necessário aproximar mais do filme. Estudo radiológico Incidências PA / AP / Pint com flexão e com extensão / Pext / OAI / OAE / OPI / OPE Incidências de rotina PA / OAI PA ou DORSO-PALMAR A região anterior ou palmar deve ficar apoiada sobre o chassis. colocá-la em concha. dividido com placas de chumbo ou por colimação. Essas incidências entram na rotina para polegar. Raio central perpendicular. pulseiras ou outros adornos que possam aparecer na imagem radiográfica. Obliqüidade dedo-chassis. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa. pela maior facilidade de posicionamento. apoiados sobre a mesa e o chassis. METACARPO. Obliqüidade dedo-chassis de aproximadamente 45º Raio central perpendicular na 1ª articulação metacarpo-falangeana. Raio central perpendicular. deve tracionar os quatro dedos para trás. Esta incidência deve ser utilizada nos casos em que haja uma certa flexão de qualquer uma das articulações da mão. antebraço e braço devem ficar apoiados sobre o chassis e a mesa. AP ou PALMO-DORSAL Região posterior da mão. Para fixar o posicionamento e melhorar a demonstração de 1º metacarpiano. até que a região posterior do polegar fique em contato com o chassis. mais cômodo para o paciente. Para conseguirmos um perfil rigoroso devemos colocar o braço fazendo um ângulo de 90º com o antebraço. podendo-se utilizar um filme 18x24cm. O 3º dedo. Para fixar o posicionamento deve-se colocar um apoio radiotransparente sob a região dorsal interna da mão.05s / fino / 1m / não / 24x30 Pint em extensão A região interna da mão. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. sem ficar em posição incômoda. deve ser de aproximadamente 45º . devem ser em número de quatro. o paciente. penetrando ao nível da 3ª articulação metacarpo-falangeana ( na grande prega transversal da mão ). girar a mão para dentro ( OPI ) e girar a mão para fora ( OPE ) . Raio central perpendicular. forçar uma rotação interna do polegar ( OAE ) e outra externa ( OAI ). penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. penetrando a 3ª articulação metacarpo-falangeana.AP Podemos obter o AP do polegar de duas maneiras : A-) girar a mão em pronação máxima. . B-) girar a mão em supinação máxima até que a região posterior do polegar fique em contato com o chassis. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. girando a região do polegar. apoiada sobre o chassis. com a outra mão. NOTA As radiografias de rotina para dedo. Raio central perpendicular. Pext Com a mão em PA.

Somente nesta obliqua é utilizada na rotina por apresentar excelente definição dos componentes anatômicos da mão. de maneira que o arco natural da mão seja mantido. para ambos. fazemos sem o ecram. o polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. para que possa aproximar da mesa o seu braço e antebraço. Raio central perpendicular. quando virmos que a posição do seu corpo facilita o posicionamento. O polegar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a região palmar. Para manter este posicionamento é necessário utilizar um apoio radiotransparente na região medial da mão. devemos Ter o cuidado de estender bem os dedos.08s / fino / 1m / não / 24x30 OAI Região anterior interna mais próxima do filme. Obliqüidade mão-filme de 45º. O perfil sempre deve ser rigoroso. medialmente. com os dedos ligeiramente flexionados. mais próximas do filme. Obliqüidade mão-filme de 45º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 36 / 8 / 100 / 0. OAE Região anterior externa. É usada para demonstrar o deslocamento para diante ou para trás. O polegar pode ficar algo afastado da região palmar. de maneira que o antebraço faça um ângulo de 90º com o braço. 3-) Radiografia sem ecram reforçador Quando desejamos obter o máximo de detalhe numa radiografia de mão. de maneira que toda a sua região anterior fique em contato com o chassis. Desta posição girar medialmente. teremos um melhor estudo das regiões articulares e evitaremos que o paciente venha repetir o exame com suspeita de uma patologia. descansando sobre a mesa. mais próxima do filme. B-) Aumentarmos 5 Kv em todas as incidências e realizarmos uma revelação manual rápida. Raio central perpendicular. devemos fazer de rotina o "PA" e o "perfil" em extensão. O paciente deve ficar sentado num plano baixo. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. Pext Região externa da mão. Raio central perpendicular. que poderá ser o interno ( medial ) ou externo ( lateral ).05s / fino / 1m / não / 24x30 Mão ( corpo estranho ) NOTAS GERAIS 1-) corpo estranho Quando a indicação é corpo estranho. Exemplo : com ecram – 5 mAs / 42 Kv Sem ecram – 100 mAs / 45 Kv 4-) falsa diminuição do espaço articular Quando formos radiografar o "PA" de mão. O antebraço deve ficar em linha com a mão. Obliqüidade mão-filme de 45º. penetrando na 2ª articulação metacarpo-falangeana. diferente do posicionamento do perfil já descrito. Raio central perpendicular. Esta projeção pode ser importante em qualquer condição patológica situada próximo a região externa da mão. o polegar deve colocar-se sobre a região do 2º metacarpiano e indicador. aos metacarpianos e ao indicador. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. que é a diminuição do espaço articular. No perfil interno em extensão. através da maior aproximação do corpo estranho em relação ao filme. O paciente coloca a mão sobre o chassis na posição de perfil interno. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa. envolvendo o filme num papel radiopaco a luz. principalmente quando a indicação são luxações ou subluxações. penetrando na 2ª articulação metacarpo-falangeana. estas projeções só devem ser utilizadas em condições especiais como por exemplo em pacientes politraumatizados. que se deseje aproximar do filme para um maior detalhe. 2-) partes moles Quando nos interessa o estudo das partes moles. penetrando de maneira que passe pela 3ª articulação metacarpo-falangeana. em fraturas dos metacarpianos. No perfil externo. temos duas técnicas : A-) Retirar 3 Kv no PA e obliquas de mão e 5 Kv no perfil em extensão. Pint com flexão Esta incidência é feita com os dedos relaxados. de modo que suas pontas toquem o chassis. Tendo esse cuidado. passando ao nível da 3ª articulação metacarpo-falangeana. Pela maior dificuldade de posicionamento. O polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0.O polegar deve ficar paralelo. Qual dos dois perfis será definido. . com a região medial da mão e antebraço mais afastadas. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular.

que se apresentam em duas fileiras : Fileira proximal : Escafoide / Semilunar / Piramidal / Pisiforme Fileira distal : Trapézio / Trapezóide / Grande osso / osso ganchoso Estudo radiológico Incidências PA em concha. AP Região posterior do punho. O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa para o posicionamento ficar mais cômodo. B-) Mão normal – Região palmar estendida. Raio central perpendicular. passando ao nível das 3ª articulações metacarpo-falangeanas. no ponto médio do punho. Temos três métodos para realizar o PA : A-) Mão em concha – É o melhor. Deve ser uma exposição em PA comparativa de mão. penetrando no ponto médio da grande prega do punho. Pext Região lateral da mão e punho encostados no chassis. Esta incidência apresenta uma certa distância entre o punho e o chassis. A mão deve se manter em linha com o antebraço. Estas projeções apresentam grande valor. punho e antebraço apoiadas no chassis e mesa. O polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. a mão em concha. A mão deve ficar em pronação máxima. normal e em garra / AP / Pint / Pext / P com flexão / P com extensão / OAI / OAE / OPI / OPE / Desvio cúbital / Desvio radial / Incidência de STECHER / Incidência para canal carpiano Incidências de rotina PA / Pint / OAI / OAE PA Região anterior do punho. O polegar deve ficar medialmente paralelo ao 2º metacarpiano e ao indicador. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. Para conseguirmos um perfil rigoroso de punho devemos fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. como no PA. penetrando ao nível do processo estilóide ( palpável na região mais proximal da tabaqueira anatômica ).Idade óssea ( mãos e punhos ) A medida da idade óssea do esqueleto pode ser feita através da tabela de GREULICH E PYLE ( 1959 ). Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . penetrando no processo estilóide do rádio. deve fazer uma radiografia com flexão forçada e uma outra com extensão forçada. encostada ao chassis e mesa. mais próxima do filme. penetrando 1cm abaixo do processo estióide do cúbito. O raio central para qualquer uma das três variantes do PA. nos casos de suspeitas de luxações. mais próxima do filme. Raio central perpendicular.05s / fino / 1m / não / 24x30 Punho O punho é composto pelos ossos do carpo. de maneira que suas pontas fiquem em contato com o chassis. É muito importante para a aferição da idade óssea a inclusão no filme de todos os grupos ósseos da mão e mais as zonas metafisárias e epifisárias do rádio e cúbito. em garra e mão normal. P com flexão e P com extensão Com o paciente no mesmo posicionamento de perfil interno de punho. de maneira que a região externa ou lateral do punho fique em contato com o chassis. Só utilizamos o AP quando queremos aproximar do filme qualquer patologia que se apresente ao nível da região posterior do punho.06s / fino / 1m / não / 18x24 Pint Região medial da mão. Raio central perpendicular. mas os ossos do carpo do filme é a mão em concha. Raio central perpendicular. no meio do filme. Podemos utilizar. Devemos fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. apresenta um certo afastamento entre o punho e o chassis. de maneira que passe ao nível de 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. igualmente. pois aproxima totalmente a região anterior do punho ao chassis. penetra perpendicular 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 38 / 6 / 100 / 0. mas os dedos em flexão forçada. Alguns autores acham necessário fazer somente da mão esquerda. Raio central perpendicular. C-) Mão em garra – Região palmar encostada no chassis.

A mão deve sofrer uma rotação externa de maneira que o polegar fique em linha com o rádio. O chassis deverá estar colocado sobre um plano inclinado de 20º. Obliqüidade punho-filme de 45º A imagem dessa projeção obliqua corresponde a OAE de punho. O polegar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a região palmar. A OAI demonstra com boa definição os ossos do carpo mais laterais ( escafóide. penetrando 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito.5cm acima da região do escafóide ( parede medial da tabaqueira anatômica ). Obliqüidade punho-filme de 45º Esta projeção apresenta a característica de dissociar totalmente o pisiforme. afastando do chassis qualquer parte da mão e punho. Podemos também colocar um saco de areia sob o chassis. Incidência com desvio radial Região anterior do punho em linha com a mão apoiadas sobre o chassis e mesa. Havendo dificuldade de manter o posicionamento. trapezóide ) e outros com menor definição como o semilunar e grande osso. até que a parede lateral do canal carpiano. também sem mover com o antebraço ou erguer. Esta projeção apresenta com boa definição os ossos da parede medial do punho : Pisiforme. como na posição PA com a mão normal. Obliqüidade punho-filme de 45º. Raio central perpendicular. o assoalho do canal carpiano é formado pelo osso semilunar Incidência de GAYNER-HART ( incidência para o canal carpiano ) Região anterior do punho apoiada sobre o chassis. piramidal e osso ganchoso. Outros ossos bem demonstrados : trapézio. OPI Região posterior interna do punho mais próxima do filme.50 / 38 / 8 / 100 / 0. penetrando 2cm acima do ponto médio do punho. Paredes do canal carpiano Parede lateral : osso escafóide / osso trapézio Parede medial : osso Pisiforme / osso ganchoso Na imagem radiológica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 6 / 100 / 0. A mão deve sofrer uma rotação interna. penetrando 2cm acima do ponto médio do punho. Raio central perpendicular. penetrando 1. . Piramidal. Para manter o posicionamento. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 38 / 6 / 100 / 0. hiperestender a mão e o punho e girar levemente no sentido medial. osso ganchoso e semilunar.08s / fino / 1m / não / 18x24 OAI Região anterior interna do punho mais próxima do filme. penetrando 1cm abaixo do processo do cúbito. A partir desse posicionamento. de maneira que forme um ângulo de 20º com o plano da mesa. Raio central perpendicular. A outra mão deve auxiliar. A imagem radiográfica da OAI corresponde a OPE de punho. Raio central perpendicular. trapezoide e semilunar. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do punho. fique em contato com o chassis. OPE Região posterior externa do punho mais próxima do filme. colocar um apoio radiotransparente sob a região palmar. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do punho. trapézio. Raio central perpendicular. para manter o posicionamento.06s / fino / 1m / não / 18x24 Canal carpiano É o canal por onde deslizam os tendões dos músculos flexores e os principais feixes vásculo-nervoso da mão. no centro do punho. podemos colocar um apoio radiotransparente sob a região palmar. como na anterior. Esta projeção apresenta com boa definição o osso escafóide dissociado em quase todas as suas faces articulares. O raio central perpendicular. Raio central perpendicular. A imagem da OAE corresponde a OPI de punho. Outros ossos do carpo bem evidenciados. no centro do punho. OAE Região anterior externa do punho mais próxima do filme.06s / fino / 1m / não / 18x24 Incidência com desvio cúbital ( incidência para escafoide ) Região anterior do punho em linha com a mão apoiadas sobre o chassis e mesa. Obliqüidade punho-filme de 45º A imagem dessa projeção obliqua corresponde a OAI de punho. Incidência de STECHER (incidência para escafóide ) O punho deve ficar ajustado sobre o chassis.

O raio central penetra na região mais alta do canal.Raio central com uma inclinação cefálica tal que tangencie o maior comprimento do canal. com o polegar apoiado no chassis. normalmente fazemos com uma inclinação média de 15º e 20º. Essa inclinação vai variar com o grau de extensão que o paciente consiga obter com a mão. Raio central perpendicular. Para conseguirmos um AP rigoroso do antebraço. o pacienta deve sempre sentar próximo a uma das extremidades da mesa. Raio central perpendicular. Com o paciente deitado.08s / fino / 1m / não / 30x40 Pint Regiões internas do braço. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho ( ou no meio do espaço entre o pico do olecrânio e o processo estilóide do rádio ). de uma maneira geral as radiografias devem ser feitas com filmes 30x40cm divididos no seu maior eixo. 3-) ROTINA RADIOGRAFICA Pacientes com fortes traumatismos de antebraço nunca devemos forçar os posicionamentos de rotina. que não fiquem bem evidenciadas nas incidências de rotina. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 10 / 100 / 0. respectivamente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 10 / 100 / 0. encostada no chassis. pois são freqüentes as fraturas de cúbito com luxação da cabeça do rádio ( fratura de MONTEGGIA ). por isso a necessidade da utilização do cone. certos traços de fratura. Obliqüidade antebraço-filme de 45º Estas projeções têm indicação quando o radiologista deseja esclarecer um diagnostico como. mas faremos sempre. Pext Regiões externas do braço. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho. cotovelo. no mínimo. A articulação do cotovelo também deve fazer um ângulo de 90º. reações periostais ou outras lesões ósseas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. que as duas articulações ( proximal e distal ) apareçam com boa definição na radiografia. sem supinar ou pronar a mão. em bloco.1s / fino / 1m / não / 18x24 NOTAS GERAIS 1-) POSICIONAMENTO Para facilitar os posicionamentos. A pesquisa de calcificações ao nível do canal é de grande importância.1s / fino / +_70cm / não / 18x24 Antebraço No antebraço encontramos 2 ossos. antebraço e punho apoiadas no chassis. Esta incidência pode ser utilizada em crianças ou em politraumatizados que estejam em decúbito dorsal. Para conseguirmos um perfil rigoroso. antebraço e punho apoiadas no chassis. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa do antebraço apoiadas sobre o chassis. aproximadamente a 3cm acima do plano do chassis. para obtenção de um maior detalhe. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. medialmente e lateralmente. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho ( ou no meio do espaço entre o pico do olecrânio e o processo estilóide do rádio ). de maneira que o braço fique quase totalmente apoiado sobre a mesa. de maneira que fique em posição cômoda. o rádio e o cúbito. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pint AP Região posterior do antebraço. de maneira que forme um ângulo de 90º com o tórax. duas incidências. O rádio está colocado lateralmente no lado do 1º dedo ( polegar ) e o cúbito medialmente no lado do 5º dedo ( auricular ). O paciente deve girar o antebraço. uma perpendicular a outra. deve haver um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. O paciente deve sentar. o braço deve ficar voltado para cima. com a mão também posicionada como em perfil interno. Raio central perpendicular. cotovelo. É de grande importância para o exame radiológico do antebraço. 2-) ESCOLHA DO FILME Excetuando-se os braços de crianças. com placas de chumbo em duas partes. Raio central perpendicular. . os ossos do punho e do antebraço ficam em posição obliqua. as vezes. a região palmar deve estar voltada para cima. Quando o polegar fica elevado.

apresentando o mesmo ângulo de separação entre o braçochassis e antebraço-chassis. o cotovelo deve girar em bloco. O ângulo antebraço-braço de aproximadamente 45º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. deve fazer um ângulo com o tórax de 90º e a articulação do cotovelo também um ângulo de 90º. AP em flexão Região posterior do cotovelo. Havendo necessidade. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 10 / 100 / 0.1s / fino / 1m / não / 18x24 Circunferência articular do rádio É a região da cabeça do rádio responsável pelos movimentos giratórios da mão ( supinação  rotação externa . penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. Esta projeção. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 8 / 100 / 0. Raio central perpendicular. cotovelo e antebraço apoiadas sobre o chassis e a mesa. Raio central com inclinação cefálica tal que penetre perpendicular ao maior eixo do antebraço. Com essa angulação retiramos totalmente o olecrânio da fossa olecraniana. tem importância no estudo das fraturas articulares. Fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. com o olecrânio aparecendo num plano semiaxial. cúbito e úmero. penetrando no epicôndilo lateral do úmero. apoiar a região posterior do braço sobre o chassis e mesa. A AP em flexão apresenta a fossa olecraniana do úmero livre. por apresentar a articulação sob um outro plano. medialmente e lateralmente. esses pacientes apresentam a região do cotovelo edemaciada. Essa incidência pode ser utilizada em crianças ou em politraumatizados. cotovelo e antebraço apoiadas no chassis e mesa. respectivamente.08s / fino / 1m / não / 18x24 Pint Regiões internas do braço. não permitindo a extensão. Normalmente. Com o braço para cima. num ponto situado a 2cm acima ( em direção distal ) do pico do olecrânio em direção do antebraço. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa mais próximas do filme. Raio central perpendicular. A articulação do cotovelo se mantém um pouco fletida. Esta projeção deve ser feita de rotina nos casos de pacientes com contusão ao nível do cotovelo. O ângulo nunca deve ser superior a 30º porque a partir daí não conseguimos uma boa demonstração por causa da distorção de imagem. Estas incidências apresentam grande importância nas suspeitas de fraturas articulares. Raio central perpendicular. Pext Regiões externas do braço. O AP em extensão do cotovelo. apresenta todos os componentes de articulação em visão frontal no seu maior eixo. que estejam deitados em decúbito dorsal. Obliqüidade cotovelo-filme de 45º. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. apoiada sobre o chassis. Devemos colocar a mão em posição de perfil interno. pronação  rotação interna ). Esta projeção deve ser feita de rotina nos pacientes de ambulatório onde a indicação clínica não é fratura ou luxação. Com a mão em supinação. A flexão do antebraço sobre o braço não deve ser forçada e sim o suficiente para aproximar as duas regiões anteriores. Cada um deles faz articulação com os outros dois.Cotovelo Os ossos que entram na articulação do cotovelo são o rádio. . Raio central perpendicular.08s / fino / 1m / não / 18x24 AXIAL ( incidência de PIERQUIU ) Com o braço flexionado. Incidências AP em extensão e flexão / Pint / Pext / OPI / OPE / AXIAL / Incidências de rotina AP em extensão / Pint / AP em extensão Região posterior do braço. penetrando no epicôndilo medial ou epitróclea do úmero. cotovelo e antebraço apoiadas sobre o chassis e mesa. para manter e facilitar o posicionamento. ou nos casos que esses pacientes consigam estender o braço e antebraço. Raio central perpendicular. penetrando ao nível da prega do cotovelo. que apresentem indicação clínica de fratura ou luxação. devemos colocar um apoio sob o antebraço.

O exame pode ser feito com o pacienta em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Raio central perpendicular. Pint (A) Região interna ou medial do braço. mais próximo do filme. Braço É o braço composto por apenas um osso. Raio central perpendicular. aconselhamos a utilização do efeito anódio. o braço então sofrendo uma rotação interna. devemos fazer um estudo comparativo. Pint (B) Região interna ou medial do braço. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pint (A) e (b) / Pext (A) e (B) / OPI / OPE Incidências de rotina AP / Pint AP Região posterior do braço. A região palmar deve ficar em contato com a mesa. Pela grande diferença de espessura entre o ombro e o cotovelo. mais próxima do filme. braço ou cotovelo. Devemos fazer duas incidências. mesmo nas incidências de rotina para antebraço. por causa dos múltiplos centros de crescimento ósseo. que não causam incapacidade funcional. sentado ou em posição ortostática. o úmero. O braço deve fazer um ângulo de 90º com o tórax e com o antebraço. . Só devemos fazer o estudo radiológico especifico para circunferência articular do rádio depois de termos feito as incidências de rotina para cotovelo. Paciente em decúbito dorsal. 2cm acima do pico do olecrânio em direção do antebraço. uma outra radiografia do lado sem queixas.Pequenas fraturas ou fissuras dessa região. Para obtermos um melhor detalhe. O braço apresenta um limite de espessura que a radiografia pode ser feita com a grade potter-bucky ou não. Olecrânio O olecrânio corresponde a epifise proximal do cúbito. isto é. A região palmar deve ficar voltada para cima. com o paciente fazendo uma pronação média e outra forçada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 8 / 100 / 0. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidência semiaxial Com o cotovelo flexionado. com a região dorsal da mão apoiada sobre a mesa. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. com o paciente fazendo uma pronação média e outra forçada. É o principal componente da face posterior da articulação do cotovelo. É o maior osso do membro superior. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. penetrando no meio do espaço entre a articulação escápulo-úmeral e o cotovelo.08s / fino / 1m / não / 18x24 Pint É o mesmo posicionamento do perfil interno do cotovelo. A radiografia pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. Raio central perpendicular. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências de rotina AP em extensão / Pint / AP em extensão É o mesmo posicionamento do AP de cotovelo em extensão. penetrando no epicôndilo lateral. apoiar a região posterior dorsal do braço. Devemos fazer duas projeções. apoiada sobre o chassis ou mesa. Raio central perpendicular. Ângulo braço-antebraço de aproximadamente 45º. Só devemos realizar a incidência especifica para olecrânio quando já tivermos feito as incidências de rotina para cotovelo. as vezes tornam-se de difícil diagnostico. devemos utilizar o cone. Raio central perpendicular. Para obtermos um melhor detalhe na imagem.08s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA RADIOGRAFIA COMPARATIVA As radiografias de cotovelo em crianças com suspeitas de fraturas são de difícil interpretação. Quando acontecer um caso de duvida na interpretação. devemos utilizar o cone.

O chassis deve ser colocado em contato com a região externa do braço. Para conseguirmos um perfil rigoroso do colo cirúrgico do úmero. faremos na mesa de exames ou se o caso for muito grave. Este posicionamento coloca o braço num perfil mais rigoroso que o anterior. Nunca devemos forçar nenhuma posição. Raio central horizontal ao plano da mesa. necessitamos de incidências especiais. pois é o local onde estatisticamente ocorrem mais fraturas. Para evitar esse problema devemos deixar um espaço de +_4cm entre a articulação do cotovelo e o bordo inferior do filme. Raio central perpendicular. Radiografia do fêmur  Catódio para o lado da articulação coxo-femural e anódio para o lado do joelho. apoiada sobre a mesa ou chassis. através da distorção da imagem. de maneira que forme um ângulo de 90º com o tórax. logo abaixo da cabeça do úmero.1s / fino / 1m / sim / 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Raio central A espessura e densidade do ombro são maiores que as do cotovelo. Quando vem em maca. Radiografia da coluna toraco-lombar  Catódio para o lado da coluna lombar e anódio para o lado da coluna torácica. o lado do catódio ( negativo ) recebe mais 5% de radiação do que o lado do anódio ( positivo ). Os fatores também são identicos ao AP de braço. Pext (A) Região externa ou lateral do braço. Na radiografia do braço normalmente notamos que a região do cotovelo fica mais penetrada e a região do ombro com pouca penetração. ou com qualquer outra imobilização. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. Essas incidências apresentam também grande valor quando as radiografias são para controle de fraturas e o paciente vem ao serviço de raios-x gessado. O membro superior a ser estudado deve estar estendido. A região palmar deve estar voltada para cima. então a região do ombro vai receber mais radiação e a densidade da imagem radiografica vai se tornar mais homogênea. mais próximas do filme.1s / fino / 1m / não / 30x40 50 / 34 / 10 / 100 / 0. esta radiografia deve ser feita em posição ortostática. Paciente em decúbito dorsal. com o seu tórax e braço sobre um anteparo radiotransparente. no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. recebe o nome de colo cirúrgico. nos arriscando a não incluir o cotovelo na imagem. Quando o paciente vem ao serviço de radiologia andando e sem outros problemas. Um método que pode melhorar essa condição é subirmos com o raio central para a região do terço médio-proximal . ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext ( incidência transtorácica / contactografia ) Incidências de rotina AP / Transtorácica / AP Posicionamento igual ao AP de braço "panorâmica". modificando em muito o prognóstico para o paciente. Pext ou incidência transtorácica ( incidência de LAWRENCE ) . tentando fazer em supinação ou pronação. OPI e OPE Regiões posterior interna e externa. que deverá estar voltado para cima. o examinaremos sem retira-lo da maca. alomgamos muito o braço. Pext (B) Região externa ou lateral do braço. Com isso.A região palmar em contato com a mesa. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. relacionado com o ângulo de inclinação da pista de choque dos eletrons no anódio. EXEMPLOS : Radiografia do braço  Catódio para o lado do ombro e anódio para o lado do cotovelo. Raio central perpendicular. A região dorsal da mão deve estar em contato com a mesa. penetrando perpendicular ao maior eixo do braço. Quando utilizamos este método. Quando há uma emissão de raios-x. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 10 / 100 / 0. As obliquas de braço são feitas variando-se o grau de rotação interna e externa. Paciente em decúbito dorsal. 2-) Efeito anódio É o efeito que ocorre na ampola de raios-x. O braço deve fazer um ângulo de 90º com o tórax e o antebraço. perpendicular ao grande plano da mesa. temos que abrir no sentido longitudinal a colimação ao máximo para a radiação preencher todo o filem. pois poderiamos correr o grande risco de tornar completa uma fratura. apoiada sobre o chassis ou mesa. Colo cirúrgico do úmero A região do terço proximal.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi +_75 / / 200 / 100 / 2. por isso é conveniente empregar um filtro de aluminio de 2mm de espessura. o paciente deve inspirar lentamente pois através do flou-cinético conseguiremos apagar a imagem dos arcos costais. cotovelo fazendo um ângulo de 90º e o antebraço e a região palmar apoiados sobre a mesa. Se o serviço de radiologia dispuser de estativa vertical com bucky ou mesa que fique na vertical. podemos fazer o exame com grade fixa. A clavicula. basta aproximarmos a maca. quando o paciente não conseguir erguer com muita intensidade o braço mais afastado do filme. Raio central perpendicualr. O tubo é colocado em contato quase direto com a pele. através da técnica de contato. O ESTUDO RADIOLOGICO DEVE SER DIVIDIDO EM DUAS PARTES : 1-) Para pacientes com indicação clinica de fraturas ou luxações. O paciente deve aproximar a região lateral do lado a ser examinado na estativa vertical com o antebraço também encostado e paralelo ao plano da estativa. de maneira que o antebraço e mão envolvam a cabeça. . Esta radiografia deve ser feita preferencialmente com o paciente em posição ortostática. é preferivel.0s / fino / 1m / sim / 24x30 CONTACTOGRAFIA É o método de exame que.0s / fino / ampola encostada / sim / 24x30 NOTA 1-) EM DECÚBITO DORSAL Doentes em estado muito grave. bastando que se coloque um apoio radiotransparente sob o tronco e braços de maneira que fique num plano mais alto. articula-se com o acrômio do omoplata formando a articulação acrômio-clavicular. se não. que não possam ser retirados da maca.4s / fino / 1m / sim / 18x24 AXIAL – supero-inferior Chassis o mais próximo possível da regiào axilar. Ombro ( articulação Escápulo-umeral ) É a articulação que se dá entre a cabeça do úmero e a cavidade glenóide do omoplata. saindo ao nível do colo cirúrgico do úmero. Essa radiografia deve ser feita preferencialmente com o paciente em posição ortostática ou sentado. colocada entre a região medial superior do braço e região lateral superior do tórax. sentado ou em decúbito dorsal. Na hora da exposição.Região externa do braço. 1-) indicação de fraturas ou luxações Incidências AP / AXIAL ( supero-inferior / infero-superior ) Incidências de rotina AP / AXIAL infero-superior / Ombro ( articulação Escápulo-umeral para fraturas ou luxações ) AP Região posterior do ombro. penetrando no processo coracóide do omoplata. devemos escolher no serviço de raios-x. Paciente em posição ortostática. de maneira que saia no colo cirúrgico do úmero mais próximo do filme. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. pois evita que deite sobre a região com uma possível fratura. com o fim de evitar a absorção excessiva de radiação secundária pelo doente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 40 / 100 / 0. penetrando ao nível do terço proximal do braço mais afastado. Paciente deve sentar ao lado de uma das extremidades da mesa. ampola que não tenha o bloco colimador. obtem-se uma boa definição da estrutura mais próxima do filme e a mais afastada em contato direto com a ampola. torna-se bastante ampliada e sem detalhe. Quando apresenta condições de fazer o exame em ortostática ou sentado. mais proxíma do filme. as incidências de LAWRENCE e a contactografia poderão ser realizadas com o paciente em decúbito dorsal. indicada quando o paciente não consegue erguer o braço mais afastado do filme. A incidência transtorácica permite obtermos um perfil rigoroso do úmero. pois o ideal é aproximarmos o máximo possível o foco do paciente para conseguirmos uma maior ampliação. Não devemos forçar nenhuma posição especifica do braço ( rotação externa ou interna ) para não correr o risco de tornar uma fratura incompleta em completa ou outras lesões através dos fragmentos ósseos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi +_70 / / 180 / 60 / 3. Raio central deve penetrar na linha axilar média. O outro braço deve ficar erguido ao máximo. Raio central perpendicular ou com inclinação cefálica de 5º. com o braço abdusido ao máximo. Com a contactografia obtemos um perfil rigoroso do úmero. Pext em contactografia Região externa do braço a ser examinada mais próxima do filme. através da sua extremidade acromial. 2-) Para pacientes com indicação clínica de bursite. Para realizar a contactografia.

O outro braço deve firmar o chassis. preferencialmente. formando a articulação escapulo-umeral. Paciente em posição ortostática. AXIAL – infero-superior Chassis apoiado na região superior do ombro. AP em abdução Região posterior do ombro. Caso seja uma ilhota óssea. . Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. pois a região visualizada como numa incidência lateral. ela acompanha em todos os posicionamentos a mesma região óssea. O membro superior deve sofrer uma rotação externa de maneira que a região palmar fique voltada para a frente.Quando possuimos. normalmente não conseguem fazer este posicionamento. Através de sua cavidade glenóide faz articulação com a cabeça do úmero. mais próxima do filme. chassis curvo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 12 / 100 / 0. Raio central perpendicular. penetrando no processo coracóide do omoplata.12s / fino / 1m / não / 18x24 INDICAÇÃO DE BURSITE ( PERITENDINITE CALCAREA ) Incidências AP em supinação / AP em pronação / AP em abdução / AP em retro-adução Incidências de rotina AP em supinação / AP em pronação / AP em supinação Região posterior do ombro. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências AP (A) e (B) / Pext / OAE / Incidências de rotina AP (A) / Pext / AP (A) Região postero-superior e lateral do tórax. Paciente em posição ortostática. mais próxima do filme. no serviço de radiologia. O paciente faz a abdução máxima que conseguir. podendo fazer também em decúbito dorsal. Esta projeção dissocia o troquiter do úmero. Raio central perpendicular. Superiormente. sua utilização é o ideal nesta radiografia. podendo-se ver os deslocamentos anteriores e posteriores dos ossos ou dos fragmentos ósseos. O membro superior deve sofrer uma rotação interna de maneira que a região palmar fique voltada para trás ( em contato com a mesa ). Paciente em posição ortostática ou sentado.4s / fino / 1m / sim / 18x24 NOTA 1-) PESQUISA DE CALCIFICAÇÕES ESCAPULARES Normalmente as incidências em AP com supinação e pronação demonstram a grande maioria das clacificações justa articulares do ombro. Paciente em posição ortostática. O membro superior em pronação. de maneira que não se movimente na hora da exposição. mais próxima do filme. apoiando o braço doente em qualquer anteparo. AP em pronação Região posterior do ombro. As incidências axiais apresentam extrema importância nas fraturas e luxações. O membro superior em extensão faz uma abdução de 90º com o tronco. Raio central com uma inclinação tal que penetre no acrômio e saia perpendicular ao maior eixo do chassis. penetrando no processo coracóide do omoplata. A região palmar deve estar voltada para cima. Omoplata O omoplata é um osso chato. sentado ou em decúbito dorsal. penetrando no processo coracóide do omoplata. Paciente em posição ortostática. Algumas vezes fica a duvida se as calcificações são ilhotas dentro do osso. que se coloca de maneira obliqua na região postero-superior do tórax. AP em retroadução Região posterior do ombro. sentado ou em decúbito dorsal. mais próxima do filme. formando a articulação acrômio-clavicular. Nesta projeção o torquiter fica projetado no centro da cabeça do úmero. sentado ou em decúbito dorsal. com o acrômio coincidindo com o seu ponto central. Raio central com uma inclinação tal que penetre na região axilar e saia no acrômio perpendicular ao chassis. o acrômio faz articulação com a extremidade acromial da clavicula. mais próxima do filme. Os pacientes que se apresentam em quadro agudo de bursite. por isso então indicase o AP em abdução e retroadução. sentado ou em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 40 / 100 / 0. penetrando no processo coracóide do omoplata. flexionando o cotovelo e colocando o antebraço sob a região lombar.

mais próxima do filme. Obliqüidade paciente-mesa de aproximadamente 45º. Quando houver suspeita de fratura ao seu nível. quando queremos o perfil da escápula direita e vice-vesa. de uma maneira geral. Incidências para ângulo distal Região lateral do osso. Incidências OPD / OPE OPD e OPE Regiões posterior direita e posterior esquerda respectivamente. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática ou sentado.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Pext Bordo externo ou axilar mais próximo do filme. a radiografia do omoplata é feita com raios divergentes. Deve colocar a mão na cintura e encostar a região anterior do ombro na estativa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 50 / 100 / 0. mais próximo do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 30 / 50 / 100 / 0. O membro superior do lado a ser examinado em retro-adução forçada. é o mesmo posicionamento do PA de tórax. Paciente em obliqua anterior direita. isto é. Na obliqua posterior direita estudamos a cavidade glenóide direita e vice-vesa. Nas incidências de rotina.Supinar e abdusir ligeiramente o membro superior do lado a ser examinado. Paciente em posição ortostática ou sentado preferencialmente. com o raio central fora do centro da estativa. Cavidade glenóide do omoplata A cavidade glenóide. mais próximas do filme. podendo fazer também em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. Os arcos costais são afastados do campo do omoplata. Membro superior do lado a ser examinado em ligeira supinação e abdução. caracteriza-se por ser rasa. Processo coracóide do omoplata O processo coracóide é uma projeção óssea em sentido anterior. Incidência AP Região postero-superior e lateral do tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 50 / 100 / 0. Esta projeção apresenta desvantagem em relação a anterior. sentado ou em posição ortostática. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal. conseguindo-se assim um AP de omoplata com pouca superposição. A melhor posição é o paciente em ortostática. Esses movimentos colocam o maior plano do omoplata paralelo ao filme. sentado ou em hemi-decúbito lateral. zona importante de inserção muscular. penetrando no meio do espaço entre o ângulo distal e proximal do omoplata. com o corpo em perfil. devemos fazer a incidência axial de ombro "infero-superior" e o AP especifico para processo coracóide. Paciente em posição ortostática. Supinar e abdusir ligeiramente o membro superior do lado a ser examinado. por causa da superposição do omoplata em quase toda a sua totalidade com os arcos costais. AP (B) Região postero-superior e lateral do tórax mais próxima do filme. O membro superior do lado a ser examinado deve ficar erguido. sentado ou em hemi-decúbito lateral. Com este movimento o ângulo distal do omoplata fica totalmente dissociado. Raio central perpendicular. . penetrando no processo coracóide do omoplata. Raio central com uma inclinação cefálica de 20º penetrando no processo coracóide. Obliqüidade paciente-filme de 70º. Assim. penetrando na cabeça do úmero. penetrando 2cm abaixo do ponto médio da espinha do omoplata. Colocar o meio do maior eixo longitudinal do omoplata coincidindo com a linha central da estativa vertical. o raio central percorre o seu maior eixo. O braço do lado a ser examinado com ligeira supinação e abdução. nem sempre a fossa articular glenóide aparece com boa definição. penetrando 4cm abaixo do ponto médio da clavicula. para articulação escapulo-umeral e omoplata. Raio central perpendicular.5s / fino / 1m / sim / 18x24 OAE Região anterior externa do omoplata mais próxima do filme. envolvendo a cabeça. Nas incidências frontais o processo coracóide é visto de uma maneira axial. Paciente em posição ortostática.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Ângulo distal do omoplata O ângulo distal é a região mais inferior do omoplata que as vezes não fica bem demonstrada nas incidências convencionais.

fazemos a obliqua posterior esquerda. coloca-se o paciente em obliqua posterior direita até aproximar ao máximo a articulação do filme. direita e esquerda. na altura da articulação e ele mesmo deve firmar o chassis com o outro braço. Raio central perpendicular. Para estudar a articulação esquerda. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. de maneira que. neste caso. Paciente em posição ortostática. mais ou menos 20º cefálicos. devemos Ter o máximo cuidado em não movimentar o paciente. A inclinação podálica dissocia a articulação acrômio-clavicular da cabeça do úmero.C. pois poderiam causar falsas interpretações. Paciente em posição ortostática ou sentado.C. . O raio central deve entrar com uma inclinação tal que saia perpendicular ao eixo formado pelo acrômio e a clavicula. sentado ou em decúbito dorsal. sentado ou em decúbito dorsal. (C)Com carga / AP localizada / AXIAL Incidências de rotina AP comparativa (A) / AP localizada / AXIAL / AP (A). porção superior-lateral do omoplata e pela extremidade acromial ou lateral da clavicula. coloca-se um apoio sob o tórax e o raio central horizontal. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP comparativa (A)R.3s / fino / cone encostado / sim / 18x24 AXIAL Região superior da articulação em contato com o chassis. em apenas uma exposição demonstre as duas articulações. Raio central com uma inclinação podálica de 10º penetrando no meio do espaço entre as duas articulações acrômio-claviculares. O paciente deve segurar pesos em ambas as mãos de maneira que force as articulações. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. (B)R. Paciente em posição ortostática. Para estudar a articulação direita. Esta projeção deve entrar na rotina mínima pois com ela temos uma noção exata de posição das duas articulações vistas frontalmente. É composta pelo acrômio. Paciente em posição ortostática.comparativa com o raio central perpendicular Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme.inclinado. penetrando no ângulo distal do omoplata.4s / fino / 1m / sim / 18x24 Articulação Acrômio-clavicular Encontrada bilateralmente na região mais proximal do membro superior e é onde se dá a articulação da cintura escapular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 12 / 100 / 0. Apresenta movimentos relacionados com os da articulação escapulo-umeral. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações acrômio-claviculares. Esta incidência tem indicação nos casos de suspeita de luxação na articulação. Paciente em posição ortostática ou em decúbito dorsal. AP (C). o filme deve ser colocado no seu ombro. AP (B). Com o paciente em posição ortostática.Para obtermos mais detalhes na imagem radiografica devemos utilizar o cone. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. AP localizada Região postero-superior e lateral do tórax mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 35 / 30 / 100 / 0. penetrando na região axilar. Raio central com uma inclinação podálica de 10º na articulação.comparativa com carga Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Incidências comparativas As incidências cpmparativas para articulação acrômio-clavicular devem ser feitas em filmes 30x40. Com duas exposições. Devemos utilizar o cone para obtermos mais detalhes.comparativa com raio central inclinado Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme. com os braços ao longo do corpo.perpendicular. sentado ou em decúbito dorsal.

penetrando no meio do espaço entre as extremidades acromial e esternal. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo. O raio central penetra no meio do espaço entre as extremidades acromial e esternal. Raio central com inclinação podálica de 20º.Clavícula A clavicula é um osso longo. sair no ponto médio da clavicula.12s / fino / 1m / não / 18x24 Articulação Esterno-clavicular Encontrada bilateralmente na região superior da parede anterior do tórax e apresenta movimentos relacionados com as fases respiratorias e com os movimentos dos membros superiores. Paciente em decúbito dorsal. Raio central com inclinação de 20º cefálicos. penetrando ao nível do manubio esternal. Na comparativa deve sair no meio do espaço entre as duas claviculas e na localizada. Devemos colocar um anteparo para que o chassis fique em posição. Raio central com inclinação de 20º cefálicos. forma a articulação esternoclavicular. sentado ou em posição ortostática. PA – comparativa e localizada Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. No adulto. forma a articulação acrômio-clavicular e da sua extremidade esternal.4s / fino / 1m / sim / 18x24 e 30x40 AXIAL Região póstero superior do tórax mais próxima do filme. A articulação a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. de maneira que o mesmo forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. Estas incidências não entram na rotina pela maior dificuldade de posicionamento. por causa dos núcleos de crescimento ósseo. Através de sua extremidade acromial. localizado bilateralmente nas regiões súperoanteriores do tórax. que as vezes podem se confundir com traços de fratura. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências AP comparativa e localizada / PA comparativa e localizada / AXIAL . que se articula com a incisura clavicular do manúbio. podemos fazer somente a localizada. de grande importância para ver deslocamentos de fragmentos nas reduções cirúrgicas. Incidências de rotina AP comparativa e localizada / AXIAL / AP – comparativa Regiões póstero-superiores do tórax mais próximas do filme. sentado ou em posição ortostática. sentado ou em posição ortostática. podemos indica-las em casos de pacientes que já estejam em PA e que necessitam do exame da clavicula. Paciente em decúbito ventral. porção superior do esterno. AP – localizada Região póstero-superior direita ou esquerda do tórax mais próxima do filme. na rotina mínima. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. obliquando o corpo para o lado oposto a ser radiografado. Raio central com inclinação cefálica de 20º de maneira que saia perpendicular ao chassis. Paciente em decúbito dorsal. A região mentoniana deve ficar em contato com a mesa. A incidência comparativa de clavicula é obrigatória em crianças e adolescentes. Chassis encostado na região postero-superior do músculo trapézio. . É composta pela extremidade esternal da clavicula. Paciente em decúbito dorsal. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA : A – com o paciente em OAD e OAE / B – com inclinação lateral do raio central / C – com o raio central perpendicular / Pdir ou Pesq / AXIAL / contactografia / tomografia em PA / Incidências de rotina PA com paciente em OAD e OAE / AXIAL / PA . Radiografia localizada. coincidindo com a sua linha central. Paciente em hemi-decúbito lateral ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 35 / 12 / 100 / 0.A – com o paciente em OAD e OAE Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. que corresponde a um perfil de clavicula.

Raio central perpendicular. Esta incidência não demonstra com boa definição a face articular esternal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 50 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 20 / 100 / 0. Raio central incidindo na altura da 4ª vértebra torácica. 2-) APNÉIA . penetrando na altura da 4ª vértebra torácica. Paciente em posição ortostática ou sentado.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Pesq ou Pdir Região esquerda ou direita da articulação. O plano ótimo da articulação deverá estar 2cm para dentro da articulação mais próxima da mesa.4s / fino / 1m / sim / 18x24 AXIAL Regiões laterais direita e esquerda da articulação mais próximas do filme. com as mãos cruzadas para trás.C – com o raio central perpendicular Região ântero-superior do tórax mais próximo do filme. incidindo na altura da 4ª vértebra torácica e saindo na articulação a ser examinada. com inclinação lateral direita e esquerda. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / -. Estas incidências apresentam valor nas suspeitas de luxações ao nível da articulação. Devem ser executadas duas radiografias. sentado ou em posição ortostática. Raio central com inclinação podálica de 10º. Esta incidência deve participar da rotina pela excelente domonstração radiológica dos componentes articulares.8s / fino / 1m / sim / 18x24 TOMOGRAFIA O estudo tomográfico é de grande importância no estudo da articulação esterno-clavicular. Paciente em posição ortostática. O braço mais próximo do filme envolve a cabeça e o mais afastado deve forçar o ombro para baixo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 60 / 100 / 0.2s / fino / tomo / sim / 18x24 NOTAS GERAIS 1-) Incidências obliquas A obliquidade do paciente ou do raio central no exame radiológico da articulação esterno-clavicular tem a finalidade de retirar a coluna torácica ( por causa da sua grande densidade ) do campo a ser radiografado. Paciente em decúbito ventral. sentado ou em decúbito lateral. Normalmente convenciona-se fazer o perfil esquerdo em qualquer exame radiológico. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 40 / 100 / 0. TOMOGRAFIA EM PA Paciente em decúbito ventral ficando numa posição tal que aproxime o máximo as duas articulações da mesa. que não venha indicado no pedido de exame pelo médico clinico. fazer a tomo em perfil. de preferencia as duas obliquas num mesmo filme.6s / fino / 1m / sim / 18x24 PA . Raio central perpendicular. fazendo uma lordose forçada./ 80 / 100 / 0. penetrando na articulação. Devemos inclinar a ampola lateralmente de 30º para o lado da articulação a ser examinada. se ainda suscitar dúvidas no estudo tomográfico.B – com inclinação lateral do raio central Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. Normalmente fazemos a tomografia com o paciente em decúbito ventral na projeção póstero-anterior. passando pela articulação e saindo na região axilar. Raio central incide ao nível de T4. Por causa da posição das lamínulas de chumbo da grade pooter-bucky. por causa da superposição com a coluna torácica.O paciente em obliqua anterior direita é a posição para o estudo da articulação esquerda e em obliqua anterior esquerda estudamos a articulação direita.2s / fino / 1m / não / 18x24 PA . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. Com o paciente em perfil direito e esquerdo são feitas duas incidências. Raio central perpendicular. O estudo radiografico da articulação esterno-clavicular deve ser sempre bilateral ( comparativo ). estas incidências não podem ser feitas com a grade.

devemos utilizar bolas de algodão entre os dedos próximos ao que vai ser radiografado.Membro inferior Sabemos que a posição anatômica do corpo humano se dá com a região palmar voltada para frente. OPE Região posterior externa do dedo. pois passamos a chamar de AP as radiografias onde o raio central penetra na região dorsal ( peito do pé ) e PA quando o raio central penetra na região plantar. Obliqüidade dedo-filme de 45º. Artelho ( 1º ao 5º Pododáctilo ) Os dedos do pé apresentam a anatomia das falanges idêntica as falanges da mão. com o corpo em posição anatômica. 03 . Utilizar estas incidências quando o paciente em decúbito ventral. para ver os espaços articulares. Estender os dedos ao máximo. Colocar bolas de algodão entre os dedos próximos ao que vai ser radiografado. Girar o pé para dentro ( OAI ) e para fora ( OAE ). Um outro apoio deve ser colocado sob o chassis. obtemos um melhor contraste para as articulações esterno-claviculares e auxilia na dissociação da clavícula das partes moles e costelas. por isso chamamos de AP a radiografia feita com o dorso da mão mais próximo do filme. Nas incidências para pé. na mão a contagem se dá de fora para dentro ( o polegar é o primeiro dedo ). mais próxima do filme. Para evitar superposição de falanges. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo a ser radiografado. mais próxima do filme. O raio central deve penetrar no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ( ou na cabeça da 1ª falange ).As radiografias de articulação acrômio-clavicular. para facilitar e tornar mais cômodo o posicionamento. ficando o maior eixo dos dedos paralelo ao filme. Estender os dedos ao máximo. mais próxima do filme. para não falsear diminuição do espaço articular. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / OPI / OPE / OAI / OAE / Pint / Pext / Incidências de rotina AP / OPI / OPE / AP Região posterior do artelho. até que forme 45º com o plano do filme. Estender os dedos ao máximo. Concluimos que chamaremos sempre de AP ou frontal as projeções que os raios-x penetrem pela frente. respectivamente. escápulo-umeral e omoplata devem ser feitas com o paciente prendendo a respiração ( apnéia ). Estender os dedos ao máximo. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. Obliqüidade dedo-filme de 45º. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ( ou na cabeça da 1ª falange ). Fazendo em inspiração máxima e prendendo o ar. 3-) Apnéia inspiratória As radiografias de articulação esterno-clavicular e clavícula devem ser feitas em apnéia. Para facilitar o posicionamento devemos colocar um apoio sob os joelhos. a contagem dos artelhos se dá de dentro para fora ( o grande dedo ou hálux é o primeiro ). a nomenclatura se confunde. Esta incidência pode ser feita quando o paciente vem em decúbito ventral e não tem condições de modificar a posição. No pé. pois se movimentam nas fases respiratorias. para conseguir visualizar os espaços articulares. Raio central perpendicular ou com inclinação cefálica de +_10º nos casos em que os artelhos não fiquem paralelos ao plano do chassis. OPI Região posterior interna do dedo. pois estas estruturas se movimentam nas fases respiratórias. . mais próximas do filme. OAI e OAE Regiões anteriores interna e externa. PA Região anterior ( dorsal ) do dedo mais próxima do filme. Colocar um apoio sob o dorso do pé e joelhos. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo a ser examinado. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. Estender os dedos ao máximo e colocar bolas de algodão entre os dedos para um melhor estudo radiografico. do dedo.

O paciente em posição ortostática ou sentado. No pé. Paciente sentado. também com função de manter o posicionamento do pé. respectivamente. Com a mão. Sesamóideo ( em forma de grãos de sésamo ). fletindo o joelho. que percorra o maior eixo dos sesamóideos. OPI E OPE Regiões posteriores interna e externa. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. . do dedo. em relação com a região plantar. fletindo os joelhos. com a região plantar posterior erguida. em posição ortostática ou em decúbito dorsal. estendendo o 1º dedo ( ou grande dedo ) e o 2º dedo ao máximo. num plano mais alto do que o chassis. mais próximas do filme. Para isso a região plantar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a mesa. penetrando 1cm acima da 1ª articulação metatarso-falangeana. o paciente deve auxiliar afastando os dedos que se superponham. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 34 / 8 / 100 / 0.3s / fino / 1m / não / 18x24 Pint e Pext Regiões interna e externa.8s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Regiãio externa ou lateral do pé. A melhor maneira de obtermos um perfil do dedo é utilizar filme oclusal ( filme para radiografia de dente ). ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / OPI / OPE / AXIAL (A) e (B) / Incidências de rotina AP / AXIAL (A) / AP Região plantar anterior. São núcleos ósseos encontrados na bainha ou na espessura dos tendões. localizados próximos a 1ª articulação metatarso-falangeana. A incidência em perfil apresenta valor nas suspeitas de luxações dos sesamóideos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 40 / 36 / 3 / 100 / 0. Raio central penetra perpendicular. Paciente sentado. mais próxima do filme. geralmente encontramos dois. normalmente próximos a uma articulação. do pé. Paciente sentado. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. mais próximas do filme. Obliqüidade pé-filme de 30º. respectivamente. penetrando ao nível dos sesamóideos ( 1cm abaixo da 1ª articulação metatarso-falangeana ). penetrando 1cm acima da 1ª articulação metatarso-falangeana. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular ou com uma inclinação cefálica de 5º. percorrendo o maior eixo dos sesamóideos. O paciente sentado. Raio central perpendicular. São ossos inconstantes e tem a finalidade de reforçar a musculatura a que estão ligados.6s / fino / 1m / não / 18x24 Radiografia sem ecram. Para manter a extensão devemos utilizar uma tira de fita adesiva. Raio central com uma inclinação podálica tal ( +_30º ). em posição ortostática ou em decúbito dorsal. para colocar a região plantar em contato com o chassis. Raio central perpendicular ou com uma inclinação cafálica de 5º. As incidências para sesamóides devem ser feitas com o cone para obtenção de maior detalhe. AXIAL (B) Região plantar anterior mais próxima do filme.Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo. Estas projeções devem ser utilizadas quando houver suspeita de lesão nos sesamóideos que não tenham ficado bem definidas nas de rotina. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 41 / 60 / 100 / 0. colocando o pé em perfil rigoroso. apoiando a região lateral da perna sobre a mesa. mais próxima do filme. AXIAL (A) Região da tuberosidade posterior do calcâneo apoiada no chassis. O dorso do pé deve ficar em linha com a perna.

ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências DORSO-PLANTAR (AP) (A) E (B) / DORSO-PLANTAR ( AP PARA ANTE-PÉ E RETRO-PÉ PLANTO DORSAL (PA) / Pext (A). (B) e (C) / Pint / OPI / OPE / OAI / OAE / Incidências de rotina ANTE-PÉ – DORSO-PLANTAR (AP) / OPI / RETRO-PÉ – DORSO-PLANTAR (AP) / OPI / Pext / Dorso-plantar (AP) – (A) Região plantar em contato com o chassis. Esta incidência é importante nos casos de pacientes politraumatizados ou que não tenham condições de fletir as pernas.Ante-pé  metatarso e falanges. Raio central perpendicular ao maior eixo da região plantar. Esta incidência é feita com o paciente em posição ortostática. Sem o paciente retirar a região plantar do chassis é feita a dorso-plantar. O chassis deve ficar perpendicular ao plano da mesa.8s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Incidências comparativas Quandoa indicação clínica do exame for fratura e aparecer na imagem um traço hipertransparente cortando o sesamóideo.Fileira anterior : Escafóide / cubóide / 1º cuneiforme ( ou medial ) / 2º cuneiforme ( ou intermediario ) / 3º cuneiforme ( ou lateral ) / METATARSO . no mesmo filme. se for necessário.FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 35 / 8 / 100 / 0. dividimos o pé em : . 5cm acima do plano do chassis.Retro-pé  ossos do tarso. Esta divisão é importante porque para o estudo do retro-pé é necessário mais uma incidência para podermos fazer um bom exame radiografico. A incidência para ante-pé e retro-pé mostra as falanges. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 10 / 100 / 0.Fileira posterior : Astrágalo e calcâneo . Paciente em decúbito dorsal com as pernas estendidas. O chassis deve estar num plano pouco mais alto do que a mesa para facilitar o posicionamento. normalmente esta inclinação é de 15º. devemos fazer uma radiografia do outro lado sem queixas. colocando-se um apoio sob os joelhos para tornar mais cômodo o posicionamento. com o raio centra penetrando com 15º podálicos no tendão de aquiles. e é uma combinação de duas projeções. O raio central deve incidir na 3ª articulação metatarso-tarsiana. a dorso-plantar e a axial de calcâneo. Sempre que possível estender os dedos do pé. . é feita a axial de calcâneo.12s / fino / 1m / não / 24x30 AXIAL de calcâneo . mais próxima do filme. Dorso-plantar (AP) – (B) Região plantar em contato com o chassis. em ortostática ou em decúbito dorsal. pois pode ser uma alteração no desenvolvimento ósseo ( sesamóideo bipartido ou tripartido ) e nesses casos costumam ser bilaterais. O raio central deve penetrar perpendicular ao maior eixo do dorso do pé. colocar um apoo para evitar que o chassis caia. Dorso-plantar (PA) Região dorsal do pé. para evitar superposição de falanges. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé ( +_15º cefálicos ). logo após. Estender os dedos do pé. metatarsianos. penetrando na 3ª articulação metatarso-tarsiana. Incidência para ante-pé e retro-pé Região plantar apoiada sobre o chassis.falanges : para o estudo radiológico. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo.1s / fino / 1m / não / 24x30 Dorso-plantar e planto-dorsal Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 30 / 12 / 100 / 0. Paciente em decúbito ventral. Paciente sentado. fletindo o joelho de maneira que a região plantar fique apoiada sobre o chassis. Pé ( Ante-pé ) Pé O pé é composto por três grupos ósseos distintos : OSSOS DO TARSO . ossos do tarso anteriores e calcâneo com boa definição.

Paciente em decúbito ventral. Esta incidência é a obliqua de mais fácil posicionamento. Paciente sentado. mais próxima do filme. perpendicular no centro do chassis. Raio central horizontal ao plano da mesa. O chassis deve ser colocado verticalmente em contato com a região externa do pé. fletindo o joelho para que a região plantar interna fique em contato com o chassis. mais próxima do dilme. mais próxima do filme. OAE Região anterior ( dorsal ) externa do pé. apoiando a região interna da perna na mesa. Raio central perpendicular. Obliqüidade pé-filme de 45º.12s / fino / 1m / não / 24x30 Pé ( Retro-pé ) OPI Região posterior ( plantar ) interna. apoiando a região plantar sobre um anteparo radiotransparente. Pext . cubóide e o 3º cuneiforme ou cuneiforme lateral. (B) – nos casos de corpo estranho. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 12 / 100 / 0. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. penetrando na 4ª articulação metatarso-tarsiana. Obliqüidade pé-filme de 45º. Paciente sentado. OPE Região posterior ( plantar ) externa. apoiando a face dorsal interna no chassis.(B) Região externa ou lateral do pé. Raio central horizontal ao plano da mesa. Paciente sentado.(A) Região externa ou lateral do pé. e a que dissocia os espaços interósseos dos metatarsionao. semelhantes as descritas anteriormente em Pext (B) e (C). penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade do calcâneo. Esta projeção não entra na rotina mínima. apoiando a face dorsal externa do pé no chassis. penetrando na 2ª articulação metatarso-tarsiana. mais próxima do filme. por isso sem muito valor na rotina de exame. devemos retirar uma média de 5 Kv. mais próxima do filme. com um apoio radiotransparente sob a perna. mais próxima do filme. perpendicular ao centro do chassis. OAI Região anterior ( dorsal ) interna do pé. apoiando a região externa da perna sobre a mesa. mais próxima do filme. Paciente sentado. Pint Região interna ou medial do pé. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. Paciente sentado. pela maior dificuldade de posicionamento. Conhecemos que a obliqua plantar interna está correta quando dissocia totalmente o processo estilóide do 5º metatarsiano. Esta incidência apresenta com excelente definição os ossos do tarso. Apresenta ainda com boa definição os ossos escafóide. em posição ortostática ou também deitado. . devemos fazer o perfil interno ou externo de acordo com a proximidade do objeto. Tentar manter um ângulo de 90º entre o pé e a perna. por isso pertencendo a rotina mínima para retro-pé. Esta incidência. fletindo o joelho para que a região plantar externa fique em contato com o chassis. Obliqüidade pé-filme de 45º. penetrando ao nível da 2ª articulação metatarso-tarsiana. mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática. Em relação aos fatores radiograficos. A imagem desta incidência corresponde a OPE de pé. apresenta uma grande superposição dos ossos do pé.(C) Região externa ou lateral do pé. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé ( +_10º cefálicos ). apesar de fácil posicionamento. Esta incidência deve ser uitlizada em pacientes politraumatizados. Obliqüidade pé-filme de 45º. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé. Raio central perpendicular. Pext . Raio central perpendicular ao maior eixo do pé. OBS : (A) – Outras incidências em perfil interno podem ser feitas com o raio central horizontal. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo.Pext . em posição ortostática ou também deitado.

Estatisticamente. esta incidência não entra na rotina pela maior dificuldade de posicionamento. mais próxima do filme. Paciente sentado ou em decúbito dorsal tracionando o pé em sua direção com uma faixa ou uma toalha. Sem tirar o pé da posição. pois para ambas. Raio central com uma inclinação podálica entre 15º e 20º penetrando no tendão de aquiles. AXIAL (B) Região plantar anterior e posterior apoiada sobre a mesa e chassis ( mais próximas do filme ). deve penetrar em ponto coincidente com a região média do pé. Pé plano ( pé chato ) O que caracteriza o pé chato é a grande diminuição do arco plantar. é a região do calcâneo que mais é suscetivel a fraturas. Paciente sentado. aproximadamente 5cm acima do plano do chassis. . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 10 / 100 / 0. apresentando. pela maior facilidade de posicionamento.1s / fino / 1m / não / 24x30 NOTA Raio central Nas incidências para ante-pé e retro-pé não há variação na entrada do raio central. As melhores incidências para demonstração do sustentaculum tali são as AXIAIS. com função parcial de sustentação do talus ou astragalo. apoiando a região externa da perna sobre a mesa. Paciente em posição ortostática ou sentado num plano bem mais alto do que o chassis. Calcâneo Incidências Pext / Pint / AXIAL (A) e (B) / Incidências de rotina Pext / AXIAL (A) Pext Região externa ou lateral do pé.1s / fino / 1m / não / 18x24 AXIAL (A) Região posterior da perna e da tuberosidade posterior do calcâneo. com boa definição a maior parte dos ossos do pé. É importante para o radiologista e para o ortopedista a medida dos ângulos talucalcaneano e do arco plantar em radiografias feitas com o paciente pisando com o peso do corpo ( radiografia com carga ). mais próximas do filme. Normalmente essas alterações estão relacionadas com quadros de hipotonias musculares. Raio central perpendicular. Raio central com uma inclinação de 30º cefálicos penetrando na região plantar posterior. penetrando no processo estilóide do 5º metatarsiano. apoiando a região interna da perna sobre a mesa. fletindo o joelho. Pint Região interna ou medial do pé. Os raios divergentes auxiliam na dissociação dos espaços interósseos.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Sustentaculum tali O sustentaculum tali é uma projeção óssea na região medial superior do calcâneo. Raio central perpendicular. Apesar de demonstrar melhor as relações articulares do calcâneo. por tanto. mais próxima do filme. onde os posicionamentos são semelhantes aos já descritos para Pext de pé. aproximar ao máximo a região anterior da perna do dorso do pé. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 32 / 10 / 100 / 0. OBS : Existem outras maneiras de realizarmos o Pext de calcâneo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 30 / 12 / 100 / 0. o individuo passa a pisar apoiando toda a extensão da região plantar. A região do tendão de aquiles deve coincidir com o centro do chassis. penetrando no corpo do calcâneo. aproximadamente 5cm acima do plano do chassis. Paciente sentado. com o joelho fletido.A imagem desta incidência corresponde a da OPI de pé. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. Esta projeção entra na rotina. Raio central perpendicular. penetrando no corpo do calcâneo.

mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 12 / 100 / 0. participando também lateralmente o perôneo e a fíbula. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext / AP Regiões da tuberosidade posterior do calcâneo e tendão de aquiles. Raio central com uma inclinação tal que penetre perpendicular ao maior eixo do dorso do pé ( +_5º ).1s / fino / 1m / não / 24x30 Pint Região interna ou medial do pé. perpendicularmente ao chassis. colocando o peso do corpo sobre os pés. que deverá estar em linha com o terceiro dedo. As incidências para pé chato devem ser feitas sempre comparativas. Raio central perpendicular. Articulação tíbio-társica A articulação tíbio-társica é composta principalmente pela tíbia e o astrágalo. Paciente sentado com o joelho fletido apoiando a região externa da perna e do meléolo lateral ou peroneiro sobre a mesa e chassis. mais próxima do filme. mais próxima do filme. pisando sobre o chassis. Também pode chamar-se articulação tíbio-astragalina ou articulação do tornozelo.12s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Região externa ou lateral da articulação. Sempre que possível. em politraumatizados. Paciente em posição ortostática. penetrando perpendicularmente no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. Raio central horizontal ao plano da mesa.ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Dorso-plantar (AP) / Pint / Pext / Incidências de rotina Dorso-plantar / Pint / Dorso-plantar (AP) Região plantar em contato com o chassis. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. . Esta incidência pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal e o raio central horizontal. para a medida dos ângulos dos dois pés. que deverão estar apoiados sobre um anteparo radiotransparente que encaixe no seu centro. Raio central perpendicular. Pé fazendo um ângulo de 90º com a perna. Paciente em posiçào ortostática. Deve penetrar na 3ª articulação metatarso-tarsiana. Pext Região externa ou lateral do pé. pois assim os espaços articulares são melhor demonstrados. podemos fazer o paciente pisar sobre dois catálogos de telefone de cada lado e o chassis perpendicular a mesa entre eles. mais próximas do filme. penetrando 1cm para cima do maléolo medial ou tibial. que deverão estar apoiados sobre um anteparo radiotransparente. Raio central horizontal ao plano da mesa. com o peso do corpo sobre os pés. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 10 / 100 / 0. Esta projeção entra na rotina mínima por aproximar mais a região do arco plantar do filme. penetrando perpendicular ao meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a tuberosidade posterior do calcâneo.1s / fino / 1m / não / 24x30 NOTA Perfil interno Qando não temos um anteparo de madeira especifico para esta incidência. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. por isso deve Ter uma determinada penetração para aparecer a fileira posterior do tarso. devem ser feitas incidências comparativas. Nesta incidência vai ser mantida o ângulo entre o astrágalo e o calcâneo. mais próxima do filme. no ponto médio da articulação. Paciente em posição ortostática.

OPE Região posterior externa da articulação. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 28 / 10 / 100 / 0. no ponto médio da articulação. A pessoa que fizer a tração deve proteger-se com avental plumbífero e pegar na região do pé com utilização de luva plumbífera. com suspeita de rutura de ligamentos. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. em politraumatizados. até aproximar a região do meléolo tibial do centro do chassis. O terceiro dedo deve ficar em linha com a perna. AP com stress medial Região posterior da perna e do calcâneo. Raio central perpendicular. girando a perna lateralmente de aproximadamente 5º. mais próxima do filme. mais próxima do filme. no ponto médio da articulação. fazer uma tração em sentido medial. no mesmo posicionamento do AP de tíbiotársica.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Rutura ligamentar Normalmente o espaço compreendido entre as porções mais distais dos maléolos peroneiro e tibial. no ponto médio da articulação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. Esta incidência demonstra o maléolo peroneiro dissociado. podemos fazer um estudo radiológico especifico. Raio central perpendicular.Pint Região interna ou medial da articulação. fletindo o joelho. Sem movimentar a região posterior do calcâneo. pois no AP e no perfil a sua face articular para a tíbia não aparece com boa definição. Sem movimentar a região posterior do calcâneo. fazer uma traçào em sentido lateral. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP com stress lateral / AP com stress medial AP com stress lateral Região posterior da perna e do calcâneo. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. podemos encontrar o lado lesado com espaço maior do que o outro. as obliquas com rotação interna e externa devem passar para a rotina radiografica mínima. O terceiro dedo deve ficar em linha com a perna. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. Radiografias com stress O termo stress representa uma tração que é feita no momento da exposição aos raios-x. Esta incidência demonstra o maléolo tibial dissociado. OBS : Quando há suspeita de lesão ao nível dos maléolos tibial e peroneiro. quem fizer essa tração deve proteger-se contra os raios-x. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. Paciente sentado. virando a perna medialmente de aproximadamente 15º. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. e o astrágalo são iguais mesmo fazendo-se o stress. Raio central perpendicular. no mesmo posicionamento do AP de tíbiotársica. . Paciente sentado ou em decúbito dorsal. mais próximas do filme.1s / fino / 1m / não / 18x24 OPI Região posterior interna da articulação. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. que vai demonstrar o lado lesado e até orientar o ortopedista como colocar o gesso. Quando há rutura ligamentar na radiografia com tração.12s / fino / 1m / não / 18x24 Articulação tíbio-társica ( Rupturas ligamentares ) Casos de entorse ao nível da articulação tíbio-társica. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. penetrando 2cm acima do maléolo peroneiro. mais próximo do filme. mais próxima do filme. no ponto médio da articulação. Esta incidência pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal com o raio central horizontal.

por isso apresentando valor nas pesquisas de lesões ao nível deste osso. Paciente em decúbito ventral. penetrando no centro da região a ser examinada. mais próxima do filme. Esta incidência dissocia totalmente o perôneo. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. o raio central deve penetrar no centro da região da perna a ser examinada. mais próxima do filme. em ângulo reto com a perna em contato com a mesa e chassis. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. Em casos que não for possível essa condição. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 32 / 16 / 100 / 0. Caso não seja possível a inclusão das articulações do joelho e tíbio-társica. devemos sempre incluir a articulação mais próxima da região onde esta a possível lesão.Perna Encontramos na perna dois ossos. mais próxima do filme. Devemos utilizar sempre o maior filme possível. penetrando no centro da região a ser examinada. colocando o pé em ângulo reto com a perna. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. perpendicular ao chassis. Esta projeção tem valor em pacientes gessados ou em politraumatizados. para facilitar o posicionamento. penetrando no meio da perna. Paciente em decúbito dorsal ou sentado erguendo a perna. Raio central perpendicular. Esta incidência apresenta valor em exames de pacientes gessados. mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. OPI Região posterior interna ou medial da perna. caso o paciente não tenha condições de ficar em decúbito dorsal. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Raio central perpendicular. A coxa deve fazer um ângulo de aproximadamente 120º com a perna. a tíbia anterior e medial e o perôneo lateralmente. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. o raio central deve incidir no meio da região a ser examinada. OPE Região posterior externa ou lateral da perna. ou que não possam ser locomovidos do leito. OBS : Podemos fazer também o Pext com o raio central horizontal colocando-se o chassis perpendicular a mesa ou maca. o raio central deve penetrar no centro da região da perna a ser examinada. apoiando a região dorsla do pé na mesa ou colocando-se um apoio sob os joelhos para facilitar o posicionamento.16s / fino / 1m / não / 30x40 Joelho A articulação do joelho se dá. principalmente com dois ossos. PA Região anterior da perna. Paciente em decúbito dorsal. mais próxima do filme. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. OBS : As projeções obliquas são de grande valia nas pesquisas de alterações ósseas. de maneira que forme um ângulo de 45º com o filme. como reações medulares. Pint Região interna ou medial da perna. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. . Caso não seja possível a inclusão das articulações do joelho e tíbio-társica. O plano que vai do grande dedo ao bordo medial da rótula deve ficar perpendicualr a mesa. girando a perna lateralmente. Caso não seja possível incluir as duas articulações no mesmo filme. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. girando a perna medialmente. A região externa do pé. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext / AP Região posterior da perna. colocando a outra perna na frente da que vai ser examinada. pois o ideal é sempre incluir as duas articulações ( proximal e distal ) num mesmo filme. de maneira que forme um ângulo de 45º com o filme. Pext Região externa ou lateral da perna. o fêmur e a tíbia. corticais e periostais. para isso devemos colocar um apoio sob a perna.

o organismo reage com a deposição de tecido de cicatrização e tardiamente. de calcificação. Paciente em decúbito dorsal. ANQUILOSE é a alteraçào patológica que fixa a articulação. pelo tendão do músculo quadríceps. e para manter o posicionamento deve ser colocado um apoio radiotransparente sob a coxa e a perna. Paciente inicialmente em decúbito ventral. isto é.(A) Regiões anteriores das coxas. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 38 / 60 / 100 / 0. erguendo o joelho a ser examinado. indicamos esta incidência. com os joelhos apoiados sobre a mesa ou chassis. ligamentos internos e externos. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o vértice da rótula e a prega do joelho. que vai se fixar na tuberosidade anterior da tíbia. mais próximas do filme. que podem predominar no lado direito ou esquerdo. Esta projeção tem importância nos casos de pacientes que não tenham condições de executar o exame em decúbito dorsal. e para isso deve ser colocado um apoio radiotransparente sob a perna e a coxa. mais próxima do filme. Raio central horizontal ao plano da mesa ou do leito. Chassis colocado perpendicular ao plano da mesa ou leito. Raio central perpendicular ou com 5º podálicos. OPI e OPE . colocando a outra perna na frente da que vai ser examinada. Como resultado dessa agressão. O perôneo ou fíbula não participa da articulação do joelho. Para retirar a rótula da fossa patelar do fêmur ( espaço entre os dois côndilos anteriormente ). Esta incidência esta indicada em pacientes que não possam se locomover. mais próximas do filme.(B) Região externa ou lateral do joelho. sempre que possível. mais próxima do filme. Pext . envolvida pela sua frente. O AP de joelho deve ser comparativo. PA . para logo após erguer o corpo de maneira a manter a coxa e a perna com ângulações iguais em releção a mesa. com os pés ligeiramente rodados medialmente. Paciente em decúbito dorsal.(A) Região externa ou lateral do joelho.2s / fino / 1m / não / 30x40 Pext . devemos manter um ângulo de 120º entre a coxa e a perna. pode fixa-lo com o outro joelho. Paciente em decúbito ventral.(B) Região posterior do joelho. O PA de joelho. penetrando ao nível do vértice da rótula. Pint Região interna ou madial do joelho. Esta incidência deve ser comparativa por causa das inúmeras variações da anatomia normal e por causa das patologias bilaterais e das unilaterais. etc. joelhos e pernas. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. deve ser comparativo. penetrando no ponto médio da grande prega do joelho.A rótula participa anteriormente da articulação. Raio central perpendicular. PA . as duas articulações devem ser demonstradas num mesmo filme. Reio central perpendicular ou com 5º cefálicos. pois esta localizado laterlamente mais abaixo. Nos casos em que a anquilose mantém o joelho com uma certa flexão. e facilitar o posicionamento. no centro do filme. esta relacionada com a lesão dos componentes articulares como cartilagem articular. não permitindo movimentos. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA (A) e (B) / Pext (A) e (B) / Pint / OPI / OPE / AXIAL / Incidências de rotina AP / Pext (A) / AP Regiões posteriores das coxas. mais próxima do filme. numa mesma exposição. O chassis deve estar colocado verticalmente com o seu maior plano em contato com a região lateral do joelho. para fazer o posicionamento de rotina. se o paciente tiver condições. Esta incidência é a melhor para pacientes que apresentem anquilose ( ou ancilose ) do joelho. penetrando no ponto médio da grande perga do joelho. erguendo o joelho a ser examinado.6s / fino / 1m / sim / 30x40 60 / 38 / 20 / 100 / 0. penetrando no meio do espaço entre o vértice da rótula e a prega do joelho. joelhos e pernas. Raio central perpendicular. O paciente em decúbito dorsal.

passando pelo dorso do pé. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 62 / 40 / 60 / 100 / 0. fletindo as pernas sobre as coxas até que forme um ângulo de aproximadamente 60º. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 64 / 38 / 60 / 100 / 0. ( +_20º a 25º cefálicos ). 3-) Desvios dos joelhos Quando a indicação do exame radiológico for para desvios dos joelhos ( genovalgo e genovaro ). Rótula ( patela ) Ainda considerada por alguns autores como um osso sesámoideo. Paciente em decúbito dorsal. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do joelho. Paciente em decúbito ventral. Raio central perpendicular. um perfil com menos 5 Kv em média. devemos fazer além das radiografias de rotina. Articula-se com os côndilos femurais medial e lateral. penetrando ao nível do vértice da rótula. Esta projeção tem valor nas suspeitas de fraturas de rótulas e das proções anteriores dos côndilos femurais.3cm em sentido lateral  OPI FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 58 / 38 / 60 / 100 / 0. mais próximas do filme. As incidências obliquas apresentam grande valor nas suspeitas de fraturas articulares. colocando a face anterior da rótula em contato com a mesa. . mais próximas do filme. mais próxima do filme. que compõe a articulação do joelho anteriormente. Paciente senteado ou em decúbito dorsal. O paciente deve manter o posicionamento através de uma faixa ou toalha. Esta incidência tem valor nos casos de fraturar de rótula.3cm em sentido medial  OPE . Paciente em decúbito ventral. apoiando as pernas sobre o encosto de uma cadeira ou sobre uma outra mesa. Raio central incidindo perpendicular infero-superiormente. a rótula é um osso curto. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Raio central com um inclinação tal que percorra paralelamente o espaço entre a rótula e o fêmur.6s / fino / 1m / sim / 18x24 PA (B) Região anterior do joelho. Quando o posicionamento se torna incômodo. 2-) Radiografia com raios moles Quando a indicação para o estudo do joelho for artrite ( processo inflamatório na articulação ) devemos fazer além das incidências de rotina. mais próximo a uma das extremidades da mesa. apesar da sua constancia. costumamos fazer as radiografias com grade. pois esta espessura já apresenta uma quantidade de radiação secundaria suficiente para tirar o detalhe radiografico. uma incidência em AP de joelhos com o paciente em posição ortostática. colocamos um apoio sob o joelho do paciente.6s / fino / 1m / sim / 24x30 NOTAS GERAIS 1-) Grade potter-bucky A partir dos 9cm.(B) e (C) Incidências de rotina PA (A) / Pext / PA (A) Região anterior do joelho.2s / fino / 1m / não / 24x30 AXIAL Regiões anterior da coxa e proximal do joelho.6s / fino / 1m / sim / 24x30 58 / 38 / 20 / 100 / 0.Regiões posteriores interna e externa respectivamente do joelho. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA (A) e (B) / Pext / Pint / OPI / OPE / OAI / OAE / AXIAL (A). girando a perna medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ). penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do joelho. Obliqüidade joelho-filme entre 30º e 45º. O chassis deve ficar sobre a rótula a ser examinada e o raios-x incidir por baixo. saindo no meio da rótula.

A obliquidade joelho-filme deve ser de 45º.4s / fino / 1m / sim / 18x24 52 / 32 / 40 / 100 / 0. mais próxima do filme Paciente em decúbito ventral girando o joelho medialmente ( OAI ) e lateralmente ( OAE ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. pois o raio central vai penetrar horizontalmente. mais próximas do filme. da rótula. passando a outra perna por cima e colocando-se na frente da que vai ser examinada. O chassis deve ficar perpendicular ao maior eixo da rótula. pois se um paciente tem uma fratura incompleta e se excedremos na flexão da perna sobre a coxa poderemos completar esta fratura. saindo no centro da rótula. Estas obliquas apresentam grande valor nas suspeitas de lesões ao nível da rótula e devem ser feitas quando o doente consegue apoiar a sua região. mais próxima do filme. fazendo um ângulo de 60º entre a coxa e a perna. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o vértice e a base da rótula. com o próprio paciente fixando o filme. mais próximas do filme. Obliqüidade joelho-filme de 45º. pela margem intercondilar ou incisura intercondilar ou ainda chanfradura intercondiliana. Pint Região interna ou medial do joelho. Paciente em decúbito dorsal. passando pelo dorso do pé. Chassis colocado perpendicular ao plano da mesa ou leito. mais próxima do filme. penetrando axial ao maior eixo da rótula. cefálicos ). Raio central com uma inclinação tal que percorra o maior eixo da rótula ( +_20º / 25º. que deverá estar perpendicular ao plano da mesa. . saindo no centro da rótula. fazendo um ângulo de 135º entre a coxa e a perna. deve penetrar percorrendo o maior eixo da rótula. modificando em muito o prognostico para o paciente.2s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Região externa ou lateral do joelho. com a finalidade de dissociar a rótula. para sair perpendicular ao chassis. Paciente em decúbito ventral. erguendo o joelho do lado a ser examinado de maneira que forme um ângulo de aproximadamente 120º. OPI e OPE Regiões posteriores interna e externa respectivamente. Fazer um ângulo de 120º entre a coxa e a perna. Paciente sentado. apoiadas sobre a mesa. toalha ou avental. girando o joelho medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ). penetrando no meio do espaço entre a base e o vértice da rótula. joelho ou perna. mais próxima do filme. Raio central quase que horizontal ao plano da mesa. respectivamente. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. Raio central perpendicular. AXIAL (A) Regiões anterior e próximal do joelho. Raio central perpendicular. AXIAL (C) Região anterior da coxa no seu treço distal. da rótula. A região plantar deve estar apoiada na mesa. O paciente deve manter o posicionamento através de uma faixa. Raio central perpendicular. apoiada sobre a coxa. Raio central horizontal ao plano da mesa. Paciente em decúbito dorsal. OBS : A indicação da axial para rótula deve ser cautelosa.12s / fino / 1m / não / 18x24 Chanfradura intercondiliana Os dois côndilos do fêmur apresentam-se separadamente entre si. Estas incidências obliquas devem ser indicadas quando o paciente não tenha condições de apoiar diretamente a rótula sobre a mesa. AXIAL (B) Região lateral da coxa. Paciente em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 52 / 32 / 40 / 100 / 0. O paciente deve sentar e apoiar a coxa e perna sobre um anteparo. para que fique num plano mais alto. atrás e embaixo. Com o raio horizontal ao plano da mesa.62 / 40 / 20 / 100 / 0. fletindo as pernas sobre as coxas até que se forme um ângulo de aproximadamente 60º.4s / fino / 1m / sim / 18x24 OAI e OAE Regiões anteriores interna e externa.

AP (B) . 2-) PA (A) Região anterior da perna. Sem movimentar a perna. Sem movimentar a perna. penetrando ao nível da grande prega do joelho. Esta projeção demonstra a margem anterior da chafradura intercondiliana.6s / fino / cilindro encostado / sim / 24x30 .PA (A) e (B) / 2. Raio central incidindo com 90º em relação ao plano da perna. não permitem a devida visualização das margens anterior e posterior da chanfradura. Incidências Decúbito dorsal 1. penetrando ao nível do vértice da rótula. de maneira que a coxa forme um ângulo de 120º com a perna. devemos utilizar o cilindro de extensão aberto. Ângulo formado entre a mesa e a coxa é de 20º Raio central perpendicular. A perna deve fazer um ângulo de 120º com a coxa.PA (A) e (B) Com o paciente em decúbito dorsal ou sentado AP (A) . O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. Região posterior do joelho. 2-) PA (B) Região anterior da perna. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. Esta projeção demonstra a margem anterior da chanfradura intercondiliana. mais próxima do filme. ou fazer em decúbito ventral em pacientes que tenham condições de manter o posicionamento.6s / fino / cilindro encostado / sim / 24x30 Com o paciente em decúbito ventral Podemos fazer o exame com o paciente em decúbito ventral de duas maneiras : 1-) PA (A) Região anterior da perna. incidindo ao nível da grande prega do joelho. pois nas radiografias simples de joelho. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. Para o estudo radiográfico da chanfradura intercondiliana é necessário incidências especiais. Sem movimentar a perna. o paciente deve flexionar a articulação do joelho. mais próxima do filme. O ângulo formado entre a mesa e a coxa é de 40º. Para obtermos mais detalhe. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. Sem movimentar a perna.AP (A) e (B) Decúbito ventral 1. Região posterior do joelho. penetrando ao nível da grande prega do joelho. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. nos casos de crianças e pessoas idosas. o paciente deve flexionar o joelho. OBS : As projeções para chanfradura intercondiliana com o paciente em decúbito dorsal ou sentado. mais próxima do filme. Raio central perpendicular ( 90º em relação ao plano da mesa ) em relação ao plano da perna. Podemos fazer o exame com o paciente em decúbito dorsal ou sentado. o paciente deve flexionar o joelho de maneira que a coxa faça um ângulo de 160º com a perna. Raio central perpendicular ou com 110º em relação ao plano da perna. mais próxima do filme. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. Esta projeção demonstra a margem anterior da chanfradura intercondiliana. de maneira que a coxa faça um ângulo de 120º com a perna. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 67 / 38 / 60 / 100 / 0. mais próxima do filme. mais próxima do filme. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 38 / 60 / 100 / 0. apresentam a vantagem de ser mais fácil o posicionamento para o paciente e a desvantagem da grande distância objeto-filme e a superposição da rótula. 1-) PA (B) Região anterior da perna. Raio central com 20º cefálicos ou 70º em relação ao plano da perna.Ela é limitada em baixo e aos lados pelas margens dos côndilos e é separada da face poplítea do corpo pela linha intercondilar do fêmur.Decúbito dorsal. A perna deve fazer um ângulo de 120º com a perna.Decúbito dorsal. o paciente deve flexionar o joelho. penetrando ao nível da grande prega do joelho. de maneira que a coxa faça um ângulo de 140º com a perna.

o maior e mais pesado osso do corpo humano. penetrando perpendicular no centro da região a ser examinada. OPI e OPE Regiões posterior interna e externa respectivamente do terço médio distal da coxa.Fêmur ( terços médio-distal ) É o único osso da coxa. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. no seu terço médio distal. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. médio e distal. Esta incidência tem indicação nos pacientes que estejam em tração ou em pacientes gessados. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. no seu terço médio distal. Pext (A) Região externa ou lateral da coxa. Incidências Terço médio-distal AP / Pext (A) e (B) / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext (A) / Terço médio proximal AP / Pext (A) e (B) / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext (A) / Terço médio-distal As radiografias do fêmur para terço médio-distal devem incluir obrigatoriamente no filme a articulação do joelho. As projeções obliquas apresentam grande valor quando o radiologista deseja esclarecer uma hipótese diagnóstica. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. terço proximal. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. até o joelho da outra perna ficar anterior a região a ser examinada.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Pext (B) Região externa ou lateral da coxa. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. Esta incidência tem indicação em pacientes que estejam em tração ou em pacientes gessados. Chassis perpendicular ao plano da mesa ou leito. porque somente em raros casos conseguimos inclui-lo em toda sua extensão no filme. . Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. no seu terço médio distal. em contato com a região interna da coxa. de lesões ósseas ou de partes moles. Para estudo radiológico do fêmur do adulto. em contato com a região externa da coxa. principalmente quando a indicação é fratura. fazendo uma ligeira rotação interna ( medial ) da coxa. mais próxima do filme. erguendo a coxa a ser examinada. Paciente em decúbito dorsal. erguendo a coxa a ser examinada. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. Devemos sempre utilizar o maior filme possível para as radiografias do fêmur. AP Região posterior média-distal da coxa. o dividimos em três partes. Chassis perpendicular ao plano da mesa ou leito. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. girando a coxa medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ).2s / fino / 1m / não / 30x40 Pint Região interna ou medial da coxa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 20 / 100 / 0. mais próxima do filme. passando a outra coxa por cima. proximalmente faz a articulação coxo-femural e distalmente a articulação do joelho. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. penetrando perpendicular ao centro da região a ser examinada.

no seu terço médio proximal. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Fêmur ( terços médio-proximal ) As radiografias do fêmur para terço médio proximal devem incluir obrigatoriamente a articulação coxo-femural. no seu terço médio proximal. penetrando no períneo. mais próxima do filme. Paciente em hemi-decúbito lateral. Raio central perpendicular. no seu terço médio proximal. Obliqüidade paciente-filme de 60º. AP Região posterior média proximal da coxa. quando desejamos o fêmur esquerdo.Raio central perpendicular. mais próxima do filme. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa.8s / fino / 1m / sim / 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Radiografia pré-operatória . o meio do maior eixo longitudinal da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal fazendo uma rotação interna máxima do membro inferior a ser examinado. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. mais próxima do filme. Paciente em decúbito lateral. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. Raio central perpendicular. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. quando desejamos o fêmur direito e em obliqua posterior esquerda. Raio central com uma inclinação de 10º. OPE Região posterior externa da coxa.8s / fino / 1m / sim / 30x40 Pext (A) Região externa ou lateral da coxa no seu terço médio proximal. Pext (B) Região externa ou lateral da coxa. Com o paciente em obliqua. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. na posição de obliqua posterior direita. fazendo uma ligeira rotação interna da coxa. Esta incidência mostra o grande trocânter dissociado e o colo do fêmur em sua maior extensão. mais próxima do filme.8s / fino / 1m / sim / 30x40 OPI Região posterior interna da coxa. Devemos sempre utilizar os maiores filmes para o exame da coxa. fazendo uma rotação externa máxima do membro inferior a ser examinado Esta projeção mostra o pequeno trocânter dissociado e o colo do fêmur num plano semi-axial. mais próxima do filme. O bordo superior do chassis deve coincidir com o meio do espaço entre a espinha ilíaca ântero-superior e a crista ilíaca. aplicando sempre que possível o efeito anódio ( catódio para o lado da articulação coxofemural ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 80 / 100 / 0. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0.

devemos sempre utilizar uma grade fixa. AP com rotação externa Região posterior do terço proximal da coxa. Paciente em decúbito dorsal. num plano semi-axial em relação ao filme. Paciente em decúbito dorsal. Métodos para localização da articulação . fazendo uma rotação interna da perna do lado a ser examinado. O bordo superior do chassis deve ficar em contato com a crista ilíaca. 2-) Paciente gessado Quando radiografamos uma porção espessa dos membros que esteja gessada. Paciente em decúbito lateral. O maior eixo longitudinal mediano da coxa a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. devem ser feitas utilizando sempre o maior chassis e posicionando-o de tal maneira a colocar o máximo possível do fêmur na imagem. Esta incidência mostra o colo do fêmur. É admiravelmente construída para combinar movimentos relativamente livres com sustentação e transmissão de peso. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP com rotação interna e com rotação externa / AXIAL (A) e (B) / AP com rotação interna Região posterior do terço proximal da coxa. AP com rotação interna Região posterior do terço proximal da coxa. devemos alterar os fatores.As radiografias durante o ato cirúrgico. Raio central perpendicular. penetrando no centro do maior eixo do colo do fêmur. com a perna que não vai ser radiografada elevada e apoiada sobre um anteparo. num plano semi-axial em relação ao filme. penetrando perpendicularmente no centro do maior eixo do colo do fêmur incidindo no períneo. de maneira que o maior eixo do colo do fêmur fique paralelo ao filme. durante o ato cirúrgico. AXIAL (B) Região externa da coxa no seu terço proximal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 39 / 80 / 100 / 0. Raio central perpendicular. de maneira que a coxa forme um ângulo de 90º com o tronco. O chassis é colocado do lado externo a ser examinado. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. fazendo uma rotação externa da perna do lado a ser examinado.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Articulação coxo-femural É a articulação formada entre o osso ilíaco ou coxal através do acetábulo com a cabeça do fêmur. Esta preocupação é porque o ortopedista assim tem a noção exata do eixo do fêmur. Raio central com uma inclinação cefálica de 10º penetrando no períneo. Esta incidência mostra o colo do fêmur. Paciente em decúbito dorsal. mais próxima do filme.8s / fino / 1m / sim / 24x30 AXIAL (A) Região externa do colo do fêmur. onde pode-se ver os deslocamentos anteriores e posteriores. de fratura do fêmur. antes e após a redução. mais próxima do filme. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. mais próxima do filme. Pela grande espessura a ser atravessada. aumentando a quilovoltagem : Gesso seco  + 8Kv Gesso úmido  + 12Kv Colo do fêmur É a porção proximal localizada entre a região intertrocantérea e a cabeça do fêmur. podendo aquilatar como será a redução e até corrigir a posição das extremidades fraturadas. fazendo uma rotação externa da perna do lado a ser examinado. Esta incidência mostra o colo do fêmur. Raio central horizontal ao plano da mesa. Paciente em decúbito dorsal. OBS : Esta projeção apresenta importância nos casos cirúrgicos de fraturas de colo do fêmur. mais próxima do filme. em toda a sua extensão paralelo ao plano do filme. penetrando no centro do colo do fêmur.

2-) No meio da linha imaginaria entre a crista ilíaca e a sinfise púbiana. então a variação nos fatores em relação a comparativa será pequena. devemos encostá-lo no paciente. . As projeções obliquas devem ser feitas para cada articulação. encontra-se a articulação coxo-femural. Raio central perpendicular. OBS : As obliquas apresentam indicação nos casos de fraturas ou luxações. Este é o melhor método de localização. AP localizada com rotação interna e com rotação externa Mesmo posicionamento da incidência em AP comparativa.A articulação coxo-femural por ser profunda e protegida por fortes cápsulas e envolvida por músculos poderosos. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. onde o paciente não consegue fazer os movimentos de rotação da perna. isto é. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. Obliqüidade paciente-mesa de 30º a 45º. entre a cabeça do fêmur e o acetábulo. mais próxima do filme. As duas incidências localizadas devem participar da rotina. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 10 / 200 / 100 / 2s / fino / 1m / sim / 24x30 OPD e OPE Região posterior direita e esquerda. Raio central perpendicular. necessita para a sua localização. forma-se quatro ângulos. Quando há dificuldade do paciente manter o posicionamento. dados esses importantíssimos no diagnóstico diferencial. Paciente em decúbito dorsal. por causa da boa definição das relações articulares. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 Perfil direito e esquerdo Região externa ou lateral das articulações direita ou esquerda. Este método deve ser aplicado com estes números no adulto. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP comparativa com rotação interna e rotação externa / AP localizada com rotação interna e rotação externa / Perfil direito e esquerdo / OPD / OPE / AXIAL (A) e (B) / incidência de LOWENSTEIN (A) e (B) / incidência de van rosen / incidência de BUDIN E CHANDLER / tomografia em AP / Incidências de rotina AP comparativa com rotação interna / AP localizada com rotação interna / AP localizada com rotação externa / AP comparativa com rotação interna e com rotação externa Região posterior de ambas articulações. cruza-se uma transversal. respectivamente. "sobre esta linha" esta a articulação. fazemos a OPD e a OPE. Devemos fazer de rotina o AP comparativo com rotação interna. esta a articulação. da bacia. porem é colocado o cilindro de extensão aberto ou colimadores de abertura de acordo com a articulação. Três centímetros abaixo desse cruzamento. uma região coincidente com 3cm acima do grande trocânter. esta a articulação. penetrando na articulação a ser examinada. A região da articulação a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. por isso diminuindo a distância foco-filme. cruza-se uma perpendicular. passando ao nível das articulações. Três a quatro centímetros abaixo da bissetriz do ângulo mais inferior. girando os pés para dentro e numa outra radiografia. Paciente em decúbito lateral rigoroso com as pernas estendidas ao longo do corpo. no estudo do lado direito. 4-) Sentindo-se a pulsação da artéria femural. penetrando ao nível da articulação. pois demonstra a cabeça e colo do fêmur com excelente definição. OBS : Quando utilizamos o cilindro de extensão aberto. mais próximas do filme. qualquer um dos diferentes métodos : 1-) No meio da linha imaginaria entre a espinha ilíaca ântero-superior e a sinfise púbiana. Raio central perpendicular. OBS : A incidência comparativa deve ser obrigatória na rotina mínima. OBS : Esta incidência apresenta indicação nos casos em que há suspeita de luxação de articulação coxo-femural. girando para fora. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. dois a três centímetros para cima e sete a oito centímetros para dentro. 3-) Localizando-se o grande trocânter em rotação interna da perna. pois lesões ao nível da articulação podem ser unilaterais ( direita ou esquerda ) ou bilaterais. utilizamos uma faixa compressora.

com a perna que não vai ser radiografada elevada e apoiada sobre um anteparo. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Paciente em decúbito dorsal com as pernas estendidas. penetrando perpendicular no centro do maior eixo do colo do fêmur. OBS : A incidência de VAN ROSEN é importante no estudo das luxações da articulação coxo-femural. em intensa rotação interna e abdução máxima dos membros. de maneira que o maior eixo do colo do fêmur fique paralelo ao filme. deve ser sempre comparativa e quando indicada devem ser feitas as duas radiografias ( A e B ). Raio central horizontal ao plano da mesa. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. utilizamos um apoio radiotransparente sob o lado que está levantado. A diafragmação visa também proteger as gônadas da radiação. mais próxima do filme. A radiografia deve ser feita a uma distância foco-filme de 1. Por causa do tempo longo de exposição. esta técnica não será satisfatória em crianças menores de 6 anos. O chassis é colocado do lado externo a ser examinada. Normalmente a linha prolongada pela diáfise femural corta o teto acetabular. Raio central perpendicular. no filme. cada um deles. O bordo superior do chassis deve ficar em contato com a crista ilíaca. mais próximas do filme. Paciente sentado. Incidência de van rosen Regiões posteriores das articulações coxo-femurais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 Incidência de LOWENSTEIN ( incidência de FROG ) Regiões das articulações coxo-femurais.80m. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / -. Raio central perpendicular. B-) Radiografia afastando os dois joelhos do plano mediano ságital de 60º. no seu terço proximal. Esta radiação geralmente é indicada em crianças. incidindo ao longo do eixo do fêmur. Paciente em decúbito dorsal. fletindo as coxas e pernas com os pés apoiados na mesa. Ao diafragmar é importante incluir o terço superior da tíbia. Esta proteção pode ser conseguida através de um campo reduzido e o uso de um anteparo plumbífero para as gônadas. o ângulo é menor ( entre 30º e 45º ) a reta cai mais próxima a coluna torácica. O maior eixo longitudinal mediano da coxa a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa.80m / sim / 24x30 Tomografia . formando um ângulo com o eixo ságital de 45º./ 250 / 100 / 2.5s / fino / 1. Raio central perpendicular. incidindo no períneo. Nesta incidência devemos utilizar uma grade fixa para obtermos mais detalhe. utilizada posteriormente como uma linha de referencia. numa caixa ou cadeira de material totalmente radiotransparente.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Incidência de BUDIN e CHANDLER Região posterior da articulação. mais próxima do filme. FROG ou RÃ. Nesta incidência as duas regiões plantares ficam quase encostadas uma á outra. Raio central com uma inclinação cefálica de 20º penetrando no períneo. mantendo os joelhos e pés unidos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 AXIAL (A) Região externa ou lateral da articulação. Paciente em decúbito lateral.Para fixar o posicionamento. A incidência de LOWENSTEIN. A coxa erguida deve formar um ângulo de 90º com o tronco. o feixe é centrado no colo do fêmur ( região medial da coxa ). A-) Radiografia afastando os dois joelhos do plano mediano ságital de 15º. na estativa vertical. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. cada um deles. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. AXIAL (B) Região externa ou lateral da coxa. com os joelhos fletidos em 90º. penetrando no meio do espaço entre as articulações. Quando há luxação. mais próximas do filme. A incidência de VAN ROSEN deve ser sempre comparativa. mais próximo do filme.

As projeções obliquas são mais especificas para as fossas ilíacas que aparecem no seu plano paralelas ao filme. com as pernas estendidas ao longo do corpo. Os ossos que formam o ilíaco ou coxal são : Ileon . mais próximas do filme. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. mais próxima do filme. Os pés devem ficar em rotação interna. Raio central perpendicular. penetrando no meio do espaço entre a espinha ilíaca ântero-superior e o púbis. aparecem num plano semi-axial. Raio central perpendicular. com a articulação a ser radiografada coincidindo com a linha central da mesa. Quando há dificuldade de manter o posicionamento. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática.O estudo tomograficocom suas radiografias em planos pré-selecionados pelo operador. Raio central perpendicular.superior e lateral Isqueon . utilizamos uma faixa compressora próxima a uma região da bacia. da bacia. posteriormente encontramos a coluna sacra e a coccígea. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular.2s / fino / tomo / sim / 24x30 Bacia A bacia é formada por um forte arcabouço ósseo. Utilizamos esta incidência em politraumatizados. A obliquidade posterior mostra a fossa ilíaca direita. colocando o corpo em posição obliqua. sempre é dos métodos de exames radiológicos apresntam maior valor para o diagnóstico do médico radiológista. Tomografia em AP Paciente em decúbito dorsal. e a obliquidade posterior esquerda mostra a esquerda. Sempre devemos incluir todos os ossos da bacia no filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 35x35 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda. Raio central penetrando na articulação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 250 / 80 / 3. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / OPD / OPE / Perfil esquerdo e direito / Incidências de rotina AP / OPD / OPE AP Região posterior da bacia. Obliquidade paciente-mesa de 45º. penetrando no meio do espaço entre as duas espinhas ilíacas ântero-superiores e a sínfise pubiana. OBS : O perfil direito ou esquerdo tem indicação nos casos de suspeitas de fraturas ao nível do isquion e do púbis. aproximadamente 80% de todo o ilíaco. composto principalmente pelos dois ilíacos. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. para podermos visualizar as regiões do colo do fêmur e grande trocânter com melhor definição. PA Região anterior da bacia.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Pdir e Pesq Região direita ou esquerda da bacia. mais próxima do filme.inferior e posterior Púbis . As fossas ilíacas no AP. penetrando 3cm acima do cóccix.inferior e anterior O maior osso da bacia é o ileon. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . penetrando ao nível da fossa ilíaca uns 4cm para dentro da espinha ilíaca ântero-superior. O plano ótimo'quase sempre se encontra próximo a espessura dividida por dois somada de 3cm. que não têm condições de ficar em decúbito dorsal. Quando o paciente tiver dificuldade de manter o posicionamento. utilizamos um apoio radiotransparente sob o lado levantado. Paciente em decúbito lateral rigoroso. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. respectivamente.

no mesmo posicionamento do perfil de coxo-femural e bacia. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. mais próxima do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP ( FERGUSON ) / PA / OPD / OPE / OAD / OAE / Incidências de rotina AP / OPD / OPE / AP ( incidência de FERGUSON ) Região posterior da articulação. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 PA Região anterior da articulação. mais próxima do filme. principalmente quando apresentam fragmentos anteriores ou posteriores. Região pubiana deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular penetrando ao nível da sínfise pubiana. Raio central perpendicular. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. Paciente sentado. mais próxima do filme. AP Região posterior do púbis. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 25 / 60 / 100 / 0. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. Paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme. As pernas devem ficar afastadas ao máximo uma da outra.8s / fino / 1m / sim / 18x24 Perfil esquerdo e direito Região direita ou esquerda do púbis. encontra-se localizado anteriormente na região inferior da bacia. Raio centra com uma inclinação podálica de 5º a 15º. por isso não devemos fazer de rotina essa projeção. penetrando no processo espinhoso de S1. penetrando ao nível do púbis. Paciente em decúbito lateral rigoroso. OBS : Esta projeção apresenta valor nos casos de fraturas do púbis. mais próxima do filme. Raio central com uma inclinação média de 25º cefálicos. penetrando no meio da sínfise pubiana. Paciente em decúbito dorsal.0s / fino / 1m / sim / 35x35 Púbis É o menor osso do ilíaco.6s / fino / 1m / sim / 18x24 Articulação Sacro-ilíaca É a articulação que se dá entre as faces articulares laterais da coluna sacra com as faces articulares do íleon. para conseguirmos entrar com o raio central perpendicular ao maior eixo do sacro. medialmente. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA / AP / Perfil direito e esquerdo / AXIAL / Incidências de rotina PA / AXIAL / PA Região anterior do púbis. passando pelo bordo superior da sínfise pubiana. AXIAL ( Variante da incidência de THOMS ) Região inferior do púbis./ 200 / 100 / 2. Raio central perpendicular. O prefil superpõe o púbis direito e esquerdo. Raio central perpendicular saindo no meio da sínfise pubiana. Fazemos o AP de púbis quando o paciente não tem condições de ficar em decúbito ventral. mais próxima do filme. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. OBS : A inclinação cefálica costuma ser alguns graus maior em mulheres.70 / -. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. com o tronco formando um ângulo de aproximadamente 60º com a mesa.

OAD e OAE Região anterior direita e esquerda respectivamente. de grande importância na pesquisa da estiologia dessas alterações. Método de exame Regiões posteriores das articulações coxo-femurais. escanometria ou técnica de farril. utilizando apenas uma projeção com um filme de tamanho que inclua as três articulações. isto é. a articulação a ser examinada é a direita. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. escoliose desnivel de bacia. um AP de joelho e um AP de articulação tíbio-társica. o paciente em OPE. Para obtermos mais detalhe. que é indireta. Quando o aparelho não dispõe de colimador. por que são feitas três exposições num mesmo filme sem o paciente se movimentar. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. devemos utilizar cilindros de extensão fechado ou outros colimadores. O lado a ser radiografado é o que esta mais próximo do filme. Quando o aparelho de raios-x dispõe de colimador. colocando o corpo em posição obliqua. isto é.6s / fino / 1m / sim / 24x30 NOTA 1-) Projeções obliquas As regiões onde penetra o raio central nas incidências obliquas devem coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Quando em decúbito dorsal. Obliquidade paciente-mesa de 30º. são as principais indicações deste exame. joelhos e tíbio-társicas. mais próxima do filme. OPE Região posterior esquerda da articulação. fazemos a maior abertura do diafragma para a articulação coxo-femural. vai causar uma diferença na medida do comprimento dos ossos. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. um AP de coxo-femural. pois podemos fazer escanografias de forma direta. Obliquidade paciente-mesa de 30º.72 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 OPD Região posterior direita da articulação. penetrando ao nível da articulação. a articulação a ser examinada é a esquerda. Qualquer movimento de uma das pernas no sentido longitudinal. podemos fazer limitando os campos radiográfados com placas de chumbo. podendo-se medir também os membros superiores. mais próxima do filme. devemos fixar através de uma fita de adesivo. São três incidências num mesmo filme. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática colocando o corpo em posição obliqua. escanograma. penetrando 3cm para dentro da espinha ilíaca ânterosuperior mais afastada da mesa. Normalmente a escanografia é utilizada na medição dos membros inferiores. para termos certeza que o paciente não se moverá. mais próximas do filme. a articulação a ser examinado é a direita. Obliquidade paciente-mesa de 30º. Escanografia É a demonstração radiográfica dos ossos longos. a fim de medir quaisquer diferenças nos seus comprimentos. . colocando o corpo em posição obliqua. são outros nomes utilizados para a mesma técnica. isto é. O lado que esta levantado é o que será radiografado. com o paciente em OAD. da articulação. Raio central perpendicular penetrando 3cm para dentro da espinha ilíaca ânterosuperior mais afastada da mesa. SINONÍMIA Mensuração radiológica. O lado que está levantado é o que será radiografado. os dois grandes dedos. mais próxima do filme. A bandeja com o chassis deve deslizar livremente em todo o espaço compreendido entre a articulação coxo-femural e a articulação tíbio-társica. Este método exige que haja uma boa distância entre o plano superior do chassis e o inferior da mesa para que as placas de chumbo não deslizem quando a bandeja é fechada. a média para o joelho e a menor para a tíbio-társica. o paciente em OPE. isto é. Raio central perpendicular. INDICAÇÃO Claudicância.

para tratamento do desnivel da bacia. irá haver superposição da porção escamosa do occipital com a 3ª vértebra e as vezes até a 4ª vértebra cervical. . pois se estender muito a cabeça. todas as vértebras apresentam três núcleos de ossificação : um maior para o corpo e dois laterais para os arcos posteriores. Coluna sacra com 5 vértebras. responsavel pelo eixo dos movimentos de lateralização da cabeça. A fusão dos núcleos pode retardar-se até os 6 anos. *(1) O que quisemos dizer com essa asserção é que somente estas 3 vértebras apresentam nome especifico. o Axis eleva seu corpo em forma de processo ( Apófise ) chamado odontoide. Raio central perpendicular. penetrando na articulação coxo-femural. Coluna cervical É a porção da coluna logo abaixo do crânio. No recém-nascido. com exceção do cóccix. apresenta a desvantagem de multiplicar por dois o número de incidências. A coluna cervecal apresenta uma curvatura anterior ( lordose ) fisiológica. O paciente deve fazer as radiografias para coluna em posição ortostática ou sentado. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP (A). por causa do comprimento menor de um dos membros. Cuidados importantes são a retirada de adornos com materiais radiopacos que venham a prejudicar o exame.Coluna vertebral A coluna vertebral apresenta-se dividida em 5 segmentos : Coluna cervical com 7 vértebras. A inclinação cefálica apresenta principalmente duas vantagens : 1-) Afastar a mandibula proximalmente do campo radiografico.(B) e (C) / Transoral (A) e (B) / Transmaxilar / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina AP (A) / perfil (A) e (B) / Transoral (A) e (B) / AP Região posterior do pescoço. Raio central com inclinação de 12º cefálicos.8s / fino / 1m / sim / 30x40 Articulação coxo-femural Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 60 / 100 / 0. de acordo com a idade. a anatomia radiológica da coluna apresenta grandes variações. por isso. Coluna lombar com 5 vértebras. A sétima.(C) e (D) / Perfil (A).(B).Outro método que pode ser aplicado é a utilização de cones ou cilindros para localizar separadamente cada articulação num mesmo filme. depois no joelho e logo após na articulação tíbio-társica. pois há pacientes que usam compensação no salto. Na radiografia em AP conseguimos ver com boa definição da 3ª a 7ª vétebra cervical. 2-) Entrar paralelo aos espaços intervertebrais. A 1ª e a 2ª vértebras necessitam de incidências especificas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 80 / 100 / 0. O bordo superior do chassis deve coincidir com a região mais alta do pavilhão auricular. quando não for possivel. chama-se proeminente. Enquanto o Atlas não tem corpo e tem processo espinhoso rudimentar. A lordose fisiológica coloca os corpos vertebrais de C4 a C7 numa posição tal que somente com inclinação cefálica é possivel a demonstração dos espaços intervertebrais. Coluna torácica com 12 vértebras. por Ter um processo espinhoso maior. As duas primeiras ( Atlas e Axis ) e a sétima *( Proeminente )(1).6s / fino / 1m / sim / 30x40 Articulaçào do joelho Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 26 / 24 / 100 / 0.24s / fino / 1m / sim / 30x40 04 . O paciente deve ser posicionado com a linha horizontal alemã perpendicular ao plano da estativa vertical. Coluna coccígea com 2. mais próxima do filme. composta por 7 peças vertebrais. então fazemos o exame em decúbito dorsal. penetrando entre a cartilagem tireóide e a cricóide. Podemos obter o AP por quatro técnicas diferentes : AP (A) Raio central com uma inclinação entre 10º e 15º cefálicos. 3 ou 4 peças vertebrais atípicas. Retirar os sapatos é uma providência importante.

para diminuir a ampliação e daí. sentado ou em última hipótese. desaparecendo então através do fenômeno chamado FLOU CINÉTICO.FATORES Kv / K / 65 / 48 / mAs 60 / mA / t / foco / / 100 / 0. em decúbito lateral. e na hora da exposição o paciente fará movimentos de lateralização da cabeça. daí evitando o flou cinético. devemos utilizar um foco mais grosso. penetrando na cartilagem tireóide. Os raios divergentes cumprirão a função da inclinação cefálica da incidência anterior. mais próxima do filme. para trabalharmos com tempo mais curto. AP (D) – AUTOTOMOGRAFIA – 2 A autotomografia baseia-se no flou cinético. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 53 / 60 / 100 / 0. ela se apagará da imagem radiografica. Como a intenção é demonstrar da 2ª a 7ª vértebras. O bordo superior do chassis. É uma incidência feita com tempo longo. isto é. pois os pacientes nessa posição têm tendência a movimentar-se. logo acima da cricóide ( cartilagem mais inferior do laringe ). Raio central perpendicular.80m ). de 5º. A finalidade da autotomografia – 2 – é a visualização das primeiras vértebras cervicais. pois é frequente essas radiografias sairem tremidas pelo movimento do paciente. Com a automografia – 1 – podemos visualizar todas as vértebras cervicais. É uma incidência feita com tempo longo. que acompanha a cabeça nos movimentos de lateralização. devendo-se por convenção. utilizamos então uma inclinação média do raio central. Radiografia feita a grande distância foco-filme para compensaro espaço entre a coluna cervical e o filme. quando não houver indicação precípua. com o movimento de uma determinada região.AUTOMOGRAFIA . sentado ou em última hipótese. Perfil com flexão direita e esquerda (B) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. para demonstrar com melhor definição as ultimas vértebras cervicais. isto é.50m / sim / 18x24 Perfil normal direito e esquerdo (A) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. O paciente deve forçar ao máximo os braços para baixo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 48 / 160 / 60 / 2. . tendo o cuidado de não movimentar o maior eixo da coluna cervical. para trabalharmos com tempo mais curto. O paciente deve fletir ao máximo a cabeça até que olhe em direção aos pés. penetrando na fúrcula esternal. deve coincidir com a região mais alta do pavilhão auricular. penetrando ao nível da cartilagem tireóide. Sempre que possivel. aparecendo com boa definição a estrutura fixa. e na hora da exposição o paciente fará movimentos de abrir e fechar a boca. logo acima da cricóide ( cartilagem mais inferior do laringe ). Por causa da grande separação entre a coluna cervicale o filme. Raio central perpendicular. devemos aumentar a distânica foco filme. Para podermos fazer a radiografia com tempo longo. conseguimos visualizar os primeiros espaços intervertebrais com uma pequena inclinação cefálica e os médios e ultimos com uma maior inclinação. O bordo superior do chassis. Por causa da lordose fisiológica da coluna vertebral. penetrando ao nível de C4 ( ou tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). Paciente em posição ortostática. tendo o cuidado de não movimentar o maior eixo da coluna cervical. aparecendo com boa definição a estrutura fixa.6s / fino / d / bucky / Fi 1m / sim / 18x24 AP (B) Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática. Raio central com uma inclinação média de 5º cefálicos.1 A automografio baseia-se no flou cinético.6s / fino / 1m / sim / 18x24 AP (C) . em decúbito lateral. ela se apagará da imagem radiografica. com o movimento de uma determinada região. com exceção da primeira vértebra. mais próxima do filme. esta incidênciadeve ser feita a grande distância foco-filme ( 1. não perdermos detalhe. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical ( tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). Sempre usar os focos de maior miliamperagem ( foco grosso ).5s / fino / 1. fazer o perfil esquerdo.

Raio central perpendicular. Raio central com uma inclinação cefálica de 5º. Colocar o corpo do paciente com uma obliquidade de 45º com o plano da estativa e a cabeça paralela a esse plano. mais próximas do filme. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. sentado ou em decúbito ventral. Radiografia feita a grande distância foco-filme ( teleradiografia ) para compensar o espaço entre a coluna cervical e o filme. penetrando de maneira que tangencie os dentes incisivos superiores. penetrando ao nível de C4 ( ou tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). Colocar o corpo do paciente com uma obliquidade de 45º com o plano da estativa e a cabeça paralela a esse plano. Algumas vezes. Paciente em decúbito dorsal.Perfil com extensão direita e esquerda (C) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. Utilizamos esta incidência quando nos interessam as primeiras vértebras cervicais e o paciente não tem condições de abrir a boca. e a flexibilidade das articulações interpofisárias. só conseguiremos um bom estudo radiografico utilizando a tomografia. mais próximas do filme. sentado ou em posição ortostática. sentado ou em posição ortostática. até que olhe em direção ao teto.3s / grosso / 1. Paciente em posição ortostática. sentado ou em posição ortostática. perpendicular ao plano da mesa. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. Sempre utilizar os focos de maior miliamperagem para trabalharmos com tempo mais curto. mais próxima do filme. Fazemos esta incidência de rotina. Transmaxilar Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. OAE Região anterior esquerda do pescoço. em decúbito lateral.80m / sim / 18x24 Transoral (A) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. tangenciando os incisivos superiores. penetrando ao nível do lábio superior. Raio central perpendicular. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. abrindo ao máximo a boca. daí evitando o flou cinético. abrindo a boca ao máximo. por isso devemos pedir ao paciente que retire próteses dentarias radiopacas. sentado ou em última hipótese. Transoral (B) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. mais próximas do filme. esta então aumenta as possibilidades de um bom estudo das articulações occipitoatloidea e atlo-axoidea. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. OBS : As projeções de perfil com flexão e extensão apresentam grande importância para estudo do eixo da coluna onde poderemos individualizar pequenas luxações. O paciente deve estender ao máximo a cabeça. mais próxima do filme. Linha horizontal alemã perpendicular a mesa. OBS : A finalidade da boca aberta nas incidências transorais é a retirada dos dentes do campo a ser radiografado. Radiografia feita com cone para obtermos melhor detalhe do atlas e do axis e das articulações occipito-atloidea e atlo-axoidea. OBSERVAÇÕES : . A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo perpendicular ao plano da mesa. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. Paciente em posição ortostática. sentado ou em decúbito ventral. Paciente em decúbito dorsal. pois nem sempre conseguimos individualizar as articulações na primeira transoral ( com raio central perpendicular ).8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 OAD Região anterior direita do pescoço. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. Paciente em posições ortostática. A radiografia deve ser feita com cone. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 58 / 60 / 200 / 0. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular.

sentado ou em decúbito ventral. Obliquidade do paciente-mesa de 45º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 48 / 70 / 200 / 0. OBS : A verdadeira incidência de TWINING ( incidência do nadador ) é utilizada na mielografia de região cérvico-torácica com o paciente em decúbito ventral e o raio central horizontal passando ao nível de C7. pelos seguintes motivos : 1º-) Coluna cervical mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 60 / 100 / 0. envolvendo a cabeça sem modificar o eixo da coluna. Paciente em posição ortostática. Paciente em posição ortostática.(B) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. 2º-) Nas OAD e OAE. pois não são demonstradas com boa definição nas incidências para coluna cervical.m / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo . por isso utilizando menos Kv e menos mAs. Região da coluna cérvico-torácica coincidindo com a linha central da mesa. Esta radiografia deve ser indicada em casos de pacientes com fraturas ou luxações que estejam em tração ou que não tenham condições de remoção do leito. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. com imagem mais real e com melhor detalhe. mais próximas do filme. penetrando na fúrcula esternal. Devemos Ter o cuidado de retirar roupa ou adornos que venham prejudicar o exame. . Membro mais afastado do filme o mais abaixado possivel. Perfil direito e esquerdo . nem para coluna torácica. A cabeça do paciente deve ficar paralela ao plano da estativa ou mesa. Paciente em decúbito dorsal.A-) Quando o paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme. retirando os sapatos. tangenciando a articulação acrômio-clavicular mais afastada do filme. Raio central perpendicular.(A) – Incidência de TWINING ( variante ) Região lateral direita ou esquerda da coluna. sentado ou em última hipótese. do pescoço. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. C-) Quando na requisição de exame vem o pedido para obliquas de cervical. podemos fazer na distância FO-FI de 1m. articulações interpofisárias e outras estruturas da coluna num plano obliquo. Membro superior mais próximo do filme. colocando um apoio radiotransparente sob o tórax e região crevical. mais próxima do filme.3s / grosso / 1m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda respectivamente. colocamos o seu corpo em posição obliqua e a sua cabeça paralela ao plano da mesa.35s / grosso / 1. Nesses casos. devemos fazer as anteriores. pesquisa de uncoartrose ( processos degenerativos dos uncus vertebrais ). Sempre que possivel. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 68 / 38 / 60 / 200 / 0. fazer o exame em posição ortostática. As torácicas são vértebras que necessitam de estudo especifico. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. por causa da superposição com as articulações escápulo-umerais. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. com a finalidade de retirar os ombros de cima das primeiras vértebras torácicas. 3º-) Maior facilidade e comodidade para o paciente manter o posicionamento. T2. B-) As projeções obliquas apresentam grande importância no estudo dos forames de conjunção ( onde penetram as raízes nervosas sensitivas ). em decúbito dorsal. T3 e T4 ). Raio cnetral perpendicular. o raio central penetra com uma inclinação podálica +_ 12º. sentado ou em decúbito dorsal. Uma outra pessoa deve tracionar os membros superiores em sentido distal. Esta incidência joga a coluna cérvico-torácica na região axilar.80m / sim / 18x24 Coluna cérvico-torácica Consideramos como componentes da coluna cérvico-torácica as últimas cervicais ( C6 – C7 )e as primeiras torácicas ( T1. Paciente em posição ortostática. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Perfil (A) e (B) / OPD / OPE / OAD / OAE / Incidências de rotina AP / Perfil (A) / AP Região posterior da coluna cérvico-torácica. apresentando seus componentes com excelente definição.6s / fino / 1.

OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda do tórax e pescoço. apoiando no ombro. Coluna torácica Localizada logo abaixo da coluna cervical. que fazendo-se deitado.m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda do tórax e pescoço. sentado ou em decúbito ventral. Raio central perpendicualr. Cada vértebra torácica faz 12 articulações : 2 com os corpos vertebrais contíguos ( articulações intervertebrais ). Paciente em decúbito ventral. perpendicular ao chassis. passando ao nível de T2. através da fovea costal ( costela com o corpo ) e fovea costal transversa ( costela com o processo transverso ). indicamos então a tomografia da região com cortes separados de alguns milimetros. em todas as incidências. penetrando ao nível da 2ª vértebra torácica ( T2 ). que não tenha condições de virar ao contrário. sentado ou em última hipótese. mais próxima do filme. pois assim poderemos surpreender desvios de coluna. devemos utilizar sempre neste exame. Para facilitar o posicionamento. mais próximas do filme. que deverá estar equilibrado na vertical. colocando-se a coluna cervical no mesmo eixo da torácica. 2 fóveas costais transversas. mais próxima do filme. deve ser feita sem os sapatos. devemos utilizar grade fixa para obtermos mais detalhe. 2 com os processos articulares inferiores. 2 fóveas costais superiores.m / sim / 18x24 NOTA 1-) Tomografia Quando interessa ao médico radiologista ver a extensão da lesão ao nível da coluna. o efeito anodio ( catodio para o lado do abdome ).7s / fino / 1. colocando-se a coluna cervical no mesmo eixo da torácica. poderiam passar despercebidos. em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 25 / 80 / 100 / 0. OBS : Nas incidências em perfil para coluna cérvico-torácica com o raio central horizontal. Paciente em posição ortostática. Como toda radiografia para coluna. Obliquidade paciente-mesa de 45º. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Perfil direito e esquerdo / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / Perfil esquerdo / AP Região posterior do tórax. sentado ou em decúbito dorsal. 2 com os processos articulares superiores ( articulações interpofisárias ). Raio central perpendicular. 2 fóveas costais inferiores. Para igualarmos as densidades radiograficas. mais próximas do filme. É importante fazermos esta incidência de pé ou sentado. A principal caracteristica da vértebra torácica é a articulação com os arcos costais. O bordo superior do chassis deve coincidir com a região mentoniana. por causa que os raios-x . Estas projeções apresentam valor para a visualização dos forames de conjugação pedículos e outros acidentes anatômicos numa apresentação obliqua. PA Região anterior do tórax. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando ao nível da fúrcula esternal. Paciente em posição ortostática. apresenta 12 peçasvertebrais.8s / fino / 1. Obliquidade paciente-mesa de 45º. Raio central perpendicular. penetrando no meio do espaço entre a fúrcula esterna e o apêndica xifoide. O PA de coluna torácica apresenta a desvantagem de superpor os bordos superiores e inferiores dos corpos de uma vértebra com a outra.Raio central horizontal ao maior plano do leito ou mesa. Utilizamos estas incidências quando o paciente não tem condições de fazer as obliquas posteriores. devemos colocar um apoio radiotransparente sob a parte que esta erguida. Paciente em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 40 / 70 / 100 / 0.

deverá ser .m / sim / 30x40 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 25 / 200 / 60 / 3. Quando utilizamos esta técnica.3s / fino / 1. Em relação a fatores. A melhor posição para os pacientes com fratura ao nível da coluna lombar é a decúbito ventral.m / sim / 30x40 Coluna lombar É a porção da coluna vertebral situada logo abaixo da torácica. OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda respectivamente. mais afastada da mesa do que a distal. Quando o paciente em decúbito lateral rigoroso os braços devem envolver a cabeça e as pernas flexionadas para facilitar e manter o posicionamento. Raio central perpendicular. Raio cnetral perpendicular. OBS (A) : Se o exame for feito em decúbito lateral. mais próximas do filme. O maior eixo da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. Quando houver indicação das obliquas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 100 / 100 / 1s / fino / 1. As mãos e antebraços devem ficar apoiados anteriormente na cabeça. não apresenta superficies articulares nos processos transversos e seu processo espinhoso é de forma mais larga e quase quadrada. deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. raio central perpendicular. pois sabemos que a coluna torácica apresenta uma cifose fisiológica ( curvatura para trás ). mais próximas do filme. devemos trabalhar com tempo longo para conseguirmos um melhor flou cinético. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. podemos fazer a radiografia em perfil com o paciente respirando lentamente. penetrando ao nível de T6. penetrando na linha axilar média ao nível da 6ª vértebra torácica. penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 25 / 200 / 100 / 2.m / sim / 30x40 OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda respectivamente. separando assim os espaços intervertebrais. em proporção com as demais. Devemos fazer de rotina em PA para que os raios-x penetrem na concavidade da coluna.2s / fino / 1. Obliquidade paciente-mesa de 45º.m / sim / 30x40 OBS (B) : Para conseguirmos uma melhor demonstração das vértebras torácicas. ficando assim a coluna torácica proximal. Paciente em posição ortostática ou sentado. penetrando ao nível do meio do espaço entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide. Para facilitar o posicionamento. devemos Ter cuidado para que o paciente não movimente também a coluna nas fazes respiratórias. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. O maior eixo longitudunal da coluna. Paciente em posição ortostática. são as que possuem o corpo vertebral mais desenvolvido. mais próxima do filme. Obliquidade paciente-mesa de 45º. mais próxima do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA / AP / Perfil normal direito e esquerdo / Perfil com flexão direito e esquerdo / Perfil com extensão direito e esquerdo / Perfil localizada de L5-S1 / incidência de FERGUSON / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina PA / Perfil normal / Perfil com flexão / Perfil localizada de L5-S1 / FERGUSON / PA Região anterior do abdome. O motivo é que a largura dos ombros é quase sempre maior que a da bacia. do tórax. Quando em ortostática ou sentado.0s / fino / 1. Por isso. Apresenta 5 vértebras que. devemos fazer as anteriores pela maior facilidade de posicionamento. O maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. sentado ou em decúbito lateral. o raio central deve penetrar com +_5º cefálicos ao nível da 6ª vértebra. com isso apagaremos a imagem de superposição das costelas. do tórax.penetram pela convexidade. devemos utilizar um apoio radiotransparente sob o lado levantado do tórax e da bacia. quando vier na maca nessa posição.

(B). Esta projeção apresenta grande valor no estudo do eixo da coluna. onde poderemos demonstrar melhor possiveis deslizamentos de vértebras. estando o paciente em decúbito dorsal ou ventral. Perfil com flexão direita ou esquerda Região lateral direita ou esquerda do abdome. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. Mesmo com as pernas fletidas.0s / fino / 1.removido cuidadosamente para a mesa de exame.Quando há indicação de fazer o exame em decúbito lateral. deve fazer uma flexão máxima do tronco sobre as coxas. reduzindo a lordose fisiológica. penetrando na 3ª vértebra lombar ( no meio do espaço entre o bordo inferior do rebordo costal e a crista ilíaca ). Raio central perpendicular. de acordo com a largura da bacia. Retirar os sapatos é das providências mais importantes para o exame da coluna vertebral. onde poderemos demonstrar melhor possiveis deslizamentos de vértebras. Raio central perpendicular. utilizando as mãos para manter o posicionamento. penetrando no meio do espaço entre o bordo costal inferior e a crista ilíaca. mais próxima do filme. Esta projeção apresenta também grande valor no estudo do eixo da coluna. estendendo o tronco ( para trás ). a 5ª vértebra lombar não aparece com boa definição por causa da sua inclinação para articulação com a 1ª vértebra sacra. O centro do maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. devemos dar uma inclinação podálica no raio central para penetrar perpendicular ao maior eixo longitudinal da coluna.Quando a indicação for fratura ou luxação. e o raio central no meio do filme. flexionando as pernas até as regiões plantares ficarem em contato com a mesa. quando não for possivel fazer de pé.m / sim / 30x40 Perfil normal direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda do abdome. Paciente em decúbito dorsal. pois a região mais distal da coluna lombar fica mais alta do que a proximal. mais próxima do filme. para facilitar o posicionamento. penetrando no meio do espaço entre o rebordo costal inferior e a crista ilíaca.O raio central deverá Ter uma inclinação podálica de 5º a 10º. penetrando no meio do espaço entre o rebordo costal inferior e a crista ilíaca. Esta posição coloca a coluna quase que totalmente paralela ao plano da mesa. [enetrando no ponto médio entre o rebordo inferior da cartilagem costal e a crista ilíaca. o paciente deve fletir as pernas e envolver a cabeça com os braços. deve fletir o tronco até apoiar as mãos num plano situado logo abaixo do joelho.m / sim / 30x40 Perfil localizada de L5-S1 . Para facilitar o posicionamento devemos passar uma faixa compressora pela bacia do paciente. OBS : (A). Raio central perpendicular. AP Região lombar. Quando em decúbito lateral. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. O maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. Quando em posição ortostática. mais próxima do filme. para ser feito o estudo radiografico nessa mesma posiçào ( em PA ). quando fizer o exame em decúbito lateral. (C).4s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 100 / 100 / 1. OBS : Outro método que podemos utilizar na prática é a colocação do bordo inferior do chassis logo abaixo do cóccix. mais próxima do filme. As mãos e antebraços deve estar apoiados anteriormente na cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 240 / 100 / 2. com grade fixa. pois a região da bacia é quase sempre mais espessa que a região lombar proximal. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. OBS : Quando o exame for feito em decúbito lateral. Raio central perpendicular. até apoiar as mãos num plano ao nível do joelho. fazemos o perfil com o raio central horizontal. O centro do maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. Paciente em posição ortostática. Perfil com extensão direita ou esquerda Região lateral direita ou esquerda do abdome.

por isso tendo que se usar anteparos radiotransparentes sob as regiões torácica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 20 / 240 / 100 / 2. Demonstram os mesmos acidentes das obliquas anteriores. lâmina e articulações inter-pofisárias. Raio central perpendicular ou com uma inclinação podálica de 5º penetrando no nível de L3. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. A incidência de FERGUSON mostra o espaço intervertebral de L5-S1 que não aparece nas incidências postero-anterior e antero-posterior. por causa da maior angulação do sacro. penetrando ao nível de L3. Obliquidade paciente-mesa de 45º. boca  Processo transverso ( mais afastado do filme ). OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda do abdome. As obliquas anteriores são de mais fácil posicionamento e podemos trabalhar com o raio central perpendicular ou com uma pequena inclinação podálica. que estejam erguidas. porque nestas posições a coluna lombar distal fica mais alta do que nas obliquas anteriores. Imagem do "cachorrinho" • Orelha  Processo articular superior ( mais afastado do filme ). Nas projeções obliquas.Região lateral direita ou esquerda da articulação lombo-sacra. só que na maioria das vezes temos que trabalhar com ângulação podálica de 5º a 10º. podendo-se ver com boa definição a coluna sacra e as articulações sacro-ilíacas. podemos visualizar a imagem do "cachorrinho de LACHAPELLE". O seu plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. por ser uma região de frequente acometimento de patologias e também por que não aparece com boa definição no perfil panorâmico de coluna lombar. mais próxima do filme.m / sim / 24x30 Incidência de FERGUSON Região posterior da articulação de L5-S1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. mais próximas do filme. • Nariz. Preferimos fazer em decúbito dorsal porque a espessura a ser atravessada pelos raios-x passa a ser menor. esta inclinação costuma ser maior. Em mulheres. deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Raio central perpendicular. penetrando 3 a 4cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca.m / sim / 24x30 OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda do abdome. As obliquas posteriores são mais dificieis de manter o posicionamento na obliquidade exigida. Para obtermos mais detalhe devemos utilizar o cilindro de extensão aberto.4s / fino / 1. Raio central com uma inclinação média de 25º cefálicos penetrando 3cm acima da sinfise púbiana. • Olho  Pedículo ( mais afastado do flime ). • Pata trazeira  Processo articular inferior ( mais próximo do filme ). Cauda  Processo articular superior ( mais próximo do filme ). O maior eixo longitudunal da coluna. Estas incidências apresentam grande valor para visualização de certas estruturas anatômicas como o ISTMO. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. • Pescoço  Istmo ( mais afastado do filme ). É formado por um conjunto de acidentes anatômicos da vértebra lombar em posição obliqua. • Corpo  Lâmina ( mais próxima do filme ). Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortotática.2s / fino / 1.2s / fino / 1. Esta incidência apresenta grande importância na rotina radiográfica para coluna vertebral.m / sim / 30x40 . mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. O mair eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. mais próxima do filme. Obliquidade paciente-mesa de 45º. Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 10º. • Pata dianteira  Processo articular inferior ( mais afastado do filme ). lombar e da bacia.

Raio central com inclinação cefálica de 15º penetrando no meio do espaço entre as espinhas ilíacas ântero-superiores. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. ai faremos as incidências especifícas para coluna lombar e coluna sacra. LÂMINA e ARTICULAÇÃO INTERPOFISÁRIA. devemos utilizar colimadores para obtermos mais detalhe.m / sim / 18x24 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Perfil direito e esquerdo / Perfil com flexão e extensão / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / perfil esquerdo / AP Região lombar inferior. Os principais acidentes demonstrados são o ISTMO. Coluna sacra Localizada logo abaixo da coluna lombar.4s / fino / 1. penetrando 2cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca.2s / fino / 1. A-) Pode-se incluir num mesmo filme 30x40cm com a coluna sacra em sua totalidade. Perfil com flexão e extensão Região lateral direita ou esquerda da bacia. . mais próxima do filme. Apresenta valor nos casos de suspeitas de deslizamentos de vértebras. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. devemos associar o estudo da coluna sacra. Obliquidade paciente-mesa de 45º. exige um estudo radiológico específico para ela. Estas incidências devem ser feitas com o paciente fazendo uma flexão forçada e outra radiografia com o paciente fazendo uma extensão forçada. C-) Gasto menor de filmes. B-) Pode-se Ter uma noção panorâmica da articulação da lombar com a sacra. O exame da coluna sacra. que é ao nível da crista ilíaca. por motivos que justificam totalmente.m / sim / 18x24 Coluna lombo-sacra Normalmente os pedidos de exames radiográficos para coluna lombar vêm associados. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Concluimos que. somente variamos o local da penetração. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Raio central perpendicular. isto é : Incidências de rotina PA / Perfil normal / Perfil com flexão / Perfil localizada de L5-S1 / FERGUSON / Raio central com as mesmas variações de angulação da coluna lombar. Raio central com uma inclinação de 15º cefálicos. penetrando 2cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. arqueia-se para trás formando uma concavidade anterior. mais próxima do filme. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa. tornando menos oneroso o custo do exame. e mais os componentes da imagem do cachorrinho. Raio central perpendicular. A rotina mínima é a mesma do que para coluna lombar. penetrando no meio do espaço entre as espinhas ilíacas ântero-superiores.5º Vértebra lombar Por causa da 5ª vértebra em relação com as demais peças lombares.2s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 25 / 240 / 100 / 2. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da bacia. Sempre que possivel. porém se quisermos estudos isolados desses segmentos da coluna. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. apresenta cinco vértebras que se fundem por volta dos 6 anos. quando quisermos estudar a coluna lombar. mais próximas do filme.

Paciente em decúbito ventral ou em posiçAo ortostática.m / sim / 18x24 AP Região posterior do cóccix. mais próxima do filme.2s / fino / 1.m / sim / 24x30 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. penetrando no meio do cóccix. Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 10º. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. O plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da mesa. pois assim saberemos exatamente a inclinação que será dada ao AP. permitindo utilizarmos fatores mais baixos.m / sim / 24x30 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da região sacral. a espessura abdominal diminui. Raio central perpendicular ou com 5º podálicos. É importante fazermos em primeiro lugar o perfil. mais próxima do filme. penetrando ao nível da espinha ilíaca ântero-superior. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 120 / 100 / 1. mais próximas do filme. penetrando de maneira que tangencie a sinfise pubiana.m / sim / 24x30 Coluna coccígea A coluna coccígea esta localizada logo abaixo da coluna sacra e é composta por 2. Maior eixo longitudinal do cóccix deve coincidir com a linha central da mesa. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Perfil direito e esquerdo / AP / PA / Incidências de rotina Perfil esquerdo / AP / Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Nas suas faces póstero-laterais encontramos as superficíes para as articulações com os ilíacos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2.0s / fino / 1. Região sacral no seu maior eixo longitudinal. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. penetrando ao nível do processo espinhoso da 2ª vértebra sacra. PA Região anterior da coluna sacra. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Perfil direito e esquerdo / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / Perfil esquerdo / AP ( Incidência de FERGUSON ) Região posterior da coluna sacra. Região sacral. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. mais próxima do filme. Preferimos fazer em decúbito dorsal porque quando o doente deita. A inclinação podálica é de grande importância pois a partir do perfil veremos a inclinação a ser dada para dissociar as peças coccígeas. O estudo radiológico deve ser feito com o auxílio de colimadores para obtermos mais detalhe. Plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. coincidindo com a linha central da mesa. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º. 3 e as vezes 4 peças vertebrais atípicas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1.A coluna sacra apresenta uma forma triangular com o vértice voltado para a parte inferior e orifícios nas laterais ( forames sacrais ). coincidindo com a linha central da mesa. Obliquidade paciente-mesa de 30º. .0s / fino / 1. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º penetrando de maneira que tangencie a sinfise pubiana.2s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 200 / 100 / 2. O maior eixo longitudinal do cóccix deve coincidir com a linha central da mesa.

CLASSIFICAÇÃO DAS ESCOLIOSES NÃO ESTRUTURAIS . Utilizamos esta incidência quando o paciente não tem condições de ficar em decúbito dorsal. mais comum em meninas. mais próxima do filme. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. POSTURAL – Atitude escoliotica. por rececção de costelas . escoliose é o desvio lateral da coluna vertebral. que quase sempre é o 14x17 polegadas. Paciente em posição ortostática ou sentado com os braços caídos ao longo do corpo. O bordo inferior do chassis. deve ficar ao nível da crista ilíaca. ESCOLIOSES ESTRUTURAIS Etiologias mais frequentes : ESSENCIAS OU IDIOPÁTICAS – Desvio lateral permanente da coluna acompanhada de rotação e alterações morfológicas das vértebras. se não for corrigida pode passar a estrutural. podemos utilizar os métodos de COBB-LIPMAN e o de RISSER-FERGUSON. curva dorso-lombar. COMPENSADORA – ( Estática ) – Consecutiva a um desnivelamento da pelve. Etiologia mal determinada. A principal sintomatologia das escolioses é o cansaço e quando na adolescência. A enfermidade se estaciona uma vez terminado o crescimento da coluna ( 16-18 anos ). penetrando no meio do espaço entre as duas espinhas ilíacas ântero-superiores e a sinfise pubiana. para medir-se um possivel desnivel da bacia. de maneira que apareça na imagem. do plano mediano. O maior eixo longitudinal deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. pisando num plano horizontal. ESTUDO RADIOLÓGICO Dentre as diferentes técnicas. toracogênicas ( pleurítica. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática.relacionadas a diversas deformações vertebrais. corrige-se ativamente ou com o decúbito. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 120 / 100 / 1. acondroplasia e outras. hemivertebras e a barra vertebral. A função da coluna é sustentar a corpo com o auxilio dos músculos para dar ao individuo a posição ortostática e conter e proteger a medula espinhal. Os pés devem estar separados um do outro em toda a sua extensão de +_10cm. . ANTÁLGICA – Lombalgia de causa leve ( por exemplo – fibrostática ) ou de causa grave ( por exemplo – lombociatalgia ). com finalidade de radiografar a maior extensão possivel da coluna vertebral. ESTRUTURAIS – Quando estão presentes deformidades vertebrais. penetrando no cóccix. PARALÍTICAS – aparece em 5% dos casos de póliomielite. chamamos dextroescoliose e quando apresenta a convexidade para a esquerda chamamos sinistroescoliose. Quando a escoliose apresenta a convexidade para a direita. Raio central com uma inclinação de 5º a 25º cefálicos.Quando não apresentam deformidades vertebrais.2s / fino / 1. seringomielia. etc ). sempre retirando os sapatos. CONGÊNITAS . Rotina mínima Incidências de rotina AP / Perfil direito ou esquerdo / AP Região posterior da coluna tóraco-lombar. dentre outros. PA Região anterior do cóccix. por volta dos 10-12 anos. não há dor. mielomeningocele.Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 25º. Em crianças de menos de 12 anos. Para a medição da curva escoliótica. neurofibromatose. ETIOLOGIAS MAIS RARAS Exemplos : Raquitismo. ESCOLIOSES NÃO ESTRUTURAIS Exemplos : FISIOLÓGICA – São muito leves. marfam. Existem filmes de aproximadamente 90cm. Devemos utilizar sempre o maior filme existente no serviço de raios-x.m / sim / 18x24 Escoliose ( escolios – do grego – Tortuoso ) Por definição. que vai definir a terapêutica. normalmente dorsal convexa direita e lombar convexa esquerda. para o estudo radiológico da escoliose podemos dividilo numa rotina mínima que vai servir para o diagnostico grosseiro e uma rotina mais completa. mais próxima do filme. mais tipicas.

penetrando na região tóraco-lombar. Raio central perpendicular. penetrando na região tóraco-lombar saindo no meio do filme. mais próxima do filme. com os braços estendidos para cima. Paciente sentado com os braços pendentes ao longo do corpo. AP sentado Região posterior da coluna tóraco-lombar.m / sim / 35x43 ROTINA COM AS INCIDÊNCIAS COMPLEMENTARES ESTUDO RADIOGRAFICO Sempre que o paciente fizer radiografias para coluna. pois pode Ter compensação no salto. de pé. O bordo inferior do chassis deve ficar ao nível da crista ilíaca. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. A diafragmação deve ser para o tamanho total do filme. Raio central perpendicular. O objetivo desta posição é ver escoliose consequente da diferença de membros inferiores. AP em hiperlateralização direita e esquerda ( TESTE DE ABEL ) Região posterior da coluna tóraco-lombar. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. O objetivo é comparar com o AP em ortostática. AP em decúbito dorsal Região posterior da coluna tóraco-lombar. penetrando na região tóraco-lombar. Paciente em posição ortostática ou sentado. incluindo todo o campo do filme. saindo no meio do filme.m / sim / 35x43 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna tóraco-lombar. isto é. se tiver sinistro escoliose faremos o perfil esquerdo. se o paciente apresenta uma dextro escoliose faremos o perfil direito. Raio central perpendicular. levando a um desnível de bacia e posteriormente a uma escoliose. Os pés devem ficar afastados um do outro de +_10cm em toda sua extensão. O paciente deve pisar num plano totalmente horizontal. . A radiografia deve ser feita em posição ortostática para forçar o eixo gravitacional exercido sobre a coluna. através do peso do paciente. mais próxima do filme. Como providencia para todas as radiografias de coluna em ortostática. Incidências AP em ortostática / AP sentado / AP em decúbito dorsal / AP em hiperlateralização direita e esquerda / AP em hiperflexão e hiperextensão / Perfil direito e esquerdo / Projeção do canal torácico / Incidências de rotina AP em ortostática / AP em decúbito dorsal / AP em hiperlateralização direita e esquerda / Perfil direito e esquerdo / AP em bipedestação ou ortostática Região posterior da coluna tóraco-lombar. com os braços estendidos ao longo do corpo. penetrando na região tóraco-lombar. pois a coluna nessa posição apresenta menos carga.0s / fino / 1. Devemos fazer o perfil direito ou esquerdo de acordo com a imagem do AP. para não nos arriscarmos a cortar a imagem da coluna. com a finalidade de separar os espaços intervertebrais. com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca de maneira que apareça na imagem radiografica. mais próxima do filme. penetrando na região tóraco-lombar saindo no meio do filme.Sempre devemos colimar. Raio central perpendicular. O bordo inferior do chassis deve ficar ao nível da crista ilíaca. deve retirara os sapatos. o paciente deve pisar descalço num plano horizontal. O objetivo é também comparativo. saindo no meio do filme. Raio central perpendicular. pois assim o peso exercido sobre a coluna apresenta-se de maneira uniforme. O maior eixo longitudinal da coluna tóraco-lombar deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. mais próxima do filme. como tratamento para encurtamento de membro inferior. podendo assim o radiologista medir o desnivel da bacia. Paciente em posição neutra. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a região da crista ilíaca. saindo no meio do filme. mais próxima do filme. pois a coluna encontra-se com carga total.0s / fino / 1. a fim de dar maior carga na coluna.

a flexibilidade ou rigidez das curvaturas da coluna. Raio central perpendicular. O objetivo é demonstrar nos casos em que haja desvios anteriores ( lordose ) ou posteriores ( cifose ) associados a uma escoliose. Paciente em posição ortostática. como hemivertebras ou vértebras em bloco.m / sim / 35x43 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna. O objetivo destas posições é visualizar a flexibilidade ou rigidez das curvas escolióticas. Devemos fazer de rotina em AP e perfil esquerdo ou direito de acordo com a convexidade do desvio lateral. para colocarmos uma á outra e termos uma visão de toda a coluna como num filme só. saindo no meio do filme.m / sim / 35x43 Projeção do canal torácico Região inferior da gibosidade costal ( zona de intensa cifose ).m / sim / 24x30 TÉCNICA DA RADIOGRAFIA MONTADA PARA CIFO-ESCOLIOSE Esta técnica consiste em obtermos duas radiografias que incluem toda a coluna vertebral. Devemos fazer o perfil direito ou esquerdo de acordo com a imagem do AP. com os braços em extensão máxima acima da cabeça.0s / fino / 1. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. penetrando na região tóraco-lombar. Os raios centrais entrarão perpendicular no terço inferior do filme que radiografará a coluna cérvico-torácica e no terço superior do filme que radiografará a coluna tóraco-lombo-sacra-coccígea. A finalidade da entrada desses raios centrais próximos um do outro é evitar distorções de imagem da região tóroco-lombar. Paciente em posição ortostática ou sentado. se tiver uma sinistro escoliose. se o paciente apresenta uma dextro escoliose fazemos o perfil direito. Utilizamos dois filmes 35x43cm ou 30x40cm. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. AP em hiperflexão e hiperextensão ( TESTE DE KNUTSON ) Região posterior da coluna tóraco-lombar. que é onde as duas radiografias se unem. FATORES . fazendo uma projeção com flexão do tronco e outra com extensão. Paciente sentado e encurvado sobre a mesa de exames de modo que seus braços e pernas fiquem pendentes sobre a extremidade da mesa. penetrando na região tóraco-lombar. fixando-se a pelve atrás de uma faixa compresora. isto é. para o lado direito e outra com inclinação para o lado esquerdo. É especifica para determinar a eficácia da extirpação de costelas no tratamento das cifo-escolioses. Os braços devem ficar estendidos para cima. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1.0s / fino / 1. Raio central perpendicular. com os braços ao longo do corpo. mais próxima do filme. e relação das costelas com a coluna. saindo no meio do filme. penetrando na região tóraco-lombar. com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm.0s / fino / 1. com a finalidade de demonstrar os espaços intervertebrais. O objetivo é complementar a rotina radiografica. O objetivo deste exame é visualizar a rotação dos processos espinhosos. Raio central tangenciando o maior eixo da gibosidade costal. mais próxima do filme. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo. No intervalo entre as duas radiografias o paciente não poderá retirar os pés da posição pré-estabelecida. O paciente deve fazer uma inclinação lateral ativa do tronco. fazemos o perfil esquerdo. AP Região posterior da coluna tóraco-lombar. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática. mais proxima do filme.Paciente em posição ortostática. que são agentes causadores de escoliose. podendo surpreender anomalias vertebrais. saindo no meio do filme FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2.

o paciente não poderá retirar os pés da posição pré-estabelecida.Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. pois esses pacientes apresentam tendência a movimentarem-se. A remoção da maca para a mesa de exames deve ser em bloco. que podem resultar numa lesão medular e daí uma invalidez definitiva. IMPARES : Frontal. de modo que mobilise o mínimo possivel o paciente. por isso. com as pernas fletidas. podemos então fazer o exame em decúbito dorsal. 5-) PERFIL ESQUERDO POR CONVENÇÃO Não só para o estudo radiológico da coluna. podendo então obter uma mesma densidade radiografica. Para a obtensão das radiografias. que a indicação não é escoliose. estão unidos por articulações imóveis ( suturas ).50m / sim / 35x43 ou 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Radiografia de coluna em politraumatizados A imobilização de pacientes com fraturas ou luxações vertebrais deve ser extremamente cuidadosa. PARES : Parietais e temporais. . fazemos então o esquerdo. Alguns ossos do crânio são pares. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2.0s / fino / 1. que é o local onde se unirão as duas radiografias. Quando realizamos os outros perfis de coluna. Os ossos impares são a mandíbula e o vômer. Paciente em posição ortostática com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm. quando no pedido de exame não vier especificado o perfil direito ou esquerdo.( do latim – costura ) – são as articulações imóveis entre a maioria dos ossos do crânio. zigomaticos ou maleres. Utilizamos dois filmes ( 35x43cm ou 30x40cm ).50m / sim / 35x43 ou 30x40 Perfil direrito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna tóraco-lombar. palatinos. 2-) Rdiografia de coluna em decúbito dorsal Sabemos que radiografias para coluna vertebral devem ser feitas em posição ortostática ou sentado. pois teremos que trabalhar ( baseado na lei de KEPPLER ) com quase quatro vezes o mAs da radiografia feita com um metro. Quando a indicação para o exame da coluna é para pesquisa de lesões malignas e o paciente encontra-se debilitado. lacrimais. CRÂNIO – É constituido por um conjunto de ossos que.6s / fino / 1. FACE : Além duma porção do osso frontal. enquanto outros são impares. 4-) TELERADIOGRAFIA NOS PERFIS DE COLUNA Quando estudamos coluna crevical. Esfenoide e Etmoide. devemos utilizar todos os recursos dos aparelhos de raios-x. 05 – Crânio O esqueleto da cabeça se compõem de crânio e face. na maior parte. 3-) SPOT FILM DE VÉRTEBRA TÓRACO-LOMBAR Quando desejamos fazer um estudo especifico das ultimas vértebras torácicas e primeiras lombares. não podemos fazer teleradiografias. mais próxima do filme. Occipital. SUTURAS . O médico radiologista terá condições de dizer nas incidências em prefil. através da maior ampliação da região mais afastada do filme. cornetos inferiores e as maxilas. Os raios centrais entrarão perpendiculares no terço inferior do filme que radiografará a coluna cérvico-torácia e no terço superior do filme que radiografará a coluna tóraco-lombo-sacra-coccígea. como para outras regiões anatômica do corpo. A finalidade da entrada desses raios centrais próximos um do outro é evitar distorção de imagem da região tóraco-lombar. Os ossos Etmoide e esfenoide são especificamente da base do crânio e os outros entram na formação da calota craniana. o esqueleto da face é composto de varios ossos pares que são os nasais. Outra condição que podemos fazer o exame em decúbito dorsal é em crianças e pessoas extremamente idosas. pois assim o diafragma sobe. isto é. devemos fazer em apéia expiratoria. diminuindo a qualidade do exame. se tiver condições. As mãos devem ficar apoiadas anteriormente na cabeça. No intervalo entre as duas radiografias. nesse transporte nenhuma parte do paciente deve sofrer movimentos bruscos. qual o lado lesado. o técnico em radiologia médica deve sempre solicitar a presença do médico responsavel pelo paciente. vimos que nas incidências em perfil. fazemos a grande distancia foco-filme para compensar a longa distância entre a coluna e o filme. pois somente nestas posições podemos surpreender pequenas escolioses.

o parietal. Os parietais formam uma grande parte das porções laterais do crânio. o temporal e o occipital. entre as órbitas. localizado de cada lado do crânio. PARIETAL – É um osso par e são mais ou menos quadrados em forma. duas pequenas asas. duas grandes asas. OSSOS DO CRÂNIO Os ossos do crânio são compostos por duas lâminas de tecido compacto ( lâmina externa e lâmina interna ). que são : Porção escamosa. o etmoide. uma de cada lado do forame magno. ESFENOIDE – É um osso ímpar. Apresenta uma porção horizontal que forma os tetos das orbitas e perte do assoalho da fossa anterior craniana. e os que compõem a base são o esfenoide. porção mastóidea. porção petrosa ou rochedo. que transmite a medula oblonga para a cavidade cranial. alojando a glândula hiposife. que contém os órgãos auditivos essenciais. além de partes do temporal e do occipital. É a parte anterior da calota ( ou abóbada ) craniana. onde eles formam uma grande parte da fossa média do crânio. por volta dos 26. que forma a testa. o forame magno. PARIETO-MASTOIDEA – sutura entre o parietal e o temporal. BREGMA – é o ponto de interseção das suturas coronária e ságital. OCCIPITAL – É um osso ímpar. porção estilóidea. formando parte da fossa anterior e parte das paredes nasal e orbitárias. PTÉRION – área onde se aproximam de cada lado. Os ossos que compõem a calota são o frontal. projeta-se para baixo da superficie inferior da lâmina crivosa. as suturas vão se fechando. formando como que pontos de encontro entre os ossos. O etmoide é constituido basicamente por quatro porções : Lâmina horizontal. situado na base do crânio. dois processos PTERIGOIDES. lâmina vertical ou lâmina perpendicular. O esfenoide é o principal componente da fossa média craniana e apresenta sete porções : Corpo onde se situa a sela turca. de bom padrão é necessario o conhecimento da anatomia craniana e de pontos de referencia como linhas e . PONTOS DE INTERSEÇÃO São áreas do crânio onde se aproximam as suturas. A lâmina ou tábua externa é mais espessa que a camada ou tábua interna e a espessura da camada de tecido esponjoso varia consideravelmente nas várias regiões da abóbada. entre as grandes asas do esfenoide e o occipital. ASTÉRION – área onde se aproximam de cada lado o parietal.É um osso par. principalmente na lambdoide. chamada escama. ESTUDO RADIOLÓGICO DO CRÂNIO Para obtermos um estudo radiológico do crânio.Apresentam o aspecto de linhas irregulares nos crânios de jovens e adultos. OCCIPITO-MASTOIDEA – sutura entre o occipital e o temporal. PRINCIPAIS SUTURAS CRANIANAS : CORONÁRIA – sutura entre o osso frontal e os parietais. que se projetam para baixo de cada lada da superficie inferior do corpo. mas o fechamento diagnosticado radiologicamente não coincide com o determinado anatomicamente. duas massas laterais onde se encontram as selas etmoidais. situado na base do crânio. os parietais. situado na perte póstero-inferior do crânio e forma quase a metade da base craniana. ETMOIDE – É um osso ímpar. FRONTAL – É um osso ímpar e consiste de uma porção vertical. Consiste de quatro porções e tem uma grande abertura. As quatro porções do occipital são : Porção escamosa. entre a porção horizontal do frontal e a porçãobasilar do occipital. com uma superficie externa convexa e uma superficie interna concava. SÁGITAL – sutura entre os parietais. separadas por uma camada de tecido esponjoso chamado DÍPLOE. OSSOS SUTURAIS São núcleos de ossificação. que é chamada de proeminência parietal. Cada osso parietal apresenta uma proeminencia próxima a porção central de sua superficie externa. cribiforme ou crivosa. que se projetam lateralmente ao corpo. porção timpânica. NÁSION – é o ponto de encontro entre o frontal e os ossos próprios do nariz. o frontal o esfenoide e o temporal. duas porções condilares. 30 anos. No decorrer do avanço da idade. LAMBDA – é o ponto de interseção entre as suturas ságital e lambdoide. o occipital e o temporal. e porção basilar TEMPORAL . que formam ossos interpostos nas suturas. Muitas suturas são visiveis radiograficamente. LAMBDOIDE – sutura entre os ossos parietais e o occipital. O osso temporal consiste de cinco porções.

direita e esquerda. É o plano mais utilizado na técnica radiológica geral. Com o corpo humano em posição anatômica a LHA deve ficar perpendicular ao maior eixo longitudinal do corpo. No AP ou no PA rigorosos. etc. Vai do meio do conduto auditivo externo ( CAE ) até o bordo externo da órbita ( ou da comissura externa do olho ). 10-) LINHA DEMARCATÓRIA DA LARGURA E COMPRIMENTO DO CRÂNIO A-) Largura – que une os dois pontos mais laterais dos ossos parietais. obliquas para selas etmoidais. etc. 3-) PLANO FRONTAL OU PLANO CORONÁRIO OU PLANO BI-AURICULAR Divide a cabeça em metade anterior e posterior. posicionamento para tomografia do osso temporal e posicionamento para angiografia cerebral. 1-) PLANO MEDIANO SÁGITAL Divide a cabeça em duas metades simétricas. somente dando uma noção de profundidade. AP de crânio. entraremos com o raio central também perpendicular ). REVERCHON. 5-) LINHA GLABELO-MEATAL Vai da glabela ( pequena proeminencia entre as duas sombrancelhas ) ao teto do conduto auditivo externo. 2-) LINHA MEATO-ORBITÁRIA ( LMO ) TAMBÉM CONHECIDA COMO : Linha órbito-meática. APLICAÇÃO DA LINHA GLABELO-MEATAL : Demonstra a zona limite da base do crânio. 2-) PLANO HORIZONTAL ALEMÃO OU PLANO ANTROPOLÓGICO OU PLANO DE FRANKFURT Divide a cabeça em andar sup[erior e inferior. É a mais utilizada na técnica radiológica do crânio e face. . Aplicação da linha de CHAMBERLAIN : Demonstra a relação entre o occipital e a coluna vertebral. HIRTZ ( INCIDÊNCIA AXIAL ). 6-) LINHA INTER-PUPILAR OU INTER-ORBITARIA Linha que vai de uma órbita a outra ou de uma pupila a outra. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LHA : PA de crânio. linha antropológica e linha de FRANKFURT. 3-) LINHA SUPRA-ÓRBITO-MEÁTICA Une o conduto auditivo externo ao bordo superior externo da órbita ( ao nível da fosseta frontal ). EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Incidências de STEN VERS ( quando esta linha estiver perpendicular ao plano da mesa. Passa verticalmente pelos condutos auditivos externos. deverá estar perpendicular ao filme e no prefil rigoroso deverá estar paralelo a ele. PLANOS As aplicações dos planos correspondem as mesmas das linhas. 9-) LINHA DE CLIVUS Linha que passa pelo buraco posterior do clivus e se curva com uma linha que passa pelo processo clinóide posterior e vai até o násion. BRETON OU TOWNE ( INCIDÊNCIA SEMI AXIAL ). EXEMPLOS DE POSICIONAMENTOS QUE UTILIZAM A LINHA INTER-PUPILAR : PA de crânio. perfil de crânio. LINHAS 1-) LINHA HORIZONTAL ALEMÃ ( LHA ) Também conhecida como : linha infra-órbito-meática. B-) Comprimento – une a glabela até o ponto mais distal do occipital. EXMPLOS DE POSICIONAMENTOS QUE UTILIZAM A LINHA AURICULAR : Perfil de crânio. 7-) LINHA AURICULAR ( COINCIDE COM O PLANO CORONÁRIO ) Linha que passa verticalmente pelo centro do conduto auditivo externo. Vai do teto do conduto auditivo externo ( CAE ) e o bordo inferior da órbita. fundamentais na realização dos posicionamentos. incidência de SCHULLER. linha horizontal americana. PRINCIPAIS LINHAS E PLANOS DO CRÂNIO Linhas – são normalmente o espaço compreendido entre dois pontos anatômicos. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LMO : Transorbitária para osso temporal. 8-) LINHA DE CHAMBERLAIN Vai do palato duro até o bordo póstero-superiordo buraco occipital ( forame magno ). APLICAÇÃO DA LINHA DE CLIVUS : Medida do ângulo de BOOGARD. 4-) LINHA DE RHEESE Une o conduto auditivo externo a comissura do olho do lado oposto. medidas de indices e de ângulos no radiodiagnostico. Perfil de sela turca etc. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LINHA DE RHEESE : Incidência de rheese ( buraco ótico ).planos. Planos – apresentam a mesma aplicação das linha. Passa pelos bordos inferiores das órbitas e pelos tetos dos condutos auditivos externos.

50m / sim / 24x30 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. O raio central deve penetrar paralelo a linha horizontal alemã. Os pés devem ficar para fora da mesa para um melhor apoio do corpo. Normalmente temos que utilizar uma inclinação podálica média de 12º. saindo no násion. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal. Regiões frontal e nasal sobre a linha central da mesa. Crânio ( panorâmicas ) Incidências panorâmicas PA / AP / Perfil direito e esquerdo / Semi-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / AXIAL ( incidência de hirtz (A) e (B) / OPD / OPE / Incidência tangencial / Incidências de rotina PA / Perfil esquerdo / incidência de REVERCHON / PA Região da face. A cabeça deverá estar algo estendida. A incidência póstero-anterior em pacientes obesos ou com pescoço curto. Sabemos que a inclinação esta correta quando a imagem do bordo superior do rochedo projeta-se no terço inferior da órbita. pois assim pode perceber melhor eventuais falhas da posição. . Quando fazemos o AP devemos aumentar a distância foco-filme para diminuir a ampliação das órbitas e de outras estruturars importantes com perda de detalhe. dificilmente conseguiremos uma boa radiografia.6s / fino / 1. apoiando-se sobre o antebraço e o joelho fletido do lado elevado. Ajustar os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. fazemos de rotina o perfil esquerdo. mais próxima do filme. o posicionamento fica mais fácil fazendo-se no bucky vertical com o doente sentado ou de pé. sabemos que a inclinação utilizada foi demasiada. 5-) PLANO DE RHEESE Plano que passa pelo conduto auditivo externo e pela comissura externa do olho do lado oposto. Esta posição vai facilitar a colocação do plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa.90m / sim / 24x30 AP Região posterior da cabeça. Raio central penetrando paralelo a linha horizontal alemã. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa . O operador deve fazer o posicionamento do paciente pela extremidade da mesa.0s / fino / 0. para melhor apoio. Indicamos a incidência ântero-posterior em politraumatizados ou em crianças e pessoas muito idosas. O plano mediano ságital de todo o corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Quando não temos uma indicação precisa da localização da lesão. colocar o corpo em posição obliqua. Quando em decúbito ventral. sentado ou em posição ortostática. com uma média de 12º podálicos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 100 / 1.4-) PLANO MEATO-ORBITARIO Divide também a cabeça em andar superior e inferior. mais próxima do filme. quando colocado perpendicular a mesa. pois se colocarmos somente a cabeça posicionada desta forma. colocando os braços numa posição que permita melhor apoio. Em pacientes com nariz curto esta inclinação diminui. Permite a posição correta na incidência de Rheese. as vezes fazemos até com o raio central perpendicular. que vamos ter dificuldades de manter o posicionamento em póstero-anterior. sentado ou em posição ortostática. Não fazemos AP de rotina porque os principais componentes anatômicos da base do crânio ficam mais próximos na incidência PA. Quando o rochedo se projeta abaixo do bordo inferior da órbita. Os pés devem estar para fora da mesa. sempre procurando aproximar a lesão do filme. no násion. sentado ou em posição ortostática. Passa pelos bordos externos das órbitas e pelos centros dos condutos auditivos externos. para melhor colocação no espaço do filme 24x30cm. Paciente em decúbito ventral. Paciente em decúbito ventral.

O numerador com a identificação do paciente sempre deve coincidir com a região mentoniana. Sempre devemos evitar que o paciente mantenha o posicionamento da cabeça utilizando a mão fechada sob a região mentoniana, pois o radiologista assm poderá deixar de surpreender uma lesão ao nível da mandibula. Quando tivermos dificuldade de manter o posicionamento, devemos utilizar um apoio radiotransparente. Em pacientes obesos ou com pescoço curto, o exame fica mais fácil fazendo-se na estativa vertical. Raio central perpendicular, penetrando ao nível da sela turca, isto é, 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. OBSERVAÇÕES : (A) – Outro ponto que se utiliza na prática para entrada do raio central no perfil é no meio do espaço entre a protuberância occipital externa e a região frontal média. (B) – Em crianças de pouca idade e pessoas muito idosas é mais fácil fazer o perfil de crânio em decúbito dorsal, colocando-se um apoio sob um dos lados do tórax. (C) – Em pacientes com traumatismos crânio-encefálicos ou anestesiados, como se utiliza na arteriografia cerebral, teremos que entrar com o raio central horizontal, colocando um apoio radiotransparente sob a cabeça do individuo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 SEMI-AXIAL Ântero-posterior ( incidência de reverchon ) Região posterior da cabeça, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo com os ombros num plano transverso a linha central da mesa ou estativa. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Pacientes obesos ou com pescoço curto o exame deve ser feito no bucky vertical. O paciente tem que aproximar o máximo possivel o queixo da furcula esternal, pois o raio central deve penetrar com uma inclinação podálica de 35º em relação a linha horizontal alemã. Se a linha horizontal alemã estiver perpendicular ao plano da mesa, a inclinação do raio será de 35º, se o paciente, com a flexão da cabeça, fizer a LHA inclinar-se de 10º ( por exemplo ) em relação a anterior, a angulação então do raio central será de 25º caudais. O ideal dessa projeção é o aparecimento do dorso da sela turca, projetando-se no forame magno. Raio central entrará pela região frontal, passara pelo conduto auditivo externo e sairá no occipital, passando pelo meio do espaço entre os dois processos mastóideos ( região coincidente com o forame magno ). Esta projeção é a única que apresenta a fossa posterior craniana em quase toda a sua totalidade, numa visão frontal, por isso tendo grande importância nas suspeitas de lesão ao nível do occipital. OBSERVAÇÕES : (A) – Quando o paciente estiver em decúbito ventral e não tiver condições de movimentar-se, podemos fazer o reverchon invertido ou projeção nuco-frontal ou semi-axial póstero-anterior, utilizando os mesmos pontos de referência. (B) – Na prática, vemos a incidência semi-axial ântero-posterior ser chamada por três nomes : REVERCHON, BRETON e TOWNE. (C) – Há aotores que aconselham fazer a incidência de reverchon, breton ou towne com até 45º; outros, com inclinações menores, pois consideram como ponto de referência a linha órbito-meática. (D) – A cabeça é das estruturas do corpo que mais variam anatomicamente de individuo para individuo, por isso acontecendo as vezes utilizarmos rigorosamente os pontos pré-estabelecidos e ainda assim a incidência não sair correta. Assim, temos meios de saber que quando faltou angulação é quando não aparece o forame magno. Se a radiografia foi feita com inclinação excessiva do raio central, sabemos quando aparece o arco posterior do ATLAS. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 AXIAL - incidência de HIRTZ – ( sub-mento vértice ) ( vértico sub-mento ) Incidência de HIRTZ – sub-mento vértice Região superior da cabeça, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Quando em decúbito dorsal, coloca-se um apoio sob as costas do paciente para logo apos estender ao máximo a cabeça, até que a linha horizontal alemã fique paralela ao plano da mesa.

Quando este posicionamento for dificil para o doente, que geralmente acontece em pacientes obesos ou de pescoço curto, devemos fazer sentado, fazendo extensão máxima da cabeça, até encostar o vértice craniano na estativa vertical. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. As pernas devem ficar fletidas para relaxar a musculatura abdominal, os braços estendidos ao longo do corpo e os ombros num plano transverso ao maior eixo longitudinal da mesa. Após a exposição dos raios-x, o operador, antes de retirar o chassis da bandeja, deve auxiliar a levantar a cabeça do paciente lentamente, pois se levantar rápido pode sentir tonteiras. A incidência de HIRTZ é a melhor projeção para a base do crânio, mostrando as três fossas cranianas com excelente definição. Raio central penetrando perpendicular, no meio da linha horizontal alemã, quando estiver paralela ao plano da mesa. Quando não estiver, inclinamos o raio central cefalicamente até que penetre perpendicular a LHA. Incidência de HIRTZ – vértico sub-mento Região do sub-mento, mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral, sentado ou em posição ortostática. Esta incidência é indicada quando o paciente não tem condições de fazer a anterior. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. Colocar os braços numa posição que permita melhor apoio, ajustando os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso. Os pés devem ficar para fora da mesa para um melhor apoio. A cabeça deve ficar apoiada sobre a ponta do queixo em extensão máxima. Com a cabeça em hiperextensão, a linha horizontal alemã costuma fazer normalmente um ângulo de 35º a 40º com o plano da mesa. Sabemos que na incidência de HIRTZ o raio central tem que penetrar perpendicularmente a LHA; então teremosa que trabalhar com inclinações de 35º a 40º podálicos, aumentando a possibilidade de distorção e ampliação de imagem. Raio central perpendicular a linha horizontal, penetrando no meio do seu espaço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1,6s / fino / 0,90m / sim / 24x30 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da cabeça, mais próximas do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Obliquidade cabeça-mesa de 15º a 45º, em média, dependendo da região que nos interessa estudar. Estas projeções apresentam valor nos casos de suspeitas de fraturas com ou sem afundamento, e em crianças na pesquisa de céfalo-hematomas, além de outras indicações. Raio central penetrando paralelo a linha horizontal alemã, ao nível do násion. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 Incidência tangencial Região do crânio a ser estudada, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Esta projeção faz um estudo de uma determinada regiào, que esteja próxima a abóbada craniana e que se deseja ver com detalhe a presença ou não de lesões ósseas ou clacificações. A incidência tangencial deve sempre ser feita com a utilização de cones ou cilindros para obtermos mais detalhe. Raio central perpendicular, tangenciando o local onde se suspeita de processo patológico. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0,8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 1-) VARIANTES DA INCIDÊNCIA DE HIRTZ Em relação a penetração do raio central perpendicular a linha horizontal alemã, de acordo com o lugar onde passe, temos três incidências : (A) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço anterior – incidência para face. (B) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço médio – incidência para base do crânio. (C) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço posterior – incidência para osso temporal – incidência para buraco rasgado posterior. 2-) PA de crânio bem posicionado Temos diferentes métodos de reconhecimento para sabermos se a radiografia de crânio em PA esta rodada ou não.

A maioria desses métodos baseia-se na medida do espaço entre qualquer ponto do bordo lateral do crânio e o septo osseo nasal. Estes métodos são falhos pois são frequentes as variações da anatomia normal com assimetrias cranianas. O melhor método é o que mede o espaço bilateralmente entre a lâmina papirácea do etmoide e o bordo interno da órbita. Em crianças, é melhor medirmos da lâmina papirácea do etmoide ao septo osseo nasal. 3-) Perfil de crânio bem posicionado Alguns consideram o perfil de crânio bem posicionado quando os ramos da mandibula e os bordos superiores ( orbitarios ) do frontal ficam superpostos. Discordamos, pois estas estruturas só ficariam superpostas se o raio central penetrasse sobre elas. No perfil de crânio bem posicionado, vemos a sela turca com suas estruturas superpostas, pois o raio central penetra sobre ela. Estruturas como os ramos da mandibula, bordos supra-orbitarios, proeminencias malares e outras vão apresentar-se algo dissociadas, pois os raios que atingem estes pontos anatomicos são divergentes. 4-) Cuidados que devem antecder o exame de crânio Quando formos realizar radiografias de crânio, devemos Ter o cuidado de fazer o paciente retirar grampos, prendedores de cabelo, brincos e também próteses dentárias metálicas, pois estes materiais poderão superpor-se com estruturas que venham prejudicar a analise da radiografia. 5-) Distância FO-FI de 0,90m Mayer, um dos maiores estudiosos da radiologia craniana, apos valorosos estudos, chegou a conclusão que a distância foco-filme ideal seria de 80cm em radiografias feitas sem bucky. Atualmente convencionamos fazer as radiografias de crânio na distância de 90cm, porque fazemos com bucky. Há os que fazem com 85cm e até com 1m, conseguindo boas projeções.

Crânio ( politraumatizados )
Serão descritas incidências realizadas em aparelhos de exames gerais, com acessórios uma aparelhagem especializada para o exame do politraumatizado. Incidências básicas AP / PA / Perfil direito e esquerdo / REVERCHON / HIRTZ / Incidências especiais Incidências para mastóide / Incidências para rochedo / Incidências para base do crânio / tangencial / Em nosso estudo deteremos principalmente nas incidências basicas com suas variantes, não especificando as projeções especiais, pois um estudo radiológico completo com as incidências básicas, feito com um bom padrão, são capazes de apresentar a maioria absoluta das condições patológicas do crânio. As incidências de rotina, que fazemos em pacientes não politraumatizados, já descritas anteriormente, são : Póstero anterior ( PA ) / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( REVERCHON, BRETON OU TOWNE ) / AXIAL ( HIRTZ ) / Apresentaremos as variantes dos posicionamentos por incidência separadamente, sempre seguindo a ordem de apresentação do pequeno para o grande politraumatizado. Classificação dos politraumatizados Para efeitos de um estudo radiológico do crânio, dividimos o paciente politraumatizado em duas classes, relacionadas com o seu estado de colaboração e com os limites da agressividade em relação aos traumatismos. Pequeno e médio politraumatizado, grande politraumatizado. Pequeno e médio politraumatizado São os pacientes que conseguimos uma boa resposta as solicitações verbais, por isso, vindo facilitar grandemente a realização do exame radiológico, pois podemos até deixar de utilizar recursos técnicos para obtermos uma imobilização no posicionamento correto. Grande politraumatizado É o paciente que não responde as solicitações verbais. Isto vem dificulatar em muito o exame, pois não podemos contar com nenhuma colaboração do doente no sentido de obtermos uma boa imobilização na hora do posicionamento e até pelo contrário, podem ser pacientes agitados. ESTUDO RADIOLÓGICO Em todas as radiografias desses pacientes, devemos colocar sempre o tempo mais curto possivel para diminuirmos a possibilidade do flou cinético. São raros os centros de radiologia no nosso meio que apresentam equipamentos totalmente dirigidos para o exame do politraumatizado. Por isso, procuramos utilizar sempre nos nossos posicionamentos os acessórios que o técnico pode obter facilmente no próprio serviço hospitalar. AP

basta chegar o paciente até o lugar da estativa sem que saia da maca. mesmo que sejam em pequena escala.Sabemos que no exame radiológico do crânio. que apresentam movimentos.AP – NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa e não utilizamos acessórios. 2-) Paciente lúcido e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Colocamos um apoio em forma de coroa ( para mantermos o posicionamento ) sob sua cabeça.54s / grosso / 1. nas cotusões cranianas. que se movem de acordo com a vontade do operador. precisam fazer exames que exijam detalhe. Se o traumatismo é no lado direito fazemos o perfil direito. caem nessa posição. fazemos com o raio central inclinado de mais ou menos 12º podálicos no násion. Apresenta a grande vantagem da pouca mobilização do paciente. que por causa do péssimo estado geral. Em termos de radiologia de urgência. obteremos uma radiografia de melhor padrão. se a colocarmos perpendicular a mesa. se colocarmos o paciente em decúbito ventral. Incidência nos pequenos. Nessa projeção. nos pequenos politraumatizados. na rotina. com pequeno grau de agitação. Se tivermos uma grade fixa no serviço. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados. o raio central sempre deve passar paralelo a linha horizontal alemã ( linha que vai do bordo inferior da órbita até o teto do conduto auditivo externo ). médios ou até grandes politraumatizados. passando pela sua região frontal para fixarmos a cabeça do paciente na mesa de exame. Incidência utilizada nos pequenos. Normalmente esses pacientes vem em maca e não devem ser retirados dela. é totalmente impraticavel fazermos o PA. médios ou grandes politraumatizados. a face está comprometida e são muito frequentes as hemorragias nasais. Coloca-se sob a cabeça uma coroa de papelão ou outro material radiotransparente e o chassis fica equilibrado encostado na região posterior da cabeça. são de grande valia nos exames em que pacientes em péssimo estado geral. pois é a que mais aproxima as regiões de maior importância da base craniana do filme. esse sangue vai drenar para a árvore respiratoria através da laringe. sendo essa a causa de grande número de casos mortais em individuos que. pois diminui a possibilidade de acidentes vasculares cerebrais e a formação de edemas. VARIANTES DO . Incidência nos grandes politraumatizados. 6-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Paciente em decúbito dorsal na maca e a cabeça apoiada na estativa na posição horizontal. Incidência nos grandes politraumatizados. Normalmente. Deve-se colocar uma grade fixa sobre o chassis para possibilitar mais detalhe ao exame. . não devem ser retirados da maca. Também utilizado em pacientes em estado de coma. o raio central penetra horizontalmente. Se colocarmos a estativa na posição horizontal. Nas projeções ântero-posteriores. 3-) Paciente lúcido ou não e agitado EM DECÚBITO DORSAL Colocamos uma faixa de esparadrapo ( ou outro adesivo ). 7-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Paciente em decúbito dorsal na maca e o filme colocado sob sua cabeça. pois vamos incorrer num grande risco para a vida do paciente. atropelados.50m / sim / 24x30 Perfil direito ou esquerdo Fazemos o perfil direito ou esquerdo sempre procurando aproximar a região da lesão do filme. A incidência principalmente nos grandes politraumatizados. 5-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO LATERAL A posição em decúbito lateral é a melhor nos traumatismos crânio-encefálicos. preferimos fazer a incidência póstero-anterior. ESTATIVAS COM BUCKY VERTICAL Estativas verticais com grade potter-bucky. 4-) Paciente lúcido ou não e muito agitado EM DECÚBITO DORSAL Utilizamos aparelhos especificos para colocar a cabeça do paciente fixada na mesa e mantida no posicionamento. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 300 / 0. Estes aparelhos apresentam garras com borrachas para fixar a cabeça.

Outro recurso. Apresenta a desvantagem de ampliar em muito a imagem por causa do ombro do paciente que não permite uma melhor aproximação. 5-) Paciente lúcido e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando necessitamos fazer um perfil de crânio na maca. Incidência nos grandes politraumatizados. 3-) Pacientelúcido e não agitado DECÚBITO DORSAL Normalmente a incidência anterior necessita que inclinemos o raio. além do plano inclinado. O plano mediano ságital deve sempre estar paralelo ao plano da mesa. 2-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Não utilizamos acessórios. Incidência nos grandes politraumatizados. para facilitar o posicionamento ( hemidecúbito lateral ) e manter o plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. se utilizarmos um plano inclinado poderemos colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da mesa. utilizamos um plano inclinado para facilitar e melhorar o posicionamento. que não podemos movimentar o paciente. entramos com o raio central horizontal. fazendo assim o perfil do crânio com muita facilidade. entramos com o raio central horizontal após colocarmos sob sua cabeça ( coroa de papelão ). então faremos com uma inclinação de tal modo que o raio entre perpendicular ao maior plano da cabeça do paciente. Nas projeções em perfil ou lateral. inclinamos podalicamente até que fique perpendicular ao maior eixo do crânio. que tenham dificuldade de manter o posicionamento em decúbito ventral. 7-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO VENTRAL . Se conseguirmos. mantendo fixa. O paciente gira a cabeça para um dos lados ( de acordo com a aproximidade da lesão ) até colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da estativa vertical na posição horizontal. Esta incidência pode ser indicada nos grandes politraumatizados. o raio central penetra perpendicular. devemos colocar o seu corpo obliquado na mesa. Levamos a maca até uma estativa com bucky vertical e executamos a radiografia. pois a mobilização do paciente é pequena. VARIANTES DO PERFIL NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO LATERAL Quando o paciente vem andando ou é posto na mesa em decúbito ventral. podemos fazer toda uma rotina do exame do crânio. O paciente vira ao máximo a cabeça para o lado. tentando colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da mesa.Com o paciente em decúbito lateral. A maneira de remediarmos esse problema. É importante sabermos essa rotina. O raio central sempre incidirá perpendicular. é aumentando-se a distância foco-filme. fechada. se não. que nos facilita. diminuindo assim a ampliação com consequente perda de detalhe. sob o queixo. pois muitas vezes o paciente vem nessa posição e não há condições de o colocarmos em decúbito dorsal. Colocamos um apoio sob sua cabeça ( preferivelmente uma coroa de papelão ) para elevá-la. utilizamos os mesmos recursos citados nas incidências anteriores. a não ser quando a cabeça do paciente estiver algo obliqua. o raio central penetra dois centimetros para frente e para cima do conduto auditivo externo ou no meio do espaço entre a região mais medial do frontal e a região mais medial da porção escamosa do occipital. Incidência nos pequenos. para fixar o posicionamento. médios e grandes politraumatizados. 4-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando é conveniente fazer o perfil sem manipular o paciente. é colocarmos um apoio sob as costas ( no lado contrário ao que a cabeça esta rodada ). Podemos utilizar ou não a mão do paciente. 6-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando o paciente vem na maca. apoiando no lado mais próximo da contusão. Quando os pacientes apresentam-se agitados. Incidência nos pequenos e médios politraumatizados ou em crianças e pessoas muito idosas. Incidência nos pequenos politraumatizados. O filme é colocado verticalmente. Obteremos uma melhor radiografia se utilizarmos a grade fixa.

Posicionamento nos grandes politraumatizados. é fundamental incluirmos na rotina o HIRTZ. fazemos o HIRTZ ( vértice sub-mento ). se tiver condições. Na incidência de HIRTZ. empurramolo "em bloco" para frente e ele se coloca em hemi decúbito lateral para melhor posicionamento do perfil. e para isso fazemos o paciente aproximar o queixo da fúrcula esternal.90m / sim / 24x30 SEMI-AXIAL ( INCIDÊNCIA DE REVERCHON ) Quando o traumatismo crânio-encefálico é na região anterior ou lateral da cabeça. Nos pequenos politraumatizados. Quando os pacientes apresentam-se agitados. 3-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Coloca-se um apoio sob a cabeça do paciente. Posicionemento bastante dificil para um paciente em más condições. de maneira que consigamos uma boa extensão do pescoço. temos como incidências de rotina. . Variantes do reverchon no politraumatizado 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa sem a utilização de acessórios. é fundamental incluirmos na rotina a incidência de reverchon. penetrando inicialmente no vértice craniano. por isso deve ser utilizado nos pequenos e médios politraumatizados. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 200 / 0. O filme é colocado equilibrado atrás da cabeça do paciente. Procuramos fixar a sua cabeça de maneira que a linha horizontal alemã fique perpendicular a mesa. o AP e o perfil direito ou esquerdo. onde o raio central cruza perpendicularmente o meio da linha horizontal alemã. O raio central penetra na região frontal com uma inclinação entre 30º e 35º em relação a LHA. de maneira que o seu plano mediano ságital coincida com a linha central da mesa.90m / sim / 24x30 VARIANTES DO HIRTZ NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa com a utilização de um apoio ( travesseiro dobrado ) sob suas costas. Se a contusão é na região posterior ( superior ou inferior ) da cabeça. Se utilizarmos grade fixa. utilizamos os mesmos acessórios já citados no AP. levamo-lo ao bucky vertical horizontalizado. Quando os pacientes apresentam-se agitados. AXIAL ( INCIDÊNCIA DE HIRTZ ) Quando há suspeita clínica ou mesmo radiológica de fratura de base do crânio. o levamos para a estativa com bucky na posição horizontalizada. Raio central penetra quase que paralelo ao tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 200 / 0.Quando o paciente vem na maca em decúbito ventral ( melhor posição nas fraturas de vértebras lombares ). O seu plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. o paciente é colocado em decúbito dorsal ou sentado.5s / grosso / 0. para confirmar ou não o diagnostico. Na incidência semi-axial ( REVERCHON ) o paciente é colocado em decúbito dorsal. de maneira que cruza o meio da linha horizontal alemã perpendicularmente. que nos dá uma visão global da base craniana permitindo ao radiologista orientar as incidências especiais que virão a seguir. 2-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO VENTRAL Quando o paciente vem para a mesa em decúbito ventral. utilizamos os mesmos acessórios citados no decorrer das projeções em ântero-posterior. com o paciente colaborando totalmente. Incidências nos grandes politraumatizados. através de um plano inclinado. O raio central deve sempre passar perpendicular no meio da linha horizontal alemã. para que depois se deite e coloque a cabeça em extensão máxima.5s / grosso / 0. 2-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando o paciente vem de maca e não temos condições de transportalo para a mesa. É colocado um apoio sob as costas do paciente de maneira que sua cabeça fique em extensão máxima até encostar na mesa. obteremos uma melhor radiografia. Exame nos pequenos politraumatizados. passa pelo conduto auditivo externo e sai no meio do espaço entre os processos mastoideos ( onde localiza-se o forame magno ). A linha horizontal alemã ( LHA ) deve ficar perpendicular a mesa.

Aloja-se na fossa hipofisal e tem duas partes diferentes chamadas lobos.4-) Paciente lúcidoou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando vem na maca e não tem condições de passa para a mesa. 8.Parede anterior da sela. Forma o teto dos seios esfenoidais.). ANATOMIA RADIOLÓGICA Imagem da sela turca em perfil ( fig ) 1. 13Pequena asa do esfenoide. Apesar de seu pequeno tamanho.Processos clinóides posteriores. 3. 5. 3. Assoalho selar. . também designada como o "maestro da orquestra endócrina" por influir no funcionamento de outras glândulas endócrinas.90m / sim / 24x30 Sela turca A sela turca esta localizada na superficie superior do corpo do osso esfenoide.54s / grosso / 0. Estes disturbios constituem a maior parte das indicações de seu estudo radiológico. A sela turca varia consideravelmente em tamanho.Porçào basilar do occipital. por conter a glândula hipofise.Sincondrose : inter-esfenoidal.Ponte selar entre os processos clinóides. 6. esfeno-occipital. Em adultos.Sulco do quisma óptico volumoso. 5. 7. os processos clinóides posteriores. de maneira que a cabeça do paciente entre em extensão máxima. 4. 4. 10Seio esfenoidal. 9. A cavidade selar é denominada fossa hipofisal.Clívus. 14Lâmina crivosa do etmóide. 7. o gigantismo. o levamos para a estativa com o bucky horizontalizado. 5.Porose do dorso.Tumores do cavum. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 300 / 0.Hidrocefalias. o anterior e o posterior. O lobo anterior produz hormônios que : A-) Atuam sobre o funcionamento de outras glândulas de secreção interna ( tireóide. 2.Dorso selar.Tumores intra selares. Utiliza-se esta incidência nos pequenos.Alterações ósseas. glândulas sexuais. é uma glândula muito importante porque secrata muitos hormônios. que é o limite posterior do sulco óptico e posteriormente é delimitada pelo dorso selar. produz a ACROMEGALIA. uma lâmina óssea quadrada que se projeta para cima e apresenta nos dois lados. 12Grande asa do esfenoide.Pneumatização do dorso. etc. 11Sulco do quiasma óptico. médios e grandes politraumatizados. O lobo posterior produz hormônios que influem nas variações da pressão sanguinea e regulam a eliminação da urina. VARIAÇÕES DA ANATOMIA NORMAL DA SELA TURCA 1. 3. supra-renal. 6.Processos clinóides anteriores. atrás do sulco óptico. 2.Plano esfenoidal.Dorsos : curto e longo. 7.Redução do volume selar. 2. B-) Secreta hormônio do crecimento – A deficiencia deste hormônio em crianças produz o nanismo e o aumento. Estes dois processos dão inserção ao tentório do cerebelo. sendo colocado num plano inferior ao da maca.Tumores do nervo óptico. 8. 6.Tumores supra selares. INDICAÇÕES PARA O EXAME RADIOLÓGICO DA SELA TURCA As principais indicações são : 1. Ela é delimitada anteriormente pelo tubréculo selar. juntamente com a variação da glândula hipofise ou pituitária.Sela com processo clinóide médio.Tuberculo selar. 4. configuração e inclinação.Localização da hipofise.Assoalho duplo. Alterações metabólicas.

com uma fina linha que se projeta logo abaixo do plano esfenoidal e no meio do espaço entre os bordos mais superiores dos rochedos do temporal.E outros acidentes importantes como o sulco do quiasma óptico. SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito dorsal. Raio central incidirá com uma inclinação podálica de 35º em relação a linha horizontal alemã. Plano mediano ságital do crânio paralelo ao plano da mesa. Raio central deve sair do násion. Variando em poucos graus. Através do perfil. com a finalidade de jogarmos a imagem da sela turca dentro do forame magno do occiptal. . desde que paralelo a linh horizontal alemã. Através desta incidência o radiologista pode medir a largura da sela. ou em posição ortostática com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Assoalho. Plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. plano esfenoidal. que deverá estar perpendicular a mesa. resultando assim radiográfias com muito mais detalhes. Raio central incidirá paralelamente a linha horizontal alemã. Incidências panorâmicas de rotina PA / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / PA ( Panorâmica ) Região anterior da face. mais próxima do filme com as regiões frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. saindo no násion. mais próxima do filme. OBS : O perfil é o melhor posicionamento para visualização do maior número de componentes da sela turca. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. passando pelo conduto auditivo externo e saindo no occipital. etc. Raio central deverá incidir perpendicular. Devemos fazer duas incidências com cone. Paciente em decubito ventral ou em posição ortostática. Perfil direito ou esquerdo Paciente em hemi-decúbito lateral no mesmo posicionamento das incidências laterais do crânio panorâmicas. poderá incidir perpendicular ou com uma inclinação podálica de 10º a 12º. seios esfenoidais. . grande asa do esfenoide. Raio central incidindo na região frontal com uma inclinação podálica de 35º. mais próxima do filme. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa.ESTUDO RADIOLÓGICO Iniciamos o estudo radiológico da sela turca com incidências panorâmicas de crânio. com +_12º podálicos ou ainda colocando-se esta linha perpendicular e incidindo o raio central perpendicular. . Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça. Paciente em hemi-decúbito lateral ou em posição de nadador.Processos clinóides anteriores e posteriores. Raio central perpendicular incidindo 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. A cabeça do paciente deve estar em perfil rigoroso.Tubérculo selar. O que normalmente caracteriza as projeções localizadas para sela turca é a utilização dos cones com finalidade de limitar e absorver a radiação secundária. parede anterior e posterior da sela. OBS : Nesta incidência visualizamos o assoalho selar. Plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. Devemos utilizar colimadores como os cones para obtermos mais detalhe radiográfico. no mesmo posicionamento da incidência de reverchon panorâmica. SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) – ( Panorâmica ) Região posterior da cabeça. 2cm para frente e para cima do condotu auditivo externo. Incidências localizadas PA / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / Incidências localizadas de rotina PA / Perfil esquerdo / PA Paciente em decúbito ventral no mesmo posicionamento da incidência pósteroanterior do crânio panorâmica. Por ser a melhor incidência vemos com excelente definição : . Estas incidências apresentam grande importancia para visualizar-se prováveis patologias contíguas com a sela turca ( ou túrcica ) ou em outras regiões do crânio. o radiologista pode medir o comprimento e a altura da sela turca para obter o volume selar.

aparecem nas radiografias localizadas. Raio central incidindo a 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo.OBS : A incidência de REVERCHON demonstra o dorso selar ( região da lâmina quadrilatera do esfenoide ) numa projeção anterior do forame magno. Faremos mais quatro cortes.45m / sim / 24x30 B-) Em perfil direito ou esquerdo Paciente em hemi-decúbito lateral. pelos quais se requer estudos radiologicos de boa qualidade para visualizar os buracos óticos. Encontra-se na parte mais posterior e medial da pequena asa do esfenoide na sua raiz de inserção com o corpo. pois se não tomarmos este cuidado obteremos uma radiografia com um halo de radiação secundária em torno da imagem. que se abre por um lado na orbita e por outro lado na cavidade craniana. . mais próxima do filme.5cm para baixo do plano ótimo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 260 / 80 / 3. poroses ou erosões de estruturas ósseas selares. NOTAS GERAIS 1-) Localizadas de sela turca A finalidade de fazermos radiografias localizadas de sela turca é obtermos mais detalhe.2s / fino / tomo +_1. pois a presença de calcificaçòes intra selares. Raio central incidindo no násion. Assim podendo-se diafragmar para obter mais detalhe. Paciente em decubito ventral. Através do reverchon o radiologista pode medir a largura da sela turca. pequenas erosões ósseas ou calcificações poderão definir a conduta médica em relação ao paciente e somente a tomografia permite dizer com precisão os casos suspeitos nas radiografias de rotina. poderão junto com a clínica do doente definir um diagnostico. NOTA 1-) Fatores radiográficos Sabemos que na distância de 1m o cone absorve +_7 Kv. ESTUDO TOMOGRÁFICO A tomografia é dos principais recursos dentro de um serviço de radiologia. O buraco ou forame ótico dá passagem ao nervo ótico e a arteria aftalmica.2s / fino / tomo +_1. Podemos tomografar a sela turca em AP e Perfil : A-) Em AP – Paciente em decúbito dorsal. ou seja. No estudo da sela turca. temos que limitar a abertura do diafragma para que fique aproximado ao seu mairo diâmetro. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 260 / 80 / 3. sentado ou em posição ortostática. com o plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. dois separados de 0. como a sela turca.5cm para cima do plano ótimo e dois separados de 0.45m / sim / 24x30 OBS : Nas tomografias de estruturas pequenas. nos limites dos assoalhos da fossa anterior e média da base do craniana e esta limitando o quiasma ótico./ Incidência de HARTMAN / Incidência de PFEIFFER / Incidência de LYSHOLM / Incidências de rotina Incidência de RHEESE – direita e esquerda / Incidência de RHEESE – parieto-orbital Região anterior da orbita. utilizamos máscaras plumbíferas. com alinha meato-orbitária perpendicular ao plano da mesa. 2-) Radiação secundária Quando utilizamos o cone. O plano mediano do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. O plano ótimo é na altura do plano mediano ságital. Vemos comumente lesões que não aparecem na panorâmica. O plano ótimo será 2cm a frente ( para cima ) do conduto auditivo externo. que dividem o filme 24x30 em quatro. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências Incidência de RHEESE – parieto orbital e orbito parietal . Buraco ótico O buraco ótico é o orifício anterior de um verdadeiro conduto de 5mm a 8mm de comprimento e de 4mm de diâmetro. dois separados de 0. Faremos mais quatro cortes.5cm para baixo do plano ótimo.5cm para cima do plano ótimo e dois separados de 0. quando fazemos as localizadas para sela turca o cone fica encostado na cabeça do paciente diminuindo então a distância foco-filme. por isso podemos trabalhar com os mesmos fatores das distâncias panorâmicas. Indicações do exame radiologico do buraco ótico A orbita é assento de tumores oculares. de tumores da glândula hipofise ( que a afetam indiretamente ) ou de lesões produzidas por traumatismos crâneoencefalicos e infecções.

saindo no meio da órbita. OBS : Sobre os dois chassis devemos utilizar grades fixas. do lado a ser examinado. Raio central com inclinação lateral de 30º e podálica de 20º. a imagem do buraco ótico projeta-se no quadrante inferior externo da orbita. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. mais próximas do filme. Estas grades devem ser de lâminas paralelas.Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa.sentado ou em posição ortostática. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. Paciente em decúbito ventral. proeminencia malar e dorso do nariz. A região orbitaria do lado a ser examinado deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano do corpo coincidindo com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. e quando fazemos com inclinaçãi podálica de 5º a 7º. penetrando no centro da orbita. na ampola. mantendo três pontos de contato. deve ser feita com grades Potter-bucky paralelas ( ou universais ). de modo que o plano mediano forme um ângulo de 53º com o plano do filme. Raio central perpendicular ou com uma inclinação de 5º a 7º podálicos. mantendo o dorso do nariz. Podemos penetrar com o raio central perpendicular ou com uma angulação de 5º a 7º podálicos. a protuberancia orbitaria externa. O raio central penetra perpendicular aproximadamente 7cm para fora da protuberancia occipital externa. com a região frontal e nasal coincidindo com a linha central da mesa. Incidência de RHEESE – orbito parietal Região occipto-parietal. o buraco ótico projeta-se no quadrante superior externo. Incidência de HARTMAN – direita e esquerda Região anterior da face. a radiação é absorvida nas grades Potter-bucky divergentes. A linha acantion-meatal ( conduto auditivo externo ) deve ficar perpendicular ao plano da mesa. Incidência de LYSHOLM – direita e esquerda Região anterior da cabeça. É o mesmo posicionamento do "PA" de crânio. Utilizamos dois chassis colocados em forma de "V". sentado ou em posição ortostática. Ajustar a rotação da cabeça de maneira que o plano mediano sagital forme um ângulo de 53º com o plano do filme. dando uma exposição para cada chassis. coincidindo com a linha central da mesa. para obtermos mais detalhe. mais próxima do filme. saindo no centro da orbita que deverá estar coincidindo com a linha central da mesa.direita e esquerda Regiões anteriores das órbitas. mais próxima do filme. A linha acantion-meatal ( conduto auditivo externo ) deve ficar perpendicular ao plano da mesa. Paciente em decúbito ventral. Incidência de PFEIFFER . Paciente em decúbito ventral com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Ajustar a rotação da cabeça. OBS : Quando penetramos com o raio central perpendicular. no meio dos quais descansa a cabeça do paciente. Raio central com 20º de inclinação lateral da direita para esquerda ou viceversa segundo seja o buraco ótico a radiografar e associada a uma inclinação podálica de também 20º. O raio central deve sair no meio da órbita do buraco ótico a ser radiografado. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. mais próxima do filme. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. Qualquer desvio lateral desta localização indica rotação incorreta da cabeça e qualquer desvio longitudinal indica angulação incorreta da linha acantiomeatica. O plano mediano sagital do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. formando um ângulo de 37º com o plano horizontal. A rotação deve ser para o lado contrario a ser examinado. do lado a ser examinado. pois radiografias com inclinações laterais. A incidência de lysholm. Ajustar a rotação da cabeça de maneira que o plano mediano sagital forme um ângulo de 53º com o plano do filme.

Décimo primeiro ou espinhal. devemos fazer a comparativa para surpreendermos patologias no lado sem possiveis alterações. Paciente em decúbito dorsal. (B). ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Incidência de CHAUSSÉ II / Incidência de HIRTZ comparativa e localizada / Incidência semi-hirtz / Tomografias Transorbitária ( AP ) / Perfil / Incidências de rotina CHAUSSÉ II DIREITO E ESQUERDO / Incidência de CHAUSSÉ II Região posterior da cabeça.Décimo ou pneumogastrico ( também chamado de vago ou cardiopneumoenterico ).75 / 30 / 100 / 100 / 1. mais próxima do filme. devemos utilizar um cone de pequena abertura. pois é de grande importância fazer-se a comparação de um lado com o outro.M. O paciente deve manter-se na posição de RHEESE órbito-parietal e fazer tomografias bilaterais. em planos a partir da região posterior da órbita.Nono ou Glossofaringeo . para diagnostico radiologico. ) do corpo coincidindo com a linha central da mesa. O plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. 2-) TOMOGRAFIA Quando se suspeita de lesão ao nivel das paredes do forame ótico. até que a linha horizontal alemã fique paralela ao plano da mesa. mais próxima do filme. devemos fazer com o paciente sentado estendendo ao máximo a cabeça até que encoste na estativa vertical. A cabeça deve estar rodada de 10º a 20º para o lado a ser radiografado. Indicação do exame radiologico para buraco posterior A principal indicação para o exame do buraco rasgado posterior é o tumor de glomus jugulares. A cabeça deve estar um pouco estendida até que a linha imaginaria. . com a boca aberta. Raio central penetrando perpendicular a linha horizontal alemã. sempre fazendo o estudo bilateral. fazemos cortes tomograficos. encostado na região lateral direita ou esquerda do pescoço.COMPARATIVA Apesar de sabermos que no lado direito o golfo da jugular e o buraco rasgado posterior são maiores.Devemos sempre utilizar cones de pequena abertura para obtermos o máximo de detalhe. no meio do espaço entre os dois processos mastóides. penetrando na comissura labial externa do lado contrário a ser radiografado.S. devemos fazer as radiografias para buraco ótico com colimadores ( cones. de preferencia no mesmo filme.2s / fino / cone encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ comparativa e localizada Região superior da cabeça. Alem da veia jugular interna. (A). Geralmente o golfo da jugular e o buraco posterior são maiores no lado direito. BURACO RASGADO POSTERIOR O buraco rasgado posterior é formado pela porção lateral do processo basilar do occiptal e pela porção da parte petrosa do osso temporal. (B). que vai da espinha nasal anterior ou conduto auditivo externo fique perpendicular ao plano da mesa. com um apoio sob as suas costas estendendo ao máximo a cabeça. Raio central perpendicular.As radiografias para buraco rasgado posterior devem ser sempre comparativas.LOCALIZADA Na projeção localizada.0s / fino / cone encostado+_75cm / sim / 18x24 NOTA 1-) SPOT FILMS COMPARATIVOS Para obtermos o máximo de detalhe. . Próximo a ele encontramos o golfo da jugular. que geralmente acontece em pacientes obesos ou de pescoço curto. Quando o posicionamento for dificil para o doente. 3cm para dentro do processo mastóide do lado a ser estudado. passam pelo buraco rasgado posterior os três nervos : . cilindros ). Paciente em decúbito dorsal. Devemos fazer uma diafragmação suficiente para obtermos um bom detalhe. que é onde deságua o seio lateral da paquimeninge para formar a veia jugular interna. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. com o plano mediano ( ou P. OBS : (A). Raio central penetrando perpendicular a linha horizontal alemã.

entre o occipital. Raio central incidindo na região do nasion. Faz-se oito tomografias a partir do preliminar para baixo. projeta-se o processo zigomático em direção anterior para formar a arcada zigomática com o processo temporal do malar ( ou zigomático ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 35 / 250 / 80 / 3. Em sua porção póstero-inferior. do meio do conduto auditivo externo para baixo.3cm uns dos outros.H. ).45m / sim / 24x30 ÷ 4 Osso temporal O osso temporal encontra-se situado na parte inferior e lateral do crânio. a distância foco-filme deve ser de 0.Porção estiloide (D). irregular. como fazemos com o cone encostado. De sua parte externa e inferior.( Incidência de PORCHER.3cm.90cm com nas projeções para crânio. perpendicular ao plano da mesa. penetrando no gônion ( ângulo da mandibula ). pois que o cone absorve compensando a aproximação da ampola. parietal e esfenoide. Linha infra-órbito-meática ( L. A face interna é côncava e encontra-se em relação com o centro. Na incidência localizada. PORÇÃO MASTÓIDEA Sua face externa termina para baixo. separados de 0. a distância então diminui. através de apoio sob as costas.(AP) Região posterior da cabeça. colocando a linha acantion-meatal perpendicular ao plano da mesa. TOMOGRAFIA EM PERFIL Região lateral direita ou esquerda da cabeça. O lada a examinar em contato com a mesa. O osso temporal apresenta-se dividido em 5 porções : (A). Devemos sempre fazer radiografias comparativas e com cone para obtermos mais detalhe. Girar a cabeça de 25º para o lado oposto a ser radiografado. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Devemos fazer os cortes tomográficos a partir de 2cm abaixo do plano mediano sagital como corte preliminar.A. Já a face interna côncava. deixando pender a cabeça naturalmente sobre a mesa de exame. corresponde ao cerebelo. POROT E ROSSAND ) Região occipito-parietal. A cabeça do paciente deve ficar numa posição intermediaria entre o "AP" de crânio e o Hirtz. numa eminência volumosa. SEMI-HIRTZ .Porção timpânica (E). Raio central incidindo no meio do espaço compreendido entre o conduto auditivo externo e o processo mastóide.Porção escamosa (B). mais próxima do filme. . mas não alteramos os fatores. processo mastóideo. esta unida. que forma parte da fossa temporal. colocando o plano mediano da cabeça paralelo ao plano da mesa. O plano mediano sagital do cropo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. mais próxima do filme. Devemos fazer cortes tomográficos.6s / fino / cone encostado / sim / 18x24 TOMOGRAFIA EM TRANSORBITÁRIA . passando pelo conduto auditivo externo.6s / fino / cone encostado ou 90cm / sim / 18x24 OBS : Na incidência comparativa. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. As celas mastóideas são numerosas cavidades que fazem parte da conformação interna.Porção mastóidea (C). com os ombros elevados. articula-se posteriormente com a grande asa do esfenoide. Paciente em Hemi-decúbito lateral. a circunferência articula-se com os ossos parietal e occipital. A outra face da porção escamosa é a circunferência. de um lado a sutura escamo-mastóidea ( porção mastóidea ) e do outro ao rochedo ( CISURA DE GLASSER ).2s / fino / tomo +_1. num total de cinco cortes separados uns dos outros de 0.Porção petrosa ( rochedo ) PORÇÃO ESCAMOSA Apresenta uma face convexa lisa.FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 160 / 100 / 1. Paciente em decúbito dorsal.

ânteroinferior e póstero-superior Como o aparelho auditivo está situado em sua grande parte no rochedo. . MESOTIMPANO Espaço hipertransparente aos raios-X ( com ar ) entre o epitimpano e o hipotímpano.Mesotimpano C. OUVIDO MÉDIO – Principais componentes : 1. PAREDES DA CAIXA DO TÍMPANO Externa – esporão de CHAUSSÉ ( parede externa do ático ) e membrana do tímpano.Interno – veia jugular PORÇÃO TIMPÂNICA É uma lâmina óssea curva situada entre o rochedo e a escama. onde estão os ossículos. podemos dividir em : . PORÇÃO PETROSA ( ROCHEDO ) Tem a forma de uma pirâmide quadrangular.Martelo. Inferior – assoalho da caixa ou recesso hipotimpânico.Externo – parótida .Conduto auditivo externo – oríficio pertencente a parte mais lateral do rochedo. . postero-inferior.Internamente – ( na base ) ligamento estilofaríngeo.Caixa do tímpano – dividimos a caixa do tímpano em 3 partes : A. Conduzidas pela perilinfa e endolinfa vão impressionar as células neuroepiteliais. tais como : .Posteriormente – ligamentos estilohióideo. . é a mais importante. Seu bordo superior se une com o tubérculo zigomatico posterior através da cisura tímpano-escamosa e com a cavidade glênoide pela cisura petrotimpânica.PORÇÃO ESTILÓIDE Projeção látero-inferior do rochedo. A porção timpânica forma a parede anterior.Hipotimpano ÁTICO Parte superior da caixa do tímpano. o seu limite medial em fronteira com o ouvido médio se faz através da membrana do tímpano.Pavilhão auricular – é uma cúpula cartilaginosa para captação do som. bigorna e estribo ) á janela oval no vestíbulo ( ouvido interno ). um processo curto que a prende a parede do ático e um processo longo que se articula com o estribo. O ouvido ( ou orelha – pela nova nomenclatura ) divide-se em três proções : . A bigorna tem um corpo articulado a cabeça do martelo.Base – orificio do conduto auditivo externo . ANATOMIA RADIOLÓGICA Os principais componentes que formam o conteúdo da caixa do tímpano são os ossículos e o ar. o assoalho e a porção baixa posterior do conduto auditivo externo. 2. que dá a imagem hipertransparente da região. Medial ( interna ) – formada pelas estruturasdo labirinto. que constituem o órgão terminal da audição ( órgão de CORTI ). que são traduzidos e interpretados pelo cérebro. para fazer a comunicação do ouvido médio com o meio externo. O cabo do martelo está preso a parte superior da membrana do tímpano. HIPOTÍMPANO Parte mais inferior da caixa do tímpano.Externamente – ligamento estilomaxilar.Vértice – dirigido para dentro e para frente .Ouvido externo . uma cavidade hipertransparente onde no seu assoalho abre-se a trompa de eustáquio. sempre procurando dar ênfase aos que dão expressão radiológica.Inferiormente – músculo estiloglosso. estudá-loemos anatomicamente. Sua superficie anterior é triangular e esta em contato com a glândula parótida. OUVIDO EXTERNO – Principais componentes : 1. Superior – TEGMEN TYMPANI. Nele originan-se os impulsos nervosos da audição. OSSÍCULOS Os ossículos são em número de três : .Faces – em número de quatro : ântero-superior. . bigorna e estribo. LIMITES . constitui a zona de inserção de músculo e ligamentos.Ouvido interno Demonstramos os principais componentes das porções do ouvido. OUVIDO As ondas sonoras fazem vibrar a membrana do tímpano e as vibrações são transmitidas através dos ossículos ( martelo.Ático ou epitimpano ou lajeta B.Ouvido médio .

OUVIDO EXTERNO 10ESPORÃO DE CHAUSSÉ 11OUVIDO MÉDIO 12CANAL SEMICIRCULAR POSTERIOR 13PAVILHÃO AURICULAR 14CONDUTO AUDITIVO EXTERNO 15TÍMPANO 16CANAL SEMICIRCULAR LATERAL 17RAMO VESTIBULAR . O canal semi-circular posterior é o único que nào é visivel radiologicamente ( a não ser em cortes tomograficos especiais ).CÓCLEA OU CARACOL : Onde percorre o nervo coclear. sobretudo na criança onde o aditus é mais amplo.OSSO E MÚSCULO TEMPORAIS 3. Dá origem as demais células pneumatizadas. por exemplo ).HÉLICE 6. na criança é mais amplo. O antro tem forma e medidas também muito variaveis. com a base para cima. seu contorno é festoneado e pouco nítido ( o contorno bem delineado é visto no antro patológico com colesteatoma ). O ponto atical corresponde a cabeça do martelo e ao corpo da bigorna e esta situado a 2.OUVIDO INTERNO 9.CANAL SEMICIRCULAR SUPERIOR 8. as vezes se estende a escama e ao rochedo e mais raramente pode ir alem do osso temporal ( ao occipital.CARTILAGEM 4. mede cerca de 10x6mm. Células pneumatizadas – onde encontramosbasicamente as células pneumatizadas em condições normais é na mastóide. Pelo conduto auditivo interno passam dois nervos. É encontrado na rede lateral do ático. é um órgão da audição.CONDUTO AUDITIVO INTERNO : É um canal longo que percorre grande extensão do rochedo. Também os colesteatomas ( tumor ) do ático costumam crescer para o antro. Esta pneumatização parte do antro. a sua forma é aproximadamente triangular. tem importância no estudo dos colestomas. sem a utilização de tomografias. . o 7º e o 8º pares. que se localiza para tráz. cóclea. etc. 7º par – nervo facial 8º par – nervo esteato-acustico – ramo coclear ( audição ) e ramo vestibular ( equilíbrio ) (FIGURA DE UM OUVIDO COM 36 MARCAÇÕES ) 1. 3.ANTÉLICE 5. na linha bi-auricular e é o ponto onde deve incidir o raio central nas incidências para ouvido médio. 2.5cm para dentro. 4. As infecções da caixa propaga-se para o antro.TROMPA DE EUSTÁQUIO Canal que faz comunicação entre o rino-faringe e o ouvido médio. a sua abertura na base craniana chama-se porus acusticus.Mastóide pneumatica – predominância de células com ar. estruturas da audição e do equilíbrio como vestíbulo. Abre-se no ouvido no hipotímpano e a responsavel pela manutenção da pressão dentro do ouvido. 3. na mastóide. de um lado. A pneumatização é extremamente variavel de um individuo para outro e as vezes de um lado para outro. em uma mesma pessoa. o superior. no vestíbulo encontramos os líquidos perilinfa e endolinfa. canais semicirculares. . o externo ou lateral e o posterior. visivel na radiografia simples. ser maior do que o outro. 2.Mastóide pneumo-diplóica – tipo misto.ANTRO 7.Mastóide diplóica – predominância de massa óssea. 5.O estribo "fecha" a janela oval ( janela do vestibulo ) PONTO ÁTICAL É a região correspondente á massa dos ossículos.LOBO TEMPORAL DO CÉREBRO 2. OUVIDO INTERNO O ouvido interno participa tanto do equilíbrio como da audição PRINCIPAIS COMPONENTES : 1. 4. podendo.CANAIS SEMI-CIRCULARES : São em número de três . devido as pequenas células que o cercam.VESTÍBULO : é de onde partem os canais semicirculares.ESPORÃO DE CHAUSSÉ É um acidente exclusivamente da anatomia radiológica. também chamado de muro da lajeta. Antro – é uma grande célula cheia de ar.LABIRINTO : É onde se encontram no ouvido interno. TIPOS DE PNEUMATIZAÇÃO .CAVIDADE DA MASTÓIDE ADITUS – canal que comunica o ático com o antro ( "ADITUS AD ANTRUN" = CAMINHO PARA O ANTRO ).

HIRTZ PANORÂMICAS DE CRÂNIO 1. .CHAUSSÉ II TOMOGRAFIAS 1. O paciente deve ficar o mais imobilizado possível e nunca devemos deixar de colocar a identificação correta nas radiografias. O conhecimento das incidências e das informações que cada uma delas pode nos fornecer é portanto de fundamental importância para quem executa o exame. STENVERS e MAYER “. mas apenas das mastóides. As incidências complementares são feitas conforme a indicação. portanto.Trans-orbitária unilateral ( incidência de GUILHEN ) 3. HIRTZ e BRETON ( reverchon). INDICAÇÕES GERAIS Quando recebemos o pedido de exame especificando uma determinada região. É importante observar que a única incidência que é imprescindivel em todos os casos é a trans-orbitária comparativa. Permitem-nos. Não veremos nem ossículo. A incidência de Reverchon é muito útil nas crianças agitadas. as incidências principais são trans-orbitária.HIRTZ 4. teremos realmente uma boa avaliação das mastóides.CHAUSSÉ III 4. STENVERS. conhecer a finalidade de cada incidência. sabendo perfeitamente a anatomia radiológica de cada uma delas. principlamente do ouvido médio. devemos estudá-la rigorosamente. É comum recebermos pedido de exame radiológico de ouvido com os seguintes dizeres : “Radiografias dos mastóides : SCHÜLLER. pesquisar os colesteatomas.Frontal 2. nem esporão.18NERVO FACIAL 19CONDUTO AUDITIVO INTERNO 20VESTIBULO 21MARTELO 22BIGORNA 23ESTRIBO 24ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA 25CELAS PNEUMATIZADAS DO MASTÓIDE 26CARACOL OU COCLEA 27NERVO AUDITIVO 28TROMPA DE EUSTÁQUIO 29LABIRINTO 30LÓBULO DA ORELHA 31GLÂNDULA PARÓTIDA 32NERVO FACIAL 33ARTÉRIA ESTILO-MASTÓIDEA 34VEIA JUGULAR INTERNA 35NERVO GLOSSO FARÍNGEO 36MÚSCULO ELEVADO DO VÉU PALATAR ESTUDO RADIOLÓGICO É de grande importância para quem executar o exame radiológico do osso temporal.Perfil direito e esquerdo 3.STENVERS 2. Se o problema é pesquisar colesteatoma como complicação de otite crônica.perfil direito e esquerdo 3. Outro fator de grande valia é a utilização de ecrans do tipo grão fino.REVERCHON ( breton ) 3. mas também realizando incidências para complementar o estudo de todo o ouvido.SCHÜLLER INCIDÊNCIAS COMPLEMENTARES 1.Trans-orbitária comparativa ( bilateral ) 2.MAYER 5. pela facilidade de execução. por isso teremos que estudar radiológicamente fazendo uma colimação máxima das estruturas para obtermos o melhor detalhe.REVERCHON ( breton ) As quatro incidências básicas e mais a tomografia frontal são suficientes para nos dar um excelente estudo da caixa do tímpano. Se fizermos o exame apenas com estas incidências. Os componentes do ouvido são muito pequenos. INCIDÊNCIAS BÁSICAS EM RADIOLOGIA 1. problema da grande maioria dos casos de estudo radiológico. pois conseguimos um maior detalhe das imagens radiográficas. sede do ouvido médio.PA 2. Portanto não analizamos a caixa do tímpano.

passanda pelo teto do CAE. Podemos também fazer com uma inclinação podálica ( quando o paciente não conseguir manter o posicionamento ) de maneira que o raio central passe pelo plano que vai do násion ao teto do CAE. que passa pelo násion ( raiz do nariz ) e parede superior do conduto auditivo externo. não podendo. a mãe deverá ser avisada de que a criança acordará tonta. penetra no quadrante superior interno da órbita do lado a ser radiografado. para avaliarmos a mastóide ( pneumatização ). Se isso for feito. dos blocos labirínticos e dos C. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e esquerdo.A. utilizamos um apoio radiotransparente sob a região mais alta da cabeça. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. o que pode ser feito facilmente com supositório de Seconal ( 1 cápsula diluída em água ). As radiografias de crânio em PA. o raio central entra em um mesmo plano. A incidência trans-orbitária bilateral é a principal incidência para o estudo do ouvido. A parede superior do conduto auditivo externo corresponde externamente ao limite superior do trágus. tanto do ouvido médio quanto do interno. Paciente em decúbito dorsal. até que o plano que vai do násion ( raiz do nariz ) até a parede superior do conduto auditivo externo esteja perpendicular ao plano da mesa. perfil e Reverchon são feitas apenas com a finalidade de se procurar outras lesões fora do osso temporal. Principais estruturas demonstradas : 1 – Conduto auditivo externo 2 – Esporão de CHAUSSÉ 3 – Antro 4 – Canais semicirculares / superior / lateral 5 – Ossículos 6 – Caracol 7 – Vestíbulo 8 – Conduto auditivo interno A principal estrutura demonstrada nesta incidência são os ossículos. procuramos executar pelo menos a trans-orbitária. com o plano mediano sagital do corpo coincidindo com a linha central da mesa. com plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. e passar pelo ponto atical. A cabeça deve estar rodada de aproximadamente 5º para o lado contrário a ser examinado. penetra no quadrante superior externo do lado a ser examinado. No estudo das incidências vamos observar que nas três primeiras incidências básicas. Incidência de GUILLEN ( trans-orbitária unilateral ) Região posterior da cabeça mais proxima do filme.Nestas crianças. Raio central passa pelo plano que vai de násion ao teto do conduto auditivo externo. Principais estruturas demonstradas : Caixa do tímpano / ossículos / esporão / Canais semicirculares superior e lateral / ouvido interno. internos. . A cabeça deve estar rodada de aproximadamente 5º para o lado a ser examinado. O raio central deve passar no ponto atical ( 2. ficar sozinha no quarto. Paciente em decúbito dorsal. para Ter uma noção de conjunto e o Reverchon . o radiologista pode “dopar” a criança para obter um exame completo de bom padrão. por exemplo ). penetrando no násion. Raio central perpendicular. quando não é possivel fazer um exame completo. Paciente em decúbito dorsal. Incidência de CHAUSSÉ III Região posterior da cabeça mais proxima do filme. permitindo fazer uma análise comparativa da transferência das paredes e do conteúdo ossicular das caixas do tímpano. A cabeça deve estar fletida ao máximo.5cm dentro do plano biauricular ) do lado a ser estudado. Quando encontramos dificuldade em obter este posicionamento. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e esquerdo. Raio central passa pelo plano Qua vai do násion ao teto do conduto auditivo externo. que aparecem dissociados entre o esporão e o canal semicircular lateral ( externo ). O raio central deve passar tangenciando o rebordo orbitário externo. Esta incidência nos dá uma visão de conjunto bilateral. O Reverchon nesses casos substituirá o Schüller. Incidência trans-orbitária bilateral Região posterior da cabeça mais proxima do filme. pois. Quando não houver contra-indicação. Nesta projeção a imagem do rochedo deve projetar-se dentro da órbita de maneira que o seu bordo superior não se superponha com o bordo superior da órbita. que possam estar relacionadas á lesão do ouvido ( Histiocitose x.

mais proxima do filme. As incidências complementares são : STENVERS / HIRTZ / REVERCHON / MAYER / CHAUSSÉ II Incidência de STENVERS “Variante” Região posterior da cabeça. A cabeça deve estar rodada de 45º ou um pouco menos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 40 / 160 / 200 / 0.M. pois as incidências padrões não servem para mostrá-lo. devemos fazer uma varredura.8s / grosso / 0. O plano que vai do násion ao teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa.80m / sim / 18x24 Incidências complementares As quatro incidências básicas estudadas anteriormente nos dão uma visão de todo o ouvido médio. com mínimas variações de rotação da cabeça. A incidência de CHAUSSÉ III também pode ser feita com maior flexão da cabeça ou angulação caudal do raio. Nestes casos. O ouvido externo é estudado apenas pelo exame clínico direto e pelas tomografias. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e do lado esquerdo.I. com a finalidade de colocar o maior eixo do rochedo. uma vez que o seio procidente ( muito anterior ) reduz muito o tempo cirúrgico. Paciente em decúbito ventral colocado o corpo em posição oblíqua e o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. Esta é a incidência que nos mostra a face cirúrgica da mastóide e nos permite avaliar a pneumatização. mais proxima do filme. outras vezes para ouvido interno. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 160 / 200 / 0.8s / grosso / 0. para o lado contrário a ser examinado. Incidência de STENVERS “Clássica” .Para obtermos a melhor demonstração possível do esporão de CHAUSSÉ. As duas trans-orbitárias e o CHAUSSÉ III são as únicas utilizadas para o estudo da caixa do tímpano. Principais estruturas demonstradas : Parede superior e posterior do rochedo / Sulco de seio venoso lateral / C. têm finalidade específica. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre o rebordo externo da órbita e o conduto externo do lado a ser radiografado ( ± no meio da linha horizontal alemã ).E e C.80m / sim / 18x24 Incidência de SCHüLLER Região lateral direita ou esquerda da cabeça. Projetam-se parcialmente sobre o canal semicircular lateral ou externo. Plano biauricular cinicidindo com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal.A. de tal maneira que o raio central entre mais acima. Raio central com uma inclinação podálica de 25º a 30º. que é o lado a ser examinado. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. na altura das sombrancelhas. As cinco incidências que veremos a seguir. O conhecimento da posição do seio venoso lateral é importante. a região do conduto auditivo externo do lado a ser exminado deve ficar em contato com a L. o cirurgião sempre deve agir com cuidado devido o risco de perfuração e hemorragia grave. superpostos Vemos ainda um ponto de referência anatômico chamado ângulo de CITELLI ( encontro da parede superior com a posterior do rochedo ). penetrando entre 6 e 7. ou seja. Principais estruturas demonstradas : 1 – Conduto aoditivo externo 2 – Esporão de CHAUSSÉ 3 – Antro 4 – Canais semicirculares superior e lateral 5 – Ossículos 6 – Caracol 7 – Vestíbulo 8 – Conduto auditivo interno Esta é a incidência seletiva para o esporão de CHAUSSÉ.5cm acima do conduto auditivo externo mais afastado do filme.A. executar a mesma incidência duas ou três vezes de cada lado. ou seja. a parte pneumatizada da mastóide. paralelo ao plano da mesa. chamadas de complementares. Os ossículos mudam um pouco de forma e não ficam bem dissociados. saindo no mais próximo. Lembramos que o esporão nada mais é do que a parede lateral do ático. Então. algumas vezes para ouvido médio. A incidência de SCHüLLER nos mostra o restante do ouvido médio.C.

uma vez que o raio central entra perpendicular a ele. com o plano mediano sagital do seu corpo. coincidindo com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 40 / 160 / 200 / 0. Nas incidências unilaterais ( direita e esquerda ) o raio central penetra perpendicular á linha horizontal alemã. O posicionamento deve ser perfeito. Métodos para colocar o rochedo paralelo ao plano da mesa sem o auxílio do goniômetro (A) – Com o paciente em decúbito dorsal Colocar o maior eixo das regiões anteriores dos dedos das mãos coincidindo com o maior eixo dos pavilhões auriculares direito e esquerdo. (B) – Com o paciente em decúbito dorsal ou ventral Colocar o dedo indicador no processo mastóide do lado a ser examinado. Fazemos a rotação até que ambos os dedos indicadores estejam a uma mesma altura do plano da mesa. Como para todos os posicionamentos de crânio. Com o paciente sentado é a maneira mais fácil de obtermos o posicionamento. afastar os polegares até o direito encontrar com o esquerdo fazendo a rotação até o polegar do lado a ser examinado ficar paralelo ao plano da mesa. Apesar de aproximar mais o rochedo do filme. O plano que vai do násion ao teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa. OBS : (A) – É imprescindível uma boa diafragmação do feixe de raios X a fim de evitar radiação secundária. Podemos fazer a incidência para os dois lados e / ou separadamente para o lado direito e esquerdo. mais proxima do filme. preferimos a variante da incidência de STENVERS. Devemos então Ter o cuidado de não confundir células da ponta com neurinomas do acústico. Nas incidências bilaterais. pois apresenta grande valor na pesquisa dos neurinomas do acústico. por isso devemos sempre que possivel colocar esta linha paralela ao plano da mesa. para o lado a ser examinado com a finalidade de colocar o maior eixo do rochedo paralelo ao plano da mesa. o operador deverá estar na extremidade da mesa. pela maior facilidade de posicionamento. As incidências de STENVERS ( Clássica ou variante ) não nos mostra bem os ossiculos e o esporão de CHAUSSÉ. cruzando os condutos auditivos externos. Principais estruturas demonstradas nas incidências de STENVERS Conduto auditivo externo / Porus acusticus interno / Ponta do rochedo / Uma visão do rochedo em toda a sua extensão. ao nivel do ponto atical ( 2. impossibilitando sua análise. Principais estruturas demonstradas : Rochedo / Caixa do tímpano / Ossículos / Trompa de Eustáquio / Conduto auditivo interno A incidência de HIRTZ é utilizada em geral para a base do crânio. mais proxima do filme. Logo após. Devemos radiografar separadamente o lado direito e o lado esquerdo. O ideal é sempre trabalharmos com o raio central perpendicular para evitarmos distorções de imagem resultantes da inclinação da ampola. Paciente em decúbito ventral. A cabeça do paciente deve estar rodada de 45º ou um pouco menos. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. podemos demonstrar com excelente definição o processo mastóide.5cm para dentro do plano biauricular ). .Região anterior da cabeça. Naturalmente que nos colocamos á cabeceira do paciente. pois conseguimos nessa posição uma boa extensão da cabeça sem ser muito incômodo. Na incidência de HIRTZ o raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã. e para isso o paciente deve fazer uma flexão máxima da cabeça. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. caso contrário a mandíbula projeta-se em cima da caixa do tímpano. tumores e traumatismos. A ponta do rochedo bem dissociada pode estar ás vezes pneumatizada. pois a espessura a atravessar é grande e o diafragma aberto tira muito detalhe. / Antro / Mastóide / Vestíbulo / Canais semi-circulares / Cóclea A incidência de STENVERS apresenta mais interesses no ponto de vista otoneurologico. saindo no meio do espaço entre o bordo externo da órbita e o conduto auditivo externo do lado a ser examinado. o indicador da outra mão no rebordo orbitário externo do lado oposto áquele.8s / grosso / 0.80m / sim / 18x24 OBS : Quando utilizamos uma técnica mais fraca. Incidência de HIRTZ ( Submento-vértice ) Região mais superior da cabeça. Raio central perpendicular. o raio central penetra perpendicularmente á linha horizontal alemã. podendo ser usada especialmente para estudo do ouvido nas infecções.

com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Assim. até que a linha imaginária que vai da espinha nasal anterior ao conduto auditivo externo fique perpendicular ao plano da mesa. A incidência de REVERCHON é de grande utilidade nas crianças agitadas. em diversa posições. Raio central penetra com uma inclinação podálica de 25º na região frontal ( pouco abaixo da área de implantação dos cabelos ) e deve passar nos condutos auditivos externos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 160 / 200 / 0. A principal indicação fica por conta dos tumores do glomus da jugular. Na descrição original da incidência de MAYER. além da incidência bilateral. Raio central perpendicular. é realizada sem bucky e com um plano inclinado de 15º. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito dorsal. mais proxima do filme. Paciente em decúbito dorsal. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. TOWNE. Esta projeção corresponde a uma axial de rochedo. pois ele se apresenta verticalizado e o raio central percorre o seu maior eixo. um pouco menor que no REVERCHON para báse do crânio onde a angulação é de 35º. mais proximo do filme. mais proxima do filme. Para colocarmos a cabeça na rotação de 45º e não possuimos o goniômetro. ETC ) Região posterior da cabeça. deve coincidir com a linha central da mesa. variando ligeiramente o ângulo. mais proxima do filme. A incidência de CHAUSSÉ II apresenta uma inclinação limitada para o estudo do rochedo. com plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. a posição da cabeça utilizada para fazer o STENVERS do lado direito corresponde á mesma posição para se fazer o MAYER do lado esquerdo e vice-versa.80m / sim / 18x24 Exame tomográfico O exame tomográfico para o ouvido é feito de maneira ideal em tomógrafos especiais com movimento hipociclóide. Incidência de MAYER Região posterior da cabeça.8s / grosso / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. radiografias unilaterais ( direita ou esquerda ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 200 / 0. A cabeça deve estar fletida até que aproxime o queixo da fúrcula esternal. Fazemos a incidência duas vezes.80m / sim / 18x24 Incidência de REVERCHON ( BRETON. A cabeça deve estar um pouco estendida. Principais estruturas demonstradas : Análise do conjunto comparativo do ouvido médio e interno / Vestíbulo / Canal semi-circular superior / Estudo da pneumatização / Antro / Condutos auditivos internos / Rochedo ( bordo superior e ponta ). com a boca aberta. pois sempre trabalhamos com grandes inclinações podálicas. devemos fazer. podemos utilizar as mesmas manobras da incidência de STENVERS. .(B) – Não devemos utilizar a incidência de HIRTZ em decúbito ventral ( vérticesubmento ). A região do conduto auditivo externo. penetrando na comissura labial externa do lado contrário a ser radiografado. Quando houver uma patologia que exija um estudo mais detalhado.8s / grosso / 0. Geralmente conceguimos uma boa demonstração do rochedo com uma inclinação podálica de 25º em relação á linha horizontal alemã. Principais estruturas demonstradas : Células pneumatizadas da mastóide / Sulco do seio venoso lateral / Conduto auditivo externo / Processo mastóide / Articulação têmporo-mandibular / Arcada zigomática Esta incidência não é realizada de rotina.2s / fino / 0. A cabeça deve sofrer uma rotação de 45º para o lado a ser radiografado. resultando em grandes distorções de imagem. Raio central com uma inclinação de 45º podálicos penetrando na região frontal oposta e saindo no conduto auditivo externo do lado a ser examinado. em que temos que abreviar o exame. acometendo a região do golfo da jugular e do buraco rasgado posterior. estruturas logo atrás do rochedo. A cabeça deve estar rodada de 10º a 20º para o lado a ser radiografado.80m / sim / 18x24 Incidência de CHAUSSÉ II Região posterior da cabeça.

Com este tipo de aparelhagem, conseguimos obter imagens com detalhe muito superior ao do tomógrafo linear,e fazer diagnóstico de pequenas lesões que não são vistas na tomografia convencional Tipos de tomografia 1- Frontal ( uni ou bilateral ) 2- Perfil 3- Axial de crânio ( HIRTZ ) 1-) Tomografia frontal É a única que utilizamos de rotina. Podemos fazer cortes unilaterais ou bilaterais. Naturalmente que teremos mais detalhes nos unilaterais, nos quais a diafragmação é maior. Os cortes unilaterais são ideais para ouvido médio. Os bilaterais devem ser utilizados principalmente nas pesquisas de neurinoma do acústico para comparação dos condutos auditivos internos no mesmo filme. Damos extrema importância a uma boa imobilização da cabeça do paciente durante o exame tomográfico. A cabeça não pode ficar livre, pois quando isto acontece, mesmo involuntariamente, o doente se mexe e qualquer movimento por menor que seja irá alterar enormemente os planos. Não poderemos então nos orientar pelo corte anterior para o proximo corte. Inicialmente são feitos quatro cortes por centimetro. O primeiro, no plano correspondente á base do trágus e os demais para trás. Temos com estes cortes uma boa noção da caixa do tímpano. Os cortes seguintes serão escolhidos de acordo com esta primeira série. Nos planos a seguir, ainda no plano da cóclea, começamos a ver ossículos. O martelo está á frente da bigorna e é visto primeiro. A bigorna vem a seguir. Nem sempre é possivel distinguir exatamente as imagens de um e outro, separadamente. A massa maior de ossículos é dada pelo conjunto da cabeça do martelo e corpo da bigorna. O estribo só excepcionalmente é visto e sua localização é a fossa oval já que se insere na janela oval. ( janela vestibular ). Nos planos medianos veremos o vestíbulo, os canais semicirculares e o conduto auditivo interno. Nos planos posteriores o antro e o restante da mastóide é um pouco mais abaixo o buraco rasgado posterior. O esporão de CHAUSSÉ geralmente é visível nos planos que mostram os ossículos e o conduto auditivo externo. No plano mais adequado vemos que a parede superior do conduto auditivo externo forma com o esporão uma imagem que os franceses comparam a um arpão. 2-) Tomografia em perfil ( axial de rochedo ) É útil nos traumatismos para estudo do canal facial e para pesquisa de luxação dos ossículos. Nos casos de neurinomas intracanaliculares, podemos analisar as erosões ósseas da cortical do canal. 3-) Tomografia em HIRTZ ( Axial do crânio ) Vem sendo utilizada principalmente para estudo dos neurinomas do acústico. Quando estes tumores dão erosões localizadas da parede anterior ou posterior do conduto auditivo interno, a tomo em HIRTZ é a melhor arma para diagnóstico. O exame contrastado para pesquisa de neurinoma ( cisternografia )é geralmente feito com auxilio de tomografias. Incidências panorâmicas para crânio PA / perfil / REVERCHON Para qualquer estudo localizado, é imprescindível possuirmos radiografias panorâmicas da região, pois podemos encontrar lesões no ouvido resultantes de patologias cranianas e vice-versa, que podem dar demonstração radiologica vindo a esclarecer o diagnóstico. Nota Nosso cápitulo sobre osso temporal, a principal fonte bibliográfica, foi o trabalho do Dr.Antonio Baião de Azevedo Filho, “Radiologia do ouvido“, publicado no instituto estadual de radiologia e medicina nuclear – “Manoel de Abreu” – 1975.

Seios da Face
Os seios paranasais, por serem cavidades pares e assimétricas ,cheias de ar e em comunicação com as fossas nasais, são muito visíveis através das radiografias. Por razões topográficas dividem-se em dois grupos. O primeiro se estende na direção lateral ( seios frontais e seios maxilares ); o outro, na direção sagital ( etmoidais e esfenoidais ). Não é possível, pois, representá-los numa só radiografia, pelas diferentes localizações de ambos os grupos e por estarem cobertos por estruturas densas. Anatomia

Seios Frontais Estão situados entre as duas tábuas da escama do osso frontal e se estendem para cima, lateralmente, e para trás. Estes seios estão separados por uma fina parede óssea, o septo intersinusial. Variam grandemente de tamanho. Os seios frontais comunicam-se com a fossa nasal, através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Seios Maxilares São os maiores dos seios paranasais e estão situados no corpo dos maxilares, tendo geralmente a forma piramidal. A parede posterior da maxila separa o seio maxilar das fossas intratemporais e pterigopalatina. A parede anterior está relacionada com a face. Comunicam-se com a fossa nasal, através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Seios Etmoidais Compreendem numerosas pequenas cavidades chamadas células etmoidais, que podem ser divididas em dois grupos. Anteriores – Comunicam-se com a fossa nasal através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Posteriores – Comunicam-se com a fossa nasal através do meato superior ( espaço entre o corneto superior e o médio ). Seios Esfenoidais Estão situados no corpo do osso esfenoide. Variam muito em tamanho. Podem ser divididos em partes direita e esquerda ( cada qual podendo ser chamado de seio esfenoidal ), por um septo ósseo. Comunicam-se com a fossa nasal através do meato superior ( espaço entre o corneto superior e o médio ). Indicações para o estudo radiologico As radiografias dos seios paranasais ( para = ao lado de ) apresentam como principais indicações os processos inflamatórios ( Sinusites ) do próprio seio ou de estruturas adjacentes, lesões tumorais ou pseudotumorais tais como abcesso dentário ou cistos e também nos traumatismos crânio-faciais. Estudo radiologico Para o exame radiologico dos seios da face, temos quatro incidências panorâmicas que estudam de maneira convincente estas regiões e possuimos projeções complementares, que poderão apresentar importância no esclarecimento de certos diagnósticos. Incidências panorâmicas Fronto-naso / Mento-naso / Perfil / HIRTZ sub-mento vértice; vértico-submento Incidências de rotina Fronto-naso / mento-naso Quando nas incidências de rotina ( Fronto-naso e mento-naso ) encontrarmos alguma patologia, então incluiremos no estudo as incidências de HIRTZ ( Submento vértice ) e o perfil do lado da patologia. Incidências complementares Incidência de HIRTZ ( variante ), para seios frontais. Obliqua de mento-naso, para seios maxilares. Obliquas ( incidência de RHEESE ) ( OAD e OAE ) para células etmoidais. Incidência vértico-bucal, para seios esfenoidais. Estudo tomográfico Seios Frontais – AP / P Seios Maxilares – AP / P Seios etmoidais – AP / P Seios esfenoidais – AP /P Estudo contrastado Fronto-naso / mento-naso / HIRTZ ( sub-mento vértice ) / Perfil direito e esquerdo. Observações importantes (A) - Todas as incidências para seios paranasais devem ser feitas de preferência com o paciente em posição ortotstática ou sentado, a fim de surpreender a existência de nível líquido, que definiria uma sinusite aguda. (B) - Por serem radiografias que exigem o máximo de detalhe, devemos sempre utilizar cilindros ou cones, com uma abertura tal que inclua na projeção todas as regiões dos seios paranasais. (C) – Para as radiografias de seios da face devem-se retirar grampos, prendendodores de cabelo, brincos, colares e proteses dentárias metálicas. (D) – O operador deve realizar os posicionamentos na cabeceira da mesa, para surpreender eventuais rotações da cabeça ou outras falhas de posição. Incidências panorâmicas Incidência Fronto-naso ( incidência de CALDWELL ) Região anterior da cabeça, mais proxima do filme.

Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ( mesmo posicionamento do “PA” de crânio ). As mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros, quedeverão estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. A região frontal e nasal devem estar em contato com a linha central da mesa ou estativa. Raio central incide paralelo á linha horizontal alemã ( com uma inclinação média de 12º podálicos ), saindo no násion. No fronto-naso vemos principalmente os seios frontais e etmoidais, devendo incluir na imagem os seios maxilares. Os seios esfenoidais aparecem logo abaixo do assoalho da sela turca, com pouca definição. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 incidência mento-naso Região mentoniana, mais proxima do filme. Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. As mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros, que deverão estar num mesmo plano transverso ao maior eixo longitudinal da mesa. O paciente deverá estender o pescoço, apoiando a cabeça pela ponta do mento ( protuberância mentoniana ) de maneira que a linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. A linha horizontal alemã forma um ângulo de 45º com o plano da mesa. Raio central entra perpendicular, saindo na região da espinha nasal anterior. O mento-naso demonstra principalmente os seios maxilares, devendo-se incluir na imagem os seios frontais. Os seios etmoidais aparecem com pouca definição FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça, mais proxima do filme. Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, colocando o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa ou estativa. É o mesmo posicionamento do perfil de crânio, só que a região do bordo externo da órbita deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular penetrando na comissura externa do olho ( ou bordo externo da órbita ), mais afastada do filme. No perfil vemos os seios paranasais do lado direito e esquerdo superpostos, mas conseguimos visualizar a região dos quatro seios com boa definição. O perfil apresenta importância para demonstrar as lesões com noção de profundidade. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0,8s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ ( sub-mento vértice ) Região superior da cabeça, mais proxima do filme. Paciente sentado ou em decúbito dorsal, com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Quando fizermos com o paciente sentado, deverá ser no bucky vertical, pendendo para trás a cabeça, até encostar o vértice craniano. Quando estiver em decúbito dorsal, deve-se colocar um travesseiro sob as costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão, apoiando a região do vértice craniano sobre a mesa. Região central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã, cruzando o seu treço anterior ( osso malar ). Incidência de HIRTZ ( vértico-submento ) Região do sub-mento, mais proxima do filme. Paciente em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. O paciente deve estender ao máximo a cabeça e apoia-la pela ponta do mento. Não costumamos fazer esta incidência de rotina pela maior inclinação que temos de dar, com uma consequente distorção de imagem e perda de detalhe. Raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã, cruzando o seu terço anterior ( osso malar ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1,6s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 As incidências de HIRTZ demonstram com boa definição os seios esfenoidais e etmoidasis. Os seios maxilares aparecem com pouca definição.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. ) deve ficar perpendicular do plano da mesa. de 3 em 3mm do plano ótimo. proeninência malar e dorso do nariz do lado a ser examinado. dois acima e dois abaixo. Raio central penetrando na glabela ( meio do espaço entre as duas sobrancelhas ).0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Oblíqua de mento-naso Região mentoniana. É o mesmo posicionamento da incidência de HIRTZ. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. mantendo três pontos de contato. saindo na espinha nasal anterior.Parieto-orbital ( variante ) Regiões anteriores direita e esquerda das órbitas. mais próxima do filme. Raio central com uma inclinação entre 20º e 30º cefálicos penetrando no corpo da mandíbula. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. O paciente deve abrir a boca ao máximo e aproximá-la da mesa. sentado ou em decúbito ventral . Paciente em decúbito ventral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. Plano ótimo – mede-se da mesa até a glabela e diminui-se 1cm. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1.A. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. É o mesmo posicionamento do mento-naso para seios da face. Esta incidência tem indicação nos casos em que o radiologista quer fazer o diagnóstico diferencial entre sinusite aguda e crônica. mais proxima do filme.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Oblíquas ( incidência de RHEESE ) OAD / OAF .saindo no meio do espaço entre a arcada dentária superior e inferior. com função de afastar a imagem do rochedo. sentado ou em decúbito ventral. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça mais próxima do filme e o paciente em hemi-decúbito lateral. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. Esta incidência demonstra totalmente os seios esfenoidais. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática. Seios frontais (A) – AP – Região posterior da cabeça. Esta incidência examina a parede posterior dos seios frontais. Raio central com uma inclinação podálica de 10º a 20º.E. (B) – Perfil – É o mesmo posicionamento de perfil de crânio.Incidências complementares Incidência de HIRTZ ( variante ) – Sub-mento vértice Região póstero-superior da cabeça. O plano mediano sagital do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. pois com esta rotação da cabeça podemos individualizar a presença de nível líquido. devendo sair no meio da órbita mais próxima do filme. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Incidência Vértico-bucal Região dos lábios superior e inferior da boca. com a cabeça rodada de 30º para o lado direito e uma outra radiografia para o lado esquerdo. Esta incidência tem função de dissociar as células etmoidais anteriores das posteriores. Raio central com uma inclinação podálica de 25º. Paciente em decúbito dorsal. Plano ótimo – mede-se da mesa ao plano mediano sagital. A linha acântion-meatal ( C. sentado ou em posição ortostática. mais próximos do filme. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Paciente em posição ortostática. Região dos seios frontais coincidindo com a linha central. Paciente em decúbito dorsal. dois acima e dois abaixo de 1cm do plano ótimo FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . a protuberância orbitária externa. Ajustar a rotação da cabeça de modo que o plano mediano forme um ângulo de 53º com o plano do filme. projetados dentro da cavidade bucal. sentado ou em ortostática. mais proxima do filme.2s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Estudo tomográfico Os cortes tomográficos para o estudo radiológico dos seios paranasais apresentam grande valor e poderão ser feitos cortes panorâmicos para sua visualização geral ou feitos localizados com “máscara” no caso de lesões específicas.

diminui-se de 2cm a 2.2s / fino / Tomo ± 1. (B) – Prefil –Mesmo posicionamento do prefil de crânio. de 0. (B) – Perfil – Mesmo posicionamento do perfil anterior.5cm em 0.5cm em 0. Plano ótimo – mede-se da mesa ao plano mediano sagital. Faz-se pressão digital fechando cada fossa nasal e com uma seringa introduzida na vizinha se faz pressão negativa ao mesmo tempo que o doente é orientado a dizer a palavra “kei” repetidamente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 250 / 80 / 3. Raio central incide 1cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. na fossa nasal. dois acima e dois abaixo. mais próxima do filme e o paciente em hemidecúbito lateral. com o plano mediano sagital coincidndo com a linha central da mesa e o paciente em decúbito dorsal. dois acima e dois abaixo. onde colocamos a pressão negativa e ordenamos que pare de pronumciar a palavra. e a região deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. Com o paciente ainda pronumciando a palavra “kei”. de 0. Espessura da camada – faz-se quatro cortes. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 250 / 80 / 3. Plano ótimo – mede-se da mesa até um plano que passe no meio do espaço entre o bordo interno e externo da órbita mais próxima do filme. Plano ótimo – mede-se da mesa até o plano mediano sagital. dois acima e dois abaixo.5cm do plano ótimo.5cm. que deverá estar perpendicular á mesa.5cm em 0. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. então. Espessura da camada – faz-se quatro cortes. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. O lado a ser tomografado deve estar mais próximo do filme.2s / fino / Tomo ± 1.45 / sim / 24x30 ÷ 4 Seios etmoidais (A) – AP – mesmo posicionamento do AP anterior. A substituição do ar palo contraste se faz pela abertura desses seios no orofaringe fechado.5cm em 0. com a cabeça estendida. Plano ótimo – mede-se da mesa até 3cm acima do conduto auditivo externo.2s / fino / Tomo ± 1. . de 0. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça.2s / fino / Tomo ± 1. Plano ótimo – mede-se da mesa até o terço anterior da linha horizontal alemã.5cm do plano ótimo. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Nesse momento o paciente fará manobras de limpeza nasal ( aspirações rápidas e repetidas ). Raio central incide no terço anterior da linha horizontal alemã. É introduzido. de 0. faz-se mais quatro cortes. 5ml de contraste iodado na temperatura corporal. Raio central incidindo ao nível da fossa canina. dois acima e dois abaixo.5cm. retiramos a seringa. dessa forma o contraste irá recobrir a porta de entrada dos seios paranasais.45 / sim / 24x30 ÷ 4 Seios maxilares (A) – AP – Região posterior da cabeça mais próxima do filme. Este deverá estar sentado numa cadeira.5cm do plano ótimo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3. Raio central incidi no násion. Espessura da camada – faz-se quatro cortes. Esta manobra provoca certo desconforto ao paciente.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Seios esfenoidais (A) – AP –Posicionamento semelhante ao AP de crânio. Espessura da camada – A partir do plano ótimo. dois acima e dois abaixo. Raio central incide 1cm acima da espinha nasal anterior.65 / 25 / 250 / 80 / 3. Raio central incidindo 2cm abaixo do násion. dois acima e dois abaixo. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa.5cm do plano ótimo. mais próxima do filme e o paciente em hemi-decúbito lateral. (B) – Perfil – É o mesmo posicionamento de perfil de crânio.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Estudo radiológico contrastado dos seios da face O sucesso deste exame depende bastante da cooperação do paciente. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça.5cm em 0. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. Plano ótimo – mede-se da mesa até o sulco naso-geniano. de 3mm em 3mm do plano ótimo. facilitando dessa forma a substituição do ar pelo contraste na cavidade paranasal. de 0.

encostando a região lateral da face até aproximar a protuberância malar da mesa. ossos da face e do crânio. com a funçAo de afastar da imagem da órbita os rochedos. os seios maxilares ( abaixo do plano de inserção dos pré-molares e molares ). num mesmo filme para comparação. Paciente em decúbito ventral. com a utilização de cilindro ou cone encostado. mais próxima do filme. Ambas as órbitas devem ser radiografadas num mesmo filme para comparação. Com o corpo em hemi-decúbito lateral. deve colocar-se em posição de perfil de face. O raio central deve sair no centro da órbita mais próxima do filme. Com a finalidade de retirar a imagem do rochedo do terço inferior da órbita. Deve-se sempre fazer o perfil direito e esquerdo.0m / sim / 18x24 Oblíquas OAD OAE . de preferência quando duas incidências. saindo do násion.Incidência de RHEESE ( variante ) Região anterior da órbita. sentado ou em posição ortostática. Também podemos dar esses 8º a 10º em relação á linha horizontal alemã. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. mais próxima do filme. Face : Malar / Maxila / Lacrimal / Palatino Crânio : Frontal / esfenóide / etmóide Estudo radiológico Todo o estudo radiológico da órbita deve ser comparativo.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo – não rigoroso Região lateral direita e esquerda da cabeça. Paciente em decúbito ventral. Paciente em decúbito ventral. .A seguir. providenciamos para que o contraste que não penetrou escorra pelas fossas nasais. utilizamos um suporte sob a sua região frontal. Deve-se mostrar o assoalho dos seios maxilares e no perfil para melhor visualização do seio esfenoidal. Encontramos na órbita. com o plano mediano sagital do corpo coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Esta projeção nos mostra com boa definição os bordos supra-orbitários do frontal e os bordos laterais das órbitas dissociados. Faremos as seguintes incidências : MENTO-NASO / FRONTO-NASO / HIRTZ ( SUB-MENTO VÉRTICE ) / PERFIL DIREITO E ESQUERDO O filme dental intra-oral pode ser usado para mostrar em sua parte mais profunda. Quando acontecer o caso do doente não poder apoiar a órbita na mesa. O bordo superior e inferior da órbita e o dorso do nariz devem estar apoiados sobre a linha central da mesa ou estativa. isto é. Ragião frontal e nasal apoiadas sobre a linha central da mesa. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. devemos fazer num mesmo filme. no mesmo posicionamento do “PA” de crânio. poderão ser feitos no intervalo de 72 a 96 horas. não rigoroso. Incidências PA / OBLÍQUA OAD OAE / Prefil dir esq ( não rigoroso ) / Mento-naso ( variante ) Incidências de rotina PA / OBLÍQUA OAD OAE PA Região anterior da cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 100 / 100 / 1. sentado ou em posição ortostática. Raio central com uma inclinação de 20º podálicos. Filmes posteriores. onde se encontram os globos oculares. Raio central com inclinação podálica de 20º. A tomografia em “AP” de órbita ( mesmo posicionamento do AP de crânio ) é um importante método de exame para diagnóstico do médico radiologista. sentado ou em posição ortostática. Sempre devemos fazer radiografias comparativas no exame da órbita. com a utilização de cilindro ou cone. para evitar o contato direto. mais próxima do filme.0s / fino / 1. sempre devemos somar de 8º a 10º á inclinação dada para o PA de crânio. tardios. quando teremos melhor definição e confirmação das condições dos seios. antes de iniciarmos o exame. Órbita É uma cavidade bilateral. O bordo lateral da órbita deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1.

apoiando a cabeça pela ponta do mento. Podemos fazer também neste posicionamento. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. como nas incidências de HIRTZ. Paciente em decúbito ventral. Rodar a cabeça de 15º para o lado contrário a ser examinado. mais próxima do filme. com muita frequência. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. penderá a cabeça para trás até encostar o vértice craniano. deverá ser feita no bucky vertical. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 120 / 100 / 1.8s / fino / cilindro encostado ou 1m / sim / 18x24 Oblíqua semi-axial – direita e esquerda Região mentoniana. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 20 / 80 / 100 / 0. sentado ou em posição ortostática. A projeção comparativa demonstra as duas arcadas numa mesma projeção. A região da arcada zigomática deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito ventral. por ser uma estrutura óssea pouco espessa e de situação bem externa. mais próxima do filme. O paciente deita-se em decúbito dorsal ou fica sentado. Quando o paciente sentado. incidências comparativas e localizadas. deve-se colocar um travesseiro nas costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão. para todas as variantes da incidência de HIRTZ. sentado ou em posição ortostática. Estudo radiológico A arcada zigomática. As radiografias nesta posição devem ser comparativas. Incidências Incidência de HIRTZ sub-mento vértice e vértice sub-mento ( Comparativa / localizada ) / Incidência oblíqua semi-axial direita e esquerda Incidências de rotina HIRTZ – COMPARATIVA / Oblíqua semi-axial direita e esquerda Incidência de HIRTZ sub-mento vértice e vértice sub-mento ( Comparativa / localizada ) Sub-mento vértice . sentado ou em posição ortostática. Localizada A região da arcada zigomática a ser examinada coincidindo com a linha central da mesa. O paciente deve estender ao máximo o pescoço. O paciente deverá estender o pescoço. de modo que uma linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. Paciente em decúbito ventral. mais afastada do filme. saindo 1cm abaixo do násion.Raio central perpendicular. penetrando na comissura ezterna do olho. o diagnóstico radiológico ás vezes torna-se difícil. Raio central passando perpendicular no terço anterior da linha horizontal alemã. pela maior inclinação do raio central. que temos que trabalhar. entraremos com o raio central. Não costumamos fazer esta incidência de rotina.comparativa Região do vértice craniano.0m / sim / 18x24 Arcada zigomática É um arco bilateral que coincide com a linha horizontal alemã e é formado pela junção do processo malar do osso temporal com o processo temporal do osso malar. Quando o paciente em decúbito dorsal. . está sujeita a fraturas. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. apoiando a região do vértice craniano na mesa. Sabemos que a linha horizontal alemã coincide com a arcada zigomática. por isso exigindo para o estudo radiológico sempre radiografias comparativas e localizadas. apoiando a cabeça pela região mentoniana. Vértico sub-mento A região do sub-mento mais próxima do filme. por isso.2s / fino / 1. nos mesmos posicionamentos descritos anteriormente.8s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Mento-naso ( variante ) Região da protuberância mentoniana. com cilindros ou cones. apoiando a cabeça pela ponta do mento ( ao nível da protuberância mentoniana ). perpendicular a ela. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0. mais próxima do filme. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. Raio central perpendicular. Nos casos de fraturas incompletas.

Raio central perpendicular. Possui duas superficies articulares.0s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Incidências complementares Incidência de STENVERS ( variante ) . com a cabeça rodada para o lado oposto a ser examinado de 45º. penetrando entre 6 e 7. situada embaixo do menisco. não conseguiremos fechar a boca. A superficie mandibular está constituida pelo côndilo da mandibula. De cada lado. Movimentos da articulação têmporo-mandibular ( ATM ) Elevação e abaixamento da mandíbula / Projeção para frente e para trás / Lateralização Estudo radiológico O exame radiológico da articulação têmporo-mandibular deve ser sempre comparativo e para obtermos mais detalhe devemos utilizar cones de pequena abertura ou cilindros. A superficie temporal apresenta ventralmente uma eminência transversal convexa anterior e côncava em sua porção posterior. Região da articulação ( 1.localizada Podemos fazer a incidência em mento-naso ariginal ou uma variante em que o paciente fica em decúbito ventral. Incidências SCHüLLER bilateral ( boca aberta / boca fechada ) Incidências complementares STENVERS / Mento-naso / HIRTZ / REVERCHON Incidências de rotina SCHüLLER bilateral ( com boca aberta / com boca fechada ) Exames especiais Tomografia / contactografia / pneumoartrografia Incidência de schüller bilateral Região lateral direita ou esquerda da cabeça. este descansa sobre uma porção mais estreita chamada colo. Mento-naso . entre este e o côndilo. O pescoço deverá estar estendido de maneira que a cabeça fique apoiada pela região mentoniana e a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. então esta concordância se faz através do menisco intrerarticular. penetrando na articulação a ser examinada.5cm acima da articulação têmporo-mandibular mais afastada do filme e saindo na mais próxima. voltada para o côndilo mandibular. com a boca do jeito que estiver. são feitas radiografias com a boca aberta ao máximo e fechada até as regiões aclusais superiores e inferiores ficarem em contato. situada entre o menisco interarticular e o temporal ( é a mais extensa ) e outra inferior. Paciente em decúbito ventral. passando pelo seu terço anterior. OBS : Quando a indicação for luxação da articulação. uma pertencente á mandibula e outra ao temporal. Raio central com uma inclinação podálica de 25º a 30º.5cm para frente do conduto auditivo externo ) coincidindo com a linha central da mesa. O plano que vai do násion até o teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa. colocando a articulação a ser examinada coincidindo com a linha central da mesa. por trás deste côndilo existe uma cavidade glênoide também revestida de tecido conjuntivo. Ás vezes estas duas superficies articulares não se correspondem exatamente. que possui uma face côncava em sua parte anterior e convexa em sua parte posterior. FATORES . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. mais próxima do filme. por isso devemos fazer apenas o estudo do lado direito e esquerdo. sem forçar posição.8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 Articulação têmporo-mandibular Pertence ao tipo das articulações bicondileanas e como tal possui duas sinovias que são : Uma superior. voltadas para o côndilo temporal e uma face côncava. É digno de se notar que o revestimento desta superficie é de formação conjuntiva e não cartilaginosa. colocando o corpo em posição oblíqua e o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa.O raio central formando um ângulo reto com a linha horizontal alemã. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0.localizada Paciente em decúbito dorsal. passando pela articulação a ser examinada. chamada côndilo temporal ( ou tubérculo mandibular do temporal ). Raio central perpendicular.

Como na incidência de CHüLLER. medimos 2cm para dentro da parede lateral da face. Obteremos uma grande ampliação desta articulação com pouco detalhe e a articulação mais próxima do filme aparecerá com pequena ampliação e com melhor detalhe.Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. Raio central com uma inclinação caudal ( podálica ) de 30º a 35º.2s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ – sub-mento vértice .2s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Exames especiais 1. penetrando na região frontal e passando pela articulação a ser examinada. com a finalidade do radiologista observar lesões ao nível dos membros articulares. fazendo-se assim somente uma artrografia. inclusive cortes feitos com a boca aberta e fechada.localizada Paciente sentado. mais próxima do filme. por causa da grande divergência dos raios ( devido á pequena distância fo-fi ). faremos esta projeção sem bucky. Para que isso seja conseguido o paciente deve manter a boca aberta. Incidência de REVERCHON . com o plano mediano sagital paralelo ao plano da mesa.5cm para frente do CAE ) mais afastada do filme. Paciente em hemi-decúbito lateral. A contactografia baseia-se em aproximarmos a ampola ( sem o bloco do diafragma ) da região contrária a da que vai ser examinada. Para tomografias da ATM devemos utilizar a máscara de pequena abertura do tomógrafo.5cm á frente do conduto auditivo externo. Incidências SCHüLLER ( boca aberta e boca fechada ) Pode-se complementar com : STENVERS / Mento-naso / HIRTZ / REVERCHON . com o plano mediano sagital plano da mesa. Prepara-se o campo. Injeta-se de 0. Raio central perpendicular ao terço posterior da linha horizontal alemã.5 a 1. Espessura da camada – Faz-se mais quatro cortes. encostando o vértice craniano na estativa vertical. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 120 / 100 / 1. Técnica de punção – Paciente em hemi-decúbito lateral.Tomografia em perfil Região lateral direita ou esquerda da cabeça. pois a tomografia apresenta com muito maior definição estruturas que apresentem grandes superposições de imagens.2s / fino / Tomo / sim / 24x30 ÷ 4 Contactografia Mesmo posicionamento da incidência de CHüLLER. Gás utilizado – Pratóxido de azoto ou gás carbonico são mais usados porque têm uma absorção mais fácil. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. Raio central penetrando 1. É o mesmo posicionamento da incid6encia de CHüLLER. devemos fazer de cada lado. A contactografia é um método de exame em desuso. Plano ótimo – do plano da mesa.4cm ( 4mm ) do plano ótimo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 25 / 40 / 100 / 0. dois acima e dois abaixo. ao invés de injetar gás.localizada Paciente em decúbito dorsal com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Como a distância foco-filme será muito pequena ( ± 45cm ). faz-se a assepsia rigorosa e punciona-se o espaço vazio da articulação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3. que deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. dede que seja hidrossolúvel. de maneira que a linha horizontal alemã fique paralela ao bucky vertical. do lado a ser examinado. Não é aconselhavel injetar-se ar e contraste iodado hidrossulúvel simultaneamente por causa de falsas imagens que podem formar-se. separados de 0.4s / fino / ± 45-50cm / Não / 18x24 Pneumoartrografia É o exame contrastado da articulação têmporo-mandibular. Pode-se. Raio central perpendicular ao nível da articulação ( 1. com a boca aberta e fechada. usar contraste iodado.5cm3 de gás. pois senão as lamínulas de chumbo da grade absorverão quase que integralmente a radiação.

A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. mais próximas do filme. Devemos fazer o “PA”em vez do “AP” porque no primeiro a porção escamosa do occipital não se superpõem com as articulações. Paciente em decúbito dorsal. sentado ou em posição ortostática. OBS : ( A ) – Indicamos as incidências do tipo trans-oral quando há necessidade de estudo das articulações occipito-atloideas e o paciente não tem condições de ficar em decúbito ventral. mais próximas do filme. AP – Trans-oral – ( A ) Regiòes posteriores da cabeça e do pescoço. Estudo radiológico As radiografias para articulação occipito-atloidea devem ser localizadas ( spotfilm ) e para isso devemos utilizar cones ou cilindros de pequena abertura ou ainda diafragmar para incluir as articulações direita e esquerda e daí obtermos o máximo de detalhe. Dá-se entre os côndilos do occipital e as massas laterais do atlas ( 1ª vértebra cervical ). pertencente á 2ª vértebra cervical “axis” ). AP – Trans-oral – ( B ) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. A linha horizontal alemà ou linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. perpendicular ao plano da mesa. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. abrindo a boca ao máximo. por isso devemos pedir ao paciente que retire próteses dentárias metálicas. Paciente em decúbito dorsal. mais próxima do filme. Região frontal e nasal sobre a linha central da mesa. responsavel pelos movimentos de flexão e extensão da cabeça. As articulações occipito-atloideas aparecem lateralmente ao ponto mais alto do processo odonntóide ( processo em forma de dente com função de eixo nos movimentos laterais da cabeça. Raio central perpendicular. perpendicular ao plano da mesa. sentado ou em posição ortostática. colocando os braços numa posição que permita melhor apoio. Fazemos esta incidência quando não conseguimos individualizar as articulações com boa definição. AP – Transmaxilar Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. somente o paciente com a boca fechada. Esta incidência é indicada principalmente em pacientes poli-traumatizados que não tem condições de abrir a boca. penetrando de maneira que tangencie os dentes incisivos superiores. com o raio central perpendicular. Raio central perpendicular. ( B ) – A finalidade da boca aberta nas incidências trans-orais é a retirada dos dentes do campo a ser radiografado. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Ajustar os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. pois assim pode perceber melhor eventuais falhas de posição. Paciente em decúbito ventral ou sentado. penetrando ao nível do lábio superior. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. É o mesmo posicionamento das trans-orais. Paciente em decúbito dorsal. tangenciando os incisivos superiores. Incidências PA / AP – trans-oral ( A ) e ( B ) / AP trans-maxilar / Prefil direito e esquerdo / Oblíquas OPD e OPE Incidências de rotina PA / Perfil esquerdo PA Região da face. sentado ou em ortoatática. de maneira que seu plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. O operador deve fazer o posicionamento do paciente pela extremidade da mesa. Providência de extrema importância é a retirada de próteses dentárias metálicas. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Raio central com uma inclinação cefálica de 5º. abrindo a boca ao máximo. pois se superpõem exatamente com as articulações nas projeções frontais.OBS : A pneumoartrografia só pode ser indicada após termos um estudo radiológico completo simples da ATM. Raio central perpendicular. passando 1cm abaixo do cunduto auditivo externo – ( ponto coincidente com a proeminência malar – “maçã do rosto” ). Articulação Occipito-Atlóidea É uma articulação móvel.

são dois ossos. Os maxilares superiores formam parte das paredes e a maioria do assoalho da cavidade nasal.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça. localizados na região anterior da parede medial das órbitas. O vômer. São responsaveis por parte da cavidade nasal e por uma pequena proção da cavidade orbitária na sua parede póstero-medial. Palatinos Formam o quarto posterior do palato duro. Estudo radiológico . Articula-se com o temporal para formar a articulação têmporo-mandibular. Regiões das articulações occipito-atloideas devem coincidir com a linha central da mesa. Região da articulação occipito-atloidea coincidindo com a linha central da mesa. É o maior osso imóvel da face. Malares ou zigomáticos São os ossos responsáveis pela proeminência da face. estendem-se horizontalmente ao longo das paredes laterais da cavidade nasal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. formam o septo nasal. girando a cabeça para o lado direito ( OPD ) e para o lado esquerdo ( OPE ) de 45º com o plano da mesa. Apresentam um formato de concha e são compostos por uma proção óssea e por uma porção membranosa. com função de purificar e aquecer o ar. Os cornetos médios e superiores são estruturas pertencentes ao osso etmóide. Raio central perpendicular. junto com a cartilagem quadrangular e a lâmina perpendicular do etmoide. No período fetal. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 80 / 100 / 0. o único móvel da cabeça. formando a sínfise mentoniana. os lacrimas ( ou unguis ). variando de tamanho e forma de individuo para individuo. ÍMPARES : Mandíbula e Vômer PARES : Maxilas / Lacrimais / Cornetos inferiores / Malares / Nasais e Palatinos Mandibula É o maior e mais forte osso da face. Repousam sobre as maxilas e articulam-se posteriormente com o esfenóide. Paciente em hemi-decúbito lateral com o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. penetrando 1cm para trás e para baixo do conduto auditivo externo. Entre as massas laterais do etmoide e a maxila. Paciente em decúbito dorsal. lateralmente. formam as fossas lacrimais que acomodam os sacos lacrimais. Maxilas São os responsaveis pelo alongamento vertical da face no período de crescimento. localizado medialmente. articula-se com o corpo do esfenoide e com a lâmina perpendicular do etmóide. parte do assoalho das cavidades orbitárias e ¾ do teto da boca.70 / 35 / 80 / 100 / 0. Nasais ou ossos próprios do nariz São os componentes da parede mais anterior do nariz ósseo externo. mais próxima do filme. penetrando na proemin6encia malar. que se fundem. A mandibula pode se apresentar dividida em : Corpo / Ramo horizontal / Ramo vertical Vômer É um osso fino. junto com as maxilas. Raio central perpendicular. A maxila pode se apresentar dividida em : Corpo / Porção palatina / Porção zigomática / Porção frontal / Porção orbitária / Porção alveolar Lacrimais São ossos pequenos e muito finos. Cornetos inferiores Ossos encontrados inferiormente em cada lado das fossas nasais. mais afastada do filme.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da cabeça. posterior e inferiormente no septo nasal. formam parte do assoalho e parede lateral da órbita. Os nasais articulam-se um com o outro no plano mediano sagital e posteriormente com a lâmina perpendicular do etmóide. distribuidos em 2 ímpares e 12 pares. Para formar o nariz ósseo externo articulam-se com o frontal superiormente e com as maxilas. São pequenos e finos.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 06 – Face Na face encontramos 14 ossos.

Como citamos no estudo radiológico do crânio. Incidência de WATERS ( semi-axial ) / Incidência semi-axial ântero-posterior / Mento-naso / Fronto-naso / Perfil direito e esquerdo / incidência de HIRTZ ( Axial ) Incidências de rotina Incidência de WATERS / Fronto-naso / Perfil / Incid6encia de HIRTZ . 5 – Linha inter-orbitária ou inter-pupilar Linha que vai de uma órbita a outra ou de uma pupila a outra. No “AP” ou no “PA” rigoroso. EXEMPLO DO POSICIONAMENTO : Incidência de mento-naso 3 – Linha glabelo-alveolar Linha que vai da glabela ( ponto anatômico ósseo situado no meio do espaço entre as sobrancelhas ) á região alveolar da maxila. É o plano mais utilizado na técnica radiológica geral. Técnica radiológica dos ossos da face Incidências panorâmicas Incidências localizadas Estudo radiológico Como cuidado fundamental no exame dos ossos da face. deve-se Ter o cuidado de fazer com que seus pés fiquem para fora da mesa. Passa verticalmente pelos condutos auditivos externos. Com o corpo em posição anatômica. 2 . PLANOS – Apresentam a mesma aplicação das linhas. Este cuidado permite um melhor apoio e torna mais cômodo. Linhas 1 – Linha horizontal alemã ( LHA ) Também conhecida como – Linha infra-órbito meática / Linha antropológica / Linha de Frankfurt É a mais utilizada na técnica radiológica da face e também do crânio. o paciente deverá retirar próteses dentárias. colocando-se um travesseiro sob a região distal das pernas. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LHA : Fronto-naso / Mento-naso / Incidência de WATERS / Incidência de HIRTZ / Semiaxial ântero-posterior e etc.Plano frontal ou plano coronário ou plano bi-auricular Divide a cabeça em metade anterior e posterior. Estes fatores contribuem em muito para um posicionamento fácil e correto. somente dando uma noção de profundidade. como linhas e planos para realização de radiografias de um bom padrão. Nas radiografias de face e de crânio.Plano mediano sagital Divide a cabeça em duas metades simétricas. 1 . Principais linhas e planos da face LINHAS – São normalmente o espaço compreendido entre dois pontos anatômicos. nas quais o paciente faz exame deitado. Vai do teto do conduto auditivo externo ( CAE ) até o bordo inferior da órbita. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO QUE UTILIZAM ESTAS LINHAS : Fronto-naso / Semi-axial ântero-posterior / Prefil de face e etc Planos As aplicações dos planos correspondem as mesmas das linhas. permitindo um estudo radiografico panorâmico dos 14 ossos que a compõem. a LHA deve ficar perpendicular ao maior eixo longitudinal do corpo. 3 . facilitando o posicionamento. que contribuem para diminuir a qualidade do exame. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Axial de ossos próprios do nariz. tanto quanto os pontos anatômicos que atravessam. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Estudo dos ossos da face. 4 – Linha Acântion-meatal Linha que vai do acântion ( região mais medial das espinhas nasais anteriores ) ao conduto auditivo externo. também para face é necessário o conhecimento da sua anatomia e de pontos de referência. Face ( panorâmicas ) Incidências panorâmicas Estas incidências apresentam o arcabouço ósseo da face sob diferentes ângulos. direita e esquerda. 2 – Linha trágus mentoniana Linha que une o trágus ( Projeção cartilaginosa localizada externa e anteriormente ao conduto auditivo externo ) á protuberância mentoniana. Esta linha coincide com o plano mediano sagital. deverá estar perpendicular ao filme e no perfil rigoroso deverá estar paralelo ao filme. Os ombros deverão estar num mesmo plano transverso a linha central da mesa.Plano Horizontal Alemã ou plano Antropológico ou plano de Frankfurt Divide a cabeça em andar superior e inferior.

basta colocarmos a cabeça do paciente apoiada sobre o nariz. _ A incidência de WATERS é a melhor projeção para os ossos da face pois demonstrados melhor em outras incidências. cornetos inferiores. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. para facilitar e tornar mais cômodo o posicionamento. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. mandíbula e vômer. saindo na ragião da espinha nasal anterior ( Acantion ). apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ) de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa.90m / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ . lacrimais. sentado ou em posição ortostática. por ser semelhante a de WATERS. A incidência de WATERS nos diferentes livros de técnica radiológica aparece de diferentes maneiras. Paciente em decúbito ventral. sentado ou em posição ortostática. com o raio central saindo ao nível da protuberância mentoniana. ( C ).Há os que consideram o HIRTZ em decúbito ventral como incidência de WATERS . sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. que deverá estar perpendicular a mesa. O raio central entrarár com uma inclinação cefálica de 30º em relação a linha horizontal alemã. Esta projeção apresenta grande valor no estudo dos seios maxilares. Paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme.90m / sim / 18x24 Fronto-naso ( Incidência de CALDWELL ) – “PA” Região anterior da cabeça. Como em todas as incidências para crânio e face em que o paciente se coloca em decúbito ventral.“Axial” – Sub-mento vértice / Vértice sub-mento HIRTZ – sub-mento vértice Região superior da cabeça. O paciente deverá estender o pescoço. maxilas.0s / fino / 0. As espinhas nasais posteriores pertencem aos ossos palatinos. Paciente em decúbito dorsal.Mesmo posicionamento do já descrito. Paciente em decúbito ventral. sentado ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. mais próxima do filme. com o raio central saindo ao nível do lábio superior. . Raio central incide paralelo a linha horizontal alemã ( com uma inclinação de 12º podálicos ) saindo no násion. ( B ). mais próxima do filme. mostra com uma boa definição grande número dos ossos da face. de maneira que saia 5cm acima da protuberância occipital externa. Mento-naso ( Semi-axial ) Região mentoniana.Incidência de WATERS ( semi-axial ) Região mentoniana. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. como por exemplo : ( A ). A linha horizontal alemã deverá fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. Incidência Semi-axial ântero-posterior Regiões posteriores da cabeça e pescoço.0s / fino / 0. para que a linha horizontal alemã fique perpendicular ao plano da mesa. É uma das poucas incidências descritas especificamente para os ossos da face.Mesmo posicionamento do anterior. Esta incidência. apoiando a cabeça pela ponta do mento ( protuberância mentoniana ) de modo que uma linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. OBS : As espinhas nasais anteriores são projeções ósseas anteriores pertencentes as maxilas localizadas medialmente no meio do espaço entre as duas narinas. Esta projeção apresenta grande valor no radiodiagnóstico. mais próxima do filme. O paciente deverá encostar na linha central da mesa a região mediana frontal e nasal. mais próximas do filme. Quando quisermos entrar com o raio central perpendicular. Raio central entrará perpendicular e sairá no acântion ( região mais medial das espinhas nasais anteriores ). Paciente estendendo ao máximo o pescoço e o raio central passando perpendicular ao terço anterior da linha horizontal alemã. as mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros. O raio central penetra perpendicular. O raio central deverá penetrar na face do lábio inferior ou pouco abaixo. Esta incidência mostra bem os ossos malares.

HIRTZ – Vértice sub-mento Região superior da cabeça ( vértice craniano ). Os ossos vômer. malares e palatinos. . Incidências localizadas Para o estudo radiológico dos ossos da face. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. podendo assim obter uma imagem mais real com mais detalhe. Esta projeção apresenta a vantagem de aproximar mais os ossos da face do filme. Região mediana frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. cornetos inferiores. O plano mediano sagital deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. Veremos a descrição das incidências para exame da mandíbula. etmoidais e maxilares. citaremos somente as projeções que melhor os evidenciam. PA / AP / Oblíquas direita e esquerda Incidências de rotina PA / Oblíquas direita e esquerda . deve-se colocar um travesseiro nas costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão. mais próxima do filme. Os demais ossos da face são normalmente acometidos secundariamente a patologias provenientes de regiões vizinhas. lacrimais. mas perde pela maior inclinação do raio e posicionamento mais penoso para o paciente. 07 – Mandíbula Divisão anatômica da mandíbula para fins de estudo radiológico : Corpo / Ramo horizontal / Ramo vertical Principais acidentes anatômicos da mandíbula. deverá ser feita no bucky vertical. penetrando no meio do espaço entre os dois gonions ( ângulos da mandíbula ). Esta projeção apresenta com boa definição o corpo e o ramo vertical e secundariamente as regiões alveolares. até encostar o vértice craniano.AP Região posterior da cabeça. Estes ossos. apoiando a cabeça pela região da protuberância mentoniana. Estas incidências mostram bem a mandíbula. Incidências Panorâmicas São as projeções nas quais visualizamos a mandíbula de uma maneira total ou quase total. os quais conseguimos individualizar radiologicamente : Sínfise mentoniana / Protuberância mentoniana / Tubérculo do digástrico / Gônion / Região alveolar / Processos alveolares / Alvéolos dentários / Colo da mandíbula / Côndilo da mandíbula / Chanfradura sigmóidea / Processo coronóide Estudo radiológico Para estudarmos radiologicamente a mandíbula temos incidências panorâmicas e incidências localizadas quando nos interessa localizar lesões ao nível do corpo ou ramos horizontal e vertical. maxilas e ossos próprios do nariz de uma maneira mais detalhada. são : 1º. . descritas para os ossos que apresentam patologia própria ou que sejam mais suscetíveis a fraturas ou luxações. Paciente em decúbito ventral. 2º. vômer e cornetos inferiores.Quando o paciente dem decúbito dorsal. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular ao plano da mesa. mais próximo do filme. É o posicionamento mais cômodo para o paciente e o que utilizamos menor inclinação cefálica do raio central. O HIRTZ tem importância no estudo dos seios da face. por apresentarem grande número de patologias. 3º.PA Região anterior da cabeça. É um osso menos suscetível a fraturas por traumatismos. gonions e ramos horizontais. apoiando a região vértice craniano na mesa. Paciente em decúbito ventral ou sentado. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. maxilas. penderá a cabeça para trás. temos incidências localizadas. O raio central para as incidências do tipo HIRTZ deve passar sempre perpendicularmente ao terço anterior da linha horizontal alemã ( região coincidente com o osso malar ).MANDÍBULA – Apresenta uma vasta ocorrência de patologias descritas e alta frequência de fraturas e luxações. Paciente em decúbito dorsal. Quando o paciente sentado. por ordem de acometimento e mesmo por ordem de pedidos de exame.NASAIS – ( ossos próprios do nariz ) – Muito pedido o seu exame radiológico em casos de traumatismos.MAXILAS – ( Maxilares superiores ) – os seios maxilares contribuem com o maior número de pedidos de exame. especialmente esfenoidais. estendendo ao máximo o pescoço.

sentado ou em posição ortostática. Incidências PA / Semi-axial / Axial . mais próximas do filme. Raio central perpendicular. Para obtermos um bom detalhe devemos utilizar o cone. temos como recurso abrir a boca apoiando o corpo da mandíbula sobre a linha central da mesa. mais próxima do filme. Raio central com uma inclinação de 45º podálicos. O raio central deve entrar perpendicular.PA Região anterior do corpo da mandíbula. Paciente em decúbito lateral rigoroso. ramo vertical )separadamente. Quando o paciente é obeso ou tem pescoço curto. devendo apoiar a maior extensão do submento sobre o chassis ou um filme do tipo oclusal. As duas incidências ablíquas devem ser feitas de rotina quando se deseja estudar a mandíbula de uma maneira panorâmica. ramo horizontal. Raio central perpendicular. apoiando o queixo sobre ele. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em decúbito ventral. O raio central deve penetrar no gônion mais afastado do filme e o meio do espaço entre o corpo e o gônion do ramo mais próximo do filme deve coincidir com a linha central da mesa. sentado ou em posiçào ortostática. Esta incidência mostra bem o ramo horizontal da mandíbula mais próxima do filme ( que na imagem aparece mais abaixo ). Quando o paciente sentado. Sempre devemos fazer a oblíqua direita e esquerda. Devemos Ter o cuidado para que o ombro não se superponha com a imagem da mandíbula. penetrando no meio do espaço entre o lábio inferior e a protuberância mentoniana. A maior extensão da sínfise mentoniana ( da região alveolar até a protuberância mentoniana ) deve ficar totalmente apoiadas. Nas suspeitas de fraturas ao nível do corpo. . Quando o paciente em decúbito dorsal. paralelos. devemos compensar a pouca obliquidade com uma inclinação cefálica de 5º. O filme deve ser colocado no inicio da mesa para que o paciente possa sentar fora.Esta projeção é utilizada no caso de exame de pacientes que não tenham condições de ficar em decúbito ventral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1.0s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 Semi-Axial Região do sub-mento mais próxima do filme. pois são frequentes a associação de fraturas destas regiões. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. quando o paciente coloca-se em decúbito lateral. chanfradura sigmóidea e processo coronóide.90m / sim / 18x24 Obliquas direita e esquerda – Incidência de BELLOT Regiões lateral inferior da face e parietal.8s / fino / 0. Corpo da mandíbula As incidências para corpo da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. o corpo numa projeção semi-axial. Para pacientes que tenham região nasal volumosa. saindo no ponto médio da sínfise mentoniana. devemos colocar o filme tipo oclusal ( sem ecram ) ou o chassis na vertical. O gônion e porção vertical ficam mal evidenciados pela superposição com estruturas de grande densidade. a porção vertical com o seu côndilo. colo. devemos fazer também incidências para a porção vertical. nunca esquecendo de colocar um numerador para identificá-las. deve apoiar a maior extensão do sub-mento sobre o chassis ou filme do tipo oclusal. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. apoiando na maior extensão do sub-mento. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 30 / 80 / 100 / 0.0s / fino / 0. o gônion. penetrando no meio do espaço entre os dois gônions. de maneira que fiquem no seu maior plano. quando conseguimos uma boa obliquidade da mandíbula. O lado da mandíbula que fica mais afastado do filme apresenta-se na região superior da imagem e mostra bem a maior parte do ramo horizontal com sua região alveolar. Esta projeção mostra as mesmas regiões do “PA” com boa definição.90m / sim / 18x24 Incidências localizadas São as incidências nas quais podemos estudar as porções da mandíbula ( corpo. mas convém lembrar que só faremos estas projeções após um estudo panorâmico da mandíbula. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. a sua região alveolar. Os fatores radiológicos são os mesmos dos utilizados nas incidências panorâmicas.

penetrando no gônion. penetrando no sub-mento no meio do espaço entre o gônion e o corpo da mandíbula do lado a ser examinado. utilizamos filme do tipo oclusal.0m / não / 18x24 Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 120 / 100 / 1. um filme envolvido por um papel opaco á luz. Incidências Incidência de BELLOT ( oblíqua direita e esquerda ) / Incidência de HIRTZ ( Axial de face ) / Incidência de WATERS ( Semi-axial ) Incidência de BELLOT ( oblíqua direita e esquerda ) Regiões lateral inferior da face e parietal. até o momento que sua linha horizontal alemã fique quase que paralela ao plano da mesa. Paciente em decúbito ventral. Paciente em decúbito dorsal. Incidência de WATERS ( Semi-axial ) Região mentoniana. Raio central perpendicular ao filme. também com boa visualização.2s / fino / 1. colocando o corpo em posição mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. penetrando na região da sínfise do submento.0m / não / 6x8cm Ramo horizontal da mandíbula As incidências para ramos horizontais da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. Ramo vertical da mandíbula As incidências para ramos verticais da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. Quando o paciente em decúbito dorsal. isto é. Paciente em decúbito lateral rigoroso. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. FATORES com ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 35 / 6 / 100 / 0. do filme. fixado pelas regiões oclusais dos dentes. devemos coloca-lo na posição da incidência de HIRTZ com um travesseiro nas costas fazendo-o pender a cabeça para trás. região coincidente com a espinha nasal anterior. Quando o paciente sentado. mais próxima do filme. até encostar na estativa com bucky vertical. fazendoo pender a cabeça para trás. coincidindo com a mesa. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. para obtermos um de uma maneira comparativa.06s / fino / 1. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. que deverá ser colocado dentro da boca. sentado ou em posição ortostática.Axial Região superior ou do vértice craniano. utilizará igualmente o filme oclusal e também se colocará como na incidência de HIRTZ. mais próxima Paciente em decúbito ventral. Deve-se fazer sempre as duas oblíquas ( direita e esquerda ). penderá a cabeça para trás. utilizando um travesseiro nas suas costas. Devemos fazer sempre um estudo bilateral. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. mais próximas do filme. mais afastado do filme. Raio central perpendicular a linha horizontal alemã. O ramo horizontal mais próximo do filme aparece com maior detalhe e o ramo horizontal mais afastado do filme aparece superiormente na radiografia. colocando-se as respectivas identificações. Nestas incidências. Incidência de HIRTZ Região superior da cabeça ( vértice craniano ). Região do ramo vertical a ser examinado. Quando o paciente sentado. penderá a cabeça para trás até encostar a cabeça na estativa. Incidências _ incidência de SCHüLLER / PA de Mandíbula / incidência de REVERCHON / incidência de BELLOT / incidência de WATERS / incidência de HIRTZ incidência de SCHüLLER Região lateral direita ou esquerda da cabeça. Raio central penetra perpendicular saindo no acântion. oblíqua e o plano linha central da estudo dos dois lados .

O gônion destaca-se bem nas seguintes incidências : WATERS / MENTO-NASO / PERFIL / BELLOT MAXILA ( MAXILAR SUPERIOR ) A maxila ou maxilar superior é um osso par de forma quadrilátera ligeiramente aplainada de fora para dentro. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ) de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. mais próxima do filme. Esta incidência mostra bem o côndilo. Esta incidência mostra com excelente definição os ramos verticais da mandíbula em toda sua extensão. A incidência de hirtz demonstra principalmente o côndilo num plano não visualizado nas incidências convencionais. pouco abaixo dela encontramos a eminência canina. Acima do processo palatino situan-se as fossas nasais. penetrando no gônion. Normalmente palpável no vivente. quatro bordos e quatro ângulos. incidência de BELLOT Regiões lateral inferior da face e parietal. os côndilos. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Mostra também o corpo. Esta projeção mostra os ramos verticais num plano semi-axial. Esta projeção apresenta com boa definição a região vertical. Raio central perpendicular saindo no acântion ( espinha nasal inferior ). pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. onde encontramos o orifício ( óstio ) do seio maxilar. chanfradura sigmóide e processo coronóide. demonstrando bem o côndilo. mais próxima do filme. colo. penetrando no sub-mento.Raio central com uma inclinação podálica de 25º. o canal nasal e o processo ascendente do maxilar superior. O raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã ( que deverá estar paralela ao plano da mesa ou estativa ). colos e os ramos horizontais com menor definição devido a grande distorção de imagem a que são submetidos. Paciente em decúbito lateral rigoroso. mais próxima do filme. alem do côndilo e colo da mandíbula. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal. que é o principal componente do palato duro ( os ¾ anteriores ). com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. PA de Mandíbula Região anterior da cabeça. chanfradura sigmóidea e o processo coronóide. Região mediana frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. penetrando na região frontal passando entre os condutos auditivos externos e saindo no forame magno. sentado ou em posição ortostática. Raio central perpendicular ou com 5º cefálicos com a finalidade de dissociar os dois ramos horizontais. demonstrando com pouca distorção de imagem o seu maior eixo longitudinal. sentado ou em posição ortostática. regiões alveolares e a região dos gônions. FACE INTERNA Apresenta o processo palatino. FACE EXTERNA Apresenta uma depressão que coincide com o corpo chamada fossa canina. mais próxima do filme. Esse ângulo apresenta em média de 110º a 140º. mais afastado do filme. 08 . Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os dois gônions.Maxila GôNION É o ângulo formado entre o ramo horizontal e o ramo vertical da mandíbula. Superiormente encontramos o processo frontal e a face orbitária da maxila e inferiormente as regiões alveolares. incidência de WATERS Região mentoniana. O paciente deve tentar aproximar ao máximo o queixo da fúrcula esterna com a finalidade de colocar a linha horizontal alemã. mais próxima do filme. Incidência de HIRTZ Região superior da cabeça ( do vértice craniano ). sentado ou em posição ortostática. incidência de REVERCHON Região posterior da cabeça. apresenta uma face interna. Deve-se fazer sempre as duas oblíquas ( direita e esquerda ) colocando-se as respectivas identificações. O ramo vertical é demonstrado numa projeção semi-axial e o melhor acidente demonstrado é o processo coronóide. penetrando 6cm para cima do conduto auditivo externo. colo. Paciente em decúbito ventral. . Paciente em decúbito ventral. outra externa. no seu terço anterior.

Esta incidência mostra principalmente a região dos processos palatinos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 100 / 100 / 1. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0.BORDOS SUPERIOR. Os outros não oferecem nenhuma particularidade. INFERIOR. pendendo a cabeça sobre um plano inclinado ( radiotransparente ) de 15º. costuma sair quase sempre na região do vértice nasal. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. O paciente deverá encostar o lado a ser examinado de maneira que forme um tripé ( nariz. Paciente em decúbito lateral. INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS Incidências extra-orais : OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL DIREITO E ESQUERDO / INCIDÊNCIA DE HIRTZ Incidências de rotina : OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL DIREITO E ESQUERDO INCIDÊNCIA OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR Regiões da órbita e do maxilar superior do lado a ser examinado. lâmina papirácea de etmóide e processo orbitário do palatino. Esta incidência mostra com boa definição a região do corpo com o seu seio maxilar. Raio central perpendicular. O bordo posterior. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. Paciente em decúbito ventral. O bordo anterior é muito irregular e apresenta a espinha nasal anterior. Esta incidência mostra em outro ângulo o corpo com o seu seio maxilar. Paciente em hemi-decúbito lateral. cujo vértice corresponde a região do orifício de entrada. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º. apoiando a região frontal e nasal. sentado ou em posição ortostática. proeminência malar e protuberância mentoniana ). ÂNGULOS O ângulo superior representado pelo processo frontal. Raio central com inclinação podálica de 12º em média ( deve penetrar paralelo a linha horizontal alemã ) saindo no násion. entrando ao nível do gônion mais afastado do filme.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 INCIDÊNCIA DE WATERS ( SEMI-AXIAL ) Região mentoniana mais próxima do filme. mais próxima do filme. constitui a tuberosidade do maxilar. de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. os bordos anteriores e os processos frontais. O bordo inferior apresenta os alvéolos dentários. POSTERIOR E ANTERIOR O bordo superior se articula com o lacrimal. sentado ou em posição ortostática de maneira que o plano mediano sagital da cabeça fique paralelo ao plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1.8s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 . sentado ou em posição ortostática.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. Esta projeção mostra bem a regiào do corpo das maxilas xom os seus seios maxilares. a chanfradura nasal ( orifício anterior das fossas nasais ) e o bordo anterior do processo frontal ou ascendente.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 FRONTO-NASO ( PA ) Região anterior da cabeça. Paciente em decúbito ventral. grosso e arredondado. processo frontal e regiões alveolares com boa definição. mais próximas do filme. de maneira que o plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. é necessário a utilização de cones ou cilindros de extensão para a obtenção de melhor detalhe. processos frontais e regiões alveolares. O plano horizontal alemõa deverá estar perpendicular ao plano da mesa. região alveolar e espinha nasal anterior. ESTUDO RADIOLÓGICO Para a execução de radiografias de bom padrão. O meio desse tripé formado deverá coincidir com a linha central da mesa. CONFORMAÇÃO INFERIOR Seio maxilar ou antro de HICHMORE. Raio central perpendicular saindo no acântion ( espinha nasal anterior ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ). penetrando no canto extreno da órbita ( ou comissura externa do olho ) mais afastada do filme. tem a forma de uma pirâmide quadrangular.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 26 / 200 / 100 / 2. Fraturas ao nível das maxilas e da mandíbula. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa.6s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS INCIDÊNCIAS INTRA-ORAIS AXIAL / OBLÍQUAS DIREITA ESQUERDA E SEMI-AXIAL AXIAL Região do palato duro e alveolar das maxilas. Filme oclusal fixado pelos dentes superiores e inferiores. Pesquisa de tumores. opaca a luz. Estudo de corpo da mandíbula e sínfise mentoniana.6s / fino / 1m ou Cone encostado / não / 7x5 Filmes utilizados em exames intra-orais FILMES OCLUSAIS / FILMES DENTÁRIOS Filmes Oclusais Denominação utilizada. no seu terço anterior. contendo dois filmes de emulsão dupla. O raio central deve passar perpendicular a linha horizontal alemã. pelo fato do mesmo ficar situado entre as faces oclusais dos dentes superiores e inferiores. Controle de tratamento ortodôntico ou de ortopedia das maxilas. Esta projeção apresenta valor no estudo da região alveolar. inclinamos o raio central em sentido lateral de maneira que saia no meio do filme. mais próximas do filme. Esta projeção apresenta importância quando nos interessa dissociar estruturas das maxilas. OBLÍQUA SEMI-AXIAL Regiòes do palato duro e alveolar das maxilas. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Raio central incidindo com uma inclinação lateral e podálica de 25º em relação ao eixo transversal. espinhas nasais anteriores e as regiões alveolares. penetrando no sub-mento. Devemos utilizar um filme oclusal ( entre os dentes ).0s / fino / 1m ou Cone encostado / não / 7x5 OBLÍQUAS DIREITA E ESQUERDA Regiões do palato duro e alveolar das maxilas. Esta incidência apresenta com boa definição o corpo da maxila com o seu seio maxilar e a região do processo palatino. também utilizamos filme oclusal. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. TIPOS : Infantil ( zero ) / Adulto ( um ) / Bite-wing . penetrando na região do vértice nasal e saindo no meio do filme. Penetra no canto externo da órbita do lado a ser examinado e sai no meio do filme oclusal. com o paciente fixando o filme entre os dentes ( superiores e inferiores ). Como na incidência anterior. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50-55 / 30-35 / 160 / 100 / 1. O raio central penetra ao nível do vértice craniano. Tamanho mais comum 7X5cm CARACTERÍSTICAS : Embalagem própria. mais próximas do filme. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. Paciente em decúbito dorsal ou sentado no mesmo posicionamento das duas incidências anteriores. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. Esta projeção mostra o corpo das maxilas com os seus seios maxilares. APLICAÇÕES : Estudo localizado das maxilas. Filmes Dentários Mais utilizados. Para conseguirmos as oblíquas direita ou esquerda. principalmente no seu corpo. Raio central com uma inclinação de 25º podálicos. A linha horizontal alemã deverá estar o mais possível paralela ao plano da mesa ou da estativa. colocando-os paralelos ao longo do maior eixo dos dentes.Incidência de HIRTZ ( AXIAL ) Região superior da cabeça ( do vértice craniano ) mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Raio central passando perpendicular a linha horizontal no seu terço anterior. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. no mesmo posicionamento da incidência anterior. Calcificações em glândulas sub-linguais e sub-mandibulares. Inferiormente ( lado que deve ficar oposto ao tubo ) possui uma fina camada plumbífera com a finalidade de evitar a radiação secundária. os processos palatinos.

Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Esta incidência mostra os dois ossos nasais separados entre si. Raio central deve tangenciar a linha glabelo-alveolar. Linha horizontal alemã perpendicular a mesa. As vezes o sulco etmoidal pode confundir-se com uma linha de fratura. isto é. mais próxima do filme. uma parte plástica perpendicular a ele. Plano do filme deve ficar perpendicular a linha glabelo alveolar ( linha que vai da glabela a regiào alveolar da maxila ). mais próxima do filme. que aparece com uma linha regular hipertransparente percorrendo o maior eixo longitudinal do osso. INCIDÊNCIAS PERFIL DIREITO E ESQUERDO / AXIAL / INCIDÊNCIA DE WATERS / MENTO-NASO INCIDÊNCIAS DE ROTINA PERFIL DIREITO E ESQUERDO PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. Paciente em hemi-decúbito-lateral com o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. Tomografamos a partir do plano sagital para baixo. APLICAÇÕES : Tipos zero e um => Estudo global do dente ( da porção coronária até o ápice ) incluindo mais ou menos um centimetro da região óssea adjacente.8s / fino / 1. com ecram. mas com bom detalhe. Utilizamos preferentemente o filme tipo oclusal bem aproximado da região a ser examinada. Paciente em hemi-decúbito lateral. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Possui no lado a ser exposto uma asa oclusal.04s / fino / cone encostado / não / 18x24 AXIAL Região da base do nariz. FATORES Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 42 / 80 / 100 / 0. que é fixada pelos dentes. Tomografamos a partir da espinha nasal anterior para baixo separados de 0. Raio central ao nível do corpo da maxila ( região da fossa canina – 2cm abaixo da proeminência malar ). PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. As radiografias devem ser feitas num mesmo filme e para isso devemos utilizar um cone localizador. fazendo o paciente morder durante o posicionamento. separados de 0. sem superposição. e por conter somente um filme. mais próxima do filme. Esta incidência mostra os dois ossos nasais superpostos. sentado ou em posição ortostática de modo que o plano mediano sagital da cabeça fique paralelo ao plano da mesa. com o próprio paciente firmando o filme.45m / sim / 24x30 ÷ 4 09 . Tipo Bite-wing ( mordedura de asa ). diferenciando-se no tamanho. Essa fixação possibilita a manutenção do filme paralelo ao longo do maior eixo dos dentes.5cm até completar 6 cortes. Raio central perpendicular.0m / não / 5x4cm Com ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 39 / 4 / 100 / 0.CARACTERÍSTICAS : Incidências ao do filme oclusal. mais próxima do filme. penetrando no násion.2s / fino / Tomo ± 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 35 / 250 / 80 / 3.Ossos nasais ( ossos próprios do nariz ) O acidente anatômico de importância para o estudo radiológico dos ossos próprios do nariz é o sulco etmoidal. Podemos também fazer esta incidência com o filme no chassis. A região nasal deve coincidir com a linha central e sempre devemos fazer o prefil direito e esquerdo de rotina. FATORES Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Utiliza-se um filme oclusal fixado entre os dentes superiores e inferiores. Este filme é utilizado no estudo das coroas dentárias nas pesquisas de cáries interproximais e de difícil individualização ao exame clínico. TOMOGRAFIA DA MAXILA AP / PERFIL ESQUERDO E DIREITO AP Região posterior da cabeça.5cm até completar 3 cortes. Raio central incidindo 2cm abaixo da proeminência malar.

0m / não / 6x8cm INCIDÊNCIA DE WATERS Região mentoniana. num plano axial. Paciente em decúbito ventral. sentado ou em posição ortostática. esta até devendo ser incluida na rotina minima.48 / 42 / 100 / 100 / 1. ESTUDO RADIOLÓGICO O estudo radiológico do malar deve ser feito com cilindro ou cone. waters. O paciente deverá estender o pescoço. apoiando a cabeça pela ponta do mento. apoiando a cabeça pela ponta do mento de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. destacamos como as melhores as incidências de waters e reverchon. mais próximo do filme. sentado ou em posição ortostática com a região da proeminência malar coincidindo com a linha central da mesa. para obtensão de melhor detalhe. Paciente em decúbito ventral. Raio central penetra perpendicular. MENTO-NASO Região mentoniana. Paciente em decúbito ventral. região coincidente com a espinha nasal anterior. A linha trágus-mentoniana deve ficar perpendicular ao plano da mesa. apoiando a cabeça pela ponta do mento. Raio central formando um ângulo reto com a linha horizontal alemã. Esta incidência mostra os ossos próprios do nariz. saindo no acântion. em diferentes ângulos.0s / fino / 1. mais próxima do filme. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. mostram com boa definição. mostrando-o em quase toda sua extensão. fronto-naso.0s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24cm OBLÍQUA SEMI-AXIAL DIREITA E ESQUERDA Região mentoniana. Esta incidência mostra os ossos próprios do nariz num plano axial. passando no seu treço anterior. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Esta projeção apresenta o osso malar com excelente definição. INSIDÊNCIAS INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA / OBLÍQUA SEMI-AXIAL / INCIDÊNCIA DE REVERCHON / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL / INCIDÊNCIA DE HIRTZ INSIDÊNCIAS DE ROTINA PA ( INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA ) / OBLÍQUA SEMI-AXIAL / REVERCHON INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA ( PA ) Região da proeminência malar do lado a ser examinado.8s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24cm NOTA : As incidências de reverchon. Raio central penetra perpendicular. saindo no acântion. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme. Raio central com uma inclinação média de 25º a 30º podálicos. sendo importante na demonstração de desarticulações ou desvios dos fragmentos nas fraturas do nariz ósseo externo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. o osso malar. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. Dentre estas incidências citadas. região coincidente com a espinha nasal anterior. PALATINOS . O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. Rodar a cabeça de 15º para o lado contrário a ser examinado. sendo importante na demonstração de desarticulações ou desvios dos fragmentos nas fraturas do nariz ósseo externo. Podemos fazer o estudo tomográfico do malr em AP de face ou crânio ou na incidência de solidônio lacerda.0m / sim / 18x24cm 10 – Malar São ossos pares localizados nos bordos inferiores externos das órbitas. A cabeça deve ficar apoiada na mesa sobre a região da proeminência malar do lado a ser examinado. perfil de face e hirtz. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 80 / 100 / 0. A região malar a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. saindo na proeminência malar do lado a ser examinado.0s / fino / 1.

pouco volumoso e localizado na região posterior e inferior do septo nasal. de maneira que saia 5cm acima da protuberância occipital externa. pois não podemos contar com nenhuma colaboração sua. com acessórios e manobras que não exigem uma aparelhagem especializada para o exame do politraumatizado. vindo a facilitar grandemente a realização do exame radiográfico. Grande politraumatizado É o paciente que não responde as solicitações verbais. NOTA : As variantes de posicionamentos para pacientes politraumatizados para face. Para o estudo radiológico da face. principalmente porque o paciente fica em decúbito dorsal. Classificação dos politraumatizados Para efeitos de um estudo radiológico da face. CORNETOS INFERIORES São ossos pares localizados ântero-inferiormente nas fossas nasais e podem ser demonstrados nas incidências em fronto-naso.São ossos pares e entram na construção óssea do teto da boca e assoalho das fossas nasais. O raio central entrará com uma inclinação cefálica de 30ºem relação a linha horizontal alemã. no násion. reheese. pois podemos até deixar de utilizar recursos técnicos para obtermos uma imobilização no posicionamento correto. hirtz e fronto-naso. O estudo tomográfico pode ser feito em perfil. dividimos o paciente politraumatizado em duas classes relacionadas com o seu estado de colaboração e com os limites da agressividade em relação aos traumatismos. O raio central no perfil de face deve penetrar no canto externo da órbita e no hirtz para face deve passar no terço anterior da linha horizontal alemã. mento-naso. por isso. O raio central deverá penetrar na face do lábio inferior ou pouco abaixo. podem ser pacientes agitados. A obrigatoriedade da execução do exame em decúbito dorsal. O raio central na incidência ântero-posterior penetra no mesmo local para crânio e face. Podemos utilizar a tomografia em perfil que quisermos individualizá-lo. . . OBS : As variantes da incidência semi-axial ântero-posterior são as mesmas das incidências em PA de face e crânio. LACRIMAIS São ossos pares localizados nos bordos mediais das órbitas e apresentam imagem radiológica no fronto-naso. waters. que deverá estar perpendicular a mesa.Pequeno e médio politraumatizado . As melhores incidências são o perfil de face. dividimos em : INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS / INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS AP PARA FACE / SEMI-AXIAL ÂNTERO-POSTERIOR / MENTO-NASO / INCIDÊNCIA DE WATERS / PERFIL PARA FACE / INCIDÊNCIA DE HIRTZ PARA FACE INCIDÊNCIAS DE ROTINA AP PARA FACE / WATERS ( VARIANTE ) / PERFIL PARA FACE / HIRTZ A rotina de exame radiológico do paciente de ambulatório é diferente do paciente politraumatizado. Esta incidência é uma das poucas descritas especificamente para face e apresenta grande valor no exame do politraumatizado. Podemos tomografar os cornetos inferiores nestas mesmas incidências. fronto-naso e hirtz. perfil de face e hirtz. ESTUDO RADIOLÓGICO DA FACE . hirtz e perfil de face. INCIDÊNCIA SEMI-AXIAL ÂNTERO-POSTERIOR Regiões posteriores da cabeça e pescoço.Grande politraumatizado Pequeno e médio politraumatizado São os pacientes que conseguimos uma boa resposta as solicitações verbais. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Estudo radiológico Em todas as radiografias desses pacientes devemos colocar sempre o tempo mais curto possível para diminuirmos a possibilidade do flou cinético. sendo as que melhor o apresentam o fronto-naso. especialmente para o exame da face onde as hemorragias nasais são frequentes.nos politraumatizados Serão descritas incidências realizadas em aparelhos de exames gerais. Apresentaremos as variantes dos posicionamentos que não forem iguais aos já demonstrados anteriormente no estudo do crânio do politraumatizado. isso vem dificultar em muito o exame. sendo conveniente lembrar que os lacrimais só apresentam expressão radiológica em adultos. apresenta a finalidade de evitar a possibilidade da inundação de sangue nas vias aéreas superiores. são as mesmas que para crânio. Aparece em poucas incidências. no sentido de obtermos uma boa imobilização na hora do posicionamento e até pelo contrário. VÔMER É um osso ímpar. mais próximas do filme.

sempre devemos evitar que o paciente fique em decúbito ventral. INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS MANDIBULA As projeções de rotina para mandibula são : PA / OBLÍQUAS ( INCIDÊNCIA DE BELLOT ) No exame do politraumatizado. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados. O raio central penetra com uma inclinação lateral entre 15º a 20º no gônion mais afastado do filme. . VARIANTE DA INCIDÊNCIA DE WATERS NO POLITRAUMATIZADO 1. VARIANTE DO MENTO-NASO NO POLITRAUMATIZADO 1. saindo na espinha nasal anterior. Incidência utilizada nos pequenos. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano sagital coincidido com a linha central da mesa. Para conseguirmos com maior facilidade que o paciente mantenha a cabeça em extensão.PACIENTE LÚCIDO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL Devemos estender a cabeça do paciente até que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 40º com o plano da mesa. devemos colocar um apoio sob suas costas. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º a 20º. Na incidência póstero-anterior o paciente fica em decúbito ventral com o plano mediano sagital da região frontal e nasal coincidindo com a linha central da mesa. 3. INCIDÊNCIAS OBLÍQUAS DE MANDIBULA Nas condições normais fazemos a incidência de BELLOT com o paciente em decúbito lateral rigoroso sentado ou em posição ortostática.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E AGITADO OU NÃO – EM DECÚBITO DORSAL. colocamos um apoio sob a sua cabeça que deverá manter o seu plano mediano sagital paralelo ao plano da mesa. Se houver dificuldade do paciente em manter o posicionamento. O raio central penetra perpendicularmente no meio do espaço entre os dois gônions. MENTO-NASO A incidência convencional é feita com o paciente em decúbito ventral com o raio central perpendicular. Raio central perpendicular quando conseguimos uma boa obliquidade da mandíbula. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. VARIANTES DA OBLÍQUA PARA O EXAME DA MANDÍBULA NO POLITRAUMATIZADO 1. Devemos estender a cabeça do paciente até que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. O raio central deve penetrar no gônion mais afastado do filme. A linha que vai do trágus até a ponta do mento deve ficar perpendicular ao plano da mesa. principalmente nas radiografias para face. Com o paciente em decúbito lateral colocamos um chassis sobre um plano inclinado com a parte mais alta do plano encostada no ombro do paciente. em cima do apoio. Se o paciente é obeso ou tem pescoço curto devemos compensar a pouca obliquidade com uma inclinação cefálica de 5º.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL. Raio central perpendicular.Esta incidência pode ser utilizada até nos grandes politraumatizados.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E AGITADO OU NÃO – EM DECÚBITO DORSAL Com o paciente em decúbito dorsal. AP de MANDIBULA 1. Com o paciente em decúbito dorsal. O filme é colocado sob a cabeça do pacienta. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular ao plano da mesa e se houver dificuldade colocamos um apoio radiotransparente sob sua cabeça. médios ou grandes politraumatizados. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os gônions.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO LATERAL. pendendo a cabeça até encosta-lá na mesa. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados.PACIENTE LÚCIDO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL. O chassis deve ser colocado paralelo ao plano mediano sagital do paciente. devemos colocar um apoio sob suas costas. por isso em vez do PA fazemos o AP. Incidência importante nos grandes politraumatizados 2. Para conseguirmos com maior facilidade que o paciente mantenha a cabeça em extensão. colocamos um apoio sob a sua cabeça e entramos com o raio central horizontal com uma inclinação lateral com o intuito de dissociar ramos da mandíbula. INCIDÊNCIA DE WATERS A incidência convencional é feita com o paciente em decúbito ventral com o raio central perpendicular saindo na espinha nasal anterior. colocamos um apoio sob o tronco do lado contrário que a cabeça. Raio central perpendicular. penetrando na espinha nasal anterior. penetrando na espinha nasal anterior.

Para fins radiográficos.Raio central perpendicular ou com uma inclinação cefálica de 5º. com o paciente fazendo uma apnéia inspiratória forçando a expulsão do ar. esôfago. e seu limite inferior por uma linha estendendo-se da chanfradura supra esternal até o bordo superior da primeira vértebra torácica. As palhetas do laringe são as cordas vocais. ESTUDO RADIOLÓGICO Para o estudo radiológico do pescoço. de acordo com a composição tissular ou tecidual e função das estruturas componentes. glândula tireóide. estendendo-se do bordo inferior da sínfise mantoniana até a protuberância accipital externa. POSTERIOR : bordo anterior do trapézio. dentes e lábios correspondem as teclas. não participando do nosso estudo. ANTERIOR : linha mediana anterior do pescoço. Plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.TIRÓIDE . Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. Incidência nos pequenos. REGIÕES DO PESCOÇO REGIÕES ANTERIORES : infra-hioidea / supra-hioidea / pré-vertebral REGIÕES LATERAIS : Região da parótida / Região da carótida / Região supraclavicular REGIÃO POSTERIOR : Região da nuca LIMITES EM PERFIL SUPERIOR : bordo inferior da mandíbula e uma linha que passa no ângulo da mandíbula e processo mastóide. traquéia. penetrando no gônion mais afastado do filme. mas na prática é essencial para os mecanismos de respiração e de fonação. O laringe do adulto mede.CRICÓIDE . seu limite superior sendo definido por uma linha imaginária. aproximadamente 5cm e apresenta 6 cartilagens que são : . INFERIOR : face superior da clavicula. penetrando no meio do espaço entre a parede anterior e posterior do pescoço ao nível da parede superior da cartilagem tireóide.6s / fino / 1. Destes três cortes escolhe-se o melhor .ARITENÓIDE . Planos de corte => faz-se 3 cortes separados de 1cm sendo o preliminar 1cm para dentro da superficie anterior do pescoço. por causa da maior imobilização da região a ser examinada. apresentaremos especialmente as radiografias para partes moles. Língua.50m / sim / 24x30cm TOMOGRAFIA AP COM FONAÇÃO Paciente em decúbito dorsal ou sentado. com variações de registro iguais as de um instrumento . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 45 / 60 / 100 / 0. Raio central no ponto médio da porção superior da cartilagem tireóide. pois a coluna cervical é estudada no capítulo de coluna vertebral. Preferimos fazer a tomografia com o paciente deitado.CUNEIFORME METODOS DE EXAME DO LARINGE SIMPLES E CONTRASTADO Simples : prefil para partes moles ( simples ) / perfil para partes moles ( com manobra de valsalva ) / tomografia / AP com fonação / AP sem fonação CONTRASTADO : laringofaringografia EXAME SIMPLES Pescoço ( partes moles ) PERFIL SIMPLES – PARA PARTES MOLES Paciente sentado ou em posição ortostática colocado em perfil rigoroso. LARINGE Este órgão destina-se a função aparentemente simples de passagem de ar. PERFIL COM MANOBRA DE VALSALVA – PARA PARTES MOLES Mesmo posicionamento do perfil simples. com a linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa ou estativa.EPIGLÓTICA . Raio central perpendicular. 11 – Pescoço ANATOMIA : O pescoço ocupa a região entre o crânio e o tórax.CORNICULADA . O laringe é um dispositivo dotado de palhetas que vibram a passagem do ar. Outras estruturas como glândulas paratireóides e o sistema vascular exigem uma técnica mais especializada. Comentaremos a técnica radiográfica do laringe. médios e grandes politraumatizados. o pescoço é dividido em porção anterior e posterior.

O contraste é introduzido até o glote. cujos cílios.2s / fino / Tomo ± 1. em posição ortostática ou deitado. a utilização de cocaína torna-se dificultada pelo intenso controle da substância. numa quantidade suficiente para contrastar as estruturas laríngeas. Traquéia É um conduto cilíndrico de aproximadamente 12cm que se situa logo depois do laringe. deve-se aplicar uma ampola de atropinaIM. Durante o movimento da ampola o paciente deve fazer manobras de fonação. O contraste é injetado através de um borrifador diretamente dentro do laringe. através de um movimento ondulatório ordenado. com xilocaína. OBS : Antes de qualquer exame contrastado. pronunciando a vogal “i” seguidamente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 40 / 30 / 100 / 0. 2 acima e 2 abaixo desse plano escolhido.e faz-se 4 cortes separados de 3mm. estendendo-se da 6ª vértebra cervical à 3ª vértebra torácica. AP SEM FONAÇÃO Mesmo posicionamento e planos do AP com fonação. com finalidade de diminuir a secreção. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 108 / 60 / 24 / 200 / 0.50m / sim / 18x24cm PERFIL DIREITO E ESQUERDO Paciente sentado. Inferiormente a traquéia bifurca-se em 2 brônquios. Antes de introduzir o contraste deve ser feita uma anestesia local. fazendo-se ai a borrifação. penetrando ao nível de 2cm acima da fúrcula esternal. em posição ortostática ou deitado. ESTUDO RADIOLÓGICO Para o estudo radiológico da traquéia.12s / fino / 1. Fazemos assim um estudo comparativo. B-) Contrastar com ar os espaços interventriculares. Raio central perpendicular penetrando ao nível do plano frontal 2cm acima da fúrcula esternal.12s / fino / 1. É formada por 15 a 20 anéis cartilaginosos incompletos na região posterior e situa-se na frente do esôfago.50m / sim / 18x24cm OBLÍQUAS . em posição ortostática ou deitado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 90 / 40 / 24 / 200 / 0. que penetram um em cada pulmão. AP / PERFIL DIREITO E ESQUERDO / OBLÍQUAS / TOMOGRAFIA – AP E PERFIL AP Paciente sentado.50m / sim / 18x24cm TOMOGRAFIA AP . Apesar de facilitar em muito o exame. os cortes tomográficos em AP e oblíquas posteriores ( quando necessário ). com uma oblíquidade de 45o em relação a mesa. de maneira que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa.45m / sim / 24x30cm ou 18x24cm ÷ 4 Exame contrastado Laringo faringografia O contraste usado para este exame é o iodado hidrosolúvel. Há uma técnica de instilar logo após a xilocaína. Logo após são feitas radiografias em perfil panorâmico e posteriormente. que dái é lançado para o exterior. podendo-se evidenciar possiveis paralisias. Este canal é revestido internamente por um epitélio ciliado. Devemos fazer o AP sem fonação quando suscitar dúvidas em relação a uma eventual paralisia de corda vocal. IMPORTÂNCIA DA FONAÇÃO A-) Vibração das cordas vocais. dividido em quatro.oblíqua posterior direita / oblíqua posterior esquerda / oblíqua anterior direita / oblíqua anterior esquerda Paciente sentado. secando a mucosa do laringe. uma certa quantidade de cocaína a 10% para diminuir ainda mais os reflexos do laringe. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.3s / fino / 1. Para isto utilizamos um filme 24X30. ocupando a porção anterior do pescoço. Raio central perpendicular. devemos fazer o estudo radiológico simples da região a ser examinada. todas as radiografias são feitas com o paciente em apnéia inspiratória e sempre devemos incluir na imagem a sua região mais distal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 50 / 250 / 80 / 3. Uma hora ou pouco menos antes do exame. levam até o laringe o muco. Raio central penetra perpendicular 2cm acima da fúrcula esternal.

raio central penetrando na fúrcula esternal ( superfície superior do manúbio esternal ). O paciente deve fazer uma apnéia inpiratória forçando a expulsão do ar.45m / sim / 18x24cm ESÔFAGO CERVICAL O esôfago é um tubo oco. Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática em perfil rigoroso. dois para trás. Esta manobra contrasta com muita eficiência as vias aéreas superiores. compressões extrinsecas.5cm. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. No ato da deglutição. 2 para frente.Paciente sentado em posição ântero-posterior. podendo demonstrar assim o corpo estranho. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. que se estende desde a região média do pescoço até o estômago.5m / sim / 24x30cm CONTRASTADO AP / perfil direito e esquerdo / perfil direito e esquerdo com bola de algodão / oblíquas posterior direita e posterior esquerda. ligeiramente curvo. Faz-se mais quatro cortes separados de 0. estreitamento este devido a cartilagem cricóide. por ação muscular. Perfil com manobra de Valsalva Mesmo posicionamento e raio central das duas incidências anteriores. PERFIL Paciente sentado em perfil rigoroso com a região da traquéia coincidindo com a linha central da mesa. processos inflamatórios e tumorais. Métodos de exame Simples / contrastado Simples AP / perfil direito e esquerdo / perfil com deglutição / perfil com manobra de Valsalva AP Paciente sentado em posição ortostática ou em decúbito dorsal. Raio central penetra ao nível da fúrcula esternal. a partir do plano ótimo. logo abaixo da base do pescoço.2s / fino / tomo ± 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 40 / 50 / 100 / 0. terminando na 6ª vértebra cervical. compressões extrínsecas e corpos estranhos esofagianos que costumam acestar ao nível da base do pescoço ( próximo a fúrcula esternal ). A cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. o esôfago. Esôfago cervical Tem início ao nível da cartilagem cricóide. de cerca de 25cm de comprimento. Torácico e. podendo-se então Ter uma noção da parede anterior do esôfago. Abdominal. Plano ótimo => Região coincidindo com o plano mediano sagital. anterior direita e anterior esquerda . músculo-membranoso. Raio central perpendicular incidindo na cartilagem tireóide do laringe. Esta projeção apresenta valor nas pesquisas de processos tumorais. Esta incidência apresenta grande importância nos casos de corpos estranhos que ficam fixados no esôfago. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 50 / 250 / 80 / 3.6s / fino / 1.5cm. Plano ótimo => 1. O esôfago cervical apresenta uma zona de menor calibre. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 45 / 60 / 100 / 0. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa e a cabeça deve estar levemente estendida. dois para frente. Perfil com deglutição Mesmo posicionamento e raio central da incidência anterior. Faz-se mais quatro cortes separados de 0. sobe aproximadamente 1cm. Faz-se a técnica de deglutição com o paciente engolindo em seco na hora da exposição dos raios-X. dois para trás a partir do plano ótimo.0m / sim / 24x30cm OBS : Esta projeção apresenta valor nas suspeitas de corpos estranhos ao nível de esôfago ou até mesmo traquéia.5cm para dentro a partir da superfície anterior da base do pescoço.5s / fino / 1. Apresenta 3 porções : Esôfago cervical. Estudo radiológico Estuda principalmentea técnica para corpo estranho. Representa 1/5 de seu comprimento total. Raio central perpendicular incidindo entre a parede anterior e posterior do pescoço ao nível da cartilagem tireóide.

O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. Estudo Radiológico Métodos de exame Simples / contrastado Simples AP / perfil direito e esquerdo partes moles AP Paciente sentado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. substância rica em iodo ( cerca de 65% ).50m / sim / 24x30cm Oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda Paciente sentado ou em posição ortostática com uma inclinação em relação a mesa de 45º.6s / fino / 1. pois ficará uma certa quantidade de bário acumulado na região. A diminuição ou o aumento da atividade secretora desta glândula determina o aparecimento dos estados denominados hipotiroidismo ou hipertiroidismo. geralmente na base do pescoço. Esta incidência apresenta valor nos desvios laterais do esôfago. as gorduras em substâncias mais simples. a cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. É um órgão muito vascularizado situado na base do pescoço adiante e abaixo do laringe. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. como por exemplo. O plano mediano sagital deve coincidir com a linha central da mesa. pesando 25 a 30 gramas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 40 / 60 / 100 / 0. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. Perfil direito e esquerdo com bola de algodão Mesmo posicionamento e raio central da incidência anterior.50m / sim / 24x30cm OBS : Todas as radiografias contrastadas podem ser feitas no aparelho geral ou no seriógrafo. Faz-se o paciente deglutir uma bola de algodão embebida em sulfato de bário. a atividade nervosa de um modo geral. que é responsável pela regulação da atividade física e mental do indivíduo. tumores e processos inflamatórios.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática em perfil rigoroso. em posição ortostática ou em decúbito dorsal.6s / fino / 1. Sabe-se que a diferenciação dos tecidos. ao nível da cartilagem tireóide. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa e a cabeça deve estar levemente estendida. divertículos. são reguladas pela taxa desse hormônio presente no sangue. Esta incidência apresenta grande valor nos casos de corpos estranhos ( espinha de peixe. . O local que tiver o corpo estranho fixado no esôfago ficará mais evidenciado. a “tiroxina”. sendo ambos maléficos para o indivíduo e apresentando características próprias para os seus diagnósticos. tumores e processos inflamatórios. além de divertículos. Apresenta dois lobos unidos por um ístmo estreito. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre as paredes anterior e posterior do pescoço. A finalidade das oblíquas é dissociar o esôfago da coluna vertebral e faz-se também com o paciente engolindo o contraste em duas fases. a transformação de certas substâncias no organismo. Glândula tireóide É uma das principais glândulas internas do homem e mede aproximadamente 7cm de largura por 3cm de altura. Raio central perpendicular penetrando ao nível da cartilagem tireóide.6s / fino / 1. Raio central perpendicular incidindo na cartilagem tireóide do laringe. Suas células secretoras elaboram um hormônio importante. osso de galinha ) que fiquem fixados no esôfago. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. Esta projeção mostra os desvios anteriores e posteriores do esôfago. O conhecido bócio ou papo pode surgir nestes dois casos citados.AP Paciente sentado ou em posição ortostática ou em decúbito dorsal. respectivamente.

0m / sim / 24x30cm Incidência transtorácica ( trans-axilar ou incidência de LAWRENCE ) Paciente em posição ortostática ou sentado. ao nível de 2cm abaixo da cartilagem cricóide. Raio central perpendicular penetrando ao nível da glândula tireóide ( 2cm abaixo da cartilagem cricóide )./ 200 / 200 / 1.Plano mediano sagital do pescoço coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. com o braço mais próximo do filme voltado para trás de maneira que forme um ângulo de aproximadamente 70º com o tórax. Esta radiografia é importante nas pesquisas de calcificações ao nível da tireóide. por massa tireoidiana. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. Esta incidência apresenta valor na pesquisa de eventuais desvios. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. O paciente deve ficar em perfil rigoroso com o braço mais próximo do filme erguido e envolvendo a cabeça.6s / fino / 1. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 52 / 32 / 60 / 100 / 0. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre as paredes anterior e posterior do pescoço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 10 / 160 / 100 / 1. O braço mais afastado do filme deve ficar erguido envolvendo a cabeça. para na hora da exposição aos raios-X pegarmos todo o esôfago contrastado.50m / sim / 24x30cm Incidência de TWINING Paciente em posição ortostática ou sentado. compressões ou lesões do esôfago. Esta projeção deve participar da rotina. O braço mais afastado do filme deve ficar o mais baixo possível. Raio central perpendicular ou com uma inclinação de 5º. A cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. devemos retirar uma média de 8 a 10 Kv em relação aos fatores para coluna cervical. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática. Raio central perpendicular. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. Esta radiografia também é muito importante para pesquisas de calcificações e de aumento de partes moles.6s / fino / 1. saindo na região axial mais próxima do filme.0s / grosso / 1.0m / sim / 24x30cm Oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda . Para obtermos uma radiografia para partes moles devemos retirar dos fatores de 5 a 8 Kv ( em média ). de modo que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa ou estativa. Para a obtenção da radiografia para partes moles. em perfil rigoroso. O paciente deve ficar em perfil rigoroso. nas suspeitas de bócio mergulhante. penetrando ao nível da região axilar média ( mais afastada do filme ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / -. A cabeça deve estar levemente estendida.50m / sim / 24x30cm CONTRASTADO AP / perfil direito e esquerdo / incidência de TWINING / transtorácica / oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda AP Mesmo posicionamento e raio central do AP para partes moles.6s / fino / 1. Esta projeção pode substituir a incidência de TWINING na pesquisa de bócio mergulhante. de modo que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa ou estativa.6s / fino / 1. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado.

para evitar que mantenha um contato direto do corpo com a estativa do bucky vertical. aspirar ( com a seringa ) o normal é não vir sangue. também com o paciente engolindo o contraste em duas fases. em aproximadamente 2 minutos. necessitando da cartilagem costal da última costela verdadeira. pois se o mandarmos inspirar ao máximo. Estudo radiológico A fim do estudo radiológico das costelas dividimos em : . Os sete primeiros pares articulam-se através da cartilagem costal diretamente com o esterno e são chamadas verdadeiras. São em número de vinte e quatro ( doze para cada lado ). medalhões ou outros adornos que possam superpor-se com estruturas torácicas. Incidências AP / perfil direito e esquerdo / oblíqua posterior direita e oblíqua posterior esquerda 12 – Tórax O tórax é o segmento do tronco. Injeção de 2ml de contraste ( lipiodol ultra-fluido ) e antecedendo o início da infusão. é sinal que ela esta na glândula. d-) Devemos tirar a espessura da região a ser examinada com o paciente respirando normalmente. as duas primeiras costelas e a primeira vértebra torácica. situado entre o pescoço e o abdomen. As costelas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. penetrando ao nível da região da tireóide. A finalidade das oblíquas é dissociar o esôfago da coluna vertebral e faz-se. Cavidade torácica Na cavidade torácica devemos considerar dois compartimentos : Campos pleuropulmonares e mediastino Estudo radiológico do tórax Precauções importantes para o exame A-) O paciente deve retirar toda a roupa da cintura para cima. Os dois últimos pares são chamados costelas flutuantes. por isso o operador necessita cuidar da radioproteção sempre irradiando somente a região a ser examinada através de colimadores luminosos. Limites Bordo superior se encontra limitado pelo manúbio. O diafragma limita o contorno inferior e separa a cavidade torácica abdominal. Paredes As costelas e as vértebras torácicas constituem as paredes póstero-laterais juntamente com os músculos correspondentes.50m / sim / 24x30cm Tireolinfografia É o exame radiológico contrastado dos vasos linfáticos e linfonodos da glândula tireóide. cordões. Arcos costais ( costelas ) "verdadeiras" e "falsas" Costelas ( arcos costais ) São ossos planos. com a entrada de ar. Se a agulha movimentar-se. 15 minutos => deve ser batida a primeira radiografia para o estudo do enchimento imediato. Raio central perpendicular. o esterno e os músculos correspondentes formam a parede anterior. OBS : A injeção do contraste deve ser lenta. Parede torácica O exame radiológico da coluna torácica já foi descrito no capítulo referente a coluna vertebral. haverá um aumento da espessura.6s / fino / 1. aparecerão na imagem os vasos linfáticos e os linfonodos contrastados. aumentando-se erradamente a quilovoltagem. Puncionar a glândula e mandar o paciente engolir. 24 horas após a injeção de contraste. cones ou cilindros. B-) O serviço de radiologia deve dispor de aventais específicos para o exame de tórax. por articularem-se com as duas últimas vértebras torácicas e o seu restante permanecer livre em toda sua extensão. c-) Providência importante é a retirada antes do exame de colares. Os 3 pares seguintes são chamados costelas falsas por não articularem-se diretamente com o esterno. F-) O exame radiológico da articulação esterno-clavicular já foi descrito no capítulo referente a membro superior. dispostos em forma de arco entre a coluna e o esterno. E-) O exame radiológico do tórax é o mais executado nos serviços da radiologia.Paciente em posição ortostática ou sentado com uma inclinação em relação a mesa de 45º. Os arcos costais posteriores apresentam uma cortical mais espessa e os anteriores são mais esponjosos.

Paciente em apnéia inspiratória máxima. Raio central perpendicular. Fazemos as oblíquas posteriores quando há suspeita de fratura ou outra lesão ao nível de arcos posteriores. Paciente em apnéia inspiratória máxima.8s / fino / 1. Raio central perpendicular penetrando ao nível de T4 ( 4ª vértebra torácica ). AP Região posterior do tórax. sentado ou hemi-decúbito lateral. O paciente deve colocar as mãos na cintura e afastar simetricamente os ombros da estativa com a finalidad de retirar os omoplatas do campo a ser radiografado. Oblíqua posterior direita e posterior esquerda Regiões posteriores direita e esquerda do tórax. Preferimos as oblíquas anteriores. Obliquidade paciente mesa de 45º. Os braços devem envolver a cabeça e o lado que estiver mais afastado do filme é o que vai ser examinado. -Exame radiológico das costelas flutuantes. mais próximas do filme. Indicamos esta incidência quando sabemos o que o paciente apresenta uma lesão posterior. com a linha hemi-clavicular do lado a ser examinado coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. Raio central perpendicular. mais próximas do filme. que são os menos densos. fazemos então o PA de arcos costais. pois aproxima mais os anteriores do filme. Quando no pedido de exame não vem especificado o local da lesão.0m / sim / 35x35cm Oblíqua anterior direita e anterior esquerda Regiões anteriores direita e esquerda do tórax. pois normalmente elas se acestam nos bordos mais laterais do tórax. sentado ou em hemi-decúbito lateral com a linha hemi-clavicular do lado a ser examinado coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática. sentado ou em decúbito ventral. A incidência deve ser feita em apnéia inspiratória para podermos visualizar sob uma mesma densidade as últimas costelas falsas. penetrando ao nível do ângulo esternal na linha hemi-clavicular do lado a ser examinado. penetrando ao nível da Quarta vértebra torácica e saindo na linha hemi-clavicular do lado a ser examinado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 15 / 80 / 100 / 0. A incidência deve ser feita em apnéia inspiratória para podermos visualizar sob uma mesma densidade as últimas costelas falsas.0m / sim / 35x35cm Arcos costais ( costelas ) "flutuantes" Incidências AP / perfil direito e esquerdo .-Exame radiológico das costelas verdadeiras e falsas. Paciente em posição ortostática. os arcos costais anteriores que são menos densos ( de cortical mais fina ). Costelas verdadeiras e falsas Incidências AP / PA / OBLÍQUA ANTERIOR DIREITA E ANTERIOR ESQUERDA / OBLÍQUA POSTERIOR DIREITA E POSTERIOR ESQUERDA Incidências de rotina PA / oblíqua anterior direita e anterior esquerda PA Região posterior do tórax. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática. Na oblíqua anterior direita estudamos os arcos costais esquerdos e vice-versa. Paciente em posição ortostática. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. As projeções oblíquas são as principais incidências nos casos de suspeitas de fraturas. Obliquidade paciente mesa de 45º. por aproximarem mais o filme. sentado ou em decúbito dorsal. Na oblíqua posterior direita estudamos o lado esquerdo e vice-versa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 80 / 100 / 0. mais próxima do filme.8s / fino / 1. Os braços devem envolver a cabeça e o lado que estiver mais afastado do filme é o que vai ser radiografado. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). O paciente deve colocar as mãos na cintura e aproximar simetricamente os ombros na estativa com a finalidade de retirar as omoplatas do campo a ser radiografado.

80m / sim / 18x24cm Esterno O esterno é um osso chato. Raio central perpendicular. Paciente em apnéia inspiratória.8s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Para obtermos a mesma densidade radiográfica. duas extremidades ( superior e inferior ) e dois brodos laterais ( direito e esquerdo ) onde articulam-se diretamente as cartilagens costais. Apresenta duas faces ( anterior e posterior ). Incidências AP / perfil direito e esquerdo AP Região posterior da coluna cérvico-torácica. Pode ser unilateral ou bilateral.5s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 35 / 50 / 100 / 0. pois o esterno movimenta-se nas fases respiratórias.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda tóraco-lombar. situado na parede anterior do tórax. Paciente em decúbito lateral com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa. A radiografia deve ser feita em apnéia expiratória para obtermos uma mesma densidade radiográfica. penetrando na 3ª vértebra cervical.0m / sim / 24x30cm Costela cervical É uma anomalia em que há uma costela supranumerária articulando-se com a 7ª vértebra cervical. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. Incidências Perfil direito e esquerdo / oblíqua anterior direita e anterior esquerda / PA com inclinação lateral direita e esquerda / contactografia / tomografia em PA Incidências de rotina Perfil esquerdo / oblíqua anterior direita e anterior esquerda . Devemos sempre fazer um estudo comparativo em AP. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. devemos fazer o perfil direito e o esquerdo. o paciente deve ficar em apnéia. Estudo radiológico Para o estudo radiológico do esterno. Durante a exposição aos raios-X. penetrando no apêndice xifóide ( ao nível do diafragma ). mais próxima do filme. mais próxima do filme. Mede de 15 a 20cm de comprimento por 5 a 6cm de largura. corpo e apêndice xifóide. devemos utilizar cilindros ou cones para obtenção do melhor detalhe possível. penetrando na fúrcula esternal. mais próxima do filme. mais próxima do filme. Se for o caso de costela cervical bilateral.6s / fino / 1.0m / sim / 18x24cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna cérvico-torácica. sentado ou em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital. Divide-se em manúbio. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1.Incidências de rotina AP / perfil esquerdo AP Região posterior tóraco-lombar. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º. penetrando no meio do espaço entre o apêndice xifóide e a crista ilíaca. Quando comprime a artéria subclávia causa a sindrome da costela cervical. no momento da exposição o paciente deve estar em apnéia expiratória. coincidindo com a linha central da estativa ou da mesa.0s / fino / 1. O esterno é um osso muito esponjoso com uma cortical muito fina o que torna seu exame radiográfico muito difícil. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática ou sentado com o plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em apnéia inspiratória.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 73 / 23 / 250 / 80 / 3. cada pulmão. fazemos os cortes 1cm e 2cm para corpo e 2. A ampola de raios-X sem o bloco do colimador luminoso deve ficar encostada na coluna torácica do paciente. Campos pleuros-pulmonares Os pulmões são os órgãos da respiração. O pulmão esquerdo tem dois lobos.Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 30 / 100 / 0. repousam dentro da cavidade pleural. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 40 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 0 / 80 / 100 / 0. Raio central perpendicular penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica.0m / não / 24x30cm Contactografia Região anterior do tórax. Devido.2s / fino / tomo ± 1. São cobertos por uma membrana serosa chamada pleura.4s / fino / ampola encostada / não / 24x30cm Tomografia em PA Com o paciente em decúbito ventral. Pela pequena distância foco-filme não podemos utilizar a grade potter-bucky a não ser que apresente um índice bem pequeno. O pulmão direito. mais próxima do filme.3s / fino / 1.8s / fino / 1. Paciente em posição ortostática. Entre os pulmões está o mediastino. Esta variação de planos por causa da convexidade do osso esterno principalmente ao nível do ângulo de LOUIS ( importante nas fases respiratórias pois tem função de aumentar a capacidade volumétrica de ar intratorácica ). A hemi-cúpula diafragmática do lado direito fica então mais elevada do que a do lado esquerdo. no pulmão direito em número de 10 ( dez ) e no pulmão esquerdo em número de 8 ( oito ). que é levemente maior que o esquerdo. contendo o coração e outras estruturas mediastinais. absorvendo então a radiação.0m / sim / 24x30cm PA com inclinação lateral direita e esquerda Região anterior do tórax. Mediastino . que ficam em contato com grande parte do coração. Paciente em decúbito ventral com o plano mediano sagital coincidindo com o maior eixo longitudinal e mediano do chassis. em hemi-decúbito lateral ou sentado com o maior eixo longitudinal do esterno coincidindo com a linha central da estativa ou da mesa. Paciente em posição ortostática. incluimos juntamente o estudo dos campos pleuros-pulmonares e do mediastino. porque a inclinação lateral do raio central vai de encontro as lamínulas de chumbo da grade. de certo modo.45m / sim / 24x30cm Cavidade torácica No exame radiológico da cavidade torácica. Raio central com inclinação lateral direita ou esquerda de 30º saindo no meio do espaço entre a fúrcula esternal ( manúbio ) e o apêndice xifóide. 3 e 4 cm para manúbio. Raio central perpendicular penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica. A radiografia tem que ser feita sem bucky.80m / sim / 24x30cm Oblíqua anterior direita e anterior esquerda Regiões anteriores direita e esquerda do tórax.8s / fino / 1. a pressão exercida pelo volumoso lobo direito do figado. Paciente em posição ortostática. Obliquidade paciente-mesa de 15º a 30º com finalidade de retirar a coluna de cima do esterno. mais próxima do filme. Sabemos que a finalidade da contactografia é ampliar a imagem mais próxima da ampola tirando o detalhe da sua imagem e apresentando com boa definição a estrutura mais próxima do filme. tem três lobos e é também mais curto e mais largo do que o pulmão esquerdo. com o maior eixo longitudinal do esterno coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre o manúbio e o apêndice xifóide. Os braços devem estar voltados para trás e o tórax em lordose forçada. sentado ou emdecúbito lateral. mais próximas do filme. Os lobos pulmonares apresentam-se divididos em segmentos. sentado ou em decúbito ventral. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 20 / 80 / 100 / 0. o direito e o esquerdo.

Com isso obtemos uma imagem mais real e com mais detalhe dos C. radiografia a maiores distâncias. imagem pulmonar retro cardíacos e as vezes. por causa das densas estruturas a serem atravessadas pelos raios-X.06s / grosso / 1. Tanto a base do pescoço como os seios costo-frênicos devem participar da imagem e quando não for possivel. regiões para-traqueiais.P. traquéia. AP Região posterior do tórax.50m e mais comumente a 1. / perfil esquerdo PA penetrada para mediastino Região anterior do tórax. por um acúmulo de partes moles na região. A radiografia para mediastino deve ser mais penetrada do que para campos pleuros-pulmonares.P. e principalmente do mediastino onde é importante a demonstração do aumento de volume das cavidades e grandes vasos cardíacos. Mesmo posicionamento e raio central da incidência com o paciente em PA para mediastino. o esôfago. pleuras mediastinais. . traquéia. podemos utilizar uma solução baritada para contrastar o esôfago. Estudo radiológico Incidências PA penetrada para mediastino PA para C. uma linha correspondente ao esôfago. brônquios.classica e invertida Incidência ápico-lordótica – classica e invertida Incidências de rotina PA para mediastino / PA para C. contém o coração e os grandes vasos. A ordem de comando para o paciente deve ser feita mandando-o engolir o contraste em duas fases e em seguida a apnéia inspiratória.80m.P. Como nos interessam as estruturas mediastinais sem superposição./ oblíqua posterior direita / oblíqua posterior esquerda Incidência de HJELM-LAURELL . Esta maior densidade. apresentará uma maior densidade no lado que a cabeça estiver voltada. isto é. Paciente em posição ortostática. Esta incidência demonstra : linhas para-espinhais. A cabeça não deverá estar rodada para os lados pois se isso acontecer modificará a simetria do mediastino superior. Os ombros devem estar afastados anteriormente de forma simétrica com as mãos na cintura para facilitar o posicionamento.80m / sim / 24x30cm PA para campos pleuros-pulmonares Região anterior do tórax. não devemos contrastar o esôfago com sulfato de bário. penetrando no meio do espaço entre os ângulos distais do omoplata. mais próxima do filme. e o paciente deverá ser orientado para não afastá-los quando fizer a apnéia inspiratória./ oblíqua anterior esquerda – 60º . A radiografia para campos pleuros-pulmonares deve ter uma penetração tal que possamos individualizar pequenos vasos na periferia dos pulmões. A cabeça não deverá estar rodada para nenhum dos lados pois além de causar uma assimetria do mediastino superior. ducto torácico. Paciente em posição ortostática.P. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. A radiografia é uma panorâmica do tórax. Raio central perpendicular. bifurcação traqueal. A radiografia deve ser localizada em filme 24X30cm e deve incluir todas as estruturas situadas entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide. sentado ou em decúbito ventral. croça da aorta. pode causar uma diminuição da transparência no ápice pulmonar do lado que a cabeça estiver rodada. mais próxima do filme. Campos pleuros-pulmonares e Mediastino A distância foco-filme deve ser tipo telerradiografia ( tele do grego = distância ). além das articulações escápulo-umerais.P. Os ombros devem estar encostados na estativa do bucky vertical simetricamente. sentado ou em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. faremos uma outra radiografia incluindo a estrutura que não ficou bem evidenciada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 108 / 70 / 20 / 300 / 0. aorta descendente. Veremos eventuais lesões ou desvios laterais do esôfago. devendo incluir no filme todos os componentes da parede torácica. imagem cardíaca. gânglios linfaticos e estende-se da base do pescoço ao diafragma. AP / Perfil direito / perfil esquerdo / oblíqua anterior direita – 45º . normalmente acima de 1.O mediastino corresponde ao meio do espaço entre os pulmões.P. A partir do momento que possuimos na rotina mínima uma incidência em PA para mediastino. mais próxima do filme.

penetrando na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. os dois braços devem envolver a cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 98 / 60 / 10 / 300 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 106 / 68 / 10 / 300 / 0. sentado ou em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. Utilizamos a incidência ântero-posterior em pacientes idosos. de maneira que cause uma grande distensão do esôfago ao deglutir. mais próxima do filme.03s / grosso / 1. Para facilitar o posicionamento. Paciente em posição ortostática. mais próxima do filme. Oblíquidade paciente mesa de 60º. . Raio central perpendicular.06s / grosso / 1. que apresenta a vantagem de dar uma imagem do coração. por isso. O esôfago deve aparecer suavemente contrastado para não prejudicar o exame nos aumentos de ventrículo esquerdo ( ao nível da ampola esofagiana ). Paciente em posição ortostática. Quando é necessário fazer os dois perfis ( direito e esquerdo ) fazemos o esquerdo com contraste e o direito sem contraste. Obliquidade paciente mesa de 45º. Os braços devem estar cruzados sobre a cabeça de maneira que o paciente fique com toda a região lateral do tórax em contato com a estativa.80m / sim / 35x35cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. caquéticos ou em crianças que apresentem dificuldades em manter o posicionamento em posteroanterior. penetrando ao nível do ângulo distal do omoplata mais afastado do filme. devemos fazer o esquerdo. sentado ou em decúbito ventral. A imagem da oblíqua posterior direita corresponde a da oblíqua anterior esquerda. A oblíqua anterior esquerda não deve ser feita com o esôfago contrastado. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os mamilos. Obliquidade paciente mesa de 60º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 116 / 60 / 20 / 300 / 0. Para facilitar o posicionamento. Paciente em posição ortostática. mais próxima do filme. A imagem da oblíqua posterior esquerda corresponde a da oblíqua anterior direita. Oblíquidade paciente mesa de 45º. penetrando ao nível do mamilo mais afastado do filme. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática. por isso não utilizamos a opacificação do esôfago. por isso devemos utilizar a opacificação do esôfago.03s / grosso / 1. sentado ou em decúbito ventral. Quando não vem especificado qual perfil. A mão esquerda deve ficar apoiada sobre a crista ilíaca e o outro braço deve envolver a cabeça. penetrando ao nível do ângulo distal do omoplata mais afastado do filme. pois nessa região o esôfago passa superpondo-se com o coração. A mão direita deve ficar apoiada sobre a crista ilíaca e o outro braço deve envolver a cabeça. não sendo uma boa projeção para esta região. e também demonstra melhor a artéria aorta. os dois braços devem envolver a cabeça. Raio central perpendicular. sentado ou em decúbito dorsal. Não é necessário o paciente acumular na boca grande quantidade de sulfato de bário.As estruturas mediastinais aparecerão algo ampliadas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0. Paciente em posição ortostática.80m / sim / 35x35cm Oblíqua posterior esquerda Região posterior esquerda do tórax.80m / sim / 35x35cm Oblíqua anterior esquerda Região anterior esquerda do tórax. sentado ou em decúbito lateral com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da estativa ou mesa.03s / grosso / 1. Se possuirmos na rotina uma radiografia para mediastino devemos fazer o PA com o esôfago contrastado. A oblíqua anterior direita deve ser feita com o esôfago contrastado. mais próxima do filme. mais próxima do filme. Oblíqua posterior direita Região posterior direita do tórax.80m / sim / 30x40cm Oblíqua anterior direita Região anterior direita do tórax.

Para manter o posicionamento. As duas mãos devem ficar apoiadas sobre as cristas ilíacas e os ombros simetricamente jogados para frente. mais próxima do filme. mais afastada do filme. Clássica . Raio central com uma inclinação cefálica de 25º. Invertida Região anterior do tórax. Utilizamos esta incid6encia nos pacientes que não tenham condições de suportar o posicionamento da projeção anterior. Paciente em posição ortostática ou sentado. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). Incidência de HJELM-LAURELL Clássica / invertida Clássica Região anterior do tórax. caquéticos ou em crianças que apresentem dificuldades em manter o posicionamento das oblíquas anteriores. Os braços do paciente devem envolver a cabeça. pois esta incidência de rotina nos pacientes que tenham condições de suportar este posicionamento. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. . Paciente em posição ortostática ou sentado. penetrando ao nível do mamilo mais afastado do filme. Clássica . logo após da dois pequenos passos para a frente e sem retirar os pés da posição. sobre uma maca onde colocamos um anteparo sob a região lateral da bacia e lateral do ombro. mais próxima do filme. deixa somente a região pósterosuperior do tronco apoiar na estativa. Raio central perpendicular.80m / sim / 35x35cm Nota : Outras utilizações da incidência de HJELM-LAURELL são nos casos de comprovações de derrames encistados e possiveis aspergilomas no interior de cavidades tuberculosas.com raio central inclinado Região posterior do tórax.80m / sim / 35x35cm Nota : Normalmente utilizamos as oblíquas posteriores direita e esquerda em pacientes idosos. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa.com raio central perpendicular Região póstero-superior do tórax. o aciente deve fixar as mãos nos bordos laterais da estativa. A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade de opacificação baritada do esôfago. onde nesta incidência apresenta-se dissociado.03s / grosso / 1. Paciente sentado ou em posição ortostática. com a finalidade de retirar os omoplatas do campo a ser radiografado. mais próxima do filme. Incidência ápico-lordótica ( incidência de FLEISCHNER ) As principais indicações da incidência ápico-lordótica são no estudo dos ápices pulmonares onde há grande superposição de costelas e clavicula. Quando o derrame pleural é a direita fazemos com o paciente em decúbito direito. A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade de opacificação baritada do esôfago.com raio central perpendicular / com raio central inclinado Clássica . caquéticas ou em crianças. O paciente coloca-se em posição ortostática com a região posterior do tórax em contato com a estativa do bucky vertical. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os ângulos distais dos omoplatas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 98 / 60 / 10 / 300 / 0. A incidência de hjelm-laurell está indicada principalmente nas suspeitas de derrame pleural. A região abdominal deve estar em contato com a porção inferior da estativa do bucky vertical e a parede ântero-superior do tórax deve ficar afastada da porção superior da estativa de aproximadamente 20cm. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa.Raio central perpendicular. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). deve apoiar as mãos sobre as cristas ilíacas e afastar simetricamente os ombros para frente. geralmente em pessoas idosas.03s / grosso / 1. Paciente em decúbito lateral rigoroso. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0. infusões interlobares principalmente a direita e estudo do lobo médio. Com o paciente sentado.

podemos conseguir boas radiografias sem a utilização da grade potter-bucky em pacientes que não tenham grandes espessuras. Indicações gerais na técnica radiológica A-) B-) C-) D-) E-) F-) G-) H-) I-) J-) L-) M-) Paralisia diafragmática. Outro dado que diminui muito a margem de erro no posicionamento é sempre colocar os fatores radiológicos antes de posicionar o paciente. não afaste um dos lados do tórax da estativa. Varizes esofagianas.Para estudo do lobo médio ( geralmente colapsos ) e infusões ( pleurisias ) interlobares. feito num mesmo chassis e na mesma distância foco-filme para obtensão de radiografias que demonstrem melhor o sistema vascular pulmonar ou parênquima pulmonar. 3-) Grade anti-difusora potter-bucky Por causa do grande volume de ar dentro do tórax.20cm ). através principalmente do polegar e indicador. Manobra de Müller => O paciente realiza uma apnéia expriatória. Estudo da traquéia ( traqueomalácea ). devemos fazer num filme 35x35cm. Enfisema pulmonar. para evitar que a radiografia saia rodada. Notas gerais 1-) Cuidados no posicionamento do PA de tórax O Paciente deve ser instruído para que. podemos fazer num filme de 24x30cm . para evitar isso devemos fazer que coloque as mãos apoiadas sobre as cristas ilíacas. Hérnia diafragmática.80m / sim / 24x30 ou 35x35cm Notas : Escolha de filmes 1-)Nas incidências ápico-lordóticas.50cm / 1. dobramos o mAs e retiramos 10Kv. dividimos por 2 o mAs e somamos 10Kv. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0.03s / grosso / 1. Fístula artério-venosa. 2-) Ordem de comando para o paciente Quando a radiografia é feita com contraste baritado. Pequenos pneumotórax. sempre conseguiremos um melhor padrão. podendo também fazer em distâncias menores ( 1. podemos fazer variações entra eles num mesmo paciente. é medindo-se a distância entre as extremidades esternais da clavicula e o processo espinhoso da vértebra correspondente. Este espaço quando o paciente esta bem posicionado é igual no lado direito e esquerdo e quando esta rodado. quando respirar fundo.80cm. principalmente nas radiografias que apresentem patologia. Raio central perpendicular. Todos os movimentos do paciente devem ser observados pelo operador e quando for disparar deve colocar-se atrás do biombo. Distância foco-filme 2-)Geralmente fazemos as incidências de FLEISCHNER na distância foco-filme de 1. devemos escolher o tamanho do filme de acordo com a indicação : . Sistema vascular => A partir do regime padrão par tórax. Parênquima => A partir do regime padrão para tórax. Preferimos fazer as duas incidências anteriores por aproximarem mais do filme a região a ser examinada. Corpo estranho ( ao nível dos brônquios ) Nódulos que se superponham com o arcabouço costal. 4-) Técnica para vasos e parênquima pulmonar De acordo com os fatores radiológicos. Providência importante é evitar que a mão do paciente se superponha com a base do pulmão quando colocada na cintura. . Estudo da crossa da veia ázigos.A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade da opacificação baritada do esôfago. A melhor maneira de conhecermos que a radiografia foi feita com um dos lados do paciente mais afastados. 5-) Manobra de valsalva e Müller Manobra de valsalva => O paciente realiza uma apnéia inspiratória forçando a expulsão do ar com a glote fechada. o paciente deve engolir em duas fases e logo após respirar fundo e prender.Para estudo dos ápices pulmonares. forçando a entrada do ar com a glote fechada. penetrando ao nível da 4ª vértebra torácica. Quando no serviço de radiologia houver possibilidade de realizarmos todos os exames de tórax no bucky vertical. Embolia pulmonar. Estudo do cavum. o lado que estiver mais afastado fica maior. exigindo um estudo mais minucioso e detalhado.

Quando a suspeita for rutura com eventração diafragmática deve-se completar o exame com o paciente tomando por via oral 3 ampolas de contraste iodado hidrossolúvel ou fazendo um pneumoperitônio diagnóstico. Assim. Este exercício prévio vai garantir uma mobilidade diafragmática mais real a partir do momento que é feita a medida dessa movimentação do diafragma. Com o aumento do mAs passamos a trabalhar com tempo longo o que nos tira o detalhe do mediastino. Um acompanhante deve fixar os braços da criança de encontro aos bordos laterais do chassis e a porção anterior do tórax da criança deve estar o mais próximo possivel do filme. pode-se fazer de rotina em crianças de menos de 4 anos as radiografias de tórax em decúbito dorsal ( AP ) e decúbito lateral ( perfil ). 13-) Criança para pesquisa de nível líquido Quando interessa a pesquisa de nível líquido colocamos a criança sentada numa das extremidades da mesa de exame e entramos com o raio central horizontal. e a maior comodidade na fixação do posicionamento. Nestes casos devemos fazer uma outra radiografia incluindo a região que não ficou evidenciada na radiografia anterior. a criança fica sentada de lado. devemos usar o maior foco ( mA ) com a finalidade de trabalharmos com tempo curto. as vezes torna-se difícil obtermos um bom padrão porque após termos usado o máximo da quilovoltagem. isto é. Esta providência apresenta a grande vantagem de conseguirmos radiografias em AP e perfil rigorosos. 6-) Pacientes com grandes campos pleuros-pulmonares Ocorre com grande frequência em pacientes longilíneos ou com grandes caixas torácicas.80m passamos para 1. com os braços totalmente erguidos fixados pelo acompanhante e o chassis mantido em contato direto com a parede lateral do tórax. devemos diminuir a distância foco-filme de 30cm. Para obtermos uma boa radiografia utilizando esta técnica. escolhermos com maior facilidade uma fase inspiratória. Sempre devemos evitar fazer abreugrafias de gestantes. devemos fazer de rotina radiografias em inspiração e expiração forçadas. Quando acontecer do paciente Ter dificuldade de fazer a apnéia inspiratória. Nestes casos fazemos o AP de tórax com o paciente sentado num banco ou numa cadeira sem encosto. A que demonstrar bem o lado que tem a mama. 7-) Pacientes idosos O posicionamento convencional do exame do tórax torna-se as vezes muito difícil em pacientes idosos que estejam ou não em cadeira de rodas. 12-) Crianças de menos de 4 anos Se não houver indicação de pesquisa de nível líquido. o ato de inspirar e expirar ao máximo. normalmente fica muito forte para campos pleuros-pulmonares no lado mastectomizado. 8-) Pacientes obesos Na radiografia de tórax em pacientes obesos. 15-) Enfisema pulmonar Quando a indicação for enfisema pulmonar.N-) Estudo do laringe. a não inclusão de todos os campos pleuros-pulmonares num mesmo filme ( 35x35cm ou 14x17 polegadas ). só nos resta a opção de aumentarmos o mAs. por causa do movimento do coração e vasos da base. 9-) Rotina para diafragma Quando a indicação é o estudo radiológico do diafragma devemos fazer radiografias em inspiração e expiração em AP e perfil e o raio central deve penetrar perpendicular ao nível do apêndice xifóide. 11-) Criança chorando Na hora da exposição devemos surpreender a criança numa fase inspiratória. por termos menos informações diagnósticas e trabalharmos com quase 5 vezes mais radiação que as radiografias panorâmicas ( 35x35cm ) de tórax. 14-) Pacientes mastectomizadas Normalmente para pacientes que apresentem volumosas mamas são necessárias duas radiografias. No perfil. 10-) Exame da gestante No exame radiológico de tórax da gestante devemos Ter o cuidado de colocar um avental plumbífero ao nível das cristas ilíacas a diafragmar o feixe de radiação exclusivamente para o tórax. É de grande importância para o estudo e . As radiografias de tórax da criança podem ser feitas sem bucky. toda vez que o tempo for superior a 0.1s. para evitar o flou cinético. temos que fazer uma outra radiografia com menos 5Kv aproximadamente para o lado que a mama foi retirada. Sempre devemos evitar repetir radiografias e para isso aumentamos 5Kv em média na constante do aparelho com a finalidade de diminuirmos a possibilidade de repetição por Ter saido fraca. para evitar que a radigrafia saia tremida devemos ordenar que apenas a respiração na hora da exposição. Para a realização da manobra de valsalva e Müller é fundamentalmente necessário que o paciente execute pelo menos três vezes antes das radiografias. Para minorar este problema. se tivermos realizando a radiografia na distância de 1.50m.

A identificação do paciente deve ser colocada. 18-) Lesões pleurais Quando nas radiografias de rotina de tórax suspeita-se de uma lesão ao nível de pleura. Os exames a domicílio geralmente são executados em aparelhos portáteis. geralmente são em pacientes em mau estado geral. Devemos girar o anódio e disparar logo após uma inspiração profunda. pelo menos três vezes. 22-) Exame a domicílio O fundamental do exame a domicílio é o bom relacionamento do operador com o paciente e seus familiares. desse bom relacionamento ele vai conseguir o máximo de colaboração para execução de radiografias de bom padrão. Apesar das precárias condições do doente. movimentando então o chassis. há necessidade de obtermos radiografias de exelente padrão. alguém na hora da exposição deve fechar o nariz e a boca do paciente. pois assim poderemos surpreender eventuais derrames . O operador deve solicitar o auxílio de alguém para a colocação do chassis sob o paciente e Ter o cuidado de não cortar nenhuma estrutura dos campos pleuro-pulmonares da imagem radiográfica. 23-) Exame em colchão d’água O clochão d’água é utilizado em pacientes que estejam há muito tempo deitados sem se movimentar. Para evitar esse problema. devem ser batidas duas radiografias. que necessitam de um atendimento rápido e eficiente.medida da mobilidade diafragmática. com a finalidade de diminuir a possibilidade de contaminação. O principal problema na execução do exame de tórax num paciente em colchão d’água é que pequenas fases respiratórias traduzem-se em grandes movimentos torácicos. 19-) Pacientes dispnéicos Nos pacientes que estejam com falta de ar. até mesmo em AP. em AP.OAE ) com uma oblíquidade paciente mesa de 45º. devemos utilizar o maior mA para trabalhar com o tempo de exposição mais curto possivel. para facilitar ao radiologista a interpretação de imagens patológicas que apareçam. devemos fazer de rotina uma outra radiografia em expiração. bateremos as radiografias em fases inspiratórias pedindo para alguém da família fechar o nariz e a boca do doente. 17-) Grandes derrames pleurais Nos grandes derrames pleurais sempre devemos incorporar a rotina de tórax uma radiografia em PA com uma média de 15Kv a mais da utilizada no PA para campos pleuros-pulmonares. Apresentam a principal finalidade de evitar a formação de escaras. Se o paciente não estiver lúcido. deve-se incorporar a rotina mínima projeções oblíquas ( OAD . O ideal é obtermos as radiografias de tórax após o paciente estar pelo menos 15 minutos em posição ortostática. com o paciente de preferência de pé ( em ortostática ) para a pesquisa de ar livre dentro da cavidade peritonial ( pneumoperitoneo ). uma para campos pleuros-pulmonares e outra um pouco mais penetrada. as radiografias de tórax são de extrema importância. Em relação aos fatores radiológicos. Quando se apresentam em estado muito grave executamos o exame na própria maca. sempre preferimos. Nos casos de pacientes que não respondam as solicitações verbais a radiografia deve ser batida quando o paciente estiver numa fase inspiratória. que se faça antes das radiografias manobras de inspirações e expiraçòes máximas. principalmente em grandes queimados. Para uma rotina de tórax em residência. Os exames nos leitos de serviços médico-hospitalares geralmente são executados em aparelhos transportáteis. pacientes em coma profundo. no lado direito. 20-) Abdome agudo Quando a indicação for abdome agudo. devemos retirar uma média de 8Kv porque os pacientes enfisematosos apresentam um grande volume de ar residual tornando as radiografias de tórax hipertransparentes aos raios-X. A importância do exame radiológico do tórax na rotina para abdome agudo está nos quadros chamados pseudos abdome agudo onde processos inflamatórios ( pneumonias ) geralmente de bases pulmonares simulam totalmente o quadro. etc. 16-) Pequenos pneumotórax Quando a suspeita clínica for pneumotórax e este não ficar evidenciado no PA e perfil em inspiração forçada. acompanhando posição do paciente ( que esta em decúbito dorsal ). Se o paciente apresentar condições de fazer o exame sentado. Os pequenos pneumotórax as vezes só aparecem evidenciados nas radiografias em expiração forçada. 24-) Pacientes politraumatizados De acordo com as condições do paciente poderemos removê-lo ou não para a mesa de exame. O chassis sempre deve ficar protegido por uma fronha. causando o flou cinético nas radiografias. 21-) Exame no leito Quando houver solicitação de exame radiológico no leito.

13 – Abdome É a porção distal do tronco. Flanco esquerdo – quadrante intermédio lateral esquerdo.Cavidade pélvica ou pelve Cavidade abdominal propriamente dita A cavidade abdominal propriamente dita relaciona os órgãos que estão envolvidos pelo peritônio ou que em íntimo contato com ele. Peritôneo visceral É a membrana mais interna do peritôneo que reveste os órgãos intraperitoniais.larga lâmina que liga órgão a órgão. Pregas – apresentam bordas livres. Flanco direito – quadrante intermédio lateral direito. A utilização do tempo mais curto possível é importante porque geralmente estas crianças apresentam-se dispnéicas e agitadas.Uma linha imaginária horizontal. que passa tangenciando as cristas ilíacas.pleurais. O peritôneo consiste de duas membranas : . Para a colocação do chassis sob os doentes. Mesocólon – da parede para o cólon transverso. Ligamentos – entre órgãos ou paredes do corpo e órgãos. Hipocôndrio esquerdo – quadrante superior lateral esquerdo.Parietal e visceral. 27-) Centro cirúrgico Quando realizamos exames no centro cirúrgico. numca esquecendo de envolver os chassis em panos limpos. Suas funções mais importantes são as de redução do atrito inter-organular. Se a indicação for derrame pleural e o paciente não tiver condições de sentar-se. Epilon ( Omento ). sempre devemos envolver o chassis com fronhas limpas. que passa tangenciando os rebordos costais anteriores. Peritôneo O peritôneo é uma membrana serosa. Epigástrico – quadrante superior médio. com a finalidade de evitar possíveis contaminações. O operador não deve encostar em nenhum material esterilizado e sempre deve realizar de cada vez.Uma linha imaginária horizontal. devemos lavar as mãos com água e sabão.Duas linhas imaginárias verticais correspondentes as linhas hemi-claviculares direita e esquerda. . Hipogástrico – quadrante inferior médio. . Fossa ilíaca direita – quadrante inferior lateral direito. Quadrantes abdominais 1-) 2-) 3-) 4-) 5-) 6-) 7-) 8-) 9-) Hipocôndrio direito – quadrante superior lateral direito. sustentação de órgãos e armazenamento de gordura. Apresenta-se dividida em : . compreendida entre o diafragma e o assoalho pélvico. podemos fazer um perfil com raio central horizontal. Peritôneo parietal É a membrana mais externa do peritôneo. resistência a infecções.Cavidade abdominal propriamente dita . Forra a parede abdominal. através de quatro linhas imaginárias. um mínimo de duas radiografias. a saber : . Constitui parte integrante da camada externa de muitos deles. Cavidades Peritôniais Dividem-se em : Peritôneal propriamente dita e retroperitoneal Peritôneal ou intraperitoneal . devemos pedir auxílio de uma pessoa do serviço. Sempre antes e após fazermos os exames no CTI e no isolamento. o aparelho transportátil só deve entrar na sala de operações na hora de bater a radiografia. lisa e deslizante. 26-) Berçário e incubadora Normalmente para as radiografias em berçário e incubadora devemos fazer dois filmes. Reflexões do Peritôneo Mesentéreo – da parede para o jejuno e íleo. Cavidade abdominal A cavidade abdominal engloba vários órgões de diversos sistemas do corpo humano. o abdome pode ser dividido em nove quadrantes. 25-) Exames no CTI e no isolamento Para os exames no centro de tratamento intensivo e nos isolamentos. Noções de anatomia Para um estudo topográfico ou para fins de localização de estruturas anatômicas. Fossa ilíaca esquerda – quadrante inferior lateral esquerdo. Mesogástrio – é o quadrante mais central do abdome.

Na pelve encontramos vários órgãos como a porção sigmóide do intestino grosso. em posição ortostática ou sentado com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Incidências localizadas .Diz-se que um órgão é intraperitoneal quando é englobado em mais de 70% do seu volume total. Esta projeção apresenta importância no estudo de massas abdominais.0s / fino / 1. Paciente em decúbito ventral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Retroperitôneal Quando a maior parte do seu corpo esta fora da cavidade peritoneal. penetrando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o apêndice xifóide. Abdome simples em PA Região anterior do abdome. Incidências panorâmicas de abdome Abdome simples em : AP / PA / perfil esquerdo e direito Abdome simples em AP Região posterior do abdome. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 28 / 200 / 300 / 0. mais próxima do filme. Estudo radiológico do abdome Simples e contrastado No nosso estudo. normalmente no meio do espaço entre as cristas ilíacas. No abdome simples deve aparecer no bordo inferior do filme a imagem do púbis. Rins Glândulas suprarenais Ureter abdominal Pâncreas Veia cava abdominal Artéria aorta abdominal Gânglios Nervos. ureter e órgãos do aparelho genital. Paciente em decúbito dorsal. Órgãos retroperitoneais Cavidade pélvica ou pelve É a cavidade localizada na bacia. Paciente em decúbito lateral. Em qualquer exame contrastado abdominal. Os braços devem estar envolvendo a cabeça e as pernas fletidas para facilitar e manter o posicionamento. Órgãos intraperitoneais Esôfago terminal Estômago Intestino delgado Intestino grosso Fígado Vesícula biliar Baço Ovários.0m / sim / 30x40cm OBS : Nas incidências em perfil temos que nos preocupar em não utilizar tempo longo para evitar que os movimentos peristálticos causem flou cinético tirando a definição das radiografias. penetrando no meio do espaço entre as cristas ilíacas. nos reportaremos especialmente aos exames simples do abdome. deve-se fazer o abdome simples antecedendo a introdução do contraste. em posição ortostática ou sentado. etc. com o seu plano mediano sagital. Raio central perpendicular. Chamamos de abdome simples as radiografias que não foram injetados contrastes artificiais. Os braços devem estar estendidos ao longo do corpo e o paciente deve prender a respiração na hora da exposição. mais próxima do filme.7s / grosso / 1. bexiga. Raio central perpendicular. em posição ortostática ou sentado com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do abdome. etc. O bordo inferior do chassis deve coincidir com uma região logo abaixo co cóccix. Raio central perpendicular penetrando na crista ilíaca. mais próxima do filme. na porção mais inferior do abdome. O peritôneo repousa sobre a pelve formando os fundos de saco peritoneais.

Loja renal O estudo localizado dos rins pode ser executado de diferentes maneiras : . melhor deve ser o padrão do exame. Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em ortostática. infecções de bases pulmonares e faringe ) Estudo radiológico Podemos dividir o exame radiológico dos pacientes com abdome agudo em : Simples e contrastado Estudo radiológico simples São as radiografias executadas sem a utilização de contrastes artificiais.Incidências localizadas Incidências panorâmicas AP Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito dorsal. e quanto pior o seu estado geral.AP com raio central perpendicular .Oblíquas posterior direita e posterior esquerda Fator que auxilia o estudo com o raio centra perpendicular é colocar o paciente com as pernas fletidas até as regiões plantares ficarem em contato com a mesa. que necessita de assistência clínica ou cirúrgica imediata. A obliquidade paciente mesa deve variar entre 30º e 45º. para obtermos melhor definição de imagem. Abdome agudo É um quadro abdominal agudo.Abdome agudo infeccioso ( colecistite. Raio central perpendicular penetrando de maneira que saia entre as primeiras e segundas vértebras lombares. fazemos de rotina as incidências em AP. apendicite. Os pacientes com abdome agudo devem Ter atendimento prioritário nos serviços de radiologia. Raio central perpendicular. . Perfil Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito lateral.AP com raio central de 25º podálicos . A obliquidade paciente mesa deve variar entre 30º e 45º.Incidências panorâmicas . penetrando 2cm acima do bordo superior da sínfise pubiana. As principais causas dos abdomes agudos são : . Vesícula e vias biliares As melhores projeções são as oblíquas ( OPD ou OAE ) com a finalidade de retirar possíveis estruturas biliares que estejam superpondo-se com a coluna. Bexiga O exame localizado da bexiga é feito normalmente na urografia venosa. Nos casos de tomografias. o raio central então penetrando perpendicular de maneira que saia no meio do filme. OPD. Fazemos normalmente as incidências em AP.Abdome agudo traumático ( ruturas de vísceras ) . mas quando nos interessa um estudo dos órgãos da pelve a localização é a mesma. etc) . Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito lateral. / Perfil com raio central com Incidências panorâmicas de tórax AP / PA / Perfil direito e esquerdo horizontal . Pâncreas Nos casos de pancreatite crônica onde pesquisa-se calcificações. OPE ( obliquidade paciente mesa de 30º a 45º ) e perfil direito ou esquerdo. esta posição auxilia em muito. por isso a importância desta incidência na rotina para pâncreas. OPD e OPE e o perfil direito. As vezes certas calcificações só aparecem no perfil por somação de finas concreções. PA Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito ventral.AP com raio central de 25º cefálicos . Esta posição reduz a curvatura anterior da coluna lombar ( lordose filiológica ) com os rins então ficando quase paralelos ao plano da mesa.Falso abdome agudo ( por irritação reflexa em pneumonias. fraturas de coluna.Abdome agudo por obstrução . fazemos projeções localizadas. Raio central penetrando no ângulo do rebordo costal anterior ( ponto vesicular ou cístico ). Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal. caracterizado principalmente por dor.Quando nos interessa o estudo de determinadas regiões abdominais. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. causas retroperitoneais como cólicas renais.

facilitando a sua demonstração. por causa das fortes dores não consegue manter-se em decúbito ventral. AP de abdome com o paciente em ortostática.Incidências da rotina mínima para abdome agudo AP de abdome com o paciente em decúbito dorsal.0m / sim / 30x40cm Perfil com raio central perpendicular e o paciente em decúbito lateral O plano frontal ou coronário do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. podemos fazer logo após a radiografia em decúbito dorsal. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. Uma enfermeira ou outra pessoa do serviço deve ficar ao lado do paciente para evitar que caia para a frente. Condição que faríamos esta incidência seria em pacientes com suspeita de fratura de vértebra lombar que viesse em decúbito ventral e houvesse também suspeita de abdome agudo. Nos abcessos subfrênicos fazemos o decúbito lateral.5s / grosso / 1. substitui as radiografias em ortostática para demonstração de níveis hidro-aéreos em pacientes que não tenham condições de ficar de pé. AP – Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito lateral O paciente deve deitar de lado em uma maca e aproximar-se da estativa do bucky vertical ou da mesa de exame de pé. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. por isso esta incidência não ser aplicada normalmente. Outra indicação é nos casos de obstruções ao nível do ceco ou do cólon ascendente. do púbis. O decúbito lateral direito é uma boa incidência nos casos de obstruções ao nível do cólon descendente. É de grande importância a inclusão no filme. Este método apresenta a vantagem de fazermos radiografias com o paciente em ortostática. compressões por massas tumorais. podendo-se individualizar se a mesma é anterior ou posterior. contrário ao da lesão. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 200 / 0. Se a mesa apresentar mecanismo de leventar e abaixar. penetrando no meio do espaço entre as cristas ilíacas. penetrando no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. costuma dar uma imagem característica nesta região. Nestes pacientes colocamos uma faixa compressora passando pelos seus joelhos para firmá-lo na posição. Normalmente o paciente com abdome agudo. Quando esta incidência é indicada nos casos de pneumoperitôneo. Raio central perpendicular. acidentes vasculares abdominais. a imagem então ficando flou. A imagem do púbis deve aparecer no bordo inferior do filme. Esta projeção apresenta grande importância na distribuição topográfica das víceras abdominais. Raio central perpendicular. pois o ar vai se instalar entre a parede abdominal e o bordo lateral do fígado. pois quando há um pequeno derrame líquido peritonial. Devemos sempre utilizar um tempo curto de exposição. além de outras. A grande importância da radiografia em ortostática é na pesquisa da existência ou não de níveis hidro-aéreos. Esta incidência apresenta valor na localização das massas abdominais. fazemos então na estativa do bucky vertical. Raio central horizontal ao plano da maca. por que em certas condições há um aumento de peristaltismo do estômago e intestino. Para pesquisa de nível hidro-aéreo faríamos então um perfil com raio horizontal. É a principal radiografia nas obstruções intestinais. AP – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito dorsal O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. PA de tórax. por isso o bordo inferior do chassis deve estar coincidindo com este osso. Em pacientes que consigam andar. PA – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito ventral Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. AP – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em posição ortostática O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. O AP de abdome com o paciente em decúbito lateral. para se Ter uma noção exata do local onde se encontra a causa do abdome agudo. mesmo que esteja em mau estado geral. . fazendo com que aproxime mais a região a ser examinada do filme. penetrando no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. colocando o apoio para os pés do paciente na extremidade da mesa e por a mesa de exame em pé. Raio central perpendicular. fazemos o decúbito lateral esquerdo.

nos casos de imagens que apareçam no PA ou AP e exijam elucidação diagnóstica. penetrando ao nível da crista ilíaca. Perfil com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal Para conseguirmos uma boa demonstração em perfil de todo tórax. Tanto o AP como o PA apresentam fundamental importância para a visualização das condições respiratórias do paciente. As pricipais são : 1. as vezes de dificil demonstração no PA ou AP de tórax. Perfil com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal Fazemos esta projeção em pacientes que não tenham condições de ficar de pé ou deitado de lado. Esta projeção apresenta importância nos pacientes que não tenham condições de mudar de decúbito.80m / sim / 35x35cm Perfil direito e esquerdo Plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. de acordo com a necessidade. 2. PA Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. Região importante de se demonstrar é a porção pulmonar retrocardíaca. o raio central deve penetrar perpendicular ao nível do hipocôndrio direito.Localizada de vesícula e vias biliares : A principal indicação é na pesquisa de cálculos ao nível de vesícula ou das vias biliares. e apresenta valor nas suspeitas de derrame pleural ou processos inflamatórios pulmonares. ou que venha andando e não tenha condições de manter o posicionamento em PA. podem aparecer com boa definição nas incidências localizadas sem a utilização de contraste. penetrando entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide.Localizada de gordura pré-peritoneal : Normalmente a grodura pré-peritoneal desaparece nos quadros de peritonite. Estas projeções servem como complementação diagnóstica do exame e poderão ser feitas ou não. Raio central perpendicular. processos tumorais. penetrando perpendicular ao nível da crista ilíaca. O perfil com raio central horizontal deve ser feito em primeiro lugar com o paciente ainda na maca. Paciente deitado na mesa para logo após colocarmos de pé. Os braços do paciente devem ficar envolvendo a cabeça. Raio central perpendicular.3s / grosso / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 100 / 60 / 10 / 300 / 0. Raio central perpendicular penetrando entre os ângulos distais dos omoplatas. penetrando perpendicular na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata.Localizada de baço : A principal indicação é nos infartos esplênicos. Raio central perpendicular. encostando-a na mesa ou estativa. Raio central perpendicular penetrando na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. Raio central horizontal ao plano da maca ou mesa. substitui então estas incidências. 4. Utilizamos a incidência póstero-anterior em pacientes que tenham condições de manter o posicionamento sentado ou em posição ortostática. Com o paciente em OPD ou OAE.0m / sim / 30x40cm Incidências panorâmicas de tórax AP Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. 3. . com o ar instalando-se sob o diafragma. penetrando ao nível do hipocôndrio esquerdo.80m / sim / 30x40cm Incidências localizadas Nas incidências localizadas obtemos maior detalhe da região onde suspeitamos encontrar a patologia. Utilizamos o perfil direito ou esquerdo de tórax. A grande importância desta projeção é a pesquisa de nível hidro-aéreo. devemos colocar um apoio radiotransparente sob a região dorsal.8s / grosso / 1. Raio central horizontal ao plano da maca.3s / grosso / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 85 / 30 / 60 / 200 / 0. estenoses. Raio central perpendicular.Apesar da grande espessura a ser atravessada pelos raios-X sempre devemos trabalhar com tempo curto para evitarmos o flou cinético. afastar possíveis processos pneumônicos de base pulmonar as vezes responsáveis por falsos abdomes agudos e na pesquisa de pneumoperitôneos. além de outros. penetrando ao nível do epigástrio. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 116 / 60 / 24 / 300 / 0.Localizada de estômago e duodeno : Imagens de úlceras pépticas.

quando não é possivel o diagnóstico pela rotina simples. penetrando ao nível da fossa ilíaca direita.Localizada de loja renal : Ás vezes colicas renais podem levar a falsos abdomes agudos. pois exclui a hipótese do não aparecimento do ar sob a diafragma por distorção de imagem causada por falha técnica. Devemos colocar o paciente em decúbito lateral direito e penetrar com o raio central horizontal. Raio central perpendicular. 7. pois estes pacientes não tem indicação cirúrgica. Raio central perpendicular. Principais exames contrastados utilizados no estudo radiológico do abdome agudo A – Arteriografia Pode ser utilizada nas úlceras perfuradas. Com a injeção de ar no estômago causando um pneumoperitôneo confirmando o diagnóstico. Raio central perpendicular. 14 . C – Injeção de ar no estômago Este exame esta indicado nas úlceras perfuradas. hérnias estranguladas onde se vê o sofrimento arterial. especifico para os quadros de abdome agudo. somente bário.Localizada de diafragma ( hemi-Cúpulas diafragmáticas ) : Quando se suspeita de pneumoperitôneo e nas radiografias panorâmicas de tórax. Há autores que indicam este exame. Raio central perpendicular. pois se cairem na cavidade peritoneal através de alguma perfuração do esôfago ou intestino. Quando não houver este contraste no serviço de radiologia. em que há suspeita clínica. 8.Localizada de ceco-apêndice : A indicação desta radiografia é na pesquisa de apendicolites ou nas suspeitas de abcessos ao nível do ceco ou apêndice. F – Clister opaco Indica-se nas obstruções intestinais ao nível do intestino grosso e devemos fazer o exame com o contraste a base de sulfato de bário diluído em água. E – Trânsito intestinal Indica-se nas obstruções intestinais de intestino delgado. rutura de víceras ocas. O contraste a ser utilizado é o gastrografina. A finalidade do exame é localizar a úlcera perfurada. então a localizada apresenta grande valor.Localizada para pâncreas : Um estudo radiológico e clínico bem feito nas pancreatites agudas apresenta grande importância.Não podemos valorizar este dado nas radiografias panorâmicas de abdome. 6. ao nível do plano mediano sagital. utilizamos então os iodados hidrossolúveis. 5. B – Colangiografia venosa É pouco utilizada. penetrando na porção mais proximal do mesogástrio. irão causar a chamada peritonite granulomatosa. Diluição : 50% de água e 50% de sulfato de bário Nunca devemos injetar ar no clister opaco. pois a manipulação desses pacientes deve ser altamente especializada. além de outras indicações. pois apartir desse período diminui a possibilidade de mutações . penetrando ao nível do apêndice xifóide. podemos utilizar o iodado hidrossolúvel através de uma sonda nasogástrica. pois a própria divergência dos raios. D – Injeção de contraste iodado hidrossolúvel Este exame também está indicado nas úlceras perfuradas. Estudo radiológico contrastado Os exames contrastados nos quadros abdominais agudos devem ser realizados pelo médico radiologista. Os contrastes a base de sulfato de bário. penetrando ao nível do flanco direito ou esquerdo. podemos mascarar o diagnóstico. O pricipal responsável pelas cólicas renais são os cálculos. por isso apresentando valor relativo nos quadros de abdome agudo de origem biliar.Posição fetal Exame radiológico da gestante Radiografias de mulheres em gestação só devem ser executadas após os 4 meses de gravidez. causando a morte na maioria dos pacientes. nos infartos mesentéricos onde não há enchimento de ramos calibrosos para o intestino. quando não houver disponibilidade deste contraste. com inclinação cefálica ou com inclinação podálica penetraando no meio do espaço entre a crista ilíaca e o apêndice xifóide. Raio central perpendicular. sem ser patológica. Sempre devemos utilizar contrastes específicos como o gastrografia para o aparelho digestivo nos pacientes com abdome agudo. contra-indicando o anterior. o raio central penetra muito alto. devem ser totalmente abolidos no estudo radiológico do abdome agudo. onde o paciente bebe 200ml de uma solução composta de 100ml de contraste iodado hidrossolúvel e 100ml de soro fisiológico. pois quase sempre não conseguimos contrastar a vesícula e as vias biliares. Não devemos fazer preparo intestinal e não se faz lavagem. pode fazer desaparecer a sua imagem. sem haver sinais radiológicos. pelo mau estado geral que normalmente se encontram.

a paciente deve esvaziar a bexiga e se conseguir evacuar será melhor para a obtenção de mais detalhe no exame. para evitar possíveis repetições. Devemos utilizar alta miliamperagem para podermos trabalhar com tempo curto. deve ser indicado de rotina. penetrando no meio do espaço entre as duas cristas ilíacas e a sínfise pubiana. Nos casos de gravidez gamelar.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo O perfil direito ou esquerdo. Para trabalharmos com fatores mais baixos.genéticas. Devemos sempre utilizar tempo curto. deve ser feito de rotina para a apresentação fetal ficar mais próxima da real. AP Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. para trabalharmos com tempo curto com a finalidade de diminuirmos a possibilidade de flou cinético com movimentação do feto. com a paciente em decúbito lateral. sempre devemos utilizar ecrans de grãos grossos. Raio central perpendicular. penetrando entre a sínfise pubiana e o apândice xifóide. Abdome Posição fetal . para evitar distorções de imagem que viriam falsear a pelvimetria. Mesmo após os 4 meses. pois as vezes não conseguimos individualizar o núcleo distal do fêmur no AP e só o vemos na projeção em perfil. Maturidade fetal Fazemos radiografias em AP e perfil com a finalidade de sabermos se o feto esta a termo. Sempre utilizar o tempo mais curto possível.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo O perfil direito ou esquerdo com a paciente em posição ortostática. O plano frontal ou coronário deve coincidir com a linha central da mesa.5s / grosso / 1. as radiografias só devem ser indicadas quando forem realmente necessárias. penetrando ao máximo na pelve. por causa da mobilidade fetal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 85 / 30 / 150 / 300 / 0. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. antes de iniciar o exame. além de outras indicações.5s / grosso / 1.AP A radiografia de abdome para posição fetal apresenta valor quando o feto se coloca numa apresentação atípica. sabermos se a criança já apresenta condições de maturidade para nascer.5s / grosso / 1. Como nos interessa a medida da pelve. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 15 / 150 / 300 / 0. o raio central deve penetrar no seu ponto central. penetrando ao nível da crista ilíaca. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre a crista ilíaca e a sínfise pubiana. Plano frontal ou coronário da paciente coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. No serviço de radiologia só deve executar o exame o operador que esteja treinado no determinado aparelho. Raio central perpendicular. suspeita de morte fetal. penetrando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o apândice xifóide. Raio central perpendicular. isto é.0m / sim / 30x40cm Pelvimetria A pelvimetria apresenta importância nas desproporções céfalo-pélvicas que fará o médico indicar ou não a cesariana. Incidências AP / perfil direito e esquerdo / incidência de THOMS AP Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. chamado núcleo de ossificação de BECLARD e a presença dos dentes molares. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 15 / 150 / 300 / 0. Os principais sinais são a presença do núcleo distal de crescimento do fêmur. A radiografia deve ser feita num foco grosso. Nas radiografias de abdome da gestante.

Divisão Uma câmara escura divide-se em : Parte seca e parte úmida Componentes da parte seca Balcão. torneira para água corrente.0m / sim / 30x40cm Incidência de THOMS Paciente sentada na mesa de exame. Tem este nome porque todos estes processos só podem ser realizados sob luz de segurança e de baixa intensidade. Os pés devem estar afastados um do outro até que fiquem apoiados nos bordos laterais da mesa de exame. termômetro. um algodão seco de maneira suave. Depois de passado o algodão com água e sabão de côco. pode estar próximo a parte seca ou úmida ). O tronco da paciente deve fazer um ângulo de 55º com o plano da mesa. A mesa de trabalho deve estar disposta em situação afastada a zona dos tanques. luz de segurança.7s / grosso / 1.85 / 30 / 150 / 300 / 0. A disposição do balcão oposta a zona dos tanques evita a possibilidade que se salpiquem os filmes secos e os ecrans com substâncias químicas. deve-se passar um algodão úmido para tirar o excesso do sabão e após. gavetas. fixação e lavagem. luz de segurança. para melhor conservação dos filmes e processamento das radiografias. fixação e lavagem das peliculas radiográficas e onde se carrega os chassis.Câmara escura Técnica e componentes No nosso estudo. Localização A localização ideal é a colocada no centro e todas as salas tendo comunicação direta. Limpeza A sensibilidade dos filmes faz com que a limpeza na câmara escura seja de importância capital. Uma câmara escura deve Ter uma disposição e tamanho suficiente para que o trabalho flua sem interrupção. por isso a utilização do HIGROSCÓPIO. passando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o sacro. tem função importante para que os gases emanados das soluções tóxicas ao organismo humano não venham prejudicar o operador. higroscópio ( opcional. despertador. Raio central perpendicular. e para isso deve apoiar-se posteriormente com as mãos. A técnica de processamento mecanizada exige estudos mais aprofundados sobre o mecanismo da máquina processadora. A umidade relativa do ar deve ser por volta de 50ºC. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / -. Ventilação A utilização de ventiladores para a circulação de ar ou de exaustores. porta-colgaduras. não só a câmara escura mas todos os acessórios e os equipamentos exigem sempre a melhor limpeza. de maneira que o seu plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. passador de chassis. mostrando perfeitamente a proporção da cabeça do feto com a pelve. etc. as quais produzirão imagens nas radiografias. negatoscópio. As colgaduras devem ser lavadas periodicamente porque o acúmulo de gelatina nas presilhas não venham manchar os filmes. Componentes da parte úmida Tanques de revelação. nos reportaremos especialmente a técnica de processamento manual que é a que exige maiores conhecimentos práticos e teóricos do operador.0m / sim / 24x30cm 15 . O algodão não deverá estar muito encharcado com água para que a mesma não escorra em direção ao feltro do chassis. deslocando o ecran.5s / grosso / 1. . toalha. caixas de filmes. vindo a alterar posteriormente a qualidade da imagem ( imagem flou ). Temperatura A temperatura numa câmara escura deve variar entre 18º e 24ºC. exigindo pouco sobre o ponto de vista funcional do operador de câmara escura. água e sabão de côco. túnel passador de chassis. Os ecrans devem ser lavados semanalmente. Definição de câmara escura É o lugar no interior do qual se desenvolvem os processos de revelação. Métodos de lavagem dos ecrans Devem ser lavados com algodão. Os chassis devem ser lavados e limpos pelo contato íntimo com doentes com variadas enfermidades./ 200 / 300 / 0. evita o desperdício de tempo e menos cansativo para o operador. pois irão assegurar uma melhor quealidade da imagem radiográfica e uma durabilidade da capacidade fluorescente. porta-chassis. Esta projeção apresenta a pelve num plano axial. etc.

Armazenagem
As caixas de filmes e os chassis devem ser armazenados na posição vertical para que não ocorra a formação de eletricidade estática e a deformação dos chassis com alteração no contato dos ecrans, respectivamente. No caso de uma caixa de 100 filmes durar mais de que um mês em uso, recomendase adquirir embalagem menor.

Iluminação de segurança
Numacâmara escura deve-se Ter tanto luz branca como iluminação de segurança. A luz se necessita para limpar os tanques, preparar solução e limpezas gerais. As lâmpadas de segurança são indispensáveis para proporcionar a iluminação correta para que se possam manejar impunimente durante a revelação. Um filme não deve ficar exposto durante mais de um minuto a ação da luz de segurança; da mesma forma, durante a revelação, o tempo não deve exceder aos vinte segundos. Normalmente há três zonas de iluminação de segurança numa câmara escura. A mais forte ( brilhante ), onde os filmes se lavam e se colocam no secador; a média, onde esta a mesa de trabalho, ou seja, a parte seca. A potência da lâmpada deve variar entre 6 ½ e 10 WATTS. Seja qual seja o tipo de lâmpada, é necessário que se coloque o filtro correto para se obter a cor adequada da luz. Os filtros devem Ter cor âmbar, verde amarelado, verde ou vermelho. Há filtros de diversas classes; o especial para os filmes que são sensíveis ao azul, outro para os que são sensíveis ao verde. Nunca devemos utilizar lâmpadas vermelhas, apesar de haver uma sensação de segurança, pode produzir velamento. A distância entre a lâmpada de segurança e o balcão deve variar entre 90 e 120 centímetros.

Causas de velamento inaparente numa câmara escura
Filtros com rachaduras que escapem luz branca. Frestas de portas. Buraco de fechadura. Excesso de tempo sob ação da luz de segurança. Túnel passador de radiografias aberto na câmara clara. Frestas do passador de chassis. Negatoscópio na câmara escura de lâmpadas fluorescentes, quando apagam, continua por certo tempo a emitir luminosidade, etc.

Latensificação ou intensificação posterior
Os filmes tornan-se duas ou três vezes mais sensíveis as luzes de segurança, após terem sido expostos aos raios-X com ecrans fluorescentes.

Acesso à câmara escura
O sistema de entradas terá que impedir qualquer penetraçãode luz, dentre os sistemas, temos : 1- Sistema porta única – Somente uma porta separando a câmara escura do ambiente claro. É o sistema menos seguro. 2- Sistema labirinto – Paredes formando um labirinto; é bastante seguro, tendo o inconveniente de necessitar muito espaço. 3- Sistema porta giratória – Várias folhas de porta fixadas por um eixo central. É um sistema muito oneroso e sujeito a falhas. 4- Sistema porta paralela – Nesse tipo deverá haver um bloqueio que impeça as duas portas de se abrirem ao mesmo tempo. É o mais utilizado.

Cor das paredes
Não há necessidade que a cor das paredes seja em tom escuro ou mesmo pintado de preto, para ser seguro. É claro que a cor negra absorve alguma coisa da luz de segurança, porem não tera muita importância, se esta luz for de intensidade e claridade seguras; logo, a luz refletida em qualquer superficie sera segura também, independente da cor desta superfície. É até aconselhavel que as paredes sejam pintadas de cor clara como o cinza claro, verde ou creme, que são agrádaveis sob a luz branca e refletem luz adequada sob condições apropriadas de iluminação de segurança. Outro ponto importante é que as paredes sejam lisas e pintadas com tinta impermeável, facilmente laváveis.

Filme radiográfico
Os componentes de um filme radiográfico são : - Gelatina : capa externa com função de proteção; - Emulsão : gelatina mais cristais de sal de prata; - Substrato : região com maior concentração do sal de prata; - Celulose : a base do filme; Do outro lado , a mesma ordem se repete, da gelatina a base de celulose. O filme é sensível a muitas coisas : - luz - Raios-X - Raios gama - Vários gases

- Vapores - Calor - Umidade, etc. Os filmes devem ser armazenados sob uma temperatura de 10º a 21ºC e a umidade relativa do ar por volta de 40% a 60%. As caixas não devem ser armazenadas umas sobre as outras e sim de forma vertical.

Manejo dos filmes
Deve-se manejar cuidadosamente. Devem ser retirados delicadamente da caixa, evitando que os dedos entrem em contato direto com o filme. A colocação do filme no chassis deve ser feita de maneira que seja colocado sem deslizar sobre o papel protetor e não bata com força nas extremidades do chassis. A retirada do filme do chassis deve ser feita : após a abertura das presilhas, vira-se o chassis de maneira que a armação metálica que recebe inicialmente a radiação, fique voltada para cima; eleva-se essa armação e pega-se o filme por um dos seus vértices com a ponta dos dedos. Ao retirar-se o filme, Ter o cuidado de não esbarrar nas bordas da armação metálica anterior. A colocação da pelicula radiográfica na colgadura deve ser primeiro fixada nas presilhas que apresentam mobilidade para que o filme fique bastante ajustado nas quatro presilhas. Ao colocar-se um filme na colgadura, deve-se afastar da luz de segurança por causa da LATENSIFICAÇÃO.

Eletricidade estática
É a corrente elétrica que se forma quando o filme sofre algum impacto, mesmo este estando parado. A formaçào de eletricidade estática é mais comum nos ambientes secos.

Prevenção da eletricidade estática
O procedimento mais eficiente é elevar e manter a umidade relativa da atmosfera ambiente. Por isso deve Ter numa câmara escura um bom HIGROSSCÓPIO. Manuseio delicado do filme. Após a exposição aos raios-X, o chassis deve ser aberto lemtamente e o filme cuidadosamente removido. Deve Ter um fio ligado do balcão a terra. Deve-se evitar coberturas de borracha sobre o balcão pois dessa maneira a eletricidade não se escoa para a terra. Deve-se evitar a utilização de sapatos com solas de borracha. Deve-se evitar assoalhos de borracha ou a utilização de ceras duras. As caixas de filmes devem ser guardadas verticalmente.

Marcas de eletricidade estática
São três tipos : Árvore, coroa e poeira

Fases do processamento
Revelação ( mais ou menos 3 minutos ) – enxágüe ( alguns segundos ) – fixação ( mais ou menos 6 minutos ) –lavagem ( mais ou menos 20 minutos ) – secagem ( mais ou menos 30 a 40 minutos ).

Revelação
A revelação de um filme completa o que a exposição começou, isto é, converte em imagem visível e permanente a imagem latente criada pelos raios-X e a luz fluorescente.

Tanque para as soluções de processamento dos filmes
Vidro, ebonite, aço inoxidável ( certas ligas metálicas não se prestam para conservar as soluçòes ), ferro esmaltado e cerâmica são satisfatórios para conter as substâncias químicas fotográficas. Ferro, aço, ferro galvanizado, zinco, chumbo, cobre, estanho e alumínio não devem estar em contato com as soluções de processamento de filmes. Num tanque de 40 litros revela-se mais ou menos 300 filmes.

Alterações químicas que sofrem os grãos de prata com as fases do processamento
Filme virgem ( prata halóide ). Grão de prata após exposição – imagem latente. Revelação parcial. Revelação completa. Final de revelação e fixação – órgãos sem exposição são removidos Lâmpada de segurança adequada ( entre 6 ½ a 10 WATTS ). Tempo médio de 3 minutos. Temperatura média de 20ºC. Ventilação e renovação do ar. Limpeza dos tanques de revelação ( com ácido muriático a 28-38% ). Limpeza periódica das colgaduras. As presilhas fixam pedaços de gelatina ( limpeza com solução de tripsina e bicarbonato de sódio facilitam a remoção com uma escova ).

Fatores importantes na revelação

Revelador
Solução redutora que causa precipitaçào da prata contida na molécula de brometo de prata ( AgBr2 ). A prata reduzida tem coloração negra.

Componentes do revelador
Mentol – redutor suave que dá a nitidez 3,5g / litro. Hidroquinona – redutor responsável pelos contrastes fortes 9g / litro. Sulfito de sódio – previne a oxidação dos redutores. Conserva e estabiliza a solução – 60g / litro. Carbonato de sódio – Alcaliniza a solução, reforça o poder dos redutores, controla a velocidade da revelaçào e abre os poros da gelatina – 40g / litro. Brometo de potássio – Evita o velamento pela hidroquinona das partes transparentes e age como retardador. Água pura, destilada ou não – até completar 1 litro.

Banho enxaguador
Acabando a revelação o filme retém na gelatina quantidades consideráveis de revelador. Por isso a necessidade de enxágüe. Assim evita-se que o revelador ( alcalino ) neutralize a acidez do fixador. Costuma-se colocar ácido acético na água para haver a parada de revelação durante o enxágüe.

Fixação
É componente independente da revelação, com função de clarear a radiografia, fazendo cair os cristais não revelados e ainda endurecer as capas de gelatina para torná-la resistente ao calor.

Componentes do fixador
Hipossulfito de sódio – dissolve a prata não precipitada tornando transparente as partes não irradiadas 250g / litro. Sulfito de sódio – conserva e estabiliza a solução – 30g / litro. Ácido acético glacial – acidifica a solução parando imediatamente a revelação – 45g / litro. Alúmen de cromo – substância empregada para endurecer a gelatina 15g / litro. Água pura – ( não obrigatório ser destilada ) – até completar 1 litro.

Lavagem
É essencial que uma radiografia terminada não contenha massas de prata reveladas suspensas em gelatina para que seja completamente inerte á atividade luminosa ou química. Por conseguinte, é preciso lavar bem o filme para remover as substâncias químicas. Se esta fase se descuida pelo que se refere ao tempo de lavagem ou ao abastecimento de água, a imagem se manchará e enfraquecerá com o tempo. Os filmes devem lavar-se em água corrente que circule de maneira que as duas superfícies de cada lado recebam água fresca continuamente.

secagem
As radiografias só poderão ser observadas após totalmente secas, pois enquanto estão úmidas se apresentam manchadas e há o risco de umas colarem-se as outras através das camadas externas de gelatina ainda existente. O tempo de secagem vai variar de acordo com as condições no serviço de radiologia. Ambientes quentes, com ventilação direta, até com secadores automáticos, aceleram o tempo de secagem das radiografias.

16 - Rotinas Mínimas dos exames radiológicos Rotinas mínimas dos exames radiológicos e suas incidências : 1. Dedo ( 2º ao 5º quirodáctilo ) – Postero anterior, perfil interno ou perfil
externo

2. Polegar ( 1º quirodáctilo ) – Postero anterior e perfil externo 3. Mão - Postero anterior e oblíqua anterior interna 4. Mão ( corpo estranho ) - Postero anterior, oblíqua anterior interna,

perfil interno ou perfil externo 5. Mãos e punhos ( idade óssea ) - Postero anterior “Comparativa” 6. punho – Postero anterior, perfil interno, oblíqua anterior interna e oblíqua anterior externa 7. Antebraço – antero posterior e perfil interno 8. Cotovelo – antero posterior e perfil interno 9. Circunferência articulação do rádio – antero posterior e perfil interno com rotação interna e externa da mão 10. Olecrânio – antero posterior, perfil interno e semi-axial 11. Braço – antero posterior, perfil interno 12. Colo cirúrgico do úmero – antero posterior, perfil externo ( transorbitária ou contactografia )

antero posterior com rotação interna e externa do braço Ombro ( articulação escápulo-umeral para fraturas ou luxações ) . 40. perfil esquerdo normal.13.antero posterior e perfil externo Articulação acrômio-clavicular . 18.antero posterior “comparativa” e antero posterior “localizada” Bacia .( 1º ao 5º podáctilo ) .antero posterior. Ombro ( articulação escápulo-umeral para bursite ) . 32. 36. 28. 20.antero posterior Púbis – Postero anterior e axial Articulação sacro-ilíaca – incidência de FERGUSON ( antero posterior ).antero posterior “comparativa”.antero posterior “comparativa” e axial Pé ( ante-pé ) – Dorso-plantar ( antero posterior ) e oblíqua posterior interna Pé ( retro-pé ) – Dorso-plantar ( antero posterior ). antero posterior “localizada” Articulação esterno-clavicular – Postero anterior com o paciente em oblíqua anterior direita. 41.antero posterior e perfil externo Joelho .antero posterior. 15. perfil esquerdo Coluna lombar – Postero anterior.antero posterior.antero posterior com stress lateral e medial Perna . perfil com flexão e incidência de FERGUSON 5º vértebra lombar . 17. joelho e tíbio-társica Coluna cervical . 23. 19. antero posterior “localizada” e axial Clavícula .antero posterior “comparativa” e perfil externo Rótula – Postero anterior e perfil externo Chanfradura intercondiliana – Antero posterior com raio central perpendicular e com 30º podálicos Fêmur – Antero posterior e perfil externo Fêmur ( terços médio-proximal ) .antero posterior “comparativa”. perfil com flexão e transoral Coluna cérvico-torácica . 24.perfil externo e axial Pé plano – Dorso-plantar ( antero posterior ) e perfil interno Articulação tíbio-társica . 37. 27. oblíqua anterior esquerda e axial Artelho . 31.antero posterior de coxo-femural. 16.Antero posterior e perfil externo Colo do fêmur – Antero posterior com rotação interna e externa e axial Articulação coxo-femural . perfil esquerdo normal.antero posterior e perfil externo Articulação tíbio-társica ( ruturas ligamentares ) . oblíqua posterior direita e oblíqua posterior esquerda Escanografia . 14. perfil esquerdo . 30. 39. 33. 29.antero posterior. 34. 21. oblíqua posterior interna e oblíqua posterior externa Sesamóideo . 25. 26. 35. 38. oblíqua posterior interna e perfil externo Calcâneo . 22.antero posterior e axial Omoplata . 42.

perfil direito ou esquerdo. incidência de WATERS ( semi-hirtz ) Mandíbula – Postero anterior.antero posterior ( incidência de FERGUSON ) e perfil esquerdo Coluna coccígea . incidência de CHAUSSÉ III. perfil esquerdo “localizadas” Buraco ótico – incidência de RHEESE direito e esquerdo Buraco rasgado posterior – incidência de CHAUSSÉ II direito e esquerdo Osso temporal – Rotina panorâmica de crânio. perfil esquerdo e incidência de REVERCHON Sela turca – Rotina panorâmica de crânio. 65. 49. 52.43. perfil direito e perfil esquerdo Tórax – Postero anterior e perfil esquerdo Arcos costais ( costelas ) “verdadeiras e falsas” – postero anterior. 57. incidência de RHEESE direito e esuqerdo Arcada zigomática – incidência de HIRTZ “comparativa”. 45. 69. 68. transorbitária comparativa. 62.antero posterior e perfil do lado da convexidade Crânio ( panorâmicas ) – Postero anterior. 48. 47. perfil com flexão e incidência de FERGUSON Coluna sacra . 61. 67. 66. 56. Coluna lombo-sacra – Postero anterior. incidência de BELLOT direita e esquerda Corpo da mandíbula – Postero anterior e axial Ramo horizontal da mandíbula – incidência de BELLOT e incidência de WATERS Ramo vertical da mandíbula – incidência de SCHULLER. incidência de REVERCHON e postero anterior de mandíbula Maxila – Oblíqua postero-anterior e incidência de WATERS Ossos nasais – perfil esquerdo e perfil direito Malar – incidência de SOLIDÔNIO LACERDA e oblíqua semi-axial Pescoço ( partes moles ) – antero posterior. 46. 59. 58. 54. 51. perfil esquerdo e incidência de REVERCHON Crânio ( politraumatizados ) . 50. perfil esquerdo normal. Postero anterior. incidência de SCHULLER Seios da face – Fronto-naso e mento-naso Órbita – Postero anterior “comparativa”.antero posterior e perfil esquerdo Escoliose . oblíqua anterior direita e oblíqua anterior esquerda .antero posterior. 63. 64. 60. 44. 55. incidência de GUILLEN. 53. oblíqua semi-axial direita e esquerda Articulação têmporo-mandibular – incidência de SCHULLER diretia e esquerda com boca aberta e fechada Articulação occipito-atlóidea – Postero anterior e perfil esquerdo Face ( panorâmica ) – Fronto-naso e incidência de WATERS Face ( politraumatizado ) – Antero posterior.

mAs --------------.mAs A. variando em muito o tempo de exposição.normal 0.5 cm compensar com 1 Kv Além de 100 cm : Cada 5 cm compensar com 1 Kv 3 Relação Kv ---------.75 m ---------------. nos casos do aumento da espessura + 4 Kv.16 Kv Entre 50 e 100 cm : Cada 2.0 m ----------------. 71.Kv A + + B ) Extremidades delgadas : 10 Kv ( gesso úmido ) 6 Kv ( gesso seco ) ) Extremidades grossas : . perfil direito ou perfil esquerdo Pelvimetria – antero posterior. antero posterior de abdome em decúbito dorsal e postero anterior de tórax Posição fetal – antero posterior Maturidade fetal – antero posterior.+ 13 Kv 1\4 mAs --------.. perfil direito ou perfil esquerdo Abdome – antero posterior Abdome agudo – antero posterior de abdome em ortostática.0 m ----------------. B ) Para cada 1 cm que diminua a espessura. 73.+ 7 Kv 2 Distância em metro ----.Kv 1\2 mAs --------.50 Kv 50 mAs --------.+ 16 Kv 1.Relação entre os fatores e dados práticos de técnica radiológica 1 Colimadores ----. compensamos com 4 Kv por cada 1 cm.60 Kv Com esta relação obtemos radiografias de padrão semelhante. perfil direito ou perfil esquerdo e incidência de THOMS 17 . 75..+ 4 Kv Estendido ------------.+ 10 Kv 1\3 mAs --------. compensamos com + 2 Kv.Kv A ) Para cada 1 cm que aumente a espessura.+ 16 Kv 1\5 mAs --------. quando com ecram de grão médio.+ 11 Kv 1. Arcos costais ( costelas ) “flutuantes” – antero posterior.Aproximadamente representa o aumento ou redução à metade de exposição ( mAs ) representa inversamente diminuir ou aumentar 10 Kv.50 m ---------------. 72. 6 Gesso ------------.+ 20 Kv Esta relação apresenta valor entre 55 Kv e 85 Kv em ecram de grão médio e entre 45 Kv e 100 Kv em ecram de grão grosso.Kv 2.40 Kv 100 mAs --------. C ) Quando fazemos radiografias sem ecram de grão médio. compensamos com – 2 Kv.50 m ---------------.+ 18 Kv 1\6 mAs --------. B.tempo Menos tempo ----------25% ------------------50% ------------------75% ------------------mais tempo -----------25% ------------------50% ------------------75% ------------------100% -----------------mais Kv 7% 20% 50% menos Kv 5% 10% 13% 16% 4 Relação Kv ---------. quando com ecram de grão médio.10 Kv 0.+ 7 Kv Cone dentário --------.70. no caso da diminuição de espessura – 4 Kv. 74. Exemplos : 200 mAs --------. 5 Relação espessura ---------.Kv Cilindro de extensão : Fechado --------------.

.+ 16 Kv B ) Para a obtenção de uma radiografia de padrão semelhante feita com ecram grão médio e fazermos uma outra retirando o ecram. mAs = mAso x dn2 = mAs = 100 x 22 / 12 = 400 / 1 mAsn = 400 14 Relação distância -------------------------. fixo : compensações com + 13 Kv ou 3x mAs.compensação de 16 Kv ou 4x mAs..44 Kv Sem ecram 100 mAs ---------. Coluna e crânio. 3\4 do mAs = 8 Kv Extermidades – Mesma técnica do adulto de acordo com a espessura..tempo mAsnovo : mAsoriginal : : Toriginal mAsn / mAso = Tn / To ou 16 Relação mA ----------------------.Tnovo : Toriginal ou mAo / mAn = Tn / To 17 Cálculo do diâmetro do campo da imagem radiográfica Diâmetro do campo ( D ) = dist. Coluna e crânio.4 musculosos ------------------.Kv A B C D A B C D ) ) ) ) ) ) ) ) Pacientes Pacientes pacientes Pacientes bucky bucky bucky bucky velhos ( porose ) -----------.0s Tempo de grade 1.6. 8.Kv A ) .Geralmente em aparelhos transportáteis e portáteis.80% de absorção ---.tempo Variando os fatores para obtenção de radiografias de padrão semelhante. .compensação de + 13 Kv ou 3x mAs. 1\4 do mAs = 16 Kv De 2 a 6 anos.grão grosso ------------.grão médio -------------.normal . Exemplo : radiografia de mão Com ecram 5 mAs -----------.10 Kv . 11 Tempo de movimento da grade potter-bucky 20 % a mais que o tempo de exposição.65% de absorção -----. 2-) Angiografia ----.mAs mAs novo : mAs original : : dnova2 : doriginal2 ou mAsn/mAso = dn2/do2 Exemplo : qual o novo mAs numa radiografia feita com 100 mAs que modificamos a distância de 1 m ( do ) para 2 m ( dn ).tempo ( T ) Tnovo : original : : dnova2 : doriginal2 Tn / To = dn2 / do2 ou 15 Relação mAs ---------------.Kv ---------.grão fino --------------. 13 Relação distância ---------------------. 10 Kv Kv Kv Kv 10 Grade potter-bucky ----------.+ 4 enfisematosos --------..Tubo com lato vácuo com função de produção e emissão de raios-X. Coluna e crânio. 17 : 1 --.compensação de + 20 Kv ou 5 a 6x mAs. 8 : 1 --. Foco-filme ( d1 ) x maior diâmetro do cone ( d4 ) / comprimento do cone ( d2 ) + ( distância foco-filme ( d3 ) -----------------------------------D = d1xd4 / d2+d3 Exemplo : 100 x 12 / 20 x 5 = 48cm Então o diâmetro do campo do cone distância foco-filme de 1m é igual a 48cm.Nomes e termos utilizados na prática da técnica radiológica 1-) Amplola de raios-X ----. Pulmão – Até 6 anos da + 10 Kv em relação a espessura por não inspirar bem..+ + C + + 12 Kv ( gesso úmido ) 8 Kv ( gesso seco ) ) Coluna vertebral : 14 Kv ( gesso úmido ) 10 Kv ( gesso seco ) 7 Angulação entre o raio central e o plano do objeto 45º ou mais => dobrar o mAs ou + 10 Kv 35º ou mais => + 6 Kv 30º ou mais => + 4 Kv 8 Crianças ( alguns dados em relação ao adulto ) Idade até 2 anos. 1\3 do mAs = 13 Kv De 6 a 12 anos.90% de absorção --. 3-) Anódio ----. temos mais detalhe e menos contraste.44 Kv OBS : nas radiografias feitas sem ecram. temos que multiplicar 20x o mAs. Exemplo : tempo de exposição 1. 1\2 do mAs = 10 Kv De12 a 16 anos. 9 Tipos de pacientes --------------------.Polo positivo da ampola onde chocam-se os eletrons para produção dos raios-X. 4-) Anódio fixo ----. coluna e crânio.4 acamados ( + de 2 semanas )--.Radiografia do sistema vascular. mAoriginal : mAnovo --------.2s 12 Relação ecram -------------.mAs 6 : 1 --.

Deitado com a região anterior do tronco em contato com a mesa.Colimador que podemos fazer variar seu comprimento. 18-) Cabos de alta tensão ----.Parada da respiraçào em expiração.Normalmente em aparelhos de maior miliamperagem. 29-) Contraste natural ----. através do flou cinético. 16-) Bipedestação ----. 36-) Ecram ----.É um método de exame que utiliza a maior ampliação da região mais afastada do filme. dando imagens de velamento no filme radiográfico. que apresenta a finalidade de intensificar a radiação. ar. 13-) Balcão ----. 7-) Aparelho bloqueado ----.O mesmo que deitado ou em clinustática.Componente da parte seca da câmara escura onde se guardam os filmes.Acessório próximo a mesa de comando com a finalidade de radioproteção.Avental a base de borracha e chumbo. 38-) Ecram de grão grosso ----. 40-) Ecram radioscópico ou fluoroscópico ----. 24-) Colimador ----.O mesmo que ortostática ou pessoa de pé.Polo negativo da ampola de onde partem os eletrons para chocarem-se no anódio.Cambiador automático de filmes. chassis. não permitindo a emissão de raios-X. 25-) Colgadura ----. 43-) Eletricidade estática ----. 33-) Decúbito ventral ----. . Normalmente a base de bário. 22-) Cilindro de extensão ----. 32-) Decúbito lateral ----.Radiografia que utiliza o movimento de estruturas que estejam superpondo-se com a região a ser examinada. gordura. há um relais que desliga a mesa de comando. 37-) Ecram grão fino ----. Normalmente.Folha de papelão com um sal. como gás carbonico. 21-) Cilindro ----. apresenta maior durabilidade. etc.Dispositivo com finalidade de reduzir o feixe de radiação ao campo a ser radiografado.T.Deitado com a região posterior do tronco em contato com a mesa. 30-) Decúbito ----. 23-) Clinustática ----.Em proporção com uma outra estrutura próxima é a que está mais afastada do crânio. 42-) Efeito anódio ----. para obtenção de uma radiografia.Armação metálica com finalidade de portar o filme radiográfico na revelação manual. a ampola deverá estar encostada no paciente. com finalidade de proteção aos raios-X.Colimador com finalidade de evitar a formação de radiaçào secundária.Fenômeno que explica os 5% a mais de radiação no lado do catódio. 17-) Bucky ----.Ecram que apresenta baixa intensificação e alto detalhe.Fios elétricos que alimentam o aparelho de raios-X.O. 12-) Avental plumbífero ----. 41-) Ecram reforçador ----. iodo ou gases.Ecram com finalidade de intensificar a radiação para obtenção de uma radiografia.Parada da respiração. 10-) Apnéia inspiratória ----. 11-) Autotomografia ----.Local onde se coloca o chassis.O mesmo que deitado.Parada da respiração em inspiração. quando utilizamos mAs e Kv muito altos.Ecram que apresenta alta intensificação e baixo detalhe.É o que introduzimos no paciente para obtenção de melhores imagens de determinadas regiões.Desvio posterior do eixo da coluna vertebral.É o que já existe na região a ser examinada.Colimador com finalidade de evitar a formação de radiação secundária. 6-) A.Deitado com a região lateral do tronco em contato com a mesa.Dispositivo que parmite limitar o campo de exposição dos raios-X. ficando assim apagada.Ecram que permite uma imagem dinânmica das estruturas anatômicas. protóxido de azoto ou ar atmosférico. 35-) Distal ----.Eletricidade que se forma em ambientes de clima seco. 20-) Cifose ----. 39-) Ecram de grão médio ----. 27-) Contactografia ----. 28-) Contraste artificial ----.Sistema de segurança do aparelho que. 31-) Decúbito dorsal ----. 19-) Catódio ----. Para obter melhor definição da mais próxima.Ecram que apresenta intensificação e detalhes médios. 34-) Diafragma ----.Grade com finas lâminas de chumbo com finalidade de evitar que a radiação secundária atinja o filme. 26-) Cone ----.5-) Anódio giratório ----. 9-) Apnéia expiratória ----. 15-) Biombo ----. 14-) Bandeja ----. ----. 8-) Apnéia ----. partes moles e osso.

54-) Filme velado ----. .Grade onde as lamínulas entrecruzam-se em ângulos retos. com função de sustentar a ampola.Ponto do anódio de onde emana a radiação X. acompanhando a divergencia do raio. . 70-) Incidências : . .Região lateral esquerda.É o resultado de um conjunto de dados para a obtenção de uma radiografia.Suporte pertencente ao aparelho. . bucky vertical ou outros componentes. 66-) Grade reticulada ----.Pdir ( perfil direito ) ----. . 64-) Grade divergente ----.Axial ----. posicionamento.44-) Escoliose ----. .PA ( póstero-anterior ) ----.OPE ( oblíqua posterior esquerda ) ----.Região posterior direita.Região anterior esquerda.Desvio lateral da coluna vertebral.Filme que sofreu a ação da umidade. mais próxima do filme.Folha de celulose com uma emulsão de sal de prata e gelatina.OPD ( oblíqua posterior direita ) ----.O mesmo que perfil. . sem definição. 51-) Filamento catódico ----. 63-) Grade bucky ----.São as responsaveis pela maioria das projeções utilizadas na técnica radiológica.Grade onde as lamínulas são divergentes.OAE ( oblíqua anterior esquerda ) ----.Polo positivo de uma ampola de raios-X. 52-) Filme ( radiográfico ) ----.P ( perfil ) ----.O raio central tangencia a região a ser examinada.Região externa ou lateral do membro superior ou inferior. 60-) Foco ----. 68-) Incidência ----.Raio central penetra na região anterior e sai na posterior.Pint ( perfil interno ) ----.É a que se movimenta durante o tempo de exposição.Fator radiográfico que permite a obtenção de Kv.Perda de detalhe radiográfico pelo movimento do objeto.Região interna ou medial do membro superior ou inferior.OAD ( oblíqua anterior direita ) ----. do filme ou do foco. 61-) Forame ----. mais próxima do filme.O mesmo que sem nitidez. 59-) Flou cinético ----. 56-) Filtro de alumínio ----. 67-) Grade universal ----. mais próxima do filme.Região interna ou medial do membro superior ou inferior. mais próxima do filme.Raio central penetra com 90º em relação ao AP ou PA. .AP ( ântero-posterior ) ----.Grade onde as lamínulas são paralelas. 45-) Espessura ----.Região anterior direita mais próxima do filme. .É o fator que indica o que a grade antidifusora absorve de radiação.Filme que ainda não foi exposto a qualquer tipo de radiação.Grade composta de finas lamínulas de chumbo. A espessura da região a ser examinada é medida em centímetros. . .Pesq ( perfil esquerdo ) ----. .Pext ( perfil externo ) ----.Fatores que permitem a obtenção de uma imagem radiográfica ou radioscópica.OAE ( oblíqua anterior externa ) ----.Região posterior externa ou lateral do membro superior ou inferior. calor e outras condições que impressionam os sais de prata. cavidade.Extremidade do polo negativo ou positivo de um circuito.Lateral ----. 50-) Filamento anódico ----.Região posterior interna ou medial do membro superior ou inferior. mais próxima do filme.Tangencial ----.OPE ( oblíqua posterior externa ) ----.Raio central penetra na região posterior e sai na anterior. 55-) Filme virgem ----. 49-) Filamento ----.Região lateral direita mais próxima do filme.Filme exposto a radiações.É a grade antidifusora fixa. 65-) Grade potter-bucky ----. entre eles. mais próxima do filme.O mesmo que buraco.OAI ( oblíqua anterior interna ) ----. 53-) Filme mofado ----.Região anterior externa ou lateral do membro superior ou inferior. mais próxima do filme.Folha de alumínio. 46-) Estativa ----. mais próxima do filme. . . .O raio central percorre o maior eixo da região a ser examinada. 47-) Fator de absorção ----.Polo negativo de uma ampola de raios-X. mais próxima do filme. fatores radiográficos e raio central.OPI ( oblíqua posterior interna ) ----. .Região posterior esquerda. 58-) Flou ----. geralmente de 1 e 2 mm com finalidade de absorver a radiação secundária que sai da ampola. mais próxima do filme. . 62-) Grade antidifusora ----. com finalidade de evitar que a radiação secundária atinja o filme.O mesmo que o filtro de alumínio. . 48-) Fatores radiográficos ----. 69-) Incidências básicas ----. 57-) Filtro inerente ----.

.É uma oblíqua de crânio para o estudo do buraco ótico.FERGUSON ----.A mão em PA com uma flexão externa.GAYNER-HART ----.é o AP de pé.Desvio cubital ----. . para canal carpiano. . com colimação para os seios paranasais. .É uma oblíqua de crânio para o estudo do buraco ótico.É o mesmo que a incidência ápico-lordótica.PORCHER ----. 72-) incidências ( de ) : . 71-) Incidências especiais ----.ROSSAND ----.SOLIDÔNIO LACERDA ----.É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase em perfil. correspondendo ao PA de crânio. . .Projeção para ápice e lobo médio com o paciente em lordose forçada. . osso temporal e buraco rasgado posterior. . É uma incidência para punho.É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase emperfil. .É um perfil de braço.- Semi-axial ----.Autotomografia ----.POROT ----.É uma axial de face. O mesmo que LOWENSTEIN e RÃ. . mais específica para escafóide.É a projeção oblíqua de mandíbula.É a projeção axial de cotovelo.MAYER ----.É uma oblíqua de crânio. para o estudo do buraco rasgado posterior. .BELLOT ----. . O mesmo que PORCHER e ROSSAND.GUILLEN ----. .É uma oblíqua de face. para estudo de articulação têmporomandibular e mastóide do temporal. Projeção para buraco rasgado posterior. O mesmo que PORCHER e POROT.Corresponde a um semi-hirtz.REVERCHON -----É uma semi-axial de crânio.RHEESE ----.Corresponde a um semi-hirtz.LOWENSTEIN ----. .Método de exame que a ampola fica encostada no paciente. .O raio central penetra em sentido oblíquo em relação ao maior eixo da região a ser examinada.A mão em PA com uma flexão interna. É uma incidência para punho.É uma oblíqua de crânio para o estudo do osso temporal.É a fronto-naso para face e seios da face. Então as estruturas mais próximas do filme aparecem com boa definição e as mais afastadas ficam ampliadas perdendo sua definição. . para o estudo do buraco ótico.O paciente fixa a região a ser examinada e movimenta regiões que superponham.Dorso-palmar ----. .É o PA de pé. . . . o mesmo que REVERCHON e TOWNE. .PALMO-DORSAL ----.É uma semi-axial de face.PIERQUIU ----. . .É uma oblíqua de crânio.É um PA de tórax com o paciente no decúbito lateral contrário ao da suspeita do derrame pleural. .É um AP de sacro.São as projeções que normalmente completam as incidências de rotina.CHAUSSÉ II ----.Fronto-naso ----. . . O mesmo que transtorácica ou transaxilar.Desvio radial ----. . .É o PA de mão. .LYSHOLM ----. O mesmo que BRETON e TOWNE.MENTO-NASO ----. . para o estudo do buraco ótico. Projeção para buraco rasgado posterior. .RÃ ----.Corresponde a um semi-hirtz. para o estudo do osso malar.É uma oblíqua de punho. com finalidade de causar flou cinético destas estruturas.FLEISCHNER ----. específica para maxilar ( maxilar superior ) .É o AP de mão. mais específica para fossa posterior craniana.É uma semi-axial de crânio. O mesmo que LOWENSTEIN e FROG.Apico-lordótica ----. . para o estudo do osso escafóide. .É um PA de crânio.HJELM-LAURELL ----.SCHULLER ----.Dorso-plantar ----.HIRTZ ----. . .PLANTO-DORSAL ----. . e de acordo com a penetração do raio central.BUDIN e CHANDLER ----. pode Ter indicação no estudo da base do crânio.BRETON ----. . com o raio central atravessando o tórax.É uma oblíqua de face.STECHER ----. principalmente para o estudo dos seios paranasais.OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR ----. articulações sacro-ilíacas e articulação de L5-S1.É uma axial de coxa. O mesmo que POROT e ROSSAND.PFEIFFER ----. .CALDWELL ----.LAWRENCE ----.É uma axial de punho. mais específica para fossa posterior craniana. O mesmo que FROG ou RÃ. projeção para colo do fêmur e articulação coxo-femural.É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase em perfil.É uma oblíqua de crânio. projeção para buraco rasgado posterior.Contactografia ----.Éum perfil de crânio.FROG ----. .É uma oblíqua de crânio.CHAUSSÉ III ----. para o estudo do osso temporal.

para o estudo do osso temporal. 89-) Linha inter-pupilar ----. 85-) Linha horizontal alemã ----.Vai do bordo externo de uma órbita ao bordo externo da outra órbita.É uma oblíqua de crânio para o estudo do osso temporal. mais específica para as primeiras vértebras cervicais.TRANSORBITÁRIA ----.vai do acântion ao meato acústico externo.É uma semi-axial de crânio. O mesmo que linha horizontal americana ou linha órbito-meática.TRANSORAL ----. O mesmo que REVERCHON e BRETON.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo. 91-) Linha násion-meatal ----. linha infraórbito-meática ou linha de FRANKFURT.Vai de uma pupila a outra. 76-) Linha antropológica ----.Vai do násion ao teto do conduto auditivo externo.É um perfil de coluna cérvico-torácica e também utilizada na mielografia cervical e cérvico-torácica. O mesmo que linha horizontal americana ou linha meatoorbitária.Divide o maior plano da mesa em duas metades iguais. 78-) Linha central da estativa ----.VAN ROSEN ----. O mesmo que linha horizontal alemã. 83-) Linha glabelo-alveolar ----. .Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. 74-) Kv ----. 92-) Linha órbito-meática ----.É um AP de face com a boca aberta. Demonstra a zona limite da base do crânio.Vai da glabela ao teto do conduto auditivo externo. para o estudo da posição fetal. O mesmo que LAWRENCE e transtorácica.É um perfil de braço com oraio central atravessando o tórax. linha infra-órbito-meática ou linha antropológica. 79-) Linha central da mesa ----. .É o fator radiográfico responsável pela penetração dos raios-X.TRANSAXILAR ----. 75-) Linha acântion meatal ----.Linha que vai do palato duro até o bordo póstero-superior do buraco occipital. linha infra-órbitomeática ou linha de FRANKFURT. linha antropológica ou linha de FRANKFURT. 87-) Linha infra-órbito-meática ----. 82-) Linha de FRANKFURT ----.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. 88-) Linha inter-orbitária ----. 1 Kv representa 1000 vezes 1 volt. 86-) Linha horizontal americana ----.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo.TWINING ----.É uma semi-axial para face.É um AP de face.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo. 93-) Linha de RHEESE ----. O mesmo que LAWRENCE e transaxilar.linha que passa verticalmente pelo centro do conduto auditivo externo. 90-) Linha meato-orbitária ----. . .É uma semi-axial de crânio para o estudo dos seios esfenoidais.Linha que divide o plano da estativa em duas metades iguais.É um perfil de braço com o raio central atravessando o tórax. Coincide com a linha inter-orbitária.Corresponde a um AP para articulação coxo-femural com os fêmures quase em perfil.É uma axial de pelve feminina.WATERS ----. .VÉRTICO-BUCAL ----. .- STENVERS ----. 80-) Linha de CHAMBERLAIN ----. mais específica para fossa posterior craniana. 81-) Linha de CLÍVUS ----. 73-) Índice de grade ----.Vai do bordo superior externo da órbita ao conduto auditivo externo do lado oposto.TRANSMAXILAR ----.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. O mesmo que linha meato orbitária ou linha órbitomeática.Linha que passa pelo bordo posterior do clívus e se curva com uma linha que passa pelo processo clinóide posterior e vai até o násion. TOWNER ----. O mesmo que linha horizontal alemã. . 77-) Linha auricular ----. THOMS ----. 84-) linha glabelo-meatal ----.TRANSTORÁCICA ----. O mesmo que linha horizontal alemã. principalmente para o estudo do macisso facial. O mesmo que linha antropológica.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. Utilizada no estudo dos ossos da face. . .Vai da glabela ( frontal ) até a região alveolar do maxilar superior. .É a relação existente entre a altura das lamínulas da grade antidifusora e a distância entre elas. para o estudo das primeiras vértebras cervicais.É um AP de crânio.

. 104-) Miliamperagem ----. 98-) mAs ----. 95-) Lordose ----.Desvio anterior da coluna vertebral.Mesa onde se liga o aparelho e se gradua os fatores radiológicos : mA. . 117-) Radiografia flou ----. É o resultado da multiplicação do mA pelo tempo de exposição. 112-) Proximal ----.Coincide com a linha antropológica.Placas para limitar no filme o campo a ser radiografado. 114-) Radiação secundária ou espalhada ----. O mesmo que plano horizontal alemão ou plano antropológico.É uma apnéia inspiratória.É o fator radiológico que representa a miliamperagem que penetra na ampola de raios-X.Coincide com a linha horizontal americana.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos divide o corpo em anterior e posterior.Coincide com a linha de FRANKFURT.O mesmo que de pé ou em bipedestação. forçando a expulsão do ar com a glote fechada. . O mesmo que plano horizontal alemão ou plano de FRANKFURT.Dispositivo com luz fluorescente ou branca para a visualização de radiografias. . Apresenta ponto de fusão mais baixo do que o tungstênio.Divide o corpo em duas metades ( direita e esquerda ). . divide a cabeça em anterior e posterior.Sem detalhe.Coincide com a linha horizontal alemã. 100-) Manobra de VALSALVA ----.O mesmo que “material a base de chumbo”. 97-) mA ----. Utilizado no posicionamento para buraco ótico.É o resultado da reflexão ou refração da radiação primária.É o fator radiológico que representa a quantidade de raios-X.Geralmente a causa é pouco Kv ( penetração ). Coincide com o plano biauricular ou coronário. . 111-) Potter-bucky ----. 105-) Molibidênio ----.Vai do bordo superior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. 108-) Placas de chumbo ----.Representação gráfica e estática num filme de raios-X de uma determinada região a ser examinada. O mesmo que plano meato-orbitário. Normalmente por mau contato de ecram.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos divide o corpo em anterior e posterior. . 102-) Mesa de comando ----. T e Kv 103-) Mesa de exame ----.Plano mediano sagital ----. forçando a expulsão do ar com a glote fechada. . é a que esta mais próxima do crânio.Os diferentes planos anatômicos servem como ponto de referência para a execução de radiografias. .Plano de FRANKFURT ----. 109-) Planos ( de ) : ----.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos.É uma apnéia expiratória.Imagens “flou” em determinadas regiões do filme que se repetem no mesmo lugar do chassis em outras radiografias. Coincide com o plano coronário ou biauricular. 113-) Radiação primária ou direta ----.O mesmo que mA.Plano de RHEESE ----.Plano coronário ----. 96-) Luvas plumbíferas ----. 116-) Radiografia cinza ----. movimento do paciente.Geralmente quando teve excesso de Kv nos fatores radiológicos. . sem chocar-se com nenhum anteparo.Plano horizontal alemão ----. 110-) Plumbífero ----. Coincide com o plano frontal ou coronário. 115-) Radiografia ----. 106-) Negatoscópio ----.Plano frontal ----. Representa 1 mA = 1\1000 ampére. Coincide com a linha násion-meatal.Em relação com uma outra extrutura próxima. 95-) Linha trágus-mentoniana ----.Vai do trágus a protuberância mentoniana.94-) Linha supra-órbito-meática ----. .Luvas utilizadas na radioproteção.Plano antropológico ----. a mais utilizada para o estudo do osso temporal.É a que sai diretamente do anódio.Grade antidifusora com mecanismo de movimento durante a exposição.Qualquer plano que passa paralelo ao mediano sagital. O mA é o responsável pelo grau de aquecimento do filamento e pela quantidade de elétrons liberados no catódio. 101-) Mau contato de ecram ----.Local onde se posiciona o paciente para a obtenção de radiografias. compostas de borracha e chumbo em solução.Coincide com a linha de RHEESE. sem definição. 99-) Manobra de MüLLER ----. do foco ou do filme no momento da exposição. O mesmo que plano antropológico ou plano de FRANKFURT.Plano horizontal americano ----.Elemento utilizado para construção de filamento e placa anódica da ampola de raios-X.Plano sagital ----. 107-) Ortostática ----. ou o filme que sofreu velamento químico ou físico. 118-) Radiografia fraca ----.Plano biauricular ----.

CUNHA. En Español.Bibliografia AGFA GEVAERT. 133-) Teste de ABEL ----. Rio de Janeiro. 126-) Região alveolar ----. BRYAN. AZEVEDO FILHO. O mesmo que escanografia. escanograma ou mensuração radiológica dos membros. umidade ou outros agentes. 137-) Tronco ----. geralmente acima de 1.Vidro com chumbo em solução. que normalmente varia entre 110-120. São varias folhas de borracha plumbífera com finalidade de radioproteção. Rio de Janeiro. corresponde a um AP de coluna tóraco-lombar para escoliose. Human anatomy. umidade. EASTMAN KODAK COMPANY. 123-) Radiografia tremida ----. 1975 – Distribuição interna. faz radiografias em série. o foco ou o filme. 220 e as vezes de até 380 volts. F. etc.Aparelho que tem função de transformar a voltagem da rua. 130-) Técnica de faril ----. ANSON. em Kv ( 1000 x 1 volt ). Positioning in radiography. Marilene Monteiro.O filme que sofreu a ação de luz. . 129-) Seriógrafo Aparelho manipulado pelo médico radiologista que. 121-) Radiografia queimada ----. Apresenta alto ponto de fusão ( por volta de 3280º C ) pois a temperatura dentro de uma ampola de raios-X. Luiz Fernando. Glenda J. Noções de técnica radiológica. 120-) Radiografia mofada ----. 1971.É o método de exame radiológico que executa radiografias em planos pré-selecionados pelo operador. 19 . Física e química aplicadas a radiologia. ABREU.( tele. 122-) Radiografia respirada ----.Quando acontece de movimentar no momento da exposição.Acessório acoplado ao seriógrafo. 125-) Radioscopia ----. “distância” ) – São radiografias feitas a maiores distâncias. que associado ao mA obtemos o mAs ( quantidade de raios-X ). A imagem fica sem definição ( flou cinético ). BOISSON. Heinemann.Geralmente por excesso de Kv ( penetração ). 1974 – ( distribuição interna ). 127-) Retificador ----. J. Filmes e princípios de câmara escura ( 1968 ) AMÉRICO. C. IERMN.50m até 2. 1974. através do ecram fluoroscópico. 132-) Tempo de exposição ----.Porção do corpo humano composta pelo tórax e o abdome. Antonio Baião de. 1973.Fator radiológico expresso em segundos ou seus múltiplos.Filme que sofreu ação da umidade. CLARK. Técnica radiológica da face.80m. IERMN. Rio de Janeiro. calor.Quando o paciente respira no momento da exposição. 136-) Transformador ----. Diagnostic radiography.Quando feita com grade antidifusora fixa ou grade potter-bucky que não tenha movimentado na hora da exposição.119-) Radiografia gradeada ----. Técnica radiológica de urgência em membros superiores e inferiores. New York.Filme que sofreu a ação de certas radiações.Válvula com função de transformar a corrente alternada em contínua. 124-) Radiografia velada ----. BLOOM.É o exame radiológico que é responsavel pela mensuração dos membros ( geralmente os membros inferiores ). ( Distribuição interna ). 1964. Inácio Gonçalves da.Onde se implantam os dentes. Examenes radiológicos – Guia para una buena prática clínica nº229. do grego. Colégio americano de radiologia. escanometria. 139-) Velamento ----. 128-) Saia plumbífera ----. Elementos de radiografia. 6ª ed. General eletric. 8th ed. 140-) Vidro plumbífero ----. PASCHOAL. Technique radiography. Coletânea dos temas livres da II jornada de técnica radiológica do IERMN. 1966. Rio de janeiro. 131-) Telerradiografia ----.Técnica em que o paciente fazuma hiperlateralização direita e esquerda do tronco. Carlos. Técnica radiológica de urgência em crânio e face. B. 135-) Tomografia ----. London. com finalidade de radioproteção. 134-) Teste de KNUTSON ----. organização panamericana de la salud e organização mundial de la salud. outras radiações. o paciente. Rio de Janeiro. corresponde a um AP de coluna tóraco-lombar para escoliose. calor. IERMN. IERMN. 1973 ( distribuição interna ). Sueli Ferreira. Morris. para produção da radiação. EEUU. varia entre 2200º e 2800º C. 1973 ( Distribuição interna ). Rio de Janeiro.Técnica em que o paciente faz uma hiperflexão e uma hiperextensão do tronco. 2th ed. London. 12th ed. K. 138-) Tungstênio ----.Representação dinâmica do corpo humano através de um ecram fluoroscópico ou radioscópico. Radiologia do ouvido. 1961.00m e normalmente a 1. IERMN 1974 – ( distribuição interna ).Material que compõem os filamentos catódicos e também a placa anódica.

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