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Técnica radiológica médica Luiz Fernando BOISSON. Serviço de radiologia do hospital municipal Miguel Couto.

Registro de direitos autorais - B.N. Rio de janeiro. 4º EDIÇÃO revisada e ampliada. 1980

Uma homenagem aos médicos radiologistas do Hospital Municipal Miguel Couto. Dr. Felicio Jahare Dr. Aldo Leite Ribeiro Dr. Paulo Menezes Nogueira Penido Dr. Luiz Alberto Moreira de Souza Dr. Hugo Cordovil Dr. João Carlos Tosin Lopes Dr. Aluisio Pereira

ÍNDICE .
01 - Técnica radiológica. Introdução
Incidência ou projeção. É o conjunto de meios para a obtenção de uma radiografia. Os principais meios que condicionam a obtenção de uma radiografia são: - Fatores radiograficos - Posicionamento - Raio central.

Fatores radiológicos
Os fatores radiológicos básicos são : - mA ( miliampere ) ==> 1/1000 A - Kv ( quilovolt ) ==>1 x 1000 volts - .e ( espessura ) ==>em cm e suas frações - .d ( distancia ) ==>em m e suas frações 1 - mA ( miliampere ) O mA que penetra na ampola é o responsável pelo aquecimento do filamento catódico, que libera os eletrons para chocaren-se no anódio, produzindo os raios-X. A miliamperagem utilizada numa determinada radiografia, associada ao tempo ( segundos e suas frações ) , nos dá o mAs ( miliampere-segundo ) , que representa a quantidade de raios-X. A - Tempo ( t ) ==> O tempo a ser utilizado numa radiografia é proporcional á incidência, aplicada ao exame radiológico. O tempo de exposição dos raios-X coincide com o tempo de aquecimento do catódio ( polo negativo ). B - mAs ( miliampere-segundo ) ==> represente a quantidade de raios-X emitida durante a exposição. O mAs é o responsável pelos contrastes fortes, isto é, o preto e o branco. Obtemos o mAs multiplicando o ma ( miliampere ) pelo t ( tempo ). .mAs = mA x t Exemplos : .mAs = ? .mA = 300 ==> mAs = 300 x 0,5 ==> mAs = 150 t = 0,5 s ________________________________________________________________________________ .mAs =? .mA =200 ==> mAs = 200 x 1,0 ==> mAs = 200 t = 1,0 s ________________________________________________________________________________ .mAs = ? .mA = 100 ==> 100 x 2,0 ==> mAs = 200 t=2s ________________________________________________________________________________ Podemos concluir : Numa mesma unidade de tempo, quanto maior o mA, maior a quantidade de raios-X. Com alta miliamperagem, podemos conseguir grande quantidade de raios-X, com tempo curto. 2 - Kv ( quilovolt ) O Kv ( quilovolt ) representa a velocidade de impacto dos eletrons liberados do catódio ( - ) contra o anódio ( + ) . Quanto maior a quilovoltagem, menor o comprimento de onda e maior a penetração dos raios-X. O Kv é o responsável pelos contrastes intermediários entre o preto e o branco. Podemos obter a quilovoltagem multiplicando a espessura ( e ) da região a ser examinada por 2 ( dois ) e somando uma constante ( k ). Para um mesmo exame a constante pode variar de acordo com o tipo de aparelho. Kv = 2 e + k Exemplos : Kv = ? .e = 20 cm ==> Kv = 2 x 20 + 30 ==> Kv = 70 .k =30 ________________________________________________________________________________ Kv = ? .e = 15 cm ==> 2 x 15 + 60 ==> Kv = 90 t = 60 ________________________________________________________________________________ Kv = 80 .e = 25 cm ==> 80 = 2 x 25 + k ==> k = 30 k=? ________________________________________________________________________________ Kv = 100 .e = ? ==> 100 = 2 x e + 60 ==> e = 20 cm k = 60 3 - e ( espessura )

se dobramos a distancia foco-filme. Essas incidências. que fugiria assim á percepção do radiologista. Região esquerda do paciente mais próxima do filme. Região posterior externa ou lateral. próximo á região que foi radiografada no "spot film". em pacientes politraumatizados. coxa e perna. Incidências panorâmicas.Antero-posterior ( PA ) . É bastante freqüente encontrarmos associada a uma fratura completa de cúbito. para evitar que haja superposição do numerador com estruturas importantes para o exame. Posicionamento É a posição em que o operador coloca o paciente para obtenção de uma determinada incidência. Região interna ou medial. para termos uma radiografia de padrão semelhante. cones e outros localizadores. deve-se sempre incluir a articulação mais próxima do local afetado. AXIAL . Incidências localizadas.Perfil direito ou lateral direita.Obliqua posterior direita. mais próxima do filme. abdome simples. Região anterior interna ou medial. Raio central É o feixe de raios-X. Como regra geral. as radiografias devem incluir a articulação tibio-társica. que são efetuadas a maiores distancias.Raio central percorre internamente o maior eixo da região a ser examinada. Escolha de filmes. Nas radiografias de braço. pois num mesmo posicionamento. ou Pmed . O que especifica uma incidência é a penetração do raio central. excetuando-se as telerradiografias ( tele do grego : distancia ) . Obliqua anterior interna ( OAI ) Antebraço . Perfil externo ( Pext ) . Perfil interno ( Pint.Obliqua posterior interna ou medial. mais próxima do filme. apresentam uma melhor definição da imagem.Perfil interno ou perfil medial. ) Incidências complementares. Fazer panorâmica de abdome no estudo dos rins ou vesícula. Região externa ou lateral. Normalmente são projeções que utilizam a área total do filme. São as incidências pelas quais o radiologista pode incluir na rotina. pois ás vezes. OPE . devemos sempre associar incidências panorâmicas e localizadas. perna. Incidências que apresentam como ponto de referência a região do paciente mais próxima do filme : Pesq.0 m De acordo com a lei de Kepler. ) Tórax ..C. Perfil esquerdo ( Pesq. Região anterior esquerda. Região anterior direita. Região anterior externa ou lateral. necessário para estudar radiologicamente uma determinada região. Exemplo : Radiografia do tórax.De acordo com a espessura da região a ser examinada. OAE . teremos que quadruplicar a densidade da radiação.C. Como regra geral.R. deve-se sempre utilizar os maiores filmes. como acontece normalmente nas radiografias de coxa e perna. A espessura entra na fórmula para a obtenção do Kv : Kv = 2 e + k Há uma certa padronização do mAs para cada região do corpo humano a ser examinada. PA . proporcional.Obliqua posterior esquerda. Mão . que são as regiões onde estão os ossos mais longos do corpo humano.Postero-anterior ( PA ) . crânio. OPI ou OPM . puntiforme. OAD . é importante sempre que possível incluir no filme as articulações proximais e distais. Pext ou Plat .50 e 2.. OAI ou OAM -Oblíqua anterior interna ou medial. Exemplo : Fratura no terço distal da perna. que poderia não aparecer a um exame radiológico tecnicamente errado. mais próxima do filme. Região anterior mais próxima do filme. nunca devemos realizar um exame radiológico somente com incidências localizadas. realizado em filmes pequenos.Póstero-anterior . Tipos de incidências básicas Incidências que apresentam como ponto de referência a penetração do raio central : AP . OPE ou OPL . Pdir . Região posterior interna ou medial. Exemplo : Fazer panorâmicas do crânio no estudo radiologico do osso temporal ou da sela turca. Incidências de rotina. É o número mínimo de radiografias.Obliqua anterior direita.Postero-anterior ( PA ) .Rotina : Antero-posterior ( AP ) . mais próxima do filme. mais próxima do filme. etc. A identificação deve ser colocada numa região que não sofreu exposição. mais próxima do filme. pode haver uma patologia.Perfil externo ou perfil lateral. sai perpendicular em relação ao maior eixo da ampola. penetra na região posterior saindo na região anterior. na procura de eventuais fraturas ou luxações. mais próxima do filme. á densidade da região. Sempre que formos estudar detalhadamente uma região. cilindros. penetra na região anterior. Pint. pode haver várias entradas de raio central diferentes. além da espessura. saindo na região posterior mais próxima do filme. que utilizam a diafragmação somente para o tamanho do filme. mais próxima do filme. OPD . também chamadas "spot film" ( to spot = localizar ) . Região posterior direita. o único que não é obliquo.Obliqua anterior externa ou lateral. Quando isso não for possível.Obliqua anterior esquerda. 4 . com os mesmos fatores. antebraço. OAE ou OAL . luxação da cabeça do rádio.Perfil esquerdo ou lateral esquerda. mais próxima do filme. com a finalidade de filtrar a radiação secundaria. aumentando em muito o detalhe da imagem. São radiografias de grandes áreas anatômicas.d ( distancia ) A distancia foco-filme para a maioria dos exames radiológicos é de 1 m.R. o Kv e o mAs terão que ser ajustados de maneira precisa para obtermos uma radiografia de bom padrão. isto é. pois utilizam diafragmação ou colimação.Antero-posterior . com a finalidade de esclarecer uma hipótese diagnostica. mais próxima do filme.Obliqua posterior externa ou lateral. Região posterior esquerda. Região direita do paciente mais próxima do filme. Exemplos : Perna . . que variam entre 1.

sempre no lado direito do paciente. superpondo-se com alguma parte da região anterior do tórax ou abdome. numero de registro do paciente no hospital ou no serviço de radiologia e se possível as iniciais do nome do paciente. estudando os lados direito e esquerdo de alguma região. Incidências. como é feito no estudo da cervical. 2º dedo – índex ou indicador  Apresentam uma 3º dedo – Médio  falange proximal 4º dedo – Anular  ou 1ª falange. a colocação do numerador no lado direito ou esquerdo. número de registro e iniciais. não irá aparecer na imagem por causa da alta quilovoltagem utilizada nessas radiografias. Paciente de pé ==> parte mais alta do chassis Paciente sentado ==> no lado do chassis Paciente deitado ==> parte mais baixa do chassis Quando a radiografia é colocada no negatoscópio a imagem do numerador deve estar colocada á esquerda do observador. que tornará o exame radiológico sem efeito. deve Ter uma identificação que especifique esses lados. nesse caso. Essa superposição deve ser aceita.Rotina : Fronto-naso ( FN ) . Perfil de colunas torácicas e lombar em posição ortostática : Deve ser colocado na parte superior do chassis. É importante referirmos que a posição anatomica do corpo humano. Quando for o caso de duas incidências localizadas num mesmo filme.Membro superior. Obliqua posterior interna ( OPI ) ________________________________________________________________________________ Seios da face . de maneira que a região palmar fica voltada para frente. A colocação do numerador nas incidências obliquas acompanha a mesma convenção da antero-posterior ( AP ) e postero-anterior ( PA ). que possam se superpor a imagem radiográfica. superpondo-se então com a mandíbula. Nos exemplos citados o numerador será colocado com a face anterior voltada para o filme. Exemplo : OAD ( obliqua anterior direita ) de tórax em posição ortostática : Será colocado na região superior direita do chassis com sua frente voltada para o filme. . poderá superpor estruturas de grande importância no estudo radiológico do crânio. passa a não Ter tanta importância. Há certas incidências que a identificação tem que ser de maneira atípica : Exemplos : Perfil de crânio com paciente em heme-decubito-lateral : Deve ser colocado ao nível da região mentoniana. pois se o numerador for colocado num espaço vazio por trás da coluna. ou Pext / OAI / OAE PA O dedo deve ficar estendido com a sua região anterior apoiada sobre o chassis. Há uma convenção. número de registro e as iniciais.Complementares : Obliqua posterior externa ( OPE ) . que estabelece a colocação do numerador. não mais conseguimos ler a data. 02 . Retirar anéis ou outros adornos. A identificação nunca deve sobrepor estruturas importantes ao exame radiológico e deve sempre aparecer totalmente no campo radiográfico. Quando está em PA. com a data do exame. o numerador acompanha a inversão do posicionamento. Dedo ( 2º ao 5º Quirodáctilo ) Estudo radiológico – 2º ao 5º quirodáctilo. / Pext / OAI / OAE / OPI /OPE Incidências de rotina. em ambos quando colocado ao chassis. uma 5º dedo – Auricular ou mínimo  falange média ou 2ª falange e uma falange distal ou 3ª falange. pois neste caso deixa de existir o lado direito e esquerdo e sim o anterior ou ventral e o posterior ou dorsal. ) . PA / AP / Pint. também indicará a região do chassis onde se colocará o numerador. coloca os membros superiores em supinação. Nas incidências em perfil. A posição do doente. Mento-naso ( MN ) Complementares : Perfil esquerdo ( Pesq. Nesse caso. Colocação do numerador. Se for colocado próximo a qualquer um dos três vértices restantes do filme. Quando o paciente está em AP o numerador é colocado de maneira que se consiga ler a data . 1º dedo – polegar – apresenta uma falange proximal ou 1ª falange e uma distal ou 2ª falange. de importância secundaria. O ato de conferir a identificação deve exigir grande atenção por parte do operador. Dedo ( quirodáctilo ). PA / Pint. pois uma radiografia com numeração errada representa uma grave falha. Devemos seguir como norma que o numerador sempre caia no lado esquerdo quando a radiografia em posição de observação. Hirtz ( H ) Identificação das radiografias Identificação é colocar o numerador de maneira que apareça na radiografia.

penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange. qualquer uma das duas pode participar da rotina. A OAI e OAE são as que apresentam maior facilidade de posicionamento. separando os espaços inter-articulares. a mão e o antebraço devem ficar em linha. que deverá estar colocado numa das extremidades da mesa. Raio central perpendicular. a região externa da mão fica mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 2ª falange ou na cabeça da 1ª falange. AP Região posterior ou dorsal do dedo. B-) Colocar a mão em posição lateral. É de grande importância a inclusão na radiografia do 1º metacarpiano em sua totalidade. respectivamente. OAI Região anterior interna do dedo. devem ficar apoiados. Por isso deve utilizar sua outra mão para manter o lado a ser examinado fixo e os dedos fletidos. Incidências de rotina PA / Pext / OPI / OPE PA Podemos obter o PA do polegar de duas maneiras : A-) Apoiamos a região anterior do dedo no chassis. enquanto a interna fica erguida. Polegar ( 1º Quirodáctilo ) ESTUDO RADIOLÓGICO DO 1º DEDO ( POLEGAR ) O polegar. a região do 5º dedo. dependendo se for o perfil interno ou o perfil externo. Para isso. Obliqüidade de aproximadamente 45º entre o dedo e o chassis. de maneira que possa apoiar a mão sobre o chassis. Raio central perpendicular. apresentam grande importância nas suspeitas de fraturas articulares e como sabemos da grande freqüência dessas fraturas ao nível dos dedos. Se houver dificuldade do paciente manter essa posição. quadros reumáticos avançados. de maneira que o polegar fique em PA. com uma pequena flexão. como em imobilizações ortopédicas. . apresenta dificuldade nesse posicionamento. se apresenta implantado na mão de maneira obliqua. essas incidências devem participar da rotina. Raio central perpendicular. fletidos ao máximo. Esta incidência só deve ser utilizada nos casos de controle de fratura ou luxação onde a imobilização deve ser feita com a falange em posição anatômica de repouso. ou na cabeça da 1ª falange. mais próxima do filme. Obliqüidade de aproximadamente 45º. penetrando na articulação metacarpo-falangeana. OAI E OAE As projeções obliquas. por isso seu estudo radiológico se dá de maneira diferente. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange ou proximal. Normalmente. isto é. Raio central perpendicular. 5º metacarpiano e cúbital. etc. entrará na concavidade. O raio central então. por causa das freqüentes fraturas de sua base ( fratura de BENNETT ) Raio central perpendicular.O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa. de uma maneira geral. Incidências PA / AP / Pint / Pext / OPI / OPE /OAI / OAE . Raio central perpendicular. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. junto aos outros dedos. OAE Região anterior externa do dedo mais próxima do filme. por ser o responsável pelo exercício de pinçar. os objetos. entre o dedo e o chassis. OPI e OPE Somente utilizamos as obliquas posteriores quando o paciente apresenta qualquer tipo de alteração que o obrigue a manter os dedos numa certa flexão. Pint ou Pext Utilizar o Pint ou o Pext vai depender da posição que for mais cômoda para o paciente e em segundo plano a que aproximar mais o dedo do filme. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. para evitar a superposição. apoiados sobre a mesa e chassis. cirúrgicas. apoiado sobre o chassis. o paciente com uma contusão. sem ficar em posição incômoda. colocar um apoio radiotransparente sob o polegar. O dedo que vai ser radiografado deve ficar estendido e os outros. Para isso. em proporção com as obliquas posteriores. Raio central perpendicular. enquanto o outro lado fica mais afastado. Estas incidências podem ser realizadas com a região interna ou externa da mão e antebraço apoiados sobre a mesa e chassis. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ou na cabeça da 1ª falange ( proximal ). Esta projeção apresenta a desvantagem de não apresentar totalmente o 1º metacarpiano na imagem. por isso. Os dedos.

B-) girar a mão em supinação máxima até que a região posterior do polegar fique em contato com o chassis. METACARPO. devem ser em número de quatro. antebraço e braço devem ficar apoiados sobre o chassis e a mesa. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. Pint Girar a mão em supinação. O 3º dedo. ou qualquer condição patológica na região posterior. Retirar anéis. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. dividido com placas de chumbo ou por colimação. O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa. Para conseguirmos um perfil rigoroso devemos colocar o braço fazendo um ângulo de 90º com o antebraço. NOTA As radiografias de rotina para dedo. que seja necessário aproximar mais do filme. colocá-la em concha. Raio central perpendicular. penetrando ao nível da 3ª articulação metacarpo-falangeana ( na grande prega transversal da mão ). suavemente para dentro. o paciente. Raio central perpendicular. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. 3º metacarpiano e antebraço devem ficar em linha. deve tracionar os quatro dedos para trás. deve ser de aproximadamente 45º . O polegar deve ficar apoiado sobre um anteparo radiotransparente para fixar o posicionamento. FATORES. Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 38 / 3 / 100 / 0. Esta projeção apresenta a desvantagem de não apresentar com boa definição o 1º metacarpiano. mais cômodo para o paciente. sem ficar em posição incômoda. Raio central perpendicular. podendo-se utilizar um filme 18x24cm. com a outra mão. Raio central perpendicular. forçar uma rotação interna do polegar ( OAE ) e outra externa ( OAI ). girar a mão para dentro ( OPI ) e girar a mão para fora ( OPE ) . Raio central perpendicular. Obliqüidade dedo-chassis. para obter um maior detalhe. apoiada sobre o chassis. FALANGES. penetrando na 1ª articulação metacarpo-falangeana. até que a região posterior do polegar fique em contato com o chassis. Esta incidência deve ser utilizada nos casos em que haja uma certa flexão de qualquer uma das articulações da mão. penetrando a 3ª articulação metacarpo-falangeana. girando a região do polegar. pulseiras ou outros adornos que possam aparecer na imagem radiográfica. Obliqüidade dedo-chassis de aproximadamente 45º Raio central perpendicular na 1ª articulação metacarpo-falangeana. Essas incidências entram na rotina para polegar. Pext Com a mão em PA. Para fixar o posicionamento deve-se colocar um apoio radiotransparente sob a região dorsal interna da mão. até que o seu dorso fique apoiado no chassis. Estudo radiológico Incidências PA / AP / Pint com flexão e com extensão / Pext / OAI / OAE / OPI / OPE Incidências de rotina PA / OAI PA ou DORSO-PALMAR A região anterior ou palmar deve ficar apoiada sobre o chassis. apoiados sobre a mesa e o chassis.03 / fino / 1m / não / 18x24 Mão – A mão é composta por três grupos ósseos distintos : OSSOS DO CARPO. . AP ou PALMO-DORSAL Região posterior da mão. OPI e OPE A partir do posicionamento em PA ( A ) de polegar. Para fixar o posicionamento e melhorar a demonstração de 1º metacarpiano. É o posicionamento em perfil. Raio central perpendicular. de maneira que possa apoiar a mão sobre o chassis.05s / fino / 1m / não / 24x30 Pint em extensão A região interna da mão. pela maior facilidade de posicionamento.AP Podemos obter o AP do polegar de duas maneiras : A-) girar a mão em pronação máxima. OAI e OAE A partir do posicionamento em PA ( A ).

para ambos. O perfil sempre deve ser rigoroso. medialmente. Pext Região externa da mão. passando ao nível da 3ª articulação metacarpo-falangeana. Pint com flexão Esta incidência é feita com os dedos relaxados. de maneira que o arco natural da mão seja mantido. com os dedos ligeiramente flexionados. para que possa aproximar da mesa o seu braço e antebraço. Qual dos dois perfis será definido. Desta posição girar medialmente. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa. O polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. Pela maior dificuldade de posicionamento. O paciente coloca a mão sobre o chassis na posição de perfil interno. de maneira que toda a sua região anterior fique em contato com o chassis. Esta projeção pode ser importante em qualquer condição patológica situada próximo a região externa da mão. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. envolvendo o filme num papel radiopaco a luz. No perfil externo. teremos um melhor estudo das regiões articulares e evitaremos que o paciente venha repetir o exame com suspeita de uma patologia. OAE Região anterior externa. No perfil interno em extensão. . Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. que poderá ser o interno ( medial ) ou externo ( lateral ). mais próxima do filme. Raio central perpendicular. que é a diminuição do espaço articular. Exemplo : com ecram – 5 mAs / 42 Kv Sem ecram – 100 mAs / 45 Kv 4-) falsa diminuição do espaço articular Quando formos radiografar o "PA" de mão. Tendo esse cuidado. penetrando na 2ª articulação metacarpo-falangeana. Raio central perpendicular. que se deseje aproximar do filme para um maior detalhe. 2-) partes moles Quando nos interessa o estudo das partes moles. o polegar deve colocar-se sobre a região do 2º metacarpiano e indicador. Para manter este posicionamento é necessário utilizar um apoio radiotransparente na região medial da mão. mais próximas do filme. É usada para demonstrar o deslocamento para diante ou para trás. Raio central perpendicular. estas projeções só devem ser utilizadas em condições especiais como por exemplo em pacientes politraumatizados. devemos fazer de rotina o "PA" e o "perfil" em extensão. O antebraço deve ficar em linha com a mão. o polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. de maneira que o antebraço faça um ângulo de 90º com o braço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 36 / 8 / 100 / 0. através da maior aproximação do corpo estranho em relação ao filme.05s / fino / 1m / não / 24x30 Mão ( corpo estranho ) NOTAS GERAIS 1-) corpo estranho Quando a indicação é corpo estranho. mais próxima do filme. diferente do posicionamento do perfil já descrito. Somente nesta obliqua é utilizada na rotina por apresentar excelente definição dos componentes anatômicos da mão. Raio central perpendicular. Obliqüidade mão-filme de 45º. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. Obliqüidade mão-filme de 45º. B-) Aumentarmos 5 Kv em todas as incidências e realizarmos uma revelação manual rápida. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. 3-) Radiografia sem ecram reforçador Quando desejamos obter o máximo de detalhe numa radiografia de mão. O polegar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a região palmar. com a região medial da mão e antebraço mais afastadas.O polegar deve ficar paralelo. principalmente quando a indicação são luxações ou subluxações. devemos Ter o cuidado de estender bem os dedos. fazemos sem o ecram. penetrando na 2ª articulação metacarpo-falangeana.08s / fino / 1m / não / 24x30 OAI Região anterior interna mais próxima do filme. penetrando na 3ª articulação metacarpo-falangeana. quando virmos que a posição do seu corpo facilita o posicionamento. de modo que suas pontas toquem o chassis. aos metacarpianos e ao indicador. O paciente deve ficar sentado num plano baixo. penetrando de maneira que passe pela 3ª articulação metacarpo-falangeana. descansando sobre a mesa. Raio central perpendicular. O polegar pode ficar algo afastado da região palmar. Obliqüidade mão-filme de 45º. temos duas técnicas : A-) Retirar 3 Kv no PA e obliquas de mão e 5 Kv no perfil em extensão. em fraturas dos metacarpianos.

mas os ossos do carpo do filme é a mão em concha. penetrando no processo estilóide do rádio. Esta incidência apresenta uma certa distância entre o punho e o chassis. de maneira que suas pontas fiquem em contato com o chassis. penetra perpendicular 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. Devemos fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. O polegar deve ficar medialmente paralelo ao 2º metacarpiano e ao indicador. como no PA. de maneira que a região externa ou lateral do punho fique em contato com o chassis. no ponto médio do punho. O paciente deve sentar próximo a uma das extremidades da mesa para o posicionamento ficar mais cômodo. Raio central perpendicular. Temos três métodos para realizar o PA : A-) Mão em concha – É o melhor. B-) Mão normal – Região palmar estendida. penetrando 1cm abaixo do processo estióide do cúbito. em garra e mão normal.Idade óssea ( mãos e punhos ) A medida da idade óssea do esqueleto pode ser feita através da tabela de GREULICH E PYLE ( 1959 ). Alguns autores acham necessário fazer somente da mão esquerda. A mão deve ficar em pronação máxima. Raio central perpendicular. penetrando no ponto médio da grande prega do punho. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. mais próxima do filme. Pext Região lateral da mão e punho encostados no chassis. que se apresentam em duas fileiras : Fileira proximal : Escafoide / Semilunar / Piramidal / Pisiforme Fileira distal : Trapézio / Trapezóide / Grande osso / osso ganchoso Estudo radiológico Incidências PA em concha. O polegar deve fazer um ângulo de 90º com a região palmar. Raio central perpendicular. pois aproxima totalmente a região anterior do punho ao chassis. penetrando ao nível do processo estilóide ( palpável na região mais proximal da tabaqueira anatômica ). normal e em garra / AP / Pint / Pext / P com flexão / P com extensão / OAI / OAE / OPI / OPE / Desvio cúbital / Desvio radial / Incidência de STECHER / Incidência para canal carpiano Incidências de rotina PA / Pint / OAI / OAE PA Região anterior do punho. C-) Mão em garra – Região palmar encostada no chassis. Só utilizamos o AP quando queremos aproximar do filme qualquer patologia que se apresente ao nível da região posterior do punho.06s / fino / 1m / não / 18x24 Pint Região medial da mão. Raio central perpendicular. deve fazer uma radiografia com flexão forçada e uma outra com extensão forçada. AP Região posterior do punho. P com flexão e P com extensão Com o paciente no mesmo posicionamento de perfil interno de punho. A mão deve se manter em linha com o antebraço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 44 / 38 / 5 / 100 / 0. Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . punho e antebraço apoiadas no chassis e mesa. Para conseguirmos um perfil rigoroso de punho devemos fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. encostada ao chassis e mesa. passando ao nível das 3ª articulações metacarpo-falangeanas. O raio central para qualquer uma das três variantes do PA. no meio do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 38 / 6 / 100 / 0. a mão em concha. É muito importante para a aferição da idade óssea a inclusão no filme de todos os grupos ósseos da mão e mais as zonas metafisárias e epifisárias do rádio e cúbito.05s / fino / 1m / não / 24x30 Punho O punho é composto pelos ossos do carpo. apresenta um certo afastamento entre o punho e o chassis. de maneira que passe ao nível de 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. Deve ser uma exposição em PA comparativa de mão. Estas projeções apresentam grande valor. Podemos utilizar. igualmente. mas os dedos em flexão forçada. nos casos de suspeitas de luxações.

Podemos também colocar um saco de areia sob o chassis. . O chassis deverá estar colocado sobre um plano inclinado de 20º. A mão deve sofrer uma rotação externa de maneira que o polegar fique em linha com o rádio. A imagem da OAE corresponde a OPI de punho.06s / fino / 1m / não / 18x24 Incidência com desvio cúbital ( incidência para escafoide ) Região anterior do punho em linha com a mão apoiadas sobre o chassis e mesa. osso ganchoso e semilunar. A OAI demonstra com boa definição os ossos do carpo mais laterais ( escafóide. trapézio. Raio central perpendicular. podemos colocar um apoio radiotransparente sob a região palmar. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 38 / 6 / 100 / 0. no centro do punho. A mão deve sofrer uma rotação interna. colocar um apoio radiotransparente sob a região palmar. Havendo dificuldade de manter o posicionamento. Incidência com desvio radial Região anterior do punho em linha com a mão apoiadas sobre o chassis e mesa. trapezoide e semilunar. Para manter o posicionamento. penetrando 2cm acima do ponto médio do punho. Raio central perpendicular.50 / 38 / 8 / 100 / 0. Outros ossos bem demonstrados : trapézio. A partir desse posicionamento. Esta projeção apresenta com boa definição o osso escafóide dissociado em quase todas as suas faces articulares. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular. também sem mover com o antebraço ou erguer. Obliqüidade punho-filme de 45º. piramidal e osso ganchoso. o assoalho do canal carpiano é formado pelo osso semilunar Incidência de GAYNER-HART ( incidência para o canal carpiano ) Região anterior do punho apoiada sobre o chassis. Outros ossos do carpo bem evidenciados. Obliqüidade punho-filme de 45º A imagem dessa projeção obliqua corresponde a OAI de punho. de maneira que forme um ângulo de 20º com o plano da mesa. penetrando 2cm acima do ponto médio do punho. Incidência de STECHER (incidência para escafóide ) O punho deve ficar ajustado sobre o chassis. O raio central perpendicular. Obliqüidade punho-filme de 45º Esta projeção apresenta a característica de dissociar totalmente o pisiforme. penetrando 1cm abaixo do processo do cúbito. Piramidal. penetrando 1. Paredes do canal carpiano Parede lateral : osso escafóide / osso trapézio Parede medial : osso Pisiforme / osso ganchoso Na imagem radiológica.06s / fino / 1m / não / 18x24 Canal carpiano É o canal por onde deslizam os tendões dos músculos flexores e os principais feixes vásculo-nervoso da mão. fique em contato com o chassis. hiperestender a mão e o punho e girar levemente no sentido medial. como na posição PA com a mão normal. OPE Região posterior externa do punho mais próxima do filme. trapezóide ) e outros com menor definição como o semilunar e grande osso. Raio central perpendicular. A outra mão deve auxiliar. O polegar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a região palmar.5cm acima da região do escafóide ( parede medial da tabaqueira anatômica ). no centro do punho. Obliqüidade punho-filme de 45º A imagem dessa projeção obliqua corresponde a OAE de punho. penetrando 1cm abaixo do processo estilóide do cúbito. Esta projeção apresenta com boa definição os ossos da parede medial do punho : Pisiforme. OAE Região anterior externa do punho mais próxima do filme. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do punho. A imagem radiográfica da OAI corresponde a OPE de punho. afastando do chassis qualquer parte da mão e punho. para manter o posicionamento. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 6 / 100 / 0. como na anterior. Raio central perpendicular.08s / fino / 1m / não / 18x24 OAI Região anterior interna do punho mais próxima do filme. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do punho. até que a parede lateral do canal carpiano. OPI Região posterior interna do punho mais próxima do filme.

antebraço e punho apoiadas no chassis. o pacienta deve sempre sentar próximo a uma das extremidades da mesa. por isso a necessidade da utilização do cone. respectivamente. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho ( ou no meio do espaço entre o pico do olecrânio e o processo estilóide do rádio ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 10 / 100 / 0. de uma maneira geral as radiografias devem ser feitas com filmes 30x40cm divididos no seu maior eixo. duas incidências. encostada no chassis. Raio central perpendicular. .1s / fino / 1m / não / 18x24 NOTAS GERAIS 1-) POSICIONAMENTO Para facilitar os posicionamentos. Para conseguirmos um AP rigoroso do antebraço.08s / fino / 1m / não / 30x40 Pint Regiões internas do braço. Raio central perpendicular. certos traços de fratura. no mínimo. os ossos do punho e do antebraço ficam em posição obliqua. Raio central perpendicular. O paciente deve sentar. A articulação do cotovelo também deve fazer um ângulo de 90º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. antebraço e punho apoiadas no chassis. que não fiquem bem evidenciadas nas incidências de rotina. Essa inclinação vai variar com o grau de extensão que o paciente consiga obter com a mão. Pext Regiões externas do braço. de maneira que forme um ângulo de 90º com o tórax. Com o paciente deitado. de maneira que o braço fique quase totalmente apoiado sobre a mesa. Esta incidência pode ser utilizada em crianças ou em politraumatizados que estejam em decúbito dorsal. as vezes. A pesquisa de calcificações ao nível do canal é de grande importância. em bloco. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 10 / 100 / 0. sem supinar ou pronar a mão. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. mas faremos sempre. com placas de chumbo em duas partes. para obtenção de um maior detalhe. Obliqüidade antebraço-filme de 45º Estas projeções têm indicação quando o radiologista deseja esclarecer um diagnostico como.Raio central com uma inclinação cefálica tal que tangencie o maior comprimento do canal. Para conseguirmos um perfil rigoroso. penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho ( ou no meio do espaço entre o pico do olecrânio e o processo estilóide do rádio ). a região palmar deve estar voltada para cima. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pint AP Região posterior do antebraço. com o polegar apoiado no chassis. de maneira que fique em posição cômoda.1s / fino / +_70cm / não / 18x24 Antebraço No antebraço encontramos 2 ossos. reações periostais ou outras lesões ósseas. medialmente e lateralmente. Quando o polegar fica elevado. pois são freqüentes as fraturas de cúbito com luxação da cabeça do rádio ( fratura de MONTEGGIA ). penetrando no meio do espaço entre as articulações do cotovelo e do punho. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa do antebraço apoiadas sobre o chassis. o rádio e o cúbito. O rádio está colocado lateralmente no lado do 1º dedo ( polegar ) e o cúbito medialmente no lado do 5º dedo ( auricular ). cotovelo. 3-) ROTINA RADIOGRAFICA Pacientes com fortes traumatismos de antebraço nunca devemos forçar os posicionamentos de rotina. É de grande importância para o exame radiológico do antebraço. 2-) ESCOLHA DO FILME Excetuando-se os braços de crianças. O paciente deve girar o antebraço. uma perpendicular a outra. que as duas articulações ( proximal e distal ) apareçam com boa definição na radiografia. normalmente fazemos com uma inclinação média de 15º e 20º. deve haver um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. cotovelo. Raio central perpendicular. o braço deve ficar voltado para cima. aproximadamente a 3cm acima do plano do chassis. com a mão também posicionada como em perfil interno. O raio central penetra na região mais alta do canal.

Raio central perpendicular. apresentando o mesmo ângulo de separação entre o braçochassis e antebraço-chassis.Cotovelo Os ossos que entram na articulação do cotovelo são o rádio. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. Com o braço para cima.08s / fino / 1m / não / 18x24 AXIAL ( incidência de PIERQUIU ) Com o braço flexionado. OPI e OPE Regiões posterior interna e posterior externa mais próximas do filme. que apresentem indicação clínica de fratura ou luxação.1s / fino / 1m / não / 18x24 Circunferência articular do rádio É a região da cabeça do rádio responsável pelos movimentos giratórios da mão ( supinação  rotação externa . A articulação do cotovelo se mantém um pouco fletida. cúbito e úmero. cotovelo e antebraço apoiadas no chassis e mesa. pronação  rotação interna ). não permitindo a extensão. Esta projeção deve ser feita de rotina nos pacientes de ambulatório onde a indicação clínica não é fratura ou luxação. respectivamente. . medialmente e lateralmente. Raio central perpendicular. apresenta todos os componentes de articulação em visão frontal no seu maior eixo. Esta projeção deve ser feita de rotina nos casos de pacientes com contusão ao nível do cotovelo. para manter e facilitar o posicionamento. Estas incidências apresentam grande importância nas suspeitas de fraturas articulares. tem importância no estudo das fraturas articulares. Havendo necessidade. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. num ponto situado a 2cm acima ( em direção distal ) do pico do olecrânio em direção do antebraço. Incidências AP em extensão e flexão / Pint / Pext / OPI / OPE / AXIAL / Incidências de rotina AP em extensão / Pint / AP em extensão Região posterior do braço. penetrando no epicôndilo medial ou epitróclea do úmero. Normalmente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 8 / 100 / 0. deve fazer um ângulo com o tórax de 90º e a articulação do cotovelo também um ângulo de 90º. cotovelo e antebraço apoiadas sobre o chassis e mesa. Devemos colocar a mão em posição de perfil interno. esses pacientes apresentam a região do cotovelo edemaciada. devemos colocar um apoio sob o antebraço. Raio central com inclinação cefálica tal que penetre perpendicular ao maior eixo do antebraço. Cada um deles faz articulação com os outros dois. Com essa angulação retiramos totalmente o olecrânio da fossa olecraniana.08s / fino / 1m / não / 18x24 Pint Regiões internas do braço. O ângulo antebraço-braço de aproximadamente 45º. Com a mão em supinação. o cotovelo deve girar em bloco. penetrando no epicôndilo lateral do úmero. A flexão do antebraço sobre o braço não deve ser forçada e sim o suficiente para aproximar as duas regiões anteriores. Fazer um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço. apoiada sobre o chassis. O ângulo nunca deve ser superior a 30º porque a partir daí não conseguimos uma boa demonstração por causa da distorção de imagem. com o olecrânio aparecendo num plano semiaxial. A AP em flexão apresenta a fossa olecraniana do úmero livre. Esta projeção. que estejam deitados em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. penetrando ao nível da prega do cotovelo. AP em flexão Região posterior do cotovelo. Essa incidência pode ser utilizada em crianças ou em politraumatizados. ou nos casos que esses pacientes consigam estender o braço e antebraço. Pext Regiões externas do braço. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 10 / 100 / 0. Raio central perpendicular. O AP em extensão do cotovelo. apoiar a região posterior do braço sobre o chassis e mesa. Raio central perpendicular. Obliqüidade cotovelo-filme de 45º. por apresentar a articulação sob um outro plano. cotovelo e antebraço apoiadas sobre o chassis e a mesa.

Devemos fazer duas projeções. penetrando no epicôndilo lateral. uma outra radiografia do lado sem queixas. O braço deve fazer um ângulo de 90º com o tórax e com o antebraço.08s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA RADIOGRAFIA COMPARATIVA As radiografias de cotovelo em crianças com suspeitas de fraturas são de difícil interpretação. A região palmar deve ficar em contato com a mesa. 2cm acima do pico do olecrânio em direção do antebraço. É o maior osso do membro superior. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 38 / 8 / 100 / 0. braço ou cotovelo. Pint (A) Região interna ou medial do braço. o úmero. as vezes tornam-se de difícil diagnostico. Raio central perpendicular. aconselhamos a utilização do efeito anódio. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidência semiaxial Com o cotovelo flexionado. devemos utilizar o cone. o braço então sofrendo uma rotação interna. Pint (B) Região interna ou medial do braço. com o paciente fazendo uma pronação média e outra forçada. penetrando no ponto médio da prega do cotovelo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 8 / 100 / 0. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. Olecrânio O olecrânio corresponde a epifise proximal do cúbito. apoiada sobre o chassis ou mesa. . sentado ou em posição ortostática. Devemos fazer duas incidências. que não causam incapacidade funcional. mesmo nas incidências de rotina para antebraço. Braço É o braço composto por apenas um osso. Raio central perpendicular. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pint (A) e (b) / Pext (A) e (B) / OPI / OPE Incidências de rotina AP / Pint AP Região posterior do braço. devemos utilizar o cone.Pequenas fraturas ou fissuras dessa região. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências de rotina AP em extensão / Pint / AP em extensão É o mesmo posicionamento do AP de cotovelo em extensão. devemos fazer um estudo comparativo. mais próximo do filme. A região palmar deve ficar voltada para cima. Para obtermos um melhor detalhe na imagem. Para obtermos um melhor detalhe. penetrando no meio do espaço entre a articulação escápulo-úmeral e o cotovelo. com a região dorsal da mão apoiada sobre a mesa. Só devemos fazer o estudo radiológico especifico para circunferência articular do rádio depois de termos feito as incidências de rotina para cotovelo. mais próxima do filme. É o principal componente da face posterior da articulação do cotovelo. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. Só devemos realizar a incidência especifica para olecrânio quando já tivermos feito as incidências de rotina para cotovelo. O braço apresenta um limite de espessura que a radiografia pode ser feita com a grade potter-bucky ou não. com o paciente fazendo uma pronação média e outra forçada. Ângulo braço-antebraço de aproximadamente 45º. Raio central perpendicular. A radiografia pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Quando acontecer um caso de duvida na interpretação. por causa dos múltiplos centros de crescimento ósseo. apoiar a região posterior dorsal do braço. Raio central perpendicular. Pela grande diferença de espessura entre o ombro e o cotovelo. O exame pode ser feito com o pacienta em decúbito dorsal ou em posição ortostática. isto é.08s / fino / 1m / não / 18x24 Pint É o mesmo posicionamento do perfil interno do cotovelo.

1s / fino / 1m / não / 30x40 50 / 34 / 10 / 100 / 0. que deverá estar voltado para cima. Os fatores também são identicos ao AP de braço. 2-) Efeito anódio É o efeito que ocorre na ampola de raios-x. A região dorsal da mão deve estar em contato com a mesa. Raio central perpendicular. o examinaremos sem retira-lo da maca. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito dorsal. Na radiografia do braço normalmente notamos que a região do cotovelo fica mais penetrada e a região do ombro com pouca penetração.1s / fino / 1m / sim / 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Raio central A espessura e densidade do ombro são maiores que as do cotovelo. Nunca devemos forçar nenhuma posição. O braço deve fazer um ângulo de 90º com o tórax e o antebraço. OPI e OPE Regiões posterior interna e externa. Pext (B) Região externa ou lateral do braço. penetrando perpendicular ao maior eixo do braço. nos arriscando a não incluir o cotovelo na imagem. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. através da distorção da imagem. recebe o nome de colo cirúrgico. O chassis deve ser colocado em contato com a região externa do braço. logo abaixo da cabeça do úmero. modificando em muito o prognóstico para o paciente. Pext ou incidência transtorácica ( incidência de LAWRENCE ) . EXEMPLOS : Radiografia do braço  Catódio para o lado do ombro e anódio para o lado do cotovelo. Colo cirúrgico do úmero A região do terço proximal. apoiada sobre o chassis ou mesa. apoiada sobre a mesa ou chassis. o lado do catódio ( negativo ) recebe mais 5% de radiação do que o lado do anódio ( positivo ). Raio central perpendicular. necessitamos de incidências especiais. Com isso. Quando há uma emissão de raios-x. ou com qualquer outra imobilização. A região palmar deve estar voltada para cima. Raio central horizontal ao plano da mesa. relacionado com o ângulo de inclinação da pista de choque dos eletrons no anódio. As obliquas de braço são feitas variando-se o grau de rotação interna e externa. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext ( incidência transtorácica / contactografia ) Incidências de rotina AP / Transtorácica / AP Posicionamento igual ao AP de braço "panorâmica". então a região do ombro vai receber mais radiação e a densidade da imagem radiografica vai se tornar mais homogênea. pois é o local onde estatisticamente ocorrem mais fraturas. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 10 / 100 / 0. Pext (A) Região externa ou lateral do braço. Este posicionamento coloca o braço num perfil mais rigoroso que o anterior. temos que abrir no sentido longitudinal a colimação ao máximo para a radiação preencher todo o filem. pois poderiamos correr o grande risco de tornar completa uma fratura. Para evitar esse problema devemos deixar um espaço de +_4cm entre a articulação do cotovelo e o bordo inferior do filme. Quando utilizamos este método. Radiografia da coluna toraco-lombar  Catódio para o lado da coluna lombar e anódio para o lado da coluna torácica. Quando vem em maca.A região palmar em contato com a mesa. O membro superior a ser estudado deve estar estendido. mais próximas do filme. Um método que pode melhorar essa condição é subirmos com o raio central para a região do terço médio-proximal . tentando fazer em supinação ou pronação. alomgamos muito o braço. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo. perpendicular ao grande plano da mesa. de maneira que forme um ângulo de 90º com o tórax. Essas incidências apresentam também grande valor quando as radiografias são para controle de fraturas e o paciente vem ao serviço de raios-x gessado. faremos na mesa de exames ou se o caso for muito grave. Quando o paciente vem ao serviço de radiologia andando e sem outros problemas. Para conseguirmos um perfil rigoroso do colo cirúrgico do úmero. esta radiografia deve ser feita em posição ortostática. com o seu tórax e braço sobre um anteparo radiotransparente. Radiografia do fêmur  Catódio para o lado da articulação coxo-femural e anódio para o lado do joelho. no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. penetrando no meio do espaço entre as articulações do ombro e do cotovelo.

que não possam ser retirados da maca. obtem-se uma boa definição da estrutura mais próxima do filme e a mais afastada em contato direto com a ampola. saindo ao nível do colo cirúrgico do úmero. Raio central deve penetrar na linha axilar média. é preferivel. com o fim de evitar a absorção excessiva de radiação secundária pelo doente. o paciente deve inspirar lentamente pois através do flou-cinético conseguiremos apagar a imagem dos arcos costais. Para realizar a contactografia. por isso é conveniente empregar um filtro de aluminio de 2mm de espessura. O paciente deve aproximar a região lateral do lado a ser examinado na estativa vertical com o antebraço também encostado e paralelo ao plano da estativa. penetrando no processo coracóide do omoplata. através da sua extremidade acromial. quando o paciente não conseguir erguer com muita intensidade o braço mais afastado do filme. cotovelo fazendo um ângulo de 90º e o antebraço e a região palmar apoiados sobre a mesa. basta aproximarmos a maca. devemos escolher no serviço de raios-x. podemos fazer o exame com grade fixa. O tubo é colocado em contato quase direto com a pele. Na hora da exposição. O ESTUDO RADIOLOGICO DEVE SER DIVIDIDO EM DUAS PARTES : 1-) Para pacientes com indicação clinica de fraturas ou luxações. Se o serviço de radiologia dispuser de estativa vertical com bucky ou mesa que fique na vertical. Não devemos forçar nenhuma posição especifica do braço ( rotação externa ou interna ) para não correr o risco de tornar uma fratura incompleta em completa ou outras lesões através dos fragmentos ósseos.4s / fino / 1m / sim / 18x24 AXIAL – supero-inferior Chassis o mais próximo possível da regiào axilar. 2-) Para pacientes com indicação clínica de bursite. Com a contactografia obtemos um perfil rigoroso do úmero. bastando que se coloque um apoio radiotransparente sob o tronco e braços de maneira que fique num plano mais alto. Paciente deve sentar ao lado de uma das extremidades da mesa. as incidências de LAWRENCE e a contactografia poderão ser realizadas com o paciente em decúbito dorsal.0s / fino / ampola encostada / sim / 24x30 NOTA 1-) EM DECÚBITO DORSAL Doentes em estado muito grave. Ombro ( articulação Escápulo-umeral ) É a articulação que se dá entre a cabeça do úmero e a cavidade glenóide do omoplata. Raio central perpendicualr. O outro braço deve ficar erguido ao máximo. articula-se com o acrômio do omoplata formando a articulação acrômio-clavicular. A clavicula. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi +_75 / / 200 / 100 / 2. Esta radiografia deve ser feita preferencialmente com o paciente em posição ortostática. pois o ideal é aproximarmos o máximo possível o foco do paciente para conseguirmos uma maior ampliação. se não.Região externa do braço. Paciente em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 40 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi +_70 / / 180 / 60 / 3. através da técnica de contato. pois evita que deite sobre a região com uma possível fratura. indicada quando o paciente não consegue erguer o braço mais afastado do filme. Pext em contactografia Região externa do braço a ser examinada mais próxima do filme. penetrando ao nível do terço proximal do braço mais afastado. mais proxíma do filme. Quando apresenta condições de fazer o exame em ortostática ou sentado. Raio central perpendicular. sentado ou em decúbito dorsal. Essa radiografia deve ser feita preferencialmente com o paciente em posição ortostática ou sentado. A incidência transtorácica permite obtermos um perfil rigoroso do úmero. de maneira que o antebraço e mão envolvam a cabeça. com o braço abdusido ao máximo. colocada entre a região medial superior do braço e região lateral superior do tórax. . ampola que não tenha o bloco colimador. 1-) indicação de fraturas ou luxações Incidências AP / AXIAL ( supero-inferior / infero-superior ) Incidências de rotina AP / AXIAL infero-superior / Ombro ( articulação Escápulo-umeral para fraturas ou luxações ) AP Região posterior do ombro.0s / fino / 1m / sim / 24x30 CONTACTOGRAFIA É o método de exame que. torna-se bastante ampliada e sem detalhe. mais próxima do filme. Raio central perpendicular ou com inclinação cefálica de 5º. de maneira que saia no colo cirúrgico do úmero mais próximo do filme.

normalmente não conseguem fazer este posicionamento. Caso seja uma ilhota óssea. pois a região visualizada como numa incidência lateral.4s / fino / 1m / sim / 18x24 NOTA 1-) PESQUISA DE CALCIFICAÇÕES ESCAPULARES Normalmente as incidências em AP com supinação e pronação demonstram a grande maioria das clacificações justa articulares do ombro. O membro superior em extensão faz uma abdução de 90º com o tronco. O paciente faz a abdução máxima que conseguir. penetrando no processo coracóide do omoplata. Paciente em posição ortostática. AP em abdução Região posterior do ombro. Paciente em posição ortostática. de maneira que não se movimente na hora da exposição. podendo fazer também em decúbito dorsal. sentado ou em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 12 / 100 / 0. chassis curvo. Paciente em posição ortostática. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências AP (A) e (B) / Pext / OAE / Incidências de rotina AP (A) / Pext / AP (A) Região postero-superior e lateral do tórax. com o acrômio coincidindo com o seu ponto central. As incidências axiais apresentam extrema importância nas fraturas e luxações. penetrando no processo coracóide do omoplata. por isso então indicase o AP em abdução e retroadução.Quando possuimos. formando a articulação escapulo-umeral. Esta projeção dissocia o troquiter do úmero. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 40 / 100 / 0. . apoiando o braço doente em qualquer anteparo. Os pacientes que se apresentam em quadro agudo de bursite. sua utilização é o ideal nesta radiografia. Algumas vezes fica a duvida se as calcificações são ilhotas dentro do osso. mais próxima do filme. AXIAL – infero-superior Chassis apoiado na região superior do ombro. A região palmar deve estar voltada para cima. Raio central perpendicular. sentado ou em decúbito dorsal. Paciente em posição ortostática. penetrando no processo coracóide do omoplata. Raio central com uma inclinação tal que penetre na região axilar e saia no acrômio perpendicular ao chassis. Raio central perpendicular.12s / fino / 1m / não / 18x24 INDICAÇÃO DE BURSITE ( PERITENDINITE CALCAREA ) Incidências AP em supinação / AP em pronação / AP em abdução / AP em retro-adução Incidências de rotina AP em supinação / AP em pronação / AP em supinação Região posterior do ombro. formando a articulação acrômio-clavicular. penetrando no processo coracóide do omoplata. o acrômio faz articulação com a extremidade acromial da clavicula. ela acompanha em todos os posicionamentos a mesma região óssea. preferencialmente. podendo-se ver os deslocamentos anteriores e posteriores dos ossos ou dos fragmentos ósseos. Raio central com uma inclinação tal que penetre no acrômio e saia perpendicular ao maior eixo do chassis. mais próxima do filme. O membro superior em pronação. sentado ou em decúbito dorsal. mais próxima do filme. sentado ou em decúbito dorsal. O membro superior deve sofrer uma rotação externa de maneira que a região palmar fique voltada para a frente. no serviço de radiologia. que se coloca de maneira obliqua na região postero-superior do tórax. Através de sua cavidade glenóide faz articulação com a cabeça do úmero. Nesta projeção o torquiter fica projetado no centro da cabeça do úmero. mais próxima do filme. O membro superior deve sofrer uma rotação interna de maneira que a região palmar fique voltada para trás ( em contato com a mesa ). Raio central perpendicular. O outro braço deve firmar o chassis. Superiormente. flexionando o cotovelo e colocando o antebraço sob a região lombar. AP em pronação Região posterior do ombro. Omoplata O omoplata é um osso chato. Paciente em posição ortostática ou sentado. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. AP em retroadução Região posterior do ombro.

5s / fino / 1m / sim / 18x24 OAE Região anterior externa do omoplata mais próxima do filme. é o mesmo posicionamento do PA de tórax. conseguindo-se assim um AP de omoplata com pouca superposição. Raio central perpendicular. Assim. sentado ou em hemi-decúbito lateral. a radiografia do omoplata é feita com raios divergentes.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Ângulo distal do omoplata O ângulo distal é a região mais inferior do omoplata que as vezes não fica bem demonstrada nas incidências convencionais. caracteriza-se por ser rasa. sentado ou em posição ortostática. envolvendo a cabeça. sentado ou em hemi-decúbito lateral. penetrando no meio do espaço entre o ângulo distal e proximal do omoplata. Paciente em obliqua anterior direita. Esses movimentos colocam o maior plano do omoplata paralelo ao filme. O membro superior do lado a ser examinado deve ficar erguido. Membro superior do lado a ser examinado em ligeira supinação e abdução. zona importante de inserção muscular. Cavidade glenóide do omoplata A cavidade glenóide. isto é. AP (B) Região postero-superior e lateral do tórax mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. nem sempre a fossa articular glenóide aparece com boa definição. penetrando na cabeça do úmero.Supinar e abdusir ligeiramente o membro superior do lado a ser examinado. Nas incidências frontais o processo coracóide é visto de uma maneira axial. Processo coracóide do omoplata O processo coracóide é uma projeção óssea em sentido anterior. Incidências OPD / OPE OPD e OPE Regiões posterior direita e posterior esquerda respectivamente. mais próximo do filme. Supinar e abdusir ligeiramente o membro superior do lado a ser examinado. penetrando no processo coracóide do omoplata. Raio central com uma inclinação cefálica de 20º penetrando no processo coracóide. Na obliqua posterior direita estudamos a cavidade glenóide direita e vice-vesa. Obliqüidade paciente-mesa de aproximadamente 45º. Raio central perpendicular. Incidência AP Região postero-superior e lateral do tórax. mais próximas do filme. por causa da superposição do omoplata em quase toda a sua totalidade com os arcos costais. para articulação escapulo-umeral e omoplata. Incidências para ângulo distal Região lateral do osso. devemos fazer a incidência axial de ombro "infero-superior" e o AP especifico para processo coracóide. Paciente em posição ortostática ou sentado. mais próxima do filme. quando queremos o perfil da escápula direita e vice-vesa. com o corpo em perfil. O membro superior do lado a ser examinado em retro-adução forçada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 30 / 50 / 100 / 0. Obliqüidade paciente-filme de 70º. de uma maneira geral. O braço do lado a ser examinado com ligeira supinação e abdução. podendo fazer também em decúbito dorsal. . FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 50 / 100 / 0. Paciente em posição ortostática ou sentado preferencialmente. penetrando 2cm abaixo do ponto médio da espinha do omoplata. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 55 / 30 / 50 / 100 / 0. Nas incidências de rotina. Paciente em decúbito dorsal. o raio central percorre o seu maior eixo. Quando houver suspeita de fratura ao seu nível. Deve colocar a mão na cintura e encostar a região anterior do ombro na estativa. Raio central perpendicular. Esta projeção apresenta desvantagem em relação a anterior. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. Colocar o meio do maior eixo longitudinal do omoplata coincidindo com a linha central da estativa vertical. A melhor posição é o paciente em ortostática. com o raio central fora do centro da estativa. penetrando 4cm abaixo do ponto médio da clavicula. Com este movimento o ângulo distal do omoplata fica totalmente dissociado. Os arcos costais são afastados do campo do omoplata.5s / fino / 1m / sim / 18x24 Pext Bordo externo ou axilar mais próximo do filme.

coloca-se o paciente em obliqua posterior direita até aproximar ao máximo a articulação do filme. Com o paciente em posição ortostática. neste caso. Apresenta movimentos relacionados com os da articulação escapulo-umeral. devemos Ter o máximo cuidado em não movimentar o paciente. Para estudar a articulação direita. Devemos utilizar o cone para obtermos mais detalhes. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações acrômio-claviculares.comparativa com raio central inclinado Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme. de maneira que. penetrando no ângulo distal do omoplata. Paciente em posição ortostática ou em decúbito dorsal. mais ou menos 20º cefálicos. (B)R. sentado ou em decúbito dorsal.3s / fino / cone encostado / sim / 18x24 AXIAL Região superior da articulação em contato com o chassis.Para obtermos mais detalhes na imagem radiografica devemos utilizar o cone.comparativa com carga Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme. É composta pelo acrômio. sentado ou em decúbito dorsal. Esta incidência tem indicação nos casos de suspeita de luxação na articulação. A inclinação podálica dissocia a articulação acrômio-clavicular da cabeça do úmero. Para estudar a articulação esquerda. Paciente em posição ortostática ou sentado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 35 / 30 / 100 / 0. Raio central com uma inclinação podálica de 10º na articulação. Paciente em posição ortostática. na altura da articulação e ele mesmo deve firmar o chassis com o outro braço.C.4s / fino / 1m / sim / 18x24 Articulação Acrômio-clavicular Encontrada bilateralmente na região mais proximal do membro superior e é onde se dá a articulação da cintura escapular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. AP (C). AP localizada Região postero-superior e lateral do tórax mais próxima do filme. Com duas exposições. Raio central perpendicular. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. . AP (B). (C)Com carga / AP localizada / AXIAL Incidências de rotina AP comparativa (A) / AP localizada / AXIAL / AP (A). pois poderiam causar falsas interpretações. Paciente em posição ortostática. fazemos a obliqua posterior esquerda.perpendicular. porção superior-lateral do omoplata e pela extremidade acromial ou lateral da clavicula. em apenas uma exposição demonstre as duas articulações. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 12 / 100 / 0. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP comparativa (A)R. O paciente deve segurar pesos em ambas as mãos de maneira que force as articulações. coloca-se um apoio sob o tórax e o raio central horizontal. Raio central perpendicular. sentado ou em decúbito dorsal.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Incidências comparativas As incidências cpmparativas para articulação acrômio-clavicular devem ser feitas em filmes 30x40. Paciente em posição ortostática. Esta projeção deve entrar na rotina mínima pois com ela temos uma noção exata de posição das duas articulações vistas frontalmente. com os braços ao longo do corpo. penetrando na região axilar.comparativa com o raio central perpendicular Regiões postero-superiores e laterais do tórax mais próximas do filme.C. direita e esquerda. O raio central deve entrar com uma inclinação tal que saia perpendicular ao eixo formado pelo acrômio e a clavicula.inclinado. o filme deve ser colocado no seu ombro. Raio central com uma inclinação podálica de 10º penetrando no meio do espaço entre as duas articulações acrômio-claviculares. Raio central perpendicular.

Paciente em hemi-decúbito lateral ou em posição ortostática. . sentado ou em posição ortostática. coincidindo com a sua linha central.4s / fino / 1m / sim / 18x24 e 30x40 AXIAL Região póstero superior do tórax mais próxima do filme. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo. que se articula com a incisura clavicular do manúbio. porção superior do esterno.12s / fino / 1m / não / 18x24 Articulação Esterno-clavicular Encontrada bilateralmente na região superior da parede anterior do tórax e apresenta movimentos relacionados com as fases respiratorias e com os movimentos dos membros superiores. Estas incidências não entram na rotina pela maior dificuldade de posicionamento. podemos indica-las em casos de pacientes que já estejam em PA e que necessitam do exame da clavicula. de grande importância para ver deslocamentos de fragmentos nas reduções cirúrgicas. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA : A – com o paciente em OAD e OAE / B – com inclinação lateral do raio central / C – com o raio central perpendicular / Pdir ou Pesq / AXIAL / contactografia / tomografia em PA / Incidências de rotina PA com paciente em OAD e OAE / AXIAL / PA . Na comparativa deve sair no meio do espaço entre as duas claviculas e na localizada. Paciente em decúbito dorsal. forma a articulação acrômio-clavicular e da sua extremidade esternal. na rotina mínima. O raio central penetra no meio do espaço entre as extremidades acromial e esternal. Radiografia localizada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 35 / 12 / 100 / 0. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências AP comparativa e localizada / PA comparativa e localizada / AXIAL . A incidência comparativa de clavicula é obrigatória em crianças e adolescentes. Devemos colocar um anteparo para que o chassis fique em posição. sentado ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. Paciente em decúbito dorsal. que corresponde a um perfil de clavicula. Paciente em decúbito dorsal. PA – comparativa e localizada Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. Raio central com inclinação de 20º cefálicos. Através de sua extremidade acromial. Paciente em decúbito ventral. Raio central com inclinação podálica de 20º. Raio central com inclinação de 20º cefálicos.A – com o paciente em OAD e OAE Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme.Clavícula A clavicula é um osso longo. No adulto. Raio central com inclinação cefálica de 20º de maneira que saia perpendicular ao chassis. Chassis encostado na região postero-superior do músculo trapézio. sentado ou em posição ortostática. podemos fazer somente a localizada. Incidências de rotina AP comparativa e localizada / AXIAL / AP – comparativa Regiões póstero-superiores do tórax mais próximas do filme. localizado bilateralmente nas regiões súperoanteriores do tórax. obliquando o corpo para o lado oposto a ser radiografado. forma a articulação esternoclavicular. É composta pela extremidade esternal da clavicula. A região mentoniana deve ficar em contato com a mesa. AP – localizada Região póstero-superior direita ou esquerda do tórax mais próxima do filme. por causa dos núcleos de crescimento ósseo. sair no ponto médio da clavicula. que as vezes podem se confundir com traços de fratura. penetrando ao nível do manubio esternal. A articulação a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. de maneira que o mesmo forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. penetrando no meio do espaço entre as extremidades acromial e esternal.

Com o paciente em perfil direito e esquerdo são feitas duas incidências./ 80 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 60 / 100 / 0. Esta incidência deve participar da rotina pela excelente domonstração radiológica dos componentes articulares.8s / fino / 1m / sim / 18x24 TOMOGRAFIA O estudo tomográfico é de grande importância no estudo da articulação esterno-clavicular. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / -. sentado ou em posição ortostática. Devem ser executadas duas radiografias. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3. passando pela articulação e saindo na região axilar. se ainda suscitar dúvidas no estudo tomográfico. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática. Paciente em decúbito ventral. TOMOGRAFIA EM PA Paciente em decúbito ventral ficando numa posição tal que aproxime o máximo as duas articulações da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 50 / 100 / 0. O braço mais próximo do filme envolve a cabeça e o mais afastado deve forçar o ombro para baixo. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. fazendo uma lordose forçada. estas incidências não podem ser feitas com a grade.6s / fino / 1m / sim / 18x24 PA . Por causa da posição das lamínulas de chumbo da grade pooter-bucky. sentado ou em decúbito lateral. Devemos inclinar a ampola lateralmente de 30º para o lado da articulação a ser examinada.2s / fino / tomo / sim / 18x24 NOTAS GERAIS 1-) Incidências obliquas A obliquidade do paciente ou do raio central no exame radiológico da articulação esterno-clavicular tem a finalidade de retirar a coluna torácica ( por causa da sua grande densidade ) do campo a ser radiografado. de preferencia as duas obliquas num mesmo filme. penetrando na altura da 4ª vértebra torácica. incidindo na altura da 4ª vértebra torácica e saindo na articulação a ser examinada.B – com inclinação lateral do raio central Regiões ântero-superiores do tórax mais próximas do filme. Raio central com inclinação podálica de 10º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 40 / 100 / 0. mais próxima do filme. que não venha indicado no pedido de exame pelo médico clinico. por causa da superposição com a coluna torácica. com inclinação lateral direita e esquerda. Raio central incide ao nível de T4. Estas incidências apresentam valor nas suspeitas de luxações ao nível da articulação. fazer a tomo em perfil. O plano ótimo da articulação deverá estar 2cm para dentro da articulação mais próxima da mesa. Normalmente convenciona-se fazer o perfil esquerdo em qualquer exame radiológico. Raio central incidindo na altura da 4ª vértebra torácica.4s / fino / 1m / sim / 18x24 AXIAL Regiões laterais direita e esquerda da articulação mais próximas do filme.2s / fino / 1m / não / 18x24 PA . Esta incidência não demonstra com boa definição a face articular esternal. Normalmente fazemos a tomografia com o paciente em decúbito ventral na projeção póstero-anterior. Paciente em posição ortostática ou sentado. Raio central perpendicular. O estudo radiografico da articulação esterno-clavicular deve ser sempre bilateral ( comparativo ). com as mãos cruzadas para trás.C – com o raio central perpendicular Região ântero-superior do tórax mais próximo do filme. 2-) APNÉIA .5s / fino / 1m / sim / 18x24 Pesq ou Pdir Região esquerda ou direita da articulação. penetrando na articulação.O paciente em obliqua anterior direita é a posição para o estudo da articulação esquerda e em obliqua anterior esquerda estudamos a articulação direita. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 20 / 100 / 0.

ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / OPI / OPE / OAI / OAE / Pint / Pext / Incidências de rotina AP / OPI / OPE / AP Região posterior do artelho. OPE Região posterior externa do dedo. mais próximas do filme. 3-) Apnéia inspiratória As radiografias de articulação esterno-clavicular e clavícula devem ser feitas em apnéia. Fazendo em inspiração máxima e prendendo o ar. Artelho ( 1º ao 5º Pododáctilo ) Os dedos do pé apresentam a anatomia das falanges idêntica as falanges da mão. respectivamente. O raio central deve penetrar no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ( ou na cabeça da 1ª falange ). para ver os espaços articulares. mais próxima do filme. pois passamos a chamar de AP as radiografias onde o raio central penetra na região dorsal ( peito do pé ) e PA quando o raio central penetra na região plantar. OAI e OAE Regiões anteriores interna e externa. Concluimos que chamaremos sempre de AP ou frontal as projeções que os raios-x penetrem pela frente. Raio central perpendicular ou com inclinação cefálica de +_10º nos casos em que os artelhos não fiquem paralelos ao plano do chassis. Estender os dedos ao máximo e colocar bolas de algodão entre os dedos para um melhor estudo radiografico. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange ( ou na cabeça da 1ª falange ). Estender os dedos ao máximo. escápulo-umeral e omoplata devem ser feitas com o paciente prendendo a respiração ( apnéia ). com o corpo em posição anatômica. No pé. Um outro apoio deve ser colocado sob o chassis. Para facilitar o posicionamento devemos colocar um apoio sob os joelhos. a contagem dos artelhos se dá de dentro para fora ( o grande dedo ou hálux é o primeiro ). para facilitar e tornar mais cômodo o posicionamento. PA Região anterior ( dorsal ) do dedo mais próxima do filme. 03 . OPI Região posterior interna do dedo. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo a ser radiografado. Utilizar estas incidências quando o paciente em decúbito ventral. até que forme 45º com o plano do filme. para conseguir visualizar os espaços articulares.As radiografias de articulação acrômio-clavicular. obtemos um melhor contraste para as articulações esterno-claviculares e auxilia na dissociação da clavícula das partes moles e costelas. Obliqüidade dedo-filme de 45º. Nas incidências para pé. por isso chamamos de AP a radiografia feita com o dorso da mão mais próximo do filme. mais próxima do filme. Colocar bolas de algodão entre os dedos próximos ao que vai ser radiografado. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. Obliqüidade dedo-filme de 45º. pois se movimentam nas fases respiratorias. Girar o pé para dentro ( OAI ) e para fora ( OAE ). Esta incidência pode ser feita quando o paciente vem em decúbito ventral e não tem condições de modificar a posição. mais próxima do filme. ficando o maior eixo dos dedos paralelo ao filme. Para evitar superposição de falanges. Estender os dedos ao máximo. devemos utilizar bolas de algodão entre os dedos próximos ao que vai ser radiografado. para não falsear diminuição do espaço articular. Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo a ser examinado. a nomenclatura se confunde. do dedo. Colocar um apoio sob o dorso do pé e joelhos. Estender os dedos ao máximo. Estender os dedos ao máximo. pois estas estruturas se movimentam nas fases respiratórias. . penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. na mão a contagem se dá de fora para dentro ( o polegar é o primeiro dedo ).Membro inferior Sabemos que a posição anatômica do corpo humano se dá com a região palmar voltada para frente.

geralmente encontramos dois. OPI E OPE Regiões posteriores interna e externa. mais próximas do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / OPI / OPE / AXIAL (A) e (B) / Incidências de rotina AP / AXIAL (A) / AP Região plantar anterior. AXIAL (A) Região da tuberosidade posterior do calcâneo apoiada no chassis.Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo. normalmente próximos a uma articulação. Com a mão. Paciente sentado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 41 / 60 / 100 / 0. A melhor maneira de obtermos um perfil do dedo é utilizar filme oclusal ( filme para radiografia de dente ).3s / fino / 1m / não / 18x24 Pint e Pext Regiões interna e externa. localizados próximos a 1ª articulação metatarso-falangeana. penetrando 1cm acima da 1ª articulação metatarso-falangeana. O paciente sentado. São núcleos ósseos encontrados na bainha ou na espessura dos tendões. Paciente sentado. Raio central perpendicular ou com uma inclinação cefálica de 5º. mais próxima do filme. penetrando ao nível dos sesamóideos ( 1cm abaixo da 1ª articulação metatarso-falangeana ). O paciente em posição ortostática ou sentado. também com função de manter o posicionamento do pé. . fletindo o joelho. Para manter a extensão devemos utilizar uma tira de fita adesiva. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 34 / 8 / 100 / 0. O dorso do pé deve ficar em linha com a perna. Estas projeções devem ser utilizadas quando houver suspeita de lesão nos sesamóideos que não tenham ficado bem definidas nas de rotina. Raio central perpendicular ou com uma inclinação cafálica de 5º. num plano mais alto do que o chassis. Raio central perpendicular. Raio central com uma inclinação podálica tal ( +_30º ). AXIAL (B) Região plantar anterior mais próxima do filme. do pé. Paciente sentado. estendendo o 1º dedo ( ou grande dedo ) e o 2º dedo ao máximo. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. Para isso a região plantar deve fazer um ângulo de aproximadamente 60º com a mesa. fletindo os joelhos. para colocar a região plantar em contato com o chassis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 40 / 36 / 3 / 100 / 0. apoiando a região lateral da perna sobre a mesa. em relação com a região plantar. Obliqüidade pé-filme de 30º. No pé. o paciente deve auxiliar afastando os dedos que se superponham. Raio central penetra perpendicular. São ossos inconstantes e tem a finalidade de reforçar a musculatura a que estão ligados. A incidência em perfil apresenta valor nas suspeitas de luxações dos sesamóideos. penetrando 1cm acima da 1ª articulação metatarso-falangeana. respectivamente. Sesamóideo ( em forma de grãos de sésamo ). mais próximas do filme. respectivamente. com a região plantar posterior erguida.8s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Regiãio externa ou lateral do pé. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a base da 1ª falange. mais próxima do filme. que percorra o maior eixo dos sesamóideos. colocando o pé em perfil rigoroso. do dedo. Raio central perpendicular. As incidências para sesamóides devem ser feitas com o cone para obtenção de maior detalhe. percorrendo o maior eixo dos sesamóideos. em posição ortostática ou em decúbito dorsal.6s / fino / 1m / não / 18x24 Radiografia sem ecram. em posição ortostática ou em decúbito dorsal.

metatarsianos. ossos do tarso anteriores e calcâneo com boa definição. O raio central deve penetrar perpendicular ao maior eixo do dorso do pé. A incidência para ante-pé e retro-pé mostra as falanges. normalmente esta inclinação é de 15º. Esta incidência é feita com o paciente em posição ortostática. O raio central deve incidir na 3ª articulação metatarso-tarsiana. se for necessário. Sem o paciente retirar a região plantar do chassis é feita a dorso-plantar. Sempre que possível estender os dedos do pé.Fileira anterior : Escafóide / cubóide / 1º cuneiforme ( ou medial ) / 2º cuneiforme ( ou intermediario ) / 3º cuneiforme ( ou lateral ) / METATARSO . dividimos o pé em : .1s / fino / 1m / não / 24x30 Dorso-plantar e planto-dorsal Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 30 / 12 / 100 / 0.falanges : para o estudo radiológico. O chassis deve estar num plano pouco mais alto do que a mesa para facilitar o posicionamento.Ante-pé  metatarso e falanges.FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 35 / 8 / 100 / 0. Dorso-plantar (AP) – (B) Região plantar em contato com o chassis. logo após. Estender os dedos do pé. com o raio centra penetrando com 15º podálicos no tendão de aquiles. devemos fazer uma radiografia do outro lado sem queixas. pois pode ser uma alteração no desenvolvimento ósseo ( sesamóideo bipartido ou tripartido ) e nesses casos costumam ser bilaterais.Fileira posterior : Astrágalo e calcâneo . Paciente em decúbito ventral. e é uma combinação de duas projeções. para evitar superposição de falanges. 5cm acima do plano do chassis. no mesmo filme. mais próxima do filme. a dorso-plantar e a axial de calcâneo. Paciente sentado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 10 / 100 / 0. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências DORSO-PLANTAR (AP) (A) E (B) / DORSO-PLANTAR ( AP PARA ANTE-PÉ E RETRO-PÉ PLANTO DORSAL (PA) / Pext (A). O chassis deve ficar perpendicular ao plano da mesa. Raio central perpendicular ao maior eixo da região plantar. é feita a axial de calcâneo. . colocar um apoo para evitar que o chassis caia. Paciente em decúbito dorsal com as pernas estendidas. (B) e (C) / Pint / OPI / OPE / OAI / OAE / Incidências de rotina ANTE-PÉ – DORSO-PLANTAR (AP) / OPI / RETRO-PÉ – DORSO-PLANTAR (AP) / OPI / Pext / Dorso-plantar (AP) – (A) Região plantar em contato com o chassis. fletindo o joelho de maneira que a região plantar fique apoiada sobre o chassis. colocando-se um apoio sob os joelhos para tornar mais cômodo o posicionamento. Pé ( Ante-pé ) Pé O pé é composto por três grupos ósseos distintos : OSSOS DO TARSO . Esta incidência é importante nos casos de pacientes politraumatizados ou que não tenham condições de fletir as pernas. penetrando na 3ª articulação metatarso-tarsiana. em ortostática ou em decúbito dorsal.Retro-pé  ossos do tarso.8s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Incidências comparativas Quandoa indicação clínica do exame for fratura e aparecer na imagem um traço hipertransparente cortando o sesamóideo. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé ( +_15º cefálicos ). Incidência para ante-pé e retro-pé Região plantar apoiada sobre o chassis. Dorso-plantar (PA) Região dorsal do pé.12s / fino / 1m / não / 24x30 AXIAL de calcâneo . Esta divisão é importante porque para o estudo do retro-pé é necessário mais uma incidência para podermos fazer um bom exame radiografico.

. semelhantes as descritas anteriormente em Pext (B) e (C). com um apoio radiotransparente sob a perna. mais próxima do filme. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. perpendicular no centro do chassis. Raio central perpendicular. penetrando ao nível da 2ª articulação metatarso-tarsiana. Esta incidência apresenta com excelente definição os ossos do tarso. pela maior dificuldade de posicionamento. Esta incidência deve ser uitlizada em pacientes politraumatizados. Raio central horizontal ao plano da mesa. apoiando a face dorsal externa do pé no chassis. Em relação aos fatores radiograficos. Paciente sentado. e a que dissocia os espaços interósseos dos metatarsionao. em posição ortostática ou também deitado. penetrando na 2ª articulação metatarso-tarsiana. cubóide e o 3º cuneiforme ou cuneiforme lateral. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade do calcâneo. mais próxima do dilme. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé. apoiando a região plantar sobre um anteparo radiotransparente. mais próxima do filme. mais próxima do filme. Pint Região interna ou medial do pé. apresenta uma grande superposição dos ossos do pé. apesar de fácil posicionamento. devemos fazer o perfil interno ou externo de acordo com a proximidade do objeto. Obliqüidade pé-filme de 45º. por isso sem muito valor na rotina de exame. Obliqüidade pé-filme de 45º. em posição ortostática ou também deitado. Tentar manter um ângulo de 90º entre o pé e a perna. apoiando a região interna da perna na mesa.(B) Região externa ou lateral do pé. OBS : (A) – Outras incidências em perfil interno podem ser feitas com o raio central horizontal. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé. Conhecemos que a obliqua plantar interna está correta quando dissocia totalmente o processo estilóide do 5º metatarsiano. Pext . mais próxima do filme. fletindo o joelho para que a região plantar interna fique em contato com o chassis. Esta projeção não entra na rotina mínima. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. Paciente sentado. Esta incidência.(A) Região externa ou lateral do pé. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular ao maior eixo do pé ( +_10º cefálicos ). devemos retirar uma média de 5 Kv. penetrando na 4ª articulação metatarso-tarsiana. mais próxima do filme. mais próxima do filme. A imagem desta incidência corresponde a OPE de pé.12s / fino / 1m / não / 24x30 Pé ( Retro-pé ) OPI Região posterior ( plantar ) interna. Paciente em decúbito dorsal.Pext . fletindo o joelho para que a região plantar externa fique em contato com o chassis. Paciente em decúbito ventral. OAI Região anterior ( dorsal ) interna do pé. Pext . por isso pertencendo a rotina mínima para retro-pé. Obliqüidade pé-filme de 45º. apoiando a região externa da perna sobre a mesa. perpendicular ao centro do chassis. mais próxima do filme. Paciente sentado. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. Raio central horizontal ao plano da mesa. Apresenta ainda com boa definição os ossos escafóide. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 12 / 100 / 0. O chassis deve ser colocado verticalmente em contato com a região externa do pé. apoiando a face dorsal interna no chassis. OPE Região posterior ( plantar ) externa. OAE Região anterior ( dorsal ) externa do pé. Obliqüidade pé-filme de 45º. Paciente sentado. Paciente sentado.(C) Região externa ou lateral do pé. penetrando no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. Esta incidência é a obliqua de mais fácil posicionamento. (B) – nos casos de corpo estranho. Raio central perpendicular.

1s / fino / 1m / não / 24x30 NOTA Raio central Nas incidências para ante-pé e retro-pé não há variação na entrada do raio central. deve penetrar em ponto coincidente com a região média do pé. onde os posicionamentos são semelhantes aos já descritos para Pext de pé. esta incidência não entra na rotina pela maior dificuldade de posicionamento. Paciente sentado ou em decúbito dorsal tracionando o pé em sua direção com uma faixa ou uma toalha. Calcâneo Incidências Pext / Pint / AXIAL (A) e (B) / Incidências de rotina Pext / AXIAL (A) Pext Região externa ou lateral do pé. penetrando no corpo do calcâneo. Raio central com uma inclinação de 30º cefálicos penetrando na região plantar posterior. apoiando a região externa da perna sobre a mesa. penetrando no corpo do calcâneo. Sem tirar o pé da posição. aproximadamente 5cm acima do plano do chassis. Raio central com uma inclinação podálica entre 15º e 20º penetrando no tendão de aquiles.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Sustentaculum tali O sustentaculum tali é uma projeção óssea na região medial superior do calcâneo. mais próxima do filme. mais próxima do filme. fletindo o joelho. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. Estatisticamente. Os raios divergentes auxiliam na dissociação dos espaços interósseos. AXIAL (B) Região plantar anterior e posterior apoiada sobre a mesa e chassis ( mais próximas do filme ). Paciente em posição ortostática ou sentado num plano bem mais alto do que o chassis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 10 / 100 / 0.1s / fino / 1m / não / 18x24 AXIAL (A) Região posterior da perna e da tuberosidade posterior do calcâneo. mais próximas do filme.A imagem desta incidência corresponde a da OPI de pé. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 32 / 10 / 100 / 0. OBS : Existem outras maneiras de realizarmos o Pext de calcâneo. Pé plano ( pé chato ) O que caracteriza o pé chato é a grande diminuição do arco plantar. o individuo passa a pisar apoiando toda a extensão da região plantar. com boa definição a maior parte dos ossos do pé. aproximadamente 5cm acima do plano do chassis. com função parcial de sustentação do talus ou astragalo. aproximar ao máximo a região anterior da perna do dorso do pé. é a região do calcâneo que mais é suscetivel a fraturas. Paciente sentado. Pint Região interna ou medial do pé. Paciente sentado. Raio central perpendicular. As melhores incidências para demonstração do sustentaculum tali são as AXIAIS. pela maior facilidade de posicionamento. pois para ambas. A região do tendão de aquiles deve coincidir com o centro do chassis. por tanto. É importante para o radiologista e para o ortopedista a medida dos ângulos talucalcaneano e do arco plantar em radiografias feitas com o paciente pisando com o peso do corpo ( radiografia com carga ). Raio central perpendicular. Esta projeção entra na rotina. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 30 / 12 / 100 / 0. apoiando a região interna da perna sobre a mesa. Normalmente essas alterações estão relacionadas com quadros de hipotonias musculares. penetrando no processo estilóide do 5º metatarsiano. . Raio central perpendicular. com o joelho fletido. Apesar de demonstrar melhor as relações articulares do calcâneo. apresentando.

em politraumatizados. . Também pode chamar-se articulação tíbio-astragalina ou articulação do tornozelo.12s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Região externa ou lateral da articulação.1s / fino / 1m / não / 24x30 Pint Região interna ou medial do pé. Paciente em posição ortostática. mais próxima do filme. colocando o peso do corpo sobre os pés. As incidências para pé chato devem ser feitas sempre comparativas. podemos fazer o paciente pisar sobre dois catálogos de telefone de cada lado e o chassis perpendicular a mesa entre eles. com o peso do corpo sobre os pés. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. perpendicularmente ao chassis. Raio central com uma inclinação tal que penetre perpendicular ao maior eixo do dorso do pé ( +_5º ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 32 / 12 / 100 / 0. Deve penetrar na 3ª articulação metatarso-tarsiana. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. penetrando perpendicular ao meio do espaço entre a tuberosidade ungueal e a tuberosidade posterior do calcâneo. Paciente sentado com o joelho fletido apoiando a região externa da perna e do meléolo lateral ou peroneiro sobre a mesa e chassis. no ponto médio da articulação. pois assim os espaços articulares são melhor demonstrados.ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Dorso-plantar (AP) / Pint / Pext / Incidências de rotina Dorso-plantar / Pint / Dorso-plantar (AP) Região plantar em contato com o chassis. Raio central perpendicular.1s / fino / 1m / não / 24x30 NOTA Perfil interno Qando não temos um anteparo de madeira especifico para esta incidência. Pé fazendo um ângulo de 90º com a perna. Raio central perpendicular. Nesta incidência vai ser mantida o ângulo entre o astrágalo e o calcâneo. devem ser feitas incidências comparativas. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext / AP Regiões da tuberosidade posterior do calcâneo e tendão de aquiles. para a medida dos ângulos dos dois pés. que deverá estar em linha com o terceiro dedo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 34 / 10 / 100 / 0. Pext Região externa ou lateral do pé. que deverão estar apoiados sobre um anteparo radiotransparente. mais próxima do filme. Sempre que possível. Paciente em posição ortostática. participando também lateralmente o perôneo e a fíbula. penetrando 1cm para cima do maléolo medial ou tibial. por isso deve Ter uma determinada penetração para aparecer a fileira posterior do tarso. mais próximas do filme. Raio central horizontal ao plano da mesa. pisando sobre o chassis. que deverão estar apoiados sobre um anteparo radiotransparente que encaixe no seu centro. mais próxima do filme. Esta projeção entra na rotina mínima por aproximar mais a região do arco plantar do filme. Raio central horizontal ao plano da mesa. Esta incidência pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal e o raio central horizontal. Paciente em posiçào ortostática. penetrando perpendicularmente no meio do espaço entre a tuberosidade ungueal do maior dedo e a tuberosidade posterior do calcâneo. mais próxima do filme. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. Articulação tíbio-társica A articulação tíbio-társica é composta principalmente pela tíbia e o astrágalo.

penetrando 1cm acima do maléolo tibial. Radiografias com stress O termo stress representa uma tração que é feita no momento da exposição aos raios-x.Pint Região interna ou medial da articulação. com suspeita de rutura de ligamentos. no ponto médio da articulação. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. A pessoa que fizer a tração deve proteger-se com avental plumbífero e pegar na região do pé com utilização de luva plumbífera. AP com stress medial Região posterior da perna e do calcâneo. . Raio central perpendicular. girando a perna lateralmente de aproximadamente 5º. OPE Região posterior externa da articulação. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP com stress lateral / AP com stress medial AP com stress lateral Região posterior da perna e do calcâneo. quem fizer essa tração deve proteger-se contra os raios-x. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. podemos encontrar o lado lesado com espaço maior do que o outro. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. as obliquas com rotação interna e externa devem passar para a rotina radiografica mínima. em politraumatizados. Sem movimentar a região posterior do calcâneo. mais próximo do filme. que vai demonstrar o lado lesado e até orientar o ortopedista como colocar o gesso. mais próximas do filme. Raio central perpendicular. no ponto médio da articulação. no mesmo posicionamento do AP de tíbiotársica. Quando há rutura ligamentar na radiografia com tração. mais próxima do filme. virando a perna medialmente de aproximadamente 15º. no ponto médio da articulação. Paciente sentado. no mesmo posicionamento do AP de tíbiotársica. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. Sem movimentar a região posterior do calcâneo. O pé deve fazer um ângulo de 90º com a perna. fazer uma traçào em sentido lateral. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 48 / 28 / 10 / 100 / 0. Esta incidência demonstra o maléolo peroneiro dissociado. penetrando 1cm acima do maléolo tibial. O terceiro dedo deve ficar em linha com a perna. penetrando 2cm acima do maléolo peroneiro.12s / fino / 1m / não / 18x24 NOTA Rutura ligamentar Normalmente o espaço compreendido entre as porções mais distais dos maléolos peroneiro e tibial. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. e o astrágalo são iguais mesmo fazendo-se o stress. Esta incidência pode ser feita com o paciente em decúbito dorsal com o raio central horizontal.12s / fino / 1m / não / 18x24 Articulação tíbio-társica ( Rupturas ligamentares ) Casos de entorse ao nível da articulação tíbio-társica. pois no AP e no perfil a sua face articular para a tíbia não aparece com boa definição. até aproximar a região do meléolo tibial do centro do chassis. Raio central perpendicular. O terceiro dedo deve ficar em linha com a perna. penetrando 1cm acima do maléolo tibial.1s / fino / 1m / não / 18x24 OPI Região posterior interna da articulação. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. fazer uma tração em sentido medial. mais próxima do filme. fletindo o joelho. podemos fazer um estudo radiológico especifico. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 12 / 100 / 0. Esta incidência demonstra o maléolo tibial dissociado. no ponto médio da articulação. OBS : Quando há suspeita de lesão ao nível dos maléolos tibial e peroneiro.

Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. colocando o pé em ângulo reto com a perna. Pint Região interna ou medial da perna. mais próxima do filme. o raio central deve penetrar no centro da região da perna a ser examinada. em ângulo reto com a perna em contato com a mesa e chassis. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. o raio central deve incidir no meio da região a ser examinada. Pext Região externa ou lateral da perna. PA Região anterior da perna. Raio central perpendicular. O plano que vai do grande dedo ao bordo medial da rótula deve ficar perpendicualr a mesa. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. Caso não seja possível a inclusão das articulações do joelho e tíbio-társica. Devemos utilizar sempre o maior filme possível. por isso apresentando valor nas pesquisas de lesões ao nível deste osso. penetrando no meio da perna. girando a perna lateralmente. Raio central perpendicular. de maneira que forme um ângulo de 45º com o filme. OPI Região posterior interna ou medial da perna. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal. pois o ideal é sempre incluir as duas articulações ( proximal e distal ) num mesmo filme. ou que não possam ser locomovidos do leito. penetrando no centro da região a ser examinada. o raio central deve penetrar no centro da região da perna a ser examinada. penetrando no meio do espaço entre as articulações proximal e distal. caso o paciente não tenha condições de ficar em decúbito dorsal. principalmente com dois ossos. OBS : As projeções obliquas são de grande valia nas pesquisas de alterações ósseas. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Raio central perpendicular. de maneira que forme um ângulo de 45º com o filme. Raio central perpendicular. OPE Região posterior externa ou lateral da perna. colocando a outra perna na frente da que vai ser examinada. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Esta incidência apresenta valor em exames de pacientes gessados. Paciente em decúbito ventral. OBS : Podemos fazer também o Pext com o raio central horizontal colocando-se o chassis perpendicular a mesa ou maca. Caso não seja possível incluir as duas articulações no mesmo filme. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. para facilitar o posicionamento. apoiando a região dorsla do pé na mesa ou colocando-se um apoio sob os joelhos para facilitar o posicionamento. girando a perna medialmente. Caso não seja possível a inclusão das articulações do joelho e tíbio-társica. Esta projeção tem valor em pacientes gessados ou em politraumatizados. mais próxima do filme.Perna Encontramos na perna dois ossos. . corticais e periostais.16s / fino / 1m / não / 30x40 Joelho A articulação do joelho se dá. Em casos que não for possível essa condição. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Pext / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext / AP Região posterior da perna. mais próxima do filme. A região externa do pé. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 32 / 16 / 100 / 0. Raio central perpendicular. perpendicular ao chassis. como reações medulares. mais próxima do filme. a tíbia anterior e medial e o perôneo lateralmente. devemos sempre incluir a articulação mais próxima da região onde esta a possível lesão. A coxa deve fazer um ângulo de aproximadamente 120º com a perna. Paciente em decúbito dorsal ou sentado erguendo a perna. o fêmur e a tíbia. Esta incidência dissocia totalmente o perôneo. mais próxima do filme. penetrando no centro da região a ser examinada. para isso devemos colocar um apoio sob a perna.

6s / fino / 1m / sim / 30x40 60 / 38 / 20 / 100 / 0. que vai se fixar na tuberosidade anterior da tíbia.(A) Região externa ou lateral do joelho. devemos manter um ângulo de 120º entre a coxa e a perna. não permitindo movimentos. mais próxima do filme. pelo tendão do músculo quadríceps. pois esta localizado laterlamente mais abaixo. ANQUILOSE é a alteraçào patológica que fixa a articulação. Paciente em decúbito ventral. O paciente em decúbito dorsal. erguendo o joelho a ser examinado. as duas articulações devem ser demonstradas num mesmo filme. penetrando no ponto médio da grande perga do joelho. e facilitar o posicionamento. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA (A) e (B) / Pext (A) e (B) / Pint / OPI / OPE / AXIAL / Incidências de rotina AP / Pext (A) / AP Regiões posteriores das coxas. sentado ou em posição ortostática. O PA de joelho. mais próxima do filme. PA . Chassis colocado perpendicular ao plano da mesa ou leito. isto é. Raio central perpendicular ou com 5º podálicos. erguendo o joelho a ser examinado. Paciente em decúbito dorsal. esta relacionada com a lesão dos componentes articulares como cartilagem articular. ligamentos internos e externos. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o vértice da rótula e a prega do joelho. e para manter o posicionamento deve ser colocado um apoio radiotransparente sob a coxa e a perna. o organismo reage com a deposição de tecido de cicatrização e tardiamente. de calcificação. deve ser comparativo. Pext . etc. mais próximas do filme. Esta incidência é a melhor para pacientes que apresentem anquilose ( ou ancilose ) do joelho. indicamos esta incidência. sempre que possível. colocando a outra perna na frente da que vai ser examinada. com os joelhos apoiados sobre a mesa ou chassis. Paciente inicialmente em decúbito ventral. Como resultado dessa agressão. com os pés ligeiramente rodados medialmente. mais próximas do filme. Pint Região interna ou madial do joelho. para logo após erguer o corpo de maneira a manter a coxa e a perna com ângulações iguais em releção a mesa. joelhos e pernas. PA . penetrando no ponto médio da grande prega do joelho.(B) Região externa ou lateral do joelho. no centro do filme. OPI e OPE . se o paciente tiver condições. que podem predominar no lado direito ou esquerdo. Para retirar a rótula da fossa patelar do fêmur ( espaço entre os dois côndilos anteriormente ). Esta incidência deve ser comparativa por causa das inúmeras variações da anatomia normal e por causa das patologias bilaterais e das unilaterais. Raio central perpendicular. Reio central perpendicular ou com 5º cefálicos.(A) Regiões anteriores das coxas. Esta projeção tem importância nos casos de pacientes que não tenham condições de executar o exame em decúbito dorsal. Nos casos em que a anquilose mantém o joelho com uma certa flexão. Paciente em decúbito dorsal. envolvida pela sua frente.2s / fino / 1m / não / 30x40 Pext . Raio central perpendicular. Raio central horizontal ao plano da mesa ou do leito. O AP de joelho deve ser comparativo. joelhos e pernas. pode fixa-lo com o outro joelho. mais próxima do filme.(B) Região posterior do joelho. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 38 / 60 / 100 / 0. O chassis deve estar colocado verticalmente com o seu maior plano em contato com a região lateral do joelho. penetrando ao nível do vértice da rótula. para fazer o posicionamento de rotina. numa mesma exposição. penetrando no meio do espaço entre o vértice da rótula e a prega do joelho. e para isso deve ser colocado um apoio radiotransparente sob a perna e a coxa. O perôneo ou fíbula não participa da articulação do joelho. Esta incidência esta indicada em pacientes que não possam se locomover.A rótula participa anteriormente da articulação. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. mais próxima do filme.

As incidências obliquas apresentam grande valor nas suspeitas de fraturas articulares. Paciente senteado ou em decúbito dorsal. Paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme.6s / fino / 1m / sim / 24x30 NOTAS GERAIS 1-) Grade potter-bucky A partir dos 9cm. pois esta espessura já apresenta uma quantidade de radiação secundaria suficiente para tirar o detalhe radiografico. colocamos um apoio sob o joelho do paciente. Raio central perpendicular. 2-) Radiografia com raios moles Quando a indicação para o estudo do joelho for artrite ( processo inflamatório na articulação ) devemos fazer além das incidências de rotina. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . penetrando ao nível do vértice da rótula. penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do joelho.Regiões posteriores interna e externa respectivamente do joelho. O paciente deve manter o posicionamento através de uma faixa ou toalha. mais próximo a uma das extremidades da mesa. Esta incidência tem valor nos casos de fraturar de rótula. a rótula é um osso curto. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA (A) e (B) / Pext / Pint / OPI / OPE / OAI / OAE / AXIAL (A).(B) e (C) Incidências de rotina PA (A) / Pext / PA (A) Região anterior do joelho. mais próximas do filme. Paciente em decúbito ventral.2s / fino / 1m / não / 24x30 AXIAL Regiões anterior da coxa e proximal do joelho.6s / fino / 1m / sim / 18x24 PA (B) Região anterior do joelho. ( +_20º a 25º cefálicos ). apoiando as pernas sobre o encosto de uma cadeira ou sobre uma outra mesa.3cm em sentido medial  OPE . mais próxima do filme. um perfil com menos 5 Kv em média. Rótula ( patela ) Ainda considerada por alguns autores como um osso sesámoideo. fletindo as pernas sobre as coxas até que forme um ângulo de aproximadamente 60º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 64 / 38 / 60 / 100 / 0. devemos fazer além das radiografias de rotina. Esta projeção tem valor nas suspeitas de fraturas de rótulas e das proções anteriores dos côndilos femurais. 3-) Desvios dos joelhos Quando a indicação do exame radiológico for para desvios dos joelhos ( genovalgo e genovaro ). Articula-se com os côndilos femurais medial e lateral. Raio central com um inclinação tal que percorra paralelamente o espaço entre a rótula e o fêmur. Quando o posicionamento se torna incômodo. . penetrando 2cm acima do ponto médio da grande prega do joelho. Paciente em decúbito dorsal. O chassis deve ficar sobre a rótula a ser examinada e o raios-x incidir por baixo. mais próximas do filme. girando a perna medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ). colocando a face anterior da rótula em contato com a mesa. uma incidência em AP de joelhos com o paciente em posição ortostática. Raio central incidindo perpendicular infero-superiormente. Obliqüidade joelho-filme entre 30º e 45º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 62 / 40 / 60 / 100 / 0. costumamos fazer as radiografias com grade.3cm em sentido lateral  OPI FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 58 / 38 / 60 / 100 / 0. saindo no meio da rótula. que compõe a articulação do joelho anteriormente. Raio central perpendicular.6s / fino / 1m / sim / 24x30 58 / 38 / 20 / 100 / 0. apesar da sua constancia. passando pelo dorso do pé.

penetrando no meio do espaço entre a base e o vértice da rótula. A região plantar deve estar apoiada na mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 52 / 32 / 40 / 100 / 0. deve penetrar percorrendo o maior eixo da rótula. mais próxima do filme Paciente em decúbito ventral girando o joelho medialmente ( OAI ) e lateralmente ( OAE ). pela margem intercondilar ou incisura intercondilar ou ainda chanfradura intercondiliana. AXIAL (C) Região anterior da coxa no seu treço distal. erguendo o joelho do lado a ser examinado de maneira que forme um ângulo de aproximadamente 120º. pois se um paciente tem uma fratura incompleta e se excedremos na flexão da perna sobre a coxa poderemos completar esta fratura. joelho ou perna. para sair perpendicular ao chassis. da rótula. Estas obliquas apresentam grande valor nas suspeitas de lesões ao nível da rótula e devem ser feitas quando o doente consegue apoiar a sua região. mais próxima do filme. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. Obliqüidade joelho-filme de 45º. A obliquidade joelho-filme deve ser de 45º. . apoiadas sobre a mesa. da rótula. Paciente em decúbito dorsal. passando a outra perna por cima e colocando-se na frente da que vai ser examinada. Raio central horizontal ao plano da mesa. modificando em muito o prognostico para o paciente.12s / fino / 1m / não / 18x24 Chanfradura intercondiliana Os dois côndilos do fêmur apresentam-se separadamente entre si. O paciente deve sentar e apoiar a coxa e perna sobre um anteparo. AXIAL (B) Região lateral da coxa. com o próprio paciente fixando o filme. Paciente em decúbito ventral. Fazer um ângulo de 120º entre a coxa e a perna. saindo no centro da rótula. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o vértice e a base da rótula. girando o joelho medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ).4s / fino / 1m / sim / 18x24 52 / 32 / 40 / 100 / 0. Raio central com uma inclinação tal que percorra o maior eixo da rótula ( +_20º / 25º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 30 / 40 / 100 / 0. mais próxima do filme.62 / 40 / 20 / 100 / 0. Paciente em decúbito dorsal. Raio central quase que horizontal ao plano da mesa. apoiada sobre a coxa. fazendo um ângulo de 135º entre a coxa e a perna. respectivamente. OPI e OPE Regiões posteriores interna e externa respectivamente.2s / fino / 1m / não / 18x24 Pext Região externa ou lateral do joelho. Raio central perpendicular. O chassis deve ficar perpendicular ao maior eixo da rótula. que deverá estar perpendicular ao plano da mesa. Estas incidências obliquas devem ser indicadas quando o paciente não tenha condições de apoiar diretamente a rótula sobre a mesa. passando pelo dorso do pé. mais próximas do filme. saindo no centro da rótula. toalha ou avental. fletindo as pernas sobre as coxas até que se forme um ângulo de aproximadamente 60º. Com o raio horizontal ao plano da mesa. Paciente em decúbito dorsal. Paciente sentado. para que fique num plano mais alto.4s / fino / 1m / sim / 18x24 OAI e OAE Regiões anteriores interna e externa. Chassis colocado perpendicular ao plano da mesa ou leito. AXIAL (A) Regiões anterior e próximal do joelho. cefálicos ). Raio central perpendicular. com a finalidade de dissociar a rótula. pois o raio central vai penetrar horizontalmente. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. penetrando axial ao maior eixo da rótula. mais próximas do filme. OBS : A indicação da axial para rótula deve ser cautelosa. fazendo um ângulo de 60º entre a coxa e a perna. atrás e embaixo. Pint Região interna ou medial do joelho. O paciente deve manter o posicionamento através de uma faixa.

AP (A) e (B) Decúbito ventral 1. Raio central perpendicular. penetrando ao nível da grande prega do joelho. A perna deve fazer um ângulo de 120º com a coxa. Incidências Decúbito dorsal 1. nos casos de crianças e pessoas idosas. de maneira que a coxa faça um ângulo de 120º com a perna. Sem movimentar a perna. Esta projeção demonstra a margem anterior da chafradura intercondiliana. Região posterior do joelho. 2-) PA (A) Região anterior da perna. penetrando ao nível da grande prega do joelho. Região posterior do joelho. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. 2-) PA (B) Região anterior da perna. Sem movimentar a perna. mais próxima do filme. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. o paciente deve flexionar o joelho de maneira que a coxa faça um ângulo de 160º com a perna.Decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 38 / 60 / 100 / 0. AP (B) . Ângulo formado entre a mesa e a coxa é de 20º Raio central perpendicular.PA (A) e (B) / 2. Esta projeção demonstra a margem anterior da chanfradura intercondiliana. mais próxima do filme. Raio central perpendicular ou com 110º em relação ao plano da perna.Decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 67 / 38 / 60 / 100 / 0. apresentam a vantagem de ser mais fácil o posicionamento para o paciente e a desvantagem da grande distância objeto-filme e a superposição da rótula. ou fazer em decúbito ventral em pacientes que tenham condições de manter o posicionamento. de maneira que a coxa forme um ângulo de 120º com a perna. mais próxima do filme. Raio central com 20º cefálicos ou 70º em relação ao plano da perna. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. mais próxima do filme. Sem movimentar a perna. O ângulo formado entre a mesa e a coxa é de 40º. Raio central perpendicular ( 90º em relação ao plano da mesa ) em relação ao plano da perna. o paciente deve flexionar o joelho. O maior eixo longitudinal mediano da perna deve coincidir com a linha central da mesa. penetrando ao nível da grande prega do joelho. mais próxima do filme. incidindo ao nível da grande prega do joelho. pois nas radiografias simples de joelho. A perna deve fazer um ângulo de 120º com a perna.6s / fino / cilindro encostado / sim / 24x30 Com o paciente em decúbito ventral Podemos fazer o exame com o paciente em decúbito ventral de duas maneiras : 1-) PA (A) Região anterior da perna.PA (A) e (B) Com o paciente em decúbito dorsal ou sentado AP (A) . OBS : As projeções para chanfradura intercondiliana com o paciente em decúbito dorsal ou sentado. o paciente deve flexionar o joelho. de maneira que a coxa faça um ângulo de 140º com a perna. Para o estudo radiográfico da chanfradura intercondiliana é necessário incidências especiais.Ela é limitada em baixo e aos lados pelas margens dos côndilos e é separada da face poplítea do corpo pela linha intercondilar do fêmur. Esta projeção demonstra a margem anterior da chanfradura intercondiliana. Raio central incidindo com 90º em relação ao plano da perna. 1-) PA (B) Região anterior da perna. Sem movimentar a perna. o paciente deve flexionar a articulação do joelho.6s / fino / cilindro encostado / sim / 24x30 . devemos utilizar o cilindro de extensão aberto. Para obtermos mais detalhe. penetrando ao nível do vértice da rótula. mais próxima do filme. Esta projeção demonstra a margem posterior da chanfradura intercondiliana. não permitem a devida visualização das margens anterior e posterior da chanfradura. Podemos fazer o exame com o paciente em decúbito dorsal ou sentado.

fazendo uma ligeira rotação interna ( medial ) da coxa. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. no seu terço médio distal. mais próxima do filme. OPI e OPE Regiões posterior interna e externa respectivamente do terço médio distal da coxa. Devemos sempre utilizar o maior filme possível para as radiografias do fêmur. de lesões ósseas ou de partes moles. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. no seu terço médio distal. o maior e mais pesado osso do corpo humano. mais próxima do filme. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. Chassis perpendicular ao plano da mesa ou leito.Fêmur ( terços médio-distal ) É o único osso da coxa.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Pext (B) Região externa ou lateral da coxa. principalmente quando a indicação é fratura. Esta incidência tem indicação nos pacientes que estejam em tração ou em pacientes gessados. Paciente em hemi-decúbito lateral ou sentado. em contato com a região externa da coxa. o dividimos em três partes. no seu terço médio distal. As projeções obliquas apresentam grande valor quando o radiologista deseja esclarecer uma hipótese diagnóstica. mais próxima do filme. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. erguendo a coxa a ser examinada. . AP Região posterior média-distal da coxa. Esta incidência tem indicação em pacientes que estejam em tração ou em pacientes gessados. girando a coxa medialmente ( OPI ) e lateralmente ( OPE ). em contato com a região interna da coxa. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito dorsal. terço proximal. Chassis perpendicular ao plano da mesa ou leito. penetrando perpendicular ao centro da região a ser examinada. passando a outra coxa por cima. Pext (A) Região externa ou lateral da coxa. até o joelho da outra perna ficar anterior a região a ser examinada. Incidências Terço médio-distal AP / Pext (A) e (B) / Pint / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext (A) / Terço médio proximal AP / Pext (A) e (B) / OPI / OPE / Incidências de rotina AP / Pext (A) / Terço médio-distal As radiografias do fêmur para terço médio-distal devem incluir obrigatoriamente no filme a articulação do joelho. porque somente em raros casos conseguimos inclui-lo em toda sua extensão no filme. Raio central horizontal ao plano da mesa ou leito. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa.2s / fino / 1m / não / 30x40 Pint Região interna ou medial da coxa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 20 / 100 / 0. mais próxima do filme. erguendo a coxa a ser examinada. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. médio e distal. proximalmente faz a articulação coxo-femural e distalmente a articulação do joelho. Raio central perpendicular. Para estudo radiológico do fêmur do adulto. penetrando perpendicular no centro da região a ser examinada. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. Paciente em decúbito dorsal.

Paciente em decúbito dorsal. Pext (B) Região externa ou lateral da coxa. Obliqüidade paciente-filme de 60º. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. Paciente em decúbito dorsal fazendo uma rotação interna máxima do membro inferior a ser examinado. Esta incidência mostra o grande trocânter dissociado e o colo do fêmur em sua maior extensão. Com o paciente em obliqua.8s / fino / 1m / sim / 30x40 Pext (A) Região externa ou lateral da coxa no seu terço médio proximal. mais próxima do filme. mais próxima do filme.Raio central perpendicular. fazendo uma rotação externa máxima do membro inferior a ser examinado Esta projeção mostra o pequeno trocânter dissociado e o colo do fêmur num plano semi-axial. Raio central com uma inclinação de 10º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. O bordo superior do chassis deve coincidir com o meio do espaço entre a espinha ilíaca ântero-superior e a crista ilíaca.6s / fino / 1m / sim / 30x40 Fêmur ( terços médio-proximal ) As radiografias do fêmur para terço médio proximal devem incluir obrigatoriamente a articulação coxo-femural. Raio central perpendicular. Raio central perpendicular penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito lateral. quando desejamos o fêmur direito e em obliqua posterior esquerda.8s / fino / 1m / sim / 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Radiografia pré-operatória . penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada. na posição de obliqua posterior direita. Paciente em hemi-decúbito lateral. penetrando no períneo. AP Região posterior média proximal da coxa. Paciente em decúbito dorsal. OPE Região posterior externa da coxa. mais próxima do filme. mais próxima do filme.8s / fino / 1m / sim / 30x40 OPI Região posterior interna da coxa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 80 / 100 / 0. mais próxima do filme. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. no seu terço médio proximal. O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. aplicando sempre que possível o efeito anódio ( catódio para o lado da articulação coxofemural ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. Devemos sempre utilizar os maiores filmes para o exame da coxa. quando desejamos o fêmur esquerdo. no seu terço médio proximal. o meio do maior eixo longitudinal da coxa deve coincidir com a linha central da mesa. fazendo uma ligeira rotação interna da coxa. Raio central perpendicular. no seu terço médio proximal. penetrando no meio da porção da coxa a ser examinada.

Raio central com uma inclinação cefálica de 10º penetrando no períneo. fazendo uma rotação externa da perna do lado a ser examinado. de fratura do fêmur. mais próxima do filme. O maior eixo longitudinal mediano da coxa a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. aumentando a quilovoltagem : Gesso seco  + 8Kv Gesso úmido  + 12Kv Colo do fêmur É a porção proximal localizada entre a região intertrocantérea e a cabeça do fêmur. Paciente em decúbito dorsal. penetrando no centro do colo do fêmur. penetrando perpendicularmente no centro do maior eixo do colo do fêmur incidindo no períneo. mais próxima do filme. de maneira que a coxa forme um ângulo de 90º com o tronco. com a perna que não vai ser radiografada elevada e apoiada sobre um anteparo.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Articulação coxo-femural É a articulação formada entre o osso ilíaco ou coxal através do acetábulo com a cabeça do fêmur. fazendo uma rotação interna da perna do lado a ser examinado. mais próxima do filme. É admiravelmente construída para combinar movimentos relativamente livres com sustentação e transmissão de peso. OBS : Esta projeção apresenta importância nos casos cirúrgicos de fraturas de colo do fêmur.8s / fino / 1m / sim / 24x30 AXIAL (A) Região externa do colo do fêmur. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP com rotação interna e com rotação externa / AXIAL (A) e (B) / AP com rotação interna Região posterior do terço proximal da coxa. 2-) Paciente gessado Quando radiografamos uma porção espessa dos membros que esteja gessada. Paciente em decúbito lateral. num plano semi-axial em relação ao filme. devemos alterar os fatores. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. durante o ato cirúrgico. Paciente em decúbito dorsal. podendo aquilatar como será a redução e até corrigir a posição das extremidades fraturadas. Raio central perpendicular. Pela grande espessura a ser atravessada. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito dorsal. onde pode-se ver os deslocamentos anteriores e posteriores. Raio central perpendicular. AXIAL (B) Região externa da coxa no seu terço proximal. num plano semi-axial em relação ao filme. AP com rotação interna Região posterior do terço proximal da coxa. antes e após a redução. devem ser feitas utilizando sempre o maior chassis e posicionando-o de tal maneira a colocar o máximo possível do fêmur na imagem.As radiografias durante o ato cirúrgico. penetrando no centro do maior eixo do colo do fêmur. Métodos para localização da articulação . mais próxima do filme. devemos sempre utilizar uma grade fixa. em toda a sua extensão paralelo ao plano do filme. de maneira que o maior eixo do colo do fêmur fique paralelo ao filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 39 / 80 / 100 / 0. mais próxima do filme. Esta incidência mostra o colo do fêmur. Esta incidência mostra o colo do fêmur. fazendo uma rotação externa da perna do lado a ser examinado. Esta preocupação é porque o ortopedista assim tem a noção exata do eixo do fêmur. Esta incidência mostra o colo do fêmur. O bordo superior do chassis deve ficar em contato com a crista ilíaca. AP com rotação externa Região posterior do terço proximal da coxa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. O chassis é colocado do lado externo a ser examinado. Raio central horizontal ao plano da mesa.

fazemos a OPD e a OPE. devemos encostá-lo no paciente. por causa da boa definição das relações articulares. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 Perfil direito e esquerdo Região externa ou lateral das articulações direita ou esquerda. então a variação nos fatores em relação a comparativa será pequena. respectivamente. entre a cabeça do fêmur e o acetábulo. penetrando na articulação a ser examinada. por isso diminuindo a distância foco-filme. forma-se quatro ângulos. Raio central perpendicular. girando os pés para dentro e numa outra radiografia. no estudo do lado direito. As duas incidências localizadas devem participar da rotina. qualquer um dos diferentes métodos : 1-) No meio da linha imaginaria entre a espinha ilíaca ântero-superior e a sinfise púbiana. Paciente em decúbito dorsal. Este é o melhor método de localização. Quando há dificuldade do paciente manter o posicionamento. OBS : A incidência comparativa deve ser obrigatória na rotina mínima. Paciente em decúbito lateral rigoroso com as pernas estendidas ao longo do corpo. onde o paciente não consegue fazer os movimentos de rotação da perna. "sobre esta linha" esta a articulação. esta a articulação. OBS : Quando utilizamos o cilindro de extensão aberto. utilizamos uma faixa compressora. pois lesões ao nível da articulação podem ser unilaterais ( direita ou esquerda ) ou bilaterais. Raio central perpendicular. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa.A articulação coxo-femural por ser profunda e protegida por fortes cápsulas e envolvida por músculos poderosos. cruza-se uma transversal. Raio central perpendicular. Obliqüidade paciente-mesa de 30º a 45º. uma região coincidente com 3cm acima do grande trocânter. As projeções obliquas devem ser feitas para cada articulação. Raio central perpendicular. encontra-se a articulação coxo-femural. passando ao nível das articulações. 3-) Localizando-se o grande trocânter em rotação interna da perna. necessita para a sua localização. mais próxima do filme. OBS : Esta incidência apresenta indicação nos casos em que há suspeita de luxação de articulação coxo-femural. porem é colocado o cilindro de extensão aberto ou colimadores de abertura de acordo com a articulação. penetrando ao nível da articulação. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 10 / 200 / 100 / 2s / fino / 1m / sim / 24x30 OPD e OPE Região posterior direita e esquerda. mais próxima do filme. isto é. dois a três centímetros para cima e sete a oito centímetros para dentro. cruza-se uma perpendicular. da bacia. Três centímetros abaixo desse cruzamento. 4-) Sentindo-se a pulsação da artéria femural. Este método deve ser aplicado com estes números no adulto. mais próximas do filme. esta a articulação. A região da articulação a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP comparativa com rotação interna e rotação externa / AP localizada com rotação interna e rotação externa / Perfil direito e esquerdo / OPD / OPE / AXIAL (A) e (B) / incidência de LOWENSTEIN (A) e (B) / incidência de van rosen / incidência de BUDIN E CHANDLER / tomografia em AP / Incidências de rotina AP comparativa com rotação interna / AP localizada com rotação interna / AP localizada com rotação externa / AP comparativa com rotação interna e com rotação externa Região posterior de ambas articulações. pois demonstra a cabeça e colo do fêmur com excelente definição. 2-) No meio da linha imaginaria entre a crista ilíaca e a sinfise púbiana. AP localizada com rotação interna e com rotação externa Mesmo posicionamento da incidência em AP comparativa. girando para fora. . Devemos fazer de rotina o AP comparativo com rotação interna. OBS : As obliquas apresentam indicação nos casos de fraturas ou luxações. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações. Três a quatro centímetros abaixo da bissetriz do ângulo mais inferior. dados esses importantíssimos no diagnóstico diferencial.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / -. cada um deles. B-) Radiografia afastando os dois joelhos do plano mediano ságital de 60º. fletindo as coxas e pernas com os pés apoiados na mesa. Nesta incidência as duas regiões plantares ficam quase encostadas uma á outra. penetrando no meio do espaço entre as duas articulações.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Incidência de BUDIN e CHANDLER Região posterior da articulação. mais próxima do filme. no seu terço proximal. mais próxima do filme. Raio central horizontal ao plano da mesa. em intensa rotação interna e abdução máxima dos membros. numa caixa ou cadeira de material totalmente radiotransparente. incidindo no períneo.Para fixar o posicionamento. FROG ou RÃ. utilizada posteriormente como uma linha de referencia. formando um ângulo com o eixo ságital de 45º.80m. O maior eixo longitudinal mediano da coxa a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. A incidência de LOWENSTEIN. A diafragmação visa também proteger as gônadas da radiação. deve ser sempre comparativa e quando indicada devem ser feitas as duas radiografias ( A e B ). AXIAL (B) Região externa ou lateral da coxa. Paciente em decúbito lateral. Raio central perpendicular. utilizamos um apoio radiotransparente sob o lado que está levantado. Raio central perpendicular. no filme. Incidência de van rosen Regiões posteriores das articulações coxo-femurais. O bordo superior do chassis deve ficar em contato com a crista ilíaca. A coxa erguida deve formar um ângulo de 90º com o tronco. Esta proteção pode ser conseguida através de um campo reduzido e o uso de um anteparo plumbífero para as gônadas. Nesta incidência devemos utilizar uma grade fixa para obtermos mais detalhe. A incidência de VAN ROSEN deve ser sempre comparativa. mantendo os joelhos e pés unidos. com os joelhos fletidos em 90º. O chassis é colocado do lado externo a ser examinada./ 250 / 100 / 2. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 Incidência de LOWENSTEIN ( incidência de FROG ) Regiões das articulações coxo-femurais. penetrando perpendicular no centro do maior eixo do colo do fêmur. Paciente em decúbito dorsal. A-) Radiografia afastando os dois joelhos do plano mediano ságital de 15º. Esta radiação geralmente é indicada em crianças. de maneira que o maior eixo do colo do fêmur fique paralelo ao filme. Ao diafragmar é importante incluir o terço superior da tíbia. com a outra coxa fazendo um ângulo reto com a mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal com as pernas estendidas. OBS : A incidência de VAN ROSEN é importante no estudo das luxações da articulação coxo-femural. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. Paciente sentado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 AXIAL (A) Região externa ou lateral da articulação. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. cada um deles. Normalmente a linha prolongada pela diáfise femural corta o teto acetabular.80m / sim / 24x30 Tomografia . esta técnica não será satisfatória em crianças menores de 6 anos. Quando há luxação. mais próximas do filme. mais próximo do filme. incidindo ao longo do eixo do fêmur. Raio central com uma inclinação cefálica de 20º penetrando no períneo. na estativa vertical. com a perna que não vai ser radiografada elevada e apoiada sobre um anteparo. Por causa do tempo longo de exposição. mais próximas do filme.5s / fino / 1. o ângulo é menor ( entre 30º e 45º ) a reta cai mais próxima a coluna torácica. o feixe é centrado no colo do fêmur ( região medial da coxa ). A radiografia deve ser feita a uma distância foco-filme de 1. penetrando no meio do espaço entre as articulações. Raio central perpendicular.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . mais próximas do filme. Os ossos que formam o ilíaco ou coxal são : Ileon . para podermos visualizar as regiões do colo do fêmur e grande trocânter com melhor definição. utilizamos uma faixa compressora próxima a uma região da bacia. Raio central perpendicular. OBS : O perfil direito ou esquerdo tem indicação nos casos de suspeitas de fraturas ao nível do isquion e do púbis.superior e lateral Isqueon . composto principalmente pelos dois ilíacos. Raio central penetrando na articulação. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. Quando há dificuldade de manter o posicionamento. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. colocando o corpo em posição obliqua. A obliquidade posterior mostra a fossa ilíaca direita. penetrando 3cm acima do cóccix. aproximadamente 80% de todo o ilíaco. PA Região anterior da bacia. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. As fossas ilíacas no AP. Os pés devem ficar em rotação interna. Obliquidade paciente-mesa de 45º. sempre é dos métodos de exames radiológicos apresntam maior valor para o diagnóstico do médico radiológista.inferior e posterior Púbis . Paciente em decúbito lateral rigoroso. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 250 / 80 / 3. com a articulação a ser radiografada coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 35x35 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda. Tomografia em AP Paciente em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. O plano ótimo'quase sempre se encontra próximo a espessura dividida por dois somada de 3cm. mais próxima do filme. posteriormente encontramos a coluna sacra e a coccígea. penetrando no meio do espaço entre a espinha ilíaca ântero-superior e o púbis. mais próxima do filme. utilizamos um apoio radiotransparente sob o lado levantado. respectivamente. Raio central perpendicular. penetrando ao nível da fossa ilíaca uns 4cm para dentro da espinha ilíaca ântero-superior.8s / fino / 1m / sim / 24x30 Pdir e Pesq Região direita ou esquerda da bacia. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / OPD / OPE / Perfil esquerdo e direito / Incidências de rotina AP / OPD / OPE AP Região posterior da bacia. Sempre devemos incluir todos os ossos da bacia no filme. As projeções obliquas são mais especificas para as fossas ilíacas que aparecem no seu plano paralelas ao filme. penetrando no meio do espaço entre as duas espinhas ilíacas ântero-superiores e a sínfise pubiana. que não têm condições de ficar em decúbito dorsal.O estudo tomograficocom suas radiografias em planos pré-selecionados pelo operador. aparecem num plano semi-axial.2s / fino / tomo / sim / 24x30 Bacia A bacia é formada por um forte arcabouço ósseo. Utilizamos esta incidência em politraumatizados. e a obliquidade posterior esquerda mostra a esquerda.inferior e anterior O maior osso da bacia é o ileon. com as pernas estendidas ao longo do corpo. da bacia. Quando o paciente tiver dificuldade de manter o posicionamento.

6s / fino / 1m / sim / 18x24 Articulação Sacro-ilíaca É a articulação que se dá entre as faces articulares laterais da coluna sacra com as faces articulares do íleon. Raio central perpendicular penetrando ao nível da sínfise pubiana. Raio central perpendicular saindo no meio da sínfise pubiana. OBS : Esta projeção apresenta valor nos casos de fraturas do púbis. mais próxima do filme. para conseguirmos entrar com o raio central perpendicular ao maior eixo do sacro. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA / AP / Perfil direito e esquerdo / AXIAL / Incidências de rotina PA / AXIAL / PA Região anterior do púbis. por isso não devemos fazer de rotina essa projeção. O prefil superpõe o púbis direito e esquerdo. Fazemos o AP de púbis quando o paciente não tem condições de ficar em decúbito ventral. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. mais próxima do filme. AP Região posterior do púbis. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 25 / 60 / 100 / 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 PA Região anterior da articulação. principalmente quando apresentam fragmentos anteriores ou posteriores. Paciente em decúbito lateral rigoroso. Paciente em decúbito dorsal. Raio central com uma inclinação média de 25º cefálicos. mais próxima do filme. OBS : A inclinação cefálica costuma ser alguns graus maior em mulheres. penetrando no meio da sínfise pubiana. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. encontra-se localizado anteriormente na região inferior da bacia. com o tronco formando um ângulo de aproximadamente 60º com a mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. Paciente sentado. AXIAL ( Variante da incidência de THOMS ) Região inferior do púbis. medialmente. As pernas devem ficar afastadas ao máximo uma da outra. Paciente em decúbito ventral. Região pubiana deve coincidir com a linha central da mesa. Raio centra com uma inclinação podálica de 5º a 15º. passando pelo bordo superior da sínfise pubiana. mais próxima do filme. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP ( FERGUSON ) / PA / OPD / OPE / OAD / OAE / Incidências de rotina AP / OPD / OPE / AP ( incidência de FERGUSON ) Região posterior da articulação. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa.70 / -. mais próxima do filme. penetrando no processo espinhoso de S1./ 200 / 100 / 2. penetrando ao nível do púbis. no mesmo posicionamento do perfil de coxo-femural e bacia.0s / fino / 1m / sim / 35x35 Púbis É o menor osso do ilíaco. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa.8s / fino / 1m / sim / 18x24 Perfil esquerdo e direito Região direita ou esquerda do púbis.

mais próxima do filme.6s / fino / 1m / sim / 24x30 NOTA 1-) Projeções obliquas As regiões onde penetra o raio central nas incidências obliquas devem coincidir com a linha central da mesa. joelhos e tíbio-társicas. de grande importância na pesquisa da estiologia dessas alterações. Obliquidade paciente-mesa de 30º. O lado que está levantado é o que será radiografado. colocando o corpo em posição obliqua. escanograma. penetrando ao nível da articulação. Método de exame Regiões posteriores das articulações coxo-femurais. para termos certeza que o paciente não se moverá. são as principais indicações deste exame. isto é. Qualquer movimento de uma das pernas no sentido longitudinal. SINONÍMIA Mensuração radiológica. podendo-se medir também os membros superiores. O lado que esta levantado é o que será radiografado. pois podemos fazer escanografias de forma direta. que é indireta. o paciente em OPE. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. isto é. o paciente em OPE. mais próxima do filme. vai causar uma diferença na medida do comprimento dos ossos. A bandeja com o chassis deve deslizar livremente em todo o espaço compreendido entre a articulação coxo-femural e a articulação tíbio-társica. Este método exige que haja uma boa distância entre o plano superior do chassis e o inferior da mesa para que as placas de chumbo não deslizem quando a bandeja é fechada. são outros nomes utilizados para a mesma técnica. Para obtermos mais detalhe. a média para o joelho e a menor para a tíbio-társica. isto é. utilizando apenas uma projeção com um filme de tamanho que inclua as três articulações. da articulação. Quando em decúbito dorsal. penetrando 3cm para dentro da espinha ilíaca ânterosuperior mais afastada da mesa. Raio central perpendicular. colocando o corpo em posição obliqua. Normalmente a escanografia é utilizada na medição dos membros inferiores. Raio central perpendicular penetrando 3cm para dentro da espinha ilíaca ânterosuperior mais afastada da mesa. um AP de coxo-femural. um AP de joelho e um AP de articulação tíbio-társica. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática colocando o corpo em posição obliqua. OAD e OAE Região anterior direita e esquerda respectivamente. escoliose desnivel de bacia. a articulação a ser examinada é a direita. a articulação a ser examinado é a direita. Quando o aparelho não dispõe de colimador. a fim de medir quaisquer diferenças nos seus comprimentos. isto é. Raio central perpendicular. por que são feitas três exposições num mesmo filme sem o paciente se movimentar. Obliquidade paciente-mesa de 30º. INDICAÇÃO Claudicância. Escanografia É a demonstração radiográfica dos ossos longos. Quando o aparelho de raios-x dispõe de colimador. São três incidências num mesmo filme.72 / 30 / 100 / 100 / 1s / fino / 1m / sim / 24x30 OPD Região posterior direita da articulação. OPE Região posterior esquerda da articulação. mais próxima do filme. com o paciente em OAD. mais próximas do filme. devemos fixar através de uma fita de adesivo. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. devemos utilizar cilindros de extensão fechado ou outros colimadores. Obliquidade paciente-mesa de 30º. . a articulação a ser examinada é a esquerda. O lado a ser radiografado é o que esta mais próximo do filme. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. podemos fazer limitando os campos radiográfados com placas de chumbo. escanometria ou técnica de farril. os dois grandes dedos. fazemos a maior abertura do diafragma para a articulação coxo-femural.

todas as vértebras apresentam três núcleos de ossificação : um maior para o corpo e dois laterais para os arcos posteriores. 2-) Entrar paralelo aos espaços intervertebrais. pois se estender muito a cabeça. irá haver superposição da porção escamosa do occipital com a 3ª vértebra e as vezes até a 4ª vértebra cervical. chama-se proeminente. então fazemos o exame em decúbito dorsal. para tratamento do desnivel da bacia.Outro método que pode ser aplicado é a utilização de cones ou cilindros para localizar separadamente cada articulação num mesmo filme. Coluna lombar com 5 vértebras. O bordo superior do chassis deve coincidir com a região mais alta do pavilhão auricular. Retirar os sapatos é uma providência importante. Cuidados importantes são a retirada de adornos com materiais radiopacos que venham a prejudicar o exame. composta por 7 peças vertebrais. responsavel pelo eixo dos movimentos de lateralização da cabeça. Coluna cervical É a porção da coluna logo abaixo do crânio. O paciente deve fazer as radiografias para coluna em posição ortostática ou sentado. As duas primeiras ( Atlas e Axis ) e a sétima *( Proeminente )(1).6s / fino / 1m / sim / 30x40 Articulaçào do joelho Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 26 / 24 / 100 / 0. Coluna coccígea com 2. pois há pacientes que usam compensação no salto.24s / fino / 1m / sim / 30x40 04 . depois no joelho e logo após na articulação tíbio-társica.(B) e (C) / Transoral (A) e (B) / Transmaxilar / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina AP (A) / perfil (A) e (B) / Transoral (A) e (B) / AP Região posterior do pescoço. O paciente deve ser posicionado com a linha horizontal alemã perpendicular ao plano da estativa vertical. A sétima. Coluna torácica com 12 vértebras. apresenta a desvantagem de multiplicar por dois o número de incidências. penetrando entre a cartilagem tireóide e a cricóide. . A coluna cervecal apresenta uma curvatura anterior ( lordose ) fisiológica. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP (A). Enquanto o Atlas não tem corpo e tem processo espinhoso rudimentar. Na radiografia em AP conseguimos ver com boa definição da 3ª a 7ª vétebra cervical. por Ter um processo espinhoso maior. o Axis eleva seu corpo em forma de processo ( Apófise ) chamado odontoide. com exceção do cóccix.(C) e (D) / Perfil (A). A fusão dos núcleos pode retardar-se até os 6 anos. 3 ou 4 peças vertebrais atípicas. Podemos obter o AP por quatro técnicas diferentes : AP (A) Raio central com uma inclinação entre 10º e 15º cefálicos. Coluna sacra com 5 vértebras.Coluna vertebral A coluna vertebral apresenta-se dividida em 5 segmentos : Coluna cervical com 7 vértebras. A inclinação cefálica apresenta principalmente duas vantagens : 1-) Afastar a mandibula proximalmente do campo radiografico. No recém-nascido. de acordo com a idade.8s / fino / 1m / sim / 30x40 Articulação coxo-femural Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 35 / 60 / 100 / 0. por isso. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 80 / 100 / 0. *(1) O que quisemos dizer com essa asserção é que somente estas 3 vértebras apresentam nome especifico. quando não for possivel. penetrando na articulação coxo-femural. mais próxima do filme. por causa do comprimento menor de um dos membros. Raio central perpendicular.(B). A lordose fisiológica coloca os corpos vertebrais de C4 a C7 numa posição tal que somente com inclinação cefálica é possivel a demonstração dos espaços intervertebrais. A 1ª e a 2ª vértebras necessitam de incidências especificas. a anatomia radiológica da coluna apresenta grandes variações. Raio central com inclinação de 12º cefálicos.

sentado ou em última hipótese. e na hora da exposição o paciente fará movimentos de abrir e fechar a boca. com o movimento de uma determinada região. Perfil com flexão direita e esquerda (B) Região lateral direita ou esquerda do pescoço.5s / fino / 1. Raio central perpendicular. devemos utilizar um foco mais grosso. logo acima da cricóide ( cartilagem mais inferior do laringe ). devemos aumentar a distânica foco filme.1 A automografio baseia-se no flou cinético. Sempre que possivel. tendo o cuidado de não movimentar o maior eixo da coluna cervical. pois é frequente essas radiografias sairem tremidas pelo movimento do paciente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 53 / 60 / 100 / 0. sentado ou em última hipótese. A finalidade da autotomografia – 2 – é a visualização das primeiras vértebras cervicais. deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. aparecendo com boa definição a estrutura fixa. Raio central perpendicular.FATORES Kv / K / 65 / 48 / mAs 60 / mA / t / foco / / 100 / 0. isto é. devendo-se por convenção. fazer o perfil esquerdo. Como a intenção é demonstrar da 2ª a 7ª vértebras. . com o movimento de uma determinada região.80m ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 48 / 160 / 60 / 2. para trabalharmos com tempo mais curto. Radiografia feita a grande distância foco-filme para compensaro espaço entre a coluna cervical e o filme. ela se apagará da imagem radiografica. penetrando ao nível de C4 ( ou tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). que acompanha a cabeça nos movimentos de lateralização. e na hora da exposição o paciente fará movimentos de lateralização da cabeça. Raio central com uma inclinação média de 5º cefálicos. daí evitando o flou cinético. utilizamos então uma inclinação média do raio central. Para podermos fazer a radiografia com tempo longo. Por causa da grande separação entre a coluna cervicale o filme. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical ( tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). em decúbito lateral. de 5º. Com a automografia – 1 – podemos visualizar todas as vértebras cervicais. mais próxima do filme. mais próxima do filme.AUTOMOGRAFIA . É uma incidência feita com tempo longo. Paciente em posição ortostática. O paciente deve fletir ao máximo a cabeça até que olhe em direção aos pés. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. ela se apagará da imagem radiografica.50m / sim / 18x24 Perfil normal direito e esquerdo (A) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. em decúbito lateral. O paciente deve forçar ao máximo os braços para baixo. tendo o cuidado de não movimentar o maior eixo da coluna cervical. para diminuir a ampliação e daí. Sempre usar os focos de maior miliamperagem ( foco grosso ). quando não houver indicação precípua. conseguimos visualizar os primeiros espaços intervertebrais com uma pequena inclinação cefálica e os médios e ultimos com uma maior inclinação.6s / fino / d / bucky / Fi 1m / sim / 18x24 AP (B) Raio central perpendicular. É uma incidência feita com tempo longo. O bordo superior do chassis. pois os pacientes nessa posição têm tendência a movimentar-se. esta incidênciadeve ser feita a grande distância foco-filme ( 1. isto é. Por causa da lordose fisiológica da coluna vertebral. não perdermos detalhe. Os raios divergentes cumprirão a função da inclinação cefálica da incidência anterior. penetrando na fúrcula esternal. Paciente em posição ortostática. O bordo superior do chassis.6s / fino / 1m / sim / 18x24 AP (C) . logo acima da cricóide ( cartilagem mais inferior do laringe ). aparecendo com boa definição a estrutura fixa. penetrando na cartilagem tireóide. para demonstrar com melhor definição as ultimas vértebras cervicais. desaparecendo então através do fenômeno chamado FLOU CINÉTICO. para trabalharmos com tempo mais curto. penetrando ao nível da cartilagem tireóide. AP (D) – AUTOTOMOGRAFIA – 2 A autotomografia baseia-se no flou cinético. com exceção da primeira vértebra. deve coincidir com a região mais alta do pavilhão auricular.

A radiografia deve ser feita com cone. mais próxima do filme. Raio central com uma inclinação cefálica de 5º. e a flexibilidade das articulações interpofisárias.8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 OAD Região anterior direita do pescoço. Linha horizontal alemã perpendicular a mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. Colocar o corpo do paciente com uma obliquidade de 45º com o plano da estativa e a cabeça paralela a esse plano. Paciente em posição ortostática. penetrando de maneira que tangencie os dentes incisivos superiores. penetrando ao nível de C4 ( ou tangenciando a porção mais alta do músculo trapézio ). penetrando ao nível do lábio superior. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. pois nem sempre conseguimos individualizar as articulações na primeira transoral ( com raio central perpendicular ). O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática. tangenciando os incisivos superiores. Paciente em posições ortostática. abrindo ao máximo a boca. O paciente deve estender ao máximo a cabeça. perpendicular ao plano da mesa. Sempre utilizar os focos de maior miliamperagem para trabalharmos com tempo mais curto. mais próxima do filme. OBS : A finalidade da boca aberta nas incidências transorais é a retirada dos dentes do campo a ser radiografado. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo perpendicular ao plano da mesa. esta então aumenta as possibilidades de um bom estudo das articulações occipitoatloidea e atlo-axoidea. Raio central perpendicular. por isso devemos pedir ao paciente que retire próteses dentarias radiopacas. Raio central perpendicular.80m / sim / 18x24 Transoral (A) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. Transoral (B) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. OAE Região anterior esquerda do pescoço. abrindo a boca ao máximo. sentado ou em decúbito ventral.Perfil com extensão direita e esquerda (C) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. só conseguiremos um bom estudo radiografico utilizando a tomografia. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical.3s / grosso / 1. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular. Raio central perpendicular. Colocar o corpo do paciente com uma obliquidade de 45º com o plano da estativa e a cabeça paralela a esse plano. sentado ou em decúbito ventral. mais próximas do filme. sentado ou em posição ortostática. sentado ou em posição ortostática. sentado ou em última hipótese. Paciente em decúbito dorsal. daí evitando o flou cinético. mais próximas do filme. Radiografia feita com cone para obtermos melhor detalhe do atlas e do axis e das articulações occipito-atloidea e atlo-axoidea. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. Transmaxilar Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Fazemos esta incidência de rotina. Radiografia feita a grande distância foco-filme ( teleradiografia ) para compensar o espaço entre a coluna cervical e o filme. Paciente em decúbito dorsal. mais próximas do filme. mais próxima do filme. Algumas vezes. Paciente em decúbito dorsal. sentado ou em posição ortostática. Raio central perpendicular. em decúbito lateral. OBS : As projeções de perfil com flexão e extensão apresentam grande importância para estudo do eixo da coluna onde poderemos individualizar pequenas luxações. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 58 / 60 / 200 / 0. até que olhe em direção ao teto. Utilizamos esta incidência quando nos interessam as primeiras vértebras cervicais e o paciente não tem condições de abrir a boca. OBSERVAÇÕES : .

apresentando seus componentes com excelente definição.80m / sim / 18x24 Coluna cérvico-torácica Consideramos como componentes da coluna cérvico-torácica as últimas cervicais ( C6 – C7 )e as primeiras torácicas ( T1.(A) – Incidência de TWINING ( variante ) Região lateral direita ou esquerda da coluna. Obliquidade do paciente-mesa de 45º. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. Sempre que possivel.(B) Região lateral direita ou esquerda do pescoço. Raio cnetral perpendicular. colocando um apoio radiotransparente sob o tórax e região crevical. . Esta incidência joga a coluna cérvico-torácica na região axilar. mais próxima do filme. Membro superior mais próximo do filme. envolvendo a cabeça sem modificar o eixo da coluna. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 68 / 38 / 60 / 200 / 0. podemos fazer na distância FO-FI de 1m. T2. penetrando na fúrcula esternal.A-) Quando o paciente em decúbito ventral. colocamos o seu corpo em posição obliqua e a sua cabeça paralela ao plano da mesa. Paciente em decúbito dorsal. sentado ou em última hipótese. tangenciando a articulação acrômio-clavicular mais afastada do filme. o raio central penetra com uma inclinação podálica +_ 12º. O bordo superior do chassis deve coincidir com o ponto mais alto do pavilhão auricular.m / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo . pelos seguintes motivos : 1º-) Coluna cervical mais próxima do filme. Região da coluna cérvico-torácica coincidindo com a linha central da mesa.35s / grosso / 1. T3 e T4 ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 60 / 100 / 0. com a finalidade de retirar os ombros de cima das primeiras vértebras torácicas. penetrando ao nível da 4ª vértebra cervical. por isso utilizando menos Kv e menos mAs. mais próxima do filme. A cabeça do paciente deve ficar paralela ao plano da estativa ou mesa. devemos fazer as anteriores. C-) Quando na requisição de exame vem o pedido para obliquas de cervical. mais próxima do filme. 2º-) Nas OAD e OAE. Devemos Ter o cuidado de retirar roupa ou adornos que venham prejudicar o exame. mais próximas do filme. Perfil direito e esquerdo . com imagem mais real e com melhor detalhe. OBS : A verdadeira incidência de TWINING ( incidência do nadador ) é utilizada na mielografia de região cérvico-torácica com o paciente em decúbito ventral e o raio central horizontal passando ao nível de C7. Paciente em posição ortostática. As torácicas são vértebras que necessitam de estudo especifico. Membro mais afastado do filme o mais abaixado possivel. fazer o exame em posição ortostática. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. B-) As projeções obliquas apresentam grande importância no estudo dos forames de conjunção ( onde penetram as raízes nervosas sensitivas ). Uma outra pessoa deve tracionar os membros superiores em sentido distal. 3º-) Maior facilidade e comodidade para o paciente manter o posicionamento.3s / grosso / 1m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda respectivamente. em decúbito dorsal.6s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 48 / 70 / 200 / 0. do pescoço. articulações interpofisárias e outras estruturas da coluna num plano obliquo. sentado ou em decúbito ventral. Esta radiografia deve ser indicada em casos de pacientes com fraturas ou luxações que estejam em tração ou que não tenham condições de remoção do leito. Nesses casos. sentado ou em decúbito dorsal. por causa da superposição com as articulações escápulo-umerais. nem para coluna torácica. pesquisa de uncoartrose ( processos degenerativos dos uncus vertebrais ). Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Perfil (A) e (B) / OPD / OPE / OAD / OAE / Incidências de rotina AP / Perfil (A) / AP Região posterior da coluna cérvico-torácica. pois não são demonstradas com boa definição nas incidências para coluna cervical. retirando os sapatos.

penetrando ao nível da 2ª vértebra torácica ( T2 ). Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 40 / 70 / 100 / 0. colocando-se a coluna cervical no mesmo eixo da torácica. Paciente em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 25 / 80 / 100 / 0.m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda do tórax e pescoço. deve ser feita sem os sapatos. Paciente em posição ortostática. devemos utilizar grade fixa para obtermos mais detalhe. passando ao nível de T2. que não tenha condições de virar ao contrário. 2 com os processos articulares superiores ( articulações interpofisárias ). 2 fóveas costais inferiores. colocando-se a coluna cervical no mesmo eixo da torácica. penetrando no meio do espaço entre a fúrcula esterna e o apêndica xifoide. Estas projeções apresentam valor para a visualização dos forames de conjugação pedículos e outros acidentes anatômicos numa apresentação obliqua. pois assim poderemos surpreender desvios de coluna. que fazendo-se deitado. Obliquidade paciente-mesa de 45º. Coluna torácica Localizada logo abaixo da coluna cervical. penetrando ao nível da fúrcula esternal. sentado ou em última hipótese. mais próxima do filme. A principal caracteristica da vértebra torácica é a articulação com os arcos costais. Obliquidade paciente-mesa de 45º. 2 fóveas costais superiores. 2 fóveas costais transversas. Para facilitar o posicionamento. em todas as incidências. Para igualarmos as densidades radiograficas. apoiando no ombro. sentado ou em decúbito ventral. O bordo superior do chassis deve coincidir com a região mentoniana. sentado ou em decúbito dorsal. perpendicular ao chassis. Utilizamos estas incidências quando o paciente não tem condições de fazer as obliquas posteriores. PA Região anterior do tórax. Cada vértebra torácica faz 12 articulações : 2 com os corpos vertebrais contíguos ( articulações intervertebrais ). Paciente em decúbito ventral.7s / fino / 1. mais próximas do filme. OBS : Nas incidências em perfil para coluna cérvico-torácica com o raio central horizontal. OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda do tórax e pescoço. poderiam passar despercebidos. devemos utilizar sempre neste exame.Raio central horizontal ao maior plano do leito ou mesa. Como toda radiografia para coluna.m / sim / 18x24 NOTA 1-) Tomografia Quando interessa ao médico radiologista ver a extensão da lesão ao nível da coluna. por causa que os raios-x . apresenta 12 peçasvertebrais. o efeito anodio ( catodio para o lado do abdome ). Raio central perpendicualr. que deverá estar equilibrado na vertical. mais próxima do filme. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. indicamos então a tomografia da região com cortes separados de alguns milimetros. Raio central perpendicular. devemos colocar um apoio radiotransparente sob a parte que esta erguida. O PA de coluna torácica apresenta a desvantagem de superpor os bordos superiores e inferiores dos corpos de uma vértebra com a outra. É importante fazermos esta incidência de pé ou sentado. 2 com os processos articulares inferiores. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Perfil direito e esquerdo / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / Perfil esquerdo / AP Região posterior do tórax. através da fovea costal ( costela com o corpo ) e fovea costal transversa ( costela com o processo transverso ). Paciente em posição ortostática. em decúbito dorsal. mais próximas do filme.8s / fino / 1.

quando vier na maca nessa posição. penetrando na linha axilar média ao nível da 6ª vértebra torácica.0s / fino / 1. A melhor posição para os pacientes com fratura ao nível da coluna lombar é a decúbito ventral. mais próxima do filme.3s / fino / 1. Raio cnetral perpendicular. Raio central perpendicular. não apresenta superficies articulares nos processos transversos e seu processo espinhoso é de forma mais larga e quase quadrada. devemos fazer as anteriores pela maior facilidade de posicionamento. O maior eixo da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. Devemos fazer de rotina em PA para que os raios-x penetrem na concavidade da coluna. penetrando ao nível do meio do espaço entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide. raio central perpendicular. o raio central deve penetrar com +_5º cefálicos ao nível da 6ª vértebra. ficando assim a coluna torácica proximal. penetrando ao nível de T6. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 25 / 200 / 60 / 3. podemos fazer a radiografia em perfil com o paciente respirando lentamente. OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda respectivamente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. Quando houver indicação das obliquas. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências PA / AP / Perfil normal direito e esquerdo / Perfil com flexão direito e esquerdo / Perfil com extensão direito e esquerdo / Perfil localizada de L5-S1 / incidência de FERGUSON / OAD / OAE / OPD / OPE / Incidências de rotina PA / Perfil normal / Perfil com flexão / Perfil localizada de L5-S1 / FERGUSON / PA Região anterior do abdome. Quando em ortostática ou sentado. devemos Ter cuidado para que o paciente não movimente também a coluna nas fazes respiratórias. deverá ser . devemos utilizar um apoio radiotransparente sob o lado levantado do tórax e da bacia. do tórax. mais afastada da mesa do que a distal. O maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa.m / sim / 30x40 OBS (B) : Para conseguirmos uma melhor demonstração das vértebras torácicas. Por isso. O maior eixo longitudunal da coluna. sentado ou em decúbito lateral. devemos trabalhar com tempo longo para conseguirmos um melhor flou cinético. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 100 / 100 / 1s / fino / 1. mais próximas do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 25 / 200 / 100 / 2. Paciente em posição ortostática ou sentado. Obliquidade paciente-mesa de 45º. com isso apagaremos a imagem de superposição das costelas. Apresenta 5 vértebras que. As mãos e antebraços devem ficar apoiados anteriormente na cabeça. Para facilitar o posicionamento.penetram pela convexidade. Obliquidade paciente-mesa de 45º. pois sabemos que a coluna torácica apresenta uma cifose fisiológica ( curvatura para trás ). OBS (A) : Se o exame for feito em decúbito lateral. Quando utilizamos esta técnica. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. deve coincidir com a linha central da mesa.m / sim / 30x40 Coluna lombar É a porção da coluna vertebral situada logo abaixo da torácica. Paciente em posição ortostática.m / sim / 30x40 OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda respectivamente. separando assim os espaços intervertebrais. são as que possuem o corpo vertebral mais desenvolvido. Raio central perpendicular.2s / fino / 1.m / sim / 30x40 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica. mais próximas do filme. Quando o paciente em decúbito lateral rigoroso os braços devem envolver a cabeça e as pernas flexionadas para facilitar e manter o posicionamento. O motivo é que a largura dos ombros é quase sempre maior que a da bacia. do tórax. mais próxima do filme. Em relação a fatores. em proporção com as demais.

onde poderemos demonstrar melhor possiveis deslizamentos de vértebras. até apoiar as mãos num plano ao nível do joelho. AP Região lombar. Mesmo com as pernas fletidas. (B). para facilitar o posicionamento. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 240 / 100 / 2.removido cuidadosamente para a mesa de exame. utilizando as mãos para manter o posicionamento. e o raio central no meio do filme. onde poderemos demonstrar melhor possiveis deslizamentos de vértebras. Raio central perpendicular. pois a região da bacia é quase sempre mais espessa que a região lombar proximal. estendendo o tronco ( para trás ). Raio central perpendicular. fazemos o perfil com o raio central horizontal. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral. deve fazer uma flexão máxima do tronco sobre as coxas. para ser feito o estudo radiografico nessa mesma posiçào ( em PA ). Retirar os sapatos é das providências mais importantes para o exame da coluna vertebral.0s / fino / 1. mais próxima do filme. (C). Raio central perpendicular. Esta posição coloca a coluna quase que totalmente paralela ao plano da mesa. Perfil com extensão direita ou esquerda Região lateral direita ou esquerda do abdome. o paciente deve fletir as pernas e envolver a cabeça com os braços. mais próxima do filme. OBS : Outro método que podemos utilizar na prática é a colocação do bordo inferior do chassis logo abaixo do cóccix. mais próxima do filme. a 5ª vértebra lombar não aparece com boa definição por causa da sua inclinação para articulação com a 1ª vértebra sacra.m / sim / 30x40 Perfil normal direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda do abdome. penetrando no meio do espaço entre o rebordo costal inferior e a crista ilíaca.Quando a indicação for fratura ou luxação.O raio central deverá Ter uma inclinação podálica de 5º a 10º. Esta projeção apresenta também grande valor no estudo do eixo da coluna. de acordo com a largura da bacia. O maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 100 / 100 / 1. deve fletir o tronco até apoiar as mãos num plano situado logo abaixo do joelho. O centro do maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. quando não for possivel fazer de pé. flexionando as pernas até as regiões plantares ficarem em contato com a mesa. [enetrando no ponto médio entre o rebordo inferior da cartilagem costal e a crista ilíaca. OBS : Quando o exame for feito em decúbito lateral. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. reduzindo a lordose fisiológica. pois a região mais distal da coluna lombar fica mais alta do que a proximal. O centro do maior eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. Para facilitar o posicionamento devemos passar uma faixa compressora pela bacia do paciente. Paciente em posição ortostática. OBS : (A). Quando em posição ortostática. Raio central perpendicular. penetrando no meio do espaço entre o rebordo costal inferior e a crista ilíaca.4s / fino / 1. mais próxima do filme.Quando há indicação de fazer o exame em decúbito lateral. penetrando na 3ª vértebra lombar ( no meio do espaço entre o bordo inferior do rebordo costal e a crista ilíaca ). As mãos e antebraços deve estar apoiados anteriormente na cabeça. Quando em decúbito lateral. estando o paciente em decúbito dorsal ou ventral. devemos dar uma inclinação podálica no raio central para penetrar perpendicular ao maior eixo longitudinal da coluna. Perfil com flexão direita ou esquerda Região lateral direita ou esquerda do abdome. com grade fixa. Paciente em decúbito dorsal. penetrando no meio do espaço entre o bordo costal inferior e a crista ilíaca. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral.m / sim / 30x40 Perfil localizada de L5-S1 . quando fizer o exame em decúbito lateral. Esta projeção apresenta grande valor no estudo do eixo da coluna.

As obliquas anteriores são de mais fácil posicionamento e podemos trabalhar com o raio central perpendicular ou com uma pequena inclinação podálica. porque nestas posições a coluna lombar distal fica mais alta do que nas obliquas anteriores. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. mais próxima do filme. mais próxima do filme. O maior eixo longitudunal da coluna. podendo-se ver com boa definição a coluna sacra e as articulações sacro-ilíacas.m / sim / 24x30 OAD e OAE Regiões anteriores direita e esquerda do abdome. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. Obliquidade paciente-mesa de 45º. mais próxima do filme. penetrando ao nível de L3. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. Estas incidências apresentam grande valor para visualização de certas estruturas anatômicas como o ISTMO. por isso tendo que se usar anteparos radiotransparentes sob as regiões torácica. • Corpo  Lâmina ( mais próxima do filme ). boca  Processo transverso ( mais afastado do filme ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 20 / 240 / 100 / 2. • Olho  Pedículo ( mais afastado do flime ). penetrando 3 a 4cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 10º. Demonstram os mesmos acidentes das obliquas anteriores.Região lateral direita ou esquerda da articulação lombo-sacra. É formado por um conjunto de acidentes anatômicos da vértebra lombar em posição obliqua. por causa da maior angulação do sacro. • Pata dianteira  Processo articular inferior ( mais afastado do filme ). O mair eixo longitudinal da coluna deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Esta incidência apresenta grande importância na rotina radiográfica para coluna vertebral. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortotática.m / sim / 30x40 .2s / fino / 1. Para obtermos mais detalhe devemos utilizar o cilindro de extensão aberto. Raio central perpendicular. podemos visualizar a imagem do "cachorrinho de LACHAPELLE". O seu plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. Raio central com uma inclinação média de 25º cefálicos penetrando 3cm acima da sinfise púbiana. por ser uma região de frequente acometimento de patologias e também por que não aparece com boa definição no perfil panorâmico de coluna lombar. • Pescoço  Istmo ( mais afastado do filme ). Raio central perpendicular ou com uma inclinação podálica de 5º penetrando no nível de L3. Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral.m / sim / 24x30 Incidência de FERGUSON Região posterior da articulação de L5-S1. Cauda  Processo articular superior ( mais próximo do filme ). só que na maioria das vezes temos que trabalhar com ângulação podálica de 5º a 10º. A incidência de FERGUSON mostra o espaço intervertebral de L5-S1 que não aparece nas incidências postero-anterior e antero-posterior. Em mulheres. • Nariz.2s / fino / 1. que estejam erguidas. Nas projeções obliquas. • Pata trazeira  Processo articular inferior ( mais próximo do filme ). As obliquas posteriores são mais dificieis de manter o posicionamento na obliquidade exigida. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. Imagem do "cachorrinho" • Orelha  Processo articular superior ( mais afastado do filme ).4s / fino / 1. lombar e da bacia. esta inclinação costuma ser maior. OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda do abdome. lâmina e articulações inter-pofisárias. Preferimos fazer em decúbito dorsal porque a espessura a ser atravessada pelos raios-x passa a ser menor. mais próximas do filme. deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Obliquidade paciente-mesa de 45º.

devemos associar o estudo da coluna sacra. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 120 / 100 / 1. por motivos que justificam totalmente. Os principais acidentes demonstrados são o ISTMO. tornando menos oneroso o custo do exame. penetrando 2cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 25 / 240 / 100 / 2. Obliquidade paciente-mesa de 45º. penetrando 2cm abaixo do ponto mais alto da crista ilíaca. B-) Pode-se Ter uma noção panorâmica da articulação da lombar com a sacra. exige um estudo radiológico específico para ela. LÂMINA e ARTICULAÇÃO INTERPOFISÁRIA. que é ao nível da crista ilíaca. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.2s / fino / 1. Perfil com flexão e extensão Região lateral direita ou esquerda da bacia. porém se quisermos estudos isolados desses segmentos da coluna. ai faremos as incidências especifícas para coluna lombar e coluna sacra.m / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da bacia. O exame da coluna sacra. somente variamos o local da penetração. Raio central perpendicular. Estas incidências devem ser feitas com o paciente fazendo uma flexão forçada e outra radiografia com o paciente fazendo uma extensão forçada. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / Perfil direito e esquerdo / Perfil com flexão e extensão / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / perfil esquerdo / AP Região lombar inferior. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. penetrando no meio do espaço entre as espinhas ilíacas ântero-superiores. A rotina mínima é a mesma do que para coluna lombar. Coluna sacra Localizada logo abaixo da coluna lombar. C-) Gasto menor de filmes. mais próxima do filme. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. A-) Pode-se incluir num mesmo filme 30x40cm com a coluna sacra em sua totalidade. devemos utilizar colimadores para obtermos mais detalhe. . Apresenta valor nos casos de suspeitas de deslizamentos de vértebras. Sempre que possivel. Raio central perpendicular.4s / fino / 1. isto é : Incidências de rotina PA / Perfil normal / Perfil com flexão / Perfil localizada de L5-S1 / FERGUSON / Raio central com as mesmas variações de angulação da coluna lombar. arqueia-se para trás formando uma concavidade anterior.5º Vértebra lombar Por causa da 5ª vértebra em relação com as demais peças lombares. Região da 5ª vértebra lombar coincidindo com a linha central da mesa. quando quisermos estudar a coluna lombar. Raio central com uma inclinação de 15º cefálicos. Raio central com inclinação cefálica de 15º penetrando no meio do espaço entre as espinhas ilíacas ântero-superiores. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. mais próxima do filme. apresenta cinco vértebras que se fundem por volta dos 6 anos.m / sim / 18x24 Coluna lombo-sacra Normalmente os pedidos de exames radiográficos para coluna lombar vêm associados. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. mais próximas do filme. Concluimos que.2s / fino / 1.m / sim / 18x24 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. e mais os componentes da imagem do cachorrinho. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1.

FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 120 / 100 / 1. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Perfil direito e esquerdo / AP / PA / Incidências de rotina Perfil esquerdo / AP / Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. O maior eixo longitudinal do cóccix deve coincidir com a linha central da mesa. Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 10º. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. mais próxima do filme. penetrando de maneira que tangencie a sinfise pubiana.0s / fino / 1. mais próxima do filme. Obliquidade paciente-mesa de 30º. mais próxima do filme. PA Região anterior da coluna sacra. Paciente em decúbito ventral ou em posiçAo ortostática.0s / fino / 1. A inclinação podálica é de grande importância pois a partir do perfil veremos a inclinação a ser dada para dissociar as peças coccígeas. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. 3 e as vezes 4 peças vertebrais atípicas. pois assim saberemos exatamente a inclinação que será dada ao AP. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. penetrando no meio do cóccix.m / sim / 24x30 Coluna coccígea A coluna coccígea esta localizada logo abaixo da coluna sacra e é composta por 2. Plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa.m / sim / 24x30 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da região sacral. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências AP / PA / Perfil direito e esquerdo / OPD / OPE / Incidências de rotina AP / Perfil esquerdo / AP ( Incidência de FERGUSON ) Região posterior da coluna sacra. mais próximas do filme. .m / sim / 18x24 AP Região posterior do cóccix.2s / fino / 1. Maior eixo longitudinal do cóccix deve coincidir com a linha central da mesa. mais próxima do filme. É importante fazermos em primeiro lugar o perfil. Região sacral.A coluna sacra apresenta uma forma triangular com o vértice voltado para a parte inferior e orifícios nas laterais ( forames sacrais ). Nas suas faces póstero-laterais encontramos as superficíes para as articulações com os ilíacos. Preferimos fazer em decúbito dorsal porque quando o doente deita. Região sacral no seu maior eixo longitudinal.2s / fino / 1. O plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 200 / 100 / 2.m / sim / 24x30 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da bacia. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática. penetrando ao nível do processo espinhoso da 2ª vértebra sacra. permitindo utilizarmos fatores mais baixos. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º. a espessura abdominal diminui. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 120 / 100 / 1. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º penetrando de maneira que tangencie a sinfise pubiana. coincidindo com a linha central da mesa. O estudo radiológico deve ser feito com o auxílio de colimadores para obtermos mais detalhe. Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática. penetrando ao nível da espinha ilíaca ântero-superior. Raio central perpendicular ou com 5º podálicos. coincidindo com a linha central da mesa.

Existem filmes de aproximadamente 90cm. pisando num plano horizontal. escoliose é o desvio lateral da coluna vertebral. deve ficar ao nível da crista ilíaca. curva dorso-lombar.Quando não apresentam deformidades vertebrais. com finalidade de radiografar a maior extensão possivel da coluna vertebral. ESTUDO RADIOLÓGICO Dentre as diferentes técnicas. que vai definir a terapêutica. PARALÍTICAS – aparece em 5% dos casos de póliomielite. Devemos utilizar sempre o maior filme existente no serviço de raios-x. chamamos dextroescoliose e quando apresenta a convexidade para a esquerda chamamos sinistroescoliose. de maneira que apareça na imagem. se não for corrigida pode passar a estrutural. por volta dos 10-12 anos. penetrando no cóccix. etc ). toracogênicas ( pleurítica. Raio central com uma inclinação de 5º a 25º cefálicos. penetrando no meio do espaço entre as duas espinhas ilíacas ântero-superiores e a sinfise pubiana.2s / fino / 1. mielomeningocele. marfam. sempre retirando os sapatos. normalmente dorsal convexa direita e lombar convexa esquerda. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa.Raio central com uma inclinação podálica de 5º a 25º. Em crianças de menos de 12 anos. ESTRUTURAIS – Quando estão presentes deformidades vertebrais.m / sim / 18x24 Escoliose ( escolios – do grego – Tortuoso ) Por definição. CONGÊNITAS . Rotina mínima Incidências de rotina AP / Perfil direito ou esquerdo / AP Região posterior da coluna tóraco-lombar. acondroplasia e outras. PA Região anterior do cóccix. por rececção de costelas . mais comum em meninas. Paciente em posição ortostática ou sentado com os braços caídos ao longo do corpo. dentre outros. mais próxima do filme. CLASSIFICAÇÃO DAS ESCOLIOSES NÃO ESTRUTURAIS . ESCOLIOSES ESTRUTURAIS Etiologias mais frequentes : ESSENCIAS OU IDIOPÁTICAS – Desvio lateral permanente da coluna acompanhada de rotação e alterações morfológicas das vértebras. corrige-se ativamente ou com o decúbito. A função da coluna é sustentar a corpo com o auxilio dos músculos para dar ao individuo a posição ortostática e conter e proteger a medula espinhal. A enfermidade se estaciona uma vez terminado o crescimento da coluna ( 16-18 anos ). mais tipicas. mais próxima do filme. que quase sempre é o 14x17 polegadas. Para a medição da curva escoliótica. ETIOLOGIAS MAIS RARAS Exemplos : Raquitismo. podemos utilizar os métodos de COBB-LIPMAN e o de RISSER-FERGUSON. O bordo inferior do chassis. POSTURAL – Atitude escoliotica.relacionadas a diversas deformações vertebrais. para medir-se um possivel desnivel da bacia. Paciente em decúbito ventral ou em posição ortostática. ESCOLIOSES NÃO ESTRUTURAIS Exemplos : FISIOLÓGICA – São muito leves. . seringomielia. O maior eixo longitudinal deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. A principal sintomatologia das escolioses é o cansaço e quando na adolescência. ANTÁLGICA – Lombalgia de causa leve ( por exemplo – fibrostática ) ou de causa grave ( por exemplo – lombociatalgia ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 120 / 100 / 1. neurofibromatose. do plano mediano. Utilizamos esta incidência quando o paciente não tem condições de ficar em decúbito dorsal. hemivertebras e a barra vertebral. não há dor. Etiologia mal determinada. Quando a escoliose apresenta a convexidade para a direita. Os pés devem estar separados um do outro em toda a sua extensão de +_10cm. COMPENSADORA – ( Estática ) – Consecutiva a um desnivelamento da pelve. para o estudo radiológico da escoliose podemos dividilo numa rotina mínima que vai servir para o diagnostico grosseiro e uma rotina mais completa.

Raio central perpendicular. pois pode Ter compensação no salto. deve retirara os sapatos. O bordo inferior do chassis deve ficar ao nível da crista ilíaca. Raio central perpendicular. para não nos arriscarmos a cortar a imagem da coluna. mais próxima do filme. podendo assim o radiologista medir o desnivel da bacia. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a região da crista ilíaca. O objetivo desta posição é ver escoliose consequente da diferença de membros inferiores. mais próxima do filme. A radiografia deve ser feita em posição ortostática para forçar o eixo gravitacional exercido sobre a coluna. saindo no meio do filme. isto é. pois a coluna nessa posição apresenta menos carga. AP em hiperlateralização direita e esquerda ( TESTE DE ABEL ) Região posterior da coluna tóraco-lombar. saindo no meio do filme. a fim de dar maior carga na coluna. O paciente deve pisar num plano totalmente horizontal. AP em decúbito dorsal Região posterior da coluna tóraco-lombar. como tratamento para encurtamento de membro inferior. AP sentado Região posterior da coluna tóraco-lombar. penetrando na região tóraco-lombar. Como providencia para todas as radiografias de coluna em ortostática. Paciente em posição neutra. A diafragmação deve ser para o tamanho total do filme. Paciente em posição ortostática ou sentado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. Raio central perpendicular.m / sim / 35x43 ROTINA COM AS INCIDÊNCIAS COMPLEMENTARES ESTUDO RADIOGRAFICO Sempre que o paciente fizer radiografias para coluna. mais próxima do filme. se tiver sinistro escoliose faremos o perfil esquerdo. o paciente deve pisar descalço num plano horizontal. Raio central perpendicular. . Incidências AP em ortostática / AP sentado / AP em decúbito dorsal / AP em hiperlateralização direita e esquerda / AP em hiperflexão e hiperextensão / Perfil direito e esquerdo / Projeção do canal torácico / Incidências de rotina AP em ortostática / AP em decúbito dorsal / AP em hiperlateralização direita e esquerda / Perfil direito e esquerdo / AP em bipedestação ou ortostática Região posterior da coluna tóraco-lombar. pois assim o peso exercido sobre a coluna apresenta-se de maneira uniforme. mais próxima do filme. com a finalidade de separar os espaços intervertebrais. O maior eixo longitudinal da coluna tóraco-lombar deve coincidir com a linha central da estativa ou mesa. penetrando na região tóraco-lombar saindo no meio do filme. Os pés devem ficar afastados um do outro de +_10cm em toda sua extensão. penetrando na região tóraco-lombar. Paciente sentado com os braços pendentes ao longo do corpo. Raio central perpendicular. através do peso do paciente. de pé. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca de maneira que apareça na imagem radiografica. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. com os braços estendidos ao longo do corpo. O objetivo é também comparativo.m / sim / 35x43 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna tóraco-lombar. levando a um desnível de bacia e posteriormente a uma escoliose. penetrando na região tóraco-lombar saindo no meio do filme.0s / fino / 1. Devemos fazer o perfil direito ou esquerdo de acordo com a imagem do AP.0s / fino / 1. O objetivo é comparar com o AP em ortostática. mais próxima do filme. incluindo todo o campo do filme. penetrando na região tóraco-lombar. com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm.Sempre devemos colimar. pois a coluna encontra-se com carga total. com os braços estendidos para cima. O bordo inferior do chassis deve ficar ao nível da crista ilíaca. saindo no meio do filme. se o paciente apresenta uma dextro escoliose faremos o perfil direito.

que é onde as duas radiografias se unem. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo. se tiver uma sinistro escoliose. com os braços ao longo do corpo. fazendo uma projeção com flexão do tronco e outra com extensão. mais próxima do filme. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca.0s / fino / 1. e relação das costelas com a coluna. Paciente em posição ortostática. Raio central perpendicular. Os braços devem ficar estendidos para cima.m / sim / 24x30 TÉCNICA DA RADIOGRAFIA MONTADA PARA CIFO-ESCOLIOSE Esta técnica consiste em obtermos duas radiografias que incluem toda a coluna vertebral. É especifica para determinar a eficácia da extirpação de costelas no tratamento das cifo-escolioses.0s / fino / 1. Raio central perpendicular. como hemivertebras ou vértebras em bloco. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. penetrando na região tóraco-lombar. Devemos fazer de rotina em AP e perfil esquerdo ou direito de acordo com a convexidade do desvio lateral. A finalidade da entrada desses raios centrais próximos um do outro é evitar distorções de imagem da região tóroco-lombar. O paciente deve fazer uma inclinação lateral ativa do tronco. No intervalo entre as duas radiografias o paciente não poderá retirar os pés da posição pré-estabelecida. se o paciente apresenta uma dextro escoliose fazemos o perfil direito. Raio central tangenciando o maior eixo da gibosidade costal. AP Região posterior da coluna tóraco-lombar. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. para o lado direito e outra com inclinação para o lado esquerdo. penetrando na região tóraco-lombar. para colocarmos uma á outra e termos uma visão de toda a coluna como num filme só. Utilizamos dois filmes 35x43cm ou 30x40cm. O objetivo destas posições é visualizar a flexibilidade ou rigidez das curvas escolióticas. saindo no meio do filme. a flexibilidade ou rigidez das curvaturas da coluna. O objetivo é complementar a rotina radiografica. fixando-se a pelve atrás de uma faixa compresora.m / sim / 35x43 Projeção do canal torácico Região inferior da gibosidade costal ( zona de intensa cifose ). O objetivo é demonstrar nos casos em que haja desvios anteriores ( lordose ) ou posteriores ( cifose ) associados a uma escoliose. mais próxima do filme.m / sim / 35x43 Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna. Paciente sentado e encurvado sobre a mesa de exames de modo que seus braços e pernas fiquem pendentes sobre a extremidade da mesa. com a finalidade de demonstrar os espaços intervertebrais. penetrando na região tóraco-lombar. FATORES . O objetivo deste exame é visualizar a rotação dos processos espinhosos. com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm. AP em hiperflexão e hiperextensão ( TESTE DE KNUTSON ) Região posterior da coluna tóraco-lombar. mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática. mais proxima do filme. que são agentes causadores de escoliose. com os braços em extensão máxima acima da cabeça. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática ou sentado.0s / fino / 1.Paciente em posição ortostática. Devemos fazer o perfil direito ou esquerdo de acordo com a imagem do AP. isto é. fazemos o perfil esquerdo. saindo no meio do filme. podendo surpreender anomalias vertebrais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. Os raios centrais entrarão perpendicular no terço inferior do filme que radiografará a coluna cérvico-torácica e no terço superior do filme que radiografará a coluna tóraco-lombo-sacra-coccígea. saindo no meio do filme FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2.

Quando realizamos os outros perfis de coluna. 05 – Crânio O esqueleto da cabeça se compõem de crânio e face. o esqueleto da face é composto de varios ossos pares que são os nasais. Os ossos Etmoide e esfenoide são especificamente da base do crânio e os outros entram na formação da calota craniana.Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. que é o local onde se unirão as duas radiografias.50m / sim / 35x43 ou 30x40 Perfil direrito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna tóraco-lombar. por isso. não podemos fazer teleradiografias. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 20 / 200 / 100 / 2. SUTURAS . Os raios centrais entrarão perpendiculares no terço inferior do filme que radiografará a coluna cérvico-torácia e no terço superior do filme que radiografará a coluna tóraco-lombo-sacra-coccígea. As mãos devem ficar apoiadas anteriormente na cabeça. o técnico em radiologia médica deve sempre solicitar a presença do médico responsavel pelo paciente. nesse transporte nenhuma parte do paciente deve sofrer movimentos bruscos. zigomaticos ou maleres. devemos fazer em apéia expiratoria. CRÂNIO – É constituido por um conjunto de ossos que. podendo então obter uma mesma densidade radiografica. fazemos a grande distancia foco-filme para compensar a longa distância entre a coluna e o filme. Utilizamos dois filmes ( 35x43cm ou 30x40cm ). pois somente nestas posições podemos surpreender pequenas escolioses. FACE : Além duma porção do osso frontal. 5-) PERFIL ESQUERDO POR CONVENÇÃO Não só para o estudo radiológico da coluna. Outra condição que podemos fazer o exame em decúbito dorsal é em crianças e pessoas extremamente idosas. através da maior ampliação da região mais afastada do filme. pois esses pacientes apresentam tendência a movimentarem-se. mais próxima do filme. Para a obtensão das radiografias. qual o lado lesado. pois assim o diafragma sobe. fazemos então o esquerdo. pois teremos que trabalhar ( baseado na lei de KEPPLER ) com quase quatro vezes o mAs da radiografia feita com um metro. Quando a indicação para o exame da coluna é para pesquisa de lesões malignas e o paciente encontra-se debilitado. cornetos inferiores e as maxilas. 3-) SPOT FILM DE VÉRTEBRA TÓRACO-LOMBAR Quando desejamos fazer um estudo especifico das ultimas vértebras torácicas e primeiras lombares. o paciente não poderá retirar os pés da posição pré-estabelecida. de modo que mobilise o mínimo possivel o paciente. Alguns ossos do crânio são pares. isto é. O médico radiologista terá condições de dizer nas incidências em prefil. PARES : Parietais e temporais. lacrimais.0s / fino / 1. Occipital. diminuindo a qualidade do exame.6s / fino / 1. na maior parte. com as pernas fletidas. como para outras regiões anatômica do corpo. A remoção da maca para a mesa de exames deve ser em bloco. 2-) Rdiografia de coluna em decúbito dorsal Sabemos que radiografias para coluna vertebral devem ser feitas em posição ortostática ou sentado. estão unidos por articulações imóveis ( suturas ). se tiver condições. Os ossos impares são a mandíbula e o vômer. palatinos. Esfenoide e Etmoide. quando no pedido de exame não vier especificado o perfil direito ou esquerdo.50m / sim / 35x43 ou 30x40 NOTAS GERAIS 1-) Radiografia de coluna em politraumatizados A imobilização de pacientes com fraturas ou luxações vertebrais deve ser extremamente cuidadosa.( do latim – costura ) – são as articulações imóveis entre a maioria dos ossos do crânio. que podem resultar numa lesão medular e daí uma invalidez definitiva. A finalidade da entrada desses raios centrais próximos um do outro é evitar distorção de imagem da região tóraco-lombar. Paciente em posição ortostática com os pés separados um do outro de aproximadamente 10cm. IMPARES : Frontal. podemos então fazer o exame em decúbito dorsal. 4-) TELERADIOGRAFIA NOS PERFIS DE COLUNA Quando estudamos coluna crevical. . que a indicação não é escoliose. vimos que nas incidências em perfil. devemos utilizar todos os recursos dos aparelhos de raios-x. No intervalo entre as duas radiografias. enquanto outros são impares.

que é chamada de proeminência parietal. LAMBDA – é o ponto de interseção entre as suturas ságital e lambdoide. Cada osso parietal apresenta uma proeminencia próxima a porção central de sua superficie externa. OCCIPITAL – É um osso ímpar. duas porções condilares. principalmente na lambdoide. por volta dos 26. o frontal o esfenoide e o temporal. lâmina vertical ou lâmina perpendicular. e os que compõem a base são o esfenoide. que formam ossos interpostos nas suturas. que se projetam lateralmente ao corpo. localizado de cada lado do crânio. PONTOS DE INTERSEÇÃO São áreas do crânio onde se aproximam as suturas. Muitas suturas são visiveis radiograficamente. situado na perte póstero-inferior do crânio e forma quase a metade da base craniana. PARIETO-MASTOIDEA – sutura entre o parietal e o temporal. O etmoide é constituido basicamente por quatro porções : Lâmina horizontal. OSSOS DO CRÂNIO Os ossos do crânio são compostos por duas lâminas de tecido compacto ( lâmina externa e lâmina interna ). O osso temporal consiste de cinco porções. situado na base do crânio. ETMOIDE – É um osso ímpar. duas massas laterais onde se encontram as selas etmoidais. PTÉRION – área onde se aproximam de cada lado. que contém os órgãos auditivos essenciais. que transmite a medula oblonga para a cavidade cranial. os parietais. Consiste de quatro porções e tem uma grande abertura. que forma a testa. OCCIPITO-MASTOIDEA – sutura entre o occipital e o temporal. A lâmina ou tábua externa é mais espessa que a camada ou tábua interna e a espessura da camada de tecido esponjoso varia consideravelmente nas várias regiões da abóbada. PRINCIPAIS SUTURAS CRANIANAS : CORONÁRIA – sutura entre o osso frontal e os parietais. e porção basilar TEMPORAL . O esfenoide é o principal componente da fossa média craniana e apresenta sete porções : Corpo onde se situa a sela turca.É um osso par. alojando a glândula hiposife. LAMBDOIDE – sutura entre os ossos parietais e o occipital. situado na base do crânio. formando como que pontos de encontro entre os ossos. Os parietais formam uma grande parte das porções laterais do crânio. porção estilóidea. porção petrosa ou rochedo. 30 anos. entre as grandes asas do esfenoide e o occipital. porção timpânica. o occipital e o temporal. projeta-se para baixo da superficie inferior da lâmina crivosa. o parietal. cribiforme ou crivosa. entre a porção horizontal do frontal e a porçãobasilar do occipital. As quatro porções do occipital são : Porção escamosa. o etmoide. Os ossos que compõem a calota são o frontal. uma de cada lado do forame magno. duas pequenas asas. formando parte da fossa anterior e parte das paredes nasal e orbitárias. chamada escama. onde eles formam uma grande parte da fossa média do crânio. ASTÉRION – área onde se aproximam de cada lado o parietal. com uma superficie externa convexa e uma superficie interna concava. que são : Porção escamosa. porção mastóidea. separadas por uma camada de tecido esponjoso chamado DÍPLOE. de bom padrão é necessario o conhecimento da anatomia craniana e de pontos de referencia como linhas e . dois processos PTERIGOIDES. entre as órbitas. o temporal e o occipital. NÁSION – é o ponto de encontro entre o frontal e os ossos próprios do nariz. OSSOS SUTURAIS São núcleos de ossificação. duas grandes asas. o forame magno. mas o fechamento diagnosticado radiologicamente não coincide com o determinado anatomicamente. PARIETAL – É um osso par e são mais ou menos quadrados em forma. ESFENOIDE – É um osso ímpar. FRONTAL – É um osso ímpar e consiste de uma porção vertical. BREGMA – é o ponto de interseção das suturas coronária e ságital. No decorrer do avanço da idade.Apresentam o aspecto de linhas irregulares nos crânios de jovens e adultos. É a parte anterior da calota ( ou abóbada ) craniana. Apresenta uma porção horizontal que forma os tetos das orbitas e perte do assoalho da fossa anterior craniana. que se projetam para baixo de cada lada da superficie inferior do corpo. as suturas vão se fechando. ESTUDO RADIOLÓGICO DO CRÂNIO Para obtermos um estudo radiológico do crânio. SÁGITAL – sutura entre os parietais. além de partes do temporal e do occipital.

planos. Passa verticalmente pelos condutos auditivos externos. 10-) LINHA DEMARCATÓRIA DA LARGURA E COMPRIMENTO DO CRÂNIO A-) Largura – que une os dois pontos mais laterais dos ossos parietais. No AP ou no PA rigorosos. 9-) LINHA DE CLIVUS Linha que passa pelo buraco posterior do clivus e se curva com uma linha que passa pelo processo clinóide posterior e vai até o násion. somente dando uma noção de profundidade. REVERCHON. etc. HIRTZ ( INCIDÊNCIA AXIAL ). 4-) LINHA DE RHEESE Une o conduto auditivo externo a comissura do olho do lado oposto. 2-) LINHA MEATO-ORBITÁRIA ( LMO ) TAMBÉM CONHECIDA COMO : Linha órbito-meática. fundamentais na realização dos posicionamentos. BRETON OU TOWNE ( INCIDÊNCIA SEMI AXIAL ). 7-) LINHA AURICULAR ( COINCIDE COM O PLANO CORONÁRIO ) Linha que passa verticalmente pelo centro do conduto auditivo externo. B-) Comprimento – une a glabela até o ponto mais distal do occipital. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LINHA DE RHEESE : Incidência de rheese ( buraco ótico ). APLICAÇÃO DA LINHA GLABELO-MEATAL : Demonstra a zona limite da base do crânio. Vai do teto do conduto auditivo externo ( CAE ) e o bordo inferior da órbita. PRINCIPAIS LINHAS E PLANOS DO CRÂNIO Linhas – são normalmente o espaço compreendido entre dois pontos anatômicos. deverá estar perpendicular ao filme e no prefil rigoroso deverá estar paralelo a ele. posicionamento para tomografia do osso temporal e posicionamento para angiografia cerebral. incidência de SCHULLER. direita e esquerda. EXMPLOS DE POSICIONAMENTOS QUE UTILIZAM A LINHA AURICULAR : Perfil de crânio. 5-) LINHA GLABELO-MEATAL Vai da glabela ( pequena proeminencia entre as duas sombrancelhas ) ao teto do conduto auditivo externo. É o plano mais utilizado na técnica radiológica geral. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LMO : Transorbitária para osso temporal. 6-) LINHA INTER-PUPILAR OU INTER-ORBITARIA Linha que vai de uma órbita a outra ou de uma pupila a outra. 3-) LINHA SUPRA-ÓRBITO-MEÁTICA Une o conduto auditivo externo ao bordo superior externo da órbita ( ao nível da fosseta frontal ). É a mais utilizada na técnica radiológica do crânio e face. 3-) PLANO FRONTAL OU PLANO CORONÁRIO OU PLANO BI-AURICULAR Divide a cabeça em metade anterior e posterior. APLICAÇÃO DA LINHA DE CLIVUS : Medida do ângulo de BOOGARD. Aplicação da linha de CHAMBERLAIN : Demonstra a relação entre o occipital e a coluna vertebral. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Incidências de STEN VERS ( quando esta linha estiver perpendicular ao plano da mesa. etc. Passa pelos bordos inferiores das órbitas e pelos tetos dos condutos auditivos externos. obliquas para selas etmoidais. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTOS QUE UTILIZAM A LINHA INTER-PUPILAR : PA de crânio. medidas de indices e de ângulos no radiodiagnostico. 2-) PLANO HORIZONTAL ALEMÃO OU PLANO ANTROPOLÓGICO OU PLANO DE FRANKFURT Divide a cabeça em andar sup[erior e inferior. AP de crânio. 1-) PLANO MEDIANO SÁGITAL Divide a cabeça em duas metades simétricas. entraremos com o raio central também perpendicular ). Planos – apresentam a mesma aplicação das linha. Perfil de sela turca etc. LINHAS 1-) LINHA HORIZONTAL ALEMÃ ( LHA ) Também conhecida como : linha infra-órbito-meática. linha antropológica e linha de FRANKFURT. Com o corpo humano em posição anatômica a LHA deve ficar perpendicular ao maior eixo longitudinal do corpo. PLANOS As aplicações dos planos correspondem as mesmas das linhas. 8-) LINHA DE CHAMBERLAIN Vai do palato duro até o bordo póstero-superiordo buraco occipital ( forame magno ). EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LHA : PA de crânio. linha horizontal americana. Vai do meio do conduto auditivo externo ( CAE ) até o bordo externo da órbita ( ou da comissura externa do olho ). . perfil de crânio.

dificilmente conseguiremos uma boa radiografia.50m / sim / 24x30 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda. com uma média de 12º podálicos. sempre procurando aproximar a lesão do filme. mais próxima do filme. 5-) PLANO DE RHEESE Plano que passa pelo conduto auditivo externo e pela comissura externa do olho do lado oposto.4-) PLANO MEATO-ORBITARIO Divide também a cabeça em andar superior e inferior. sentado ou em posição ortostática. A incidência póstero-anterior em pacientes obesos ou com pescoço curto. Quando fazemos o AP devemos aumentar a distância foco-filme para diminuir a ampliação das órbitas e de outras estruturars importantes com perda de detalhe. para melhor apoio. Quando o rochedo se projeta abaixo do bordo inferior da órbita. apoiando-se sobre o antebraço e o joelho fletido do lado elevado. o posicionamento fica mais fácil fazendo-se no bucky vertical com o doente sentado ou de pé. Indicamos a incidência ântero-posterior em politraumatizados ou em crianças e pessoas muito idosas. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa . Passa pelos bordos externos das órbitas e pelos centros dos condutos auditivos externos. Sabemos que a inclinação esta correta quando a imagem do bordo superior do rochedo projeta-se no terço inferior da órbita. Paciente em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Normalmente temos que utilizar uma inclinação podálica média de 12º. Quando em decúbito ventral. mais próxima do filme. A cabeça deverá estar algo estendida. Crânio ( panorâmicas ) Incidências panorâmicas PA / AP / Perfil direito e esquerdo / Semi-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / AXIAL ( incidência de hirtz (A) e (B) / OPD / OPE / Incidência tangencial / Incidências de rotina PA / Perfil esquerdo / incidência de REVERCHON / PA Região da face. Raio central penetrando paralelo a linha horizontal alemã. pois assim pode perceber melhor eventuais falhas da posição. colocar o corpo em posição obliqua. O plano mediano ságital de todo o corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. para melhor colocação no espaço do filme 24x30cm. que vamos ter dificuldades de manter o posicionamento em póstero-anterior. Paciente em decúbito ventral.90m / sim / 24x30 AP Região posterior da cabeça. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. Regiões frontal e nasal sobre a linha central da mesa. colocando os braços numa posição que permita melhor apoio. fazemos de rotina o perfil esquerdo. Permite a posição correta na incidência de Rheese. saindo no násion. no násion. Esta posição vai facilitar a colocação do plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. Os pés devem estar para fora da mesa. sentado ou em posição ortostática. sabemos que a inclinação utilizada foi demasiada. O operador deve fazer o posicionamento do paciente pela extremidade da mesa. quando colocado perpendicular a mesa. Não fazemos AP de rotina porque os principais componentes anatômicos da base do crânio ficam mais próximos na incidência PA. as vezes fazemos até com o raio central perpendicular. Paciente em decúbito ventral. Quando não temos uma indicação precisa da localização da lesão. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 100 / 1. pois se colocarmos somente a cabeça posicionada desta forma.6s / fino / 1. Os pés devem ficar para fora da mesa para um melhor apoio do corpo. Ajustar os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa.0s / fino / 0. sentado ou em posição ortostática. Em pacientes com nariz curto esta inclinação diminui. mais próxima do filme. . O raio central deve penetrar paralelo a linha horizontal alemã.

O numerador com a identificação do paciente sempre deve coincidir com a região mentoniana. Sempre devemos evitar que o paciente mantenha o posicionamento da cabeça utilizando a mão fechada sob a região mentoniana, pois o radiologista assm poderá deixar de surpreender uma lesão ao nível da mandibula. Quando tivermos dificuldade de manter o posicionamento, devemos utilizar um apoio radiotransparente. Em pacientes obesos ou com pescoço curto, o exame fica mais fácil fazendo-se na estativa vertical. Raio central perpendicular, penetrando ao nível da sela turca, isto é, 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. OBSERVAÇÕES : (A) – Outro ponto que se utiliza na prática para entrada do raio central no perfil é no meio do espaço entre a protuberância occipital externa e a região frontal média. (B) – Em crianças de pouca idade e pessoas muito idosas é mais fácil fazer o perfil de crânio em decúbito dorsal, colocando-se um apoio sob um dos lados do tórax. (C) – Em pacientes com traumatismos crânio-encefálicos ou anestesiados, como se utiliza na arteriografia cerebral, teremos que entrar com o raio central horizontal, colocando um apoio radiotransparente sob a cabeça do individuo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 SEMI-AXIAL Ântero-posterior ( incidência de reverchon ) Região posterior da cabeça, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Os braços devem ficar estendidos ao longo do corpo com os ombros num plano transverso a linha central da mesa ou estativa. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Pacientes obesos ou com pescoço curto o exame deve ser feito no bucky vertical. O paciente tem que aproximar o máximo possivel o queixo da furcula esternal, pois o raio central deve penetrar com uma inclinação podálica de 35º em relação a linha horizontal alemã. Se a linha horizontal alemã estiver perpendicular ao plano da mesa, a inclinação do raio será de 35º, se o paciente, com a flexão da cabeça, fizer a LHA inclinar-se de 10º ( por exemplo ) em relação a anterior, a angulação então do raio central será de 25º caudais. O ideal dessa projeção é o aparecimento do dorso da sela turca, projetando-se no forame magno. Raio central entrará pela região frontal, passara pelo conduto auditivo externo e sairá no occipital, passando pelo meio do espaço entre os dois processos mastóideos ( região coincidente com o forame magno ). Esta projeção é a única que apresenta a fossa posterior craniana em quase toda a sua totalidade, numa visão frontal, por isso tendo grande importância nas suspeitas de lesão ao nível do occipital. OBSERVAÇÕES : (A) – Quando o paciente estiver em decúbito ventral e não tiver condições de movimentar-se, podemos fazer o reverchon invertido ou projeção nuco-frontal ou semi-axial póstero-anterior, utilizando os mesmos pontos de referência. (B) – Na prática, vemos a incidência semi-axial ântero-posterior ser chamada por três nomes : REVERCHON, BRETON e TOWNE. (C) – Há aotores que aconselham fazer a incidência de reverchon, breton ou towne com até 45º; outros, com inclinações menores, pois consideram como ponto de referência a linha órbito-meática. (D) – A cabeça é das estruturas do corpo que mais variam anatomicamente de individuo para individuo, por isso acontecendo as vezes utilizarmos rigorosamente os pontos pré-estabelecidos e ainda assim a incidência não sair correta. Assim, temos meios de saber que quando faltou angulação é quando não aparece o forame magno. Se a radiografia foi feita com inclinação excessiva do raio central, sabemos quando aparece o arco posterior do ATLAS. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 AXIAL - incidência de HIRTZ – ( sub-mento vértice ) ( vértico sub-mento ) Incidência de HIRTZ – sub-mento vértice Região superior da cabeça, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Quando em decúbito dorsal, coloca-se um apoio sob as costas do paciente para logo apos estender ao máximo a cabeça, até que a linha horizontal alemã fique paralela ao plano da mesa.

Quando este posicionamento for dificil para o doente, que geralmente acontece em pacientes obesos ou de pescoço curto, devemos fazer sentado, fazendo extensão máxima da cabeça, até encostar o vértice craniano na estativa vertical. O plano mediano ságital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. As pernas devem ficar fletidas para relaxar a musculatura abdominal, os braços estendidos ao longo do corpo e os ombros num plano transverso ao maior eixo longitudinal da mesa. Após a exposição dos raios-x, o operador, antes de retirar o chassis da bandeja, deve auxiliar a levantar a cabeça do paciente lentamente, pois se levantar rápido pode sentir tonteiras. A incidência de HIRTZ é a melhor projeção para a base do crânio, mostrando as três fossas cranianas com excelente definição. Raio central penetrando perpendicular, no meio da linha horizontal alemã, quando estiver paralela ao plano da mesa. Quando não estiver, inclinamos o raio central cefalicamente até que penetre perpendicular a LHA. Incidência de HIRTZ – vértico sub-mento Região do sub-mento, mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral, sentado ou em posição ortostática. Esta incidência é indicada quando o paciente não tem condições de fazer a anterior. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. Colocar os braços numa posição que permita melhor apoio, ajustando os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso. Os pés devem ficar para fora da mesa para um melhor apoio. A cabeça deve ficar apoiada sobre a ponta do queixo em extensão máxima. Com a cabeça em hiperextensão, a linha horizontal alemã costuma fazer normalmente um ângulo de 35º a 40º com o plano da mesa. Sabemos que na incidência de HIRTZ o raio central tem que penetrar perpendicularmente a LHA; então teremosa que trabalhar com inclinações de 35º a 40º podálicos, aumentando a possibilidade de distorção e ampliação de imagem. Raio central perpendicular a linha horizontal, penetrando no meio do seu espaço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1,6s / fino / 0,90m / sim / 24x30 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da cabeça, mais próximas do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Obliquidade cabeça-mesa de 15º a 45º, em média, dependendo da região que nos interessa estudar. Estas projeções apresentam valor nos casos de suspeitas de fraturas com ou sem afundamento, e em crianças na pesquisa de céfalo-hematomas, além de outras indicações. Raio central penetrando paralelo a linha horizontal alemã, ao nível do násion. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / 0,90m / sim / 24x30 Incidência tangencial Região do crânio a ser estudada, mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição ortostática. Esta projeção faz um estudo de uma determinada regiào, que esteja próxima a abóbada craniana e que se deseja ver com detalhe a presença ou não de lesões ósseas ou clacificações. A incidência tangencial deve sempre ser feita com a utilização de cones ou cilindros para obtermos mais detalhe. Raio central perpendicular, tangenciando o local onde se suspeita de processo patológico. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0,8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 1-) VARIANTES DA INCIDÊNCIA DE HIRTZ Em relação a penetração do raio central perpendicular a linha horizontal alemã, de acordo com o lugar onde passe, temos três incidências : (A) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço anterior – incidência para face. (B) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço médio – incidência para base do crânio. (C) – R.C. perpendicular a LHA penetrando no seu terço posterior – incidência para osso temporal – incidência para buraco rasgado posterior. 2-) PA de crânio bem posicionado Temos diferentes métodos de reconhecimento para sabermos se a radiografia de crânio em PA esta rodada ou não.

A maioria desses métodos baseia-se na medida do espaço entre qualquer ponto do bordo lateral do crânio e o septo osseo nasal. Estes métodos são falhos pois são frequentes as variações da anatomia normal com assimetrias cranianas. O melhor método é o que mede o espaço bilateralmente entre a lâmina papirácea do etmoide e o bordo interno da órbita. Em crianças, é melhor medirmos da lâmina papirácea do etmoide ao septo osseo nasal. 3-) Perfil de crânio bem posicionado Alguns consideram o perfil de crânio bem posicionado quando os ramos da mandibula e os bordos superiores ( orbitarios ) do frontal ficam superpostos. Discordamos, pois estas estruturas só ficariam superpostas se o raio central penetrasse sobre elas. No perfil de crânio bem posicionado, vemos a sela turca com suas estruturas superpostas, pois o raio central penetra sobre ela. Estruturas como os ramos da mandibula, bordos supra-orbitarios, proeminencias malares e outras vão apresentar-se algo dissociadas, pois os raios que atingem estes pontos anatomicos são divergentes. 4-) Cuidados que devem antecder o exame de crânio Quando formos realizar radiografias de crânio, devemos Ter o cuidado de fazer o paciente retirar grampos, prendedores de cabelo, brincos e também próteses dentárias metálicas, pois estes materiais poderão superpor-se com estruturas que venham prejudicar a analise da radiografia. 5-) Distância FO-FI de 0,90m Mayer, um dos maiores estudiosos da radiologia craniana, apos valorosos estudos, chegou a conclusão que a distância foco-filme ideal seria de 80cm em radiografias feitas sem bucky. Atualmente convencionamos fazer as radiografias de crânio na distância de 90cm, porque fazemos com bucky. Há os que fazem com 85cm e até com 1m, conseguindo boas projeções.

Crânio ( politraumatizados )
Serão descritas incidências realizadas em aparelhos de exames gerais, com acessórios uma aparelhagem especializada para o exame do politraumatizado. Incidências básicas AP / PA / Perfil direito e esquerdo / REVERCHON / HIRTZ / Incidências especiais Incidências para mastóide / Incidências para rochedo / Incidências para base do crânio / tangencial / Em nosso estudo deteremos principalmente nas incidências basicas com suas variantes, não especificando as projeções especiais, pois um estudo radiológico completo com as incidências básicas, feito com um bom padrão, são capazes de apresentar a maioria absoluta das condições patológicas do crânio. As incidências de rotina, que fazemos em pacientes não politraumatizados, já descritas anteriormente, são : Póstero anterior ( PA ) / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( REVERCHON, BRETON OU TOWNE ) / AXIAL ( HIRTZ ) / Apresentaremos as variantes dos posicionamentos por incidência separadamente, sempre seguindo a ordem de apresentação do pequeno para o grande politraumatizado. Classificação dos politraumatizados Para efeitos de um estudo radiológico do crânio, dividimos o paciente politraumatizado em duas classes, relacionadas com o seu estado de colaboração e com os limites da agressividade em relação aos traumatismos. Pequeno e médio politraumatizado, grande politraumatizado. Pequeno e médio politraumatizado São os pacientes que conseguimos uma boa resposta as solicitações verbais, por isso, vindo facilitar grandemente a realização do exame radiológico, pois podemos até deixar de utilizar recursos técnicos para obtermos uma imobilização no posicionamento correto. Grande politraumatizado É o paciente que não responde as solicitações verbais. Isto vem dificulatar em muito o exame, pois não podemos contar com nenhuma colaboração do doente no sentido de obtermos uma boa imobilização na hora do posicionamento e até pelo contrário, podem ser pacientes agitados. ESTUDO RADIOLÓGICO Em todas as radiografias desses pacientes, devemos colocar sempre o tempo mais curto possivel para diminuirmos a possibilidade do flou cinético. São raros os centros de radiologia no nosso meio que apresentam equipamentos totalmente dirigidos para o exame do politraumatizado. Por isso, procuramos utilizar sempre nos nossos posicionamentos os acessórios que o técnico pode obter facilmente no próprio serviço hospitalar. AP

Incidência utilizada nos pequenos. Coloca-se sob a cabeça uma coroa de papelão ou outro material radiotransparente e o chassis fica equilibrado encostado na região posterior da cabeça. preferimos fazer a incidência póstero-anterior. 7-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Paciente em decúbito dorsal na maca e o filme colocado sob sua cabeça. caem nessa posição. esse sangue vai drenar para a árvore respiratoria através da laringe. com pequeno grau de agitação. não devem ser retirados da maca. Se tivermos uma grade fixa no serviço.Sabemos que no exame radiológico do crânio. são de grande valia nos exames em que pacientes em péssimo estado geral. na rotina. pois é a que mais aproxima as regiões de maior importância da base craniana do filme. nos pequenos politraumatizados. 6-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Paciente em decúbito dorsal na maca e a cabeça apoiada na estativa na posição horizontal. que se movem de acordo com a vontade do operador. Apresenta a grande vantagem da pouca mobilização do paciente. é totalmente impraticavel fazermos o PA. nas cotusões cranianas. Deve-se colocar uma grade fixa sobre o chassis para possibilitar mais detalhe ao exame. . médios ou grandes politraumatizados. pois diminui a possibilidade de acidentes vasculares cerebrais e a formação de edemas.AP – NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa e não utilizamos acessórios. Nas projeções ântero-posteriores. sendo essa a causa de grande número de casos mortais em individuos que. atropelados. Normalmente. A incidência principalmente nos grandes politraumatizados. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 300 / 0. Incidência nos pequenos. médios ou até grandes politraumatizados. mesmo que sejam em pequena escala.54s / grosso / 1. o raio central sempre deve passar paralelo a linha horizontal alemã ( linha que vai do bordo inferior da órbita até o teto do conduto auditivo externo ). 2-) Paciente lúcido e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Colocamos um apoio em forma de coroa ( para mantermos o posicionamento ) sob sua cabeça. o raio central penetra horizontalmente. Também utilizado em pacientes em estado de coma. se colocarmos o paciente em decúbito ventral. que apresentam movimentos. Em termos de radiologia de urgência. Se o traumatismo é no lado direito fazemos o perfil direito. Normalmente esses pacientes vem em maca e não devem ser retirados dela. que por causa do péssimo estado geral. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados. passando pela sua região frontal para fixarmos a cabeça do paciente na mesa de exame. 3-) Paciente lúcido ou não e agitado EM DECÚBITO DORSAL Colocamos uma faixa de esparadrapo ( ou outro adesivo ). 4-) Paciente lúcido ou não e muito agitado EM DECÚBITO DORSAL Utilizamos aparelhos especificos para colocar a cabeça do paciente fixada na mesa e mantida no posicionamento. VARIANTES DO . ESTATIVAS COM BUCKY VERTICAL Estativas verticais com grade potter-bucky. fazemos com o raio central inclinado de mais ou menos 12º podálicos no násion.50m / sim / 24x30 Perfil direito ou esquerdo Fazemos o perfil direito ou esquerdo sempre procurando aproximar a região da lesão do filme. 5-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO LATERAL A posição em decúbito lateral é a melhor nos traumatismos crânio-encefálicos. basta chegar o paciente até o lugar da estativa sem que saia da maca. Se colocarmos a estativa na posição horizontal. obteremos uma radiografia de melhor padrão. Incidência nos grandes politraumatizados. Nessa projeção. Estes aparelhos apresentam garras com borrachas para fixar a cabeça. a face está comprometida e são muito frequentes as hemorragias nasais. pois vamos incorrer num grande risco para a vida do paciente. Incidência nos grandes politraumatizados. precisam fazer exames que exijam detalhe. se a colocarmos perpendicular a mesa.

que tenham dificuldade de manter o posicionamento em decúbito ventral. para fixar o posicionamento. se não. pois muitas vezes o paciente vem nessa posição e não há condições de o colocarmos em decúbito dorsal. O filme é colocado verticalmente. que não podemos movimentar o paciente. 3-) Pacientelúcido e não agitado DECÚBITO DORSAL Normalmente a incidência anterior necessita que inclinemos o raio. fazendo assim o perfil do crânio com muita facilidade. 4-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando é conveniente fazer o perfil sem manipular o paciente. utilizamos um plano inclinado para facilitar e melhorar o posicionamento. entramos com o raio central horizontal após colocarmos sob sua cabeça ( coroa de papelão ). podemos fazer toda uma rotina do exame do crânio. Incidência nos pequenos. Se conseguirmos. Incidência nos pequenos politraumatizados. fechada. Esta incidência pode ser indicada nos grandes politraumatizados. que nos facilita. 5-) Paciente lúcido e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando necessitamos fazer um perfil de crânio na maca. 6-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando o paciente vem na maca. é colocarmos um apoio sob as costas ( no lado contrário ao que a cabeça esta rodada ). o raio central penetra perpendicular. Levamos a maca até uma estativa com bucky vertical e executamos a radiografia. É importante sabermos essa rotina. Apresenta a desvantagem de ampliar em muito a imagem por causa do ombro do paciente que não permite uma melhor aproximação. diminuindo assim a ampliação com consequente perda de detalhe. Incidência nos grandes politraumatizados. Podemos utilizar ou não a mão do paciente. o raio central penetra dois centimetros para frente e para cima do conduto auditivo externo ou no meio do espaço entre a região mais medial do frontal e a região mais medial da porção escamosa do occipital. Quando os pacientes apresentam-se agitados. pois a mobilização do paciente é pequena. mantendo fixa. VARIANTES DO PERFIL NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO LATERAL Quando o paciente vem andando ou é posto na mesa em decúbito ventral. entramos com o raio central horizontal.Com o paciente em decúbito lateral. médios e grandes politraumatizados. então faremos com uma inclinação de tal modo que o raio entre perpendicular ao maior plano da cabeça do paciente. Obteremos uma melhor radiografia se utilizarmos a grade fixa. Outro recurso. Nas projeções em perfil ou lateral. O plano mediano ságital deve sempre estar paralelo ao plano da mesa. para facilitar o posicionamento ( hemidecúbito lateral ) e manter o plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. apoiando no lado mais próximo da contusão. devemos colocar o seu corpo obliquado na mesa. é aumentando-se a distância foco-filme. A maneira de remediarmos esse problema. inclinamos podalicamente até que fique perpendicular ao maior eixo do crânio. Incidência nos grandes politraumatizados. 7-) Paciente lúcido ou não e pouco agitado EM DECÚBITO VENTRAL . 2-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Não utilizamos acessórios. a não ser quando a cabeça do paciente estiver algo obliqua. além do plano inclinado. Incidência nos pequenos e médios politraumatizados ou em crianças e pessoas muito idosas. sob o queixo. se utilizarmos um plano inclinado poderemos colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da mesa. O paciente gira a cabeça para um dos lados ( de acordo com a aproximidade da lesão ) até colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da estativa vertical na posição horizontal. utilizamos os mesmos recursos citados nas incidências anteriores. O raio central sempre incidirá perpendicular. tentando colocar o plano mediano ságital paralelo ao plano da mesa. O paciente vira ao máximo a cabeça para o lado. Colocamos um apoio sob sua cabeça ( preferivelmente uma coroa de papelão ) para elevá-la.

Se utilizarmos grade fixa. por isso deve ser utilizado nos pequenos e médios politraumatizados. Exame nos pequenos politraumatizados.90m / sim / 24x30 VARIANTES DO HIRTZ NO POLITRAUMATIZADO 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa com a utilização de um apoio ( travesseiro dobrado ) sob suas costas. Posicionamento nos grandes politraumatizados. 3-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Coloca-se um apoio sob a cabeça do paciente. A linha horizontal alemã ( LHA ) deve ficar perpendicular a mesa. utilizamos os mesmos acessórios já citados no AP. 2-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO VENTRAL Quando o paciente vem para a mesa em decúbito ventral. o paciente é colocado em decúbito dorsal ou sentado. e para isso fazemos o paciente aproximar o queixo da fúrcula esternal. AXIAL ( INCIDÊNCIA DE HIRTZ ) Quando há suspeita clínica ou mesmo radiológica de fratura de base do crânio. de maneira que cruza o meio da linha horizontal alemã perpendicularmente. temos como incidências de rotina. fazemos o HIRTZ ( vértice sub-mento ).5s / grosso / 0. Variantes do reverchon no politraumatizado 1-) Paciente lúcido e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Exame feito na mesa sem a utilização de acessórios.Quando o paciente vem na maca em decúbito ventral ( melhor posição nas fraturas de vértebras lombares ). onde o raio central cruza perpendicularmente o meio da linha horizontal alemã. o AP e o perfil direito ou esquerdo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 200 / 0. o levamos para a estativa com bucky na posição horizontalizada. utilizamos os mesmos acessórios citados no decorrer das projeções em ântero-posterior. O filme é colocado equilibrado atrás da cabeça do paciente. O raio central penetra na região frontal com uma inclinação entre 30º e 35º em relação a LHA. é fundamental incluirmos na rotina a incidência de reverchon. é fundamental incluirmos na rotina o HIRTZ. Na incidência de HIRTZ. de maneira que o seu plano mediano ságital coincida com a linha central da mesa. É colocado um apoio sob as costas do paciente de maneira que sua cabeça fique em extensão máxima até encostar na mesa. levamo-lo ao bucky vertical horizontalizado. que nos dá uma visão global da base craniana permitindo ao radiologista orientar as incidências especiais que virão a seguir. empurramolo "em bloco" para frente e ele se coloca em hemi decúbito lateral para melhor posicionamento do perfil. de maneira que consigamos uma boa extensão do pescoço. Quando os pacientes apresentam-se agitados. obteremos uma melhor radiografia. Posicionemento bastante dificil para um paciente em más condições. 2-) Paciente lúcido ou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando o paciente vem de maca e não temos condições de transportalo para a mesa. passa pelo conduto auditivo externo e sai no meio do espaço entre os processos mastoideos ( onde localiza-se o forame magno ). O raio central deve sempre passar perpendicular no meio da linha horizontal alemã. se tiver condições. penetrando inicialmente no vértice craniano. Na incidência semi-axial ( REVERCHON ) o paciente é colocado em decúbito dorsal. Quando os pacientes apresentam-se agitados. Se a contusão é na região posterior ( superior ou inferior ) da cabeça. para confirmar ou não o diagnostico. Nos pequenos politraumatizados. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 200 / 0. Procuramos fixar a sua cabeça de maneira que a linha horizontal alemã fique perpendicular a mesa. através de um plano inclinado. para que depois se deite e coloque a cabeça em extensão máxima. com o paciente colaborando totalmente. Raio central penetra quase que paralelo ao tórax. O seu plano mediano ságital deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa.90m / sim / 24x30 SEMI-AXIAL ( INCIDÊNCIA DE REVERCHON ) Quando o traumatismo crânio-encefálico é na região anterior ou lateral da cabeça. Incidências nos grandes politraumatizados.5s / grosso / 0. .

juntamente com a variação da glândula hipofise ou pituitária. 5. 8.Sulco do quisma óptico volumoso. uma lâmina óssea quadrada que se projeta para cima e apresenta nos dois lados. supra-renal.Clívus. 5. 11Sulco do quiasma óptico.Localização da hipofise. etc. 6. B-) Secreta hormônio do crecimento – A deficiencia deste hormônio em crianças produz o nanismo e o aumento.Dorso selar. 4.90m / sim / 24x30 Sela turca A sela turca esta localizada na superficie superior do corpo do osso esfenoide. glândulas sexuais.Tumores intra selares. A sela turca varia consideravelmente em tamanho. 2. 7.Plano esfenoidal.Dorsos : curto e longo. 3. 3. configuração e inclinação. A cavidade selar é denominada fossa hipofisal. Aloja-se na fossa hipofisal e tem duas partes diferentes chamadas lobos. 5. 7. Alterações metabólicas. Assoalho selar. 7.Parede anterior da sela. o anterior e o posterior.Alterações ósseas. ANATOMIA RADIOLÓGICA Imagem da sela turca em perfil ( fig ) 1.Assoalho duplo. é uma glândula muito importante porque secrata muitos hormônios. 14Lâmina crivosa do etmóide. 4.Tumores do cavum. atrás do sulco óptico. Estes dois processos dão inserção ao tentório do cerebelo.Hidrocefalias.Redução do volume selar. Estes disturbios constituem a maior parte das indicações de seu estudo radiológico.Tuberculo selar.Tumores do nervo óptico. 2. também designada como o "maestro da orquestra endócrina" por influir no funcionamento de outras glândulas endócrinas. que é o limite posterior do sulco óptico e posteriormente é delimitada pelo dorso selar. Forma o teto dos seios esfenoidais.Sela com processo clinóide médio.). 12Grande asa do esfenoide. o levamos para a estativa com o bucky horizontalizado.Pneumatização do dorso. 6. INDICAÇÕES PARA O EXAME RADIOLÓGICO DA SELA TURCA As principais indicações são : 1. sendo colocado num plano inferior ao da maca. O lobo posterior produz hormônios que influem nas variações da pressão sanguinea e regulam a eliminação da urina.Processos clinóides anteriores.4-) Paciente lúcidoou não e não agitado EM DECÚBITO DORSAL Quando vem na maca e não tem condições de passa para a mesa. de maneira que a cabeça do paciente entre em extensão máxima. médios e grandes politraumatizados.Processos clinóides posteriores. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 300 / 0. 10Seio esfenoidal. . 8. esfeno-occipital. 4. VARIAÇÕES DA ANATOMIA NORMAL DA SELA TURCA 1. 3.Porçào basilar do occipital. 2. Apesar de seu pequeno tamanho. os processos clinóides posteriores.Ponte selar entre os processos clinóides. por conter a glândula hipofise. Utiliza-se esta incidência nos pequenos. produz a ACROMEGALIA.Tumores supra selares.Sincondrose : inter-esfenoidal. 13Pequena asa do esfenoide. Ela é delimitada anteriormente pelo tubréculo selar. o gigantismo.Porose do dorso. Em adultos.54s / grosso / 0. 6. O lobo anterior produz hormônios que : A-) Atuam sobre o funcionamento de outras glândulas de secreção interna ( tireóide. 9.

com uma fina linha que se projeta logo abaixo do plano esfenoidal e no meio do espaço entre os bordos mais superiores dos rochedos do temporal. com +_12º podálicos ou ainda colocando-se esta linha perpendicular e incidindo o raio central perpendicular. . Plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. 2cm para frente e para cima do condotu auditivo externo. que deverá estar perpendicular a mesa. Devemos fazer duas incidências com cone. Incidências panorâmicas de rotina PA / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / PA ( Panorâmica ) Região anterior da face. mais próxima do filme. A cabeça do paciente deve estar em perfil rigoroso. . etc. com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.ESTUDO RADIOLÓGICO Iniciamos o estudo radiológico da sela turca com incidências panorâmicas de crânio. Paciente em hemi-decúbito lateral ou em posição de nadador. Raio central incidirá com uma inclinação podálica de 35º em relação a linha horizontal alemã. ou em posição ortostática com o seu plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Raio central deverá incidir perpendicular. Plano mediano ságital coincidindo com a linha central da mesa. seios esfenoidais. . Raio central incidindo na região frontal com uma inclinação podálica de 35º.Tubérculo selar. desde que paralelo a linh horizontal alemã. no mesmo posicionamento da incidência de reverchon panorâmica. Assoalho. parede anterior e posterior da sela. Paciente em decubito ventral ou em posição ortostática. grande asa do esfenoide. Variando em poucos graus. mais próxima do filme com as regiões frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. plano esfenoidal. poderá incidir perpendicular ou com uma inclinação podálica de 10º a 12º. SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) Paciente em decúbito dorsal. Através do perfil. mais próxima do filme. OBS : Nesta incidência visualizamos o assoalho selar. Raio central incidirá paralelamente a linha horizontal alemã. saindo no násion. OBS : O perfil é o melhor posicionamento para visualização do maior número de componentes da sela turca. Através desta incidência o radiologista pode medir a largura da sela. com a finalidade de jogarmos a imagem da sela turca dentro do forame magno do occiptal. Devemos utilizar colimadores como os cones para obtermos mais detalhe radiográfico. SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) – ( Panorâmica ) Região posterior da cabeça. Plano mediano ságital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. Raio central deve sair do násion. o radiologista pode medir o comprimento e a altura da sela turca para obter o volume selar. Raio central perpendicular incidindo 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. resultando assim radiográfias com muito mais detalhes. Perfil direito ou esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça. Perfil direito ou esquerdo Paciente em hemi-decúbito lateral no mesmo posicionamento das incidências laterais do crânio panorâmicas. Plano mediano ságital do crânio paralelo ao plano da mesa. Paciente em decúbito dorsal. Por ser a melhor incidência vemos com excelente definição : . O que normalmente caracteriza as projeções localizadas para sela turca é a utilização dos cones com finalidade de limitar e absorver a radiação secundária. Incidências localizadas PA / Perfil direito ou esquerdo / SEMI-AXIAL ( incidência de REVERCHON ) / Incidências localizadas de rotina PA / Perfil esquerdo / PA Paciente em decúbito ventral no mesmo posicionamento da incidência pósteroanterior do crânio panorâmica. Estas incidências apresentam grande importancia para visualizar-se prováveis patologias contíguas com a sela turca ( ou túrcica ) ou em outras regiões do crânio.E outros acidentes importantes como o sulco do quiasma óptico. passando pelo conduto auditivo externo e saindo no occipital.Processos clinóides anteriores e posteriores.

NOTA 1-) Fatores radiográficos Sabemos que na distância de 1m o cone absorve +_7 Kv. que se abre por um lado na orbita e por outro lado na cavidade craniana.5cm para baixo do plano ótimo. Indicações do exame radiologico do buraco ótico A orbita é assento de tumores oculares.45m / sim / 24x30 B-) Em perfil direito ou esquerdo Paciente em hemi-decúbito lateral. pequenas erosões ósseas ou calcificações poderão definir a conduta médica em relação ao paciente e somente a tomografia permite dizer com precisão os casos suspeitos nas radiografias de rotina. pois se não tomarmos este cuidado obteremos uma radiografia com um halo de radiação secundária em torno da imagem. que dividem o filme 24x30 em quatro.2s / fino / tomo +_1. utilizamos máscaras plumbíferas. O buraco ou forame ótico dá passagem ao nervo ótico e a arteria aftalmica. Através do reverchon o radiologista pode medir a largura da sela turca. Paciente em decubito ventral.5cm para cima do plano ótimo e dois separados de 0. como a sela turca. ESTUDO TOMOGRÁFICO A tomografia é dos principais recursos dentro de um serviço de radiologia. Raio central incidindo a 2cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. quando fazemos as localizadas para sela turca o cone fica encostado na cabeça do paciente diminuindo então a distância foco-filme. aparecem nas radiografias localizadas. dois separados de 0. poroses ou erosões de estruturas ósseas selares. pois a presença de calcificaçòes intra selares. ou seja.5cm para baixo do plano ótimo. mais próxima do filme. poderão junto com a clínica do doente definir um diagnostico. Podemos tomografar a sela turca em AP e Perfil : A-) Em AP – Paciente em decúbito dorsal. No estudo da sela turca. por isso podemos trabalhar com os mesmos fatores das distâncias panorâmicas.2s / fino / tomo +_1. com alinha meato-orbitária perpendicular ao plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 260 / 80 / 3. nos limites dos assoalhos da fossa anterior e média da base do craniana e esta limitando o quiasma ótico. Vemos comumente lesões que não aparecem na panorâmica. com o plano mediano ságital da cabeça paralelo ao plano da mesa. ESTUDO RADIOLOGICO Incidências Incidência de RHEESE – parieto orbital e orbito parietal . Assim podendo-se diafragmar para obter mais detalhe. pelos quais se requer estudos radiologicos de boa qualidade para visualizar os buracos óticos. NOTAS GERAIS 1-) Localizadas de sela turca A finalidade de fazermos radiografias localizadas de sela turca é obtermos mais detalhe. . O plano mediano do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Faremos mais quatro cortes. Raio central incidindo no násion. Faremos mais quatro cortes.5cm para cima do plano ótimo e dois separados de 0. Buraco ótico O buraco ótico é o orifício anterior de um verdadeiro conduto de 5mm a 8mm de comprimento e de 4mm de diâmetro. sentado ou em posição ortostática.OBS : A incidência de REVERCHON demonstra o dorso selar ( região da lâmina quadrilatera do esfenoide ) numa projeção anterior do forame magno.45m / sim / 24x30 OBS : Nas tomografias de estruturas pequenas. dois separados de 0. de tumores da glândula hipofise ( que a afetam indiretamente ) ou de lesões produzidas por traumatismos crâneoencefalicos e infecções. 2-) Radiação secundária Quando utilizamos o cone. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 260 / 80 / 3. O plano ótimo será 2cm a frente ( para cima ) do conduto auditivo externo./ Incidência de HARTMAN / Incidência de PFEIFFER / Incidência de LYSHOLM / Incidências de rotina Incidência de RHEESE – direita e esquerda / Incidência de RHEESE – parieto-orbital Região anterior da orbita. Encontra-se na parte mais posterior e medial da pequena asa do esfenoide na sua raiz de inserção com o corpo. temos que limitar a abertura do diafragma para que fique aproximado ao seu mairo diâmetro. O plano ótimo é na altura do plano mediano ságital.

Utilizamos dois chassis colocados em forma de "V". A rotação deve ser para o lado contrario a ser examinado. com a região frontal e nasal coincidindo com a linha central da mesa. O raio central deve sair no meio da órbita do buraco ótico a ser radiografado. OBS : Sobre os dois chassis devemos utilizar grades fixas. o buraco ótico projeta-se no quadrante superior externo. O plano mediano sagital do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. do lado a ser examinado. A região orbitaria do lado a ser examinado deve coincidir com a linha central da mesa. e quando fazemos com inclinaçãi podálica de 5º a 7º. Incidência de PFEIFFER . para obtermos mais detalhe. mantendo três pontos de contato. mais próxima do filme. Ajustar a rotação da cabeça de maneira que o plano mediano sagital forme um ângulo de 53º com o plano do filme. proeminencia malar e dorso do nariz. coincidindo com a linha central da mesa. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. Incidência de LYSHOLM – direita e esquerda Região anterior da cabeça. Ajustar a rotação da cabeça de maneira que o plano mediano sagital forme um ângulo de 53º com o plano do filme. mais próxima do filme. saindo no meio da órbita.sentado ou em posição ortostática. Incidência de HARTMAN – direita e esquerda Região anterior da face. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano do corpo coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular ou com uma inclinação de 5º a 7º podálicos. de modo que o plano mediano forme um ângulo de 53º com o plano do filme.Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. a radiação é absorvida nas grades Potter-bucky divergentes. a imagem do buraco ótico projeta-se no quadrante inferior externo da orbita. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. penetrando no centro da orbita. É o mesmo posicionamento do "PA" de crânio. formando um ângulo de 37º com o plano horizontal. dando uma exposição para cada chassis. Paciente em decúbito ventral. Incidência de RHEESE – orbito parietal Região occipto-parietal. mais próximas do filme. Paciente em decúbito ventral com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Raio central com inclinação lateral de 30º e podálica de 20º. saindo no centro da orbita que deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. Podemos penetrar com o raio central perpendicular ou com uma angulação de 5º a 7º podálicos. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. mais próxima do filme. A incidência de lysholm. Raio central com 20º de inclinação lateral da direita para esquerda ou viceversa segundo seja o buraco ótico a radiografar e associada a uma inclinação podálica de também 20º. no meio dos quais descansa a cabeça do paciente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi .direita e esquerda Regiões anteriores das órbitas. Os ombros do paciente devem estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. Ajustar a rotação da cabeça. a protuberancia orbitaria externa. Estas grades devem ser de lâminas paralelas. na ampola. pois radiografias com inclinações laterais. A linha acantion-meatal ( conduto auditivo externo ) deve ficar perpendicular ao plano da mesa. deve ser feita com grades Potter-bucky paralelas ( ou universais ). A linha acantion-meatal ( conduto auditivo externo ) deve ficar perpendicular ao plano da mesa. Qualquer desvio lateral desta localização indica rotação incorreta da cabeça e qualquer desvio longitudinal indica angulação incorreta da linha acantiomeatica. sentado ou em posição ortostática. O raio central penetra perpendicular aproximadamente 7cm para fora da protuberancia occipital externa. OBS : Quando penetramos com o raio central perpendicular. mantendo o dorso do nariz. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. Paciente em decúbito ventral. do lado a ser examinado.

Devemos sempre utilizar cones de pequena abertura para obtermos o máximo de detalhe. sempre fazendo o estudo bilateral. mais próxima do filme. Indicação do exame radiologico para buraco posterior A principal indicação para o exame do buraco rasgado posterior é o tumor de glomus jugulares. no meio do espaço entre os dois processos mastóides. Devemos fazer uma diafragmação suficiente para obtermos um bom detalhe. Quando o posicionamento for dificil para o doente. Paciente em decúbito dorsal. pois é de grande importância fazer-se a comparação de um lado com o outro. com um apoio sob as suas costas estendendo ao máximo a cabeça. . A cabeça deve estar rodada de 10º a 20º para o lado a ser radiografado. devemos fazer com o paciente sentado estendendo ao máximo a cabeça até que encoste na estativa vertical. com o plano mediano ( ou P.LOCALIZADA Na projeção localizada. . que geralmente acontece em pacientes obesos ou de pescoço curto. de preferencia no mesmo filme. devemos fazer as radiografias para buraco ótico com colimadores ( cones. cilindros ). com a boca aberta.Décimo primeiro ou espinhal. que é onde deságua o seio lateral da paquimeninge para formar a veia jugular interna. OBS : (A).Décimo ou pneumogastrico ( também chamado de vago ou cardiopneumoenterico ). Raio central penetrando perpendicular a linha horizontal alemã. devemos utilizar um cone de pequena abertura.S.0s / fino / cone encostado+_75cm / sim / 18x24 NOTA 1-) SPOT FILMS COMPARATIVOS Para obtermos o máximo de detalhe. A cabeça deve estar um pouco estendida até que a linha imaginaria. penetrando na comissura labial externa do lado contrário a ser radiografado.M. Raio central perpendicular. Alem da veia jugular interna. (B). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1.Nono ou Glossofaringeo . 2-) TOMOGRAFIA Quando se suspeita de lesão ao nivel das paredes do forame ótico.75 / 30 / 100 / 100 / 1. fazemos cortes tomograficos. ESTUDO RADIOLÓGICO Incidências Incidência de CHAUSSÉ II / Incidência de HIRTZ comparativa e localizada / Incidência semi-hirtz / Tomografias Transorbitária ( AP ) / Perfil / Incidências de rotina CHAUSSÉ II DIREITO E ESQUERDO / Incidência de CHAUSSÉ II Região posterior da cabeça.COMPARATIVA Apesar de sabermos que no lado direito o golfo da jugular e o buraco rasgado posterior são maiores. O paciente deve manter-se na posição de RHEESE órbito-parietal e fazer tomografias bilaterais. passam pelo buraco rasgado posterior os três nervos : . até que a linha horizontal alemã fique paralela ao plano da mesa. O plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Raio central penetrando perpendicular a linha horizontal alemã. Paciente em decúbito dorsal. Próximo a ele encontramos o golfo da jugular. BURACO RASGADO POSTERIOR O buraco rasgado posterior é formado pela porção lateral do processo basilar do occiptal e pela porção da parte petrosa do osso temporal. em planos a partir da região posterior da órbita. (A).2s / fino / cone encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ comparativa e localizada Região superior da cabeça. para diagnostico radiologico. encostado na região lateral direita ou esquerda do pescoço. mais próxima do filme. devemos fazer a comparativa para surpreendermos patologias no lado sem possiveis alterações. (B). Geralmente o golfo da jugular e o buraco posterior são maiores no lado direito. 3cm para dentro do processo mastóide do lado a ser estudado. ) do corpo coincidindo com a linha central da mesa. que vai da espinha nasal anterior ou conduto auditivo externo fique perpendicular ao plano da mesa.As radiografias para buraco rasgado posterior devem ser sempre comparativas.

numa eminência volumosa.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Osso temporal O osso temporal encontra-se situado na parte inferior e lateral do crânio. O lada a examinar em contato com a mesa.FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. pois que o cone absorve compensando a aproximação da ampola. Devemos fazer cortes tomográficos. Raio central incidindo no meio do espaço compreendido entre o conduto auditivo externo e o processo mastóide. separados de 0. irregular.Porção timpânica (E). De sua parte externa e inferior. passando pelo conduto auditivo externo. TOMOGRAFIA EM PERFIL Região lateral direita ou esquerda da cabeça.6s / fino / cone encostado / sim / 18x24 TOMOGRAFIA EM TRANSORBITÁRIA .3cm uns dos outros. A outra face da porção escamosa é a circunferência. esta unida. mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.Porção escamosa (B). mais próxima do filme. a distância então diminui. colocando o plano mediano da cabeça paralelo ao plano da mesa. Paciente em decúbito dorsal.Porção petrosa ( rochedo ) PORÇÃO ESCAMOSA Apresenta uma face convexa lisa. mais próxima do filme. mas não alteramos os fatores.2s / fino / tomo +_1. A face interna é côncava e encontra-se em relação com o centro. Raio central incidindo na região do nasion. Já a face interna côncava. a distância foco-filme deve ser de 0. a circunferência articula-se com os ossos parietal e occipital.3cm. com os ombros elevados. Devemos fazer os cortes tomográficos a partir de 2cm abaixo do plano mediano sagital como corte preliminar. através de apoio sob as costas. processo mastóideo. Em sua porção póstero-inferior. Linha infra-órbito-meática ( L. do meio do conduto auditivo externo para baixo. SEMI-HIRTZ . O plano mediano sagital do cropo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Girar a cabeça de 25º para o lado oposto a ser radiografado. Na incidência localizada. que forma parte da fossa temporal. Paciente em Hemi-decúbito lateral.(AP) Região posterior da cabeça. penetrando no gônion ( ângulo da mandibula ). Faz-se oito tomografias a partir do preliminar para baixo. O osso temporal apresenta-se dividido em 5 porções : (A). articula-se posteriormente com a grande asa do esfenoide.Porção estiloide (D).6s / fino / cone encostado ou 90cm / sim / 18x24 OBS : Na incidência comparativa. As celas mastóideas são numerosas cavidades que fazem parte da conformação interna. parietal e esfenoide. ). Raio central perpendicular.( Incidência de PORCHER.90cm com nas projeções para crânio. A cabeça do paciente deve ficar numa posição intermediaria entre o "AP" de crânio e o Hirtz. Devemos sempre fazer radiografias comparativas e com cone para obtermos mais detalhe.Porção mastóidea (C). de um lado a sutura escamo-mastóidea ( porção mastóidea ) e do outro ao rochedo ( CISURA DE GLASSER ). PORÇÃO MASTÓIDEA Sua face externa termina para baixo. deixando pender a cabeça naturalmente sobre a mesa de exame. . num total de cinco cortes separados uns dos outros de 0. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 160 / 100 / 1.H. como fazemos com o cone encostado. colocando a linha acantion-meatal perpendicular ao plano da mesa. perpendicular ao plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 35 / 250 / 80 / 3.A. POROT E ROSSAND ) Região occipito-parietal. projeta-se o processo zigomático em direção anterior para formar a arcada zigomática com o processo temporal do malar ( ou zigomático ). entre o occipital. corresponde ao cerebelo.

Superior – TEGMEN TYMPANI. HIPOTÍMPANO Parte mais inferior da caixa do tímpano. . . Conduzidas pela perilinfa e endolinfa vão impressionar as células neuroepiteliais.Caixa do tímpano – dividimos a caixa do tímpano em 3 partes : A. que constituem o órgão terminal da audição ( órgão de CORTI ).Ouvido médio . 2.Pavilhão auricular – é uma cúpula cartilaginosa para captação do som. A porção timpânica forma a parede anterior. Medial ( interna ) – formada pelas estruturasdo labirinto. sempre procurando dar ênfase aos que dão expressão radiológica. postero-inferior.Ouvido externo . bigorna e estribo. constitui a zona de inserção de músculo e ligamentos.PORÇÃO ESTILÓIDE Projeção látero-inferior do rochedo.Base – orificio do conduto auditivo externo . Inferior – assoalho da caixa ou recesso hipotimpânico. um processo curto que a prende a parede do ático e um processo longo que se articula com o estribo. OSSÍCULOS Os ossículos são em número de três : . LIMITES . O ouvido ( ou orelha – pela nova nomenclatura ) divide-se em três proções : .Vértice – dirigido para dentro e para frente .Mesotimpano C.Inferiormente – músculo estiloglosso. podemos dividir em : . que dá a imagem hipertransparente da região. PAREDES DA CAIXA DO TÍMPANO Externa – esporão de CHAUSSÉ ( parede externa do ático ) e membrana do tímpano. Seu bordo superior se une com o tubérculo zigomatico posterior através da cisura tímpano-escamosa e com a cavidade glênoide pela cisura petrotimpânica.Martelo. MESOTIMPANO Espaço hipertransparente aos raios-X ( com ar ) entre o epitimpano e o hipotímpano. uma cavidade hipertransparente onde no seu assoalho abre-se a trompa de eustáquio.Conduto auditivo externo – oríficio pertencente a parte mais lateral do rochedo.Hipotimpano ÁTICO Parte superior da caixa do tímpano. ANATOMIA RADIOLÓGICA Os principais componentes que formam o conteúdo da caixa do tímpano são os ossículos e o ar. que são traduzidos e interpretados pelo cérebro. para fazer a comunicação do ouvido médio com o meio externo. O cabo do martelo está preso a parte superior da membrana do tímpano. onde estão os ossículos.Externamente – ligamento estilomaxilar. bigorna e estribo ) á janela oval no vestíbulo ( ouvido interno ).Faces – em número de quatro : ântero-superior.Ático ou epitimpano ou lajeta B. o seu limite medial em fronteira com o ouvido médio se faz através da membrana do tímpano. ânteroinferior e póstero-superior Como o aparelho auditivo está situado em sua grande parte no rochedo.Internamente – ( na base ) ligamento estilofaríngeo.Externo – parótida . o assoalho e a porção baixa posterior do conduto auditivo externo.Interno – veia jugular PORÇÃO TIMPÂNICA É uma lâmina óssea curva situada entre o rochedo e a escama. OUVIDO MÉDIO – Principais componentes : 1. OUVIDO EXTERNO – Principais componentes : 1. OUVIDO As ondas sonoras fazem vibrar a membrana do tímpano e as vibrações são transmitidas através dos ossículos ( martelo. .Ouvido interno Demonstramos os principais componentes das porções do ouvido. Sua superficie anterior é triangular e esta em contato com a glândula parótida.Posteriormente – ligamentos estilohióideo. é a mais importante. A bigorna tem um corpo articulado a cabeça do martelo. tais como : . . Nele originan-se os impulsos nervosos da audição. estudá-loemos anatomicamente. PORÇÃO PETROSA ( ROCHEDO ) Tem a forma de uma pirâmide quadrangular.

Dá origem as demais células pneumatizadas. a sua abertura na base craniana chama-se porus acusticus. O canal semi-circular posterior é o único que nào é visivel radiologicamente ( a não ser em cortes tomograficos especiais ). por exemplo ).LOBO TEMPORAL DO CÉREBRO 2. devido as pequenas células que o cercam.CANAL SEMICIRCULAR SUPERIOR 8. A pneumatização é extremamente variavel de um individuo para outro e as vezes de um lado para outro. o 7º e o 8º pares. 4. Abre-se no ouvido no hipotímpano e a responsavel pela manutenção da pressão dentro do ouvido.ANTRO 7.O estribo "fecha" a janela oval ( janela do vestibulo ) PONTO ÁTICAL É a região correspondente á massa dos ossículos. Também os colesteatomas ( tumor ) do ático costumam crescer para o antro. 3. TIPOS DE PNEUMATIZAÇÃO . Células pneumatizadas – onde encontramosbasicamente as células pneumatizadas em condições normais é na mastóide. O antro tem forma e medidas também muito variaveis.Mastóide pneumo-diplóica – tipo misto. de um lado.Mastóide diplóica – predominância de massa óssea. visivel na radiografia simples. 4. em uma mesma pessoa.ANTÉLICE 5. o superior. estruturas da audição e do equilíbrio como vestíbulo.OUVIDO EXTERNO 10ESPORÃO DE CHAUSSÉ 11OUVIDO MÉDIO 12CANAL SEMICIRCULAR POSTERIOR 13PAVILHÃO AURICULAR 14CONDUTO AUDITIVO EXTERNO 15TÍMPANO 16CANAL SEMICIRCULAR LATERAL 17RAMO VESTIBULAR . sem a utilização de tomografias. na criança é mais amplo. na mastóide.OUVIDO INTERNO 9. sobretudo na criança onde o aditus é mais amplo.LABIRINTO : É onde se encontram no ouvido interno. tem importância no estudo dos colestomas.HÉLICE 6. no vestíbulo encontramos os líquidos perilinfa e endolinfa. na linha bi-auricular e é o ponto onde deve incidir o raio central nas incidências para ouvido médio. . com a base para cima. OUVIDO INTERNO O ouvido interno participa tanto do equilíbrio como da audição PRINCIPAIS COMPONENTES : 1. as vezes se estende a escama e ao rochedo e mais raramente pode ir alem do osso temporal ( ao occipital.OSSO E MÚSCULO TEMPORAIS 3. 2.CAVIDADE DA MASTÓIDE ADITUS – canal que comunica o ático com o antro ( "ADITUS AD ANTRUN" = CAMINHO PARA O ANTRO ). o externo ou lateral e o posterior.TROMPA DE EUSTÁQUIO Canal que faz comunicação entre o rino-faringe e o ouvido médio. é um órgão da audição. cóclea. Esta pneumatização parte do antro. canais semicirculares. podendo. .CONDUTO AUDITIVO INTERNO : É um canal longo que percorre grande extensão do rochedo. É encontrado na rede lateral do ático. a sua forma é aproximadamente triangular.VESTÍBULO : é de onde partem os canais semicirculares. Pelo conduto auditivo interno passam dois nervos. mede cerca de 10x6mm. que se localiza para tráz.CANAIS SEMI-CIRCULARES : São em número de três . O ponto atical corresponde a cabeça do martelo e ao corpo da bigorna e esta situado a 2. 7º par – nervo facial 8º par – nervo esteato-acustico – ramo coclear ( audição ) e ramo vestibular ( equilíbrio ) (FIGURA DE UM OUVIDO COM 36 MARCAÇÕES ) 1.CARTILAGEM 4. seu contorno é festoneado e pouco nítido ( o contorno bem delineado é visto no antro patológico com colesteatoma ).5cm para dentro.Mastóide pneumatica – predominância de células com ar.ESPORÃO DE CHAUSSÉ É um acidente exclusivamente da anatomia radiológica. etc. As infecções da caixa propaga-se para o antro. 2. Antro – é uma grande célula cheia de ar. 3. 5. também chamado de muro da lajeta.CÓCLEA OU CARACOL : Onde percorre o nervo coclear. ser maior do que o outro.

STENVERS e MAYER “. HIRTZ e BRETON ( reverchon). O paciente deve ficar o mais imobilizado possível e nunca devemos deixar de colocar a identificação correta nas radiografias. mas também realizando incidências para complementar o estudo de todo o ouvido. As incidências complementares são feitas conforme a indicação.Trans-orbitária unilateral ( incidência de GUILHEN ) 3.Frontal 2. Permitem-nos. nem esporão. pesquisar os colesteatomas. mas apenas das mastóides.REVERCHON ( breton ) As quatro incidências básicas e mais a tomografia frontal são suficientes para nos dar um excelente estudo da caixa do tímpano.18NERVO FACIAL 19CONDUTO AUDITIVO INTERNO 20VESTIBULO 21MARTELO 22BIGORNA 23ESTRIBO 24ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA 25CELAS PNEUMATIZADAS DO MASTÓIDE 26CARACOL OU COCLEA 27NERVO AUDITIVO 28TROMPA DE EUSTÁQUIO 29LABIRINTO 30LÓBULO DA ORELHA 31GLÂNDULA PARÓTIDA 32NERVO FACIAL 33ARTÉRIA ESTILO-MASTÓIDEA 34VEIA JUGULAR INTERNA 35NERVO GLOSSO FARÍNGEO 36MÚSCULO ELEVADO DO VÉU PALATAR ESTUDO RADIOLÓGICO É de grande importância para quem executar o exame radiológico do osso temporal.Perfil direito e esquerdo 3.SCHÜLLER INCIDÊNCIAS COMPLEMENTARES 1.perfil direito e esquerdo 3.MAYER 5. sabendo perfeitamente a anatomia radiológica de cada uma delas. É comum recebermos pedido de exame radiológico de ouvido com os seguintes dizeres : “Radiografias dos mastóides : SCHÜLLER. .HIRTZ PANORÂMICAS DE CRÂNIO 1. por isso teremos que estudar radiológicamente fazendo uma colimação máxima das estruturas para obtermos o melhor detalhe. É importante observar que a única incidência que é imprescindivel em todos os casos é a trans-orbitária comparativa. Portanto não analizamos a caixa do tímpano. devemos estudá-la rigorosamente. conhecer a finalidade de cada incidência. Se o problema é pesquisar colesteatoma como complicação de otite crônica. INCIDÊNCIAS BÁSICAS EM RADIOLOGIA 1.STENVERS 2.CHAUSSÉ III 4. A incidência de Reverchon é muito útil nas crianças agitadas. principlamente do ouvido médio.HIRTZ 4.REVERCHON ( breton ) 3. pela facilidade de execução. as incidências principais são trans-orbitária.PA 2.CHAUSSÉ II TOMOGRAFIAS 1. Os componentes do ouvido são muito pequenos. problema da grande maioria dos casos de estudo radiológico. Outro fator de grande valia é a utilização de ecrans do tipo grão fino. Não veremos nem ossículo. teremos realmente uma boa avaliação das mastóides. Se fizermos o exame apenas com estas incidências. portanto. O conhecimento das incidências e das informações que cada uma delas pode nos fornecer é portanto de fundamental importância para quem executa o exame. pois conseguimos um maior detalhe das imagens radiográficas. INDICAÇÕES GERAIS Quando recebemos o pedido de exame especificando uma determinada região. sede do ouvido médio. STENVERS.Trans-orbitária comparativa ( bilateral ) 2.

para avaliarmos a mastóide ( pneumatização ). Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e esquerdo. Raio central perpendicular. Quando não houver contra-indicação. penetrando no násion. Incidência de GUILLEN ( trans-orbitária unilateral ) Região posterior da cabeça mais proxima do filme. Esta incidência nos dá uma visão de conjunto bilateral. As radiografias de crânio em PA.5cm dentro do plano biauricular ) do lado a ser estudado. que aparecem dissociados entre o esporão e o canal semicircular lateral ( externo ). por exemplo ). utilizamos um apoio radiotransparente sob a região mais alta da cabeça. a mãe deverá ser avisada de que a criança acordará tonta. . Paciente em decúbito dorsal. Incidência trans-orbitária bilateral Região posterior da cabeça mais proxima do filme. Raio central passa pelo plano Qua vai do násion ao teto do conduto auditivo externo. procuramos executar pelo menos a trans-orbitária. Paciente em decúbito dorsal. o que pode ser feito facilmente com supositório de Seconal ( 1 cápsula diluída em água ). Incidência de CHAUSSÉ III Região posterior da cabeça mais proxima do filme. o radiologista pode “dopar” a criança para obter um exame completo de bom padrão. e passar pelo ponto atical. O Reverchon nesses casos substituirá o Schüller.A. Quando encontramos dificuldade em obter este posicionamento. até que o plano que vai do násion ( raiz do nariz ) até a parede superior do conduto auditivo externo esteja perpendicular ao plano da mesa. perfil e Reverchon são feitas apenas com a finalidade de se procurar outras lesões fora do osso temporal. internos. não podendo. penetra no quadrante superior externo do lado a ser examinado. A cabeça deve estar rodada de aproximadamente 5º para o lado a ser examinado. que passa pelo násion ( raiz do nariz ) e parede superior do conduto auditivo externo. quando não é possivel fazer um exame completo. com plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. dos blocos labirínticos e dos C. para Ter uma noção de conjunto e o Reverchon . pois. O raio central deve passar tangenciando o rebordo orbitário externo. A cabeça deve estar fletida ao máximo. A incidência trans-orbitária bilateral é a principal incidência para o estudo do ouvido. Paciente em decúbito dorsal. Nesta projeção a imagem do rochedo deve projetar-se dentro da órbita de maneira que o seu bordo superior não se superponha com o bordo superior da órbita. Raio central passa pelo plano que vai de násion ao teto do conduto auditivo externo. permitindo fazer uma análise comparativa da transferência das paredes e do conteúdo ossicular das caixas do tímpano. que possam estar relacionadas á lesão do ouvido ( Histiocitose x. penetra no quadrante superior interno da órbita do lado a ser radiografado. tanto do ouvido médio quanto do interno. passanda pelo teto do CAE. com o plano mediano sagital do corpo coincidindo com a linha central da mesa. No estudo das incidências vamos observar que nas três primeiras incidências básicas. A parede superior do conduto auditivo externo corresponde externamente ao limite superior do trágus. Se isso for feito. Podemos também fazer com uma inclinação podálica ( quando o paciente não conseguir manter o posicionamento ) de maneira que o raio central passe pelo plano que vai do násion ao teto do CAE. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.Nestas crianças. A cabeça deve estar rodada de aproximadamente 5º para o lado contrário a ser examinado. ficar sozinha no quarto. Principais estruturas demonstradas : 1 – Conduto auditivo externo 2 – Esporão de CHAUSSÉ 3 – Antro 4 – Canais semicirculares / superior / lateral 5 – Ossículos 6 – Caracol 7 – Vestíbulo 8 – Conduto auditivo interno A principal estrutura demonstrada nesta incidência são os ossículos. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e esquerdo. Principais estruturas demonstradas : Caixa do tímpano / ossículos / esporão / Canais semicirculares superior e lateral / ouvido interno. O raio central deve passar no ponto atical ( 2. o raio central entra em um mesmo plano.

A incidência de CHAUSSÉ III também pode ser feita com maior flexão da cabeça ou angulação caudal do raio.E e C.M.C. As cinco incidências que veremos a seguir. mais proxima do filme. têm finalidade específica.80m / sim / 18x24 Incidências complementares As quatro incidências básicas estudadas anteriormente nos dão uma visão de todo o ouvido médio. A incidência de SCHüLLER nos mostra o restante do ouvido médio. As incidências complementares são : STENVERS / HIRTZ / REVERCHON / MAYER / CHAUSSÉ II Incidência de STENVERS “Variante” Região posterior da cabeça. para o lado contrário a ser examinado. que é o lado a ser examinado. chamadas de complementares. executar a mesma incidência duas ou três vezes de cada lado. Lembramos que o esporão nada mais é do que a parede lateral do ático.Para obtermos a melhor demonstração possível do esporão de CHAUSSÉ. paralelo ao plano da mesa. superpostos Vemos ainda um ponto de referência anatômico chamado ângulo de CITELLI ( encontro da parede superior com a posterior do rochedo ). com mínimas variações de rotação da cabeça. saindo no mais próximo. Incidência de STENVERS “Clássica” . Projetam-se parcialmente sobre o canal semicircular lateral ou externo. uma vez que o seio procidente ( muito anterior ) reduz muito o tempo cirúrgico. com a finalidade de colocar o maior eixo do rochedo. a região do conduto auditivo externo do lado a ser exminado deve ficar em contato com a L. ou seja. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 160 / 200 / 0. O ouvido externo é estudado apenas pelo exame clínico direto e pelas tomografias. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em decúbito ventral colocado o corpo em posição oblíqua e o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. Os ossículos mudam um pouco de forma e não ficam bem dissociados. devemos fazer uma varredura. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 40 / 160 / 200 / 0. Devemos fazer separadamente radiografias do lado direito e do lado esquerdo. O conhecimento da posição do seio venoso lateral é importante. Esta é a incidência que nos mostra a face cirúrgica da mastóide e nos permite avaliar a pneumatização.A.A. Principais estruturas demonstradas : Parede superior e posterior do rochedo / Sulco de seio venoso lateral / C.8s / grosso / 0. mais proxima do filme. Raio central com uma inclinação podálica de 25º a 30º. algumas vezes para ouvido médio. outras vezes para ouvido interno. Nestes casos.5cm acima do conduto auditivo externo mais afastado do filme. ou seja. As duas trans-orbitárias e o CHAUSSÉ III são as únicas utilizadas para o estudo da caixa do tímpano. de tal maneira que o raio central entre mais acima. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre o rebordo externo da órbita e o conduto externo do lado a ser radiografado ( ± no meio da linha horizontal alemã ). Plano biauricular cinicidindo com a linha central da mesa. penetrando entre 6 e 7. o cirurgião sempre deve agir com cuidado devido o risco de perfuração e hemorragia grave. Então. Principais estruturas demonstradas : 1 – Conduto aoditivo externo 2 – Esporão de CHAUSSÉ 3 – Antro 4 – Canais semicirculares superior e lateral 5 – Ossículos 6 – Caracol 7 – Vestíbulo 8 – Conduto auditivo interno Esta é a incidência seletiva para o esporão de CHAUSSÉ. pois as incidências padrões não servem para mostrá-lo.I. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa.80m / sim / 18x24 Incidência de SCHüLLER Região lateral direita ou esquerda da cabeça. na altura das sombrancelhas. A cabeça deve estar rodada de 45º ou um pouco menos.8s / grosso / 0. O plano que vai do násion ao teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa. a parte pneumatizada da mastóide.

O ideal é sempre trabalharmos com o raio central perpendicular para evitarmos distorções de imagem resultantes da inclinação da ampola. Logo após. tumores e traumatismos. Principais estruturas demonstradas : Rochedo / Caixa do tímpano / Ossículos / Trompa de Eustáquio / Conduto auditivo interno A incidência de HIRTZ é utilizada em geral para a base do crânio. podemos demonstrar com excelente definição o processo mastóide. pois a espessura a atravessar é grande e o diafragma aberto tira muito detalhe. com o plano mediano sagital do seu corpo. o indicador da outra mão no rebordo orbitário externo do lado oposto áquele. (B) – Com o paciente em decúbito dorsal ou ventral Colocar o dedo indicador no processo mastóide do lado a ser examinado. Com o paciente sentado é a maneira mais fácil de obtermos o posicionamento. As incidências de STENVERS ( Clássica ou variante ) não nos mostra bem os ossiculos e o esporão de CHAUSSÉ. coincidindo com a linha central da mesa. O plano que vai do násion ao teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa. caso contrário a mandíbula projeta-se em cima da caixa do tímpano. pois conseguimos nessa posição uma boa extensão da cabeça sem ser muito incômodo. e para isso o paciente deve fazer uma flexão máxima da cabeça. A ponta do rochedo bem dissociada pode estar ás vezes pneumatizada. Nas incidências unilaterais ( direita e esquerda ) o raio central penetra perpendicular á linha horizontal alemã. Nas incidências bilaterais. Devemos radiografar separadamente o lado direito e o lado esquerdo. Na incidência de HIRTZ o raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 40 / 160 / 200 / 0. o operador deverá estar na extremidade da mesa. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.5cm para dentro do plano biauricular ). ao nivel do ponto atical ( 2. Métodos para colocar o rochedo paralelo ao plano da mesa sem o auxílio do goniômetro (A) – Com o paciente em decúbito dorsal Colocar o maior eixo das regiões anteriores dos dedos das mãos coincidindo com o maior eixo dos pavilhões auriculares direito e esquerdo. preferimos a variante da incidência de STENVERS. pela maior facilidade de posicionamento. saindo no meio do espaço entre o bordo externo da órbita e o conduto auditivo externo do lado a ser examinado. Principais estruturas demonstradas nas incidências de STENVERS Conduto auditivo externo / Porus acusticus interno / Ponta do rochedo / Uma visão do rochedo em toda a sua extensão. Naturalmente que nos colocamos á cabeceira do paciente. mais proxima do filme. afastar os polegares até o direito encontrar com o esquerdo fazendo a rotação até o polegar do lado a ser examinado ficar paralelo ao plano da mesa. Paciente em decúbito ventral. podendo ser usada especialmente para estudo do ouvido nas infecções.80m / sim / 18x24 OBS : Quando utilizamos uma técnica mais fraca. A cabeça do paciente deve estar rodada de 45º ou um pouco menos. cruzando os condutos auditivos externos. Fazemos a rotação até que ambos os dedos indicadores estejam a uma mesma altura do plano da mesa. uma vez que o raio central entra perpendicular a ele. Incidência de HIRTZ ( Submento-vértice ) Região mais superior da cabeça. Podemos fazer a incidência para os dois lados e / ou separadamente para o lado direito e esquerdo. impossibilitando sua análise. pois apresenta grande valor na pesquisa dos neurinomas do acústico. mais proxima do filme. Devemos então Ter o cuidado de não confundir células da ponta com neurinomas do acústico. para o lado a ser examinado com a finalidade de colocar o maior eixo do rochedo paralelo ao plano da mesa. por isso devemos sempre que possivel colocar esta linha paralela ao plano da mesa. o raio central penetra perpendicularmente á linha horizontal alemã.8s / grosso / 0. .Região anterior da cabeça. O posicionamento deve ser perfeito. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. OBS : (A) – É imprescindível uma boa diafragmação do feixe de raios X a fim de evitar radiação secundária. / Antro / Mastóide / Vestíbulo / Canais semi-circulares / Cóclea A incidência de STENVERS apresenta mais interesses no ponto de vista otoneurologico. Como para todos os posicionamentos de crânio. Apesar de aproximar mais o rochedo do filme. Raio central perpendicular.

A incidência de REVERCHON é de grande utilidade nas crianças agitadas. A cabeça deve estar um pouco estendida. com a boca aberta. acometendo a região do golfo da jugular e do buraco rasgado posterior. a posição da cabeça utilizada para fazer o STENVERS do lado direito corresponde á mesma posição para se fazer o MAYER do lado esquerdo e vice-versa. em diversa posições. Fazemos a incidência duas vezes. em que temos que abreviar o exame. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. A principal indicação fica por conta dos tumores do glomus da jugular. deve coincidir com a linha central da mesa. com plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa. Raio central penetra com uma inclinação podálica de 25º na região frontal ( pouco abaixo da área de implantação dos cabelos ) e deve passar nos condutos auditivos externos.80m / sim / 18x24 Exame tomográfico O exame tomográfico para o ouvido é feito de maneira ideal em tomógrafos especiais com movimento hipociclóide. Esta projeção corresponde a uma axial de rochedo.8s / grosso / 0.(B) – Não devemos utilizar a incidência de HIRTZ em decúbito ventral ( vérticesubmento ). até que a linha imaginária que vai da espinha nasal anterior ao conduto auditivo externo fique perpendicular ao plano da mesa. um pouco menor que no REVERCHON para báse do crânio onde a angulação é de 35º. devemos fazer. Para colocarmos a cabeça na rotação de 45º e não possuimos o goniômetro. Na descrição original da incidência de MAYER. mais proxima do filme. Quando houver uma patologia que exija um estudo mais detalhado. pois sempre trabalhamos com grandes inclinações podálicas. mais proximo do filme. pois ele se apresenta verticalizado e o raio central percorre o seu maior eixo. podemos utilizar as mesmas manobras da incidência de STENVERS. mais proxima do filme. resultando em grandes distorções de imagem. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. Incidência de MAYER Região posterior da cabeça. Principais estruturas demonstradas : Análise do conjunto comparativo do ouvido médio e interno / Vestíbulo / Canal semi-circular superior / Estudo da pneumatização / Antro / Condutos auditivos internos / Rochedo ( bordo superior e ponta ). A cabeça deve estar rodada de 10º a 20º para o lado a ser radiografado. A região do conduto auditivo externo. ETC ) Região posterior da cabeça. Paciente em decúbito dorsal. radiografias unilaterais ( direita ou esquerda ). Geralmente conceguimos uma boa demonstração do rochedo com uma inclinação podálica de 25º em relação á linha horizontal alemã. TOWNE.80m / sim / 18x24 Incidência de REVERCHON ( BRETON. Principais estruturas demonstradas : Células pneumatizadas da mastóide / Sulco do seio venoso lateral / Conduto auditivo externo / Processo mastóide / Articulação têmporo-mandibular / Arcada zigomática Esta incidência não é realizada de rotina. além da incidência bilateral.80m / sim / 18x24 Incidência de CHAUSSÉ II Região posterior da cabeça. Paciente em decúbito dorsal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 35 / 160 / 200 / 0. Paciente em decúbito dorsal. Raio central perpendicular. . variando ligeiramente o ângulo. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa.2s / fino / 0.8s / grosso / 0. A cabeça deve sofrer uma rotação de 45º para o lado a ser radiografado. é realizada sem bucky e com um plano inclinado de 15º. penetrando na comissura labial externa do lado contrário a ser radiografado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 35 / 160 / 200 / 0. Assim. Raio central com uma inclinação de 45º podálicos penetrando na região frontal oposta e saindo no conduto auditivo externo do lado a ser examinado. A cabeça deve estar fletida até que aproxime o queixo da fúrcula esternal. mais proxima do filme. estruturas logo atrás do rochedo. A incidência de CHAUSSÉ II apresenta uma inclinação limitada para o estudo do rochedo.

Com este tipo de aparelhagem, conseguimos obter imagens com detalhe muito superior ao do tomógrafo linear,e fazer diagnóstico de pequenas lesões que não são vistas na tomografia convencional Tipos de tomografia 1- Frontal ( uni ou bilateral ) 2- Perfil 3- Axial de crânio ( HIRTZ ) 1-) Tomografia frontal É a única que utilizamos de rotina. Podemos fazer cortes unilaterais ou bilaterais. Naturalmente que teremos mais detalhes nos unilaterais, nos quais a diafragmação é maior. Os cortes unilaterais são ideais para ouvido médio. Os bilaterais devem ser utilizados principalmente nas pesquisas de neurinoma do acústico para comparação dos condutos auditivos internos no mesmo filme. Damos extrema importância a uma boa imobilização da cabeça do paciente durante o exame tomográfico. A cabeça não pode ficar livre, pois quando isto acontece, mesmo involuntariamente, o doente se mexe e qualquer movimento por menor que seja irá alterar enormemente os planos. Não poderemos então nos orientar pelo corte anterior para o proximo corte. Inicialmente são feitos quatro cortes por centimetro. O primeiro, no plano correspondente á base do trágus e os demais para trás. Temos com estes cortes uma boa noção da caixa do tímpano. Os cortes seguintes serão escolhidos de acordo com esta primeira série. Nos planos a seguir, ainda no plano da cóclea, começamos a ver ossículos. O martelo está á frente da bigorna e é visto primeiro. A bigorna vem a seguir. Nem sempre é possivel distinguir exatamente as imagens de um e outro, separadamente. A massa maior de ossículos é dada pelo conjunto da cabeça do martelo e corpo da bigorna. O estribo só excepcionalmente é visto e sua localização é a fossa oval já que se insere na janela oval. ( janela vestibular ). Nos planos medianos veremos o vestíbulo, os canais semicirculares e o conduto auditivo interno. Nos planos posteriores o antro e o restante da mastóide é um pouco mais abaixo o buraco rasgado posterior. O esporão de CHAUSSÉ geralmente é visível nos planos que mostram os ossículos e o conduto auditivo externo. No plano mais adequado vemos que a parede superior do conduto auditivo externo forma com o esporão uma imagem que os franceses comparam a um arpão. 2-) Tomografia em perfil ( axial de rochedo ) É útil nos traumatismos para estudo do canal facial e para pesquisa de luxação dos ossículos. Nos casos de neurinomas intracanaliculares, podemos analisar as erosões ósseas da cortical do canal. 3-) Tomografia em HIRTZ ( Axial do crânio ) Vem sendo utilizada principalmente para estudo dos neurinomas do acústico. Quando estes tumores dão erosões localizadas da parede anterior ou posterior do conduto auditivo interno, a tomo em HIRTZ é a melhor arma para diagnóstico. O exame contrastado para pesquisa de neurinoma ( cisternografia )é geralmente feito com auxilio de tomografias. Incidências panorâmicas para crânio PA / perfil / REVERCHON Para qualquer estudo localizado, é imprescindível possuirmos radiografias panorâmicas da região, pois podemos encontrar lesões no ouvido resultantes de patologias cranianas e vice-versa, que podem dar demonstração radiologica vindo a esclarecer o diagnóstico. Nota Nosso cápitulo sobre osso temporal, a principal fonte bibliográfica, foi o trabalho do Dr.Antonio Baião de Azevedo Filho, “Radiologia do ouvido“, publicado no instituto estadual de radiologia e medicina nuclear – “Manoel de Abreu” – 1975.

Seios da Face
Os seios paranasais, por serem cavidades pares e assimétricas ,cheias de ar e em comunicação com as fossas nasais, são muito visíveis através das radiografias. Por razões topográficas dividem-se em dois grupos. O primeiro se estende na direção lateral ( seios frontais e seios maxilares ); o outro, na direção sagital ( etmoidais e esfenoidais ). Não é possível, pois, representá-los numa só radiografia, pelas diferentes localizações de ambos os grupos e por estarem cobertos por estruturas densas. Anatomia

Seios Frontais Estão situados entre as duas tábuas da escama do osso frontal e se estendem para cima, lateralmente, e para trás. Estes seios estão separados por uma fina parede óssea, o septo intersinusial. Variam grandemente de tamanho. Os seios frontais comunicam-se com a fossa nasal, através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Seios Maxilares São os maiores dos seios paranasais e estão situados no corpo dos maxilares, tendo geralmente a forma piramidal. A parede posterior da maxila separa o seio maxilar das fossas intratemporais e pterigopalatina. A parede anterior está relacionada com a face. Comunicam-se com a fossa nasal, através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Seios Etmoidais Compreendem numerosas pequenas cavidades chamadas células etmoidais, que podem ser divididas em dois grupos. Anteriores – Comunicam-se com a fossa nasal através do meato médio ( espaço entre o corneto médio e inferior ). Posteriores – Comunicam-se com a fossa nasal através do meato superior ( espaço entre o corneto superior e o médio ). Seios Esfenoidais Estão situados no corpo do osso esfenoide. Variam muito em tamanho. Podem ser divididos em partes direita e esquerda ( cada qual podendo ser chamado de seio esfenoidal ), por um septo ósseo. Comunicam-se com a fossa nasal através do meato superior ( espaço entre o corneto superior e o médio ). Indicações para o estudo radiologico As radiografias dos seios paranasais ( para = ao lado de ) apresentam como principais indicações os processos inflamatórios ( Sinusites ) do próprio seio ou de estruturas adjacentes, lesões tumorais ou pseudotumorais tais como abcesso dentário ou cistos e também nos traumatismos crânio-faciais. Estudo radiologico Para o exame radiologico dos seios da face, temos quatro incidências panorâmicas que estudam de maneira convincente estas regiões e possuimos projeções complementares, que poderão apresentar importância no esclarecimento de certos diagnósticos. Incidências panorâmicas Fronto-naso / Mento-naso / Perfil / HIRTZ sub-mento vértice; vértico-submento Incidências de rotina Fronto-naso / mento-naso Quando nas incidências de rotina ( Fronto-naso e mento-naso ) encontrarmos alguma patologia, então incluiremos no estudo as incidências de HIRTZ ( Submento vértice ) e o perfil do lado da patologia. Incidências complementares Incidência de HIRTZ ( variante ), para seios frontais. Obliqua de mento-naso, para seios maxilares. Obliquas ( incidência de RHEESE ) ( OAD e OAE ) para células etmoidais. Incidência vértico-bucal, para seios esfenoidais. Estudo tomográfico Seios Frontais – AP / P Seios Maxilares – AP / P Seios etmoidais – AP / P Seios esfenoidais – AP /P Estudo contrastado Fronto-naso / mento-naso / HIRTZ ( sub-mento vértice ) / Perfil direito e esquerdo. Observações importantes (A) - Todas as incidências para seios paranasais devem ser feitas de preferência com o paciente em posição ortotstática ou sentado, a fim de surpreender a existência de nível líquido, que definiria uma sinusite aguda. (B) - Por serem radiografias que exigem o máximo de detalhe, devemos sempre utilizar cilindros ou cones, com uma abertura tal que inclua na projeção todas as regiões dos seios paranasais. (C) – Para as radiografias de seios da face devem-se retirar grampos, prendendodores de cabelo, brincos, colares e proteses dentárias metálicas. (D) – O operador deve realizar os posicionamentos na cabeceira da mesa, para surpreender eventuais rotações da cabeça ou outras falhas de posição. Incidências panorâmicas Incidência Fronto-naso ( incidência de CALDWELL ) Região anterior da cabeça, mais proxima do filme.

Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ( mesmo posicionamento do “PA” de crânio ). As mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros, quedeverão estar num mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. A região frontal e nasal devem estar em contato com a linha central da mesa ou estativa. Raio central incide paralelo á linha horizontal alemã ( com uma inclinação média de 12º podálicos ), saindo no násion. No fronto-naso vemos principalmente os seios frontais e etmoidais, devendo incluir na imagem os seios maxilares. Os seios esfenoidais aparecem logo abaixo do assoalho da sela turca, com pouca definição. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 incidência mento-naso Região mentoniana, mais proxima do filme. Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. As mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros, que deverão estar num mesmo plano transverso ao maior eixo longitudinal da mesa. O paciente deverá estender o pescoço, apoiando a cabeça pela ponta do mento ( protuberância mentoniana ) de maneira que a linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. A linha horizontal alemã forma um ângulo de 45º com o plano da mesa. Raio central entra perpendicular, saindo na região da espinha nasal anterior. O mento-naso demonstra principalmente os seios maxilares, devendo-se incluir na imagem os seios frontais. Os seios etmoidais aparecem com pouca definição FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1,0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça, mais proxima do filme. Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito ventral, colocando o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa ou estativa. É o mesmo posicionamento do perfil de crânio, só que a região do bordo externo da órbita deverá estar coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular penetrando na comissura externa do olho ( ou bordo externo da órbita ), mais afastada do filme. No perfil vemos os seios paranasais do lado direito e esquerdo superpostos, mas conseguimos visualizar a região dos quatro seios com boa definição. O perfil apresenta importância para demonstrar as lesões com noção de profundidade. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0,8s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ ( sub-mento vértice ) Região superior da cabeça, mais proxima do filme. Paciente sentado ou em decúbito dorsal, com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Quando fizermos com o paciente sentado, deverá ser no bucky vertical, pendendo para trás a cabeça, até encostar o vértice craniano. Quando estiver em decúbito dorsal, deve-se colocar um travesseiro sob as costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão, apoiando a região do vértice craniano sobre a mesa. Região central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã, cruzando o seu treço anterior ( osso malar ). Incidência de HIRTZ ( vértico-submento ) Região do sub-mento, mais proxima do filme. Paciente em decúbito ventral, com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. O paciente deve estender ao máximo a cabeça e apoia-la pela ponta do mento. Não costumamos fazer esta incidência de rotina pela maior inclinação que temos de dar, com uma consequente distorção de imagem e perda de detalhe. Raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã, cruzando o seu terço anterior ( osso malar ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1,6s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 As incidências de HIRTZ demonstram com boa definição os seios esfenoidais e etmoidasis. Os seios maxilares aparecem com pouca definição.

(B) – Perfil – É o mesmo posicionamento de perfil de crânio. dois acima e dois abaixo. projetados dentro da cavidade bucal.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Oblíqua de mento-naso Região mentoniana. É o mesmo posicionamento da incidência de HIRTZ. Paciente em decúbito dorsal. Paciente em posição ortostática.2s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Estudo tomográfico Os cortes tomográficos para o estudo radiológico dos seios paranasais apresentam grande valor e poderão ser feitos cortes panorâmicos para sua visualização geral ou feitos localizados com “máscara” no caso de lesões específicas. com função de afastar a imagem do rochedo. sentado ou em posição ortostática. Ajustar a rotação da cabeça de modo que o plano mediano forme um ângulo de 53º com o plano do filme. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça mais próxima do filme e o paciente em hemi-decúbito lateral. Esta incidência demonstra totalmente os seios esfenoidais. Raio central com uma inclinação podálica de 10º a 20º. Esta incidência examina a parede posterior dos seios frontais. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. sentado ou em decúbito ventral . a protuberância orbitária externa. mais próximas do filme. Paciente em decúbito dorsal. Raio central com uma inclinação podálica de 25º. ) deve ficar perpendicular do plano da mesa. devendo sair no meio da órbita mais próxima do filme. Esta incidência tem função de dissociar as células etmoidais anteriores das posteriores. Raio central perpendicular. A cabeça deve ficar apoiada sobre a mesa. Raio central penetrando na glabela ( meio do espaço entre as duas sobrancelhas ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. de 3 em 3mm do plano ótimo. O plano mediano sagital do corpo do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa.E.A. É o mesmo posicionamento do mento-naso para seios da face. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. Seios frontais (A) – AP – Região posterior da cabeça.Incidências complementares Incidência de HIRTZ ( variante ) – Sub-mento vértice Região póstero-superior da cabeça. Plano ótimo – mede-se da mesa até a glabela e diminui-se 1cm. Paciente em posição ortostática. A linha acântion-meatal ( C. pois com esta rotação da cabeça podemos individualizar a presença de nível líquido. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. Região dos seios frontais coincidindo com a linha central. com a cabeça rodada de 30º para o lado direito e uma outra radiografia para o lado esquerdo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. mais proxima do filme. dois acima e dois abaixo de 1cm do plano ótimo FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. mais proxima do filme. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral. sentado ou em decúbito ventral. mais próximos do filme.saindo no meio do espaço entre a arcada dentária superior e inferior. sentado ou em ortostática. Plano ótimo – mede-se da mesa ao plano mediano sagital. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.Parieto-orbital ( variante ) Regiões anteriores direita e esquerda das órbitas. Incidência Vértico-bucal Região dos lábios superior e inferior da boca. saindo na espinha nasal anterior. proeninência malar e dorso do nariz do lado a ser examinado. O paciente deve abrir a boca ao máximo e aproximá-la da mesa. Esta incidência tem indicação nos casos em que o radiologista quer fazer o diagnóstico diferencial entre sinusite aguda e crônica. mantendo três pontos de contato. Raio central com uma inclinação entre 20º e 30º cefálicos penetrando no corpo da mandíbula.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Oblíquas ( incidência de RHEESE ) OAD / OAF .

5cm. então.5cm do plano ótimo. dois acima e dois abaixo. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. Faz-se pressão digital fechando cada fossa nasal e com uma seringa introduzida na vizinha se faz pressão negativa ao mesmo tempo que o doente é orientado a dizer a palavra “kei” repetidamente.5cm. Com o paciente ainda pronumciando a palavra “kei”. mais próxima do filme e o paciente em hemidecúbito lateral. onde colocamos a pressão negativa e ordenamos que pare de pronumciar a palavra. de 3mm em 3mm do plano ótimo.2s / fino / Tomo ± 1.2s / fino / Tomo ± 1.5cm em 0. facilitando dessa forma a substituição do ar pelo contraste na cavidade paranasal. de 0. Plano ótimo – mede-se da mesa até um plano que passe no meio do espaço entre o bordo interno e externo da órbita mais próxima do filme. Plano ótimo – mede-se da mesa até o terço anterior da linha horizontal alemã.5cm do plano ótimo. (B) – Perfil – Mesmo posicionamento do perfil anterior.65 / 25 / 250 / 80 / 3. Espessura da camada – faz-se quatro cortes. Raio central incidindo ao nível da fossa canina. dois acima e dois abaixo.5cm em 0.5cm do plano ótimo.5cm em 0.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Estudo radiológico contrastado dos seios da face O sucesso deste exame depende bastante da cooperação do paciente. Plano ótimo – mede-se da mesa até o sulco naso-geniano. Esta manobra provoca certo desconforto ao paciente. É introduzido. Espessura da camada – faz-se quatro cortes. O lado a ser tomografado deve estar mais próximo do filme. dessa forma o contraste irá recobrir a porta de entrada dos seios paranasais. Plano ótimo – mede-se da mesa até 3cm acima do conduto auditivo externo. Espessura da camada – A partir do plano ótimo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 250 / 80 / 3. dois acima e dois abaixo. (B) – Prefil –Mesmo posicionamento do prefil de crânio. e a região deverá estar coincidindo com a linha central da mesa.45 / sim / 24x30 ÷ 4 Seios etmoidais (A) – AP – mesmo posicionamento do AP anterior.5cm do plano ótimo. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa. (B) – Perfil – É o mesmo posicionamento de perfil de crânio. Nesse momento o paciente fará manobras de limpeza nasal ( aspirações rápidas e repetidas ). dois acima e dois abaixo. 5ml de contraste iodado na temperatura corporal. retiramos a seringa. Este deverá estar sentado numa cadeira. mais próxima do filme e o paciente em hemi-decúbito lateral. na fossa nasal. . Raio central incidindo 2cm abaixo do násion. que deverá estar perpendicular á mesa. dois acima e dois abaixo. com o plano mediano sagital coincidndo com a linha central da mesa e o paciente em decúbito dorsal. faz-se mais quatro cortes. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3. de 0. Raio central incide 1cm acima da espinha nasal anterior. Raio central incidi no násion.2s / fino / Tomo ± 1.45 / sim / 24x30 ÷ 4 Seios maxilares (A) – AP – Região posterior da cabeça mais próxima do filme. Espessura da camada – faz-se mais quatro cortes.45m / sim / 24x30 ÷ 4 Seios esfenoidais (A) – AP –Posicionamento semelhante ao AP de crânio. de 0. Espessura da camada – faz-se quatro cortes.2s / fino / Tomo ± 1. com a região lateral direita ou esquerda da cabeça.5cm em 0. Raio central incide no terço anterior da linha horizontal alemã. de 0. diminui-se de 2cm a 2. Paciente em decúbito dorsal com o plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Plano ótimo – mede-se da mesa até o plano mediano sagital. Plano ótimo – mede-se da mesa ao plano mediano sagital. de 0. Raio central incide 1cm para frente e para cima do conduto auditivo externo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 250 / 80 / 3. com a cabeça estendida. A substituição do ar palo contraste se faz pela abertura desses seios no orofaringe fechado. dois acima e dois abaixo.5cm em 0.

A tomografia em “AP” de órbita ( mesmo posicionamento do AP de crânio ) é um importante método de exame para diagnóstico do médico radiologista. Paciente em decúbito ventral.0m / sim / 18x24 Oblíquas OAD OAE . com a utilização de cilindro ou cone encostado. encostando a região lateral da face até aproximar a protuberância malar da mesa. mais próxima do filme. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.Incidência de RHEESE ( variante ) Região anterior da órbita. com a utilização de cilindro ou cone. Com a finalidade de retirar a imagem do rochedo do terço inferior da órbita. saindo do násion. poderão ser feitos no intervalo de 72 a 96 horas. Deve-se mostrar o assoalho dos seios maxilares e no perfil para melhor visualização do seio esfenoidal. Raio central com inclinação podálica de 20º. Paciente em decúbito ventral. isto é. onde se encontram os globos oculares. Esta projeção nos mostra com boa definição os bordos supra-orbitários do frontal e os bordos laterais das órbitas dissociados. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 100 / 100 / 1. Órbita É uma cavidade bilateral. tardios. Quando acontecer o caso do doente não poder apoiar a órbita na mesa. utilizamos um suporte sob a sua região frontal. de preferência quando duas incidências. com a funçAo de afastar da imagem da órbita os rochedos. mais próxima do filme. devemos fazer num mesmo filme. Encontramos na órbita. Incidências PA / OBLÍQUA OAD OAE / Prefil dir esq ( não rigoroso ) / Mento-naso ( variante ) Incidências de rotina PA / OBLÍQUA OAD OAE PA Região anterior da cabeça. sentado ou em posição ortostática. Ambas as órbitas devem ser radiografadas num mesmo filme para comparação. mais próxima do filme. deve colocar-se em posição de perfil de face. . providenciamos para que o contraste que não penetrou escorra pelas fossas nasais. antes de iniciarmos o exame. num mesmo filme para comparação. quando teremos melhor definição e confirmação das condições dos seios. O raio central deve sair no centro da órbita mais próxima do filme. ossos da face e do crânio. Raio central com uma inclinação de 20º podálicos. no mesmo posicionamento do “PA” de crânio. não rigoroso.0s / fino / 1. para evitar o contato direto. Também podemos dar esses 8º a 10º em relação á linha horizontal alemã.0s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo – não rigoroso Região lateral direita e esquerda da cabeça. com o plano mediano sagital do seu corpo coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.A seguir. Ragião frontal e nasal apoiadas sobre a linha central da mesa. os seios maxilares ( abaixo do plano de inserção dos pré-molares e molares ). sentado ou em posição ortostática. sentado ou em posição ortostática. Paciente em decúbito ventral. sempre devemos somar de 8º a 10º á inclinação dada para o PA de crânio. Deve-se sempre fazer o perfil direito e esquerdo. O bordo lateral da órbita deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Sempre devemos fazer radiografias comparativas no exame da órbita. Filmes posteriores. Com o corpo em hemi-decúbito lateral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. com o plano mediano sagital do corpo coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. O bordo superior e inferior da órbita e o dorso do nariz devem estar apoiados sobre a linha central da mesa ou estativa. Faremos as seguintes incidências : MENTO-NASO / FRONTO-NASO / HIRTZ ( SUB-MENTO VÉRTICE ) / PERFIL DIREITO E ESQUERDO O filme dental intra-oral pode ser usado para mostrar em sua parte mais profunda. Face : Malar / Maxila / Lacrimal / Palatino Crânio : Frontal / esfenóide / etmóide Estudo radiológico Todo o estudo radiológico da órbita deve ser comparativo.

com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Raio central perpendicular.0m / sim / 18x24 Arcada zigomática É um arco bilateral que coincide com a linha horizontal alemã e é formado pela junção do processo malar do osso temporal com o processo temporal do osso malar. Paciente em decúbito ventral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 20 / 80 / 100 / 0. deve-se colocar um travesseiro nas costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão. Estudo radiológico A arcada zigomática. Rodar a cabeça de 15º para o lado contrário a ser examinado. mais afastada do filme. apoiando a região do vértice craniano na mesa. deverá ser feita no bucky vertical. apoiando a cabeça pela região mentoniana.2s / fino / 1. por isso exigindo para o estudo radiológico sempre radiografias comparativas e localizadas. Paciente em decúbito ventral. O paciente deve estender ao máximo o pescoço. O paciente deita-se em decúbito dorsal ou fica sentado. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. apoiando a cabeça pela ponta do mento ( ao nível da protuberância mentoniana ). com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em decúbito ventral. . Vértico sub-mento A região do sub-mento mais próxima do filme. entraremos com o raio central. que temos que trabalhar. As radiografias nesta posição devem ser comparativas. como nas incidências de HIRTZ. para todas as variantes da incidência de HIRTZ. por isso. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. o diagnóstico radiológico ás vezes torna-se difícil. mais próxima do filme. nos mesmos posicionamentos descritos anteriormente. pela maior inclinação do raio central. O paciente deverá estender o pescoço. Localizada A região da arcada zigomática a ser examinada coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0. com cilindros ou cones. Raio central passando perpendicular no terço anterior da linha horizontal alemã. Não costumamos fazer esta incidência de rotina. sentado ou em posição ortostática. perpendicular a ela. Sabemos que a linha horizontal alemã coincide com a arcada zigomática.8s / fino / cilindro encostado ou 1m / sim / 18x24 Oblíqua semi-axial – direita e esquerda Região mentoniana. A região da arcada zigomática deve coincidir com a linha central da mesa. A projeção comparativa demonstra as duas arcadas numa mesma projeção. penderá a cabeça para trás até encostar o vértice craniano. apoiando a cabeça pela ponta do mento. de modo que uma linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. sentado ou em posição ortostática. por ser uma estrutura óssea pouco espessa e de situação bem externa. está sujeita a fraturas. Podemos fazer também neste posicionamento. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. Nos casos de fraturas incompletas.8s / fino / cilindro encostado / sim / 18x24 Mento-naso ( variante ) Região da protuberância mentoniana. mais próxima do filme.comparativa Região do vértice craniano. incidências comparativas e localizadas. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 120 / 100 / 1. Incidências Incidência de HIRTZ sub-mento vértice e vértice sub-mento ( Comparativa / localizada ) / Incidência oblíqua semi-axial direita e esquerda Incidências de rotina HIRTZ – COMPARATIVA / Oblíqua semi-axial direita e esquerda Incidência de HIRTZ sub-mento vértice e vértice sub-mento ( Comparativa / localizada ) Sub-mento vértice . sentado ou em posição ortostática. saindo 1cm abaixo do násion. Quando o paciente em decúbito dorsal. com muita frequência. penetrando na comissura ezterna do olho.Raio central perpendicular. Quando o paciente sentado.

com a cabeça rodada para o lado oposto a ser examinado de 45º. colocando a articulação a ser examinada coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. OBS : Quando a indicação for luxação da articulação. com a boca do jeito que estiver. Mento-naso . uma pertencente á mandibula e outra ao temporal.8s / fino / cone encostado / sim / 18x24 Articulação têmporo-mandibular Pertence ao tipo das articulações bicondileanas e como tal possui duas sinovias que são : Uma superior.5cm acima da articulação têmporo-mandibular mais afastada do filme e saindo na mais próxima. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 20 / 80 / 100 / 0. passando pelo seu terço anterior.O raio central formando um ângulo reto com a linha horizontal alemã. são feitas radiografias com a boca aberta ao máximo e fechada até as regiões aclusais superiores e inferiores ficarem em contato. De cada lado. Possui duas superficies articulares. colocando o corpo em posição oblíqua e o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa.0s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Incidências complementares Incidência de STENVERS ( variante ) . entre este e o côndilo. voltadas para o côndilo temporal e uma face côncava. então esta concordância se faz através do menisco intrerarticular. sem forçar posição. Raio central perpendicular. que possui uma face côncava em sua parte anterior e convexa em sua parte posterior. Região da articulação ( 1. Raio central com uma inclinação podálica de 25º a 30º. este descansa sobre uma porção mais estreita chamada colo. O pescoço deverá estar estendido de maneira que a cabeça fique apoiada pela região mentoniana e a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. passando pela articulação a ser examinada. situada entre o menisco interarticular e o temporal ( é a mais extensa ) e outra inferior. Paciente em decúbito ventral. situada embaixo do menisco. É digno de se notar que o revestimento desta superficie é de formação conjuntiva e não cartilaginosa. A superficie temporal apresenta ventralmente uma eminência transversal convexa anterior e côncava em sua porção posterior. FATORES . Ás vezes estas duas superficies articulares não se correspondem exatamente.5cm para frente do conduto auditivo externo ) coincidindo com a linha central da mesa. voltada para o côndilo mandibular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Incidências SCHüLLER bilateral ( boca aberta / boca fechada ) Incidências complementares STENVERS / Mento-naso / HIRTZ / REVERCHON Incidências de rotina SCHüLLER bilateral ( com boca aberta / com boca fechada ) Exames especiais Tomografia / contactografia / pneumoartrografia Incidência de schüller bilateral Região lateral direita ou esquerda da cabeça. por isso devemos fazer apenas o estudo do lado direito e esquerdo. penetrando entre 6 e 7. chamada côndilo temporal ( ou tubérculo mandibular do temporal ). por trás deste côndilo existe uma cavidade glênoide também revestida de tecido conjuntivo.localizada Podemos fazer a incidência em mento-naso ariginal ou uma variante em que o paciente fica em decúbito ventral.localizada Paciente em decúbito dorsal. A superficie mandibular está constituida pelo côndilo da mandibula. O plano que vai do násion até o teto do conduto auditivo externo deve estar perpendicular ao plano da mesa. Movimentos da articulação têmporo-mandibular ( ATM ) Elevação e abaixamento da mandíbula / Projeção para frente e para trás / Lateralização Estudo radiológico O exame radiológico da articulação têmporo-mandibular deve ser sempre comparativo e para obtermos mais detalhe devemos utilizar cones de pequena abertura ou cilindros. não conseguiremos fechar a boca. penetrando na articulação a ser examinada.

Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 120 / 100 / 1. Como na incidência de CHüLLER. devemos fazer de cada lado.5cm3 de gás. Raio central com uma inclinação caudal ( podálica ) de 30º a 35º.5cm á frente do conduto auditivo externo. faz-se a assepsia rigorosa e punciona-se o espaço vazio da articulação. dede que seja hidrossolúvel.5 a 1. Raio central penetrando 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 250 / 80 / 3.2s / fino / Tomo / sim / 24x30 ÷ 4 Contactografia Mesmo posicionamento da incidência de CHüLLER. Paciente em hemi-decúbito lateral.localizada Paciente em decúbito dorsal com seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Incidência de REVERCHON . pois a tomografia apresenta com muito maior definição estruturas que apresentem grandes superposições de imagens. faremos esta projeção sem bucky.2s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ – sub-mento vértice . Como a distância foco-filme será muito pequena ( ± 45cm ). Plano ótimo – do plano da mesa. Espessura da camada – Faz-se mais quatro cortes. Raio central perpendicular ao nível da articulação ( 1. Injeta-se de 0. com o plano mediano sagital paralelo ao plano da mesa. dois acima e dois abaixo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 120 / 100 / 1. de maneira que a linha horizontal alemã fique paralela ao bucky vertical. mais próxima do filme. que deverá estar coincidindo com a linha central da mesa.5cm para frente do CAE ) mais afastada do filme. usar contraste iodado. Para que isso seja conseguido o paciente deve manter a boca aberta.localizada Paciente sentado. inclusive cortes feitos com a boca aberta e fechada.4cm ( 4mm ) do plano ótimo. com a finalidade do radiologista observar lesões ao nível dos membros articulares. medimos 2cm para dentro da parede lateral da face. Gás utilizado – Pratóxido de azoto ou gás carbonico são mais usados porque têm uma absorção mais fácil. fazendo-se assim somente uma artrografia. encostando o vértice craniano na estativa vertical. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 25 / 40 / 100 / 0. pois senão as lamínulas de chumbo da grade absorverão quase que integralmente a radiação. Raio central perpendicular ao terço posterior da linha horizontal alemã. por causa da grande divergência dos raios ( devido á pequena distância fo-fi ). A contactografia baseia-se em aproximarmos a ampola ( sem o bloco do diafragma ) da região contrária a da que vai ser examinada. do lado a ser examinado. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. É o mesmo posicionamento da incid6encia de CHüLLER. Técnica de punção – Paciente em hemi-decúbito lateral. Pode-se. com a boca aberta e fechada. penetrando na região frontal e passando pela articulação a ser examinada. Prepara-se o campo. A contactografia é um método de exame em desuso.2s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24 Exames especiais 1. ao invés de injetar gás. Não é aconselhavel injetar-se ar e contraste iodado hidrossulúvel simultaneamente por causa de falsas imagens que podem formar-se.4s / fino / ± 45-50cm / Não / 18x24 Pneumoartrografia É o exame contrastado da articulação têmporo-mandibular. separados de 0. Obteremos uma grande ampliação desta articulação com pouco detalhe e a articulação mais próxima do filme aparecerá com pequena ampliação e com melhor detalhe. Para tomografias da ATM devemos utilizar a máscara de pequena abertura do tomógrafo. com o plano mediano sagital plano da mesa. Incidências SCHüLLER ( boca aberta e boca fechada ) Pode-se complementar com : STENVERS / Mento-naso / HIRTZ / REVERCHON .Tomografia em perfil Região lateral direita ou esquerda da cabeça.

com o raio central perpendicular. OBS : ( A ) – Indicamos as incidências do tipo trans-oral quando há necessidade de estudo das articulações occipito-atloideas e o paciente não tem condições de ficar em decúbito ventral. mais próximas do filme. passando 1cm abaixo do cunduto auditivo externo – ( ponto coincidente com a proeminência malar – “maçã do rosto” ). O operador deve fazer o posicionamento do paciente pela extremidade da mesa. AP – Trans-oral – ( A ) Regiòes posteriores da cabeça e do pescoço. abrindo a boca ao máximo. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. Fazemos esta incidência quando não conseguimos individualizar as articulações com boa definição. Paciente em decúbito dorsal. mais próximas do filme. Paciente em decúbito ventral ou sentado. Articulação Occipito-Atlóidea É uma articulação móvel. Raio central perpendicular. abrindo a boca ao máximo. ( B ) – A finalidade da boca aberta nas incidências trans-orais é a retirada dos dentes do campo a ser radiografado.OBS : A pneumoartrografia só pode ser indicada após termos um estudo radiológico completo simples da ATM. As articulações occipito-atloideas aparecem lateralmente ao ponto mais alto do processo odonntóide ( processo em forma de dente com função de eixo nos movimentos laterais da cabeça. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Linha horizontal alemã perpendicular á mesa. AP – Transmaxilar Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. sentado ou em posição ortostática. pois se superpõem exatamente com as articulações nas projeções frontais. Incidências PA / AP – trans-oral ( A ) e ( B ) / AP trans-maxilar / Prefil direito e esquerdo / Oblíquas OPD e OPE Incidências de rotina PA / Perfil esquerdo PA Região da face. penetrando de maneira que tangencie os dentes incisivos superiores. Paciente em decúbito dorsal. sentado ou em ortoatática. Esta incidência é indicada principalmente em pacientes poli-traumatizados que não tem condições de abrir a boca. por isso devemos pedir ao paciente que retire próteses dentárias metálicas. pertencente á 2ª vértebra cervical “axis” ). mais próximas do filme. colocando os braços numa posição que permita melhor apoio. mais próxima do filme. Raio central perpendicular. Estudo radiológico As radiografias para articulação occipito-atloidea devem ser localizadas ( spotfilm ) e para isso devemos utilizar cones ou cilindros de pequena abertura ou ainda diafragmar para incluir as articulações direita e esquerda e daí obtermos o máximo de detalhe. AP – Trans-oral – ( B ) Regiões posteriores da cabeça e do pescoço. Devemos fazer o “PA”em vez do “AP” porque no primeiro a porção escamosa do occipital não se superpõem com as articulações. Raio central com uma inclinação cefálica de 5º. Região frontal e nasal sobre a linha central da mesa. Paciente em decúbito dorsal. perpendicular ao plano da mesa. A linha horizontal alemã ou a linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. Dá-se entre os côndilos do occipital e as massas laterais do atlas ( 1ª vértebra cervical ). penetrando ao nível do lábio superior. pois assim pode perceber melhor eventuais falhas de posição. Providência de extrema importância é a retirada de próteses dentárias metálicas. perpendicular ao plano da mesa. responsavel pelos movimentos de flexão e extensão da cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . A linha horizontal alemà ou linha que vai do sulco naso-labial até o conduto auditivo externo. É o mesmo posicionamento das trans-orais. somente o paciente com a boca fechada. de maneira que seu plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. sentado ou em posição ortostática. Ajustar os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. tangenciando os incisivos superiores.

8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 06 – Face Na face encontramos 14 ossos. Regiões das articulações occipito-atloideas devem coincidir com a linha central da mesa. penetrando 1cm para trás e para baixo do conduto auditivo externo. Palatinos Formam o quarto posterior do palato duro. formam as fossas lacrimais que acomodam os sacos lacrimais. penetrando na proemin6encia malar. formam parte do assoalho e parede lateral da órbita. A maxila pode se apresentar dividida em : Corpo / Porção palatina / Porção zigomática / Porção frontal / Porção orbitária / Porção alveolar Lacrimais São ossos pequenos e muito finos. lateralmente. mais afastada do filme. os lacrimas ( ou unguis ). É o maior osso imóvel da face. mais próxima do filme. girando a cabeça para o lado direito ( OPD ) e para o lado esquerdo ( OPE ) de 45º com o plano da mesa. parte do assoalho das cavidades orbitárias e ¾ do teto da boca. No período fetal. distribuidos em 2 ímpares e 12 pares. Para formar o nariz ósseo externo articulam-se com o frontal superiormente e com as maxilas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 80 / 100 / 0. Apresentam um formato de concha e são compostos por uma proção óssea e por uma porção membranosa. Malares ou zigomáticos São os ossos responsáveis pela proeminência da face. são dois ossos. com função de purificar e aquecer o ar. posterior e inferiormente no septo nasal. junto com as maxilas. o único móvel da cabeça. estendem-se horizontalmente ao longo das paredes laterais da cavidade nasal. São pequenos e finos. Nasais ou ossos próprios do nariz São os componentes da parede mais anterior do nariz ósseo externo. junto com a cartilagem quadrangular e a lâmina perpendicular do etmoide. Estudo radiológico . São responsaveis por parte da cavidade nasal e por uma pequena proção da cavidade orbitária na sua parede póstero-medial. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. articula-se com o corpo do esfenoide e com a lâmina perpendicular do etmóide. formando a sínfise mentoniana. mais próximas do filme. que se fundem. Paciente em decúbito dorsal. Os nasais articulam-se um com o outro no plano mediano sagital e posteriormente com a lâmina perpendicular do etmóide. A mandibula pode se apresentar dividida em : Corpo / Ramo horizontal / Ramo vertical Vômer É um osso fino. Paciente em hemi-decúbito lateral com o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. Os maxilares superiores formam parte das paredes e a maioria do assoalho da cavidade nasal. localizado medialmente. O vômer.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 OPD e OPE Regiões posteriores direita e esquerda da cabeça. Maxilas São os responsaveis pelo alongamento vertical da face no período de crescimento. formam o septo nasal. ÍMPARES : Mandíbula e Vômer PARES : Maxilas / Lacrimais / Cornetos inferiores / Malares / Nasais e Palatinos Mandibula É o maior e mais forte osso da face. Articula-se com o temporal para formar a articulação têmporo-mandibular. Os cornetos médios e superiores são estruturas pertencentes ao osso etmóide. Região da articulação occipito-atloidea coincidindo com a linha central da mesa. localizados na região anterior da parede medial das órbitas.70 / 35 / 80 / 100 / 0. variando de tamanho e forma de individuo para individuo. Raio central perpendicular. Repousam sobre as maxilas e articulam-se posteriormente com o esfenóide.8s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da cabeça. Raio central perpendicular. Entre as massas laterais do etmoide e a maxila. Cornetos inferiores Ossos encontrados inferiormente em cada lado das fossas nasais.

Plano mediano sagital Divide a cabeça em duas metades simétricas. facilitando o posicionamento. nas quais o paciente faz exame deitado. Face ( panorâmicas ) Incidências panorâmicas Estas incidências apresentam o arcabouço ósseo da face sob diferentes ângulos. Linhas 1 – Linha horizontal alemã ( LHA ) Também conhecida como – Linha infra-órbito meática / Linha antropológica / Linha de Frankfurt É a mais utilizada na técnica radiológica da face e também do crânio. Com o corpo em posição anatômica. Os ombros deverão estar num mesmo plano transverso a linha central da mesa. também para face é necessário o conhecimento da sua anatomia e de pontos de referência. como linhas e planos para realização de radiografias de um bom padrão. que contribuem para diminuir a qualidade do exame. No “AP” ou no “PA” rigoroso. 1 . 5 – Linha inter-orbitária ou inter-pupilar Linha que vai de uma órbita a outra ou de uma pupila a outra. deve-se Ter o cuidado de fazer com que seus pés fiquem para fora da mesa. deverá estar perpendicular ao filme e no perfil rigoroso deverá estar paralelo ao filme. Esta linha coincide com o plano mediano sagital. tanto quanto os pontos anatômicos que atravessam. PLANOS – Apresentam a mesma aplicação das linhas. 3 .Como citamos no estudo radiológico do crânio. EXEMPLO DO POSICIONAMENTO : Incidência de mento-naso 3 – Linha glabelo-alveolar Linha que vai da glabela ( ponto anatômico ósseo situado no meio do espaço entre as sobrancelhas ) á região alveolar da maxila. direita e esquerda.Plano frontal ou plano coronário ou plano bi-auricular Divide a cabeça em metade anterior e posterior. Passa verticalmente pelos condutos auditivos externos. permitindo um estudo radiografico panorâmico dos 14 ossos que a compõem.Plano Horizontal Alemã ou plano Antropológico ou plano de Frankfurt Divide a cabeça em andar superior e inferior. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Axial de ossos próprios do nariz. Nas radiografias de face e de crânio. a LHA deve ficar perpendicular ao maior eixo longitudinal do corpo. o paciente deverá retirar próteses dentárias. Técnica radiológica dos ossos da face Incidências panorâmicas Incidências localizadas Estudo radiológico Como cuidado fundamental no exame dos ossos da face. Incidência de WATERS ( semi-axial ) / Incidência semi-axial ântero-posterior / Mento-naso / Fronto-naso / Perfil direito e esquerdo / incidência de HIRTZ ( Axial ) Incidências de rotina Incidência de WATERS / Fronto-naso / Perfil / Incid6encia de HIRTZ . Vai do teto do conduto auditivo externo ( CAE ) até o bordo inferior da órbita. EXEMPLO DE POSICIONAMENTO : Estudo dos ossos da face. 2 . Principais linhas e planos da face LINHAS – São normalmente o espaço compreendido entre dois pontos anatômicos. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO QUE UTILIZAM ESTAS LINHAS : Fronto-naso / Semi-axial ântero-posterior / Prefil de face e etc Planos As aplicações dos planos correspondem as mesmas das linhas. somente dando uma noção de profundidade. colocando-se um travesseiro sob a região distal das pernas. EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LHA : Fronto-naso / Mento-naso / Incidência de WATERS / Incidência de HIRTZ / Semiaxial ântero-posterior e etc. Este cuidado permite um melhor apoio e torna mais cômodo. Estes fatores contribuem em muito para um posicionamento fácil e correto. 4 – Linha Acântion-meatal Linha que vai do acântion ( região mais medial das espinhas nasais anteriores ) ao conduto auditivo externo. 2 – Linha trágus mentoniana Linha que une o trágus ( Projeção cartilaginosa localizada externa e anteriormente ao conduto auditivo externo ) á protuberância mentoniana. É o plano mais utilizado na técnica radiológica geral.

Paciente em decúbito ventral. lacrimais. cornetos inferiores. sentado ou em posição ortostática. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em decúbito dorsal. Mento-naso ( Semi-axial ) Região mentoniana. Paciente em decúbito ventral. O raio central deverá penetrar na face do lábio inferior ou pouco abaixo. O raio central penetra perpendicular. . A incidência de WATERS nos diferentes livros de técnica radiológica aparece de diferentes maneiras. É uma das poucas incidências descritas especificamente para os ossos da face. Esta incidência. OBS : As espinhas nasais anteriores são projeções ósseas anteriores pertencentes as maxilas localizadas medialmente no meio do espaço entre as duas narinas. ( B ). com o raio central saindo ao nível do lábio superior. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Esta projeção apresenta grande valor no estudo dos seios maxilares. ( C ). mostra com uma boa definição grande número dos ossos da face. Raio central entrará perpendicular e sairá no acântion ( região mais medial das espinhas nasais anteriores ). as mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros. mais próximas do filme.Mesmo posicionamento do anterior. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. Esta projeção apresenta grande valor no radiodiagnóstico. O raio central entrarár com uma inclinação cefálica de 30º em relação a linha horizontal alemã. para facilitar e tornar mais cômodo o posicionamento. basta colocarmos a cabeça do paciente apoiada sobre o nariz. As espinhas nasais posteriores pertencem aos ossos palatinos. sentado ou em posição ortostática. Esta incidência mostra bem os ossos malares. maxilas. por ser semelhante a de WATERS. de maneira que saia 5cm acima da protuberância occipital externa. O paciente deverá estender o pescoço. sentado ou em posição ortostática.“Axial” – Sub-mento vértice / Vértice sub-mento HIRTZ – sub-mento vértice Região superior da cabeça. mandíbula e vômer. Paciente estendendo ao máximo o pescoço e o raio central passando perpendicular ao terço anterior da linha horizontal alemã. O paciente deverá encostar na linha central da mesa a região mediana frontal e nasal.90m / sim / 18x24 Incidência de HIRTZ . mais próxima do filme. como por exemplo : ( A ). para que a linha horizontal alemã fique perpendicular ao plano da mesa.0s / fino / 0.0s / fino / 0. Como em todas as incidências para crânio e face em que o paciente se coloca em decúbito ventral. _ A incidência de WATERS é a melhor projeção para os ossos da face pois demonstrados melhor em outras incidências.Mesmo posicionamento do já descrito. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. com o raio central saindo ao nível da protuberância mentoniana.Há os que consideram o HIRTZ em decúbito ventral como incidência de WATERS . com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme. saindo na ragião da espinha nasal anterior ( Acantion ). A linha horizontal alemã deverá fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. que deverá estar perpendicular a mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Paciente em decúbito dorsal ou sentado.90m / sim / 18x24 Fronto-naso ( Incidência de CALDWELL ) – “PA” Região anterior da cabeça. Quando quisermos entrar com o raio central perpendicular. Incidência Semi-axial ântero-posterior Regiões posteriores da cabeça e pescoço.Incidência de WATERS ( semi-axial ) Região mentoniana. mais próxima do filme. apoiando a cabeça pela ponta do mento ( protuberância mentoniana ) de modo que uma linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao plano da mesa. Raio central incide paralelo a linha horizontal alemã ( com uma inclinação de 12º podálicos ) saindo no násion. apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ) de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa.

até encostar o vértice craniano. descritas para os ossos que apresentam patologia própria ou que sejam mais suscetíveis a fraturas ou luxações. O HIRTZ tem importância no estudo dos seios da face. Paciente em decúbito dorsal. É o posicionamento mais cômodo para o paciente e o que utilizamos menor inclinação cefálica do raio central. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.AP Região posterior da cabeça. vômer e cornetos inferiores.PA Região anterior da cabeça. 3º. Incidências localizadas Para o estudo radiológico dos ossos da face. deverá ser feita no bucky vertical. Paciente em decúbito ventral. cornetos inferiores. É um osso menos suscetível a fraturas por traumatismos. HIRTZ – Vértice sub-mento Região superior da cabeça ( vértice craniano ).Quando o paciente dem decúbito dorsal. mais próximo do filme. Veremos a descrição das incidências para exame da mandíbula. Esta projeção apresenta a vantagem de aproximar mais os ossos da face do filme. Os ossos vômer. lacrimais. temos incidências localizadas. mais próxima do filme. Esta projeção apresenta com boa definição o corpo e o ramo vertical e secundariamente as regiões alveolares. maxilas e ossos próprios do nariz de uma maneira mais detalhada. são : 1º. mas perde pela maior inclinação do raio e posicionamento mais penoso para o paciente. os quais conseguimos individualizar radiologicamente : Sínfise mentoniana / Protuberância mentoniana / Tubérculo do digástrico / Gônion / Região alveolar / Processos alveolares / Alvéolos dentários / Colo da mandíbula / Côndilo da mandíbula / Chanfradura sigmóidea / Processo coronóide Estudo radiológico Para estudarmos radiologicamente a mandíbula temos incidências panorâmicas e incidências localizadas quando nos interessa localizar lesões ao nível do corpo ou ramos horizontal e vertical. Os demais ossos da face são normalmente acometidos secundariamente a patologias provenientes de regiões vizinhas.MAXILAS – ( Maxilares superiores ) – os seios maxilares contribuem com o maior número de pedidos de exame. 2º. Estes ossos. . podendo assim obter uma imagem mais real com mais detalhe. Estas incidências mostram bem a mandíbula.MANDÍBULA – Apresenta uma vasta ocorrência de patologias descritas e alta frequência de fraturas e luxações. deve-se colocar um travesseiro nas costas e fazer pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão. . A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular ao plano da mesa. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. estendendo ao máximo o pescoço. O plano mediano sagital deve coincidir com a linha central da mesa. Paciente em decúbito ventral ou sentado. O raio central para as incidências do tipo HIRTZ deve passar sempre perpendicularmente ao terço anterior da linha horizontal alemã ( região coincidente com o osso malar ). por ordem de acometimento e mesmo por ordem de pedidos de exame. Incidências Panorâmicas São as projeções nas quais visualizamos a mandíbula de uma maneira total ou quase total. penetrando no meio do espaço entre os dois gonions ( ângulos da mandíbula ). maxilas. PA / AP / Oblíquas direita e esquerda Incidências de rotina PA / Oblíquas direita e esquerda . malares e palatinos. mais próxima do filme. apoiando a cabeça pela região da protuberância mentoniana. gonions e ramos horizontais. 07 – Mandíbula Divisão anatômica da mandíbula para fins de estudo radiológico : Corpo / Ramo horizontal / Ramo vertical Principais acidentes anatômicos da mandíbula. Raio central perpendicular.NASAIS – ( ossos próprios do nariz ) – Muito pedido o seu exame radiológico em casos de traumatismos. Região mediana frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. penderá a cabeça para trás. apoiando a região vértice craniano na mesa. por apresentarem grande número de patologias. citaremos somente as projeções que melhor os evidenciam. especialmente esfenoidais. Quando o paciente sentado. etmoidais e maxilares.

o gônion. deve apoiar a maior extensão do sub-mento sobre o chassis ou filme do tipo oclusal. temos como recurso abrir a boca apoiando o corpo da mandíbula sobre a linha central da mesa. devemos fazer também incidências para a porção vertical. mas convém lembrar que só faremos estas projeções após um estudo panorâmico da mandíbula.8s / fino / 0. chanfradura sigmóidea e processo coronóide. Nas suspeitas de fraturas ao nível do corpo. Paciente sentado ou em decúbito dorsal. penetrando no meio do espaço entre os dois gônions. devemos colocar o filme tipo oclusal ( sem ecram ) ou o chassis na vertical. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 30 / 80 / 100 / 0. O raio central deve entrar perpendicular. O filme deve ser colocado no inicio da mesa para que o paciente possa sentar fora. ramo vertical )separadamente. ramo horizontal.Esta projeção é utilizada no caso de exame de pacientes que não tenham condições de ficar em decúbito ventral. A maior extensão da sínfise mentoniana ( da região alveolar até a protuberância mentoniana ) deve ficar totalmente apoiadas. mais próximas do filme. sentado ou em posiçào ortostática. Raio central perpendicular. apoiando o queixo sobre ele. a sua região alveolar. de maneira que fiquem no seu maior plano. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. O raio central deve penetrar no gônion mais afastado do filme e o meio do espaço entre o corpo e o gônion do ramo mais próximo do filme deve coincidir com a linha central da mesa. Incidências PA / Semi-axial / Axial .0s / fino / Cone encostado / sim / 18x24 Semi-Axial Região do sub-mento mais próxima do filme. devendo apoiar a maior extensão do submento sobre o chassis ou um filme do tipo oclusal. . Paciente em decúbito lateral rigoroso. Sempre devemos fazer a oblíqua direita e esquerda. quando o paciente coloca-se em decúbito lateral. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. pois são frequentes a associação de fraturas destas regiões. quando conseguimos uma boa obliquidade da mandíbula. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 100 / 100 / 1. O gônion e porção vertical ficam mal evidenciados pela superposição com estruturas de grande densidade. Para pacientes que tenham região nasal volumosa. o corpo numa projeção semi-axial. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Esta projeção mostra as mesmas regiões do “PA” com boa definição. apoiando na maior extensão do sub-mento. Quando o paciente é obeso ou tem pescoço curto. penetrando no meio do espaço entre o lábio inferior e a protuberância mentoniana. Para obtermos um bom detalhe devemos utilizar o cone. devemos compensar a pouca obliquidade com uma inclinação cefálica de 5º. O lado da mandíbula que fica mais afastado do filme apresenta-se na região superior da imagem e mostra bem a maior parte do ramo horizontal com sua região alveolar. nunca esquecendo de colocar um numerador para identificá-las.90m / sim / 18x24 Obliquas direita e esquerda – Incidência de BELLOT Regiões lateral inferior da face e parietal. a porção vertical com o seu côndilo. Esta incidência mostra bem o ramo horizontal da mandíbula mais próxima do filme ( que na imagem aparece mais abaixo ). Quando o paciente sentado. Raio central perpendicular. Paciente em decúbito ventral. paralelos. Devemos Ter o cuidado para que o ombro não se superponha com a imagem da mandíbula. mais próxima do filme. As duas incidências ablíquas devem ser feitas de rotina quando se deseja estudar a mandíbula de uma maneira panorâmica. Corpo da mandíbula As incidências para corpo da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. Raio central com uma inclinação de 45º podálicos. saindo no ponto médio da sínfise mentoniana.0s / fino / 0. Os fatores radiológicos são os mesmos dos utilizados nas incidências panorâmicas.90m / sim / 18x24 Incidências localizadas São as incidências nas quais podemos estudar as porções da mandíbula ( corpo. sentado ou em posição ortostática. colo. Quando o paciente em decúbito dorsal.PA Região anterior do corpo da mandíbula.

coincidindo com a mesa. penderá a cabeça para trás até encostar a cabeça na estativa. mais próxima do filme. penderá a cabeça para trás. que deverá ser colocado dentro da boca. isto é. fazendoo pender a cabeça para trás. utilizando um travesseiro nas suas costas. Raio central perpendicular ao filme. mais próximas do filme.Axial Região superior ou do vértice craniano. oblíqua e o plano linha central da estudo dos dois lados . Quando o paciente sentado. um filme envolvido por um papel opaco á luz. penetrando no sub-mento no meio do espaço entre o gônion e o corpo da mandíbula do lado a ser examinado.0m / não / 18x24 Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50 / 38 / 120 / 100 / 1. mais próxima Paciente em decúbito ventral. Incidência de HIRTZ Região superior da cabeça ( vértice craniano ). colocando o corpo em posição mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. Incidência de WATERS ( Semi-axial ) Região mentoniana. Nestas incidências. Quando o paciente sentado. para obtermos um de uma maneira comparativa. mais próxima do filme. Deve-se fazer sempre as duas oblíquas ( direita e esquerda ). Ramo vertical da mandíbula As incidências para ramos verticais da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. Paciente em decúbito ventral. Incidências _ incidência de SCHüLLER / PA de Mandíbula / incidência de REVERCHON / incidência de BELLOT / incidência de WATERS / incidência de HIRTZ incidência de SCHüLLER Região lateral direita ou esquerda da cabeça. Raio central perpendicular. sentado ou em posição ortostática. penetrando no gônion. Devemos fazer sempre um estudo bilateral. do filme. FATORES com ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 46 / 35 / 6 / 100 / 0. Quando o paciente em decúbito dorsal. também com boa visualização. O ramo horizontal mais próximo do filme aparece com maior detalhe e o ramo horizontal mais afastado do filme aparece superiormente na radiografia.06s / fino / 1. Paciente em decúbito lateral rigoroso. Região do ramo vertical a ser examinado. utilizará igualmente o filme oclusal e também se colocará como na incidência de HIRTZ.2s / fino / 1. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa.0m / não / 6x8cm Ramo horizontal da mandíbula As incidências para ramos horizontais da mandíbula são indicadas quando o médico radiologista quer elucidar qualquer diagnóstico que não ficou bem definido nas projeções panorâmicas. Paciente em decúbito dorsal. devemos coloca-lo na posição da incidência de HIRTZ com um travesseiro nas costas fazendo-o pender a cabeça para trás. Raio central perpendicular a linha horizontal alemã. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. região coincidente com a espinha nasal anterior. até o momento que sua linha horizontal alemã fique quase que paralela ao plano da mesa. colocando-se as respectivas identificações. penetrando na região da sínfise do submento. até encostar na estativa com bucky vertical. Incidências Incidência de BELLOT ( oblíqua direita e esquerda ) / Incidência de HIRTZ ( Axial de face ) / Incidência de WATERS ( Semi-axial ) Incidência de BELLOT ( oblíqua direita e esquerda ) Regiões lateral inferior da face e parietal. Raio central penetra perpendicular saindo no acântion. mais afastado do filme. utilizamos filme do tipo oclusal. mais próxima do filme. fixado pelas regiões oclusais dos dentes.

Normalmente palpável no vivente. Paciente em decúbito dorsal. sentado ou em posição ortostática. penetrando no sub-mento. Superiormente encontramos o processo frontal e a face orbitária da maxila e inferiormente as regiões alveolares. Raio central perpendicular ou com 5º cefálicos com a finalidade de dissociar os dois ramos horizontais. Esta incidência mostra com excelente definição os ramos verticais da mandíbula em toda sua extensão. os côndilos. Acima do processo palatino situan-se as fossas nasais. FACE EXTERNA Apresenta uma depressão que coincide com o corpo chamada fossa canina. Esta projeção mostra os ramos verticais num plano semi-axial. Paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme. chanfradura sigmóidea e o processo coronóide. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. 08 . Raio central perpendicular saindo no acântion ( espinha nasal inferior ). onde encontramos o orifício ( óstio ) do seio maxilar. colos e os ramos horizontais com menor definição devido a grande distorção de imagem a que são submetidos. mais próxima do filme. Mostra também o corpo. Região mediana frontal e nasal em contato com a linha central da mesa. Esta projeção apresenta com boa definição a região vertical. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. penetrando no gônion. mais próxima do filme. colo. mais afastado do filme. o canal nasal e o processo ascendente do maxilar superior. PA de Mandíbula Região anterior da cabeça. apresenta uma face interna. regiões alveolares e a região dos gônions. Paciente em decúbito lateral rigoroso.Maxila GôNION É o ângulo formado entre o ramo horizontal e o ramo vertical da mandíbula. Incidência de HIRTZ Região superior da cabeça ( do vértice craniano ). demonstrando bem o côndilo. O gônion destaca-se bem nas seguintes incidências : WATERS / MENTO-NASO / PERFIL / BELLOT MAXILA ( MAXILAR SUPERIOR ) A maxila ou maxilar superior é um osso par de forma quadrilátera ligeiramente aplainada de fora para dentro. O raio central deve passar perpendicular á linha horizontal alemã ( que deverá estar paralela ao plano da mesa ou estativa ). quatro bordos e quatro ângulos. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os dois gônions. mais próxima do filme.Raio central com uma inclinação podálica de 25º. O paciente deve tentar aproximar ao máximo o queixo da fúrcula esterna com a finalidade de colocar a linha horizontal alemã. que é o principal componente do palato duro ( os ¾ anteriores ). colo. alem do côndilo e colo da mandíbula. demonstrando com pouca distorção de imagem o seu maior eixo longitudinal. sentado ou em posição ortostática. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ) de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. FACE INTERNA Apresenta o processo palatino. Esse ângulo apresenta em média de 110º a 140º. mais próxima do filme. pendendo a cabeça até encostar na mesa ou estativa. Deve-se fazer sempre as duas oblíquas ( direita e esquerda ) colocando-se as respectivas identificações. incidência de REVERCHON Região posterior da cabeça. Paciente em decúbito ventral. chanfradura sigmóide e processo coronóide. incidência de BELLOT Regiões lateral inferior da face e parietal. sentado ou em posição ortostática. A incidência de hirtz demonstra principalmente o côndilo num plano não visualizado nas incidências convencionais. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. penetrando 6cm para cima do conduto auditivo externo. . outra externa. pouco abaixo dela encontramos a eminência canina. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Esta incidência mostra bem o côndilo. O ramo vertical é demonstrado numa projeção semi-axial e o melhor acidente demonstrado é o processo coronóide. no seu terço anterior. incidência de WATERS Região mentoniana. penetrando na região frontal passando entre os condutos auditivos externos e saindo no forame magno.

constitui a tuberosidade do maxilar. Os outros não oferecem nenhuma particularidade. Raio central com inclinação podálica de 12º em média ( deve penetrar paralelo a linha horizontal alemã ) saindo no násion. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 100 / 100 / 1. processo frontal e regiões alveolares com boa definição. O bordo posterior. sentado ou em posição ortostática de maneira que o plano mediano sagital da cabeça fique paralelo ao plano da mesa. Esta projeção mostra bem a regiào do corpo das maxilas xom os seus seios maxilares. Paciente em decúbito ventral. de maneira que o plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. INFERIOR. O bordo inferior apresenta os alvéolos dentários. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 100 / 100 / 1. Esta incidência mostra principalmente a região dos processos palatinos. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. ÂNGULOS O ângulo superior representado pelo processo frontal. Paciente em hemi-decúbito lateral. Esta incidência mostra em outro ângulo o corpo com o seu seio maxilar. a chanfradura nasal ( orifício anterior das fossas nasais ) e o bordo anterior do processo frontal ou ascendente. Paciente em decúbito lateral.BORDOS SUPERIOR.8s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 . penetrando no canto extreno da órbita ( ou comissura externa do olho ) mais afastada do filme. INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS Incidências extra-orais : OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL DIREITO E ESQUERDO / INCIDÊNCIA DE HIRTZ Incidências de rotina : OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL DIREITO E ESQUERDO INCIDÊNCIA OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR Regiões da órbita e do maxilar superior do lado a ser examinado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. região alveolar e espinha nasal anterior. POSTERIOR E ANTERIOR O bordo superior se articula com o lacrimal. ESTUDO RADIOLÓGICO Para a execução de radiografias de bom padrão. Raio central perpendicular saindo no acântion ( espinha nasal anterior ). entrando ao nível do gônion mais afastado do filme. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 30 / 80 / 100 / 0. mais próxima do filme. CONFORMAÇÃO INFERIOR Seio maxilar ou antro de HICHMORE. mais próximas do filme. é necessário a utilização de cones ou cilindros de extensão para a obtenção de melhor detalhe. O bordo anterior é muito irregular e apresenta a espinha nasal anterior. Raio central perpendicular. costuma sair quase sempre na região do vértice nasal. pendendo a cabeça sobre um plano inclinado ( radiotransparente ) de 15º. mais próxima do filme.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. lâmina papirácea de etmóide e processo orbitário do palatino. Esta incidência mostra com boa definição a região do corpo com o seu seio maxilar. O paciente deverá encostar o lado a ser examinado de maneira que forme um tripé ( nariz. os bordos anteriores e os processos frontais.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 INCIDÊNCIA DE WATERS ( SEMI-AXIAL ) Região mentoniana mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral. de modo que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. processos frontais e regiões alveolares. proeminência malar e protuberância mentoniana ). sentado ou em posição ortostática. O meio desse tripé formado deverá coincidir com a linha central da mesa. tem a forma de uma pirâmide quadrangular. O plano horizontal alemõa deverá estar perpendicular ao plano da mesa. apoiando a região frontal e nasal. grosso e arredondado. cujo vértice corresponde a região do orifício de entrada. sentado ou em posição ortostática. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º.0s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 FRONTO-NASO ( PA ) Região anterior da cabeça. apoiando a cabeça pela protuberância mentoniana ( ponta do mento ).

os processos palatinos. Fraturas ao nível das maxilas e da mandíbula.0s / fino / 1m ou Cone encostado / não / 7x5 OBLÍQUAS DIREITA E ESQUERDA Regiões do palato duro e alveolar das maxilas. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. O raio central penetra ao nível do vértice craniano. no mesmo posicionamento da incidência anterior. Raio central passando perpendicular a linha horizontal no seu terço anterior. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. penetrando na região do vértice nasal e saindo no meio do filme. OBLÍQUA SEMI-AXIAL Regiòes do palato duro e alveolar das maxilas.6s / fino / Cilindro encostado / sim / 18x24 INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS INCIDÊNCIAS INTRA-ORAIS AXIAL / OBLÍQUAS DIREITA ESQUERDA E SEMI-AXIAL AXIAL Região do palato duro e alveolar das maxilas. Esta projeção apresenta valor no estudo da região alveolar. Devemos utilizar um filme oclusal ( entre os dentes ). A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. penetrando no sub-mento. mais próximas do filme. Estudo de corpo da mandíbula e sínfise mentoniana. Raio central com uma inclinação de 25º podálicos. Filmes Dentários Mais utilizados. Controle de tratamento ortodôntico ou de ortopedia das maxilas. Tamanho mais comum 7X5cm CARACTERÍSTICAS : Embalagem própria. Esta projeção mostra o corpo das maxilas com os seus seios maxilares. APLICAÇÕES : Estudo localizado das maxilas. colocando-os paralelos ao longo do maior eixo dos dentes. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. Paciente em decúbito dorsal ou sentado no mesmo posicionamento das duas incidências anteriores. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 26 / 200 / 100 / 2. A linha horizontal alemã deverá estar o mais possível paralela ao plano da mesa ou da estativa. Penetra no canto externo da órbita do lado a ser examinado e sai no meio do filme oclusal. também utilizamos filme oclusal. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. inclinamos o raio central em sentido lateral de maneira que saia no meio do filme. espinhas nasais anteriores e as regiões alveolares. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 50-55 / 30-35 / 160 / 100 / 1. com o paciente fixando o filme entre os dentes ( superiores e inferiores ). pelo fato do mesmo ficar situado entre as faces oclusais dos dentes superiores e inferiores. opaca a luz. Como na incidência anterior. Esta incidência apresenta com boa definição o corpo da maxila com o seu seio maxilar e a região do processo palatino.Incidência de HIRTZ ( AXIAL ) Região superior da cabeça ( do vértice craniano ) mais próxima do filme. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular a mesa. Calcificações em glândulas sub-linguais e sub-mandibulares. no seu terço anterior. mais próximas do filme. contendo dois filmes de emulsão dupla. Filme oclusal fixado pelos dentes superiores e inferiores. Pesquisa de tumores. Para conseguirmos as oblíquas direita ou esquerda.6s / fino / 1m ou Cone encostado / não / 7x5 Filmes utilizados em exames intra-orais FILMES OCLUSAIS / FILMES DENTÁRIOS Filmes Oclusais Denominação utilizada. Raio central incidindo com uma inclinação lateral e podálica de 25º em relação ao eixo transversal. Esta projeção apresenta importância quando nos interessa dissociar estruturas das maxilas. principalmente no seu corpo. mais próximas do filme. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Inferiormente ( lado que deve ficar oposto ao tubo ) possui uma fina camada plumbífera com a finalidade de evitar a radiação secundária. TIPOS : Infantil ( zero ) / Adulto ( um ) / Bite-wing . O raio central deve passar perpendicular a linha horizontal alemã.

Paciente em hemi-decúbito-lateral com o plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa. Esta incidência mostra os dois ossos nasais separados entre si. com ecram. Podemos também fazer esta incidência com o filme no chassis. Paciente em hemi-decúbito lateral. Utilizamos preferentemente o filme tipo oclusal bem aproximado da região a ser examinada. isto é. penetrando no násion. fazendo o paciente morder durante o posicionamento. diferenciando-se no tamanho. Raio central incidindo 2cm abaixo da proeminência malar. Paciente em decúbito dorsal ou sentado. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 35 / 250 / 80 / 3. FATORES Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . Esta incidência mostra os dois ossos nasais superpostos. Tomografamos a partir do plano sagital para baixo.04s / fino / cone encostado / não / 18x24 AXIAL Região da base do nariz. Raio central perpendicular. sentado ou em posição ortostática de modo que o plano mediano sagital da cabeça fique paralelo ao plano da mesa. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme.CARACTERÍSTICAS : Incidências ao do filme oclusal. que aparece com uma linha regular hipertransparente percorrendo o maior eixo longitudinal do osso. Raio central deve tangenciar a linha glabelo-alveolar. Utiliza-se um filme oclusal fixado entre os dentes superiores e inferiores. que é fixada pelos dentes. Tipo Bite-wing ( mordedura de asa ).0m / não / 5x4cm Com ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 42 / 39 / 4 / 100 / 0. As vezes o sulco etmoidal pode confundir-se com uma linha de fratura. sem superposição. Linha horizontal alemã perpendicular a mesa. mais próxima do filme. Plano do filme deve ficar perpendicular a linha glabelo alveolar ( linha que vai da glabela a regiào alveolar da maxila ). uma parte plástica perpendicular a ele.2s / fino / Tomo ± 1.45m / sim / 24x30 ÷ 4 09 .5cm até completar 3 cortes. TOMOGRAFIA DA MAXILA AP / PERFIL ESQUERDO E DIREITO AP Região posterior da cabeça. As radiografias devem ser feitas num mesmo filme e para isso devemos utilizar um cone localizador. Essa fixação possibilita a manutenção do filme paralelo ao longo do maior eixo dos dentes. PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. com o próprio paciente firmando o filme. Tomografamos a partir da espinha nasal anterior para baixo separados de 0. A região nasal deve coincidir com a linha central e sempre devemos fazer o prefil direito e esquerdo de rotina. Este filme é utilizado no estudo das coroas dentárias nas pesquisas de cáries interproximais e de difícil individualização ao exame clínico. e por conter somente um filme. separados de 0. mais próxima do filme. Possui no lado a ser exposto uma asa oclusal.Ossos nasais ( ossos próprios do nariz ) O acidente anatômico de importância para o estudo radiológico dos ossos próprios do nariz é o sulco etmoidal. mas com bom detalhe.8s / fino / 1. APLICAÇÕES : Tipos zero e um => Estudo global do dente ( da porção coronária até o ápice ) incluindo mais ou menos um centimetro da região óssea adjacente. FATORES Sem ecram Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 45 / 42 / 80 / 100 / 0.5cm até completar 6 cortes. INCIDÊNCIAS PERFIL DIREITO E ESQUERDO / AXIAL / INCIDÊNCIA DE WATERS / MENTO-NASO INCIDÊNCIAS DE ROTINA PERFIL DIREITO E ESQUERDO PERFIL DIREITO E ESQUERDO Região lateral direita ou esquerda da face. Raio central ao nível do corpo da maxila ( região da fossa canina – 2cm abaixo da proeminência malar ).

Raio central penetra perpendicular. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Esta incidência mostra os ossos próprios do nariz. mais próxima do filme.0m / sim / 18x24cm 10 – Malar São ossos pares localizados nos bordos inferiores externos das órbitas. apoiando a cabeça pela ponta do mento. O paciente deverá estender o pescoço. região coincidente com a espinha nasal anterior. perfil de face e hirtz. Dentre estas incidências citadas. Paciente em decúbito ventral. sentado ou em posição ortostática com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. A linha trágus-mentoniana deve ficar perpendicular ao plano da mesa. sendo importante na demonstração de desarticulações ou desvios dos fragmentos nas fraturas do nariz ósseo externo. ESTUDO RADIOLÓGICO O estudo radiológico do malar deve ser feito com cilindro ou cone. destacamos como as melhores as incidências de waters e reverchon. em diferentes ângulos. mais próxima do filme. esta até devendo ser incluida na rotina minima. mostram com boa definição. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. Raio central penetra perpendicular. mais próxima do filme. sendo importante na demonstração de desarticulações ou desvios dos fragmentos nas fraturas do nariz ósseo externo. sentado ou em posição ortostática com a região da proeminência malar coincidindo com a linha central da mesa. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. saindo no acântion. apoiando a cabeça pela ponta do mento de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. INSIDÊNCIAS INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA / OBLÍQUA SEMI-AXIAL / INCIDÊNCIA DE REVERCHON / INCIDÊNCIA DE WATERS / FRONTO-NASO / PERFIL / INCIDÊNCIA DE HIRTZ INSIDÊNCIAS DE ROTINA PA ( INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA ) / OBLÍQUA SEMI-AXIAL / REVERCHON INCIDÊNCIA DE SOLIDÔNIO LACERDA ( PA ) Região da proeminência malar do lado a ser examinado. A região malar a ser examinada deve coincidir com a linha central da mesa. Esta incidência mostra os ossos próprios do nariz num plano axial. para obtensão de melhor detalhe. região coincidente com a espinha nasal anterior. Raio central com uma inclinação média de 25º a 30º podálicos. MENTO-NASO Região mentoniana. sentado ou em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. o osso malar.0s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24cm OBLÍQUA SEMI-AXIAL DIREITA E ESQUERDA Região mentoniana. Podemos fazer o estudo tomográfico do malr em AP de face ou crânio ou na incidência de solidônio lacerda. Raio central formando um ângulo reto com a linha horizontal alemã. de maneira que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa. A cabeça deve ficar apoiada na mesa sobre a região da proeminência malar do lado a ser examinado.48 / 42 / 100 / 100 / 1.0m / não / 6x8cm INCIDÊNCIA DE WATERS Região mentoniana. Rodar a cabeça de 15º para o lado contrário a ser examinado.0s / fino / 1. Paciente em decúbito ventral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Paciente em decúbito ventral. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 25 / 80 / 100 / 0. PALATINOS . fronto-naso.0s / fino / 1. num plano axial. passando no seu treço anterior. mostrando-o em quase toda sua extensão.8s / fino / cilindro ou cone encostado / sim / 18x24cm NOTA : As incidências de reverchon. Esta projeção apresenta o osso malar com excelente definição. O paciente deverá estender ao máximo o pescoço. mais próximo do filme. waters. saindo na proeminência malar do lado a ser examinado. saindo no acântion. Paciente em decúbito ventral. apoiando a cabeça pela ponta do mento.

O raio central no perfil de face deve penetrar no canto externo da órbita e no hirtz para face deve passar no terço anterior da linha horizontal alemã. OBS : As variantes da incidência semi-axial ântero-posterior são as mesmas das incidências em PA de face e crânio.Grande politraumatizado Pequeno e médio politraumatizado São os pacientes que conseguimos uma boa resposta as solicitações verbais. de maneira que saia 5cm acima da protuberância occipital externa. O estudo tomográfico pode ser feito em perfil. no násion. Apresentaremos as variantes dos posicionamentos que não forem iguais aos já demonstrados anteriormente no estudo do crânio do politraumatizado. perfil de face e hirtz. Grande politraumatizado É o paciente que não responde as solicitações verbais. pois podemos até deixar de utilizar recursos técnicos para obtermos uma imobilização no posicionamento correto. principalmente porque o paciente fica em decúbito dorsal. por isso. O raio central na incidência ântero-posterior penetra no mesmo local para crânio e face. . mais próximas do filme. vindo a facilitar grandemente a realização do exame radiográfico. . com acessórios e manobras que não exigem uma aparelhagem especializada para o exame do politraumatizado. mento-naso. especialmente para o exame da face onde as hemorragias nasais são frequentes. hirtz e fronto-naso. Para o estudo radiológico da face. sendo conveniente lembrar que os lacrimais só apresentam expressão radiológica em adultos. As melhores incidências são o perfil de face. pouco volumoso e localizado na região posterior e inferior do septo nasal. VÔMER É um osso ímpar. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. CORNETOS INFERIORES São ossos pares localizados ântero-inferiormente nas fossas nasais e podem ser demonstrados nas incidências em fronto-naso. hirtz e perfil de face. Podemos tomografar os cornetos inferiores nestas mesmas incidências. isso vem dificultar em muito o exame.Pequeno e médio politraumatizado . ESTUDO RADIOLÓGICO DA FACE . apresenta a finalidade de evitar a possibilidade da inundação de sangue nas vias aéreas superiores. Podemos utilizar a tomografia em perfil que quisermos individualizá-lo. pois não podemos contar com nenhuma colaboração sua. Estudo radiológico Em todas as radiografias desses pacientes devemos colocar sempre o tempo mais curto possível para diminuirmos a possibilidade do flou cinético. dividimos o paciente politraumatizado em duas classes relacionadas com o seu estado de colaboração e com os limites da agressividade em relação aos traumatismos. Classificação dos politraumatizados Para efeitos de um estudo radiológico da face. O raio central entrará com uma inclinação cefálica de 30ºem relação a linha horizontal alemã. podem ser pacientes agitados. Aparece em poucas incidências. INCIDÊNCIA SEMI-AXIAL ÂNTERO-POSTERIOR Regiões posteriores da cabeça e pescoço. que deverá estar perpendicular a mesa.São ossos pares e entram na construção óssea do teto da boca e assoalho das fossas nasais. são as mesmas que para crânio. A obrigatoriedade da execução do exame em decúbito dorsal. fronto-naso e hirtz. Esta incidência é uma das poucas descritas especificamente para face e apresenta grande valor no exame do politraumatizado. dividimos em : INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS / INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS AP PARA FACE / SEMI-AXIAL ÂNTERO-POSTERIOR / MENTO-NASO / INCIDÊNCIA DE WATERS / PERFIL PARA FACE / INCIDÊNCIA DE HIRTZ PARA FACE INCIDÊNCIAS DE ROTINA AP PARA FACE / WATERS ( VARIANTE ) / PERFIL PARA FACE / HIRTZ A rotina de exame radiológico do paciente de ambulatório é diferente do paciente politraumatizado. no sentido de obtermos uma boa imobilização na hora do posicionamento e até pelo contrário. LACRIMAIS São ossos pares localizados nos bordos mediais das órbitas e apresentam imagem radiológica no fronto-naso.nos politraumatizados Serão descritas incidências realizadas em aparelhos de exames gerais. O raio central deverá penetrar na face do lábio inferior ou pouco abaixo. NOTA : As variantes de posicionamentos para pacientes politraumatizados para face. sendo as que melhor o apresentam o fronto-naso. waters. reheese.

PACIENTE LÚCIDO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano sagital coincidido com a linha central da mesa. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º a 20º. VARIANTE DA INCIDÊNCIA DE WATERS NO POLITRAUMATIZADO 1.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO LATERAL. INCIDÊNCIAS OBLÍQUAS DE MANDIBULA Nas condições normais fazemos a incidência de BELLOT com o paciente em decúbito lateral rigoroso sentado ou em posição ortostática. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 45º com o plano da mesa. VARIANTE DO MENTO-NASO NO POLITRAUMATIZADO 1. Com o paciente em decúbito dorsal. Se o paciente é obeso ou tem pescoço curto devemos compensar a pouca obliquidade com uma inclinação cefálica de 5º. Raio central perpendicular.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E AGITADO OU NÃO – EM DECÚBITO DORSAL Com o paciente em decúbito dorsal. por isso em vez do PA fazemos o AP. . Incidência utilizada nos pequenos. Incidência importante nos grandes politraumatizados 2.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL. colocamos um apoio sob a sua cabeça que deverá manter o seu plano mediano sagital paralelo ao plano da mesa. Raio central perpendicular quando conseguimos uma boa obliquidade da mandíbula. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados.Esta incidência pode ser utilizada até nos grandes politraumatizados. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os gônions. penetrando na espinha nasal anterior. INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS MANDIBULA As projeções de rotina para mandibula são : PA / OBLÍQUAS ( INCIDÊNCIA DE BELLOT ) No exame do politraumatizado. O raio central penetra perpendicularmente no meio do espaço entre os dois gônions. penetrando na espinha nasal anterior. Na incidência póstero-anterior o paciente fica em decúbito ventral com o plano mediano sagital da região frontal e nasal coincidindo com a linha central da mesa. colocamos um apoio sob o tronco do lado contrário que a cabeça. O chassis deve ser colocado paralelo ao plano mediano sagital do paciente. em cima do apoio. O raio central deve penetrar no gônion mais afastado do filme. Para conseguirmos com maior facilidade que o paciente mantenha a cabeça em extensão. Raio central perpendicular. 3. pendendo a cabeça até encosta-lá na mesa. sempre devemos evitar que o paciente fique em decúbito ventral. A linha horizontal alemã deve fazer um ângulo de 40º com o plano da mesa. A linha que vai do trágus até a ponta do mento deve ficar perpendicular ao plano da mesa. MENTO-NASO A incidência convencional é feita com o paciente em decúbito ventral com o raio central perpendicular. O filme é colocado sob a cabeça do pacienta. Para conseguirmos com maior facilidade que o paciente mantenha a cabeça em extensão. Se houver dificuldade do paciente em manter o posicionamento. médios ou grandes politraumatizados. Incidência utilizada nos pequenos e médios politraumatizados.PACIENTE LÚCIDO OU NÃO E AGITADO OU NÃO – EM DECÚBITO DORSAL. devemos colocar um apoio sob suas costas. devemos colocar um apoio sob suas costas. VARIANTES DA OBLÍQUA PARA O EXAME DA MANDÍBULA NO POLITRAUMATIZADO 1.PACIENTE LÚCIDO E POUCO AGITADO – EM DECÚBITO DORSAL Devemos estender a cabeça do paciente até que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 45º com o plano da mesa. principalmente nas radiografias para face. Com o paciente em decúbito lateral colocamos um chassis sobre um plano inclinado com a parte mais alta do plano encostada no ombro do paciente. INCIDÊNCIA DE WATERS A incidência convencional é feita com o paciente em decúbito ventral com o raio central perpendicular saindo na espinha nasal anterior. colocamos um apoio sob a sua cabeça e entramos com o raio central horizontal com uma inclinação lateral com o intuito de dissociar ramos da mandíbula. saindo na espinha nasal anterior. A linha horizontal alemã deve ficar perpendicular ao plano da mesa e se houver dificuldade colocamos um apoio radiotransparente sob sua cabeça. O raio central penetra com uma inclinação lateral entre 15º a 20º no gônion mais afastado do filme. AP de MANDIBULA 1. Devemos estender a cabeça do paciente até que a linha horizontal alemã forme um ângulo de 40º com o plano da mesa.

Preferimos fazer a tomografia com o paciente deitado. LARINGE Este órgão destina-se a função aparentemente simples de passagem de ar. com a linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa ou estativa. esôfago. com variações de registro iguais as de um instrumento . PERFIL COM MANOBRA DE VALSALVA – PARA PARTES MOLES Mesmo posicionamento do perfil simples. Raio central perpendicular. aproximadamente 5cm e apresenta 6 cartilagens que são : . apresentaremos especialmente as radiografias para partes moles. não participando do nosso estudo. ANTERIOR : linha mediana anterior do pescoço. traquéia. Incidência nos pequenos.Raio central perpendicular ou com uma inclinação cefálica de 5º. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 45 / 60 / 100 / 0. Planos de corte => faz-se 3 cortes separados de 1cm sendo o preliminar 1cm para dentro da superficie anterior do pescoço. seu limite superior sendo definido por uma linha imaginária. O laringe é um dispositivo dotado de palhetas que vibram a passagem do ar. mas na prática é essencial para os mecanismos de respiração e de fonação. Comentaremos a técnica radiográfica do laringe.ARITENÓIDE . e seu limite inferior por uma linha estendendo-se da chanfradura supra esternal até o bordo superior da primeira vértebra torácica. penetrando no gônion mais afastado do filme. o pescoço é dividido em porção anterior e posterior. Linha horizontal alemã perpendicular ao plano da mesa.TIRÓIDE . com o paciente fazendo uma apnéia inspiratória forçando a expulsão do ar.CRICÓIDE . penetrando no meio do espaço entre a parede anterior e posterior do pescoço ao nível da parede superior da cartilagem tireóide. O laringe do adulto mede.50m / sim / 24x30cm TOMOGRAFIA AP COM FONAÇÃO Paciente em decúbito dorsal ou sentado.EPIGLÓTICA . médios e grandes politraumatizados. Raio central no ponto médio da porção superior da cartilagem tireóide. Para fins radiográficos. REGIÕES DO PESCOÇO REGIÕES ANTERIORES : infra-hioidea / supra-hioidea / pré-vertebral REGIÕES LATERAIS : Região da parótida / Região da carótida / Região supraclavicular REGIÃO POSTERIOR : Região da nuca LIMITES EM PERFIL SUPERIOR : bordo inferior da mandíbula e uma linha que passa no ângulo da mandíbula e processo mastóide. INFERIOR : face superior da clavicula. ESTUDO RADIOLÓGICO Para o estudo radiológico do pescoço. estendendo-se do bordo inferior da sínfise mantoniana até a protuberância accipital externa. POSTERIOR : bordo anterior do trapézio. Outras estruturas como glândulas paratireóides e o sistema vascular exigem uma técnica mais especializada.6s / fino / 1. As palhetas do laringe são as cordas vocais. 11 – Pescoço ANATOMIA : O pescoço ocupa a região entre o crânio e o tórax. Destes três cortes escolhe-se o melhor .CUNEIFORME METODOS DE EXAME DO LARINGE SIMPLES E CONTRASTADO Simples : prefil para partes moles ( simples ) / perfil para partes moles ( com manobra de valsalva ) / tomografia / AP com fonação / AP sem fonação CONTRASTADO : laringofaringografia EXAME SIMPLES Pescoço ( partes moles ) PERFIL SIMPLES – PARA PARTES MOLES Paciente sentado ou em posição ortostática colocado em perfil rigoroso. glândula tireóide. por causa da maior imobilização da região a ser examinada. dentes e lábios correspondem as teclas. Plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. de acordo com a composição tissular ou tecidual e função das estruturas componentes.CORNICULADA . pois a coluna cervical é estudada no capítulo de coluna vertebral. Língua.

que penetram um em cada pulmão. cujos cílios. Para isto utilizamos um filme 24X30.oblíqua posterior direita / oblíqua posterior esquerda / oblíqua anterior direita / oblíqua anterior esquerda Paciente sentado. O contraste é introduzido até o glote. Este canal é revestido internamente por um epitélio ciliado.12s / fino / 1. B-) Contrastar com ar os espaços interventriculares.50m / sim / 18x24cm OBLÍQUAS . Logo após são feitas radiografias em perfil panorâmico e posteriormente. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 108 / 60 / 24 / 200 / 0. com uma oblíquidade de 45o em relação a mesa. secando a mucosa do laringe. com finalidade de diminuir a secreção. Devemos fazer o AP sem fonação quando suscitar dúvidas em relação a uma eventual paralisia de corda vocal. Apesar de facilitar em muito o exame.45m / sim / 24x30cm ou 18x24cm ÷ 4 Exame contrastado Laringo faringografia O contraste usado para este exame é o iodado hidrosolúvel.50m / sim / 18x24cm TOMOGRAFIA AP . devemos fazer o estudo radiológico simples da região a ser examinada. AP SEM FONAÇÃO Mesmo posicionamento e planos do AP com fonação. OBS : Antes de qualquer exame contrastado. fazendo-se ai a borrifação. penetrando ao nível de 2cm acima da fúrcula esternal. uma certa quantidade de cocaína a 10% para diminuir ainda mais os reflexos do laringe. Antes de introduzir o contraste deve ser feita uma anestesia local. dividido em quatro. através de um movimento ondulatório ordenado.12s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 80 / 40 / 30 / 100 / 0. estendendo-se da 6ª vértebra cervical à 3ª vértebra torácica.e faz-se 4 cortes separados de 3mm. podendo-se evidenciar possiveis paralisias. IMPORTÂNCIA DA FONAÇÃO A-) Vibração das cordas vocais. levam até o laringe o muco. Fazemos assim um estudo comparativo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 90 / 40 / 24 / 200 / 0. pronunciando a vogal “i” seguidamente. Raio central perpendicular penetrando ao nível do plano frontal 2cm acima da fúrcula esternal.3s / fino / 1. AP / PERFIL DIREITO E ESQUERDO / OBLÍQUAS / TOMOGRAFIA – AP E PERFIL AP Paciente sentado.2s / fino / Tomo ± 1. É formada por 15 a 20 anéis cartilaginosos incompletos na região posterior e situa-se na frente do esôfago. em posição ortostática ou deitado. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Durante o movimento da ampola o paciente deve fazer manobras de fonação. Raio central perpendicular. O contraste é injetado através de um borrifador diretamente dentro do laringe. Traquéia É um conduto cilíndrico de aproximadamente 12cm que se situa logo depois do laringe.50m / sim / 18x24cm PERFIL DIREITO E ESQUERDO Paciente sentado. a utilização de cocaína torna-se dificultada pelo intenso controle da substância. Uma hora ou pouco menos antes do exame. Raio central penetra perpendicular 2cm acima da fúrcula esternal. em posição ortostática ou deitado. os cortes tomográficos em AP e oblíquas posteriores ( quando necessário ). todas as radiografias são feitas com o paciente em apnéia inspiratória e sempre devemos incluir na imagem a sua região mais distal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 50 / 250 / 80 / 3. 2 acima e 2 abaixo desse plano escolhido. Inferiormente a traquéia bifurca-se em 2 brônquios. Há uma técnica de instilar logo após a xilocaína. deve-se aplicar uma ampola de atropinaIM. que dái é lançado para o exterior. ocupando a porção anterior do pescoço. numa quantidade suficiente para contrastar as estruturas laríngeas. com xilocaína. de maneira que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa. em posição ortostática ou deitado. ESTUDO RADIOLÓGICO Para o estudo radiológico da traquéia.

Perfil com manobra de Valsalva Mesmo posicionamento e raio central das duas incidências anteriores. estreitamento este devido a cartilagem cricóide. PERFIL Paciente sentado em perfil rigoroso com a região da traquéia coincidindo com a linha central da mesa.5s / fino / 1. ligeiramente curvo.5cm para dentro a partir da superfície anterior da base do pescoço.0m / sim / 24x30cm OBS : Esta projeção apresenta valor nas suspeitas de corpos estranhos ao nível de esôfago ou até mesmo traquéia. por ação muscular. Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática em perfil rigoroso.2s / fino / tomo ± 1. Abdominal. sobe aproximadamente 1cm. Esta projeção apresenta valor nas pesquisas de processos tumorais. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. No ato da deglutição. músculo-membranoso.5cm. dois para trás a partir do plano ótimo. dois para trás. Plano ótimo => 1.45m / sim / 18x24cm ESÔFAGO CERVICAL O esôfago é um tubo oco. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 40 / 50 / 100 / 0. de cerca de 25cm de comprimento. Apresenta 3 porções : Esôfago cervical. Estudo radiológico Estuda principalmentea técnica para corpo estranho.6s / fino / 1. dois para frente. raio central penetrando na fúrcula esternal ( superfície superior do manúbio esternal ). que se estende desde a região média do pescoço até o estômago. Esta incidência apresenta grande importância nos casos de corpos estranhos que ficam fixados no esôfago. O paciente deve fazer uma apnéia inpiratória forçando a expulsão do ar. 2 para frente. logo abaixo da base do pescoço. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 77 / 50 / 250 / 80 / 3. Raio central perpendicular incidindo na cartilagem tireóide do laringe. Métodos de exame Simples / contrastado Simples AP / perfil direito e esquerdo / perfil com deglutição / perfil com manobra de Valsalva AP Paciente sentado em posição ortostática ou em decúbito dorsal. Faz-se mais quatro cortes separados de 0.5m / sim / 24x30cm CONTRASTADO AP / perfil direito e esquerdo / perfil direito e esquerdo com bola de algodão / oblíquas posterior direita e posterior esquerda. Representa 1/5 de seu comprimento total. compressões extrínsecas e corpos estranhos esofagianos que costumam acestar ao nível da base do pescoço ( próximo a fúrcula esternal ). O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa e a cabeça deve estar levemente estendida. O esôfago cervical apresenta uma zona de menor calibre. O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Torácico e. anterior direita e anterior esquerda . Raio central penetra ao nível da fúrcula esternal. podendo demonstrar assim o corpo estranho. podendo-se então Ter uma noção da parede anterior do esôfago.Paciente sentado em posição ântero-posterior. Perfil com deglutição Mesmo posicionamento e raio central da incidência anterior. processos inflamatórios e tumorais. a partir do plano ótimo. Raio central perpendicular incidindo entre a parede anterior e posterior do pescoço ao nível da cartilagem tireóide.5cm. A cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. terminando na 6ª vértebra cervical. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 45 / 60 / 100 / 0. compressões extrinsecas. Esta manobra contrasta com muita eficiência as vias aéreas superiores. Faz-se mais quatro cortes separados de 0. Esôfago cervical Tem início ao nível da cartilagem cricóide. o esôfago. Faz-se a técnica de deglutição com o paciente engolindo em seco na hora da exposição dos raios-X. Plano ótimo => Região coincidindo com o plano mediano sagital.

a atividade nervosa de um modo geral. Perfil direito e esquerdo com bola de algodão Mesmo posicionamento e raio central da incidência anterior. O plano mediano sagital deve coincidir com a linha central da mesa. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática em perfil rigoroso. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. a transformação de certas substâncias no organismo. a cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. respectivamente. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. sendo ambos maléficos para o indivíduo e apresentando características próprias para os seus diagnósticos. em posição ortostática ou em decúbito dorsal. tumores e processos inflamatórios. A finalidade das oblíquas é dissociar o esôfago da coluna vertebral e faz-se também com o paciente engolindo o contraste em duas fases. Faz-se o paciente deglutir uma bola de algodão embebida em sulfato de bário. geralmente na base do pescoço. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre as paredes anterior e posterior do pescoço. Esta incidência apresenta valor nos desvios laterais do esôfago.50m / sim / 24x30cm OBS : Todas as radiografias contrastadas podem ser feitas no aparelho geral ou no seriógrafo. além de divertículos. as gorduras em substâncias mais simples.50m / sim / 24x30cm Oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda Paciente sentado ou em posição ortostática com uma inclinação em relação a mesa de 45º. ao nível da cartilagem tireóide. O local que tiver o corpo estranho fixado no esôfago ficará mais evidenciado. osso de galinha ) que fiquem fixados no esôfago. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. Suas células secretoras elaboram um hormônio importante. Raio central perpendicular penetrando ao nível da cartilagem tireóide.6s / fino / 1.AP Paciente sentado ou em posição ortostática ou em decúbito dorsal. Estudo Radiológico Métodos de exame Simples / contrastado Simples AP / perfil direito e esquerdo partes moles AP Paciente sentado. tumores e processos inflamatórios. são reguladas pela taxa desse hormônio presente no sangue. pois ficará uma certa quantidade de bário acumulado na região. .6s / fino / 1. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa e a cabeça deve estar levemente estendida. A diminuição ou o aumento da atividade secretora desta glândula determina o aparecimento dos estados denominados hipotiroidismo ou hipertiroidismo. Esta projeção mostra os desvios anteriores e posteriores do esôfago. pesando 25 a 30 gramas. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. Apresenta dois lobos unidos por um ístmo estreito. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. Esta incidência apresenta grande valor nos casos de corpos estranhos ( espinha de peixe. Glândula tireóide É uma das principais glândulas internas do homem e mede aproximadamente 7cm de largura por 3cm de altura. divertículos. a “tiroxina”. como por exemplo. substância rica em iodo ( cerca de 65% ). que é responsável pela regulação da atividade física e mental do indivíduo. É um órgão muito vascularizado situado na base do pescoço adiante e abaixo do laringe. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 40 / 60 / 100 / 0. Sabe-se que a diferenciação dos tecidos. O conhecido bócio ou papo pode surgir nestes dois casos citados. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. Raio central perpendicular incidindo na cartilagem tireóide do laringe.6s / fino / 1.

para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado. Esta incidência apresenta valor na pesquisa de eventuais desvios. devemos retirar uma média de 8 a 10 Kv em relação aos fatores para coluna cervical.0s / grosso / 1.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Paciente sentado ou em posição ortostática. Raio central perpendicular ou com uma inclinação de 5º. O plano mediano sagital do pescoço do paciente deve estar paralelo ao plano da mesa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 52 / 32 / 60 / 100 / 0. de modo que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa ou estativa. Para a obtenção da radiografia para partes moles. Esta radiografia também é muito importante para pesquisas de calcificações e de aumento de partes moles.6s / fino / 1. com o braço mais próximo do filme voltado para trás de maneira que forme um ângulo de aproximadamente 70º com o tórax. Esta projeção pode substituir a incidência de TWINING na pesquisa de bócio mergulhante.6s / fino / 1. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases./ 200 / 200 / 1. saindo na região axial mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. O paciente deve ficar em perfil rigoroso com o braço mais próximo do filme erguido e envolvendo a cabeça. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases.50m / sim / 24x30cm Incidência de TWINING Paciente em posição ortostática ou sentado. O braço mais afastado do filme deve ficar erguido envolvendo a cabeça. em perfil rigoroso. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 40 / 60 / 100 / 0. Esta radiografia é importante nas pesquisas de calcificações ao nível da tireóide.6s / fino / 1. O paciente deve manter uma boa quantidade de contraste ( sulfato de bário ) na boca e engolir em duas fases. Raio central perpendicular penetrando ao nível da glândula tireóide ( 2cm abaixo da cartilagem cricóide ). Raio central perpendicular. O paciente deve ficar em perfil rigoroso. A cabeça do paciente deve ficar levemente estendida. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 10 / 160 / 100 / 1.0m / sim / 24x30cm Oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda . Para obtermos uma radiografia para partes moles devemos retirar dos fatores de 5 a 8 Kv ( em média ). de modo que o seu plano frontal ou coronário coincida com a linha central da mesa ou estativa. nas suspeitas de bócio mergulhante. Esta projeção deve participar da rotina. A cabeça deve estar levemente estendida. penetrando ao nível da região axilar média ( mais afastada do filme ). por massa tireoidiana. O braço mais afastado do filme deve ficar o mais baixo possível. para na hora da exposição aos raios-X pegarmos todo o esôfago contrastado. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / -. ao nível de 2cm abaixo da cartilagem cricóide. compressões ou lesões do esôfago.6s / fino / 1. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre as paredes anterior e posterior do pescoço.0m / sim / 24x30cm Incidência transtorácica ( trans-axilar ou incidência de LAWRENCE ) Paciente em posição ortostática ou sentado. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo.50m / sim / 24x30cm CONTRASTADO AP / perfil direito e esquerdo / incidência de TWINING / transtorácica / oblíquas – oblíqua posterior direita e posterior esquerda / oblíqua anterior direita e anterior esquerda AP Mesmo posicionamento e raio central do AP para partes moles.Plano mediano sagital do pescoço coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. para na hora da exposição pegarmos todo o esôfago contrastado.

OBS : A injeção do contraste deve ser lenta. Raio central perpendicular.50m / sim / 24x30cm Tireolinfografia É o exame radiológico contrastado dos vasos linfáticos e linfonodos da glândula tireóide. haverá um aumento da espessura. A finalidade das oblíquas é dissociar o esôfago da coluna vertebral e faz-se. O diafragma limita o contorno inferior e separa a cavidade torácica abdominal. Os 3 pares seguintes são chamados costelas falsas por não articularem-se diretamente com o esterno. Parede torácica O exame radiológico da coluna torácica já foi descrito no capítulo referente a coluna vertebral. São em número de vinte e quatro ( doze para cada lado ). B-) O serviço de radiologia deve dispor de aventais específicos para o exame de tórax. penetrando ao nível da região da tireóide. c-) Providência importante é a retirada antes do exame de colares. Limites Bordo superior se encontra limitado pelo manúbio. E-) O exame radiológico do tórax é o mais executado nos serviços da radiologia. Os arcos costais posteriores apresentam uma cortical mais espessa e os anteriores são mais esponjosos. dispostos em forma de arco entre a coluna e o esterno. o esterno e os músculos correspondentes formam a parede anterior. d-) Devemos tirar a espessura da região a ser examinada com o paciente respirando normalmente. Os sete primeiros pares articulam-se através da cartilagem costal diretamente com o esterno e são chamadas verdadeiras. aspirar ( com a seringa ) o normal é não vir sangue. as duas primeiras costelas e a primeira vértebra torácica.6s / fino / 1. Incidências AP / perfil direito e esquerdo / oblíqua posterior direita e oblíqua posterior esquerda 12 – Tórax O tórax é o segmento do tronco. Puncionar a glândula e mandar o paciente engolir. Paredes As costelas e as vértebras torácicas constituem as paredes póstero-laterais juntamente com os músculos correspondentes. em aproximadamente 2 minutos. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 50 / 60 / 100 / 0. com a entrada de ar. Estudo radiológico A fim do estudo radiológico das costelas dividimos em : . 24 horas após a injeção de contraste. Injeção de 2ml de contraste ( lipiodol ultra-fluido ) e antecedendo o início da infusão. aumentando-se erradamente a quilovoltagem. pois se o mandarmos inspirar ao máximo. F-) O exame radiológico da articulação esterno-clavicular já foi descrito no capítulo referente a membro superior. aparecerão na imagem os vasos linfáticos e os linfonodos contrastados. As costelas. para evitar que mantenha um contato direto do corpo com a estativa do bucky vertical. medalhões ou outros adornos que possam superpor-se com estruturas torácicas. situado entre o pescoço e o abdomen. é sinal que ela esta na glândula. necessitando da cartilagem costal da última costela verdadeira. por articularem-se com as duas últimas vértebras torácicas e o seu restante permanecer livre em toda sua extensão. Arcos costais ( costelas ) "verdadeiras" e "falsas" Costelas ( arcos costais ) São ossos planos. por isso o operador necessita cuidar da radioproteção sempre irradiando somente a região a ser examinada através de colimadores luminosos. também com o paciente engolindo o contraste em duas fases. Os dois últimos pares são chamados costelas flutuantes. cones ou cilindros. cordões. Se a agulha movimentar-se. 15 minutos => deve ser batida a primeira radiografia para o estudo do enchimento imediato.Paciente em posição ortostática ou sentado com uma inclinação em relação a mesa de 45º. Cavidade torácica Na cavidade torácica devemos considerar dois compartimentos : Campos pleuropulmonares e mediastino Estudo radiológico do tórax Precauções importantes para o exame A-) O paciente deve retirar toda a roupa da cintura para cima.

sentado ou em hemi-decúbito lateral com a linha hemi-clavicular do lado a ser examinado coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em apnéia inspiratória máxima. Indicamos esta incidência quando sabemos o que o paciente apresenta uma lesão posterior. Quando no pedido de exame não vem especificado o local da lesão. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). O paciente deve colocar as mãos na cintura e aproximar simetricamente os ombros na estativa com a finalidade de retirar as omoplatas do campo a ser radiografado. sentado ou hemi-decúbito lateral. por aproximarem mais o filme. Oblíqua posterior direita e posterior esquerda Regiões posteriores direita e esquerda do tórax.-Exame radiológico das costelas verdadeiras e falsas.0m / sim / 35x35cm Oblíqua anterior direita e anterior esquerda Regiões anteriores direita e esquerda do tórax. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 15 / 80 / 100 / 0.8s / fino / 1. O paciente deve colocar as mãos na cintura e afastar simetricamente os ombros da estativa com a finalidad de retirar os omoplatas do campo a ser radiografado. Obliquidade paciente mesa de 45º. Obliquidade paciente mesa de 45º. Fazemos as oblíquas posteriores quando há suspeita de fratura ou outra lesão ao nível de arcos posteriores. Raio central perpendicular. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 80 / 100 / 0. penetrando ao nível do ângulo esternal na linha hemi-clavicular do lado a ser examinado. fazemos então o PA de arcos costais. mais próxima do filme. As projeções oblíquas são as principais incidências nos casos de suspeitas de fraturas. mais próximas do filme. com a linha hemi-clavicular do lado a ser examinado coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. pois normalmente elas se acestam nos bordos mais laterais do tórax. Preferimos as oblíquas anteriores. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em posição ortostática. Paciente em apnéia inspiratória máxima. -Exame radiológico das costelas flutuantes. A incidência deve ser feita em apnéia inspiratória para podermos visualizar sob uma mesma densidade as últimas costelas falsas.8s / fino / 1. Raio central perpendicular. mais próxima do filme. pois aproxima mais os anteriores do filme. mais próximas do filme. sentado ou em decúbito dorsal. sentado ou em decúbito ventral. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. Paciente em posição ortostática.0m / sim / 35x35cm Arcos costais ( costelas ) "flutuantes" Incidências AP / perfil direito e esquerdo . A incidência deve ser feita em apnéia inspiratória para podermos visualizar sob uma mesma densidade as últimas costelas falsas. Paciente em posição ortostática. Os braços devem envolver a cabeça e o lado que estiver mais afastado do filme é o que vai ser radiografado. Na oblíqua anterior direita estudamos os arcos costais esquerdos e vice-versa. Os braços devem envolver a cabeça e o lado que estiver mais afastado do filme é o que vai ser examinado. Raio central perpendicular penetrando ao nível de T4 ( 4ª vértebra torácica ). Na oblíqua posterior direita estudamos o lado esquerdo e vice-versa. os arcos costais anteriores que são menos densos ( de cortical mais fina ). Paciente em posição ortostática. Costelas verdadeiras e falsas Incidências AP / PA / OBLÍQUA ANTERIOR DIREITA E ANTERIOR ESQUERDA / OBLÍQUA POSTERIOR DIREITA E POSTERIOR ESQUERDA Incidências de rotina PA / oblíqua anterior direita e anterior esquerda PA Região posterior do tórax. que são os menos densos. AP Região posterior do tórax. penetrando ao nível da Quarta vértebra torácica e saindo na linha hemi-clavicular do lado a ser examinado.

Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. mais próxima do filme. Apresenta duas faces ( anterior e posterior ). devemos fazer o perfil direito e o esquerdo. Se for o caso de costela cervical bilateral. Paciente em apnéia inspiratória. Durante a exposição aos raios-X. mais próxima do filme. devemos utilizar cilindros ou cones para obtenção do melhor detalhe possível.5s / fino / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 30 / 160 / 100 / 1. no momento da exposição o paciente deve estar em apnéia expiratória. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1. Pode ser unilateral ou bilateral. Quando comprime a artéria subclávia causa a sindrome da costela cervical. penetrando na fúrcula esternal.0m / sim / 18x24cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda da coluna cérvico-torácica. corpo e apêndice xifóide. Raio central perpendicular. Raio central com uma inclinação cefálica de 15º. o paciente deve ficar em apnéia. duas extremidades ( superior e inferior ) e dois brodos laterais ( direito e esquerdo ) onde articulam-se diretamente as cartilagens costais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 35 / 80 / 100 / 0. situado na parede anterior do tórax. Devemos sempre fazer um estudo comparativo em AP. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 35 / 50 / 100 / 0.6s / fino / 1. penetrando no apêndice xifóide ( ao nível do diafragma ). Raio central perpendicular. Divide-se em manúbio.80m / sim / 18x24cm Esterno O esterno é um osso chato. penetrando na 3ª vértebra cervical. sentado ou em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital.0m / sim / 24x30cm Costela cervical É uma anomalia em que há uma costela supranumerária articulando-se com a 7ª vértebra cervical. pois o esterno movimenta-se nas fases respiratórias.8s / fino / 1. Paciente em posição ortostática. coincidindo com a linha central da estativa ou da mesa. Estudo radiológico Para o estudo radiológico do esterno. mais próxima do filme. Raio central perpendicular.0s / fino / 1. penetrando no meio do espaço entre o apêndice xifóide e a crista ilíaca. Paciente em apnéia inspiratória. A radiografia deve ser feita em apnéia expiratória para obtermos uma mesma densidade radiográfica. Paciente em posição ortostática ou sentado com o plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.0m / sim / 24x30cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda tóraco-lombar. Incidências Perfil direito e esquerdo / oblíqua anterior direita e anterior esquerda / PA com inclinação lateral direita e esquerda / contactografia / tomografia em PA Incidências de rotina Perfil esquerdo / oblíqua anterior direita e anterior esquerda . Para obtermos a mesma densidade radiográfica.Incidências de rotina AP / perfil esquerdo AP Região posterior tóraco-lombar. O esterno é um osso muito esponjoso com uma cortical muito fina o que torna seu exame radiográfico muito difícil. Paciente em decúbito lateral com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa. Incidências AP / perfil direito e esquerdo AP Região posterior da coluna cérvico-torácica. Mede de 15 a 20cm de comprimento por 5 a 6cm de largura. mais próxima do filme.

Sabemos que a finalidade da contactografia é ampliar a imagem mais próxima da ampola tirando o detalhe da sua imagem e apresentando com boa definição a estrutura mais próxima do filme. mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 73 / 23 / 250 / 80 / 3. incluimos juntamente o estudo dos campos pleuros-pulmonares e do mediastino. que é levemente maior que o esquerdo. tem três lobos e é também mais curto e mais largo do que o pulmão esquerdo. Obliquidade paciente-mesa de 15º a 30º com finalidade de retirar a coluna de cima do esterno. O pulmão direito. Esta variação de planos por causa da convexidade do osso esterno principalmente ao nível do ângulo de LOUIS ( importante nas fases respiratórias pois tem função de aumentar a capacidade volumétrica de ar intratorácica ). FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 60 / 0 / 80 / 100 / 0. 3 e 4 cm para manúbio. porque a inclinação lateral do raio central vai de encontro as lamínulas de chumbo da grade. Entre os pulmões está o mediastino. sentado ou em decúbito ventral. no pulmão direito em número de 10 ( dez ) e no pulmão esquerdo em número de 8 ( oito ). a pressão exercida pelo volumoso lobo direito do figado. Raio central perpendicular penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral com o plano mediano sagital coincidindo com o maior eixo longitudinal e mediano do chassis.2s / fino / tomo ± 1. Raio central perpendicular penetrando ao nível da 6ª vértebra torácica.45m / sim / 24x30cm Cavidade torácica No exame radiológico da cavidade torácica. repousam dentro da cavidade pleural. cada pulmão. contendo o coração e outras estruturas mediastinais. Os lobos pulmonares apresentam-se divididos em segmentos. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre o manúbio e o apêndice xifóide.80m / sim / 24x30cm Oblíqua anterior direita e anterior esquerda Regiões anteriores direita e esquerda do tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 65 / 20 / 80 / 100 / 0. de certo modo.4s / fino / ampola encostada / não / 24x30cm Tomografia em PA Com o paciente em decúbito ventral. Pela pequena distância foco-filme não podemos utilizar a grade potter-bucky a não ser que apresente um índice bem pequeno. o direito e o esquerdo. Paciente em posição ortostática. Os braços devem estar voltados para trás e o tórax em lordose forçada.8s / fino / 1.8s / fino / 1. A hemi-cúpula diafragmática do lado direito fica então mais elevada do que a do lado esquerdo. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 40 / 100 / 0.3s / fino / 1.Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. mais próxima do filme.0m / sim / 24x30cm PA com inclinação lateral direita e esquerda Região anterior do tórax. Campos pleuros-pulmonares Os pulmões são os órgãos da respiração. Mediastino . Raio central com inclinação lateral direita ou esquerda de 30º saindo no meio do espaço entre a fúrcula esternal ( manúbio ) e o apêndice xifóide. em hemi-decúbito lateral ou sentado com o maior eixo longitudinal do esterno coincidindo com a linha central da estativa ou da mesa. que ficam em contato com grande parte do coração. O pulmão esquerdo tem dois lobos. A ampola de raios-X sem o bloco do colimador luminoso deve ficar encostada na coluna torácica do paciente. Paciente em posição ortostática. absorvendo então a radiação. mais próximas do filme. sentado ou emdecúbito lateral. Devido. fazemos os cortes 1cm e 2cm para corpo e 2. A radiografia tem que ser feita sem bucky. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 20 / 30 / 100 / 0.0m / não / 24x30cm Contactografia Região anterior do tórax. São cobertos por uma membrana serosa chamada pleura. com o maior eixo longitudinal do esterno coincidindo com a linha central da estativa ou mesa.

por causa das densas estruturas a serem atravessadas pelos raios-X. A radiografia para mediastino deve ser mais penetrada do que para campos pleuros-pulmonares.P. croça da aorta. A ordem de comando para o paciente deve ser feita mandando-o engolir o contraste em duas fases e em seguida a apnéia inspiratória. Veremos eventuais lesões ou desvios laterais do esôfago.P./ oblíqua anterior esquerda – 60º . . não devemos contrastar o esôfago com sulfato de bário. A radiografia é uma panorâmica do tórax.P. radiografia a maiores distâncias.classica e invertida Incidência ápico-lordótica – classica e invertida Incidências de rotina PA para mediastino / PA para C. por um acúmulo de partes moles na região. e o paciente deverá ser orientado para não afastá-los quando fizer a apnéia inspiratória. A cabeça não deverá estar rodada para os lados pois se isso acontecer modificará a simetria do mediastino superior. Campos pleuros-pulmonares e Mediastino A distância foco-filme deve ser tipo telerradiografia ( tele do grego = distância ). A radiografia deve ser localizada em filme 24X30cm e deve incluir todas as estruturas situadas entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide. contém o coração e os grandes vasos.80m. A cabeça não deverá estar rodada para nenhum dos lados pois além de causar uma assimetria do mediastino superior. gânglios linfaticos e estende-se da base do pescoço ao diafragma. uma linha correspondente ao esôfago. devendo incluir no filme todos os componentes da parede torácica. Esta incidência demonstra : linhas para-espinhais. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 108 / 70 / 20 / 300 / 0. Com isso obtemos uma imagem mais real e com mais detalhe dos C.P. Mesmo posicionamento e raio central da incidência com o paciente em PA para mediastino. faremos uma outra radiografia incluindo a estrutura que não ficou bem evidenciada. regiões para-traqueiais. Os ombros devem estar afastados anteriormente de forma simétrica com as mãos na cintura para facilitar o posicionamento. AP / Perfil direito / perfil esquerdo / oblíqua anterior direita – 45º . traquéia. Como nos interessam as estruturas mediastinais sem superposição. imagem pulmonar retro cardíacos e as vezes. ducto torácico. Paciente em posição ortostática. e principalmente do mediastino onde é importante a demonstração do aumento de volume das cavidades e grandes vasos cardíacos.06s / grosso / 1. Paciente em posição ortostática. sentado ou em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. bifurcação traqueal. isto é. traquéia. brônquios.O mediastino corresponde ao meio do espaço entre os pulmões. sentado ou em decúbito ventral. A radiografia para campos pleuros-pulmonares deve ter uma penetração tal que possamos individualizar pequenos vasos na periferia dos pulmões. além das articulações escápulo-umerais. podemos utilizar uma solução baritada para contrastar o esôfago. A partir do momento que possuimos na rotina mínima uma incidência em PA para mediastino. o esôfago. penetrando no meio do espaço entre os ângulos distais do omoplata. imagem cardíaca. / perfil esquerdo PA penetrada para mediastino Região anterior do tórax. Esta maior densidade. mais próxima do filme.P.P. pode causar uma diminuição da transparência no ápice pulmonar do lado que a cabeça estiver rodada. aorta descendente. Raio central perpendicular.80m / sim / 24x30cm PA para campos pleuros-pulmonares Região anterior do tórax. pleuras mediastinais. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa./ oblíqua posterior direita / oblíqua posterior esquerda Incidência de HJELM-LAURELL . Estudo radiológico Incidências PA penetrada para mediastino PA para C. AP Região posterior do tórax. apresentará uma maior densidade no lado que a cabeça estiver voltada.50m e mais comumente a 1. mais próxima do filme. Os ombros devem estar encostados na estativa do bucky vertical simetricamente. mais próxima do filme. Tanto a base do pescoço como os seios costo-frênicos devem participar da imagem e quando não for possivel. normalmente acima de 1.

A oblíqua anterior esquerda não deve ser feita com o esôfago contrastado. por isso não utilizamos a opacificação do esôfago.80m / sim / 35x35cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do tórax. Para facilitar o posicionamento.03s / grosso / 1. os dois braços devem envolver a cabeça. sentado ou em decúbito lateral com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. os dois braços devem envolver a cabeça. sentado ou em decúbito ventral. Paciente em posição ortostática. penetrando ao nível do ângulo distal do omoplata mais afastado do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 98 / 60 / 10 / 300 / 0. de maneira que cause uma grande distensão do esôfago ao deglutir. Oblíquidade paciente mesa de 45º. Raio central perpendicular. Utilizamos a incidência ântero-posterior em pacientes idosos. penetrando na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. Os braços devem estar cruzados sobre a cabeça de maneira que o paciente fique com toda a região lateral do tórax em contato com a estativa. por isso devemos utilizar a opacificação do esôfago. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 106 / 68 / 10 / 300 / 0. A imagem da oblíqua posterior direita corresponde a da oblíqua anterior esquerda.03s / grosso / 1. Raio central perpendicular. penetrando ao nível do mamilo mais afastado do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0.80m / sim / 35x35cm Oblíqua posterior esquerda Região posterior esquerda do tórax. Oblíquidade paciente mesa de 60º. mais próxima do filme. Oblíqua posterior direita Região posterior direita do tórax. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 116 / 60 / 20 / 300 / 0. não sendo uma boa projeção para esta região. por isso. O esôfago deve aparecer suavemente contrastado para não prejudicar o exame nos aumentos de ventrículo esquerdo ( ao nível da ampola esofagiana ).06s / grosso / 1. mais próxima do filme. . Raio central perpendicular.80m / sim / 30x40cm Oblíqua anterior direita Região anterior direita do tórax. Paciente em posição ortostática. Paciente em posição ortostática. Paciente em posição ortostática. devemos fazer o esquerdo. Obliquidade paciente mesa de 60º. A oblíqua anterior direita deve ser feita com o esôfago contrastado. que apresenta a vantagem de dar uma imagem do coração. penetrando ao nível do ângulo distal do omoplata mais afastado do filme. sentado ou em decúbito dorsal. Quando é necessário fazer os dois perfis ( direito e esquerdo ) fazemos o esquerdo com contraste e o direito sem contraste.03s / grosso / 1. Para facilitar o posicionamento. caquéticos ou em crianças que apresentem dificuldades em manter o posicionamento em posteroanterior. pois nessa região o esôfago passa superpondo-se com o coração. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os mamilos. sentado ou em decúbito ventral. mais próxima do filme. A imagem da oblíqua posterior esquerda corresponde a da oblíqua anterior direita. Se possuirmos na rotina uma radiografia para mediastino devemos fazer o PA com o esôfago contrastado. A mão esquerda deve ficar apoiada sobre a crista ilíaca e o outro braço deve envolver a cabeça. A mão direita deve ficar apoiada sobre a crista ilíaca e o outro braço deve envolver a cabeça. e também demonstra melhor a artéria aorta. mais próxima do filme. Obliquidade paciente mesa de 45º. sentado ou em decúbito dorsal.As estruturas mediastinais aparecerão algo ampliadas. Quando não vem especificado qual perfil. Raio central perpendicular. Paciente em posição ortostática. mais próxima do filme.80m / sim / 35x35cm Oblíqua anterior esquerda Região anterior esquerda do tórax. Não é necessário o paciente acumular na boca grande quantidade de sulfato de bário.

A incidência de hjelm-laurell está indicada principalmente nas suspeitas de derrame pleural. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ).com raio central perpendicular / com raio central inclinado Clássica . caquéticos ou em crianças que apresentem dificuldades em manter o posicionamento das oblíquas anteriores. As duas mãos devem ficar apoiadas sobre as cristas ilíacas e os ombros simetricamente jogados para frente. Raio central perpendicular. pois esta incidência de rotina nos pacientes que tenham condições de suportar este posicionamento. logo após da dois pequenos passos para a frente e sem retirar os pés da posição. mais próxima do filme. A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade de opacificação baritada do esôfago. Incidência de HJELM-LAURELL Clássica / invertida Clássica Região anterior do tórax. onde nesta incidência apresenta-se dissociado. Os braços do paciente devem envolver a cabeça. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0.80m / sim / 35x35cm Nota : Outras utilizações da incidência de HJELM-LAURELL são nos casos de comprovações de derrames encistados e possiveis aspergilomas no interior de cavidades tuberculosas.03s / grosso / 1. O paciente coloca-se em posição ortostática com a região posterior do tórax em contato com a estativa do bucky vertical. deve apoiar as mãos sobre as cristas ilíacas e afastar simetricamente os ombros para frente.com raio central inclinado Região posterior do tórax. mais afastada do filme. Paciente sentado ou em posição ortostática. Clássica . o aciente deve fixar as mãos nos bordos laterais da estativa. mais próxima do filme. Paciente em posição ortostática ou sentado.03s / grosso / 1. Raio central com uma inclinação cefálica de 25º. Paciente em posição ortostática ou sentado. Utilizamos esta incid6encia nos pacientes que não tenham condições de suportar o posicionamento da projeção anterior. mais próxima do filme. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade de opacificação baritada do esôfago.Raio central perpendicular. Para manter o posicionamento. Com o paciente sentado. Incidência ápico-lordótica ( incidência de FLEISCHNER ) As principais indicações da incidência ápico-lordótica são no estudo dos ápices pulmonares onde há grande superposição de costelas e clavicula. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. penetrando no ângulo esternal ( ângulo de LOUIS ). A região abdominal deve estar em contato com a porção inferior da estativa do bucky vertical e a parede ântero-superior do tórax deve ficar afastada da porção superior da estativa de aproximadamente 20cm. caquéticas ou em crianças. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 98 / 60 / 10 / 300 / 0. Invertida Região anterior do tórax.com raio central perpendicular Região póstero-superior do tórax. com a finalidade de retirar os omoplatas do campo a ser radiografado. . Quando o derrame pleural é a direita fazemos com o paciente em decúbito direito. com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da estativa. penetrando ao nível do mamilo mais afastado do filme. Clássica . infusões interlobares principalmente a direita e estudo do lobo médio. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre os ângulos distais dos omoplatas. geralmente em pessoas idosas.80m / sim / 35x35cm Nota : Normalmente utilizamos as oblíquas posteriores direita e esquerda em pacientes idosos. deixa somente a região pósterosuperior do tronco apoiar na estativa. sobre uma maca onde colocamos um anteparo sob a região lateral da bacia e lateral do ombro. Paciente em decúbito lateral rigoroso.

03s / grosso / 1. Varizes esofagianas. sempre conseguiremos um melhor padrão. Embolia pulmonar.A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória e não há necessidade da opacificação baritada do esôfago. é medindo-se a distância entre as extremidades esternais da clavicula e o processo espinhoso da vértebra correspondente. Estudo da crossa da veia ázigos. dobramos o mAs e retiramos 10Kv.80m / sim / 24x30 ou 35x35cm Notas : Escolha de filmes 1-)Nas incidências ápico-lordóticas. Providência importante é evitar que a mão do paciente se superponha com a base do pulmão quando colocada na cintura. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 103 / 65 / 10 / 300 / 0.50cm / 1.Para estudo dos ápices pulmonares. o lado que estiver mais afastado fica maior. principalmente nas radiografias que apresentem patologia. Todos os movimentos do paciente devem ser observados pelo operador e quando for disparar deve colocar-se atrás do biombo. Parênquima => A partir do regime padrão para tórax. Distância foco-filme 2-)Geralmente fazemos as incidências de FLEISCHNER na distância foco-filme de 1. Raio central perpendicular. podemos fazer variações entra eles num mesmo paciente. Quando no serviço de radiologia houver possibilidade de realizarmos todos os exames de tórax no bucky vertical. para evitar que a radiografia saia rodada. devemos escolher o tamanho do filme de acordo com a indicação : . Enfisema pulmonar. Hérnia diafragmática. Pequenos pneumotórax.Para estudo do lobo médio ( geralmente colapsos ) e infusões ( pleurisias ) interlobares. dividimos por 2 o mAs e somamos 10Kv. através principalmente do polegar e indicador. o paciente deve engolir em duas fases e logo após respirar fundo e prender.80cm. podemos conseguir boas radiografias sem a utilização da grade potter-bucky em pacientes que não tenham grandes espessuras. Preferimos fazer as duas incidências anteriores por aproximarem mais do filme a região a ser examinada. Estudo do cavum. 5-) Manobra de valsalva e Müller Manobra de valsalva => O paciente realiza uma apnéia inspiratória forçando a expulsão do ar com a glote fechada. Estudo da traquéia ( traqueomalácea ). Este espaço quando o paciente esta bem posicionado é igual no lado direito e esquerdo e quando esta rodado. penetrando ao nível da 4ª vértebra torácica.20cm ). Manobra de Müller => O paciente realiza uma apnéia expriatória. Outro dado que diminui muito a margem de erro no posicionamento é sempre colocar os fatores radiológicos antes de posicionar o paciente. Sistema vascular => A partir do regime padrão par tórax. Corpo estranho ( ao nível dos brônquios ) Nódulos que se superponham com o arcabouço costal. Notas gerais 1-) Cuidados no posicionamento do PA de tórax O Paciente deve ser instruído para que. forçando a entrada do ar com a glote fechada. exigindo um estudo mais minucioso e detalhado. A melhor maneira de conhecermos que a radiografia foi feita com um dos lados do paciente mais afastados. . para evitar isso devemos fazer que coloque as mãos apoiadas sobre as cristas ilíacas. 4-) Técnica para vasos e parênquima pulmonar De acordo com os fatores radiológicos. 2-) Ordem de comando para o paciente Quando a radiografia é feita com contraste baritado. Indicações gerais na técnica radiológica A-) B-) C-) D-) E-) F-) G-) H-) I-) J-) L-) M-) Paralisia diafragmática. não afaste um dos lados do tórax da estativa. devemos fazer num filme 35x35cm. feito num mesmo chassis e na mesma distância foco-filme para obtensão de radiografias que demonstrem melhor o sistema vascular pulmonar ou parênquima pulmonar. podemos fazer num filme de 24x30cm . Fístula artério-venosa. quando respirar fundo. 3-) Grade anti-difusora potter-bucky Por causa do grande volume de ar dentro do tórax. podendo também fazer em distâncias menores ( 1.

Quando acontecer do paciente Ter dificuldade de fazer a apnéia inspiratória. isto é. No perfil. Para a realização da manobra de valsalva e Müller é fundamentalmente necessário que o paciente execute pelo menos três vezes antes das radiografias. só nos resta a opção de aumentarmos o mAs. 7-) Pacientes idosos O posicionamento convencional do exame do tórax torna-se as vezes muito difícil em pacientes idosos que estejam ou não em cadeira de rodas. devemos usar o maior foco ( mA ) com a finalidade de trabalharmos com tempo curto. 14-) Pacientes mastectomizadas Normalmente para pacientes que apresentem volumosas mamas são necessárias duas radiografias. 11-) Criança chorando Na hora da exposição devemos surpreender a criança numa fase inspiratória. pode-se fazer de rotina em crianças de menos de 4 anos as radiografias de tórax em decúbito dorsal ( AP ) e decúbito lateral ( perfil ). com os braços totalmente erguidos fixados pelo acompanhante e o chassis mantido em contato direto com a parede lateral do tórax. Quando a suspeita for rutura com eventração diafragmática deve-se completar o exame com o paciente tomando por via oral 3 ampolas de contraste iodado hidrossolúvel ou fazendo um pneumoperitônio diagnóstico.80m passamos para 1. É de grande importância para o estudo e . devemos fazer de rotina radiografias em inspiração e expiração forçadas. por termos menos informações diagnósticas e trabalharmos com quase 5 vezes mais radiação que as radiografias panorâmicas ( 35x35cm ) de tórax. 13-) Criança para pesquisa de nível líquido Quando interessa a pesquisa de nível líquido colocamos a criança sentada numa das extremidades da mesa de exame e entramos com o raio central horizontal. As radiografias de tórax da criança podem ser feitas sem bucky. 8-) Pacientes obesos Na radiografia de tórax em pacientes obesos. as vezes torna-se difícil obtermos um bom padrão porque após termos usado o máximo da quilovoltagem. toda vez que o tempo for superior a 0. e a maior comodidade na fixação do posicionamento. Um acompanhante deve fixar os braços da criança de encontro aos bordos laterais do chassis e a porção anterior do tórax da criança deve estar o mais próximo possivel do filme. para evitar que a radigrafia saia tremida devemos ordenar que apenas a respiração na hora da exposição. por causa do movimento do coração e vasos da base. Assim.1s. 10-) Exame da gestante No exame radiológico de tórax da gestante devemos Ter o cuidado de colocar um avental plumbífero ao nível das cristas ilíacas a diafragmar o feixe de radiação exclusivamente para o tórax. Sempre devemos evitar fazer abreugrafias de gestantes. Com o aumento do mAs passamos a trabalhar com tempo longo o que nos tira o detalhe do mediastino. normalmente fica muito forte para campos pleuros-pulmonares no lado mastectomizado. Esta providência apresenta a grande vantagem de conseguirmos radiografias em AP e perfil rigorosos. Nestes casos fazemos o AP de tórax com o paciente sentado num banco ou numa cadeira sem encosto. 12-) Crianças de menos de 4 anos Se não houver indicação de pesquisa de nível líquido. a criança fica sentada de lado. o ato de inspirar e expirar ao máximo. devemos diminuir a distância foco-filme de 30cm. 9-) Rotina para diafragma Quando a indicação é o estudo radiológico do diafragma devemos fazer radiografias em inspiração e expiração em AP e perfil e o raio central deve penetrar perpendicular ao nível do apêndice xifóide. 15-) Enfisema pulmonar Quando a indicação for enfisema pulmonar. escolhermos com maior facilidade uma fase inspiratória. Para obtermos uma boa radiografia utilizando esta técnica. Sempre devemos evitar repetir radiografias e para isso aumentamos 5Kv em média na constante do aparelho com a finalidade de diminuirmos a possibilidade de repetição por Ter saido fraca. A que demonstrar bem o lado que tem a mama.50m. Para minorar este problema. para evitar o flou cinético. Nestes casos devemos fazer uma outra radiografia incluindo a região que não ficou evidenciada na radiografia anterior. temos que fazer uma outra radiografia com menos 5Kv aproximadamente para o lado que a mama foi retirada. se tivermos realizando a radiografia na distância de 1. Este exercício prévio vai garantir uma mobilidade diafragmática mais real a partir do momento que é feita a medida dessa movimentação do diafragma. a não inclusão de todos os campos pleuros-pulmonares num mesmo filme ( 35x35cm ou 14x17 polegadas ).N-) Estudo do laringe. 6-) Pacientes com grandes campos pleuros-pulmonares Ocorre com grande frequência em pacientes longilíneos ou com grandes caixas torácicas.

Para evitar esse problema. para facilitar ao radiologista a interpretação de imagens patológicas que apareçam.OAE ) com uma oblíquidade paciente mesa de 45º. com o paciente de preferência de pé ( em ortostática ) para a pesquisa de ar livre dentro da cavidade peritonial ( pneumoperitoneo ). Os exames nos leitos de serviços médico-hospitalares geralmente são executados em aparelhos transportáteis. Nos casos de pacientes que não respondam as solicitações verbais a radiografia deve ser batida quando o paciente estiver numa fase inspiratória. 19-) Pacientes dispnéicos Nos pacientes que estejam com falta de ar. bateremos as radiografias em fases inspiratórias pedindo para alguém da família fechar o nariz e a boca do doente. A importância do exame radiológico do tórax na rotina para abdome agudo está nos quadros chamados pseudos abdome agudo onde processos inflamatórios ( pneumonias ) geralmente de bases pulmonares simulam totalmente o quadro. movimentando então o chassis. Devemos girar o anódio e disparar logo após uma inspiração profunda. causando o flou cinético nas radiografias. sempre preferimos. geralmente são em pacientes em mau estado geral. 21-) Exame no leito Quando houver solicitação de exame radiológico no leito. devem ser batidas duas radiografias. 18-) Lesões pleurais Quando nas radiografias de rotina de tórax suspeita-se de uma lesão ao nível de pleura. A identificação do paciente deve ser colocada. que necessitam de um atendimento rápido e eficiente. Apesar das precárias condições do doente. Se o paciente apresentar condições de fazer o exame sentado. pacientes em coma profundo. em AP. 23-) Exame em colchão d’água O clochão d’água é utilizado em pacientes que estejam há muito tempo deitados sem se movimentar. O principal problema na execução do exame de tórax num paciente em colchão d’água é que pequenas fases respiratórias traduzem-se em grandes movimentos torácicos. Apresentam a principal finalidade de evitar a formação de escaras. que se faça antes das radiografias manobras de inspirações e expiraçòes máximas. até mesmo em AP.medida da mobilidade diafragmática. 17-) Grandes derrames pleurais Nos grandes derrames pleurais sempre devemos incorporar a rotina de tórax uma radiografia em PA com uma média de 15Kv a mais da utilizada no PA para campos pleuros-pulmonares. 16-) Pequenos pneumotórax Quando a suspeita clínica for pneumotórax e este não ficar evidenciado no PA e perfil em inspiração forçada. etc. Os pequenos pneumotórax as vezes só aparecem evidenciados nas radiografias em expiração forçada. uma para campos pleuros-pulmonares e outra um pouco mais penetrada. com a finalidade de diminuir a possibilidade de contaminação. pois assim poderemos surpreender eventuais derrames . principalmente em grandes queimados. 24-) Pacientes politraumatizados De acordo com as condições do paciente poderemos removê-lo ou não para a mesa de exame. Quando se apresentam em estado muito grave executamos o exame na própria maca. 22-) Exame a domicílio O fundamental do exame a domicílio é o bom relacionamento do operador com o paciente e seus familiares. há necessidade de obtermos radiografias de exelente padrão. O operador deve solicitar o auxílio de alguém para a colocação do chassis sob o paciente e Ter o cuidado de não cortar nenhuma estrutura dos campos pleuro-pulmonares da imagem radiográfica. 20-) Abdome agudo Quando a indicação for abdome agudo. desse bom relacionamento ele vai conseguir o máximo de colaboração para execução de radiografias de bom padrão. O ideal é obtermos as radiografias de tórax após o paciente estar pelo menos 15 minutos em posição ortostática. deve-se incorporar a rotina mínima projeções oblíquas ( OAD . pelo menos três vezes. devemos fazer de rotina uma outra radiografia em expiração. alguém na hora da exposição deve fechar o nariz e a boca do paciente. no lado direito. Para uma rotina de tórax em residência. Em relação aos fatores radiológicos. devemos utilizar o maior mA para trabalhar com o tempo de exposição mais curto possivel. as radiografias de tórax são de extrema importância. Se o paciente não estiver lúcido. O chassis sempre deve ficar protegido por uma fronha. acompanhando posição do paciente ( que esta em decúbito dorsal ). Os exames a domicílio geralmente são executados em aparelhos portáteis. devemos retirar uma média de 8Kv porque os pacientes enfisematosos apresentam um grande volume de ar residual tornando as radiografias de tórax hipertransparentes aos raios-X.

Quadrantes abdominais 1-) 2-) 3-) 4-) 5-) 6-) 7-) 8-) 9-) Hipocôndrio direito – quadrante superior lateral direito. Se a indicação for derrame pleural e o paciente não tiver condições de sentar-se. Noções de anatomia Para um estudo topográfico ou para fins de localização de estruturas anatômicas. um mínimo de duas radiografias.Uma linha imaginária horizontal. O operador não deve encostar em nenhum material esterilizado e sempre deve realizar de cada vez.Duas linhas imaginárias verticais correspondentes as linhas hemi-claviculares direita e esquerda. lisa e deslizante. o abdome pode ser dividido em nove quadrantes. . Flanco esquerdo – quadrante intermédio lateral esquerdo. devemos lavar as mãos com água e sabão. 13 – Abdome É a porção distal do tronco. Reflexões do Peritôneo Mesentéreo – da parede para o jejuno e íleo. 25-) Exames no CTI e no isolamento Para os exames no centro de tratamento intensivo e nos isolamentos.Parietal e visceral.larga lâmina que liga órgão a órgão. 27-) Centro cirúrgico Quando realizamos exames no centro cirúrgico. Constitui parte integrante da camada externa de muitos deles. Hipocôndrio esquerdo – quadrante superior lateral esquerdo. numca esquecendo de envolver os chassis em panos limpos. Epigástrico – quadrante superior médio. Apresenta-se dividida em : . através de quatro linhas imaginárias. Para a colocação do chassis sob os doentes. que passa tangenciando as cristas ilíacas. podemos fazer um perfil com raio central horizontal. Forra a parede abdominal. que passa tangenciando os rebordos costais anteriores. Mesogástrio – é o quadrante mais central do abdome. Cavidades Peritôniais Dividem-se em : Peritôneal propriamente dita e retroperitoneal Peritôneal ou intraperitoneal . Hipogástrico – quadrante inferior médio.Cavidade pélvica ou pelve Cavidade abdominal propriamente dita A cavidade abdominal propriamente dita relaciona os órgãos que estão envolvidos pelo peritônio ou que em íntimo contato com ele. O peritôneo consiste de duas membranas : . devemos pedir auxílio de uma pessoa do serviço. Flanco direito – quadrante intermédio lateral direito. 26-) Berçário e incubadora Normalmente para as radiografias em berçário e incubadora devemos fazer dois filmes. com a finalidade de evitar possíveis contaminações. compreendida entre o diafragma e o assoalho pélvico. A utilização do tempo mais curto possível é importante porque geralmente estas crianças apresentam-se dispnéicas e agitadas. Peritôneo O peritôneo é uma membrana serosa. Mesocólon – da parede para o cólon transverso. Pregas – apresentam bordas livres. resistência a infecções. Fossa ilíaca direita – quadrante inferior lateral direito.pleurais. Ligamentos – entre órgãos ou paredes do corpo e órgãos. a saber : . sustentação de órgãos e armazenamento de gordura. Fossa ilíaca esquerda – quadrante inferior lateral esquerdo. Suas funções mais importantes são as de redução do atrito inter-organular. sempre devemos envolver o chassis com fronhas limpas. Epilon ( Omento ). Peritôneo parietal É a membrana mais externa do peritôneo.Cavidade abdominal propriamente dita . Peritôneo visceral É a membrana mais interna do peritôneo que reveste os órgãos intraperitoniais. Sempre antes e após fazermos os exames no CTI e no isolamento. Cavidade abdominal A cavidade abdominal engloba vários órgões de diversos sistemas do corpo humano. o aparelho transportátil só deve entrar na sala de operações na hora de bater a radiografia. .Uma linha imaginária horizontal.

O bordo inferior do chassis deve coincidir com uma região logo abaixo co cóccix. normalmente no meio do espaço entre as cristas ilíacas. No abdome simples deve aparecer no bordo inferior do filme a imagem do púbis. Chamamos de abdome simples as radiografias que não foram injetados contrastes artificiais. Retroperitôneal Quando a maior parte do seu corpo esta fora da cavidade peritoneal. mais próxima do filme. Paciente em decúbito ventral. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 78 / 28 / 200 / 300 / 0. ureter e órgãos do aparelho genital. penetrando no meio do espaço entre as cristas ilíacas. na porção mais inferior do abdome. Incidências panorâmicas de abdome Abdome simples em : AP / PA / perfil esquerdo e direito Abdome simples em AP Região posterior do abdome. etc. Paciente em decúbito lateral. Estudo radiológico do abdome Simples e contrastado No nosso estudo. bexiga. etc. Raio central perpendicular. deve-se fazer o abdome simples antecedendo a introdução do contraste.7s / grosso / 1. Órgãos intraperitoneais Esôfago terminal Estômago Intestino delgado Intestino grosso Fígado Vesícula biliar Baço Ovários.0m / sim / 30x40cm OBS : Nas incidências em perfil temos que nos preocupar em não utilizar tempo longo para evitar que os movimentos peristálticos causem flou cinético tirando a definição das radiografias. Na pelve encontramos vários órgãos como a porção sigmóide do intestino grosso. Rins Glândulas suprarenais Ureter abdominal Pâncreas Veia cava abdominal Artéria aorta abdominal Gânglios Nervos. Raio central perpendicular penetrando na crista ilíaca. Abdome simples em PA Região anterior do abdome. em posição ortostática ou sentado com o seu plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da mesa ou estativa.Diz-se que um órgão é intraperitoneal quando é englobado em mais de 70% do seu volume total. penetrando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o apêndice xifóide. Os braços devem estar envolvendo a cabeça e as pernas fletidas para facilitar e manter o posicionamento. Incidências localizadas . Órgãos retroperitoneais Cavidade pélvica ou pelve É a cavidade localizada na bacia. Os braços devem estar estendidos ao longo do corpo e o paciente deve prender a respiração na hora da exposição. em posição ortostática ou sentado.0s / fino / 1. Esta projeção apresenta importância no estudo de massas abdominais. Em qualquer exame contrastado abdominal.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo Região lateral direita ou esquerda do abdome. Raio central perpendicular. nos reportaremos especialmente aos exames simples do abdome. com o seu plano mediano sagital. coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. em posição ortostática ou sentado com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa ou estativa. O peritôneo repousa sobre a pelve formando os fundos de saco peritoneais. Paciente em decúbito dorsal. mais próxima do filme. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 100 / 1.

As principais causas dos abdomes agudos são : .Incidências panorâmicas . PA Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito ventral. fazemos projeções localizadas. etc) .Oblíquas posterior direita e posterior esquerda Fator que auxilia o estudo com o raio centra perpendicular é colocar o paciente com as pernas fletidas até as regiões plantares ficarem em contato com a mesa. para obtermos melhor definição de imagem. Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito lateral.Abdome agudo traumático ( ruturas de vísceras ) . Abdome agudo É um quadro abdominal agudo. por isso a importância desta incidência na rotina para pâncreas. o raio central então penetrando perpendicular de maneira que saia no meio do filme. Esta posição reduz a curvatura anterior da coluna lombar ( lordose filiológica ) com os rins então ficando quase paralelos ao plano da mesa. Nos casos de tomografias.Falso abdome agudo ( por irritação reflexa em pneumonias. e quanto pior o seu estado geral. O bordo inferior do chassis deve coincidir com a crista ilíaca. Pâncreas Nos casos de pancreatite crônica onde pesquisa-se calcificações.Abdome agudo infeccioso ( colecistite. fraturas de coluna.AP com raio central de 25º podálicos . Bexiga O exame localizado da bexiga é feito normalmente na urografia venosa. infecções de bases pulmonares e faringe ) Estudo radiológico Podemos dividir o exame radiológico dos pacientes com abdome agudo em : Simples e contrastado Estudo radiológico simples São as radiografias executadas sem a utilização de contrastes artificiais. causas retroperitoneais como cólicas renais. Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em ortostática.AP com raio central perpendicular . Perfil Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito lateral.Quando nos interessa o estudo de determinadas regiões abdominais. OPD e OPE e o perfil direito. Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal. A obliquidade paciente mesa deve variar entre 30º e 45º. Raio central perpendicular. fazemos de rotina as incidências em AP.Abdome agudo por obstrução . esta posição auxilia em muito. Vesícula e vias biliares As melhores projeções são as oblíquas ( OPD ou OAE ) com a finalidade de retirar possíveis estruturas biliares que estejam superpondo-se com a coluna. A obliquidade paciente mesa deve variar entre 30º e 45º. As vezes certas calcificações só aparecem no perfil por somação de finas concreções. penetrando 2cm acima do bordo superior da sínfise pubiana. OPD. / Perfil com raio central com Incidências panorâmicas de tórax AP / PA / Perfil direito e esquerdo horizontal . Fazemos normalmente as incidências em AP. Raio central perpendicular penetrando de maneira que saia entre as primeiras e segundas vértebras lombares.AP com raio central de 25º cefálicos . Os pacientes com abdome agudo devem Ter atendimento prioritário nos serviços de radiologia. melhor deve ser o padrão do exame.Incidências localizadas Incidências panorâmicas AP Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito dorsal. Loja renal O estudo localizado dos rins pode ser executado de diferentes maneiras : . caracterizado principalmente por dor. mas quando nos interessa um estudo dos órgãos da pelve a localização é a mesma. que necessita de assistência clínica ou cirúrgica imediata. Raio central penetrando no ângulo do rebordo costal anterior ( ponto vesicular ou cístico ). OPE ( obliquidade paciente mesa de 30º a 45º ) e perfil direito ou esquerdo. apendicite. .

costuma dar uma imagem característica nesta região. . Normalmente o paciente com abdome agudo. Outra indicação é nos casos de obstruções ao nível do ceco ou do cólon ascendente.5s / grosso / 1. substitui as radiografias em ortostática para demonstração de níveis hidro-aéreos em pacientes que não tenham condições de ficar de pé. Se a mesa apresentar mecanismo de leventar e abaixar. Devemos sempre utilizar um tempo curto de exposição. Raio central perpendicular. para se Ter uma noção exata do local onde se encontra a causa do abdome agudo. Em pacientes que consigam andar. a imagem então ficando flou. PA – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito ventral Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. É de grande importância a inclusão no filme. podemos fazer logo após a radiografia em decúbito dorsal. Nestes pacientes colocamos uma faixa compressora passando pelos seus joelhos para firmá-lo na posição. pois o ar vai se instalar entre a parede abdominal e o bordo lateral do fígado. contrário ao da lesão. compressões por massas tumorais. AP – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em decúbito dorsal O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. AP de abdome com o paciente em ortostática. fazemos o decúbito lateral esquerdo. Quando esta incidência é indicada nos casos de pneumoperitôneo. Raio central horizontal ao plano da maca. mesmo que esteja em mau estado geral. colocando o apoio para os pés do paciente na extremidade da mesa e por a mesa de exame em pé. AP – Abdome simples com raio central perpendicular e o paciente em posição ortostática O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a linha central da mesa ou estativa. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 70 / 30 / 100 / 200 / 0. A imagem do púbis deve aparecer no bordo inferior do filme. O decúbito lateral direito é uma boa incidência nos casos de obstruções ao nível do cólon descendente. pois quando há um pequeno derrame líquido peritonial. Esta projeção apresenta grande importância na distribuição topográfica das víceras abdominais. por que em certas condições há um aumento de peristaltismo do estômago e intestino. por causa das fortes dores não consegue manter-se em decúbito ventral. fazemos então na estativa do bucky vertical. Nos abcessos subfrênicos fazemos o decúbito lateral. O AP de abdome com o paciente em decúbito lateral. do púbis. penetrando no meio do espaço entre as cristas ilíacas. É a principal radiografia nas obstruções intestinais. por isso o bordo inferior do chassis deve estar coincidindo com este osso. penetrando no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. Uma enfermeira ou outra pessoa do serviço deve ficar ao lado do paciente para evitar que caia para a frente. PA de tórax.Incidências da rotina mínima para abdome agudo AP de abdome com o paciente em decúbito dorsal. Este método apresenta a vantagem de fazermos radiografias com o paciente em ortostática. fazendo com que aproxime mais a região a ser examinada do filme. Condição que faríamos esta incidência seria em pacientes com suspeita de fratura de vértebra lombar que viesse em decúbito ventral e houvesse também suspeita de abdome agudo.0m / sim / 30x40cm Perfil com raio central perpendicular e o paciente em decúbito lateral O plano frontal ou coronário do paciente deve coincidir com a linha central da mesa. Podemos fazer o perfil direito ou esquerdo. penetrando no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. AP – Abdome simples com raio central horizontal e o paciente em decúbito lateral O paciente deve deitar de lado em uma maca e aproximar-se da estativa do bucky vertical ou da mesa de exame de pé. além de outras. Raio central perpendicular. penetrando perpendicular no meio do espaço entre o púbis e o apêndice xifóide. A grande importância da radiografia em ortostática é na pesquisa da existência ou não de níveis hidro-aéreos. facilitando a sua demonstração. por isso esta incidência não ser aplicada normalmente. acidentes vasculares abdominais. podendo-se individualizar se a mesma é anterior ou posterior. Esta incidência apresenta valor na localização das massas abdominais. Raio central perpendicular. Para pesquisa de nível hidro-aéreo faríamos então um perfil com raio horizontal.

Raio central horizontal ao plano da maca. penetrando entre a fúrcula esternal e o apêndice xifóide. Raio central perpendicular. PA Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. Tanto o AP como o PA apresentam fundamental importância para a visualização das condições respiratórias do paciente. 4. ou que venha andando e não tenha condições de manter o posicionamento em PA. Estas projeções servem como complementação diagnóstica do exame e poderão ser feitas ou não. devemos colocar um apoio radiotransparente sob a região dorsal. Região importante de se demonstrar é a porção pulmonar retrocardíaca. podem aparecer com boa definição nas incidências localizadas sem a utilização de contraste. de acordo com a necessidade.80m / sim / 35x35cm Perfil direito e esquerdo Plano frontal ou coronário coincidindo com a linha central da estativa ou mesa. .3s / grosso / 1.Localizada de baço : A principal indicação é nos infartos esplênicos. encostando-a na mesa ou estativa. 2. penetrando perpendicular ao nível da crista ilíaca. Perfil com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal Para conseguirmos uma boa demonstração em perfil de todo tórax. estenoses. Raio central perpendicular. as vezes de dificil demonstração no PA ou AP de tórax. penetrando ao nível do hipocôndrio esquerdo.80m / sim / 30x40cm Incidências localizadas Nas incidências localizadas obtemos maior detalhe da região onde suspeitamos encontrar a patologia.3s / grosso / 1. O perfil com raio central horizontal deve ser feito em primeiro lugar com o paciente ainda na maca. e apresenta valor nas suspeitas de derrame pleural ou processos inflamatórios pulmonares. nos casos de imagens que apareçam no PA ou AP e exijam elucidação diagnóstica. Raio central perpendicular. Perfil com raio central horizontal e o paciente em decúbito dorsal Fazemos esta projeção em pacientes que não tenham condições de ficar de pé ou deitado de lado. Raio central perpendicular penetrando entre os ângulos distais dos omoplatas. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 116 / 60 / 24 / 300 / 0. penetrando ao nível da crista ilíaca. processos tumorais.8s / grosso / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 100 / 60 / 10 / 300 / 0. Esta projeção apresenta importância nos pacientes que não tenham condições de mudar de decúbito. As pricipais são : 1.Localizada de estômago e duodeno : Imagens de úlceras pépticas. o raio central deve penetrar perpendicular ao nível do hipocôndrio direito.Localizada de vesícula e vias biliares : A principal indicação é na pesquisa de cálculos ao nível de vesícula ou das vias biliares. penetrando perpendicular na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. Raio central horizontal ao plano da maca ou mesa. afastar possíveis processos pneumônicos de base pulmonar as vezes responsáveis por falsos abdomes agudos e na pesquisa de pneumoperitôneos. além de outros. Raio central perpendicular. Os braços do paciente devem ficar envolvendo a cabeça. com o ar instalando-se sob o diafragma. Utilizamos o perfil direito ou esquerdo de tórax. Paciente deitado na mesa para logo após colocarmos de pé. Com o paciente em OPD ou OAE. Raio central perpendicular penetrando na linha axilar média ao nível do ângulo distal do omoplata. A grande importância desta projeção é a pesquisa de nível hidro-aéreo.Localizada de gordura pré-peritoneal : Normalmente a grodura pré-peritoneal desaparece nos quadros de peritonite. penetrando ao nível do epigástrio. Utilizamos a incidência póstero-anterior em pacientes que tenham condições de manter o posicionamento sentado ou em posição ortostática. 3. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 85 / 30 / 60 / 200 / 0.0m / sim / 30x40cm Incidências panorâmicas de tórax AP Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a linha central da mesa. substitui então estas incidências.Apesar da grande espessura a ser atravessada pelos raios-X sempre devemos trabalhar com tempo curto para evitarmos o flou cinético.

F – Clister opaco Indica-se nas obstruções intestinais ao nível do intestino grosso e devemos fazer o exame com o contraste a base de sulfato de bário diluído em água. podemos utilizar o iodado hidrossolúvel através de uma sonda nasogástrica.Posição fetal Exame radiológico da gestante Radiografias de mulheres em gestação só devem ser executadas após os 4 meses de gravidez. 8. C – Injeção de ar no estômago Este exame esta indicado nas úlceras perfuradas.Localizada para pâncreas : Um estudo radiológico e clínico bem feito nas pancreatites agudas apresenta grande importância. Sempre devemos utilizar contrastes específicos como o gastrografia para o aparelho digestivo nos pacientes com abdome agudo. E – Trânsito intestinal Indica-se nas obstruções intestinais de intestino delgado. Os contrastes a base de sulfato de bário.Localizada de loja renal : Ás vezes colicas renais podem levar a falsos abdomes agudos. Estudo radiológico contrastado Os exames contrastados nos quadros abdominais agudos devem ser realizados pelo médico radiologista.Localizada de diafragma ( hemi-Cúpulas diafragmáticas ) : Quando se suspeita de pneumoperitôneo e nas radiografias panorâmicas de tórax. contra-indicando o anterior. nos infartos mesentéricos onde não há enchimento de ramos calibrosos para o intestino. Não devemos fazer preparo intestinal e não se faz lavagem. penetrando ao nível do apêndice xifóide. Raio central perpendicular. 7. utilizamos então os iodados hidrossolúveis. então a localizada apresenta grande valor. penetrando ao nível do flanco direito ou esquerdo. 6. irão causar a chamada peritonite granulomatosa. com inclinação cefálica ou com inclinação podálica penetraando no meio do espaço entre a crista ilíaca e o apêndice xifóide. pois apartir desse período diminui a possibilidade de mutações . por isso apresentando valor relativo nos quadros de abdome agudo de origem biliar. o raio central penetra muito alto. pois a própria divergência dos raios. rutura de víceras ocas. Raio central perpendicular. Há autores que indicam este exame. pois estes pacientes não tem indicação cirúrgica.Localizada de ceco-apêndice : A indicação desta radiografia é na pesquisa de apendicolites ou nas suspeitas de abcessos ao nível do ceco ou apêndice. pode fazer desaparecer a sua imagem. O pricipal responsável pelas cólicas renais são os cálculos. Raio central perpendicular. Quando não houver este contraste no serviço de radiologia. somente bário. Raio central perpendicular. sem ser patológica. pois a manipulação desses pacientes deve ser altamente especializada. 14 . Com a injeção de ar no estômago causando um pneumoperitôneo confirmando o diagnóstico. Devemos colocar o paciente em decúbito lateral direito e penetrar com o raio central horizontal. penetrando ao nível da fossa ilíaca direita. sem haver sinais radiológicos. ao nível do plano mediano sagital. hérnias estranguladas onde se vê o sofrimento arterial. B – Colangiografia venosa É pouco utilizada. Raio central perpendicular. quando não houver disponibilidade deste contraste. quando não é possivel o diagnóstico pela rotina simples. Principais exames contrastados utilizados no estudo radiológico do abdome agudo A – Arteriografia Pode ser utilizada nas úlceras perfuradas. pois se cairem na cavidade peritoneal através de alguma perfuração do esôfago ou intestino. O contraste a ser utilizado é o gastrografina. além de outras indicações. 5. causando a morte na maioria dos pacientes. em que há suspeita clínica. pelo mau estado geral que normalmente se encontram. especifico para os quadros de abdome agudo. devem ser totalmente abolidos no estudo radiológico do abdome agudo. podemos mascarar o diagnóstico. pois exclui a hipótese do não aparecimento do ar sob a diafragma por distorção de imagem causada por falha técnica. Diluição : 50% de água e 50% de sulfato de bário Nunca devemos injetar ar no clister opaco. penetrando na porção mais proximal do mesogástrio.Não podemos valorizar este dado nas radiografias panorâmicas de abdome. onde o paciente bebe 200ml de uma solução composta de 100ml de contraste iodado hidrossolúvel e 100ml de soro fisiológico. A finalidade do exame é localizar a úlcera perfurada. D – Injeção de contraste iodado hidrossolúvel Este exame também está indicado nas úlceras perfuradas. pois quase sempre não conseguimos contrastar a vesícula e as vias biliares.

para evitar possíveis repetições. sabermos se a criança já apresenta condições de maturidade para nascer. para evitar distorções de imagem que viriam falsear a pelvimetria. Mesmo após os 4 meses. Incidências AP / perfil direito e esquerdo / incidência de THOMS AP Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa.AP A radiografia de abdome para posição fetal apresenta valor quando o feto se coloca numa apresentação atípica. Devemos sempre utilizar tempo curto. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi . suspeita de morte fetal.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo O perfil direito ou esquerdo com a paciente em posição ortostática. a paciente deve esvaziar a bexiga e se conseguir evacuar será melhor para a obtenção de mais detalhe no exame. penetrando entre a sínfise pubiana e o apândice xifóide. Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. Raio central perpendicular. o raio central deve penetrar no seu ponto central. Nas radiografias de abdome da gestante. penetrando ao máximo na pelve. Raio central perpendicular. isto é. penetrando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o apândice xifóide. penetrando no meio do espaço entre as duas cristas ilíacas e a sínfise pubiana. Abdome Posição fetal . Para trabalharmos com fatores mais baixos. Raio central perpendicular. antes de iniciar o exame. para trabalharmos com tempo curto com a finalidade de diminuirmos a possibilidade de flou cinético com movimentação do feto.0m / sim / 30x40cm Perfil direito e esquerdo O perfil direito ou esquerdo.0m / sim / 30x40cm Pelvimetria A pelvimetria apresenta importância nas desproporções céfalo-pélvicas que fará o médico indicar ou não a cesariana.5s / grosso / 1.5s / grosso / 1.genéticas. Os principais sinais são a presença do núcleo distal de crescimento do fêmur. AP Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano sagital coincidindo com a linha central da mesa. deve ser feito de rotina para a apresentação fetal ficar mais próxima da real. Plano frontal ou coronário da paciente coincidindo com a linha central da mesa. chamado núcleo de ossificação de BECLARD e a presença dos dentes molares. Maturidade fetal Fazemos radiografias em AP e perfil com a finalidade de sabermos se o feto esta a termo. No serviço de radiologia só deve executar o exame o operador que esteja treinado no determinado aparelho. as radiografias só devem ser indicadas quando forem realmente necessárias. Devemos utilizar alta miliamperagem para podermos trabalhar com tempo curto. deve ser indicado de rotina. Raio central perpendicular. penetrando ao nível da crista ilíaca. Sempre utilizar o tempo mais curto possível. além de outras indicações. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 15 / 150 / 300 / 0. pois as vezes não conseguimos individualizar o núcleo distal do fêmur no AP e só o vemos na projeção em perfil. sempre devemos utilizar ecrans de grãos grossos. O plano frontal ou coronário deve coincidir com a linha central da mesa. com a paciente em decúbito lateral. A radiografia deve ser feita num foco grosso. Raio central perpendicular penetrando no meio do espaço entre a crista ilíaca e a sínfise pubiana. Como nos interessa a medida da pelve. Nos casos de gravidez gamelar.5s / grosso / 1. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 85 / 30 / 150 / 300 / 0. por causa da mobilidade fetal. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / 15 / 150 / 300 / 0.

tem função importante para que os gases emanados das soluções tóxicas ao organismo humano não venham prejudicar o operador. A umidade relativa do ar deve ser por volta de 50ºC.Câmara escura Técnica e componentes No nosso estudo.0m / sim / 24x30cm 15 . um algodão seco de maneira suave. passador de chassis. FATORES Kv / K / mAs / mA / t / foco / d / bucky / Fi 75 / -.7s / grosso / 1. Divisão Uma câmara escura divide-se em : Parte seca e parte úmida Componentes da parte seca Balcão. Uma câmara escura deve Ter uma disposição e tamanho suficiente para que o trabalho flua sem interrupção. Componentes da parte úmida Tanques de revelação. pois irão assegurar uma melhor quealidade da imagem radiográfica e uma durabilidade da capacidade fluorescente. luz de segurança. Os pés devem estar afastados um do outro até que fiquem apoiados nos bordos laterais da mesa de exame. de maneira que o seu plano mediano sagital coincida com a linha central da mesa. gavetas. higroscópio ( opcional. As colgaduras devem ser lavadas periodicamente porque o acúmulo de gelatina nas presilhas não venham manchar os filmes. pode estar próximo a parte seca ou úmida ). O algodão não deverá estar muito encharcado com água para que a mesma não escorra em direção ao feltro do chassis. deslocando o ecran. e para isso deve apoiar-se posteriormente com as mãos. termômetro. despertador. etc. para melhor conservação dos filmes e processamento das radiografias. A técnica de processamento mecanizada exige estudos mais aprofundados sobre o mecanismo da máquina processadora. Definição de câmara escura É o lugar no interior do qual se desenvolvem os processos de revelação. fixação e lavagem. O tronco da paciente deve fazer um ângulo de 55º com o plano da mesa. mostrando perfeitamente a proporção da cabeça do feto com a pelve. etc. não só a câmara escura mas todos os acessórios e os equipamentos exigem sempre a melhor limpeza. negatoscópio. caixas de filmes. deve-se passar um algodão úmido para tirar o excesso do sabão e após. Métodos de lavagem dos ecrans Devem ser lavados com algodão. evita o desperdício de tempo e menos cansativo para o operador./ 200 / 300 / 0. . nos reportaremos especialmente a técnica de processamento manual que é a que exige maiores conhecimentos práticos e teóricos do operador. passando no meio do espaço entre a sínfise pubiana e o sacro. Raio central perpendicular. fixação e lavagem das peliculas radiográficas e onde se carrega os chassis. torneira para água corrente. Depois de passado o algodão com água e sabão de côco. porta-colgaduras. Temperatura A temperatura numa câmara escura deve variar entre 18º e 24ºC. Ventilação A utilização de ventiladores para a circulação de ar ou de exaustores.5s / grosso / 1. porta-chassis. Localização A localização ideal é a colocada no centro e todas as salas tendo comunicação direta.85 / 30 / 150 / 300 / 0.0m / sim / 30x40cm Incidência de THOMS Paciente sentada na mesa de exame. exigindo pouco sobre o ponto de vista funcional do operador de câmara escura. vindo a alterar posteriormente a qualidade da imagem ( imagem flou ). água e sabão de côco. Tem este nome porque todos estes processos só podem ser realizados sob luz de segurança e de baixa intensidade. Os chassis devem ser lavados e limpos pelo contato íntimo com doentes com variadas enfermidades. luz de segurança. as quais produzirão imagens nas radiografias. Os ecrans devem ser lavados semanalmente. A disposição do balcão oposta a zona dos tanques evita a possibilidade que se salpiquem os filmes secos e os ecrans com substâncias químicas. túnel passador de chassis. Limpeza A sensibilidade dos filmes faz com que a limpeza na câmara escura seja de importância capital. por isso a utilização do HIGROSCÓPIO. Esta projeção apresenta a pelve num plano axial. A mesa de trabalho deve estar disposta em situação afastada a zona dos tanques. toalha.

Armazenagem
As caixas de filmes e os chassis devem ser armazenados na posição vertical para que não ocorra a formação de eletricidade estática e a deformação dos chassis com alteração no contato dos ecrans, respectivamente. No caso de uma caixa de 100 filmes durar mais de que um mês em uso, recomendase adquirir embalagem menor.

Iluminação de segurança
Numacâmara escura deve-se Ter tanto luz branca como iluminação de segurança. A luz se necessita para limpar os tanques, preparar solução e limpezas gerais. As lâmpadas de segurança são indispensáveis para proporcionar a iluminação correta para que se possam manejar impunimente durante a revelação. Um filme não deve ficar exposto durante mais de um minuto a ação da luz de segurança; da mesma forma, durante a revelação, o tempo não deve exceder aos vinte segundos. Normalmente há três zonas de iluminação de segurança numa câmara escura. A mais forte ( brilhante ), onde os filmes se lavam e se colocam no secador; a média, onde esta a mesa de trabalho, ou seja, a parte seca. A potência da lâmpada deve variar entre 6 ½ e 10 WATTS. Seja qual seja o tipo de lâmpada, é necessário que se coloque o filtro correto para se obter a cor adequada da luz. Os filtros devem Ter cor âmbar, verde amarelado, verde ou vermelho. Há filtros de diversas classes; o especial para os filmes que são sensíveis ao azul, outro para os que são sensíveis ao verde. Nunca devemos utilizar lâmpadas vermelhas, apesar de haver uma sensação de segurança, pode produzir velamento. A distância entre a lâmpada de segurança e o balcão deve variar entre 90 e 120 centímetros.

Causas de velamento inaparente numa câmara escura
Filtros com rachaduras que escapem luz branca. Frestas de portas. Buraco de fechadura. Excesso de tempo sob ação da luz de segurança. Túnel passador de radiografias aberto na câmara clara. Frestas do passador de chassis. Negatoscópio na câmara escura de lâmpadas fluorescentes, quando apagam, continua por certo tempo a emitir luminosidade, etc.

Latensificação ou intensificação posterior
Os filmes tornan-se duas ou três vezes mais sensíveis as luzes de segurança, após terem sido expostos aos raios-X com ecrans fluorescentes.

Acesso à câmara escura
O sistema de entradas terá que impedir qualquer penetraçãode luz, dentre os sistemas, temos : 1- Sistema porta única – Somente uma porta separando a câmara escura do ambiente claro. É o sistema menos seguro. 2- Sistema labirinto – Paredes formando um labirinto; é bastante seguro, tendo o inconveniente de necessitar muito espaço. 3- Sistema porta giratória – Várias folhas de porta fixadas por um eixo central. É um sistema muito oneroso e sujeito a falhas. 4- Sistema porta paralela – Nesse tipo deverá haver um bloqueio que impeça as duas portas de se abrirem ao mesmo tempo. É o mais utilizado.

Cor das paredes
Não há necessidade que a cor das paredes seja em tom escuro ou mesmo pintado de preto, para ser seguro. É claro que a cor negra absorve alguma coisa da luz de segurança, porem não tera muita importância, se esta luz for de intensidade e claridade seguras; logo, a luz refletida em qualquer superficie sera segura também, independente da cor desta superfície. É até aconselhavel que as paredes sejam pintadas de cor clara como o cinza claro, verde ou creme, que são agrádaveis sob a luz branca e refletem luz adequada sob condições apropriadas de iluminação de segurança. Outro ponto importante é que as paredes sejam lisas e pintadas com tinta impermeável, facilmente laváveis.

Filme radiográfico
Os componentes de um filme radiográfico são : - Gelatina : capa externa com função de proteção; - Emulsão : gelatina mais cristais de sal de prata; - Substrato : região com maior concentração do sal de prata; - Celulose : a base do filme; Do outro lado , a mesma ordem se repete, da gelatina a base de celulose. O filme é sensível a muitas coisas : - luz - Raios-X - Raios gama - Vários gases

- Vapores - Calor - Umidade, etc. Os filmes devem ser armazenados sob uma temperatura de 10º a 21ºC e a umidade relativa do ar por volta de 40% a 60%. As caixas não devem ser armazenadas umas sobre as outras e sim de forma vertical.

Manejo dos filmes
Deve-se manejar cuidadosamente. Devem ser retirados delicadamente da caixa, evitando que os dedos entrem em contato direto com o filme. A colocação do filme no chassis deve ser feita de maneira que seja colocado sem deslizar sobre o papel protetor e não bata com força nas extremidades do chassis. A retirada do filme do chassis deve ser feita : após a abertura das presilhas, vira-se o chassis de maneira que a armação metálica que recebe inicialmente a radiação, fique voltada para cima; eleva-se essa armação e pega-se o filme por um dos seus vértices com a ponta dos dedos. Ao retirar-se o filme, Ter o cuidado de não esbarrar nas bordas da armação metálica anterior. A colocação da pelicula radiográfica na colgadura deve ser primeiro fixada nas presilhas que apresentam mobilidade para que o filme fique bastante ajustado nas quatro presilhas. Ao colocar-se um filme na colgadura, deve-se afastar da luz de segurança por causa da LATENSIFICAÇÃO.

Eletricidade estática
É a corrente elétrica que se forma quando o filme sofre algum impacto, mesmo este estando parado. A formaçào de eletricidade estática é mais comum nos ambientes secos.

Prevenção da eletricidade estática
O procedimento mais eficiente é elevar e manter a umidade relativa da atmosfera ambiente. Por isso deve Ter numa câmara escura um bom HIGROSSCÓPIO. Manuseio delicado do filme. Após a exposição aos raios-X, o chassis deve ser aberto lemtamente e o filme cuidadosamente removido. Deve Ter um fio ligado do balcão a terra. Deve-se evitar coberturas de borracha sobre o balcão pois dessa maneira a eletricidade não se escoa para a terra. Deve-se evitar a utilização de sapatos com solas de borracha. Deve-se evitar assoalhos de borracha ou a utilização de ceras duras. As caixas de filmes devem ser guardadas verticalmente.

Marcas de eletricidade estática
São três tipos : Árvore, coroa e poeira

Fases do processamento
Revelação ( mais ou menos 3 minutos ) – enxágüe ( alguns segundos ) – fixação ( mais ou menos 6 minutos ) –lavagem ( mais ou menos 20 minutos ) – secagem ( mais ou menos 30 a 40 minutos ).

Revelação
A revelação de um filme completa o que a exposição começou, isto é, converte em imagem visível e permanente a imagem latente criada pelos raios-X e a luz fluorescente.

Tanque para as soluções de processamento dos filmes
Vidro, ebonite, aço inoxidável ( certas ligas metálicas não se prestam para conservar as soluçòes ), ferro esmaltado e cerâmica são satisfatórios para conter as substâncias químicas fotográficas. Ferro, aço, ferro galvanizado, zinco, chumbo, cobre, estanho e alumínio não devem estar em contato com as soluções de processamento de filmes. Num tanque de 40 litros revela-se mais ou menos 300 filmes.

Alterações químicas que sofrem os grãos de prata com as fases do processamento
Filme virgem ( prata halóide ). Grão de prata após exposição – imagem latente. Revelação parcial. Revelação completa. Final de revelação e fixação – órgãos sem exposição são removidos Lâmpada de segurança adequada ( entre 6 ½ a 10 WATTS ). Tempo médio de 3 minutos. Temperatura média de 20ºC. Ventilação e renovação do ar. Limpeza dos tanques de revelação ( com ácido muriático a 28-38% ). Limpeza periódica das colgaduras. As presilhas fixam pedaços de gelatina ( limpeza com solução de tripsina e bicarbonato de sódio facilitam a remoção com uma escova ).

Fatores importantes na revelação

Revelador
Solução redutora que causa precipitaçào da prata contida na molécula de brometo de prata ( AgBr2 ). A prata reduzida tem coloração negra.

Componentes do revelador
Mentol – redutor suave que dá a nitidez 3,5g / litro. Hidroquinona – redutor responsável pelos contrastes fortes 9g / litro. Sulfito de sódio – previne a oxidação dos redutores. Conserva e estabiliza a solução – 60g / litro. Carbonato de sódio – Alcaliniza a solução, reforça o poder dos redutores, controla a velocidade da revelaçào e abre os poros da gelatina – 40g / litro. Brometo de potássio – Evita o velamento pela hidroquinona das partes transparentes e age como retardador. Água pura, destilada ou não – até completar 1 litro.

Banho enxaguador
Acabando a revelação o filme retém na gelatina quantidades consideráveis de revelador. Por isso a necessidade de enxágüe. Assim evita-se que o revelador ( alcalino ) neutralize a acidez do fixador. Costuma-se colocar ácido acético na água para haver a parada de revelação durante o enxágüe.

Fixação
É componente independente da revelação, com função de clarear a radiografia, fazendo cair os cristais não revelados e ainda endurecer as capas de gelatina para torná-la resistente ao calor.

Componentes do fixador
Hipossulfito de sódio – dissolve a prata não precipitada tornando transparente as partes não irradiadas 250g / litro. Sulfito de sódio – conserva e estabiliza a solução – 30g / litro. Ácido acético glacial – acidifica a solução parando imediatamente a revelação – 45g / litro. Alúmen de cromo – substância empregada para endurecer a gelatina 15g / litro. Água pura – ( não obrigatório ser destilada ) – até completar 1 litro.

Lavagem
É essencial que uma radiografia terminada não contenha massas de prata reveladas suspensas em gelatina para que seja completamente inerte á atividade luminosa ou química. Por conseguinte, é preciso lavar bem o filme para remover as substâncias químicas. Se esta fase se descuida pelo que se refere ao tempo de lavagem ou ao abastecimento de água, a imagem se manchará e enfraquecerá com o tempo. Os filmes devem lavar-se em água corrente que circule de maneira que as duas superfícies de cada lado recebam água fresca continuamente.

secagem
As radiografias só poderão ser observadas após totalmente secas, pois enquanto estão úmidas se apresentam manchadas e há o risco de umas colarem-se as outras através das camadas externas de gelatina ainda existente. O tempo de secagem vai variar de acordo com as condições no serviço de radiologia. Ambientes quentes, com ventilação direta, até com secadores automáticos, aceleram o tempo de secagem das radiografias.

16 - Rotinas Mínimas dos exames radiológicos Rotinas mínimas dos exames radiológicos e suas incidências : 1. Dedo ( 2º ao 5º quirodáctilo ) – Postero anterior, perfil interno ou perfil
externo

2. Polegar ( 1º quirodáctilo ) – Postero anterior e perfil externo 3. Mão - Postero anterior e oblíqua anterior interna 4. Mão ( corpo estranho ) - Postero anterior, oblíqua anterior interna,

perfil interno ou perfil externo 5. Mãos e punhos ( idade óssea ) - Postero anterior “Comparativa” 6. punho – Postero anterior, perfil interno, oblíqua anterior interna e oblíqua anterior externa 7. Antebraço – antero posterior e perfil interno 8. Cotovelo – antero posterior e perfil interno 9. Circunferência articulação do rádio – antero posterior e perfil interno com rotação interna e externa da mão 10. Olecrânio – antero posterior, perfil interno e semi-axial 11. Braço – antero posterior, perfil interno 12. Colo cirúrgico do úmero – antero posterior, perfil externo ( transorbitária ou contactografia )

42. 40. 36. 30. 23. perfil com flexão e transoral Coluna cérvico-torácica .antero posterior e perfil externo Joelho . 16. 34. 26.antero posterior “comparativa” e axial Pé ( ante-pé ) – Dorso-plantar ( antero posterior ) e oblíqua posterior interna Pé ( retro-pé ) – Dorso-plantar ( antero posterior ). antero posterior “localizada” e axial Clavícula . 18. antero posterior “localizada” Articulação esterno-clavicular – Postero anterior com o paciente em oblíqua anterior direita.( 1º ao 5º podáctilo ) .antero posterior Púbis – Postero anterior e axial Articulação sacro-ilíaca – incidência de FERGUSON ( antero posterior ).antero posterior “comparativa” e perfil externo Rótula – Postero anterior e perfil externo Chanfradura intercondiliana – Antero posterior com raio central perpendicular e com 30º podálicos Fêmur – Antero posterior e perfil externo Fêmur ( terços médio-proximal ) .antero posterior e axial Omoplata . 17. 33. perfil esquerdo normal. 22. 15. 27. joelho e tíbio-társica Coluna cervical .antero posterior de coxo-femural.antero posterior. oblíqua posterior interna e oblíqua posterior externa Sesamóideo . oblíqua anterior esquerda e axial Artelho . 19. oblíqua posterior interna e perfil externo Calcâneo . 41. 24. 28. perfil esquerdo Coluna lombar – Postero anterior. 37. 35. 14. perfil esquerdo normal. perfil esquerdo .antero posterior “comparativa”. 38.antero posterior. 39. 32.antero posterior e perfil externo Articulação acrômio-clavicular . 29.antero posterior com stress lateral e medial Perna .13. 31.antero posterior com rotação interna e externa do braço Ombro ( articulação escápulo-umeral para fraturas ou luxações ) . 25. Ombro ( articulação escápulo-umeral para bursite ) .antero posterior. 20. 21.Antero posterior e perfil externo Colo do fêmur – Antero posterior com rotação interna e externa e axial Articulação coxo-femural .antero posterior “comparativa” e antero posterior “localizada” Bacia .perfil externo e axial Pé plano – Dorso-plantar ( antero posterior ) e perfil interno Articulação tíbio-társica . perfil com flexão e incidência de FERGUSON 5º vértebra lombar .antero posterior e perfil externo Articulação tíbio-társica ( ruturas ligamentares ) . oblíqua posterior direita e oblíqua posterior esquerda Escanografia .antero posterior.antero posterior “comparativa”.

oblíqua anterior direita e oblíqua anterior esquerda . 62. 68. 47. 55. 61. Postero anterior. perfil esquerdo e incidência de REVERCHON Sela turca – Rotina panorâmica de crânio. 69. 60. incidência de CHAUSSÉ III. 54. 51. 57. perfil esquerdo normal. 52. 64. perfil com flexão e incidência de FERGUSON Coluna sacra .43.antero posterior ( incidência de FERGUSON ) e perfil esquerdo Coluna coccígea . perfil esquerdo e incidência de REVERCHON Crânio ( politraumatizados ) . 67. incidência de WATERS ( semi-hirtz ) Mandíbula – Postero anterior. 59. 66. incidência de REVERCHON e postero anterior de mandíbula Maxila – Oblíqua postero-anterior e incidência de WATERS Ossos nasais – perfil esquerdo e perfil direito Malar – incidência de SOLIDÔNIO LACERDA e oblíqua semi-axial Pescoço ( partes moles ) – antero posterior. incidência de RHEESE direito e esuqerdo Arcada zigomática – incidência de HIRTZ “comparativa”. incidência de GUILLEN. 50. 65. 63. perfil direito ou esquerdo. 53. perfil esquerdo “localizadas” Buraco ótico – incidência de RHEESE direito e esquerdo Buraco rasgado posterior – incidência de CHAUSSÉ II direito e esquerdo Osso temporal – Rotina panorâmica de crânio. Coluna lombo-sacra – Postero anterior. incidência de BELLOT direita e esquerda Corpo da mandíbula – Postero anterior e axial Ramo horizontal da mandíbula – incidência de BELLOT e incidência de WATERS Ramo vertical da mandíbula – incidência de SCHULLER.antero posterior e perfil esquerdo Escoliose . perfil direito e perfil esquerdo Tórax – Postero anterior e perfil esquerdo Arcos costais ( costelas ) “verdadeiras e falsas” – postero anterior. oblíqua semi-axial direita e esquerda Articulação têmporo-mandibular – incidência de SCHULLER diretia e esquerda com boca aberta e fechada Articulação occipito-atlóidea – Postero anterior e perfil esquerdo Face ( panorâmica ) – Fronto-naso e incidência de WATERS Face ( politraumatizado ) – Antero posterior. 56.antero posterior.antero posterior e perfil do lado da convexidade Crânio ( panorâmicas ) – Postero anterior. 46. 49. transorbitária comparativa. incidência de SCHULLER Seios da face – Fronto-naso e mento-naso Órbita – Postero anterior “comparativa”. 44. 45. 58. 48.

perfil direito ou perfil esquerdo Pelvimetria – antero posterior. 73.16 Kv Entre 50 e 100 cm : Cada 2.10 Kv 0.+ 10 Kv 1\3 mAs --------.+ 20 Kv Esta relação apresenta valor entre 55 Kv e 85 Kv em ecram de grão médio e entre 45 Kv e 100 Kv em ecram de grão grosso.tempo Menos tempo ----------25% ------------------50% ------------------75% ------------------mais tempo -----------25% ------------------50% ------------------75% ------------------100% -----------------mais Kv 7% 20% 50% menos Kv 5% 10% 13% 16% 4 Relação Kv ---------. Exemplos : 200 mAs --------.75 m ---------------.0 m ----------------.60 Kv Com esta relação obtemos radiografias de padrão semelhante.mAs --------------. quando com ecram de grão médio. 71.Aproximadamente representa o aumento ou redução à metade de exposição ( mAs ) representa inversamente diminuir ou aumentar 10 Kv.+ 7 Kv Cone dentário --------. quando com ecram de grão médio. variando em muito o tempo de exposição. 74. nos casos do aumento da espessura + 4 Kv.+ 16 Kv 1\5 mAs --------.+ 13 Kv 1\4 mAs --------.normal 0.+ 7 Kv 2 Distância em metro ----.. antero posterior de abdome em decúbito dorsal e postero anterior de tórax Posição fetal – antero posterior Maturidade fetal – antero posterior. Arcos costais ( costelas ) “flutuantes” – antero posterior.Kv 2.70. compensamos com 4 Kv por cada 1 cm.Kv A ) Para cada 1 cm que aumente a espessura. no caso da diminuição de espessura – 4 Kv. C ) Quando fazemos radiografias sem ecram de grão médio. 72. 5 Relação espessura ---------.+ 18 Kv 1\6 mAs --------. compensamos com + 2 Kv. perfil direito ou perfil esquerdo e incidência de THOMS 17 .Kv 1\2 mAs --------.5 cm compensar com 1 Kv Além de 100 cm : Cada 5 cm compensar com 1 Kv 3 Relação Kv ---------.mAs A. 75. perfil direito ou perfil esquerdo Abdome – antero posterior Abdome agudo – antero posterior de abdome em ortostática. compensamos com – 2 Kv.Relação entre os fatores e dados práticos de técnica radiológica 1 Colimadores ----. B ) Para cada 1 cm que diminua a espessura.50 m ---------------.+ 16 Kv 1.+ 4 Kv Estendido ------------.50 m ---------------.50 Kv 50 mAs --------.0 m ----------------. 6 Gesso ------------.Kv A + + B ) Extremidades delgadas : 10 Kv ( gesso úmido ) 6 Kv ( gesso seco ) ) Extremidades grossas : .+ 11 Kv 1.40 Kv 100 mAs --------.Kv Cilindro de extensão : Fechado --------------. B..

Kv A B C D A B C D ) ) ) ) ) ) ) ) Pacientes Pacientes pacientes Pacientes bucky bucky bucky bucky velhos ( porose ) -----------..90% de absorção --. . fixo : compensações com + 13 Kv ou 3x mAs. 13 Relação distância ---------------------.2s 12 Relação ecram -------------.44 Kv OBS : nas radiografias feitas sem ecram.Tubo com lato vácuo com função de produção e emissão de raios-X.+ 16 Kv B ) Para a obtenção de uma radiografia de padrão semelhante feita com ecram grão médio e fazermos uma outra retirando o ecram. 1\4 do mAs = 16 Kv De 2 a 6 anos. 17 : 1 --.compensação de + 20 Kv ou 5 a 6x mAs. 2-) Angiografia ----. 8 : 1 --.tempo Variando os fatores para obtenção de radiografias de padrão semelhante.compensação de 16 Kv ou 4x mAs.80% de absorção ---. mAs = mAso x dn2 = mAs = 100 x 22 / 12 = 400 / 1 mAsn = 400 14 Relação distância -------------------------.mAs 6 : 1 --. coluna e crânio. 3\4 do mAs = 8 Kv Extermidades – Mesma técnica do adulto de acordo com a espessura.+ 4 enfisematosos --------.grão fino --------------.. 3-) Anódio ----. 11 Tempo de movimento da grade potter-bucky 20 % a mais que o tempo de exposição.+ + C + + 12 Kv ( gesso úmido ) 8 Kv ( gesso seco ) ) Coluna vertebral : 14 Kv ( gesso úmido ) 10 Kv ( gesso seco ) 7 Angulação entre o raio central e o plano do objeto 45º ou mais => dobrar o mAs ou + 10 Kv 35º ou mais => + 6 Kv 30º ou mais => + 4 Kv 8 Crianças ( alguns dados em relação ao adulto ) Idade até 2 anos.44 Kv Sem ecram 100 mAs ---------. 9 Tipos de pacientes --------------------. 8. Coluna e crânio.normal . Coluna e crânio. 4-) Anódio fixo ----.tempo mAsnovo : mAsoriginal : : Toriginal mAsn / mAso = Tn / To ou 16 Relação mA ----------------------. temos mais detalhe e menos contraste. 10 Kv Kv Kv Kv 10 Grade potter-bucky ----------.Tnovo : Toriginal ou mAo / mAn = Tn / To 17 Cálculo do diâmetro do campo da imagem radiográfica Diâmetro do campo ( D ) = dist.mAs mAs novo : mAs original : : dnova2 : doriginal2 ou mAsn/mAso = dn2/do2 Exemplo : qual o novo mAs numa radiografia feita com 100 mAs que modificamos a distância de 1 m ( do ) para 2 m ( dn ).tempo ( T ) Tnovo : original : : dnova2 : doriginal2 Tn / To = dn2 / do2 ou 15 Relação mAs ---------------.Polo positivo da ampola onde chocam-se os eletrons para produção dos raios-X.Nomes e termos utilizados na prática da técnica radiológica 1-) Amplola de raios-X ----. Exemplo : radiografia de mão Com ecram 5 mAs -----------..Kv ---------.compensação de + 13 Kv ou 3x mAs. Pulmão – Até 6 anos da + 10 Kv em relação a espessura por não inspirar bem. Exemplo : tempo de exposição 1.4 acamados ( + de 2 semanas )--. mAoriginal : mAnovo --------. .Geralmente em aparelhos transportáteis e portáteis. Foco-filme ( d1 ) x maior diâmetro do cone ( d4 ) / comprimento do cone ( d2 ) + ( distância foco-filme ( d3 ) -----------------------------------D = d1xd4 / d2+d3 Exemplo : 100 x 12 / 20 x 5 = 48cm Então o diâmetro do campo do cone distância foco-filme de 1m é igual a 48cm. 1\2 do mAs = 10 Kv De12 a 16 anos..6.Kv A ) .Radiografia do sistema vascular.0s Tempo de grade 1. temos que multiplicar 20x o mAs. 1\3 do mAs = 13 Kv De 6 a 12 anos.4 musculosos ------------------. Coluna e crânio.10 Kv .grão médio -------------.65% de absorção -----.grão grosso ------------.

Acessório próximo a mesa de comando com a finalidade de radioproteção. 9-) Apnéia expiratória ----. 7-) Aparelho bloqueado ----.Deitado com a região posterior do tronco em contato com a mesa. 8-) Apnéia ----.Fios elétricos que alimentam o aparelho de raios-X. Para obter melhor definição da mais próxima. 16-) Bipedestação ----.Deitado com a região anterior do tronco em contato com a mesa.Parada da respiraçào em expiração.Cambiador automático de filmes. a ampola deverá estar encostada no paciente. 38-) Ecram de grão grosso ----.É o que já existe na região a ser examinada.Ecram que apresenta intensificação e detalhes médios. 18-) Cabos de alta tensão ----. 40-) Ecram radioscópico ou fluoroscópico ----. 42-) Efeito anódio ----. 32-) Decúbito lateral ----. ----. 22-) Cilindro de extensão ----. 6-) A.T. Normalmente. 29-) Contraste natural ----.Grade com finas lâminas de chumbo com finalidade de evitar que a radiação secundária atinja o filme.O mesmo que deitado.Ecram que apresenta alta intensificação e baixo detalhe. etc. 30-) Decúbito ----.Fenômeno que explica os 5% a mais de radiação no lado do catódio.Colimador com finalidade de evitar a formação de radiação secundária. .Parada da respiração em inspiração.Deitado com a região lateral do tronco em contato com a mesa. dando imagens de velamento no filme radiográfico. não permitindo a emissão de raios-X.Colimador que podemos fazer variar seu comprimento. 19-) Catódio ----. 26-) Cone ----.Folha de papelão com um sal. 34-) Diafragma ----. Normalmente a base de bário.Armação metálica com finalidade de portar o filme radiográfico na revelação manual.O mesmo que deitado ou em clinustática.Em proporção com uma outra estrutura próxima é a que está mais afastada do crânio. para obtenção de uma radiografia.Normalmente em aparelhos de maior miliamperagem. 23-) Clinustática ----. 37-) Ecram grão fino ----. 15-) Biombo ----.Parada da respiração. 33-) Decúbito ventral ----. que apresenta a finalidade de intensificar a radiação. 31-) Decúbito dorsal ----. através do flou cinético.Ecram que apresenta baixa intensificação e alto detalhe. 13-) Balcão ----. 21-) Cilindro ----. 41-) Ecram reforçador ----.É o que introduzimos no paciente para obtenção de melhores imagens de determinadas regiões. 17-) Bucky ----. com finalidade de proteção aos raios-X.Colimador com finalidade de evitar a formação de radiaçào secundária.Avental a base de borracha e chumbo. 11-) Autotomografia ----.É um método de exame que utiliza a maior ampliação da região mais afastada do filme. apresenta maior durabilidade. quando utilizamos mAs e Kv muito altos. 27-) Contactografia ----. 24-) Colimador ----.Componente da parte seca da câmara escura onde se guardam os filmes.Desvio posterior do eixo da coluna vertebral. 43-) Eletricidade estática ----.Dispositivo que parmite limitar o campo de exposição dos raios-X. 20-) Cifose ----. protóxido de azoto ou ar atmosférico. chassis. 14-) Bandeja ----.O mesmo que ortostática ou pessoa de pé.Ecram que permite uma imagem dinânmica das estruturas anatômicas.Polo negativo da ampola de onde partem os eletrons para chocarem-se no anódio. iodo ou gases. 10-) Apnéia inspiratória ----. 28-) Contraste artificial ----. 12-) Avental plumbífero ----.O.Radiografia que utiliza o movimento de estruturas que estejam superpondo-se com a região a ser examinada. há um relais que desliga a mesa de comando.5-) Anódio giratório ----. ar.Eletricidade que se forma em ambientes de clima seco. como gás carbonico.Dispositivo com finalidade de reduzir o feixe de radiação ao campo a ser radiografado. 39-) Ecram de grão médio ----.Local onde se coloca o chassis. ficando assim apagada. partes moles e osso. 36-) Ecram ----. gordura. 35-) Distal ----. 25-) Colgadura ----.Sistema de segurança do aparelho que.Ecram com finalidade de intensificar a radiação para obtenção de uma radiografia.

.Região posterior direita.Folha de alumínio. 52-) Filme ( radiográfico ) ----.Desvio lateral da coluna vertebral.Fator radiográfico que permite a obtenção de Kv. 56-) Filtro de alumínio ----. . 61-) Forame ----. 67-) Grade universal ----.Região posterior esquerda. . . cavidade.OAE ( oblíqua anterior esquerda ) ----.Grade composta de finas lamínulas de chumbo.Região interna ou medial do membro superior ou inferior. sem definição. com função de sustentar a ampola.OAD ( oblíqua anterior direita ) ----. mais próxima do filme. 66-) Grade reticulada ----.O mesmo que sem nitidez.Filme que sofreu a ação da umidade.Ponto do anódio de onde emana a radiação X.Região posterior interna ou medial do membro superior ou inferior.Pesq ( perfil esquerdo ) ----.P ( perfil ) ----. 59-) Flou cinético ----.Região lateral direita mais próxima do filme.Grade onde as lamínulas são paralelas. mais próxima do filme. 57-) Filtro inerente ----. mais próxima do filme.Folha de celulose com uma emulsão de sal de prata e gelatina.Perda de detalhe radiográfico pelo movimento do objeto.Região interna ou medial do membro superior ou inferior.Filme que ainda não foi exposto a qualquer tipo de radiação.Filme exposto a radiações. 62-) Grade antidifusora ----. . 49-) Filamento ----. fatores radiográficos e raio central.Grade onde as lamínulas entrecruzam-se em ângulos retos. 54-) Filme velado ----.Pint ( perfil interno ) ----.Região posterior externa ou lateral do membro superior ou inferior.Axial ----.Região anterior esquerda.Raio central penetra com 90º em relação ao AP ou PA.OPI ( oblíqua posterior interna ) ----. 60-) Foco ----. .Suporte pertencente ao aparelho. 55-) Filme virgem ----. .OPD ( oblíqua posterior direita ) ----.Lateral ----. do filme ou do foco. entre eles.Região anterior externa ou lateral do membro superior ou inferior. . mais próxima do filme. 53-) Filme mofado ----. 47-) Fator de absorção ----.Grade onde as lamínulas são divergentes. geralmente de 1 e 2 mm com finalidade de absorver a radiação secundária que sai da ampola. 46-) Estativa ----.Região externa ou lateral do membro superior ou inferior.Pext ( perfil externo ) ----.O raio central tangencia a região a ser examinada.É o resultado de um conjunto de dados para a obtenção de uma radiografia. . . 48-) Fatores radiográficos ----. mais próxima do filme. posicionamento. 69-) Incidências básicas ----. 68-) Incidência ----.Pdir ( perfil direito ) ----.São as responsaveis pela maioria das projeções utilizadas na técnica radiológica.O mesmo que buraco. com finalidade de evitar que a radiação secundária atinja o filme.OAI ( oblíqua anterior interna ) ----. 65-) Grade potter-bucky ----. .O mesmo que perfil.Raio central penetra na região anterior e sai na posterior. acompanhando a divergencia do raio. calor e outras condições que impressionam os sais de prata. 70-) Incidências : .Fatores que permitem a obtenção de uma imagem radiográfica ou radioscópica. mais próxima do filme.Polo negativo de uma ampola de raios-X. bucky vertical ou outros componentes.É a que se movimenta durante o tempo de exposição. . 58-) Flou ----. 45-) Espessura ----.OAE ( oblíqua anterior externa ) ----.AP ( ântero-posterior ) ----.Extremidade do polo negativo ou positivo de um circuito. mais próxima do filme.OPE ( oblíqua posterior externa ) ----.44-) Escoliose ----.É a grade antidifusora fixa. .OPE ( oblíqua posterior esquerda ) ----. mais próxima do filme.É o fator que indica o que a grade antidifusora absorve de radiação. 51-) Filamento catódico ----.O mesmo que o filtro de alumínio. . A espessura da região a ser examinada é medida em centímetros.O raio central percorre o maior eixo da região a ser examinada.Polo positivo de uma ampola de raios-X.Tangencial ----.Raio central penetra na região posterior e sai na anterior.Região lateral esquerda.PA ( póstero-anterior ) ----. mais próxima do filme. 64-) Grade divergente ----. . . . 63-) Grade bucky ----. 50-) Filamento anódico ----. . mais próxima do filme.Região anterior direita mais próxima do filme.

É uma oblíqua de crânio. correspondendo ao PA de crânio.É um PA de crânio. .Corresponde a um semi-hirtz.LOWENSTEIN ----. .A mão em PA com uma flexão externa. . . mais específica para fossa posterior craniana.OBLÍQUA PÓSTERO-ANTERIOR ----. .- Semi-axial ----. osso temporal e buraco rasgado posterior.LAWRENCE ----. . . para o estudo do buraco ótico.RHEESE ----. .É um perfil de braço.PFEIFFER ----. . para o estudo do osso malar.Éum perfil de crânio.BUDIN e CHANDLER ----. O mesmo que LOWENSTEIN e FROG. .Apico-lordótica ----.Fronto-naso ----. . . .POROT ----. .Dorso-palmar ----.PIERQUIU ----. É uma incidência para punho. pode Ter indicação no estudo da base do crânio.São as projeções que normalmente completam as incidências de rotina.É uma oblíqua de crânio para o estudo do osso temporal. o mesmo que REVERCHON e TOWNE.É uma semi-axial de face. .É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase emperfil.ROSSAND ----. articulações sacro-ilíacas e articulação de L5-S1. .Corresponde a um semi-hirtz. para o estudo do osso temporal.É uma axial de face.REVERCHON -----É uma semi-axial de crânio.É uma oblíqua de crânio. .HIRTZ ----.Corresponde a um semi-hirtz.MENTO-NASO ----.É uma semi-axial de crânio. principalmente para o estudo dos seios paranasais.A mão em PA com uma flexão interna.É uma oblíqua de crânio. . Então as estruturas mais próximas do filme aparecem com boa definição e as mais afastadas ficam ampliadas perdendo sua definição.BELLOT ----.SCHULLER ----.FROG ----.É o mesmo que a incidência ápico-lordótica.É um PA de tórax com o paciente no decúbito lateral contrário ao da suspeita do derrame pleural. . .É uma oblíqua de punho. É uma incidência para punho.É uma axial de punho. para estudo de articulação têmporomandibular e mastóide do temporal.PALMO-DORSAL ----.RÃ ----.É o AP de mão. específica para maxilar ( maxilar superior ) . .é o AP de pé. O mesmo que BRETON e TOWNE. projeção para colo do fêmur e articulação coxo-femural. .É a projeção axial de cotovelo.Desvio radial ----.GUILLEN ----. Projeção para buraco rasgado posterior. .PORCHER ----. O mesmo que LOWENSTEIN e RÃ. 71-) Incidências especiais ----. mais específica para fossa posterior craniana.CALDWELL ----.É uma oblíqua de crânio para o estudo do buraco ótico.É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase em perfil. . para canal carpiano. O mesmo que POROT e ROSSAND.BRETON ----.É um AP de sacro. . para o estudo do osso escafóide. .Contactografia ----. para o estudo do buraco ótico.STECHER ----. . Projeção para buraco rasgado posterior. . mais específica para escafóide.É uma oblíqua de face.É a fronto-naso para face e seios da face.LYSHOLM ----.CHAUSSÉ III ----.PLANTO-DORSAL ----. .HJELM-LAURELL ----. . .FERGUSON ----.É uma oblíqua de crânio para o estudo do buraco ótico. O mesmo que transtorácica ou transaxilar.MAYER ----. .O raio central penetra em sentido oblíquo em relação ao maior eixo da região a ser examinada. O mesmo que PORCHER e POROT.É uma axial de coxa. . .Desvio cubital ----. com o raio central atravessando o tórax.É o PA de mão.É a projeção oblíqua de mandíbula.GAYNER-HART ----.Autotomografia ----. com colimação para os seios paranasais.Dorso-plantar ----.Projeção para ápice e lobo médio com o paciente em lordose forçada.É um AP de articulação coxo-femural com os fêmures em oblíqua quase em perfil. . para o estudo do buraco rasgado posterior.É uma oblíqua de crânio. e de acordo com a penetração do raio central.É o PA de pé. projeção para buraco rasgado posterior. O mesmo que FROG ou RÃ.O paciente fixa a região a ser examinada e movimenta regiões que superponham. .É uma oblíqua de face.CHAUSSÉ II ----.SOLIDÔNIO LACERDA ----.Método de exame que a ampola fica encostada no paciente. . . 72-) incidências ( de ) : .FLEISCHNER ----. com finalidade de causar flou cinético destas estruturas. O mesmo que PORCHER e ROSSAND. .

Utilizada no estudo dos ossos da face. O mesmo que linha horizontal americana ou linha órbito-meática.WATERS ----. linha antropológica ou linha de FRANKFURT.VÉRTICO-BUCAL ----.É um AP de crânio. 76-) Linha antropológica ----.Vai do bordo superior externo da órbita ao conduto auditivo externo do lado oposto.É uma oblíqua de crânio para o estudo do osso temporal. O mesmo que linha horizontal americana ou linha meatoorbitária. . para o estudo da posição fetal.Vai da glabela ( frontal ) até a região alveolar do maxilar superior. 87-) Linha infra-órbito-meática ----. 83-) Linha glabelo-alveolar ----.Corresponde a um AP para articulação coxo-femural com os fêmures quase em perfil.Vai do násion ao teto do conduto auditivo externo. O mesmo que linha horizontal alemã. 74-) Kv ----.VAN ROSEN ----.TRANSORAL ----. . 82-) Linha de FRANKFURT ----. linha infra-órbitomeática ou linha de FRANKFURT. .É o fator radiográfico responsável pela penetração dos raios-X.É um perfil de braço com oraio central atravessando o tórax.Divide o maior plano da mesa em duas metades iguais.Linha que divide o plano da estativa em duas metades iguais. 90-) Linha meato-orbitária ----. O mesmo que linha meato orbitária ou linha órbitomeática.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo. 81-) Linha de CLÍVUS ----.Linha que vai do palato duro até o bordo póstero-superior do buraco occipital.É um AP de face com a boca aberta. O mesmo que linha horizontal alemã.É um perfil de coluna cérvico-torácica e também utilizada na mielografia cervical e cérvico-torácica. Demonstra a zona limite da base do crânio.Vai do bordo externo de uma órbita ao bordo externo da outra órbita. 89-) Linha inter-pupilar ----. 85-) Linha horizontal alemã ----.É uma semi-axial de crânio. linha infra-órbito-meática ou linha antropológica. 93-) Linha de RHEESE ----. linha infraórbito-meática ou linha de FRANKFURT.TRANSORBITÁRIA ----.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo.É uma axial de pelve feminina.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo.linha que passa verticalmente pelo centro do conduto auditivo externo. O mesmo que linha horizontal alemã.Vai de uma pupila a outra.TWINING ----. mais específica para fossa posterior craniana. 73-) Índice de grade ----. O mesmo que LAWRENCE e transaxilar. O mesmo que linha antropológica.Linha que passa pelo bordo posterior do clívus e se curva com uma linha que passa pelo processo clinóide posterior e vai até o násion. O mesmo que LAWRENCE e transtorácica.É um AP de face. .É uma semi-axial para face. .Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo. . 88-) Linha inter-orbitária ----. 84-) linha glabelo-meatal ----. . 75-) Linha acântion meatal ----.TRANSAXILAR ----. 91-) Linha násion-meatal ----.TRANSTORÁCICA ----. 79-) Linha central da mesa ----. Coincide com a linha inter-orbitária. 77-) Linha auricular ----. . O mesmo que REVERCHON e BRETON. 80-) Linha de CHAMBERLAIN ----.- STENVERS ----.É uma semi-axial de crânio para o estudo dos seios esfenoidais.vai do acântion ao meato acústico externo. mais específica para as primeiras vértebras cervicais.Vai da glabela ao teto do conduto auditivo externo.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo.TRANSMAXILAR ----. . para o estudo das primeiras vértebras cervicais.Vai do bordo inferior da órbita ao teto do conduto auditivo externo.Vai do canto externo da órbita ao meio do conduto auditivo externo.É a relação existente entre a altura das lamínulas da grade antidifusora e a distância entre elas.É um perfil de braço com o raio central atravessando o tórax. 1 Kv representa 1000 vezes 1 volt. 78-) Linha central da estativa ----. principalmente para o estudo do macisso facial. TOWNER ----. . THOMS ----. 86-) Linha horizontal americana ----. para o estudo do osso temporal. 92-) Linha órbito-meática ----.

Vai do trágus a protuberância mentoniana.Coincide com a linha antropológica. movimento do paciente. O mA é o responsável pelo grau de aquecimento do filamento e pela quantidade de elétrons liberados no catódio.Coincide com a linha de RHEESE.Plano mediano sagital ----. .É uma apnéia inspiratória.Geralmente a causa é pouco Kv ( penetração ). 114-) Radiação secundária ou espalhada ----.O mesmo que “material a base de chumbo”.Mesa onde se liga o aparelho e se gradua os fatores radiológicos : mA.É a que sai diretamente do anódio.Qualquer plano que passa paralelo ao mediano sagital. 107-) Ortostática ----.O mesmo que mA.Os diferentes planos anatômicos servem como ponto de referência para a execução de radiografias. .É o fator radiológico que representa a quantidade de raios-X.É o fator radiológico que representa a miliamperagem que penetra na ampola de raios-X.Luvas utilizadas na radioproteção. 99-) Manobra de MüLLER ----.Plano sagital ----. divide a cabeça em anterior e posterior. Representa 1 mA = 1\1000 ampére. forçando a expulsão do ar com a glote fechada. 115-) Radiografia ----. Coincide com a linha násion-meatal. 101-) Mau contato de ecram ----. O mesmo que plano meato-orbitário.Plano horizontal alemão ----.Sem detalhe. ou o filme que sofreu velamento químico ou físico. 116-) Radiografia cinza ----.94-) Linha supra-órbito-meática ----.É o resultado da reflexão ou refração da radiação primária. 112-) Proximal ----. O mesmo que plano horizontal alemão ou plano de FRANKFURT. 108-) Placas de chumbo ----. 118-) Radiografia fraca ----.Em relação com uma outra extrutura próxima.Plano antropológico ----. Utilizado no posicionamento para buraco ótico. 102-) Mesa de comando ----.Placas para limitar no filme o campo a ser radiografado. .O mesmo que de pé ou em bipedestação.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos divide o corpo em anterior e posterior.Plano horizontal americano ----.É uma apnéia expiratória.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos.Plano frontal ----. 110-) Plumbífero ----. Coincide com o plano biauricular ou coronário. 111-) Potter-bucky ----. Normalmente por mau contato de ecram.Plano de RHEESE ----. do foco ou do filme no momento da exposição. É o resultado da multiplicação do mA pelo tempo de exposição.Grade antidifusora com mecanismo de movimento durante a exposição. sem chocar-se com nenhum anteparo. . sem definição.Divide o corpo em duas metades ( direita e esquerda ).Vai do bordo superior da órbita ao teto do conduto auditivo externo.Elemento utilizado para construção de filamento e placa anódica da ampola de raios-X.Geralmente quando teve excesso de Kv nos fatores radiológicos. . é a que esta mais próxima do crânio. Coincide com o plano frontal ou coronário. 97-) mA ----. a mais utilizada para o estudo do osso temporal.Desvio anterior da coluna vertebral. 117-) Radiografia flou ----. O mesmo que plano horizontal alemão ou plano antropológico. 100-) Manobra de VALSALVA ----. . compostas de borracha e chumbo em solução. 95-) Linha trágus-mentoniana ----.Local onde se posiciona o paciente para a obtenção de radiografias.Plano de FRANKFURT ----. 95-) Lordose ----. 105-) Molibidênio ----.Representação gráfica e estática num filme de raios-X de uma determinada região a ser examinada.Passando verticalmente pelos condutos auditivos externos divide o corpo em anterior e posterior.Imagens “flou” em determinadas regiões do filme que se repetem no mesmo lugar do chassis em outras radiografias. . Apresenta ponto de fusão mais baixo do que o tungstênio.Dispositivo com luz fluorescente ou branca para a visualização de radiografias.Coincide com a linha de FRANKFURT. 109-) Planos ( de ) : ----. . . 106-) Negatoscópio ----. 98-) mAs ----.Coincide com a linha horizontal americana. . T e Kv 103-) Mesa de exame ----. forçando a expulsão do ar com a glote fechada. 96-) Luvas plumbíferas ----. . 104-) Miliamperagem ----.Plano biauricular ----.Plano coronário ----. Coincide com o plano coronário ou biauricular.Coincide com a linha horizontal alemã. 113-) Radiação primária ou direta ----. O mesmo que plano antropológico ou plano de FRANKFURT.

corresponde a um AP de coluna tóraco-lombar para escoliose.É o exame radiológico que é responsavel pela mensuração dos membros ( geralmente os membros inferiores ). EEUU. 138-) Tungstênio ----. Examenes radiológicos – Guia para una buena prática clínica nº229. outras radiações. IERMN. 1973. 135-) Tomografia ----. J. que associado ao mA obtemos o mAs ( quantidade de raios-X ). IERMN. umidade. . Rio de Janeiro.119-) Radiografia gradeada ----. Human anatomy. AZEVEDO FILHO.Porção do corpo humano composta pelo tórax e o abdome. 1973 ( distribuição interna ). o paciente.Geralmente por excesso de Kv ( penetração ). 1974. ANSON. Heinemann. 1964. 136-) Transformador ----. 1973 ( Distribuição interna ). Sueli Ferreira. 129-) Seriógrafo Aparelho manipulado pelo médico radiologista que. New York. em Kv ( 1000 x 1 volt ). São varias folhas de borracha plumbífera com finalidade de radioproteção.Técnica em que o paciente faz uma hiperflexão e uma hiperextensão do tronco. etc. 132-) Tempo de exposição ----. 1961. 19 . PASCHOAL. Morris. 6ª ed. General eletric.50m até 2. O mesmo que escanografia. calor. 137-) Tronco ----.Onde se implantam os dentes. Rio de Janeiro. através do ecram fluoroscópico. Elementos de radiografia. En Español. EASTMAN KODAK COMPANY. Marilene Monteiro. 1974 – ( distribuição interna ). ABREU.Material que compõem os filamentos catódicos e também a placa anódica. geralmente acima de 1. 220 e as vezes de até 380 volts. Rio de janeiro. Colégio americano de radiologia. C. Técnica radiológica de urgência em membros superiores e inferiores. Apresenta alto ponto de fusão ( por volta de 3280º C ) pois a temperatura dentro de uma ampola de raios-X. CLARK.Técnica em que o paciente fazuma hiperlateralização direita e esquerda do tronco. 1971. Inácio Gonçalves da. 8th ed. 1966.Vidro com chumbo em solução. IERMN. corresponde a um AP de coluna tóraco-lombar para escoliose.É o método de exame radiológico que executa radiografias em planos pré-selecionados pelo operador. 131-) Telerradiografia ----. 126-) Região alveolar ----. Rio de Janeiro. IERMN 1974 – ( distribuição interna ). 2th ed. 1975 – Distribuição interna.Fator radiológico expresso em segundos ou seus múltiplos.00m e normalmente a 1.Filme que sofreu a ação de certas radiações. Filmes e princípios de câmara escura ( 1968 ) AMÉRICO.Quando feita com grade antidifusora fixa ou grade potter-bucky que não tenha movimentado na hora da exposição. 122-) Radiografia respirada ----. que normalmente varia entre 110-120. faz radiografias em série. 120-) Radiografia mofada ----. Technique radiography.O filme que sofreu a ação de luz. umidade ou outros agentes. CUNHA.Quando acontece de movimentar no momento da exposição.Quando o paciente respira no momento da exposição.( tele. BLOOM. organização panamericana de la salud e organização mundial de la salud. 12th ed. IERMN.Válvula com função de transformar a corrente alternada em contínua. 139-) Velamento ----. Diagnostic radiography. 140-) Vidro plumbífero ----. 121-) Radiografia queimada ----. 133-) Teste de ABEL ----. 128-) Saia plumbífera ----. Técnica radiológica da face.Filme que sofreu ação da umidade. calor.Bibliografia AGFA GEVAERT. BRYAN. 127-) Retificador ----. F. 125-) Radioscopia ----. 130-) Técnica de faril ----. “distância” ) – São radiografias feitas a maiores distâncias. Antonio Baião de. Coletânea dos temas livres da II jornada de técnica radiológica do IERMN. Rio de Janeiro. Noções de técnica radiológica. London. A imagem fica sem definição ( flou cinético ). 134-) Teste de KNUTSON ----. para produção da radiação. Radiologia do ouvido. 124-) Radiografia velada ----.Acessório acoplado ao seriógrafo.80m. escanograma ou mensuração radiológica dos membros. Luiz Fernando.Representação dinâmica do corpo humano através de um ecram fluoroscópico ou radioscópico. Glenda J. Técnica radiológica de urgência em crânio e face. Positioning in radiography. K. BOISSON. com finalidade de radioproteção. Rio de Janeiro. London. o foco ou o filme.Aparelho que tem função de transformar a voltagem da rua. escanometria. varia entre 2200º e 2800º C. Carlos. do grego. B. 123-) Radiografia tremida ----. Física e química aplicadas a radiologia. ( Distribuição interna ).

Buenos Aires. Agujeros ópticos com o paciente em decúbito dorsal. WINSCONSIN. Isadore. Rio de Janeiro. Saunders. . Edinburg Livingstone 1974. Précis de techique radiologique. . . . Técnica radiológica de urgência em coluna vertebral. F. . I. 1973. 1973 ( Distribuição interna ). 1972. & MOSCA L. X-Ray Department. I y II St. Da 15ª ed.MOSCA. et POUQUEI. . . DESENHOS : TÉCNICA – Eliane Ferreira Perez. 1966. . L y LAPARJET.PEREIRA. Normal radiografic anatomy. Rio de Janeiro IERMN. General eletric. . 1968 ( distribuição interna ). I y II 1971. Pedro.Relação entre os fatores radiológicos. St. Vinita. textbook of radiology. Revista mexicana de tecnologia radiológica Vol. Espanhola trad. 1972. Compêndio de anatomia descritiva.TESTUT. .MEDICAL X-RAY AND GAMA-RAY PROCTETION FOR ENERGIES UP TO 10MeV.SOSA REYNOSO. .MERREL. 1968 ( distribuição interna ).SOCIEDADE FLUMINENSE DE RADIOLOGIA. G. . 2th ed. . Técnica radiológica. ATLAS OF ROENTGENOGRAFIC POSITION.SPALTEHOLTZ. A. Philadelphia W.Manual do residente do IERMN. teoria y prática. A. . Abércio Arantes.NEGRE. Rio de Janeiro. . 2ª ed. IERMN. . MARGULIS AND BURHENNE. Roentgenologic diagnosis. I 1974. . Rio de Janeiro. 1974. NCRPP REPORT nº 33. Vol.Salles filho. IERMN. ( Distribuição interna ). 1972. Guanabara Koogan. D. França 1960. Louis. .WOLF-HEIDEGGER.TANAKA. B. tórax e abdome. Técnica radiológica de urgência em pescoço. Rio de Janeiro. L. . Técnica radiológica dos membros superiores. IERMN. Atlas de anatomia humana. . Buenos Aires 1971.TEPLICK AND HASKIN. IERMN 1973 ( Distribuição interna ). Antônio.NOVELLINO NETO. Francesa. Técnica radiológica. Curso de radiologia do tórax do I congresso da sociedade de medicina e cirúrgia de Uberaba.Técnica radiológica do crânio e face. I y II. Rotinas mínimas para execução de exames radiológicos. Recomendations of the national council on radiation protection and Measurents.- JACOB Y PARIS. G. Atlas de anatomia humana.SUTTON. Louis 1973. E. Werner. 2ª ed. 1973. Vol.NESCHAN. . 2th ed. Carlos. 22 ed. Barcelona 1975. Wilson Kensi. VOL. Rio de Janeiro. Alimentary tract Roentgenology. Rio de Janeiro IERMN.MILWAUKEE. RADIOLOGICAL ANATOMY. 2nd ed. 3RD ED.

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