Técnica Radiológica Médica - Luiz Fernando Boisson

Técnica radiológica médica Luiz Fernando BOISSON. Serviço de radiologia do hospital municipal Miguel Couto.

Registro de direitos autorais - B.N. Rio de janeiro. 4º EDIÇÃO revisada e ampliada. 1980

Uma homenagem aos médicos radiologistas do Hospital Municipal Miguel Couto. Dr. Felicio Jahare Dr. Aldo Leite Ribeiro Dr. Paulo Menezes Nogueira Penido Dr. Luiz Alberto Moreira de Souza Dr. Hugo Cordovil Dr. João Carlos Tosin Lopes Dr. Aluisio Pereira

ÍNDICE .
01 - Técnica radiológica. Introdução
Incidência ou projeção. É o conjunto de meios para a obtenção de uma radiografia. Os principais meios que condicionam a obtenção de uma radiografia são: - Fatores radiograficos - Posicionamento - Raio central.

Fatores radiológicos
Os fatores radiológicos básicos são : - mA ( miliampere ) ==> 1/1000 A - Kv ( quilovolt ) ==>1 x 1000 volts - .e ( espessura ) ==>em cm e suas frações - .d ( distancia ) ==>em m e suas frações 1 - mA ( miliampere ) O mA que penetra na ampola é o responsável pelo aquecimento do filamento catódico, que libera os eletrons para chocaren-se no anódio, produzindo os raios-X. A miliamperagem utilizada numa determinada radiografia, associada ao tempo ( segundos e suas frações ) , nos dá o mAs ( miliampere-segundo ) , que representa a quantidade de raios-X. A - Tempo ( t ) ==> O tempo a ser utilizado numa radiografia é proporcional á incidência, aplicada ao exame radiológico. O tempo de exposição dos raios-X coincide com o tempo de aquecimento do catódio ( polo negativo ). B - mAs ( miliampere-segundo ) ==> represente a quantidade de raios-X emitida durante a exposição. O mAs é o responsável pelos contrastes fortes, isto é, o preto e o branco. Obtemos o mAs multiplicando o ma ( miliampere ) pelo t ( tempo ). .mAs = mA x t Exemplos : .mAs = ? .mA = 300 ==> mAs = 300 x 0,5 ==> mAs = 150 t = 0,5 s ________________________________________________________________________________ .mAs =? .mA =200 ==> mAs = 200 x 1,0 ==> mAs = 200 t = 1,0 s ________________________________________________________________________________ .mAs = ? .mA = 100 ==> 100 x 2,0 ==> mAs = 200 t=2s ________________________________________________________________________________ Podemos concluir : Numa mesma unidade de tempo, quanto maior o mA, maior a quantidade de raios-X. Com alta miliamperagem, podemos conseguir grande quantidade de raios-X, com tempo curto. 2 - Kv ( quilovolt ) O Kv ( quilovolt ) representa a velocidade de impacto dos eletrons liberados do catódio ( - ) contra o anódio ( + ) . Quanto maior a quilovoltagem, menor o comprimento de onda e maior a penetração dos raios-X. O Kv é o responsável pelos contrastes intermediários entre o preto e o branco. Podemos obter a quilovoltagem multiplicando a espessura ( e ) da região a ser examinada por 2 ( dois ) e somando uma constante ( k ). Para um mesmo exame a constante pode variar de acordo com o tipo de aparelho. Kv = 2 e + k Exemplos : Kv = ? .e = 20 cm ==> Kv = 2 x 20 + 30 ==> Kv = 70 .k =30 ________________________________________________________________________________ Kv = ? .e = 15 cm ==> 2 x 15 + 60 ==> Kv = 90 t = 60 ________________________________________________________________________________ Kv = 80 .e = 25 cm ==> 80 = 2 x 25 + k ==> k = 30 k=? ________________________________________________________________________________ Kv = 100 .e = ? ==> 100 = 2 x e + 60 ==> e = 20 cm k = 60 3 - e ( espessura )

OAE . Incidências localizadas.Antero-posterior . Pdir . que variam entre 1. Incidências panorâmicas. 4 . que são efetuadas a maiores distancias.Obliqua posterior interna ou medial. Incidências que apresentam como ponto de referência a região do paciente mais próxima do filme : Pesq.R. que poderia não aparecer a um exame radiológico tecnicamente errado. em pacientes politraumatizados. mais próxima do filme. ) Tórax . Normalmente são projeções que utilizam a área total do filme. para termos uma radiografia de padrão semelhante. penetra na região posterior saindo na região anterior. Região posterior direita.Obliqua anterior direita.De acordo com a espessura da região a ser examinada. Mão . puntiforme. com os mesmos fatores. aumentando em muito o detalhe da imagem. Perfil esquerdo ( Pesq. Perfil externo ( Pext ) .0 m De acordo com a lei de Kepler. OAI ou OAM -Oblíqua anterior interna ou medial.Obliqua posterior esquerda.Obliqua anterior externa ou lateral. para evitar que haja superposição do numerador com estruturas importantes para o exame. Exemplo : Radiografia do tórax. mais próxima do filme. Tipos de incidências básicas Incidências que apresentam como ponto de referência a penetração do raio central : AP . Posicionamento É a posição em que o operador coloca o paciente para obtenção de uma determinada incidência. mais próxima do filme. mais próxima do filme. além da espessura. Exemplo : Fratura no terço distal da perna. antebraço. o único que não é obliquo. pois utilizam diafragmação ou colimação. Como regra geral. mais próxima do filme.50 e 2.. pois ás vezes. Região interna ou medial. que utilizam a diafragmação somente para o tamanho do filme. próximo á região que foi radiografada no "spot film". o Kv e o mAs terão que ser ajustados de maneira precisa para obtermos uma radiografia de bom padrão. devemos sempre associar incidências panorâmicas e localizadas.Antero-posterior ( PA ) . Sempre que formos estudar detalhadamente uma região.C. na procura de eventuais fraturas ou luxações. etc. as radiografias devem incluir a articulação tibio-társica. Essas incidências. cilindros. É o número mínimo de radiografias.Perfil externo ou perfil lateral. penetra na região anterior.Obliqua anterior esquerda. pode haver várias entradas de raio central diferentes. coxa e perna. OAE ou OAL . realizado em filmes pequenos. OPI ou OPM . é importante sempre que possível incluir no filme as articulações proximais e distais. Nas radiografias de braço.Obliqua posterior externa ou lateral. O que especifica uma incidência é a penetração do raio central. mais próxima do filme. Região anterior externa ou lateral. É bastante freqüente encontrarmos associada a uma fratura completa de cúbito. AXIAL . isto é. Região posterior interna ou medial. mais próxima do filme. sai perpendicular em relação ao maior eixo da ampola.C. Região externa ou lateral. Região anterior mais próxima do filme. PA . excetuando-se as telerradiografias ( tele do grego : distancia ) . São as incidências pelas quais o radiologista pode incluir na rotina. deve-se sempre utilizar os maiores filmes.R. Obliqua anterior interna ( OAI ) Antebraço . OPD .Perfil direito ou lateral direita. Fazer panorâmica de abdome no estudo dos rins ou vesícula. ) Incidências complementares. Região direita do paciente mais próxima do filme. perna. Região anterior direita. mais próxima do filme. Região anterior interna ou medial. ou Pmed . Região anterior esquerda. OPE ou OPL .Póstero-anterior . deve-se sempre incluir a articulação mais próxima do local afetado. com a finalidade de filtrar a radiação secundaria. Incidências de rotina. nunca devemos realizar um exame radiológico somente com incidências localizadas.Perfil interno ou perfil medial. .Postero-anterior ( PA ) . mais próxima do filme. que são as regiões onde estão os ossos mais longos do corpo humano. Região posterior externa ou lateral. OPE . necessário para estudar radiologicamente uma determinada região.Postero-anterior ( PA ) .Obliqua posterior direita. Região esquerda do paciente mais próxima do filme.. saindo na região posterior mais próxima do filme. crânio. proporcional. abdome simples.d ( distancia ) A distancia foco-filme para a maioria dos exames radiológicos é de 1 m. Quando isso não for possível. Pint. pode haver uma patologia. A identificação deve ser colocada numa região que não sofreu exposição. apresentam uma melhor definição da imagem. Pext ou Plat . A espessura entra na fórmula para a obtenção do Kv : Kv = 2 e + k Há uma certa padronização do mAs para cada região do corpo humano a ser examinada.Raio central percorre internamente o maior eixo da região a ser examinada. Perfil interno ( Pint. se dobramos a distancia foco-filme. luxação da cabeça do rádio. Exemplo : Fazer panorâmicas do crânio no estudo radiologico do osso temporal ou da sela turca. Exemplos : Perna . mais próxima do filme. Escolha de filmes. teremos que quadruplicar a densidade da radiação. como acontece normalmente nas radiografias de coxa e perna.Rotina : Antero-posterior ( AP ) . Raio central É o feixe de raios-X. Região posterior esquerda. pois num mesmo posicionamento. São radiografias de grandes áreas anatômicas. Como regra geral. também chamadas "spot film" ( to spot = localizar ) .Perfil esquerdo ou lateral esquerda. cones e outros localizadores. OAD . que fugiria assim á percepção do radiologista. á densidade da região. com a finalidade de esclarecer uma hipótese diagnostica.

poderá superpor estruturas de grande importância no estudo radiológico do crânio. ) . PA / AP / Pint. Hirtz ( H ) Identificação das radiografias Identificação é colocar o numerador de maneira que apareça na radiografia. 02 . Devemos seguir como norma que o numerador sempre caia no lado esquerdo quando a radiografia em posição de observação. passa a não Ter tanta importância. pois se o numerador for colocado num espaço vazio por trás da coluna. Mento-naso ( MN ) Complementares : Perfil esquerdo ( Pesq. PA / Pint. numero de registro do paciente no hospital ou no serviço de radiologia e se possível as iniciais do nome do paciente. como é feito no estudo da cervical. superpondo-se então com a mandíbula. Obliqua posterior interna ( OPI ) ________________________________________________________________________________ Seios da face . que tornará o exame radiológico sem efeito. Quando está em PA. / Pext / OAI / OAE / OPI /OPE Incidências de rotina. O ato de conferir a identificação deve exigir grande atenção por parte do operador. Colocação do numerador. Quando for o caso de duas incidências localizadas num mesmo filme. A colocação do numerador nas incidências obliquas acompanha a mesma convenção da antero-posterior ( AP ) e postero-anterior ( PA ). Dedo ( quirodáctilo ). ou Pext / OAI / OAE PA O dedo deve ficar estendido com a sua região anterior apoiada sobre o chassis. uma 5º dedo – Auricular ou mínimo  falange média ou 2ª falange e uma falange distal ou 3ª falange. Essa superposição deve ser aceita. de maneira que a região palmar fica voltada para frente. que possam se superpor a imagem radiográfica. pois neste caso deixa de existir o lado direito e esquerdo e sim o anterior ou ventral e o posterior ou dorsal. também indicará a região do chassis onde se colocará o numerador. com a data do exame. a colocação do numerador no lado direito ou esquerdo. . 2º dedo – índex ou indicador  Apresentam uma 3º dedo – Médio  falange proximal 4º dedo – Anular  ou 1ª falange. o numerador acompanha a inversão do posicionamento. número de registro e as iniciais. Há uma convenção. Incidências. A identificação nunca deve sobrepor estruturas importantes ao exame radiológico e deve sempre aparecer totalmente no campo radiográfico. Nas incidências em perfil. Nos exemplos citados o numerador será colocado com a face anterior voltada para o filme. em ambos quando colocado ao chassis. Há certas incidências que a identificação tem que ser de maneira atípica : Exemplos : Perfil de crânio com paciente em heme-decubito-lateral : Deve ser colocado ao nível da região mentoniana. Nesse caso. Quando o paciente está em AP o numerador é colocado de maneira que se consiga ler a data . É importante referirmos que a posição anatomica do corpo humano. Paciente de pé ==> parte mais alta do chassis Paciente sentado ==> no lado do chassis Paciente deitado ==> parte mais baixa do chassis Quando a radiografia é colocada no negatoscópio a imagem do numerador deve estar colocada á esquerda do observador. deve Ter uma identificação que especifique esses lados.Rotina : Fronto-naso ( FN ) . pois uma radiografia com numeração errada representa uma grave falha. sempre no lado direito do paciente. não mais conseguimos ler a data. de importância secundaria. não irá aparecer na imagem por causa da alta quilovoltagem utilizada nessas radiografias. A posição do doente. que estabelece a colocação do numerador. Retirar anéis ou outros adornos. Dedo ( 2º ao 5º Quirodáctilo ) Estudo radiológico – 2º ao 5º quirodáctilo. Se for colocado próximo a qualquer um dos três vértices restantes do filme. número de registro e iniciais. coloca os membros superiores em supinação. superpondo-se com alguma parte da região anterior do tórax ou abdome. 1º dedo – polegar – apresenta uma falange proximal ou 1ª falange e uma distal ou 2ª falange. nesse caso.Complementares : Obliqua posterior externa ( OPE ) . estudando os lados direito e esquerdo de alguma região. Exemplo : OAD ( obliqua anterior direita ) de tórax em posição ortostática : Será colocado na região superior direita do chassis com sua frente voltada para o filme.Membro superior. Perfil de colunas torácicas e lombar em posição ortostática : Deve ser colocado na parte superior do chassis.

Raio central perpendicular. ou na cabeça da 1ª falange. Polegar ( 1º Quirodáctilo ) ESTUDO RADIOLÓGICO DO 1º DEDO ( POLEGAR ) O polegar. Incidências de rotina PA / Pext / OPI / OPE PA Podemos obter o PA do polegar de duas maneiras : A-) Apoiamos a região anterior do dedo no chassis. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. Pint ou Pext Utilizar o Pint ou o Pext vai depender da posição que for mais cômoda para o paciente e em segundo plano a que aproximar mais o dedo do filme. se apresenta implantado na mão de maneira obliqua.O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa. como em imobilizações ortopédicas. devem ficar apoiados. Raio central perpendicular. separando os espaços inter-articulares. apresenta dificuldade nesse posicionamento. OPI e OPE Somente utilizamos as obliquas posteriores quando o paciente apresenta qualquer tipo de alteração que o obrigue a manter os dedos numa certa flexão. Obliqüidade de aproximadamente 45º entre o dedo e o chassis. B-) Colocar a mão em posição lateral. entrará na concavidade. para evitar a superposição. enquanto a interna fica erguida. Incidências PA / AP / Pint / Pext / OPI / OPE /OAI / OAE . de maneira que o polegar fique em PA. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange ou proximal. isto é. AP Região posterior ou dorsal do dedo. respectivamente. essas incidências devem participar da rotina. junto aos outros dedos. Os dedos. sem ficar em posição incômoda. quadros reumáticos avançados. OAE Região anterior externa do dedo mais próxima do filme. Para isso. OAI Região anterior interna do dedo. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange ( proximal ). OAI E OAE As projeções obliquas. por ser o responsável pelo exercício de pinçar. Por isso deve utilizar sua outra mão para manter o lado a ser examinado fixo e os dedos fletidos. a região externa da mão fica mais próxima do filme. cirúrgicas. É de grande importância a inclusão na radiografia do 1º metacarpiano em sua totalidade. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 2ª falange ou na cabeça da 1ª falange. qualquer uma das duas pode participar da rotina. Raio central perpendicular. a região do 5º dedo. apoiados sobre a mesa e chassis. apresentam grande importância nas suspeitas de fraturas articulares e como sabemos da grande freqüência dessas fraturas ao nível dos dedos. fletidos ao máximo. colocar um apoio radiotransparente sob o polegar. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange. enquanto o outro lado fica mais afastado. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. Estas incidências podem ser realizadas com a região interna ou externa da mão e antebraço apoiados sobre a mesa e chassis. entre o dedo e o chassis. 5º metacarpiano e cúbital. A OAI e OAE são as que apresentam maior facilidade de posicionamento. por isso. Esta incidência só deve ser utilizada nos casos de controle de fratura ou luxação onde a imobilização deve ser feita com a falange em posição anatômica de repouso. etc. Normalmente. O dedo que vai ser radiografado deve ficar estendido e os outros. com uma pequena flexão. Obliqüidade de aproximadamente 45º. em proporção com as obliquas posteriores. Raio central perpendicular. . O raio central então. Se houver dificuldade do paciente manter essa posição. Esta projeção apresenta a desvantagem de não apresentar totalmente o 1º metacarpiano na imagem. o paciente com uma contusão. a mão e o antebraço devem ficar em linha. dependendo se for o perfil interno ou o perfil externo. por isso seu estudo radiológico se dá de maneira diferente. mais próxima do filme. penetrando na articulação metacarpo-falangeana. de maneira que possa apoiar a mão sobre o chassis. apoiado sobre o chassis. Raio central perpendicular. que deverá estar colocado numa das extremidades da mesa. por causa das freqüentes fraturas de sua base ( fratura de BENNETT ) Raio central perpendicular. os objetos. Raio central perpendicular. de uma maneira geral. Para isso.

. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. Raio central perpendicular. Esta projeção apresenta a desvantagem de não apresentar com boa definição o 1º metacarpiano. deve ser de aproximadamente 45º . Para fixar o posicionamento e melhorar a demonstração de 1º metacarpiano. deve tracionar os quatro dedos para trás. 3º metacarpiano e antebraço devem ficar em linha. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. Essas incidências entram na rotina para polegar. Raio central perpendicular. girando a região do polegar. de maneira que possa apoiar a mão sobre o chassis. até que o seu dorso fique apoiado no chassis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. Raio central perpendicular. pela maior facilidade de posicionamento. AP ou PALMO-DORSAL Região posterior da mão. forçar uma rotação interna do polegar ( OAE ) e outra externa ( OAI ). Obliqüidade dedo-chassis de aproximadamente 45º Raio central perpendicular na 1ª articulação metacarpo-falangeana. pulseiras ou outros adornos que possam aparecer na imagem radiográfica. colocá-la em concha. com a outra mão. METACARPO. Estudo radiológico Incidências PA / AP / Pint com flexão e com extensão / Pext / OAI / OAE / OPI / OPE Incidências de rotina PA / OAI PA ou DORSO-PALMAR A região anterior ou palmar deve ficar apoiada sobre o chassis. Para fixar o posicionamento deve-se colocar um apoio radiotransparente sob a região dorsal interna da mão. para obter um maior detalhe. B-) girar a mão em supinação máxima até que a região posterior do polegar fique em contato com o chassis. antebraço e braço devem ficar apoiados sobre o chassis e a mesa. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. Retirar anéis. FALANGES. sem ficar em posição incômoda. podendo-se utilizar um filme 18x24cm. OPI e OPE A partir do posicionamento em PA ( A ) de polegar. até que a região posterior do polegar fique em contato com o chassis. OAI e OAE A partir do posicionamento em PA ( A ). FATORES. apoiados sobre a mesa e o chassis. penetrando a 3ª articulação metacarpo-falangeana.03 / fino / 1m / não / 18x24 Mão – A mão é composta por três grupos ósseos distintos : OSSOS DO CARPO. NOTA As radiografias de rotina para dedo. penetrando ao nível da 3ª articulação metacarpo-falangeana ( na grande prega transversal da mão ). girar a mão para dentro ( OPI ) e girar a mão para fora ( OPE ) . O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa. Raio central perpendicular. ou qualquer condição patológica na região posterior. Pext Com a mão em PA. mais cômodo para o paciente. O 3º dedo. Obliqüidade dedo-chassis. Esta incidência deve ser utilizada nos casos em que haja uma certa flexão de qualquer uma das articulações da mão. O polegar deve ficar apoiado sobre um anteparo radiotransparente para fixar o posicionamento. o paciente. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. devem ser em número de quatro. suavemente para dentro.AP Podemos obter o AP do polegar de duas maneiras : A-) girar a mão em pronação máxima. Para conseguirmos um perfil rigoroso devemos colocar o braço fazendo um ângulo de 90º com o antebraço. É o posicionamento em perfil. dividido com placas de chumbo ou por colimação.05s / fino / 1m / não / 24x30 Pint em extensão A região interna da mão. apoiada sobre o chassis. Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 38 / 3 / 100 / 0. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. que seja necessário aproximar mais do filme. Pint Girar a mão em supinação.

com a região medial da mão e antebraço mais afastadas. penetrando de maneira que passe pela 3ª articulação metacarpo-falangeana. Esta projeção pode ser importante em qualquer condição patológica situada próximo a região externa da mão. Obliqüidade mão-filme de 45º. Pela maior dificuldade de posicionamento. . É usada para demonstrar o deslocamento para diante ou para trás. fazemos sem o ecram. Obliqüidade mão-filme de 45º. Raio central perpendicular. O perfil sempre deve ser rigoroso. descansando sobre a mesa. Raio central perpendicular. com os dedos ligeiramente flexionados. teremos um melhor estudo das regiões articulares e evitaremos que o paciente venha repetir o exame com suspeita de uma patologia. Desta posição girar medialmente. penetrando na 2ª articulação metacarpo-falangeana. para que possa aproximar da mesa o seu braço e antebraço. devemos fazer de rotina o "PA" e o "perfil" em extensão. O polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. Para manter este posicionamento é necessário utilizar um apoio radiotransparente na região medial da mão. que é a diminuição do espaço articular. B-) Aumentarmos 5 Kv em todas as incidências e realizarmos uma revelação manual rápida. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa. devemos Ter o cuidado de estender bem os dedos. que poderá ser o interno ( medial ) ou externo ( lateral ). 2-) partes moles Quando nos interessa o estudo das partes moles. O polegar pode ficar algo afastado da região palmar. Pint com flexão Esta incidência é feita com os dedos relaxados. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. de maneira que o antebraço faça um ângulo de 90º com o braço. Qual dos dois perfis será definido. o polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. envolvendo o filme num papel radiopaco a luz. de maneira que toda a sua região anterior fique em contato com o chassis. penetrando na 2ª articulação metacarpo-falangeana. que se deseje aproximar do filme para um maior detalhe. através da maior aproximação do corpo estranho em relação ao filme. Raio central perpendicular. estas projeções só devem ser utilizadas em condições especiais como por exemplo em pacientes politraumatizados. em fraturas dos metacarpianos. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. passando ao nível da 3ª articulação metacarpo-falangeana. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. O polegar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a região palmar. 3-) Radiografia sem ecram reforçador Quando desejamos obter o máximo de detalhe numa radiografia de mão. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. Raio central perpendicular. de maneira que o arco natural da mão seja mantido. No perfil externo. Obliqüidade mão-filme de 45º. O paciente deve ficar sentado num plano baixo.05s / fino / 1m / não / 24x30 Mão ( corpo estranho ) NOTAS GERAIS 1-) corpo estranho Quando a indicação é corpo estranho.O polegar deve ficar paralelo. OAE Região anterior externa. No perfil interno em extensão. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 36 / 8 / 100 / 0. quando virmos que a posição do seu corpo facilita o posicionamento. temos duas técnicas : A-) Retirar 3 Kv no PA e obliquas de mão e 5 Kv no perfil em extensão. O paciente coloca a mão sobre o chassis na posição de perfil interno. diferente do posicionamento do perfil já descrito. mais próxima do filme. Tendo esse cuidado. Exemplo : com ecram – 5 mAs / 42 Kv Sem ecram – 100 mAs / 45 Kv 4-) falsa diminuição do espaço articular Quando formos radiografar o "PA" de mão. de modo que suas pontas toquem o chassis. Pext Região externa da mão. aos metacarpianos e ao indicador. para ambos. O antebraço deve ficar em linha com a mão. Raio central perpendicular.08s / fino / 1m / não / 24x30 OAI Região anterior interna mais próxima do filme. Somente nesta obliqua é utilizada na rotina por apresentar excelente definição dos componentes anatômicos da mão. o polegar deve colocar-se sobre a região do 2º metacarpiano e indicador. Raio central perpendicular. principalmente quando a indicação são luxações ou subluxações. medialmente. mais próximas do filme.

de maneira que a região externa ou lateral do punho fique em contato com o chassis. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. igualmente. O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa para o posicionamento ficar mais cômodo. Raio central perpendicular. nos casos de suspeitas de luxações.05s / fino / 1m / não / 24x30 Punho O punho é composto pelos ossos do carpo. P com flexão e P com extensão Com o paciente no mesmo posicionamento de perfil interno de punho. A mão deve ficar em pronação máxima. penetrando ao nível do processo estilóide ( palpável na região mais proximal da tabaqueira anatômica ). Só utilizamos o AP quando queremos aproximar do filme qualquer patologia que se apresente ao nível da região posterior do punho. penetrando no ponto médio da grande prega do punho. C-) Mão em garra – Região palmar encostada no chassis. A mão deve se manter em linha com o antebraço. AP Região posterior do punho. Devemos fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. Estas projeções apresentam grande valor. penetra perpendicular 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. penetrando 1cm abaixo do processo estióide do cúbito. normal e em garra / AP / Pint / Pext / P com flexão / P com extensão / OAI / OAE / OPI / OPE / Desvio cúbital / Desvio radial / Incidência de STECHER / Incidência para canal carpiano Incidências de rotina PA / Pint / OAI / OAE PA Região anterior do punho. a mão em concha. mais próxima do filme. deve fazer uma radiografia com flexão forçada e uma outra com extensão forçada. apresenta um certo afastamento entre o punho e o chassis. mas os ossos do carpo do filme é a mão em concha. Raio central perpendicular. que se apresentam em duas fileiras : Fileira proximal : Escafoide / Semilunar / Piramidal / Pisiforme Fileira distal : Trapézio / Trapezóide / Grande osso / osso ganchoso Estudo radiológico Incidências PA em concha. É muito importante para a aferição da idade óssea a inclusão no filme de todos os grupos ósseos da mão e mais as zonas metafisárias e epifisárias do rádio e cúbito. em garra e mão normal. Podemos utilizar. Para conseguirmos um perfil rigoroso de punho devemos fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. de maneira que suas pontas fiquem em contato com o chassis. O polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. passando ao nível das 3ª articulações metacarpo-falangeanas. O raio central para qualquer uma das três variantes do PA.06s / fino / 1m / não / 18x24 Pint Região medial da mão. Pext Região lateral da mão e punho encostados no chassis. encostada ao chassis e mesa. punho e antebraço apoiadas no chassis e mesa. Deve ser uma exposição em PA comparativa de mão. como no PA. Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Alguns autores acham necessário fazer somente da mão esquerda. Raio central perpendicular.Idade óssea ( mãos e punhos ) A medida da idade óssea do esqueleto pode ser feita através da tabela de GREULICH E PYLE ( 1959 ). no meio do filme. penetrando no processo estilóide do rádio. B-) Mão normal – Região palmar estendida. de maneira que passe ao nível de 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. O polegar deve ficar medialmente paralelo ao 2º metacarpiano e ao indicador. mas os dedos em flexão forçada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 38 / 6 / 100 / 0. pois aproxima totalmente a região anterior do punho ao chassis. Raio central perpendicular. Temos três métodos para realizar o PA : A-) Mão em concha – É o melhor. Esta incidência apresenta uma certa distância entre o punho e o chassis. no ponto médio do punho.

também sem mover com o antebraço ou erguer. Incidência com desvio radial Região anterior do punho em linha com a mão apoiadas sobre o chassis e mesa. penetrando 1cm abaixo do processo do cúbito. OPE Região posterior externa do punho mais próxima do filme. Piramidal. Podemos também colocar um saco de areia sob o chassis. OPI Região posterior interna do punho mais próxima do filme. A mão deve sofrer uma rotação externa de maneira que o polegar fique em linha com o rádio. trapezoide e semilunar. Incidência de STECHER (incidência para escafóide ) O punho deve ficar ajustado sobre o chassis. OAE Região anterior externa do punho mais próxima do filme. . o assoalho do canal carpiano é formado pelo osso semilunar Incidência de GAYNER-HART ( incidência para o canal carpiano ) Região anterior do punho apoiada sobre o chassis. O raio central perpendicular. penetrando 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. piramidal e osso ganchoso. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. Esta projeção apresenta com boa definição o osso escafóide dissociado em quase todas as suas faces articulares. A mão deve sofrer uma rotação interna. de maneira que forme um ângulo de 20º com o plano da mesa. trapezóide ) e outros com menor definição como o semilunar e grande osso. penetrando 1. no centro do punho. Raio central perpendicular. Obliqüidade punho-filme de 45º Esta projeção apresenta a característica de dissociar totalmente o pisiforme. A partir desse posicionamento. hiperestender a mão e o punho e girar levemente no sentido medial.06s / fino / 1m / não / 18x24 Incidência com desvio cúbital ( incidência para escafoide ) Região anterior do punho em linha com a mão apoiadas sobre o chassis e mesa. Raio central perpendicular. trapézio. A outra mão deve auxiliar. como na posição PA com a mão normal. Obliqüidade punho-filme de 45º A imagem dessa projeção obliqua corresponde a OAE de punho. O polegar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a região palmar.06s / fino / 1m / não / 18x24 Canal carpiano É o canal por onde deslizam os tendões dos músculos flexores e os principais feixes vásculo-nervoso da mão. até que a parede lateral do canal carpiano. O chassis deverá estar colocado sobre um plano inclinado de 20º. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do punho. Outros ossos bem demonstrados : trapézio. Para manter o posicionamento. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 38 / 6 / 100 / 0.08s / fino / 1m / não / 18x24 OAI Região anterior interna do punho mais próxima do filme. afastando do chassis qualquer parte da mão e punho. Outros ossos do carpo bem evidenciados. A imagem radiográfica da OAI corresponde a OPE de punho. Obliqüidade punho-filme de 45º A imagem dessa projeção obliqua corresponde a OAI de punho.5cm acima da região do escafóide ( parede medial da tabaqueira anatômica ). no centro do punho. colocar um apoio radiotransparente sob a região palmar. Esta projeção apresenta com boa definição os ossos da parede medial do punho : Pisiforme. osso ganchoso e semilunar. fique em contato com o chassis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 6 / 100 / 0. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do punho. A imagem da OAE corresponde a OPI de punho.50 / 38 / 8 / 100 / 0. Raio central perpendicular. como na anterior. Raio central perpendicular. para manter o posicionamento. penetrando 2cm acima do ponto médio do punho. penetrando 2cm acima do ponto médio do punho. Obliqüidade punho-filme de 45º. A OAI demonstra com boa definição os ossos do carpo mais laterais ( escafóide. podemos colocar um apoio radiotransparente sob a região palmar. Havendo dificuldade de manter o posicionamento. Paredes do canal carpiano Parede lateral : osso escafóide / osso trapézio Parede medial : osso Pisiforme / osso ganchoso Na imagem radiológica.

Esta incidência pode ser utilizada em crianças ou em politraumatizados que estejam em decúbito dorsal. Para conseguirmos um AP rigoroso do antebraço. O raio central penetra na região mais alta do canal. antebraço e punho apoiadas no chassis. para obtenção de um maior detalhe. sem supinar ou pronar a mão. O paciente deve girar o antebraço. reações periostais ou outras lesões ósseas. A articulação do cotovelo também deve fazer um ângulo de 90º. deve haver um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. em bloco. Pext Regiões externas do braço. as vezes. Com o paciente deitado. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa do antebraço apoiadas sobre o chassis. uma perpendicular a outra. medialmente e lateralmente. O rádio está colocado lateralmente no lado do 1º dedo ( polegar ) e o cúbito medialmente no lado do 5º dedo ( auricular ). ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pint AP Região posterior do antebraço. no mínimo. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. com o polegar apoiado no chassis. por isso a necessidade da utilização do cone. de maneira que fique em posição cômoda. de maneira que o braço fique quase totalmente apoiado sobre a mesa. encostada no chassis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 10 / 100 / 0. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho. cotovelo. Obliqüidade antebraço-filme de 45º Estas projeções têm indicação quando o radiologista deseja esclarecer um diagnostico como. os ossos do punho e do antebraço ficam em posição obliqua. normalmente fazemos com uma inclinação média de 15º e 20º. antebraço e punho apoiadas no chassis. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho ( ou no meio do espaço entre o pico do olecrânio e o processo estilóide do rádio ). que as duas articulações ( proximal e distal ) apareçam com boa definição na radiografia.1s / fino / +_70cm / não / 18x24 Antebraço No antebraço encontramos 2 ossos.Raio central com uma inclinação cefálica tal que tangencie o maior comprimento do canal. pois são freqüentes as fraturas de cúbito com luxação da cabeça do rádio ( fratura de MONTEGGIA ). de maneira que forme um ângulo de 90º com o tórax. o pacienta deve sempre sentar próximo a uma das extremidades da mesa. de uma maneira geral as radiografias devem ser feitas com filmes 30x40cm divididos no seu maior eixo. o braço deve ficar voltado para cima. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho ( ou no meio do espaço entre o pico do olecrânio e o processo estilóide do rádio ). Essa inclinação vai variar com o grau de extensão que o paciente consiga obter com a mão. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. com placas de chumbo em duas partes. duas incidências. mas faremos sempre. O paciente deve sentar. É de grande importância para o exame radiológico do antebraço. o rádio e o cúbito.1s / fino / 1m / não / 18x24 NOTAS GERAIS 1-) POSICIONAMENTO Para facilitar os posicionamentos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 10 / 100 / 0. com a mão também posicionada como em perfil interno. . certos traços de fratura. a região palmar deve estar voltada para cima. Raio central perpendicular.08s / fino / 1m / não / 30x40 Pint Regiões internas do braço. que não fiquem bem evidenciadas nas incidências de rotina. Raio central perpendicular. Para conseguirmos um perfil rigoroso. respectivamente. 3-) ROTINA RADIOGRAFICA Pacientes com fortes traumatismos de antebraço nunca devemos forçar os posicionamentos de rotina. cotovelo. 2-) ESCOLHA DO FILME Excetuando-se os braços de crianças. Raio central perpendicular. aproximadamente a 3cm acima do plano do chassis. Raio central perpendicular. A pesquisa de calcificações ao nível do canal é de grande importância. Quando o polegar fica elevado.

1s / fino / 1m / não / 18x24 Circunferência articular do rádio É a região da cabeça do rádio responsável pelos movimentos giratórios da mão ( supinação  rotação externa .Cotovelo Os ossos que entram na articulação do cotovelo são o rádio. Normalmente. Devemos colocar a mão em posição de perfil interno. Obliqüidade cotovelo-filme de 45º. respectivamente. Incidências AP em extensão e flexão / Pint / Pext / OPI / OPE / AXIAL / Incidências de rotina AP em extensão / Pint / AP em extensão Região posterior do braço. não permitindo a extensão. com o olecrânio aparecendo num plano semiaxial. Raio central perpendicular. o cotovelo deve girar em bloco. O ângulo nunca deve ser superior a 30º porque a partir daí não conseguimos uma boa demonstração por causa da distorção de imagem. AP em flexão Região posterior do cotovelo. Raio central perpendicular. apresenta todos os componentes de articulação em visão frontal no seu maior eixo. apresentando o mesmo ângulo de separação entre o braçochassis e antebraço-chassis. apoiada sobre o chassis. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa mais próximas do filme. ou nos casos que esses pacientes consigam estender o braço e antebraço. tem importância no estudo das fraturas articulares.08s / fino / 1m / não / 18x24 Pint Regiões internas do braço. Raio central perpendicular. Com essa angulação retiramos totalmente o olecrânio da fossa olecraniana. Esta projeção deve ser feita de rotina nos casos de pacientes com contusão ao nível do cotovelo. Estas incidências apresentam grande importância nas suspeitas de fraturas articulares. devemos colocar um apoio sob o antebraço. Com a mão em supinação. para manter e facilitar o posicionamento. Pext Regiões externas do braço.08s / fino / 1m / não / 18x24 AXIAL ( incidência de PIERQUIU ) Com o braço flexionado. Havendo necessidade. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 8 / 100 / 0. esses pacientes apresentam a região do cotovelo edemaciada. Raio central perpendicular. O ângulo antebraço-braço de aproximadamente 45º. Esta projeção deve ser feita de rotina nos pacientes de ambulatório onde a indicação clínica não é fratura ou luxação. cúbito e úmero. por apresentar a articulação sob um outro plano. Com o braço para cima. A flexão do antebraço sobre o braço não deve ser forçada e sim o suficiente para aproximar as duas regiões anteriores. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 10 / 100 / 0. penetrando ao nível da prega do cotovelo. A articulação do cotovelo se mantém um pouco fletida. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. Essa incidência pode ser utilizada em crianças ou em politraumatizados. que estejam deitados em decúbito dorsal. Cada um deles faz articulação com os outros dois. num ponto situado a 2cm acima ( em direção distal ) do pico do olecrânio em direção do antebraço. cotovelo e antebraço apoiadas no chassis e mesa. medialmente e lateralmente. Raio central com inclinação cefálica tal que penetre perpendicular ao maior eixo do antebraço. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. pronação  rotação interna ). Esta projeção. cotovelo e antebraço apoiadas sobre o chassis e mesa. que apresentem indicação clínica de fratura ou luxação. penetrando no epicôndilo medial ou epitróclea do úmero. penetrando no epicôndilo lateral do úmero. A AP em flexão apresenta a fossa olecraniana do úmero livre. Raio central perpendicular. apoiar a região posterior do braço sobre o chassis e mesa. Fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. O AP em extensão do cotovelo. cotovelo e antebraço apoiadas sobre o chassis e a mesa. deve fazer um ângulo com o tórax de 90º e a articulação do cotovelo também um ângulo de 90º. .

O braço deve fazer um ângulo de 90º com o tórax e com o antebraço. Raio central perpendicular.08s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA RADIOGRAFIA COMPARATIVA As radiografias de cotovelo em crianças com suspeitas de fraturas são de difícil interpretação.08s / fino / 1m / não / 18x24 Pint É o mesmo posicionamento do perfil interno do cotovelo. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências de rotina AP em extensão / Pint / AP em extensão É o mesmo posicionamento do AP de cotovelo em extensão. Paciente em decúbito dorsal. com a região dorsal da mão apoiada sobre a mesa. Pint (B) Região interna ou medial do braço. É o principal componente da face posterior da articulação do cotovelo. mais próxima do filme. Ângulo braço-antebraço de aproximadamente 45º. por causa dos múltiplos centros de crescimento ósseo. mais próximo do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. Raio central perpendicular. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pint (A) e (b) / Pext (A) e (B) / OPI / OPE Incidências de rotina AP / Pint AP Região posterior do braço. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidência semiaxial Com o cotovelo flexionado. Devemos fazer duas incidências. Só devemos realizar a incidência especifica para olecrânio quando já tivermos feito as incidências de rotina para cotovelo. braço ou cotovelo. sentado ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 8 / 100 / 0. apoiada sobre o chassis ou mesa.Pequenas fraturas ou fissuras dessa região. A radiografia pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. aconselhamos a utilização do efeito anódio. É o maior osso do membro superior. Pint (A) Região interna ou medial do braço. A região palmar deve ficar voltada para cima. Para obtermos um melhor detalhe na imagem. o braço então sofrendo uma rotação interna. que não causam incapacidade funcional. Para obtermos um melhor detalhe. Quando acontecer um caso de duvida na interpretação. Raio central perpendicular. A região palmar deve ficar em contato com a mesa. com o paciente fazendo uma pronação média e outra forçada. apoiar a região posterior dorsal do braço. Só devemos fazer o estudo radiológico especifico para circunferência articular do rádio depois de termos feito as incidências de rotina para cotovelo. devemos utilizar o cone. as vezes tornam-se de difícil diagnostico. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. o úmero. Braço É o braço composto por apenas um osso. 2cm acima do pico do olecrânio em direção do antebraço. Devemos fazer duas projeções. uma outra radiografia do lado sem queixas. Raio central perpendicular. com o paciente fazendo uma pronação média e outra forçada. devemos utilizar o cone. O exame pode ser feito com o pacienta em decúbito dorsal ou em posição ortostática. O braço apresenta um limite de espessura que a radiografia pode ser feita com a grade potter-bucky ou não. Raio central perpendicular. isto é. Olecrânio O olecrânio corresponde a epifise proximal do cúbito. . Pela grande diferença de espessura entre o ombro e o cotovelo. penetrando no epicôndilo lateral. mesmo nas incidências de rotina para antebraço. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. penetrando no meio do espaço entre a articulação escápulo-úmeral e o cotovelo. devemos fazer um estudo comparativo.

necessitamos de incidências especiais. faremos na mesa de exames ou se o caso for muito grave.1s / fino / 1m / sim / 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Raio central A espessura e densidade do ombro são maiores que as do cotovelo. com o seu tórax e braço sobre um anteparo radiotransparente. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. Nunca devemos forçar nenhuma posição. Essas incidências apresentam também grande valor quando as radiografias são para controle de fraturas e o paciente vem ao serviço de raios-x gessado.1s / fino / 1m / não / 30x40 50 / 34 / 10 / 100 / 0. Radiografia da coluna toraco-lombar  Catódio para o lado da coluna lombar e anódio para o lado da coluna torácica. pois é o local onde estatisticamente ocorrem mais fraturas. Para evitar esse problema devemos deixar um espaço de +_4cm entre a articulação do cotovelo e o bordo inferior do filme. A região dorsal da mão deve estar em contato com a mesa. Raio central perpendicular. Os fatores também são identicos ao AP de braço. mais próximas do filme. Colo cirúrgico do úmero A região do terço proximal. então a região do ombro vai receber mais radiação e a densidade da imagem radiografica vai se tornar mais homogênea. Raio central perpendicular. A região palmar deve estar voltada para cima. logo abaixo da cabeça do úmero. OPI e OPE Regiões posterior interna e externa. de maneira que forme um ângulo de 90º com o tórax. Para conseguirmos um perfil rigoroso do colo cirúrgico do úmero. Quando utilizamos este método. Quando o paciente vem ao serviço de radiologia andando e sem outros problemas. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. Radiografia do fêmur  Catódio para o lado da articulação coxo-femural e anódio para o lado do joelho. Um método que pode melhorar essa condição é subirmos com o raio central para a região do terço médio-proximal . Paciente em decúbito dorsal. apoiada sobre o chassis ou mesa. no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. o examinaremos sem retira-lo da maca. Pext (B) Região externa ou lateral do braço. Quando há uma emissão de raios-x. pois poderiamos correr o grande risco de tornar completa uma fratura. 2-) Efeito anódio É o efeito que ocorre na ampola de raios-x. Na radiografia do braço normalmente notamos que a região do cotovelo fica mais penetrada e a região do ombro com pouca penetração. temos que abrir no sentido longitudinal a colimação ao máximo para a radiação preencher todo o filem. o lado do catódio ( negativo ) recebe mais 5% de radiação do que o lado do anódio ( positivo ). recebe o nome de colo cirúrgico. através da distorção da imagem. apoiada sobre a mesa ou chassis. Pext (A) Região externa ou lateral do braço. O chassis deve ser colocado em contato com a região externa do braço. nos arriscando a não incluir o cotovelo na imagem. relacionado com o ângulo de inclinação da pista de choque dos eletrons no anódio. O membro superior a ser estudado deve estar estendido. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext ( incidência transtorácica / contactografia ) Incidências de rotina AP / Transtorácica / AP Posicionamento igual ao AP de braço "panorâmica". Paciente em decúbito dorsal. alomgamos muito o braço. As obliquas de braço são feitas variando-se o grau de rotação interna e externa. Pext ou incidência transtorácica ( incidência de LAWRENCE ) . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 10 / 100 / 0. esta radiografia deve ser feita em posição ortostática. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. Raio central horizontal ao plano da mesa. que deverá estar voltado para cima. modificando em muito o prognóstico para o paciente. ou com qualquer outra imobilização. tentando fazer em supinação ou pronação. perpendicular ao grande plano da mesa.A região palmar em contato com a mesa. Quando vem em maca. Este posicionamento coloca o braço num perfil mais rigoroso que o anterior. O braço deve fazer um ângulo de 90º com o tórax e o antebraço. Raio central perpendicular. EXEMPLOS : Radiografia do braço  Catódio para o lado do ombro e anódio para o lado do cotovelo. penetrando perpendicular ao maior eixo do braço. Com isso.

bastando que se coloque um apoio radiotransparente sob o tronco e braços de maneira que fique num plano mais alto. Esta radiografia deve ser feita preferencialmente com o paciente em posição ortostática. .4s / fino / 1m / sim / 18x24 AXIAL – supero-inferior Chassis o mais próximo possível da regiào axilar. mais proxíma do filme. basta aproximarmos a maca. cotovelo fazendo um ângulo de 90º e o antebraço e a região palmar apoiados sobre a mesa. de maneira que o antebraço e mão envolvam a cabeça. saindo ao nível do colo cirúrgico do úmero. O paciente deve aproximar a região lateral do lado a ser examinado na estativa vertical com o antebraço também encostado e paralelo ao plano da estativa. quando o paciente não conseguir erguer com muita intensidade o braço mais afastado do filme. de maneira que saia no colo cirúrgico do úmero mais próximo do filme. ampola que não tenha o bloco colimador. Raio central deve penetrar na linha axilar média. Pext em contactografia Região externa do braço a ser examinada mais próxima do filme. que não possam ser retirados da maca. com o braço abdusido ao máximo. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicualr. podemos fazer o exame com grade fixa.0s / fino / 1m / sim / 24x30 CONTACTOGRAFIA É o método de exame que. penetrando no processo coracóide do omoplata. A clavicula. Com a contactografia obtemos um perfil rigoroso do úmero. articula-se com o acrômio do omoplata formando a articulação acrômio-clavicular. com o fim de evitar a absorção excessiva de radiação secundária pelo doente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 40 / 100 / 0. O tubo é colocado em contato quase direto com a pele. Na hora da exposição. Se o serviço de radiologia dispuser de estativa vertical com bucky ou mesa que fique na vertical. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi +_70 / / 180 / 60 / 3. indicada quando o paciente não consegue erguer o braço mais afastado do filme. Paciente deve sentar ao lado de uma das extremidades da mesa. Não devemos forçar nenhuma posição especifica do braço ( rotação externa ou interna ) para não correr o risco de tornar uma fratura incompleta em completa ou outras lesões através dos fragmentos ósseos. Quando apresenta condições de fazer o exame em ortostática ou sentado. se não. 2-) Para pacientes com indicação clínica de bursite. O outro braço deve ficar erguido ao máximo. Para realizar a contactografia. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi +_75 / / 200 / 100 / 2. pois o ideal é aproximarmos o máximo possível o foco do paciente para conseguirmos uma maior ampliação.0s / fino / ampola encostada / sim / 24x30 NOTA 1-) EM DECÚBITO DORSAL Doentes em estado muito grave. é preferivel. as incidências de LAWRENCE e a contactografia poderão ser realizadas com o paciente em decúbito dorsal. obtem-se uma boa definição da estrutura mais próxima do filme e a mais afastada em contato direto com a ampola. Raio central perpendicular. devemos escolher no serviço de raios-x. torna-se bastante ampliada e sem detalhe. 1-) indicação de fraturas ou luxações Incidências AP / AXIAL ( supero-inferior / infero-superior ) Incidências de rotina AP / AXIAL infero-superior / Ombro ( articulação Escápulo-umeral para fraturas ou luxações ) AP Região posterior do ombro. A incidência transtorácica permite obtermos um perfil rigoroso do úmero. pois evita que deite sobre a região com uma possível fratura. por isso é conveniente empregar um filtro de aluminio de 2mm de espessura. através da técnica de contato. penetrando ao nível do terço proximal do braço mais afastado. mais próxima do filme. colocada entre a região medial superior do braço e região lateral superior do tórax.Região externa do braço. Raio central perpendicular ou com inclinação cefálica de 5º. sentado ou em decúbito dorsal. Ombro ( articulação Escápulo-umeral ) É a articulação que se dá entre a cabeça do úmero e a cavidade glenóide do omoplata. o paciente deve inspirar lentamente pois através do flou-cinético conseguiremos apagar a imagem dos arcos costais. através da sua extremidade acromial. Essa radiografia deve ser feita preferencialmente com o paciente em posição ortostática ou sentado. O ESTUDO RADIOLOGICO DEVE SER DIVIDIDO EM DUAS PARTES : 1-) Para pacientes com indicação clinica de fraturas ou luxações.

Caso seja uma ilhota óssea. Paciente em posição ortostática. mais próxima do filme. pois a região visualizada como numa incidência lateral. flexionando o cotovelo e colocando o antebraço sob a região lombar. mais próxima do filme. penetrando no processo coracóide do omoplata.Quando possuimos. apoiando o braço doente em qualquer anteparo. com o acrômio coincidindo com o seu ponto central. formando a articulação acrômio-clavicular. o acrômio faz articulação com a extremidade acromial da clavicula. ela acompanha em todos os posicionamentos a mesma região óssea. sua utilização é o ideal nesta radiografia. AP em retroadução Região posterior do ombro. no serviço de radiologia.4s / fino / 1m / sim / 18x24 NOTA 1-) PESQUISA DE CALCIFICAÇÕES ESCAPULARES Normalmente as incidências em AP com supinação e pronação demonstram a grande maioria das clacificações justa articulares do ombro. penetrando no processo coracóide do omoplata. O outro braço deve firmar o chassis. mais próxima do filme. que se coloca de maneira obliqua na região postero-superior do tórax. O membro superior em pronação. O membro superior em extensão faz uma abdução de 90º com o tronco. penetrando no processo coracóide do omoplata. O membro superior deve sofrer uma rotação interna de maneira que a região palmar fique voltada para trás ( em contato com a mesa ). por isso então indicase o AP em abdução e retroadução. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências AP (A) e (B) / Pext / OAE / Incidências de rotina AP (A) / Pext / AP (A) Região postero-superior e lateral do tórax. Nesta projeção o torquiter fica projetado no centro da cabeça do úmero. Através de sua cavidade glenóide faz articulação com a cabeça do úmero. Raio central com uma inclinação tal que penetre no acrômio e saia perpendicular ao maior eixo do chassis. Raio central perpendicular. . Omoplata O omoplata é um osso chato. Paciente em posição ortostática. formando a articulação escapulo-umeral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 40 / 100 / 0. Superiormente. normalmente não conseguem fazer este posicionamento. O membro superior deve sofrer uma rotação externa de maneira que a região palmar fique voltada para a frente. mais próxima do filme. chassis curvo. As incidências axiais apresentam extrema importância nas fraturas e luxações. mais próxima do filme. Esta projeção dissocia o troquiter do úmero. podendo fazer também em decúbito dorsal. AP em pronação Região posterior do ombro. Os pacientes que se apresentam em quadro agudo de bursite. Raio central perpendicular.12s / fino / 1m / não / 18x24 INDICAÇÃO DE BURSITE ( PERITENDINITE CALCAREA ) Incidências AP em supinação / AP em pronação / AP em abdução / AP em retro-adução Incidências de rotina AP em supinação / AP em pronação / AP em supinação Região posterior do ombro. Raio central perpendicular. de maneira que não se movimente na hora da exposição. Raio central com uma inclinação tal que penetre na região axilar e saia no acrômio perpendicular ao chassis. sentado ou em decúbito dorsal. Paciente em posição ortostática. podendo-se ver os deslocamentos anteriores e posteriores dos ossos ou dos fragmentos ósseos. O paciente faz a abdução máxima que conseguir. Raio central perpendicular. AP em abdução Região posterior do ombro. sentado ou em decúbito dorsal. A região palmar deve estar voltada para cima. preferencialmente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 12 / 100 / 0. penetrando no processo coracóide do omoplata. AXIAL – infero-superior Chassis apoiado na região superior do ombro. Paciente em posição ortostática. sentado ou em decúbito dorsal. sentado ou em decúbito dorsal. Algumas vezes fica a duvida se as calcificações são ilhotas dentro do osso. Paciente em posição ortostática ou sentado.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 50 / 100 / 0. sentado ou em hemi-decúbito lateral. Raio central perpendicular. Raio central com uma inclinação cefálica de 20º penetrando no processo coracóide. Assim. isto é. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 30 / 50 / 100 / 0.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Ângulo distal do omoplata O ângulo distal é a região mais inferior do omoplata que as vezes não fica bem demonstrada nas incidências convencionais. Raio central perpendicular. o raio central percorre o seu maior eixo. com o raio central fora do centro da estativa. mais próximas do filme. Na obliqua posterior direita estudamos a cavidade glenóide direita e vice-vesa. AP (B) Região postero-superior e lateral do tórax mais próxima do filme.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Pext Bordo externo ou axilar mais próximo do filme. Processo coracóide do omoplata O processo coracóide é uma projeção óssea em sentido anterior. sentado ou em hemi-decúbito lateral. podendo fazer também em decúbito dorsal. Paciente em posição ortostática. Com este movimento o ângulo distal do omoplata fica totalmente dissociado. penetrando 4cm abaixo do ponto médio da clavicula.5s / fino / 1m / sim / 18x24 OAE Região anterior externa do omoplata mais próxima do filme. mais próximo do filme. conseguindo-se assim um AP de omoplata com pouca superposição. caracteriza-se por ser rasa. Incidências OPD / OPE OPD e OPE Regiões posterior direita e posterior esquerda respectivamente. quando queremos o perfil da escápula direita e vice-vesa. . por causa da superposição do omoplata em quase toda a sua totalidade com os arcos costais. Paciente em obliqua anterior direita. Raio central perpendicular. O membro superior do lado a ser examinado em retro-adução forçada. Paciente em posição ortostática ou sentado. Incidência AP Região postero-superior e lateral do tórax. Obliqüidade paciente-mesa de aproximadamente 45º. Colocar o meio do maior eixo longitudinal do omoplata coincidindo com a linha central da estativa vertical. Cavidade glenóide do omoplata A cavidade glenóide. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 50 / 100 / 0. Supinar e abdusir ligeiramente o membro superior do lado a ser examinado. Obliqüidade paciente-filme de 70º. Paciente em posição ortostática. Incidências para ângulo distal Região lateral do osso. Nas incidências frontais o processo coracóide é visto de uma maneira axial. Raio central perpendicular. penetrando no processo coracóide do omoplata. Quando houver suspeita de fratura ao seu nível. Esta projeção apresenta desvantagem em relação a anterior. O membro superior do lado a ser examinado deve ficar erguido. Raio central perpendicular. A melhor posição é o paciente em ortostática. devemos fazer a incidência axial de ombro "infero-superior" e o AP especifico para processo coracóide. Membro superior do lado a ser examinado em ligeira supinação e abdução. sentado ou em posição ortostática. Deve colocar a mão na cintura e encostar a região anterior do ombro na estativa. a radiografia do omoplata é feita com raios divergentes. zona importante de inserção muscular.Supinar e abdusir ligeiramente o membro superior do lado a ser examinado. Paciente em posição ortostática ou sentado preferencialmente. é o mesmo posicionamento do PA de tórax. envolvendo a cabeça. para articulação escapulo-umeral e omoplata. Os arcos costais são afastados do campo do omoplata. Nas incidências de rotina. penetrando no meio do espaço entre o ângulo distal e proximal do omoplata. penetrando na cabeça do úmero. O braço do lado a ser examinado com ligeira supinação e abdução. nem sempre a fossa articular glenóide aparece com boa definição. com o corpo em perfil. Esses movimentos colocam o maior plano do omoplata paralelo ao filme. de uma maneira geral. Paciente em decúbito dorsal. penetrando 2cm abaixo do ponto médio da espinha do omoplata. mais próxima do filme.

Paciente em posição ortostática.C. direita e esquerda. na altura da articulação e ele mesmo deve firmar o chassis com o outro braço. sentado ou em decúbito dorsal. Paciente em posição ortostática ou sentado. de maneira que. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. mais ou menos 20º cefálicos. AP localizada Região postero-superior e lateral do tórax mais próxima do filme. o filme deve ser colocado no seu ombro. Esta projeção deve entrar na rotina mínima pois com ela temos uma noção exata de posição das duas articulações vistas frontalmente. coloca-se o paciente em obliqua posterior direita até aproximar ao máximo a articulação do filme. coloca-se um apoio sob o tórax e o raio central horizontal. Paciente em posição ortostática. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações acrômio-claviculares. A inclinação podálica dissocia a articulação acrômio-clavicular da cabeça do úmero.comparativa com carga Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme.C. Apresenta movimentos relacionados com os da articulação escapulo-umeral. Com duas exposições. Raio central perpendicular.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Incidências comparativas As incidências cpmparativas para articulação acrômio-clavicular devem ser feitas em filmes 30x40.Para obtermos mais detalhes na imagem radiografica devemos utilizar o cone. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 12 / 100 / 0. AP (C). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. O paciente deve segurar pesos em ambas as mãos de maneira que force as articulações. (B)R. penetrando no ângulo distal do omoplata. penetrando na região axilar. Devemos utilizar o cone para obtermos mais detalhes.3s / fino / cone encostado / sim / 18x24 AXIAL Região superior da articulação em contato com o chassis. pois poderiam causar falsas interpretações. Raio central perpendicular. Raio central com uma inclinação podálica de 10º na articulação. Paciente em posição ortostática ou em decúbito dorsal. devemos Ter o máximo cuidado em não movimentar o paciente. Com o paciente em posição ortostática.4s / fino / 1m / sim / 18x24 Articulação Acrômio-clavicular Encontrada bilateralmente na região mais proximal do membro superior e é onde se dá a articulação da cintura escapular. sentado ou em decúbito dorsal. porção superior-lateral do omoplata e pela extremidade acromial ou lateral da clavicula. (C)Com carga / AP localizada / AXIAL Incidências de rotina AP comparativa (A) / AP localizada / AXIAL / AP (A). Para estudar a articulação direita. AP (B). sentado ou em decúbito dorsal.inclinado. . Raio central perpendicular.comparativa com o raio central perpendicular Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme. Raio central com uma inclinação podálica de 10º penetrando no meio do espaço entre as duas articulações acrômio-claviculares. Esta incidência tem indicação nos casos de suspeita de luxação na articulação.perpendicular. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP comparativa (A)R. Paciente em posição ortostática.comparativa com raio central inclinado Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme. Para estudar a articulação esquerda. em apenas uma exposição demonstre as duas articulações. com os braços ao longo do corpo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 35 / 30 / 100 / 0. O raio central deve entrar com uma inclinação tal que saia perpendicular ao eixo formado pelo acrômio e a clavicula. neste caso. É composta pelo acrômio. fazemos a obliqua posterior esquerda.

O raio central penetra no meio do espaço entre as extremidades acromial e esternal. É composta pela extremidade esternal da clavicula. que se articula com a incisura clavicular do manúbio. Paciente em decúbito dorsal. No adulto. Incidências de rotina AP comparativa e localizada / AXIAL / AP – comparativa Regiões póstero-superiores do tórax mais próximas do filme. podemos fazer somente a localizada. Através de sua extremidade acromial. Paciente em decúbito dorsal. sentado ou em posição ortostática. por causa dos núcleos de crescimento ósseo. Paciente em decúbito ventral. Chassis encostado na região postero-superior do músculo trapézio.4s / fino / 1m / sim / 18x24 e 30x40 AXIAL Região póstero superior do tórax mais próxima do filme. porção superior do esterno. de grande importância para ver deslocamentos de fragmentos nas reduções cirúrgicas. Raio central com inclinação de 20º cefálicos. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências AP comparativa e localizada / PA comparativa e localizada / AXIAL . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 35 / 12 / 100 / 0. A região mentoniana deve ficar em contato com a mesa. penetrando no meio do espaço entre as extremidades acromial e esternal. PA – comparativa e localizada Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. penetrando ao nível do manubio esternal. sair no ponto médio da clavicula. coincidindo com a sua linha central. que corresponde a um perfil de clavicula. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. forma a articulação esternoclavicular. forma a articulação acrômio-clavicular e da sua extremidade esternal. Paciente em hemi-decúbito lateral ou em posição ortostática. Estas incidências não entram na rotina pela maior dificuldade de posicionamento. Raio central com inclinação podálica de 20º. Raio central com inclinação de 20º cefálicos. Devemos colocar um anteparo para que o chassis fique em posição. AP – localizada Região póstero-superior direita ou esquerda do tórax mais próxima do filme. na rotina mínima.A – com o paciente em OAD e OAE Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. Raio central com inclinação cefálica de 20º de maneira que saia perpendicular ao chassis. sentado ou em posição ortostática. A articulação a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. de maneira que o mesmo forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. Na comparativa deve sair no meio do espaço entre as duas claviculas e na localizada. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo.Clavícula A clavicula é um osso longo. podemos indica-las em casos de pacientes que já estejam em PA e que necessitam do exame da clavicula. obliquando o corpo para o lado oposto a ser radiografado. . que as vezes podem se confundir com traços de fratura. Radiografia localizada.12s / fino / 1m / não / 18x24 Articulação Esterno-clavicular Encontrada bilateralmente na região superior da parede anterior do tórax e apresenta movimentos relacionados com as fases respiratorias e com os movimentos dos membros superiores. Paciente em decúbito dorsal. A incidência comparativa de clavicula é obrigatória em crianças e adolescentes. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA : A – com o paciente em OAD e OAE / B – com inclinação lateral do raio central / C – com o raio central perpendicular / Pdir ou Pesq / AXIAL / contactografia / tomografia em PA / Incidências de rotina PA com paciente em OAD e OAE / AXIAL / PA . localizado bilateralmente nas regiões súperoanteriores do tórax. sentado ou em posição ortostática.

fazendo uma lordose forçada. 2-) APNÉIA . incidindo na altura da 4ª vértebra torácica e saindo na articulação a ser examinada.C – com o raio central perpendicular Região ântero-superior do tórax mais próximo do filme. por causa da superposição com a coluna torácica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 40 / 100 / 0. Devemos inclinar a ampola lateralmente de 30º para o lado da articulação a ser examinada. Esta incidência deve participar da rotina pela excelente domonstração radiológica dos componentes articulares. Devem ser executadas duas radiografias. Por causa da posição das lamínulas de chumbo da grade pooter-bucky. Normalmente fazemos a tomografia com o paciente em decúbito ventral na projeção póstero-anterior. que não venha indicado no pedido de exame pelo médico clinico. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 50 / 100 / 0.2s / fino / 1m / não / 18x24 PA . Paciente em posição ortostática ou sentado. de preferencia as duas obliquas num mesmo filme.8s / fino / 1m / sim / 18x24 TOMOGRAFIA O estudo tomográfico é de grande importância no estudo da articulação esterno-clavicular.4s / fino / 1m / sim / 18x24 AXIAL Regiões laterais direita e esquerda da articulação mais próximas do filme. penetrando na altura da 4ª vértebra torácica. Raio central perpendicular. com as mãos cruzadas para trás. se ainda suscitar dúvidas no estudo tomográfico.6s / fino / 1m / sim / 18x24 PA . O estudo radiografico da articulação esterno-clavicular deve ser sempre bilateral ( comparativo ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / -. com inclinação lateral direita e esquerda. Estas incidências apresentam valor nas suspeitas de luxações ao nível da articulação. Paciente em posição ortostática. penetrando na articulação. fazer a tomo em perfil.2s / fino / tomo / sim / 18x24 NOTAS GERAIS 1-) Incidências obliquas A obliquidade do paciente ou do raio central no exame radiológico da articulação esterno-clavicular tem a finalidade de retirar a coluna torácica ( por causa da sua grande densidade ) do campo a ser radiografado. Raio central incide ao nível de T4. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. Com o paciente em perfil direito e esquerdo são feitas duas incidências. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Pesq ou Pdir Região esquerda ou direita da articulação. mais próxima do filme. Raio central incidindo na altura da 4ª vértebra torácica. Paciente em decúbito ventral. Normalmente convenciona-se fazer o perfil esquerdo em qualquer exame radiológico. O braço mais próximo do filme envolve a cabeça e o mais afastado deve forçar o ombro para baixo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 20 / 100 / 0. Raio central perpendicular.B – com inclinação lateral do raio central Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. estas incidências não podem ser feitas com a grade. passando pela articulação e saindo na região axilar. sentado ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 60 / 100 / 0.O paciente em obliqua anterior direita é a posição para o estudo da articulação esquerda e em obliqua anterior esquerda estudamos a articulação direita. Esta incidência não demonstra com boa definição a face articular esternal. Raio central com inclinação podálica de 10º./ 80 / 100 / 0. TOMOGRAFIA EM PA Paciente em decúbito ventral ficando numa posição tal que aproxime o máximo as duas articulações da mesa. Raio central perpendicular. sentado ou em decúbito lateral. O plano ótimo da articulação deverá estar 2cm para dentro da articulação mais próxima da mesa.

pois passamos a chamar de AP as radiografias onde o raio central penetra na região dorsal ( peito do pé ) e PA quando o raio central penetra na região plantar. a contagem dos artelhos se dá de dentro para fora ( o grande dedo ou hálux é o primeiro ). devemos utilizar bolas de algodão entre os dedos próximos ao que vai ser radiografado. para conseguir visualizar os espaços articulares. Um outro apoio deve ser colocado sob o chassis. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo a ser examinado. para facilitar e tornar mais cômodo o posicionamento. mais próxima do filme. até que forme 45º com o plano do filme. Estender os dedos ao máximo. do dedo. OPI Região posterior interna do dedo. Para evitar superposição de falanges. com o corpo em posição anatômica. O raio central deve penetrar no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ( ou na cabeça da 1ª falange ). No pé. para não falsear diminuição do espaço articular. Esta incidência pode ser feita quando o paciente vem em decúbito ventral e não tem condições de modificar a posição. Nas incidências para pé. OPE Região posterior externa do dedo. Fazendo em inspiração máxima e prendendo o ar. Colocar um apoio sob o dorso do pé e joelhos. por isso chamamos de AP a radiografia feita com o dorso da mão mais próximo do filme.As radiografias de articulação acrômio-clavicular. 03 . Estender os dedos ao máximo. escápulo-umeral e omoplata devem ser feitas com o paciente prendendo a respiração ( apnéia ). Estender os dedos ao máximo e colocar bolas de algodão entre os dedos para um melhor estudo radiografico. mais próximas do filme. pois se movimentam nas fases respiratorias. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. Girar o pé para dentro ( OAI ) e para fora ( OAE ). OAI e OAE Regiões anteriores interna e externa. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ( ou na cabeça da 1ª falange ). Para facilitar o posicionamento devemos colocar um apoio sob os joelhos. Artelho ( 1º ao 5º Pododáctilo ) Os dedos do pé apresentam a anatomia das falanges idêntica as falanges da mão. Raio central perpendicular ou com inclinação cefálica de +_10º nos casos em que os artelhos não fiquem paralelos ao plano do chassis. obtemos um melhor contraste para as articulações esterno-claviculares e auxilia na dissociação da clavícula das partes moles e costelas. para ver os espaços articulares. Concluimos que chamaremos sempre de AP ou frontal as projeções que os raios-x penetrem pela frente. Estender os dedos ao máximo. a nomenclatura se confunde. PA Região anterior ( dorsal ) do dedo mais próxima do filme.Membro inferior Sabemos que a posição anatômica do corpo humano se dá com a região palmar voltada para frente. . ficando o maior eixo dos dedos paralelo ao filme. respectivamente. Estender os dedos ao máximo. Utilizar estas incidências quando o paciente em decúbito ventral. pois estas estruturas se movimentam nas fases respiratórias. mais próxima do filme. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo a ser radiografado. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / OPI / OPE / OAI / OAE / Pint / Pext / Incidências de rotina AP / OPI / OPE / AP Região posterior do artelho. Colocar bolas de algodão entre os dedos próximos ao que vai ser radiografado. na mão a contagem se dá de fora para dentro ( o polegar é o primeiro dedo ). penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. Obliqüidade dedo-filme de 45º. Obliqüidade dedo-filme de 45º. 3-) Apnéia inspiratória As radiografias de articulação esterno-clavicular e clavícula devem ser feitas em apnéia. mais próxima do filme.

. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / OPI / OPE / AXIAL (A) e (B) / Incidências de rotina AP / AXIAL (A) / AP Região plantar anterior.6s / fino / 1m / não / 18x24 Radiografia sem ecram. Obliqüidade pé-filme de 30º. do dedo. em posição ortostática ou em decúbito dorsal. fletindo o joelho. Paciente sentado.Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo. colocando o pé em perfil rigoroso. As incidências para sesamóides devem ser feitas com o cone para obtenção de maior detalhe. estendendo o 1º dedo ( ou grande dedo ) e o 2º dedo ao máximo. penetrando ao nível dos sesamóideos ( 1cm abaixo da 1ª articulação metatarso-falangeana ). Sesamóideo ( em forma de grãos de sésamo ). O paciente sentado. penetrando 1cm acima da 1ª articulação metatarso-falangeana. localizados próximos a 1ª articulação metatarso-falangeana. normalmente próximos a uma articulação. mais próxima do filme. o paciente deve auxiliar afastando os dedos que se superponham.8s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Regiãio externa ou lateral do pé. mais próxima do filme. Raio central com uma inclinação podálica tal ( +_30º ). respectivamente. fletindo os joelhos. Paciente sentado. OPI E OPE Regiões posteriores interna e externa. com a região plantar posterior erguida. respectivamente. mais próximas do filme. penetrando 1cm acima da 1ª articulação metatarso-falangeana. Paciente sentado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 34 / 8 / 100 / 0. em relação com a região plantar. Raio central penetra perpendicular. Estas projeções devem ser utilizadas quando houver suspeita de lesão nos sesamóideos que não tenham ficado bem definidas nas de rotina. O paciente em posição ortostática ou sentado. apoiando a região lateral da perna sobre a mesa. também com função de manter o posicionamento do pé.3s / fino / 1m / não / 18x24 Pint e Pext Regiões interna e externa. Com a mão. Para manter a extensão devemos utilizar uma tira de fita adesiva. A melhor maneira de obtermos um perfil do dedo é utilizar filme oclusal ( filme para radiografia de dente ). No pé. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 40 / 36 / 3 / 100 / 0. Raio central perpendicular. AXIAL (A) Região da tuberosidade posterior do calcâneo apoiada no chassis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 41 / 60 / 100 / 0. que percorra o maior eixo dos sesamóideos. Raio central perpendicular. geralmente encontramos dois. A incidência em perfil apresenta valor nas suspeitas de luxações dos sesamóideos. AXIAL (B) Região plantar anterior mais próxima do filme. Raio central perpendicular ou com uma inclinação cefálica de 5º. do pé. O dorso do pé deve ficar em linha com a perna. num plano mais alto do que o chassis. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. em posição ortostática ou em decúbito dorsal. percorrendo o maior eixo dos sesamóideos. São ossos inconstantes e tem a finalidade de reforçar a musculatura a que estão ligados. São núcleos ósseos encontrados na bainha ou na espessura dos tendões. Para isso a região plantar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a mesa. Raio central perpendicular ou com uma inclinação cafálica de 5º. mais próximas do filme. para colocar a região plantar em contato com o chassis.

colocar um apoo para evitar que o chassis caia. e é uma combinação de duas projeções. O raio central deve penetrar perpendicular ao maior eixo do dorso do pé. (B) e (C) / Pint / OPI / OPE / OAI / OAE / Incidências de rotina ANTE-PÉ – DORSO-PLANTAR (AP) / OPI / RETRO-PÉ – DORSO-PLANTAR (AP) / OPI / Pext / Dorso-plantar (AP) – (A) Região plantar em contato com o chassis.falanges : para o estudo radiológico. Estender os dedos do pé. Dorso-plantar (AP) – (B) Região plantar em contato com o chassis. Incidência para ante-pé e retro-pé Região plantar apoiada sobre o chassis. em ortostática ou em decúbito dorsal. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé ( +_15º cefálicos ). Sem o paciente retirar a região plantar do chassis é feita a dorso-plantar. fletindo o joelho de maneira que a região plantar fique apoiada sobre o chassis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 10 / 100 / 0. para evitar superposição de falanges. Dorso-plantar (PA) Região dorsal do pé. . Esta divisão é importante porque para o estudo do retro-pé é necessário mais uma incidência para podermos fazer um bom exame radiografico. normalmente esta inclinação é de 15º. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. Paciente sentado. A incidência para ante-pé e retro-pé mostra as falanges. ossos do tarso anteriores e calcâneo com boa definição. Esta incidência é importante nos casos de pacientes politraumatizados ou que não tenham condições de fletir as pernas. mais próxima do filme. Raio central perpendicular ao maior eixo da região plantar. se for necessário. O raio central deve incidir na 3ª articulação metatarso-tarsiana. Esta incidência é feita com o paciente em posição ortostática. colocando-se um apoio sob os joelhos para tornar mais cômodo o posicionamento. com o raio centra penetrando com 15º podálicos no tendão de aquiles.Fileira anterior : Escafóide / cubóide / 1º cuneiforme ( ou medial ) / 2º cuneiforme ( ou intermediario ) / 3º cuneiforme ( ou lateral ) / METATARSO . logo após.Retro-pé  ossos do tarso. O chassis deve estar num plano pouco mais alto do que a mesa para facilitar o posicionamento.FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 35 / 8 / 100 / 0. Paciente em decúbito dorsal com as pernas estendidas. 5cm acima do plano do chassis.Fileira posterior : Astrágalo e calcâneo . Paciente em decúbito ventral. Pé ( Ante-pé ) Pé O pé é composto por três grupos ósseos distintos : OSSOS DO TARSO .12s / fino / 1m / não / 24x30 AXIAL de calcâneo . O chassis deve ficar perpendicular ao plano da mesa. é feita a axial de calcâneo.Ante-pé  metatarso e falanges. Sempre que possível estender os dedos do pé. penetrando na 3ª articulação metatarso-tarsiana. devemos fazer uma radiografia do outro lado sem queixas. dividimos o pé em : . no mesmo filme.1s / fino / 1m / não / 24x30 Dorso-plantar e planto-dorsal Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 30 / 12 / 100 / 0. pois pode ser uma alteração no desenvolvimento ósseo ( sesamóideo bipartido ou tripartido ) e nesses casos costumam ser bilaterais. a dorso-plantar e a axial de calcâneo. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências DORSO-PLANTAR (AP) (A) E (B) / DORSO-PLANTAR ( AP PARA ANTE-PÉ E RETRO-PÉ PLANTO DORSAL (PA) / Pext (A).8s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Incidências comparativas Quandoa indicação clínica do exame for fratura e aparecer na imagem um traço hipertransparente cortando o sesamóideo. metatarsianos.

Raio central perpendicular ao maior eixo do pé. apesar de fácil posicionamento.(C) Região externa ou lateral do pé. perpendicular no centro do chassis. Esta incidência.(B) Região externa ou lateral do pé. apoiando a região interna da perna na mesa. Paciente em decúbito dorsal. OPE Região posterior ( plantar ) externa. Conhecemos que a obliqua plantar interna está correta quando dissocia totalmente o processo estilóide do 5º metatarsiano. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade do calcâneo. pela maior dificuldade de posicionamento. OAE Região anterior ( dorsal ) externa do pé. mais próxima do filme. penetrando na 2ª articulação metatarso-tarsiana. semelhantes as descritas anteriormente em Pext (B) e (C). Pext . mais próxima do filme. O chassis deve ser colocado verticalmente em contato com a região externa do pé. fletindo o joelho para que a região plantar externa fique em contato com o chassis. e a que dissocia os espaços interósseos dos metatarsionao. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. perpendicular ao centro do chassis. OAI Região anterior ( dorsal ) interna do pé. Paciente sentado. OBS : (A) – Outras incidências em perfil interno podem ser feitas com o raio central horizontal. com um apoio radiotransparente sob a perna. Em relação aos fatores radiograficos. Pint Região interna ou medial do pé. Obliqüidade pé-filme de 45º. mais próxima do filme. Raio central horizontal ao plano da mesa. Apresenta ainda com boa definição os ossos escafóide. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 12 / 100 / 0.Pext . Paciente sentado. mais próxima do dilme. apoiando a face dorsal externa do pé no chassis. mais próxima do filme. devemos fazer o perfil interno ou externo de acordo com a proximidade do objeto. Esta incidência é a obliqua de mais fácil posicionamento. A imagem desta incidência corresponde a OPE de pé. Paciente em posição ortostática. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé ( +_10º cefálicos ). Tentar manter um ângulo de 90º entre o pé e a perna. Pext . Raio central horizontal ao plano da mesa. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. Paciente sentado. em posição ortostática ou também deitado.(A) Região externa ou lateral do pé. mais próxima do filme. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé. mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. . Obliqüidade pé-filme de 45º. Raio central perpendicular. apoiando a face dorsal interna no chassis. Paciente sentado. por isso pertencendo a rotina mínima para retro-pé. Obliqüidade pé-filme de 45º. Esta incidência apresenta com excelente definição os ossos do tarso. em posição ortostática ou também deitado. por isso sem muito valor na rotina de exame. Esta incidência deve ser uitlizada em pacientes politraumatizados. fletindo o joelho para que a região plantar interna fique em contato com o chassis. mais próxima do filme. apoiando a região plantar sobre um anteparo radiotransparente. Raio central perpendicular. penetrando na 4ª articulação metatarso-tarsiana. cubóide e o 3º cuneiforme ou cuneiforme lateral. Obliqüidade pé-filme de 45º. Paciente sentado. Esta projeção não entra na rotina mínima. apresenta uma grande superposição dos ossos do pé.12s / fino / 1m / não / 24x30 Pé ( Retro-pé ) OPI Região posterior ( plantar ) interna. devemos retirar uma média de 5 Kv. (B) – nos casos de corpo estranho. apoiando a região externa da perna sobre a mesa. Paciente em decúbito ventral. penetrando ao nível da 2ª articulação metatarso-tarsiana.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 30 / 12 / 100 / 0. pois para ambas. com função parcial de sustentação do talus ou astragalo. Raio central com uma inclinação de 30º cefálicos penetrando na região plantar posterior. Raio central perpendicular. Calcâneo Incidências Pext / Pint / AXIAL (A) e (B) / Incidências de rotina Pext / AXIAL (A) Pext Região externa ou lateral do pé. aproximadamente 5cm acima do plano do chassis. AXIAL (B) Região plantar anterior e posterior apoiada sobre a mesa e chassis ( mais próximas do filme ). fletindo o joelho. É importante para o radiologista e para o ortopedista a medida dos ângulos talucalcaneano e do arco plantar em radiografias feitas com o paciente pisando com o peso do corpo ( radiografia com carga ). Os raios divergentes auxiliam na dissociação dos espaços interósseos. Normalmente essas alterações estão relacionadas com quadros de hipotonias musculares. mais próxima do filme. Paciente sentado. deve penetrar em ponto coincidente com a região média do pé. As melhores incidências para demonstração do sustentaculum tali são as AXIAIS. Esta projeção entra na rotina. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 10 / 100 / 0. apresentando. Apesar de demonstrar melhor as relações articulares do calcâneo. aproximar ao máximo a região anterior da perna do dorso do pé. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 32 / 10 / 100 / 0. mais próxima do filme. apoiando a região interna da perna sobre a mesa. aproximadamente 5cm acima do plano do chassis. Raio central perpendicular.1s / fino / 1m / não / 18x24 AXIAL (A) Região posterior da perna e da tuberosidade posterior do calcâneo.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Sustentaculum tali O sustentaculum tali é uma projeção óssea na região medial superior do calcâneo. Paciente em posição ortostática ou sentado num plano bem mais alto do que o chassis. . com boa definição a maior parte dos ossos do pé. Paciente sentado ou em decúbito dorsal tracionando o pé em sua direção com uma faixa ou uma toalha. mais próximas do filme. penetrando no corpo do calcâneo. com o joelho fletido.A imagem desta incidência corresponde a da OPI de pé. onde os posicionamentos são semelhantes aos já descritos para Pext de pé. o individuo passa a pisar apoiando toda a extensão da região plantar. OBS : Existem outras maneiras de realizarmos o Pext de calcâneo. penetrando no corpo do calcâneo. por tanto.1s / fino / 1m / não / 24x30 NOTA Raio central Nas incidências para ante-pé e retro-pé não há variação na entrada do raio central. Sem tirar o pé da posição. é a região do calcâneo que mais é suscetivel a fraturas. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. pela maior facilidade de posicionamento. Pint Região interna ou medial do pé. penetrando no processo estilóide do 5º metatarsiano. A região do tendão de aquiles deve coincidir com o centro do chassis. esta incidência não entra na rotina pela maior dificuldade de posicionamento. Estatisticamente. apoiando a região externa da perna sobre a mesa. Raio central com uma inclinação podálica entre 15º e 20º penetrando no tendão de aquiles. Raio central perpendicular. Paciente sentado. Pé plano ( pé chato ) O que caracteriza o pé chato é a grande diminuição do arco plantar.

podemos fazer o paciente pisar sobre dois catálogos de telefone de cada lado e o chassis perpendicular a mesa entre eles. Raio central perpendicular. . mais próximas do filme. Raio central horizontal ao plano da mesa.1s / fino / 1m / não / 24x30 Pint Região interna ou medial do pé. Paciente em posição ortostática. Deve penetrar na 3ª articulação metatarso-tarsiana. Paciente sentado com o joelho fletido apoiando a região externa da perna e do meléolo lateral ou peroneiro sobre a mesa e chassis. Pé fazendo um ângulo de 90º com a perna. em politraumatizados. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. que deverão estar apoiados sobre um anteparo radiotransparente que encaixe no seu centro. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. participando também lateralmente o perôneo e a fíbula. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 12 / 100 / 0. pisando sobre o chassis. que deverá estar em linha com o terceiro dedo. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext / AP Regiões da tuberosidade posterior do calcâneo e tendão de aquiles. pois assim os espaços articulares são melhor demonstrados. perpendicularmente ao chassis. penetrando perpendicularmente no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. no ponto médio da articulação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 10 / 100 / 0. penetrando perpendicular ao meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a tuberosidade posterior do calcâneo. mais próxima do filme. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. Raio central perpendicular. Raio central com uma inclinação tal que penetre perpendicular ao maior eixo do dorso do pé ( +_5º ). mais próxima do filme.12s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Região externa ou lateral da articulação. Nesta incidência vai ser mantida o ângulo entre o astrágalo e o calcâneo. que deverão estar apoiados sobre um anteparo radiotransparente.ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Dorso-plantar (AP) / Pint / Pext / Incidências de rotina Dorso-plantar / Pint / Dorso-plantar (AP) Região plantar em contato com o chassis. Pext Região externa ou lateral do pé. Sempre que possível.1s / fino / 1m / não / 24x30 NOTA Perfil interno Qando não temos um anteparo de madeira especifico para esta incidência. As incidências para pé chato devem ser feitas sempre comparativas. Paciente em posição ortostática. colocando o peso do corpo sobre os pés. mais próxima do filme. devem ser feitas incidências comparativas. penetrando 1cm para cima do maléolo medial ou tibial. com o peso do corpo sobre os pés. Raio central horizontal ao plano da mesa. Também pode chamar-se articulação tíbio-astragalina ou articulação do tornozelo. por isso deve Ter uma determinada penetração para aparecer a fileira posterior do tarso. Articulação tíbio-társica A articulação tíbio-társica é composta principalmente pela tíbia e o astrágalo. Esta incidência pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal e o raio central horizontal. Paciente em posiçào ortostática. para a medida dos ângulos dos dois pés. Esta projeção entra na rotina mínima por aproximar mais a região do arco plantar do filme.

as obliquas com rotação interna e externa devem passar para a rotina radiografica mínima. . Sem movimentar a região posterior do calcâneo. podemos fazer um estudo radiológico especifico. que vai demonstrar o lado lesado e até orientar o ortopedista como colocar o gesso. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. podemos encontrar o lado lesado com espaço maior do que o outro. quem fizer essa tração deve proteger-se contra os raios-x. Raio central perpendicular. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. fazer uma tração em sentido medial. no ponto médio da articulação. Sem movimentar a região posterior do calcâneo.12s / fino / 1m / não / 18x24 Articulação tíbio-társica ( Rupturas ligamentares ) Casos de entorse ao nível da articulação tíbio-társica. no ponto médio da articulação. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. AP com stress medial Região posterior da perna e do calcâneo. Esta incidência demonstra o maléolo tibial dissociado. Raio central perpendicular. penetrando 2cm acima do maléolo peroneiro. Radiografias com stress O termo stress representa uma tração que é feita no momento da exposição aos raios-x. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. mais próxima do filme. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. no ponto médio da articulação. e o astrágalo são iguais mesmo fazendo-se o stress. mais próxima do filme. em politraumatizados. girando a perna lateralmente de aproximadamente 5º. com suspeita de rutura de ligamentos. mais próxima do filme. O terceiro dedo deve ficar em linha com a perna. no ponto médio da articulação. no mesmo posicionamento do AP de tíbiotársica.1s / fino / 1m / não / 18x24 OPI Região posterior interna da articulação. O terceiro dedo deve ficar em linha com a perna. A pessoa que fizer a tração deve proteger-se com avental plumbífero e pegar na região do pé com utilização de luva plumbífera. Esta incidência pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal com o raio central horizontal. OBS : Quando há suspeita de lesão ao nível dos maléolos tibial e peroneiro. fazer uma traçào em sentido lateral. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 28 / 10 / 100 / 0. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP com stress lateral / AP com stress medial AP com stress lateral Região posterior da perna e do calcâneo. Raio central perpendicular. Quando há rutura ligamentar na radiografia com tração. até aproximar a região do meléolo tibial do centro do chassis. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. no mesmo posicionamento do AP de tíbiotársica. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. Paciente sentado ou em decúbito dorsal.Pint Região interna ou medial da articulação. OPE Região posterior externa da articulação. fletindo o joelho. Raio central perpendicular. virando a perna medialmente de aproximadamente 15º. Esta incidência demonstra o maléolo peroneiro dissociado.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Rutura ligamentar Normalmente o espaço compreendido entre as porções mais distais dos maléolos peroneiro e tibial. pois no AP e no perfil a sua face articular para a tíbia não aparece com boa definição. mais próximo do filme. Paciente sentado. penetrando 1cm acima do maléolo tibial.

Em casos que não for possível essa condição. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. mais próxima do filme. colocando o pé em ângulo reto com a perna. apoiando a região dorsla do pé na mesa ou colocando-se um apoio sob os joelhos para facilitar o posicionamento. Raio central perpendicular. de maneira que forme um ângulo de 45º com o filme. Caso não seja possível a inclusão das articulações do joelho e tíbio-társica. Pint Região interna ou medial da perna. OPI Região posterior interna ou medial da perna. Caso não seja possível a inclusão das articulações do joelho e tíbio-társica. de maneira que forme um ângulo de 45º com o filme. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. Devemos utilizar sempre o maior filme possível. o fêmur e a tíbia. Esta projeção tem valor em pacientes gessados ou em politraumatizados. penetrando no meio da perna. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext / AP Região posterior da perna. mais próxima do filme. principalmente com dois ossos. colocando a outra perna na frente da que vai ser examinada. o raio central deve incidir no meio da região a ser examinada. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. como reações medulares. perpendicular ao chassis. OBS : Podemos fazer também o Pext com o raio central horizontal colocando-se o chassis perpendicular a mesa ou maca. o raio central deve penetrar no centro da região da perna a ser examinada. Paciente em decúbito ventral. pois o ideal é sempre incluir as duas articulações ( proximal e distal ) num mesmo filme. por isso apresentando valor nas pesquisas de lesões ao nível deste osso. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. para facilitar o posicionamento. corticais e periostais. Esta incidência apresenta valor em exames de pacientes gessados. girando a perna lateralmente. em ângulo reto com a perna em contato com a mesa e chassis. caso o paciente não tenha condições de ficar em decúbito dorsal. penetrando no centro da região a ser examinada. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. Caso não seja possível incluir as duas articulações no mesmo filme. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. o raio central deve penetrar no centro da região da perna a ser examinada. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. A região externa do pé. mais próxima do filme. OBS : As projeções obliquas são de grande valia nas pesquisas de alterações ósseas. mais próxima do filme. para isso devemos colocar um apoio sob a perna. . PA Região anterior da perna. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. penetrando no centro da região a ser examinada. girando a perna medialmente. ou que não possam ser locomovidos do leito. O plano que vai do grande dedo ao bordo medial da rótula deve ficar perpendicualr a mesa. OPE Região posterior externa ou lateral da perna. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 32 / 16 / 100 / 0. A coxa deve fazer um ângulo de aproximadamente 120º com a perna. Esta incidência dissocia totalmente o perôneo. a tíbia anterior e medial e o perôneo lateralmente. Raio central perpendicular. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal.16s / fino / 1m / não / 30x40 Joelho A articulação do joelho se dá. Pext Região externa ou lateral da perna.Perna Encontramos na perna dois ossos. Paciente em decúbito dorsal ou sentado erguendo a perna. devemos sempre incluir a articulação mais próxima da região onde esta a possível lesão.

Como resultado dessa agressão. se o paciente tiver condições. mais próximas do filme. Esta incidência esta indicada em pacientes que não possam se locomover. mais próxima do filme. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o vértice da rótula e a prega do joelho. Paciente em decúbito dorsal. penetrando ao nível do vértice da rótula. as duas articulações devem ser demonstradas num mesmo filme. mais próxima do filme. Pint Região interna ou madial do joelho. Para retirar a rótula da fossa patelar do fêmur ( espaço entre os dois côndilos anteriormente ). Esta incidência é a melhor para pacientes que apresentem anquilose ( ou ancilose ) do joelho. Esta incidência deve ser comparativa por causa das inúmeras variações da anatomia normal e por causa das patologias bilaterais e das unilaterais. Paciente em decúbito dorsal. que podem predominar no lado direito ou esquerdo. O PA de joelho. pelo tendão do músculo quadríceps. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral. O perôneo ou fíbula não participa da articulação do joelho. OPI e OPE . sentado ou em posição ortostática. para fazer o posicionamento de rotina.6s / fino / 1m / sim / 30x40 60 / 38 / 20 / 100 / 0. mais próxima do filme. envolvida pela sua frente. joelhos e pernas. Chassis colocado perpendicular ao plano da mesa ou leito. Nos casos em que a anquilose mantém o joelho com uma certa flexão. penetrando no ponto médio da grande prega do joelho. para logo após erguer o corpo de maneira a manter a coxa e a perna com ângulações iguais em releção a mesa. ANQUILOSE é a alteraçào patológica que fixa a articulação. Raio central perpendicular. deve ser comparativo. sempre que possível. Reio central perpendicular ou com 5º cefálicos. no centro do filme. o organismo reage com a deposição de tecido de cicatrização e tardiamente. etc. pois esta localizado laterlamente mais abaixo. Raio central perpendicular ou com 5º podálicos. de calcificação. com os pés ligeiramente rodados medialmente.A rótula participa anteriormente da articulação. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA (A) e (B) / Pext (A) e (B) / Pint / OPI / OPE / AXIAL / Incidências de rotina AP / Pext (A) / AP Regiões posteriores das coxas.2s / fino / 1m / não / 30x40 Pext . Paciente inicialmente em decúbito ventral. que vai se fixar na tuberosidade anterior da tíbia.(B) Região externa ou lateral do joelho.(A) Região externa ou lateral do joelho. Pext . mais próximas do filme. ligamentos internos e externos. erguendo o joelho a ser examinado. e para isso deve ser colocado um apoio radiotransparente sob a perna e a coxa. pode fixa-lo com o outro joelho. e facilitar o posicionamento. PA .(B) Região posterior do joelho. penetrando no meio do espaço entre o vértice da rótula e a prega do joelho. com os joelhos apoiados sobre a mesa ou chassis.(A) Regiões anteriores das coxas. PA . erguendo o joelho a ser examinado. numa mesma exposição. joelhos e pernas. O AP de joelho deve ser comparativo. O chassis deve estar colocado verticalmente com o seu maior plano em contato com a região lateral do joelho. esta relacionada com a lesão dos componentes articulares como cartilagem articular. devemos manter um ângulo de 120º entre a coxa e a perna. O paciente em decúbito dorsal. Raio central horizontal ao plano da mesa ou do leito. colocando a outra perna na frente da que vai ser examinada. penetrando no ponto médio da grande perga do joelho. não permitindo movimentos. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 38 / 60 / 100 / 0. isto é. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. e para manter o posicionamento deve ser colocado um apoio radiotransparente sob a coxa e a perna. Esta projeção tem importância nos casos de pacientes que não tenham condições de executar o exame em decúbito dorsal. indicamos esta incidência.

apesar da sua constancia.(B) e (C) Incidências de rotina PA (A) / Pext / PA (A) Região anterior do joelho. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito ventral. Obliqüidade joelho-filme entre 30º e 45º. Paciente em decúbito dorsal. Paciente senteado ou em decúbito dorsal.3cm em sentido medial  OPE . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Paciente em decúbito ventral.3cm em sentido lateral  OPI FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 58 / 38 / 60 / 100 / 0. colocamos um apoio sob o joelho do paciente. mais próximo a uma das extremidades da mesa.2s / fino / 1m / não / 24x30 AXIAL Regiões anterior da coxa e proximal do joelho. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA (A) e (B) / Pext / Pint / OPI / OPE / OAI / OAE / AXIAL (A). O chassis deve ficar sobre a rótula a ser examinada e o raios-x incidir por baixo. As incidências obliquas apresentam grande valor nas suspeitas de fraturas articulares. mais próximas do filme. Raio central incidindo perpendicular infero-superiormente. fletindo as pernas sobre as coxas até que forme um ângulo de aproximadamente 60º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 62 / 40 / 60 / 100 / 0. penetrando ao nível do vértice da rótula. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 64 / 38 / 60 / 100 / 0. saindo no meio da rótula. 2-) Radiografia com raios moles Quando a indicação para o estudo do joelho for artrite ( processo inflamatório na articulação ) devemos fazer além das incidências de rotina. Esta projeção tem valor nas suspeitas de fraturas de rótulas e das proções anteriores dos côndilos femurais. colocando a face anterior da rótula em contato com a mesa.Regiões posteriores interna e externa respectivamente do joelho. costumamos fazer as radiografias com grade. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do joelho. passando pelo dorso do pé. devemos fazer além das radiografias de rotina. Quando o posicionamento se torna incômodo. que compõe a articulação do joelho anteriormente.6s / fino / 1m / sim / 24x30 58 / 38 / 20 / 100 / 0. Raio central com um inclinação tal que percorra paralelamente o espaço entre a rótula e o fêmur. mais próxima do filme. mais próxima do filme. pois esta espessura já apresenta uma quantidade de radiação secundaria suficiente para tirar o detalhe radiografico. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do joelho. O paciente deve manter o posicionamento através de uma faixa ou toalha. Raio central perpendicular. Articula-se com os côndilos femurais medial e lateral. . ( +_20º a 25º cefálicos ). uma incidência em AP de joelhos com o paciente em posição ortostática. um perfil com menos 5 Kv em média. Rótula ( patela ) Ainda considerada por alguns autores como um osso sesámoideo.6s / fino / 1m / sim / 24x30 NOTAS GERAIS 1-) Grade potter-bucky A partir dos 9cm. apoiando as pernas sobre o encosto de uma cadeira ou sobre uma outra mesa.6s / fino / 1m / sim / 18x24 PA (B) Região anterior do joelho. girando a perna medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ). Esta incidência tem valor nos casos de fraturar de rótula. a rótula é um osso curto. mais próximas do filme. 3-) Desvios dos joelhos Quando a indicação do exame radiológico for para desvios dos joelhos ( genovalgo e genovaro ).

cefálicos ). pela margem intercondilar ou incisura intercondilar ou ainda chanfradura intercondiliana. Fazer um ângulo de 120º entre a coxa e a perna. Estas obliquas apresentam grande valor nas suspeitas de lesões ao nível da rótula e devem ser feitas quando o doente consegue apoiar a sua região. Paciente em decúbito dorsal. OBS : A indicação da axial para rótula deve ser cautelosa. respectivamente. com a finalidade de dissociar a rótula. mais próxima do filme.12s / fino / 1m / não / 18x24 Chanfradura intercondiliana Os dois côndilos do fêmur apresentam-se separadamente entre si. da rótula.2s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Região externa ou lateral do joelho. fletindo as pernas sobre as coxas até que se forme um ângulo de aproximadamente 60º. com o próprio paciente fixando o filme. OPI e OPE Regiões posteriores interna e externa respectivamente. Com o raio horizontal ao plano da mesa. modificando em muito o prognostico para o paciente. A região plantar deve estar apoiada na mesa. mais próxima do filme Paciente em decúbito ventral girando o joelho medialmente ( OAI ) e lateralmente ( OAE ). penetrando axial ao maior eixo da rótula. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 52 / 32 / 40 / 100 / 0. passando a outra perna por cima e colocando-se na frente da que vai ser examinada. O paciente deve manter o posicionamento através de uma faixa.4s / fino / 1m / sim / 18x24 OAI e OAE Regiões anteriores interna e externa. AXIAL (C) Região anterior da coxa no seu treço distal. Raio central perpendicular. Estas incidências obliquas devem ser indicadas quando o paciente não tenha condições de apoiar diretamente a rótula sobre a mesa. erguendo o joelho do lado a ser examinado de maneira que forme um ângulo de aproximadamente 120º. Raio central perpendicular. pois se um paciente tem uma fratura incompleta e se excedremos na flexão da perna sobre a coxa poderemos completar esta fratura. Obliqüidade joelho-filme de 45º. Chassis colocado perpendicular ao plano da mesa ou leito. AXIAL (A) Regiões anterior e próximal do joelho. saindo no centro da rótula. O paciente deve sentar e apoiar a coxa e perna sobre um anteparo. apoiadas sobre a mesa.4s / fino / 1m / sim / 18x24 52 / 32 / 40 / 100 / 0. pois o raio central vai penetrar horizontalmente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. Raio central quase que horizontal ao plano da mesa. atrás e embaixo.62 / 40 / 20 / 100 / 0. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o vértice e a base da rótula. Raio central perpendicular. saindo no centro da rótula. O chassis deve ficar perpendicular ao maior eixo da rótula. mais próximas do filme. fazendo um ângulo de 135º entre a coxa e a perna. passando pelo dorso do pé. para que fique num plano mais alto. Paciente sentado. fazendo um ângulo de 60º entre a coxa e a perna. da rótula. deve penetrar percorrendo o maior eixo da rótula. mais próximas do filme. joelho ou perna. que deverá estar perpendicular ao plano da mesa. Paciente em decúbito dorsal. AXIAL (B) Região lateral da coxa. A obliquidade joelho-filme deve ser de 45º. Pint Região interna ou medial do joelho. Raio central com uma inclinação tal que percorra o maior eixo da rótula ( +_20º / 25º. Paciente em decúbito dorsal. toalha ou avental. . para sair perpendicular ao chassis. Paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme. Raio central horizontal ao plano da mesa. girando o joelho medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ). penetrando no meio do espaço entre a base e o vértice da rótula. apoiada sobre a coxa.

mais próxima do filme. Incidências Decúbito dorsal 1. Sem movimentar a perna.PA (A) e (B) Com o paciente em decúbito dorsal ou sentado AP (A) . Sem movimentar a perna. penetrando ao nível da grande prega do joelho. AP (B) . mais próxima do filme. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular ( 90º em relação ao plano da mesa ) em relação ao plano da perna. Raio central perpendicular. 1-) PA (B) Região anterior da perna. A perna deve fazer um ângulo de 120º com a perna. incidindo ao nível da grande prega do joelho. Raio central perpendicular ou com 110º em relação ao plano da perna. mais próxima do filme. ou fazer em decúbito ventral em pacientes que tenham condições de manter o posicionamento.PA (A) e (B) / 2. Região posterior do joelho. OBS : As projeções para chanfradura intercondiliana com o paciente em decúbito dorsal ou sentado. o paciente deve flexionar o joelho de maneira que a coxa faça um ângulo de 160º com a perna. Esta projeção demonstra a margem anterior da chanfradura intercondiliana.AP (A) e (B) Decúbito ventral 1. Raio central com 20º cefálicos ou 70º em relação ao plano da perna. Esta projeção demonstra a margem anterior da chafradura intercondiliana. de maneira que a coxa faça um ângulo de 120º com a perna.Decúbito dorsal. não permitem a devida visualização das margens anterior e posterior da chanfradura. penetrando ao nível da grande prega do joelho. de maneira que a coxa forme um ângulo de 120º com a perna. Para obtermos mais detalhe. Raio central incidindo com 90º em relação ao plano da perna. de maneira que a coxa faça um ângulo de 140º com a perna. O ângulo formado entre a mesa e a coxa é de 40º. pois nas radiografias simples de joelho. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 38 / 60 / 100 / 0. 2-) PA (A) Região anterior da perna. penetrando ao nível do vértice da rótula. o paciente deve flexionar o joelho. A perna deve fazer um ângulo de 120º com a coxa. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. Podemos fazer o exame com o paciente em decúbito dorsal ou sentado. Para o estudo radiográfico da chanfradura intercondiliana é necessário incidências especiais. apresentam a vantagem de ser mais fácil o posicionamento para o paciente e a desvantagem da grande distância objeto-filme e a superposição da rótula. Esta projeção demonstra a margem anterior da chanfradura intercondiliana. Sem movimentar a perna.6s / fino / cilindro encostado / sim / 24x30 . penetrando ao nível da grande prega do joelho. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. mais próxima do filme.Ela é limitada em baixo e aos lados pelas margens dos côndilos e é separada da face poplítea do corpo pela linha intercondilar do fêmur. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 67 / 38 / 60 / 100 / 0. mais próxima do filme. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. devemos utilizar o cilindro de extensão aberto. nos casos de crianças e pessoas idosas. Sem movimentar a perna. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. Região posterior do joelho. 2-) PA (B) Região anterior da perna.6s / fino / cilindro encostado / sim / 24x30 Com o paciente em decúbito ventral Podemos fazer o exame com o paciente em decúbito ventral de duas maneiras : 1-) PA (A) Região anterior da perna. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. Ângulo formado entre a mesa e a coxa é de 20º Raio central perpendicular. mais próxima do filme. o paciente deve flexionar a articulação do joelho.Decúbito dorsal. o paciente deve flexionar o joelho.

AP Região posterior média-distal da coxa. Paciente em decúbito dorsal. OPI e OPE Regiões posterior interna e externa respectivamente do terço médio distal da coxa. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. terço proximal. erguendo a coxa a ser examinada. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. . no seu terço médio distal. Chassis perpendicular ao plano da mesa ou leito. Paciente em decúbito dorsal. Pext (A) Região externa ou lateral da coxa.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Pext (B) Região externa ou lateral da coxa. Esta incidência tem indicação em pacientes que estejam em tração ou em pacientes gessados. mais próxima do filme. erguendo a coxa a ser examinada. no seu terço médio distal. girando a coxa medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ). mais próxima do filme. Chassis perpendicular ao plano da mesa ou leito. penetrando perpendicular ao centro da região a ser examinada. porque somente em raros casos conseguimos inclui-lo em toda sua extensão no filme. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. em contato com a região interna da coxa. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. mais próxima do filme. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. As projeções obliquas apresentam grande valor quando o radiologista deseja esclarecer uma hipótese diagnóstica. principalmente quando a indicação é fratura. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. médio e distal. penetrando perpendicular no centro da região a ser examinada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 20 / 100 / 0. Raio central perpendicular. Incidências Terço médio-distal AP / Pext (A) e (B) / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext (A) / Terço médio proximal AP / Pext (A) e (B) / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext (A) / Terço médio-distal As radiografias do fêmur para terço médio-distal devem incluir obrigatoriamente no filme a articulação do joelho. Esta incidência tem indicação nos pacientes que estejam em tração ou em pacientes gessados. o dividimos em três partes. Para estudo radiológico do fêmur do adulto. mais próxima do filme.2s / fino / 1m / não / 30x40 Pint Região interna ou medial da coxa. passando a outra coxa por cima. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. no seu terço médio distal. Devemos sempre utilizar o maior filme possível para as radiografias do fêmur.Fêmur ( terços médio-distal ) É o único osso da coxa. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. de lesões ósseas ou de partes moles. o maior e mais pesado osso do corpo humano. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. até o joelho da outra perna ficar anterior a região a ser examinada. proximalmente faz a articulação coxo-femural e distalmente a articulação do joelho. em contato com a região externa da coxa. fazendo uma ligeira rotação interna ( medial ) da coxa.

Devemos sempre utilizar os maiores filmes para o exame da coxa. no seu terço médio proximal.8s / fino / 1m / sim / 30x40 OPI Região posterior interna da coxa. OPE Região posterior externa da coxa. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. Raio central perpendicular penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. Esta incidência mostra o grande trocânter dissociado e o colo do fêmur em sua maior extensão. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. no seu terço médio proximal. Paciente em decúbito lateral.8s / fino / 1m / sim / 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Radiografia pré-operatória . Raio central perpendicular.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Fêmur ( terços médio-proximal ) As radiografias do fêmur para terço médio proximal devem incluir obrigatoriamente a articulação coxo-femural. no seu terço médio proximal. aplicando sempre que possível o efeito anódio ( catódio para o lado da articulação coxofemural ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. O bordo superior do chassis deve coincidir com o meio do espaço entre a espinha ilíaca ântero-superior e a crista ilíaca. Pext (B) Região externa ou lateral da coxa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 80 / 100 / 0. mais próxima do filme. Obliqüidade paciente-filme de 60º. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal fazendo uma rotação interna máxima do membro inferior a ser examinado. Raio central com uma inclinação de 10º. quando desejamos o fêmur esquerdo. Com o paciente em obliqua. o meio do maior eixo longitudinal da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada.Raio central perpendicular. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. mais próxima do filme. penetrando no períneo. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa.8s / fino / 1m / sim / 30x40 Pext (A) Região externa ou lateral da coxa no seu terço médio proximal. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. quando desejamos o fêmur direito e em obliqua posterior esquerda. Raio central perpendicular. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. na posição de obliqua posterior direita. fazendo uma rotação externa máxima do membro inferior a ser examinado Esta projeção mostra o pequeno trocânter dissociado e o colo do fêmur num plano semi-axial. fazendo uma ligeira rotação interna da coxa. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. Paciente em hemi-decúbito lateral. AP Região posterior média proximal da coxa.

Esta incidência mostra o colo do fêmur. fazendo uma rotação interna da perna do lado a ser examinado. Esta incidência mostra o colo do fêmur. Raio central horizontal ao plano da mesa. de maneira que o maior eixo do colo do fêmur fique paralelo ao filme. durante o ato cirúrgico. 2-) Paciente gessado Quando radiografamos uma porção espessa dos membros que esteja gessada. O maior eixo longitudinal mediano da coxa a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. podendo aquilatar como será a redução e até corrigir a posição das extremidades fraturadas. devem ser feitas utilizando sempre o maior chassis e posicionando-o de tal maneira a colocar o máximo possível do fêmur na imagem. Esta incidência mostra o colo do fêmur. Raio central perpendicular. Métodos para localização da articulação . O chassis é colocado do lado externo a ser examinado. devemos alterar os fatores. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 39 / 80 / 100 / 0. de maneira que a coxa forme um ângulo de 90º com o tronco. mais próxima do filme. mais próxima do filme. aumentando a quilovoltagem : Gesso seco  + 8Kv Gesso úmido  + 12Kv Colo do fêmur É a porção proximal localizada entre a região intertrocantérea e a cabeça do fêmur. penetrando no centro do maior eixo do colo do fêmur.As radiografias durante o ato cirúrgico. AXIAL (B) Região externa da coxa no seu terço proximal. fazendo uma rotação externa da perna do lado a ser examinado. penetrando no centro do colo do fêmur.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Articulação coxo-femural É a articulação formada entre o osso ilíaco ou coxal através do acetábulo com a cabeça do fêmur. Paciente em decúbito dorsal. com a perna que não vai ser radiografada elevada e apoiada sobre um anteparo.8s / fino / 1m / sim / 24x30 AXIAL (A) Região externa do colo do fêmur. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP com rotação interna e com rotação externa / AXIAL (A) e (B) / AP com rotação interna Região posterior do terço proximal da coxa. onde pode-se ver os deslocamentos anteriores e posteriores. mais próxima do filme. mais próxima do filme. OBS : Esta projeção apresenta importância nos casos cirúrgicos de fraturas de colo do fêmur. penetrando perpendicularmente no centro do maior eixo do colo do fêmur incidindo no períneo. fazendo uma rotação externa da perna do lado a ser examinado. AP com rotação interna Região posterior do terço proximal da coxa. O bordo superior do chassis deve ficar em contato com a crista ilíaca. Paciente em decúbito dorsal. num plano semi-axial em relação ao filme. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito dorsal. antes e após a redução. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. Paciente em decúbito lateral. AP com rotação externa Região posterior do terço proximal da coxa. Pela grande espessura a ser atravessada. num plano semi-axial em relação ao filme. É admiravelmente construída para combinar movimentos relativamente livres com sustentação e transmissão de peso. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Raio central com uma inclinação cefálica de 10º penetrando no períneo. devemos sempre utilizar uma grade fixa. de fratura do fêmur. Esta preocupação é porque o ortopedista assim tem a noção exata do eixo do fêmur. em toda a sua extensão paralelo ao plano do filme. mais próxima do filme.

Raio central perpendicular. porem é colocado o cilindro de extensão aberto ou colimadores de abertura de acordo com a articulação. pois lesões ao nível da articulação podem ser unilaterais ( direita ou esquerda ) ou bilaterais. Este método deve ser aplicado com estes números no adulto. encontra-se a articulação coxo-femural. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. devemos encostá-lo no paciente. Raio central perpendicular. utilizamos uma faixa compressora. mais próximas do filme. OBS : A incidência comparativa deve ser obrigatória na rotina mínima. Três centímetros abaixo desse cruzamento. 3-) Localizando-se o grande trocânter em rotação interna da perna. mais próxima do filme. da bacia. . As projeções obliquas devem ser feitas para cada articulação. Quando há dificuldade do paciente manter o posicionamento. Raio central perpendicular. A região da articulação a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP comparativa com rotação interna e rotação externa / AP localizada com rotação interna e rotação externa / Perfil direito e esquerdo / OPD / OPE / AXIAL (A) e (B) / incidência de LOWENSTEIN (A) e (B) / incidência de van rosen / incidência de BUDIN E CHANDLER / tomografia em AP / Incidências de rotina AP comparativa com rotação interna / AP localizada com rotação interna / AP localizada com rotação externa / AP comparativa com rotação interna e com rotação externa Região posterior de ambas articulações. qualquer um dos diferentes métodos : 1-) No meio da linha imaginaria entre a espinha ilíaca ântero-superior e a sinfise púbiana. isto é. AP localizada com rotação interna e com rotação externa Mesmo posicionamento da incidência em AP comparativa. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. OBS : Esta incidência apresenta indicação nos casos em que há suspeita de luxação de articulação coxo-femural. esta a articulação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 Perfil direito e esquerdo Região externa ou lateral das articulações direita ou esquerda. Paciente em decúbito lateral rigoroso com as pernas estendidas ao longo do corpo. "sobre esta linha" esta a articulação. esta a articulação. respectivamente. cruza-se uma perpendicular. Paciente em decúbito dorsal. Três a quatro centímetros abaixo da bissetriz do ângulo mais inferior. mais próxima do filme. dados esses importantíssimos no diagnóstico diferencial. As duas incidências localizadas devem participar da rotina. pois demonstra a cabeça e colo do fêmur com excelente definição. Este é o melhor método de localização. OBS : Quando utilizamos o cilindro de extensão aberto. forma-se quatro ângulos. 4-) Sentindo-se a pulsação da artéria femural. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 10 / 200 / 100 / 2s / fino / 1m / sim / 24x30 OPD e OPE Região posterior direita e esquerda. girando para fora. Devemos fazer de rotina o AP comparativo com rotação interna. 2-) No meio da linha imaginaria entre a crista ilíaca e a sinfise púbiana.A articulação coxo-femural por ser profunda e protegida por fortes cápsulas e envolvida por músculos poderosos. Obliqüidade paciente-mesa de 30º a 45º. penetrando ao nível da articulação. penetrando na articulação a ser examinada. necessita para a sua localização. por causa da boa definição das relações articulares. então a variação nos fatores em relação a comparativa será pequena. no estudo do lado direito. onde o paciente não consegue fazer os movimentos de rotação da perna. uma região coincidente com 3cm acima do grande trocânter. girando os pés para dentro e numa outra radiografia. Raio central perpendicular. OBS : As obliquas apresentam indicação nos casos de fraturas ou luxações. dois a três centímetros para cima e sete a oito centímetros para dentro. cruza-se uma transversal. fazemos a OPD e a OPE. passando ao nível das articulações. por isso diminuindo a distância foco-filme. entre a cabeça do fêmur e o acetábulo.

A coxa erguida deve formar um ângulo de 90º com o tronco. FROG ou RÃ. no seu terço proximal. em intensa rotação interna e abdução máxima dos membros. esta técnica não será satisfatória em crianças menores de 6 anos. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. o feixe é centrado no colo do fêmur ( região medial da coxa ). utilizada posteriormente como uma linha de referencia./ 250 / 100 / 2. Normalmente a linha prolongada pela diáfise femural corta o teto acetabular. com a perna que não vai ser radiografada elevada e apoiada sobre um anteparo. utilizamos um apoio radiotransparente sob o lado que está levantado. Paciente em decúbito dorsal. penetrando perpendicular no centro do maior eixo do colo do fêmur. A incidência de VAN ROSEN deve ser sempre comparativa. Raio central com uma inclinação cefálica de 20º penetrando no períneo. Ao diafragmar é importante incluir o terço superior da tíbia. mais próxima do filme. Quando há luxação.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Incidência de BUDIN e CHANDLER Região posterior da articulação. B-) Radiografia afastando os dois joelhos do plano mediano ságital de 60º. Raio central perpendicular. cada um deles. O maior eixo longitudinal mediano da coxa a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. AXIAL (B) Região externa ou lateral da coxa. A diafragmação visa também proteger as gônadas da radiação. O bordo superior do chassis deve ficar em contato com a crista ilíaca. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / -. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. incidindo ao longo do eixo do fêmur. mais próximo do filme. deve ser sempre comparativa e quando indicada devem ser feitas as duas radiografias ( A e B ). penetrando no meio do espaço entre as articulações. na estativa vertical.80m. mais próximas do filme. Paciente sentado. mantendo os joelhos e pés unidos.Para fixar o posicionamento.80m / sim / 24x30 Tomografia . A radiografia deve ser feita a uma distância foco-filme de 1. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. incidindo no períneo. A-) Radiografia afastando os dois joelhos do plano mediano ságital de 15º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. Raio central horizontal ao plano da mesa. Paciente em decúbito lateral. com os joelhos fletidos em 90º. Esta proteção pode ser conseguida através de um campo reduzido e o uso de um anteparo plumbífero para as gônadas.5s / fino / 1. cada um deles. fletindo as coxas e pernas com os pés apoiados na mesa. o ângulo é menor ( entre 30º e 45º ) a reta cai mais próxima a coluna torácica. A incidência de LOWENSTEIN. Por causa do tempo longo de exposição. Paciente em decúbito dorsal com as pernas estendidas. Incidência de van rosen Regiões posteriores das articulações coxo-femurais. Esta radiação geralmente é indicada em crianças. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. de maneira que o maior eixo do colo do fêmur fique paralelo ao filme. Raio central perpendicular. OBS : A incidência de VAN ROSEN é importante no estudo das luxações da articulação coxo-femural. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 Incidência de LOWENSTEIN ( incidência de FROG ) Regiões das articulações coxo-femurais. O chassis é colocado do lado externo a ser examinada. no filme. formando um ângulo com o eixo ságital de 45º. numa caixa ou cadeira de material totalmente radiotransparente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 AXIAL (A) Região externa ou lateral da articulação. mais próximas do filme. Nesta incidência as duas regiões plantares ficam quase encostadas uma á outra. Nesta incidência devemos utilizar uma grade fixa para obtermos mais detalhe.

inferior e anterior O maior osso da bacia é o ileon. Quando há dificuldade de manter o posicionamento.2s / fino / tomo / sim / 24x30 Bacia A bacia é formada por um forte arcabouço ósseo. respectivamente. utilizamos um apoio radiotransparente sob o lado levantado. PA Região anterior da bacia. A obliquidade posterior mostra a fossa ilíaca direita. Raio central penetrando na articulação. penetrando 3cm acima do cóccix. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. utilizamos uma faixa compressora próxima a uma região da bacia. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. Quando o paciente tiver dificuldade de manter o posicionamento. Utilizamos esta incidência em politraumatizados. As projeções obliquas são mais especificas para as fossas ilíacas que aparecem no seu plano paralelas ao filme.inferior e posterior Púbis . Obliquidade paciente-mesa de 45º. sempre é dos métodos de exames radiológicos apresntam maior valor para o diagnóstico do médico radiológista. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 35x35 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda. aproximadamente 80% de todo o ilíaco. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / OPD / OPE / Perfil esquerdo e direito / Incidências de rotina AP / OPD / OPE AP Região posterior da bacia. penetrando no meio do espaço entre a espinha ilíaca ântero-superior e o púbis. que não têm condições de ficar em decúbito dorsal. Paciente em decúbito lateral rigoroso. e a obliquidade posterior esquerda mostra a esquerda. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 250 / 80 / 3.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Pdir e Pesq Região direita ou esquerda da bacia. mais próxima do filme. As fossas ilíacas no AP. mais próxima do filme. mais próxima do filme. composto principalmente pelos dois ilíacos. com as pernas estendidas ao longo do corpo. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. da bacia. penetrando no meio do espaço entre as duas espinhas ilíacas ântero-superiores e a sínfise pubiana. penetrando ao nível da fossa ilíaca uns 4cm para dentro da espinha ilíaca ântero-superior. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. O plano ótimo'quase sempre se encontra próximo a espessura dividida por dois somada de 3cm.superior e lateral Isqueon . OBS : O perfil direito ou esquerdo tem indicação nos casos de suspeitas de fraturas ao nível do isquion e do púbis. Sempre devemos incluir todos os ossos da bacia no filme. posteriormente encontramos a coluna sacra e a coccígea. para podermos visualizar as regiões do colo do fêmur e grande trocânter com melhor definição. aparecem num plano semi-axial. com a articulação a ser radiografada coincidindo com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Os pés devem ficar em rotação interna. Os ossos que formam o ilíaco ou coxal são : Ileon . Tomografia em AP Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. colocando o corpo em posição obliqua. Raio central perpendicular.O estudo tomograficocom suas radiografias em planos pré-selecionados pelo operador.

no mesmo posicionamento do perfil de coxo-femural e bacia. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. medialmente. para conseguirmos entrar com o raio central perpendicular ao maior eixo do sacro. penetrando no meio da sínfise pubiana. passando pelo bordo superior da sínfise pubiana. Paciente em decúbito lateral rigoroso. penetrando no processo espinhoso de S1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. Região pubiana deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente sentado. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. AP Região posterior do púbis. mais próxima do filme. mais próxima do filme. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 25 / 60 / 100 / 0. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa.6s / fino / 1m / sim / 18x24 Articulação Sacro-ilíaca É a articulação que se dá entre as faces articulares laterais da coluna sacra com as faces articulares do íleon. AXIAL ( Variante da incidência de THOMS ) Região inferior do púbis. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. As pernas devem ficar afastadas ao máximo uma da outra. Paciente em decúbito dorsal.70 / -. OBS : A inclinação cefálica costuma ser alguns graus maior em mulheres. principalmente quando apresentam fragmentos anteriores ou posteriores. Raio central perpendicular saindo no meio da sínfise pubiana. com o tronco formando um ângulo de aproximadamente 60º com a mesa. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP ( FERGUSON ) / PA / OPD / OPE / OAD / OAE / Incidências de rotina AP / OPD / OPE / AP ( incidência de FERGUSON ) Região posterior da articulação. Raio central perpendicular penetrando ao nível da sínfise pubiana.8s / fino / 1m / sim / 18x24 Perfil esquerdo e direito Região direita ou esquerda do púbis. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA / AP / Perfil direito e esquerdo / AXIAL / Incidências de rotina PA / AXIAL / PA Região anterior do púbis. mais próxima do filme. Raio centra com uma inclinação podálica de 5º a 15º.0s / fino / 1m / sim / 35x35 Púbis É o menor osso do ilíaco. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. OBS : Esta projeção apresenta valor nos casos de fraturas do púbis. O prefil superpõe o púbis direito e esquerdo. por isso não devemos fazer de rotina essa projeção./ 200 / 100 / 2. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 PA Região anterior da articulação. encontra-se localizado anteriormente na região inferior da bacia. Raio central com uma inclinação média de 25º cefálicos. Fazemos o AP de púbis quando o paciente não tem condições de ficar em decúbito ventral. penetrando ao nível do púbis.

Quando o aparelho não dispõe de colimador. são outros nomes utilizados para a mesma técnica. podendo-se medir também os membros superiores. OAD e OAE Região anterior direita e esquerda respectivamente. Para obtermos mais detalhe. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática colocando o corpo em posição obliqua. a articulação a ser examinada é a esquerda. INDICAÇÃO Claudicância. Obliquidade paciente-mesa de 30º. a média para o joelho e a menor para a tíbio-társica. isto é. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. pois podemos fazer escanografias de forma direta. O lado a ser radiografado é o que esta mais próximo do filme. Método de exame Regiões posteriores das articulações coxo-femurais. OPE Região posterior esquerda da articulação. que é indireta. para termos certeza que o paciente não se moverá. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. da articulação. podemos fazer limitando os campos radiográfados com placas de chumbo. utilizando apenas uma projeção com um filme de tamanho que inclua as três articulações. fazemos a maior abertura do diafragma para a articulação coxo-femural. Raio central perpendicular. por que são feitas três exposições num mesmo filme sem o paciente se movimentar. são as principais indicações deste exame. colocando o corpo em posição obliqua. Obliquidade paciente-mesa de 30º. Quando em decúbito dorsal. a articulação a ser examinado é a direita. mais próxima do filme. vai causar uma diferença na medida do comprimento dos ossos. isto é.6s / fino / 1m / sim / 24x30 NOTA 1-) Projeções obliquas As regiões onde penetra o raio central nas incidências obliquas devem coincidir com a linha central da mesa. devemos utilizar cilindros de extensão fechado ou outros colimadores. . o paciente em OPE. escoliose desnivel de bacia. escanograma. um AP de coxo-femural. O lado que esta levantado é o que será radiografado. Obliquidade paciente-mesa de 30º. isto é. SINONÍMIA Mensuração radiológica. penetrando ao nível da articulação. colocando o corpo em posição obliqua. escanometria ou técnica de farril. a articulação a ser examinada é a direita. mais próximas do filme. Qualquer movimento de uma das pernas no sentido longitudinal. devemos fixar através de uma fita de adesivo. Este método exige que haja uma boa distância entre o plano superior do chassis e o inferior da mesa para que as placas de chumbo não deslizem quando a bandeja é fechada. mais próxima do filme. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. O lado que está levantado é o que será radiografado. Raio central perpendicular penetrando 3cm para dentro da espinha ilíaca ânterosuperior mais afastada da mesa. Escanografia É a demonstração radiográfica dos ossos longos. a fim de medir quaisquer diferenças nos seus comprimentos. com o paciente em OAD. Raio central perpendicular. o paciente em OPE. penetrando 3cm para dentro da espinha ilíaca ânterosuperior mais afastada da mesa. São três incidências num mesmo filme. A bandeja com o chassis deve deslizar livremente em todo o espaço compreendido entre a articulação coxo-femural e a articulação tíbio-társica. os dois grandes dedos. isto é. Quando o aparelho de raios-x dispõe de colimador. de grande importância na pesquisa da estiologia dessas alterações. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. um AP de joelho e um AP de articulação tíbio-társica. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. joelhos e tíbio-társicas.72 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 OPD Região posterior direita da articulação. Normalmente a escanografia é utilizada na medição dos membros inferiores.

A fusão dos núcleos pode retardar-se até os 6 anos. para tratamento do desnivel da bacia.(C) e (D) / Perfil (A). de acordo com a idade.Outro método que pode ser aplicado é a utilização de cones ou cilindros para localizar separadamente cada articulação num mesmo filme. o Axis eleva seu corpo em forma de processo ( Apófise ) chamado odontoide. A lordose fisiológica coloca os corpos vertebrais de C4 a C7 numa posição tal que somente com inclinação cefálica é possivel a demonstração dos espaços intervertebrais. pois há pacientes que usam compensação no salto. 2-) Entrar paralelo aos espaços intervertebrais. Raio central perpendicular. A sétima.8s / fino / 1m / sim / 30x40 Articulação coxo-femural Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 60 / 100 / 0. A coluna cervecal apresenta uma curvatura anterior ( lordose ) fisiológica.(B) e (C) / Transoral (A) e (B) / Transmaxilar / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina AP (A) / perfil (A) e (B) / Transoral (A) e (B) / AP Região posterior do pescoço. No recém-nascido. . Coluna cervical É a porção da coluna logo abaixo do crânio. por causa do comprimento menor de um dos membros. Podemos obter o AP por quatro técnicas diferentes : AP (A) Raio central com uma inclinação entre 10º e 15º cefálicos. O paciente deve fazer as radiografias para coluna em posição ortostática ou sentado. *(1) O que quisemos dizer com essa asserção é que somente estas 3 vértebras apresentam nome especifico. apresenta a desvantagem de multiplicar por dois o número de incidências. então fazemos o exame em decúbito dorsal. responsavel pelo eixo dos movimentos de lateralização da cabeça. 3 ou 4 peças vertebrais atípicas. com exceção do cóccix. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 80 / 100 / 0. Cuidados importantes são a retirada de adornos com materiais radiopacos que venham a prejudicar o exame. Coluna lombar com 5 vértebras. Enquanto o Atlas não tem corpo e tem processo espinhoso rudimentar. chama-se proeminente. A inclinação cefálica apresenta principalmente duas vantagens : 1-) Afastar a mandibula proximalmente do campo radiografico. a anatomia radiológica da coluna apresenta grandes variações.(B).24s / fino / 1m / sim / 30x40 04 . Coluna sacra com 5 vértebras. penetrando entre a cartilagem tireóide e a cricóide. por Ter um processo espinhoso maior. O bordo superior do chassis deve coincidir com a região mais alta do pavilhão auricular. Na radiografia em AP conseguimos ver com boa definição da 3ª a 7ª vétebra cervical. O paciente deve ser posicionado com a linha horizontal alemã perpendicular ao plano da estativa vertical. todas as vértebras apresentam três núcleos de ossificação : um maior para o corpo e dois laterais para os arcos posteriores. As duas primeiras ( Atlas e Axis ) e a sétima *( Proeminente )(1). composta por 7 peças vertebrais. irá haver superposição da porção escamosa do occipital com a 3ª vértebra e as vezes até a 4ª vértebra cervical. Coluna coccígea com 2. Coluna torácica com 12 vértebras. penetrando na articulação coxo-femural. A 1ª e a 2ª vértebras necessitam de incidências especificas. quando não for possivel. pois se estender muito a cabeça. mais próxima do filme. Retirar os sapatos é uma providência importante. Raio central com inclinação de 12º cefálicos.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Articulaçào do joelho Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 26 / 24 / 100 / 0. por isso. depois no joelho e logo após na articulação tíbio-társica.Coluna vertebral A coluna vertebral apresenta-se dividida em 5 segmentos : Coluna cervical com 7 vértebras. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP (A).

deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. devemos utilizar um foco mais grosso. daí evitando o flou cinético. Radiografia feita a grande distância foco-filme para compensaro espaço entre a coluna cervical e o filme. É uma incidência feita com tempo longo. aparecendo com boa definição a estrutura fixa.50m / sim / 18x24 Perfil normal direito e esquerdo (A) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. sentado ou em última hipótese. quando não houver indicação precípua. pois é frequente essas radiografias sairem tremidas pelo movimento do paciente.5s / fino / 1. . penetrando na fúrcula esternal. ela se apagará da imagem radiografica. Com a automografia – 1 – podemos visualizar todas as vértebras cervicais. penetrando ao nível da cartilagem tireóide. sentado ou em última hipótese. em decúbito lateral. para demonstrar com melhor definição as ultimas vértebras cervicais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 48 / 160 / 60 / 2. com o movimento de uma determinada região. logo acima da cricóide ( cartilagem mais inferior do laringe ). penetrando na cartilagem tireóide. tendo o cuidado de não movimentar o maior eixo da coluna cervical. Raio central perpendicular. fazer o perfil esquerdo. desaparecendo então através do fenômeno chamado FLOU CINÉTICO. Paciente em posição ortostática. A finalidade da autotomografia – 2 – é a visualização das primeiras vértebras cervicais. O bordo superior do chassis.80m ). com exceção da primeira vértebra. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. conseguimos visualizar os primeiros espaços intervertebrais com uma pequena inclinação cefálica e os médios e ultimos com uma maior inclinação.AUTOMOGRAFIA . de 5º. não perdermos detalhe. que acompanha a cabeça nos movimentos de lateralização. para trabalharmos com tempo mais curto. Sempre usar os focos de maior miliamperagem ( foco grosso ). mais próxima do filme. utilizamos então uma inclinação média do raio central.6s / fino / 1m / sim / 18x24 AP (C) . mais próxima do filme. O bordo superior do chassis. deve coincidir com a região mais alta do pavilhão auricular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 53 / 60 / 100 / 0. Por causa da grande separação entre a coluna cervicale o filme. esta incidênciadeve ser feita a grande distância foco-filme ( 1. para diminuir a ampliação e daí. Perfil com flexão direita e esquerda (B) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. Por causa da lordose fisiológica da coluna vertebral. O paciente deve fletir ao máximo a cabeça até que olhe em direção aos pés.1 A automografio baseia-se no flou cinético. logo acima da cricóide ( cartilagem mais inferior do laringe ). Raio central com uma inclinação média de 5º cefálicos.6s / fino / d / bucky / Fi 1m / sim / 18x24 AP (B) Raio central perpendicular. É uma incidência feita com tempo longo. Raio central perpendicular. com o movimento de uma determinada região. e na hora da exposição o paciente fará movimentos de lateralização da cabeça.FATORES Kv / K / 65 / 48 / mAs 60 / mA / t / foco / / 100 / 0. devendo-se por convenção. Sempre que possivel. em decúbito lateral. Como a intenção é demonstrar da 2ª a 7ª vértebras. isto é. penetrando ao nível de C4 ( ou tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). ela se apagará da imagem radiografica. AP (D) – AUTOTOMOGRAFIA – 2 A autotomografia baseia-se no flou cinético. O paciente deve forçar ao máximo os braços para baixo. Os raios divergentes cumprirão a função da inclinação cefálica da incidência anterior. e na hora da exposição o paciente fará movimentos de abrir e fechar a boca. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical ( tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). pois os pacientes nessa posição têm tendência a movimentar-se. isto é. devemos aumentar a distânica foco filme. Paciente em posição ortostática. tendo o cuidado de não movimentar o maior eixo da coluna cervical. para trabalharmos com tempo mais curto. aparecendo com boa definição a estrutura fixa. Para podermos fazer a radiografia com tempo longo.

OAE Região anterior esquerda do pescoço. Transoral (B) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. esta então aumenta as possibilidades de um bom estudo das articulações occipitoatloidea e atlo-axoidea. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. Radiografia feita a grande distância foco-filme ( teleradiografia ) para compensar o espaço entre a coluna cervical e o filme. penetrando ao nível de C4 ( ou tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). e a flexibilidade das articulações interpofisárias. abrindo ao máximo a boca. Utilizamos esta incidência quando nos interessam as primeiras vértebras cervicais e o paciente não tem condições de abrir a boca. Raio central perpendicular. Radiografia feita com cone para obtermos melhor detalhe do atlas e do axis e das articulações occipito-atloidea e atlo-axoidea. penetrando de maneira que tangencie os dentes incisivos superiores. Paciente em posições ortostática. mais próximas do filme. penetrando ao nível do lábio superior. mais próxima do filme. Colocar o corpo do paciente com uma obliquidade de 45º com o plano da estativa e a cabeça paralela a esse plano. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo.Perfil com extensão direita e esquerda (C) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. Paciente em decúbito dorsal. tangenciando os incisivos superiores. Raio central perpendicular. até que olhe em direção ao teto. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo perpendicular ao plano da mesa. Paciente em posição ortostática. mais próximas do filme. abrindo a boca ao máximo. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. sentado ou em posição ortostática. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. daí evitando o flou cinético.80m / sim / 18x24 Transoral (A) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. sentado ou em posição ortostática. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. em decúbito lateral. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. Raio central com uma inclinação cefálica de 5º. mais próxima do filme. Transmaxilar Regiões posteriores da cabeça e do pescoço.3s / grosso / 1. OBS : A finalidade da boca aberta nas incidências transorais é a retirada dos dentes do campo a ser radiografado. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Colocar o corpo do paciente com uma obliquidade de 45º com o plano da estativa e a cabeça paralela a esse plano. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular.8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 OAD Região anterior direita do pescoço. só conseguiremos um bom estudo radiografico utilizando a tomografia. A radiografia deve ser feita com cone. Sempre utilizar os focos de maior miliamperagem para trabalharmos com tempo mais curto. por isso devemos pedir ao paciente que retire próteses dentarias radiopacas. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. sentado ou em última hipótese. sentado ou em decúbito ventral. O paciente deve estender ao máximo a cabeça. Paciente em decúbito dorsal. Algumas vezes. pois nem sempre conseguimos individualizar as articulações na primeira transoral ( com raio central perpendicular ). Fazemos esta incidência de rotina. OBS : As projeções de perfil com flexão e extensão apresentam grande importância para estudo do eixo da coluna onde poderemos individualizar pequenas luxações. Linha horizontal alemã perpendicular a mesa. sentado ou em decúbito ventral. mais próximas do filme. perpendicular ao plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 58 / 60 / 200 / 0. sentado ou em posição ortostática. OBSERVAÇÕES : .

80m / sim / 18x24 Coluna cérvico-torácica Consideramos como componentes da coluna cérvico-torácica as últimas cervicais ( C6 – C7 )e as primeiras torácicas ( T1. 2º-) Nas OAD e OAE. colocando um apoio radiotransparente sob o tórax e região crevical. A cabeça do paciente deve ficar paralela ao plano da estativa ou mesa. envolvendo a cabeça sem modificar o eixo da coluna. mais próximas do filme. Obliquidade do paciente-mesa de 45º. C-) Quando na requisição de exame vem o pedido para obliquas de cervical. Raio central perpendicular. Esta incidência joga a coluna cérvico-torácica na região axilar. . Paciente em decúbito dorsal. T2. articulações interpofisárias e outras estruturas da coluna num plano obliquo. Esta radiografia deve ser indicada em casos de pacientes com fraturas ou luxações que estejam em tração ou que não tenham condições de remoção do leito. retirando os sapatos. nem para coluna torácica. As torácicas são vértebras que necessitam de estudo especifico. com imagem mais real e com melhor detalhe. com a finalidade de retirar os ombros de cima das primeiras vértebras torácicas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 48 / 70 / 200 / 0.35s / grosso / 1. Membro superior mais próximo do filme.(A) – Incidência de TWINING ( variante ) Região lateral direita ou esquerda da coluna. Uma outra pessoa deve tracionar os membros superiores em sentido distal. mais próxima do filme. apresentando seus componentes com excelente definição.(B) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. OBS : A verdadeira incidência de TWINING ( incidência do nadador ) é utilizada na mielografia de região cérvico-torácica com o paciente em decúbito ventral e o raio central horizontal passando ao nível de C7. sentado ou em decúbito ventral. do pescoço. penetrando na fúrcula esternal. Raio cnetral perpendicular. sentado ou em última hipótese. sentado ou em decúbito dorsal. mais próxima do filme.m / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo . por isso utilizando menos Kv e menos mAs. B-) As projeções obliquas apresentam grande importância no estudo dos forames de conjunção ( onde penetram as raízes nervosas sensitivas ). Paciente em posição ortostática. Paciente em posição ortostática. Região da coluna cérvico-torácica coincidindo com a linha central da mesa. o raio central penetra com uma inclinação podálica +_ 12º. tangenciando a articulação acrômio-clavicular mais afastada do filme. podemos fazer na distância FO-FI de 1m. Membro mais afastado do filme o mais abaixado possivel. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 68 / 38 / 60 / 200 / 0. Sempre que possivel. Devemos Ter o cuidado de retirar roupa ou adornos que venham prejudicar o exame. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 60 / 100 / 0. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Perfil (A) e (B) / OPD / OPE / OAD / OAE / Incidências de rotina AP / Perfil (A) / AP Região posterior da coluna cérvico-torácica.3s / grosso / 1m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda respectivamente. pois não são demonstradas com boa definição nas incidências para coluna cervical. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. pesquisa de uncoartrose ( processos degenerativos dos uncus vertebrais ). colocamos o seu corpo em posição obliqua e a sua cabeça paralela ao plano da mesa. Paciente em posição ortostática. Perfil direito e esquerdo . penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical.A-) Quando o paciente em decúbito ventral. T3 e T4 ). em decúbito dorsal. por causa da superposição com as articulações escápulo-umerais. Nesses casos. mais próxima do filme. 3º-) Maior facilidade e comodidade para o paciente manter o posicionamento.6s / fino / 1. devemos fazer as anteriores. pelos seguintes motivos : 1º-) Coluna cervical mais próxima do filme. fazer o exame em posição ortostática. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular.

8s / fino / 1. por causa que os raios-x . Paciente em decúbito ventral. perpendicular ao chassis. mais próximas do filme. pois assim poderemos surpreender desvios de coluna. 2 com os processos articulares superiores ( articulações interpofisárias ). em todas as incidências. Paciente em posição ortostática. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Perfil direito e esquerdo / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / Perfil esquerdo / AP Região posterior do tórax. mais próxima do filme. que fazendo-se deitado.7s / fino / 1. que deverá estar equilibrado na vertical. Paciente em posição ortostática. que não tenha condições de virar ao contrário. deve ser feita sem os sapatos. colocando-se a coluna cervical no mesmo eixo da torácica. sentado ou em decúbito dorsal. OBS : Nas incidências em perfil para coluna cérvico-torácica com o raio central horizontal. 2 com os processos articulares inferiores.m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda do tórax e pescoço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 40 / 70 / 100 / 0. Raio central perpendicular. 2 fóveas costais superiores.m / sim / 18x24 NOTA 1-) Tomografia Quando interessa ao médico radiologista ver a extensão da lesão ao nível da coluna. Como toda radiografia para coluna. 2 fóveas costais transversas. em decúbito dorsal. PA Região anterior do tórax. penetrando ao nível da 2ª vértebra torácica ( T2 ). devemos utilizar sempre neste exame. É importante fazermos esta incidência de pé ou sentado. apoiando no ombro. sentado ou em decúbito ventral. mais próximas do filme. Raio central perpendicualr. sentado ou em última hipótese. apresenta 12 peçasvertebrais. O PA de coluna torácica apresenta a desvantagem de superpor os bordos superiores e inferiores dos corpos de uma vértebra com a outra. o efeito anodio ( catodio para o lado do abdome ). devemos colocar um apoio radiotransparente sob a parte que esta erguida. colocando-se a coluna cervical no mesmo eixo da torácica. Para facilitar o posicionamento. Coluna torácica Localizada logo abaixo da coluna cervical.Raio central horizontal ao maior plano do leito ou mesa. passando ao nível de T2. mais próxima do filme. devemos utilizar grade fixa para obtermos mais detalhe. 2 fóveas costais inferiores. Obliquidade paciente-mesa de 45º. penetrando no meio do espaço entre a fúrcula esterna e o apêndica xifoide. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Estas projeções apresentam valor para a visualização dos forames de conjugação pedículos e outros acidentes anatômicos numa apresentação obliqua. Raio central perpendicular. Obliquidade paciente-mesa de 45º. O bordo superior do chassis deve coincidir com a região mentoniana. Para igualarmos as densidades radiograficas. A principal caracteristica da vértebra torácica é a articulação com os arcos costais. penetrando ao nível da fúrcula esternal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 25 / 80 / 100 / 0. OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda do tórax e pescoço. através da fovea costal ( costela com o corpo ) e fovea costal transversa ( costela com o processo transverso ). poderiam passar despercebidos. Cada vértebra torácica faz 12 articulações : 2 com os corpos vertebrais contíguos ( articulações intervertebrais ). indicamos então a tomografia da região com cortes separados de alguns milimetros. Utilizamos estas incidências quando o paciente não tem condições de fazer as obliquas posteriores. Paciente em posição ortostática.

Para facilitar o posicionamento. Apresenta 5 vértebras que. raio central perpendicular. ficando assim a coluna torácica proximal. Obliquidade paciente-mesa de 45º. mais próxima do filme. são as que possuem o corpo vertebral mais desenvolvido. devemos fazer as anteriores pela maior facilidade de posicionamento. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 25 / 200 / 60 / 3. deverá ser . Por isso. do tórax. OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda respectivamente. não apresenta superficies articulares nos processos transversos e seu processo espinhoso é de forma mais larga e quase quadrada. Obliquidade paciente-mesa de 45º. Quando o paciente em decúbito lateral rigoroso os braços devem envolver a cabeça e as pernas flexionadas para facilitar e manter o posicionamento. Paciente em posição ortostática ou sentado. Raio cnetral perpendicular. devemos trabalhar com tempo longo para conseguirmos um melhor flou cinético. Quando em ortostática ou sentado. O maior eixo da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. OBS (A) : Se o exame for feito em decúbito lateral. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. devemos utilizar um apoio radiotransparente sob o lado levantado do tórax e da bacia. penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica. mais afastada da mesa do que a distal. O maior eixo longitudunal da coluna. quando vier na maca nessa posição. do tórax. penetrando ao nível de T6. separando assim os espaços intervertebrais. penetrando ao nível do meio do espaço entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide.m / sim / 30x40 Coluna lombar É a porção da coluna vertebral situada logo abaixo da torácica. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA / AP / Perfil normal direito e esquerdo / Perfil com flexão direito e esquerdo / Perfil com extensão direito e esquerdo / Perfil localizada de L5-S1 / incidência de FERGUSON / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina PA / Perfil normal / Perfil com flexão / Perfil localizada de L5-S1 / FERGUSON / PA Região anterior do abdome. Raio central perpendicular. O motivo é que a largura dos ombros é quase sempre maior que a da bacia. devemos Ter cuidado para que o paciente não movimente também a coluna nas fazes respiratórias. O maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. o raio central deve penetrar com +_5º cefálicos ao nível da 6ª vértebra. Quando utilizamos esta técnica. Paciente em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 100 / 100 / 1s / fino / 1. penetrando na linha axilar média ao nível da 6ª vértebra torácica. As mãos e antebraços devem ficar apoiados anteriormente na cabeça. com isso apagaremos a imagem de superposição das costelas. Devemos fazer de rotina em PA para que os raios-x penetrem na concavidade da coluna. sentado ou em decúbito lateral.m / sim / 30x40 OBS (B) : Para conseguirmos uma melhor demonstração das vértebras torácicas.m / sim / 30x40 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax.m / sim / 30x40 OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda respectivamente. mais próximas do filme. pois sabemos que a coluna torácica apresenta uma cifose fisiológica ( curvatura para trás ). A melhor posição para os pacientes com fratura ao nível da coluna lombar é a decúbito ventral.penetram pela convexidade. Em relação a fatores.3s / fino / 1. Quando houver indicação das obliquas. em proporção com as demais.2s / fino / 1. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. mais próxima do filme. podemos fazer a radiografia em perfil com o paciente respirando lentamente.0s / fino / 1. deve coincidir com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 25 / 200 / 100 / 2.

removido cuidadosamente para a mesa de exame. até apoiar as mãos num plano ao nível do joelho. mais próxima do filme. quando fizer o exame em decúbito lateral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 240 / 100 / 2.m / sim / 30x40 Perfil normal direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda do abdome. pois a região da bacia é quase sempre mais espessa que a região lombar proximal. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. [enetrando no ponto médio entre o rebordo inferior da cartilagem costal e a crista ilíaca. O maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. Esta posição coloca a coluna quase que totalmente paralela ao plano da mesa.0s / fino / 1. O centro do maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. e o raio central no meio do filme. Quando em decúbito lateral. OBS : Quando o exame for feito em decúbito lateral.m / sim / 30x40 Perfil localizada de L5-S1 . deve fazer uma flexão máxima do tronco sobre as coxas. a 5ª vértebra lombar não aparece com boa definição por causa da sua inclinação para articulação com a 1ª vértebra sacra. Perfil com extensão direita ou esquerda Região lateral direita ou esquerda do abdome. OBS : Outro método que podemos utilizar na prática é a colocação do bordo inferior do chassis logo abaixo do cóccix. (C). pois a região mais distal da coluna lombar fica mais alta do que a proximal. Raio central perpendicular. Perfil com flexão direita ou esquerda Região lateral direita ou esquerda do abdome.O raio central deverá Ter uma inclinação podálica de 5º a 10º. devemos dar uma inclinação podálica no raio central para penetrar perpendicular ao maior eixo longitudinal da coluna. (B). As mãos e antebraços deve estar apoiados anteriormente na cabeça. Para facilitar o posicionamento devemos passar uma faixa compressora pela bacia do paciente. Esta projeção apresenta grande valor no estudo do eixo da coluna. de acordo com a largura da bacia. reduzindo a lordose fisiológica. quando não for possivel fazer de pé. onde poderemos demonstrar melhor possiveis deslizamentos de vértebras.Quando a indicação for fratura ou luxação. Esta projeção apresenta também grande valor no estudo do eixo da coluna. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 100 / 100 / 1.Quando há indicação de fazer o exame em decúbito lateral. Quando em posição ortostática. para facilitar o posicionamento. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. Paciente em posição ortostática. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal. mais próxima do filme. deve fletir o tronco até apoiar as mãos num plano situado logo abaixo do joelho. onde poderemos demonstrar melhor possiveis deslizamentos de vértebras. estendendo o tronco ( para trás ). flexionando as pernas até as regiões plantares ficarem em contato com a mesa. para ser feito o estudo radiografico nessa mesma posiçào ( em PA ). Mesmo com as pernas fletidas. penetrando na 3ª vértebra lombar ( no meio do espaço entre o bordo inferior do rebordo costal e a crista ilíaca ). O centro do maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. utilizando as mãos para manter o posicionamento. Raio central perpendicular. o paciente deve fletir as pernas e envolver a cabeça com os braços. fazemos o perfil com o raio central horizontal. mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre o bordo costal inferior e a crista ilíaca. penetrando no meio do espaço entre o rebordo costal inferior e a crista ilíaca. Raio central perpendicular. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. com grade fixa. Retirar os sapatos é das providências mais importantes para o exame da coluna vertebral. OBS : (A). estando o paciente em decúbito dorsal ou ventral.4s / fino / 1. AP Região lombar. penetrando no meio do espaço entre o rebordo costal inferior e a crista ilíaca.

que estejam erguidas.2s / fino / 1. Imagem do "cachorrinho" • Orelha  Processo articular superior ( mais afastado do filme ). penetrando 3 a 4cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 20 / 240 / 100 / 2. Obliquidade paciente-mesa de 45º. Demonstram os mesmos acidentes das obliquas anteriores. mais próxima do filme. porque nestas posições a coluna lombar distal fica mais alta do que nas obliquas anteriores. O maior eixo longitudunal da coluna. Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 10º. por isso tendo que se usar anteparos radiotransparentes sob as regiões torácica. Raio central perpendicular. O mair eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. • Pata dianteira  Processo articular inferior ( mais afastado do filme ). A incidência de FERGUSON mostra o espaço intervertebral de L5-S1 que não aparece nas incidências postero-anterior e antero-posterior. podendo-se ver com boa definição a coluna sacra e as articulações sacro-ilíacas. As obliquas anteriores são de mais fácil posicionamento e podemos trabalhar com o raio central perpendicular ou com uma pequena inclinação podálica. O seu plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. podemos visualizar a imagem do "cachorrinho de LACHAPELLE". As obliquas posteriores são mais dificieis de manter o posicionamento na obliquidade exigida. esta inclinação costuma ser maior. Estas incidências apresentam grande valor para visualização de certas estruturas anatômicas como o ISTMO.m / sim / 30x40 . • Corpo  Lâmina ( mais próxima do filme ).m / sim / 24x30 OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda do abdome. mais próxima do filme. lâmina e articulações inter-pofisárias. Em mulheres. deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. mais próxima do filme. boca  Processo transverso ( mais afastado do filme ). Preferimos fazer em decúbito dorsal porque a espessura a ser atravessada pelos raios-x passa a ser menor. • Pata trazeira  Processo articular inferior ( mais próximo do filme ). • Nariz. É formado por um conjunto de acidentes anatômicos da vértebra lombar em posição obliqua. Cauda  Processo articular superior ( mais próximo do filme ). Obliquidade paciente-mesa de 45º. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática.m / sim / 24x30 Incidência de FERGUSON Região posterior da articulação de L5-S1. Esta incidência apresenta grande importância na rotina radiográfica para coluna vertebral. Raio central perpendicular ou com uma inclinação podálica de 5º penetrando no nível de L3. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortotática.4s / fino / 1. OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda do abdome.Região lateral direita ou esquerda da articulação lombo-sacra. penetrando ao nível de L3. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. por ser uma região de frequente acometimento de patologias e também por que não aparece com boa definição no perfil panorâmico de coluna lombar. lombar e da bacia. só que na maioria das vezes temos que trabalhar com ângulação podálica de 5º a 10º. por causa da maior angulação do sacro. • Olho  Pedículo ( mais afastado do flime ).2s / fino / 1. • Pescoço  Istmo ( mais afastado do filme ). Para obtermos mais detalhe devemos utilizar o cilindro de extensão aberto. Raio central com uma inclinação média de 25º cefálicos penetrando 3cm acima da sinfise púbiana. Nas projeções obliquas. mais próximas do filme.

Raio central com inclinação cefálica de 15º penetrando no meio do espaço entre as espinhas ilíacas ântero-superiores.5º Vértebra lombar Por causa da 5ª vértebra em relação com as demais peças lombares. B-) Pode-se Ter uma noção panorâmica da articulação da lombar com a sacra. mais próxima do filme. Sempre que possivel. que é ao nível da crista ilíaca. ai faremos as incidências especifícas para coluna lombar e coluna sacra. LÂMINA e ARTICULAÇÃO INTERPOFISÁRIA.2s / fino / 1.4s / fino / 1. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Perfil direito e esquerdo / Perfil com flexão e extensão / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / perfil esquerdo / AP Região lombar inferior. penetrando no meio do espaço entre as espinhas ilíacas ântero-superiores. porém se quisermos estudos isolados desses segmentos da coluna. Apresenta valor nos casos de suspeitas de deslizamentos de vértebras. C-) Gasto menor de filmes. Raio central com uma inclinação de 15º cefálicos. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. penetrando 2cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. A rotina mínima é a mesma do que para coluna lombar. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. Os principais acidentes demonstrados são o ISTMO. penetrando 2cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. somente variamos o local da penetração. quando quisermos estudar a coluna lombar. e mais os componentes da imagem do cachorrinho. exige um estudo radiológico específico para ela. devemos utilizar colimadores para obtermos mais detalhe. Coluna sacra Localizada logo abaixo da coluna lombar. arqueia-se para trás formando uma concavidade anterior. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. . Obliquidade paciente-mesa de 45º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 25 / 240 / 100 / 2. A-) Pode-se incluir num mesmo filme 30x40cm com a coluna sacra em sua totalidade. mais próxima do filme. apresenta cinco vértebras que se fundem por volta dos 6 anos. O exame da coluna sacra. tornando menos oneroso o custo do exame.2s / fino / 1. Estas incidências devem ser feitas com o paciente fazendo uma flexão forçada e outra radiografia com o paciente fazendo uma extensão forçada. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. devemos associar o estudo da coluna sacra.m / sim / 18x24 Coluna lombo-sacra Normalmente os pedidos de exames radiográficos para coluna lombar vêm associados. isto é : Incidências de rotina PA / Perfil normal / Perfil com flexão / Perfil localizada de L5-S1 / FERGUSON / Raio central com as mesmas variações de angulação da coluna lombar. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da bacia. mais próxima do filme.m / sim / 18x24 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa. por motivos que justificam totalmente. Raio central perpendicular. Perfil com flexão e extensão Região lateral direita ou esquerda da bacia. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. Concluimos que. Raio central perpendicular.

Raio central perpendicular ou com 5º podálicos. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Perfil direito e esquerdo / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / Perfil esquerdo / AP ( Incidência de FERGUSON ) Região posterior da coluna sacra. penetrando no meio do cóccix. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º. Preferimos fazer em decúbito dorsal porque quando o doente deita. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. O plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando ao nível da espinha ilíaca ântero-superior.0s / fino / 1. Região sacral. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. mais próxima do filme. coincidindo com a linha central da mesa. Região sacral no seu maior eixo longitudinal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. penetrando ao nível do processo espinhoso da 2ª vértebra sacra. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. O estudo radiológico deve ser feito com o auxílio de colimadores para obtermos mais detalhe. mais próxima do filme. . a espessura abdominal diminui.A coluna sacra apresenta uma forma triangular com o vértice voltado para a parte inferior e orifícios nas laterais ( forames sacrais ).2s / fino / 1. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 120 / 100 / 1. O maior eixo longitudinal do cóccix deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito ventral ou em posiçAo ortostática. Raio central perpendicular. pois assim saberemos exatamente a inclinação que será dada ao AP.m / sim / 18x24 AP Região posterior do cóccix. 3 e as vezes 4 peças vertebrais atípicas. coincidindo com a linha central da mesa. Obliquidade paciente-mesa de 30º. Nas suas faces póstero-laterais encontramos as superficíes para as articulações com os ilíacos. Maior eixo longitudinal do cóccix deve coincidir com a linha central da mesa. mais próximas do filme.2s / fino / 1. permitindo utilizarmos fatores mais baixos. A inclinação podálica é de grande importância pois a partir do perfil veremos a inclinação a ser dada para dissociar as peças coccígeas. É importante fazermos em primeiro lugar o perfil. penetrando de maneira que tangencie a sinfise pubiana. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Perfil direito e esquerdo / AP / PA / Incidências de rotina Perfil esquerdo / AP / Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 200 / 100 / 2. mais próxima do filme. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º penetrando de maneira que tangencie a sinfise pubiana.m / sim / 24x30 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia.m / sim / 24x30 Coluna coccígea A coluna coccígea esta localizada logo abaixo da coluna sacra e é composta por 2.m / sim / 24x30 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da região sacral.0s / fino / 1. PA Região anterior da coluna sacra. Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 10º.

penetrando no meio do espaço entre as duas espinhas ilíacas ântero-superiores e a sinfise pubiana. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. O bordo inferior do chassis. CLASSIFICAÇÃO DAS ESCOLIOSES NÃO ESTRUTURAIS . mais comum em meninas. com finalidade de radiografar a maior extensão possivel da coluna vertebral. Quando a escoliose apresenta a convexidade para a direita. Existem filmes de aproximadamente 90cm. Paciente em posição ortostática ou sentado com os braços caídos ao longo do corpo. Devemos utilizar sempre o maior filme existente no serviço de raios-x. Rotina mínima Incidências de rotina AP / Perfil direito ou esquerdo / AP Região posterior da coluna tóraco-lombar. não há dor. CONGÊNITAS .Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 25º. Para a medição da curva escoliótica. Os pés devem estar separados um do outro em toda a sua extensão de +_10cm. A principal sintomatologia das escolioses é o cansaço e quando na adolescência. acondroplasia e outras. PA Região anterior do cóccix. A enfermidade se estaciona uma vez terminado o crescimento da coluna ( 16-18 anos ). ETIOLOGIAS MAIS RARAS Exemplos : Raquitismo. ESCOLIOSES NÃO ESTRUTURAIS Exemplos : FISIOLÓGICA – São muito leves. PARALÍTICAS – aparece em 5% dos casos de póliomielite. ESCOLIOSES ESTRUTURAIS Etiologias mais frequentes : ESSENCIAS OU IDIOPÁTICAS – Desvio lateral permanente da coluna acompanhada de rotação e alterações morfológicas das vértebras. mais próxima do filme. marfam. dentre outros. para medir-se um possivel desnivel da bacia. que vai definir a terapêutica. ESTUDO RADIOLÓGICO Dentre as diferentes técnicas. POSTURAL – Atitude escoliotica. do plano mediano. chamamos dextroescoliose e quando apresenta a convexidade para a esquerda chamamos sinistroescoliose. mais tipicas.relacionadas a diversas deformações vertebrais. toracogênicas ( pleurítica. O maior eixo longitudinal deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. por rececção de costelas . Utilizamos esta incidência quando o paciente não tem condições de ficar em decúbito dorsal. normalmente dorsal convexa direita e lombar convexa esquerda. para o estudo radiológico da escoliose podemos dividilo numa rotina mínima que vai servir para o diagnostico grosseiro e uma rotina mais completa. pisando num plano horizontal. sempre retirando os sapatos. Etiologia mal determinada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 120 / 100 / 1. de maneira que apareça na imagem. mielomeningocele. curva dorso-lombar. COMPENSADORA – ( Estática ) – Consecutiva a um desnivelamento da pelve. hemivertebras e a barra vertebral. por volta dos 10-12 anos. etc ).Quando não apresentam deformidades vertebrais. ESTRUTURAIS – Quando estão presentes deformidades vertebrais. podemos utilizar os métodos de COBB-LIPMAN e o de RISSER-FERGUSON. mais próxima do filme. . deve ficar ao nível da crista ilíaca. Em crianças de menos de 12 anos. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa.2s / fino / 1. penetrando no cóccix. seringomielia. Raio central com uma inclinação de 5º a 25º cefálicos.m / sim / 18x24 Escoliose ( escolios – do grego – Tortuoso ) Por definição. ANTÁLGICA – Lombalgia de causa leve ( por exemplo – fibrostática ) ou de causa grave ( por exemplo – lombociatalgia ). se não for corrigida pode passar a estrutural. neurofibromatose. A função da coluna é sustentar a corpo com o auxilio dos músculos para dar ao individuo a posição ortostática e conter e proteger a medula espinhal. que quase sempre é o 14x17 polegadas. escoliose é o desvio lateral da coluna vertebral. corrige-se ativamente ou com o decúbito.

saindo no meio do filme. com a finalidade de separar os espaços intervertebrais.0s / fino / 1. Paciente em posição neutra. mais próxima do filme. como tratamento para encurtamento de membro inferior. O objetivo é também comparativo. mais próxima do filme. Como providencia para todas as radiografias de coluna em ortostática. Raio central perpendicular. com os braços estendidos ao longo do corpo. saindo no meio do filme. penetrando na região tóraco-lombar.m / sim / 35x43 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna tóraco-lombar. O objetivo desta posição é ver escoliose consequente da diferença de membros inferiores. Os pés devem ficar afastados um do outro de +_10cm em toda sua extensão. penetrando na região tóraco-lombar saindo no meio do filme. pois assim o peso exercido sobre a coluna apresenta-se de maneira uniforme. pois pode Ter compensação no salto. incluindo todo o campo do filme. penetrando na região tóraco-lombar. mais próxima do filme. a fim de dar maior carga na coluna.m / sim / 35x43 ROTINA COM AS INCIDÊNCIAS COMPLEMENTARES ESTUDO RADIOGRAFICO Sempre que o paciente fizer radiografias para coluna. O maior eixo longitudinal da coluna tóraco-lombar deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. de pé. penetrando na região tóraco-lombar saindo no meio do filme. com os braços estendidos para cima. Raio central perpendicular.0s / fino / 1. podendo assim o radiologista medir o desnivel da bacia. AP em decúbito dorsal Região posterior da coluna tóraco-lombar. O bordo inferior do chassis deve ficar ao nível da crista ilíaca. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. A radiografia deve ser feita em posição ortostática para forçar o eixo gravitacional exercido sobre a coluna. para não nos arriscarmos a cortar a imagem da coluna. Devemos fazer o perfil direito ou esquerdo de acordo com a imagem do AP. AP sentado Região posterior da coluna tóraco-lombar. com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm. Raio central perpendicular. se tiver sinistro escoliose faremos o perfil esquerdo. O bordo inferior do chassis deve ficar ao nível da crista ilíaca. AP em hiperlateralização direita e esquerda ( TESTE DE ABEL ) Região posterior da coluna tóraco-lombar. Raio central perpendicular. Paciente sentado com os braços pendentes ao longo do corpo. Incidências AP em ortostática / AP sentado / AP em decúbito dorsal / AP em hiperlateralização direita e esquerda / AP em hiperflexão e hiperextensão / Perfil direito e esquerdo / Projeção do canal torácico / Incidências de rotina AP em ortostática / AP em decúbito dorsal / AP em hiperlateralização direita e esquerda / Perfil direito e esquerdo / AP em bipedestação ou ortostática Região posterior da coluna tóraco-lombar. pois a coluna nessa posição apresenta menos carga. . saindo no meio do filme. O paciente deve pisar num plano totalmente horizontal. O objetivo é comparar com o AP em ortostática. isto é. levando a um desnível de bacia e posteriormente a uma escoliose. deve retirara os sapatos. mais próxima do filme. penetrando na região tóraco-lombar. Paciente em posição ortostática ou sentado. através do peso do paciente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. pois a coluna encontra-se com carga total. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca de maneira que apareça na imagem radiografica. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a região da crista ilíaca. o paciente deve pisar descalço num plano horizontal. se o paciente apresenta uma dextro escoliose faremos o perfil direito.Sempre devemos colimar. A diafragmação deve ser para o tamanho total do filme.

que são agentes causadores de escoliose. O paciente deve fazer uma inclinação lateral ativa do tronco. a flexibilidade ou rigidez das curvaturas da coluna. para o lado direito e outra com inclinação para o lado esquerdo. Devemos fazer de rotina em AP e perfil esquerdo ou direito de acordo com a convexidade do desvio lateral.m / sim / 24x30 TÉCNICA DA RADIOGRAFIA MONTADA PARA CIFO-ESCOLIOSE Esta técnica consiste em obtermos duas radiografias que incluem toda a coluna vertebral. fazendo uma projeção com flexão do tronco e outra com extensão. podendo surpreender anomalias vertebrais. O objetivo destas posições é visualizar a flexibilidade ou rigidez das curvas escolióticas. AP em hiperflexão e hiperextensão ( TESTE DE KNUTSON ) Região posterior da coluna tóraco-lombar.0s / fino / 1. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo.m / sim / 35x43 Projeção do canal torácico Região inferior da gibosidade costal ( zona de intensa cifose ). Os braços devem ficar estendidos para cima. O objetivo é demonstrar nos casos em que haja desvios anteriores ( lordose ) ou posteriores ( cifose ) associados a uma escoliose. Raio central perpendicular. Os raios centrais entrarão perpendicular no terço inferior do filme que radiografará a coluna cérvico-torácica e no terço superior do filme que radiografará a coluna tóraco-lombo-sacra-coccígea. e relação das costelas com a coluna. se o paciente apresenta uma dextro escoliose fazemos o perfil direito. saindo no meio do filme FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. Paciente em posição ortostática.0s / fino / 1. mais proxima do filme. mais próxima do filme. com a finalidade de demonstrar os espaços intervertebrais. Raio central perpendicular.m / sim / 35x43 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna. para colocarmos uma á outra e termos uma visão de toda a coluna como num filme só. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. Devemos fazer o perfil direito ou esquerdo de acordo com a imagem do AP. fazemos o perfil esquerdo. Raio central perpendicular. FATORES . O objetivo é complementar a rotina radiografica. É especifica para determinar a eficácia da extirpação de costelas no tratamento das cifo-escolioses. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. Raio central tangenciando o maior eixo da gibosidade costal. fixando-se a pelve atrás de uma faixa compresora. se tiver uma sinistro escoliose. saindo no meio do filme. penetrando na região tóraco-lombar. com os braços em extensão máxima acima da cabeça. AP Região posterior da coluna tóraco-lombar. No intervalo entre as duas radiografias o paciente não poderá retirar os pés da posição pré-estabelecida. Paciente em posição ortostática. O objetivo deste exame é visualizar a rotação dos processos espinhosos. que é onde as duas radiografias se unem.Paciente em posição ortostática.0s / fino / 1. Paciente sentado e encurvado sobre a mesa de exames de modo que seus braços e pernas fiquem pendentes sobre a extremidade da mesa. Utilizamos dois filmes 35x43cm ou 30x40cm. mais próxima do filme. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. mais próxima do filme. com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm. Paciente em posição ortostática ou sentado. penetrando na região tóraco-lombar. isto é. penetrando na região tóraco-lombar. com os braços ao longo do corpo. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. como hemivertebras ou vértebras em bloco. A finalidade da entrada desses raios centrais próximos um do outro é evitar distorções de imagem da região tóroco-lombar. saindo no meio do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1.

Utilizamos dois filmes ( 35x43cm ou 30x40cm ). cornetos inferiores e as maxilas. 2-) Rdiografia de coluna em decúbito dorsal Sabemos que radiografias para coluna vertebral devem ser feitas em posição ortostática ou sentado. diminuindo a qualidade do exame. A remoção da maca para a mesa de exames deve ser em bloco. mais próxima do filme. de modo que mobilise o mínimo possivel o paciente. IMPARES : Frontal. o técnico em radiologia médica deve sempre solicitar a presença do médico responsavel pelo paciente. fazemos então o esquerdo. se tiver condições. Alguns ossos do crânio são pares.50m / sim / 35x43 ou 30x40 Perfil direrito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna tóraco-lombar. Para a obtensão das radiografias. quando no pedido de exame não vier especificado o perfil direito ou esquerdo. estão unidos por articulações imóveis ( suturas ). podemos então fazer o exame em decúbito dorsal. vimos que nas incidências em perfil. pois assim o diafragma sobe. zigomaticos ou maleres. 4-) TELERADIOGRAFIA NOS PERFIS DE COLUNA Quando estudamos coluna crevical. pois esses pacientes apresentam tendência a movimentarem-se. com as pernas fletidas.Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. . não podemos fazer teleradiografias. na maior parte. pois teremos que trabalhar ( baseado na lei de KEPPLER ) com quase quatro vezes o mAs da radiografia feita com um metro.( do latim – costura ) – são as articulações imóveis entre a maioria dos ossos do crânio. enquanto outros são impares. O médico radiologista terá condições de dizer nas incidências em prefil. nesse transporte nenhuma parte do paciente deve sofrer movimentos bruscos. Occipital. devemos utilizar todos os recursos dos aparelhos de raios-x. Quando realizamos os outros perfis de coluna. palatinos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. 05 – Crânio O esqueleto da cabeça se compõem de crânio e face. podendo então obter uma mesma densidade radiografica. fazemos a grande distancia foco-filme para compensar a longa distância entre a coluna e o filme. SUTURAS . FACE : Além duma porção do osso frontal. Esfenoide e Etmoide. Os ossos impares são a mandíbula e o vômer. Quando a indicação para o exame da coluna é para pesquisa de lesões malignas e o paciente encontra-se debilitado. Os ossos Etmoide e esfenoide são especificamente da base do crânio e os outros entram na formação da calota craniana. lacrimais. A finalidade da entrada desses raios centrais próximos um do outro é evitar distorção de imagem da região tóraco-lombar.0s / fino / 1. que podem resultar numa lesão medular e daí uma invalidez definitiva. devemos fazer em apéia expiratoria. qual o lado lesado. pois somente nestas posições podemos surpreender pequenas escolioses. 3-) SPOT FILM DE VÉRTEBRA TÓRACO-LOMBAR Quando desejamos fazer um estudo especifico das ultimas vértebras torácicas e primeiras lombares. CRÂNIO – É constituido por um conjunto de ossos que. o esqueleto da face é composto de varios ossos pares que são os nasais. 5-) PERFIL ESQUERDO POR CONVENÇÃO Não só para o estudo radiológico da coluna. Paciente em posição ortostática com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm. As mãos devem ficar apoiadas anteriormente na cabeça. PARES : Parietais e temporais. isto é.50m / sim / 35x43 ou 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Radiografia de coluna em politraumatizados A imobilização de pacientes com fraturas ou luxações vertebrais deve ser extremamente cuidadosa. que a indicação não é escoliose. Outra condição que podemos fazer o exame em decúbito dorsal é em crianças e pessoas extremamente idosas. que é o local onde se unirão as duas radiografias. através da maior ampliação da região mais afastada do filme.6s / fino / 1. por isso. o paciente não poderá retirar os pés da posição pré-estabelecida. No intervalo entre as duas radiografias. Os raios centrais entrarão perpendiculares no terço inferior do filme que radiografará a coluna cérvico-torácia e no terço superior do filme que radiografará a coluna tóraco-lombo-sacra-coccígea. como para outras regiões anatômica do corpo.

OCCIPITO-MASTOIDEA – sutura entre o occipital e o temporal. que formam ossos interpostos nas suturas. OSSOS SUTURAIS São núcleos de ossificação. O etmoide é constituido basicamente por quatro porções : Lâmina horizontal. ESFENOIDE – É um osso ímpar. que se projetam para baixo de cada lada da superficie inferior do corpo. os parietais. as suturas vão se fechando. entre as grandes asas do esfenoide e o occipital. o temporal e o occipital. OSSOS DO CRÂNIO Os ossos do crânio são compostos por duas lâminas de tecido compacto ( lâmina externa e lâmina interna ). ESTUDO RADIOLÓGICO DO CRÂNIO Para obtermos um estudo radiológico do crânio.É um osso par. que forma a testa. SÁGITAL – sutura entre os parietais. O esfenoide é o principal componente da fossa média craniana e apresenta sete porções : Corpo onde se situa a sela turca. FRONTAL – É um osso ímpar e consiste de uma porção vertical.Apresentam o aspecto de linhas irregulares nos crânios de jovens e adultos. porção estilóidea. BREGMA – é o ponto de interseção das suturas coronária e ságital. Os parietais formam uma grande parte das porções laterais do crânio. As quatro porções do occipital são : Porção escamosa. situado na base do crânio. PRINCIPAIS SUTURAS CRANIANAS : CORONÁRIA – sutura entre o osso frontal e os parietais. É a parte anterior da calota ( ou abóbada ) craniana. dois processos PTERIGOIDES. principalmente na lambdoide. e os que compõem a base são o esfenoide. de bom padrão é necessario o conhecimento da anatomia craniana e de pontos de referencia como linhas e . situado na base do crânio. Cada osso parietal apresenta uma proeminencia próxima a porção central de sua superficie externa. uma de cada lado do forame magno. LAMBDOIDE – sutura entre os ossos parietais e o occipital. localizado de cada lado do crânio. situado na perte póstero-inferior do crânio e forma quase a metade da base craniana. lâmina vertical ou lâmina perpendicular. porção timpânica. PONTOS DE INTERSEÇÃO São áreas do crânio onde se aproximam as suturas. entre as órbitas. PARIETO-MASTOIDEA – sutura entre o parietal e o temporal. 30 anos. que contém os órgãos auditivos essenciais. o occipital e o temporal. que se projetam lateralmente ao corpo. separadas por uma camada de tecido esponjoso chamado DÍPLOE. além de partes do temporal e do occipital. e porção basilar TEMPORAL . ASTÉRION – área onde se aproximam de cada lado o parietal. o forame magno. porção mastóidea. O osso temporal consiste de cinco porções. Apresenta uma porção horizontal que forma os tetos das orbitas e perte do assoalho da fossa anterior craniana. duas grandes asas. No decorrer do avanço da idade. NÁSION – é o ponto de encontro entre o frontal e os ossos próprios do nariz. que são : Porção escamosa. o parietal. que transmite a medula oblonga para a cavidade cranial. formando como que pontos de encontro entre os ossos. alojando a glândula hiposife. que é chamada de proeminência parietal. Muitas suturas são visiveis radiograficamente. ETMOIDE – É um osso ímpar. A lâmina ou tábua externa é mais espessa que a camada ou tábua interna e a espessura da camada de tecido esponjoso varia consideravelmente nas várias regiões da abóbada. Os ossos que compõem a calota são o frontal. OCCIPITAL – É um osso ímpar. entre a porção horizontal do frontal e a porçãobasilar do occipital. onde eles formam uma grande parte da fossa média do crânio. PTÉRION – área onde se aproximam de cada lado. chamada escama. projeta-se para baixo da superficie inferior da lâmina crivosa. mas o fechamento diagnosticado radiologicamente não coincide com o determinado anatomicamente. PARIETAL – É um osso par e são mais ou menos quadrados em forma. duas massas laterais onde se encontram as selas etmoidais. Consiste de quatro porções e tem uma grande abertura. porção petrosa ou rochedo. o etmoide. com uma superficie externa convexa e uma superficie interna concava. formando parte da fossa anterior e parte das paredes nasal e orbitárias. cribiforme ou crivosa. duas pequenas asas. por volta dos 26. o frontal o esfenoide e o temporal. duas porções condilares. LAMBDA – é o ponto de interseção entre as suturas ságital e lambdoide.

10-) LINHA DEMARCATÓRIA DA LARGURA E COMPRIMENTO DO CRÂNIO A-) Largura – que une os dois pontos mais laterais dos ossos parietais. perfil de crânio. No AP ou no PA rigorosos. linha horizontal americana. 2-) LINHA MEATO-ORBITÁRIA ( LMO ) TAMBÉM CONHECIDA COMO : Linha órbito-meática. B-) Comprimento – une a glabela até o ponto mais distal do occipital. obliquas para selas etmoidais.planos. APLICAÇÃO DA LINHA DE CLIVUS : Medida do ângulo de BOOGARD. Passa verticalmente pelos condutos auditivos externos. entraremos com o raio central também perpendicular ). Aplicação da linha de CHAMBERLAIN : Demonstra a relação entre o occipital e a coluna vertebral. posicionamento para tomografia do osso temporal e posicionamento para angiografia cerebral. PRINCIPAIS LINHAS E PLANOS DO CRÂNIO Linhas – são normalmente o espaço compreendido entre dois pontos anatômicos. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LHA : PA de crânio. incidência de SCHULLER. PLANOS As aplicações dos planos correspondem as mesmas das linhas. Com o corpo humano em posição anatômica a LHA deve ficar perpendicular ao maior eixo longitudinal do corpo. 8-) LINHA DE CHAMBERLAIN Vai do palato duro até o bordo póstero-superiordo buraco occipital ( forame magno ). AP de crânio. HIRTZ ( INCIDÊNCIA AXIAL ). 4-) LINHA DE RHEESE Une o conduto auditivo externo a comissura do olho do lado oposto. 3-) LINHA SUPRA-ÓRBITO-MEÁTICA Une o conduto auditivo externo ao bordo superior externo da órbita ( ao nível da fosseta frontal ). Planos – apresentam a mesma aplicação das linha. Vai do teto do conduto auditivo externo ( CAE ) e o bordo inferior da órbita. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTOS QUE UTILIZAM A LINHA INTER-PUPILAR : PA de crânio. BRETON OU TOWNE ( INCIDÊNCIA SEMI AXIAL ). fundamentais na realização dos posicionamentos. 6-) LINHA INTER-PUPILAR OU INTER-ORBITARIA Linha que vai de uma órbita a outra ou de uma pupila a outra. 1-) PLANO MEDIANO SÁGITAL Divide a cabeça em duas metades simétricas. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LINHA DE RHEESE : Incidência de rheese ( buraco ótico ). medidas de indices e de ângulos no radiodiagnostico. 5-) LINHA GLABELO-MEATAL Vai da glabela ( pequena proeminencia entre as duas sombrancelhas ) ao teto do conduto auditivo externo. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LMO : Transorbitária para osso temporal. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Incidências de STEN VERS ( quando esta linha estiver perpendicular ao plano da mesa. etc. linha antropológica e linha de FRANKFURT. 3-) PLANO FRONTAL OU PLANO CORONÁRIO OU PLANO BI-AURICULAR Divide a cabeça em metade anterior e posterior. 9-) LINHA DE CLIVUS Linha que passa pelo buraco posterior do clivus e se curva com uma linha que passa pelo processo clinóide posterior e vai até o násion. 7-) LINHA AURICULAR ( COINCIDE COM O PLANO CORONÁRIO ) Linha que passa verticalmente pelo centro do conduto auditivo externo. É a mais utilizada na técnica radiológica do crânio e face. EXMPLOS DE POSICIONAMENTOS QUE UTILIZAM A LINHA AURICULAR : Perfil de crânio. somente dando uma noção de profundidade. Perfil de sela turca etc. LINHAS 1-) LINHA HORIZONTAL ALEMÃ ( LHA ) Também conhecida como : linha infra-órbito-meática. etc. . 2-) PLANO HORIZONTAL ALEMÃO OU PLANO ANTROPOLÓGICO OU PLANO DE FRANKFURT Divide a cabeça em andar sup[erior e inferior. Vai do meio do conduto auditivo externo ( CAE ) até o bordo externo da órbita ( ou da comissura externa do olho ). direita e esquerda. REVERCHON. É o plano mais utilizado na técnica radiológica geral. APLICAÇÃO DA LINHA GLABELO-MEATAL : Demonstra a zona limite da base do crânio. deverá estar perpendicular ao filme e no prefil rigoroso deverá estar paralelo a ele. Passa pelos bordos inferiores das órbitas e pelos tetos dos condutos auditivos externos.

saindo no násion. com uma média de 12º podálicos. pois se colocarmos somente a cabeça posicionada desta forma. Quando o rochedo se projeta abaixo do bordo inferior da órbita. Quando em decúbito ventral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 100 / 1. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa . sentado ou em posição ortostática. Em pacientes com nariz curto esta inclinação diminui. Regiões frontal e nasal sobre a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal.4-) PLANO MEATO-ORBITARIO Divide também a cabeça em andar superior e inferior. 5-) PLANO DE RHEESE Plano que passa pelo conduto auditivo externo e pela comissura externa do olho do lado oposto. Passa pelos bordos externos das órbitas e pelos centros dos condutos auditivos externos. Ajustar os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. . Permite a posição correta na incidência de Rheese.90m / sim / 24x30 AP Região posterior da cabeça. A cabeça deverá estar algo estendida. Quando não temos uma indicação precisa da localização da lesão. Quando fazemos o AP devemos aumentar a distância foco-filme para diminuir a ampliação das órbitas e de outras estruturars importantes com perda de detalhe. para melhor apoio. sabemos que a inclinação utilizada foi demasiada. sentado ou em posição ortostática.6s / fino / 1. mais próxima do filme. O plano mediano ságital de todo o corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. colocando os braços numa posição que permita melhor apoio. Sabemos que a inclinação esta correta quando a imagem do bordo superior do rochedo projeta-se no terço inferior da órbita. mais próxima do filme. dificilmente conseguiremos uma boa radiografia. o posicionamento fica mais fácil fazendo-se no bucky vertical com o doente sentado ou de pé. pois assim pode perceber melhor eventuais falhas da posição. que vamos ter dificuldades de manter o posicionamento em póstero-anterior. sempre procurando aproximar a lesão do filme. as vezes fazemos até com o raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1.0s / fino / 0. Os pés devem ficar para fora da mesa para um melhor apoio do corpo. sentado ou em posição ortostática. colocar o corpo em posição obliqua.50m / sim / 24x30 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda. A incidência póstero-anterior em pacientes obesos ou com pescoço curto. Paciente em decúbito ventral. apoiando-se sobre o antebraço e o joelho fletido do lado elevado. Não fazemos AP de rotina porque os principais componentes anatômicos da base do crânio ficam mais próximos na incidência PA. Esta posição vai facilitar a colocação do plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. O raio central deve penetrar paralelo a linha horizontal alemã. quando colocado perpendicular a mesa. Paciente em decúbito ventral. para melhor colocação no espaço do filme 24x30cm. Raio central penetrando paralelo a linha horizontal alemã. mais próxima do filme. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. Indicamos a incidência ântero-posterior em politraumatizados ou em crianças e pessoas muito idosas. Crânio ( panorâmicas ) Incidências panorâmicas PA / AP / Perfil direito e esquerdo / Semi-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / AXIAL ( incidência de hirtz (A) e (B) / OPD / OPE / Incidência tangencial / Incidências de rotina PA / Perfil esquerdo / incidência de REVERCHON / PA Região da face. Normalmente temos que utilizar uma inclinação podálica média de 12º. no násion. Os pés devem estar para fora da mesa. O operador deve fazer o posicionamento do paciente pela extremidade da mesa. fazemos de rotina o perfil esquerdo.

O numerador com a identificação do paciente sempre deve coincidir com a região mentoniana. Sempre devemos evitar que o paciente mantenha o posicionamento da cabeça utilizando a mão fechada sob a região mentoniana, pois o radiologista assm poderá deixar de surpreender uma lesão ao nível da mandibula. Quando tivermos dificuldade de manter o posicionamento, devemos utilizar um apoio radiotransparente. Em pacientes obesos ou com pescoço curto, o exame fica mais fácil fazendo-se na estativa vertical. Raio central perpendicular, penetrando ao nível da sela turca, isto é, 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. OBSERVAÇÕES : (A) – Outro ponto que se utiliza na prática para entrada do raio central no perfil é no meio do espaço entre a protuberância occipital externa e a região frontal média. (B) – Em crianças de pouca idade e pessoas muito idosas é mais fácil fazer o perfil de crânio em decúbito dorsal, colocando-se um apoio sob um dos lados do tórax. (C) – Em pacientes com traumatismos crânio-encefálicos ou anestesiados, como se utiliza na arteriografia cerebral, teremos que entrar com o raio central horizontal, colocando um apoio radiotransparente sob a cabeça do individuo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 SEMI-AXIAL Ântero-posterior ( incidência de reverchon ) Região posterior da cabeça, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo com os ombros num plano transverso a linha central da mesa ou estativa. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Pacientes obesos ou com pescoço curto o exame deve ser feito no bucky vertical. O paciente tem que aproximar o máximo possivel o queixo da furcula esternal, pois o raio central deve penetrar com uma inclinação podálica de 35º em relação a linha horizontal alemã. Se a linha horizontal alemã estiver perpendicular ao plano da mesa, a inclinação do raio será de 35º, se o paciente, com a flexão da cabeça, fizer a LHA inclinar-se de 10º ( por exemplo ) em relação a anterior, a angulação então do raio central será de 25º caudais. O ideal dessa projeção é o aparecimento do dorso da sela turca, projetando-se no forame magno. Raio central entrará pela região frontal, passara pelo conduto auditivo externo e sairá no occipital, passando pelo meio do espaço entre os dois processos mastóideos ( região coincidente com o forame magno ). Esta projeção é a única que apresenta a fossa posterior craniana em quase toda a sua totalidade, numa visão frontal, por isso tendo grande importância nas suspeitas de lesão ao nível do occipital. OBSERVAÇÕES : (A) – Quando o paciente estiver em decúbito ventral e não tiver condições de movimentar-se, podemos fazer o reverchon invertido ou projeção nuco-frontal ou semi-axial póstero-anterior, utilizando os mesmos pontos de referência. (B) – Na prática, vemos a incidência semi-axial ântero-posterior ser chamada por três nomes : REVERCHON, BRETON e TOWNE. (C) – Há aotores que aconselham fazer a incidência de reverchon, breton ou towne com até 45º; outros, com inclinações menores, pois consideram como ponto de referência a linha órbito-meática. (D) – A cabeça é das estruturas do corpo que mais variam anatomicamente de individuo para individuo, por isso acontecendo as vezes utilizarmos rigorosamente os pontos pré-estabelecidos e ainda assim a incidência não sair correta. Assim, temos meios de saber que quando faltou angulação é quando não aparece o forame magno. Se a radiografia foi feita com inclinação excessiva do raio central, sabemos quando aparece o arco posterior do ATLAS. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 AXIAL - incidência de HIRTZ – ( sub-mento vértice ) ( vértico sub-mento ) Incidência de HIRTZ – sub-mento vértice Região superior da cabeça, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Quando em decúbito dorsal, coloca-se um apoio sob as costas do paciente para logo apos estender ao máximo a cabeça, até que a linha horizontal alemã fique paralela ao plano da mesa.

Quando este posicionamento for dificil para o doente, que geralmente acontece em pacientes obesos ou de pescoço curto, devemos fazer sentado, fazendo extensão máxima da cabeça, até encostar o vértice craniano na estativa vertical. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. As pernas devem ficar fletidas para relaxar a musculatura abdominal, os braços estendidos ao longo do corpo e os ombros num plano transverso ao maior eixo longitudinal da mesa. Após a exposição dos raios-x, o operador, antes de retirar o chassis da bandeja, deve auxiliar a levantar a cabeça do paciente lentamente, pois se levantar rápido pode sentir tonteiras. A incidência de HIRTZ é a melhor projeção para a base do crânio, mostrando as três fossas cranianas com excelente definição. Raio central penetrando perpendicular, no meio da linha horizontal alemã, quando estiver paralela ao plano da mesa. Quando não estiver, inclinamos o raio central cefalicamente até que penetre perpendicular a LHA. Incidência de HIRTZ – vértico sub-mento Região do sub-mento, mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral, sentado ou em posição ortostática. Esta incidência é indicada quando o paciente não tem condições de fazer a anterior. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. Colocar os braços numa posição que permita melhor apoio, ajustando os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso. Os pés devem ficar para fora da mesa para um melhor apoio. A cabeça deve ficar apoiada sobre a ponta do queixo em extensão máxima. Com a cabeça em hiperextensão, a linha horizontal alemã costuma fazer normalmente um ângulo de 35º a 40º com o plano da mesa. Sabemos que na incidência de HIRTZ o raio central tem que penetrar perpendicularmente a LHA; então teremosa que trabalhar com inclinações de 35º a 40º podálicos, aumentando a possibilidade de distorção e ampliação de imagem. Raio central perpendicular a linha horizontal, penetrando no meio do seu espaço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1,6s / fino / 0,90m / sim / 24x30 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da cabeça, mais próximas do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Obliquidade cabeça-mesa de 15º a 45º, em média, dependendo da região que nos interessa estudar. Estas projeções apresentam valor nos casos de suspeitas de fraturas com ou sem afundamento, e em crianças na pesquisa de céfalo-hematomas, além de outras indicações. Raio central penetrando paralelo a linha horizontal alemã, ao nível do násion. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 Incidência tangencial Região do crânio a ser estudada, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Esta projeção faz um estudo de uma determinada regiào, que esteja próxima a abóbada craniana e que se deseja ver com detalhe a presença ou não de lesões ósseas ou clacificações. A incidência tangencial deve sempre ser feita com a utilização de cones ou cilindros para obtermos mais detalhe. Raio central perpendicular, tangenciando o local onde se suspeita de processo patológico. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0,8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 1-) VARIANTES DA INCIDÊNCIA DE HIRTZ Em relação a penetração do raio central perpendicular a linha horizontal alemã, de acordo com o lugar onde passe, temos três incidências : (A) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço anterior – incidência para face. (B) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço médio – incidência para base do crânio. (C) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço posterior – incidência para osso temporal – incidência para buraco rasgado posterior. 2-) PA de crânio bem posicionado Temos diferentes métodos de reconhecimento para sabermos se a radiografia de crânio em PA esta rodada ou não.

A maioria desses métodos baseia-se na medida do espaço entre qualquer ponto do bordo lateral do crânio e o septo osseo nasal. Estes métodos são falhos pois são frequentes as variações da anatomia normal com assimetrias cranianas. O melhor método é o que mede o espaço bilateralmente entre a lâmina papirácea do etmoide e o bordo interno da órbita. Em crianças, é melhor medirmos da lâmina papirácea do etmoide ao septo osseo nasal. 3-) Perfil de crânio bem posicionado Alguns consideram o perfil de crânio bem posicionado quando os ramos da mandibula e os bordos superiores ( orbitarios ) do frontal ficam superpostos. Discordamos, pois estas estruturas só ficariam superpostas se o raio central penetrasse sobre elas. No perfil de crânio bem posicionado, vemos a sela turca com suas estruturas superpostas, pois o raio central penetra sobre ela. Estruturas como os ramos da mandibula, bordos supra-orbitarios, proeminencias malares e outras vão apresentar-se algo dissociadas, pois os raios que atingem estes pontos anatomicos são divergentes. 4-) Cuidados que devem antecder o exame de crânio Quando formos realizar radiografias de crânio, devemos Ter o cuidado de fazer o paciente retirar grampos, prendedores de cabelo, brincos e também próteses dentárias metálicas, pois estes materiais poderão superpor-se com estruturas que venham prejudicar a analise da radiografia. 5-) Distância FO-FI de 0,90m Mayer, um dos maiores estudiosos da radiologia craniana, apos valorosos estudos, chegou a conclusão que a distância foco-filme ideal seria de 80cm em radiografias feitas sem bucky. Atualmente convencionamos fazer as radiografias de crânio na distância de 90cm, porque fazemos com bucky. Há os que fazem com 85cm e até com 1m, conseguindo boas projeções.

Crânio ( politraumatizados )
Serão descritas incidências realizadas em aparelhos de exames gerais, com acessórios uma aparelhagem especializada para o exame do politraumatizado. Incidências básicas AP / PA / Perfil direito e esquerdo / REVERCHON / HIRTZ / Incidências especiais Incidências para mastóide / Incidências para rochedo / Incidências para base do crânio / tangencial / Em nosso estudo deteremos principalmente nas incidências basicas com suas variantes, não especificando as projeções especiais, pois um estudo radiológico completo com as incidências básicas, feito com um bom padrão, são capazes de apresentar a maioria absoluta das condições patológicas do crânio. As incidências de rotina, que fazemos em pacientes não politraumatizados, já descritas anteriormente, são : Póstero anterior ( PA ) / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( REVERCHON, BRETON OU TOWNE ) / AXIAL ( HIRTZ ) / Apresentaremos as variantes dos posicionamentos por incidência separadamente, sempre seguindo a ordem de apresentação do pequeno para o grande politraumatizado. Classificação dos politraumatizados Para efeitos de um estudo radiológico do crânio, dividimos o paciente politraumatizado em duas classes, relacionadas com o seu estado de colaboração e com os limites da agressividade em relação aos traumatismos. Pequeno e médio politraumatizado, grande politraumatizado. Pequeno e médio politraumatizado São os pacientes que conseguimos uma boa resposta as solicitações verbais, por isso, vindo facilitar grandemente a realização do exame radiológico, pois podemos até deixar de utilizar recursos técnicos para obtermos uma imobilização no posicionamento correto. Grande politraumatizado É o paciente que não responde as solicitações verbais. Isto vem dificulatar em muito o exame, pois não podemos contar com nenhuma colaboração do doente no sentido de obtermos uma boa imobilização na hora do posicionamento e até pelo contrário, podem ser pacientes agitados. ESTUDO RADIOLÓGICO Em todas as radiografias desses pacientes, devemos colocar sempre o tempo mais curto possivel para diminuirmos a possibilidade do flou cinético. São raros os centros de radiologia no nosso meio que apresentam equipamentos totalmente dirigidos para o exame do politraumatizado. Por isso, procuramos utilizar sempre nos nossos posicionamentos os acessórios que o técnico pode obter facilmente no próprio serviço hospitalar. AP

. Incidência utilizada nos pequenos.Sabemos que no exame radiológico do crânio. mesmo que sejam em pequena escala. na rotina. Também utilizado em pacientes em estado de coma. que se movem de acordo com a vontade do operador. precisam fazer exames que exijam detalhe. A incidência principalmente nos grandes politraumatizados. Estes aparelhos apresentam garras com borrachas para fixar a cabeça. VARIANTES DO . basta chegar o paciente até o lugar da estativa sem que saia da maca. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 300 / 0. pois é a que mais aproxima as regiões de maior importância da base craniana do filme. Normalmente esses pacientes vem em maca e não devem ser retirados dela. médios ou até grandes politraumatizados. nas cotusões cranianas. Coloca-se sob a cabeça uma coroa de papelão ou outro material radiotransparente e o chassis fica equilibrado encostado na região posterior da cabeça.54s / grosso / 1. a face está comprometida e são muito frequentes as hemorragias nasais. Em termos de radiologia de urgência. o raio central sempre deve passar paralelo a linha horizontal alemã ( linha que vai do bordo inferior da órbita até o teto do conduto auditivo externo ). Se o traumatismo é no lado direito fazemos o perfil direito. que apresentam movimentos. atropelados. Apresenta a grande vantagem da pouca mobilização do paciente. Nas projeções ântero-posteriores. 7-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Paciente em decúbito dorsal na maca e o filme colocado sob sua cabeça. Incidência nos grandes politraumatizados. pois vamos incorrer num grande risco para a vida do paciente. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados. Incidência nos grandes politraumatizados. que por causa do péssimo estado geral. pois diminui a possibilidade de acidentes vasculares cerebrais e a formação de edemas. Deve-se colocar uma grade fixa sobre o chassis para possibilitar mais detalhe ao exame. é totalmente impraticavel fazermos o PA. com pequeno grau de agitação. nos pequenos politraumatizados. obteremos uma radiografia de melhor padrão. sendo essa a causa de grande número de casos mortais em individuos que. Se colocarmos a estativa na posição horizontal. caem nessa posição. 4-) Paciente lúcido ou não e muito agitado EM DECÚBITO DORSAL Utilizamos aparelhos especificos para colocar a cabeça do paciente fixada na mesa e mantida no posicionamento. 6-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Paciente em decúbito dorsal na maca e a cabeça apoiada na estativa na posição horizontal.AP – NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa e não utilizamos acessórios. Normalmente. ESTATIVAS COM BUCKY VERTICAL Estativas verticais com grade potter-bucky. médios ou grandes politraumatizados. esse sangue vai drenar para a árvore respiratoria através da laringe. preferimos fazer a incidência póstero-anterior. 2-) Paciente lúcido e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Colocamos um apoio em forma de coroa ( para mantermos o posicionamento ) sob sua cabeça. se a colocarmos perpendicular a mesa. fazemos com o raio central inclinado de mais ou menos 12º podálicos no násion. o raio central penetra horizontalmente. Se tivermos uma grade fixa no serviço. não devem ser retirados da maca.50m / sim / 24x30 Perfil direito ou esquerdo Fazemos o perfil direito ou esquerdo sempre procurando aproximar a região da lesão do filme. se colocarmos o paciente em decúbito ventral. são de grande valia nos exames em que pacientes em péssimo estado geral. passando pela sua região frontal para fixarmos a cabeça do paciente na mesa de exame. 3-) Paciente lúcido ou não e agitado EM DECÚBITO DORSAL Colocamos uma faixa de esparadrapo ( ou outro adesivo ). Nessa projeção. Incidência nos pequenos. 5-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO LATERAL A posição em decúbito lateral é a melhor nos traumatismos crânio-encefálicos.

Incidência nos pequenos e médios politraumatizados ou em crianças e pessoas muito idosas. que nos facilita. Outro recurso. diminuindo assim a ampliação com consequente perda de detalhe. O raio central sempre incidirá perpendicular. 7-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO VENTRAL . devemos colocar o seu corpo obliquado na mesa. fechada. 6-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando o paciente vem na maca. tentando colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da mesa. para fixar o posicionamento. podemos fazer toda uma rotina do exame do crânio. entramos com o raio central horizontal. inclinamos podalicamente até que fique perpendicular ao maior eixo do crânio. Incidência nos grandes politraumatizados.Com o paciente em decúbito lateral. a não ser quando a cabeça do paciente estiver algo obliqua. Esta incidência pode ser indicada nos grandes politraumatizados. para facilitar o posicionamento ( hemidecúbito lateral ) e manter o plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. Podemos utilizar ou não a mão do paciente. pois muitas vezes o paciente vem nessa posição e não há condições de o colocarmos em decúbito dorsal. é aumentando-se a distância foco-filme. é colocarmos um apoio sob as costas ( no lado contrário ao que a cabeça esta rodada ). que tenham dificuldade de manter o posicionamento em decúbito ventral. médios e grandes politraumatizados. sob o queixo. entramos com o raio central horizontal após colocarmos sob sua cabeça ( coroa de papelão ). utilizamos um plano inclinado para facilitar e melhorar o posicionamento. 4-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando é conveniente fazer o perfil sem manipular o paciente. Quando os pacientes apresentam-se agitados. Levamos a maca até uma estativa com bucky vertical e executamos a radiografia. 2-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Não utilizamos acessórios. A maneira de remediarmos esse problema. Colocamos um apoio sob sua cabeça ( preferivelmente uma coroa de papelão ) para elevá-la. É importante sabermos essa rotina. Incidência nos pequenos. Incidência nos pequenos politraumatizados. o raio central penetra perpendicular. Se conseguirmos. então faremos com uma inclinação de tal modo que o raio entre perpendicular ao maior plano da cabeça do paciente. além do plano inclinado. fazendo assim o perfil do crânio com muita facilidade. 3-) Pacientelúcido e não agitado DECÚBITO DORSAL Normalmente a incidência anterior necessita que inclinemos o raio. o raio central penetra dois centimetros para frente e para cima do conduto auditivo externo ou no meio do espaço entre a região mais medial do frontal e a região mais medial da porção escamosa do occipital. O paciente vira ao máximo a cabeça para o lado. apoiando no lado mais próximo da contusão. O filme é colocado verticalmente. O plano mediano ságital deve sempre estar paralelo ao plano da mesa. Nas projeções em perfil ou lateral. que não podemos movimentar o paciente. Incidência nos grandes politraumatizados. se utilizarmos um plano inclinado poderemos colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da mesa. Obteremos uma melhor radiografia se utilizarmos a grade fixa. mantendo fixa. pois a mobilização do paciente é pequena. utilizamos os mesmos recursos citados nas incidências anteriores. 5-) Paciente lúcido e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando necessitamos fazer um perfil de crânio na maca. Apresenta a desvantagem de ampliar em muito a imagem por causa do ombro do paciente que não permite uma melhor aproximação. se não. O paciente gira a cabeça para um dos lados ( de acordo com a aproximidade da lesão ) até colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da estativa vertical na posição horizontal. VARIANTES DO PERFIL NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO LATERAL Quando o paciente vem andando ou é posto na mesa em decúbito ventral.

se tiver condições. Posicionamento nos grandes politraumatizados. empurramolo "em bloco" para frente e ele se coloca em hemi decúbito lateral para melhor posicionamento do perfil. Nos pequenos politraumatizados. AXIAL ( INCIDÊNCIA DE HIRTZ ) Quando há suspeita clínica ou mesmo radiológica de fratura de base do crânio. de maneira que o seu plano mediano ságital coincida com a linha central da mesa. Raio central penetra quase que paralelo ao tórax. A linha horizontal alemã ( LHA ) deve ficar perpendicular a mesa. de maneira que cruza o meio da linha horizontal alemã perpendicularmente. obteremos uma melhor radiografia.90m / sim / 24x30 VARIANTES DO HIRTZ NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa com a utilização de um apoio ( travesseiro dobrado ) sob suas costas.Quando o paciente vem na maca em decúbito ventral ( melhor posição nas fraturas de vértebras lombares ). penetrando inicialmente no vértice craniano. o paciente é colocado em decúbito dorsal ou sentado. passa pelo conduto auditivo externo e sai no meio do espaço entre os processos mastoideos ( onde localiza-se o forame magno ). Incidências nos grandes politraumatizados. utilizamos os mesmos acessórios já citados no AP. Quando os pacientes apresentam-se agitados. Quando os pacientes apresentam-se agitados.90m / sim / 24x30 SEMI-AXIAL ( INCIDÊNCIA DE REVERCHON ) Quando o traumatismo crânio-encefálico é na região anterior ou lateral da cabeça. que nos dá uma visão global da base craniana permitindo ao radiologista orientar as incidências especiais que virão a seguir. Na incidência semi-axial ( REVERCHON ) o paciente é colocado em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 200 / 0. 3-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Coloca-se um apoio sob a cabeça do paciente. onde o raio central cruza perpendicularmente o meio da linha horizontal alemã. temos como incidências de rotina. é fundamental incluirmos na rotina o HIRTZ.5s / grosso / 0. É colocado um apoio sob as costas do paciente de maneira que sua cabeça fique em extensão máxima até encostar na mesa. para confirmar ou não o diagnostico. O raio central deve sempre passar perpendicular no meio da linha horizontal alemã. o AP e o perfil direito ou esquerdo. Variantes do reverchon no politraumatizado 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa sem a utilização de acessórios. o levamos para a estativa com bucky na posição horizontalizada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 200 / 0. e para isso fazemos o paciente aproximar o queixo da fúrcula esternal. Se a contusão é na região posterior ( superior ou inferior ) da cabeça. levamo-lo ao bucky vertical horizontalizado. 2-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO VENTRAL Quando o paciente vem para a mesa em decúbito ventral.5s / grosso / 0. . O filme é colocado equilibrado atrás da cabeça do paciente. fazemos o HIRTZ ( vértice sub-mento ). é fundamental incluirmos na rotina a incidência de reverchon. 2-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando o paciente vem de maca e não temos condições de transportalo para a mesa. Na incidência de HIRTZ. por isso deve ser utilizado nos pequenos e médios politraumatizados. O seu plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Exame nos pequenos politraumatizados. O raio central penetra na região frontal com uma inclinação entre 30º e 35º em relação a LHA. com o paciente colaborando totalmente. utilizamos os mesmos acessórios citados no decorrer das projeções em ântero-posterior. Posicionemento bastante dificil para um paciente em más condições. através de um plano inclinado. Se utilizarmos grade fixa. de maneira que consigamos uma boa extensão do pescoço. para que depois se deite e coloque a cabeça em extensão máxima. Procuramos fixar a sua cabeça de maneira que a linha horizontal alemã fique perpendicular a mesa.

produz a ACROMEGALIA.Dorsos : curto e longo. de maneira que a cabeça do paciente entre em extensão máxima.Porose do dorso. O lobo anterior produz hormônios que : A-) Atuam sobre o funcionamento de outras glândulas de secreção interna ( tireóide.Tumores intra selares. Forma o teto dos seios esfenoidais. sendo colocado num plano inferior ao da maca. Utiliza-se esta incidência nos pequenos.Sincondrose : inter-esfenoidal.Processos clinóides posteriores. 6.). Estes disturbios constituem a maior parte das indicações de seu estudo radiológico. 5. configuração e inclinação. Assoalho selar. 12Grande asa do esfenoide. juntamente com a variação da glândula hipofise ou pituitária. Ela é delimitada anteriormente pelo tubréculo selar. A sela turca varia consideravelmente em tamanho. Apesar de seu pequeno tamanho. é uma glândula muito importante porque secrata muitos hormônios. etc. 7. 5. 4. 2. médios e grandes politraumatizados. 4. 7. por conter a glândula hipofise. INDICAÇÕES PARA O EXAME RADIOLÓGICO DA SELA TURCA As principais indicações são : 1. também designada como o "maestro da orquestra endócrina" por influir no funcionamento de outras glândulas endócrinas.90m / sim / 24x30 Sela turca A sela turca esta localizada na superficie superior do corpo do osso esfenoide. Em adultos. 6.Tuberculo selar.Sela com processo clinóide médio. Estes dois processos dão inserção ao tentório do cerebelo.Localização da hipofise. atrás do sulco óptico. Alterações metabólicas.Ponte selar entre os processos clinóides. 9.Tumores do nervo óptico. uma lâmina óssea quadrada que se projeta para cima e apresenta nos dois lados. o gigantismo.Tumores supra selares. 13Pequena asa do esfenoide. 8.54s / grosso / 0. os processos clinóides posteriores. 7.Tumores do cavum. ANATOMIA RADIOLÓGICA Imagem da sela turca em perfil ( fig ) 1. o levamos para a estativa com o bucky horizontalizado. 4. B-) Secreta hormônio do crecimento – A deficiencia deste hormônio em crianças produz o nanismo e o aumento.Processos clinóides anteriores.Sulco do quisma óptico volumoso. 2. 5. 2.4-) Paciente lúcidoou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando vem na maca e não tem condições de passa para a mesa.Porçào basilar do occipital. esfeno-occipital. O lobo posterior produz hormônios que influem nas variações da pressão sanguinea e regulam a eliminação da urina. 3.Redução do volume selar.Hidrocefalias. 3. 6.Plano esfenoidal.Clívus. VARIAÇÕES DA ANATOMIA NORMAL DA SELA TURCA 1. o anterior e o posterior. 14Lâmina crivosa do etmóide. que é o limite posterior do sulco óptico e posteriormente é delimitada pelo dorso selar.Assoalho duplo. supra-renal.Parede anterior da sela. 10Seio esfenoidal. 3. .Alterações ósseas. glândulas sexuais.Dorso selar. A cavidade selar é denominada fossa hipofisal. 11Sulco do quiasma óptico. Aloja-se na fossa hipofisal e tem duas partes diferentes chamadas lobos.Pneumatização do dorso. 8. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 300 / 0.

Variando em poucos graus. grande asa do esfenoide. Incidências localizadas PA / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / Incidências localizadas de rotina PA / Perfil esquerdo / PA Paciente em decúbito ventral no mesmo posicionamento da incidência pósteroanterior do crânio panorâmica. OBS : O perfil é o melhor posicionamento para visualização do maior número de componentes da sela turca. Raio central incidirá com uma inclinação podálica de 35º em relação a linha horizontal alemã.E outros acidentes importantes como o sulco do quiasma óptico. com uma fina linha que se projeta logo abaixo do plano esfenoidal e no meio do espaço entre os bordos mais superiores dos rochedos do temporal. 2cm para frente e para cima do condotu auditivo externo. OBS : Nesta incidência visualizamos o assoalho selar. resultando assim radiográfias com muito mais detalhes. Através desta incidência o radiologista pode medir a largura da sela. passando pelo conduto auditivo externo e saindo no occipital. ou em posição ortostática com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Plano mediano ságital do crânio paralelo ao plano da mesa. parede anterior e posterior da sela. . Raio central incidindo na região frontal com uma inclinação podálica de 35º. com a finalidade de jogarmos a imagem da sela turca dentro do forame magno do occiptal. Estas incidências apresentam grande importancia para visualizar-se prováveis patologias contíguas com a sela turca ( ou túrcica ) ou em outras regiões do crânio. no mesmo posicionamento da incidência de reverchon panorâmica. Por ser a melhor incidência vemos com excelente definição : . SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) Paciente em decúbito dorsal. o radiologista pode medir o comprimento e a altura da sela turca para obter o volume selar. A cabeça do paciente deve estar em perfil rigoroso. Assoalho. saindo no násion. Raio central perpendicular incidindo 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. com +_12º podálicos ou ainda colocando-se esta linha perpendicular e incidindo o raio central perpendicular. Plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. Paciente em hemi-decúbito lateral ou em posição de nadador. desde que paralelo a linh horizontal alemã.Tubérculo selar. Raio central deve sair do násion. . O que normalmente caracteriza as projeções localizadas para sela turca é a utilização dos cones com finalidade de limitar e absorver a radiação secundária.Processos clinóides anteriores e posteriores. Devemos fazer duas incidências com cone. etc. Paciente em decubito ventral ou em posição ortostática. Plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. Devemos utilizar colimadores como os cones para obtermos mais detalhe radiográfico. plano esfenoidal. mais próxima do filme com as regiões frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.ESTUDO RADIOLÓGICO Iniciamos o estudo radiológico da sela turca com incidências panorâmicas de crânio. Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça. mais próxima do filme. SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) – ( Panorâmica ) Região posterior da cabeça. que deverá estar perpendicular a mesa. Raio central incidirá paralelamente a linha horizontal alemã. Incidências panorâmicas de rotina PA / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / PA ( Panorâmica ) Região anterior da face. Através do perfil. . seios esfenoidais. Raio central deverá incidir perpendicular. poderá incidir perpendicular ou com uma inclinação podálica de 10º a 12º. Paciente em decúbito dorsal. Perfil direito ou esquerdo Paciente em hemi-decúbito lateral no mesmo posicionamento das incidências laterais do crânio panorâmicas.

Encontra-se na parte mais posterior e medial da pequena asa do esfenoide na sua raiz de inserção com o corpo.2s / fino / tomo +_1. pois se não tomarmos este cuidado obteremos uma radiografia com um halo de radiação secundária em torno da imagem. Faremos mais quatro cortes. No estudo da sela turca. . O buraco ou forame ótico dá passagem ao nervo ótico e a arteria aftalmica. Paciente em decubito ventral.2s / fino / tomo +_1. poroses ou erosões de estruturas ósseas selares. Faremos mais quatro cortes. com o plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa.5cm para cima do plano ótimo e dois separados de 0. Raio central incidindo a 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências Incidência de RHEESE – parieto orbital e orbito parietal . Assim podendo-se diafragmar para obter mais detalhe. dois separados de 0. sentado ou em posição ortostática.5cm para cima do plano ótimo e dois separados de 0. por isso podemos trabalhar com os mesmos fatores das distâncias panorâmicas. mais próxima do filme. Indicações do exame radiologico do buraco ótico A orbita é assento de tumores oculares. pelos quais se requer estudos radiologicos de boa qualidade para visualizar os buracos óticos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 260 / 80 / 3. aparecem nas radiografias localizadas. de tumores da glândula hipofise ( que a afetam indiretamente ) ou de lesões produzidas por traumatismos crâneoencefalicos e infecções. Podemos tomografar a sela turca em AP e Perfil : A-) Em AP – Paciente em decúbito dorsal. ou seja. poderão junto com a clínica do doente definir um diagnostico. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 260 / 80 / 3. como a sela turca. Raio central incidindo no násion.5cm para baixo do plano ótimo./ Incidência de HARTMAN / Incidência de PFEIFFER / Incidência de LYSHOLM / Incidências de rotina Incidência de RHEESE – direita e esquerda / Incidência de RHEESE – parieto-orbital Região anterior da orbita. temos que limitar a abertura do diafragma para que fique aproximado ao seu mairo diâmetro. O plano ótimo será 2cm a frente ( para cima ) do conduto auditivo externo. O plano ótimo é na altura do plano mediano ságital. Buraco ótico O buraco ótico é o orifício anterior de um verdadeiro conduto de 5mm a 8mm de comprimento e de 4mm de diâmetro. que se abre por um lado na orbita e por outro lado na cavidade craniana. com alinha meato-orbitária perpendicular ao plano da mesa.45m / sim / 24x30 B-) Em perfil direito ou esquerdo Paciente em hemi-decúbito lateral. 2-) Radiação secundária Quando utilizamos o cone.OBS : A incidência de REVERCHON demonstra o dorso selar ( região da lâmina quadrilatera do esfenoide ) numa projeção anterior do forame magno. NOTA 1-) Fatores radiográficos Sabemos que na distância de 1m o cone absorve +_7 Kv. nos limites dos assoalhos da fossa anterior e média da base do craniana e esta limitando o quiasma ótico. quando fazemos as localizadas para sela turca o cone fica encostado na cabeça do paciente diminuindo então a distância foco-filme. dois separados de 0. Através do reverchon o radiologista pode medir a largura da sela turca. Vemos comumente lesões que não aparecem na panorâmica. pois a presença de calcificaçòes intra selares.45m / sim / 24x30 OBS : Nas tomografias de estruturas pequenas. utilizamos máscaras plumbíferas. ESTUDO TOMOGRÁFICO A tomografia é dos principais recursos dentro de um serviço de radiologia.5cm para baixo do plano ótimo. pequenas erosões ósseas ou calcificações poderão definir a conduta médica em relação ao paciente e somente a tomografia permite dizer com precisão os casos suspeitos nas radiografias de rotina. que dividem o filme 24x30 em quatro. NOTAS GERAIS 1-) Localizadas de sela turca A finalidade de fazermos radiografias localizadas de sela turca é obtermos mais detalhe. O plano mediano do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa.

mais próxima do filme. deve ser feita com grades Potter-bucky paralelas ( ou universais ). Paciente em decúbito ventral com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. o buraco ótico projeta-se no quadrante superior externo. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. saindo no centro da orbita que deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. OBS : Quando penetramos com o raio central perpendicular. a imagem do buraco ótico projeta-se no quadrante inferior externo da orbita. mais próxima do filme.direita e esquerda Regiões anteriores das órbitas. Paciente em decúbito ventral. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. Raio central com 20º de inclinação lateral da direita para esquerda ou viceversa segundo seja o buraco ótico a radiografar e associada a uma inclinação podálica de também 20º. O raio central deve sair no meio da órbita do buraco ótico a ser radiografado. mais próxima do filme. mantendo o dorso do nariz. penetrando no centro da orbita. Ajustar a rotação da cabeça. Raio central com inclinação lateral de 30º e podálica de 20º. A linha acantion-meatal ( conduto auditivo externo ) deve ficar perpendicular ao plano da mesa. Podemos penetrar com o raio central perpendicular ou com uma angulação de 5º a 7º podálicos.sentado ou em posição ortostática. na ampola. O plano mediano sagital do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. O raio central penetra perpendicular aproximadamente 7cm para fora da protuberancia occipital externa. Utilizamos dois chassis colocados em forma de "V". e quando fazemos com inclinaçãi podálica de 5º a 7º. A região orbitaria do lado a ser examinado deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito ventral. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. A linha acantion-meatal ( conduto auditivo externo ) deve ficar perpendicular ao plano da mesa. de modo que o plano mediano forme um ângulo de 53º com o plano do filme. A rotação deve ser para o lado contrario a ser examinado. Ajustar a rotação da cabeça de maneira que o plano mediano sagital forme um ângulo de 53º com o plano do filme. mais próximas do filme. dando uma exposição para cada chassis. Estas grades devem ser de lâminas paralelas. Incidência de PFEIFFER . para obtermos mais detalhe. a radiação é absorvida nas grades Potter-bucky divergentes. Raio central perpendicular ou com uma inclinação de 5º a 7º podálicos. com a região frontal e nasal coincidindo com a linha central da mesa. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. formando um ângulo de 37º com o plano horizontal. OBS : Sobre os dois chassis devemos utilizar grades fixas. Incidência de LYSHOLM – direita e esquerda Região anterior da cabeça. coincidindo com a linha central da mesa. proeminencia malar e dorso do nariz. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . saindo no meio da órbita. a protuberancia orbitaria externa. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. pois radiografias com inclinações laterais. É o mesmo posicionamento do "PA" de crânio. Incidência de RHEESE – orbito parietal Região occipto-parietal. Incidência de HARTMAN – direita e esquerda Região anterior da face.Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. do lado a ser examinado. Ajustar a rotação da cabeça de maneira que o plano mediano sagital forme um ângulo de 53º com o plano do filme. A incidência de lysholm. no meio dos quais descansa a cabeça do paciente. Qualquer desvio lateral desta localização indica rotação incorreta da cabeça e qualquer desvio longitudinal indica angulação incorreta da linha acantiomeatica. mantendo três pontos de contato. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano do corpo coincidindo com a linha central da mesa. sentado ou em posição ortostática. do lado a ser examinado.

em planos a partir da região posterior da órbita. passam pelo buraco rasgado posterior os três nervos : . ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Incidência de CHAUSSÉ II / Incidência de HIRTZ comparativa e localizada / Incidência semi-hirtz / Tomografias Transorbitária ( AP ) / Perfil / Incidências de rotina CHAUSSÉ II DIREITO E ESQUERDO / Incidência de CHAUSSÉ II Região posterior da cabeça. que geralmente acontece em pacientes obesos ou de pescoço curto. de preferencia no mesmo filme. (A). encostado na região lateral direita ou esquerda do pescoço. Raio central penetrando perpendicular a linha horizontal alemã. Raio central penetrando perpendicular a linha horizontal alemã. com a boca aberta. ) do corpo coincidindo com a linha central da mesa. com um apoio sob as suas costas estendendo ao máximo a cabeça. que é onde deságua o seio lateral da paquimeninge para formar a veia jugular interna. pois é de grande importância fazer-se a comparação de um lado com o outro.As radiografias para buraco rasgado posterior devem ser sempre comparativas. fazemos cortes tomograficos.Devemos sempre utilizar cones de pequena abertura para obtermos o máximo de detalhe. 2-) TOMOGRAFIA Quando se suspeita de lesão ao nivel das paredes do forame ótico.M. . Geralmente o golfo da jugular e o buraco posterior são maiores no lado direito. devemos utilizar um cone de pequena abertura. Raio central perpendicular. devemos fazer as radiografias para buraco ótico com colimadores ( cones.Décimo ou pneumogastrico ( também chamado de vago ou cardiopneumoenterico ).COMPARATIVA Apesar de sabermos que no lado direito o golfo da jugular e o buraco rasgado posterior são maiores. BURACO RASGADO POSTERIOR O buraco rasgado posterior é formado pela porção lateral do processo basilar do occiptal e pela porção da parte petrosa do osso temporal. Quando o posicionamento for dificil para o doente. 3cm para dentro do processo mastóide do lado a ser estudado. O paciente deve manter-se na posição de RHEESE órbito-parietal e fazer tomografias bilaterais. OBS : (A). Indicação do exame radiologico para buraco posterior A principal indicação para o exame do buraco rasgado posterior é o tumor de glomus jugulares. no meio do espaço entre os dois processos mastóides.75 / 30 / 100 / 100 / 1. devemos fazer com o paciente sentado estendendo ao máximo a cabeça até que encoste na estativa vertical. cilindros ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. penetrando na comissura labial externa do lado contrário a ser radiografado. até que a linha horizontal alemã fique paralela ao plano da mesa. Paciente em decúbito dorsal. Alem da veia jugular interna. mais próxima do filme. (B).0s / fino / cone encostado+_75cm / sim / 18x24 NOTA 1-) SPOT FILMS COMPARATIVOS Para obtermos o máximo de detalhe.S. (B). Próximo a ele encontramos o golfo da jugular. mais próxima do filme.Nono ou Glossofaringeo .LOCALIZADA Na projeção localizada. para diagnostico radiologico. A cabeça deve estar rodada de 10º a 20º para o lado a ser radiografado. Devemos fazer uma diafragmação suficiente para obtermos um bom detalhe. O plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em decúbito dorsal. com o plano mediano ( ou P.2s / fino / cone encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ comparativa e localizada Região superior da cabeça. que vai da espinha nasal anterior ou conduto auditivo externo fique perpendicular ao plano da mesa. A cabeça deve estar um pouco estendida até que a linha imaginaria. devemos fazer a comparativa para surpreendermos patologias no lado sem possiveis alterações.Décimo primeiro ou espinhal. . sempre fazendo o estudo bilateral.

mais próxima do filme. passando pelo conduto auditivo externo. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. esta unida. SEMI-HIRTZ . corresponde ao cerebelo. colocando a linha acantion-meatal perpendicular ao plano da mesa. Raio central incidindo na região do nasion. Em sua porção póstero-inferior. a distância foco-filme deve ser de 0. mais próxima do filme. Devemos fazer os cortes tomográficos a partir de 2cm abaixo do plano mediano sagital como corte preliminar.( Incidência de PORCHER.Porção petrosa ( rochedo ) PORÇÃO ESCAMOSA Apresenta uma face convexa lisa. O plano mediano sagital do cropo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. perpendicular ao plano da mesa.90cm com nas projeções para crânio.H. As celas mastóideas são numerosas cavidades que fazem parte da conformação interna. POROT E ROSSAND ) Região occipito-parietal. deixando pender a cabeça naturalmente sobre a mesa de exame.Porção timpânica (E). irregular.Porção mastóidea (C).2s / fino / tomo +_1. . processo mastóideo. separados de 0. numa eminência volumosa.A. Linha infra-órbito-meática ( L. através de apoio sob as costas. de um lado a sutura escamo-mastóidea ( porção mastóidea ) e do outro ao rochedo ( CISURA DE GLASSER ). parietal e esfenoide.6s / fino / cone encostado / sim / 18x24 TOMOGRAFIA EM TRANSORBITÁRIA . colocando o plano mediano da cabeça paralelo ao plano da mesa. Devemos fazer cortes tomográficos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 160 / 100 / 1. num total de cinco cortes separados uns dos outros de 0.Porção escamosa (B). A outra face da porção escamosa é a circunferência.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Osso temporal O osso temporal encontra-se situado na parte inferior e lateral do crânio.6s / fino / cone encostado ou 90cm / sim / 18x24 OBS : Na incidência comparativa. Faz-se oito tomografias a partir do preliminar para baixo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 35 / 250 / 80 / 3. mas não alteramos os fatores. Girar a cabeça de 25º para o lado oposto a ser radiografado. Paciente em decúbito dorsal. De sua parte externa e inferior. pois que o cone absorve compensando a aproximação da ampola. ). Na incidência localizada. como fazemos com o cone encostado. A cabeça do paciente deve ficar numa posição intermediaria entre o "AP" de crânio e o Hirtz. articula-se posteriormente com a grande asa do esfenoide. PORÇÃO MASTÓIDEA Sua face externa termina para baixo. a circunferência articula-se com os ossos parietal e occipital.(AP) Região posterior da cabeça. A face interna é côncava e encontra-se em relação com o centro. Raio central incidindo no meio do espaço compreendido entre o conduto auditivo externo e o processo mastóide. projeta-se o processo zigomático em direção anterior para formar a arcada zigomática com o processo temporal do malar ( ou zigomático ). TOMOGRAFIA EM PERFIL Região lateral direita ou esquerda da cabeça. com os ombros elevados.FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. O lada a examinar em contato com a mesa.Porção estiloide (D).3cm. Raio central perpendicular. Paciente em Hemi-decúbito lateral. que forma parte da fossa temporal. mais próxima do filme. Devemos sempre fazer radiografias comparativas e com cone para obtermos mais detalhe.3cm uns dos outros. do meio do conduto auditivo externo para baixo. Já a face interna côncava. penetrando no gônion ( ângulo da mandibula ). a distância então diminui. entre o occipital. O osso temporal apresenta-se dividido em 5 porções : (A).

OUVIDO As ondas sonoras fazem vibrar a membrana do tímpano e as vibrações são transmitidas através dos ossículos ( martelo. .Ático ou epitimpano ou lajeta B. A bigorna tem um corpo articulado a cabeça do martelo. constitui a zona de inserção de músculo e ligamentos. ânteroinferior e póstero-superior Como o aparelho auditivo está situado em sua grande parte no rochedo. LIMITES .Ouvido externo . .Externamente – ligamento estilomaxilar. OSSÍCULOS Os ossículos são em número de três : .Externo – parótida .Inferiormente – músculo estiloglosso. Inferior – assoalho da caixa ou recesso hipotimpânico. sempre procurando dar ênfase aos que dão expressão radiológica.Martelo.Ouvido interno Demonstramos os principais componentes das porções do ouvido.Vértice – dirigido para dentro e para frente . podemos dividir em : . HIPOTÍMPANO Parte mais inferior da caixa do tímpano. OUVIDO EXTERNO – Principais componentes : 1.PORÇÃO ESTILÓIDE Projeção látero-inferior do rochedo.Internamente – ( na base ) ligamento estilofaríngeo. 2. Superior – TEGMEN TYMPANI.Conduto auditivo externo – oríficio pertencente a parte mais lateral do rochedo. MESOTIMPANO Espaço hipertransparente aos raios-X ( com ar ) entre o epitimpano e o hipotímpano. para fazer a comunicação do ouvido médio com o meio externo. o assoalho e a porção baixa posterior do conduto auditivo externo.Caixa do tímpano – dividimos a caixa do tímpano em 3 partes : A. O cabo do martelo está preso a parte superior da membrana do tímpano. o seu limite medial em fronteira com o ouvido médio se faz através da membrana do tímpano. Seu bordo superior se une com o tubérculo zigomatico posterior através da cisura tímpano-escamosa e com a cavidade glênoide pela cisura petrotimpânica. onde estão os ossículos. postero-inferior. uma cavidade hipertransparente onde no seu assoalho abre-se a trompa de eustáquio. . que são traduzidos e interpretados pelo cérebro. bigorna e estribo ) á janela oval no vestíbulo ( ouvido interno ). A porção timpânica forma a parede anterior. Conduzidas pela perilinfa e endolinfa vão impressionar as células neuroepiteliais. um processo curto que a prende a parede do ático e um processo longo que se articula com o estribo.Faces – em número de quatro : ântero-superior. Medial ( interna ) – formada pelas estruturasdo labirinto.Mesotimpano C.Hipotimpano ÁTICO Parte superior da caixa do tímpano. OUVIDO MÉDIO – Principais componentes : 1. que constituem o órgão terminal da audição ( órgão de CORTI ).Ouvido médio . PORÇÃO PETROSA ( ROCHEDO ) Tem a forma de uma pirâmide quadrangular. bigorna e estribo.Base – orificio do conduto auditivo externo .Pavilhão auricular – é uma cúpula cartilaginosa para captação do som. é a mais importante. PAREDES DA CAIXA DO TÍMPANO Externa – esporão de CHAUSSÉ ( parede externa do ático ) e membrana do tímpano. tais como : . Sua superficie anterior é triangular e esta em contato com a glândula parótida. O ouvido ( ou orelha – pela nova nomenclatura ) divide-se em três proções : . ANATOMIA RADIOLÓGICA Os principais componentes que formam o conteúdo da caixa do tímpano são os ossículos e o ar. . Nele originan-se os impulsos nervosos da audição. estudá-loemos anatomicamente. que dá a imagem hipertransparente da região.Interno – veia jugular PORÇÃO TIMPÂNICA É uma lâmina óssea curva situada entre o rochedo e a escama.Posteriormente – ligamentos estilohióideo.

na mastóide. Esta pneumatização parte do antro. As infecções da caixa propaga-se para o antro. devido as pequenas células que o cercam. .LABIRINTO : É onde se encontram no ouvido interno.CANAL SEMICIRCULAR SUPERIOR 8. 2. Abre-se no ouvido no hipotímpano e a responsavel pela manutenção da pressão dentro do ouvido. ser maior do que o outro. É encontrado na rede lateral do ático.CAVIDADE DA MASTÓIDE ADITUS – canal que comunica o ático com o antro ( "ADITUS AD ANTRUN" = CAMINHO PARA O ANTRO ). seu contorno é festoneado e pouco nítido ( o contorno bem delineado é visto no antro patológico com colesteatoma ). em uma mesma pessoa. na linha bi-auricular e é o ponto onde deve incidir o raio central nas incidências para ouvido médio. cóclea.VESTÍBULO : é de onde partem os canais semicirculares. de um lado. no vestíbulo encontramos os líquidos perilinfa e endolinfa. Dá origem as demais células pneumatizadas.Mastóide pneumatica – predominância de células com ar. sobretudo na criança onde o aditus é mais amplo. TIPOS DE PNEUMATIZAÇÃO .TROMPA DE EUSTÁQUIO Canal que faz comunicação entre o rino-faringe e o ouvido médio.CONDUTO AUDITIVO INTERNO : É um canal longo que percorre grande extensão do rochedo. 5. Células pneumatizadas – onde encontramosbasicamente as células pneumatizadas em condições normais é na mastóide. podendo. que se localiza para tráz. visivel na radiografia simples.ANTÉLICE 5. 3.ANTRO 7. o externo ou lateral e o posterior. a sua forma é aproximadamente triangular.HÉLICE 6. com a base para cima. canais semicirculares. O antro tem forma e medidas também muito variaveis. a sua abertura na base craniana chama-se porus acusticus.Mastóide pneumo-diplóica – tipo misto. é um órgão da audição. Também os colesteatomas ( tumor ) do ático costumam crescer para o antro. sem a utilização de tomografias. 2. 7º par – nervo facial 8º par – nervo esteato-acustico – ramo coclear ( audição ) e ramo vestibular ( equilíbrio ) (FIGURA DE UM OUVIDO COM 36 MARCAÇÕES ) 1.LOBO TEMPORAL DO CÉREBRO 2. por exemplo ). 4.CÓCLEA OU CARACOL : Onde percorre o nervo coclear. o superior. 3.O estribo "fecha" a janela oval ( janela do vestibulo ) PONTO ÁTICAL É a região correspondente á massa dos ossículos. O ponto atical corresponde a cabeça do martelo e ao corpo da bigorna e esta situado a 2. o 7º e o 8º pares. .OSSO E MÚSCULO TEMPORAIS 3. na criança é mais amplo.CANAIS SEMI-CIRCULARES : São em número de três . A pneumatização é extremamente variavel de um individuo para outro e as vezes de um lado para outro. 4.Mastóide diplóica – predominância de massa óssea. etc. as vezes se estende a escama e ao rochedo e mais raramente pode ir alem do osso temporal ( ao occipital.OUVIDO INTERNO 9.ESPORÃO DE CHAUSSÉ É um acidente exclusivamente da anatomia radiológica.CARTILAGEM 4. Pelo conduto auditivo interno passam dois nervos. estruturas da audição e do equilíbrio como vestíbulo. OUVIDO INTERNO O ouvido interno participa tanto do equilíbrio como da audição PRINCIPAIS COMPONENTES : 1. O canal semi-circular posterior é o único que nào é visivel radiologicamente ( a não ser em cortes tomograficos especiais ). tem importância no estudo dos colestomas. também chamado de muro da lajeta. mede cerca de 10x6mm.OUVIDO EXTERNO 10ESPORÃO DE CHAUSSÉ 11OUVIDO MÉDIO 12CANAL SEMICIRCULAR POSTERIOR 13PAVILHÃO AURICULAR 14CONDUTO AUDITIVO EXTERNO 15TÍMPANO 16CANAL SEMICIRCULAR LATERAL 17RAMO VESTIBULAR .5cm para dentro. Antro – é uma grande célula cheia de ar.

STENVERS 2. A incidência de Reverchon é muito útil nas crianças agitadas. principlamente do ouvido médio. É comum recebermos pedido de exame radiológico de ouvido com os seguintes dizeres : “Radiografias dos mastóides : SCHÜLLER.perfil direito e esquerdo 3. . Outro fator de grande valia é a utilização de ecrans do tipo grão fino. sede do ouvido médio. por isso teremos que estudar radiológicamente fazendo uma colimação máxima das estruturas para obtermos o melhor detalhe.Perfil direito e esquerdo 3.CHAUSSÉ III 4. Permitem-nos. Os componentes do ouvido são muito pequenos.HIRTZ PANORÂMICAS DE CRÂNIO 1. pela facilidade de execução. as incidências principais são trans-orbitária.REVERCHON ( breton ) 3.HIRTZ 4. As incidências complementares são feitas conforme a indicação. STENVERS. Se fizermos o exame apenas com estas incidências.MAYER 5. portanto. problema da grande maioria dos casos de estudo radiológico. Se o problema é pesquisar colesteatoma como complicação de otite crônica. O paciente deve ficar o mais imobilizado possível e nunca devemos deixar de colocar a identificação correta nas radiografias.SCHÜLLER INCIDÊNCIAS COMPLEMENTARES 1.PA 2. nem esporão. É importante observar que a única incidência que é imprescindivel em todos os casos é a trans-orbitária comparativa. Portanto não analizamos a caixa do tímpano.Trans-orbitária comparativa ( bilateral ) 2. teremos realmente uma boa avaliação das mastóides. sabendo perfeitamente a anatomia radiológica de cada uma delas. mas apenas das mastóides. STENVERS e MAYER “.Trans-orbitária unilateral ( incidência de GUILHEN ) 3. pesquisar os colesteatomas. devemos estudá-la rigorosamente. conhecer a finalidade de cada incidência. mas também realizando incidências para complementar o estudo de todo o ouvido. O conhecimento das incidências e das informações que cada uma delas pode nos fornecer é portanto de fundamental importância para quem executa o exame.18NERVO FACIAL 19CONDUTO AUDITIVO INTERNO 20VESTIBULO 21MARTELO 22BIGORNA 23ESTRIBO 24ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA 25CELAS PNEUMATIZADAS DO MASTÓIDE 26CARACOL OU COCLEA 27NERVO AUDITIVO 28TROMPA DE EUSTÁQUIO 29LABIRINTO 30LÓBULO DA ORELHA 31GLÂNDULA PARÓTIDA 32NERVO FACIAL 33ARTÉRIA ESTILO-MASTÓIDEA 34VEIA JUGULAR INTERNA 35NERVO GLOSSO FARÍNGEO 36MÚSCULO ELEVADO DO VÉU PALATAR ESTUDO RADIOLÓGICO É de grande importância para quem executar o exame radiológico do osso temporal.CHAUSSÉ II TOMOGRAFIAS 1. HIRTZ e BRETON ( reverchon). Não veremos nem ossículo. pois conseguimos um maior detalhe das imagens radiográficas.REVERCHON ( breton ) As quatro incidências básicas e mais a tomografia frontal são suficientes para nos dar um excelente estudo da caixa do tímpano.Frontal 2. INDICAÇÕES GERAIS Quando recebemos o pedido de exame especificando uma determinada região. INCIDÊNCIAS BÁSICAS EM RADIOLOGIA 1.

passanda pelo teto do CAE. Paciente em decúbito dorsal. por exemplo ). O raio central deve passar tangenciando o rebordo orbitário externo. para Ter uma noção de conjunto e o Reverchon . Paciente em decúbito dorsal. Esta incidência nos dá uma visão de conjunto bilateral. utilizamos um apoio radiotransparente sob a região mais alta da cabeça. Quando não houver contra-indicação. ficar sozinha no quarto. Incidência de GUILLEN ( trans-orbitária unilateral ) Região posterior da cabeça mais proxima do filme. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. penetra no quadrante superior externo do lado a ser examinado. Incidência trans-orbitária bilateral Região posterior da cabeça mais proxima do filme. A cabeça deve estar rodada de aproximadamente 5º para o lado a ser examinado. penetrando no násion. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e esquerdo. que possam estar relacionadas á lesão do ouvido ( Histiocitose x.Nestas crianças. O raio central deve passar no ponto atical ( 2. penetra no quadrante superior interno da órbita do lado a ser radiografado. A cabeça deve estar rodada de aproximadamente 5º para o lado contrário a ser examinado. perfil e Reverchon são feitas apenas com a finalidade de se procurar outras lesões fora do osso temporal. e passar pelo ponto atical. Raio central passa pelo plano Qua vai do násion ao teto do conduto auditivo externo. não podendo. internos. As radiografias de crânio em PA. A parede superior do conduto auditivo externo corresponde externamente ao limite superior do trágus. Se isso for feito. que passa pelo násion ( raiz do nariz ) e parede superior do conduto auditivo externo. Principais estruturas demonstradas : 1 – Conduto auditivo externo 2 – Esporão de CHAUSSÉ 3 – Antro 4 – Canais semicirculares / superior / lateral 5 – Ossículos 6 – Caracol 7 – Vestíbulo 8 – Conduto auditivo interno A principal estrutura demonstrada nesta incidência são os ossículos. Raio central passa pelo plano que vai de násion ao teto do conduto auditivo externo. que aparecem dissociados entre o esporão e o canal semicircular lateral ( externo ). Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e esquerdo.A. tanto do ouvido médio quanto do interno. No estudo das incidências vamos observar que nas três primeiras incidências básicas. O Reverchon nesses casos substituirá o Schüller. com o plano mediano sagital do corpo coincidindo com a linha central da mesa. dos blocos labirínticos e dos C. o raio central entra em um mesmo plano. quando não é possivel fazer um exame completo. A cabeça deve estar fletida ao máximo. Quando encontramos dificuldade em obter este posicionamento. a mãe deverá ser avisada de que a criança acordará tonta. A incidência trans-orbitária bilateral é a principal incidência para o estudo do ouvido. o radiologista pode “dopar” a criança para obter um exame completo de bom padrão. procuramos executar pelo menos a trans-orbitária. o que pode ser feito facilmente com supositório de Seconal ( 1 cápsula diluída em água ). pois. Paciente em decúbito dorsal. até que o plano que vai do násion ( raiz do nariz ) até a parede superior do conduto auditivo externo esteja perpendicular ao plano da mesa. Podemos também fazer com uma inclinação podálica ( quando o paciente não conseguir manter o posicionamento ) de maneira que o raio central passe pelo plano que vai do násion ao teto do CAE. Incidência de CHAUSSÉ III Região posterior da cabeça mais proxima do filme. Nesta projeção a imagem do rochedo deve projetar-se dentro da órbita de maneira que o seu bordo superior não se superponha com o bordo superior da órbita.5cm dentro do plano biauricular ) do lado a ser estudado. com plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. Principais estruturas demonstradas : Caixa do tímpano / ossículos / esporão / Canais semicirculares superior e lateral / ouvido interno. permitindo fazer uma análise comparativa da transferência das paredes e do conteúdo ossicular das caixas do tímpano. Raio central perpendicular. . para avaliarmos a mastóide ( pneumatização ).

I. Principais estruturas demonstradas : 1 – Conduto aoditivo externo 2 – Esporão de CHAUSSÉ 3 – Antro 4 – Canais semicirculares superior e lateral 5 – Ossículos 6 – Caracol 7 – Vestíbulo 8 – Conduto auditivo interno Esta é a incidência seletiva para o esporão de CHAUSSÉ. paralelo ao plano da mesa. na altura das sombrancelhas. Paciente em decúbito dorsal. ou seja. uma vez que o seio procidente ( muito anterior ) reduz muito o tempo cirúrgico. Principais estruturas demonstradas : Parede superior e posterior do rochedo / Sulco de seio venoso lateral / C. penetrando entre 6 e 7. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e do lado esquerdo. outras vezes para ouvido interno.80m / sim / 18x24 Incidência de SCHüLLER Região lateral direita ou esquerda da cabeça. mais proxima do filme. Esta é a incidência que nos mostra a face cirúrgica da mastóide e nos permite avaliar a pneumatização. executar a mesma incidência duas ou três vezes de cada lado. têm finalidade específica. As incidências complementares são : STENVERS / HIRTZ / REVERCHON / MAYER / CHAUSSÉ II Incidência de STENVERS “Variante” Região posterior da cabeça. superpostos Vemos ainda um ponto de referência anatômico chamado ângulo de CITELLI ( encontro da parede superior com a posterior do rochedo ). algumas vezes para ouvido médio. Nestes casos. Os ossículos mudam um pouco de forma e não ficam bem dissociados. O conhecimento da posição do seio venoso lateral é importante.M. O ouvido externo é estudado apenas pelo exame clínico direto e pelas tomografias.Para obtermos a melhor demonstração possível do esporão de CHAUSSÉ. que é o lado a ser examinado. Paciente em decúbito ventral colocado o corpo em posição oblíqua e o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. a região do conduto auditivo externo do lado a ser exminado deve ficar em contato com a L. a parte pneumatizada da mastóide.A. Incidência de STENVERS “Clássica” . chamadas de complementares. Então. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 40 / 160 / 200 / 0. A incidência de CHAUSSÉ III também pode ser feita com maior flexão da cabeça ou angulação caudal do raio. A cabeça deve estar rodada de 45º ou um pouco menos.80m / sim / 18x24 Incidências complementares As quatro incidências básicas estudadas anteriormente nos dão uma visão de todo o ouvido médio. com mínimas variações de rotação da cabeça. ou seja. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 160 / 200 / 0. de tal maneira que o raio central entre mais acima. As cinco incidências que veremos a seguir. o cirurgião sempre deve agir com cuidado devido o risco de perfuração e hemorragia grave. pois as incidências padrões não servem para mostrá-lo. com a finalidade de colocar o maior eixo do rochedo. Plano biauricular cinicidindo com a linha central da mesa.8s / grosso / 0.8s / grosso / 0. Raio central com uma inclinação podálica de 25º a 30º.C. saindo no mais próximo. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. mais proxima do filme. As duas trans-orbitárias e o CHAUSSÉ III são as únicas utilizadas para o estudo da caixa do tímpano.A.E e C. O plano que vai do násion ao teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa. A incidência de SCHüLLER nos mostra o restante do ouvido médio.5cm acima do conduto auditivo externo mais afastado do filme. Projetam-se parcialmente sobre o canal semicircular lateral ou externo. devemos fazer uma varredura. para o lado contrário a ser examinado. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre o rebordo externo da órbita e o conduto externo do lado a ser radiografado ( ± no meio da linha horizontal alemã ). Lembramos que o esporão nada mais é do que a parede lateral do ático.

para o lado a ser examinado com a finalidade de colocar o maior eixo do rochedo paralelo ao plano da mesa. Devemos radiografar separadamente o lado direito e o lado esquerdo. pela maior facilidade de posicionamento. impossibilitando sua análise. Logo após. Com o paciente sentado é a maneira mais fácil de obtermos o posicionamento. pois conseguimos nessa posição uma boa extensão da cabeça sem ser muito incômodo. cruzando os condutos auditivos externos. / Antro / Mastóide / Vestíbulo / Canais semi-circulares / Cóclea A incidência de STENVERS apresenta mais interesses no ponto de vista otoneurologico. Como para todos os posicionamentos de crânio. tumores e traumatismos. Apesar de aproximar mais o rochedo do filme. OBS : (A) – É imprescindível uma boa diafragmação do feixe de raios X a fim de evitar radiação secundária. Naturalmente que nos colocamos á cabeceira do paciente. Nas incidências unilaterais ( direita e esquerda ) o raio central penetra perpendicular á linha horizontal alemã. Devemos então Ter o cuidado de não confundir células da ponta com neurinomas do acústico. Podemos fazer a incidência para os dois lados e / ou separadamente para o lado direito e esquerdo. mais proxima do filme. uma vez que o raio central entra perpendicular a ele. preferimos a variante da incidência de STENVERS. (B) – Com o paciente em decúbito dorsal ou ventral Colocar o dedo indicador no processo mastóide do lado a ser examinado.8s / grosso / 0. e para isso o paciente deve fazer uma flexão máxima da cabeça. mais proxima do filme. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. afastar os polegares até o direito encontrar com o esquerdo fazendo a rotação até o polegar do lado a ser examinado ficar paralelo ao plano da mesa. O plano que vai do násion ao teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa.5cm para dentro do plano biauricular ). podemos demonstrar com excelente definição o processo mastóide. Paciente em decúbito ventral. ao nivel do ponto atical ( 2. por isso devemos sempre que possivel colocar esta linha paralela ao plano da mesa. . podendo ser usada especialmente para estudo do ouvido nas infecções. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 40 / 160 / 200 / 0. pois apresenta grande valor na pesquisa dos neurinomas do acústico. Raio central perpendicular. O ideal é sempre trabalharmos com o raio central perpendicular para evitarmos distorções de imagem resultantes da inclinação da ampola.Região anterior da cabeça. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. pois a espessura a atravessar é grande e o diafragma aberto tira muito detalhe. O posicionamento deve ser perfeito. Fazemos a rotação até que ambos os dedos indicadores estejam a uma mesma altura do plano da mesa. A ponta do rochedo bem dissociada pode estar ás vezes pneumatizada. saindo no meio do espaço entre o bordo externo da órbita e o conduto auditivo externo do lado a ser examinado. Métodos para colocar o rochedo paralelo ao plano da mesa sem o auxílio do goniômetro (A) – Com o paciente em decúbito dorsal Colocar o maior eixo das regiões anteriores dos dedos das mãos coincidindo com o maior eixo dos pavilhões auriculares direito e esquerdo. caso contrário a mandíbula projeta-se em cima da caixa do tímpano. Principais estruturas demonstradas nas incidências de STENVERS Conduto auditivo externo / Porus acusticus interno / Ponta do rochedo / Uma visão do rochedo em toda a sua extensão. coincidindo com a linha central da mesa. o indicador da outra mão no rebordo orbitário externo do lado oposto áquele. As incidências de STENVERS ( Clássica ou variante ) não nos mostra bem os ossiculos e o esporão de CHAUSSÉ. Incidência de HIRTZ ( Submento-vértice ) Região mais superior da cabeça. o raio central penetra perpendicularmente á linha horizontal alemã. o operador deverá estar na extremidade da mesa. Principais estruturas demonstradas : Rochedo / Caixa do tímpano / Ossículos / Trompa de Eustáquio / Conduto auditivo interno A incidência de HIRTZ é utilizada em geral para a base do crânio. A cabeça do paciente deve estar rodada de 45º ou um pouco menos. Na incidência de HIRTZ o raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã. Nas incidências bilaterais.80m / sim / 18x24 OBS : Quando utilizamos uma técnica mais fraca. com o plano mediano sagital do seu corpo.

A cabeça deve sofrer uma rotação de 45º para o lado a ser radiografado. Geralmente conceguimos uma boa demonstração do rochedo com uma inclinação podálica de 25º em relação á linha horizontal alemã. deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal. com plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. Raio central penetra com uma inclinação podálica de 25º na região frontal ( pouco abaixo da área de implantação dos cabelos ) e deve passar nos condutos auditivos externos. variando ligeiramente o ângulo. é realizada sem bucky e com um plano inclinado de 15º. Raio central com uma inclinação de 45º podálicos penetrando na região frontal oposta e saindo no conduto auditivo externo do lado a ser examinado. além da incidência bilateral. Fazemos a incidência duas vezes. A cabeça deve estar rodada de 10º a 20º para o lado a ser radiografado. estruturas logo atrás do rochedo.80m / sim / 18x24 Incidência de REVERCHON ( BRETON.80m / sim / 18x24 Incidência de CHAUSSÉ II Região posterior da cabeça. A cabeça deve estar um pouco estendida. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. radiografias unilaterais ( direita ou esquerda ).8s / grosso / 0. Esta projeção corresponde a uma axial de rochedo. mais proxima do filme. devemos fazer. Paciente em decúbito dorsal. em que temos que abreviar o exame.8s / grosso / 0. mais proximo do filme. em diversa posições. Na descrição original da incidência de MAYER.2s / fino / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. Paciente em decúbito dorsal. A incidência de REVERCHON é de grande utilidade nas crianças agitadas. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 200 / 0. Principais estruturas demonstradas : Análise do conjunto comparativo do ouvido médio e interno / Vestíbulo / Canal semi-circular superior / Estudo da pneumatização / Antro / Condutos auditivos internos / Rochedo ( bordo superior e ponta ). pois sempre trabalhamos com grandes inclinações podálicas. A região do conduto auditivo externo. acometendo a região do golfo da jugular e do buraco rasgado posterior. Principais estruturas demonstradas : Células pneumatizadas da mastóide / Sulco do seio venoso lateral / Conduto auditivo externo / Processo mastóide / Articulação têmporo-mandibular / Arcada zigomática Esta incidência não é realizada de rotina. A principal indicação fica por conta dos tumores do glomus da jugular. um pouco menor que no REVERCHON para báse do crânio onde a angulação é de 35º. Raio central perpendicular.80m / sim / 18x24 Exame tomográfico O exame tomográfico para o ouvido é feito de maneira ideal em tomógrafos especiais com movimento hipociclóide. Para colocarmos a cabeça na rotação de 45º e não possuimos o goniômetro. mais proxima do filme.(B) – Não devemos utilizar a incidência de HIRTZ em decúbito ventral ( vérticesubmento ). resultando em grandes distorções de imagem. Incidência de MAYER Região posterior da cabeça. A cabeça deve estar fletida até que aproxime o queixo da fúrcula esternal. com a boca aberta. ETC ) Região posterior da cabeça. TOWNE. a posição da cabeça utilizada para fazer o STENVERS do lado direito corresponde á mesma posição para se fazer o MAYER do lado esquerdo e vice-versa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 160 / 200 / 0. pois ele se apresenta verticalizado e o raio central percorre o seu maior eixo. Quando houver uma patologia que exija um estudo mais detalhado. . podemos utilizar as mesmas manobras da incidência de STENVERS. Assim. até que a linha imaginária que vai da espinha nasal anterior ao conduto auditivo externo fique perpendicular ao plano da mesa. A incidência de CHAUSSÉ II apresenta uma inclinação limitada para o estudo do rochedo. penetrando na comissura labial externa do lado contrário a ser radiografado. mais proxima do filme.

Com este tipo de aparelhagem, conseguimos obter imagens com detalhe muito superior ao do tomógrafo linear,e fazer diagnóstico de pequenas lesões que não são vistas na tomografia convencional Tipos de tomografia 1- Frontal ( uni ou bilateral ) 2- Perfil 3- Axial de crânio ( HIRTZ ) 1-) Tomografia frontal É a única que utilizamos de rotina. Podemos fazer cortes unilaterais ou bilaterais. Naturalmente que teremos mais detalhes nos unilaterais, nos quais a diafragmação é maior. Os cortes unilaterais são ideais para ouvido médio. Os bilaterais devem ser utilizados principalmente nas pesquisas de neurinoma do acústico para comparação dos condutos auditivos internos no mesmo filme. Damos extrema importância a uma boa imobilização da cabeça do paciente durante o exame tomográfico. A cabeça não pode ficar livre, pois quando isto acontece, mesmo involuntariamente, o doente se mexe e qualquer movimento por menor que seja irá alterar enormemente os planos. Não poderemos então nos orientar pelo corte anterior para o proximo corte. Inicialmente são feitos quatro cortes por centimetro. O primeiro, no plano correspondente á base do trágus e os demais para trás. Temos com estes cortes uma boa noção da caixa do tímpano. Os cortes seguintes serão escolhidos de acordo com esta primeira série. Nos planos a seguir, ainda no plano da cóclea, começamos a ver ossículos. O martelo está á frente da bigorna e é visto primeiro. A bigorna vem a seguir. Nem sempre é possivel distinguir exatamente as imagens de um e outro, separadamente. A massa maior de ossículos é dada pelo conjunto da cabeça do martelo e corpo da bigorna. O estribo só excepcionalmente é visto e sua localização é a fossa oval já que se insere na janela oval. ( janela vestibular ). Nos planos medianos veremos o vestíbulo, os canais semicirculares e o conduto auditivo interno. Nos planos posteriores o antro e o restante da mastóide é um pouco mais abaixo o buraco rasgado posterior. O esporão de CHAUSSÉ geralmente é visível nos planos que mostram os ossículos e o conduto auditivo externo. No plano mais adequado vemos que a parede superior do conduto auditivo externo forma com o esporão uma imagem que os franceses comparam a um arpão. 2-) Tomografia em perfil ( axial de rochedo ) É útil nos traumatismos para estudo do canal facial e para pesquisa de luxação dos ossículos. Nos casos de neurinomas intracanaliculares, podemos analisar as erosões ósseas da cortical do canal. 3-) Tomografia em HIRTZ ( Axial do crânio ) Vem sendo utilizada principalmente para estudo dos neurinomas do acústico. Quando estes tumores dão erosões localizadas da parede anterior ou posterior do conduto auditivo interno, a tomo em HIRTZ é a melhor arma para diagnóstico. O exame contrastado para pesquisa de neurinoma ( cisternografia )é geralmente feito com auxilio de tomografias. Incidências panorâmicas para crânio PA / perfil / REVERCHON Para qualquer estudo localizado, é imprescindível possuirmos radiografias panorâmicas da região, pois podemos encontrar lesões no ouvido resultantes de patologias cranianas e vice-versa, que podem dar demonstração radiologica vindo a esclarecer o diagnóstico. Nota Nosso cápitulo sobre osso temporal, a principal fonte bibliográfica, foi o trabalho do Dr.Antonio Baião de Azevedo Filho, “Radiologia do ouvido“, publicado no instituto estadual de radiologia e medicina nuclear – “Manoel de Abreu” – 1975.

Seios da Face
Os seios paranasais, por serem cavidades pares e assimétricas ,cheias de ar e em comunicação com as fossas nasais, são muito visíveis através das radiografias. Por razões topográficas dividem-se em dois grupos. O primeiro se estende na direção lateral ( seios frontais e seios maxilares ); o outro, na direção sagital ( etmoidais e esfenoidais ). Não é possível, pois, representá-los numa só radiografia, pelas diferentes localizações de ambos os grupos e por estarem cobertos por estruturas densas. Anatomia

Seios Frontais Estão situados entre as duas tábuas da escama do osso frontal e se estendem para cima, lateralmente, e para trás. Estes seios estão separados por uma fina parede óssea, o septo intersinusial. Variam grandemente de tamanho. Os seios frontais comunicam-se com a fossa nasal, através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Seios Maxilares São os maiores dos seios paranasais e estão situados no corpo dos maxilares, tendo geralmente a forma piramidal. A parede posterior da maxila separa o seio maxilar das fossas intratemporais e pterigopalatina. A parede anterior está relacionada com a face. Comunicam-se com a fossa nasal, através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Seios Etmoidais Compreendem numerosas pequenas cavidades chamadas células etmoidais, que podem ser divididas em dois grupos. Anteriores – Comunicam-se com a fossa nasal através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Posteriores – Comunicam-se com a fossa nasal através do meato superior ( espaço entre o corneto superior e o médio ). Seios Esfenoidais Estão situados no corpo do osso esfenoide. Variam muito em tamanho. Podem ser divididos em partes direita e esquerda ( cada qual podendo ser chamado de seio esfenoidal ), por um septo ósseo. Comunicam-se com a fossa nasal através do meato superior ( espaço entre o corneto superior e o médio ). Indicações para o estudo radiologico As radiografias dos seios paranasais ( para = ao lado de ) apresentam como principais indicações os processos inflamatórios ( Sinusites ) do próprio seio ou de estruturas adjacentes, lesões tumorais ou pseudotumorais tais como abcesso dentário ou cistos e também nos traumatismos crânio-faciais. Estudo radiologico Para o exame radiologico dos seios da face, temos quatro incidências panorâmicas que estudam de maneira convincente estas regiões e possuimos projeções complementares, que poderão apresentar importância no esclarecimento de certos diagnósticos. Incidências panorâmicas Fronto-naso / Mento-naso / Perfil / HIRTZ sub-mento vértice; vértico-submento Incidências de rotina Fronto-naso / mento-naso Quando nas incidências de rotina ( Fronto-naso e mento-naso ) encontrarmos alguma patologia, então incluiremos no estudo as incidências de HIRTZ ( Submento vértice ) e o perfil do lado da patologia. Incidências complementares Incidência de HIRTZ ( variante ), para seios frontais. Obliqua de mento-naso, para seios maxilares. Obliquas ( incidência de RHEESE ) ( OAD e OAE ) para células etmoidais. Incidência vértico-bucal, para seios esfenoidais. Estudo tomográfico Seios Frontais – AP / P Seios Maxilares – AP / P Seios etmoidais – AP / P Seios esfenoidais – AP /P Estudo contrastado Fronto-naso / mento-naso / HIRTZ ( sub-mento vértice ) / Perfil direito e esquerdo. Observações importantes (A) - Todas as incidências para seios paranasais devem ser feitas de preferência com o paciente em posição ortotstática ou sentado, a fim de surpreender a existência de nível líquido, que definiria uma sinusite aguda. (B) - Por serem radiografias que exigem o máximo de detalhe, devemos sempre utilizar cilindros ou cones, com uma abertura tal que inclua na projeção todas as regiões dos seios paranasais. (C) – Para as radiografias de seios da face devem-se retirar grampos, prendendodores de cabelo, brincos, colares e proteses dentárias metálicas. (D) – O operador deve realizar os posicionamentos na cabeceira da mesa, para surpreender eventuais rotações da cabeça ou outras falhas de posição. Incidências panorâmicas Incidência Fronto-naso ( incidência de CALDWELL ) Região anterior da cabeça, mais proxima do filme.

Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ( mesmo posicionamento do “PA” de crânio ). As mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros, quedeverão estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. A região frontal e nasal devem estar em contato com a linha central da mesa ou estativa. Raio central incide paralelo á linha horizontal alemã ( com uma inclinação média de 12º podálicos ), saindo no násion. No fronto-naso vemos principalmente os seios frontais e etmoidais, devendo incluir na imagem os seios maxilares. Os seios esfenoidais aparecem logo abaixo do assoalho da sela turca, com pouca definição. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 incidência mento-naso Região mentoniana, mais proxima do filme. Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. As mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros, que deverão estar num mesmo plano transverso ao maior eixo longitudinal da mesa. O paciente deverá estender o pescoço, apoiando a cabeça pela ponta do mento ( protuberância mentoniana ) de maneira que a linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. A linha horizontal alemã forma um ângulo de 45º com o plano da mesa. Raio central entra perpendicular, saindo na região da espinha nasal anterior. O mento-naso demonstra principalmente os seios maxilares, devendo-se incluir na imagem os seios frontais. Os seios etmoidais aparecem com pouca definição FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça, mais proxima do filme. Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, colocando o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa ou estativa. É o mesmo posicionamento do perfil de crânio, só que a região do bordo externo da órbita deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular penetrando na comissura externa do olho ( ou bordo externo da órbita ), mais afastada do filme. No perfil vemos os seios paranasais do lado direito e esquerdo superpostos, mas conseguimos visualizar a região dos quatro seios com boa definição. O perfil apresenta importância para demonstrar as lesões com noção de profundidade. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0,8s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ ( sub-mento vértice ) Região superior da cabeça, mais proxima do filme. Paciente sentado ou em decúbito dorsal, com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Quando fizermos com o paciente sentado, deverá ser no bucky vertical, pendendo para trás a cabeça, até encostar o vértice craniano. Quando estiver em decúbito dorsal, deve-se colocar um travesseiro sob as costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão, apoiando a região do vértice craniano sobre a mesa. Região central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã, cruzando o seu treço anterior ( osso malar ). Incidência de HIRTZ ( vértico-submento ) Região do sub-mento, mais proxima do filme. Paciente em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. O paciente deve estender ao máximo a cabeça e apoia-la pela ponta do mento. Não costumamos fazer esta incidência de rotina pela maior inclinação que temos de dar, com uma consequente distorção de imagem e perda de detalhe. Raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã, cruzando o seu terço anterior ( osso malar ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1,6s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 As incidências de HIRTZ demonstram com boa definição os seios esfenoidais e etmoidasis. Os seios maxilares aparecem com pouca definição.

dois acima e dois abaixo. Esta incidência tem indicação nos casos em que o radiologista quer fazer o diagnóstico diferencial entre sinusite aguda e crônica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. mais próximos do filme. sentado ou em posição ortostática. Raio central com uma inclinação entre 20º e 30º cefálicos penetrando no corpo da mandíbula.Parieto-orbital ( variante ) Regiões anteriores direita e esquerda das órbitas. Paciente em posição ortostática. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. saindo na espinha nasal anterior. pois com esta rotação da cabeça podemos individualizar a presença de nível líquido. de 3 em 3mm do plano ótimo. a protuberância orbitária externa. É o mesmo posicionamento do mento-naso para seios da face. O plano mediano sagital do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em posição ortostática. Paciente em decúbito dorsal. mantendo três pontos de contato. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Raio central com uma inclinação podálica de 10º a 20º. ) deve ficar perpendicular do plano da mesa.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Oblíqua de mento-naso Região mentoniana. com a cabeça rodada de 30º para o lado direito e uma outra radiografia para o lado esquerdo. mais próximas do filme. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal.saindo no meio do espaço entre a arcada dentária superior e inferior. Paciente em decúbito ventral. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. É o mesmo posicionamento da incidência de HIRTZ.Incidências complementares Incidência de HIRTZ ( variante ) – Sub-mento vértice Região póstero-superior da cabeça. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Esta incidência tem função de dissociar as células etmoidais anteriores das posteriores. Incidência Vértico-bucal Região dos lábios superior e inferior da boca. Seios frontais (A) – AP – Região posterior da cabeça. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. proeninência malar e dorso do nariz do lado a ser examinado. dois acima e dois abaixo de 1cm do plano ótimo FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi .2s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Estudo tomográfico Os cortes tomográficos para o estudo radiológico dos seios paranasais apresentam grande valor e poderão ser feitos cortes panorâmicos para sua visualização geral ou feitos localizados com “máscara” no caso de lesões específicas. Esta incidência demonstra totalmente os seios esfenoidais. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça mais próxima do filme e o paciente em hemi-decúbito lateral. com função de afastar a imagem do rochedo. Ajustar a rotação da cabeça de modo que o plano mediano forme um ângulo de 53º com o plano do filme. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. O paciente deve abrir a boca ao máximo e aproximá-la da mesa. sentado ou em decúbito ventral . Região dos seios frontais coincidindo com a linha central. Esta incidência examina a parede posterior dos seios frontais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. mais proxima do filme. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. sentado ou em ortostática. Plano ótimo – mede-se da mesa ao plano mediano sagital. (B) – Perfil – É o mesmo posicionamento de perfil de crânio. projetados dentro da cavidade bucal.A. devendo sair no meio da órbita mais próxima do filme.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Oblíquas ( incidência de RHEESE ) OAD / OAF . Raio central penetrando na glabela ( meio do espaço entre as duas sobrancelhas ). A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. Raio central com uma inclinação podálica de 25º. mais proxima do filme. sentado ou em decúbito ventral.E. A linha acântion-meatal ( C. Plano ótimo – mede-se da mesa até a glabela e diminui-se 1cm.

dois acima e dois abaixo. de 0. Espessura da camada – A partir do plano ótimo.5cm. . Faz-se pressão digital fechando cada fossa nasal e com uma seringa introduzida na vizinha se faz pressão negativa ao mesmo tempo que o doente é orientado a dizer a palavra “kei” repetidamente. dois acima e dois abaixo. que deverá estar perpendicular á mesa. mais próxima do filme e o paciente em hemidecúbito lateral.2s / fino / Tomo ± 1. e a região deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. de 3mm em 3mm do plano ótimo. de 0. Nesse momento o paciente fará manobras de limpeza nasal ( aspirações rápidas e repetidas ). É introduzido.5cm em 0. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça. Raio central incide no terço anterior da linha horizontal alemã.5cm.5cm em 0. facilitando dessa forma a substituição do ar pelo contraste na cavidade paranasal. dessa forma o contraste irá recobrir a porta de entrada dos seios paranasais. Espessura da camada – faz-se quatro cortes.45 / sim / 24x30 ÷ 4 Seios maxilares (A) – AP – Região posterior da cabeça mais próxima do filme. Raio central incidindo ao nível da fossa canina. Este deverá estar sentado numa cadeira.5cm em 0.5cm do plano ótimo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 250 / 80 / 3. retiramos a seringa.65 / 25 / 250 / 80 / 3. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3. Plano ótimo – mede-se da mesa ao plano mediano sagital. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. dois acima e dois abaixo.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Seios esfenoidais (A) – AP –Posicionamento semelhante ao AP de crânio. de 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 250 / 80 / 3. onde colocamos a pressão negativa e ordenamos que pare de pronumciar a palavra. na fossa nasal. dois acima e dois abaixo. A substituição do ar palo contraste se faz pela abertura desses seios no orofaringe fechado. Espessura da camada – faz-se quatro cortes. de 0.5cm do plano ótimo.2s / fino / Tomo ± 1. Plano ótimo – mede-se da mesa até o plano mediano sagital. 5ml de contraste iodado na temperatura corporal. Com o paciente ainda pronumciando a palavra “kei”. Plano ótimo – mede-se da mesa até um plano que passe no meio do espaço entre o bordo interno e externo da órbita mais próxima do filme. dois acima e dois abaixo. (B) – Prefil –Mesmo posicionamento do prefil de crânio. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. faz-se mais quatro cortes. Raio central incide 1cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. Raio central incidindo 2cm abaixo do násion. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. diminui-se de 2cm a 2. Plano ótimo – mede-se da mesa até 3cm acima do conduto auditivo externo.2s / fino / Tomo ± 1.5cm em 0.5cm em 0. de 0. (B) – Perfil – Mesmo posicionamento do perfil anterior.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Estudo radiológico contrastado dos seios da face O sucesso deste exame depende bastante da cooperação do paciente.2s / fino / Tomo ± 1. Plano ótimo – mede-se da mesa até o terço anterior da linha horizontal alemã. Plano ótimo – mede-se da mesa até o sulco naso-geniano. Raio central incide 1cm acima da espinha nasal anterior. Esta manobra provoca certo desconforto ao paciente. Espessura da camada – faz-se quatro cortes. Raio central incidi no násion. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça.45 / sim / 24x30 ÷ 4 Seios etmoidais (A) – AP – mesmo posicionamento do AP anterior. então. dois acima e dois abaixo. com a cabeça estendida. O lado a ser tomografado deve estar mais próximo do filme.5cm do plano ótimo. (B) – Perfil – É o mesmo posicionamento de perfil de crânio. com o plano mediano sagital coincidndo com a linha central da mesa e o paciente em decúbito dorsal.5cm do plano ótimo. mais próxima do filme e o paciente em hemi-decúbito lateral.

mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática. Sempre devemos fazer radiografias comparativas no exame da órbita. antes de iniciarmos o exame. Incidências PA / OBLÍQUA OAD OAE / Prefil dir esq ( não rigoroso ) / Mento-naso ( variante ) Incidências de rotina PA / OBLÍQUA OAD OAE PA Região anterior da cabeça.A seguir. encostando a região lateral da face até aproximar a protuberância malar da mesa. de preferência quando duas incidências.0m / sim / 18x24 Oblíquas OAD OAE . quando teremos melhor definição e confirmação das condições dos seios. Filmes posteriores. O bordo superior e inferior da órbita e o dorso do nariz devem estar apoiados sobre a linha central da mesa ou estativa. Deve-se mostrar o assoalho dos seios maxilares e no perfil para melhor visualização do seio esfenoidal. tardios. Quando acontecer o caso do doente não poder apoiar a órbita na mesa. poderão ser feitos no intervalo de 72 a 96 horas.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo – não rigoroso Região lateral direita e esquerda da cabeça. com a utilização de cilindro ou cone encostado. com a funçAo de afastar da imagem da órbita os rochedos. sempre devemos somar de 8º a 10º á inclinação dada para o PA de crânio. Faremos as seguintes incidências : MENTO-NASO / FRONTO-NASO / HIRTZ ( SUB-MENTO VÉRTICE ) / PERFIL DIREITO E ESQUERDO O filme dental intra-oral pode ser usado para mostrar em sua parte mais profunda. no mesmo posicionamento do “PA” de crânio. O bordo lateral da órbita deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. isto é. onde se encontram os globos oculares. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Encontramos na órbita. A tomografia em “AP” de órbita ( mesmo posicionamento do AP de crânio ) é um importante método de exame para diagnóstico do médico radiologista. utilizamos um suporte sob a sua região frontal. ossos da face e do crânio. sentado ou em posição ortostática. Face : Malar / Maxila / Lacrimal / Palatino Crânio : Frontal / esfenóide / etmóide Estudo radiológico Todo o estudo radiológico da órbita deve ser comparativo. sentado ou em posição ortostática. Paciente em decúbito ventral. com o plano mediano sagital do corpo coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.0s / fino / 1. devemos fazer num mesmo filme.Incidência de RHEESE ( variante ) Região anterior da órbita. Paciente em decúbito ventral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. O raio central deve sair no centro da órbita mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral. para evitar o contato direto. Raio central com uma inclinação de 20º podálicos. Deve-se sempre fazer o perfil direito e esquerdo. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Com a finalidade de retirar a imagem do rochedo do terço inferior da órbita. providenciamos para que o contraste que não penetrou escorra pelas fossas nasais. Órbita É uma cavidade bilateral. mais próxima do filme. Ragião frontal e nasal apoiadas sobre a linha central da mesa. Esta projeção nos mostra com boa definição os bordos supra-orbitários do frontal e os bordos laterais das órbitas dissociados. não rigoroso. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 100 / 100 / 1. Ambas as órbitas devem ser radiografadas num mesmo filme para comparação. Também podemos dar esses 8º a 10º em relação á linha horizontal alemã. . com a utilização de cilindro ou cone. Com o corpo em hemi-decúbito lateral. saindo do násion. num mesmo filme para comparação. Raio central com inclinação podálica de 20º. deve colocar-se em posição de perfil de face. mais próxima do filme. os seios maxilares ( abaixo do plano de inserção dos pré-molares e molares ).

de modo que uma linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0. está sujeita a fraturas. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. saindo 1cm abaixo do násion. mais próxima do filme.comparativa Região do vértice craniano. Nos casos de fraturas incompletas.8s / fino / cilindro encostado ou 1m / sim / 18x24 Oblíqua semi-axial – direita e esquerda Região mentoniana. As radiografias nesta posição devem ser comparativas. deverá ser feita no bucky vertical. sentado ou em posição ortostática. penetrando na comissura ezterna do olho. Podemos fazer também neste posicionamento. O paciente deita-se em decúbito dorsal ou fica sentado. sentado ou em posição ortostática. deve-se colocar um travesseiro nas costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão.2s / fino / 1. como nas incidências de HIRTZ. para todas as variantes da incidência de HIRTZ. Raio central passando perpendicular no terço anterior da linha horizontal alemã. entraremos com o raio central.0m / sim / 18x24 Arcada zigomática É um arco bilateral que coincide com a linha horizontal alemã e é formado pela junção do processo malar do osso temporal com o processo temporal do osso malar. Quando o paciente sentado.Raio central perpendicular. pela maior inclinação do raio central. A projeção comparativa demonstra as duas arcadas numa mesma projeção. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 120 / 100 / 1. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. com cilindros ou cones. penderá a cabeça para trás até encostar o vértice craniano. mais próxima do filme. A região da arcada zigomática deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito ventral. nos mesmos posicionamentos descritos anteriormente. . Vértico sub-mento A região do sub-mento mais próxima do filme. Rodar a cabeça de 15º para o lado contrário a ser examinado. incidências comparativas e localizadas. perpendicular a ela. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. O paciente deve estender ao máximo o pescoço. sentado ou em posição ortostática. Quando o paciente em decúbito dorsal. Não costumamos fazer esta incidência de rotina. apoiando a cabeça pela ponta do mento. Raio central perpendicular. mais afastada do filme. Localizada A região da arcada zigomática a ser examinada coincidindo com a linha central da mesa. com muita frequência. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. por ser uma estrutura óssea pouco espessa e de situação bem externa. Incidências Incidência de HIRTZ sub-mento vértice e vértice sub-mento ( Comparativa / localizada ) / Incidência oblíqua semi-axial direita e esquerda Incidências de rotina HIRTZ – COMPARATIVA / Oblíqua semi-axial direita e esquerda Incidência de HIRTZ sub-mento vértice e vértice sub-mento ( Comparativa / localizada ) Sub-mento vértice . por isso. o diagnóstico radiológico ás vezes torna-se difícil. Paciente em decúbito ventral. apoiando a cabeça pela ponta do mento ( ao nível da protuberância mentoniana ). que temos que trabalhar. Sabemos que a linha horizontal alemã coincide com a arcada zigomática. Estudo radiológico A arcada zigomática. apoiando a cabeça pela região mentoniana. O paciente deverá estender o pescoço. por isso exigindo para o estudo radiológico sempre radiografias comparativas e localizadas. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 20 / 80 / 100 / 0. Paciente em decúbito ventral.8s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Mento-naso ( variante ) Região da protuberância mentoniana. apoiando a região do vértice craniano na mesa. mais próxima do filme.

OBS : Quando a indicação for luxação da articulação.O raio central formando um ângulo reto com a linha horizontal alemã. por trás deste côndilo existe uma cavidade glênoide também revestida de tecido conjuntivo.8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 Articulação têmporo-mandibular Pertence ao tipo das articulações bicondileanas e como tal possui duas sinovias que são : Uma superior. penetrando entre 6 e 7. situada embaixo do menisco. sem forçar posição. que possui uma face côncava em sua parte anterior e convexa em sua parte posterior. são feitas radiografias com a boca aberta ao máximo e fechada até as regiões aclusais superiores e inferiores ficarem em contato. Possui duas superficies articulares.5cm acima da articulação têmporo-mandibular mais afastada do filme e saindo na mais próxima. passando pelo seu terço anterior. chamada côndilo temporal ( ou tubérculo mandibular do temporal ). com a cabeça rodada para o lado oposto a ser examinado de 45º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Ás vezes estas duas superficies articulares não se correspondem exatamente. A superficie mandibular está constituida pelo côndilo da mandibula. O plano que vai do násion até o teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa. Raio central perpendicular. passando pela articulação a ser examinada. É digno de se notar que o revestimento desta superficie é de formação conjuntiva e não cartilaginosa. voltadas para o côndilo temporal e uma face côncava. não conseguiremos fechar a boca.0s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Incidências complementares Incidência de STENVERS ( variante ) . O pescoço deverá estar estendido de maneira que a cabeça fique apoiada pela região mentoniana e a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa.5cm para frente do conduto auditivo externo ) coincidindo com a linha central da mesa. Movimentos da articulação têmporo-mandibular ( ATM ) Elevação e abaixamento da mandíbula / Projeção para frente e para trás / Lateralização Estudo radiológico O exame radiológico da articulação têmporo-mandibular deve ser sempre comparativo e para obtermos mais detalhe devemos utilizar cones de pequena abertura ou cilindros. entre este e o côndilo. situada entre o menisco interarticular e o temporal ( é a mais extensa ) e outra inferior. com a boca do jeito que estiver. este descansa sobre uma porção mais estreita chamada colo. De cada lado. A superficie temporal apresenta ventralmente uma eminência transversal convexa anterior e côncava em sua porção posterior. Região da articulação ( 1. por isso devemos fazer apenas o estudo do lado direito e esquerdo. uma pertencente á mandibula e outra ao temporal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0. Raio central com uma inclinação podálica de 25º a 30º. então esta concordância se faz através do menisco intrerarticular.localizada Podemos fazer a incidência em mento-naso ariginal ou uma variante em que o paciente fica em decúbito ventral. Paciente em decúbito ventral. penetrando na articulação a ser examinada. voltada para o côndilo mandibular. colocando o corpo em posição oblíqua e o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. Mento-naso . Raio central perpendicular. mais próxima do filme. colocando a articulação a ser examinada coincidindo com a linha central da mesa. FATORES . Incidências SCHüLLER bilateral ( boca aberta / boca fechada ) Incidências complementares STENVERS / Mento-naso / HIRTZ / REVERCHON Incidências de rotina SCHüLLER bilateral ( com boca aberta / com boca fechada ) Exames especiais Tomografia / contactografia / pneumoartrografia Incidência de schüller bilateral Região lateral direita ou esquerda da cabeça.localizada Paciente em decúbito dorsal.

2s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ – sub-mento vértice . Incidência de REVERCHON . por causa da grande divergência dos raios ( devido á pequena distância fo-fi ).localizada Paciente em decúbito dorsal com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. inclusive cortes feitos com a boca aberta e fechada. separados de 0.4s / fino / ± 45-50cm / Não / 18x24 Pneumoartrografia É o exame contrastado da articulação têmporo-mandibular.2s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Exames especiais 1. Incidências SCHüLLER ( boca aberta e boca fechada ) Pode-se complementar com : STENVERS / Mento-naso / HIRTZ / REVERCHON . Injeta-se de 0.5 a 1. Obteremos uma grande ampliação desta articulação com pouco detalhe e a articulação mais próxima do filme aparecerá com pequena ampliação e com melhor detalhe. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 25 / 40 / 100 / 0.2s / fino / Tomo / sim / 24x30 ÷ 4 Contactografia Mesmo posicionamento da incidência de CHüLLER. penetrando na região frontal e passando pela articulação a ser examinada. Pode-se. dede que seja hidrossolúvel. com o plano mediano sagital paralelo ao plano da mesa. do lado a ser examinado. Paciente em hemi-decúbito lateral. Raio central penetrando 1. Raio central com uma inclinação caudal ( podálica ) de 30º a 35º. Raio central perpendicular ao nível da articulação ( 1. Não é aconselhavel injetar-se ar e contraste iodado hidrossulúvel simultaneamente por causa de falsas imagens que podem formar-se. Raio central perpendicular ao terço posterior da linha horizontal alemã. É o mesmo posicionamento da incid6encia de CHüLLER. Como na incidência de CHüLLER. com a boca aberta e fechada. medimos 2cm para dentro da parede lateral da face. Prepara-se o campo.5cm para frente do CAE ) mais afastada do filme. Para que isso seja conseguido o paciente deve manter a boca aberta. Técnica de punção – Paciente em hemi-decúbito lateral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3. com o plano mediano sagital plano da mesa. faremos esta projeção sem bucky. Para tomografias da ATM devemos utilizar a máscara de pequena abertura do tomógrafo.5cm3 de gás. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. faz-se a assepsia rigorosa e punciona-se o espaço vazio da articulação. Plano ótimo – do plano da mesa. Como a distância foco-filme será muito pequena ( ± 45cm ). dois acima e dois abaixo. encostando o vértice craniano na estativa vertical. com a finalidade do radiologista observar lesões ao nível dos membros articulares. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 120 / 100 / 1. Espessura da camada – Faz-se mais quatro cortes. pois senão as lamínulas de chumbo da grade absorverão quase que integralmente a radiação. usar contraste iodado. que deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme.5cm á frente do conduto auditivo externo. pois a tomografia apresenta com muito maior definição estruturas que apresentem grandes superposições de imagens. devemos fazer de cada lado.Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. ao invés de injetar gás. de maneira que a linha horizontal alemã fique paralela ao bucky vertical. fazendo-se assim somente uma artrografia.Tomografia em perfil Região lateral direita ou esquerda da cabeça. A contactografia baseia-se em aproximarmos a ampola ( sem o bloco do diafragma ) da região contrária a da que vai ser examinada. Gás utilizado – Pratóxido de azoto ou gás carbonico são mais usados porque têm uma absorção mais fácil.4cm ( 4mm ) do plano ótimo. A contactografia é um método de exame em desuso.localizada Paciente sentado.

( B ) – A finalidade da boca aberta nas incidências trans-orais é a retirada dos dentes do campo a ser radiografado. de maneira que seu plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. tangenciando os incisivos superiores. perpendicular ao plano da mesa. O operador deve fazer o posicionamento do paciente pela extremidade da mesa. Dá-se entre os côndilos do occipital e as massas laterais do atlas ( 1ª vértebra cervical ). Paciente em decúbito ventral ou sentado. Ajustar os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. somente o paciente com a boca fechada. Fazemos esta incidência quando não conseguimos individualizar as articulações com boa definição. Articulação Occipito-Atlóidea É uma articulação móvel. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. A linha horizontal alemà ou linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. perpendicular ao plano da mesa. Incidências PA / AP – trans-oral ( A ) e ( B ) / AP trans-maxilar / Prefil direito e esquerdo / Oblíquas OPD e OPE Incidências de rotina PA / Perfil esquerdo PA Região da face. É o mesmo posicionamento das trans-orais. As articulações occipito-atloideas aparecem lateralmente ao ponto mais alto do processo odonntóide ( processo em forma de dente com função de eixo nos movimentos laterais da cabeça. mais próximas do filme. passando 1cm abaixo do cunduto auditivo externo – ( ponto coincidente com a proeminência malar – “maçã do rosto” ). Estudo radiológico As radiografias para articulação occipito-atloidea devem ser localizadas ( spotfilm ) e para isso devemos utilizar cones ou cilindros de pequena abertura ou ainda diafragmar para incluir as articulações direita e esquerda e daí obtermos o máximo de detalhe. Raio central perpendicular. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática. Devemos fazer o “PA”em vez do “AP” porque no primeiro a porção escamosa do occipital não se superpõem com as articulações. mais próximas do filme. abrindo a boca ao máximo. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito dorsal. colocando os braços numa posição que permita melhor apoio. pois assim pode perceber melhor eventuais falhas de posição. Raio central perpendicular. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal. penetrando ao nível do lábio superior. AP – Transmaxilar Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. AP – Trans-oral – ( B ) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço.OBS : A pneumoartrografia só pode ser indicada após termos um estudo radiológico completo simples da ATM. OBS : ( A ) – Indicamos as incidências do tipo trans-oral quando há necessidade de estudo das articulações occipito-atloideas e o paciente não tem condições de ficar em decúbito ventral. AP – Trans-oral – ( A ) Regiòes posteriores da cabeça e do pescoço. por isso devemos pedir ao paciente que retire próteses dentárias metálicas. Raio central perpendicular. com o raio central perpendicular. abrindo a boca ao máximo. responsavel pelos movimentos de flexão e extensão da cabeça. Providência de extrema importância é a retirada de próteses dentárias metálicas. Esta incidência é indicada principalmente em pacientes poli-traumatizados que não tem condições de abrir a boca. pertencente á 2ª vértebra cervical “axis” ). mais próximas do filme. pois se superpõem exatamente com as articulações nas projeções frontais. sentado ou em posição ortostática. Região frontal e nasal sobre a linha central da mesa. penetrando de maneira que tangencie os dentes incisivos superiores. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. sentado ou em ortoatática. Raio central com uma inclinação cefálica de 5º.

junto com as maxilas. Paciente em decúbito dorsal. parte do assoalho das cavidades orbitárias e ¾ do teto da boca. Paciente em hemi-decúbito lateral com o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. penetrando 1cm para trás e para baixo do conduto auditivo externo. Os nasais articulam-se um com o outro no plano mediano sagital e posteriormente com a lâmina perpendicular do etmóide. os lacrimas ( ou unguis ).8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 06 – Face Na face encontramos 14 ossos. mais próximas do filme. Maxilas São os responsaveis pelo alongamento vertical da face no período de crescimento. É o maior osso imóvel da face.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da cabeça. localizados na região anterior da parede medial das órbitas. penetrando na proemin6encia malar. A mandibula pode se apresentar dividida em : Corpo / Ramo horizontal / Ramo vertical Vômer É um osso fino. No período fetal. Região da articulação occipito-atloidea coincidindo com a linha central da mesa. girando a cabeça para o lado direito ( OPD ) e para o lado esquerdo ( OPE ) de 45º com o plano da mesa. formando a sínfise mentoniana.70 / 35 / 80 / 100 / 0. que se fundem. são dois ossos. São pequenos e finos. lateralmente. Os cornetos médios e superiores são estruturas pertencentes ao osso etmóide. posterior e inferiormente no septo nasal. A maxila pode se apresentar dividida em : Corpo / Porção palatina / Porção zigomática / Porção frontal / Porção orbitária / Porção alveolar Lacrimais São ossos pequenos e muito finos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. variando de tamanho e forma de individuo para individuo. Para formar o nariz ósseo externo articulam-se com o frontal superiormente e com as maxilas. Palatinos Formam o quarto posterior do palato duro. Repousam sobre as maxilas e articulam-se posteriormente com o esfenóide. Apresentam um formato de concha e são compostos por uma proção óssea e por uma porção membranosa. formam parte do assoalho e parede lateral da órbita. O vômer. Estudo radiológico .8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça. Articula-se com o temporal para formar a articulação têmporo-mandibular. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 80 / 100 / 0. estendem-se horizontalmente ao longo das paredes laterais da cavidade nasal. Malares ou zigomáticos São os ossos responsáveis pela proeminência da face. Regiões das articulações occipito-atloideas devem coincidir com a linha central da mesa. Entre as massas laterais do etmoide e a maxila. formam as fossas lacrimais que acomodam os sacos lacrimais. formam o septo nasal. ÍMPARES : Mandíbula e Vômer PARES : Maxilas / Lacrimais / Cornetos inferiores / Malares / Nasais e Palatinos Mandibula É o maior e mais forte osso da face. Raio central perpendicular. com função de purificar e aquecer o ar. junto com a cartilagem quadrangular e a lâmina perpendicular do etmoide. articula-se com o corpo do esfenoide e com a lâmina perpendicular do etmóide. Raio central perpendicular. localizado medialmente. o único móvel da cabeça. São responsaveis por parte da cavidade nasal e por uma pequena proção da cavidade orbitária na sua parede póstero-medial. distribuidos em 2 ímpares e 12 pares. mais afastada do filme. Cornetos inferiores Ossos encontrados inferiormente em cada lado das fossas nasais. Os maxilares superiores formam parte das paredes e a maioria do assoalho da cavidade nasal. Nasais ou ossos próprios do nariz São os componentes da parede mais anterior do nariz ósseo externo.

Incidência de WATERS ( semi-axial ) / Incidência semi-axial ântero-posterior / Mento-naso / Fronto-naso / Perfil direito e esquerdo / incidência de HIRTZ ( Axial ) Incidências de rotina Incidência de WATERS / Fronto-naso / Perfil / Incid6encia de HIRTZ . Estes fatores contribuem em muito para um posicionamento fácil e correto. somente dando uma noção de profundidade.Plano Horizontal Alemã ou plano Antropológico ou plano de Frankfurt Divide a cabeça em andar superior e inferior. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Estudo dos ossos da face. como linhas e planos para realização de radiografias de um bom padrão. 2 – Linha trágus mentoniana Linha que une o trágus ( Projeção cartilaginosa localizada externa e anteriormente ao conduto auditivo externo ) á protuberância mentoniana. Este cuidado permite um melhor apoio e torna mais cômodo.Como citamos no estudo radiológico do crânio. que contribuem para diminuir a qualidade do exame. direita e esquerda. 2 . Com o corpo em posição anatômica. Vai do teto do conduto auditivo externo ( CAE ) até o bordo inferior da órbita. PLANOS – Apresentam a mesma aplicação das linhas.Plano frontal ou plano coronário ou plano bi-auricular Divide a cabeça em metade anterior e posterior. Esta linha coincide com o plano mediano sagital. nas quais o paciente faz exame deitado. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Axial de ossos próprios do nariz. deverá estar perpendicular ao filme e no perfil rigoroso deverá estar paralelo ao filme. tanto quanto os pontos anatômicos que atravessam. É o plano mais utilizado na técnica radiológica geral. também para face é necessário o conhecimento da sua anatomia e de pontos de referência. o paciente deverá retirar próteses dentárias. Linhas 1 – Linha horizontal alemã ( LHA ) Também conhecida como – Linha infra-órbito meática / Linha antropológica / Linha de Frankfurt É a mais utilizada na técnica radiológica da face e também do crânio. deve-se Ter o cuidado de fazer com que seus pés fiquem para fora da mesa. Técnica radiológica dos ossos da face Incidências panorâmicas Incidências localizadas Estudo radiológico Como cuidado fundamental no exame dos ossos da face. permitindo um estudo radiografico panorâmico dos 14 ossos que a compõem. facilitando o posicionamento. Face ( panorâmicas ) Incidências panorâmicas Estas incidências apresentam o arcabouço ósseo da face sob diferentes ângulos. Principais linhas e planos da face LINHAS – São normalmente o espaço compreendido entre dois pontos anatômicos. 5 – Linha inter-orbitária ou inter-pupilar Linha que vai de uma órbita a outra ou de uma pupila a outra. 3 . EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LHA : Fronto-naso / Mento-naso / Incidência de WATERS / Incidência de HIRTZ / Semiaxial ântero-posterior e etc. a LHA deve ficar perpendicular ao maior eixo longitudinal do corpo. 1 . Os ombros deverão estar num mesmo plano transverso a linha central da mesa.Plano mediano sagital Divide a cabeça em duas metades simétricas. EXEMPLO DO POSICIONAMENTO : Incidência de mento-naso 3 – Linha glabelo-alveolar Linha que vai da glabela ( ponto anatômico ósseo situado no meio do espaço entre as sobrancelhas ) á região alveolar da maxila. Nas radiografias de face e de crânio. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO QUE UTILIZAM ESTAS LINHAS : Fronto-naso / Semi-axial ântero-posterior / Prefil de face e etc Planos As aplicações dos planos correspondem as mesmas das linhas. Passa verticalmente pelos condutos auditivos externos. No “AP” ou no “PA” rigoroso. colocando-se um travesseiro sob a região distal das pernas. 4 – Linha Acântion-meatal Linha que vai do acântion ( região mais medial das espinhas nasais anteriores ) ao conduto auditivo externo.

Esta projeção apresenta grande valor no estudo dos seios maxilares. Incidência Semi-axial ântero-posterior Regiões posteriores da cabeça e pescoço.90m / sim / 18x24 Fronto-naso ( Incidência de CALDWELL ) – “PA” Região anterior da cabeça. as mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros.0s / fino / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1.90m / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ . mandíbula e vômer. O raio central deverá penetrar na face do lábio inferior ou pouco abaixo. Raio central incide paralelo a linha horizontal alemã ( com uma inclinação de 12º podálicos ) saindo no násion. O raio central penetra perpendicular. O paciente deverá encostar na linha central da mesa a região mediana frontal e nasal. apoiando a cabeça pela ponta do mento ( protuberância mentoniana ) de modo que uma linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. que deverá estar perpendicular a mesa. _ A incidência de WATERS é a melhor projeção para os ossos da face pois demonstrados melhor em outras incidências. de maneira que saia 5cm acima da protuberância occipital externa. Esta incidência. basta colocarmos a cabeça do paciente apoiada sobre o nariz. Como em todas as incidências para crânio e face em que o paciente se coloca em decúbito ventral.Há os que consideram o HIRTZ em decúbito ventral como incidência de WATERS .0s / fino / 0. com o raio central saindo ao nível da protuberância mentoniana. Mento-naso ( Semi-axial ) Região mentoniana. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em decúbito ventral. apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ) de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. mostra com uma boa definição grande número dos ossos da face.Incidência de WATERS ( semi-axial ) Região mentoniana.“Axial” – Sub-mento vértice / Vértice sub-mento HIRTZ – sub-mento vértice Região superior da cabeça. lacrimais. A incidência de WATERS nos diferentes livros de técnica radiológica aparece de diferentes maneiras. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral. maxilas. mais próxima do filme. OBS : As espinhas nasais anteriores são projeções ósseas anteriores pertencentes as maxilas localizadas medialmente no meio do espaço entre as duas narinas. cornetos inferiores. ( B ). com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. sentado ou em posição ortostática. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito ventral. Raio central entrará perpendicular e sairá no acântion ( região mais medial das espinhas nasais anteriores ). com o raio central saindo ao nível do lábio superior. por ser semelhante a de WATERS. Esta projeção apresenta grande valor no radiodiagnóstico. . O raio central entrarár com uma inclinação cefálica de 30º em relação a linha horizontal alemã. O paciente deverá estender o pescoço. sentado ou em posição ortostática. saindo na ragião da espinha nasal anterior ( Acantion ). Quando quisermos entrar com o raio central perpendicular. As espinhas nasais posteriores pertencem aos ossos palatinos. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente estendendo ao máximo o pescoço e o raio central passando perpendicular ao terço anterior da linha horizontal alemã. Esta incidência mostra bem os ossos malares. para facilitar e tornar mais cômodo o posicionamento. como por exemplo : ( A ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. mais próxima do filme. sentado ou em posição ortostática. mais próximas do filme. ( C ). para que a linha horizontal alemã fique perpendicular ao plano da mesa. É uma das poucas incidências descritas especificamente para os ossos da face.Mesmo posicionamento do anterior. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.Mesmo posicionamento do já descrito. A linha horizontal alemã deverá fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. Paciente em decúbito dorsal ou sentado.

vômer e cornetos inferiores. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. deve-se colocar um travesseiro nas costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão.NASAIS – ( ossos próprios do nariz ) – Muito pedido o seu exame radiológico em casos de traumatismos. Raio central perpendicular. mais próximo do filme. os quais conseguimos individualizar radiologicamente : Sínfise mentoniana / Protuberância mentoniana / Tubérculo do digástrico / Gônion / Região alveolar / Processos alveolares / Alvéolos dentários / Colo da mandíbula / Côndilo da mandíbula / Chanfradura sigmóidea / Processo coronóide Estudo radiológico Para estudarmos radiologicamente a mandíbula temos incidências panorâmicas e incidências localizadas quando nos interessa localizar lesões ao nível do corpo ou ramos horizontal e vertical. Estas incidências mostram bem a mandíbula. citaremos somente as projeções que melhor os evidenciam. Incidências Panorâmicas São as projeções nas quais visualizamos a mandíbula de uma maneira total ou quase total.MANDÍBULA – Apresenta uma vasta ocorrência de patologias descritas e alta frequência de fraturas e luxações. Quando o paciente sentado.Quando o paciente dem decúbito dorsal. Estes ossos. até encostar o vértice craniano. Os demais ossos da face são normalmente acometidos secundariamente a patologias provenientes de regiões vizinhas. Esta projeção apresenta a vantagem de aproximar mais os ossos da face do filme. etmoidais e maxilares. mas perde pela maior inclinação do raio e posicionamento mais penoso para o paciente. malares e palatinos. apoiando a região vértice craniano na mesa. Região mediana frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. PA / AP / Oblíquas direita e esquerda Incidências de rotina PA / Oblíquas direita e esquerda . apoiando a cabeça pela região da protuberância mentoniana. O plano mediano sagital deve coincidir com a linha central da mesa. 2º. maxilas e ossos próprios do nariz de uma maneira mais detalhada. por ordem de acometimento e mesmo por ordem de pedidos de exame. são : 1º.MAXILAS – ( Maxilares superiores ) – os seios maxilares contribuem com o maior número de pedidos de exame. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular ao plano da mesa. Paciente em decúbito ventral ou sentado. É o posicionamento mais cômodo para o paciente e o que utilizamos menor inclinação cefálica do raio central. Esta projeção apresenta com boa definição o corpo e o ramo vertical e secundariamente as regiões alveolares. lacrimais. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal. temos incidências localizadas. Paciente em decúbito ventral. penetrando no meio do espaço entre os dois gonions ( ângulos da mandíbula ). sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. deverá ser feita no bucky vertical. Incidências localizadas Para o estudo radiológico dos ossos da face. descritas para os ossos que apresentam patologia própria ou que sejam mais suscetíveis a fraturas ou luxações. maxilas. . Veremos a descrição das incidências para exame da mandíbula. O HIRTZ tem importância no estudo dos seios da face. 07 – Mandíbula Divisão anatômica da mandíbula para fins de estudo radiológico : Corpo / Ramo horizontal / Ramo vertical Principais acidentes anatômicos da mandíbula. O raio central para as incidências do tipo HIRTZ deve passar sempre perpendicularmente ao terço anterior da linha horizontal alemã ( região coincidente com o osso malar ). . gonions e ramos horizontais. estendendo ao máximo o pescoço. por apresentarem grande número de patologias. penderá a cabeça para trás. mais próxima do filme. podendo assim obter uma imagem mais real com mais detalhe.AP Região posterior da cabeça. especialmente esfenoidais.PA Região anterior da cabeça. Os ossos vômer. HIRTZ – Vértice sub-mento Região superior da cabeça ( vértice craniano ). É um osso menos suscetível a fraturas por traumatismos. cornetos inferiores. 3º.

Sempre devemos fazer a oblíqua direita e esquerda. paralelos. devendo apoiar a maior extensão do submento sobre o chassis ou um filme do tipo oclusal. ramo vertical )separadamente. Raio central perpendicular.PA Região anterior do corpo da mandíbula. saindo no ponto médio da sínfise mentoniana. O lado da mandíbula que fica mais afastado do filme apresenta-se na região superior da imagem e mostra bem a maior parte do ramo horizontal com sua região alveolar. Esta projeção mostra as mesmas regiões do “PA” com boa definição. Raio central com uma inclinação de 45º podálicos. quando o paciente coloca-se em decúbito lateral. devemos compensar a pouca obliquidade com uma inclinação cefálica de 5º. As duas incidências ablíquas devem ser feitas de rotina quando se deseja estudar a mandíbula de uma maneira panorâmica. Para pacientes que tenham região nasal volumosa. deve apoiar a maior extensão do sub-mento sobre o chassis ou filme do tipo oclusal.90m / sim / 18x24 Incidências localizadas São as incidências nas quais podemos estudar as porções da mandíbula ( corpo. sentado ou em posição ortostática. de maneira que fiquem no seu maior plano. Quando o paciente sentado. Paciente em decúbito ventral. apoiando o queixo sobre ele.8s / fino / 0. mais próxima do filme. o corpo numa projeção semi-axial. a sua região alveolar. pois são frequentes a associação de fraturas destas regiões. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. mas convém lembrar que só faremos estas projeções após um estudo panorâmico da mandíbula. Para obtermos um bom detalhe devemos utilizar o cone. Os fatores radiológicos são os mesmos dos utilizados nas incidências panorâmicas.90m / sim / 18x24 Obliquas direita e esquerda – Incidência de BELLOT Regiões lateral inferior da face e parietal. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa.0s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 Semi-Axial Região do sub-mento mais próxima do filme. A maior extensão da sínfise mentoniana ( da região alveolar até a protuberância mentoniana ) deve ficar totalmente apoiadas. chanfradura sigmóidea e processo coronóide. quando conseguimos uma boa obliquidade da mandíbula. penetrando no meio do espaço entre o lábio inferior e a protuberância mentoniana.Esta projeção é utilizada no caso de exame de pacientes que não tenham condições de ficar em decúbito ventral. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. devemos fazer também incidências para a porção vertical. Esta incidência mostra bem o ramo horizontal da mandíbula mais próxima do filme ( que na imagem aparece mais abaixo ). Corpo da mandíbula As incidências para corpo da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. Raio central perpendicular. sentado ou em posiçào ortostática. O gônion e porção vertical ficam mal evidenciados pela superposição com estruturas de grande densidade. mais próximas do filme. penetrando no meio do espaço entre os dois gônions. O raio central deve entrar perpendicular. O raio central deve penetrar no gônion mais afastado do filme e o meio do espaço entre o corpo e o gônion do ramo mais próximo do filme deve coincidir com a linha central da mesa. O filme deve ser colocado no inicio da mesa para que o paciente possa sentar fora. nunca esquecendo de colocar um numerador para identificá-las. Paciente sentado ou em decúbito dorsal.0s / fino / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 30 / 80 / 100 / 0. temos como recurso abrir a boca apoiando o corpo da mandíbula sobre a linha central da mesa. Quando o paciente é obeso ou tem pescoço curto. Paciente em decúbito lateral rigoroso. ramo horizontal. colo. apoiando na maior extensão do sub-mento. . Nas suspeitas de fraturas ao nível do corpo. Quando o paciente em decúbito dorsal. devemos colocar o filme tipo oclusal ( sem ecram ) ou o chassis na vertical. Incidências PA / Semi-axial / Axial . o gônion. Devemos Ter o cuidado para que o ombro não se superponha com a imagem da mandíbula. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. a porção vertical com o seu côndilo.

Incidências _ incidência de SCHüLLER / PA de Mandíbula / incidência de REVERCHON / incidência de BELLOT / incidência de WATERS / incidência de HIRTZ incidência de SCHüLLER Região lateral direita ou esquerda da cabeça. oblíqua e o plano linha central da estudo dos dois lados . do filme. que deverá ser colocado dentro da boca. também com boa visualização. Incidência de HIRTZ Região superior da cabeça ( vértice craniano ).0m / não / 6x8cm Ramo horizontal da mandíbula As incidências para ramos horizontais da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. fazendoo pender a cabeça para trás. um filme envolvido por um papel opaco á luz. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. colocando-se as respectivas identificações. Quando o paciente em decúbito dorsal. FATORES com ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 35 / 6 / 100 / 0. O ramo horizontal mais próximo do filme aparece com maior detalhe e o ramo horizontal mais afastado do filme aparece superiormente na radiografia. para obtermos um de uma maneira comparativa. colocando o corpo em posição mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. utilizamos filme do tipo oclusal. Devemos fazer sempre um estudo bilateral. até encostar na estativa com bucky vertical. até o momento que sua linha horizontal alemã fique quase que paralela ao plano da mesa. Quando o paciente sentado.0m / não / 18x24 Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 120 / 100 / 1.2s / fino / 1. Raio central perpendicular. Nestas incidências. isto é. mais próximas do filme. Ramo vertical da mandíbula As incidências para ramos verticais da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. fixado pelas regiões oclusais dos dentes. devemos coloca-lo na posição da incidência de HIRTZ com um travesseiro nas costas fazendo-o pender a cabeça para trás. mais próxima do filme. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. penetrando no sub-mento no meio do espaço entre o gônion e o corpo da mandíbula do lado a ser examinado. Raio central perpendicular ao filme. penderá a cabeça para trás até encostar a cabeça na estativa. penetrando na região da sínfise do submento. Paciente em decúbito dorsal. Raio central penetra perpendicular saindo no acântion. mais afastado do filme. Incidência de WATERS ( Semi-axial ) Região mentoniana. Paciente em decúbito lateral rigoroso.Axial Região superior ou do vértice craniano. mais próxima do filme. Deve-se fazer sempre as duas oblíquas ( direita e esquerda ). mais próxima do filme. utilizará igualmente o filme oclusal e também se colocará como na incidência de HIRTZ. utilizando um travesseiro nas suas costas. região coincidente com a espinha nasal anterior. Quando o paciente sentado. Incidências Incidência de BELLOT ( oblíqua direita e esquerda ) / Incidência de HIRTZ ( Axial de face ) / Incidência de WATERS ( Semi-axial ) Incidência de BELLOT ( oblíqua direita e esquerda ) Regiões lateral inferior da face e parietal.06s / fino / 1. Raio central perpendicular a linha horizontal alemã. Região do ramo vertical a ser examinado. penetrando no gônion. mais próxima Paciente em decúbito ventral. penderá a cabeça para trás. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. coincidindo com a mesa. sentado ou em posição ortostática. Paciente em decúbito ventral.

outra externa. Normalmente palpável no vivente. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. sentado ou em posição ortostática. chanfradura sigmóide e processo coronóide. mais próxima do filme. O ramo vertical é demonstrado numa projeção semi-axial e o melhor acidente demonstrado é o processo coronóide. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. onde encontramos o orifício ( óstio ) do seio maxilar. Esta incidência mostra bem o côndilo. Acima do processo palatino situan-se as fossas nasais. Paciente em decúbito ventral. que é o principal componente do palato duro ( os ¾ anteriores ). sentado ou em posição ortostática. O paciente deve tentar aproximar ao máximo o queixo da fúrcula esterna com a finalidade de colocar a linha horizontal alemã. sentado ou em posição ortostática. os côndilos. PA de Mandíbula Região anterior da cabeça. Raio central perpendicular saindo no acântion ( espinha nasal inferior ). . Esta incidência mostra com excelente definição os ramos verticais da mandíbula em toda sua extensão. Paciente em decúbito ventral. regiões alveolares e a região dos gônions.Maxila GôNION É o ângulo formado entre o ramo horizontal e o ramo vertical da mandíbula. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. o canal nasal e o processo ascendente do maxilar superior. Superiormente encontramos o processo frontal e a face orbitária da maxila e inferiormente as regiões alveolares. O gônion destaca-se bem nas seguintes incidências : WATERS / MENTO-NASO / PERFIL / BELLOT MAXILA ( MAXILAR SUPERIOR ) A maxila ou maxilar superior é um osso par de forma quadrilátera ligeiramente aplainada de fora para dentro. apresenta uma face interna. FACE EXTERNA Apresenta uma depressão que coincide com o corpo chamada fossa canina. mais próxima do filme. FACE INTERNA Apresenta o processo palatino. incidência de BELLOT Regiões lateral inferior da face e parietal. A incidência de hirtz demonstra principalmente o côndilo num plano não visualizado nas incidências convencionais. Região mediana frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. colo. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. colos e os ramos horizontais com menor definição devido a grande distorção de imagem a que são submetidos. Incidência de HIRTZ Região superior da cabeça ( do vértice craniano ). Esse ângulo apresenta em média de 110º a 140º. mais próxima do filme. Deve-se fazer sempre as duas oblíquas ( direita e esquerda ) colocando-se as respectivas identificações. penetrando no sub-mento. pouco abaixo dela encontramos a eminência canina. Mostra também o corpo. Esta projeção mostra os ramos verticais num plano semi-axial. 08 . mais próxima do filme. colo. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. alem do côndilo e colo da mandíbula. demonstrando bem o côndilo. demonstrando com pouca distorção de imagem o seu maior eixo longitudinal.Raio central com uma inclinação podálica de 25º. incidência de REVERCHON Região posterior da cabeça. Esta projeção apresenta com boa definição a região vertical. penetrando na região frontal passando entre os condutos auditivos externos e saindo no forame magno. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ) de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. Raio central perpendicular ou com 5º cefálicos com a finalidade de dissociar os dois ramos horizontais. no seu terço anterior. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os dois gônions. O raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã ( que deverá estar paralela ao plano da mesa ou estativa ). chanfradura sigmóidea e o processo coronóide. incidência de WATERS Região mentoniana. quatro bordos e quatro ângulos. mais afastado do filme. penetrando 6cm para cima do conduto auditivo externo. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Paciente em decúbito lateral rigoroso. Paciente em decúbito dorsal. penetrando no gônion.

Os outros não oferecem nenhuma particularidade. os bordos anteriores e os processos frontais. CONFORMAÇÃO INFERIOR Seio maxilar ou antro de HICHMORE. Raio central perpendicular saindo no acântion ( espinha nasal anterior ). tem a forma de uma pirâmide quadrangular. sentado ou em posição ortostática de maneira que o plano mediano sagital da cabeça fique paralelo ao plano da mesa. O meio desse tripé formado deverá coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito lateral. Esta incidência mostra em outro ângulo o corpo com o seu seio maxilar. Esta incidência mostra com boa definição a região do corpo com o seu seio maxilar. mais próxima do filme.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 INCIDÊNCIA DE WATERS ( SEMI-AXIAL ) Região mentoniana mais próxima do filme. Raio central perpendicular. INFERIOR.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. O bordo anterior é muito irregular e apresenta a espinha nasal anterior. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 100 / 100 / 1. ÂNGULOS O ângulo superior representado pelo processo frontal. entrando ao nível do gônion mais afastado do filme. mais próximas do filme. proeminência malar e protuberância mentoniana ). lâmina papirácea de etmóide e processo orbitário do palatino. apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ). região alveolar e espinha nasal anterior. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. constitui a tuberosidade do maxilar. Paciente em hemi-decúbito lateral. Paciente em decúbito ventral. O bordo posterior. Esta incidência mostra principalmente a região dos processos palatinos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. O bordo inferior apresenta os alvéolos dentários. de maneira que o plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. a chanfradura nasal ( orifício anterior das fossas nasais ) e o bordo anterior do processo frontal ou ascendente. costuma sair quase sempre na região do vértice nasal. cujo vértice corresponde a região do orifício de entrada. Paciente em decúbito ventral. INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS Incidências extra-orais : OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL DIREITO E ESQUERDO / INCIDÊNCIA DE HIRTZ Incidências de rotina : OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL DIREITO E ESQUERDO INCIDÊNCIA OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR Regiões da órbita e do maxilar superior do lado a ser examinado. grosso e arredondado. Raio central com inclinação podálica de 12º em média ( deve penetrar paralelo a linha horizontal alemã ) saindo no násion. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 FRONTO-NASO ( PA ) Região anterior da cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. penetrando no canto extreno da órbita ( ou comissura externa do olho ) mais afastada do filme. Esta projeção mostra bem a regiào do corpo das maxilas xom os seus seios maxilares. pendendo a cabeça sobre um plano inclinado ( radiotransparente ) de 15º. processos frontais e regiões alveolares. O paciente deverá encostar o lado a ser examinado de maneira que forme um tripé ( nariz. de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa.8s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 .BORDOS SUPERIOR. sentado ou em posição ortostática. é necessário a utilização de cones ou cilindros de extensão para a obtenção de melhor detalhe. O plano horizontal alemõa deverá estar perpendicular ao plano da mesa. POSTERIOR E ANTERIOR O bordo superior se articula com o lacrimal. ESTUDO RADIOLÓGICO Para a execução de radiografias de bom padrão. sentado ou em posição ortostática. mais próxima do filme. processo frontal e regiões alveolares com boa definição. apoiando a região frontal e nasal.

Para conseguirmos as oblíquas direita ou esquerda. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Como na incidência anterior. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. no seu terço anterior. com o paciente fixando o filme entre os dentes ( superiores e inferiores ). A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. contendo dois filmes de emulsão dupla. Controle de tratamento ortodôntico ou de ortopedia das maxilas. penetrando na região do vértice nasal e saindo no meio do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50-55 / 30-35 / 160 / 100 / 1. pelo fato do mesmo ficar situado entre as faces oclusais dos dentes superiores e inferiores. penetrando no sub-mento. Filme oclusal fixado pelos dentes superiores e inferiores. Paciente em decúbito dorsal ou sentado no mesmo posicionamento das duas incidências anteriores. Fraturas ao nível das maxilas e da mandíbula. os processos palatinos.6s / fino / 1m ou Cone encostado / não / 7x5 Filmes utilizados em exames intra-orais FILMES OCLUSAIS / FILMES DENTÁRIOS Filmes Oclusais Denominação utilizada. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Filmes Dentários Mais utilizados. Tamanho mais comum 7X5cm CARACTERÍSTICAS : Embalagem própria. mais próximas do filme. OBLÍQUA SEMI-AXIAL Regiòes do palato duro e alveolar das maxilas. colocando-os paralelos ao longo do maior eixo dos dentes. Pesquisa de tumores. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. O raio central deve passar perpendicular a linha horizontal alemã. Estudo de corpo da mandíbula e sínfise mentoniana. mais próximas do filme. espinhas nasais anteriores e as regiões alveolares. opaca a luz. TIPOS : Infantil ( zero ) / Adulto ( um ) / Bite-wing . Devemos utilizar um filme oclusal ( entre os dentes ). principalmente no seu corpo. Raio central incidindo com uma inclinação lateral e podálica de 25º em relação ao eixo transversal. A linha horizontal alemã deverá estar o mais possível paralela ao plano da mesa ou da estativa.6s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS INCIDÊNCIAS INTRA-ORAIS AXIAL / OBLÍQUAS DIREITA ESQUERDA E SEMI-AXIAL AXIAL Região do palato duro e alveolar das maxilas. Inferiormente ( lado que deve ficar oposto ao tubo ) possui uma fina camada plumbífera com a finalidade de evitar a radiação secundária. Calcificações em glândulas sub-linguais e sub-mandibulares. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. Penetra no canto externo da órbita do lado a ser examinado e sai no meio do filme oclusal. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. Raio central com uma inclinação de 25º podálicos. também utilizamos filme oclusal. Paciente em decúbito dorsal ou sentado.Incidência de HIRTZ ( AXIAL ) Região superior da cabeça ( do vértice craniano ) mais próxima do filme. Raio central passando perpendicular a linha horizontal no seu terço anterior. mais próximas do filme. Esta projeção apresenta valor no estudo da região alveolar.0s / fino / 1m ou Cone encostado / não / 7x5 OBLÍQUAS DIREITA E ESQUERDA Regiões do palato duro e alveolar das maxilas. APLICAÇÕES : Estudo localizado das maxilas. Esta incidência apresenta com boa definição o corpo da maxila com o seu seio maxilar e a região do processo palatino. inclinamos o raio central em sentido lateral de maneira que saia no meio do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 26 / 200 / 100 / 2. no mesmo posicionamento da incidência anterior. O raio central penetra ao nível do vértice craniano. Esta projeção mostra o corpo das maxilas com os seus seios maxilares. Esta projeção apresenta importância quando nos interessa dissociar estruturas das maxilas.

fazendo o paciente morder durante o posicionamento. mais próxima do filme.8s / fino / 1. Tomografamos a partir da espinha nasal anterior para baixo separados de 0. penetrando no násion. Plano do filme deve ficar perpendicular a linha glabelo alveolar ( linha que vai da glabela a regiào alveolar da maxila ). que é fixada pelos dentes. diferenciando-se no tamanho. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. mais próxima do filme. Este filme é utilizado no estudo das coroas dentárias nas pesquisas de cáries interproximais e de difícil individualização ao exame clínico. isto é. Utilizamos preferentemente o filme tipo oclusal bem aproximado da região a ser examinada. Essa fixação possibilita a manutenção do filme paralelo ao longo do maior eixo dos dentes. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 35 / 250 / 80 / 3. mais próxima do filme. uma parte plástica perpendicular a ele. Esta incidência mostra os dois ossos nasais superpostos. Esta incidência mostra os dois ossos nasais separados entre si.Ossos nasais ( ossos próprios do nariz ) O acidente anatômico de importância para o estudo radiológico dos ossos próprios do nariz é o sulco etmoidal.0m / não / 5x4cm Com ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 39 / 4 / 100 / 0. APLICAÇÕES : Tipos zero e um => Estudo global do dente ( da porção coronária até o ápice ) incluindo mais ou menos um centimetro da região óssea adjacente.CARACTERÍSTICAS : Incidências ao do filme oclusal. que aparece com uma linha regular hipertransparente percorrendo o maior eixo longitudinal do osso. Raio central ao nível do corpo da maxila ( região da fossa canina – 2cm abaixo da proeminência malar ). Paciente em hemi-decúbito lateral. Possui no lado a ser exposto uma asa oclusal.04s / fino / cone encostado / não / 18x24 AXIAL Região da base do nariz. mas com bom detalhe. Raio central deve tangenciar a linha glabelo-alveolar. Linha horizontal alemã perpendicular a mesa. com ecram. As vezes o sulco etmoidal pode confundir-se com uma linha de fratura. Utiliza-se um filme oclusal fixado entre os dentes superiores e inferiores. A região nasal deve coincidir com a linha central e sempre devemos fazer o prefil direito e esquerdo de rotina. sentado ou em posição ortostática de modo que o plano mediano sagital da cabeça fique paralelo ao plano da mesa.2s / fino / Tomo ± 1. FATORES Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 42 / 80 / 100 / 0. Tomografamos a partir do plano sagital para baixo.5cm até completar 3 cortes. PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. As radiografias devem ser feitas num mesmo filme e para isso devemos utilizar um cone localizador. FATORES Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . e por conter somente um filme.5cm até completar 6 cortes.45m / sim / 24x30 ÷ 4 09 . Tipo Bite-wing ( mordedura de asa ). Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. sem superposição. Raio central incidindo 2cm abaixo da proeminência malar. Podemos também fazer esta incidência com o filme no chassis. separados de 0. INCIDÊNCIAS PERFIL DIREITO E ESQUERDO / AXIAL / INCIDÊNCIA DE WATERS / MENTO-NASO INCIDÊNCIAS DE ROTINA PERFIL DIREITO E ESQUERDO PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. Paciente em hemi-decúbito-lateral com o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. com o próprio paciente firmando o filme. TOMOGRAFIA DA MAXILA AP / PERFIL ESQUERDO E DIREITO AP Região posterior da cabeça. Raio central perpendicular.

região coincidente com a espinha nasal anterior. esta até devendo ser incluida na rotina minima. mais próxima do filme. saindo na proeminência malar do lado a ser examinado. A linha trágus-mentoniana deve ficar perpendicular ao plano da mesa. Esta incidência mostra os ossos próprios do nariz. Raio central com uma inclinação média de 25º a 30º podálicos. Raio central penetra perpendicular.0s / fino / 1. Podemos fazer o estudo tomográfico do malr em AP de face ou crânio ou na incidência de solidônio lacerda. INSIDÊNCIAS INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA / OBLÍQUA SEMI-AXIAL / INCIDÊNCIA DE REVERCHON / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL / INCIDÊNCIA DE HIRTZ INSIDÊNCIAS DE ROTINA PA ( INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA ) / OBLÍQUA SEMI-AXIAL / REVERCHON INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA ( PA ) Região da proeminência malar do lado a ser examinado.0m / sim / 18x24cm 10 – Malar São ossos pares localizados nos bordos inferiores externos das órbitas. MENTO-NASO Região mentoniana. apoiando a cabeça pela ponta do mento. apoiando a cabeça pela ponta do mento de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. num plano axial. passando no seu treço anterior. o osso malar. Paciente em decúbito ventral. apoiando a cabeça pela ponta do mento. saindo no acântion. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Raio central formando um ângulo reto com a linha horizontal alemã.0m / não / 6x8cm INCIDÊNCIA DE WATERS Região mentoniana. Rodar a cabeça de 15º para o lado contrário a ser examinado. sendo importante na demonstração de desarticulações ou desvios dos fragmentos nas fraturas do nariz ósseo externo. sendo importante na demonstração de desarticulações ou desvios dos fragmentos nas fraturas do nariz ósseo externo. sentado ou em posição ortostática com a região da proeminência malar coincidindo com a linha central da mesa. região coincidente com a espinha nasal anterior.0s / fino / 1. destacamos como as melhores as incidências de waters e reverchon. Paciente em decúbito ventral.0s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24cm OBLÍQUA SEMI-AXIAL DIREITA E ESQUERDA Região mentoniana. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. para obtensão de melhor detalhe.48 / 42 / 100 / 100 / 1. ESTUDO RADIOLÓGICO O estudo radiológico do malar deve ser feito com cilindro ou cone. Esta incidência mostra os ossos próprios do nariz num plano axial. em diferentes ângulos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 80 / 100 / 0. waters. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. A cabeça deve ficar apoiada na mesa sobre a região da proeminência malar do lado a ser examinado. Paciente em decúbito ventral. O paciente deverá estender o pescoço.8s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24cm NOTA : As incidências de reverchon. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. saindo no acântion. mais próximo do filme. Dentre estas incidências citadas. mostrando-o em quase toda sua extensão. A região malar a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. mostram com boa definição. perfil de face e hirtz. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. PALATINOS . mais próxima do filme. Esta projeção apresenta o osso malar com excelente definição. sentado ou em posição ortostática. mais próxima do filme. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. Paciente em decúbito ventral. fronto-naso. Raio central penetra perpendicular. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.

são as mesmas que para crânio. O raio central no perfil de face deve penetrar no canto externo da órbita e no hirtz para face deve passar no terço anterior da linha horizontal alemã. principalmente porque o paciente fica em decúbito dorsal. O raio central deverá penetrar na face do lábio inferior ou pouco abaixo. pois não podemos contar com nenhuma colaboração sua. mais próximas do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO DA FACE . dividimos o paciente politraumatizado em duas classes relacionadas com o seu estado de colaboração e com os limites da agressividade em relação aos traumatismos.nos politraumatizados Serão descritas incidências realizadas em aparelhos de exames gerais. . por isso. Apresentaremos as variantes dos posicionamentos que não forem iguais aos já demonstrados anteriormente no estudo do crânio do politraumatizado.São ossos pares e entram na construção óssea do teto da boca e assoalho das fossas nasais. Classificação dos politraumatizados Para efeitos de um estudo radiológico da face. dividimos em : INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS / INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS AP PARA FACE / SEMI-AXIAL ÂNTERO-POSTERIOR / MENTO-NASO / INCIDÊNCIA DE WATERS / PERFIL PARA FACE / INCIDÊNCIA DE HIRTZ PARA FACE INCIDÊNCIAS DE ROTINA AP PARA FACE / WATERS ( VARIANTE ) / PERFIL PARA FACE / HIRTZ A rotina de exame radiológico do paciente de ambulatório é diferente do paciente politraumatizado. CORNETOS INFERIORES São ossos pares localizados ântero-inferiormente nas fossas nasais e podem ser demonstrados nas incidências em fronto-naso. Aparece em poucas incidências. hirtz e fronto-naso. LACRIMAIS São ossos pares localizados nos bordos mediais das órbitas e apresentam imagem radiológica no fronto-naso. As melhores incidências são o perfil de face. pois podemos até deixar de utilizar recursos técnicos para obtermos uma imobilização no posicionamento correto. no násion. Podemos utilizar a tomografia em perfil que quisermos individualizá-lo. VÔMER É um osso ímpar.Pequeno e médio politraumatizado . vindo a facilitar grandemente a realização do exame radiográfico. pouco volumoso e localizado na região posterior e inferior do septo nasal. INCIDÊNCIA SEMI-AXIAL ÂNTERO-POSTERIOR Regiões posteriores da cabeça e pescoço. que deverá estar perpendicular a mesa. mento-naso.Grande politraumatizado Pequeno e médio politraumatizado São os pacientes que conseguimos uma boa resposta as solicitações verbais. Podemos tomografar os cornetos inferiores nestas mesmas incidências. fronto-naso e hirtz. Estudo radiológico Em todas as radiografias desses pacientes devemos colocar sempre o tempo mais curto possível para diminuirmos a possibilidade do flou cinético. apresenta a finalidade de evitar a possibilidade da inundação de sangue nas vias aéreas superiores. de maneira que saia 5cm acima da protuberância occipital externa. podem ser pacientes agitados. especialmente para o exame da face onde as hemorragias nasais são frequentes. O raio central na incidência ântero-posterior penetra no mesmo local para crânio e face. A obrigatoriedade da execução do exame em decúbito dorsal. hirtz e perfil de face. OBS : As variantes da incidência semi-axial ântero-posterior são as mesmas das incidências em PA de face e crânio. Para o estudo radiológico da face. com acessórios e manobras que não exigem uma aparelhagem especializada para o exame do politraumatizado. O estudo tomográfico pode ser feito em perfil. O raio central entrará com uma inclinação cefálica de 30ºem relação a linha horizontal alemã. Grande politraumatizado É o paciente que não responde as solicitações verbais. isso vem dificultar em muito o exame. perfil de face e hirtz. waters. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. sendo as que melhor o apresentam o fronto-naso. NOTA : As variantes de posicionamentos para pacientes politraumatizados para face. . sendo conveniente lembrar que os lacrimais só apresentam expressão radiológica em adultos. Esta incidência é uma das poucas descritas especificamente para face e apresenta grande valor no exame do politraumatizado. no sentido de obtermos uma boa imobilização na hora do posicionamento e até pelo contrário. reheese.

Raio central com uma inclinação cefálica de 15º a 20º.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL. Na incidência póstero-anterior o paciente fica em decúbito ventral com o plano mediano sagital da região frontal e nasal coincidindo com a linha central da mesa. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 40º com o plano da mesa. AP de MANDIBULA 1. pendendo a cabeça até encosta-lá na mesa. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano sagital coincidido com a linha central da mesa. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. principalmente nas radiografias para face. médios ou grandes politraumatizados. Raio central perpendicular quando conseguimos uma boa obliquidade da mandíbula. Raio central perpendicular. penetrando na espinha nasal anterior. VARIANTE DA INCIDÊNCIA DE WATERS NO POLITRAUMATIZADO 1. devemos colocar um apoio sob suas costas. saindo na espinha nasal anterior. Devemos estender a cabeça do paciente até que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E AGITADO OU NÃO – EM DECÚBITO DORSAL Com o paciente em decúbito dorsal. MENTO-NASO A incidência convencional é feita com o paciente em decúbito ventral com o raio central perpendicular. colocamos um apoio sob o tronco do lado contrário que a cabeça. Raio central perpendicular. Se o paciente é obeso ou tem pescoço curto devemos compensar a pouca obliquidade com uma inclinação cefálica de 5º. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular ao plano da mesa e se houver dificuldade colocamos um apoio radiotransparente sob sua cabeça.PACIENTE LÚCIDO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL. Incidência importante nos grandes politraumatizados 2. . Com o paciente em decúbito lateral colocamos um chassis sobre um plano inclinado com a parte mais alta do plano encostada no ombro do paciente. Se houver dificuldade do paciente em manter o posicionamento. INCIDÊNCIAS OBLÍQUAS DE MANDIBULA Nas condições normais fazemos a incidência de BELLOT com o paciente em decúbito lateral rigoroso sentado ou em posição ortostática. INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS MANDIBULA As projeções de rotina para mandibula são : PA / OBLÍQUAS ( INCIDÊNCIA DE BELLOT ) No exame do politraumatizado. Com o paciente em decúbito dorsal. colocamos um apoio sob a sua cabeça que deverá manter o seu plano mediano sagital paralelo ao plano da mesa. Para conseguirmos com maior facilidade que o paciente mantenha a cabeça em extensão.PACIENTE LÚCIDO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL Devemos estender a cabeça do paciente até que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E AGITADO OU NÃO – EM DECÚBITO DORSAL. INCIDÊNCIA DE WATERS A incidência convencional é feita com o paciente em decúbito ventral com o raio central perpendicular saindo na espinha nasal anterior. O raio central penetra perpendicularmente no meio do espaço entre os dois gônions. O chassis deve ser colocado paralelo ao plano mediano sagital do paciente. O raio central penetra com uma inclinação lateral entre 15º a 20º no gônion mais afastado do filme. devemos colocar um apoio sob suas costas. colocamos um apoio sob a sua cabeça e entramos com o raio central horizontal com uma inclinação lateral com o intuito de dissociar ramos da mandíbula. penetrando na espinha nasal anterior. por isso em vez do PA fazemos o AP. VARIANTE DO MENTO-NASO NO POLITRAUMATIZADO 1. A linha que vai do trágus até a ponta do mento deve ficar perpendicular ao plano da mesa. Para conseguirmos com maior facilidade que o paciente mantenha a cabeça em extensão. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados. em cima do apoio. 3. O filme é colocado sob a cabeça do pacienta. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os gônions.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO LATERAL. Incidência utilizada nos pequenos. sempre devemos evitar que o paciente fique em decúbito ventral.Esta incidência pode ser utilizada até nos grandes politraumatizados. VARIANTES DA OBLÍQUA PARA O EXAME DA MANDÍBULA NO POLITRAUMATIZADO 1. O raio central deve penetrar no gônion mais afastado do filme.

CUNEIFORME METODOS DE EXAME DO LARINGE SIMPLES E CONTRASTADO Simples : prefil para partes moles ( simples ) / perfil para partes moles ( com manobra de valsalva ) / tomografia / AP com fonação / AP sem fonação CONTRASTADO : laringofaringografia EXAME SIMPLES Pescoço ( partes moles ) PERFIL SIMPLES – PARA PARTES MOLES Paciente sentado ou em posição ortostática colocado em perfil rigoroso. Raio central perpendicular. REGIÕES DO PESCOÇO REGIÕES ANTERIORES : infra-hioidea / supra-hioidea / pré-vertebral REGIÕES LATERAIS : Região da parótida / Região da carótida / Região supraclavicular REGIÃO POSTERIOR : Região da nuca LIMITES EM PERFIL SUPERIOR : bordo inferior da mandíbula e uma linha que passa no ângulo da mandíbula e processo mastóide. Planos de corte => faz-se 3 cortes separados de 1cm sendo o preliminar 1cm para dentro da superficie anterior do pescoço. de acordo com a composição tissular ou tecidual e função das estruturas componentes. penetrando no gônion mais afastado do filme. Preferimos fazer a tomografia com o paciente deitado. Outras estruturas como glândulas paratireóides e o sistema vascular exigem uma técnica mais especializada. Língua. com variações de registro iguais as de um instrumento . traquéia.Raio central perpendicular ou com uma inclinação cefálica de 5º. POSTERIOR : bordo anterior do trapézio. e seu limite inferior por uma linha estendendo-se da chanfradura supra esternal até o bordo superior da primeira vértebra torácica. médios e grandes politraumatizados. estendendo-se do bordo inferior da sínfise mantoniana até a protuberância accipital externa.TIRÓIDE . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 45 / 60 / 100 / 0. glândula tireóide. mas na prática é essencial para os mecanismos de respiração e de fonação. Incidência nos pequenos.6s / fino / 1.ARITENÓIDE . seu limite superior sendo definido por uma linha imaginária. Destes três cortes escolhe-se o melhor . PERFIL COM MANOBRA DE VALSALVA – PARA PARTES MOLES Mesmo posicionamento do perfil simples. penetrando no meio do espaço entre a parede anterior e posterior do pescoço ao nível da parede superior da cartilagem tireóide. Para fins radiográficos. o pescoço é dividido em porção anterior e posterior. As palhetas do laringe são as cordas vocais. O laringe é um dispositivo dotado de palhetas que vibram a passagem do ar. aproximadamente 5cm e apresenta 6 cartilagens que são : .CRICÓIDE . pois a coluna cervical é estudada no capítulo de coluna vertebral.50m / sim / 24x30cm TOMOGRAFIA AP COM FONAÇÃO Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. apresentaremos especialmente as radiografias para partes moles. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. LARINGE Este órgão destina-se a função aparentemente simples de passagem de ar. ANTERIOR : linha mediana anterior do pescoço. com o paciente fazendo uma apnéia inspiratória forçando a expulsão do ar. Comentaremos a técnica radiográfica do laringe. por causa da maior imobilização da região a ser examinada. dentes e lábios correspondem as teclas.CORNICULADA . ESTUDO RADIOLÓGICO Para o estudo radiológico do pescoço. O laringe do adulto mede. esôfago. Raio central no ponto médio da porção superior da cartilagem tireóide. INFERIOR : face superior da clavicula. 11 – Pescoço ANATOMIA : O pescoço ocupa a região entre o crânio e o tórax.EPIGLÓTICA . não participando do nosso estudo. com a linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa ou estativa.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 50 / 250 / 80 / 3. ocupando a porção anterior do pescoço. Durante o movimento da ampola o paciente deve fazer manobras de fonação. devemos fazer o estudo radiológico simples da região a ser examinada. podendo-se evidenciar possiveis paralisias. Traquéia É um conduto cilíndrico de aproximadamente 12cm que se situa logo depois do laringe. em posição ortostática ou deitado. É formada por 15 a 20 anéis cartilaginosos incompletos na região posterior e situa-se na frente do esôfago. Uma hora ou pouco menos antes do exame. de maneira que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa.e faz-se 4 cortes separados de 3mm.3s / fino / 1. em posição ortostática ou deitado. numa quantidade suficiente para contrastar as estruturas laríngeas. com finalidade de diminuir a secreção. Este canal é revestido internamente por um epitélio ciliado. cujos cílios. que penetram um em cada pulmão. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 108 / 60 / 24 / 200 / 0. todas as radiografias são feitas com o paciente em apnéia inspiratória e sempre devemos incluir na imagem a sua região mais distal. uma certa quantidade de cocaína a 10% para diminuir ainda mais os reflexos do laringe.50m / sim / 18x24cm PERFIL DIREITO E ESQUERDO Paciente sentado.2s / fino / Tomo ± 1. 2 acima e 2 abaixo desse plano escolhido. OBS : Antes de qualquer exame contrastado. fazendo-se ai a borrifação. Antes de introduzir o contraste deve ser feita uma anestesia local.12s / fino / 1.50m / sim / 18x24cm OBLÍQUAS . em posição ortostática ou deitado. dividido em quatro. secando a mucosa do laringe. O contraste é introduzido até o glote. Raio central perpendicular. ESTUDO RADIOLÓGICO Para o estudo radiológico da traquéia. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 90 / 40 / 24 / 200 / 0. estendendo-se da 6ª vértebra cervical à 3ª vértebra torácica. Para isto utilizamos um filme 24X30. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 40 / 30 / 100 / 0. O contraste é injetado através de um borrifador diretamente dentro do laringe. deve-se aplicar uma ampola de atropinaIM. a utilização de cocaína torna-se dificultada pelo intenso controle da substância. com uma oblíquidade de 45o em relação a mesa. Raio central perpendicular penetrando ao nível do plano frontal 2cm acima da fúrcula esternal. pronunciando a vogal “i” seguidamente. penetrando ao nível de 2cm acima da fúrcula esternal.45m / sim / 24x30cm ou 18x24cm ÷ 4 Exame contrastado Laringo faringografia O contraste usado para este exame é o iodado hidrosolúvel. B-) Contrastar com ar os espaços interventriculares. através de um movimento ondulatório ordenado. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Devemos fazer o AP sem fonação quando suscitar dúvidas em relação a uma eventual paralisia de corda vocal. IMPORTÂNCIA DA FONAÇÃO A-) Vibração das cordas vocais.12s / fino / 1. os cortes tomográficos em AP e oblíquas posteriores ( quando necessário ). Inferiormente a traquéia bifurca-se em 2 brônquios. Logo após são feitas radiografias em perfil panorâmico e posteriormente. AP / PERFIL DIREITO E ESQUERDO / OBLÍQUAS / TOMOGRAFIA – AP E PERFIL AP Paciente sentado. que dái é lançado para o exterior. Há uma técnica de instilar logo após a xilocaína. Apesar de facilitar em muito o exame.oblíqua posterior direita / oblíqua posterior esquerda / oblíqua anterior direita / oblíqua anterior esquerda Paciente sentado. Raio central penetra perpendicular 2cm acima da fúrcula esternal. Fazemos assim um estudo comparativo. com xilocaína. levam até o laringe o muco.50m / sim / 18x24cm TOMOGRAFIA AP . AP SEM FONAÇÃO Mesmo posicionamento e planos do AP com fonação.

45m / sim / 18x24cm ESÔFAGO CERVICAL O esôfago é um tubo oco. dois para trás a partir do plano ótimo. Raio central perpendicular incidindo entre a parede anterior e posterior do pescoço ao nível da cartilagem tireóide. Métodos de exame Simples / contrastado Simples AP / perfil direito e esquerdo / perfil com deglutição / perfil com manobra de Valsalva AP Paciente sentado em posição ortostática ou em decúbito dorsal.5m / sim / 24x30cm CONTRASTADO AP / perfil direito e esquerdo / perfil direito e esquerdo com bola de algodão / oblíquas posterior direita e posterior esquerda.5s / fino / 1. o esôfago. No ato da deglutição. processos inflamatórios e tumorais. logo abaixo da base do pescoço. Faz-se a técnica de deglutição com o paciente engolindo em seco na hora da exposição dos raios-X. O paciente deve fazer uma apnéia inpiratória forçando a expulsão do ar. anterior direita e anterior esquerda . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 45 / 60 / 100 / 0.6s / fino / 1. músculo-membranoso. Faz-se mais quatro cortes separados de 0. Torácico e. de cerca de 25cm de comprimento. 2 para frente. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa e a cabeça deve estar levemente estendida. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. ligeiramente curvo. PERFIL Paciente sentado em perfil rigoroso com a região da traquéia coincidindo com a linha central da mesa. compressões extrinsecas. Perfil com deglutição Mesmo posicionamento e raio central da incidência anterior.5cm para dentro a partir da superfície anterior da base do pescoço. estreitamento este devido a cartilagem cricóide. Esôfago cervical Tem início ao nível da cartilagem cricóide. raio central penetrando na fúrcula esternal ( superfície superior do manúbio esternal ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 40 / 50 / 100 / 0. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Perfil com manobra de Valsalva Mesmo posicionamento e raio central das duas incidências anteriores. terminando na 6ª vértebra cervical.5cm. Esta manobra contrasta com muita eficiência as vias aéreas superiores. Plano ótimo => 1. dois para frente. O esôfago cervical apresenta uma zona de menor calibre. Esta projeção apresenta valor nas pesquisas de processos tumorais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 50 / 250 / 80 / 3. A cabeça do paciente deve ficar levemente estendida.Paciente sentado em posição ântero-posterior. que se estende desde a região média do pescoço até o estômago. Estudo radiológico Estuda principalmentea técnica para corpo estranho. compressões extrínsecas e corpos estranhos esofagianos que costumam acestar ao nível da base do pescoço ( próximo a fúrcula esternal ).5cm. Abdominal. por ação muscular. Faz-se mais quatro cortes separados de 0. Esta incidência apresenta grande importância nos casos de corpos estranhos que ficam fixados no esôfago. podendo demonstrar assim o corpo estranho. Representa 1/5 de seu comprimento total. Apresenta 3 porções : Esôfago cervical. Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática em perfil rigoroso. podendo-se então Ter uma noção da parede anterior do esôfago. Plano ótimo => Região coincidindo com o plano mediano sagital.0m / sim / 24x30cm OBS : Esta projeção apresenta valor nas suspeitas de corpos estranhos ao nível de esôfago ou até mesmo traquéia. Raio central perpendicular incidindo na cartilagem tireóide do laringe. dois para trás. sobe aproximadamente 1cm.2s / fino / tomo ± 1. Raio central penetra ao nível da fúrcula esternal. a partir do plano ótimo.

Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. Esta incidência apresenta grande valor nos casos de corpos estranhos ( espinha de peixe. Apresenta dois lobos unidos por um ístmo estreito. Glândula tireóide É uma das principais glândulas internas do homem e mede aproximadamente 7cm de largura por 3cm de altura. ao nível da cartilagem tireóide. tumores e processos inflamatórios. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. A diminuição ou o aumento da atividade secretora desta glândula determina o aparecimento dos estados denominados hipotiroidismo ou hipertiroidismo. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa e a cabeça deve estar levemente estendida. as gorduras em substâncias mais simples. Raio central perpendicular incidindo na cartilagem tireóide do laringe. É um órgão muito vascularizado situado na base do pescoço adiante e abaixo do laringe. que é responsável pela regulação da atividade física e mental do indivíduo. Raio central perpendicular penetrando ao nível da cartilagem tireóide. A finalidade das oblíquas é dissociar o esôfago da coluna vertebral e faz-se também com o paciente engolindo o contraste em duas fases. O plano mediano sagital deve coincidir com a linha central da mesa. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. Faz-se o paciente deglutir uma bola de algodão embebida em sulfato de bário.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática em perfil rigoroso.50m / sim / 24x30cm OBS : Todas as radiografias contrastadas podem ser feitas no aparelho geral ou no seriógrafo.AP Paciente sentado ou em posição ortostática ou em decúbito dorsal.50m / sim / 24x30cm Oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda Paciente sentado ou em posição ortostática com uma inclinação em relação a mesa de 45º.6s / fino / 1.6s / fino / 1. pois ficará uma certa quantidade de bário acumulado na região. Sabe-se que a diferenciação dos tecidos. O conhecido bócio ou papo pode surgir nestes dois casos citados.6s / fino / 1. além de divertículos. Suas células secretoras elaboram um hormônio importante. Esta projeção mostra os desvios anteriores e posteriores do esôfago. pesando 25 a 30 gramas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. a cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. sendo ambos maléficos para o indivíduo e apresentando características próprias para os seus diagnósticos. respectivamente. a atividade nervosa de um modo geral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 40 / 60 / 100 / 0. a transformação de certas substâncias no organismo. são reguladas pela taxa desse hormônio presente no sangue. O local que tiver o corpo estranho fixado no esôfago ficará mais evidenciado. substância rica em iodo ( cerca de 65% ). Perfil direito e esquerdo com bola de algodão Mesmo posicionamento e raio central da incidência anterior. como por exemplo. osso de galinha ) que fiquem fixados no esôfago. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. Estudo Radiológico Métodos de exame Simples / contrastado Simples AP / perfil direito e esquerdo partes moles AP Paciente sentado. a “tiroxina”. em posição ortostática ou em decúbito dorsal. tumores e processos inflamatórios. geralmente na base do pescoço. . Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre as paredes anterior e posterior do pescoço. Esta incidência apresenta valor nos desvios laterais do esôfago. divertículos.

O paciente deve ficar em perfil rigoroso.50m / sim / 24x30cm Incidência de TWINING Paciente em posição ortostática ou sentado.0s / grosso / 1. Esta projeção pode substituir a incidência de TWINING na pesquisa de bócio mergulhante. Raio central perpendicular. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0.6s / fino / 1.50m / sim / 24x30cm CONTRASTADO AP / perfil direito e esquerdo / incidência de TWINING / transtorácica / oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda AP Mesmo posicionamento e raio central do AP para partes moles. A cabeça do paciente deve ficar levemente estendida.6s / fino / 1.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática. por massa tireoidiana. devemos retirar uma média de 8 a 10 Kv em relação aos fatores para coluna cervical. A cabeça deve estar levemente estendida. penetrando ao nível da região axilar média ( mais afastada do filme ). Raio central perpendicular ou com uma inclinação de 5º. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. de modo que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa ou estativa. Esta radiografia também é muito importante para pesquisas de calcificações e de aumento de partes moles. Esta radiografia é importante nas pesquisas de calcificações ao nível da tireóide.0m / sim / 24x30cm Oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda . para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. Para a obtenção da radiografia para partes moles./ 200 / 200 / 1. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre as paredes anterior e posterior do pescoço. O braço mais afastado do filme deve ficar erguido envolvendo a cabeça. para na hora da exposição aos raios-X pegarmos todo o esôfago contrastado. de modo que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa ou estativa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 10 / 160 / 100 / 1.Plano mediano sagital do pescoço coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. em perfil rigoroso. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa. Para obtermos uma radiografia para partes moles devemos retirar dos fatores de 5 a 8 Kv ( em média ). O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. com o braço mais próximo do filme voltado para trás de maneira que forme um ângulo de aproximadamente 70º com o tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 52 / 32 / 60 / 100 / 0.6s / fino / 1. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. O paciente deve ficar em perfil rigoroso com o braço mais próximo do filme erguido e envolvendo a cabeça. nas suspeitas de bócio mergulhante. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / -. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. compressões ou lesões do esôfago. Raio central perpendicular penetrando ao nível da glândula tireóide ( 2cm abaixo da cartilagem cricóide ). O braço mais afastado do filme deve ficar o mais baixo possível. saindo na região axial mais próxima do filme.6s / fino / 1. Esta incidência apresenta valor na pesquisa de eventuais desvios. Esta projeção deve participar da rotina. ao nível de 2cm abaixo da cartilagem cricóide.0m / sim / 24x30cm Incidência transtorácica ( trans-axilar ou incidência de LAWRENCE ) Paciente em posição ortostática ou sentado.

Os dois últimos pares são chamados costelas flutuantes. haverá um aumento da espessura. São em número de vinte e quatro ( doze para cada lado ). d-) Devemos tirar a espessura da região a ser examinada com o paciente respirando normalmente. Os 3 pares seguintes são chamados costelas falsas por não articularem-se diretamente com o esterno. é sinal que ela esta na glândula. para evitar que mantenha um contato direto do corpo com a estativa do bucky vertical.6s / fino / 1. 24 horas após a injeção de contraste. cordões. por articularem-se com as duas últimas vértebras torácicas e o seu restante permanecer livre em toda sua extensão. situado entre o pescoço e o abdomen. Arcos costais ( costelas ) "verdadeiras" e "falsas" Costelas ( arcos costais ) São ossos planos.Paciente em posição ortostática ou sentado com uma inclinação em relação a mesa de 45º. por isso o operador necessita cuidar da radioproteção sempre irradiando somente a região a ser examinada através de colimadores luminosos. Limites Bordo superior se encontra limitado pelo manúbio. o esterno e os músculos correspondentes formam a parede anterior. Se a agulha movimentar-se. necessitando da cartilagem costal da última costela verdadeira. aparecerão na imagem os vasos linfáticos e os linfonodos contrastados. dispostos em forma de arco entre a coluna e o esterno. Raio central perpendicular. Incidências AP / perfil direito e esquerdo / oblíqua posterior direita e oblíqua posterior esquerda 12 – Tórax O tórax é o segmento do tronco. Os sete primeiros pares articulam-se através da cartilagem costal diretamente com o esterno e são chamadas verdadeiras. OBS : A injeção do contraste deve ser lenta. Parede torácica O exame radiológico da coluna torácica já foi descrito no capítulo referente a coluna vertebral. pois se o mandarmos inspirar ao máximo. medalhões ou outros adornos que possam superpor-se com estruturas torácicas. também com o paciente engolindo o contraste em duas fases. penetrando ao nível da região da tireóide. as duas primeiras costelas e a primeira vértebra torácica. Paredes As costelas e as vértebras torácicas constituem as paredes póstero-laterais juntamente com os músculos correspondentes. Estudo radiológico A fim do estudo radiológico das costelas dividimos em : . c-) Providência importante é a retirada antes do exame de colares.50m / sim / 24x30cm Tireolinfografia É o exame radiológico contrastado dos vasos linfáticos e linfonodos da glândula tireóide. E-) O exame radiológico do tórax é o mais executado nos serviços da radiologia. Puncionar a glândula e mandar o paciente engolir. As costelas. com a entrada de ar. 15 minutos => deve ser batida a primeira radiografia para o estudo do enchimento imediato. Os arcos costais posteriores apresentam uma cortical mais espessa e os anteriores são mais esponjosos. em aproximadamente 2 minutos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. cones ou cilindros. aumentando-se erradamente a quilovoltagem. aspirar ( com a seringa ) o normal é não vir sangue. B-) O serviço de radiologia deve dispor de aventais específicos para o exame de tórax. F-) O exame radiológico da articulação esterno-clavicular já foi descrito no capítulo referente a membro superior. Cavidade torácica Na cavidade torácica devemos considerar dois compartimentos : Campos pleuropulmonares e mediastino Estudo radiológico do tórax Precauções importantes para o exame A-) O paciente deve retirar toda a roupa da cintura para cima. A finalidade das oblíquas é dissociar o esôfago da coluna vertebral e faz-se. Injeção de 2ml de contraste ( lipiodol ultra-fluido ) e antecedendo o início da infusão. O diafragma limita o contorno inferior e separa a cavidade torácica abdominal.

AP Região posterior do tórax. A incidência deve ser feita em apnéia inspiratória para podermos visualizar sob uma mesma densidade as últimas costelas falsas. Raio central perpendicular penetrando ao nível de T4 ( 4ª vértebra torácica ). sentado ou em hemi-decúbito lateral com a linha hemi-clavicular do lado a ser examinado coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.8s / fino / 1. Costelas verdadeiras e falsas Incidências AP / PA / OBLÍQUA ANTERIOR DIREITA E ANTERIOR ESQUERDA / OBLÍQUA POSTERIOR DIREITA E POSTERIOR ESQUERDA Incidências de rotina PA / oblíqua anterior direita e anterior esquerda PA Região posterior do tórax. Fazemos as oblíquas posteriores quando há suspeita de fratura ou outra lesão ao nível de arcos posteriores. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ).-Exame radiológico das costelas verdadeiras e falsas.0m / sim / 35x35cm Arcos costais ( costelas ) "flutuantes" Incidências AP / perfil direito e esquerdo . Indicamos esta incidência quando sabemos o que o paciente apresenta uma lesão posterior. mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática. A incidência deve ser feita em apnéia inspiratória para podermos visualizar sob uma mesma densidade as últimas costelas falsas. mais próximas do filme. Na oblíqua posterior direita estudamos o lado esquerdo e vice-versa. mais próxima do filme. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. sentado ou hemi-decúbito lateral. Raio central perpendicular. Os braços devem envolver a cabeça e o lado que estiver mais afastado do filme é o que vai ser radiografado. As projeções oblíquas são as principais incidências nos casos de suspeitas de fraturas. -Exame radiológico das costelas flutuantes. sentado ou em decúbito dorsal. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. Quando no pedido de exame não vem especificado o local da lesão. Oblíqua posterior direita e posterior esquerda Regiões posteriores direita e esquerda do tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 15 / 80 / 100 / 0. Obliquidade paciente mesa de 45º. mais próximas do filme. O paciente deve colocar as mãos na cintura e aproximar simetricamente os ombros na estativa com a finalidade de retirar as omoplatas do campo a ser radiografado. que são os menos densos. Paciente em apnéia inspiratória máxima. Os braços devem envolver a cabeça e o lado que estiver mais afastado do filme é o que vai ser examinado. Obliquidade paciente mesa de 45º. Na oblíqua anterior direita estudamos os arcos costais esquerdos e vice-versa. fazemos então o PA de arcos costais.0m / sim / 35x35cm Oblíqua anterior direita e anterior esquerda Regiões anteriores direita e esquerda do tórax. pois aproxima mais os anteriores do filme.8s / fino / 1. Preferimos as oblíquas anteriores. Paciente em apnéia inspiratória máxima. O paciente deve colocar as mãos na cintura e afastar simetricamente os ombros da estativa com a finalidad de retirar os omoplatas do campo a ser radiografado. pois normalmente elas se acestam nos bordos mais laterais do tórax. Paciente em posição ortostática. Paciente em posição ortostática. com a linha hemi-clavicular do lado a ser examinado coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. penetrando ao nível do ângulo esternal na linha hemi-clavicular do lado a ser examinado. sentado ou em decúbito ventral. por aproximarem mais o filme. os arcos costais anteriores que são menos densos ( de cortical mais fina ). penetrando ao nível da Quarta vértebra torácica e saindo na linha hemi-clavicular do lado a ser examinado. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 80 / 100 / 0. Raio central perpendicular.

situado na parede anterior do tórax. Devemos sempre fazer um estudo comparativo em AP. penetrando no apêndice xifóide ( ao nível do diafragma ). penetrando na fúrcula esternal.0m / sim / 18x24cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna cérvico-torácica. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º. sentado ou em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital. devemos fazer o perfil direito e o esquerdo. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Se for o caso de costela cervical bilateral. penetrando no meio do espaço entre o apêndice xifóide e a crista ilíaca. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. penetrando na 3ª vértebra cervical. mais próxima do filme. no momento da exposição o paciente deve estar em apnéia expiratória. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 35 / 50 / 100 / 0. Paciente em apnéia inspiratória. devemos utilizar cilindros ou cones para obtenção do melhor detalhe possível. Para obtermos a mesma densidade radiográfica.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda tóraco-lombar. A radiografia deve ser feita em apnéia expiratória para obtermos uma mesma densidade radiográfica. Pode ser unilateral ou bilateral. pois o esterno movimenta-se nas fases respiratórias. Durante a exposição aos raios-X. coincidindo com a linha central da estativa ou da mesa. o paciente deve ficar em apnéia. Paciente em apnéia inspiratória. Estudo radiológico Para o estudo radiológico do esterno.6s / fino / 1. Paciente em posição ortostática ou sentado com o plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Quando comprime a artéria subclávia causa a sindrome da costela cervical.0s / fino / 1. O esterno é um osso muito esponjoso com uma cortical muito fina o que torna seu exame radiográfico muito difícil. Mede de 15 a 20cm de comprimento por 5 a 6cm de largura.8s / fino / 1. Incidências Perfil direito e esquerdo / oblíqua anterior direita e anterior esquerda / PA com inclinação lateral direita e esquerda / contactografia / tomografia em PA Incidências de rotina Perfil esquerdo / oblíqua anterior direita e anterior esquerda .0m / sim / 24x30cm Costela cervical É uma anomalia em que há uma costela supranumerária articulando-se com a 7ª vértebra cervical. Paciente em decúbito lateral com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular.5s / fino / 1.80m / sim / 18x24cm Esterno O esterno é um osso chato. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. duas extremidades ( superior e inferior ) e dois brodos laterais ( direito e esquerdo ) onde articulam-se diretamente as cartilagens costais. Apresenta duas faces ( anterior e posterior ).Incidências de rotina AP / perfil esquerdo AP Região posterior tóraco-lombar. Divide-se em manúbio. Incidências AP / perfil direito e esquerdo AP Região posterior da coluna cérvico-torácica. corpo e apêndice xifóide. Paciente em posição ortostática. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1.

A ampola de raios-X sem o bloco do colimador luminoso deve ficar encostada na coluna torácica do paciente. em hemi-decúbito lateral ou sentado com o maior eixo longitudinal do esterno coincidindo com a linha central da estativa ou da mesa. a pressão exercida pelo volumoso lobo direito do figado. Entre os pulmões está o mediastino. sentado ou emdecúbito lateral. mais próxima do filme. fazemos os cortes 1cm e 2cm para corpo e 2. Pela pequena distância foco-filme não podemos utilizar a grade potter-bucky a não ser que apresente um índice bem pequeno.80m / sim / 24x30cm Oblíqua anterior direita e anterior esquerda Regiões anteriores direita e esquerda do tórax. no pulmão direito em número de 10 ( dez ) e no pulmão esquerdo em número de 8 ( oito ). Devido. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 20 / 80 / 100 / 0. com o maior eixo longitudinal do esterno coincidindo com a linha central da estativa ou mesa.2s / fino / tomo ± 1. A hemi-cúpula diafragmática do lado direito fica então mais elevada do que a do lado esquerdo. Paciente em posição ortostática. incluimos juntamente o estudo dos campos pleuros-pulmonares e do mediastino. Os lobos pulmonares apresentam-se divididos em segmentos. que ficam em contato com grande parte do coração.8s / fino / 1. Esta variação de planos por causa da convexidade do osso esterno principalmente ao nível do ângulo de LOUIS ( importante nas fases respiratórias pois tem função de aumentar a capacidade volumétrica de ar intratorácica ).8s / fino / 1. tem três lobos e é também mais curto e mais largo do que o pulmão esquerdo. O pulmão esquerdo tem dois lobos. Obliquidade paciente-mesa de 15º a 30º com finalidade de retirar a coluna de cima do esterno. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 30 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 40 / 100 / 0. mais próximas do filme. Paciente em posição ortostática.4s / fino / ampola encostada / não / 24x30cm Tomografia em PA Com o paciente em decúbito ventral. Raio central perpendicular penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica. Raio central com inclinação lateral direita ou esquerda de 30º saindo no meio do espaço entre a fúrcula esternal ( manúbio ) e o apêndice xifóide. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 73 / 23 / 250 / 80 / 3. contendo o coração e outras estruturas mediastinais. Paciente em decúbito ventral com o plano mediano sagital coincidindo com o maior eixo longitudinal e mediano do chassis. Os braços devem estar voltados para trás e o tórax em lordose forçada. de certo modo. o direito e o esquerdo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 0 / 80 / 100 / 0. 3 e 4 cm para manúbio. Campos pleuros-pulmonares Os pulmões são os órgãos da respiração. Mediastino .0m / sim / 24x30cm PA com inclinação lateral direita e esquerda Região anterior do tórax.3s / fino / 1. sentado ou em decúbito ventral. cada pulmão. A radiografia tem que ser feita sem bucky. São cobertos por uma membrana serosa chamada pleura. O pulmão direito.45m / sim / 24x30cm Cavidade torácica No exame radiológico da cavidade torácica. Sabemos que a finalidade da contactografia é ampliar a imagem mais próxima da ampola tirando o detalhe da sua imagem e apresentando com boa definição a estrutura mais próxima do filme. porque a inclinação lateral do raio central vai de encontro as lamínulas de chumbo da grade. Raio central perpendicular penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica. absorvendo então a radiação. mais próxima do filme. repousam dentro da cavidade pleural. Paciente em posição ortostática.Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax.0m / não / 24x30cm Contactografia Região anterior do tórax. que é levemente maior que o esquerdo. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre o manúbio e o apêndice xifóide.

A radiografia deve ser localizada em filme 24X30cm e deve incluir todas as estruturas situadas entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide. A radiografia para mediastino deve ser mais penetrada do que para campos pleuros-pulmonares.06s / grosso / 1. contém o coração e os grandes vasos. brônquios. mais próxima do filme.P. uma linha correspondente ao esôfago. croça da aorta. mais próxima do filme./ oblíqua posterior direita / oblíqua posterior esquerda Incidência de HJELM-LAURELL . e o paciente deverá ser orientado para não afastá-los quando fizer a apnéia inspiratória. penetrando no meio do espaço entre os ângulos distais do omoplata. não devemos contrastar o esôfago com sulfato de bário. imagem pulmonar retro cardíacos e as vezes. apresentará uma maior densidade no lado que a cabeça estiver voltada.80m. Com isso obtemos uma imagem mais real e com mais detalhe dos C. radiografia a maiores distâncias. traquéia. gânglios linfaticos e estende-se da base do pescoço ao diafragma. Os ombros devem estar afastados anteriormente de forma simétrica com as mãos na cintura para facilitar o posicionamento. regiões para-traqueiais.P.80m / sim / 24x30cm PA para campos pleuros-pulmonares Região anterior do tórax. Paciente em posição ortostática. pode causar uma diminuição da transparência no ápice pulmonar do lado que a cabeça estiver rodada. A ordem de comando para o paciente deve ser feita mandando-o engolir o contraste em duas fases e em seguida a apnéia inspiratória. Os ombros devem estar encostados na estativa do bucky vertical simetricamente. imagem cardíaca. faremos uma outra radiografia incluindo a estrutura que não ficou bem evidenciada. Raio central perpendicular. bifurcação traqueal. traquéia. Paciente em posição ortostática. por causa das densas estruturas a serem atravessadas pelos raios-X. AP / Perfil direito / perfil esquerdo / oblíqua anterior direita – 45º . devendo incluir no filme todos os componentes da parede torácica.P. A radiografia é uma panorâmica do tórax. . por um acúmulo de partes moles na região. Mesmo posicionamento e raio central da incidência com o paciente em PA para mediastino. Tanto a base do pescoço como os seios costo-frênicos devem participar da imagem e quando não for possivel.50m e mais comumente a 1.P. Estudo radiológico Incidências PA penetrada para mediastino PA para C. Como nos interessam as estruturas mediastinais sem superposição. pleuras mediastinais. isto é. podemos utilizar uma solução baritada para contrastar o esôfago. Veremos eventuais lesões ou desvios laterais do esôfago. aorta descendente. / perfil esquerdo PA penetrada para mediastino Região anterior do tórax. A radiografia para campos pleuros-pulmonares deve ter uma penetração tal que possamos individualizar pequenos vasos na periferia dos pulmões.P. AP Região posterior do tórax.classica e invertida Incidência ápico-lordótica – classica e invertida Incidências de rotina PA para mediastino / PA para C. A cabeça não deverá estar rodada para os lados pois se isso acontecer modificará a simetria do mediastino superior. Esta maior densidade. além das articulações escápulo-umerais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 108 / 70 / 20 / 300 / 0. mais próxima do filme. sentado ou em decúbito ventral. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. Esta incidência demonstra : linhas para-espinhais. A cabeça não deverá estar rodada para nenhum dos lados pois além de causar uma assimetria do mediastino superior. A partir do momento que possuimos na rotina mínima uma incidência em PA para mediastino. Campos pleuros-pulmonares e Mediastino A distância foco-filme deve ser tipo telerradiografia ( tele do grego = distância ).O mediastino corresponde ao meio do espaço entre os pulmões. sentado ou em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. e principalmente do mediastino onde é importante a demonstração do aumento de volume das cavidades e grandes vasos cardíacos./ oblíqua anterior esquerda – 60º . normalmente acima de 1. ducto torácico. o esôfago.P.

A mão esquerda deve ficar apoiada sobre a crista ilíaca e o outro braço deve envolver a cabeça.06s / grosso / 1. mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática. Não é necessário o paciente acumular na boca grande quantidade de sulfato de bário. A oblíqua anterior esquerda não deve ser feita com o esôfago contrastado. Paciente em posição ortostática. A oblíqua anterior direita deve ser feita com o esôfago contrastado. penetrando na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. sentado ou em decúbito dorsal.03s / grosso / 1. Obliquidade paciente mesa de 60º. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os mamilos. Quando não vem especificado qual perfil. Quando é necessário fazer os dois perfis ( direito e esquerdo ) fazemos o esquerdo com contraste e o direito sem contraste. que apresenta a vantagem de dar uma imagem do coração. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 116 / 60 / 20 / 300 / 0. Se possuirmos na rotina uma radiografia para mediastino devemos fazer o PA com o esôfago contrastado. por isso devemos utilizar a opacificação do esôfago. sentado ou em decúbito ventral.03s / grosso / 1. penetrando ao nível do ângulo distal do omoplata mais afastado do filme. e também demonstra melhor a artéria aorta. Paciente em posição ortostática.As estruturas mediastinais aparecerão algo ampliadas. os dois braços devem envolver a cabeça. sentado ou em decúbito ventral. sentado ou em decúbito lateral com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. Oblíquidade paciente mesa de 45º. Oblíquidade paciente mesa de 60º. os dois braços devem envolver a cabeça. O esôfago deve aparecer suavemente contrastado para não prejudicar o exame nos aumentos de ventrículo esquerdo ( ao nível da ampola esofagiana ). mais próxima do filme.80m / sim / 30x40cm Oblíqua anterior direita Região anterior direita do tórax. penetrando ao nível do ângulo distal do omoplata mais afastado do filme. não sendo uma boa projeção para esta região. devemos fazer o esquerdo. .80m / sim / 35x35cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0. mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática. de maneira que cause uma grande distensão do esôfago ao deglutir. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 98 / 60 / 10 / 300 / 0.80m / sim / 35x35cm Oblíqua anterior esquerda Região anterior esquerda do tórax. Para facilitar o posicionamento. sentado ou em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. Oblíqua posterior direita Região posterior direita do tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 106 / 68 / 10 / 300 / 0. caquéticos ou em crianças que apresentem dificuldades em manter o posicionamento em posteroanterior.80m / sim / 35x35cm Oblíqua posterior esquerda Região posterior esquerda do tórax. A mão direita deve ficar apoiada sobre a crista ilíaca e o outro braço deve envolver a cabeça. A imagem da oblíqua posterior direita corresponde a da oblíqua anterior esquerda. Paciente em posição ortostática. Os braços devem estar cruzados sobre a cabeça de maneira que o paciente fique com toda a região lateral do tórax em contato com a estativa. Utilizamos a incidência ântero-posterior em pacientes idosos. A imagem da oblíqua posterior esquerda corresponde a da oblíqua anterior direita. Para facilitar o posicionamento. pois nessa região o esôfago passa superpondo-se com o coração. mais próxima do filme. por isso. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular.03s / grosso / 1. Obliquidade paciente mesa de 45º. penetrando ao nível do mamilo mais afastado do filme. por isso não utilizamos a opacificação do esôfago.

com a finalidade de retirar os omoplatas do campo a ser radiografado. infusões interlobares principalmente a direita e estudo do lobo médio. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. Clássica . Quando o derrame pleural é a direita fazemos com o paciente em decúbito direito. Incidência de HJELM-LAURELL Clássica / invertida Clássica Região anterior do tórax. Paciente em posição ortostática ou sentado. mais próxima do filme.com raio central inclinado Região posterior do tórax. Clássica . Com o paciente sentado. A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade de opacificação baritada do esôfago. Paciente sentado ou em posição ortostática. Utilizamos esta incid6encia nos pacientes que não tenham condições de suportar o posicionamento da projeção anterior.03s / grosso / 1.80m / sim / 35x35cm Nota : Outras utilizações da incidência de HJELM-LAURELL são nos casos de comprovações de derrames encistados e possiveis aspergilomas no interior de cavidades tuberculosas. caquéticas ou em crianças. A incidência de hjelm-laurell está indicada principalmente nas suspeitas de derrame pleural. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade de opacificação baritada do esôfago. As duas mãos devem ficar apoiadas sobre as cristas ilíacas e os ombros simetricamente jogados para frente. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. penetrando ao nível do mamilo mais afastado do filme. Paciente em posição ortostática ou sentado. mais afastada do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0.com raio central perpendicular Região póstero-superior do tórax. o aciente deve fixar as mãos nos bordos laterais da estativa. Paciente em decúbito lateral rigoroso. sobre uma maca onde colocamos um anteparo sob a região lateral da bacia e lateral do ombro. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 98 / 60 / 10 / 300 / 0. onde nesta incidência apresenta-se dissociado. . com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. Os braços do paciente devem envolver a cabeça. O paciente coloca-se em posição ortostática com a região posterior do tórax em contato com a estativa do bucky vertical. caquéticos ou em crianças que apresentem dificuldades em manter o posicionamento das oblíquas anteriores. A região abdominal deve estar em contato com a porção inferior da estativa do bucky vertical e a parede ântero-superior do tórax deve ficar afastada da porção superior da estativa de aproximadamente 20cm. Incidência ápico-lordótica ( incidência de FLEISCHNER ) As principais indicações da incidência ápico-lordótica são no estudo dos ápices pulmonares onde há grande superposição de costelas e clavicula. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). Raio central com uma inclinação cefálica de 25º. Para manter o posicionamento. deixa somente a região pósterosuperior do tronco apoiar na estativa. deve apoiar as mãos sobre as cristas ilíacas e afastar simetricamente os ombros para frente. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os ângulos distais dos omoplatas.Raio central perpendicular. logo após da dois pequenos passos para a frente e sem retirar os pés da posição.com raio central perpendicular / com raio central inclinado Clássica .03s / grosso / 1. geralmente em pessoas idosas. Invertida Região anterior do tórax. pois esta incidência de rotina nos pacientes que tenham condições de suportar este posicionamento.80m / sim / 35x35cm Nota : Normalmente utilizamos as oblíquas posteriores direita e esquerda em pacientes idosos.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0. 2-) Ordem de comando para o paciente Quando a radiografia é feita com contraste baritado. Manobra de Müller => O paciente realiza uma apnéia expriatória. Parênquima => A partir do regime padrão para tórax.A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade da opacificação baritada do esôfago. Quando no serviço de radiologia houver possibilidade de realizarmos todos os exames de tórax no bucky vertical. 3-) Grade anti-difusora potter-bucky Por causa do grande volume de ar dentro do tórax. . Este espaço quando o paciente esta bem posicionado é igual no lado direito e esquerdo e quando esta rodado. podemos fazer variações entra eles num mesmo paciente. o lado que estiver mais afastado fica maior. Hérnia diafragmática. Enfisema pulmonar. para evitar isso devemos fazer que coloque as mãos apoiadas sobre as cristas ilíacas. Varizes esofagianas. Preferimos fazer as duas incidências anteriores por aproximarem mais do filme a região a ser examinada. não afaste um dos lados do tórax da estativa.20cm ).Para estudo dos ápices pulmonares.03s / grosso / 1. sempre conseguiremos um melhor padrão. quando respirar fundo. podemos conseguir boas radiografias sem a utilização da grade potter-bucky em pacientes que não tenham grandes espessuras.80cm. principalmente nas radiografias que apresentem patologia. Fístula artério-venosa. Providência importante é evitar que a mão do paciente se superponha com a base do pulmão quando colocada na cintura. Todos os movimentos do paciente devem ser observados pelo operador e quando for disparar deve colocar-se atrás do biombo. Estudo do cavum. Pequenos pneumotórax.80m / sim / 24x30 ou 35x35cm Notas : Escolha de filmes 1-)Nas incidências ápico-lordóticas. Embolia pulmonar. para evitar que a radiografia saia rodada. devemos escolher o tamanho do filme de acordo com a indicação : . Outro dado que diminui muito a margem de erro no posicionamento é sempre colocar os fatores radiológicos antes de posicionar o paciente.Para estudo do lobo médio ( geralmente colapsos ) e infusões ( pleurisias ) interlobares. dividimos por 2 o mAs e somamos 10Kv. devemos fazer num filme 35x35cm. Distância foco-filme 2-)Geralmente fazemos as incidências de FLEISCHNER na distância foco-filme de 1. Notas gerais 1-) Cuidados no posicionamento do PA de tórax O Paciente deve ser instruído para que. o paciente deve engolir em duas fases e logo após respirar fundo e prender. dobramos o mAs e retiramos 10Kv. Raio central perpendicular. Corpo estranho ( ao nível dos brônquios ) Nódulos que se superponham com o arcabouço costal. Indicações gerais na técnica radiológica A-) B-) C-) D-) E-) F-) G-) H-) I-) J-) L-) M-) Paralisia diafragmática. feito num mesmo chassis e na mesma distância foco-filme para obtensão de radiografias que demonstrem melhor o sistema vascular pulmonar ou parênquima pulmonar. forçando a entrada do ar com a glote fechada. A melhor maneira de conhecermos que a radiografia foi feita com um dos lados do paciente mais afastados.50cm / 1. 4-) Técnica para vasos e parênquima pulmonar De acordo com os fatores radiológicos. podendo também fazer em distâncias menores ( 1. 5-) Manobra de valsalva e Müller Manobra de valsalva => O paciente realiza uma apnéia inspiratória forçando a expulsão do ar com a glote fechada. Estudo da crossa da veia ázigos. é medindo-se a distância entre as extremidades esternais da clavicula e o processo espinhoso da vértebra correspondente. exigindo um estudo mais minucioso e detalhado. através principalmente do polegar e indicador. podemos fazer num filme de 24x30cm . penetrando ao nível da 4ª vértebra torácica. Estudo da traquéia ( traqueomalácea ). Sistema vascular => A partir do regime padrão par tórax.

10-) Exame da gestante No exame radiológico de tórax da gestante devemos Ter o cuidado de colocar um avental plumbífero ao nível das cristas ilíacas a diafragmar o feixe de radiação exclusivamente para o tórax. as vezes torna-se difícil obtermos um bom padrão porque após termos usado o máximo da quilovoltagem. 7-) Pacientes idosos O posicionamento convencional do exame do tórax torna-se as vezes muito difícil em pacientes idosos que estejam ou não em cadeira de rodas. 14-) Pacientes mastectomizadas Normalmente para pacientes que apresentem volumosas mamas são necessárias duas radiografias. com os braços totalmente erguidos fixados pelo acompanhante e o chassis mantido em contato direto com a parede lateral do tórax. 9-) Rotina para diafragma Quando a indicação é o estudo radiológico do diafragma devemos fazer radiografias em inspiração e expiração em AP e perfil e o raio central deve penetrar perpendicular ao nível do apêndice xifóide. a não inclusão de todos os campos pleuros-pulmonares num mesmo filme ( 35x35cm ou 14x17 polegadas ). a criança fica sentada de lado. se tivermos realizando a radiografia na distância de 1. isto é. pode-se fazer de rotina em crianças de menos de 4 anos as radiografias de tórax em decúbito dorsal ( AP ) e decúbito lateral ( perfil ). por causa do movimento do coração e vasos da base. Para obtermos uma boa radiografia utilizando esta técnica. temos que fazer uma outra radiografia com menos 5Kv aproximadamente para o lado que a mama foi retirada.N-) Estudo do laringe. só nos resta a opção de aumentarmos o mAs. 6-) Pacientes com grandes campos pleuros-pulmonares Ocorre com grande frequência em pacientes longilíneos ou com grandes caixas torácicas. Um acompanhante deve fixar os braços da criança de encontro aos bordos laterais do chassis e a porção anterior do tórax da criança deve estar o mais próximo possivel do filme. É de grande importância para o estudo e . Esta providência apresenta a grande vantagem de conseguirmos radiografias em AP e perfil rigorosos. Este exercício prévio vai garantir uma mobilidade diafragmática mais real a partir do momento que é feita a medida dessa movimentação do diafragma. As radiografias de tórax da criança podem ser feitas sem bucky. No perfil. Nestes casos fazemos o AP de tórax com o paciente sentado num banco ou numa cadeira sem encosto. Quando a suspeita for rutura com eventração diafragmática deve-se completar o exame com o paciente tomando por via oral 3 ampolas de contraste iodado hidrossolúvel ou fazendo um pneumoperitônio diagnóstico. Quando acontecer do paciente Ter dificuldade de fazer a apnéia inspiratória. por termos menos informações diagnósticas e trabalharmos com quase 5 vezes mais radiação que as radiografias panorâmicas ( 35x35cm ) de tórax. Sempre devemos evitar repetir radiografias e para isso aumentamos 5Kv em média na constante do aparelho com a finalidade de diminuirmos a possibilidade de repetição por Ter saido fraca. normalmente fica muito forte para campos pleuros-pulmonares no lado mastectomizado. 13-) Criança para pesquisa de nível líquido Quando interessa a pesquisa de nível líquido colocamos a criança sentada numa das extremidades da mesa de exame e entramos com o raio central horizontal.80m passamos para 1. Com o aumento do mAs passamos a trabalhar com tempo longo o que nos tira o detalhe do mediastino. A que demonstrar bem o lado que tem a mama. o ato de inspirar e expirar ao máximo. 11-) Criança chorando Na hora da exposição devemos surpreender a criança numa fase inspiratória. Para a realização da manobra de valsalva e Müller é fundamentalmente necessário que o paciente execute pelo menos três vezes antes das radiografias. para evitar o flou cinético. devemos usar o maior foco ( mA ) com a finalidade de trabalharmos com tempo curto. devemos fazer de rotina radiografias em inspiração e expiração forçadas. Para minorar este problema. Sempre devemos evitar fazer abreugrafias de gestantes.1s. Nestes casos devemos fazer uma outra radiografia incluindo a região que não ficou evidenciada na radiografia anterior. 12-) Crianças de menos de 4 anos Se não houver indicação de pesquisa de nível líquido. devemos diminuir a distância foco-filme de 30cm. e a maior comodidade na fixação do posicionamento. para evitar que a radigrafia saia tremida devemos ordenar que apenas a respiração na hora da exposição. 15-) Enfisema pulmonar Quando a indicação for enfisema pulmonar.50m. toda vez que o tempo for superior a 0. 8-) Pacientes obesos Na radiografia de tórax em pacientes obesos. Assim. escolhermos com maior facilidade uma fase inspiratória.

medida da mobilidade diafragmática. Devemos girar o anódio e disparar logo após uma inspiração profunda. A identificação do paciente deve ser colocada. que necessitam de um atendimento rápido e eficiente. movimentando então o chassis. A importância do exame radiológico do tórax na rotina para abdome agudo está nos quadros chamados pseudos abdome agudo onde processos inflamatórios ( pneumonias ) geralmente de bases pulmonares simulam totalmente o quadro. Os pequenos pneumotórax as vezes só aparecem evidenciados nas radiografias em expiração forçada. pacientes em coma profundo. Apesar das precárias condições do doente. devemos utilizar o maior mA para trabalhar com o tempo de exposição mais curto possivel. devemos retirar uma média de 8Kv porque os pacientes enfisematosos apresentam um grande volume de ar residual tornando as radiografias de tórax hipertransparentes aos raios-X. 24-) Pacientes politraumatizados De acordo com as condições do paciente poderemos removê-lo ou não para a mesa de exame. 23-) Exame em colchão d’água O clochão d’água é utilizado em pacientes que estejam há muito tempo deitados sem se movimentar. Para evitar esse problema. desse bom relacionamento ele vai conseguir o máximo de colaboração para execução de radiografias de bom padrão. em AP. com a finalidade de diminuir a possibilidade de contaminação. Para uma rotina de tórax em residência. deve-se incorporar a rotina mínima projeções oblíquas ( OAD . Os exames a domicílio geralmente são executados em aparelhos portáteis. causando o flou cinético nas radiografias. Se o paciente apresentar condições de fazer o exame sentado. no lado direito. Se o paciente não estiver lúcido. geralmente são em pacientes em mau estado geral. O principal problema na execução do exame de tórax num paciente em colchão d’água é que pequenas fases respiratórias traduzem-se em grandes movimentos torácicos. até mesmo em AP. Nos casos de pacientes que não respondam as solicitações verbais a radiografia deve ser batida quando o paciente estiver numa fase inspiratória. pois assim poderemos surpreender eventuais derrames . as radiografias de tórax são de extrema importância. Os exames nos leitos de serviços médico-hospitalares geralmente são executados em aparelhos transportáteis. há necessidade de obtermos radiografias de exelente padrão. Em relação aos fatores radiológicos. sempre preferimos. O ideal é obtermos as radiografias de tórax após o paciente estar pelo menos 15 minutos em posição ortostática. 22-) Exame a domicílio O fundamental do exame a domicílio é o bom relacionamento do operador com o paciente e seus familiares. Apresentam a principal finalidade de evitar a formação de escaras. 17-) Grandes derrames pleurais Nos grandes derrames pleurais sempre devemos incorporar a rotina de tórax uma radiografia em PA com uma média de 15Kv a mais da utilizada no PA para campos pleuros-pulmonares. 19-) Pacientes dispnéicos Nos pacientes que estejam com falta de ar. devemos fazer de rotina uma outra radiografia em expiração. O chassis sempre deve ficar protegido por uma fronha. 16-) Pequenos pneumotórax Quando a suspeita clínica for pneumotórax e este não ficar evidenciado no PA e perfil em inspiração forçada. 21-) Exame no leito Quando houver solicitação de exame radiológico no leito. pelo menos três vezes. bateremos as radiografias em fases inspiratórias pedindo para alguém da família fechar o nariz e a boca do doente. 20-) Abdome agudo Quando a indicação for abdome agudo. que se faça antes das radiografias manobras de inspirações e expiraçòes máximas. para facilitar ao radiologista a interpretação de imagens patológicas que apareçam. acompanhando posição do paciente ( que esta em decúbito dorsal ). uma para campos pleuros-pulmonares e outra um pouco mais penetrada. principalmente em grandes queimados. devem ser batidas duas radiografias. com o paciente de preferência de pé ( em ortostática ) para a pesquisa de ar livre dentro da cavidade peritonial ( pneumoperitoneo ). alguém na hora da exposição deve fechar o nariz e a boca do paciente.OAE ) com uma oblíquidade paciente mesa de 45º. 18-) Lesões pleurais Quando nas radiografias de rotina de tórax suspeita-se de uma lesão ao nível de pleura. O operador deve solicitar o auxílio de alguém para a colocação do chassis sob o paciente e Ter o cuidado de não cortar nenhuma estrutura dos campos pleuro-pulmonares da imagem radiográfica. Quando se apresentam em estado muito grave executamos o exame na própria maca. etc.

Fossa ilíaca esquerda – quadrante inferior lateral esquerdo. sempre devemos envolver o chassis com fronhas limpas. A utilização do tempo mais curto possível é importante porque geralmente estas crianças apresentam-se dispnéicas e agitadas.pleurais.larga lâmina que liga órgão a órgão. Apresenta-se dividida em : . podemos fazer um perfil com raio central horizontal. um mínimo de duas radiografias.Uma linha imaginária horizontal. O peritôneo consiste de duas membranas : . compreendida entre o diafragma e o assoalho pélvico. Mesocólon – da parede para o cólon transverso. 13 – Abdome É a porção distal do tronco. lisa e deslizante. devemos lavar as mãos com água e sabão. Flanco esquerdo – quadrante intermédio lateral esquerdo. Para a colocação do chassis sob os doentes. numca esquecendo de envolver os chassis em panos limpos.Cavidade pélvica ou pelve Cavidade abdominal propriamente dita A cavidade abdominal propriamente dita relaciona os órgãos que estão envolvidos pelo peritônio ou que em íntimo contato com ele. que passa tangenciando os rebordos costais anteriores. Cavidades Peritôniais Dividem-se em : Peritôneal propriamente dita e retroperitoneal Peritôneal ou intraperitoneal . com a finalidade de evitar possíveis contaminações. Mesogástrio – é o quadrante mais central do abdome. Epigástrico – quadrante superior médio. 26-) Berçário e incubadora Normalmente para as radiografias em berçário e incubadora devemos fazer dois filmes. Noções de anatomia Para um estudo topográfico ou para fins de localização de estruturas anatômicas. Peritôneo O peritôneo é uma membrana serosa. Cavidade abdominal A cavidade abdominal engloba vários órgões de diversos sistemas do corpo humano. Fossa ilíaca direita – quadrante inferior lateral direito.Duas linhas imaginárias verticais correspondentes as linhas hemi-claviculares direita e esquerda. Quadrantes abdominais 1-) 2-) 3-) 4-) 5-) 6-) 7-) 8-) 9-) Hipocôndrio direito – quadrante superior lateral direito. Forra a parede abdominal. o aparelho transportátil só deve entrar na sala de operações na hora de bater a radiografia. Peritôneo visceral É a membrana mais interna do peritôneo que reveste os órgãos intraperitoniais. resistência a infecções. Constitui parte integrante da camada externa de muitos deles. 25-) Exames no CTI e no isolamento Para os exames no centro de tratamento intensivo e nos isolamentos. Reflexões do Peritôneo Mesentéreo – da parede para o jejuno e íleo. O operador não deve encostar em nenhum material esterilizado e sempre deve realizar de cada vez. . Peritôneo parietal É a membrana mais externa do peritôneo.Uma linha imaginária horizontal. que passa tangenciando as cristas ilíacas. Flanco direito – quadrante intermédio lateral direito.Cavidade abdominal propriamente dita . 27-) Centro cirúrgico Quando realizamos exames no centro cirúrgico. o abdome pode ser dividido em nove quadrantes.Parietal e visceral. a saber : . Pregas – apresentam bordas livres. Hipocôndrio esquerdo – quadrante superior lateral esquerdo. sustentação de órgãos e armazenamento de gordura. Hipogástrico – quadrante inferior médio. Ligamentos – entre órgãos ou paredes do corpo e órgãos. devemos pedir auxílio de uma pessoa do serviço. Se a indicação for derrame pleural e o paciente não tiver condições de sentar-se. Suas funções mais importantes são as de redução do atrito inter-organular. através de quatro linhas imaginárias. Sempre antes e após fazermos os exames no CTI e no isolamento. . Epilon ( Omento ).

Paciente em decúbito ventral. No abdome simples deve aparecer no bordo inferior do filme a imagem do púbis. Incidências panorâmicas de abdome Abdome simples em : AP / PA / perfil esquerdo e direito Abdome simples em AP Região posterior do abdome. etc. em posição ortostática ou sentado com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Em qualquer exame contrastado abdominal. Na pelve encontramos vários órgãos como a porção sigmóide do intestino grosso. mais próxima do filme. O peritôneo repousa sobre a pelve formando os fundos de saco peritoneais. Raio central perpendicular.7s / grosso / 1. penetrando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o apêndice xifóide. Os braços devem estar envolvendo a cabeça e as pernas fletidas para facilitar e manter o posicionamento. em posição ortostática ou sentado com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.Diz-se que um órgão é intraperitoneal quando é englobado em mais de 70% do seu volume total. bexiga. Incidências localizadas . deve-se fazer o abdome simples antecedendo a introdução do contraste.0m / sim / 30x40cm OBS : Nas incidências em perfil temos que nos preocupar em não utilizar tempo longo para evitar que os movimentos peristálticos causem flou cinético tirando a definição das radiografias. normalmente no meio do espaço entre as cristas ilíacas. Abdome simples em PA Região anterior do abdome. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 28 / 200 / 300 / 0. O bordo inferior do chassis deve coincidir com uma região logo abaixo co cóccix.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do abdome. Esta projeção apresenta importância no estudo de massas abdominais. Raio central perpendicular penetrando na crista ilíaca. etc. coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. com o seu plano mediano sagital. Retroperitôneal Quando a maior parte do seu corpo esta fora da cavidade peritoneal.0s / fino / 1. Os braços devem estar estendidos ao longo do corpo e o paciente deve prender a respiração na hora da exposição. Rins Glândulas suprarenais Ureter abdominal Pâncreas Veia cava abdominal Artéria aorta abdominal Gânglios Nervos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. na porção mais inferior do abdome. Chamamos de abdome simples as radiografias que não foram injetados contrastes artificiais. Paciente em decúbito dorsal. em posição ortostática ou sentado. nos reportaremos especialmente aos exames simples do abdome. penetrando no meio do espaço entre as cristas ilíacas. Estudo radiológico do abdome Simples e contrastado No nosso estudo. Órgãos intraperitoneais Esôfago terminal Estômago Intestino delgado Intestino grosso Fígado Vesícula biliar Baço Ovários. Órgãos retroperitoneais Cavidade pélvica ou pelve É a cavidade localizada na bacia. mais próxima do filme. mais próxima do filme. ureter e órgãos do aparelho genital. Paciente em decúbito lateral.

Esta posição reduz a curvatura anterior da coluna lombar ( lordose filiológica ) com os rins então ficando quase paralelos ao plano da mesa. OPE ( obliquidade paciente mesa de 30º a 45º ) e perfil direito ou esquerdo. OPD e OPE e o perfil direito. Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito lateral.Abdome agudo por obstrução .AP com raio central de 25º cefálicos . Abdome agudo É um quadro abdominal agudo. Fazemos normalmente as incidências em AP. Raio central penetrando no ângulo do rebordo costal anterior ( ponto vesicular ou cístico ). que necessita de assistência clínica ou cirúrgica imediata. A obliquidade paciente mesa deve variar entre 30º e 45º. Raio central perpendicular penetrando de maneira que saia entre as primeiras e segundas vértebras lombares. fraturas de coluna. As principais causas dos abdomes agudos são : .Incidências panorâmicas . infecções de bases pulmonares e faringe ) Estudo radiológico Podemos dividir o exame radiológico dos pacientes com abdome agudo em : Simples e contrastado Estudo radiológico simples São as radiografias executadas sem a utilização de contrastes artificiais. Bexiga O exame localizado da bexiga é feito normalmente na urografia venosa. fazemos projeções localizadas. Vesícula e vias biliares As melhores projeções são as oblíquas ( OPD ou OAE ) com a finalidade de retirar possíveis estruturas biliares que estejam superpondo-se com a coluna. etc) . Nos casos de tomografias. para obtermos melhor definição de imagem. Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em ortostática. penetrando 2cm acima do bordo superior da sínfise pubiana. melhor deve ser o padrão do exame. fazemos de rotina as incidências em AP. A obliquidade paciente mesa deve variar entre 30º e 45º. / Perfil com raio central com Incidências panorâmicas de tórax AP / PA / Perfil direito e esquerdo horizontal .Abdome agudo infeccioso ( colecistite. por isso a importância desta incidência na rotina para pâncreas. As vezes certas calcificações só aparecem no perfil por somação de finas concreções. Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal. causas retroperitoneais como cólicas renais. apendicite. caracterizado principalmente por dor. o raio central então penetrando perpendicular de maneira que saia no meio do filme. Raio central perpendicular. Pâncreas Nos casos de pancreatite crônica onde pesquisa-se calcificações.AP com raio central perpendicular . OPD. Loja renal O estudo localizado dos rins pode ser executado de diferentes maneiras : .AP com raio central de 25º podálicos . PA Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito ventral. Perfil Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito lateral. mas quando nos interessa um estudo dos órgãos da pelve a localização é a mesma. . e quanto pior o seu estado geral. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca.Quando nos interessa o estudo de determinadas regiões abdominais. Os pacientes com abdome agudo devem Ter atendimento prioritário nos serviços de radiologia.Abdome agudo traumático ( ruturas de vísceras ) . esta posição auxilia em muito.Falso abdome agudo ( por irritação reflexa em pneumonias.Incidências localizadas Incidências panorâmicas AP Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito dorsal.Oblíquas posterior direita e posterior esquerda Fator que auxilia o estudo com o raio centra perpendicular é colocar o paciente com as pernas fletidas até as regiões plantares ficarem em contato com a mesa.

mesmo que esteja em mau estado geral. além de outras. AP de abdome com o paciente em ortostática. para se Ter uma noção exata do local onde se encontra a causa do abdome agudo. podemos fazer logo após a radiografia em decúbito dorsal. penetrando no meio do espaço entre as cristas ilíacas. Raio central perpendicular. Normalmente o paciente com abdome agudo. costuma dar uma imagem característica nesta região. É a principal radiografia nas obstruções intestinais. Em pacientes que consigam andar. A imagem do púbis deve aparecer no bordo inferior do filme. penetrando no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. O AP de abdome com o paciente em decúbito lateral. facilitando a sua demonstração. O decúbito lateral direito é uma boa incidência nos casos de obstruções ao nível do cólon descendente. contrário ao da lesão. Se a mesa apresentar mecanismo de leventar e abaixar. fazemos então na estativa do bucky vertical. Para pesquisa de nível hidro-aéreo faríamos então um perfil com raio horizontal. Nestes pacientes colocamos uma faixa compressora passando pelos seus joelhos para firmá-lo na posição. por que em certas condições há um aumento de peristaltismo do estômago e intestino. Condição que faríamos esta incidência seria em pacientes com suspeita de fratura de vértebra lombar que viesse em decúbito ventral e houvesse também suspeita de abdome agudo. A grande importância da radiografia em ortostática é na pesquisa da existência ou não de níveis hidro-aéreos. AP – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em posição ortostática O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. colocando o apoio para os pés do paciente na extremidade da mesa e por a mesa de exame em pé.5s / grosso / 1. Outra indicação é nos casos de obstruções ao nível do ceco ou do cólon ascendente. penetrando no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. AP – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito dorsal O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Esta projeção apresenta grande importância na distribuição topográfica das víceras abdominais. do púbis. compressões por massas tumorais. acidentes vasculares abdominais. a imagem então ficando flou. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 200 / 0. pois quando há um pequeno derrame líquido peritonial. . Quando esta incidência é indicada nos casos de pneumoperitôneo. AP – Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito lateral O paciente deve deitar de lado em uma maca e aproximar-se da estativa do bucky vertical ou da mesa de exame de pé.Incidências da rotina mínima para abdome agudo AP de abdome com o paciente em decúbito dorsal. Esta incidência apresenta valor na localização das massas abdominais. Raio central perpendicular. pois o ar vai se instalar entre a parede abdominal e o bordo lateral do fígado. É de grande importância a inclusão no filme. por causa das fortes dores não consegue manter-se em decúbito ventral. Raio central perpendicular. Raio central horizontal ao plano da maca. substitui as radiografias em ortostática para demonstração de níveis hidro-aéreos em pacientes que não tenham condições de ficar de pé. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. fazemos o decúbito lateral esquerdo. fazendo com que aproxime mais a região a ser examinada do filme. Devemos sempre utilizar um tempo curto de exposição. PA de tórax. Este método apresenta a vantagem de fazermos radiografias com o paciente em ortostática. podendo-se individualizar se a mesma é anterior ou posterior. por isso o bordo inferior do chassis deve estar coincidindo com este osso. Nos abcessos subfrênicos fazemos o decúbito lateral. PA – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito ventral Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. por isso esta incidência não ser aplicada normalmente. Uma enfermeira ou outra pessoa do serviço deve ficar ao lado do paciente para evitar que caia para a frente.0m / sim / 30x40cm Perfil com raio central perpendicular e o paciente em decúbito lateral O plano frontal ou coronário do paciente deve coincidir com a linha central da mesa.

além de outros.8s / grosso / 1. 2.Localizada de estômago e duodeno : Imagens de úlceras pépticas. devemos colocar um apoio radiotransparente sob a região dorsal. penetrando perpendicular ao nível da crista ilíaca. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 100 / 60 / 10 / 300 / 0. estenoses. Tanto o AP como o PA apresentam fundamental importância para a visualização das condições respiratórias do paciente. A grande importância desta projeção é a pesquisa de nível hidro-aéreo. de acordo com a necessidade. o raio central deve penetrar perpendicular ao nível do hipocôndrio direito. penetrando ao nível do hipocôndrio esquerdo. nos casos de imagens que apareçam no PA ou AP e exijam elucidação diagnóstica.Localizada de gordura pré-peritoneal : Normalmente a grodura pré-peritoneal desaparece nos quadros de peritonite. penetrando entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide.Localizada de vesícula e vias biliares : A principal indicação é na pesquisa de cálculos ao nível de vesícula ou das vias biliares. Esta projeção apresenta importância nos pacientes que não tenham condições de mudar de decúbito.3s / grosso / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 85 / 30 / 60 / 200 / 0. ou que venha andando e não tenha condições de manter o posicionamento em PA. substitui então estas incidências. podem aparecer com boa definição nas incidências localizadas sem a utilização de contraste. Perfil com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal Fazemos esta projeção em pacientes que não tenham condições de ficar de pé ou deitado de lado. 3. Raio central perpendicular penetrando entre os ângulos distais dos omoplatas. Raio central perpendicular. as vezes de dificil demonstração no PA ou AP de tórax. Raio central perpendicular. Utilizamos o perfil direito ou esquerdo de tórax. e apresenta valor nas suspeitas de derrame pleural ou processos inflamatórios pulmonares.80m / sim / 35x35cm Perfil direito e esquerdo Plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. Raio central horizontal ao plano da maca ou mesa.Localizada de baço : A principal indicação é nos infartos esplênicos. Raio central perpendicular. As pricipais são : 1. penetrando ao nível da crista ilíaca.0m / sim / 30x40cm Incidências panorâmicas de tórax AP Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. Paciente deitado na mesa para logo após colocarmos de pé. processos tumorais. Os braços do paciente devem ficar envolvendo a cabeça. encostando-a na mesa ou estativa. com o ar instalando-se sob o diafragma.Apesar da grande espessura a ser atravessada pelos raios-X sempre devemos trabalhar com tempo curto para evitarmos o flou cinético. penetrando perpendicular na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. Estas projeções servem como complementação diagnóstica do exame e poderão ser feitas ou não. Perfil com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal Para conseguirmos uma boa demonstração em perfil de todo tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 116 / 60 / 24 / 300 / 0.3s / grosso / 1. Raio central perpendicular. 4. Raio central perpendicular penetrando na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. Utilizamos a incidência póstero-anterior em pacientes que tenham condições de manter o posicionamento sentado ou em posição ortostática. O perfil com raio central horizontal deve ser feito em primeiro lugar com o paciente ainda na maca. afastar possíveis processos pneumônicos de base pulmonar as vezes responsáveis por falsos abdomes agudos e na pesquisa de pneumoperitôneos.80m / sim / 30x40cm Incidências localizadas Nas incidências localizadas obtemos maior detalhe da região onde suspeitamos encontrar a patologia. Com o paciente em OPD ou OAE. . penetrando ao nível do epigástrio. Raio central horizontal ao plano da maca. PA Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. Região importante de se demonstrar é a porção pulmonar retrocardíaca.

O contraste a ser utilizado é o gastrografina. penetrando ao nível da fossa ilíaca direita. Raio central perpendicular. além de outras indicações. B – Colangiografia venosa É pouco utilizada. C – Injeção de ar no estômago Este exame esta indicado nas úlceras perfuradas.Posição fetal Exame radiológico da gestante Radiografias de mulheres em gestação só devem ser executadas após os 4 meses de gravidez. Raio central perpendicular. Sempre devemos utilizar contrastes específicos como o gastrografia para o aparelho digestivo nos pacientes com abdome agudo. Raio central perpendicular. penetrando ao nível do flanco direito ou esquerdo. 6. 8. Com a injeção de ar no estômago causando um pneumoperitôneo confirmando o diagnóstico.Não podemos valorizar este dado nas radiografias panorâmicas de abdome. Raio central perpendicular.Localizada de ceco-apêndice : A indicação desta radiografia é na pesquisa de apendicolites ou nas suspeitas de abcessos ao nível do ceco ou apêndice. pois a manipulação desses pacientes deve ser altamente especializada. hérnias estranguladas onde se vê o sofrimento arterial. então a localizada apresenta grande valor. pois estes pacientes não tem indicação cirúrgica. pois a própria divergência dos raios. pois apartir desse período diminui a possibilidade de mutações . nos infartos mesentéricos onde não há enchimento de ramos calibrosos para o intestino. Quando não houver este contraste no serviço de radiologia. com inclinação cefálica ou com inclinação podálica penetraando no meio do espaço entre a crista ilíaca e o apêndice xifóide. ao nível do plano mediano sagital. o raio central penetra muito alto. causando a morte na maioria dos pacientes. Não devemos fazer preparo intestinal e não se faz lavagem. quando não é possivel o diagnóstico pela rotina simples. pelo mau estado geral que normalmente se encontram. onde o paciente bebe 200ml de uma solução composta de 100ml de contraste iodado hidrossolúvel e 100ml de soro fisiológico. pois quase sempre não conseguimos contrastar a vesícula e as vias biliares. Estudo radiológico contrastado Os exames contrastados nos quadros abdominais agudos devem ser realizados pelo médico radiologista. Há autores que indicam este exame. penetrando ao nível do apêndice xifóide. Principais exames contrastados utilizados no estudo radiológico do abdome agudo A – Arteriografia Pode ser utilizada nas úlceras perfuradas. quando não houver disponibilidade deste contraste. Diluição : 50% de água e 50% de sulfato de bário Nunca devemos injetar ar no clister opaco. 14 . Os contrastes a base de sulfato de bário. O pricipal responsável pelas cólicas renais são os cálculos.Localizada de loja renal : Ás vezes colicas renais podem levar a falsos abdomes agudos. penetrando na porção mais proximal do mesogástrio. rutura de víceras ocas. podemos utilizar o iodado hidrossolúvel através de uma sonda nasogástrica. D – Injeção de contraste iodado hidrossolúvel Este exame também está indicado nas úlceras perfuradas. devem ser totalmente abolidos no estudo radiológico do abdome agudo. podemos mascarar o diagnóstico. contra-indicando o anterior. em que há suspeita clínica. pois se cairem na cavidade peritoneal através de alguma perfuração do esôfago ou intestino. F – Clister opaco Indica-se nas obstruções intestinais ao nível do intestino grosso e devemos fazer o exame com o contraste a base de sulfato de bário diluído em água. pode fazer desaparecer a sua imagem. pois exclui a hipótese do não aparecimento do ar sob a diafragma por distorção de imagem causada por falha técnica. Devemos colocar o paciente em decúbito lateral direito e penetrar com o raio central horizontal. utilizamos então os iodados hidrossolúveis.Localizada de diafragma ( hemi-Cúpulas diafragmáticas ) : Quando se suspeita de pneumoperitôneo e nas radiografias panorâmicas de tórax. sem ser patológica. especifico para os quadros de abdome agudo.Localizada para pâncreas : Um estudo radiológico e clínico bem feito nas pancreatites agudas apresenta grande importância. 7. E – Trânsito intestinal Indica-se nas obstruções intestinais de intestino delgado. Raio central perpendicular. irão causar a chamada peritonite granulomatosa. por isso apresentando valor relativo nos quadros de abdome agudo de origem biliar. somente bário. sem haver sinais radiológicos. A finalidade do exame é localizar a úlcera perfurada. 5.

Raio central perpendicular.0m / sim / 30x40cm Pelvimetria A pelvimetria apresenta importância nas desproporções céfalo-pélvicas que fará o médico indicar ou não a cesariana. para trabalharmos com tempo curto com a finalidade de diminuirmos a possibilidade de flou cinético com movimentação do feto. Para trabalharmos com fatores mais baixos.5s / grosso / 1. Maturidade fetal Fazemos radiografias em AP e perfil com a finalidade de sabermos se o feto esta a termo. Sempre utilizar o tempo mais curto possível. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 15 / 150 / 300 / 0. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Os principais sinais são a presença do núcleo distal de crescimento do fêmur. além de outras indicações. por causa da mobilidade fetal. Raio central perpendicular. chamado núcleo de ossificação de BECLARD e a presença dos dentes molares.5s / grosso / 1. suspeita de morte fetal. para evitar possíveis repetições. Plano frontal ou coronário da paciente coincidindo com a linha central da mesa.5s / grosso / 1. com a paciente em decúbito lateral. O plano frontal ou coronário deve coincidir com a linha central da mesa. No serviço de radiologia só deve executar o exame o operador que esteja treinado no determinado aparelho. a paciente deve esvaziar a bexiga e se conseguir evacuar será melhor para a obtenção de mais detalhe no exame.genéticas. Nas radiografias de abdome da gestante.AP A radiografia de abdome para posição fetal apresenta valor quando o feto se coloca numa apresentação atípica. AP Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. pois as vezes não conseguimos individualizar o núcleo distal do fêmur no AP e só o vemos na projeção em perfil. A radiografia deve ser feita num foco grosso. antes de iniciar o exame. o raio central deve penetrar no seu ponto central. penetrando no meio do espaço entre as duas cristas ilíacas e a sínfise pubiana. Como nos interessa a medida da pelve. Devemos utilizar alta miliamperagem para podermos trabalhar com tempo curto. sempre devemos utilizar ecrans de grãos grossos. sabermos se a criança já apresenta condições de maturidade para nascer. Raio central perpendicular. Abdome Posição fetal . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Incidências AP / perfil direito e esquerdo / incidência de THOMS AP Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. penetrando entre a sínfise pubiana e o apândice xifóide. para evitar distorções de imagem que viriam falsear a pelvimetria. penetrando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o apândice xifóide.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo O perfil direito ou esquerdo com a paciente em posição ortostática. Devemos sempre utilizar tempo curto. Mesmo após os 4 meses. deve ser feito de rotina para a apresentação fetal ficar mais próxima da real. deve ser indicado de rotina. as radiografias só devem ser indicadas quando forem realmente necessárias. penetrando ao nível da crista ilíaca.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo O perfil direito ou esquerdo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 85 / 30 / 150 / 300 / 0. isto é. Nos casos de gravidez gamelar. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 15 / 150 / 300 / 0. Raio central perpendicular. penetrando ao máximo na pelve. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre a crista ilíaca e a sínfise pubiana.

O algodão não deverá estar muito encharcado com água para que a mesma não escorra em direção ao feltro do chassis. Definição de câmara escura É o lugar no interior do qual se desenvolvem os processos de revelação. tem função importante para que os gases emanados das soluções tóxicas ao organismo humano não venham prejudicar o operador. porta-colgaduras. A mesa de trabalho deve estar disposta em situação afastada a zona dos tanques. etc. Divisão Uma câmara escura divide-se em : Parte seca e parte úmida Componentes da parte seca Balcão. toalha. Os pés devem estar afastados um do outro até que fiquem apoiados nos bordos laterais da mesa de exame.0m / sim / 24x30cm 15 . Ventilação A utilização de ventiladores para a circulação de ar ou de exaustores. Uma câmara escura deve Ter uma disposição e tamanho suficiente para que o trabalho flua sem interrupção. O tronco da paciente deve fazer um ângulo de 55º com o plano da mesa. passando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o sacro.0m / sim / 30x40cm Incidência de THOMS Paciente sentada na mesa de exame. gavetas. Métodos de lavagem dos ecrans Devem ser lavados com algodão. Temperatura A temperatura numa câmara escura deve variar entre 18º e 24ºC. . fixação e lavagem. A umidade relativa do ar deve ser por volta de 50ºC. passador de chassis. A técnica de processamento mecanizada exige estudos mais aprofundados sobre o mecanismo da máquina processadora. vindo a alterar posteriormente a qualidade da imagem ( imagem flou ). Depois de passado o algodão com água e sabão de côco. Os ecrans devem ser lavados semanalmente. evita o desperdício de tempo e menos cansativo para o operador. higroscópio ( opcional. por isso a utilização do HIGROSCÓPIO. luz de segurança. e para isso deve apoiar-se posteriormente com as mãos. negatoscópio. Localização A localização ideal é a colocada no centro e todas as salas tendo comunicação direta. pois irão assegurar uma melhor quealidade da imagem radiográfica e uma durabilidade da capacidade fluorescente. Tem este nome porque todos estes processos só podem ser realizados sob luz de segurança e de baixa intensidade. porta-chassis. de maneira que o seu plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. torneira para água corrente. para melhor conservação dos filmes e processamento das radiografias. Limpeza A sensibilidade dos filmes faz com que a limpeza na câmara escura seja de importância capital. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / -. termômetro.7s / grosso / 1. pode estar próximo a parte seca ou úmida )./ 200 / 300 / 0. as quais produzirão imagens nas radiografias. não só a câmara escura mas todos os acessórios e os equipamentos exigem sempre a melhor limpeza. A disposição do balcão oposta a zona dos tanques evita a possibilidade que se salpiquem os filmes secos e os ecrans com substâncias químicas. Os chassis devem ser lavados e limpos pelo contato íntimo com doentes com variadas enfermidades. caixas de filmes.Câmara escura Técnica e componentes No nosso estudo. exigindo pouco sobre o ponto de vista funcional do operador de câmara escura. As colgaduras devem ser lavadas periodicamente porque o acúmulo de gelatina nas presilhas não venham manchar os filmes. despertador. água e sabão de côco. fixação e lavagem das peliculas radiográficas e onde se carrega os chassis.85 / 30 / 150 / 300 / 0. etc. túnel passador de chassis. luz de segurança. Raio central perpendicular. nos reportaremos especialmente a técnica de processamento manual que é a que exige maiores conhecimentos práticos e teóricos do operador. mostrando perfeitamente a proporção da cabeça do feto com a pelve. um algodão seco de maneira suave.5s / grosso / 1. deslocando o ecran. Componentes da parte úmida Tanques de revelação. deve-se passar um algodão úmido para tirar o excesso do sabão e após. Esta projeção apresenta a pelve num plano axial.

Armazenagem
As caixas de filmes e os chassis devem ser armazenados na posição vertical para que não ocorra a formação de eletricidade estática e a deformação dos chassis com alteração no contato dos ecrans, respectivamente. No caso de uma caixa de 100 filmes durar mais de que um mês em uso, recomendase adquirir embalagem menor.

Iluminação de segurança
Numacâmara escura deve-se Ter tanto luz branca como iluminação de segurança. A luz se necessita para limpar os tanques, preparar solução e limpezas gerais. As lâmpadas de segurança são indispensáveis para proporcionar a iluminação correta para que se possam manejar impunimente durante a revelação. Um filme não deve ficar exposto durante mais de um minuto a ação da luz de segurança; da mesma forma, durante a revelação, o tempo não deve exceder aos vinte segundos. Normalmente há três zonas de iluminação de segurança numa câmara escura. A mais forte ( brilhante ), onde os filmes se lavam e se colocam no secador; a média, onde esta a mesa de trabalho, ou seja, a parte seca. A potência da lâmpada deve variar entre 6 ½ e 10 WATTS. Seja qual seja o tipo de lâmpada, é necessário que se coloque o filtro correto para se obter a cor adequada da luz. Os filtros devem Ter cor âmbar, verde amarelado, verde ou vermelho. Há filtros de diversas classes; o especial para os filmes que são sensíveis ao azul, outro para os que são sensíveis ao verde. Nunca devemos utilizar lâmpadas vermelhas, apesar de haver uma sensação de segurança, pode produzir velamento. A distância entre a lâmpada de segurança e o balcão deve variar entre 90 e 120 centímetros.

Causas de velamento inaparente numa câmara escura
Filtros com rachaduras que escapem luz branca. Frestas de portas. Buraco de fechadura. Excesso de tempo sob ação da luz de segurança. Túnel passador de radiografias aberto na câmara clara. Frestas do passador de chassis. Negatoscópio na câmara escura de lâmpadas fluorescentes, quando apagam, continua por certo tempo a emitir luminosidade, etc.

Latensificação ou intensificação posterior
Os filmes tornan-se duas ou três vezes mais sensíveis as luzes de segurança, após terem sido expostos aos raios-X com ecrans fluorescentes.

Acesso à câmara escura
O sistema de entradas terá que impedir qualquer penetraçãode luz, dentre os sistemas, temos : 1- Sistema porta única – Somente uma porta separando a câmara escura do ambiente claro. É o sistema menos seguro. 2- Sistema labirinto – Paredes formando um labirinto; é bastante seguro, tendo o inconveniente de necessitar muito espaço. 3- Sistema porta giratória – Várias folhas de porta fixadas por um eixo central. É um sistema muito oneroso e sujeito a falhas. 4- Sistema porta paralela – Nesse tipo deverá haver um bloqueio que impeça as duas portas de se abrirem ao mesmo tempo. É o mais utilizado.

Cor das paredes
Não há necessidade que a cor das paredes seja em tom escuro ou mesmo pintado de preto, para ser seguro. É claro que a cor negra absorve alguma coisa da luz de segurança, porem não tera muita importância, se esta luz for de intensidade e claridade seguras; logo, a luz refletida em qualquer superficie sera segura também, independente da cor desta superfície. É até aconselhavel que as paredes sejam pintadas de cor clara como o cinza claro, verde ou creme, que são agrádaveis sob a luz branca e refletem luz adequada sob condições apropriadas de iluminação de segurança. Outro ponto importante é que as paredes sejam lisas e pintadas com tinta impermeável, facilmente laváveis.

Filme radiográfico
Os componentes de um filme radiográfico são : - Gelatina : capa externa com função de proteção; - Emulsão : gelatina mais cristais de sal de prata; - Substrato : região com maior concentração do sal de prata; - Celulose : a base do filme; Do outro lado , a mesma ordem se repete, da gelatina a base de celulose. O filme é sensível a muitas coisas : - luz - Raios-X - Raios gama - Vários gases

- Vapores - Calor - Umidade, etc. Os filmes devem ser armazenados sob uma temperatura de 10º a 21ºC e a umidade relativa do ar por volta de 40% a 60%. As caixas não devem ser armazenadas umas sobre as outras e sim de forma vertical.

Manejo dos filmes
Deve-se manejar cuidadosamente. Devem ser retirados delicadamente da caixa, evitando que os dedos entrem em contato direto com o filme. A colocação do filme no chassis deve ser feita de maneira que seja colocado sem deslizar sobre o papel protetor e não bata com força nas extremidades do chassis. A retirada do filme do chassis deve ser feita : após a abertura das presilhas, vira-se o chassis de maneira que a armação metálica que recebe inicialmente a radiação, fique voltada para cima; eleva-se essa armação e pega-se o filme por um dos seus vértices com a ponta dos dedos. Ao retirar-se o filme, Ter o cuidado de não esbarrar nas bordas da armação metálica anterior. A colocação da pelicula radiográfica na colgadura deve ser primeiro fixada nas presilhas que apresentam mobilidade para que o filme fique bastante ajustado nas quatro presilhas. Ao colocar-se um filme na colgadura, deve-se afastar da luz de segurança por causa da LATENSIFICAÇÃO.

Eletricidade estática
É a corrente elétrica que se forma quando o filme sofre algum impacto, mesmo este estando parado. A formaçào de eletricidade estática é mais comum nos ambientes secos.

Prevenção da eletricidade estática
O procedimento mais eficiente é elevar e manter a umidade relativa da atmosfera ambiente. Por isso deve Ter numa câmara escura um bom HIGROSSCÓPIO. Manuseio delicado do filme. Após a exposição aos raios-X, o chassis deve ser aberto lemtamente e o filme cuidadosamente removido. Deve Ter um fio ligado do balcão a terra. Deve-se evitar coberturas de borracha sobre o balcão pois dessa maneira a eletricidade não se escoa para a terra. Deve-se evitar a utilização de sapatos com solas de borracha. Deve-se evitar assoalhos de borracha ou a utilização de ceras duras. As caixas de filmes devem ser guardadas verticalmente.

Marcas de eletricidade estática
São três tipos : Árvore, coroa e poeira

Fases do processamento
Revelação ( mais ou menos 3 minutos ) – enxágüe ( alguns segundos ) – fixação ( mais ou menos 6 minutos ) –lavagem ( mais ou menos 20 minutos ) – secagem ( mais ou menos 30 a 40 minutos ).

Revelação
A revelação de um filme completa o que a exposição começou, isto é, converte em imagem visível e permanente a imagem latente criada pelos raios-X e a luz fluorescente.

Tanque para as soluções de processamento dos filmes
Vidro, ebonite, aço inoxidável ( certas ligas metálicas não se prestam para conservar as soluçòes ), ferro esmaltado e cerâmica são satisfatórios para conter as substâncias químicas fotográficas. Ferro, aço, ferro galvanizado, zinco, chumbo, cobre, estanho e alumínio não devem estar em contato com as soluções de processamento de filmes. Num tanque de 40 litros revela-se mais ou menos 300 filmes.

Alterações químicas que sofrem os grãos de prata com as fases do processamento
Filme virgem ( prata halóide ). Grão de prata após exposição – imagem latente. Revelação parcial. Revelação completa. Final de revelação e fixação – órgãos sem exposição são removidos Lâmpada de segurança adequada ( entre 6 ½ a 10 WATTS ). Tempo médio de 3 minutos. Temperatura média de 20ºC. Ventilação e renovação do ar. Limpeza dos tanques de revelação ( com ácido muriático a 28-38% ). Limpeza periódica das colgaduras. As presilhas fixam pedaços de gelatina ( limpeza com solução de tripsina e bicarbonato de sódio facilitam a remoção com uma escova ).

Fatores importantes na revelação

Revelador
Solução redutora que causa precipitaçào da prata contida na molécula de brometo de prata ( AgBr2 ). A prata reduzida tem coloração negra.

Componentes do revelador
Mentol – redutor suave que dá a nitidez 3,5g / litro. Hidroquinona – redutor responsável pelos contrastes fortes 9g / litro. Sulfito de sódio – previne a oxidação dos redutores. Conserva e estabiliza a solução – 60g / litro. Carbonato de sódio – Alcaliniza a solução, reforça o poder dos redutores, controla a velocidade da revelaçào e abre os poros da gelatina – 40g / litro. Brometo de potássio – Evita o velamento pela hidroquinona das partes transparentes e age como retardador. Água pura, destilada ou não – até completar 1 litro.

Banho enxaguador
Acabando a revelação o filme retém na gelatina quantidades consideráveis de revelador. Por isso a necessidade de enxágüe. Assim evita-se que o revelador ( alcalino ) neutralize a acidez do fixador. Costuma-se colocar ácido acético na água para haver a parada de revelação durante o enxágüe.

Fixação
É componente independente da revelação, com função de clarear a radiografia, fazendo cair os cristais não revelados e ainda endurecer as capas de gelatina para torná-la resistente ao calor.

Componentes do fixador
Hipossulfito de sódio – dissolve a prata não precipitada tornando transparente as partes não irradiadas 250g / litro. Sulfito de sódio – conserva e estabiliza a solução – 30g / litro. Ácido acético glacial – acidifica a solução parando imediatamente a revelação – 45g / litro. Alúmen de cromo – substância empregada para endurecer a gelatina 15g / litro. Água pura – ( não obrigatório ser destilada ) – até completar 1 litro.

Lavagem
É essencial que uma radiografia terminada não contenha massas de prata reveladas suspensas em gelatina para que seja completamente inerte á atividade luminosa ou química. Por conseguinte, é preciso lavar bem o filme para remover as substâncias químicas. Se esta fase se descuida pelo que se refere ao tempo de lavagem ou ao abastecimento de água, a imagem se manchará e enfraquecerá com o tempo. Os filmes devem lavar-se em água corrente que circule de maneira que as duas superfícies de cada lado recebam água fresca continuamente.

secagem
As radiografias só poderão ser observadas após totalmente secas, pois enquanto estão úmidas se apresentam manchadas e há o risco de umas colarem-se as outras através das camadas externas de gelatina ainda existente. O tempo de secagem vai variar de acordo com as condições no serviço de radiologia. Ambientes quentes, com ventilação direta, até com secadores automáticos, aceleram o tempo de secagem das radiografias.

16 - Rotinas Mínimas dos exames radiológicos Rotinas mínimas dos exames radiológicos e suas incidências : 1. Dedo ( 2º ao 5º quirodáctilo ) – Postero anterior, perfil interno ou perfil
externo

2. Polegar ( 1º quirodáctilo ) – Postero anterior e perfil externo 3. Mão - Postero anterior e oblíqua anterior interna 4. Mão ( corpo estranho ) - Postero anterior, oblíqua anterior interna,

perfil interno ou perfil externo 5. Mãos e punhos ( idade óssea ) - Postero anterior “Comparativa” 6. punho – Postero anterior, perfil interno, oblíqua anterior interna e oblíqua anterior externa 7. Antebraço – antero posterior e perfil interno 8. Cotovelo – antero posterior e perfil interno 9. Circunferência articulação do rádio – antero posterior e perfil interno com rotação interna e externa da mão 10. Olecrânio – antero posterior, perfil interno e semi-axial 11. Braço – antero posterior, perfil interno 12. Colo cirúrgico do úmero – antero posterior, perfil externo ( transorbitária ou contactografia )

perfil esquerdo normal.13. 29. 14.antero posterior. 32. 35.antero posterior “comparativa” e antero posterior “localizada” Bacia .( 1º ao 5º podáctilo ) . 41. 36. 16.antero posterior “comparativa”.antero posterior e perfil externo Articulação acrômio-clavicular . 24. 18. oblíqua posterior direita e oblíqua posterior esquerda Escanografia . 31. Ombro ( articulação escápulo-umeral para bursite ) . oblíqua anterior esquerda e axial Artelho . 33. 15. 27. 23. 30. 20. oblíqua posterior interna e perfil externo Calcâneo . 19.antero posterior “comparativa” e perfil externo Rótula – Postero anterior e perfil externo Chanfradura intercondiliana – Antero posterior com raio central perpendicular e com 30º podálicos Fêmur – Antero posterior e perfil externo Fêmur ( terços médio-proximal ) . perfil esquerdo Coluna lombar – Postero anterior. perfil com flexão e incidência de FERGUSON 5º vértebra lombar . antero posterior “localizada” Articulação esterno-clavicular – Postero anterior com o paciente em oblíqua anterior direita.antero posterior com rotação interna e externa do braço Ombro ( articulação escápulo-umeral para fraturas ou luxações ) . 26.antero posterior.antero posterior “comparativa” e axial Pé ( ante-pé ) – Dorso-plantar ( antero posterior ) e oblíqua posterior interna Pé ( retro-pé ) – Dorso-plantar ( antero posterior ). 38. 40. joelho e tíbio-társica Coluna cervical .antero posterior.antero posterior “comparativa”.perfil externo e axial Pé plano – Dorso-plantar ( antero posterior ) e perfil interno Articulação tíbio-társica . oblíqua posterior interna e oblíqua posterior externa Sesamóideo .antero posterior Púbis – Postero anterior e axial Articulação sacro-ilíaca – incidência de FERGUSON ( antero posterior ). 39. perfil com flexão e transoral Coluna cérvico-torácica .antero posterior e perfil externo Articulação tíbio-társica ( ruturas ligamentares ) .antero posterior com stress lateral e medial Perna .antero posterior de coxo-femural.antero posterior e axial Omoplata . 28. 17. 21. perfil esquerdo normal. 34.antero posterior e perfil externo Joelho . perfil esquerdo . 42. antero posterior “localizada” e axial Clavícula .antero posterior. 37. 22.Antero posterior e perfil externo Colo do fêmur – Antero posterior com rotação interna e externa e axial Articulação coxo-femural . 25.

51. 67. 60. incidência de BELLOT direita e esquerda Corpo da mandíbula – Postero anterior e axial Ramo horizontal da mandíbula – incidência de BELLOT e incidência de WATERS Ramo vertical da mandíbula – incidência de SCHULLER. 48. 58. 46.antero posterior e perfil do lado da convexidade Crânio ( panorâmicas ) – Postero anterior. 63. oblíqua semi-axial direita e esquerda Articulação têmporo-mandibular – incidência de SCHULLER diretia e esquerda com boca aberta e fechada Articulação occipito-atlóidea – Postero anterior e perfil esquerdo Face ( panorâmica ) – Fronto-naso e incidência de WATERS Face ( politraumatizado ) – Antero posterior.antero posterior. 50. 65. Coluna lombo-sacra – Postero anterior.antero posterior ( incidência de FERGUSON ) e perfil esquerdo Coluna coccígea . perfil esquerdo “localizadas” Buraco ótico – incidência de RHEESE direito e esquerdo Buraco rasgado posterior – incidência de CHAUSSÉ II direito e esquerdo Osso temporal – Rotina panorâmica de crânio. perfil esquerdo e incidência de REVERCHON Sela turca – Rotina panorâmica de crânio. 54. incidência de WATERS ( semi-hirtz ) Mandíbula – Postero anterior. incidência de GUILLEN. 57. Postero anterior. 52. 55.43. 68. perfil direito e perfil esquerdo Tórax – Postero anterior e perfil esquerdo Arcos costais ( costelas ) “verdadeiras e falsas” – postero anterior. 49. incidência de RHEESE direito e esuqerdo Arcada zigomática – incidência de HIRTZ “comparativa”. incidência de SCHULLER Seios da face – Fronto-naso e mento-naso Órbita – Postero anterior “comparativa”. incidência de REVERCHON e postero anterior de mandíbula Maxila – Oblíqua postero-anterior e incidência de WATERS Ossos nasais – perfil esquerdo e perfil direito Malar – incidência de SOLIDÔNIO LACERDA e oblíqua semi-axial Pescoço ( partes moles ) – antero posterior. perfil com flexão e incidência de FERGUSON Coluna sacra . 45. 56. 53. 61. incidência de CHAUSSÉ III. perfil esquerdo normal. 59.antero posterior e perfil esquerdo Escoliose . 47. 66. perfil direito ou esquerdo. 69. 64. perfil esquerdo e incidência de REVERCHON Crânio ( politraumatizados ) . 62. transorbitária comparativa. oblíqua anterior direita e oblíqua anterior esquerda . 44.

quando com ecram de grão médio. 74.Relação entre os fatores e dados práticos de técnica radiológica 1 Colimadores ----.Kv 2.Aproximadamente representa o aumento ou redução à metade de exposição ( mAs ) representa inversamente diminuir ou aumentar 10 Kv.50 m ---------------.+ 16 Kv 1. Exemplos : 200 mAs --------. perfil direito ou perfil esquerdo e incidência de THOMS 17 .10 Kv 0. perfil direito ou perfil esquerdo Abdome – antero posterior Abdome agudo – antero posterior de abdome em ortostática.+ 13 Kv 1\4 mAs --------. 5 Relação espessura ---------. B.+ 18 Kv 1\6 mAs --------.5 cm compensar com 1 Kv Além de 100 cm : Cada 5 cm compensar com 1 Kv 3 Relação Kv ---------. B ) Para cada 1 cm que diminua a espessura..70. nos casos do aumento da espessura + 4 Kv. 75.. quando com ecram de grão médio.mAs A. 71.0 m ----------------.+ 4 Kv Estendido ------------.Kv A + + B ) Extremidades delgadas : 10 Kv ( gesso úmido ) 6 Kv ( gesso seco ) ) Extremidades grossas : .+ 11 Kv 1.+ 7 Kv Cone dentário --------.Kv A ) Para cada 1 cm que aumente a espessura.mAs --------------.0 m ----------------. compensamos com + 2 Kv.50 Kv 50 mAs --------.50 m ---------------.40 Kv 100 mAs --------.normal 0. compensamos com – 2 Kv. C ) Quando fazemos radiografias sem ecram de grão médio. Arcos costais ( costelas ) “flutuantes” – antero posterior. compensamos com 4 Kv por cada 1 cm. no caso da diminuição de espessura – 4 Kv.+ 20 Kv Esta relação apresenta valor entre 55 Kv e 85 Kv em ecram de grão médio e entre 45 Kv e 100 Kv em ecram de grão grosso.75 m ---------------.Kv Cilindro de extensão : Fechado --------------. 6 Gesso ------------. variando em muito o tempo de exposição. antero posterior de abdome em decúbito dorsal e postero anterior de tórax Posição fetal – antero posterior Maturidade fetal – antero posterior.tempo Menos tempo ----------25% ------------------50% ------------------75% ------------------mais tempo -----------25% ------------------50% ------------------75% ------------------100% -----------------mais Kv 7% 20% 50% menos Kv 5% 10% 13% 16% 4 Relação Kv ---------.+ 7 Kv 2 Distância em metro ----.+ 10 Kv 1\3 mAs --------.60 Kv Com esta relação obtemos radiografias de padrão semelhante.16 Kv Entre 50 e 100 cm : Cada 2. perfil direito ou perfil esquerdo Pelvimetria – antero posterior.+ 16 Kv 1\5 mAs --------. 72.Kv 1\2 mAs --------. 73.

4 acamados ( + de 2 semanas )--. coluna e crânio.10 Kv .grão médio -------------. Coluna e crânio.. Coluna e crânio.mAs mAs novo : mAs original : : dnova2 : doriginal2 ou mAsn/mAso = dn2/do2 Exemplo : qual o novo mAs numa radiografia feita com 100 mAs que modificamos a distância de 1 m ( do ) para 2 m ( dn ). fixo : compensações com + 13 Kv ou 3x mAs.grão fino --------------. Foco-filme ( d1 ) x maior diâmetro do cone ( d4 ) / comprimento do cone ( d2 ) + ( distância foco-filme ( d3 ) -----------------------------------D = d1xd4 / d2+d3 Exemplo : 100 x 12 / 20 x 5 = 48cm Então o diâmetro do campo do cone distância foco-filme de 1m é igual a 48cm.+ 16 Kv B ) Para a obtenção de uma radiografia de padrão semelhante feita com ecram grão médio e fazermos uma outra retirando o ecram. .90% de absorção --. temos mais detalhe e menos contraste. 8.2s 12 Relação ecram -------------.. mAoriginal : mAnovo --------.Tnovo : Toriginal ou mAo / mAn = Tn / To 17 Cálculo do diâmetro do campo da imagem radiográfica Diâmetro do campo ( D ) = dist. 4-) Anódio fixo ----.. 17 : 1 --. 3\4 do mAs = 8 Kv Extermidades – Mesma técnica do adulto de acordo com a espessura.65% de absorção -----.grão grosso ------------.+ 4 enfisematosos --------.tempo mAsnovo : mAsoriginal : : Toriginal mAsn / mAso = Tn / To ou 16 Relação mA ----------------------.Kv ---------. 2-) Angiografia ----.4 musculosos ------------------. Exemplo : tempo de exposição 1.44 Kv OBS : nas radiografias feitas sem ecram.0s Tempo de grade 1.Geralmente em aparelhos transportáteis e portáteis.Nomes e termos utilizados na prática da técnica radiológica 1-) Amplola de raios-X ----.Polo positivo da ampola onde chocam-se os eletrons para produção dos raios-X.Tubo com lato vácuo com função de produção e emissão de raios-X. 8 : 1 --. 10 Kv Kv Kv Kv 10 Grade potter-bucky ----------.compensação de + 13 Kv ou 3x mAs.compensação de + 20 Kv ou 5 a 6x mAs. 9 Tipos de pacientes --------------------. 13 Relação distância ---------------------. 3-) Anódio ----.mAs 6 : 1 --. Exemplo : radiografia de mão Com ecram 5 mAs -----------. Pulmão – Até 6 anos da + 10 Kv em relação a espessura por não inspirar bem.compensação de 16 Kv ou 4x mAs.80% de absorção ---. 11 Tempo de movimento da grade potter-bucky 20 % a mais que o tempo de exposição.44 Kv Sem ecram 100 mAs ---------. 1\3 do mAs = 13 Kv De 6 a 12 anos.Radiografia do sistema vascular. 1\4 do mAs = 16 Kv De 2 a 6 anos. Coluna e crânio.normal .6.+ + C + + 12 Kv ( gesso úmido ) 8 Kv ( gesso seco ) ) Coluna vertebral : 14 Kv ( gesso úmido ) 10 Kv ( gesso seco ) 7 Angulação entre o raio central e o plano do objeto 45º ou mais => dobrar o mAs ou + 10 Kv 35º ou mais => + 6 Kv 30º ou mais => + 4 Kv 8 Crianças ( alguns dados em relação ao adulto ) Idade até 2 anos.. 1\2 do mAs = 10 Kv De12 a 16 anos.tempo ( T ) Tnovo : original : : dnova2 : doriginal2 Tn / To = dn2 / do2 ou 15 Relação mAs ---------------.tempo Variando os fatores para obtenção de radiografias de padrão semelhante. temos que multiplicar 20x o mAs. mAs = mAso x dn2 = mAs = 100 x 22 / 12 = 400 / 1 mAsn = 400 14 Relação distância -------------------------.Kv A B C D A B C D ) ) ) ) ) ) ) ) Pacientes Pacientes pacientes Pacientes bucky bucky bucky bucky velhos ( porose ) -----------. .Kv A ) .

37-) Ecram grão fino ----. 16-) Bipedestação ----.Eletricidade que se forma em ambientes de clima seco.Acessório próximo a mesa de comando com a finalidade de radioproteção.Normalmente em aparelhos de maior miliamperagem. há um relais que desliga a mesa de comando.Ecram com finalidade de intensificar a radiação para obtenção de uma radiografia. 24-) Colimador ----. ar. 7-) Aparelho bloqueado ----.Componente da parte seca da câmara escura onde se guardam os filmes. 29-) Contraste natural ----.Parada da respiração em inspiração. 40-) Ecram radioscópico ou fluoroscópico ----.Deitado com a região posterior do tronco em contato com a mesa.T. 38-) Ecram de grão grosso ----. Para obter melhor definição da mais próxima. não permitindo a emissão de raios-X.É o que introduzimos no paciente para obtenção de melhores imagens de determinadas regiões.Em proporção com uma outra estrutura próxima é a que está mais afastada do crânio. 31-) Decúbito dorsal ----. 22-) Cilindro de extensão ----. 18-) Cabos de alta tensão ----. partes moles e osso. 34-) Diafragma ----.Sistema de segurança do aparelho que. dando imagens de velamento no filme radiográfico.Colimador com finalidade de evitar a formação de radiaçào secundária. Normalmente.O mesmo que deitado. que apresenta a finalidade de intensificar a radiação.Radiografia que utiliza o movimento de estruturas que estejam superpondo-se com a região a ser examinada. 21-) Cilindro ----.Deitado com a região anterior do tronco em contato com a mesa. gordura. 27-) Contactografia ----. 19-) Catódio ----. Normalmente a base de bário. a ampola deverá estar encostada no paciente. 15-) Biombo ----. 6-) A. para obtenção de uma radiografia. 35-) Distal ----.Dispositivo que parmite limitar o campo de exposição dos raios-X.Folha de papelão com um sal. 9-) Apnéia expiratória ----.Armação metálica com finalidade de portar o filme radiográfico na revelação manual. através do flou cinético. ----.Avental a base de borracha e chumbo.Cambiador automático de filmes. com finalidade de proteção aos raios-X. 41-) Ecram reforçador ----.Grade com finas lâminas de chumbo com finalidade de evitar que a radiação secundária atinja o filme.Fenômeno que explica os 5% a mais de radiação no lado do catódio.O.Deitado com a região lateral do tronco em contato com a mesa.Ecram que apresenta baixa intensificação e alto detalhe. 14-) Bandeja ----. . etc. ficando assim apagada.Dispositivo com finalidade de reduzir o feixe de radiação ao campo a ser radiografado. 12-) Avental plumbífero ----.É o que já existe na região a ser examinada.Polo negativo da ampola de onde partem os eletrons para chocarem-se no anódio. 30-) Decúbito ----.Ecram que permite uma imagem dinânmica das estruturas anatômicas.Desvio posterior do eixo da coluna vertebral. 8-) Apnéia ----. 11-) Autotomografia ----.5-) Anódio giratório ----. 42-) Efeito anódio ----. 17-) Bucky ----. 43-) Eletricidade estática ----. 25-) Colgadura ----.Fios elétricos que alimentam o aparelho de raios-X. 36-) Ecram ----. 33-) Decúbito ventral ----.O mesmo que deitado ou em clinustática. chassis. protóxido de azoto ou ar atmosférico. apresenta maior durabilidade. quando utilizamos mAs e Kv muito altos.O mesmo que ortostática ou pessoa de pé. iodo ou gases.É um método de exame que utiliza a maior ampliação da região mais afastada do filme.Parada da respiraçào em expiração. 28-) Contraste artificial ----.Ecram que apresenta alta intensificação e baixo detalhe. como gás carbonico. 10-) Apnéia inspiratória ----.Local onde se coloca o chassis.Ecram que apresenta intensificação e detalhes médios. 32-) Decúbito lateral ----.Colimador com finalidade de evitar a formação de radiação secundária. 23-) Clinustática ----. 20-) Cifose ----.Parada da respiração. 39-) Ecram de grão médio ----. 26-) Cone ----.Colimador que podemos fazer variar seu comprimento. 13-) Balcão ----.

Ponto do anódio de onde emana a radiação X.O mesmo que sem nitidez. 49-) Filamento ----. 52-) Filme ( radiográfico ) ----. . 62-) Grade antidifusora ----. bucky vertical ou outros componentes. sem definição. . 53-) Filme mofado ----. . fatores radiográficos e raio central. 68-) Incidência ----.OAE ( oblíqua anterior externa ) ----.Grade onde as lamínulas são paralelas. mais próxima do filme. 51-) Filamento catódico ----.OAD ( oblíqua anterior direita ) ----.Região posterior externa ou lateral do membro superior ou inferior.É o fator que indica o que a grade antidifusora absorve de radiação.É a que se movimenta durante o tempo de exposição. A espessura da região a ser examinada é medida em centímetros.Região posterior direita.P ( perfil ) ----.OPI ( oblíqua posterior interna ) ----.Perda de detalhe radiográfico pelo movimento do objeto.É a grade antidifusora fixa.AP ( ântero-posterior ) ----. 46-) Estativa ----. acompanhando a divergencia do raio.Pdir ( perfil direito ) ----.OAI ( oblíqua anterior interna ) ----. 54-) Filme velado ----.O raio central tangencia a região a ser examinada.Raio central penetra na região anterior e sai na posterior.Folha de alumínio. mais próxima do filme.OAE ( oblíqua anterior esquerda ) ----.Região interna ou medial do membro superior ou inferior.Folha de celulose com uma emulsão de sal de prata e gelatina.Região lateral esquerda.Desvio lateral da coluna vertebral.Região interna ou medial do membro superior ou inferior. geralmente de 1 e 2 mm com finalidade de absorver a radiação secundária que sai da ampola. cavidade. . mais próxima do filme.O mesmo que perfil. . 61-) Forame ----. mais próxima do filme.Filme que ainda não foi exposto a qualquer tipo de radiação.Região posterior esquerda.Grade onde as lamínulas entrecruzam-se em ângulos retos. entre eles. 64-) Grade divergente ----. posicionamento. 69-) Incidências básicas ----. mais próxima do filme.Fatores que permitem a obtenção de uma imagem radiográfica ou radioscópica.OPE ( oblíqua posterior esquerda ) ----. 60-) Foco ----.Filme que sofreu a ação da umidade. mais próxima do filme.Polo negativo de uma ampola de raios-X. .Tangencial ----. 55-) Filme virgem ----.Raio central penetra na região posterior e sai na anterior.Região anterior externa ou lateral do membro superior ou inferior. 58-) Flou ----.Região lateral direita mais próxima do filme.O mesmo que buraco. . . 65-) Grade potter-bucky ----.Extremidade do polo negativo ou positivo de um circuito.Grade composta de finas lamínulas de chumbo.Lateral ----.Região externa ou lateral do membro superior ou inferior.É o resultado de um conjunto de dados para a obtenção de uma radiografia.OPD ( oblíqua posterior direita ) ----. calor e outras condições que impressionam os sais de prata.Pint ( perfil interno ) ----. 59-) Flou cinético ----. . 70-) Incidências : .Raio central penetra com 90º em relação ao AP ou PA. . mais próxima do filme. mais próxima do filme.Suporte pertencente ao aparelho. mais próxima do filme. . . 67-) Grade universal ----. 48-) Fatores radiográficos ----.Grade onde as lamínulas são divergentes. .Região anterior esquerda. 47-) Fator de absorção ----. 57-) Filtro inerente ----.Região posterior interna ou medial do membro superior ou inferior. . com função de sustentar a ampola. 66-) Grade reticulada ----.PA ( póstero-anterior ) ----.O mesmo que o filtro de alumínio.Pesq ( perfil esquerdo ) ----.OPE ( oblíqua posterior externa ) ----.Fator radiográfico que permite a obtenção de Kv.Região anterior direita mais próxima do filme.Axial ----. 56-) Filtro de alumínio ----. . do filme ou do foco. mais próxima do filme.Filme exposto a radiações.O raio central percorre o maior eixo da região a ser examinada. . .44-) Escoliose ----. . 45-) Espessura ----.São as responsaveis pela maioria das projeções utilizadas na técnica radiológica.Polo positivo de uma ampola de raios-X.Pext ( perfil externo ) ----. 63-) Grade bucky ----. com finalidade de evitar que a radiação secundária atinja o filme. 50-) Filamento anódico ----.

É uma oblíqua de crânio para o estudo do buraco ótico.Corresponde a um semi-hirtz. . .É um AP de sacro.FERGUSON ----.Projeção para ápice e lobo médio com o paciente em lordose forçada. O mesmo que PORCHER e ROSSAND.A mão em PA com uma flexão interna.É uma oblíqua de crânio. . .MENTO-NASO ----.- Semi-axial ----.É uma oblíqua de crânio.PFEIFFER ----.CHAUSSÉ III ----.É uma oblíqua de crânio para o estudo do osso temporal. . O mesmo que LOWENSTEIN e RÃ. pode Ter indicação no estudo da base do crânio.O paciente fixa a região a ser examinada e movimenta regiões que superponham.BUDIN e CHANDLER ----. para canal carpiano.É um PA de tórax com o paciente no decúbito lateral contrário ao da suspeita do derrame pleural.LYSHOLM ----.É uma axial de coxa. . para o estudo do osso escafóide. projeção para colo do fêmur e articulação coxo-femural.ROSSAND ----.GUILLEN ----. . com o raio central atravessando o tórax.GAYNER-HART ----. .É uma semi-axial de crânio. o mesmo que REVERCHON e TOWNE. 72-) incidências ( de ) : . para o estudo do buraco ótico. .REVERCHON -----É uma semi-axial de crânio. .É o PA de pé. . . . para o estudo do osso malar. .Dorso-plantar ----. com finalidade de causar flou cinético destas estruturas. para o estudo do buraco rasgado posterior.Fronto-naso ----. .É um PA de crânio.É uma oblíqua de punho.PORCHER ----.CALDWELL ----. É uma incidência para punho. para o estudo do osso temporal.É uma oblíqua de crânio.Corresponde a um semi-hirtz. osso temporal e buraco rasgado posterior. Projeção para buraco rasgado posterior. .É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase emperfil.Apico-lordótica ----.LAWRENCE ----.FLEISCHNER ----. Projeção para buraco rasgado posterior.OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR ----. . O mesmo que FROG ou RÃ.É a fronto-naso para face e seios da face.Corresponde a um semi-hirtz.CHAUSSÉ II ----.Desvio radial ----. e de acordo com a penetração do raio central.HJELM-LAURELL ----.STECHER ----. .PLANTO-DORSAL ----.MAYER ----.SCHULLER ----. principalmente para o estudo dos seios paranasais. .É um perfil de braço. . . .É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase em perfil. 71-) Incidências especiais ----.Contactografia ----.Éum perfil de crânio. Então as estruturas mais próximas do filme aparecem com boa definição e as mais afastadas ficam ampliadas perdendo sua definição.É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase em perfil.É uma oblíqua de face. específica para maxilar ( maxilar superior ) .BRETON ----. mais específica para escafóide. .O raio central penetra em sentido oblíquo em relação ao maior eixo da região a ser examinada.É a projeção oblíqua de mandíbula.É o AP de mão.É o mesmo que a incidência ápico-lordótica.São as projeções que normalmente completam as incidências de rotina.Dorso-palmar ----. .É uma axial de punho. .Autotomografia ----.é o AP de pé. .RÃ ----. O mesmo que BRETON e TOWNE.Método de exame que a ampola fica encostada no paciente. para estudo de articulação têmporomandibular e mastóide do temporal. . . correspondendo ao PA de crânio.É o PA de mão. projeção para buraco rasgado posterior. mais específica para fossa posterior craniana.FROG ----.É a projeção axial de cotovelo. .POROT ----.SOLIDÔNIO LACERDA ----. mais específica para fossa posterior craniana.Desvio cubital ----. .HIRTZ ----.É uma axial de face. .BELLOT ----.A mão em PA com uma flexão externa. É uma incidência para punho. . O mesmo que PORCHER e POROT.É uma semi-axial de face. para o estudo do buraco ótico. O mesmo que LOWENSTEIN e FROG. .É uma oblíqua de face. .É uma oblíqua de crânio. O mesmo que transtorácica ou transaxilar. . . . com colimação para os seios paranasais.RHEESE ----.PIERQUIU ----.É uma oblíqua de crânio para o estudo do buraco ótico. .LOWENSTEIN ----. articulações sacro-ilíacas e articulação de L5-S1. . O mesmo que POROT e ROSSAND.PALMO-DORSAL ----.

linha infra-órbitomeática ou linha de FRANKFURT. O mesmo que REVERCHON e BRETON.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. 1 Kv representa 1000 vezes 1 volt. 74-) Kv ----.Linha que passa pelo bordo posterior do clívus e se curva com uma linha que passa pelo processo clinóide posterior e vai até o násion. linha infra-órbito-meática ou linha antropológica.Vai do bordo externo de uma órbita ao bordo externo da outra órbita. 84-) linha glabelo-meatal ----. para o estudo do osso temporal. mais específica para as primeiras vértebras cervicais. O mesmo que linha horizontal alemã. O mesmo que linha horizontal alemã.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. mais específica para fossa posterior craniana.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. Utilizada no estudo dos ossos da face. Demonstra a zona limite da base do crânio.É uma axial de pelve feminina. . . Coincide com a linha inter-orbitária.VÉRTICO-BUCAL ----.Linha que divide o plano da estativa em duas metades iguais. O mesmo que linha antropológica. .É o fator radiográfico responsável pela penetração dos raios-X.É uma semi-axial para face.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. . THOMS ----. O mesmo que linha horizontal alemã. para o estudo da posição fetal. .TRANSORAL ----.Linha que vai do palato duro até o bordo póstero-superior do buraco occipital. 81-) Linha de CLÍVUS ----. 82-) Linha de FRANKFURT ----.Divide o maior plano da mesa em duas metades iguais.TRANSMAXILAR ----. .- STENVERS ----.É um AP de face com a boca aberta. 79-) Linha central da mesa ----. principalmente para o estudo do macisso facial. 90-) Linha meato-orbitária ----.É uma oblíqua de crânio para o estudo do osso temporal.É um perfil de braço com o raio central atravessando o tórax.linha que passa verticalmente pelo centro do conduto auditivo externo. 92-) Linha órbito-meática ----.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo.Vai da glabela ( frontal ) até a região alveolar do maxilar superior. O mesmo que linha meato orbitária ou linha órbitomeática.vai do acântion ao meato acústico externo. 87-) Linha infra-órbito-meática ----.TWINING ----. O mesmo que LAWRENCE e transaxilar. 85-) Linha horizontal alemã ----. O mesmo que linha horizontal americana ou linha meatoorbitária.É uma semi-axial de crânio para o estudo dos seios esfenoidais. 88-) Linha inter-orbitária ----.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo. 75-) Linha acântion meatal ----.VAN ROSEN ----.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo.TRANSORBITÁRIA ----.TRANSTORÁCICA ----. para o estudo das primeiras vértebras cervicais. . O mesmo que linha horizontal americana ou linha órbito-meática. 78-) Linha central da estativa ----. TOWNER ----.Vai do násion ao teto do conduto auditivo externo. .É uma semi-axial de crânio.É um AP de face. 73-) Índice de grade ----.Vai de uma pupila a outra.Vai do bordo superior externo da órbita ao conduto auditivo externo do lado oposto. 80-) Linha de CHAMBERLAIN ----.Corresponde a um AP para articulação coxo-femural com os fêmures quase em perfil. 76-) Linha antropológica ----. 86-) Linha horizontal americana ----. 93-) Linha de RHEESE ----.É um perfil de braço com oraio central atravessando o tórax.WATERS ----. O mesmo que LAWRENCE e transtorácica. 89-) Linha inter-pupilar ----.É um AP de crânio. .TRANSAXILAR ----. linha infraórbito-meática ou linha de FRANKFURT. linha antropológica ou linha de FRANKFURT.É um perfil de coluna cérvico-torácica e também utilizada na mielografia cervical e cérvico-torácica. 77-) Linha auricular ----. 91-) Linha násion-meatal ----. .É a relação existente entre a altura das lamínulas da grade antidifusora e a distância entre elas. 83-) Linha glabelo-alveolar ----.Vai da glabela ao teto do conduto auditivo externo.

ou o filme que sofreu velamento químico ou físico.Coincide com a linha de RHEESE.Representação gráfica e estática num filme de raios-X de uma determinada região a ser examinada. 113-) Radiação primária ou direta ----. 117-) Radiografia flou ----.Plano de FRANKFURT ----.O mesmo que mA.Local onde se posiciona o paciente para a obtenção de radiografias. Representa 1 mA = 1\1000 ampére. 116-) Radiografia cinza ----.Coincide com a linha horizontal americana.O mesmo que “material a base de chumbo”. 111-) Potter-bucky ----. sem chocar-se com nenhum anteparo.Elemento utilizado para construção de filamento e placa anódica da ampola de raios-X.Qualquer plano que passa paralelo ao mediano sagital.Plano biauricular ----.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos divide o corpo em anterior e posterior. O mesmo que plano horizontal alemão ou plano de FRANKFURT. . . 115-) Radiografia ----. 99-) Manobra de MüLLER ----. movimento do paciente.É o resultado da reflexão ou refração da radiação primária. 97-) mA ----. forçando a expulsão do ar com a glote fechada.Grade antidifusora com mecanismo de movimento durante a exposição. 106-) Negatoscópio ----. 102-) Mesa de comando ----. .Luvas utilizadas na radioproteção.É o fator radiológico que representa a miliamperagem que penetra na ampola de raios-X.Divide o corpo em duas metades ( direita e esquerda ).Em relação com uma outra extrutura próxima. 95-) Lordose ----.Mesa onde se liga o aparelho e se gradua os fatores radiológicos : mA. O mesmo que plano horizontal alemão ou plano antropológico. 112-) Proximal ----.Plano horizontal americano ----. 96-) Luvas plumbíferas ----. 101-) Mau contato de ecram ----.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos divide o corpo em anterior e posterior. divide a cabeça em anterior e posterior. . Apresenta ponto de fusão mais baixo do que o tungstênio. . do foco ou do filme no momento da exposição. Coincide com o plano coronário ou biauricular.Plano frontal ----.Plano de RHEESE ----.Coincide com a linha horizontal alemã. a mais utilizada para o estudo do osso temporal.Plano mediano sagital ----.Dispositivo com luz fluorescente ou branca para a visualização de radiografias.Plano horizontal alemão ----.Plano coronário ----. O mA é o responsável pelo grau de aquecimento do filamento e pela quantidade de elétrons liberados no catódio.Coincide com a linha de FRANKFURT. . .Placas para limitar no filme o campo a ser radiografado.É uma apnéia inspiratória. O mesmo que plano antropológico ou plano de FRANKFURT. 118-) Radiografia fraca ----. 105-) Molibidênio ----. 104-) Miliamperagem ----. 107-) Ortostática ----. . Coincide com o plano frontal ou coronário. 95-) Linha trágus-mentoniana ----. É o resultado da multiplicação do mA pelo tempo de exposição.Coincide com a linha antropológica.O mesmo que de pé ou em bipedestação. Coincide com a linha násion-meatal.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos.Os diferentes planos anatômicos servem como ponto de referência para a execução de radiografias. O mesmo que plano meato-orbitário.94-) Linha supra-órbito-meática ----. Utilizado no posicionamento para buraco ótico.Vai do trágus a protuberância mentoniana. é a que esta mais próxima do crânio.Vai do bordo superior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. sem definição.Imagens “flou” em determinadas regiões do filme que se repetem no mesmo lugar do chassis em outras radiografias. 114-) Radiação secundária ou espalhada ----.É a que sai diretamente do anódio. Normalmente por mau contato de ecram. . 108-) Placas de chumbo ----. compostas de borracha e chumbo em solução. 100-) Manobra de VALSALVA ----.Sem detalhe.É o fator radiológico que representa a quantidade de raios-X.Plano antropológico ----. forçando a expulsão do ar com a glote fechada.É uma apnéia expiratória. . . 98-) mAs ----. T e Kv 103-) Mesa de exame ----.Geralmente a causa é pouco Kv ( penetração ).Geralmente quando teve excesso de Kv nos fatores radiológicos.Plano sagital ----.Desvio anterior da coluna vertebral. 109-) Planos ( de ) : ----. Coincide com o plano biauricular ou coronário. 110-) Plumbífero ----.

Morris. 1973 ( distribuição interna ). 1961.Aparelho que tem função de transformar a voltagem da rua. Rio de Janeiro. 8th ed.00m e normalmente a 1. faz radiografias em série. ABREU. São varias folhas de borracha plumbífera com finalidade de radioproteção. etc. calor. 2th ed.Técnica em que o paciente faz uma hiperflexão e uma hiperextensão do tronco. Human anatomy. 1966. 125-) Radioscopia ----. 19 . 1975 – Distribuição interna. B. 1974 – ( distribuição interna ). 132-) Tempo de exposição ----. PASCHOAL. Sueli Ferreira. AZEVEDO FILHO. C. 121-) Radiografia queimada ----.Acessório acoplado ao seriógrafo. umidade.Vidro com chumbo em solução. Positioning in radiography.80m. 136-) Transformador ----. Heinemann. K. 6ª ed. umidade ou outros agentes. Rio de Janeiro. do grego. para produção da radiação. o paciente. . Radiologia do ouvido. 120-) Radiografia mofada ----. que normalmente varia entre 110-120. EEUU. 124-) Radiografia velada ----. BRYAN. IERMN. IERMN. 130-) Técnica de faril ----.É o método de exame radiológico que executa radiografias em planos pré-selecionados pelo operador. 1973. 131-) Telerradiografia ----. organização panamericana de la salud e organização mundial de la salud. Examenes radiológicos – Guia para una buena prática clínica nº229. Marilene Monteiro.Onde se implantam os dentes.Material que compõem os filamentos catódicos e também a placa anódica.119-) Radiografia gradeada ----. 1964. Coletânea dos temas livres da II jornada de técnica radiológica do IERMN. 137-) Tronco ----. geralmente acima de 1. Glenda J. Elementos de radiografia. Technique radiography. 140-) Vidro plumbífero ----. Rio de Janeiro. F. BLOOM. En Español.Porção do corpo humano composta pelo tórax e o abdome. corresponde a um AP de coluna tóraco-lombar para escoliose. Noções de técnica radiológica.Geralmente por excesso de Kv ( penetração ).Quando acontece de movimentar no momento da exposição. Técnica radiológica da face. Técnica radiológica de urgência em membros superiores e inferiores. Luiz Fernando.Válvula com função de transformar a corrente alternada em contínua. Colégio americano de radiologia.Filme que sofreu a ação de certas radiações. IERMN. CUNHA. Física e química aplicadas a radiologia. Rio de Janeiro.Quando o paciente respira no momento da exposição. Carlos. que associado ao mA obtemos o mAs ( quantidade de raios-X ). 1971. varia entre 2200º e 2800º C. 127-) Retificador ----. 129-) Seriógrafo Aparelho manipulado pelo médico radiologista que. ( Distribuição interna ). 133-) Teste de ABEL ----. ANSON. o foco ou o filme. outras radiações. com finalidade de radioproteção. “distância” ) – São radiografias feitas a maiores distâncias. 139-) Velamento ----.Técnica em que o paciente fazuma hiperlateralização direita e esquerda do tronco. Filmes e princípios de câmara escura ( 1968 ) AMÉRICO. IERMN. A imagem fica sem definição ( flou cinético ). calor. 123-) Radiografia tremida ----.Representação dinâmica do corpo humano através de um ecram fluoroscópico ou radioscópico.É o exame radiológico que é responsavel pela mensuração dos membros ( geralmente os membros inferiores ). O mesmo que escanografia. Antonio Baião de. EASTMAN KODAK COMPANY. London. Inácio Gonçalves da. London. corresponde a um AP de coluna tóraco-lombar para escoliose. escanograma ou mensuração radiológica dos membros. CLARK. 135-) Tomografia ----. Rio de Janeiro. Diagnostic radiography.Fator radiológico expresso em segundos ou seus múltiplos.O filme que sofreu a ação de luz. New York. Apresenta alto ponto de fusão ( por volta de 3280º C ) pois a temperatura dentro de uma ampola de raios-X. BOISSON.Filme que sofreu ação da umidade. J. 1974. Técnica radiológica de urgência em crânio e face. através do ecram fluoroscópico. 134-) Teste de KNUTSON ----.( tele.50m até 2.Quando feita com grade antidifusora fixa ou grade potter-bucky que não tenha movimentado na hora da exposição. General eletric. escanometria. 12th ed. Rio de janeiro. em Kv ( 1000 x 1 volt ). 128-) Saia plumbífera ----. 122-) Radiografia respirada ----. 1973 ( Distribuição interna ). IERMN 1974 – ( distribuição interna ). 220 e as vezes de até 380 volts.Bibliografia AGFA GEVAERT. 126-) Região alveolar ----. 138-) Tungstênio ----.

B. . . Revista mexicana de tecnologia radiológica Vol. Louis 1973. I y II St. Técnica radiológica de urgência em coluna vertebral. . Werner. Philadelphia W. 1973. D. . et POUQUEI. VOL. General eletric. Carlos. . A.Salles filho. L y LAPARJET. Roentgenologic diagnosis. 1966. Espanhola trad. . Alimentary tract Roentgenology. 1974. Vol. Rio de Janeiro. 2ª ed. textbook of radiology. & MOSCA L. Da 15ª ed.TESTUT. . Rio de Janeiro.PEREIRA. .TANAKA. St.MEDICAL X-RAY AND GAMA-RAY PROCTETION FOR ENERGIES UP TO 10MeV. IERMN. NCRPP REPORT nº 33. . Atlas de anatomia humana. .SUTTON. A. Buenos Aires. 2nd ed. Précis de techique radiologique. 2th ed. I 1974. L.- JACOB Y PARIS. Louis. Abércio Arantes.Técnica radiológica do crânio e face. 1968 ( distribuição interna ). Técnica radiológica. Rio de Janeiro IERMN. 22 ed. Técnica radiológica de urgência em pescoço. .MERREL.WOLF-HEIDEGGER. . Edinburg Livingstone 1974. Pedro. RADIOLOGICAL ANATOMY.MOSCA. Wilson Kensi. 3RD ED. . 1968 ( distribuição interna ).Manual do residente do IERMN. Normal radiografic anatomy. 1972. Rio de Janeiro IERMN.MILWAUKEE.NESCHAN. Técnica radiológica dos membros superiores. 1973 ( Distribuição interna ). .SOCIEDADE FLUMINENSE DE RADIOLOGIA.TEPLICK AND HASKIN. Barcelona 1975. 1973. . Buenos Aires 1971. IERMN. Compêndio de anatomia descritiva. Curso de radiologia do tórax do I congresso da sociedade de medicina e cirúrgia de Uberaba.SPALTEHOLTZ.NEGRE. Francesa. . Técnica radiológica. Agujeros ópticos com o paciente em decúbito dorsal. WINSCONSIN. 2th ed. Isadore. Guanabara Koogan.Relação entre os fatores radiológicos. Rotinas mínimas para execução de exames radiológicos. Rio de Janeiro. . I y II 1971. I y II. IERMN 1973 ( Distribuição interna ). teoria y prática.NOVELLINO NETO. 2ª ed. Antônio. MARGULIS AND BURHENNE. IERMN. E. ATLAS OF ROENTGENOGRAFIC POSITION. França 1960. . ( Distribuição interna ). Saunders. tórax e abdome.SOSA REYNOSO. 1972. 1972. DESENHOS : TÉCNICA – Eliane Ferreira Perez. G. I. Rio de Janeiro. X-Ray Department. Vinita. Atlas de anatomia humana. . G. F. Rio de Janeiro. Recomendations of the national council on radiation protection and Measurents. . . Vol.

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