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Novo Estatuto Dos Servidores de Santana de Parnaiba

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Leis Ordinárias Leis Complementares Decretos

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Lei Complementar de Santana de Parnaíba-SP, nº 34 de 25/05/2011

LEI COMPLEMENTAR Nº 34, DE 25 DE MAIO DE 2011

DISPÕE SOBRE O ESTATUTO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE SANTANA DE PARNAÍBA.

SILVIO ROBERTO CAVALCANTI PECCIOLI, Prefeito do Município de Santana de Parnaíba, Estado de São Paulo, no exercício das atribuições que lhe são conferidas por Lei. FAZ SABER que a Câmara Municipal de Santana de Parnaíba aprovou e ele sanciona e promulga a seguinte Lei:

TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Esta Lei institui o Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos do Município de Santana de Parnaíba. Art. 2º Para os efeitos desta Lei considera-se servidor a pessoa legalmente investida em cargo público. Art. 3º Cargo público é a unidade laborativa com denominação própria, criada por lei, com número certo, remunerada pelos cofres públicos, para provimento em caráter efetivo ou em comissão, que implica o desempenho, pelo seu titular, de um conjunto de atribuições, responsabilidades e deveres. Art. 4º Cargo técnico é aquele cujo desempenho exige especialidade de nível técnico. Parágrafo Único - Cargo científico é aquele cujo desempenho exige especialidade de nível superior. Art. 5º Para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público, os órgãos da Administração direta, as autarquias e as fundações públicas poderão efetuar contratação de pessoal por tempo determinado, nas condições e prazos previstos em Lei específica. Art. 6º É vedado atribuir ao servidor encargos ou serviços diversos de sua carreira ou cargo, ressalvando as comissões legais e designações especiais de atribuições.

TÍTULO II DO CONCURSO, DO PROVIMENTO, DA VACÂNCIA, DA REMOÇÃO, DA REDISTRIBUIÇÃO E DA SUBSTITUIÇÃO CAPÍTULO I DO CONCURSO

Art. 7º Para o provimento de cargo público efetivo por nomeação será exigida a aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, podendo ser realizado em uma ou mais etapas, conforme a exigência de cada cargo. Art. 8º O concurso público poderá ser organizado e realizado por empresa especializada, especialmente contratada para esse fim ou por uma comissão nomeada pelo Chefe do Poder Executivo. § 1º O custo operacional dos concursos públicos poderá ser coberto com os recursos provenientes da taxa de inscrição. § 2º Os requisitos, as condições e demais peculiaridades para a realização dos concursos serão previamente estabelecidos pela autoridade competente, na forma da lei. Art. 9º O concurso público poderá conter as seguintes etapas, conforme exigências do cargo, fixadas em lei: I - Prova Teórica; II - Prova Prática; III - Apresentação de Titulação; IV - Avaliação Psicológica; V - Avaliação Física; e VI - Investigação Social. Parágrafo Único - Em qualquer caso, será sempre obrigatória a prova teórica. Art. 10. O concurso público terá a validade de até 2 (dois) anos, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período. Parágrafo Único - O prazo de validade do concurso e as condições de sua realização serão fixados em edital, que serão devidamente publicados em jornal de circulação no Município.

CAPÍTULO II DO PROVIMENTO SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 11. São requisitos básicos para ingresso no serviço público municipal: I - ser brasileiro nato, naturalizado ou gozar das prerrogativas Constitucionais; II - estar no gozo dos direitos políticos; III - estar quite com as obrigações militares; IV - ter o nível de escolaridade exigido para o cargo; V - ter idade mínima de 18 (dezoito) anos completos; VI - gozar de boa saúde física e mental comprovada por exame médico; VII - ter-se habilitado previamente por meio de concurso público, ressalvadas as exceções previstas nesta lei. § 1º A natureza e as atribuições do cargo podem justificar a exigência de outros requisitos estabelecidos em lei. § 2º De acordo com os critérios de acessibilidade, às pessoas com deficiência é assegurado o direito de se inscrever em concurso público para provimento de cargos cujas atribuições sejam compatíveis com as limitações que possuírem, sendo-lhes reservadas 5% (cinco por cento) das vagas oferecidas no concurso. § 3º Fica vedada a fixação de limite máximo de idade em concursos para admissão de pessoal, ressalvados os casos em que a natureza do cargo o exigir. § 4º Para comprovação da aptidão física e mental do candidato aprovado, o Município realizará exame médico admissional. Art. 12. O provimento dos cargos públicos far-se-á por ato da autoridade competente, do Poder ou Entidade que realizou o concurso. Art. 13. A investidura em cargo público ocorrerá com a posse. Art. 14. São formas de provimento de cargo público: I - Nomeação; II - Reversão; III - Reintegração; IV - Recondução; V - Aproveitamento.

SEÇÃO II DA NOMEAÇÃO

Art. 15. A nomeação far-se-á: I - em caráter efetivo, quando decorrente de concurso público; e II - em comissão, para cargos de confiança. Art. 16. A nomeação para cargo efetivo depende da prévia habilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos, obedecida a ordem de classificação e o prazo de sua validade.

SEÇÃO III DA REVERSÃO

Art. 17. Reversão é o retorno à atividade de servidor aposentado por invalidez, quando junta médica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria. § 1º A reversão far-se-á no mesmo cargo ou no cargo resultante de sua transformação. § 2º O tempo em que o servidor estiver em exercício será considerado para concessão da aposentadoria. § 3º Encontrando-se provido o cargo, o servidor exercerá suas atribuições como excedente, até a ocorrência de vaga. § 4º Não poderá reverter ao cargo o aposentado que contar 70 (setenta) ou mais anos de idade.

SEÇÃO IV DA REINTEGRAÇÃO

Art. 18. Reintegração é a reinvestidura do servidor no cargo, anteriormente ocupado, quando invalidada a sua demissão, por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens. § 1º Na hipótese de o cargo ter sido extinto, o servidor ficará em disponibilidade, ou aproveitado em outro cargo, observado o disposto

§ 5º Caso a Comissão conclua pela incompatibilidade das restrições de saúde com as atribuições do cargo ou pela desnecessidade das atividades que este servidor poderá desempenhar. Parágrafo Único . Recondução é o retorno do servidor ao cargo ou função anteriormente ocupado.o servidor será reavaliado em inspeção médica.O órgão de recursos humanos determinará o imediato aproveitamento do servidor em disponibilidade em vaga que vier a ocorrer nos órgãos ou entidades da administração pública. Art. § 3º A inspeção médica deverá apontar: I . .a necessidade e capacidade da Prefeitura de absorver o servidor readaptado. § 4º A readaptação será decidida pela Comissão de Readaptação. II . O servidor em disponibilidade contribuirá para o regime de previdência.as atribuições do cargo e as possibilidades de adaptação. 20.as restrições de saúde apontadas pela inspeção médica.reintegração do anterior ocupante.O tempo de contribuição. correspondente ao período em que permanecer em disponibilidade. II . a readaptação será negada e será concedida licença para tratamento de saúde pelo prazo de 6 (seis) meses.nesta Lei. por motivos de saúde.as restrições a que está sujeito o servidor. Extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade.A extinção de cargo ou a declaração de sua desnecessidade somente serão admitidas se efetuadas por lei municipal. o servidor deverá estar afastado há pelo menos um ano pela Caixa de Previdência dos Servidores Públicos de Santana de Parnaíba. com remuneração proporcional ao tempo de serviço. Readaptação é a atribuição de atividades ou funções compatíveis com a limitação que o servidor tenha sofrido em sua capacidade física ou mental constatada em inspeção médica realizada pela unidade de medicina e segurança do trabalho da Prefeitura do Município de Santana de Parnaíba. sempre que possível. Art. § 1º A recondução decorrerá de: I . empregos e funções. Parágrafo Único . será reconduzido ao cargo de origem.a necessidade de licença para tratamento de saúde. § 2º Encontrando-se provido o cargo. a regra da exoneração ou disponibilidade se aplicará ao último da sucessão. se estável. até seu adequado aproveitamento em outro cargo. § 3º Quando a reintegração gerar o deslocamento sucessivo de diversos servidores. 22. e II .a total incapacidade para o trabalho. 23. § 2º A readaptação não acarretará diminuição nem aumento de vencimento. 24. Art. e III . será contado para efeito de aposentadoria e nova disponibilidade. § 6º Ao final da licença para tratamento de saúde concedida na forma do parágrafo anterior: I .A extinção de cargo. respeitado o princípio constitucional do concurso público como meio de acesso a cargos. salvo doença comprovada por junta médica oficial. devendo avaliar: I .inabilitação em estágio probatório decorrente de nomeação para ocupar o cargo público. sem direito a indenização. Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade se o servidor não entrar em exercício no prazo legal. o servidor ficará em disponibilidade remunerada. SEÇÃO V DA RECONDUÇÃO Art. quando será encaminhado para avaliação da Caixa de Previdência dos Servidores Públicos de Santana de Parnaíba. aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço. 21. o eventual ocupante. CAPÍTULO III DA READAPTAÇÃO Art. § 2º Encontrando-se provido o cargo de origem aplicar-se-ão as regras que disciplinam o aproveitamento SEÇÃO VI DO APROVEITAMENTO Art. a declaração de sua desnecessidade e a colocação do servidor em disponibilidade serão precedidas. Parágrafo Único . que encaminhará novo laudo à Comissão de Readaptação. da transformação da denominação de cargos públicos. ou III . 19. § 1º Para que possa ser indicado ao processo de avaliação para verificar se há possibilidade de readaptação. Parágrafo Único . O retorno à atividade de servidor em disponibilidade far-se-á mediante aproveitamento obrigatório em cargo de atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupado.

Aposentadoria. § 9º O fato do servidor estar readaptado em outro órgão ou entidade pública não gera direito à readaptação no Município de Santana de Parnaíba. 30. por meio de processo administrativo. observando sempre o interesse da Administração. e II . A substituição remunerada dependerá de autorização do Chefe do Poder Executivo. 25. § 1º Para os fins do disposto no "caput" deste artigo. § 3º A remoção entre órgãos integrantes da mesma Secretaria será feita por ato do Secretário da Pasta. SEÇÃO II DA REDISTRIBUIÇÃO Art.de ofício. A exoneração e a demissão são atribuições do Chefe do Poder Executivo ou da autoridade competente. § 4º O servidor poderá requerer sua remoção.a Comissão de Readaptação procederá a nova análise. V . § 8º O servidor readaptado cumprirá a carga horária fixada no ato de concessão da readaptação. IV . no âmbito do mesmo quadro. II . por servidor do mesmo quadro. os servidores efetivos que não puderem ser redistribuídos na forma deste artigo. Art. de um órgão para outro do Poder Executivo.Falecimento. nas seguintes hipóteses: a) quando se tratar de cargo em comissão. quando se tratar de entidade da Administração Indireta do Município. na forma dos parágrafos anteriores. serão colocados em disponibilidade. Haverá substituição remunerada no impedimento legal e temporário de ocupante de cargo. CAPÍTULO VI DA SUBSTITUIÇÃO Art. CAPÍTULO IV DA VACÂNCIA Art.II . § 2º A demissão será aplicada como penalidade. . § 2º A redistribuição dar-se-á exclusivamente para ajustamento de quadros de pessoal às necessidades dos serviços. no interesse da administração. com remuneração proporcional se for o caso. CAPÍTULO V DA REMOÇÃO E DA REDISTRIBUIÇÃO SEÇÃO I DA REMOÇÃO Art. 26. extinção ou criação de órgão ou entidade. § 7º As licenças para tratamento de saúde concedidas na forma dos parágrafos anteriores não poderão exceder o prazo máximo de 2 (dois) anos. considera-se órgão a unidade de atuação integrante da estrutura da Administração Direta. considera-se entidade a unidade de atuação dotada de personalidade jurídica.Demissão.a pedido do servidor. que ficará condicionada ao interesse da Administração e ao atendimento das necessidades do serviço. para quadro de pessoal de outro órgão ou entidade do mesmo Poder. Redistribuição é o deslocamento do cargo. inclusive nos casos de reorganização. devendo ele passar pelos procedimentos previstos neste artigo. 27. § 3º Nos casos de extinção de órgão ou entidade. assegurado os direitos ao contraditório e à ampla defesa. 29.Posse em outro cargo inacumulável. Remoção é o deslocamento do servidor. b) quando não satisfeitas as condições do estágio probatório. § 1º A exoneração dar-se-á: I . Art. § 1º Para os fins do "caput" deste artigo. provido ou não. III . § 2º A remoção entre Secretarias será feita por ato do órgão competente e de comum acordo entre as secretarias envolvidas. até seu aproveitamento na forma desta Lei. no interesse da Administração.Exoneração. 28. quando o servidor será declarado incapaz para o desempenho de suas atribuições e será aposentado por invalidez devido à impossibilidade de readaptação. A vacância do cargo decorrerá de: I .

podendo. caso a Comissão entenda que o desempenho. A posse em cargo público dependerá de prévia inspeção médica pelo serviço médico oficial do Município. . 31. V . emprego ou função pública. IV . DO EXERCÍCIO. deveres e responsabilidades do cargo. sendo como tal considerado o período compreendido entre o início do oitavo mês de gravidez e o parto. 39. Art. § 1º Ao final do procedimento administrativo de avaliação. chefia ou assessoramento no âmbito da Administração Direta e não poderá ser cedido a outra entidade. dependerá de prévia inspeção médica. o servidor será exonerado. II . contados a partir do parto. o servidor deverá apresentar declaração dos bens que constituem seu patrimônio. Art. garantida o direito à ampla defesa. O período de estágio probatório será de 36 (trinta e seis) meses de efetivo exercício. § 1º Ao servidor em estágio probatório somente poderão ser concedidas: I . a interrupção e o reinício do exercício serão registrados no prontuário do servidor. mediante a aprovação em concurso público. VII . procedendo-se à convocação do próximo candidato. 37.licença para atividade política. DO ESTÁGIO PROBATÓRIO E DA ESTABILIDADE CAPÍTULO I DA POSSE E DO EXERCÍCIO Art. § 2º A avaliação do servidor em estágio probatório não se aplica às faltas graves passíveis de demissão. por no máximo 15 (quinze) dias. § 1º No ato de posse. observados critérios de avaliação a serem disciplinados em regulamento.licença por motivo de doença em pessoa da família. A posse e o exercício dar-se-ão mediante ato da autoridade competente. nos termos deste Estatuto. CAPÍTULO II DO ESTÁGIO PROBATÓRIO Art. 35. sem que lhe caiba direito de ser neste cargo provido efetivamente. impedimentos e incompatibilidades. § 2º No caso de a candidata nomeada encontrar-se em avançado estado de gravidez. § 2º O servidor público que.Art. No ato da posse e exoneração do cargo.licença para tratamento de saúde pelo prazo máximo de 6 (seis) meses. § 1º Não tomada a posse e iniciado o exercício no prazo previsto no caput deste artigo. o servidor também apresentará declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo. ser prorrogado o prazo uma única vez. formalizado pela assinatura do respectivo termo. dar-se-á a posse imediatamente. § 2º A posse e o início do exercício serão concomitantes. por interesse da Administração. TÍTULO III DA POSSE. no qual o empossado se compromete a bem e fielmente desempenhar as atribuições. mesmo que se encontre em exercício. após completar o período de 120 (cento e vinte) dias. dar-se-á a posse. § 3º No caso da candidata nomeada encontrar-se em período puerperal. sendo descontados todos os afastamentos.licença por acidente de trabalho. Art. O substituto exercerá o cargo enquanto durar o impedimento do titular. O estágio probatório tem por objetivo avaliar a aptidão e a capacidade do servidor para o desempenho das atribuições do cargo de provimento efetivo. Posse é a investidura em cargo público. ou entidade conveniada. 32. salvo exceções previstas nesta lei. O servidor em estágio probatório poderá exercer quaisquer cargos de provimento em comissão ou funções de direção. Art. Art. tenha sido insuficiente. para o qual foi nomeado. § 1º Só poderá ser empossado aquele que for julgado apto física e mentalmente para o exercício do cargo. emprego ou função pública deverá comunicar o fato à Secretaria Municipal responsável pela gestão de pessoal. contados da publicação do ato de convocação. Parágrafo Ú n i c o . § 1º Exercício é o efetivo desempenho das atribuições. § 4º A remuneração será devida ao servidor a partir da comprovação do efetivo exercício no cargo. momento que indica o início dos direitos e dos deveres do cargo e gera as restrições. iniciar o exercício de outro cargo. adotante e paternidade.licença gestante. salvo os casos previstos em lei. 34. que serão disciplinadas por Decreto. § 5º O início. 36. para as quais serão adotados os procedimentos legais. entrando a então servidora em exercício. ficará sem efeito o ato de provimento. § 2º A posse do servidor efetivo que for nomeado para outro cargo.licença para o serviço militar.licença por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro. Art. A posse e o exercício deverão ocorrer no prazo máximo de 15 (quinze) dias. VI . deveres e responsabilidades do cargo público ou da função de confiança. 38. 33. durante o estágio probatório. III . posteriormente à posse no cargo.O processo de acompanhamento e avaliação do estágio probatório poderá ser realizado em etapas. quando o caso. entrando em exercício até o parto ou determinação médica.

durante o estágio probatório. § 5º O servidor em estágio probatório que for investido em função de confiança ou que ocupar cargo em comissão terá o período de estágio probatório suspenso e não adquirirá a estabilidade. poderá ser antecipado. 44. devidamente comprovado. com a autorização da chefia imediata.para servir em outro órgão ou entidade. exceto nos casos de real necessidade. 42. na forma do disposto no Capítulo II deste Título. incapacidade física ou mental. O exercício de cargo em comissão e de função de confiança exigirá o cumprimento de jornada de trabalho fixada na legislação que os disciplina. § 1º Para atender as entidades não governamentais que prestem serviços considerados complementares às ações da Prefeitura. é obrigatória a aprovação no estágio probatório. intervalo de 1 (uma) hora para descanso ou refeição. § 2º Todo servidor cuja jornada for superior a 6 (seis) horas diárias deverá cumprir. Art. consecutivos ou não. o servidor não terá direito à readaptação e será exonerado. § 4º O intervalo deve ocorrer. mediante aplicação de avaliação especial de desempenho. § 1º O servidor público estável só perderá o cargo: I .para ocupar cargo em comissão no Município de Santana de Parnaíba.§ 2º Caso a licença para tratamento de saúde exceda o prazo de 6 (seis) meses. 41. assegurados o contraditório e a ampla defesa. TÍTULO V DO REGIME DE TRABALHO Art. mediante convênio. o servidor será submetido a perícia médica e. Para efeito de cálculo de remuneração mensal dos servidores. preferencialmente. o mês será considerado como de 5 (cinco) semanas. II . assegurados o contraditório e a ampla defesa. § 4º O disposto nos §§ 2º e 3º deste artigo não se aplica ao servidor que estiver em licença para tratamento de saúde em decorrência de acidente de trabalho. § 3º O intervalo estipulado no parágrafo anterior não se aplica aos servidores que trabalham em regime de plantão. com ou sem ônus. obrigatoriamente. § 3º Na hipótese de ser constatada. observadas as condições estabelecidas nesta Lei Complementar. § 2º Como condição para a aquisição da estabilidade. A Prefeitura do Município de Santana de Parnaíba poderá ceder. . servidor ocupante de cargo de provimento efetivo para órgãos dos Poderes Executivo. § 2º Não serão cedidos os servidores efetivos em estágio probatório. nos casos de comprovada necessidade. Legislativo e Judiciário dos Municípios. da União e do Distrito Federal ou. Os servidores cumprirão jornada de trabalho fixada em razão das atribuições pertinentes aos respectivos cargos. salvo comprovada correlação entre as atribuições das funções comissionadas e as de seu cargo. Estados. 43. O afastamento do servidor do exercício de suas funções ou do órgão de sua lotação ocorrerá somente nos casos expressamente previstos em lei. o Executivo poderá optar pela cessão de servidores. prorrogado ou compensado. mesmo que parcial.em virtude de sentença judicial transitada em julgado. Parágrafo Único . para entidades não governamentais. a qual será acrescida à jornada diária. § 5º O intervalo para descanso ou refeição também ocorrerá quando o servidor realizar mais de 6 (seis) horas extras. na metade da jornada de trabalho. se confirmada a necessidade de manutenção do afastamento.mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa. por comissão instituída para essa finalidade. CAPÍTULO III DA ESTABILIDADE Art. 46. TÍTULO IV DOS AFASTAMENTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. com exceção aos cargos exercidos em regime de plantão e os acumuláveis constitucionalmente. Art. competindo à Comissão de Avaliação de Desempenho analisar a existência da correlação. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo. Art. em virtude de concurso público. será considerado inapto para o exercício do cargo e exonerado. 40. para o exercício das atribuições do cargo. respeitada a duração máxima do trabalho semanal de quarenta horas e observado o limite máximo de oito horas diárias. 45. § 1º A jornada dos servidores ocupantes de cargos de provimento efetivo será disciplinada no plano de cargos. não se admitindo que seja cumprido ao final do expediente. devidamente justificada pela chefia imediata.O servidor ocupante de cargo de provimento efetivo poderá afastar-se de seu cargo nas seguintes hipóteses: I . CAPÍTULO II DO AFASTAMENTO PARA SERVIR EM OUTRO ÓRGÃO OU ENTIDADE Art. O período de trabalho. II . ocorrido durante o estágio probatório.

por uma vez ao ano. II .desempenho de função legislativa Federal.se ocupante dos cargos de Secretário.até 6 (seis) atrasos ou saídas antecipadas no ano.licença para atividade política.até 3 (três) faltas no ano. 49.consulta médica desde que apresente atestado médico que seja devidamente validado pela perícia médica do Município. Parágrafo Único . pai. . pelo falecimento de cônjuge. considerados de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. Estadual ou Municipal. Art. Art. § 6º A autoridade competente poderá deferir o pleito previsto no parágrafo anterior desde que estejam comprovadas a necessidade de acompanhamento e o vínculo entre o servidor e o enfermo.expressa autorização do Chefe do Poder Executivo.licença ou ausência para tratamento de saúde. enteado. no dia de seu aniversário de nascimento. Art.casamento. XIII . 52. VII . a serem disciplinados em lei própria.licença a gestante.doação de sangue. VI . XIV . irmãos e irmãs. mãe ou avô(ó) em consulta ou tratamento médico. prorrogação ou compensação do período de trabalho. § 1º desta Lei Complementar. por 8 (oito) dias consecutivos. a adotante. será determinada pela autoridade competente. e a paternidade.férias. poderá apresentar requerimento escrito e fundamentado junto ao setor de protocolo geral da Prefeitura. salvo: I .luto de 2 (dois) dias consecutivos. desde que apresente o competente atestado. será o mesmo remunerado na forma prevista pelos artigos 75 a 78 desta Lei Complementar. IV . observado o disposto no artigo 95.licença-prêmio. § 4º O benefício previsto no parágrafo anterior aplica-se apenas aos servidores que possuam jornada de trabalho de 8 (oito) horas diárias e 40 (quarenta) horas semanais. avós.O número de dias será convertido em anos. devendo ocorrer no período máximo de 30 (trinta) dias subsequentes ao aniversário do servidor. exceto para os processos de evolução funcional e estágio probatório. sendo computados em dias o excedente. Chefe de Gabinete. DAS FALTAS E DAS CONCESSÕES Art. poderá. § 1º A folga será programada com a chefia imediata. limitados a 4 (quatro) horas diárias.convocação para o Serviço Militar. netos ou menor sob sua guarda ou tutela. 48.licença a servidor acidentado em serviço ou acometido de moléstia profissional. V . XII . IX . filhos.exercício de outro cargo municipal de provimento em comissão. madrasta.Em se tratando de medida de caráter geral. No caso de antecipação ou prorrogação do período de trabalho. Art. Procurador. Fica concedido ao servidor ocupante de cargo de provimento efetivo. § 3º O servidor que acompanhar filho (a). XV . com base em atestado médico devidamente validado pela perícia médica do Município e observadas às exigências legais e regulamentares sobre a matéria. os afastamentos em virtude de: I . § 1º As ausências previstas no "caput" deste artigo serão comprovadas pelo servidor mediante a apresentação do comprovante ou atestado competente. § 2º O benefício de que trata este artigo somente será concedido quando o servidor estiver em efetivo exercício.luto de 4 (quatro) dias consecutivos. Serão considerados de efetivo exercício.Parágrafo Único . padrasto. pelo falecimento de cunhados ou sogros. A apuração do tempo de serviço será feita em dias. Todo servidor ficará sujeito à aferição diária de frequência. 51. III . dispensa do serviço. justificar por escrito: I . 50. companheiro. II . salvo os casos expressamente previstos neste Estatuto. II . 47. a antecipação. XI . X . pais. Art. VIII . Nenhum servidor poderá faltar ao trabalho. Coordenador e Consultor. § 2º A perícia médica referida no inciso VI deste artigo fica dispensada quando o atestado demandar ausência de apenas 1 (um) dia. § 5º Caso o servidor precise acompanhar parente ou dependente não indicado no § 3º deste artigo. TÍTULO VI DO TEMPO DE SERVIÇO. Diretor.júri e outros serviços obrigatórios por lei. observando-se o disposto nos artigos que disciplinam a licença para tratamento de saúde.

Para efeito de aposentadoria. 57. TÍTULO VII DO VENCIMENTO E DA REMUNERAÇÃO Art. sendo imediatamente reduzidos àquele limite quaisquer valores percebidos em desacordo com esta norma. § 5º O servidor que. 60. Art. pelo cometimento de faltas na semana. III . § 4º O servidor não fará jus ao benefício se possuir.total da remuneração e direitos durante a ausência por motivo de prisão em flagrante. 56. em razão das condições anormais em que se realiza o serviço. exceto se provenientes de determinações judiciais.§ 3º Somente fará jus à folga de aniversário o servidor que cumprir uma jornada de trabalho de 8 (oito) horas diárias ou 40 (quarenta) semanais. ficando o desconto a critério da administração. II .Gratificações e adicionais. nenhum desconto incidirá sobre a remuneração ou provento. § 1º Independentemente do parcelamento previsto neste artigo. § 2º Nenhum servidor receberá remuneração inferior ao salário mínimo federal. O servidor em débito com o Erário. que for demitido. Parágrafo Único . devida ao servidor pelo exercício do cargo. § 2º As consignações ou descontos em favor de terceiros não poderão incidir sobre o 13º (décimo terceiro) salário ou sobre o adicional de férias. concedido a título permanente ou transitório. for advertido ou suspenso. 62. preventiva ou temporária. 59. pelo desempenho de funções especiais. obedecerá estritamente ao disposto no artigo 37. salvo as concessões previstas nos artigos 51 e 52 desta Lei Complementar. por lei de iniciativa do Poder Executivo. A maior remuneração. composta pelo vencimento e pelas demais vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei. Art. a invocação de direito adquirido ou a percepção de excesso a qualquer título. em sua folha funcional.os minutos referentes aos atrasos e as saídas antecipadas. gratificações de serviço e gratificações pessoais. 58. tampouco aquelas decorrentes do exercício de cargo em comissão ou função de confiança. compreendendo os adicionais. deverão ser adotados os critérios estabelecidos por legislação municipal específica ou pelo órgão competente para a concessão. III . 53. não fará jus no ano subsequente. Art. a critério da Administração e com reposição de custos. decorrente de decisão de pronúncia ou sentença condenatória. Art. § 3º Para os fins do § 2º deste artigo. terá o prazo de 60 (sessenta) dias para quitá-lo. Art. Art. depois de usufruir o benefício. na forma definida em regulamento. poderão ser pagas ao servidor as seguintes vantagens: I . II . § 1º Fica estabelecido o mês de maio como data de revisão geral de remuneração. atribuída aos servidores. exonerado ou que tiver a sua aposentadoria ou disponibilidade extinta. O servidor perderá: I . não se admitindo. neste caso.A não quitação do débito no prazo previsto implicará a sua inscrição em dívida ativa. pela decorrência do tempo de serviço. Remuneração é a retribuição pecuniária devida ao servidor pelo exercício do cargo. Vencimento é a retribuição pecuniária fixada em lei. da Constituição Federal. Art. advertência ou suspensão e se o aniversário ocorrer após a aplicação dessas penalidades. . § 2º Os ressarcimentos e indenizações são prioritários em relação às consignações autorizadas pelo servidor. Art. 54. XI. As reposições e indenizações ao Erário serão descontadas em parcelas mensais não excedentes a 30% da remuneração.Salário família. incluídas as vantagens transitórias. mandado judicial ou autorização do servidor. ou em razão de condições pessoais do servidor. Vantagem pecuniária é o acréscimo ao vencimento do servidor.a remuneração dos dias em que faltar ao serviço. Além do vencimento.Diárias. Salvo por imposição legal. § 1º Mediante autorização do servidor. TÍTULO VIII DAS VANTAGENS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. § 5º A irredutibilidade não atinge as vantagens pecuniárias transitórias. § 1º As gratificações e os adicionais só se incorporarão ao vencimento ou remuneração nos casos previstos em lei. § 4º A remuneração do servidor é irredutível. 55. será considerado o total recebido pelo servidor.o descanso semanal remunerado. 61. IV . a qualquer título. poderá haver consignação em folha de pagamento a favor de terceiros. o servidor ficará sujeito a processo disciplinar para apuração da responsabilidade e aplicação das penalidades cabíveis.

serão regulamentadas.Adicional pelo exercício de atividades insalubres ou perigosas. para efeito de concessão de quaisquer outros acréscimos pecuniários ulteriores. se necessário.Adicional de férias. com base na remuneração do mês do desligamento. 64. Art. O trabalho em condições de periculosidade assegura ao servidor um adicional de 30% (trinta por cento). . o décimo terceiro salário ser-lhe-á pago proporcionalmente ao número de meses de exercício no ano. As vantagens de que trata este capítulo. VIII . O Décimo Terceiro Salário será pago. CAPÍTULO II DAS GRATIFICAÇÕES Art.Abono aniversário.a primeira parcela será paga na situação que ocorrer primeiro: a) no mês de aniversário do servidor e corresponderá à metade da remuneração devida no referido mês. II . 71. a todo servidor municipal. II . observadas as disposições desta seção. sem os acréscimos de outras vantagens. VII . sobre o vencimento inicial do cargo do servidor. Art. será havida como mês integral. pela natureza.a segunda parcela será paga até o dia 20 (vinte) de dezembro e seu valor corresponderá à diferença entre a primeira parcela e 1/12 (um doze avos) por mês de efetivo exercício.Adicional de sexta parte. serão mantidos a título de vantagem pessoal. aplicando-se a esses valores os mesmos percentuais de revisão ou antecipação de remuneração. ou por entidade conveniada ou contratada. § 6º Os servidores em licença para tratamento de saúde. 73. receberão proporcionalmente. § 4º Para efeito de cálculo. por decreto do Chefe do Poder Executivo ou pelo Dirigente Superior de Autarquia ou de Fundação. A parcela devida aos órgãos previdenciários será descontada do Décimo Terceiro Salário. médio e máximo. Caso o servidor deixe o serviço público. a fração igual ou superior a 15 (quinze) dias de trabalho. ou b) no último dia do mês anterior ao gozo das férias e corresponderá à metade da remuneração devida no citado mês. respectivamente. III . Art. calculados sobre a remuneração de dezembro. § 1º O Décimo Terceiro Salário corresponderá a 1/12 (um doze avos) por mês de efetivo exercício e será pago em duas parcelas.Adicional pela prestação de serviço extraordinário. até o dia 20 (vinte) de dezembro. Os servidores que trabalham com habitualidade em locais insalubres. A caracterização e a classificação e a descaracterização ou reclassificação de insalubridade e de periculosidade far-se-ão através de perícia. § 5º O Décimo Terceiro Salário não será considerado para cálculo de qualquer vantagem pecuniária. pelas condições ou pelo método de trabalho. segundo se classifiquem. Art. ou exercem atividades ou operações perigosas. em razão da natureza e do tempo de exposição aos seus efeitos. O exercício de trabalho em condições insalubres assegura a percepção de adicional de 10% (dez por cento). fazem jus a um adicional. Art. conforme o caso. 6 5 . Os valores referentes aos adicionais percebidos sob os mesmos fundamentos previstos nesta seção. IV . nem acumuladas. 20% (vinte por cento) e 40% (quarenta por cento) do menor vencimento inicial do Município de Santana de Parnaíba.§ 2º As vantagens pecuniárias não serão computadas. § 2º Os servidores que fizerem aniversário em dezembro receberão a 1ª parcela do Décimo Terceiro Salário até 20 (vinte) de novembro. Art. § 3º A primeira parcela do Décimo Terceiro só será paga aos servidores que possuírem mais de 12 (doze) meses de efetivo exercício. exponham os servidores a agentes nocivos à saúde. SEÇÃO II DO ADICIONAL PELO EXERCÍCIO DE ATIVIDADES INSALUBRES OU PERIGOSAS Art. SEÇÃO I DO DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO A r t .Décimo Terceiro Salário. o valor referente ao auxilio doença durante os meses de afastamento. 72. anualmente. elaborada pelo serviço de segurança e medicina do trabalho oficial do Município. 70. VI . 67. para os servidores que permaneçam expostos à situação de trabalho que tenha dado origem à referida vantagem. 69. 63. Art. nominalmente identificada. independentemente da remuneração a que fizer jus. a saber: I . nos graus mínimo.Adicional noturno. 68. 66.Salário Família. Serão deferidos aos servidores as seguintes gratificações e adicionais: I . V . superiores aos aqui estabelecidos. Art. São consideradas atividades ou operações insalubres aquelas que.

o acompanhamento da gestante/lactante. aos sábados.Os servidores que trabalhem em regime de plantão poderão ser convocados para prestação de serviço extraordinário fora de sua escala. sob pena de não pagamento do adicional. aquelas que. com risco de vida e saúde deverá obedecer às condições disciplinadas pela legislação expedida pelo Ministério do Trabalho e regulamentadas por Decreto. § 1º Ao ocupante de cargo de provimento em comissão ou de função de confiança não será devida qualquer forma de remuneração pela prestação de serviço extraordinário. III .O valor do abono aniversário será de 50% (cinqüenta por cento) do menor vencimento inicial do Município de Santana de Parnaíba. O adicional pela prestação de serviço extraordinário corresponderá ao acréscimo de 50% (cinqüenta por cento) de remuneração da hora normal de trabalho. podendo ser prorrogado por igual período. domingos e feriados. das atividades e operações de que trata esta seção. quando a remuneração será igual a 50% (cinqüenta por cento) da hora normal de trabalho aos sábados e 100% (cem por cento) aos domingos e feriados. a ser concedida aos servidores municipais. impliquem o manuseio. respeitadas as respectivas cargas. computando-se cada hora como 52 (cinquenta e dois) minutos e trinta (trinta) segundos. § 2º Caberá à Seção de Medicina e Segurança do Trabalho. não incidirão sobre o 13º salário.os pensionistas. SEÇÃO III ADICIONAL PELA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO Art.Trabalho noturno é o prestado entre 22 horas de um dia e 5 horas do dia seguinte. SEÇÃO IV DO ADICIONAL NOTURNO Art. Parágrafo Único . na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho. § 4º O servidor que fizer jus aos adicionais de insalubridade e de periculosidade deverá optar por um deles. 74. § 1º O início e o fim dos períodos de gestação e lactação serão comunicados à Administração. . Art. 82. respeitando o limite máximo de 2 (duas) horas diárias. 83. substâncias radioativas e serviços de operação e manutenção em eletricidade. O trabalho noturno terá a remuneração acrescida de 25% (vinte e cinco por cento) sobre a hora diurna. Art. 75. II .os que exercem cargos eletivos. Art. Art. Parágrafo Único . ressalvado os direitos adquiridos. 76. de 12 (doze) ou 24 (vinte e quatro) horas. por sua natureza ou métodos de trabalho. Parágrafo Único . 78. Art. 80. contato ou transporte permanentes de materiais inflamáveis ou explosivos. Parágrafo Único . Fica instituída uma bonificação denominada abono de aniversário. enquanto durar a gestação e a lactação. Art. não sendo acumuláveis estas vantagens. 81. Os valores recebidos a título de pagamento pela realização de serviços extraordinários. § 2º A definição de trabalhos de natureza especial. 79. bem como o momento correto para que a mesma retorne às atividades normais. O abono aniversário cessará automaticamente quando ocorrer a morte ou demissão do servidor. autorizadas pelo Secretário Municipal responsável pelo órgão de lotação do servidor. para a adoção das medidas necessárias. O servidor excepcionalmente poderá ser convocado para jornada de trabalho de até 8 (oito) horas aos sábados. SEÇÃO V DO ABONO ANIVERSÁRIO Art. 77. domingos e feriados. se o interesse público exigir. sob pena de responsabilidade disciplinar. pela chefia Imediata da servidora. caberá à Secretaria de Administração analisar a situação e adotar as providências cabíveis para melhor disciplina da gestão de pessoal. em condições de risco acentuado. verificando se a mesma encontra-se exercendo suas atividades em local salubre. § 3º O direito ao adicional de insalubridade ou periculosidade cessa com a eliminação das condições ou dos riscos que deram causa a sua concessão. Somente será permitido o serviço extraordinário para atender situações excepcionais e temporárias.os inativos. § 2º Na hipótese do servidor receber horas extras por mais de 3 (três) meses consecutivos ou 5 (cinco) alternados. Não terão direito ao abono aniversário: I .§ 1º São consideradas atividades ou operações perigosas. Art. exercendo suas atividades em local salubre e em serviço não perigoso e não fazendo jus ao recebimento dos adicionais de que trata esta seção. O abono será incluído em folha de pagamento referente ao mês de aniversário do servidor. cabendo ao servidor que o percebe e à chefia comunicar imediatamente o órgão de recursos humanos competente. § 3º A Seção de Medicina e Segurança do Trabalho comunicará à Administração o início e o término do período em que a servidora não fará jus ao recebimento do adicional. A servidora gestante ou lactante será afastada. ficará sujeita as penalidades administrativas.A autorização a que se refere o "caput" deste artigo será devidamente justificada e fundamentada. § 4º A Chefia Imediata que não realizar a comunicação do inicio da gestação.

VI . O valor do salário família será estabelecido em lei. à adotante e paternidade. 87. os representantes legais dos incapazes. VII . § 2º A licença concedida dentro de 30 (trinta) dias do término de outra da mesma espécie será considerada como prorrogação. ficará obrigado à sua restituição. X . Terminada a licença. II. imediatamente. XVII da Constituição Federal. a madrasta e. Art. SEÇÃO VI DO ADICIONAL DE SEXTA PARTE Art.É vedado o exercício de atividade remunerada.os que durante um ano que antecede o dia do aniversário tenham sofrido penalidade disciplinar. ainda que para fins de previdência social. Ao servidor. por ocasião das férias. devidamente corrigida. Conceder-se-á ao servidor licença: I . VIII .para o serviço militar obrigatório. § 2º Quando o pai e a mãe forem servidores municipais.para tratamento de saúde. Art. ficando o servidor sujeito às penalidades administrativas. correspondente ao adicional previsto no artigo 7º. ambos receberão o salário família. § 1º Equipara-se a filho. 91.Nenhum desconto incidirá sobre o salário família. na falta destes. 88.para exercer atividade política. Art. § 1º Nos casos de licença em que este Estatuto admita a prorrogação. der causa a pagamento indevido de salário família. o exercício do cargo. o servidor reassumirá. Art. calculado sobre a remuneração do servidor. o período poderá ser prorrogado de ofício ou a pedido. nem este servirá de base a qualquer contribuição. o qual deve ser apresentado antes de findo o prazo da licença.As consignações ou descontos em favor de terceiros não poderão incidir sobre o adicional de férias. § 3º O servidor em gozo de licença deverá comunicar à chefia o local onde possa ser encontrado. V .por motivo de doença em pessoa da família. Parágrafo Único . IV e VII deste artigo. IX . .para tratar de interesses particulares.licença prêmio.IV . 86. O adicional de sexta parte será devido aos servidores após 25 (vinte e cinco) anos ininterruptos de efetivo exercício exclusivamente municipal. 90. IV . Parágrafo Único . 85. 89. TÍTULO IX DAS LICENÇAS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. sem prejuízo das demais cominações legais. ressalvado o disposto no parágrafo seguinte. SEÇÃO VII DO SALÁRIO FAMÍLIA Art.para desempenho de mandato classista. V . o salário família continuará a ser pago a seus beneficiários. Parágrafo Único . III. exceto se provenientes de determinações judiciais. Ocorrendo o falecimento do servidor. 84. por intermédio do órgão previdenciário competente. Será concedido salário família mensal ao servidor ativo cujo rendimento total não ultrapasse o limite estipulado em lei federal e que possua filho que dele dependa economicamente.os servidores temporários e os exclusivamente ocupantes de cargos em comissão. por ação ou omissão. SEÇÃO VIII DO ADICIONAL DE FÉRIAS Art. II .por acidente de trabalho. III .à gestante.por motivo de afastamento do cônjuge. o adotivo e o menor tutelado. Todo aquele que. unicamente para o disposto nesta seção o enteado. durante o período da licença prevista nos incisos I. § 3º Ao pai e a mãe equiparam-se o padrasto. será pago um adicional de 1/3 (um terço) de sua remuneração mensal.

§ 4º Todo atestado apresentado será averiguado. Art.No caso de adoção ou guarda judicial de criança com mais de 1 (um) ano de idade. CAPÍTULO III DA LICENÇA À GESTANTE. § 1º Caso a licença seja inferior a 15 (quinze) dias. 94. § 5º No caso de aborto. O atestado médico deverá ser apresentado em via original e conter o número do CID (Classificação Internacional de Doenças) ou o diagnóstico da doença. atestado por médico oficial. Art. conforme avaliação do médico da unidade de medicina e segurança do trabalho da Prefeitura do Município de Santana de Parnaíba. 93. § 1º Quando o atestado for de apenas um dia. § 5º O fato do servidor estar licenciado para tratamento de saúde em outro órgão ou entidade pública. e será apresentado na unidade de medicina e segurança do trabalho no primeiro dia útil após a consulta. salvo antecipação por prescrição médica ou por determinação da unidade de medicina e segurança do trabalho da Prefeitura do Município de Santana de Parnaíba. a licença terá início a partir do parto. sem prejuízo da remuneração a que fizer jus. será extensiva. Findo o prazo da licença. § 4º No caso de natimorto. a Prefeitura do Município de Santana de Parnaíba custeará o afastamento do servidor.discordar do diagnóstico ou do prazo de afastamento recomendados pelo médico que emitiu o atestado para o servidor. que concluirá pela volta ao serviço. nas mesmas condições. CAPÍTULO IV DA LICENÇA POR ACIDENTE DE TRABALHO . por 120 (cento e vinte) dias consecutivos. em relação à servidora exclusivamente ocupante de cargo em comissão. pela prorrogação da licença ou pela aposentadoria. para amamentação. sem prejuízo de outras informações estabelecidas em Regulamento. 95. À ADOTANTE E DA LICENÇA PATERNIDADE Art. proporcional aos dias de licença. Art. Para amamentar o próprio filho. 96. respectivamente. a servidora terá direito. o servidor fica dispensado da apresentação do mesmo ao médico do trabalho.O direito a redução da jornada diária. 99. § 2º A licença poderá ter início no primeiro dia do 9º (nono) mês de gestação. sem prejuízo de sua remuneração. a servidora será submetida a exame médico e. § 3º No caso de nascimento prematuro. à mãe e ao pai adotante. ficando o servidor sujeito às penalidades administrativas. Art. § 2º Ao médico do trabalho são reservados os direitos de: I . Art.CAPÍTULO II DA LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE Art. devendo passar pelos procedimentos previstos neste artigo. Caso o período de licença exceda a 15 (quinze) dias e o servidor seja exclusivamente ocupante de cargo em comissão. § 7º A concessão da licença gestante será disciplinada e custeada pelo regime geral de previdência social. o servidor terá direito a licença paternidade de 5 (cinco) dias consecutivos. a concessão da licença será disciplinada pela legislação que dispõe sobre o regime geral de previdência social. § 2º Caso o período de licença exceda a 15 (quinze) dias e o servidor seja ocupante de cargo de provimento efetivo. se julgada apta. II . caso a gestante seja servidora ocupante de cargo de provimento efetivo. não gera direito à licença no Município de Santana de Parnaíba. a pedido ou de ofício. não se aplica as servidoras cuja carga horária seja inferior a 8 (oito) horas diárias.não aceitar atestado apresentado fora do prazo estipulado neste artigo. 92. que poderá ser parcelada em 2 (dois) períodos de meia hora. a 1 (uma) hora diária. § 6º A licença prevista neste artigo será custeada na forma de salário maternidade e terá como base a remuneração do cargo efetivo do mês anterior ao afastamento. Aos servidores que adotarem ou obtiverem guarda judicial de criança de até 1 (um) ano de idade. § 3º Casos excepcionais serão analisados pelo médico do trabalho. § 3º O salário de beneficio do servidor corresponderá a 80% (oitenta por cento) da média da remuneração do cargo efetivo nos 12 (doze) meses. receberá auxílio doença. a licença de que trata o presente capítulo. § 1º A licença será custeada pela Caixa de Previdência dos Servidores Públicos de Santana de Parnaíba. com base em perícia médica realizada pela unidade de medicina e segurança do trabalho da Prefeitura do Município de Santana de Parnaíba. Será concedida ao servidor licença para tratamento de saúde. o qual decidirá pelo procedimento a ser seguido. Parágrafo Único . 98. decorridos 30 (trinta) dias do evento. custeado pela Caixa de Previdência dos Servidores Públicos de Santana de Parnaíba. o prazo de que trata este artigo será de 30 (trinta) dias. o servidor será submetido à nova inspeção médica. Art. reassumirá o exercício. bastando entregá-lo no mesmo prazo à chefia imediata. que corresponderá a 91% (noventa e um por cento) do salário de benefício do servidor. a servidora terá direito a até 30 (trinta) dias de repouso remunerado. Parágrafo Único . Será concedida licença à servidora gestante. até a idade de 6 (seis) meses. podendo exigir laudos de especialistas ou exames complementares que comprovem a condição do quadro clínico. 97. anteriores ao afastamento. que receberá a remuneração do cargo efetivo do mês anterior ao do afastamento. Pelo nascimento de filho.

Art. II . somente será deferido novo pedido após 5 (cinco) anos de efetivo exercício. CAPÍTULO VI DA LICENÇA PARA O SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO Art. Parágrafo Único . 101. Será licenciado o servidor acidentado no exercício do trabalho. 105. tiver que se afastar por período superior a 15 (quinze) dias.decorrente de agressão sofrida e não provocada pelo servidor no exercício do cargo. quando inconveniente ao interesse do serviço.sofrido no percurso de residência para o trabalho e vice-versa. à vista de documento oficial. padrasto ou madrasta. o servidor: I .receberá a remuneração do cargo efetivo no primeiro mês. devidamente fundamentados. § 1º Do vencimento do servidor será descontada a importância percebida na qualidade de incorporado. à conta de recursos públicos da Caixa de Previdência dos Servidores Públicos Municipais de Santana de Parnaíba. § 2º Ao servidor desincorporado será concedido prazo não excedente a 7 (sete) dias para reassumir o exercício sem perda do vencimento. § 2º A licença somente será deferida se a assistência direta do servidor for comprovadamente indispensável e não puder ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo. licença por motivo de doença do cônjuge ou companheiro. Configura acidente de trabalho o dano físico ou mental sofrido pelo servidor em seu ambiente de trabalho. § 4º O servidor não poderá gozar a licença se estiver investido em função de confiança ou ocupando cargo em comissão. A prova do acidente será feita no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. que custeará a remuneração do servidor. Parágrafo Único . a licença para tratar de assuntos particulares. sendo que o início ficará sujeito aos critérios da Administração. § 3º Ao servidor exclusivamente ocupante de cargo em comissão. CAPÍTULO V DA LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA EM PESSOA DA FAMÍLIA Art. poderá ser tratado em instituição privada. § 4º É proibido ao servidor retornar ao serviço sem a devida alta médica. Art. 103. salvo se tiver havido opção pelas vantagens do serviço militar. padrasto ou madrasta. § 1º A licença não poderá ser interrompida antes do fim do prazo solicitado. § 3º Os servidores da unidade de medicina e segurança do trabalho poderão realizar visitas ao cônjuge ou companheiro. sob pena de não receber ou devolver os valores referentes aos dias trabalhados irregularmente. § 4º Durante o período de licença. Art. o qual corresponderá a 91% (noventa e um por cento) do salário de benefício. II . ascendente ou descendente. 106. Poderá ser concedida ao servidor ocupante de cargo de provimento efetivo. . § 1º Ao servidor ocupante de cargo de provimento efetivo que. o que deverá ser apurado e comprovado.Equipara-se ao acidente de trabalho o dano: I . § 1º A licença prevista neste artigo será precedida de atestado ou exame médico e comprovação de parentesco. Art. mediante comprovação médica pelo prazo máximo de 2 (dois) anos. a licença por acidente de trabalho será concedida nos termos da legislação que regula o regime geral de previdência social. § 2º O salário de beneficio do servidor corresponderá a 80% (oitenta por cento) da média da remuneração do cargo efetivo nos 12 (doze) meses anteriores ao afastamento. § 5º Não terá direito aos benefícios dos incisos I e II o servidor que requerer nova licença antes de decorrido 1 (um) ano do término da anterior. após 5 (cinco) anos de efetivo exercício. pelo prazo de até 2 (dois) anos consecutivos. ascendente ou descendente acometido da doença que deu ensejo ao pedido de afastamento.O tratamento recomendado pelo médico perito constitui medida de exceção e somente será admissível quando inexistirem meios e recursos adequados em instituição pública. Ao servidor convocado para o serviço militar será concedida licença. sem remuneração. 102. § 2º Será negada a licença. prorrogável quando as circunstâncias exigirem ou a critério da unidade de medicina e segurança do trabalho.receberá 2/3 (dois terços) da remuneração do cargo efetivo no segundo mês.não receberá remuneração a partir do terceiro mês. 104. III . § 3º Usufruída a licença. será concedido Auxílio Acidente. O servidor ocupante de cargo de provimento efetivo terá direito. 100. CAPÍTULO VII DA LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSES PARTICULARES Art. por acompanhamento a ser efetuado pela unidade de medicina e segurança do trabalho da Prefeitura do Município de Santana de Parnaíba. por motivo de acidente de trabalho. a fim de certificar a regularidade da licença. O servidor que sofrer acidente de trabalho que necessite de acompanhamento especializado.

§ 6º Em caso de cancelamento ou indeferimento do registro. II . II . O tempo de exercício do mandato será contado singelamente. § 2º O pedido de licença.investido no mandato de Prefeito e Vice-Prefeito. deverá ser protocolado na unidade responsável pelo protocolo geral com a cópia autenticada da ata da convenção partidária. 108. 112. CAPÍTULO X DA LICENÇA PARA DESEMPENHO DE MANDATO CLASSISTA Art. obedecidos os seguintes critérios: I . até no máximo de 12 (doze) afastamentos. § 7º Uma vez concedida a licença prevista no inciso I do caput deste artigo. O servidor ocupante de cargo em provimento efetivo investido em mandato de dirigente sindical ou de associação de classe. III . Poderá ser concedida licença ao servidor para acompanhar cônjuge ou companheiro que foi deslocado para o exercício de cargo. no caso do inciso I do caput deste artigo e do protocolo do pedido de registro da candidatura na Justiça Eleitoral. facultado o afastamento. § 5º Em caso de desistência da candidatura. e o servidor será . Art. § 3º A Secretaria Municipal de Administração fornecerá. sob pena de perder a remuneração do período. até o dia imediatamente anterior ao do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral. Art. aplica-se o disposto no inciso anterior. mediante requerimento formulado pelo servidor interessado em registrar sua candidatura perante a Justiça Eleitoral. no máximo. licença prêmio e evolução funcional.tratando-se de mandato federal ou estadual. exceto para percepção de remuneração. o servidor reassumirá imediatamente as atividades do cargo. atestado de desincompatibilização. é facultado o afastamento de até três dirigentes. não havendo necessidade de retorno ao serviço. prorrogável por mais 2 (dois) anos.no caso de associação de classe ou sindical que congregue entre 501 e 2000 servidores. o servidor reassumirá o exercício de seu cargo no prazo de 30 (trinta) dias. 107. emprego ou função pública como servidor civil ou militar em localidade cuja distância esteja acima de 200 (duzentos) quilômetros do município de Santana de Parnaíba.sem remuneração. poderá requerer o afastamento de seu cargo. Para efeito de benefício previdenciário. a qualquer tempo. que congregue no mínimo. Será deferida ao servidor público ocupante de cargo de provimento efetivo licença para atividade política: I . § 4º A licença poderá ser interrompida. dar-se-á sem prejuízo da remuneração. para os efeitos legais. os valores serão determinados como se o servidor estivesse em exercício e serão por ele recolhidos. § 1º A licença será sem remuneração. a partir do protocolo do pedido de registro da candidatura na Justiça Eleitoral até o dia seguinte ao da eleição. § 3º Cessando as razões do afastamento ou terminando o prazo da licença. II . § 1º Na hipótese do inciso II deste artigo. na forma prevista pela lei específica. do Estado de São Paulo ou do Município de Santana de Parnaíba. o servidor reassumirá imediatamente as atividades do cargo. mediante decisão transitada em julgado. será afastado do cargo. em 30 (trinta) dias. 109. a partir da data em que for escolhido em convenção partidária. é facultado o afastamento de um dirigente. desde que provada a persistência das razões do afastamento. sendo-lhe facultado optar pela remuneração do cargo efetivo. ficará afastado do cargo. o servidor contribuirá para o regime próprio de previdência. 110. O servidor escolhido para o exercício de mandato legislativo ou executivo da União. 300 associados. sob pena de ser demitido por abandono do cargo. de mais um dirigente. para cada 2000 servidores além desse limite. será afastado do cargo. férias. dirigido à Secretaria Municipal de Administração. sendo-lhe facultado optar pela remuneração do cargo efetivo. devolvendo as quantias recebidas desde o início do afastamento. no caso do inciso II.no caso de associação de classe ou sindical que congregue mais de 2000 servidores. § 2º A licença será concedida mediante pedido instruído com documento oficial que prove a remoção e vigorará pelo prazo de 2 (dois) anos. § 1º Ao servidor ocupante de cargo de provimento efetivo investido em mandato eletivo aplicam-se as seguintes disposições: I . mediante compromisso de que. quando requerida. apresentará o comprovante de registro da candidatura.CAPÍTULO VIII DA LICENÇA PARA O EXERCÍCIO DE ATIVIDADE POLÍTICA Art. Art. o servidor fará jus à remuneração do cargo efetivo somente pelo período de três meses. como candidato a cargo eletivo. salvo para os casos em que a legislação eleitoral federal exigir a desincompatibilização por período superior a 3 (três) meses. a pedido do servidor.com a remuneração do cargo efetivo. terá direito à concessão de licença. a concessão da licença na forma do inciso II será considerada como prorrogação da primeira. § 2º No caso de afastamento do cargo. 111.A licença de que trata este capítulo. Parágrafo Único .no caso de associação de classe ou sindical que congregue entre 301 e 500 servidores. III . CAPÍTULO IX DA LICENÇA POR MOTIVO DE AFASTAMENTO DO CÔNJUGE Art.investido no mandato de Vereador.

II . aposentadoria ou morte. demissão. no período aquisitivo. § 8º O servidor não poderá gozar a licença prêmio se estiver investido em função de confiança ou ocupando cargo em comissão. § 6º Iniciar-se-á o decurso de novo período aquisitivo quando o servidor cumprir a pena de suspensão. Fica vedado o gozo da licença prêmio em pecúnia. com aprovação do Chefe do Poder Executivo. 115.licença médica.atestados de 1 (um) dia. § 1º O período de licença será considerado de efetivo exercício para todos os efeitos legais. § 2º No interesse do serviço. § 1º Iniciar-se-á o decurso de novo período aquisitivo após o servidor completar as 30 (trinta) ausências previstas no "caput" deste artigo. CAPÍTULO XI DA LICENÇA PRÊMIO Art. § 1º O servidor demitido ou exonerado perceberá indenização relativa ao período das férias a que tiver direito. o servidor adquirirá o direito a férias. a concessão da licença .Em caso de exoneração. Art. § 9º A remuneração durante o período de gozo da licença prêmio é a do cargo efetivo. inclusive ao incompleto. § 7º O servidor deverá aguardar.faltas. Art. § 4º Os períodos de licença prêmio não poderão ser acumulados.de 15 a 24 faltas . II . salvo disposição legal em contrário.gozará 12 dias.designação para outro cargo.faltas superiores a 32 dias não consecutivos no período de um ano implicarão na perda das férias correspondentes.de 06 a 14 faltas . Art. salvo as que estiverem incorporadas ao patrimônio do servidor. III . com as seguintes faltas: I . concedidas de acordo com escala organizada pela chefia imediata. II . 113.a demissão do servidor. . § 3º Interrompem a contagem da licença prêmio: I . V . IV . na proporção de um doze avos por mês de efetivo exercício. Para a aquisição da licença prêmio. III .a exoneração do servidor. sendo o adicional de férias pago proporcionalmente a cada período. não sendo devidas outras gratificações.considerado no efetivo exercício de seu cargo ou função.prêmio. ressalvado o disposto no parágrafo único deste artigo. § 2º As férias regulamentares podem ser usufruídas em períodos não inferiores a quinze dias cada um. Parágrafo Único . IV . III .licença por motivo de doença em pessoa da família. O servidor ocupante de cargo de provimento efetivo terá direito. TÍTULO X DAS FÉRIAS Art.licença para atividade política. ou fração superior a 15 (quinze) dias computando-se o adicional previsto pelo artigo 89 desta Lei Complementar. O servidor fará jus a trinta dias de férias por ano. 114. como prêmio de assiduidade. disponibilidade. a licença de 90 (noventa) dias em cada período de 5 (cinco) anos de exercício ininterrupto no cargo efetivo.gozará 18 dias. § 2º Suspendem a contagem da licença prêmio: I . de ofício ou a pedido. no período aquisitivo sofrer penalidade disciplinar de suspensão. adicionais ou vantagens. em exercício. O tempo de férias será reduzido. 118.gozará 24 dias. Somente depois do primeiro ano de exercício no serviço público municipal. II . 117. serão indenizadas ao servidor as licençasprêmio cujo direito tenha adquirido.afastamento para ocupar cargo em comissão ou para servir em outro órgão ou entidade. caberá à chefia do servidor decidir por seu gozo por inteiro ou parceladamente. § 5º Não se concederá licença prêmio ao servidor que.todos os tipos de afastamentos ou licenças sem remuneração. § 3º A licença prêmio pode ser usufruída em até 6 (seis) períodos de 15 (quinze) dias.de 25 a 32 faltas . 116. a soma dos afastamentos ou ausências relacionadas abaixo não poderão ultrapassar 30 (trinta) dias: I . Art. quando o servidor contar.

observar as normas legais e regulamentares. Art. Art.Interrompida a prescrição. São deveres do servidor. devidamente comprovado. 125.atender com presteza: . É proibida a acumulação de férias. 122. II . Art. O recurso será dirigido à autoridade que tiver expedido o ato ou proferido a decisão. O prazo para interposição de recurso é de 15 (quinze) dias.ser leal às instituições a que servir. a contar da publicação ou da ciência. 129. na repartição.cumprir as ordens superiores. 134. São contínuos e peremptórios os prazos estabelecidos neste capítulo. a qual encaminhará o recurso para apreciação pela autoridade competente. de sua condição funcional: I . 130. É assegurado ao servidor o direito de requerer ao Poder Público. quando o ato não for publicado. III . Art. TÍTULO XII DO DIREITO DE PETIÇÃO Art. 120. além dos que lhe cabem em virtude de seu cargo. salvo por imperiosa necessidade do serviço e pelo prazo máximo de 2 (dois) períodos. interrompem a prescrição. excluídas vantagens pecuniárias transitórias. no período aquisitivo. 127. da decisão recorrida e o prazo para demais atos a serem praticados pelo servidor é de 10 (dez) dias. sendo que o valor de 1/3 (um terço) das mesmas deverá ser pago no seu início. § 2º Todos os servidores não cobertos pelo regime próprio de previdência social serão. Art. em geral. TÍTULO XIII DO REGIME DISCIPLINAR CAPÍTULO I DOS DEVERES Art. o prazo começará a correr na integralidade. 124. 133. desempenho de mandato eletivo e por motivo de afastamento de cônjuge se superiores a 30 dias. houver gozado das seguintes licenças: I . quanto aos atos de demissão. crédito e resultantes das relações funcionais. Art. TÍTULO XI DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Art. conforme lei vigente. § 1º O servidor exclusivamente ocupante de cargo em comissão não terá direito aos benefícios do plano de previdência municipal.exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo. 121. juntamente com a remuneração mensal. O direito de requerer se extingue: I . 123.motivo de doença em pessoa da família superior a 60 (sessenta) dias. A administração deverá rever seus atos. Art. salvo disposição legal em contrário. quando cabíveis. Art. pelo interessado. exceto quando manifestamente ilegais. Art. nos demais casos. ainda daqueles que afetem interesse patrimonial. Art. O pedido de reconsideração e o recurso. quando eivados de ilegalidade. Parágrafo Único . ao servidor ou ao procurador por ele constituído. a qualquer tempo. pelo interessado. obrigatoriamente. IV . 128. 132. atestada a necessidade pelo chefe imediato do servidor. ficam assegurados os benefícios do sistema de Previdência dos Servidores Públicos de Santana de Parnaíba. Art. Parágrafo Único . segurados do Regime Geral de Previdência Social. Para o exercício do direito de petição. Perderá o direito as férias o servidor que. salvo motivo de força maior. 119. Art. o servidor terá direito à remuneração do mês do afastamento. no dia em que cessar a interrupção. 126. V .§ 3º Durante as férias.tratamento de saúde superior a 180 dias. Art. em defesa de direito ou de interesse legítimo. é assegurada vista do processo ou documento. III .em 5 (cinco) anos. O requerimento será entregue no protocolo geral e encaminhado ao órgão municipal competente para apreciação e decisão. II . O servidor será cientificado da decisão que apreciar seu requerimento. A remuneração das férias será paga no mês subseqüente a sua fruição. emprego ou função e dos que decorrem. Caberá recurso contra a decisão que indeferir ou deferir parcialmente o pedido do servidor. Ao servidor efetivo e seus dependentes. II .em até 60 (sessenta) dias.O prazo de extinção será contado da data de publicação do ato impugnado ou data da ciência. de cassação de aposentadoria ou disponibilidade ou. 131. salvo quando outro prazo for fixado em lei.para tratar de interesse particular.

retirar. Ao servidor é proibido: I . XVIII .fazer circular listas ou abaixo-assinados de qualquer natureza no recinto da repartição. qualquer documento ou objeto da repartição. criticar ato do poder público. registro profissional ou inscrição em órgão de classe. c) às requisições para a defesa da Fazenda pública. terão como responsabilidade manter os registros válidos. § 5º Caso o servidor não efetue a comunicação da invalidação ou suspensão da habilitação. § 3º A suspensão ou invalidação das habilitações referidas no parágrafo anterior deverão ser comunicadas pelo servidor imediatamente após a sua ciência. b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situação de interesse pessoal. IX .opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou à execução de serviço.apresentar-se convenientemente trajado em serviço ou com o uniforme que for determinado em cada caso. de suas funções até a regularização. III .utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviço ou atividades particulares.cometer a pessoa estranha à repartição. sem remuneração.atuar como procurador ou intermediário junto a repartições públicas. XI . § 6º O tempo máximo de afastamento sem remuneração no caso dos parágrafos anteriores é de 6 (seis) meses.referir-se de modo depreciativo ou desrespeitoso às autoridades públicas ou aos atos do poder público. exceto com a devida autorização por escrito da chefia.promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição. II .ser assíduo e pontual ao serviço.manter conduta compatível com a moralidade administrativa. VII .recusar fé a documentos públicos. cônjuge. IV . § 2º Os servidores titulares de cargos cujas atribuições exijam licenças.proceder de forma desidiosa. será afastado imediatamente. X . VI . podendo.guardar sigilo sobre assuntos da repartição. sindical ou partido político. XVII . VII . XV . XVI . após o qual o servidor será demitido. § 1º A representação de que trata o inciso XII será encaminhada pela via hierárquica e obrigatoriamente apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada. em razão de suas atribuições. mediante processo administrativo no qual lhe sejam assegurados o contraditório e a ampla defesa.valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem.exercer. nessa qualidade. o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado. em detrimento da dignidade da função pública.tratar com urbanidade as pessoas.compelir ou aliciar outro servidor no sentido de filiação a associação profissional. XIII . V . CAPÍTULO II DAS PROIBIÇÕES Art. 135. XI . salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até segundo grau e de cônjuge ou companheiro. sem prévia anuência da autoridade competente. VIII . XIX . XIII . XII . porém. de sociedade civil. será afastado. respeitado o contraditório. companheiro ou parente até o segundo grau civil.participar de gerência ou de administração de empresa privada.a) ao público em geral.zelar pela economia do material e pela conservação do patrimônio público. sem prévia comunicação ao chefe imediato.levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo.receber propina.não se ausentar do serviço durante o expediente.ausentar-se do serviço durante o expediente.praticar usura sob qualquer de suas formas. IX . ressalvadas as protegidas por sigilo. transacionar com o município. VIII . ou exercer comércio e. prestando as informações requeridas.cometer a outro servidor atribuições estranhas às do cargo que ocupa. X . fora dos casos previstos em lei. e XIV . comissão. XIV . VI . sem remuneração.manter sob sua chefia imediata. mediante manifestação escrita ou oral. do ponto de vista doutrinário ou da organização do serviço em trabalho assinado. exceto em situações transitórias de emergências. XII . § 4º Na hipótese do servidor ficar mais de 30 (trinta dias) com a habilitação de sua atividade profissional suspensa ou inválida. . quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo e com o horário de trabalho.representar contra a ilegalidade ou abuso de poder. assegurando-se ao representado o direito de defesa. habilitações. presente ou vantagem de qualquer espécie.

Art. 142. ficará afastado de ambos os cargos efetivos.A proibição de acumular estende-se a cargos. doloso ou culposo. Parágrafo Único . SEÇÃO II DA ADVERTÊNCIA . dos Estados.dois cargos ou empregos de professor. declarada pelas autoridades máximas dos órgãos ou entidades envolvidos. os danos que dela provierem para o serviço público. As sanções civis. 143. A responsabilidade civil ou administrativa do servidor será afastada no caso de absolvição criminal que negue a existência do fato ou a sua autoria. nos termos do artigo 149 desta Lei Complementar. 140.multa. em outro cargo de confiança. Na aplicação das penalidades serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida. XXI .destituição do cargo em comissão ou função de confiança. 146.recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado. VI . O servidor ocupante de cargo em comissão poderá ser nomeado para ter exercício. III . nessa qualidade. emprego ou função. empresas públicas e sociedades de economia mista da União. A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo. IV . CAPÍTULO IV DAS RESPONSABILIDADES Art. São penalidades disciplinares: I . sem prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa.demissão. V . dos Territórios e dos Municípios. II . leituras ou outras atividades estranhas ao serviço. quando investido em cargo de provimento em comissão.cargo ou emprego de professor com outro técnico ou científico. do Distrito Federal. Art. penal e administrativamente. promover ou subscrever listas de donativos dentro da repartição. interinamente. Art. civil. 138. 137. § 1º A indenização de prejuízo causado ao Erário será liquidada na forma prevista no artigo 60 desta Lei Complementar. Fundações. CAPÍTULO III DA ACUMULAÇÃO Art. 144. Art.incitar greves.XX . empregos e funções em Autarquias. hipótese em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o período da interinidade.praticar atos de sabotagem contra o serviço público. § 3º A obrigação de reparar o dano estende-se aos sucessores e contra eles será executada. durante as horas de trabalho. XXII .suspensão. CAPÍTULO V DAS PENALIDADES SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.advertência.entreter-se. pelo exercício irregular de suas atribuições. sendo independentes entre si. É vedada a acumulação remunerada de cargos. XXIV . § 2º Tratando-se de dano causado a terceiros responderá o servidor perante a Fazenda Pública em ação regressiva. XXIII . Art. que acumular licitamente dois cargos efetivos. exceto quando houver compatibilidade de horários em relação a: I . II . 139. III . 145. penais e administrativas poderão cumular-se.cassação de aposentadoria ou disponibilidade. Art. Art. que resulte em prejuízo ao Erário ou a terceiro. A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputados ao servidor. A responsabilidade administrativa resulta de ato omissivo ou comissivo.dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde.exercer comércio entre os companheiros de serviço. em conversas. O servidor responde. as circunstâncias agravantes ou atenuantes e os antecedentes funcionais. empregos ou funções públicas. até o limite do valor da herança recebida. 136. praticado no desempenho do cargo. O servidor vinculado ao regime desta Lei. 141. Art. salvo na hipótese em que houver compatibilidade de horário e local com o exercício de um deles. com profissões regulamentadas.

147. salvo se a demissão fundamentar-se no artigo 150. V . uma vez cumprida à determinação. II . o servidor a permanecer em exercício pelo período de suspensão. X e XI do artigo 150. com direito a receber apenas a metade do valor devido pelo dia trabalhado. 148. incisos X a XVI. VIII . II . hipótese em que o servidor não poderá ter nova investidura em cargo público no Município. de falta punida com a advertência. SEÇÃO IV DA DEMISSÃO Art. durante o período de 12 (doze) meses. XIV . VI e XX desta Lei Complementar. que não excederá a 90 (noventa) dias.crime contra a administração pública. III.incontinência pública e conduta escandalosa. no prazo de 2 (dois) anos. V. neste caso. parágrafo único desta Lei Complementar. nos casos de: I . XI e XIII.insubordinação grave em serviço.A conversão da pena de suspensão em multa não retira o caráter da penalidade.por sentença condenatória transitada em julgado com pena cominada no regime fechado ou semi aberto. XVIII e XXIV desta Lei Complementar. IX . SEÇÃO III DA SUSPENSÃO Art.Art. I. incluídos sábados. IV. cessando os efeitos da penalidade. que será registrado nos assentos do servidor com a natureza de suspensão. desta Lei Complementar.acumulação ilegal de cargos.em caso de violação de proibição ou dever cuja transgressão.aplicação irregular de dinheiro público. Art. A advertência será aplicada por escrito. injustificadamente. Art. empregos ou funções públicas. A demissão do servidor ocupante de cargo de provimento efetivo ou destituição do cargo em comissão nos casos dos incisos IV. será aplicada: I .improbidade administrativa. Configura abandono de cargo a ausência do servidor ao serviço.transgressão do artigo 90. 150. XXI a XXIII desta Lei Complementar. não esteja sujeita às penalidades de demissão ou advertência. III . III.A pena de demissão será aplicada ao servidor que. ser convertida em multa. no período de 2 (dois) anos.lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio municipal. II. IV. II . a critério da autoridade julgadora.transgressão do artigo 135. Quando houver conveniência para o serviço. X . por mais de 30 (trinta) dias consecutivos.ofensa física. implica a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao Erário. 153. Art. XV .inassiduidade habitual. 154. IV .inobservância de dever funcional previsto em lei.em caso de reincidência. pelo prazo mínimo de 5 (cinco) anos. Parágrafo Único . que não justifique imposição de penalidade mais grave. 151. IX. VII a IX.Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que. sem causa justificada por 30 (trinta) dias.abandono do cargo.nos casos de violação de proibição constante do artigo 135. sem prejuízo de ação penal cabível. XII .Configura-se inassiduidade habitual a falta ao serviço. licença ou registro profissional exigidos para o exercício do cargo. tendo recebido esta penalidade nas duas oportunidades anteriores. I. a pena de suspensão poderá. conduta apenada com suspensão. domingos. A pena de suspensão. as quais não possibilitem o servidor de estar em liberdade para o exercício da atividade. XVII. salvo em legítima defesa ou defesa de outrem. Parágrafo Único . feriados ou descansos semanais remunerados. 149. pela terceira vez.corrupção.afastamento por mais de 6 (seis) meses em razão da suspensão ou invalidação de habilitação. VII . Art. em serviço. VIII.revelação de segredo apropriado em razão do cargo. XI . interpoladamente. XIII . Art. VI . XVI . . III . Parágrafo Único . XIX. obrigando-se. ao servidor ou a particular. recusar-se a ser submetido à inspeção médica determinada pela autoridade competente. correspondente à metade da remuneração. Parágrafo Único . desta Lei Complementar. O ato de imposição da penalidade mencionará sempre o fundamento legal e a causa da sanção disciplinar. A demissão será aplicada nos seguintes casos: I . X. praticar. observado o disposto nos §§ 2º a 6º do artigo 134 desta Lei Complementar. A demissão do servidor ocupante de cargo de provimento efetivo ou destituição de cargo em comissão incompatibiliza o exservidor para nova investidura em cargo público. 152.violação de proibição constante do artigo 135. regulamento ou norma interna.

julgamento. admitida a sua prorrogação por até quinze dias. A comissão lavrará. quando se tratar de suspensão de até 3 (três) dias.SUBSEÇÃO ÚNICA DO PROCEDIMENTO SUMÁRIO PARA APURAÇÃO DE ACUMULAÇÃO ILEGAL DE CARGOS Art. bem como promoverá a citação pessoal do servidor indiciado. para julgamento. quanto à suspensão. quanto à advertência. Parágrafo Único . na atividade.em 2 (dois) anos. subsidiariamente. Parágrafo Único .instauração. § 3º O prazo para a conclusão do processo administrativo disciplinar submetido ao rito sumário não excederá trinta dias. quando as circunstâncias o exigirem. destituição ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade em relação aos cargos. previstos nesta Lei Complementar. quando se tratar de suspensão de até 15 (quinze) dias.em 180 (cento e oitenta) dias. contados da data de publicação do ato que constituir a comissão. aplicar-se-á a pena de demissão. adotará procedimento sumário para a sua apuração e regularização imediata. III . parágrafo único desta Lei Complementar.em 5 (cinco) anos. IV . Caracterizada a acumulação ilegal e provada a má-fé. falta punível com a demissão.instrução sumária. 160. II . hipótese em que os órgãos ou entidades de vinculação serão comunicados. a autoridade julgadora proferirá a sua decisão. termo de indiciação em que serão transcritas as informações de que trata o artigo anterior. quanto às infrações puníveis com demissão. Art. Detectada a qualquer tempo a acumulação ilegal de cargos. o disposto no parágrafo único do artigo 195 desta Lei Complementar. e a descrição dos cargos. Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do servidor que houver praticado.pelo Prefeito ou pelo Dirigente Superior de Autarquia. observado o disposto no artigo 179.A portaria de instauração indicará o nome e matrícula do servidor. . assegurados o contraditório e ampla defesa: I . na hipótese de omissão. as disposições relativas à sindicância e ao processo administrativo. 158. empregos ou funções públicas. cassação de aposentadoria ou disponibilidade ou destituição de cargo em comissão ou função de confiança. indicará o respectivo dispositivo legal e remeterá o processo à autoridade instauradora. quando for o caso. III . aplicando-se. no que lhe for aplicável.pelo Prefeito ou pelo Dirigente Superior de Autarquia. em que resumirá as peças principais dos autos. mediante sindicância. a comissão elaborará relatório conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. para. observando-se. do horário de trabalho e do correspondente regime jurídico. dos órgãos ou entidades de vinculação.pela chefia mediata. § 1º Apresentada a defesa. das datas de ingresso. A ação disciplinar prescreverá: I . a ser composta por três servidores. Art. SEÇÃO V DA CASSAÇÃO DE APOSENTADORIA OU DISPONIBILIDADE E DA DESTITUIÇÃO DE CARGO EM COMISSÃO E FUNÇÃO DE CONFIANÇA Art. § 2º No prazo de 5 (cinco) dias. § 4º O procedimento sumário rege-se pelas disposições deste artigo. cujo processo administrativo disciplinar se desenvolverá nas seguintes fases: I . contados da data da ciência e. mediante processo administrativo. III . SEÇÃO VI DAS AUTORIDADES RESPONSÁVEIS PELA APLICAÇÃO DAS PENALIDADES Art. hipótese em que se converterá automaticamente em pedido de exoneração do outro cargo. empregos ou funções públicas em regime de acumulação ilegal.A destituição de cargo em comissão ou função de confiança será aplicada nos casos de infração de dever legal ou de proibição que implique quebra da confiança. 161. As penalidades disciplinares serão aplicadas. quando se tratar de suspensão de até 15 (quinze) dias. II . 155. Art. no prazo de 5 (cinco) dias. contados do recebimento do processo. empregos ou funções públicas em situação de acumulação ilegal. CAPÍTULO VI DA PRESCRIÇÃO Art. § 1º O prazo de prescrição começa a correr da data em que o fato se tornou conhecido. apresentar defesa escrita. assegurando-se-lhe vista do processo na repartição. cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de cargo em comissão. que compreende indiciação. advertência ou multa com a devida fundamentação. a chefia imediata do servidor o notificará para apresentar opção no prazo improrrogável de 10 (dez) dias. A opção pelo servidor até o último dia de prazo para defesa configurará sua boa-fé. até três dias após a publicação do ato que a constituiu. defesa e relatório. ou por intermédio de sua chefia imediata. opinará sobre a licitude da acumulação em exame. 157. 159. II . com a publicação do ato que constituir a comissão.pelo Prefeito ou pelo Dirigente Superior de Autarquia quando se tratar de demissão. 156.

arquivamento do processo. Art. . por falta de objeto. em linha reta ou colateral.A apuração de que trata o caput. 165. aplicam-se às infrações disciplinares capituladas também como crime. o prazo começará a correr.Quando o fato narrado não configurar evidente infração disciplinar ou ilícito penal. Art. 167. será ele cientificado para. que escolherá dentre eles o presidente. 170.§ 2º Os prazos de prescrição previstos na Lei Penal. 162. As denúncias sobre irregularidade serão objeto de apuração.Compete ao superior hierárquico do servidor comunicar o fato às autoridades indicadas neste artigo. sempre que a infração não estiver suficientemente caracterizada ou definida a autoria. opinando pela instauração de processo administrativo. podendo ter vista dos autos na repartição.quando não for obrigatório o processo administrativo disciplinar. § 1º Da sindicância poderá resultar: I . até a decisão final proferida por autoridade competente. TÍTULO XIV DO PROCESSO DISCIPLINAR CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. será promovida. pessoalmente ou por procurador. 172. Parágrafo Ú n i c o . salvo delegação específica do Prefeito a órgão diverso. Art. uma vez encerrado o prazo de 120 (cento e vinte) dias para a conclusão do processo administrativo. pela aplicação da pena cabível ou pelo arquivamento. Será obrigatório o processo administrativo quando a falta disciplinar. por Comissão Permanente Processante ou Comissão de Sindicância. 163.como preliminar de processo administrativo. consanguíneo ou afim. por sua natureza. 164. dentro de 5 (cinco) dias. conforme o caso. pelo Secretário responsável pela gestão de pessoal ou pelo Prefeito. a denúncia será arquivada. até o terceiro grau. ou que tenha relação indireta com as atribuições do cargo em que se encontre investido. O processo administrativo é o instrumento destinado a apurar as responsabilidades do servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições. § 2º Decorrido o prazo de que trata o § 1º deste artigo. Instaurar-se-á sindicância: I . Art. assegurados ao acusado o contraditório e a ampla defesa. 166. Parágrafo Único . II .instauração de processo administrativo disciplinar. § 3º A abertura de sindicância ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição. cônjuge. 171. possa determinar a pena de suspensão por mais de 15 (quinze) dias. por solicitação da autoridade a que se refere. A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a requerer a sua apuração imediata mediante sindicância ou processo administrativo. que poderá delegar a competência para o Secretário responsável pela gestão de pessoal. Interrompido o curso da prescrição. a critério da autoridade superior. de destituição de cargo em comissão e de cassação de aposentadoria ou de disponibilidade. Parágrafo Único . 168. que deverá ser bacharel em Direito. 169. Art. III . Parágrafo Único . que deverá ser bacharel em Direito. II . É competente para determinar a instauração de processo administrativo o Prefeito. a comissão elaborará o relatório em que examinará todos os elementos da sindicância. de demissão. que escolherá dentre eles o presidente. deverá ser ouvido o sindicado. oferecer defesa escrita. designada pela autoridade competente.aplicação de penalidade de advertência ou suspensão de até 15 (quinze) dias. Art. É competente para determinar a instauração de sindicância o Prefeito. CAPÍTULO III DO PROCESSO ADMINISTRATIVO SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. CAPÍTULO II DA SINDICÂNCIA Art. O processo Administrativo será conduzido por comissão composta por no mínimo três servidores. na integralidade. § 1º Concluída a produção de provas ou a oitiva do sindicado. assegurados o princípio do contraditório e da ampla defesa. designada pela autoridade competente. A sindicância será conduzida por comissão composta por no mínimo 3 (três) servidores. companheiro ou parente do acusado.Não poderá participar de comissão de processo administrativo. § 2º O prazo para conclusão da sindicância não excederá 30 (trinta) dias. desde que contenham a identificação e o endereço do denunciante e sejam formuladas por escrito. Colhidos os elementos necessários à comprovação dos fatos e da autoria. preservadas as competências para o julgamento que se seguir à apuração. ambas vinculadas à Secretaria Municipal responsável pela gestão de pessoal. podendo ser prorrogado por igual período. Art. Art.

Parágrafo Único . 173. em carta registrada. desobrigadas pela parte interessada. A comissão de processo administrativo exercerá suas atividades com independência e imparcialidade. § 1º Se o parentesco das pessoas referidas for com o denunciante. determinando a citação do acusado e a notificação de testemunhas. ainda. recusar-se a fazê-lo o ascendente ou descendente. § 1º Concluída a inquirição das testemunhas arroladas pela comissão. poderá o Presidente da Comissão decidir pela oitiva em uma única audiência. Art. ministério. ainda que legalmente separado. por termo. com a publicação do ato que constituir a comissão processante. ou o filho adotivo do acusado. . as datas em que as publicações foram feitas.Art. § 2º São proibidas de depor as pessoas que. Findo o prazo referido no artigo anterior. a mãe. será interrogado. Art. o afim em linha reta. assegurado o sigilo necessário à elucidação do fato ou o exigido pelo interesse da Administração. O processo administrativo se desenvolve nas seguintes fases: I . nos autos do processo e devolverá o prazo para a defesa. 185. Art. Parágrafo Único . Comparecendo o acusado. em mais de uma audiência. se o caso. obter-se ou integrar-se a prova do fato e de suas circunstâncias. ficando dispensados do ponto. § 2º As reuniões da comissão serão registradas em atas que deverão conter o interrogatório. II . independente de notificação. o cônjuge. prorrogável por mais 30 (trinta) dias. Parágrafo Único . Art. Considerar-se-á revel o indiciado que.Não tendo o acusado recursos financeiros. 177. 176. juntando-se ao processo o comprovante de registro. em seguida. se houver. terá suspenso o pagamento de sua remuneração até que compareça perante a Comissão e satisfaça essa exigência. entretanto. admitida a sua prorrogação por igual prazo. nos termos do artigo anterior. inserto por três vezes seguidas em jornal local. não sendo encontrado o acusado e ignorando-se o seu paradeiro. ou.As reuniões e as audiências das comissões terão caráter reservado. salvo se isto importar prejuízo à sua segurança. em número não superior a 5 (cinco) e as indicadas pelo acusado. Art. abrindo-se-lhe.julgamento. A testemunha não poderá eximir-se da obrigação de depor. no processo. o irmão e o pai. com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas e será acompanhada de cópia da portaria que lhe permita conhecer o motivo do processo e seu enquadramento legal. será designada audiência para oitiva das testemunhas de defesa. observada a exceção deste artigo. Art. § 3º Caso o número de testemunhas seja reduzido. 182. queiram dar o seu testemunho. O servidor público que se recusar a depor sem o devido fundamento. Ao acusado revel será nomeado defensor dativo.Deverá ser notificada a testemunha cujo depoimento for relevante e que não comparecer espontaneamente. seus membros dedicarão tempo integral aos seus trabalhos. Art. devam guardar segredo ou sigilo. § 2º As testemunhas poderão ser ouvidas. Havendo denunciante. regularmente citado. III . sendo notificado para tal fim. com requerimento.Ao acusado é facultado arrolar até 5 (cinco) testemunhas. sempre que possível. podendo ser representado por procurador durante a oitiva. prosseguindo-se os demais atos e termos do processo.instrução. 179. ficam elas proibidas de depor. os depoimentos das testemunhas e detalhar as deliberações adotadas. 180. em razão de função. O prazo para a conclusão do processo administrativo não excederá 60 (sessenta) dias. a contar da citação do acusado. contados da data de publicação da portaria de instauração do processo administrativo. podendo. salvo quando não for possível. O processo administrativo deverá ser iniciado dentro do prazo improrrogável de 8 (oito) dias. As testemunhas arroladas pelo acusado comparecerão à audiência designada. certificando o secretário. Art. defesa e relatório. reinquiridas ou acareadas. Art. será citado por via postal. independentemente da instauração de regular procedimento administrativo para apuração de falta disciplinar. o presidente designará dia e hora para audiência inicial. estando impossibilitado de obter defensor. por edital. este deverá prestar declarações. ser-lhe-á designado defensor dativo. 181. até a entrega do relatório final. e concluído no de 60 (sessenta) dias. § 1º A citação do acusado será feita pessoalmente. a menos que. SEÇÃO II DA INSTRUÇÃO. Art. será designada audiência de instrução e intimadas as testemunhas arroladas pela comissão. por outro modo. ofício ou profissão.É facultado ao acusado assistir a inquirição do denunciante sem quaisquer manifestações. quando as circunstâncias o exigirem. negando-se a constituir. Parágrafo Único . 183. 174. contados da data da portaria que determinar a instauração. § 1º Sempre que necessário. a citação far-se-á com o prazo de 15 (quinze) dias. DEFESA E RELATÓRIO Art. prazo de 5 (cinco) dias para oferecer defesa prévia. 184. § 3º O prazo a que se refere o parágrafo anterior será contado da última publicação. 178. Parágrafo Único . de produção de provas. 175.A revelia será declarada. Parágrafo Único . não comparecer à oitiva ou não apresentar defesa no prazo legal.instauração. Autuada a portaria e demais peças pré-existentes. § 2º Achando-se o acusado ausente da repartição. Art.

no prazo de 15 (quinze) dias. abrandá-la ou isentar o servidor de responsabilidade. propondo a absolvição ou a punição e indicando. Art. Art. o acusado será cientificado para que.Quando as acusações forem pertinentes ao processo. reabrindo-se-lhe prazo para produção de provas. terá o acusado ou seu procurador. os impedimentos a que se refere o artigo 183 desta Lei Complementar. a autoridade determinará o seu arquivamento. 193.Sendo necessário o concurso de técnicos ou peritos oficiais. em relação a cada acusado as irregularidades que lhe forem imputadas. desta Lei Complementar. Em qualquer fase do processo. a comissão. a autoridade julgadora declarará a nulidade total ou parcial do processo e ordenará a constituição de outra comissão para instauração de novo processo. querendo. § 1º A autoridade indicada neste artigo. que entender de interesse do serviço público.O julgamento fora do prazo legal não implica nulidade do processo. no curso do processo. a comissão apreciará. II. contados do recebimento do processo. acaso aplicada. agravar a penalidade proposta. o processo administrativo será remetido.Reconhecida pela comissão a inocência do servidor. Art. ficando um traslado no setor de administração de pessoal. na repartição. se requerer. Parágrafo Único . a autoridade julgadora poderá. também. O Presidente da Comissão indeferirá o requerimento manifestamente protelatório ou de nenhum interesse para o esclarecimento do fato.Quando a infração estiver capitulada como crime. em seu relatório. observados. sem prejuízo da remuneração. as razões de defesa. será concedido à Comissão Processante o prazo máximo de 20 (vinte) dias para cumpri-la. ainda que não concluído o processo. poderá o presidente da comissão ordenar diligências que se lhe afigurem convenientes. CAPÍTULO IV DO AFASTAMENTO PREVENTIVO Art. manifestar-se-á o acusado no prazo de 5 (cinco) dias. com 2/3 (dois terços) de sua remuneração. Parágrafo Único .Ocorrida a exoneração de que trata o artigo 25. por cópia. 189. 188. 187. a Comissão. Parágrafo Único . No prazo de 30 (trinta) dias. Art. vista dos autos em presença do secretário ou de um dos membros da comissão. se for o caso.o seu afastamento do exercício do cargo. Art. Encerrada a fase probatória. poderá determinar a realização de diligência. Verificada a existência de vício insanável. pelo prazo de até 60 (sessenta) dias: I . Art. o processo será encaminhado ao Prefeito para decisão. findo o qual cessarão os seus efeitos. ao Ministério Público para instauração de ação penal. SEÇÃO III DO JULGAMENTO Art. É permitido à Comissão tomar conhecimento de argüições que. § 1º. Art. Art. Parágrafo Único . oficiando a autoridade. Parágrafo Único . neste caso. II . 190. o Presidente da Comissão requisitá-los-á a quem de direito. § 1º No relatório. 192. Relatado.o seu afastamento da função. § 1º O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo. apresentará seu relatório. quanto aos técnicos e peritos. em caso contrário. 196. motivadamente. na hipótese do inciso II deste artigo. salvo se flagrantemente contrária à prova dos autos. o acusado será intimado das novas imputações. apresente alegações finais no prazo de 5 (cinco) dias. Extinta a punibilidade pela prescrição. 194. ou aposentado voluntariamente. de ofício ou a requerimento do acusado. a autoridade julgadora determinará o registro do fato nos assentamentos individuais do servidor. 197. sempre que entendêla necessário ao esclarecimento dos fatos constantes do processo. salvo quando contrário às provas dos autos. as provas colhidas. A fim de que o servidor não venha a influir na apuração da irregularidade ou para evitar a continuidade de transgressões de natureza grave. 191. pelo Prefeito. Parágrafo Ú n i c o . § 2º Determinada a diligência. após o oferecimento das alegações finais. 186. Art.Art. Parágrafo Único . O servidor que estiver respondendo a processo disciplinar só poderá ser exonerado a pedido.Durante os prazos. após a conclusão do processo e o cumprimento da penalidade. § 3º Sobre as provas resultantes da diligência. § 2º Caso o servidor seja inocentado fará jus ao recebimento de toda a remuneração devida no período. 195. O julgamento se baseará no relatório da comissão. a quem de direito. o ato será convertido em demissão. sugerir quaisquer outras providências relacionadas ao processo instaurado. fundamentando a decisão. CAPÍTULO V DA REVISÃO DA SINDICÂNCIA E DO PROCESSO ADMINISTRATIVO . surgirem contra o acusado. § 2º Deverá. Parágrafo Único . Findo o prazo do artigo anterior e saneado o processo.Quando o relatório da comissão contrariar as provas dos autos. no prazo de 20 (vinte) dias. a autoridade instauradora do processo disciplinar poderá ordenar. a autoridade julgadora proferirá a sua decisão. também. "b". a pena que entender cabível.

contados do recebimento do processo. a todos os agentes públicos. III .aos servidores de que trata o artigo 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 198. A sindicância e o processo administrativo poderão ser revistos. o ônus da prova cabe ao requerente. Santana de Parnaíba. 212. indicando dentre eles o seu presidente. restabelecendo-se todos os direitos do servidor.Para os fins a que se refere este artigo. sem a prévia existência de cargo criado por lei. o requerente pedirá dia e hora para a produção de provas e inquirição das testemunhas que arrolar. salvo disposição em contrário. quando manifestamente improcedente. O requerimento de revisão será dirigido ao Prefeito. 206. Art. ficam o Prefeito Municipal. É vedado o ingresso de qualquer pessoa no serviço público municipal. a revisão será requerida pelo respectivo curador. das Autarquias e das Fundações. Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação. ausência ou desaparecimento do servidor.na parte disciplinar. de modo especial: I . de 5 de maio de 1995. V .aos servidores ocupantes de cargo público de provimento efetivo ou em comissão. Art. 205.Da revisão do processo não poderá resultar agravamento de penalidade. que requer elementos novos.Nos casos em que o pedido não for manifestamente improcedente. nomeação. designação. 200. 201. § 2º Na omissão do estatuto ou de lei específica que discipline os servidores públicos integrantes dos quadros do Magistério e da Guarda Municipal. de 1989. 209. § 1º Os Secretários Municipais fazem jus a férias. 207. Parágrafo Único . cargo. no que couber. II . A revisão ocorrerá em apenso ao processo originário. retroagindo seus efeitos a 1º de maio de 2011. salvo o disposto no inciso I deste artigo. II . ou fundacional. do Legislativo. Art. o presente Estatuto. A simples alegação de injustiça da penalidade não constitui fundamento para revisão. de 18 de dezembro de 1987. O prazo a que se refere o artigo 39. assim entendidos aqueles que exercem. no curso do qual a autoridade julgadora poderá determinar diligências. Art. contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo. terço de férias e décimo terceiro salário. Este Estatuto aplica-se: I . 199. Revogam-se as disposições em contrário.a Lei Complementar nº 1. Art. não lhes sendo aplicáveis as demais disposições deste Estatuto. Parágrafo Único . qualquer pessoa da família poderá requerer a revisão do processo. Art. I e § 2º será contado a partir da publicação desta Lei Complementar para os servidores que se encontrem em licença para tratamento de saúde. § 1º Em caso de falecimento. com base em parecer exarado pelo Presidente da Comissão Permanente Processante. § 1º. 204. Art. 210. Art. 202. que. Art. mandato. Art. Parágrafo Único . Aplicam-se aos trabalhos da Comissão Revisora. as normas e procedimentos próprios da instrução de processo administrativo. A comissão terá 60 (sessenta) dias para a conclusão dos trabalhos.Lei nº 2226.O prazo para julgamento da revisão será de até 30 (trinta) dias. aplicar-se-á. ainda não apreciados no processo originário. prorrogáveis por igual prazo. Julgada procedente a revisão. 203. Parágrafo Único . será declarada sem efeito a penalidade aplicada. por eleição. Art. quando as circunstâncias o exigirem. § 2º No caso de incapacidade mental do servidor. de 30 de junho de 2000.Lei nº 1195. 211. 208. Parágrafo Único .Lei nº 1423. o Prefeito designará Comissão Revisora constituída de 3 (três) servidores. poderá indeferir o pedido. de 09 de dezembro de 1986. 25 de maio de 2011. SILVIO ROBERTO CAVALCANTI PECCIOLI . IV . quando se aduzirem fatos novos ou circunstâncias suscetíveis de justificarem a inocência do servidor ou a inadequação da penalidade aplicada. a pedido ou de ofício. Art. TÍTULO XV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art.Art. suplementadas se necessário. O julgamento caberá à autoridade que aplicou a penalidade. No processo revisional. a Mesa da Câmara e os Dirigentes Superiores e das Autarquias e das Fundações autorizados a adequar o orçamento vigente às condições estabelecidas por lei.Na petição inicial. As despesas decorrentes da execução da presente lei correrão à conta de dotações próprias dos orçamentos vigentes do Executivo. supletivamente.Lei nº 1350. III . a qualquer tempo. ainda que transitoriamente ou sem remuneração. Art. emprego ou função nos órgãos ou entidades da administração pública direta. indireta.

STATUS Publicado no sistema em: 08/06/2011 Há alterações? sim Versão para impressão: imprimir http://www. PAULO DANILO TROMBONI Secretário Municipal de Negócios Jurídicos • ANTES DE IMPRIMIR este Ato Oficial. pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE.com.Prefeito Municipal Registrada em livro próprio e afixado no local de costume na data supra.br .leismunicipais.

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