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Primavera - Apostila

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Planejando e Programando com o

Primavera Project Planner
Versão 3.1

Volume I - Básico

Serviços Técnicos de Engenharia e Informática Ltda.
Representante da Primavera Systems, Coade Engineering e Operation Technology Inc. no Brasil

Índice

Capítulo
1.0 2.0 3.0 4.0 5.0 6.0 7.0 8.0 9.0 10.0 11.0 12.0 13.0

Descrição
Fundamentos do Planejamento de Projetos Organização do Primavera Project Planner Iniciar o Primavera Entrada de Dados de Atividades Cálculo de Programação Calendários e Restrições Organização de Dados Layouts Recursos e Custos Relatórios Criação de Plano de Referência - Plano Meta Atualizar um Projeto Utilitários do Projeto

Capítulo 1

Fundamentos do Planejamento de Projetos

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I - Gerência de Empreendimentos Definição É a moderna ciência de manusear prazos, recursos e custos, para a consecução de um conjunto predeterminado de objetivos. Fases de um empreendimento A identificação das diferentes fases por que passa um empreendimento, pode apresentar aspectos e termos diferentes de empresa para empresa. Entretanto pode-se generalizar estas fases como as que se seguem abaixo: Estudo de viabilidade técnico econômica - Nesta fase é normalmente preparado um anteprojeto para que seja possível determinar a viabilidade técnica, e o levantamento preliminar dos custos envolvidos. Estes dois fatores permitem a quem de direito decidir se o projeto é viável e rentável, e merece ser executado. Obviamente em alguns casos apesar da rentabilidade ser nula ou negativa é necessário a realização do projeto. Este é o caso por exemplo de muitos dos projetos antipoluição. São executados por necessidade legal e não por sua rentabilidade. Planejamento - Nesta fase é efetuado o planejamento da execução do empreendimento, abordando os aspectos fundamentais: prazo, recursos e custos. É claro que no início do empreendimento as informações disponíveis são poucas; neste caso o planejamento é mais resumido, com enfoque nas grandes e principais atividades. A medida que o projeto prossegue mais informações são obtidas e o detalhamento do projeto vai crescendo, permitindo controle mais efetivo sobre a execução do empreendimento. Projeto - Nesta fase é elaborado o projeto básico e o projeto executivo de todo o empreendimento. O projeto ou conjunto de projetos é elaborado no detalhe necessário a construção, permitindo também o detalhamento do planejamento. Aquisição de materiais e serviços - Nesta fase são elaborados os contratos para aquisição de materiais e serviços. Obviamente esta aquisição só pode ser efetuada a partir de documentação gerada pelo projeto. Portanto esta fase está intimamente ligada ao desenvolvimento da fase de projeto Construção e Montagem - É a fase de transportar para a realidade do campo o produto do projeto. É uma fase inteiramente dependente das duas anteriores A fase de projeto produz os desenhos e especificações, e a de aquisição de materiais e serviços, a mão de obra e os materiais necessários Condicionamento de equipamentos e sistemas - É a fase em que são colocados em operação e testados equipamentos individuais ou sistemas envolvendo vários equipamentos. O condicionamento de todos os sistemas permite uma partida mais rápida e operação sem problemas de tudo que foi construído. Encerramento - É uma fase burocrática mas não menos necessária. Nesta fase são encerrados todos os contratos assinados, ajustados e acertados todos os compromissos financeiros envolvidos e elaborado um relatório final da execução do empreendimento. Este relatório pode vir a realimentar os bancos de dados das empresas envolvidas, acumulando experiência que serão reutilizadas em outros empreendimentos semelhantes. Porque é necessário o gerenciamento? A grande maioria dos projetos envolve diversas pessoas e empresas, materiais e equipamentos, assim como as mais diversas tecnologias. Para sua execução é portanto necessário um esforço conjunto e harmônico de todos. A coordenação necessária para uma execução eficiente de todas as atividades relacionadas à execução do empreendimento, levou a sistematização dos processos envolvidos, o que hoje é conhecido como Gerência de Empreendimentos. Todas as empresas e pessoas envolvidas no empreendimento exercerão, dentro de suas especialidades, suas funções da melhor maneira possível. Há uma necessidade entretanto, de alguém que trabalhe no “ meio de campo”, que faça a interligação de informações entre todos os envolvidos. É o gerente de empreendimento Pode-se comparar o gerente de empreendimento a figura do maestro que faz com que todos os componentes da orquestra toquem em conjunto harmônico. O gerente tem esta função. Fazer com que os componentes do empreendimento executem suas funções da melhor maneira possível, mas levando em conta o interesse maior do empreendimento. Em resumo pode-se afirmar que: Devido a: • Complexidade crescente dos projetos • interdependência entre especialistas e disciplinas • margens cada vez mais reduzidas devido a concorrência, É necessário: • Ter a visão global de todo o projeto,

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• Coordenar os esforços interdisciplinares • Administrar com um objetivo em mente O Meio Ambiente Os donos do projeto normalmente fixam prazos e custos extremamente apertados, pois estão investindo e querem retorno o mais rápido possível. Por outro lado o executante, seja contratado ou da própria empresa tem a tendência a fixar prazos folgados, porque não gosta de ser cobrado. A complicação aumenta quando se leva em conta que os fornecedores de material, tem seus prazos de execução e entrega fixados por aspectos que nada tem a ver com o empreendimento. O trabalho da equipe de gerência de empreendimentos é viabilizar as metas conflitantes para que o projeto atenda seu objetivo final. Não é uma tarefa fácil, e não são todas as pessoas que dispõem de capacidade para tal. Porque não há e não haverá nunca projeto com prazos folgados, sem limites orçamentários e sem fixação de um nível de qualidade aceitável. A gerência de empreendimentos compreende pois medidas de planejamento, de controle, de organização e de direção. O que é um Projeto Um projeto, para efeito de planejamento, é um grupo de atividades realizadas em um período definido, com recursos e custos específicos, para a consecução de um conjunto de objetivos. Assim: • É um evento único • Tem datas específicas para início e término • Tem orçamento definido • O escopo do trabalho é estabelecido pôr tarefas bem definidas • O produto final é preciso • Utiliza recursos II - Planejamento e Controle Embora grandes projetos tenham sido executados desde épocas remotas, a técnica de gerência de empreendimentos é relativamente recente. A primeira técnica usada na era moderna foi o diagrama desenvolvido por Henry Gantt em 1918, também chamada diagrama de barras. Esta técnica ainda é bastante usada nos dias atuais porque apresenta algumas vantagens tais como: • Fácil de desenhar • Intuitivo • Identifica início, fim e duração das atividades • Mostra as tarefas a executar em cada período Apresenta entretanto desvantagens que tornam o seu uso pouco recomendado em muitos projetos: • Não mostra a lógica ou seja a interdependência entre as atividades • É de difícil reprogramação • Não é adequado a projetos com muitas tarefas Em 1956 uma companhia americana, a Dupont desenvolveu uma nova técnica de planejamento, que eliminava algumas das desvantagens do diagrama de Gantt, porém implicava na necessidade de muitos cálculos. A existência já na época, de computadores, permitiu superar a deficiência, e o método assim desenvolvido chamado de Método do Caminho Crítico (CPM) é até hoje o mais usado em todo o mundo. Entre as vantagens do método CPM pode-se citar • Mostra a lógica entre atividades • É muito fácil de reprogramar • É de fácil visualização em escala de tempo E as desvantagens • Desenho trabalhoso • Menos intuitivo que o diagrama de Gantt • Demanda muitos cálculos A técnica CPM foi incrementada quando no final da década de 1950 os americanos desenvolveram o método chamado Program Evaluation and Review Technique ou simplesmente PERT, para a construção de seu primeiro submarino atômico. O PERT é semelhante ao CPM, mas permite um tratamento probabilístico às durações das tarefas. Com o maior desenvolvimento da informática esta técnica é hoje bastante difundida, e denominada PERT-CPM Vantagens • Mostra a lógica • Fácil de reprogramar

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• Trabalha com durações probabilísticas • Permite análise de riscos Desvantagens • Técnica mais elaborada exigindo treinamento • Necessário padrões de probabilidade • Demanda muito cálculo Fases do Planejamento e Controle Planejamento • • • • • • • Controle • • • • • • • Acompanhar o progresso e custos reais Comparar progresso e custos reais com as previsões Usar o plano básico como guia de decisões Atualizar e modificar o modelo do projeto com dados realísticos Informar os objetivos do projeto Avaliar a performance Prever, analisar e recomendar ações Estabelecer os objetivos do projeto Definir o escopo do trabalho Determinar a programação das atividades Estabelecer a organização da equipe responsável Estabelecer as necessidades e disponibilidades de recursos Determinar o orçamento básico Avaliar, otimizar e congelar o plano básico

Fluxograma de Planejamento e Controle
Fixar disponibilidade de recursos Emitir plano de recursos humanos

Determinar Objetivos do Projeto

Estabelecer datas para os marcos

Desenvolver a programação

Programação com limitação de recursos

Otimizar a programação

Definir escopo de trabalho - EAP

Definir atividades

Estabelecer estimativas de custo

Estabelecer o orçamento

Gerar o orçamento ajustado

Fase de Planejamento

Emitir o Fluxo de Caixa

Registrar o progresso (%) Congelar Plano Básico Registrar os custos reais Avaliar o desempenho Prever, analisar e recomendar ações

Fase de Controle Pag. 4

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Visão Geral do Planejamento de Projetos É necessário considerar que: • • • Os elementos primários da gerência de projetos são: programação, recursos e custos Os elementos são interrelacionados - mudança em um causa impacto nos demais O planejamento é acima de tudo um trabalho de equipe. Sem a participação de todos - planejadores, executantes, gerentes, o planejamento é falho e provavelmente não será útil ao gerente

III - O processo de elaboração de redes PERT/CPM 1 - Definição dos Objetivos É um dado de entrada para o planejamento. O objetivo é normalmente fixado pela direção superior da empresa ou pelo escopo de trabalho definido pela contratante. É função do planejamento, complementar este objetivo, definindo objetivos parciais ou marcos importantes, que tem que ser atingidos em diferentes etapas do projeto. 2 - Definir o escopo do trabalho e responsabilidades - EAP e EAO Uma fase fundamental do planejamento é a definição das duas estruturas básicas: a Estrutura Analítica de Projeto ou EAP, que nos permite saber o que deve ser feito; e a Estrutura Analítica Organizacional, que nos permite determinar por quem deve ser feito. O que é a EAP? É simplesmente uma divisão do objetivo a ser atingido, em objetivos cada vez mais simples e cada vez mais detalhados. Este método de partição sucessiva torna muito simples a definição das tarefas necessárias a construção de qualquer projeto. Imaginem que se deseja construir um novo carro. Quantas e quais são as atividades necessárias a construção desse carro. Não há a menor dúvida que uma listagem de atividades feita desse modo será falha. Alguma coisa será esquecida. Imaginem agora dividir o objetivo maior: o carro (Nível 1) em vários objetivos menores (Nível 2): Motor, Transmissão e Carroceria. O objetivo já foi diminuido, mas cada um dos três ainda é muito grande. Tomando como exemplo apenas o motor, pode-se dividi-lo em outros subobjetivos (Nível 3), como por exemplo: sistema de alimentação, sistema de resfriamento, sistema de lubrificação e sistema de combustão. Sem dúvida definir as tarefas para cada um desse 4 itens é muito mais fácil que antes. O processo continua até que seja atingido o nível onde se deseja realizar o controle. Este é nível de atividade. É o último nível da EAP. Este nível depende muito da visão do planejador. A firma que subcontrata um serviço atua em um nível da EAP mais elevado do que atuará a firma contratada para o serviço. A representação da EAP pode ser gráfica - em diagrama de blocos - ou descritiva. O diagrama de blocos é similar ao diagrama usado para representar a organização de uma empresa. Um exemplo da representação descritiva pode ser visto abaixo: Nível 1 1.1 1.1.1 1.1.1.1 1.1.1.2 1.1.1.3 1.1.2 1.1.2.1 1.1.2.2 1.1.2.3 1.1.3 1.1.3.1 Descrição Carro Motor Sistema de alimentação Tanque Bomba de gasolina Carburador Sistema de resfriamento Reservatório d’água Radiador Canais de resfriamento Sistema de lubrificação Carter

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Graficamente a representação de parte dessa EAP seria:

Carro

Motor

Transmissão

Carroceria

Alimentação

Resfriamento

Lubrificação

E assim sucessivamente desmembra-se o objetivo principal em seus níveis mais simples porém mais detalhados. Neste exemplo parou-se no terceiro nível, apenas para não estender demais a explicação. Nada impediria de detalhar mais a EAP. A EAP não serve apenas para descobrir as atividades necessárias ao projeto. Também para análise, a EAP é extremamente útil. Alguém pode estar interessado no controle do projeto “bomba de gasolina”, mas alguém acima dele precisa ver o sistema de alimentação como um todo e, outros todo o motor e, outros todo o carro. A EAP permite que se resumam progressos e previsões em qualquer nível facilitando assim enormemente a análise do desempenho do projeto. De maneira similar a EAP é necessário criar a Estrutura Analítica Organizacional - EAO, para que possa ser claramente atribuída a cada pessoa ou orgão, a responsabilidade por cada atividade. A EAO bem organizada fornece meios para que o fluxo de informações produzidas no planejamento, seja dirigido a quem de direito. Isto permite eliminar uma grande deficiência dos sistemas usados antigamente, que era a não seleção de informações. Todos recebiam todas as informações. Excesso de papel e em consequência pouco uso do conteúdo. A EAO tem pontos de semelhança com a estrutura organizacional da empresa porém não necessariamente é igual. O que importa é a estrutura dos orgãos ou pessoas realmente envolvidas no projeto. A representação da EAO de maneira análoga a EAP pode ser em diagrama de blocos ou descritiva. Ver abaixo um exemplo de EAO. Ítem 1 1.1 1.1.1 1.1.2 1.1.3 1.2 1.3 1.4 1.4.1 1.4.2 Descrição Projeto do Carro Setor de Projetos Eng. João Eng. Maria Desenhistas Sub-contratadas Fornecedores Setor de Controle de Qualidade Fiscal Antonio Fiscal Pedro

Trabalho 01 - Criar estruturas analíticas de projeto e organizacional Ver caderno de exercícios 3 - Definição da Rede

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O planejamento de um projeto, qualquer que seja o método usado, exige no mínimo as seguintes definições: • Definir o que deve ser feito, ou seja todas as atividades necessárias a execução do projeto. Foi visto anteriormente como a elaboração da EAP facilita a definição das atividades. • Definir a duração de cada atividade necessária ao projeto. É um dado estimado. Quando se faz um planejamento determinístico a duração escolhida é a que representa a melhor estimativa do planejador. É um número normalmente calcado em experiências anteriores Quando se faz um planejamento probabilístico trabalha-se com 3 durações: a otimista, a mais provável e a pessimista. O cálculo da programação se torna muito complexo, e só é viável com o uso de computadores.. • Definir a sequência em que as atividades serão executadas, ou as datas em que elas devem ser programadas. Quando se trabalha com o diagrama de Gantt usa-se as datas, quando se trabalha com redes PERT/CPM define-se a sequência de execução. O Primavera é um programa de planejamento com base em redes PERT/CPM. O Primavera produz também diagrama de barras ou de Gantt, a partir do cálculo das redes. Daqui por diante a análise será concentrada no método PERT-CPM Existem dois métodos para a representação do planejamento, usando-se o PERT-CPM. No método determinado ADM (Arrow Diagramming Method) ou método do diagrama de flechas, as atividades são representadas por uma linha unindo dois nós. Estes nós são denominados genericamente de nós I-J. Preparar a forma Concretar

10

20

30

A atividade Preparar a forma é a atividade 10-20, e Concretar é a atividade 20-30. Este método foi bastante utilizado no passado. Hoje não é mais. O método ADM apresenta duas grandes desvantagens: • Como não pode haver duas atividades com o mesmo par de nós, atividades em paralelo exigem que se criem atividades fantasmas. Ver exemplo. A atividade 20-25 é necessária para indicar a ligação entre a armação e a concretagem. Ela tem duração zero e é chamada atividade fantasma.

Preparar a forma

Concretar

10
Preparar a armação

20

30

15

25

Quando se tem atividades que tem que ser executadas parcialmente antes de começar a atividade seguinte, no método ADM é necessário quebrar a atividade em duas. Ver o exemplo de uma escavação. É necessário começar a escavação antes de escorar, mas não se pode concluir a escavação para fazer o escoramento. Em ADM seria necessário a seguinte representação: Escavar I Escavar II

10

20
Escorar

30 35

Estas duas desvantagens fazem crescer bastante o número de atividades pois os dois casos são comuns no planejamento. O outro método de representar a rede PERT-CPM é o denominado PDM (Precedence Diagramming Method) ou Método do Diagrama de Precedência. Neste método as atividades são representadas por uma caixa, enquanto seu relacionamento com as demais atividades é representado por linhas. Apesar deste método exigir a informação adicional das interligações ( no ADM os nós já identificam as interligações), ele é atualmente o mais usado no mundo inteiro. Veja os exemplos criados no ADM, representados como PDM.

Preparar a forma

Concretar

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Preparar a forma

Concretar

Preparar armação

SS 5

Escavar

Escorar

Na rede PDM existem 4 tipos de interligações entre as atividades: • Término-Início (em inglês FS) a atividade predecessora precisa ser concluída para que a sucessora seja iniciada. É a ligação mais comum, também chamada convencional. Quando o tipo de ligação não é explicitada entende-se que seja o convencional. • Início-Início (SS) - Um certo período após o início da atividade predecessora a sucessora pode ser iniciada. É o que foi usado no exemplo acima da escavação e escoramento.: SS 5 significa que 5 períodos após o início da escavação inicia-se o escoramento. • Término-Término (FF) -- Um certo período após o término da atividade predecessora a sucessora pode ser concluída. Como exemplo deste tipo de ligação pode-se citar: 4 dias após a conclusão das redes elétrica e hidráulica, o reboco das paredes deve estar concluído. • Início-Término (SF) - o início de uma atividade determina o término da sucessora Imaginem que por outras razões o início de operação de uma planta esteja fixado para uma determinada data. Esta data fixa o término das atividades de preparação dos operadores da planta. Este tipo de interligação embora exista, é o mais raramente usado. O traçado de todas as atividades e de suas interligações cria a chamada rede PERT-CPM. Trabalho 02 - Criar uma rede PERT-CPM Ver caderno de exercícios 4 - Cálculo da Rede Uma vez traçada a rede é necessário calcula-la. Calcular uma rede significa determinar as datas em que cada atividade deverá ser executada e sua folga respectiva. Dois tipos de datas são calculadas pela rede. As datas mais cedo e mais tarde de programação de execução. Ao todo 4 datas são calculadas: • IC - Início mais cedo (em inglês ES) - é a data mais cedo de início das atividades • TC - Término mais cedo (EF) - é a data mais cedo de término das atividades • IT - Início mais tarde (LS) - é a data mais tarde de início das atividades • TT - Término mais tarde (LF) - é a data mais tarde de término das atividades As datas mais cedo são calculadas percorrendo a rede desde a primeira atividade até a última. Por exemplo se houver duas atividades em sequência, a primeira com 10 dias de duração e a segunda com 5 dias de duração, as datas calculadas serão: Primeira atividade IC = 1 TC = 10 . O cálculo do término é IC + Duração - 1 Segunda atividade IC = 11 (1 dia após o término da primeira) TC = 11+5-1=15 As datas mais tarde são calculadas percorrendo a rede desde a última atividade até a primeira. No exemplo acima as datas mais tarde seriam: Segunda atividade TT = 15 IT = TT-Duração+1= 15-5+1=11 Primeira atividade TT=10 (1 dia antes do início da segunda) IT=10-10+1=1 A folga é calculada pela diferença entre as datas de término mais tarde e mais cedo Folga = TT-TC No exemplo acima a folga seria zero para as duas atividades Se houvesse uma imposição de término no exemplo acima, para o dia 16 as datas seriam Primeira IC=1 TC=10 IT = 2 TT= 11

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Segunda IC = 11 TC = 15 IT = 12 TT=16 E a folga das duas atividades seria 1 O valor da folga permite identificar três tipos de atividades: • Atividades comuns - São as que tem folga positiva • Atividades críticas - são as que tem folga zero. Qualquer atraso nestas atividades compromete o projeto como um todo. São as atividades que merecem atenção especial do gerente. • Atividades super-críticas - são as que tem folga negativa. Isto significa que válidas as condições do planejamento, as datas de conclusão não serão atingidas. O gerente tem que tomar providências e revisar o planejamento, para eliminar as folgas negativas. Embora a definição de folga crítica seja a que é igual a zero, na prática muitos gerentes costumam considerar críticas as atividades com folga pequena. O valor limite para a consideração de criticalidade varia de projeto para projeto e de gerente para gerente. O conjunto de todas as atividades críticas constituem o caminho crítico ou seja o caminho mais longo do projeto, aquele que determina sua duração. Trabalho 03 - Cálculo de uma programação Ver caderno de exercícios 5 - Estabelecer as necessidades e disponibilidades de recursos Toda atividade necessita de algum recurso para ser executada. Recursos podem ser de mão de obra, de material ou de equipamentos. A demanda de recursos para o projeto pode vir a determinar a duração do projeto. Caso a demanda seja maior do que a disponibilidade de recursos, algumas atividades terão que ser postergadas até que os recursos estejam disponíveis. Isto pode causar atrasos no projeto. Os recursos devem ser alocados a cada atividade. Normalmente indica-se qual o recurso e a quantidade necessária. Esta quantidade pode ser total ou por unidade de tempo. Assim podemos alocar 2 engenheiros por dia em uma atividade de 10 dias de duração, ou alocar diretamente 20 homens dia a atividade. A totalização dos recursos alocados a todas as atividades permite o estabelecimento de pelo menos 3 importantes planos para um empreendimento: • Plano de mobilização/desmobilização de recursos humanos • Plano de aquisição de materiais e equipamentos • Plano de mobilização/desmobilização de equipamentos Quando a demanda de recursos é superior a disponibilidade dos mesmos, uma técnica usada para a solução do problema é a do nivelamento de recursos. O nivelamento de recursos é uma operação complexa para execução, só sendo exequível com a disponibilidade de computadores. Pode-se executar o nivelamento do início para o fim do projeto ou ao contrário. No primeiro caso o nivelamento pode alterar as datas mais cedo das atividades, enquanto no segundo a alteração se dará nas datas mais tarde. Em que consiste a operação de nivelamento de recursos? Inicia-se com a primeira atividade e verifica-se se há recurso para ela. Se houver as datas calculadas de programação permanecem válidas. Em seguida examina-se as sucessoras da primeira atividade. Há recursos para todas? Se houver as datas programadas não mudam. Se não houver escolhe-se a atividade mais prioritária e alocam-se os recursos para ela. As sobras dos recursos vão para a de segunda priridade e assim sucessivamente. Quando não houver mais recursos suficientes para uma atividade, esta terá sua programação retardada até que, com a conclusão de alguma atividade, volte a ter recursos disponíveis. Normalmente o fator primeiro de prioridade é a folga. Quanto menor a folga maior é a prioridade. Obviamente se uma atividade for retardada por falta de recursos, todas as suas sucessoras também o serão pois a lógica da rede é mantida. O nivelamento estará concluído quando todas as atividades tiverem sido analisadas. O Primavera executa além da operação de nivelamento, uma outra de uniformização de utilização de recursos. Esta operação aproveita as folgas positivas de cada atividade para tornar a utilização de recursos mais uniforme ao longo do tempo, eliminando ao máximo picos e vales do histograma de utilização de recursos. A operação de uniformização não atrasa nenhuma atividade e tende a reduzir o pico de demanda de recursos. A uniformização permite dimensionar a equipe ótima para a execução do projeto. 6 - Determinar o orçamento básico Toda atividade para ser executada necessita de algum tipo de recurso. Como recursos têm custo toda atividade para ser executada necessita de recursos financeiros. Pelo fato do custo estar ligado ao dispêndio de recursos, a análise da demanda de recursos e de custos é feita de maneira similar.

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A preparação do orçamento para ser incluído no planejamento dentro das técnicas de PERT-CPM, deve ser efetuada com base nas atividades que serão necessárias a execução do projeto. Muitas vezes as técnicas de estimativa de custos levam em conta determinado enfoque do projeto que não parece estar ligado diretamente a nenhuma atividade. Parcelas como despesas indiretas, overhead, lucro, alguns impostos, podem ser incluídas no PERT custo, mas exigem alguns artifícios do planejador. Em economias com elevada taxa de inflação o controle de custos fica relegado a um segundo plano. As correções são de tal ordem que mascaram muitos resultados. Quando a inflação é baixa muita atenção deve ser dedicada ao controle de custos. As margens de segurança diminuem e o controle precisa ser mais rígido para enfrentar a concorrência ou garantir a rentabilidade de um projeto. Dois aspectos são importantes no controle de custos: • A previsão e o acompanhamento e controle do fluxo de caixa do projeto. Quanto foi previsto gastar e quando está sendo gasto. A previsão é relativamente simples de ser feita, mas a apropriação dos resultados pode ser mais difícil, pois em geral é feita segundo critérios contábeis, não ligados a unidade básica do planejamento que é a atividade. • Previsão e controle do orçamento em si. Qual o valor original, quais os empenhos efetuados, quanto ainda falta empenhar, quais as tendências dos custos de cada área do projeto. Dissídios, modificações de projeto, condições locais diferentes das previstas são exemplos de fatores que podem vir a modificar os custos de um projeto. Quanto se deseja controlar custos, o que é uma condição fundamental para um real controle do projeto, é necessário muito cuidado na determinação do nível da EAP onde pretende-se exercer o controle, ou seja o nível do que irá ser considerado atividade, pois em função desta determinação podem crescer em muito, os serviços de apropriação. 7 - Ajustar a programação Concluídos os trabalhos de programação, alocação de recursos e de custos está preparado o anteprojeto do planejamento. É necessário então uma análise do trabalho para verificar se os objetivos pre-fixados foram atendidos. • O prazo de execução é aceitável? • A demanda de cada recurso está abaixo ou igual ao disponível? • O fluxo de caixa está compatível com as disponibilidades financeiras da empresa? Se a resposta as 3 perguntas não é sim, é necessário modificar a programação ajustando-a de modo a tornar possível o atendimento aos objetivos. Iniciando pelo prazo, existem duas maneiras de se modificar o prazo para conclusão de um projeto. • Modificar a duração das atividades • Modificar a interrelação entre atividades Para modificar a duração das atividades podem ser consideradas as seguintes possibilidades: • Revisar simplesmente a duração. É o refinamento da estimativa • Modificar o calendário de execução. Prever regime de trabalho mais rígido. • Aumentar a quantidade de recursos alocados a cada atividade. • Aumentar a eficiência das equipes. Treinamento intensivo. • Modificar a tecnologia de execução. • Praticar a engenharia de valor • Transformar a rede em rede probabilística, atribuindo valores otimistas e pessimistas as durações, obtendo por cálculo valores mais prováveis e confiáveis. Modificar a interrelação entre atividades significa modificar o tipo de interligação de FS para SS ou FF, ou seja, transformar a ligação em série em ligações parcialmente paralelas. É evidente que nem sempre é possível tal mudança. Em caso de demanda excessiva de recursos as providências que podem ser tomadas para limitar a demanda às disponibilidades são: • Aumentar a duração das atividades que consomem mais recursos • Aumentar a eficiência das equipes. • Nivelar recursos. • Uniformizar a utilização de recursos aproveitando folgas. • Utilizar restrições para deslocar a utilização de recursos para ocasiões mais favoráveis • Aumentar a disponibilidade de recursos Finalmente em termos de custos, o que se pode fazer é similar ao que foi dito para recursos, além da possibilidade de defazar pagamentos em relação a realização das atividades. Feitos todos os ajustes necessários para garantir que os objetivos serão alcançados, dentro das condições previstas, a rede estará pronta, e a fase de planejamento encerrada. A rede assim obtida representa um caminho a seguir e deve ser usada como referência para avaliação do desempenho real do projeto.

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8 - Controle da execução do projeto Medições Iniciado o projeto é necessário que seja verificado se sua execução está transcorrendo dentro das condições previstas no planejamento, para que, em caso de desvios, o gerente possa ter elementos para tomar decisões e executar as mudanças necessárias. Para tal, periodicamente são feitas medições dos serviços executados. Estas medições são feitas em 3 áreas, a saber: • Para controle de prazos - devem ser medidas as seguintes variáveis: • Datas de início e término real da atividade • Percentual executado da atividade. • Duração remanescente para conclusão da atividade Podem ser medidos os dois últimos ítens ou apenas um deles. Neste caso o ítem não medido será calculado pelo programa. A medição do avanço das atividades pode ser feita por diversos critérios. A equipe do projeto deve escolher qual critério é o mais adequado as suas necessidades.. A escolha do critério é influenciada pela duração das atividades. Atividades medidas em horas não necessitam medição muito precisa, ao contrário do que seria necessário em atividades que duram meses. Entre os critérios possíveis pode-se citar: Critério 0 - 100% - Só se atualiza uma atividade após sua conclusão. Critério 50 - 50 % - Iniciada uma atividade considera-se 50 % concluida. Os restantes 50 % só quando a atividade for concluída. Critério 80-100% - Até 80 % considera-se o progresso da atividade proporcional a uma determinada variável, tais como: prazo transcorrido, quantidade de trabalho concluído, número de documentos emitidos etc... Os restantes 20 % só serão considerados após a conclusão da atividade. Critério Nível de Esforço - o progresso é proporcional ao dispêndio de recursos. Critério Marcos - Cada marco concluído representa um determinado percentual da atividade. • Para controle de recursos - devem ser medidas as seguintes variáveis: • Quantidade de recursos dispendida até a data da medição. • Quantidade de recursos necessária a conclusão da atividade. A apropriação de recursos é mais trabalhosa porque exige muito mais dados, se considerado que uma única atividade pode ter muitos recursos alocados a ela. O controle de recursos entretanto, fornece meios efetivos para um desempenho mais eficiente do projeto, sendo assim recomendável ser exercido, sempre que for viável. • Para controle de custos - devem ser medidas as seguintes variáveis: • Valores dispendidos até a data da medição. • Valores necessários a conclusão da atividade. A medição de custos está de certa forma ligada ao sistema contábil da empresa. Assim os custos devem ser alocados as atividades, de maneira que as medições possam ser obtidas dos dados contábeis, que são obrigatórios, facilitando assim ao serviço de apropriação. A maior dificuldade é que os objetivos do controle contábil não são os mesmos do controle de projetos. Cabe ao planejador fazer as adaptações necessárias no seu projeto. Os valores medidos devem ser introduzidos na rede, e em seguida a rede deve ser recalculada. É importante que as medições sejam sempre referidas a uma mesma data (ou hora) para que a re-programação decorrente seja consistente. Esta data de referência, no Primavera é denominada “Data dos Dados” (Data Date). Todas as atividades são re-programadas a partir da data dos dados e da duração remanescente de cada uma. Relatórios Os relatórios podem ser classificados basicamente em dois tipos: Relatórios de Programação - são relatórios onde são listadas as atividades que são previstas de serem executadas num próximo período. É a programação de trabalhos. Contem, de uma maneira geral, a identificação da atividade, as datas programadas para realização, durações, e recurso necessários a cada atividade. Relatórios de programação para recursos e custos fornecem a previsão de dispêndio de recursos ou de dinheiro, para o período escolhido. Relatórios de Análise - são relatórios que fornecem a gerência as informações necessárias a tomada de decisão. Contém em geral identificação da atividade, durações, datas, folgas e variância em relação ao Plano Meta de referência. Em termos de recursos e custos, comparam as previsões com a realização, salientando as variâncias. Em geral são seletivos, enfocando apenas atividades chaves, com folgas pequenas ou negativas, ou com variâncias negativas. Os dois tipos de relatórios podem ser em forma tabular ou gráfica. Normalmente os de programação são tabulares. Os gráficos em geral disponíveis em programas, são o diagrama de barras ou de Gantt, o cronopert, os histogramas de recursos ou custos e os diagramas de lógica de rede. Um outro tipo de gráfico bastante usado e

Capítulo 1 - Fundamentos do Planejamento de Projetos

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muito útil a análise de desempenho é a curva S (curva com abcissa em datas e ordenada em percentual previsto/realizado). Simulações Da análise dos relatórios o gerente tira as informações necessárias a possíveis revisões do planejamento, visando a correção de eventuais desvios. Entretanto é necessário que se tenha uma margem de segurança de que as medidas preconizadas possam produzir os resultados esperados. Por essa razão os modernos programas de gerenciamento de projetos, como o Primavera, permitem o preparo de simulações para uma visão antecipada das consequências de qualquer modificação no planejamento. Simulando-se vários cenários pode-se obter a solução otimizada para a solução dos problemas. A solução assim obtida é então implantada definitivamente no planejamento do projeto.

IV - Considerações Finais A implantação de um sistema de planejamento não é uma tarefa simples. Por suas próprias características o planejamento exerce uma certa vigilância em todos os setores, apontando falhas ou fraco desempenho. Isto causa em geral, problemas e muitas vezes resistência a implantação do planejamento. São muito importantes 4 fatores, para que o sistema de planejamento produza os resultados que dele se espera: • Responsabilidade - O responsável maior pelo planejamento deve ser o chefe • Trabalho de equipe - Não cabe ao planejador listar tudo que deve ser feito para a execução do projeto. O executante sabe melhor que ninguém as atividades necessárias e sua sequência de execução. Assim o planejamento deve ser um trabalho de equipe. • Atendimento a programação - o trabalho a ser executado deve ser o previsto na programação. Obviamente o executante pode e deve usar sua capacidade profissional, para modificar a programação, se as condições de momento assim o determinarem • Medições - As medições tem que ser feitas com atenção e de preferência pela própria equipe de execução, que tem melhores condições de avaliação do que foi executado.

Capítulo 1 - Fundamentos do Planejamento de Projetos

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Capítulo 2

Organização do Primavera

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Características de um programa de planejamento e controle Todo programa de planejamento e controle deve apresentar pelo menos as seguintes características: • Planejar - significa que o programa permite a entrada de dados para a criação de uma rede PERT/CPM, ou seja identificação das atividades, descrição, duração, recursos e custos a ela alocados. • Controlar - significa que o programa permite que as atividades sejam atualizadas a medida que o projeto progride. Os dados necessários a atualização são as datas reais de início e término da atividade, o percentual realizado, o dispêndio de recursos e custos, e as novas previsões para dispêndio de recursos e custos. • Organizar - significa que o programa permite selecionar, ordenar, grupar e sumariar atividades, mostrando assim somente o que se deseja ver, no formato necessário. • Comunicar - significa que o programa permite a emissão de relatórios tabulares e gráficos, no formato e com as informações desejadas pelo usuário, auxilia-lo na tomada de decisões. • Simular - significa que o programa permite a inclusão de soluções imaginadas pelo usuário, para que o mesmo possa antecipar o que irá acontecer com a implantação de tais medidas O Primavera Project Planner (P3) tem todas estas características e muitas outras que o tornam extremamente flexível e abrangente, para ser usado na gerência de empreendimentos. Sistema de gerenciamento da rede de usuários O P3 é um sistema multi-usuário. Deve portanto dispor de facilidades para gerenciamento da rede de usuários dentro dos padrões de segurança normalmente necessários. O gerenciamento da rede é feito com o uso do programa NETSET que faz parte do pacote do P3. Para acessar o Netset, clique no ícone Netset e entre com a senha. A senha inicial é a própria palavra Netset, mas poderá ser mudada pelo gerente da rede.

• • • • • • • •

Registrar usuários - para inscrever novos usuários no sistema ou remover antigos. Mudar a senha - ao entrar com o nome do usuário, o nome fornecido é a senha. Caso deseje muda-la use esta opção Mudar o dono do projeto - Dono do projeto é aquele usuário que criou o projeto. O dono do projeto tem o poder de estabelecer que usuários não privilegiados podem usar seu projeto, e com que direitos de acesso. Mostrar os usuários correntes - mostra que usuários estão no momento, acessando o P3. Mostrar números de série - mostra quais os números de série das cópias do P3 instaladas no computador. O número de cópias estabelece o número de usuários simultâneos do P3. Adicionar/Remover números de série - opção para acrescentar ao sistema novas cópias ou remover antigas. Atualizar números de série - para atualizar números de série quando novas versões são instaladas. Mudar a senha do Netset - para modificar a senha padrão (Netset)

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Registrar usuários

Os usuários Luiz e Solange são não privilegiados, isto é, somente têm acesso aos projetos cujo dono autorize. O usuário PRS é privilegiado e pode acessar qualquer projeto. O campo inferior se marcado, permite vários usuários usarem simultaneamente o mesmo nome. Mudar a senha do usuário

A senha original Luiz (igual ao nome do usuário será mudada para ABCD Mudar o dono do projeto

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Escolher a unidade de disco e o diretório onde está arquivado o projeto desejado. Todos os projetos armazenados no diretório escolhido serão apresentados na tabela inferior. O usuário PRS é o dono do projeto LABB. Ele pode determinar quem tem acesso a este projeto. Usar o botão Rede para mapear a unidade de disco da rede.

Escolher a unidade de disco que desejar mapear e o caminho para aquela unidade. A identificação dos campos está em português porque é definida em outro programa, e não no Primavera. Mostrar números de série

Uma única cópia esta instalada. Adicionar/Remover números de série

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Colocar o disco de instalação do P3 (disco 1) na unidade de disco selecionada e, clicar em Adicionar ou Remover. Mudar a senha do Netset

O administrador da rede estabelecerá a nova senha para o Netset.

Sistema de segurança Além do sistema de segurança assegurado pelo Netset, o P3 dispõe de dispositivos adicionais de segurança que são definidos em cada projeto. Os usuários não privilegiados tem seus direitos a cada projeto definidos pelo dono do projeto. Estes direitos são de 3 tipos: • Ler e Escrever - o usuário tem direito a fazer qualquer coisa no projeto • Ler Somente - o usuário não pode alterar nenhum dado do projeto. Pode apenas obter resultados • Restrito - o usuário tem acesso a parte do projeto definida por um filtro. Adicionalmente é também definido pelo dono do projeto que operações o usuário pode efetuar nas atividades filtradas.

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Na tela de Abrir Um Projeto clicar o botão Acesso para definir os direitos de acesso ao projeto, de usuários não privilegiados. Somente o dono do projeto pode acessar esta janela.

Pode-se ver nesta tela os três tipos de direitos de acesso, que podem ser atribuídos aos usuários não privilegiados. O direito de acesso Restrito, implica em dois tipos de definições: • Definir quais as atividades que podem ser acessadas pelo usuário - Usar Filtro • Definir que operações podem ser efetuadas naquelas atividades

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Filtro

Operações Restritas

Interconexões Entre projetos O P3 dispõe de um módulo que permite que se faça interligação entre projetos independentes. Algumas vezes circunstâncias especiais fazem com que dois projetos inteiramente independentes, tenham alguma coisa em comum, que torna necessário que a programação de algumas atividades de um projeto, seja dependente de atividades do outro projeto. Equipamentos especiais ou especialistas em determinadas funções são exemplos de condições que podem criar interdependência entre atividades de projetos independentes. No P3 este módulo é denominado Interproject Relationships e é acessado a partir do lista de programas do Primavera. O acesso ao módulo exige uma senha. A senha padrão é INTRPROJ. Esta senha pode ser modificada no Netset.

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Para cada interligação entre projetos criar um arquivo - Arquivo, Novo. O programa abre a janela mostrada a seguir. Na tabela superior definir os projetos que deverão ser interligados: • Escolher Projetos e, em seguida Adicionar • Definir a unidade de disco e o diretório onde está armazenado o projeto. • Selecionar o projeto desejado. Na tabela inferior definir as interligações entre atividades do projeto: • As interligações só podem ser do tipo Término-Início com defasagem zero. • Não há limites quanto ao número de interligações. • Podem ser impostas restrições do tipo Término mais cedo, as atividades

Com programas de planejamento e controle de terceiros O pacote do P3 inclui um programa denominado MPX Conversion, que permite exportar e importar projetos entre o P3 e o Microsoft Project. Notar que a importação/exportação se faz via arquivos com extensão MPX do MSP. É importante notar que, a estrutura de codificação do Primavera não pode ser exportada, pois o MSP não dispõe de facilidades para estruturação de projetos. Usar as facilidades de Ajuda, para identificar a correspondência entre variáveis do Primavera e variáveis do Microsoft Project. Na janela do programa conversor: • Escolher Arquivo. • Optar entre: • Converter programas do P3 para o MSP. • Converter programas do MSP para o P3. Qualquer das duas opções abre uma janela de origem para a conversão: • Escolher o projeto a ser convertido.

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Interface com o Microsoft P j

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Janelas de Conversão De, e Conversão Para. Com outros programas via ODBC O P3 pode receber ou enviar dados para todos os programas compatíveis com ODBC (Open Data Bank Connectivity). Todos os programas da Microsoft são compatíveis com ODBC, e portanto permitem a troca de dados com o P3. Pode-se assim usar os dados dos projetos P3, no Excel, no Word for Windows ou no Access. O pacote do P3 inclui um programa para elaboração de relatórios - ReportSmith, que é ligado ao P3 via ODBC.. Com outros programas da Primavera A Primavera é uma firma especializada em programas para gerenciamento de projetos. Os programas da Primavera são desenvolvidos dentro do conceito Gerência Concêntrica de Projetos, um esquema criado pela Primavera. A GCP é um sistema estruturado, integrado e com a escala adequada a todas as necessidades do gerente de projeto. A concepção da GCP é de um banco de dados central, com programas capazes de atender as necessidades específicas de cada gerente. Os programas desenvolvidos pela Primavera Systems, além do P3, são: • SureTrak Project Manager - é um programa com objetivos similares ao do P3, mas com menor abrangência e menores recursos. Destina-se a cálculo de redes PERT/CPM para controle de prazos, recursos e custos, de projetos médios e pequenos. Tem muitas das caracterísiticas do P3, tais como estruturação de códigos de atividade, recursos, capacidade de organização e layouts. Roda em ambiente windows. • Expedition - é um programa para controle de contratos. Contém diversas funções para este controle, tais como, controle de custos, de aditivos, de emissão de boletins de medição, de correspondência e de relatórios de obra. Inclui um módulo bastante forte, para controle do ciclo de aprovação de documentos técnicos de um projeto. Dispõe também de módulo para indexação coordenada de todo e qualquer tipo de documento relacionado a determinado assunto. Permite exportação e importação de dados com o P3, SureTrak, Excel e Access, Lotus e dBase. Roda em ambiente windows • Monte Carlo - é um programa para análise de riscos. Calcula redes PERT/CPM (prazos e custos), levando em conta probabilidades de variação em prazos, em recursos e em custos. É ligado ao P3 usando suas redes e devolvendo os valores mais prováveis de duração para cada atividade. Permite a gerência a análise dos riscos de cada projeto. Roda em ambiente windows • Webster - é um programa para atualização ou entrada de dados remotamente, utilizando-se da Internet ou Intranet. Toda uma equipe envolvida no planejamento e controle pode ter acesso a dados do projeto Primavera, sem necessidade do programa Primavera, que estaria localizado em um único ponto. • Datastore - é um programa para transferência de dados entre o P3 (que usa o Banco de Dados Btrieve) e o banco de dados Oracle. A versão atual permite a transferência do P3 para o Oracle. Versão prevista para 1997 permitirá o trafego de dados nos dois sentidos. • RA - é um programa que permite ao usuário preparar rotinas, para manusear dados do banco de dados do Primavera.

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Adicionalmente a Primavera desenvolveu, em parceria com terceiros, programas para interface com alguns dos principais programas de gerenciamento de empresas. Estão a disposição dos usuários, programas para interface com o SAP/R3, com Oracle Applications e Ban.

Programas Auxiliares O P3 inclui em seu pacote alguns programas auxiliares de bastante utilidade. Os mais importantes são: • Batch - é um programa que permite a execução de qualquer tarefa do P3, mediante a criação de arquivos textos com uma formatação adequada. É tão flexivel o sistema batch, que é possível operar, quase totalmente o P3, sem abrir o P3. Tudo pode ser feito via sistema batch. Para usar o sistema batch use o programa PRMBATCH.EXE, que está armazenado no diretório PROGLOC (em geral P3PROGS). As instruções para uso do sistema batch constam do CD-ROM do Primavera. Inserir o CD na unidade de disco e, escolher a opção Manuais On line do menu do P3arquivo. Quando acessar os manuais, escolha sistema batch. • Recuperador de arquivos - programa para recuperar arquivos de projetos danificados por qualquer razão. O nome do programa para recuperar arquivos é PFXW.EXE e está localizado no diretório PROGLOC. • Programa para desenhar - Primavera Draw - é um programa para a elaboração de desenhos similar a todos os programas do gênero. • Programa para textos ou gráficos- Primavera Look - é um programa para se ver na tela todo e qualquer relatório produzido pelo Primavera. Os arquivos textos criados tem a extensão .OUT, e os gráficos .HGL. Os arquivos textos podem ser em formato Texto Rico (Rich Text).

Requisitos de hardware O P3 roda em qualquer sistema 486, 33 Mhz, com 16 Mbytes de memória RAM, ou melhor. é recomendável uso de máquinas Pentium 133 Mhz (ou melhor) com no mínimo 16 Mbytes de memória RAM. O P3 é compatível com as seguintes redes: • Novell NetWare • NetWare Lite • Windows NT • Microsoft Windows for Workgroups • Microsoft Lan Manger

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• • • •

Pathworks LANtastic Banyan Vines IBM Lan Server

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Capítulo 3

Iniciar o Primavera

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Plano de Trabalho Antes de iniciar a operar o P3 para a elaboração do planejamento de um projeto, é importante que seja estabelecido um plano de trabalh,o que contemple tudo que deve ser feito para que esse planejamento seja mais eficiente. O plano de trabalho pode variar de projeto para projeto, mas em geral, deve conter os seguintes itens: • Definição clara dos objetivos • Definição das estruturas - estas estruturas serão a base do sistema de codificação no P3 • Estrutura Analítica do Projeto • Estrutura Analítica Organizacional • Definição dos diversos calendários de trabalho • Elaboração da rede • Definição das atividades - quais, duração e interligação e restrições • Definição dos recursos a serem utilizados em cada atividade • Definição dos custos envolvidos nas atividades • Definições básicas para o uso do P3 • Regras para sumariação • Regras para cálculo de recursos e custos - Autocost • Regras para cálculo de programação e nivelamento de recursos • Critérios para medição • Plano de Relatórios • Frequência • Conteúdo • Organização • Objetivo Somente após estas definições inicia-se a utilização do P3 no planejamento. Iniciar o Primavera Para iniciar o Primavera basta clicar no ícone do P3 Project Planner.

Ícone do Primavera Project Planner

A tela inicial do Primavera é mostrada a seguir.

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Barra de Menus

Nesta tela, além do menu de auxílio existem dois outros: Arquivo e Ferramentas

Arquivo Este menu contém as instruções para criar um projeto novo, abrir um existente, enviar ou receber correio eletrônico. Na parte inferior são apresentados os últimos 4 projetos abertos.

Ferramentas O menu de Ferramentas permite acessar os programas auxiliares Primavera Draw, Primavera Look, o Assistente para publicação de relatórios na Internet ou Intranet, os utilitários para projetos, e opções diversas. Os utilitários de projeto: Copiar, Apagar, Unir, Sumariar, Copia de Segurança e Restaurar serão vistos mais adiante.

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O menu de Opções permite a fixação de algumas regras gerais que serão o padrão para qualquer novo projeto aberto. É claro que todas as regras padrão poderão ser modificadas conforme o interesse do usuário do projeto.

As 3 primeiras opções serão vistas posteriormente, mas em resumo consistem em: • Regras do Cálculo Automático de Custos (Autocost) - é um conjunto de regras que regulam os cálculos de recursos e de custos. • Sumariação - O fator de ponderação para sumariar um conjunto de atividades é aqui definido. • Valor Obtido (Earned Value) - Determina-se os fatores para cálculos segundo a técnica do valor obtido. A opção inserção de atividades permite estabelecer um incremento automático para o identificador de atividades.

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A opção seguinte permite a definição da barra de ferramentas do P3.

O P3 dispõe da possibilidade de se definir o idioma a ser utilizado nos cabeçalhos dos layouts. Existe a opção de utilizar o idioma português versão brasileira.

A opção seguinte permite a mudança na senha utilizada para entrar no P3.

O conjunto padrão de códigos de atividades é definido na opção seguinte. Estes códigos serão analisados mais adiante.

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A última opção permite a abertura de projetos gerados na versão DOS do programa Finest Hour. Este programa é praticamente idêntico ao P3, mas os arquivos gerados têm a extensão FH ao invés de P3.

Abrir um projeto existente Após abrir o P3 clique em Arquivo, e Abrir. O programa apresenta a tela mostrada adiante.. A partir dessa tela pode-se definir: unidade de disco onde está o projeto, diretório do projeto, e qual projeto deseja-se abrir. Caso o usuário seja o dono do projeto, ele pode acessar a tela Acesso, e nela definir os direitos de acesso para os demais usuários não privilegiados, conforme visto no capítulo 2. Se desejar que nenhum outro usuário acesse o projeto enquanto você estiver usando-o, clique no botão Exclusivo. Caso deseje mais detalhes do projeto clique em Vista Geral (Overview) e veja os dados complementares do projeto - títulos, datas, número de atividades, metas, unidade de planejamento, e direitos de acesso.

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O botão Opções permite que se defina com que layout e com que filtro o projeto será aberto.

A conexão em rede é definida no botão Rede.

Criar um novo Projeto Para criar um novo projeto basta clicar em Arquivo, Novo

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Campos a preencher: • Nome do Projeto (obrigatório) - é constituido de exatamente 4 dígitos alfanuméricos. • Número/Versão (opcional) - identifica o número ou versão do projeto • Título (opcional) - é um título descritivo do projeto. • Nome da companhia (opcional) - identifica o proprietário do projeto ou a empresa que está executando o planejamento e controle do projeto. • Unidade de planejamento (obrigatório) - estabelece em que unidade será fornecida a duração de cada atividade. Pode ser: Hora, Dia, Semana, Mês. Uma vez estabelecida e criado o projeto só pode ser mudada se o projeto for copiado com outro nome. • Início do projeto (obrigatório) - é a data prevista para início do projeto. Pode ser modificada pelo usuário, a qualquer momento. • Dias úteis por semana (obrigatório) - determina o número de dias úteis por semana. Só tem utilidade em projetos medidos em dia. • Início da semana (obrigatório) - define o primeiro dia útil da semana. Não tem efeito em projetos com unidade de planejamento hora ou mês. • Imposição de término (opcional) - define uma data imposta para término do projeto. • Decimais (obrigatório) - fixa o número de decimais a ser usado em recursos e custos. O valor máximo é 100 milhões com 2 decimais, ou 1 bilhão sem decimais. Quando o valor for ultrapassado o P3 mostra o máximo possível. Após fornecer todos os dados clique OK para criar o projeto. Grupos de Projetos O P3 permite a criação de Grupos de projetos divididos em projetos. Um projeto é uma parte de um projeto maior chamado Grupo de Projetos, que pode ser manuseado como parte deste projeto maior (Grupo), ou como um projeto independente. A organização de Grupos de Projetos com projetos permite uma grande flexibilidade de uso do Primavera, possibilitando descentralização de utilização, com total integração e controle global. As últimas instruções da janela de criação de projetos, só são usadas em caso de criação de projetos pertencentes a um Grupo. • Adicionar ao Grupo de Projetos (obrigatório) - é necessário indicar a que Grupo de Projetos o projeto que está sendo criado, vai pertencer. O Grupo tem que ter sido criado préviamente. • ID do projeto (obrigatório) - todo projeto de um Grupo é identificado por um conjunto de dois dígitos, que serão os dígitos iniciais de todas as suas atividades. Estes dois dígitos podem ser uma combinação de: letra-letra, letra-número, número-letra. Considerando 26 letras e dez números pode-se criar 1196 projetos em um Grupo de Projetos. A passagem de campo para campo na tela de Criar um Projeto Novo, é feita com o auxílio do mouse ou teclando-se TAB. Caso os dados obrigatórios tenham sido preenchidos, teclar Enter faz com seja imediatamente iniciado o processo de criação do projeto. Criado o projeto, o P3 abre o layout padrão, já preparado para a criação da primeira atividade.

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Antes de iniciar a entrada de dados das atividades é recomendado criar os dicionários do P3. Trabalho 04 - Criar um novo projeto Ver caderno de exercícios Criar os Dicionários Dicionário de Códigos de Atividades Clique Dados e Códigos de Atividades Três tipos de códigos podem ser definidos: • Códigos de Atividades • ID da Atividade • Alias (Combinação de códigos) As regras para criação dos códigos de atividades e do ID das atividades são as mesmas. • •

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Códigos de atividades Códigos de atividades constituem a principal ferramenta para o sistema de organização de dados do P3. Os códigos permitem uma representação muito flexível da Estrutura Analítica de Projetos e Estrutura Analítica Organizacional. Também podem ser representados por códigos outros itens não ligados as estruturas, tais como, ítem do contrato, serviços adicionais, prioridades específicas etc.. O P3 permite a criação de 20 códigos de atividades. Os seguintes itens devem ser definidos: • Código - o conjunto de dígitos que representa o código. Por exemplo um código para responsabilidade poderia ser definido como RESP. • Comprimento - o número de dígitos para os valores do código. Por exemplo, se um dos responsáveis no projeto for o Pedro, e quisermos representar este valor com todos os dígitos, o comprimento do código deve ser 5. Nenhum código pode ter mais que 10 dígitos, e o total do comprimento de todos os códigos deve ser 64. • Descrição - é a descrição mais detalhada do código • Valores - são os diversos nomes que o código pode assumir • Descrição do valor - é a descrição mais detalhada do valor Usando as estruturas do exemplo do automóvel do capítulo 1, pode-se definir por exemplo os seguintes códigos (a definição abaixo contempla parte da estrutura): Código Comprim. Descrição Código do Valor CARR MO TR CA SR SA SL SP SC FO CQ Valores Descrição do Valor Projeto carro Motor Transmissão Carroceria Sist.Resfriamento Sist. Alimentação Sist. Lubrificação Setor Projetos Sub-contratos Fornecedores Controle Qualidade

PROJ COMP

4 2

Projeto Componente

SIST

2

Sistema

ORGA

2

Organização

Existem duas tabelas na Janela de Códigos de Atividades. A superior onde são definidos os códigos e a inferior onde são definidos os valores, para cada código selecionado na tabela superior.

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Botão 2

Botão 3

Botão 4

Botão 1
Na Janela de Códigos de Atividades existem alguns botões para a execução de funções complementares: • Botão 1 - Caso ligado, verifica se cada código atribuído a uma atividade, foi definido no dicionário. Caso contrário, abre uma janela para incluir. É recomendável deixa-lo ligado, pois evita erros de entrada de dados. • Botão 2 - Transferência - Permite a transferência do Dicionário de Códigos de Atividades de um projeto existente, para o projeto aberto. O dicionário transferido se sobrepõe a qualquer codificação criada. Todos os códigos de atividade, ID’s e Códigos Combinados serão transferidos. • Botão 3 - Imprime imediatamente, mostra na tela, ou salva para um arquivo, todos os códigos de atividades, ID’s das atividades e Códigos Combinados (Aliases) • Botão 4 - Verifica em todas as atividades, os códigos atribuídos e atualiza o dicionário. ID das Atividades O Identificador das atividades no P3 (ID), é constituído de um conjunto de até 10 dígitos alfanuméricos. Estes 10 dígitos podem ser divididos em até 4 grupos. Estes grupos podem ter algum significado, ou seja representar alguma codificação, aumentando assim o número de códigos do P3. Caso se deseje trabalhar com Grupo de projetos o grupo com os dois primeiros dígitos do ID tem, obrigatoriamente, que ser denominado SUBP. Estes dois dígitos caracterizarão o projeto pertencente ao grupo. Supondo que se esteja trabalhando com grupo de projetos e que se deseje usar outros dois dígitos para representar a área onde será executada a atividade. O ID ficaria assim representado: Código Comprim. Descrição Valores Código do Valor S1 S2 A1 A2 A3

Descrição do Valor Projeto 1 Projeto 2 Área 1 Área 2 Área 3

SUBP AREA

2 2

Projeto ID Área

SEQU

4

Sequencial

Um ID deste projeto seria por exemplo, S1A32345. Não é necessário definir valores para o sequencial. Na realidade não é necessário incluir o código SEQU. Pode-se numerar as atividades sem que este código seja definido. Caso não se deseje usar codificação no ID, pode-se deixar o dicionário dos ID’s em branco. Ver abaixo, o exemplo colocado no P3.

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Dígitos ainda disponíveis para codificação

Códigos Combinados O P3 oferece uma opção adicional de codificação: Códigos Combinados. É possível a combinação de até 5 códigos (de atividades ou ID’s, em um só). A limitação é que o número de dígitos dos diversos códigos usados para a combinação, não ultrapasse 10. Se por exemplo, fosse desejada a criação de um código combinado - CSOA, constituído pela combinação dos códigos Componente, Sistema, Organização e Área, a soma dos dígitos seria 8, e portanto possível. Este código CSOA poderia ser usado para a organização de dados do P3. Para criar um código combinado: • Clicar em Aliases. • Escolher um nome para o código • Indicar quais códigos serão usados na combinação • Clicar em OK • Definir os valores para o código combinado

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Tanto para códigos de atividades como para ID de atividade, existe uma coluna na tabela inferior a direita, onde pode-se fixar a sequência dos valores dos códigos. Esta sequência determina a ordem em que as atividades aparecerão, quando ordenadas pelo código em questão. O maior número sequencial é 254. Se não for fixada a sequência, o P3 coloca os valores em ordem alfabética. Estrutura Analítica de Projetos Além do sistema de codificação de atividades e ID’s, o P3 dispõe de facilidades para codificação da Estrutura Analítica de Projetos, no modelo clássico, conforme exemplificado na pág. 11 do capítulo 1. A codificação da EAP permite a organização de dados do projeto segundo o modelo da EAP. É útil porém menos flexível do que a estruturação proporcionada pelos códigos de atividade. Para acessar o dicionário da EAP: • Clicar Dados e em seguida EAP • Clicar em Estrutura para fixar quantos níveis terá a EAP. O P3 aceita estruturas com até 20 níveis.

• • • •

Fixar o número de dígitos em cada nível, e o separador entre os dígitos Clicar OK Entrar com os dados da EAP. No exemplo foram usados números, com 1 único dígito por nível. Poderia ter sido usado letras ou misto (número e letras). Aquí também pode-se transferir EAP de outro projeto para esse. A instrução Copiar permite a cópia de um conjunto inteiro de especificações da EAP, de um nível para outro. Assim, se desejasse criar um nível 1.2.2 similar ao nível 1.1.2, bastava clicar sobre o nível 1.1.2 e em seguida clicar em Copiar. O programa pediria a numeração do novo nível, e renumeraria os níveis subordinados. As descrições são no entanto, mantidas. Se necessário têm que ser modificadas uma a uma. Clicar OK

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Trabalho 05 - Criar um dicionário de códigos de atividades, e um dicionário para a EAP Ver caderno de exercícios Dicionário de Recursos Todo recurso a ser alocado as atividades deve ser definido no Dicionário de Recursos. Para acessar o dicionário :

• • • • •

Clicar Dados e em seguida Recursos Cada recurso deve ser definido por um código de até 8 dígitos. A unidade de medida é indicada para orientar o usuário nos relatórios. O programa não faz nenhum uso desta unidade A descrição complementa o código do recurso, com detalhes. Limites normal e máximo - representam a disponibilidade de recursos no projeto. Só é necessária se for previsto o uso de nivelamento de recursos.. A quantidade de recursos pode variar ao longo do projeto em até 6 períodos. O final de cada período é indicado na coluna Through. O início de cada período é a data da linha anterior.

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• • • • • •

Se for desejado o controle de custos a partir de recursos, indicar o custo unitário de cada recurso. O P3 usa o preço unitário para fazer o cálculo do custo global envolvido em cada recurso de cada atividade. É possível também variar o custo unitário do recurso, ao longo do projeto, em até 6 períodos. O Dicionário de Recursos pode ser transferido de outro projeto, poupando assim longo trabalho de digitação. A cada vez que se muda o custo unitário do recurso, o programa pergunta se é desejado recalcular os custos de cada recurso, em cada atividade. Os demais ítens do Dicionário de Recursos serão abordados com detalhes em outros capítulos. O número de recursos definidos no dicionário é ilimitado. A instrução Imprimir permite a impressão completa do dicionário

Dicionário de Centros de Custos O Primavera dispõe de facilidades para alocação dos custos das atividades em centros de custos previamente definidos. O sistema de centro de custos do P3 é constituído de dois grupos a saber: • Um grupo de 11 dígitos alfanuméricos, que é o centro de custo propriamente dito • Um grupo de 1 dígito alfanumérico, que é a categoria de custos O número de centros de custos é ilimitado. O número de categorias de custos é limitado em 36. Os 11 dígitos que constituem o centro de custo podem ser grupados em uma classificação inteligente, como por exemplo: os 3 primeiros definem o projeto, os 3 seguintes a unidade operacional, outros 2, a área, outros 2 o tipo de serviço, e assim sucessivamente. Este grupamento inteligente fornece recursos para relatórios de recursos e custos que atendem as diversas necessidades do usuário. Como regra geral, os centros de custos devem ser o mais próximo possível dos centros de custos do sistema contábil da empresa. Entre as categorias de custos mais comuns pode-se citar: Pessoal, Material, Equipamento, Sub-contratos. Ao alocar um recurso ou um custo a uma atividade pode-se incluir ou não o centro de custo respectivo. Caso seja incluído é recomendável que se defina o centro de custo completo, isto é, o centro de custo e a categoria de custo. Para acessar o Dicionário de Centros de Custos: • Clicar Dados e em seguida Centros de Custos

• • • • •

A tabela superior é para as categorias de custo, a inferior para os centros de custos Define-se os códigos para categorias ou centros de custos e os títulos. Se os títulos não forem definidos, somente os códigos aparecerão nos relatórios. O Dicionário de Centros de Custos pode ser transferido de outro projeto, poupando assim longo trabalho de digitação. A instrução Imprimir permite a impressão completa do dicionário

Trabalho 06 - Criar dicionários de recursos e de centros de custos Ver caderno de exercícios

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Área de Trabalho do P3 Existem dois modelos diferentes para a área de trabalho do P3: • Área de trabalho do diagrama de barras • Área de trabalho do PERT Área de trabalho do diagrama de barras Esta área é constituída de diferentes partes, que podem ser definidas pelo usuário. O usuário pode incluir ou modificar as seguintes partes: • Colunas - contém informações das atividades: ID, descrição, datas, etc.. • Diagrama de Barras - contém barras representando as atividades. O usuário pode definir que barras aparecerão na área: mais cedo, mais tarde, metas, barras personalizadas definidas pelo usuário etc.. Em cada barra podem ser acrescidas informações tabulares de dados das atividades.. As barras podem estar: • Isoladas, constituindo um diagrama de barras • Interligadas, constituindo um cronopert • Recursos/Custos - contém dados de alocação por período de recurso ou custos, para um recurso, um grupo de recursos ou todos os recursos. Pode ser apresentado como: • Histograma e curva acumulada • Tabela de valores Entre as áreas existem barras divisórias da tela que permitem ao usuário variar o tamanho de cada área. Basta clicar na barra e arrastar com o mouse, para uma nova posição. Agindo-se sobre as barras divisórias, na parte inferior ou lateral direita da tela, pode-se dividir, tanto a área de colunas como a de barras, em até 4 partes. Cada parte tem sua barra de rolagem separada, permitindo assim visão de diferentes partes da rede, distantes uma das outras.

Área das colunas

Área das barras

Barras divisórias

Área dos histogramas

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Clicar e arrastar aquí, para dividir verticalmente

Clicar e arrastar aquí, para dividir horizontalmente

A figura abaixo mostra uma tela dividida: colunas e barras em 4 partes.

Barras de rolagem independentes

Barras de rolagem independentes

Área de trabalho do PERT Nesta área as atividades são apresentadas de forma gráfica, ilustrando apenas a lógica da rede. Não há nenhuma escala de tempo. A área PERT permite praticamente as mesmas operações de entrada de dados que a área diagrama de barras permite. É possivel incluir atividades, modifica-las, apaga-las, incluir ou apagar interligações etc..

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Para acessar a área PERT, clicar Vista e, em seguida PERT, ou então clicar no ícone PERT trabalho PERT pode ser dividida em 3 partes: • Área da rede PERT • Área da vista geral da rede • Área de exibição de sequência lógica de uma atividade A figura abaixo mostra a configuração da área PERT

. A área de

Abaixo a mesma área PERT, com apenas duas divisões.

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E finalmente a mesma área dividida em 3 partes.

Área da rede PERT

Área da vista geral da rede

Área de exibição de sequência lógica de uma atividade

As barras divisórias entre as diferentes partes da área PERT permitem ao usuário variar o tamanho de cada parte. Basta clicar na barra e arrastar o mouse.

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Capítulo 4

Entrada de Dados das Atividades

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Dados das Atividades Atividade é a unidade de trabalho mais detalhada de um projeto. Ela contém todas as informações sobre o trabalho a ser realizado Em uma rede PERT/CPM os dados básicos obrigatórios para cada atividade são: • Identificador da Atividade - ID - é um conjunto de dígitos que identifica a atividade. É a chave para todos os bancos de dados do projeto. No P3, o ID é constituído por até 10 dígitos • Descrição da atividade - embora não seja um dado obrigatório é recomendado que se utilize a descrição mais pormenorizada da atividade para fácil identificação. No P3 pode conter até 48 dígitos. • Duração da atividade - é um número que indica quantas unidades de planejamento serão necessárias para a execução da atividade. • Interligações entre atividades - indica a sequência na qual as atividades devem ser executadas. Além dos dados obrigatórios acima, no P3, as atividades podem conter os seguintes dados adicionais: • Códigos • Códigos das atividades • Códigos combinados • Códigos EAP • Recursos - recursos necessários a execução das atividades • Custos - custos decorrentes da execução das atividades • Restrições - imposições de datas ou folgas a determinadas atividades da rede • Dados Personalizados - códigos adicionais para cada atividade ou cada recurso de cada atividade. • Observações - Informações complementares que que podem ser alocadas a cada atividade Métodos de Entrada de Dados das Atividades (exceto interligações) • • • Diretamente na Janela de Atividades na área do diagrama de barras Diretamente na área de Colunas de Atividades - é necessário que a atividade já tenha sido criada. Por cópia de outras atividades • Uso de Copiar e Colar • Uso de Fragnets, que são fragmentos de rede que são armazenados no P3, e podem ser introduzidos em bloco, em qualquer projeto. Métodos gráficos • Na área de trabalho do diagrama de barras - a duração pode ser fornecida graficamente. • Na área de trabalho PERT - a rede pode ser construída graficamente. Exportação/Importação - os dados podem ser importados de planilha Lotus 1-2-3 (ou compatível) ou de banco de dados dBase (ou compatível) Sistema batch - é um sistema onde os dados são fornecidos em formato texto. Há necessidade que os dados estejam em posições determinadas em cada linha do texto.

• • •

Entrada de Dados na Janela de Atividades na Área do Diagrama de Barras Antes de iniciar a entrada de dados das atividades, é necessário especificar as regras para inserção de atividades. Antes ou após entrar no projeto, clique em Ferramentas, Opções e Inserção de Atividades. A seguinte janela é aberta:

A ativação do campo superior faz com que o programa crie automaticamente o ID das atividades inseridas, usando o incremento fixado, a partir da última atividade inserida. Assim se por exemplo, o incremento arbitrado for 10, e a última atividade criada for PR100, a próxima atividade a ser criada terá ID igual a PR110.

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O segundo campo especifica se a Janela de Atividades deve ser aberta sempre que se crie uma nova atividade. Após a fixação das duas regras para inserção, abre-se o projeto desejado. Para criar uma nova atividade: • Clicar no botão da área de trabalho do diagrama de barras ou • Clicar em qualquer ponto em branco da área de trabalho, ou • Acionar a seta para baixo, a partir da última atividade já relacionada • Clicar em Inserir, e em seguida Atividade. O programa cria a atividade e aguarda o fornecimento do ID, ou automaticamente estabelece o ID. Caso desejado o ID automaticamente estabelecido, pode ser modificado.

Faixa indicando que uma atividade está sendo inserida

Campo para a descrição

Campo do ID Campo para duração

Janela de Atividades

Códigos das Atividades

Tipo da Atividade

Após o ID, os demais dados podem ser incluídos: descrição, duração original, códigos, e o tipo da atividade. As atividades podem ser dos seguintes tipos: • • Tarefa - especifique uma atividade como tarefa se não usar recursos, ou se, em caso de alocar recursos, eles usem o calendário da atividade e não seu próprio calendário Independente - Quando desejar usar calendários específicos para recursos, e considerar os recursos como controladores, a atividade será do tipo independente. O P3 programa atividade independente de acordo com a lógica da rede e com os períodos de trabalho dos recursos. O recurso que inicia mais cedo determina o início da atividade, e o que termina mais tarde, o fim da atividade. A duração é obtida por diferença. Os recursos não precisam ser alocados juntos, como numa equipe. São independentes. Combinada - Atividade em que os recursos alocados tem calendário diferente do calendário da atividade, mas todos os recursos tem que trabalhar em conjunto, formando uma equipe. O calendário usado é o resultante da coincidência de dias úteis de todos os calendários de recursos. Marco de início - atividade com duração zero, representando um evento importante de início Marco de fim - atividade com duração zero, representando um evento importante de término Sinalizador de início - atividade com duração zero, que sinaliza um evento importante de início. É similar ao marco de início, porém não entra no cálculo da rede e só tem predecessoras. Sinalizador de fim - atividade com duração zero, que sinaliza um evento importante de término. É similar ao marco de término, porém não entra no cálculo da rede e só tem predecessoras

• • • • •

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• •

Resumo (hammock) - é uma atividade que resume um conjunto de atividades entre as predecessoras e sucessoras definidas. Sua duração é calculada pelo programa. EAP - é uma atividade que resume um conjunto de atividades com algum código comum de EAP. Sua duração é calculada pelo programa.

Entrada de Dados área de Colunas de Atividades na Área do Diagrama de Barras Uma vez criada a atividade os demais dados podem ser inseridos nas colunas das atividades. Para isto siga o procedimento: • Clique em Formato, Colunas • Indique em cada linha da Janela de Colunas, que variáveis deseja incluir nas colunas. No exemplo abaixo foram especificadas colunas para: ID, descrição, duração original, e 3 códigos - Componente, Sistema e Organização. • Clique OK • Escolha a atividade e a coluna com o dado que deseja inserir. Um retângulo em negrito marca o dado. • Digite o valor desejado. • Tecle Enter.

O valor CP para o código Sistema, está sendo inserido Quando se entra com dados de atividades nas colunas de atividades, é possível a inserção de vários valores de uma mesma variável, para diversas atividades, de uma só vez.

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• • • • •

Marque todas as atividades onde serão inseridos os valores. Para isto basta clicar em cada atividade, mantendo-se pressionada a tecla Ctrl. Para marcar uma faixa contínua de atividades clique na primeira, e em seguida, na última mantendo pressionada a tecla Shift. Digite o valor que se deseja inserir. No exemplo acima o código FE será inserido nas 4 atividades marcadas. Tecle Enter. Clique em Editar, Preencher Células. O valor FE será copiado para todas as atividades.

Entrada de Dados por cópia de outras atividades Muitas vezes as redes incluem atividades iguais ou similares. Por exemplo, atividades de compra são praticamente iguais: • Emitir pedido de cotação • Preparar propostas • Analisar propostas • Colocar ordem Estas atividades repetem-se para cada material ou equipamento que for necessário adquirir. No P3 é possível efetuar a cópia de uma ou mais atividades, e em seguida, criar novo conjunto de atividades a partir desta cópia. Para isto siga as seguintes etapas: • Marcar as atividades que se deseja copiar

• •

Teclar Ctrl+C ou Editar e em seguida Copiar Teclar Ctrl+V ou Editar e em seguida Colar

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A seguinte janela é apresentada:

É necessário escolher a opção: • Renomear atividades - Quando se deseja criar novas atividades • Atualizar atividades com mesmo ID - Quando se deseja atualizar alguns dados de atividades existentes O botão Conteúdo permite que se veja quais atividades serão copiadas ou atualizadas. Adicionalmente existe um outro botão que permite ao usuário escolher se deseja copiar as interligações externas ao conjunto de atividades sendo copiadas. As interligações internas ao conjunto, são sempre copiadas. Existem 3 opções para renomear atividades: • Renomear todas as atividades - o usuário renomeia o ID das atividades uma a uma • Prefixo ou sufixo - Um prefixo ou sufixo é adicionado ao ID das atividades sendo copiadas • Auto-incremento - é fixado um ID inicial e um incremento numérico.

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As atividades criadas usando-se a terceira opção - base e incremento, estão mostradas na figura. O recurso de Copiar e Colar pode ser usado em um mesmo projeto ou entre projetos, enquanto o conteúdo da área de transferência do windows não for modificado. Para a cópia de atividades em carater permanente o P3 dispõe do recurso chamado fragnets. Os fragnets ficam permanente armazenados no P3 e podem ser usados em qualquer projeto. Maiores explicações sobre os fragnets podem ser vistas mais adiante. Métodos Gráficos Na Área de Trabalho do Diagrama de Barras Na Área de Trabalho do Diagrama de barras o único dado de atividade que pode ser introduzido graficamente é a duração da atividade. Entretanto é necessário que a atividade tenha sido previamente criada. Ao criar uma atividade sua duração é automaticamente ajustada para o valor 1. Colocando-se sobre um extremo da barra, a ponta do mouse, a mesma muda de forma para uma dupla seta. Arrastando com o mouse a duração vai sendo alterada para maior ou menor, enquanto uma pequena janela é aberta, mostrando em cada instante, a duração e a data correspondente ao extremo usado da barra (início ou término). Na Área de Trabalho PERT Na área de trabalho do PERT as atividades são inseridas na forma de retângulos com as informações especificadas na caixa de atividades adotada como padrão. Na área PERT, quando se insere uma nova atividade a Janela de Atividades é sempre apresentada. Os dados são inseridos nesta Janela, tal como é feito na área de trabalho do diagrama de barras. • Para acessar a área PERT, escolha Ver e em seguida PERT. • Na área de trabalho escolha um local para inserir a atividade e clique com o mouse. Um retângulo é apresentado.

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Local escolhido para inserir a atividade

• •

Clicar o botão de inserir atividade ou escolher Inserir e em seguida Atividade A Janela de Atividade é apresentada e os dados podem ser inseridos da mesma maneira usada na área do diagrama de barras..

• •

O processo é repetido para cada nova atividade permitindo o desenho da rede já com as atividades na posição desejada. Caso se deseje mudar a posição da atividade, basta clicar na caixa da atividade com o mouse e arrastar para a nova posição

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Entrada de Dados de Atividades por Exportação/Importação O P3 tem facilidades para exportar e importar dos programas Lotus 1-2-3 (e outras planilhas compatíveis com o Lotus 1-2-3), e do banco de dados dBase (e outros banco de dados compatíveis com o dBase). É importante que os campos das planilhas ou do banco de dados tenham o formato exigido pelo Primavera para a importação. Assim é recomendável que se siga o seguinte procedimento: • Criar o projeto no P3 • Criar uma ou duas atividades no P3, pelos métodos anteriormente vistos. • Exportar os dados destas atividades, para planilhas Lotus ou banco de dados dBase. Os campos necessários serão corretamente definidos pelo P3. • Na planilha ou no banco de dados, introduzir todos os dados das demais atividades. • Importar a planilha ou banco de dados para o P3. Para exportar dados do P3, seguir o seguinte procedimento: Escolher Ferramentas, Utilitários do Projeto e em seguida Exportar

• •

Clique em Adicionar para criar uma nova especificação de exportação. O programa sugere uma identificação para esta especificação. Aceite ou mude-a A primeira janela exibida é a de conteudo. Nesta janela especifica-se:

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• • •

Se a exportação será de dados das atividades ou das interligações. Itens a serem exportados, em caso de dados das atividades Faixas a serem exportadas para: • Códigos de atividades. Por exemplo se deseja-se exportar os códigos 2º ao 6º, use como limite inferior 2 e limite superior 6. • Itens personalizados de atividades • Itens personalizados de recursos • Registros de observações

Exportar conteúdo da lista ou interligações

Definir itens a serem exportados

Exportar projeto corrente ou metas Especificar faixas códigos, Itens personalizados e observações

Na janela do Formato especifique: • Diretório e nome do arquivo exportado • Tipo do arquivo: Lotus 1-2-3 (WK1 ou WKS) ou dBase. Pode-se também exportar para ASCII, mas este último não pode ser importado. • Ordenação das atividades no arquivo exportado • Formato das datas exportadas • Data calendário • Datas ordinais • Definição de dados de realização • Valores no período • Valores acumulados Obviamente se os dados das atividades estão sendo introduzidos pela primeira vez estes dados não são necessários • Dados de recursos • Detalhados • Sumariados

Capítulo 4 - Entrada de Dados das Atividades

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Diretório e nome do arquivo exportado

Tipo do arquivo exportado: Lotus ou dBase

Definições de datas, valores reais e recursos

Ordenação das atividades no arquivo exportado

• • •

Existe mais uma janela onde seleciona-se que atividades serão exportadas. Esta janela é a janela de seleção que será vista mais adiante. Concluída a especificação, clique em Executar (Run) Escolha se deseja ver o relatório da exportação na tela, impresso, ou salvo em um arquivo.

Após a exportação abra o programa adequado (Lotus ou dBase) e entre com os dados de todas as atividades. Na figura abaixo é mostrado o exemplo de uma planilha preenchida.

ACT AB100 AB110 AB120 AB121 • • •

TITLE Concretar a laje L-01 Montar equipamento P-10 Executar soldagem Preparar limpesa da área

OD ----20 5 6 12

SIST ----CP AS AS AS

ORGA ----CO IN IN IN

--------- -------------------------------------------

Retornar ao P3 Escolher Ferramentas, Utilitários do Projeto e em seguida, Importar Criar uma nova especificação para importação

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O único dado a ser inserido é o nome do arquivo a ser importado. A extensão do arquivo tem que ser incluida.

As atividades que foram inseridas na planilha foram incluídas no projeto.

Sistema Batch O sistema batch permite a entrada de todos os dados de atividades com o uso de um arquivo texto. O sistema batch será visto mais adiante. Trabalho 7 - Entrar com Dados de Atividades Ver caderno de exercícios Métodos de Entrada de Dados das Atividades - Interligações • • Diretamente na área do diagrama de barras ou PERT Por cópia de outras atividades • Uso de Copiar e Colar • Uso de Fragnets, que são fragmentos de rede que são armazenados no P3, e podem ser introduzidos em bloco, em qualquer projeto. Métodos gráficos Comando interligar e ligação automática Exportação/Importação - os dados podem ser importados de planilha Lotus 1-2-3 (ou compatível) ou de banco de dados dBase (ou compatível) Sistema batch - é um sistema onde os dados são fornecidos em formato texto.

• • • •

Definição de Interligações nas áreas do diagrama de barras ou PERT As interligações entre atividades podem ser definidas nas Janelas de Predecessoras ou de Sucessoras. Normalmente, quem define a sequência de execução das atividades a partir da atividade inicial usa a Janela de Sucessoras; quem prefere definir as ligações a partir da atividade final usa a Janela de Predecessoras. Quando se define que a atividade B é sucessora da atividade A, automaticamente o P3 define que A é predecessora de B. Para acessar as Janelas de Predecessoras ou de Sucessoras: • A partir da Janela de Atividades clicar no botão Pred (Predecessoras) ou Succ (Sucessoras) • Clicar o botão direito do mouse na área de colunas, em seguida clicar em Detalhes das Atividades, e finalmente Predecessoras ou Sucessoras. Isto não é válido na área PERT. • Escolher Ver, em Detalhes das Atividades, e finalmente Predecessoras ou Sucessoras. • Clicar Ctrl+E para Predecessoras ou Ctrl+J para Sucessoras Para definir a interligação: • Selecione a atividade a ser interligada. Basta clicar na atividade. • Na Janela de Predecessoras (ou Sucessoras) clique em +, ou num espaço em branco da janela. • Digite o ID da atividade interligada, ou escolha a atividade a partir da seta de rolagem auxiliar. • Defina o tipo de ligação

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• Término - Inícío - FS • Início - Início - SS • Término - Término - FF • Início - Término - SF Defina o tempo de defasagem na ligação. Esta defasagem pode variar de -999 a +999. O sinal positivo é desnecessário.

Definição de Interligações por cópia Quando se copia um grupo de atividades, conforme procedimento anteriormente descrito, todas as interligações entre as atividades constantes do grupo são também copiadas. As interligações com atividades que não constam do grupo, podem ou não ser copiadas, conforme descrito na página 7. Métodos gráficos - Interligações Interligações podem ser inseridas graficamente, tanto na área do diagrama de barras como na área do PERT. Para a inserção gráfica das interligações siga o seguinte procedimento. • Selecione a atividade onde se deseja incluir a ligação. • • • • ou escolha Ver, Interligações, para Se estiver na área do diagrama de barras clique no ícone ativar a opção de interligações. Vá com o mouse até o extremo da atividade que se deseja interligar. Por exemplo se a ligação for FS, vá com o mouse para o extremo direito da atividade. Quando a ponta do mouse se transformar em pequeno tridente, segure o botão do mouse e arraste até o extremo da outra atividade a ser conectada. Se a atividade a ser ligada não está na tela, arraste até um espaço vazio e solte o mouse. Uma das seguintes janela aparece:

Se ligar na área do diagrama de barras

Se ligar na área do PERT

Após estabelecer a ligação (que é sempre FS - 0), clique na linha que representa a ligação. Aparece uma das janelas acima. Mude o tipo de ligação e a defasagem, se necessário.

Comando Interligar e Interligação automática

Capítulo 4 - Entrada de Dados das Atividades

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As interligações podem também serem inseridas com o uso do comando interligar, quando na área de trabalho do diagrama de barras. Siga o procedimento: • Selecione as atividades a serem interligadas. Não é necessário que as atividades estejam colocadas uma imediatamente após a outra. A seleção pode ser feita em atividades distantes na coluna de atividades. • • • Clique no ícone ou escolha Editar, Ligar Atividades As interligações são inseridas. O tipo de ligação é FS com defasagem zero.

Caso deseje eliminar as interligações, selecione as atividades interligadas, e clique no ícone , ou escolha Editar e Desligar Atividades. A opção interligação automática permite que o programa estabeleça a ligação automaticamente a medida que se inserem atividades. Para isto siga o procedimento: • Escolha Inserir e Interligação Automática, ou tecle Ctrl+L • Escolha a atividade predecessora • Insira uma nova atividade. O programa interliga a predecessora escolhida a esta nova atividade, usando ligação do tipo FS com defasagem zero. • Esta opção é válida nas áreas do diagrama de barras e PERT. Entrada de Dados de Interligações por Expotação.Importação O processo de entrada de dados de interligações por exportação/imporatação é similar ao que foi descrito neste capítulo, para entrada de dados de atividades por importação do Lotus 1-2-3 ou do dBase. A única diferença está na janela de Conteúdo. Para exportar ligações clica-se no botão “Exportar interligações”.

Exportar conteúdo da lista ou interligações

A lista de dados de atividades é ignorada e somente as interligações são exportadas. O módulo de exportação exporta o ID da atividade, o ID da sucessora, o tipo de ligação e a defasagem. Cada sucessora é exportada em uma linha. Uma vez no Lotus 1-2-3 complete o arquivo com as interligações necessárias, e importe para o P3, usando o mesmo procedimento usado para importação de dados das atividades. ACT ---------CO100 CO104 CO105 CO105 SUC ---------CO104 CO105 CO106 CO107 LAG ---REL --0 FS 7 FS 3 FF 0 FS

Capítulo 4 - Entrada de Dados das Atividades

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CO105 CO106 CO107

IN304 IN108 CO110

0 FS 7 FS 0 FS

Sistema Batch O sistema batch permite a entrada de todos os dados de atividades com o uso de um arquivo texto. O sistema batch será visto mais adiante. Trabalho 8 - Definir Interligações Ver caderno de Exercícios Apagar Atividades O P3 dispõe de 2 meios de apagar atividades: Apagar e Dissolver. • Para apagar uma atividade selecione a atividade e acione a tecla Del, ou escolha Editar e, em seguida Apagar. • O P3 elimina a atividade do projeto. As ligações da atividade eliminada com predecessoras e sucessoras são também eliminadas. • Se uma atividade B tem predecessora A e sucessora C, apagando a atividade B ela será eliminada, e A e C ficarão em aberto. • Para dissolver uma atividade, selecione a atividade, escolha Editar e, em seguida Dissolver. • Para dissolver uma atividade é necessário que ela tenha predecessoras e sucessoras. • Quando uma atividade é dissolvida, o P3 elimina a atividade e liga suas predecessoras as suas sucessoras por ligação do tipo término-início • Se uma atividade C tem predecessoras A e B, e sucessoras D e E, dissolvendo C, ela será eliminada e, A e B passarão a ter 2 sucessoras cada: D e E. A ligação é do tipo término-início. • Uma variação de Dissolver é Extrair. Quando se faz a extração de uma atividade ela é retirada da cadeia de atividades onde estava, mas não é eliminada. • Se uma atividade C tem predecessoras A e B, e sucessoras D e E, extraindo C, ela não será eliminada e, A e B passarão a ter 2 sucessoras cada: D e E. A ligação é do tipo término-início. A atividade C fica em aberto. Estas 3 opções: Apagar, Dissolver e Extrair podem ser executadas tanto na área de trabalho do diagrama de barras, como na área PERT.

Capítulo 4 - Entrada de Dados das Atividades

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Capítulo 5

Cálculo da Programação

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Cálculo da programação Definida a rede, isto é, definidas as atividades e sua sequência de execução (interligações), é necessário efetuar o cálculo da programação. Calcular uma programação significa calcular as datas em que devem ser executadas as atividades, e as folgas de cada atividade. As datas calculadas são: • Início mais cedo - data mais cedo em que uma atividade pode iniciar • Início mais tarde - data mais tarde em que uma atividade deve iniciar • Término mais cedo - data mais cedo em que uma atividade pode terminar • Término mais tarde - data mais tarde em que uma atividade deve terminar E as folgas • Folga total - diferença entre o término mais tarde e o término mais cedo • Folga livre - diferença entre o término mais cedo de uma atividade e o início mais cedo de todas as suas sucessoras. As datas mais cedo são calculadas no passe para frente e as mais tarde no passe para trás, conforme já visto no capítulo 1. O cálculo da programação é um ponto chave no planejamento. A programação fornece datas de execução, que devem ser cumpridas pela equipe de execução, para que o planejamento seja efetivo. Antes de executar o cálculo da programação o P3 examina a rede para verificar a possível existência de loops, isto é, de um conjunto de atividades constituindo um ciclo fechado. Caso seja constatada a existência de loops o P3 não executa o cálculo, e fornece mensagem alertando o usuário. A mensagem exibida no programa auxiliar Primavera Look, contém também a relação de todas as atividades que constituem os loops. Com esta relação o usuário pode efetuar as correções necessárias, e executar finalmente o cálculo. Para calcular uma programação do projeto siga o procedimento: • Escolha Ferramentas e Programação

A janela a seguir é apresentada

Nesta Janela devem ser definidos os seguintes pontos:

Capítulo 5 - Cálculo da Programação

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• •

Data dos dados - é a data em que foi efetuada a última medição. Todo o cálculo é feito a partir desta data. Se a medição for efetuada no início do período a data dos dados é o próprio período; se for no final do período a data dos dados é o período seguinte. Assim se a medição for feita no início do dia 14 de maio a data dos dados é 14 de maio, se for no final do dia 14 de maio, a data dos dados é 15 de maio. Opções para o relatório do cálculo da programação: • Restrições - As restrições aplicadas as atividades serão apresentadas no relatório. Restrições serão analisadas no próximo capítulo. • Extremos em aberto - Extremos em aberto são atividades sem predecessoras ou sem sucessoras. Recomenda-se que todo projeto tenha apenas dois extremos em aberto, a primeira e a última atividade. Caso um projeto tenha várias atividades iniciais ou finais, deve-se criar duas atividades marco: uma de início e outra de término. Todas as atividades iniciais serão então ligadas ao marco de início e as finais ao marco de término. • Atividades com progresso fora de sequência - em muitos casos a sequência de execução não é fisicamente obrigatória. Ao traçar a rede o planejador escolhe uma sequência de execução que lhe parece a mais recomendável. Pode acontecer durante a execução, a equipe encarregada, resolva por qualquer razão, mudar a ordem de execução. Neste caso podem aparecer medições mostrando progresso atividades cuja relação de precedência não foi satisfeita. Estas atividades estão com progresso fora de sequência, e serão caso desejado, incluídas no relatório de programação. Série de relatórios - Relatórios com especificação definida podem ser grupados em séries, e esta série pode ser executada imediatamente após o cálculo da programação, caso o campo adequado esteja preenchido com o dígito da série desejada. Opções - Ao clicar em opções a seguinte janela é apresentada:

Análise das opções • Quando calcular a programação aplicar: Manter lógica - Progresso sobrepor Ao estabelecer a sequência de execução das atividades o planejador adota uma solução para sequência de execução, que pode não ser uma condição indispensável. Imaginem 3 atividades ligadas em série - A, B, C.

A

B

C

Se a medição efetuada indicar progresso para as atividades A e B, duas alternativas podem ser consideradas:

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Manter a lógica - neste caso apesar do programa não apagar o progresso indicado para a atividade B, ela não será incluída na programação de trabalhos, pois a relação de precedência ainda não foi satisfeita, ou seja, a predecessora A não foi concluída. O restante da atividade B será programado para a data após o término previsto da atividade A. • Progresso sobrepor - Neste caso, apesar do programa não apagar a ligação entre as atividades A e B, ele ignora esta ligação ao calcular as datas mais tarde. A atividade A terá sua data mais tarde de término fixada, no exemplo acima, junto com a da atividade C. Isto ocasiona valores anormais para a folga total, que é igual a diferença entre as datas mais tarde e mais cedo. É importante que o planejador saiba o que está acontecendo para corrigir estes valores errados de folga. Para isto, use a opção de listar atividades com progresso fora de sequência, veja no relatório quais as atividades afetadas, e considere uma das duas alternativas: • Cortar a interligação A-B, passando para A-C. • Mudar o tipo de ligação A-B, de FS para SS. • Em ligações SS considerar a data prevista ES ou a data real AS Numa ligação SS, o início da atividade sucessora é programado para N períodos após o início da atividade predecessora. Se a atividade predecessora tiver progresso fora de sequência, o P3 atrasa a atividade sucessora até que a defasagem tenha sido satisfeita, e que as demais relações de precedência tenham sido atendidas. Duas opções são possíveis: • Início real - Quando desejar que o início da sucessora dependa do tempo transcorrido a partir do início real da predecessora. A data de início da sucessora será calculada como a data dos dados mais qualquer defasagem remanescente. • Início mais cedo - Quando desejar que o início da sucessora dependa do percentual de trabalho executado na predecessora. O P3 calcula a defasagem já transcorrida, como sendo o número de períodos entre a data real de início da predecessora e a data dos dados. A data de início da sucessora será igual a data mais cedo da predecessora (dado interno) mais a defasagem remanescente. • Programar duração como: O P3 pode programar o início mais cedo de uma atividade, como se ela fosse contínua ou interrompível. Esta opção só afeta atividades ligadas a predecessoras por relação FF, ou atividades que tenham uma restrição de término. • Atividade contínua - Nos dois casos acima referidos, se uma predecessora atrasa, o final da atividade sucessora é atrasado e , em consequência, o início da atividade também o é, pois a atividade é contínua. • Atividade interrompível - Se esta for a opção, a data de início da atividade sucessora é calculada separadamente, e não mais pela diferença - Data de término - Duração.. Isto pode resultar que a atividade seja programada para ser realizada em um período de tempo maior do que sua duração, pois a atividade pode ser interrompida. O P3 não recalcula a duração, mantém o valor fornecido quando da atualização da atividade. • Calcular folga total como: Escolha o método de cálculo da folga total. • Folga de início - a folga é a diferença entre as datas de início mais tarde e mais cedo. • Folga de término - a folga é a diferença entre as datas de término mais tarde e mais cedo. • Folga mais crítica - é a menor folga das duas anteriores. • Interligações entre projetos O P3 dispõe de um módulo que permite que sejam interligados projetos diferentes, isto é, atividades de um projeto podem ter sucessoras em outro projeto. Isto possibilita a divisão de grandes projetos em uma série de projetos menores e portanto mais fáceis de manusear, desde que não haja necessidade de se ter todas as atividades juntas no grande projeto. Outra utilização deste módulo é a possibilidade de se interligar atividades que compartilhem um recurso comum, sendo assim necessário que a atividade do projeto A seja concluída, antes de se iniciar a atividade do projeto B, que usa aquele recurso comum. Três alternativas podem ser consideradas: • Reconhecer as interligações e atualizar o arquivo de relações entre projetos - Escolha esta opção quando desejar usar as datas do outro projeto para atualizar o projeto corrente. Após calcular ou nivelar o projeto corrente, o P3 atualiza o arquivo de relações entre projetos. • Reconhecer as interligações sem atualizar o arquivo de relações entre projetos - Opção semelhante a anterior, com a diferença que, após os cálculos no projeto corrente, o arquivo de relações entre projetos não é atualizado. É uma opção recomendada para a realização de simulações, pois não altera o arquivo até que seja encontrada a solução ideal.

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Não reconhecer o arquivo de relações entre projetos - O projeto corrente é calculado sem levar em conta as interligações com outros projetos. • Cálculo da programação em Grupo de Projetos Esta opção só aparece na tela quando se trabalha com Grupo de Projetos. • Substituir a data dos dados quando calcular a programação - Quando se calcula um Grupo de Projetos, o P3 calcula todos os projetos que fazem parte do grupo. A adoção dessa opção faz com que todas as datas dos dados de cada projeto sejam substituídas pela data dos dados do Grupo de Projetos. Se os projetos do Grupo de Projetos não são relacionados não use esta opção pois produzirá distorções na programação de cada projeto. Se os projetos forem relacionados, adote a política de medir todos os projetos na mesma data, e use esta opção, com a data dos dados comuns a todos os projetos. • Calcular a folga baseada na data final do Grupo de Projetos ou de cada projeto - Isto fixa a maneira do P3 calcular a folga das atividades: considerar o Grupo de Projetos e usar sua data de término como referência para todos os projetos, ou usar como referência para o cálculo da folga, as datas de término de cada projeto. • Cálculo da programação Esta opção só aparece na tela quando se trabalha com Grupo de Projetos. • Permitir o cálculo da programação ou o nivelamento dos projetos individuais Se desejar descentralizar a operação do sistema, permitindo que o gerente de cada projeto de um Grupo de Projetos, faça sua própria atualização, use esta opção. É importante lembrar que quando se permite calcular programação e nivelar projetos de um Grupo de Projetos, pode haver imprecisão nos dados de datas e durações, se a data dos dados for diferente em cada projeto. • Reconhecer interligações externas - Quando desejar que no cálculo de cada projeto, sejam reconhecidas as interligações com outros projetos do Grupo, ou com o próprio Grupo de Projetos, use esta opção. Quando o cálculo é feito no Grupo de Projetos as interligações são sempre reconhecidas. Uma vez definidas todas as opções, pode-se calcular a programação. Autorizado o cálculo o programa apresenta as opções para a emissão do relatório de cálculo:

As opções são: • Ver na tela - o relatório é mostrada na tela com o uso do programa Primavera Look, que é parte integrante do Primavera. • Imprimir imediatamente - o relatório é enviado diretamente para a impressora previamente definida. • Salvar para arquivo - o relatório é salvo em um arquivo. Se nada for especificado o arquivo terá o nome P3.OUT, e será salvo no diretório \P3WIN\P3OUT. Se desejar especifique diretório e nomes diferentes. O relatório de cálculo esta a seguir exemplificado: O relatório é constituído das seguintes partes: • Identificação do programa e do usuário • Lista de restrições • Lista de extremos em aberto • Lista de atividades com progresso fora de sequência • Todas as opções adotadas • Estatísticas do projeto • Número de atividades • Número de atividades no caminho crítico

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• Número de atividades iniciadas • Número de atividades concluídas • Percentual executado do projeto • Numero de restrições de término esperado • Número de restrições de datas cedo • Número de restrições de data tarde • Data dos dados • Data de início do projeto • Data de término imposta ao projeto • Data calculada de término do projeto A estatística do projeto é repetida para cada projeto de um Grupo de Projetos. Ver abaixo um exemplo de relatório estatístico emitido pelo P3.

Primavera Scheduling and Leveling Calculations -- Scheduling Report Page: 1 This Primavera software is registered to Primavera Systems, Inc.. Start of schedule for project group LABB. Serial number...49910000 User name DEMO .

Constraint listing -- Scheduling Report Page: 2 Activity ---------FE303 PR204 PR206 Date ------24FEB95 14NOV94 09MAR95 Constraint ---------------------------Expected Finish Constraint Early Start Constraint Late Finish Constraint

Open end listing -- Scheduling Report Page: 3 ---------------Activity PA400 Activity PR100 has no predecessors Scheduling Statistics for Project float is based on Schedule calculation mode Schedule calculation mode Float calculation mode SS relationships Project Group LABB: Project Group end date. - Retained logic - Contiguous activities - Use finish dates - Use early start of predecessor

has no successors

Schedule run on Mon Mar 10 10:28:22 1997 Run Number 69. Project Group Information Number of activities.................. Number of activities in longest path.. Started activities.................... Completed activities.................. Number of relationships............... Percent complete...................... Number of expected finish activities.. Number of early constraints........... Number of late constraints...........

27 8 6 3 33 9.4 1 1 1

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Data date............................. Start date............................ Imposed finish date................... Latest calculated early finish........

17NOV94 03OCT94 05MAY95 02MAY95

Project Information for LAPR, Project ID = PR Number of activities.................. 10 Number of activities in longest path.. 2 Started activities.................... 6 Completed activities.................. 3 Number of relationships............... 9 Percent complete...................... 27.6 Number of early constraints........... 1 Number of late constraints........... 1 Data date............................. Start date............................ Imposed finish date................... Latest calculated early finish........ Trabalho 6 - Calcular uma programação Ver Caderno de Exercícios 03OCT94 03OCT94 02FEB95

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Capítulo 6

Calendários e Restrições

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Calendários Cada calendário representa um determinado regime de trabalho. Cada atividade pode ser executada segundo um único regime de trabalho, ou seja, um calendário. O P3 tem dois tipos de calendários: • Calendário Global - onde são definidos dados que serão aplicados a todos os calendários • Calendários - é possível a criação de até 31 calendários, cada um representando um diferente regime de trabalho. Para acessar a Janela de Calendários escolha Dados e em seguida Calendários. A janela a seguir é então apresentada:

Unidade de planejamento mês

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Unidade de planejamento semana

Unidade de planejamento dia

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Unidade de planejamento hora

Calendário Global Uma vez na janela de calendários deve-se inicialmente definir os dados do calendário global. Para isto escolha no campo superior da janela, o calendário global. Neste campo existem dois calendários: o global e o calendário 1. Estes dois calendários não podem ser apagados. Escolhido o calendário global clique no botão Padrão, para acessar a janela de definições básicas do calendário global. Esta janela é diferente para as diferentes unidades de planejamento. Para unidade de planejamento mês

Quando a unidade de planejamento for o mês todos os dados da janela ( data início do calendário, data de início do projeto, data dos dados, e data imposta para término do projeto) são gerados pelo programa a partir dos dados de criação e cálculo do projeto. O campo Data de Término pode ser usado para fixar uma data imposta para término. Para unidade de planejamento semana

Quando a unidade de planejamento for a semana, além dos dados já vistos para unidade de planejamento mês, tem um campo para se fixar o dia inicial da semana. Para unidade de planejamento dia

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Quando a unidade de planejamento for dia, fixa-se adicionalmente a opção de considerar feriado o próximo dia útil, caso o feriado caia em um fim de semana. Para unidade de planejamento hora

Quando a unidade de planejamento for a hora, além das datas já mencionadas, existem campos para a definição dos turnos de trabalho. Os seguintes dados definem os turnos: • Número de turnos por dia - Limite máximo 6 • Duração de cada turno - a duração é comum a todos os turnos. Para definir turnos com durações diferentes use a janela de feriados, como será visto mais adiante. • Início do primeiro turno - Defina o início do turno 1. Os demais serão definidos consecutivamente. Na definição do calendário global devem ser especificados todos os dias não úteis, que serão utilizados por todos os calendários do projeto. Qualquer feriado definido no calendário global será incluido na definição de cada calendário criado. Para a definição de dias não úteis existem dois métodos: Método gráfico • • Escolha no campo superior o calendário global Escolha na janela inferior o período que será definido como período não útil. Este período varia com a unidade de planejamento. A definição é feita clicando no período desejado. Colocar a ponta do mouse num determinada período e arrastar, possibilita a marcação de períodos consecutivos seguidos. Clicar com o mouse mantendo a tecla Ctrl apertada, permite a marcação de períodos descontínuos • Mês - defina o(s) meses não úteis • Semana - defina a(s) semanas não úteis • Dia - defina os dias não úteis. Clicar num dia da semana faz com que todos os mesmos dias da semana daquele mês sejam marcados. • Hora - defina os dias e as horas não úteis. Neste caso a definição de hora não útil será aplicada em todos os dias nas mesmas horas. Clique no botão inferior - Não Trabalho. O período marcado será considerado não útil e ficará hachurado na janela. Se desejar desfazer a definição mantenha o período marcado e clique no botão inferior Trabalho.

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Períodos não úteis

Método tabular • • Clicar no botão Feriados Escolher os períodos que serão considerados não úteis: Quando a unidade de planejamento for: • Mês - só é permitido definir o mês não útil. O programa lista o primeiro dia do mês e considera todo o mês como sendo não útil. • Semana - só é permitido definir a semana não útil. O programa lista o primeiro dia da semana e considera todo a semana como sendo não útil. • Dia - Defina cada dia não útil. • Hora - é necessário definir o dia e a hora não útil. Em todos os caso, é possível utilizar as duas colunas apresentadas na janela - Início e Término do período não útil, para definir uma faixa. Em caso de unidade de planejamento hora, as duas colunas são sempre preenchidas. Um clique no pequeno quadrado mostrado na coluna Repetir, faz com que o período feriado seja repetido. Para unidades de planejamento mês, semana e dia, o período não útil é repetido todos os anos. Para unidade de planejamento hora, o período não útil é repetido todos os dias. Quando a unidade de planejamento for a hora, a opção de repetição permite estabelecer horas não úteis do dia, como por exemplo, almoço e jantar. Permite também variar a duração de cada turno. Se por exemplo o projeto comportar dois turnos, um de 12 e outro de 10 horas, começando o primeiro as 08:00 hrs., pode modelar o segundo turno de 10 horas considerando não útil o período de 6 as 8 horas, todos os dias. Quando a unidade de planejamento for a hora, todo início de período é marcado na hora exata (08:00, 17:00 etc.), enquanto o término do período é marcado com hora e 59 minutos ( 17:00 é igual a 16:59)

• • •

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Períodos não úteis Coluna para Repetição

Exceções aos períodos não úteis

A tabela inferior da janela, permite a especificação de exceções ao período marcado na tabela superior. Por exemplo a definição de férias coletivas entre 1 e 31 de dezembro, com exceção dos dias 15 a 20 de dezembro, seria mais facilmente editada, colocando-se na tabela superior, 1 de dezembro na coluna Inicio e 31 de dezembro na coluna Término, e na tabela inferior 15 de dezembro na coluna Início e 20 de dezembro na coluna Término. Calendários • Para criar um calendário clique no botão Adicionar

• •

Definir o ID do calendário e o título Clique no botão Padrão, para definir o regime de trabalho do calendário

Quando a unidade de planejamento for mês ou semana nada mais precisa ser definido

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Se a unidade de planejamento é dia, é preciso definir os dias úteis na semana. Basta marcar os dias úteis.

• •

Se a unidade de planejamento for hora, é preciso definir em cada dia da semana o horário de trabalho. Defina então os períodos não úteis específicos do calendário. Selecione o calendário e siga o processo usado no calendário global, exposto anteriormente. Lembrar que todos os períodos não úteis do calendário global são automaticamente inseridos em todos os calendários.

Capítulo 6 - Calendários e Restrições

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Definidos os calendários é necessário atribuir um calendário a cada atividade. O padrão é atribuir o calendário 1 automaticamente a cada atividade criada. Assim o calendário 1 deve ser o que é usado pela maioria das atividades. A definição do calendário em cada atividade pode ser feita por quaisquer dos métodos expostos no capítulo Entrada de Dados. O campo a ser preenchido é o ID do calendário. Cada atividade tem que ter um calendário definido para sua execução.

Campo do ID do calendário Restrições Muitas vezes o planejador necessita impor a determinadas atividades da rede, condições de programação que nada têm a ver com a lógica de rede. Por exemplo a necessidade de concluir uma determinada atividade de escavação antes de iniciar-se a estação de chuvas, só pode ser representada na rede, se a atividade contiver alguma restrição que obrigue sua programação ocorrer nas datas necessárias. As restrições constituem assim um recurso do planejador para orientar a programação de sua rede, conforme condições necessárias. No P3 existem dois tipos de restrições: de datas e de folga. Cada um destes tipos comporta outras variedades de restrições. Restrições de Datas Os tipos de restrições de datas são: • Restrições Mais Cedo - são restrições que impõem um limite mais cedo para início ou término de atividades. Existem portanto dois tipos dessa restrição: • De início - O significado dessa restrição é: “Não iniciar mais cedo que”. É necessário então estabelecer a data limite para início. • De término - O significado dessa restrição é: “Não terminar mais cedo que”. É necessário então estabelecer a data limite para término. • Restrições Mais Tarde - são restrições que impõem um limite mais tarde para início ou término de atividades. Existem portanto dois tipos dessa restrição: • De início - O significado dessa restrição é: “Não iniciar mais tarde que”. É necessário então estabelecer a data limite para início. • De término - O significado dessa restrição é: “Não terminar mais tarde que” É necessário então estabelecer a data limite para término. • Para os dois tipos de restrições acima, o programa adota o seguinte procedimento • Calcula a programação pelo método normal exposto no capítulo anterior. • Compara as datas obtidas com a restrição; se a programação atender ao critério da restrição as datas calculadas permanecem, caso contrário as datas estabelecidas na restrição são usadas. • Por exemplo fixada uma restrição de início mais cedo para uma atividade de 15 de março de 1998, dois casos podem acontecer: • O cálculo da programação determinou que a atividade deveria iniciar mais cedo que 15 de março, por exemplo 10 de março. Neste caso a data mais cedo de início é mudada para 15 de março. Por outro lado se a programação determinou que o início mais cedo fosse 20 de março, esta seria a data adotada pois já atende a restrição, que é “Não iniciar mais cedo que 15 de março”. • Restrições Mandatórias de início ou término - este tipo de restrição impõe uma data de início ou término a atividade. O programa usa a data imposta não importa o resultado obtido no cálculo da programação. • Restrição Iniciar Em (Start on) - esta restrição funciona como se fosse aplicada a atividade, simultaneamente, restrição mais cedo e mais tarde de início. O programa revisa a data de início

Capítulo 6 - Calendários e Restrições

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mais cedo calculada, se a data imposta é mais tarde que a calculada; e revisa a data mais tarde de início calculada, se a data imposta é mais cedo que a calculada. Restrições de Folgas Os tipos de restrições de folga são: • Folga Total Zero - este tipo de restrição faz com que o P3 considere a atividade como crítica, ou seja, faz com que as datas mais tarde sejam calculadas como sendo iguais as datas mais cedo. Em consequência as datas mais tarde das atividades predecessoras serão também afetadas. Caso a atividade já tenha folga calculada menor ou igual a zero, a restrição não é aplicada pelo programa. • Folga Livre Zero - esta restrição também é denominada “Tão tarde quanto possível”. O P3 retarda a programação de uma atividade até o limite, que é não atrasar nenhuma atividade sucessora. Atribuir restrições as atividades Para atribuir uma restrição a uma atividade é necessário acessar a Janela de Restrições. Existem várias maneiras de acessar esta janela: • Escolher Ver, Detalhes de Atividades e Restrições • Teclar Ctrl+I • Clicar o botão do lado esquerdo do mouse na área de colunas. O menu de detalhes é apresentado. Escolher Restrições. • Na Janela de Atividades clicar o botão Restrições. • Mantendo apertada a tecla Ctrl colocar a ponta do mouse numa extremidade da barra que representa a atividade, onde se deseja aplicar a restrição. A ponta do mouse se transforma em um pequeno martelo com um prego. Clicando na extremidade da barra, a janela de restrições é apresentada. Qualquer que seja o método usado uma das janelas abaixo será apresentada, a segunda delas quando for usado qualquer um dos 4 primeiros modos de acessar a janela de restrições, e a primeira quando for usado o último método. Notar que na primeira janela não aparece o campo Nivelamento.

Capítulo 6 - Calendários e Restrições

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Restrições mais cedo de início ou término

Restrições mais tarde de início ou término

Restrições Iniciar Em Restrição de Término Esperado Restrições de folga Total e Livre

Restrições mandatórias de início ou término

Especificação para o nivelamento

Observações O P3 permite a inclusão de observações e comentários em cada atividade. Estes dados nada tem a ver com a rede, são apenas informações complementares para orientação do orgão executante da atividade, ou informações do executante para o histórico do projeto. Para cada atividade é possível a inclusão de até 99 linhas de observações, com 48 dígitos cada linha. Estas observações podem ser impressas, tanto nos layouts (na parte gráfica), quanto em relatórios tabulares ou gráficos. Adicionalmente é possível a inclusão de arquivos gerados em outros programas, como por exemplo o Word da Microsoft, no campo de observações. Quando o usuário clicar em cima do nome do arquivo, o P3 abre o programa correspondente, e mostra o arquivo especificado. Para incluir observações nas atividades, siga o procedimento: • Escolher Ver, Detalhes de Atividades e Observações (Log) ou, • Teclar Ctrl+K ou, • Clicar o botão do lado esquerdo do mouse na área de colunas. O menu de detalhes é apresentado. Escolher Observações ou, • Na Janela de Atividades clicar o botão Observações. • A tela a seguir é apresentada.

• • •

A primeira coluna contém o campo Mascarar. • Quando este campo tiver marcado a linha correspondente não será mostrada nos relatórios. Isto possibilita a inclusão de informações confidenciais. O P3 não executa a quebra de linha, como um processador de textos. O usuário deve estabelecer a divisão dos comentários entre as linhas. Quando desejar incluir um arquivo no campo de Observações usar o seguinte formato: • file:(disco)\(diretório)\nome do arquivo com extensão. • A linha é exibida em cor verde. • No exemplo acima a linha 7 contém a referência para o arquivo gercom.doc no diretório c:\winword\doc. • file:c:\winword\doc\gercom.doc

Trabalho 10 - Adicionar calendários e restrições Ver Caderno de Exercícios

Capítulo 6 - Calendários e Restrições

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Capítulo 6 - Calendários e Restrições

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Capítulo 7

Organização de Dados

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Organização de Dados Uma das maiores vantagens do uso de programas de computador para planejamento e controle de projetos, é a facilidade que os programas apresentam para a organização das atividades do projeto. Durante a execução de um projeto cada membro da equipe de gerência, tem necessidade de ver as atividades incluídas no planejamento, organizados da maneira mais adequada para sua análise. O Primavera é um programa que dispõe de poderoso, ágil, abrangente e flexível módulo para a organização dos dados do projeto, da maneira mais adequada a cada usuário. Organizar dados do projeto, significa manusear estes dados executando as seguintes funções: • Ordenar - as atividades deverão ser ordenadas por alguns de seus dados. • Grupar - as atividades serão grupadas por alguma característica comum. • Selecionar - somente serão mostradas as atividades que satisfaçam algum critério de seleção. • Sumariar - as atividades serão sumariadas em função de alguma característica comum. Ordenar e Grupar Estas duas funções serão analisadas juntas pois utilizam a mesma janela para as especificações necessárias. Para ordenar ou grupar atividades siga o seguinte procedimento: • Abrir a janela de organizar o projeto. Para isto use uma das opções abaixo: • Escolha Formatar, e em seguida organizar, ou

• Clique no ícone A Janela de Organizar é então mostrada.

Capítulo 7 - Organização de Dados

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Botão A

Botão B

Tabela para Grupar Botão C

Botão D Tabela para Ordenar Botão E • • • O critério de ordenação é especificado na tabela inferior. Inúmeros dados da atividade podem ser usados como critério de ordenação: ID da atividade, descrição, folgas, códigos, variáveis do plano meta etc.. A ordem a ser seguida pode ser ascendente ou descendente, estabelecida na coluna da tabela inferior. A ordem adotada é: números e em seguida letras. Para códigos será adotada a ordem estabelecida no Dicionário de Códigos de Atividades. Para grupar é preciso antes definir como é desejado o grupamento. A seleção é feita clicando nos botões A (Códigos de Atividade) ou B (Códigos da EAP). • Por códigos de atividade - O critério para grupamento é especificado na tabela superior. Inúmeros dados da atividade podem ser usados como critério para grupamento (não exatamente os usados para ordenação): Tipo da atividade, ID do calendário, folga total, recursos, centros de custos, códigos etc.. • Ao se escolher uma variável comum para grupamento, o programa mostra uma faixa colorida na tela, com o nome da variável escolhida. • Escolhida a variável para grupamento é necessário especificar alguns dados do grupamento, o que é feito nas diversas colunas da tabela superior. Todas as especificações devem ser feitas para cada uma das variáveis utilizadas para os diferentes níveis do grupamento. • Ordem do grupamento - Os grupos são mostrados em ordem ascendente ou descendente. No caso de códigos será obedecida a ordem que for especificada no Dicionário de Códigos de Atividades. • Fonte - Definir a fonte que será usada para identificar o código e a descrição do item usado como grupamento • Cor de fundo - Definir a cor da faixa usada para caracterizar o grupamento. • Cor do texto - Definir a cor das fontes usadas para identificar o grupamento. As cores disponíveis para fundo e texto são mostradas se acionada a barra de ajuda do campo. • Página seguinte - Se for desejado que para cada novo valor da variável usada no grupamento, haja um pulo de página na impressão dos dados, clique na coluna Página Seguinte. • Totais - Se desejar valores totalizados para cada grupamento, escolha a opção na coluna totais • Topo - Os totais serão colocados na linha superior do grupamento • Fundo - Os totais serão colocados na linha inferior do grupamento

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• •

É necessário também definir algumas opções adicionais. A janela para estas opções é acessada clicando-se o botão C, da figura mostrada na página 2. Nesta janela é especificado como identificar as bandas divisórias de cada grupamento: • Na área da coluna de atividades - Especificar o que deseja ser mostrado: Valores , Descrição ou os dois. Por exemplo se o grupamento for pelo código SIST, pode ter como identificação da banda, SIST, Sistema ou os dois. • Na área de barras - Especificar: • Bandas de separação dos grupos. • Bandas iguais as usadas na área de colunas • Linhas • Texto - Especificar o que deseja ser mostrado: Valores , Descrição ou os dois. Por exemplo se o grupamento for pelo código SIST, pode ter como identificação da banda, um valor do código SIST, a descrição do valor, ou os dois.

Duas especificações adicionais são necessárias. • Reorganização automática - Acione o botão D ilustrado na figura da página 2. Acionado este botão, cada vez que se modificar um valor da variável usado no grupamento, o P3 reorganiza automaticamente todos os dados. Isto torna o programa

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• • •

mais lento. Mantenha este dispositivo desligado, e sempre que desejar reorganizar, escolha Formatar, e em seguida Reorganizar Agora. • Mostrar atividades sem valores para a variável usada no grupamento - Todas as atividades que não tiverem uma definição para a variável usada para o grupo serão mostradas sob um título vazio, ou não mostradas, conforme opção escolhida. Por códigos da EAP - O P3 permite organizar por todos os níveis estabelecidos no Dicionário da EAP. Se desejar eliminar um nível deixe este nível em branco na coluna Visível. Tudo que foi descrito para o grupamento por códigos de atividades é válido também para o grupamento por códigos de EAP. A única diferença é a especificação adicional de apresentar níveis vazios (sem nenhuma atividade) da EAP. Isto é especificado no botão A mostrada na figura.

A seguir são apresentados alguns exemplos de organização e ordenação:

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Sumariar O P3 dispõe de recursos para produzir valores sumariados de um grupo de atividades, ou de todo o projeto. Para a sumariação de uma parte do projeto é necessário organizar previamente o projeto por grupamentos. Para sumariar siga o seguinte procedimento: • Organize o projeto por grupos com a característica comum, em relação a qual haverá a sumariação. • Dê um duplo clique na banda com a variável em relação a qual deseja sumariar. Este caso só se aplica para sumariar partes do projeto. Como alternativa. • Escolha Formatar, e em seguida Sumariar, ou • Escolha Formatar, e em seguida Sumariar Tudo.

Sumariar Barras Sumariadas

Sumariar Tudo

A tela a seguir é apresentada.

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• •

Especificar se a sumariação aplica-se sobre bandas previamente selecionadas ou sobre todas as bandas. Neste último caso, no campo do meio, a barra de rolagem permite ver as opções possíveis. Qualquer que seja o método usado o resultado pode ser visto no exemplo a seguir.

O aspecto da barra sumariada pode ser especificado. Escolha Formatar, e em seguida Barras Sumariadas.

Duas opções são possíveis. • Uma só barra sumariada. Neste caso basta especificar se a barra mostrará estrangulamento para os períodos em que não há atividades, feriados e fins de semana.

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Barras individuais. Neste caso o programa mostrará as diversas barras individuais que integram o grupo sumariado. Neste caso, se houver texto nas barras, é necessário especificar o procedimento para lidar com os textos. • Abandonar o texto se menos que um determinado numero de caracteres puder ser mostrado. • Mudar a barra para linhas abaixo se o número de caracteres que se deseja não possam aparecer no texto. • Nestas duas primeiras opções o número de caracteres deve ser especificado. • Arrumar as barras de maneira a evitar conflito dos textos de diferentes barras • Arrumar as barras sem verificar interferências de textos.

Para expandir grupos sumariados basta: • Dar um duplo clique na banda sumariada • Escolher Formatar, e em seguida Expandir. Esta opção só se aplica, se houver apenas uma banda sumariada • Escolher Formatar, Sumariar Tudo, Aplicar em todas as Bandas, e especificar Nenhum.

Selecionar É a mais importante das funções de organização de dados. Através da seleção é feito um filtro, para que cada gerente receba as informações das atividades, que realmente têm interesse para ele. O módulo de seleção do P3 está contido em todas as especificações de relatórios gráficos, tabulares, e também nas especificações do que deve aparecer na tela - layouts. O primeiro passo para se fazer uma seleção é estabelecer o critério a ser usado. Este critério deve em seguida ser transformado numa expressão matemática. Os exemplos abaixo mostram alguns tipos de critérios de seleção: 1. Selecionar atividades críticas. • A sentença a ser usada é - Folga total igual ou menor que zero • A sentença matemática é - TF <0 ou TF=0, onde TF é folga total 2. Selecionar atividades de responsabilidade do setor A ou do setor B. • A sentença a ser usada é - Responsável igual a setor A ou setor B. • A sentença matemática é - RESP=A ou RESP=B, onde RESP significa responsável

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3. Selecionar atividades críticas do sistema X. • A sentença a ser usada é - Folga total menor ou igual a zero e sistema igual a sistema X. • A sentença matemática é - TF <0 ou TF=0, onde TF é folga total e SIST=X onde SIST significa sistema 4. Selecionar atividades programadas para o próximo período de trabalho. • As sentenças a serem usadas são: • Atividades previstas para iniciar entre a data A e a data B ou • Atividades em andamento • As sentenças matemáticas a serem usadas são: • A<ES<B onde ES é o início programado para a atividade ou • 0<PCT<100 onde PCT é o percentual já executado da atividade 5. Selecionar atividades críticas das fases I e II • As sentenças a serem usadas são: • Folga total igual ou menor que zero e • Fase igual a I ou II • As sentenças matemática são • TF <0 ou TF=0, onde TF é folga total e • Fase = I ou Fase = II Em negrito foram colocados os critérios lógicos boleanos que devem ser aplicados aos critérios de seleção: • e - é o operador lógico E (AND) - significa que só serão selecionadas atividades que atendam a todos os critérios especificados. • O - é o operador lógico OU (OR) - significa que serão selecionadas atividades que atendam a qualquer um dos critérios especificados. Para criar uma especificação de seleção no P3 siga o procedimento: • Escolha Formatar, e em seguida Filtrar

Filtrar

• •

Ou então clique no ícone A tela a seguir é apresentada

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Para criar uma especificação de seleção clique em Adicionar

A janela de seleção pode ser vista a seguir.

Título da Especificação Seleção do nível

Especificação da lógica boleana

Coluna do critério

Coluna de especificação da variável

Colunas dos valores

• •

Crie um título para a especificação de seleção Na primeira coluna (Selecionar Se) da tabela inferior, clique na primeira linha, ou clique no sinal +, e digite na linha o dado da atividade que será usado para a seleção. Caso deseje ver as opções possíveis clique na barra de rolagem superior da tabela. No exemplo 1 visto anteriormente, a variável a ser usada seria a folga total. Na segunda coluna (É) defina o critério a ser usado. Os seguintes critérios são disponíveis: • EQ - Igual • NE - Diferente • LT - Menor que • GT - Maior que • WR - Na faixa - Este critério inclui os limites. Assim de 2 a 10 inclui o 2 e o 10. • NR - Fora da faixa - Também inclui os limites.

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CN - Contém. Usado para textos como por exemplo, selecione atividades cuja descrição contém a palavra projeto. • SN - Não contém. Também usado para textos. • No exemplo 1, o critério é LT - Menor que. • Nas terceiras e quarta colunas (Limite Inferior e Limite Superior) coloque os valores a serem utilizados na seleção. No exemplo 1, cujo critério é folga total menor ou igual a zero, este valor é 1, pois a folga é medida em números inteiros, e sendo menor que 1, é igual ou menor que zero. • É possível criar até 7 critérios de seleção em cada especificação. Cada critério será colocado em uma linha. • Quando especificar mais de 1 critério, é necessário definir para o programa como os critérios serão considerados. Duas hipóteses são possíveis: • A atividade só será selecionada se atender a todos os critérios de seleção. Isto corresponde ao operador lógico E. Esta opção corresponde a selecionar Todos (All) no campo de especificação da lógica. • A atividade será selecionada se atender a qualquer um dos critérios de seleção. Isto corresponde ao operador lógico OU. Esta opção corresponde a selecionar Qualquer (Any) no campo de especificação da lógica. Quando a especificação de seleção incluir simultaneamente operadores lógicos E e OU, como no exemplo 5 visto anteriormente, não é possível fazer a seleção em só nível. Naquele exemplo, selecionar atividades críticas das fases I ou II, os critérios de seleção Fase=I OU II, E Folga total menor ou igual a zero, teriam que ser colocados em 3 linhas de seleção: uma linha com Fase igual a I, outra com Fase igual a II, e a terceira com Folga menor que 1. Se o operador lógico escolhido fosse Todos, nenhuma atividade seria selecionada, pois nenhuma atividade pode ser da Fase I e da Fase II simultaneamente. Por outro lado se o operador lógico escolhido fosse Qualquer, haveria seleção de atividades das fases I ou II que não fossem críticas, ou seleção de atividades críticas que não fossem das fases I ou II. Para superar esta dificuldade o Primavera dispõe do recurso de seleção por nível. Existem 4 níveis de seleção no P3. Todas as atividades são submetidas ao processo de seleção do nível 1, somente as atividades selecionadas no nível 1, seriam submetidas ao nível 2, e assim sucessivamente. No exemplo 5 em questão, o problema seria resolvido com a adoção do critério de selecionar no nível 1, todas as atividades críticas, e no nível 2, das atividades críticas selecionadas no nível 1, as que pertencem as fases I ou II. A escolha dos critérios em cada nível pode ser invertida. A tabela abaixo resume as especificações para os 5 exemplos apresentados. Exemplo 1 2 3 4 Coluna da variável Total Float RESP RESP Total Float SIST Early Start Porcent complete Total Float FASE FASE Coluna do critério LT EQ EQ LT EQ WR WR LT EQ EQ Limite Inferior 1 A B 1 X Data A 1 1 I II Limite superior Operador lógico Qualquer um ANY ALL Nível 1 1 1 1 1 1 1 2 2

Data B 99

ANY

5

Qualquer um ANY

Informações adicionais para o exemplo 4. • Quando a variável especificada é uma data, e o campo a preencher é o dos limites inferior ou superior, na parte superior da tabela aparece um botão com o nome CAL.

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Botão CAL Botão Transferir

Clique no botão CAL para exibir o menu de opções

As datas podem ser especificadas de duas maneiras: • Data Calendário - usando o padrão do P3, como por exemplo 14MAY97. • Data referida a datas importantes do projeto, tais como: • SD+14D - Data de início do projeto mais 14 dias. • FD-2W - Data de término do projeto menos 2 semanas • DD+0D - Data dos dados • Supondo que o próximo período de trabalho fosse de 15 dias, a especificação de atividades para iniciar no próximo período do exemplo 4 seria: • Early start WR DD+0D DD+15D • Ao se recalcular a programação do projeto, após cada medição, a data dos dados é modificada, e a especificação de seleção automaticamente atualizada. • A especificação do percentual completo para caracterizar atividades em andamento, não pode ser feita com especificação de faixa 0-100, porque o critério WR inclui os extremos. Deste modo atividades com percentual completo igual a 0, ou seja não iniciadas, e 100, ou seja concluídas seriam selecionadas. Adotando-se percentual ligeiramente maior que 0 (1 %) ou menor que 100 (99 %), o problema fica resolvido. Tanto na janela de especificação da seleção, como na janela de lista de especificações, existe um botão Transferir. Este botão permite a transferência de especificações, a saber: • Quando na janela de especificação da seleção a transferência é feita de uma especificação de qualquer projeto, para a especificação que está sendo criada. • Quando na janela de especificação de lista de especificações a transferência é feita de um projeto para outro. Todas as especificações serão transferidas. Uma vez concluída a especificação clique em OK para fechar a janela. Para executar uma especificação de seleção, abra a janela de lista de especificação de seleção, e escolha a especificação desejada.

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Filtrar atividades

Realçar atividades

• • •

Se desejar efetuar qualquer modificação na especificação de seleção clique em Modificar, para ter acesso a janela onde foi estabelecido o critério de seleção. Para apagar a especificação de seleção clique em Apagar. Antes de aplicar o filtro selecione a opção para aplicação. • Marcar na área de trabalho as atividades selecionadas pelo filtro • Aplicar realmente o filtro. Três opções podem ser escolhidas

Substituir atividades na corrente vista, ou seja colocar na tela as atividades selecionadas • Adicionar atividades a vista corrente, ou seja, adicionar as atividades selecionadas às atividades anteriormente mostradas. • Remover atividades da vista corrente, ou seja, retirar da vista corrente as atividades selecionadas pela especificação. • Clicar OK e a operação selecionada será executada. Todo o sistema de organização apresentado aplica-se a área de trabalho do diagrama de barras. Na área de trabalho do PERT, o sistema de organização é diferente. Organização de Dados na Área de Trabalho PERT Na área de trabalho PERT as 4 funções de organização de dados reduzem-se a duas: Grupar e Selecionar. A função Selecionar é exatamente igual a que foi apresentada acima. Para a função Grupar existem algumas diferenças. Grupar • Na área de trabalho PERT escolha Formatar e, em seguida Organizar. A janela a seguir é exibida.

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Na parte superior da janela: • Especificar a variável que será usada par o grupamento. Pode-se usar o ID de calendários, a folga total e os códigos de atividades. • Especificar a ordem em que serão exibidos os grupos: Ascendente ou Descendente. A ordem estabelecida no Dicionário de Códigos de Atividades será obedecida. • Especificar se cada grupo deve ser mostrado em páginas separadas, quando imprimir o layout. • Especificar se devem ser exibidas atividades que não contenham valores para a variável usada para grupar. Na parte central da janela é feita a especificação para identificação dos grupos. • Especificar as cores para identificação das bandas • Cor de fundo • Cor do texto • Especificar os fontes para identificação dos grupos • Especificar o que será usado para identificação dos grupos • Códigos • Descrição dos códigos • Os dois acima Na parte inferior da janela são feitas as seguintes especificações: • Colocação das atividades. Opções • Perguntar como reorganizar as atividades com locação ainda não definida. • Reorganizar todas as atividades • Reorganizar atividades ainda não locadas. • Melhor posição • No parte inferior do gráfico • Espaçamento entre atividades. Definir em polegadas. • Horizontal • Vertical A figura a seguir mostra a janela PERT organizada pelo código Sistema.

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Capítulo 8

Layouts

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Layouts Um layout no P3, é composto de um conjunto de especificações que define o que deve ser exibido nas áreas de trabalho do diagrama de barras e PERT. A definição de um layout deve abranger especificações para: • Colunas de Atividades • Diagrama de barras • Barras • Escala de tempo • Interligações • Área PERT • Atividades • Configuração das caixas • Extremos e cores • Interrelações • Vistas • Normal • Cósmica • Traçador • Organização dos dados • Área do diagrama de barras • Área PERT • Especificações da tela • Cores da tela • Formato de datas • Linhas auxiliares • Altura das linhas de atividades • Opções para impressão • Área do diagrama de barras • Área PERT Colunas de Atividades Na área de colunas de atividades a definição do layout compreende: • Definir os dados que serão mostrados nas colunas • Definir a maneira de apresentação destes dados Para acessar a janela de definição das colunas: • Escolha Formatar e, em seguida Colunas ou • • Clique no ícone A janela de colunas é exibida

Na janela das colunas são feitas as seguintes especificações

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• • •

• • •

No campo superior da janela • Especificar o fonte que deve ser usado para o título das colunas. • Especificar se na área das colunas deve ser usado linhas divisórias entre linhas e entre colunas Na tabela da janela de colunas cada linha incluída corresponde a uma coluna na área de colunas Na primeira coluna especificar qual será o dado da atividade que será exibido. O nome do dado é sempre em inglês. • Praticamente todas as informações das atividades pode ser incluídas nas colunas. A barra de rolagem da tabela permite ver que dados podem ser especificados. • Quando o projeto tiver planos-meta (ver capítulo mais adiante) os dados dos planos meta também podem ser incluídos nas colunas. Na segunda coluna é especificado o título que aparecerá em cada coluna, correspondendo ao dado escolhido. • O título exposto na tabela é sempre em inglês. • Mesmo que tenha sido selecionado na Configuração de Idioma, outro idioma diferente do inglês, nesta coluna o título estará sempre em inglês. Contudo na área das colunas o título aparecerá traduzido. • O usuário pode colocar nesta coluna sua própria tradução. • O uso da barra | faz com que tudo que estiver a direita da barra seja exibido em uma segunda linha. Por exemplo o título traduzido Duração|Original, será exibido com a palavra Duração na primeira linha e Original na segunda linha. Na terceira coluna especificar a largura da coluna. O P3 sempre sugere uma largura padrão, adequada ao número de dígitos do dado. • A largura da coluna pode ser estabelecida graficamente, arrastando com o mouse a linha divisória entre colunas, na parte superior da área de colunas. Na quarta coluna especificar o alinhamento do dado na coluna. As opções disponíveis são Esquerda, Centro e Direita. Na última coluna especificar o tipo de fonte a ser usado para os valores da coluna. A barra de rolagem da tabela fornece os valores disponíveis. Quando desejar modificar a especificação de uma única coluna, na área de colunas, de um duplo clique no topo da coluna que deseja modificar. A janela a seguir é exibida.

• Diagrama de Barras

Faça as modificações e clique OK

Nesta área é necessário definir as barras e a maneira como serão exibidas; se com interligações, estranguladas, com que cores, qual a escala de tempo, etc... Para acessar a janela de barras: • Escolha Formatar, e em seguida Barras ou • • Clique no ícone Qualquer que seja o método usado, a janela abaixo é exibida

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Especificações a serem efetuadas na tabela: • Definir as barras que poderão ser incluídas no layout. O padrão do P3 já vem com as seguintes barras definidas: • Barras das datas mais cedo. • Barra das datas mais tarde. • Barra da folga total. • Barra das datas mais cedo dos recursos • Esta barra representa o período em que os recursos serão usados. Pelo fato de recursos poderem ter calendários próprios, o período de utilização dos recursos pode ser diferente do período de realização da atividade.. Use esta barra para ver quando serão utilizados os recursos • Para criar uma barra nova, clique no sinal + na parte superior da tabela. As características da barra serão definidas em outra janela, de maneira igual a que será mostrada abaixo na função modificar barras. • Na primeira coluna especificar a posição da barra na vertical, em cada linha de atividade. A posição mais acima é a 1. Quanto mais baixo a barra na linha maior é o número indicador da posição. • Na segunda coluna especificar a descrição da barra. A descrição é estabelecida quando se adiciona uma nova barra. Se desejar modificar a descrição, clique em Modificar para ter acesso ao campo. • As colunas seguintes contém especificações que definem parte do formato da barra. • Visível - Marcar se desejar que a barra seja exibida no layout. • Chave - Defina qual será a barra chave. Só pode existir uma única barra chave. Barra chave significa a barra onde serão colocadas as interligações. • Progresso - Marcar se desejar que o progresso da atividade seja registrado na barra. • Crítica - Marcar se desejar que a barra seja mostrada na cor especificada para barras críticas, caso a atividade representada seja crítica. • Estrangular - Marcar se desejar que a barra mostre estrangulamentos nos períodos em que não houver trabalho. Esta opção é complementada pelas alternativas expostas logo abaixo da tabela: • Estrangular para feriados • Estrangular para fins de semana • Caso esteja mostrando barras do plano meta, é possível exibir o progresso das atividades na barra meta. O progresso pode ser o progresso constatado no plano meta, ou o medido no projeto corrente. • Na parte inferior a esquerda especificar como exibir o progresso nas barras do projeto corrente. Duas alternativas são oferecidas: • O progresso é exibido com base na duração remanescente - Neste caso a barra de progresso inicia na data real de início da atividade e termina na data dos dados, pois a partir da data dos dados a barra é representada pela duração remanescente. • O progresso é exibido com base no percentual completo - Neste caso, o programa mede o comprimento da barra completa (do início real ao término calculado) e calcula o comprimento da barra de progresso como sendo igual ao comprimento total da barra multiplicado pelo percentual de progresso da atividade. • Adicionalmente especificar a cor para representar a barra de progresso • Na parte inferior a esquerda especificar como mostrar as atividades críticas. Especificar: • A cor das atividades críticas • Onde aplicar esta cor: • Nos extremos da atividade.

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• Na barra que representa a atividade Para modificar as especificações de cada barra, clicar na barra que deseja modificar, e em seguida no botão Modificar. A janela mostrada na página seguinte é apresentada. Especificar nesta janela • No campo Descrição, o nome da barra. • No campo Posição, a posição na vertical que será ocupada pela barra. • Na tabela Estrutura especificar como representar a barra. A barra pode ser representada por um ponto de início, um de término, e uma barra ligando estes pontos, denominados Extremos. Assim é necessário especificar: • Na coluna Tipo, qual a variável da atividade que determinará a localização dos extremos. A barra de rolagem da tabela apresenta as opções possíveis. Normalmente o extremo a direita é representado pela data de término, e o da esquerda pela data de início da barra. Se a barra for a barra mais cedo, as datas acima serão as mais cedo. Se a barra for a barra meta, as datas acima serão as datas do plano meta. • Na coluna Tamanho especificar a altura dos extremos e da barra em pontos (0,3 mm).

Na coluna posição definir onde serão colocados os extremos em relação a barra. • Acima da barra • Abaixo da barra • No meio da barra • Na coluna Contorno definir se deve ser mostrado uma linha de contorno nos extremos e na barra. • Na coluna Mostrar definir se a barra ou os extremos deverão ser exibidos. • A medida que as especificações são feitas a figura apresentada no campo Amostra, reflete estas especificações. Na tabela inferior é possível especificar que dados das atividades serão incluídos no desenho da barra. • Os dados a serem incluídos na barra podem ficar em diferentes posições. Estas posições são especificadas na primeira coluna da tabela.

• •

Direita Mais a direita

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• • •

• • • •

• • •

• Esquerda • Mais a esquerda • Em cima • Em cima a direita • Em cima a esquerda • Em baixo • Em baixo a direita • Em baixo a esquerda Na segunda coluna especificar quais as variáveis que deverão ser incluídas • É possível especificar mais de uma variável na mesma posição. Neste caso para evitar conflito entre os dados especificar um separador (traço, barra, ponto etc.) no campo de Separador. Na terceira coluna especificar o fonte a ser usado nos dados da atividade. Quando especificar como dados a serem incluídos na atividade, observações, definir nas duas últimas colunas as linhas de observações que devem ser incluídas. Cada atividade pode ter até 99 linhas de observações. Especificar em uma coluna, qual a primeira linha a ser incluída, e em outra coluna, a última linha. Especificar no campo de cor, qual deve ser a cor utilizada na barra. A barra de rolagem do campo fornece as opções disponíveis. O campo tamanho do Marco permite a especificação da altura, em pontos, do símbolo usado para representar marcos. O botão Extremos permite o acesso a janela de especificação de extremos. Nesta janela é feita a especificação dos símbolos que serão usados para representar: • Extremos das barras • Marcos • Sinalizadores • Dados personalizados. Estes São especificados na tabela inferior da janela. Esta especificação é feita para: • Projeto corrente • Plano Meta 1 • Plano Meta 2 Os símbolos são escolhidos para as datas: • Mais cedo • Mais tarde • Real Escolher o que vai ser especificado (marco, extremo, ou sinalizador) em cada um dos projetos (corrente, meta 1, meta 2), clicando com o mouse na posição adequada. Na barra de rolagem do campo Forma, escolher o símbolo que será usado No campo cor determinar a cor a ser usada no símbolo.

É possível a especificação de cores e hachúrias diferentes para cada grupo de atividades com valores comuns para um determinado código de atividade. A especificação é feita atuando no botão Hachúria, da janela inicial de especificação de barras,

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• • • • • Área PERT Atividades

O código a ser usado na especificação é escolhido no campo superior. Na tabela determina-se para cada valor do código escolhido, o tipo de hachúria e sua cor. A barra de rolagem da tabela permite ver as opções disponíveis. Para criar hachúrias e cores para todos os valores do código escolhido clique no botão Atribuir Hachúrias Para Todos os Valores do Código. O tipo de hachúria escolhido é Preencher Tudo. Para apagar todas as especificações feitas clique no botão Limpar Hachúrias para os Valores do Código Para criar uma legenda, representativa de sua especificação, quando imprimir o diagrama de barras,, clique no botão Legenda. O P3 cria um arquivo gráfico em extensão WMF.

Nesta área é preciso especificar o formato das caixas a serem usadas, a definição de extremos de caixas e cores, e a definição das interligações. Antes de especificar o tipo de caixa ou cores, é preciso marcar as atividades, se já existirem, que irão ser representadas pelo novo modelo. Para isto: • Clicar sobre uma atividade. Ela ficará realçada • Pressione o botão esquerdo do mouse, e trace um retângulo. Todas as atividades dentro do retângulo serão marcadas. • Rode um filtro com o critério desejado, e escolha selecionar. As atividades selecionadas serão marcadas. Para especificar o formato das caixas: • Escolha Formatar, e em seguida Configurar Caixa de Atividades. A tela a seguir é exibida.

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• •

No campo superior esquerdo são apresentados os modelos pré-estabelecidos para a caixas das atividades. • O programa já vem com 15 modelos de caixas. • Quaisquer destes modelos pode ser modificado • É possível a criação de novos modelos. O P3 permite a especificação de até 25 modelos por cada layout. • O campo Amostra exibe o modelo escolhido Há um campo para definição do tipo de letra a ser usado nos campos da caixa de atividades. Quando é feito uma seleção de atividades, é possível a especificação de conectores que indicam a ligação de atividades presentes na seleção, com atividades excluídas. A especificação consta de 3 itens: • Mostrar ou não conectores • Definir a cor dos conectores. • Definir a cor das bordas e do texto nos conectores, Nos dois campos restantes especificar: • Se o progresso deve ou não ser exibido. O progresso é exibido segundo duas regras: • Atividades em andamento - uma diagonal é incluída na caixa. • Atividades concluídas - 2 diagonais são incluídas na caixa • Se devem ou não ser mostrados os marcos. • Mostrar marcos significa eliminar um dos extremos da caixa de atividades. Se o marco é de início, apenas a extremidade esquerda é mostrada, se de término, apenas a direita. Para modificar um modelo de caixa de atividades existentes ou criar uma nova, selecione a atividade que se deseja modificar (ou qualquer uma em caso de adição de novo modelo), e clicar no botão Modificar. A janela a seguir é exibida.

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Nesta janela define-se completamente uma caixa de atividades. A janela no centro mostra o formato da caixa a medida que ela vai sendo definida. • Para criar uma nova caixa, digitar no campo superior o nome da caixa, e clicar no botão Adicionar (a direita) que ficará desinibido. • Para modificar uma caixa de atividades, escolher a caixa que deseja modificar, faça as modificações desejadas, e acione o botão Modificar da direita da janela. • Para remover um modelo de caixa de atividades, escolher o modelo, e acionar o botão Remover. • Os botões na vertical a esquerda permitem a inserção, remoção, ou adição de linhas na caixa. • Os botões na horizontal permitem a divisão de uma célula ou sua remoção. • Os campos na parte inferior permitem a definição de: • O conteúdo da célula • O alinhamento do dado na célula • O estilo da letra na célula Extremos e cores, complementam a definição das caixas de atividades. Para efetuar esta definição escolha Formatar, e em seguida Extremos e Cores de Caixas de Atividades. A definição é feita para ser aplicada a atividades previamente selecionadas, ou a atividades que venham a ser criadas após a especificação.

• • • • • •

Especificar o formato dos extremos direito e esquerdo. A barra de rolagem de cada campo fornece as opções possíveis. Especificar a hachúria a ser utilizada em cada extremo. Ver, usando a barra de rolagem, as opções possíveis. Especificar a cor da caixa. Especificar a cor a ser usada no texto e no contorno da caixa. O campo a direita vai exibindo o formato da caixa, a medida que as especificações são efetuadas. Nos campos inferiores especificar: • A cor para o texto e contorno de caixas representando atividades críticas.

Capítulo 8 - Layouts

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• A medida central do extremo, em percentual da largura da caixa. Para definição das interligações escolha Formatar, e em seguida Interligações.

• •

Definir o tipo de linha e a cor para cada tipo de interligação: controladora e não controladora. As barras de rolagem dos campos mostram as opções possíveis. • Relação controladora é a que determina o início da atividade sucessora. Nos campos a esquerda escolha o modelo da interligação: • Direta • Compartilhada • Separada • Os modelos do campo orientam a escolha. Nos campos a direita, definir se o tipo de interligação e a defasagem, devem ser exibidos. • Defina também o tipo de letra a ser utilizado • Ligações término início só serão exibidas se a defasagem for diferente de zero.

Vistas A área PERT pode ser dividida em 3 partes: • A primeira parte, que não pode ser eliminada, contém o desenho da rede PERT. As atividades são representadas por caixas interligadas.. • A segunda parte permite uma visão cósmica da rede. A rede é representada por caixas muito pequenas. Um retângulo em amarelo determina a área da rede que é mostrada na primeira parte. Arraste este retângulo para definir a área da rede, que deseja ver na primeira parte. Esta parte não é incluída na impressão do layout. • A terceira parte permite o acompanhamento de caminhos dentro da rede. Escolhida uma atividade na primeira parte, nesta se vê a atividade escolhida, suas predecessoras e suas sucessoras. • Para exibir a vista cósmica da rede escolha Ver, e em seguida Vista Cósmica. • Para exibir o traçador de atividades escolha Ver, e em seguida Traçador de Lógica. • Escolha Formatar e, em seguida Traçador de Lógica, para definir detalhes no traçador.

Capítulo 8 - Layouts

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• • • •

Definir quantos níveis mostrar, para predecessoras e para sucessoras. 1 nível significa que apenas as primeiras predecessoras ou sucessoras serão mostradas. A escolha de Todos os Níveis fará com que toda a cadeia de predecessoras e sucessoras seja exibida. Para acompanhar o caminho, vá clicando em cada predecessora ou sucessora, e o P3 vai automaticamente ajustando o traçador. Definir também se devem ser mostradas apenas ligações controladoras, ou todas.

Área da vista cósmica Rede PERT normal

Área do traçador de lógica

Especificações da tela - Área do Diagrama de Barras Complementando a especificação do layout, alguns detalhes de apresentação da tela devem ser definidos Cores • • • • Escolha Formatar, e em seguida Cores da Tela. Especificar quantos esquemas de cores desejar. Em cada esquema especificar cores para as diferentes áreas do Primavera. Nos campos onde é mostrada a palavra Text, é necessário especificar uma cor para o fundo, e outra para o texto. • Clicar fora da palavra Text para especificar a cor de fundo. • Clicar sobre a palavra Text, para especificar a cor do texto. Não é possível remover nem modificar o esquema de cores P3 Defaults.

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Datas • Escolha Formatar, e em seguida Datas

• •

Escolha o formato desejado para as datas, e inclua um separador entre dia, mês e ano, se desejar. Esta opção também é disponível na área PERT

Linhas Auxiliares Escolha Formatar, e em seguida Linhas Auxiliares Linhas auxiliares são linhas de separação, horizontais ou verticais, que facilitam a visão do diagrama de

barras.

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• • •

Na parte superior da janela defina as linhas auxiliares principais e secundárias, indicando que uma linha deve ser incluída a cada certo número de atividades. Na parte inferior da janela defina as linhas auxiliares principais e secundárias, indicando o intervalo de tempo para colocação de cada linha. Tecle o botão Opções para definições complementares.

• •

Para cada um dos tipos de linhas: horizontal ou vertical, principal ou secundária, defina o tipo de linha, e a densidade do traço. As opções possíveis em cada caso, são mostradas com o uso das barras de rolagem de cada campo.

Altura da Linha Escolha Formatar e, em seguida Altura da linha.

Existem duas opções nesta tela: • Dimensionamento automático - Neste caso o P3 dimensiona a altura das linhas, de maneira a conter tudo que foi especificado pelo usuário, na área de colunas, ou no diagrama de barras. • Aplicar a - Neste caso o usuário especifica a altura da linha em pontos, definindo adicionalmente se deseja aplicar a todas as atividades, ou apenas às previamente selecionadas.

Organização de dados Já abordado no capítulo 7. Opções de impressão Na área de trabalho do diagrama de barras O layout definido conforme procedimentos anteriormente descritos, pode ser impresso, constituindo-se assim em uma forma de relatório do P3. • Para uma visão antecipada da impressão escolha Arquivo e, em seguida Previsão da Impressão, ou . clique no ícone Definir detalhes da impressão, acessando o menu de Ajuste da Página. Para tal escolha, Arquivo e, em seguida Ajuste da Página. • Na parte superior da janela definir o que será mostrado. • Faixa de tempo para o diagrama de barras • Definir a data inicial e final. • A definição das datas pode ser feita pela data calendário, ou por adição ou subtração a datas notáveis do projeto: data de início, de término, ou data dos dados.

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Para esta definição clicar no campo CAL, que aparece junto as datas inicial e final para impressão Definir as áreas a serem exibidas na impressão: • Área das colunas de atividades • Optar adicionalmente se deseja mostrar todas as colunas, ou apenas aquelas visíveis na tela. • Área do diagrama de barras. • Área de histograma ou tabela de recursos/custos.

• • •

Na parte inferior da tela a direita defina a disposição da impressão na página. • O primeiro campo define quantas páginas o desenho terá na horizontal: • Se deixado igual a zero, o P3 define o número de páginas em função da definição do que será exibido. • Se fixado pelo usuário em 1, 2 ou n, o P3 usará as datas limites e o número de páginas estabelecido para determinar a escala do diagrama de barras. • Definir as margens do papel • Fixar a unidade que será usada na definição das margens. • Fixar valores para margens: superior, inferior, direita e esquerda. Na parte inferior a direita definir: • Colocação da escala de tempo no diagrama de barras: Topo, am baixo, ou nas duas posições. • Se a escala de tempo deve ser mostrada em todas as páginas da impressão. • Se o título do grupo, deve ser repetido em todas as páginas da impressão. • Se devem ser omitidas as linhas divisórias interiores. Esta opção é útil em caso de impressão em múltiplas folhas. A omissão das linhas divisórias interiores facilita o trabalho de emenda de múltiplas folhas. Finalmente na linha inferior especificar a altura máxima em polegadas, da área de recursos/custos. Especificar se a impressão deve ser sem cores. Clicar no botão Escala em Cinza. Especificações adicionais são feitas, clicando-se no botão Títulos

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• • •

• •

Nesta janela especificar títulos para as folhas a serem impressas. • O P3 preenche os dados dos campos de títulos 1 e 2 e o da revisão, com o nome da companhia e do projeto e da revisão, definidos quando da criação do projeto. • O campo 3 usa o título do layout, definido quando o layout for salvo. • Todos os títulos podem ser modificados pelo usuário. Definir a fonte que será usado nos títulos, no campo superior. Definir se a caixa com dados de revisão deve ser apresentada. Definir se os títulos devem ser colocados: • Na primeira página • Na última página • Em todas as páginas • Em nenhuma página. Definir se o nome do projeto deve ser exibido. Se desejar incluir um logotipo na área de títulos clicar no botão Logo. • O P3 apresenta uma lista de desenhos possíveis.

Use qualquer desenho ou texto dos seguintes tipos: • Bitmap - extensão .BMP • Metafile - extensão .WMF • Primavera Draw - extensão .PMT • Texto do Word - extensão .DOC Se desejar criar um novo logotipo clicar em Novo. O P3 acessa o programa Primavera Draw

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O Primavera Draw é um programa para desenhar, semelhantes a outros programas do gênero. • Criar o logotipo desejado, e salvar em um arquivo. • Escolher na lista de arquivos aquele que deseja incluir como logotipo. • Retornar ao Primavera. O campo Mostrar Logotipo está agora desinibido. Clique no campo para o logotipo ser incluído na impressão

Na área de trabalho PERT A vista prévia da impressão é obtida de maneira similar a usada na área de trabalho do diagrama de barras. As opções para ajuste de página apresentam algumas diferenças. • Escolha Arquivo e, em seguida Ajuste de Página. • A impressão do layout nesta área é feita separadamente: uma para a rede normal e outra para o traçador lógico. • Use a parte superior da janela para indicar a que parte o ajuste se refere. • A especificação seguinte é a limitação de folhas, tanto na vertical quanto na horizontal. O P3 ajusta a escala do desenho para obedecer a especificação definida pelo usuário. Antes de fixar o número de páginas, deixe os campos em branco e, vendo a previsão da impressão veja quantas folhas o P3 propõe. • Em seguida especificar as margens da folha, de maneira similar a vista para a área do diagrama de barras. • Algumas atividades podem ser localizadas justamente em cima de quebras de páginas. Deixe o campo Permitir dividir Atividades em Quebra de Página em branco, e o P3 moverá as atividades para não dividi-las. • As especificações de bordas e títulos são iguais as usadas na área do diagrama de barras.

Especificação da impressora • Para especificar a impressora escolha Arquivo e, em seguida Ajustar Impressora.

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Nesta janela especificar: • Se deve ser usada a impressora padrão (definida no windows), ou uma impressora específica definida nesta janela. • Caso desejar usar uma plotadora, especificar como impressora específica Primavera Plot em COM1. • Neste caso acionar o botão opções e definir a plotadora na janela abaixo. • Especificar se a impressão é em formato Retrato ou Paisagem. • Definir o tamanho e origem do papel.

Salvar Layouts em Arquivos Metafile O P3 dispõe de facilidades para salvar layouts em arquivos metafile (.WMF), tanto na área do diagrama de barras, como na área PERT. Estes arquivos permitem a impressão do layout no programa P3WMF que faz parte do Primavera, ou em outros aplicativos que aceitem o formato metafile, tais como o WORD ou o EXCEL. Para salvar um layout clicar em Arquivos e Prever Impressão.

Prever Impressão

O P3 abre uma janela onde o usuário pode ver qual o aspecto da figura que será salva.

Capítulo 8 - Layouts

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Clicar em Salvar para ter acesso a janela de especificação para salvar.

• •

Na parte superior especificar o que deverá ser salvo: todas as páginas ou parte delas. Notar que a identificação das páginas e por números na vertica, e letras na horizontal. Na parte inferior especificar disco, diretório e nome do arquivo a ser salvo • O número da página e a extensão WMF serão acrescidos ao nome de arquivo especificado. No exemplo acima serão criados os arquivos PRIMA001.WMF, PRIMA002.WMF e assim sucessivamente. Um arquivo para cada página.

Salvar a Especificação do Layout

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Uma vez concluídas as especificações do layout, é preciso salva-lo para ser usado sempre que desejado. • Escolha Ver e, em seguida Layout. Várias opções são disponíveis.

Para abrir um layout escolha Abrir e marque o layout desejado.

Uma vez concluída a especificação do layout salve esta especificação. Escolha Salvar como. O P3 sugere um número. Aceite-o ou mude-o e escolha um título para o layout.

É possível a transferência de layouts de um projeto, para o projeto em que se está trabalhando. Escolha a opção Transferir, o projeto de origem e o layout que deseja transferir.

Capítulo 8 - Layouts

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Para apagar um layout clicar em Apagar.

O botão Opções permite definir opções para serem usadas quando da abertura do layout.

Especificar a opção quanto a maneira de abrir o layout. • Organizar - quando o layout é aberto o P3 segue as instruções especificadas para a organização de dados. Neste caso na parte inferior esta especificação é complementada. As opções são: • Rodar o filtro estabelecido • Substituir as atividades existentes. • Acrescentar as atividades filtradas as existentes. • Não rodar o filtro. • Perguntar se deseja rodar o filtro. Usar a vista geral do layout quando foi salvo. Neste caso: • A abertura do layout fica mais rápida. • Ao lado do título do layout na parte inferior da tela aparecem as letras SS. • Se o usuário precisar de ver atividades não existentes nesta vista, tem que rodar um filtro adequado.

Trabalho 11 - Criar Layouts Ver caderno de exercícios

Capítulo 8 - Layouts

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Capítulo 9

Recursos e Custos

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Recursos e Custos Qualquer atividade de uma rede necessita de recursos para ser executada, e todo recurso gera custos. O controle de recursos e custos será abordado com detalhes no volume Recursos e Custos. Neste capítulo serão apresentados os conceitos básico para controle de recursos e de custos: alocação de recursos/custos e visão dos resultados. O controle de recursos e custos começa com a definição dos recursos e centros de custos a serem utilizados no projeto. Esta definição é feita nos Dicionários de Recursos e Dicionário de Centros de Custos, já analisados no capítulo 3 - Iniciar o Primavera. Recursos Definidos os recursos, é necessário definir a demanda de recursos em cada atividade. A quantidade de recursos por atividade é ilimitado, embora não seja aconselhável programar atividades com número muito grande de recursos. Dividir a atividade em várias permite a redução de recursos por atividade. Selecionada a atividade, a demanda de recursos pode ser feita de duas maneiras: • Definir a quantidade de recursos por unidade de tempo - UPT. A unidade de tempo a ser usada é a unidade de planejamento do projeto, ou menor. Assim se um projeto é planejado em dias os recursos podem ser alocados em dias ou horas. Por exemplo, em uma atividade é possível alocar 1 técnico por dia ou, 8 horas de técnico por dia. O P3 calcula então a quantidade total de recursos a ser utilizada na atividade, pela equação: • Quantidade Total (BQ) = UPT x Duração original da atividade (OD) • Definir a quantidade total de recursos, necessária a execução da atividade - BQ. Neste caso o P3 calcula a quantidade por unidade de tempo - UPT, pela equação: • UPT = Quantidade Total (BQ) / Duração original (OD) A alocação de recursos nas atividades é efetuada na Janela de Recursos, que pode ser acessada por vários processo a, a saber: • Na Janela de Atividades clicar o botão Recursos (RES). • Escolha Ver e, em seguida Detalhes de Atividades e, em seguida Recursos. • Clicar o botão direito do mouse na área de colunas e, no menu auxiliar escolher Recursos. • Teclar Ctrl+R Na janela de recursos os seguintes dados são definidos pelo usuário ou, calculados pelo P3. Campo Recurso Centro de Custo Controlador Curva Descrição Código que define o recurso. Se não constar do Dicionário de recursos, o P3 pergunta se deseja incluir. Usuário. Campo dividido em 2 células; na da esquerda usar o código do centro de custo; na da direita o código da categoria de custo. Usuário Para definir se o recurso é controlador da duração. Usuário Se a distribuição do recurso na atividade não for linear, pode ser usada uma curva de distribuição, previamente definida. Este mesmo campo, serve para diferenciar recursos, permitindo que um mesmo recurso seja usado mais de uma vez na atividade. Basta colocar no campo uma letra que não tenha sido usada para definição de uma curva. Usuário É a quantidade de recursos por unidade de tempo, conforme definido acima. Usuário ou calculado. BQ - É a quantidade total de recurso, a ser usada na atividade. Usuário ou calculado. É uma outra maneira de tornar não linear a utilização de recursos na atividade. Defasagem é o tempo medido entre o início da atividade e, o início da utilização do recurso. Assim se o recurso GUINDASTE for usado apenas no 5º dia de uma atividade de 10 dias, a defasagem seria de 4, e a duração de 1 dia. Usuário Na medição indicar qual a porcentagem do total previsto de recursos, foi dispendida. Usuário ATP - Quantidade real de recursos dispendida, entre a medição anterior e a

• • • •

Unidades por dia

• •

Quantidade Orçamentaria Defasagem duração recursos

/ de

• •

Porcento utilizado Real no Período

Capítulo 9 - Recursos e Custos

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Campo • • • • • • • • Real Até a Data Para Completar Ao Completar Variância Início mais cedo Início mais tarde Término mais cedo término mais tarde

Descrição medição atual. Usuário ou calculada. ATD - Quantidade real de recursos dispendida desde o início da atividade. Usuário ou calculada QTC - Quantidade prevista de recursos para concluir a atividade. Em atividades não iniciadas QTC = BQ. Usuário ou calculada. QAC - Quantidade de recursos prevista ser dispendida ao concluir a atividade. Em atividades não iniciadas QAC = BQ. Usuário ou calculada Diferença entre a quantidade orçamentaria e a quantidade ao completar. Calculada. Data mais cedo de início de utilização do recurso na atividade. Calculada. Data mais tarde de início de utilização do recurso na atividade. Calculada. Data mais cedo de término de utilização do recurso na atividade. Calculada. Data mais tarde de término de utilização do recurso na atividade. Calculada.

Para ver as curvas de distribuição de recursos, escolha Dados e, em seguida Curvas de Recursos. Custos Os custos podem ser definidos em função do preço unitário dos recursos, ou por custo global. Portanto tal como para recursos, a quantidade de itens de custos por atividade é ilimitada. • Definir a quantidade de recursos em cada atividade. O P3 calcula então o custo de cada recurso, multiplicando a quantidade total pelo custo unitário definido no Dicionário de Recursos. • Definir o custo total. Este custo total pode estar referido a um determinado recurso, para o qual não foi definida a quantidade, ou a um determinado centro de custos. A alocação de custos as atividades é efetuada na Janela de Custos, que pode ser acessada por vários processos, a saber: • Na Janela de Atividades clicar o botão Custos (COST). • Escolha Ver e, em seguida Detalhes de Atividades e, em seguida Custos. • Clicar o botão direito do mouse na área de colunas e, no menu auxiliar escolher Custos. • Teclar Ctrl+T Na janela de custos os seguintes dados são definidos pelo usuário ou, calculados pelo P3. Campo Recurso Centro de Custo Controlador Curva Custo Descrição Código que define o recurso. Pode ou não ser definido. Se não alocar recurso tem que definir um centro de custo. Usuário. Campo dividido em 2 células; na da esquerda usar o código do centro de custo; na da direita o código da categoria de custo. Usuário Para definir se o recurso é controlador da duração. Usuário Se a distribuição do custo na atividade não for linear, pode ser usada uma curva de distribuição, previamente definida. Usuário BC - É o custo alocado ao recurso ou centro de custo, alocado a atividade.

• • • • •

Capítulo 9 - Recursos e Custos

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• • • • • • • •

Campo Orçamentario Defasagem / duração de recursos Real no Período Real Até a Data Porcento dispendido Porcento completo Valor Obtido Para Completar Ao Completar Variância

Descrição Usuário ou calculado. Este campo só existe na janela de recursos, embora o custo decorrente também seja alocado no mesmo período previsto para o recurso. Usuário CTP - Custo real dispendido, entre a medição anterior e a medição atual. Usuário ou calculada. CTD - Custo real dispendido desde o início da atividade. Usuário ou calculado Porcentagem dispendida do total previsto de custos, foi dispendida. Calculada. Na medição indicar qual o percentual de recursos foi gasto. Usuário ou calculada. Valor correspondente ao produto do percentual de realização da atividade, pelo orçamento do recurso. Calculado. CTC - Custo previsto para concluir a atividade. Em atividades não iniciadas CTC = BC. Usuário ou calculada. CAC - Custo previsto ser dispendida ao concluir a atividade. Em atividades não iniciadas CAC = BC. Usuário ou calculada Custo orçamentario menos custo ao completar. Calculada.

O maior valor possível para custos é de 100 milhões, quando usar duas casas decimais, ou de 1 bilhão quando usar números inteiros.

Tanto recursos como custos podem ser definidos numa mesma janela, a Janela do Orçamento. Nesta janela, além dos campos para definição de recursos e custos, existem campos para consolidação de todos os recursos e custos alocados a atividade.

Colunas com totais de recursos e custos

No exemplo acima o custo total da atividade é de 85.460,00 unidades financeiras.

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Alocados os recursos e custos, os resultados calculados para a demanda destes insumos ao longo do tempo, podem ser vistos em forma de histogramas, curvas ou de tabela. Os histogramas, curvas e tabelas podem fazer parte de um layout do projeto. Adicionalmente o P3 dispõe de uma grande variedade de relatórios tabulares ou gráficos, para apresentação de resultados referentes a recursos e custos. Para mostrar o histograma de recursos ou custos: • Escolha Ver e, e, seguida Perfil de Recursos • Clicar no ícone

A especificação dos detalhes do histograma é feita na janela que é acessada quando clicar no botão Mostrar da pequena janela aberta com o histograma de recursos.

Capítulo 9 - Recursos e Custos

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Nesta janela são especificados os seguintes itens, começando do canto superior esquerdo: • Tipo • Unidades - os resultados exibidos representam quantidade de recursos alocados as atividades. • Custos - os resultados exibidos representam custos alocados as atividades. • Datas • Mais cedo - os resultados são exibidos supondo a utilização dos recursos/custos nas datas mais cedo das atividades • Mais tarde - os resultados são exibidos supondo a utilização dos recursos/custos nas datas mais cedo das atividades. • Atividades • Todas - os resultados são exibidos representam os recursos/custos alocados a todas as atividades do projeto. • Selecionadas - os resultados são exibidos representam os recursos/custos alocados a todas as atividades previamente selecionadas. Selecione as atividades uma a uma, ou por meio de um filtro. • Intervalo de tempo - escolha a unidade de tempo para a apresentação dos resultados. Só pode ser escolhida uma unidade de tempo igual ou maior que a unidade de planejamento. Duas hipóteses: • Escolha a unidade de tempo igual a unidade de planejamento - Neste caso dois campos ficam desinibidos e podem ser selecionados: • Mostrar limites - O P3 inclui linhas representando os limites normal e máximo, de disponibilidade de recursos. O limite normal é mostrado com uma linha amarela, e o máximo em vermelho. • Enfatizar sobrecarga com cores - O P3 mostra a demanda de recursos em 3 cores: verde para demanda abaixo do limite normal, amarelo para demanda entre os limites normal e máximo, e vermelho para demanda acima do máximo. • Escolha a unidade de tempo diferente da unidade de planejamento - Neste caso os dois campos acima citados ficam inibidos e o campo calcular, do histograma fica desinibido. Esta opção fornece resultados mais imprecisos de distribuição no tempo. Escolha uma das 3 opções: • Total - Os valores exibidos representam o total de recursos/custos no intervalo de tempo fixado. • Pico - Os valores exibidos representam o pico de recursos/custos no intervalo de tempo fixado. • Média - Os valores exibidos representam a média de recursos/custos no intervalo de tempo fixado. • Ao escolher média, o campo calendário fica desinibido. É necessário escolher o calendário com base no qual será calculada a média. • Escolha nos campos adequados o que deve ser exibido:

Capítulo 9 - Recursos e Custos

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• •

• Histograma • Curva Acumulada • Os dois Defina no campo a seguir se os valores de realização até a data devem ser omitidos. Escolha o formato do histograma: • Área - o histograma é representado pelo contorno externo dos valores ao longo do tempo. Este tipo só apresenta diferença em relação ao de barras, se a unidade de tempo for diferente da unidade de planejamento. • Barras - o histograma é representado por barras discretas. Valores - Escolha quais valores devem ser mostrados no histograma. • Estimativa corrente - para o período até a data dos dados, são mostrados os valores reais até a data, daí para diante os valores estimados para concluir. • Valor obtido - os valores exibidos são calculados pelo P3 multiplicando o percentual dispendido de recursos/custos pelo orçamento (quantidade ou custos) do projeto corrente ou do plano meta. Este valor é também denominado Custo (ou Quantidade) Orçamentario do Trabalho Realizado (BCWP). • Definir se o cálculo será feito com base no projeto corrente ou no plano meta 1, escolhendo Ferramentas, Opções e, em seguida Valor Obtido.

Valor programado - os valores exibidos até a data dos dados são aqueles que deveriam ter sido realizados, daí por diante são os valores da previsão inicial. Este valor é também chamado de Custo (ou Quantidade) Orçamentario do Trabalho Programado (BCWS). • Definir se o cálculo será feito com base no projeto corrente ou no plano meta 1, escolhendo Ferramentas, Opções e, em seguida Valor Obtido. • Para as curvas acumuladas, defina as que devem ser exibidas. • Estimativa corrente • Valor obtido • Valor programado • Especificar também se as curvas devem ser mostradas com diferentes tipos de traço. Para mostrar a tabela de recursos ou custos: • Escolha Ver e, e, seguida Tabela de Recursos • Clicar no ícone As opções quanto ao formato da tabela são semelhantes as opções para histogramas, e são apresentadas abaixo: • Não há campos para definição de aspectos de desenho, como no histograma. • Existem um campo para definição do tipo de fonte a ser utilizado nas tabelas • Um outro campo permite a definição do número de decimais a ser utilizado nos números. • Finalmente um terceiro campo permite especificar se na tabela serão listados os códigos dos recursos ou sua descrição.

Capítulo 9 - Recursos e Custos

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Se desejar criar um histograma ou tabela para uma combinação de recursos ou centro de custos, clique no botão Selecionar.

• • •

Escolha o mesmo grupo se desejar grupar num único histograma ou tabela, os valores de um conjunto de recursos ou centros de custos. Escolha grupos diferentes, com cores diferentes, para criar um histograma com os valores de recursos ou custos, empilhados. Para ver o histograma ou tabela do grupo escolha o recurso Combination.

Trabalho 12 - Alocar recursos e custos Ver caderno de exercícios

Capítulo 9 - Recursos e Custos

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Capítulo 10

Relatórios

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Relatórios Os relatórios necessários a um sistema de planejamento e controle podem ser divididos em dois grupos: Relatórios de programação - são relatórios destinados a informar as diversas equipes de gerenciamento, quais atividades devem ser executadas num determinado período. Os relatórios de programação são o meio para fazer com que o que foi planejado seja executado da maneira prevista. Programação de serviços, planos de aquisição de materiais, plano de mobilização de recursos humanos ou equipamentos, fluxo de caixa, são exemplos de relatórios de programação. Relatórios de análise - são relatórios destinados a fornecer aos gerentes as informações que eles necessitam para uma tomada de decisão mais fundamentada. Estes relatórios são em geral comparativos com planos de referência. Além dos relatórios obtidos com especificação de layouts, o P3 dispõe de uma enorme variedade de relatórios tabulares e gráficos, para apresentação dos resultados do projeto. • Relatórios tabulares • De programação • Recursos/Custos - Existem relatórios dosmesmos tipos para recursos e para custos • Controle • Tabular • Produtividade • Valor obtido • Tabular • Alocação • Matriciais • Atividades • Recursos e Custos • Gerador de relatórios personalizados • Relatórios gráficos • Diagrama de barras • Cronopert • Rede lógica • Recursos e Custos Relatórios tabulares De Programação É um relatório que contém informações sobre as atividades que devem ser executadas em determinado período. Para criar um relatório de programação siga o seguinte procedimento. • Escolha Ferramentas, Relatórios Tabulares e, em seguida Programação. • O programa mostra uma janela com uma lista de especificações de relatórios. • Para criar uma nova especificação clicar em Adicionar. • O programa sugere um número para identificara a especificação. Aceitar ou modificar e clicar OK. • Para modificar uma especificação anteriormente criada, clicar em Modificar

Capítulo 10 - Relatórios

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Para especificar este tipo de relatório existem 3 janelas: • Conteúdo - para especificação do que será inserido no relatório. • Formato - para especificação do formato de apresentação dos dados • Seleção - para seleção das atividades que serão incluídas no relatório. Ao criar uma nova especificação de relatório, o programa apresenta a primeira janela: a janela do conteúdo.

Nesta janela deve ser especificado: • Título do relatório - é interessante que o título defina sucintamente o objetivo do relatório. • Tabela de definição do conteúdo - a esquerda da janela. Nesta tabela são definidas as linhas que serão incluídas no relatório. Cada linha já tem um formato pre-definido pelo programa. As seguintes linhas podem ser especificadas: • Linha da Atividade - Contém as informações básicas das atividades: ID, descrição, calendário, porcento realizado, códigos (até 10 dígitos), durações, datas de início e término mais cedo e mais tarde, e folga total. • Linha de recursos - Contém os recursos alocados a atividade: códigos, descrição, unidades por unidade de tempo, e quantidade total alocada.

Capítulo 10 - Relatórios

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Linha do período de trabalho - Contém os valores em datas corridas correspondentes as datas calendário. • Linha dos códigos - Contém todos os códigos da atividade. • Linha das observações - Contém todas as observações (até 99 linhas) sobre a atividade. • Linha das restrições - Contém as datas com restrições impostas a atividade. • Linha das atividades predecessoras - Contém a lista das atividades predecessoras. As predecessoras controladoras são marcadas com um asterisco. • Linha das atividades sucessoras - Contém a lista das atividades sucessoras. As sucessoras controladas são marcadas com um asterisco. • Linha com predecessoras detalhadas - Contém informações detalhadas das predecessoras. As informações são as mesmas da linha de atividades. • Linha com sucessoras detalhadas - Contém informações detalhadas das sucessoras. As informações são as mesmas da linha de atividades. • Linha de análise de predecessoras - Contém informações mais resumidas das predecessoras., • Linha de análise de sucessoras - Contém informações mais resumidas das sucessoras., • Linha de atualização - Contém informações que podem ser personalizadas pelo usuário. As informações que o usuário desejar, devem ser estabelecidas em um arquivo denominado UDL.TXT, que deve ser armazenado no diretórios USERLOC (P3WIN\P3OUT é o diretório padrão). Para criar este arquivo use um processador de texto - Write, Notepad etc. Não use o Word. Na figura a seguir a linha de atualização mostrada é a que vem com o P3, que pode ser modificada. • Linha do orçamento - Contém informação sobre o custo total da atividade e sobre o valor obtido. A inclusão desta linha no relatório faz com que seja criada uma linha adicional no final do relatório, para mostrar o total do projeto. • Linha da folga livre - Contém o valor da folga livre da atividade. A figura a seguir mostra todas as linhas para uma única atividade.

----- ----- ---- ---- - --- ---------- ------------------------------------------------ -------- -------- -------- -------- ----ACTIVITY ORIG REM ACTIVITY DESCRIPTION EARLY EARLY LATE LATE TOTAL ID DUR DUR CAL % CODE START FINISH START FINISH FLOAT ----- ----- ---- ---- - --- ---------- ------------------------------------------------ -------- -------- -------- -------- ----Linha de Atividades CO220 15 15 1 0 CP Construção dos suportes da ponte rolante 3MAR95* 23MAR95 7DEC94 28DEC94 -60 Linha de Recursos EP OP Engenheiro de Projeto 4.00 HD /DAY 60 Operário 12.00 HD /DAY 180

Linha

do Período de Trabalho WORKPERIOD 106 120 46 60

Linha dos Códigos CODE Linha das Observações Para a execução desta atividade usar os desenhos SP-4305-A e SP-4306A Os materias serão fornecidos pela firma Materiais de Construção Ltda. Tel. 264-6565 Linha de Restrições CONSTRAINT Linha de Predecessoras PRED ACT.IDS , CO105 Linha de Sucessoras SUCC ACT.IDS ,*CO110 Linha com Predecessoras Detalhadas ..CO105 18 18 1 0 PR ..CO106 * 15 15 1 0 PR Linha com Sucessoras Detalhadas ..CO110 * 0 0 1 0 SU ..FE203 * 60 60 1 0 SU Linha de Análise de Predecessoras P.L.D.F., CO105 Linha de Análise de Sucessoras S.L.D.F.,*CO110 ,*FE203 , ,*CO106 , 23NOV94 LABB=CP=CO=JOÃO =

Estrutura do Prédio e Acabamento Plataforma de Carregamento

1FEB95 9FEB95

27FEB95 2MAR95

4NOV94 14NOV94

1DEC94 6DEC94

-60 -60

Conclusão do Prédio Fabricação e entrega dos Robôs

24MAR95 24MAR95

23MAR95 19JUN95

9MAR95 29DEC94

8MAR95 23MAR95

-11 -60

.FS

0.

18.

-60,*CO106

.FS

0.

15.

-60

.FS

0.

0.

-11,*FE203

.FS

0.

60.

-60

Linha de Atualização Linha do Orçamento

____ ____ _ ___ __________ ________________________________________________ ________ ________

46320.00 Linha da Folga Livre FREE FLOAT Totais do Relatório REPORT TOTAL

.00

============ ============ 46320.00 .00

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Na tabela a direita da janela podem ser especificados códigos de atividades para serem incluídos na Linha de Atividades. As limitações para estes códigos são: • Número máximo de códigos - 5 • Número máximo de dígitos dos códigos usados - 10 A segunda janela para especificações do relatório é a janela do formato. • Na parte superior da janela, especificar: • Pulo de linha - Usar um código de atividade para fazer com que o relatório agrupe atividades com um código comum. Lembrar de ordenar o relatório pelo mesmo código. • Pulo de página - Usar um código de atividades para fazer com que o relatório mude de página sempre que o código escolhido mudar. Opção extremamente útil para preparar relatórios para enviar a diferentes destinatários. • Sumariar - Usar um código de atividade para preparar relatórios sumariados. O relatório sumariado não é na realidade um relatório de programação para execução, mas sim um informativo para níveis mais elevados de gerência. • Especificar se deseja que o relatório faça comparações com um determinado plano meta. É possível a existência de 2 planos meta. • Quando especificar comparações com plano meta, especificar também que datas devem ser usadas na comparação: • Datas mais cedo • Datas mais tarde • Faixa completa - Do início mais cedo ao término mais tarde. • Especificar a ordem em que as atividades devem ser apresentadas, na tabela a direita. Lembrar que os primeiros critérios de ordenação devem ser os códigos usados para pulo de página e pulo de linha, se tiverem sido especificados. • Na parte inferior da janela especificar as informações que aparecerão na linha de atividades. • Datas mais cedo de início ou término • Datas mais tarde de início ou término • Em caso de comparação com planos meta estas datas serão substituídas pelas datas escolhidas para o plano meta. • Calendário • Códigos de atividades • Folga total • Se a unidade de planejamento for hora, especificar se deseja incluir horas nas datas.

A última janela é a janela de seleção. Esta janela é a mesma janela já analisada no capítulo Organização de Dados. A janela de seleção está presente em praticamente todos os modelos de relatórios do P3. Em todas as janelas para especificação do relatório de programação existem botões para os seguintes comandos: • Próxima - Para ver a especificação de relatórios seguinte.

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• • • • • •

Prévia - Para ver a especificação de relatórios anterior. Ajuda - Como em qualquer janela do P3, invoca o menu de ajuda para aquela janela. Transferir - Transfere especificações de relatórios de um projeto para outro. OK - Conclui e grava a especificação de relatório. Cancelar - Conclui e não grava a especificação de relatório. Rodar - Executa a especificação, produzindo o relatório. • Quando rodar o relatório P3 apresenta opções para apresentação dos resultados. • Ver na tela - Os resultados são expostos na tela com o uso do programa Primavera Look. • Imprimir imediatamente - Os resultados são imediatamente impressos. • Salvar para um arquivo - Os resultados são gravados em um arquivo. • Especificar diretório e nome do arquivo. • O dado padrão para este campo é a gravação no diretório USERLOC (padrão P3WIN\P3OUT, e o nome do arquivo P3.OUT.

Trabalho 13 - Criar Relatório de Programação Ver caderno de exercícios Relatório Matricial Para Atividades O relatório matricial é um tipo de relatório que concentra muitas informações em pequeno espaço. São definidos códigos para linhas e colunas, e variáveis das atividades para inclusão no cruzamento de linhas e colunas. Para criar uma especificação de relatório matricial para atividade escolha Ferramentas, Relatórios Tabulares, Matricial e, em seguida Atividade. A janela com a lista de todas as especificações existentes é apresentada. É uma janela similar a janela apresentada para relatório de programação vista anteriormente. • Criar uma nova especificação clicando em Adicionar. • O programa sugere um número para identificar a especificação. Aceitar ou modificar e clicar OK. Para especificar este tipo de relatório existem 3 janelas: • Conteúdo - para especificação do que será inserido no relatório. • Formato - para especificação do formato de apresentação dos dados • Seleção - para seleção das atividades que serão incluídas no relatório. Ao criar uma nova especificação de relatório, o programa apresenta a primeira janela: a janela do conteúdo.:

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Nesta janela deve ser especificado • Título do relatório - é interessante que o título defina sucintamente o objetivo do relatório. • Na tabela a esquerda especificar os dados das atividades que deverão ser incluídos no relatório. • Podem ser especificados até 4 dados: • De atividades • De recursos/custos • De planos meta • De comparações projeto corrente x plano meta • De variâncias em relação ao plano meta. • Na tabela a direita especificar a organização do relatório. Usar os códigos de atividades para definir as linhas, as sub-linhas e as colunas. • Na tabela inferior especificar os valores a serem usados nas colunas. São valores definidos para o código escolhido para as colunas. • No topo desta tabela definir um cabeçalho para a tabela, que constituirá o relatório. • Os botões a direita da tabela permitem a inserção ou a eliminação de colunas. • O relatório matricial pode ser preparado em estilo comum ou Texto Rico. O texto rico permite uma melhor apresentação. • Definir o tipo clicando no botão Fonte na parte superior da janela. • Uma janela auxiliar é aberta. Especificar nesta janela: Ver o resultado das especificações nas janelas inferiores a direita. • O tipo de relatório • Em Texto Plano • Em Texto Rico • O tipo de fonte • Tipo de letra • Tamanho • O estilo do fonte • Para o conteúdo do relatório. • Para os cabeçalhos e sub-totais.

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A janela do formato permite a especificação quanto a organização do relatório. • Página. Dimensões em número de dígitos • Largura da página: 132, 230 ou 500. Esta opção é inibida para Texto Rico. • Largura de cada campo • Apresentação dos números. • Mostrar totais das colunas • Mostrar totais das linhas • A direita • A esquerda • Dividir quantidades ou custos por um número, para torna-los menores. Especialmente útil para dados de custos. • Fixar o número de decimais. • Apresentação de datas. As datas podem ser apresentadas como: • Datas calendário - são as datas comuns no calendário mundialmente usado. • Períodos de trabalho - São os períodos previstos de trabalho, numerados continuamente, • Datas ordinais - similar aos períodos de trabalho, porém incluindo os períodos não úteis. • Neste caso especificar adicionalmente a unidade a ser usada: igual ou maior que a unidade de planejamento; e a data de início para contagem das datas ordinais. • Semanas de trabalho - Indicam as semanas. As semanas são numeradas de 1 a 52, e iniciam-se com o ano. Por exemplo 97-04 é a quarta semana de 1997. • Na parte inferior da janela especificar dados para os códigos de atividades, usados na definição das linhas. • O número de dígitos a serem usados na descrição do código. • Se estes códigos devem ser repetidos em todas as páginas horizontais. Isto é importante, quando o número de colunas do relatório implicar em mais de uma página na horizontal. • Se os códigos usados nas sub-linhas devem ser deslocados para a direita. Especificar o número de dígitos do deslocamento. • A última janela é a janela de seleção. Esta janela é a mesma janela já analisada no capítulo Organização de Dados. • Os demais botões: Próxima, Prévia, Ajuda, Cancelar, OK, Rodar tem funções iguais as já esplanadas para o relatório de programação. Trabalho 14 - Relatório Matricial de Atividades Ver caderno de exercícios Gerador de Relatórios Personalizados O gerador personalizado de relatórios permite ao usuário uma grande liberdade de especificação de relatórios. As colunas que constituem o conteúdo do relatório são totalmente definidas pelo usuário. O gerador de relatórios é adequado tanto a preparação de relatórios de programação quanto a relatórios de análise. Para acessar o menu de relatórios personalizados escolher Ferramentas, Relatórios Tabulares e, em seguida Gerador de Relatórios Personalizados. A janela que é apresentada, com a lista de todas as especificações

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anteriormente preparadas, é similar as janelas vistas nos tipos anteriores. A adição de nova especificação se faz com o botão Adicionar, também de maneira análoga a vista nos tipos anteriores. • A primeira janela apresentada é a janela Aritmética. Esta janela permite a realização de operações aritméticas com dados diversos das atividades. • Ao todo é possível a realização de 20 operações. • Todas as operações são do tipo: Se, Então, Ou. Se a condição da primeira linha é verdadeira, execute a segunda linha, se for falsa execute a terceira linha. • A barra de rolagem da tabela fornece as opções possíveis quanto aos dados das variáveis que podem ser incluídas nas operações. • As operações são efetuadas com a criação de variáveis temporárias, isto é, de variáveis que só existem enquanto o relatório está sendo executado. • As variáveis temporárias são representadas pelo símbolo &, seguido de 1 a 3 dígitos. • Exemplo de variável temporária: &ABC EQ 0.10 * BC, ou seja, dez porcento do custo orçado é igual a &ABC, representando esta variável, por exemplo, o custo indireto da atividade. • Se for especificado que os dados que constituem a variável &ABC sejam totalizados, o total será coerente com a fórmula usada em cada atividade. • Porém se a fórmula que define a variável temporária contiver uma divisão, a totalização não mostrará o resultado correto. Ver o resumo abaixo, para uma fórmula &A EQ ATD / BC * 100 (Qual o percentual do custo realizado). Variável Atividade 1 Atividade 2 Atividade 3 Soma normal Somatório correto • ATD 2000 5000 80000 87000 87000 BC 10000 40000 100000 150000 15000 &A 20,0 12,5 80,0 112,5 870000/150000*100=58,0

• • •

Para obter o somatório correto definir a variável temporária com dois símbolos &&, ao invés de 1. A variável do exemplo deveria ser &&A. As variáveis temporárias podem ser incluídas no relatório. Na figura foi criada uma variável temporária &A iguala 10 % do orçamento de cada recurso. Pode-se criar variáveis temporárias que usem outras variáveis temporárias para execução de operações aritméticas mais complexas. Por exemplo define-se uma variável &A, outra &B, e uma terceira &C=&A+&B.

A figura abaixo mostra parte das opções possíveis quanto ao uso de dados de atividades.

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A janela seguinte é a Janela do Cabeçalho.

O cabeçalho do relatório pode ser personalizado pelo usuário. Definir o que deseja incluir, especificando: • Descrição a ser incluída. • Existem 6 possibilidades de inclusão de descrições. • Os demais dados existentes não podem ser modificados. Podem porém ser eliminados, especificando-se linha zero. • A linha onde a variável ou descrição, será incluída. A contagem das linhas começa pela parte superior. • A coluna onde será iniciada a variável ou descrição, ou então o alinhamento do dado: centro, direita ou esquerda. A terceira janela é a do Formato.

• •

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No primeiro campo a esquerda especificar se deseja pulo de página ao mudar um código de atividade, um recurso, ou um centro de custo. • No primeiro campo a esquerda especificar se deseja pulo de linha ao mudar um código de atividade, um recurso, ou um centro de custo. • Estes dois campos permitem grupar atividades com características comuns em páginas separadas, ou em grupos separados em uma mesma página. • Para cada uma das especificações de pulo de página ou de linha, indicar se deseja a inclusão de subtotais referidos ao código usado para o pulo. • Ainda a esquerda especificar em quantas linhas será definido o título de cada coluna. • Até 3 linhas são permitidas. • Especificar também se deverá haver pulo de linha a cada linha. • O pulo de linha praticamente dobra o número de linhas do relatório. • Logo abaixo especificar se os dados do relatório devem ser sumariados, definido a variável a ser usada para a sumariação: códigos de atividades, recursos , ou centros de custos. • A sumariação aplica-se as variáveis definidas na Janela do Conteúdo. • Especificar em seguida se devem ser incluídos subtotais no relatório. • Os subtotais são executados em relação a: códigos de atividades, recursos , ou centros de custos. • Especificar como devem ser mostradas as datas: • Datas calendário • Datas ordinais • Períodos de trabalho • Semanas de trabalho. • Especificar a largura do relatório. Se especificar relatório em texto rico, este campo ficará inibido. • Se incluir dados de recursos ou custos no relatório, especificar nos campos a direita, se deseja dados detalhados, isto é, todos os dados cada recurso ou centro de custo, ou sumariados, isto é, dados que resumem os dados para todos os recursos ou centros de custos de cada atividade. • Quando especificar dados detalhados, é possível incluir o subtotal para cada atividade. Basta marcar o campo subtotal. • Quando incluir o dado Observações (Log) no conteúdo do relatório, especificar que linhas das observações deverão ser exibidas. • Especificar a linha inicial e a linha final. Todas as linhas no intervalo serão exibidas. • A tabela inferior a direita permite estabelecer os critérios para ordenação das atividades no relatório. • Não esquecer que os códigos usados para o pulo de página e de linha, nessa ordem, devem ser os primeiros critérios de ordenação, Na Janela de Seleção especificar que atividades devem ser incluídas no relatório. Esta janela já foi analisada no capítulo Organização de Dados. A Janela do Conteúdo permite ao usuário especificar que dados serão incluídos no relatório. • Especificar qual o dado da atividade que será incluído em cada coluna do relatório. • Entrar com o código do dado na quarta linha - Item.

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• • •

Quando o dado é definido o P3 complementa os dados de cada coluna, que são: • Três linhas para os títulos da coluna. • O número de linhas a ser usado é especificado na Janela do Formato. • O título pode ser escrito em qualquer idioma. • Lembrar que o número de dígitos de cada linha não deve superar o número de dígitos especificados para a largura da coluna. • Largura do campo - especificar a largura do campo em número de dígitos. • Decimais - especificar o número de decimais para campos numéricos. • Alinhamento - Como alinhar o dado: Direita, Esquerda, ou Centro. • Wrap - Se especificar Sim neste campo, o P3 usa uma segunda linha para complementar o dado que for maior que o número de dígitos especificado para a largura do campo. • Total - especificar Sim se deseja ver o total de cada coluna. Os botões Inserir e Apagar permitem a inserção ou eliminação de colunas. As variáveis temporárias criadas na Janela Aritmética podem ser inseridas como dados de atividades. No exemplo, a variável &A é igual a 10 % do custo, e representa os custos indiretos de cada recurso das atividades.

A última janela é a Janela de Seleção de Recursos. Só necessita ser especificada se dados de recursos ou custos forem incluídos na Janela do Conteúdo. Especificar nesta janela: • Critério para seleção de recursos. Opções disponíveis: • EQ - Igual • LT - Menor que • GT - Maior que • WR - Na faixa • NR - Fora da faixa • Os três primeiros critérios exigem a especificação do campo Valor Inferior, enquanto os dois últimos exigem a especificação dos campos Inferior e Superior. • Quando especificar valores para os centros de custos, é possível usar uma ? para representar qualquer valor na posição. • Uma especificação 81?????????? representa todos os centros de custos começados com 81. • Os exemplos mostrados na figura abaixo não estão corretos, são apenas ilustrativos de diversas opções de especificação. Não podem ser usadas juntas. • Os demais botões: Próxima, Prévia, Ajuda, Cancelar, Fonte, OK, Rodar, tem funções iguais às já explanadas para os relatórios anteriormente vistos.

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Trabalho 15 - Gerador Personalizado de Relatórios Ver caderno de exercícios Relatórios de Recursos e Custos O P3 dispõe de 5 diferentes modelos para relatórios de recursos e outros 5 similares para relatórios de custos. Estes relatórios serão em sua totalidade abordados no volume específico para recursos e custos. Neste volume será analisado o relatório de alocação de recursos ou de custos, que é um relatório básico que mostra a distribuição de recursos e custos ao longo do período de execução do projeto. O relatório de alocação permite o estabelecimento de importantes planos para o projeto, tais como: • Plano de mobilização de recursos humanos • Plano de aquisição de materiais e equipamentos. • Plano de mobilização de equipamentos • Fluxo de caixa. A especificação do relatório é praticamente igual para recursos e custos, embora o acesso a um ou outro seja feito por caminhos diferente. Relatório de Alocação de Recursos Para ter acesso ao relatório de Alocação de Recursos, escolha Ferramentas, Relatórios Tabulares, Recursos e, em seguida Alocação de Recursos. A janela apresentada é igual a janela de entrada para os demais tipos de relatórios já analisados, e contém uma lista de especificações anteriormente preparadas. Adicionar uma nova especificação da maneira já explanada para os outros tipos de relatórios. A primeira janela exibida é a janela de seleção de recursos. Esta janela já foi analisada no Gerador de Relatórios Personalizados. A janela a seguir é a do Formato. Os campos a esquerda permitem estabelecer a organização do relatório. • Organizar - o relatório pode ser organizado por: • ID da atividade - para cada atividade são exibidos todos os recursos da atividade, distribuídos no tempo. • Recurso - para cada recurso são mostradas todas as atividades que utilizam o recurso, com a distribuição do mesmo ao longo do tempo. • Centro de custo - primeiros 11 dígitos - para cada centro de custo são mostradas todas as atividades com recursos/custos alocados àquele centro de custo, com a distribuição do mesmo ao longo do tempo. • Centro de custo - total 12 dígitos - para cada centro de custo são mostradas todas as atividades com recursos/custos alocados àquele centro de custo, com a distribuição do mesmo ao longo do tempo.

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• •

Categoria de custo - para cada categoria de custo são mostradas todas as atividades com recursos/custos alocados àquela categoria de custo, com a distribuição do mesmo ao longo do tempo. O campo seguinte permite especificar se é desejado que os dados do relatório sejam grupados e subtotalizados por códigos de atividades. Na parte inferior existem mais 3 campos para especificação: • Relatório sumariado - se marcado o relatório exibe os resultados sumariados pela variável usada para organizar o relatório. • Truncar a descrição das atividades - quando desejar economizar espaço na horizontal, o usuário pode reduzir o espaço reservado para a descrição das atividades. O máximo é de 48 dígitos. • Repetir a descrição das atividades em todas as páginas - quando usar um grande intervalo de tempo, o relatório pode ocupar várias páginas na horizontal. Marque este campo para fazer com que a descrição seja repetida em todas as páginas. No lado direito na parte superior outros campos devem ser especificados: • Largura do relatório - indicar qual a largura, em número de dígitos, do relatório. Esta opção fica inibida se for feita a especificação de Fonte Texto rico. • Largura da coluna - especificar, em número de dígitos, a largura de cada coluna. Verificar quantos dígitos serão necessários para mostrar os maiores valores que deverão constar do relatório. • Dividir por - se os números que irão compor o relatório são muito grandes é possível o uso de um divisor para torna-los menores, e portanto ocupar menos espaço. Muito útil para relatórios de custos. • Decimais - especificar o número de decimais a ser usado nos valores do relatório. Em cada linha correspondendo a uma atividade, os valores dos recursos distribuídos ao longo do tempo, são exibidos, O usuário pode especificar se deseja ver a soma total dos valores de cada linha. Este total pode ser exibido a: • Direita • Esquerda Na parte inferior a direita existe uma tabela para estabelecer os critérios de ordenação das atividades que aparecerão no relatório.

A janela seguinte e a de Seleção. Já analisada anteriormente no capítulo Organização de dados. A última janela é a Janela de Escala de Tempo, onde deve ser especificado: • A esquerda, dois campos para definir a faixa de tempo que o relatório abrangerá. • Fixar as datas inicial e final usando: • Datas calendário - usar a data no formato normal. • Data de início do projeto - SD. • Data dos dados - DD • Data de término do projeto - FD

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• •

Nos três casos acima, a data é estabelecida por uma expressão do tipo: DD+nD, onde n é o número de dias após a data dos dados. • O primeiro termo pode ser DD, SD, ou FD. • A letra D do segundo termo pode ser D (dia), H (hora), W (semana) e, M (mês). Na parte inferior especificar: • Unidade - qual a unidade de tempo que irá ser usada no relatório. • Se for dia, especificar quantos dias por semana devem ser considerados. • Se for fixada uma unidade diferente da unidade de planejamento, especificar se devem ser consideradas apenas atividades dentro da faixa de tempo definida. Isto afeta a primeira e última coluna. • Por exemplo, se especificar a unidade em semanas, e se a data de início do relatório for um dia no meio da semana, os valores mostrados poderão incluir toda a semana, ou apenas a parte da semana compreendida pela faixa especificada. • Especificar a direita da janela, se os valores serão: • Totais - a utilização total do recurso no intervalo de tempo definido. • Neste caso, definir se deseja excluir valores já realizados. • Pico - o maior valor de utilização do recurso no intervalo fixado. • Média - o total dividido pelo número de períodos no intervalo especificado. Finalmente definir se quer incluir o ano fiscal no relatório. Neste caso definir o mês de início do ano fiscal.

Os demais botões: Próxima, Prévia, Ajuda, Cancelar, Fonte, OK, Rodar, tem funções iguais às já explanadas para os relatórios anteriormente vistos.

Relatório de Alocação de Custos - Fluxo de Caixa Para ter acesso ao relatório de Alocação de Custos, escolha ferramentas, Relatórios Tabulares, Custos e, em seguida Alocação de Custos. Todas as janelas do Relatório de Alocação de Custos são iguais as janelas do Relatório de Alocação de Recursos, analisado acima. Trabalho 16 Relatório de Alocação de Recursos e Custos Ver caderno de exercícios Relatórios Gráficos Para elaborar um diagrama de barras no P3, o usuário pode optar pelo diagrama obtido nos layouts, ou por uma especificação de um tipo de relatório gráfico, o diagrama de barras.

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Para especificar um diagrama de barras escolha Ferramentas, Relatórios Gráficos e, em seguida Diagrama de Barras. O P3 apresenta uma janela com uma lista de especificações anteriormente elaboradas, de maneira análoga a vista para relatórios tabulares. A criação ou modificação de especificações é também feita de maneira similar a explanada em relatórios tabulares. A primeira janela a especificar é a Janela de Dados das Atividades.

O diagrama de barras, tal como o layout, é dividido em duas áreas: • A direita - dados tabulados das atividades • A esquerda - as barras • Os dados das atividades a serem inseridos no relatório são especificados na tabela do centro da janela. • Os números de dígitos a serem usados nos campos do ID e da descrição das atividades são especificados nos campos a direita da tabela. • Quando incluir muitos dados de atividades, a largura da área de dados pode tornar-se muito grande. Neste caso é recomendável colocar os dados em mais de uma linha por atividade. Especificar o número de linhas no campo apropriado a direita da tabela. A té 6 linhas podem ser usadas. • Se incluir dados de recursos ou de custos na tabela, existem, duas opções: • O P3 mostra um resumo para todos os recursos ou centros de custos da atividade. • O P3 mostra os dados para um determinado recurso ou centro de custo. • Neste caso especificar nos campos na parte inferior da janela. • O recurso ou centro de custo • O número de decimais a ser usado • Um divisor para o caso de estar lidando com números muito grandes. A janela a seguir é a Janela do Conteúdo • No bloco Datas a esquerda especificar: • Se as barras devem ser as decorrentes das datas mais cedo, mais tarde, ou ambas. • Se deve ser exibida a barra do plano meta e, se positivo qual dos planos meta - 1 ou 2. • Quando mostrar a barra meta não é possível mostrar ambas datas: mais cedo e mais tarde, só uma delas. • No bloco de Dados nas Barras, definir que dados serão colocados nas barras. • Podem ser colocados nas barras o ID, a descrição das atividades, e observações. • As opções para o ID e a descrição das atividades são: • Acima da barra. • Embaixo da barra • Ao lado da barra. • Mascarar • As opções para observações são: • Mostra-las na área de dados das atividades. • Mostra-las na área gráfica. • Definir se deseja incluir pequenos triângulos nos extremos das barras.

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É possível a inclusão de um gráfico de recursos ou custos no diagrama de barras. Para isso seguir o procedimento: • Criar a especificação para o gráfico de recursos/custos. • Escolher no campo recursos/custos da janela acima, o identificador da especificação do diagrama de recursos/custos que deseja incluir no diagrama de barras. • Definir se deseja que o diagrama de recursos e custos seja: • Sobreposto ao diagrama de barras • Dividir a área para o diagrama de barras em duas: uma para o próprio diagrama e, outra para o gráfico de recursos/custos. No bloco de títulos especificar os seguintes itens: • Se o título deve aparecer: • Em todas as páginas • Na primeira página • Na última página • Em nenhuma página • Três linhas com títulos • O P3 preenche as duas primeiras linhas com o título do projeto e o proprietário. Estes títulos podem ser mudados • Incluir ou não o nome do projeto.

• • •

Na janela de Datas. Especificar as datas inicial e final para o diagrama de barras. • Clicar no campo CAL para entrar com as datas, em função das datas inicial, de dados ou final do projeto. No bloco Escala de Tempo especificar: • O tipo de data a ser exibido: • Data calendário • Data ordinal • Semana de trabalho. • O intervalo mínimo na escala de tempo. • Se escolher data ordinal fixar a data de início. • Onde colocar a escala de tempo: • No topo do desenho. • Na parte inferior do desenho. • Em ambos os lugares. • Se deve ser exibido o ano fiscal • Neste caso especificar o mês de início do ano fiscal.

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Na janela do Formato.

• • • •

No primeiro campo a esquerda especificar se deseja pulo de página ao mudar um código de atividade. No segundo campo ao centro especificar se deseja grupar atividades, em função de um código de atividades. A direita, especificar se os dados do relatório (dados e barras) devem ser sumariados, definindo o código de atividades a ser usado para sumariação. Quando o relatório for sumariado o bloco Sumário do Gráfico fica desinibido. Especificar nele: • Normalmente o gráfico sumariado mostra uma só barra, se desejar ver as barras individuais (marcar o campo) • Caso a opção seja mostrar barras individuais, ou seja, as barras são grupadas dando a idéia de resumo, mas guardando sua posição individual no tempo, especificar. • Colocar ou não uma linha sólida dividindo os grupos. • Colocar ou não a descrição da atividade individual. • Muitas vezes o espaço é insuficiente para colocar a descrição. Assim se menos do que o número especificado de caracteres for possível de ser colocado, o P3 elimina a descrição.

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A alternativa é usar linhas adicionais para mostrar a descrição Marcar no campo Quebrar a linha. • Especificar se deseja que as barras individuais sejam ligadas com 1 ou 2 linhas, para melhor clareza do gráfico. • Estas linhas não são linhas de interligações. A janela seguinte é a Janela das Penas. • Na tabela central estabelecer as especificações para as cores que serão usadas no gráfico. • As cores são estabelecidas pelo número da pena a ser usado. • Os números de pena tem cores correspondentes, padrão para as plotadoras. • 1 - Preto • 2 - Vermelho • 3 - Azul escuro • 4 - Verde • 5 - Violeta • 6 - Azul claro • 7 - Amarelo • Os seguintes itens podem ser especificados: • Realçar atividades críticas • Estabelecer a pena, e em consequência a cor, a ser usada. • Estabelecer como deve ser preenchida a barra: Encher ou não. • Realçar o progresso • Estabelecer a pena. • Estabelecer como deve ser preenchida a barra: Encher totalmente, Só o centro, ou não encher. • Para os demais itens, indicar a cor especificando a pena. • Contorno das barras • Textos nas barras. • Textos nas barras críticas • Barras mais tarde. • Barras meta • Indicadores de término • Observações. • Linhas básicas de fundo • Data dos dados • Títulos dos códigos de atividades. • Na parte inferior da janela especificar realces em cores para diferentes valores de um código de atividades. • Escolher no campo a esquerda qual o código de atividade . • Especificar na tabela a direita, para cada valor do código de atividade, a cor e a hachúria a ser usada nas barras.

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• • •

A janela seguinte é a Janela de Seleção, janela já analisada no capítulo Organização de Dados. A próxima janela é a Janela do Tamanho. Nesta janela são especificados os tamanhos, em pontos (cerca de 0,3 mm) dos diversos componentes do gráfico. • Altura das barras representativas das atividades. • Texto nas barras • Dados das atividades • Observações das atividades • Títulos dos códigos de atividades. • Textos no bloco de títulos • Escala de tempo. São necessárias algumas tentativas para determinar o tamanho ideal para um dos itens acima. Tamanhos maiores tornam o desenho mais nítido, porém aumentam o número de páginas necessárias para todo o gráfico.

A última janela é a Janela de Personalização do gráfico.

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• •

Nos campos superiores especificar as linhas auxiliares que ajudam a ler o gráfico: • Linhas verticais - Fixar em quantos intervalos na unidade de tempo serão colocadas linhas auxiliares verticais. No exemplo acima 1 linha a cada mês . • Linhas horizontais - Fixar quantas barras colocar entre duas linhas horizontais. A direita na parte superior especificar: • A margem, em número de linhas, no topo do gráfico, isto é, entre a escala de tempo e a primeira barra. • O número de linhas entre barras, na vertical. No bloco central especificar: • Como mostrar o progresso nas barras. O progresso é mostrado por uma faixa azul nas barras. Esta faixa tem um comprimento igual ao percentual de progresso da atividade multiplicado pelo comprimento da barra. • Pelo percentual completo da parte visível - Quando uma barra ocupa uma posição tal, que comece em uma folha e termine em outra folha horizontal, o progresso será mostrado em cada pedaço da barra (um em cada folha) como uma porcentagem do comprimento visível da barra. • Pelo percentual completo total - O progresso será mostrado por um percentual do comprimento da barra inteira, mesmo que ela esteja dividida em duas partes, uma em cada folha. • Pela duração remanescente - O progresso é marcado do início real da atividade até a data dos dados. • Não mostrar o progresso. • Definir o critério para marcar o caminho crítico: • Folga Total - Neste caso fixar qual a folga limite para ser considerada crítica. • Caminho mais longo - É recomendável quando o projeto for multi-calendário, pois neste tipo de projeto, uma atividade pode ter folga, devido ao calendário, e ser crítica para a conclusão do projeto. • O P3 identifica todas as atividades que têm um término mais cedo igual a última data calculada para término do projeto. Em seguida caminha para trás, seguindo todas as atividades controladoras até chegar ao início do projeto. Na parte inferior a esquerda especificar se as barras devem ser estranguladas nos períodos em que não houver atividade: fins-de-semana, feriados ou interrupções. Se desejar mostrar alguns dos tipos de interrupção, marcar o campo expansão: • Fins-de-semana - Neste caso o estrangulamento será mostrado apenas nos fins-de-semana ou interrupções da atividade. • Feriados - Neste caso o estrangulamento será mostrado feriados ou interrupções da atividade. No bloco inferior direito especificar: • Em que folha deve começar e terminar o gráfico - Se por exemplo, um gráfico já tiver sido preparado, e uma modificação introduzida afetar por exemplo a página 3, basta refazer a página 3 • Confirmar preparação - Antes de executar o gráfico o P3 informa quantas folhas serão produzidas. O usuário pode então decidir fazer modificações para adequar o nº de folhas as suas necessidades. os demais botões: Próxima, Prévia, Ajuda, Cancelar, Fonte, Ok, Rodar, têm funções iguais as já esplanadas para os relatórios anteriormente vistos.

Trabalho 17 Relatório Gráfico - Diagrama de Barras Ver caderno de exercícios. Cronopert O cronopert é um diagrama de barras com inclusão das interligações entre as atividades. Esta diagrama, tal como o de barras, também pode ser obtido nos layouts analisados no capítulo 8. O P3 dispõe adicionalmente de módulo capaz de gerar um cronopert específico. Para criar uma especificação de um cronopert escolha Ferramentas, Relatórios Gráficos e em seguida Cronopert. A janela com a lista de todas as especificações anteriormente criadas é então exibida. A criação de uma nova especificação se faz de maneira similar a vista nos tipos de relatórios já analisados neste capítulo. Uma vez adicionada uma nova especificação de uma cronopert, a primeira janela exibida é a do Conteúdo. • Nesta janela especificar:

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• •

No bloco de datas - Definir se o cronopert será montado com as datas mais cedo ou mais tarde das atividades. No bloco de interligações - definir quais as interligações serão exibidas: • Todas - Todas as interligações serão exibidas. • Controladoras - Somente as interligações que determinam o início de uma atividade serão exibidas. • Nenhuma - Nenhuma interligação será mostrada. O cronopert transforma-se praticamente em um diagrama de barras, com apresentação diferente. • Quando critério de seleção da especificação do gráfico excluir algumas atividades, é possível especificar conectores para estas atividades excluídas. Os conectores não substituem todas as atividades excluídas, mas apenas as atividades diretamente ligadas as atividades selecionadas. No bloco exibir especificar que variáveis devem ser mostradas junto as atividades. As variáveis disponíveis são: • O identificador da atividade • A descrição da atividade. • Folga total • Duração remanescente O último bloco é o bloco dos títulos, que é igual ao analisado neste capítulo, para o diagrama de barras.

• •

As janelas de Datas, Pena, Seleção, Tamanho e, Personalização são idênticas as janelas de mesmo nome, analisadas no relatório gráfico Diagrama de Barras. Outra série de especificações devem ser definidas na janela do Formato.

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O primeiro bloco de especificação permite a definição de códigos para pulo de página e grupamento. Igual ao bloco analisado no diagrama de barras. • O bloco seguinte é o de definição de maneira de colocar a atividade. • As atividades podem ser colocadas de três maneiras diferentes: • Padrão - é o padrão do P3. As atividades são colocadas no gráfico de maneira a produzir um desenho claro e compacto. • Uma atividade por linha - Ao contrário da maneira acima, neste caso só uma atividade será colocada em cada linha. O diagrama fica parecido com o diagrama de barras. • Término-Término - As atividades são colocadas uma junta a outra, extremos unidos. Neste caso dois novos itens devem ser definidos. • A união das atividades será feita com base em: • Interligações entre atividades - segue a lógica da rede • Código de atividade comum - liga atividade com um determinado código comum. O usuário deve escolher o código. O relatório produzido é compactado e mostra claramente as ligações. • As atividades colocadas unidas, podem oferecer pouco espaço para a inclusão do ID e da descrição da atividade. • Para o ID, o P3 reduz o tipo de letra usada, coloca em ângulo, ou suprimeo. • Para a descrição duas opções são oferecidas quando não for possível colocar um número mínimo especificado de caracteres. • Eliminar a descrição • Colocar a barra e a descrição em outra linha • É possível ao usuário personalizar a colocação de uma ou mais atividades. • Para faze-lo, escolha o campo adequado: • Nenhum - Não será personalizado. • Novo - um novo arquivo será usado na personalização. • Existente - um arquivo já existente será usado na personalização • Para criar um Novo arquivo seguir o seguinte procedimento: • Definir o nome do novo arquivo. O nome padrão sugerido pelo P3 é LAYOUT.TSL, armazenado no diretório USERLOC. • Rodar o relatório • Verificar no relatório que atividades deseja mudar. Definir página e linha, onde localizar a atividade. • Abrir o arquivo LAYOUT.TSL em um processador de textos. • Efetuar as mudanças desejadas no arquivo, e salva-lo • Mudar a especificação de colocação personalizada de Novo para Existente • Colocar o nome do arquivo modificado no campo adequado. • Rodar novamente o relatório. Na parte inferior da janela especificar: • A orientação do desenho: Retrato ou Paisagem.

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O número de folhas na horizontal. Este número associado a outras especificações tais como, datas, tamanhos etc., fixa a escala do desenho.

• •

A última janela a ser analisada é a Janela de Ordenação acima. • Especificar nesta janela as variáveis que deverão ser usadas para ordenar as atividades no gráfico. O cronopert tem algumas limitações a saber: • O número de linhas traçadas na horizontal ou vertical esta limitado a 40.000 • O número de folhas está limitado a 40. • Para superar limitações divida o relatório em vários relatórios, utilizando os critérios de seleção. Os demais botões: Próxima, Prévia, Ajuda, Cancelar, Fonte, OK, Rodar têm função iguais as já esplanadas para os relatórios anteriormente vistos.

Trabalho 18 - Relatório Gráfico - Cronopert Ver caderno de exercícios Rede Lógica O diagrama da rede lógica é uma importante ferramenta para a análise da rede. O diagrama não tem escala de tempo, mostra apenas a lógica da rede. Este diagrama pode ser obtido também nos layouts da área de trabalho PERT. Para especificar um diagrama de lógica de rede escolha ferramentas, Relatórios gráficos e, em seguida Lógica da Rede. Tal como nos demais tipos de relatório, é apresentada uma janela com alista de especificações anteriores. Criar uma nova especificação ou modificar uma existente, usando o procedimento já visto anteriormente. O diagrama lógico da rede consiste em uma série de caixinhas, interligadas conforme a lógica de execução do projeto. A caixinha mais completa tem o formato abaixo.

Os campos da linha superior mostram, da esquerda para a direita: • ID da atividade • Calendário • Duração original • Duração remanescente • Folga total

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• • • • •

• Percentual realizado No linha do centro é exibida a descrição, a esquerda, e até 3 códigos de atividades a direita. As duas linhas inferiores mostram as datas mais cedo e mais tarde de início e término da atividade. Quando a caixinha é apresentada com uma diagonal, a atividade está em andamento; com 2 diagonais, a atividade está concluída. Criada a nova especificação, a primeira janela exibida é a Janela do Conteúdo. Nesta janela especificar: As variáveis que devem ser incluídas na caixinha. • Variáveis possíveis: • Descrição da atividade • Durações - original e remanescente. • Folga total • Percentual completo • Calendário • Datas de início e término, mais cedo e mais tarde. • A menor caixinha contém apenas o ID da atividade. • Quanto mais dados forem exibidos na caixinha, mais extenso será o relatório. • Se deverão ser incluídos conectores, para atividades excluídas do relatório pelo critério de seleção. Os dados para o bloco de títulos, já analisado no relatório do Diagrama de Barras.

A seguir especificar a Janela do Formato.

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• • •

No bloco de Grupar especificar: • Qual o código deverá ser usado como critério para grupamento. • Grupar atividades por algum código, neste tipo de relatório, aumenta bastante o número de páginas necessárias. • Se desejar minimizar o cruzamento de linhas de interligações entre grupos. • Se a descrição dos valores do código usado para grupar, deve ser repetida em todas as páginas. • Todas as demais especificações da janela são iguais às já analisadas no Diagrama de Barras. A Janela de Seleção é igual a dos outros relatórios. Janela dos Tamanhos. A Janela dos Tamanhos permite especificar a altura das letras, ou o espaçamento entre caixas, tudo em pontos (0,3 mm). Os seguintes itens são definidos nesta janela: • Altura das letras nos textos. • Tamanho do título do bloco. • Altura das letras para os valores dos códigos • Abreviaturas nas interligações (FS 7, SS 4 etc.) • Separação horizontal das caixinhas. • Separação vertical das caixinhas. • Um valor de 999 significa que o P3 deve colocar na vertical tantas caixinhas quanto possível.

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• •

Os tamanhos definidos tem enorme influência no número de páginas do relatório. Os demais botões: Próxima, Prévia, Ajuda, Cancelar, OK, Rodar, tem funções iguais a dos demais relatórios já analisados.

Trabalho 19 - Relatório Gráfico - Rede Lógica Ver caderno de exercícios Recursos e Custos O P3 permite a elaboração de uma grande variedade de gráficos envolvendo custos e recursos, todos apresentando histograma, ou curva acumulada. Em ambos tipos, o eixo das abcissas mostra as datas, e o das ordenadas, valores instantâneos ou acumulados de recursos/custos. Para preparar uma especificação para um gráfico de recursos ou custos, escolha Ferramentas, Relatórios Gráficos e, em seguida Recursos/Custos. A tela com a lista de especificações anteriormente preparadas é apresentada. Para adicionar uma nova especificação usar o procedimento já visto nos outros tipos de relatórios. • A primeira janela exibida é a Janela do Conteúdo. • Bloco da Programação • Os dados de recursos/custos a serem exibidos são os: • Do projeto corrente • Do plano meta 1 • do plano meta 2 • Bloco Curva • Os resultados serão mostrados como: • Histograma. • Curva acumulada • Ambos. • Bloco Data • Os dados de recursos/custos serão baseados nas datas: • Mais cedo. • Mais tarde. • Ambas. • Bloco Mostrar Dados. • Optar por dados de: • Recursos. • Custos. • Bloco Fator • Quando os números incluídos no relatório forem muito grandes, o usuário pode especificar um divisor para maior facilidade de leitura. É o caso, por exemplo, de

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• •

• •

relatórios de custos. Pode-se dividir os valores por mil, apresentando-os em milhares de unidades financeiras. Bloco Curva Acumulada Quando optar por mostrar curva acumulada no relatório, este bloco fica desinibido. Especificar então. • Se os resultados devem ser mostrados em forma de percentual no eixo dos Y. A alternativa seria valores absolutos. • Os valores para cada período são mostrados como um percentual do total. • Quando desejar especificar uma curva S, usar percentual na ordenada. • Se optar por percentual, é preciso definir qual será base para cálculo do percentual. As opções possíveis são: • O projeto corrente. • Os planos meta. • Especificar se deseja exibir rótulos para as curvas. Os rótulos serão especificados em outra janela. Bloco Histograma Quando optar por mostrar histograma no relatório, este bloco fica desinibido. Especificar então. • Quais os valores que devem ser mostrados. • Total - o total de recurso/custos na unidade de tempo fixada para o relatório. • Pico - o maior valor de recurso/custos na unidade de tempo fixada para o relatório. • Média - o valor médio de recursos/custos unidade de tempo fixada para o relatório. • A média é na realidade o valor total dividido pelos períodos úteis na unidade de tempo fixada para o relatório. • É portanto necessário definir qual calendário deverá ser usado para a determinação do número de períodos úteis. • Qual o formato do histograma. • Necessário somente quando a unidade de tempo do relatório for diferente da unidade de planejamento. • Área - o histograma é apresentado pelo contorno externo dos valores dos dados em cada período de tempo. • Barras - em cada unidade de tempo o histograma é apresentado como uma barra. • Mostrar dados - os números de cada período serão ou não, exibidos no topo das barras, conforme esta opção seja ou não marcada. • Número de decimais - especificar quantas decimais usar nos números.

A janela a seguir é a Janela de Datas.

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Nesta janela especificar: • Bloco Mostrar Datas. • Definir o formato das datas. • Calendário - datas normais do calendário mundialmente usado. • Ordinais - períodos sequenciais de trabalho. • Neste caso especificar a data inicial para os períodos de trabalho. • Optar por mostrar ou não o ano fiscal. • Definir o mês de início do ano fiscal. • Bloco Períodos de Tempo. • Fixar as datas inicial e final para o relatório. • A fixação de datas é similar as vistas em outros tipos de relatórios. • Fixar os intervalos de tempo. • A ser adotado na escala. • Para colocação dos valores das datas. A janela seguinte é a janela do Formato. Especificar nesta janela.

Bloco de linhas auxiliares

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Especificar linhas auxiliares principais e secundárias, verticais e horizontais, que ajudam a identificar os resultados no gráfico. • O procedimento para especificar este bloco já foi analisado em outros tipos de relatórios gráficos. • Bloco histograma • Existem duas opções para a exibição do histograma. • Sumariar - a quantidade total de um recurso, ou de um centro de custo, é mostrada em uma única barra, que abrange toda a faixa de tempo especificada para o relatório. • Empilhar - usar esta opção para mostrar vários recursos ou centros de custos, em uma única barra para cada período de tempo. • Os diferentes recursos ou centros de custos, são empilhados uns sobre os outros, e distinguem-se por cores e hachúrias diferentes, especificadas na Janela de Seleção de Recursos. • Bloco Impressão. • Orientação - Optar por um formato: retrato ou paisagem. • Folhas de início e término - é possível fazer com que o P3 gere apenas parte do relatório, especificando-se as folhas que se deseja produzir. • Aguardar Confirmação - se marcado o P3 informa quantas folhas necessita para produzir o relatório, permitindo que o usuário decida se quer mudar especificações antes de produzi-lo. • Número de linhas e colunas - O P3 pode produzir um relatório com histograma de vários recursos ou centros de custos, numa mesma folha. O papel é dividido em células pela fixação do número de linhas e colunas. Assim por exemplo, a especificação de duas linhas e quatro colunas produz um relatório capaz de comportar 8 diferentes recursos ou centros de custos. A seguir a Janela das Penas

• • • • • •

Nesta janela são especificadas as penas a serem usadas em diversas variáveis do relatório. As penas seguem a convenção de cores das plotadoras, e já foram citadas em gráficos anteriores. Para as diversas variáveis listadas na primeira coluna especificar a pena, ou seja a cor, na terceira coluna Na segunda coluna o rótulo que deverá ser usado para identificar curvas acumuladas para o projeto corrente e planos meta, datas mais cedo e mais tarde. Cores diferentes tornam mais fácil a análise Na quarta coluna especificar, em número de batidas a intensidade da linha que representa as curvas acumuladas e os limites normal e máximo de disponibilidade de recursos. Quanto maior o número de batidas, mais escura é a linha Na quinta coluna, para as mesmas curvas acumuladas e linhas de disponibilidade do ítem anterior, especificar o tipo de linha. Linhas sólidas, pontilhadas, tracejadas podem ser usadas. Nas duas últimas colunas especificar a cor e o tipo de hachurias, que serão usadas para preencher as barras do histograma. Só são válidas para gráficos com histograma.

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• •

Se a unidade de tempo do relatório for igual a unidade de planejamento, e se o relatório incluir apenas 1 recurso, especificar cores e hachurias diferentes para demandas acima dos limites de disponibilidade, possibilitando assim fácil identificação de sobrecargas. A janela seguinte é a janela de Seleção de Recursos:

• • •

Coluna Grupo - Especificar um grupo para cada critério de seleção. • Cada grupo será colocado em uma célula, definida por linhas e colunas na janela formato. • Se especificar o mesmo grupo para vários critérios de seleção, os valores dos diversos recursos ou centros de custo especificados serão consolidados em um só. • Se especificar mais grupos que células, o relatório será produzido em mais de uma linha • Os grupos ocuparão as células começando da esquerda para a direita e do topo para baixo. Critérios de Seleção - Use as colunas Preparar Perfil Se, e Limites Inferior e Superior para definir os grupos de recursos • Os critérios de seleção são os mesmos já vistos em outros relatórios. • Até 24 linhas de seleção podem ser especificadas. • Quando usar centros de custos pode usar coringas para generalizar valores. Por exemplo o centro de custo 81?????????? Compreende todos os centros de custo iniciados por 81. • Os coringas (?) têm que ser colocados na posição exata dos números que deseja substituir. Por exemplo para incluir todas as categorias de custo, para um determinado centro de custo, coloque uma ? na !2ª posição • Um critério de seleção, como por exemplo WR - Na faixa, compreende vários recursos. Portanto o grupo representará um resultado consolidado dos recursos compreendidos pelo critério. Colunas Pena e Hachúria - Selecione uma cor (pena) e uma hachúria para cada grupo definido, quando a opção for de histogramas sumariados ou empilhados (definido na janela do formato) As janelas de Seleção e Tamanho já foram analisadas em outros tipos de relatórios. A última janela é a Janela dos Títulos • Especificar títulos para os eixos dos X e dos Y • Na tabela central, especificar títulos para cada grupo criado na janela de seleção de recursos • Especificar um máximo valor para o eixo dos Y, para cada grupo. • Máximo valor igual para todos os grupos facilita a comparação. • Se deixar o valor máximo igual a zero, o P3 usa o maior valor dos dados para estabelecer a escala. • Na parte inferior especificar o bloco de títulos, da maneira já vista em outros relatórios.

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• Curva S

Os demais botões: Próxima, Prévia, Ajuda, Cancelar, OK, Rodar, tem funções iguais a dos demais relatórios ja analisados.

O relatório gráfico de recursos e custos, opção curva acumulada, produz o gráfico conhecido como curva S, excelente ferramenta para análise de desempenho de projetos. A curva S pode ser traçada com base em custos ou em recursos. A curva traçada com base em custos não oferece qualquer problema. Obviamente custos devem ser alocados as atividades. A curva S com base em recursos pode apresentar problemas, se às atividades forem alocados recursos de natureza diferente, tais como, material, mão de obra e equipamentos. Sendo a curva S obtida por somatório ponderado de recursos, este somatório fica sem sentido. A alternativa seria a alocação de um recurso fictício a todas as atividades, e o traçado da curva S, com base neste único recurso fictício. Se a quantidade por unidade de tempo for igual em todas as atividades, a curva S ficará ponderada pela duração das atividades. Se a quantidade do recurso fictício variar de atividade para atividade, a curva S ficará ponderada pelas quantidades fornecidas pelo usuário. É mais prático usar a primeira hipótese. Em resumo, para a obtenção de uma curva S siga o seguinte procedimento: • Fazer a opção: curva de recursos ou de custos. • Alocar recursos ou custos a todas as atividades. • Se os recursos alocados forem de natureza diferente, criar um recurso fictício para traçado da curva, e aloca-lo a todas as atividades. • Criar uma especificação de gráfico de recursos ou custos. • Especificar os diversos parâmetros em todas as janelas, da maneira vista nas páginas anteriores. Observar os seguintes pontos: • Na janela de Conteúdo. • Optar por recursos ou custos. • Escolher curva acumulada. • Escolher mostrar percentual no eixo dos Y. • Na janela de Seleção de Recursos. • Se a curva for de custos, selecionar os centros de custos pertinentes. • Se a curva for de recursos, escolher os recursos adequados, ou o recurso fictício especialmente criado. Ver exemplo de curva S a seguir

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Curva S - Ponderagco - Duragco
100

90

80

+ Cedo
70

60

+ Tarde Folga

% Previsto/Realizado

50

40

30

20

10

0 SEP 26 1994
Project Start Project Finish Data Date Plot Date

OCT 10

OCT 24

NOV 7

NOV 21

DEC 5

DEC 19

JAN 2 1995

JAN 16

JAN 30

FEB 13

FEB 27

MAR 13

MAR 27

APR 10

APR 24

MAY 8

MAY 22

JUN 5

JUN 19

JUL 3

JUL 17

Datas
3OCT94 15JUL95* 3OCT94 9MAY97
Early dates Late dates LABB

Laboratorio Brasil Expansao da planta de brasilia Curva S

Sheet 1 of 1

Date

Revision

Checked

Approved

(c) Primavera Systems, Inc.

Trabalho 20 - Relatório Gráfico - Recursos e Custos Ver caderno de exercícios Produção em Série de Relatórios e Gráficos O P3 permite que os relatórios e gráficos especificados, sejam produzidos em batelada. Para produzir uma série de relatórios siga o procedimento: • Criar as especificações para todos os relatórios desejados. • Escolher Ferramentas, Relatórios Tabulares (ou Relatórios Gráficos) e, em seguida Produção.

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• • •

Todos os relatórios ou gráficos especificados constam da lista apresentada na janela aberta. Atribua uma mesma letra aos relatórios que desejar produzir em série. Para produzir uma série (ou várias) de relatórios, clicar no botão Rodar Séries, e escolher a(s) série(s) pela letra, na janela aberta pelo P3. • Quando efetuar o cálculo da programação, ou nivelamento de recursos, pode-se optar pela produção imediata de uma série de relatórios, tão logo os cálculos sejam concluídos.

Considerações Finais Os layouts descritos no capítulo 8, e os diversos modelos de relatórios mostrados neste capítulo oferecem ao usuário do P3, uma grande variedade de meios de transmitir informações a todos os envolvidos no processo de gerência. É aconselhável que seja preparado um plano de relatórios, aprovado por toda a equipe de gerência, para que todos recebam as informações que necessitam, com o grau necessário de detalhamento. Deve-se ter cuidado de manter o plano de relatórios o mais simples possível. Muitas variações sobre os mesmos dados podem causar confusão. A informação deve ser fornecida na dose exata.

Capítulo 10 - Relatórios

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Capítulo 11

Plano Meta

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Ajuste da Programação Após entrar com todos os dados das atividades, prazos, recursos e custos, e após efetuar os cálculos de programação necessários, é preciso verificar se o planejamento assim elaborado, atende as premissas básicas fixadas para o projeto. O prazo para conclusão é aceitável?, os recursos necessários estão compatíveis com a disponibilidade?, o fluxo de caixa está de acordo com as possibilidades financeiras da empresa?. Se qualquer das respostas as perguntas for não, é necessário proceder um ajuste na rede. Em termos de prazos, o ajuste em redes PERT-CPM é feito, alterando-se duas variáveis: a duração das atividades e/ou a interligação entre elas. Obviamente as alterações devem ser efetivadas não em todas as atividades do projeto, mas sim naquelas que são críticas. Portanto a primeira providência a ser tomada, visando um ajuste da rede, é preparar relatórios ou layouts, quer incluam somente as atividades críticas, para que o planejador tenha uma visão mais adequada dos seus problemas. Estes relatórios ou layouts devem ser especificados de tal maneira que: • Incluam somente atividades críticas ou quase críticas. • Se for gráfico, que a escala de tempo seja a capaz de dar uma visão global do projeto, no menor número de folhas. • O grupamento de dados por códigos seja realmente adequado a análise. • Os dados de atividades incluídos sejam apenas os essenciais. A alteração da duração das atividades é feita com base nas seguintes razões: • Revisão pura e simples da duração - A duração estabelecida para as atividades é na realidade uma estimativa. Uma estimativa baseada na experiência anterior do planejador, e como toda estimativa é sujeita a erros. Não é de maneira alguma um valor exato. Uma análise mais cuidadosa da duração das atividades, pode levar a modificações nas durações. • Modificação de calendários - É na realidade o estabelecimento de regimes extras de trabalho. A alteração do regime de trabalho de 8 horas por dia, para 10 horas por dia, por exemplo, levaria a redução das durações das atividades afetadas em 20 %.. Neste exemplo, o calendário das atividades afetadas, poderia ter o mesmo número de dias úteis por semana, mas o planejador saberia que para aquele calendário teria que haver 10 horas de trabalho diárias. Como alternativa o calendário das atividades afetadas poderia incluir adicionalmente trabalhos nos fins de semana e/ou feriados. • Modificação em recursos - Quando possível, o aumento dos recursos alocados a uma atividade permite a redução do seu prazo de execução. Esta providência pode por outro lado, agravar problemas de demanda de recursos. • Aumento de produtividade - É uma providência de efeitos mais lentos, mas nem por isso descartável. O aumento de produtividade pode ser atingido de diversas maneiras, entre elas: • Incentivos para a mão de obra - Prêmios, folgas, promoções, gratificações extras, são alguns dos recursos que dispõe o gerente para aumentar a produtividade de seu pessoal. • Treinamento - É certo que equipes melhor treinadas podem produzir mais. • Novas tecnologias - O uso de tecnologias alternativas pode contribuir em muito para a redução de prazos de execução. • Engenharia de Valor - É um conjunto de modernas técnicas para análise de empreendimentos, que produz surpreendentes resultados em termos de redução de prazos e de custos. Alterações em interligações, quando possíveis, são mais simples e mais baratas. Consistem apenas em transformar ligações em série, em ligações paralelas, ou seja, transformar ligações Término-Início, em ligações InícioInício ou Término-Término. Quando houver problemas de incompatibilidade entre demanda e disponibilidade de recursos ou de custos, estes problemas poderão ser agravados pela redução dos prazos. Conflitos na área de recursos e custos serão analisados no volume de Recursos e Custos. É necessário lembrar que o ajuste da rede dever ser feito também após cada medição, caso o projeto esteja desviado dos objetivos a serem atingidos Plano Meta Ao término da fase de planejamento de um projeto, isto é, quando todas as condições de prazos, recursos e custos tiverem sido plenamente atendidas, é importante que este planejamento seja preservado para que na fase de controle, possa ser efetuada comparação entre o que esta acontecendo com o que tinha sido previsto. Esta comparação é essencial para análise do desempenho do projeto. A preservação do planejamento, que será a referência para o planejador, é feita através da criação de planos meta.

Capítulo 11 - Plano Meta

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O plano meta é portanto uma cópia fiel do projeto corrente na situação em que estava quando o meta foi criado. Sendo cópia fiel inclui todos os dados do projeto corrente permitindo assim, comparação de todas as variáveis importantes. O P3 permite a criação de um número ilimitado de planos meta. Estes planos meta são projetos como quaisquer outros. Podem ser abertos, manuseados, atualizados etc. Entretanto para a obtenção de relatórios que envolvam comparações projeto corrente - plano meta, é necessário que o plano meta esteja ativado. O P3 permite que até 2 planos meta estejam ativados. Para criar um plano meta escolha Ferramentas, Utlitários de Projetos e, em seguida Plano Meta.

A janela para criação do plano meta é aberta. Para criar um plano meta basta especificar o nome a ser atribuído ao plano meta, e clicar OK. É interessante usar um sistema de nomes que facilite a identificação do projeto com sendo um plano meta. Por exemplo, ao criar um meta para o projeto LABB, os nomes LAM1, LAM2 poderiam ser usados para identificar os planos meta 1 e 2 do projeto LABB.

Para ativar ou desativar um plano meta, é necessário abrir a Janela de Vista Geral do projeto. Para isto é preciso que o projeto esteja fechado. É possível o acesso a janela mencionada, com o projeto aberto (escolha Arquivo e, em seguida Vista Geral), mas neste caso nenhuma alteração pode ser efetivada.

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Na Janela de Vista Geral, basta incluir ou apagar o nome do plano meta na tabela inferior da janela para ativa-lo. Como já foi mencionado, ativar significa tornar disponível os dados do meta, para a elaboração de relatórios ou layouts comparativos. Quando existem planos meta, os dados disponíveis destes planos meta, aparecem nos menus auxiliares das diversas janelas do projeto: colunas, barras, critérios de seleção, de ordenação, etc..

Um plano meta é um projeto como qualquer outro do Primavera. Pode portanto ser manuseado para atualizações que se fizerem necessárias, para uma comparação adequada com o projeto corrente. O P3 oferece entretanto, uma maneira adicional de atualizar o plano meta, por comparação com o projeto corrente. Para atualizar um plano meta dessa maneira, escolha Ferramentas, Utilitários do Projeto e, em seguida Plano Meta. Na janela do plano meta clicar em Atualizar.

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Escolher inicialmente o projeto a ser atualizado, no campo superior. Esta janela é dividida em vários blocos:

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Dados do Projeto - este bloco contém dados gerais do projeto. Marque os itens que desejar executar, ou seja, substituir os do plano meta pelos do projeto corrente. • Substituir os calendários base do plano meta - substituir os dados básicos de cada calendário: início e fim do projeto, do calendário, dias de trabalho na semana, feriados e exceções. • Substituir dados personalizados - substitui o dicionário de dados personalizados. • Substituir a estrutura de codificação, valores e títulos - Substituir o dicionário de códigos de atividades. • Substituir a estrutura da EAP, valores e títulos - Substituir o dicionário de códigos da EAP. • Atualizar o dicionário de recursos com preços, disponibilidades e calendários. • Apagar atividades do plano meta, que não mais existam no plano corrente. Dados das Atividades • Selecionar as atividades onde serão realizadas as alterações, em duas etapas: • Primeira etapa - Selecionar: • Todas as atividades ou, • Atividades do layout corrente, ou seja, onde foi aplicado um filtro. • Segunda etapa - Nas atividades selecionadas, aplicar o segundo critério de seleção: • Atividades em andamento e/ou, • Atividades concluídas e/ou, • Atividades não iniciadas • Para atividades não incluídas no plano meta, mas existentes no projeto corrente, optar por inclui-las ou não no plano meta, com todos os seus dados. Substituir • Para as atividades selecionadas pelos critérios acima: • Substituir os valores dos códigos de atividades • Substituir os valores dos códigos da EAP. • Substituir os valores dos dados personalizados. • Substituir a descrição, observações, restrições e interligações das atividades. • Substituir os valores orçamentários para recursos e custos. • Substituir os valores realizados, bem como os demais valores de recursos e custos. Armazenar • Para as atividades selecionadas pelos critérios acima, guardar os valores de: • Datas reais • Datas programadas

Trabalho 21 - Plano Meta Ver caderno de exercícios

Capítulo 11 - Plano Meta

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Capítulo 12

Atualizar um Projeto

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Fase do Controle O planejamento foi concluído. A rede definida permite prever que os objetivos serão atingidos. O prazo é satisfatório, a demanda de recursos é adequada a disponibilidade, e o fluxo de caixa compatível com a saúde financeira da empresa. O planejamento é congelado com a criação de planos meta, para servirem de referência. Começa então a fase de controle. O que é o controle? É o processo de analisar o desempenho e tomar providências para que, desvios observados em relação as previsões, sejam corrigidos. O processo de controle envolve um ciclo de operações, que se repetem ao longo de todo o projeto. • Medir o progresso do projeto • Recalcular a programação do projeto. • Preparar relatórios • Com uma nova programação dos serviços, para um período seguinte a medição. • Com comparações para permitir análise de desempenho. • Analisar o desempenho obtido na execução do projeto. • Preparar soluções alternativas para correção de desvios constatados. • Simular o uso das diferentes alternativas consideradas, e escolher a mais adequada. • Implantar a solução escolhida, e se necessário refazer a programação dos trabalhos. Medições A medição dos serviços realizados é um ponto fundamental, para o sucesso do planejamento. Se as medições não forem representativas da realidade, todo o processo de re-planejamento do projeto, fica comprometido. O primeiro aspecto a ser considerado é a definição do responsável pela medição. As opções possíveis são: • Responsabilidade da equipe de planejamento. • Responsabilidade da equipe de execução. • Responsabilidade de terceiros, não ligados as duas equipes anteriores. Embora qualquer das alternativas possa ser adotada, em tese, a equipe de execução é q que tem melhores condições de avaliar o que foi feito, e o que ainda falta fazer. O segundo aspecto é a técnica da medição, principalmente quanto ao progresso físico de cada atividade. Considerando uma rede completa, com recursos e custos alocados as atividades, há necessidade de medição nas 3 áreas: progresso físico, recursos e custos. • Progresso físico - Variáveis a serem medidas: • Datas reais de início e término da atividade • Duração remanescente para conclusão da atividade e/ou. • Percentual executado da atividade. • Existem diferentes técnicas para medir o percentual realizado. Alguns exemplos são mostrados abaixo: • Técnica 0-100% - O progresso só é registrado quando uma atividade é concluída. Não há valores intermediários entre 0 e 100. • Técnica 50-50 % - Iniciada a atividade, considera-se realização de 50 %. Os outros 50 % só quanto concluir. • Técnica 80-20 %. Até 80 % o progresso é medido como proporcional a qualquer variável da atividade. Os restantes 20 % só quando concluir. • Técnica Marcos Importantes - Marcos são estabelecidos na atividade. Ao atingi-lo, um determinado percentual foi executado. Por exemplo, ao concluir a armação de uma viga, 40 % da atividade está concluída. • Nível de esforço - O progresso é proporcional a quantidade de recursos empregada na atividade. • Recursos e custos • Quantidade efetivamente gasta até o momento da medição. • Quantidade que ainda precisa ser gasta para concluir a atividade. O terceiro aspecto a ser considerado é a periodicidade da medição. A periodicidade varia com o projeto e com a unidade de planejamento. Projetos planejados em hora certamente requerem medições mais frequentes do que projetos planejados em dia. Projetos de longa duração podem ter medições mais espaçadas do que um projeto de curta duração. Enfim, cabe a equipe de gerência decidir quanto a frequência das medições, de maneira a adequa-las as suas necessidades.

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Finalmente, é importante que as medições sejam sempre referidas a uma mesma data, para todas as atividades. Todos os envolvidos na medição devem fazer essa medição no mesmo momento. É obvio que não é necessário aguardar a hora exata para medir. A medição pode ser feita por exemplo, de manhã mas extrapolando-se o resultado para o final do dia, se este for o momento considerado. Atualização de um Projeto Progresso Físico Efetivadas as medições, é necessário lançar os valores no Primavera. Medições são dados de atividades e, portanto podem ser introduzidos no P3, pelos mesmos métodos analisados no capítulo 4 - Entrada de Dados de Atividades, ou sejam: • Diretamente na Janela de Atividades • Nas colunas de dados de atividades • Por importação do dBase ou Lotus 1-2-3. • Pelo sistema batch A Janela de Atividades pode ser acessada tanto na área de trabalho do diagrama de barras, quanto na área de trabalho do PERT. Aberta a janela, entrar com os dados do progresso físico:

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Clicar no campo ES - Início mais cedo, para transforma-lo no campo AS - Início Real. • No campo de data correspondente, entrar com a data real de início da atividade. Clicar no campo EF - Término mais cedo, para transforma-lo no campo AF - Término Real. • No campo de data correspondente, entrar com a data real de início da atividade. Se a atividade não tiver sido concluída, entrar com os dados de realização: • Percentual executado - Digitar quanto por cento da atividade foi realizada. • O P3 calculará quanto tempo falta para concluir, pela expressão: • Dur. Rem. = Dur. Orig. x (1 - PCT realizado/100) • Duração Remanescente - Digitar quanto tempo é necessário para concluir a atividade. • O P3 calculará o percentual realizado, pela expressão: • PCT realizado = 100 x (Dur. Orig. - Dura. Rem.)/Dur. Orig. • Os cálculos acima consideram que percentual realizado e duração remanescente guardam entre si, uma relação linear. É possível a atualização considerando realização não linear. Para isto é necessário fornecer os dois valores - percentual realizado e duração remanescente. • Isto só pode ser feito se a regra 1 do Autocost for modificada. As regras do Autocost serão analisadas no volume 3 - Módulos Avançados do Primavera. Caso a atividade tiver sido iniciada, e por qualquer razão interrompida, registrar a interrupção na Janela de Datas, acessada a partir da Janela de Atividades, ou por qualquer outro método visto no capítulo 4. • Quando a atividade for reiniciada, registrar o reinício na mesma Janela de Datas.

Se alguma observação tiver sido registrada pela equipe de execução, digite esta observação na Janela de Observações, também acessada de maneira análoga a Janela de Datas.

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A entrada de dados nas colunas de atividades ou por importação, é feita da mesma maneira vista no capítulo 4. Deve-se apenas ter o cuidado de selecionar previamente os campos necessários: datas reais de início e término, percentual realizado, duração remanescente, datas de interrupção e reinício e observações, nas colunas de atividades, ou nos campos dos arquivos importados. As observações não podem ser inseridas nas colunas, tem que ser feitas sempre na Janela de Observações

Recursos e Custos A atualização de dados de recursos e custos também pode ser feita pelos métodos vistos no capítulo 4. A partir da Janela de Atividades, chamar a Janela de Recursos. Entrar com os seguintes dados: • Real no Período - Informar o gasto real do recurso, desde a última medição. • Real até a Data - Informar o gasto real acumulado, desde o início da atividade até a data da medição. • A regra 6 do Autocost liga este dois valores. Assim basta fornecer um delaes, o outro será considerado igual pelo P3. Obviamente a regra 6 do Autocost pode ser modificada pelo usuário. • O valor Real no período pode ser zerado. Para isto escolha Dados e, em seguida Recursos. • No dicionário de Recursos clique em Fechar (Closeout). • O P3 faz com que todos os valores Real no Período fiquem igual a zero. • Na atualização seguinte, o valor registrado de Real no Período é adicionado, pelo P3, ao valor Real Até a Data. • Este método permite a obtenção de relatórios com valores no período e acumulado. • Percentual Dispendido do Recurso - com este percentual o P3 calcula o valor do Real Até a Data, como sendo igual a Quantidade Orçamentária multiplicada pelo percentual informado.

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Quantidade para Completar - fornecer a nova estimativa da quantidade de recursos necessária para completar a atividade. Com este valor o P3 efetua os seguintes cálculos: • Divide a Quantidade para Completar pela Duração Remanescente e determina a Quantidade por Unidade de Tempo. • Soma o Real Até a Data, com a Quantidade para Completar, obtendo a Quantidade ao Completar. • Diminui da Quantidade Orçamentária, a Quantidade ao Completar, obtendo a Variância. • Variância positiva indica portanto gasto menor que o previsto, negativa o contrário. • Quantidade ao Completar - se preferir, fornecer este valor, ou seja uma nova estimativa do gasto de recurso da atividade, ao invés da Quantidade para Completar. • O P3 calcula então a Quantidade para Completar, como sendo a diferença entre a quantidade ao Completar e o Real Até a Data. • A Variância e a Quantidade por Unidade de Tempo são calculadas da mesma maneira anterior. • Percentual Dispendido do Recurso - com este percentual o P3 calcula o valor do Real Até a Data, como sendo igual a Quantidade Orçamentária multiplicada pelo percentual informado. • Caso não sejam fornecidos os valores de realização de recursos o P3, em função da regra 5 do Autocost, efetua os seguintes cálculos. • Usa o percentual de realização da atividade, multiplicando-o pela Quantidade Orçamentária para obter o Real Até a Data. • Calcula a Quantidade para Completar como sendo igual a diferença entre a Quantidade Orçamentária e o Real Até a Data. • Faz a Quantidade ao Completar igual a Quantidade Orçamentária. Quando se tratar de custos o procedimento de atualização é igual, mudando apenas a nomenclatura de quantidade para custos. Custos ligados a recursos, podem ser atualizados, quando a regra 4 do Autocost estiver ativada, pela utilização dos valores informados de quantidades de recursos e, dos custos unitários de cada recurso. O P3 multiplica as quantidades atualizadas pelo custo unitário e obtém os custos. É também possível a atualização dos custos informando o percentual dispendido. O P3 usa este percentual e multiplica pelo orçamento, obtendo o Real até a Data. Uma outra variável calculada pelo programa, quando se trata de custos é o Valor Obtido (earned value BCWP). Valor obtido é o valor do trabalho realmente executado. É calculado como sendo igual ao percentual físico executado, multiplicado pelo custo orçado para o recurso. Este custo orçado pode ser o do projeto corrente, ou o do plano meta. A opção entre os dois valores é feita escolhendo-se Ferramentas, Opções e, em seguida Valor Obtido. Além do Valor Obtido, que aparece na Janela de Custos, o programa calcula também uma variável chamada BCWS, que é o produto do percentual que deveria ter sido executado até a data da medição, pelo custo orçado para cada recurso. Novamente, como se pode ver na figura acima, o custo orçado pode ser o do plano meta ou do projeto corrente. Os valores BCWP e BCWS são calculados para custos e quantidades (neste caso, BQWP e BQWS), para cada recurso. Estes valores podem ser vistos em relatórios específicos de recursos e custos.

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Reprogramação Efetuadas todas as atualizações, é necessário recalcular a programação. Ao recalcular é preciso informar qual a data da medição, ou seja qual a data dos dados.. Se a medição for feita no final do período (final do dia, final da hora etc.) a data dos dados é o primeiro período seguinte. Assim por exemplo, para um projeto planejados em dias, uma medição efetuada ao final do dia 15 de maio de 1997, significa uma data dos dados de 16 de maio de 1997. Isto porque o P3 calcula a programação considerando a duração remanescente de cada atividade sempre a partir da data dos dados. No caso em questão, o primeiro dia de trabalho é o dia seguinte a medição. Após recalcular a programação, emitir os relatórios de programação e análise. A análise da situação do projeto pode indicar a necessidade de medidas corretivas. O gerente usa sua capacitação profissional para a seleção de medidas corretivas, faz a simulação no projeto, para verificar os efeitos de cada uma das alternativas imaginadas, e escolhe a que for mais adequada. Uma vez modificada o projeto com as medidas corretivas escolhidas, recalcular novamente e, emitir novo relatório com a programação de serviços. Trabalho 22 - Atualizar um Projeto Ver caderno de exercícios

Capítulo 12 - Atualizar um Projeto

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Capítulo 13

Utilitários do Projeto

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Utilitários do Projeto O Primavera dispões de vários utilitários para a execução de funções específicas em um projeto. Os utilitários disponíveis são: • Copiar um Projeto • Unir Projetos • Sumariar Projetos • Fazer Cópia de Segurança • Restaurar um Projeto • Apagar um Projeto Copiar um Projeto As aplicações para este utilitário são: • Fazer cópias de um projeto com os seguinte objetivos: • Guardar dados do projeto, em diferentes ocasiões, para efeitos históricos. • Efetuar simulações de alternativas para o projeto, sem comprometer o projeto original. • Criar novos projetos semelhantes, para economia de entrada de dados. • Alterar no projeto copiado, apenas o necessário. • Alterar a unidade de planejamento de um projeto. • Transformar um projeto independente em um projeto de um Grupo de Projetos. Para copiar um projeto siga o seguinte procedimento. • De dentro de um projeto ou fora, escolher Ferramentas, Utilitários do Projeto e, em seguida Copiar. • Se estiver dentro de um projeto, não é possível criar cópia dele mesmo.

A janela Copiar um Projeto é apresentada

Capítulo 13 - Utilitários do Projeto

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Esta janela é dividida em duas áreas: • A área De, com os dados do projeto que se deseja copiar. • A área Para, com os dados do projeto copiado. Na área De, especificar:. Clicar no botão Dir para escolher o diretório onde está o projeto que se deseja copiar. Escolhido o diretório o P3 apresenta uma lista dos projetos disponíveis. Escolher o projeto. Ao escolher o projeto, o programa apresenta uma série de informações sobre o projeto: • Nome do Grupo de Projetos e do Projeto, se for o caso. • Identificador do projeto, em caso de Grupo de Projetos. • Versão do projeto. • Título do projeto. • Companhia encarregada do projeto Ao copiar um projeto duas opções são possíveis: • Copiar todo o projeto. • Copiar algumas atividades do projeto. • Se escolher esta opção, preparar previamente um filtro para a seleção das atividades que deseja copiar. • Seguir os procedimentos para seleção do capítulo Organização de Dados. Na área Para especificar: O diretório onde deseja gravar o projeto copiado. Clicar em Dir e escolher. Definir o nome do Grupo de Projetos e do Projeto, se for o caso. Definir a versão do projeto copiado Estabelecer a nova unidade de planejamento se for necessário. • Quando mudar de unidade de planejamento, levar em conta que o P3 muda a unidade, mas não muda os números que representam as durações das atividades. Assim uma atividade de 10 horas de um projeto que era em hora, transformado em projeto em dia, passará a ter duração 10 dias. • Usar o módulo de modificação global para acertar as durações. Se criar um projeto de um Grupo de Projetos, definir o ID do projeto. • São dois caracteres que o P3 adicionará a cada ID das atividades. • Uma atividade PR100, usando o exemplo da figura passará a ser SAPR100. • Se o ID das atividades do projeto a ser copiada já tiver mais de 8 dígitos esta operação não poderá ser realizada, pois o novo ID ultrapassará o limite de 10 dígitos. Definir a companhia encarregada e o título do projeto copiado. Quando copiar um projeto é possível modificar o ID das atividades, adicionando uma série de caracteres, para serem inseridos a direita ou a esquerda do ID do projeto original. • Definir no campo disponível os caracteres a inserir. • Marcar o campo direita ou esquerda. • Não esquecer o limite máximo de 10 dígitos do ID.

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Unir Projetos A união de projetos possibilita a execução dos seguintes serviços: • Criar separadamente partes de um grande projeto, para facilidade de definição, e posteriormente uni-los para criar o grande projeto. • Por exemplo, criar um projeto civil, um elétrico, e um mecânico, e unir os três para a confecção de um grande projeto eletro-mecânico. • Unir projetos independentes para análise de algum ponto em comum. • Por exemplo, se uma companhia que esta executando simultaneamente vários projetos independentes, pode querer uni-los para examinar alguns pontos de interesse geral para a companhia, tais como: • Uso de equipamentos de disponibilidade limitada. • Utilização de especialistas não abundantes. • Fluxo de caixa - recebimentos e despesas. Para unir projetos siga o seguinte procedimento: • De dentro de um projeto ou fora, escolher Ferramentas, Utilitários do Projeto e, em seguida Unir. • Se estiver dentro de um projeto, este projeto não pode receber outros em união. • O primeiro campo a ser especificado é o campo para definição do projeto hospedeiro. • A barra de rolagem fornece a lista dos projetos disponíveis. • O projeto hospedeiro receberá todos os outros projetos relacionados para união. • Recebendo os demais projetos, o hospedeiro perde sua identidade original. • Caso desejar preserva-la, crie uma cópia antes da união. • Se o hospedeiro estiver em outro diretório, clicar no botão Dir e escolher o diretório adequado. • Na tabela relacionar na coluna da esquerda, todos os projetos que deverão ser unidos ao hospedeiro. • Podem ser especificados até 8 projetos. • Clicar no botão Todos para incluir todos os projetos do diretório escolhido. • Na coluna da direita indicar que caracteres devem ser incluídos no ID das atividades. • Na operação de união não pode haver atividades com mesmo ID. Assim é possível a inclusão de caracteres no ID, para diferenciação. Estes caracteres serão incluídos em todas as atividades do projeto. • Estes caracteres devem ser incluídos no ID, a direita ou a esquerda. • Definir em que posição colocar nos campos da parte inferior da janela. • Durante a execução da união o P3 apresenta algumas mensagens relativas a execução da operação. • Todas as mensagens são gravadas no arquivo P3.OUT, que é armazenado no diretório USERLOC. • A operação União inclui todos os calendários diferentes e recursos dos projetos unidos. • A operação União não acrescenta ao hospedeiro, códigos de atividades, curvas de recursos, centros de custos e dados personalizados. • Para efetuar a união, o usuário necessita ter direitos de acesso ao projeto hospedeiro, e aos demais projetos a serem unidos. • Ao concluir a união o P3 mantém o dono do projeto hospedeiro. • A união só poderá ser efetuada a nível de grupos de projetos. • A união incluirá todos os projetos de cada grupo, com seus identificadores.

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Sumariar Projetos Este utilitário sumaria de 1 a 10 projetos em um só. O P3 sumaria dados de programação, de recursos e, de custos. Os projetos fontes são deixados intactos.. Só podem ser incluídos para sumariação projetos a nível de grupos de projetos. Entretanto os dados de todos os projetos de cada grupo de projetos, são incluídos no projeto sumário. Para criar um projeto sumário: • De dentro de um projeto ou fora, escolher Ferramentas, Utilitários do Projeto e, em seguida Sumariar. • A Janela Sumariar é apresentada, permitindo a definição das especificações necessárias. • O primeiro campo a ser definido é o nome do projeto sumário. • Caso o projeto já exista o P3 o usará. • Para facilidade transfira dicionários e calendários dos projetos a serem sumariados, para este projeto. • Se não existir o P3 criará um novo projeto com o nome definido e, usará nele os calendários e unidade de planejamento, do primeiro projeto da lista dos projetos a serem incluídos no sumário. • O P3 criará os dicionários a partir dos valores encontrados em cada um dos projetos a serem sumariados. • Em seguida defina quais os projetos que serão incluídos no sumário. • A barra de rolagem da tabela mostra os projetos disponíveis. • Se desejar usar projetos de outros diretórios, clicar em Dir, e especificar o diretório desejado. • Ao lado do nome do projeto escolhido aparece o título, para facilitar a identificação. • Podem ser sumariados projetos com unidade de planejamento diferente. • Definir se o nome do projeto deve aparecer no ID das atividades sumariadas. • A inclusão do nome do projeto no ID das atividades sumariadas garante que não haverá possibilidade de ID’s repetidos. • Se os projetos forem sumariados por exemplo, pelo código Responsável e, • Se o projeto 1 - ABCD contiver o responsável Paulo, e o projeto 2 - EFGH, também contiver atividades do responsável Paulo, duas hipóteses podem ocorrer: • A inclusão do nome do projeto no ID da atividade fará com que sejam incluídas duas atividades sumariadas: ABCDPAULO e EFGHPAULO. • Se a inclusão não for feita somente será criada a atividade PAULO, com os dados do primeiro projeto apenas. • Opções: • Sumariar por - Escolher um código de atividade, ou um Código Combinado (Aliases) para ser o fator de sumariação. • O código escolhido deve ser comum a todos os projetos listados. • Se escolher um código combinado: • Este código deve existir em todos os projetos listados. • Cada atividade dos projetos listados precisa apenas de um único código para ser incluída no sumário. • Por exemplo, se usar o Código Combinado, SIRE (Sistema + Responsável), qualquer atividade que tenha um valor para sistema, ou para responsável já será incluída no sumário. • Atribuir calendário - No projeto sumariado a todas as atividades é atribuído o mesmo calendário, possibilitando assim ao P3, calcular durações e folgas da atividade sumariada. O P3 usa o calendário 1 como padrão. Após calcular o projeto sumariado, o usuário pode mudar o calendário se desejar. • O P3 usa o calendário escolhido para calcular o número de períodos de trabalho entre o início programado (ou real) da atividades sumariada, e o término programado da mesma atividade. Feriados e exceções globais são considerados. • Se atividades com valores diferentes do mesmo código usado para sumariar, tiverem calendários diferentes, o cálculo das durações e folgas pode ser incorreto. • Neste caso deixe o campo do calendário em branco. O P3 usará o calendário alocado a primeira atividade de cada valor do código. Por exemplo, se sumariar pelo código SIST, e se as atividades com valor SA para SIST tiverem calendário 1, e as atividades com valor CP para SIST, tiverem calendário 2, as atividades sumariadas para o valor SA e CP, terão calendário 1 e 2 respectivamente. • Data dos Dados - Se todos os projetos tiverem a mesma data dos dados, não é necessário especificar este campo. Caso sejam diferentes determinar qual data considerar. • Se não for especificada, o P3 usa a data dos dados do primeiro projeto. • Folga - Determinar como calcular a folga:

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• •

Folga de início - número de períodos de trabalho entre a data mais tarde e a mais cedo de início da atividade sumariada. • Folga de término - número de períodos de trabalho entre a data mais tarde e a mais cedo de término da atividade sumariada. • Mais Crítica - a menor folga das atividades que compõe a atividade sumariada. Recursos e Custos - Especificar se dados de recursos e custos devem ser alocados as atividades sumariadas. Consolidar por - Escolher a variável para consolidação de recursos ou custos: Centros de custos, categoria de custos, recursos ou nenhum. • Para manter os recursos/custos individualizados, na atividade sumariada, escolher Nenhum. • O P3 atribui um diferenciador de recurso de G a Z, para evitar consolidação em um único recurso. • Se houver mais de 20 recursos, o P3 usa o diferenciador nos 20 primeiros, e consolida todos os demais no diferenciador Z. • Para manter um registro exato do uso de recursos/custos, use especificações únicas de centros de custos, categoria de custos, recursos ou diferenciador de recursos, em um mesmo grupo de atividades a serem sumariadas. • O P3 atribui defasagens e durações de recursos, para refletir o período exato de utilização dos recursos.

Cópia de Segurança É muito importante que o usuário mantenha permanentemente cópia de segurança de seus projetos. Computadores são máquinas, e como máquinas, sujeitas a falhas. Não se deve arriscar a perder todo um trabalho de dias ou meses, por uma falha, por exemplo, em um disco rígido de um computador. Adotar a rotina de sempre fazer uma cópia de segurança, a cada vez que alterar os dados do projeto. Para fazer uma cópia de segurança escolher Ferramentas, Utilitários do Projeto, e em seguida Back Up.

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No campo superior - De determinar o diretório onde encontra-se o projeto que desejar fazer cópia de segurança. • Usar o botão Dir, para mudar de diretório ou de disco. • A tabela no meio, mostra, em ordem alfabética, todos os projetos que se encontram no diretório escolhido. • Marcar na primeira coluna, cada projeto para o qual desejar fazer cópia. • Clicar duas vezes na caixinha da primeira coluna, ou • Realçar o projeto e teclar na tecla espaço. • Clicar no botão Todos a direita, se desejar cópia para todos os projeto. • Caso desejar certificar-se do projeto escolhido, clicar no botão Vista Geral a direita, para ver mais detalhes do projeto marcado na tabela. • Na parte inferior da janela definir disco e diretório onde será armazenada a cópia de segurança. • Usar o botão Dir para definir disco e diretório. • Para economizar espaço ocupado pela cópia, marcar em Comprimir Arquivos. • O usuário pode optar pela remoção da lista de acesso ao projeto. • Esta lista contém os nomes de todos os usuários que podem acessar o projeto, além do nome do dono do projeto. • Usar esta opção somente quando desejar usar o projeto na versão DOS do Primavera ou do Finest Hour. • Clicar em Back Up para preparar a cópia de segurança. Restaurar um Projeto A operação inversa de fazer cópia de segurança é restaurar, ou seja, restaurar significa tornar o projeto novamente disponível, a partir da cópia de segurança. Para fazer uma cópia de segurança escolher Ferramentas, Utilitários do Projeto, e em seguida Restaurar.

No campo superior - De determinar o diretório onde encontra-se a cópia de segurança. • Usar o botão Dir, para mudar de diretório ou de disco.

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• •

A tabela mostra todos os projetos que podem ser restaurados, colocados em ordem alfabética. • Marcar na primeira coluna, cada projeto para o qual desejar restaurar. • Clicar duas vezes na caixinha da primeira coluna, ou • Realçar o projeto e teclar na tecla espaço. • A terceira coluna da tabela mostra a data em que foi feita a cópia de segurança do projeto. • Clicar no botão Todos a direita, se desejar restaurar todos os projetos. Definir o diretório onde serão armazenados os projetos restaurados. • Usar o botão Dir, para mudar de diretório ou de disco. Opções: • Unir dicionários dos projetos - O P3 incluirá nos dicionários quaisquer valores adicionados em quaisquer projetos de um grupo, ao dicionário do Grupo de Projetos. • Restaurar layouts e relatórios - Marque esta opção se desejar sobrepor especificações de layouts e relatórios do projeto cuja cópia de segurança se pretende restaurar, as especificações do projeto caso este já exista. • Quando o projeto já existir o P3, pergunta se deve sobrepor a cópia restaurada. • Restaurar interligações externas - Quando se faz a cópia de segurança, o P3 guarda as relações entre atividades de projetos de um grupo de projetos. Se esta opção não for marcada, as interligações em questão não serão restauradas. Clicar em Restaurar para fazer a restauração do projeto.

Apagar um Projeto Para apagar um projeto, escolha Ferramentas, Utilitários do Projeto e, em seguida Apagar. • Na parte superior da janela, escolher o disco e diretório onde encontram-se os projetos que se deseja apagar. • A lista dos projetos armazenados no diretório escolhido, é mostrada na tabela, em ordem alfabética. • Marcar o projeto que desejar apagar e clicar no botão Apagar. • Por segurança, para evitar apagar projetos involuntariamente, o P3 pede uma confirmação de que deve apagar o projeto escolhido.

Clicar Sim e o projeto será apagado.

Trabalho 23 - Utilitários do Projeto

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Ver caderno de exercícios.

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Capítulo 1

Criar um Projeto

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Criar um Projeto Neste módulo serão apresentados métodos alternativos para criação de projetos, que possibilitam o uso de padrões predefinidos para projetos ou partes de projetos. Também serão abordados os procedimentos para criação de Grupos de Projetos, que permitem a apreciação conjunta de projetos interligados ou independentes. Padronização de Projetos É comum em empresas, a necessidade de planejamento e controle de projetos, que apresentam muitas características comuns. A elaboração de projetos de engenharia de determinadas unidades industriais, a construção de edifícios residenciais, a construção de trechos de estrada, ou o desenvolvimento de programas de computador, são exemplos de projetos que podem, pelo menos parcialmente, ser padronizados, facilitando assim significativamente a criação de novos projetos quando necessário. A padronização de projetos pode ser analisada sob dois aspectos: • Padronização de projetos completos • Padronização de partes de um projeto. A padronização de projetos completos é extremamente simples. Basta ter um projeto padrão, e a cada vez que for desejado a criação de projeto similar, utilizar o utilitário Copiar um Projeto, da maneira exposta no capítulo 13 do primeiro volume. Lembrar que a cópia de projetos pode ser feita considerando o projeto completo, ou parte dele, usando-se nesse último caso um filtro previamente definido.

É importante que o projeto padrão, contenha todas as informações necessárias ao que se pretende controlar: • Dicionários - Códigos de atividades, recursos, centros de custos, dados personalizados, EAP, calendários, curvas de recursos • Atividades - ID, descrição, duração, restrições, calendários, recursos, custos, observações e códigos. • Interligações entre atividades. • Relatórios e layouts Um aspecto importante é o identificador de atividades. O ID pode conter até 10 dígitos. Estes dez dígitos podem ser grupados em até 4 grupos. Quando se copia um projeto pode-se modificar o ID das atividades acrescentando-se prefixos ou sufixos, aos ID’s do projeto padrão. É possível acrescentar prefixos ou sufixos com até 8 dígitos, porém o limite de dez dígitos para o ID não pode ser ultrapassado. O projeto padrão deve conter uma definição de ID, que seja facilmente adaptada para qualquer projeto que venha a ser criado. O P3 automaticamente justifica a direita, os ID’s numéricos , e a esquerda os ID’s alfanuméricos. Ver abaixo alguns exemplos de modificação de ID de atividade, quando se copia um projeto. Prefixo numérico

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Exemplo ID numérico O P3 soma o número prefixo ao ID Prefixo = 10000 Posição

ID antigo 5 0 0 10

ID novo 1 1 1 6 0 0 3 7 0 2 2 8 0 1 1 9 5 0 0 10

1

2

3

4

5

6

3 7

2 2 8

1 1 9

1

2

3

4

5

Exemplo ID alfanumérico O P3 insere o prefixo a esquerda do ID Prefixo = 25 Posição Sufixo numérico Exemplo ID numérico O P3 insere o sufixo a direita ao ID Sufixo = 00 Posição Exemplo ID alfanumérico O P3 insere o sufixo a direita ao ID Sufixo = 33 Posição Prefixo alfanumérico Exemplo ID numérico O P3 insere o prefixo a esquerda do ID Prefixo = A2 Posição Exemplo ID alfanumérico O P3 insere o prefixo a esquerda do ID Prefixo = B3 Posição Sufixo alfanumérico

ID antigo B K A 1 A J S 2 1 1 0 C 2 3 4 2 2 2 1 5 5 5 2 B K A 3 A J S 4

ID novo 1 1 0 C 2 5 6

0 5

1 6

7

8

9

10

0 7

1 8

9

10

ID antigo 5 0 0 10

ID novo 5 0 0 8 0 0 0 9 0 0 0 10

1

2

3

4

5

6

3 7

2 2 8

1 1 9

1

2

3

4

3 5

2 2 6

1 1 7

ID antigo B K A 1 A J S 2 1 1 0 C 2 3 4 B K A 1 A J S 2 1 1 0 C 2 3 4

ID novo 3 3 3 7 3 3 3 8

0 5

1 6

7

8

9

10

0 5

1 6

9

10

ID antigo 5 0 0 10

ID novo A A A 5 2 2 2 6 5 0 0 10

1

2

3

4

5

6

3 7

2 2 8

1 1 9

1

2

3

4

3 7

2 2 8

1 1 9

ID antigo B K A 1 A J S 2 1 1 0 C 2 3 4 B B B 1 3 3 3 2 B K A 3 A J S 4

ID novo 1 1 0 C 2 5 6

0 5

1 6

7

8

9

10

0 7

1 8

9

10

Exemplo ID numérico O P3 insere o sufixo a direita ao ID Sufixo = Q4 Posição 1 2 3 O ID permanece justificado a direita Exemplo ID alfanumérico O P3 insere o sufixo

ID antigo 5 0 0 10

ID novo 5 0 0 8 Q Q Q 9 4 4 4 10

4

5

6

3 7

2 2 8

1 1 9

1

2

3

4

3 5

2 2 6

1 1 7

ID antigo B A 1 B A 1

ID novo D 5

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a direita ao ID Sufixo =D5 Posição

K J A S 1 2

1 0 C 2 3 4

0 5

1 6

7

8

9

10

K J A S 1 2

1 0 C 2 3 4

0 5

1 6

D 5 D 5 7 8

9

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A padronização de partes de um projeto é também muito simples. O P3 oferece uma opção denominada fragnets (do inglês fragments of network = fragmentos de rede). Para criar um fragnet, crie inicialmente uma rede com as atividades que se deseja padronizar. Esta rede deverá conter todas as informações a serem padronizadas, iguais as mencionadas para uma padronização de um projeto completo. Criada a rede, seleciona-se as atividades constantes da rede, por um dos três processos: • Clicar com o mouse na primeira atividade e arrastar até a última. • Clicar com o mouse em cada atividade, mantendo a tecla Ctrl apertada. • Clicar com o mouse na primeira atividade, e mantendo a tecla Shift apertada clicar na última

Após selecionar as atividades escolha Ferramentas e, em seguida Fragnets.

• •

Escolha no meu auxiliar, Armazenar Fragnets. O programa abre uma janela para identificação do fragnet.

• Escolha um identificador alfanumérico com dois dígitos (obrigatório) e um título descritivo (opcional) • O fragnet estará disponível para ser usado em qualquer projeto Quando da entrada de dados de atividades em um projeto, for desejado o uso de um conjunto padronizado de atividades (fragnet), escolher Ferramentas, Fragnet e, em seguida Recuperar Fragnet. • O P3 apresenta uma janela com a relação dos fragnets disponíveis.

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Em caso de dúvida quanto ao conteúdo do fragnet, clicar em Conteúdo, que o programa apresenta uma janela, com a relação das atividades que constituem o fragnet.

• •

O fragnet contém atividades com um identificador (ID) definido. É preciso portanto escolher qual ID deverá ser usado no projeto, que estiver recebendo o fragnet. O P3 oferece várias opções para a identificação das atividades.

As duas primeiras opções são praticamente idênticas. • Na primeira o usuário so renomeia atividades com ID iguais ao de atividades já existentes no projeto. • Na segunda renomeia todas as atividades. • Qualquer que seja a opção escolhida, a janela seguinte é apresentada, para a modificação do ID da atividade do fragnet.

Na terceira opção o usuário deve fornecer um conjunto de dígitos para ser acrescentado ao ID da atividade do fragnet, como prefixo ou, como sufixo. Se escolher esta opção considerar: • Que o ID pode ter no máximo 10 dígitos. Portanto não especificar prefixos ou sufixos, que somados ao ID da atividade no fragnet, ultrapasse 10 dígitos. • As regras para colocação de prefixo ou sufixo, que foram mostradas nas páginas 2 e 3.

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Na quarta opção, Autoincremento, o usuário fixa um ID para a primeira atividade e um incremento. As atividades do fragnet serão renomeadas sucessivamente.

No exemplo acima, se no fragnet houvesse 4 atividades, as 4 seriam renomeadas com os ID’s 1000, 1050, 1100 e 1150. • Se o ID base fosse AB200, as 4 atividades seriam AB200, AB250, AB300 e AB350. Na última opção o usuário deve escolher um incremento aritmético a ser adicionado ao ID das atividades do fragnet. • Todos os ID’s das atividades do fragnet, que serão incluídas nos projeto, sofrerão um acréscimo igual ao incremento fixado. • Esta opção só é válida quando os ID’s do fragnets forem numéricos.

Uma alternativa no uso de fragnets é o uso dos símbolos < e >. Quando se cria um fragnet, incluindo na descrição da atividade ou em códigos de atividades, um conjunto de símbolos do tipo < >, estes símbolos poderão ser substituídos por textos pelo usuário. Por exemplo, um projeto que tenha várias atividade para instalação de equipamentos, em unidades industriais, sob responsabilidade de alguma pessoa. Cada instalação é constituída de várias atividades. O planejador teria que incluir este conjunto de atividades para cada equipamento em cada unidade. A criação de um fragnet com o uso dos símbolos < > permite uma grande economia de trabalho. As figuras abaixo ilustram o exemplo, usando apenas 1 única atividade no fragnet.

A figura mostra a atividade. Foram criados 3 símbolos <> (sem espaço entre os sinais) para símbolo do equipamento, um outro < > (com 1 espaço entre os sinais) para símbolo da unidade e, um terceiro < > (com 3 espaços entre sinais) para símbolo do responsável. Quando o símbolo for usado em um código, como no caso do responsável, o número de espaços entre sinais é limitado pelo número de dígitos do código menos 2. Ao invés de diferentes espaços entre os símbolos pode-se também usar nomes, como por exemplo <Equi> para equipamento, ou <Area> para área. Ao se acessar o fragnet para inserir atividades o programa pede qual o valor que deve ser usado em cada símbolo.

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A atividade criada é a que se segue abaixo

Valores que substituíram símbolos < > Grupo de Projetos Como o nome indica, um Grupo de Projetos é um conjunto de projetos interligados ou não. De uma maneira geral existem dois tipos de Grupo de Projetos: • Grupo constituído de vários projetos independentes - é por exemplo o caso de uma empresa, com vários projetos independentes ocorrendo simultaneamente. Para uma visão global dos empreendimentos, sob diferentes pontos de vista (recursos, custos etc..), a empresa junta estes projetos em um Grupo de Projetos. O planejamento e controle de cada projeto é independente e, descentralizado, mas a gerência superior da empresa pode ver e analisar o comportamento conjunto de toda sua carteira. • Grupo constituído de projetos interdependentes - é por exemplo, o caso típico de grandes e complexos projetos, que para maior facilidade de gerenciamento são divididos em projetos menores, que possam ser gerenciados descentralizadamente, sem que a gerência do grande projeto perca a visão global e integrada de seu projeto. O projeto de uma refinaria de petróleo por exemplo, pode ser constituída de vários projetos, cada um referente a uma das unidades de processamento da refinaria. Os dois tipos acima são característicos, mas nada impede que qualquer projeto, mesmo pequeno ou médio, seja considerado um Grupo de Projetos, onde cada projeto é uma parte do total. A grande vantagem de operar com Grupos de Projetos é a possibilidade de trabalhar descentralizadamente, mas de maneira integrada. Esta descentralização integrada é a chave para a aplicação da Gerência Concêntrica de Projetos, desenvolvida pela Primavera Systems. Os Grupos de Projeto em geral são controlados com o uso do Primavera Project Planner, enquanto os projetos do Grupo podem ser controlados com o Primavera ou o SureTrak Project Manager, programa similar ao Primavera, porém de menor porte e mais barato. Para criar um Grupo de Projetos o procedimento é o mesmo já visto no Volume I, para a criação de um projeto. A condição indispensável para que um projeto assim criado, venha a se constituir um Grupo de Projetos é que seja criado um código para o identificador de atividades, denominado SUBP, com 2 dígitos. • Para acessar o Dicionário de Códigos de Atividades, escolha Dados, Códigos de Atividades, e em seguida ID de Atividades.

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O código SUBP foi introduzido no dicionário. Com isto é possível a criação de projetos no Grupo.

Criar um Projeto em um Grupo de Projetos Existem duas maneiras para a criação de um projeto em um Grupo de Projetos: • Usar a instrução Novo Projeto do menu Arquivo. • Usar o utilitário Copiar Menu Arquivo - Novo Projeto Após entrar no programa Primavera, escolher Arquivo e, em seguida Novo Projeto.

Quase todos os campos já foram analisados no Volume I. A única diferença neste caso, é a necessidade de marcar o campo Adicionar este projeto ao Grupo de Projetos. Ao marcar este campo, o P3 desinibe os campos para entrar com o nome do Grupo de Projetos, e o ID do projeto. O ID corresponde ao valor do código SUBP para este projeto sendo criado. Todas as atividades de um projeto de um Grupo de Projetos deverão ter seu ID constituído dos dois dígitos do identificador do projeto, seguidos de outros dígitos a serem definidos pelo usuário. No exemplo da figura acima, todas as atividades do projeto TEST do Grupo BASE deverão iniciar com X1. Utilitário Copiar

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É possível o uso do utilitário Copiar, para a copiar um projeto existente, para um projeto de um Grupo de Projetos. O projeto existente pode ser um projeto independente, ou um projeto de outro Grupo de Projetos.

O projeto AUTO do Grupo EXPA será copiado para ser o projeto ABCD do Grupo LABB. Todas as atividades do projeto AUTO terão seu ID acrescido do ID do projeto ABCD, que é KA. • Não esquecer que no ID o limite de dígitos é 10. Portanto nenhuma atividade do projeto a ser copiado pode ter mais de 8 dígitos. Planejamento e Controle com Grupo de Projetos O Grupo de Projetos permite uma operação descentralizada do Primavera. Cada projeto do Grupo pode ser gerenciado por um gerente específico. Qualquer alteração em um projeto será também introduzida no Grupo. Assim o gerente do Grupo de Projetos pode manter o controle integrado de seu empreendimento, operando de maneira descentralizada. Um exemplo bem abrangente do uso de um Grupo de Projetos está exposto a seguir. Seja um Grupo de Projetos para o controle de um grande empreendimento. Este empreendimento tem por exemplo, serviços a serem efetuados por 5 contratadas, e equipamentos a serem fornecidos por 10 fornecedores. O projeto será elaborado pela própria empresa dona do empreendimento. Compras e controle financeiro também. O Grupo de Projetos para o controle deste empreendimento teria: • Um projeto contemplando as atividades de elaboração do projeto de engenharia. • Um projeto contemplando as atividades de compras e diligenciamento. • Um projeto com todos os eventos financeiros do empreendimento. • Cinco projetos, um para cada prestadora de serviços. • Dez projetos, um para cada fornecedor de equipamentos. Cada um destes 18 projetos teria seu detalhamento e controle efetuado pelo gerente respectivo. Obviamente os gerentes dos projetos de contratadas e fornecedores seriam pessoas fora dos quadros da empresa dona do empreendimento Caberia ao gerente do Grupo, em conjunto com cada gerente, estabelecer as interligações entre atividades dos diferentes projetos.. Não haveria necessidade de geração de nenhum papel. Todas as informações estariam nos projetos, e em consequência no Grupo. O gerente do Grupo poderia inclusive analisar detalhes do planejamento e desempenho das contratadas. Esta análise poderia ser feita em qualquer nível, desde o mais sumariado ao mais detalhado. O porte de cada projeto do Grupo determinaria se haveria necessidade de usar o P3 ou o SureTrak. A tramitação de informações dos projetos pode ser efetuada diretamente, se todos os participantes estiverem ligados em rede, ou através das facilidades de transmissão eletrônica de dados do P3, como será visto mais adiante neste volume. Pode também ser usado o programa Webster da Primavera, para utilização das facilidades da Internet. É claro que há necessidade de alguns cuidados para a operação do Grupo: • Os dicionários, calendários, recursos, centros de custos e demais dados codificados, devem ser estabelecidos de maneira cuidadosa, para atender a TODOS os projetos. • As medições devem preferencialmente ser feitas na mesma data, para todos os projetos. • O gerente do Grupo de Projetos deve limitar o direito de acesso aos diversos projetos às pessoas que realmente precisam acessa-los . Usar o programa NETSET e a tela de direitos de acesso do P3 para criar esta limitação.

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Nenhum gerente de projeto, em especial os de firmas contratadas, deve receber cópia do Grupo de Projetos, somente de seu projeto. • Para o cálculo da programação ou nivelamento de recursos de cada projeto, duas opções são possíveis: • O cálculo ser efetuado no Grupo de Projetos. • Vantagens • Facilidade de integração. • Interligações entre projetos automaticamente atualizadas • Desvantagens • Dependência dos projetos ao Grupo. • Interferência do Grupo na programação de contratadas • O cálculo ser feito em cada projeto • Vantagens e desvantagens são as mesmas acima, porém invertidas, isto é o que é vantagem em uma opção é desvantagem em outra. Existem algumas regras estabelecidas para a operação com Grupo de Projetos: • Dicionário de Códigos de Atividades - Adição ou eliminação de códigos de atividades ou do ID das atividades, só pode ser feita no Grupo. Valores para os códigos podem ser adicionados nos projetos do Grupo, porém nenhum valor pode ser eliminado. Novos códigos combinados podem ser criados. • Recursos - Podem ser adicionados, porém não apagados em qualquer projeto do Grupo. Os limites de disponibilidade de recursos podem ser modificados nos projetos, mas não o preço unitário de cada recurso. • Calendários - só podem ser modificados no Grupo. Calendários de recursos podem ser modificados nos Projetos do Grupo. • Centros de Custos - A categoria de custo pode ser modificada nos Projetos, mas os centros de Custos não, embora seja possível a adição de novos centros de custos. • Dados Personalizados - não podem ser modificados nos Projetos, só no Grupo. • Estrutura Analítica de Projeto - pode ser modificada nos Projetos. • Nenhuma operação de transferência de dicionários pode ser feita nos Projetos do Grupo. • Filtros - Nos Projetos podem ser adicionados novos filtros, porém não podem ser eliminados ou modificados filtros existentes. • Relatórios e Layouts - Podem ser modificados nos Projetos. • Planos Meta - podem ser criados nos Projetos. • Cálculo da Programação - O cálculo da programação ou nivelamento de recursos pode ser feito no Grupo ou nos Projetos. As Opções para cálculo são fixadas no Grupo de Projetos. • As opções dos dois blocos superiores já foram analisadas no Volume I. As opções dos dois blocos inferiores, só aparecem quando se trabalha com Grupo de Projetos. • A primeira opção diz respeito a data dos dados. A data dos dados, quando é permitido calcular nos projetos, pode ser fixada nos projetos e também no Grupo de Projetos. Quando o cálculo é feito em cada projeto, e posteriormente no Grupo, pode-se substituir as datas dos dados usadas nos projetos, pela data dos dados do Grupo. Basta marcar no campo adequado. • A possibilidade de substituição das datas dos dados é perigosa porque pode criar muitas distorções. O P3 calcula uma programação considerando as durações remanescentes a partir da data dos dados. Se em cada projeto for usada a data correta da medição, e esta data for posteriormente modificada, a programação não estará correta. • É assim recomendável que não seja permitida a substituição da data dos dados quando se calcula o Grupo. • O ideal é que as medições sejam sempre feitas na mesma data, para todos os Projetos do Grupo. Assim nenhuma distorção ocorrerá com ou sem substituição das datas, ao calcular o Grupo. • A segunda opção é quanto a folga. A folga pode ser calculada com base na data de término de cada Projeto, ou com base na data de término do Grupo de Projetos.

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• •

A última opção é exatamente a permissão para cálculo da programação nos Projetos do Grupo. Quando é possível o cálculo da programação nos Projetos do Grupo, a última opção da janela é definida no Projeto e não no Grupo. Esta opção é a de reconhecer ou não as ligações entre projetos do Grupo.

• •

Notar que o primeiro bloco de opções fica inibido nos Projetos. Só pode ser modificado no Grupo. Uma vez efetuado o cálculo no Grupo, o P3 prepara um relatório que inclui os resultados para o Grupo e para cada Projeto do Grupo.
Project end date(s). Retained logic Contiguous activities Use finish dates Use early start of predecessor

Scheduling Statistics for Project Group APEX

Project floats are based on Schedule calculation mode Schedule calculation mode Float calculation mode SS relationships -

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Schedule run on Mon Jun 30 10:42:23 1997 Run Number 30. Project Group Information Number of activities.................. Number of activities in longest path.. Started activities.................... Completed activities.................. Number of relationships............... Percent complete...................... Number of early constraints........... Number of flags....................... Data date............................. Start date............................ Imposed finish date................... Latest calculated early finish........

134 41 16 11 156 7.9 1 6 23SEP96 15JUL96 06FEB98

Project Information for AUTO, Project ID = AS Number of activities.................. 45 Number of activities in longest path.. 0 Started activities.................... 11 Completed activities.................. 8 Number of relationships............... 49 Percent complete...................... 15.8 Number of flags....................... 1 Data date............................. 23SEP96 Start date............................ 15JUL96 Imposed finish date................... Latest calculated early finish........ 14JUL97 Project Information for BLDG, Project ID = BA Number of activities.................. 69 Number of activities in longest path.. 31 Started activities.................... 5 Completed activities.................. 3 Number of relationships............... 82 Percent complete...................... 7.4 Number of flags....................... 5 Data date............................. Start date............................ Imposed finish date................... Latest calculated early finish........ 23SEP96 15JUL96 24JUL97

Project Information for CONV, Project ID = CS Number of activities.................. 20 Number of activities in longest path.. 10 Started activities.................... 0 Completed activities.................. 0 Number of relationships............... 23 Percent complete...................... 0.0 Number of early constraints........... 1 Data date............................. Start date............................ Imposed finish date................... Latest calculated early finish........ 23SEP96 15JUL96 06FEB98

Quando o cálculo for feito no projeto de um Grupo de Projetos o relatório é como se segue:
Constraint listing -- Scheduling Report Page: 2 Activity Date Constraint ---------- ------- ---------------------------AS150 Start Milestone AS240 Start Flag AS900 Finish Milestone External relationship listing -- Scheduling Report Page: 3 ----------------------------Relationship from activity AS102 to activity CS300 treated as late constraint on predecessor.

Capítulo 1 - Criar Report Page: 4 Open end listing -- Scheduling um Projeto ---------------Activity AS100 has no predecessors Activity AS900 has no successors (in this project)
Scheduling Statistics for Project AUTO in Project Group BASE:

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Reparar que as ligações com outros projetos do Grupo, são consideradas como restrições, e que alguns extremos em aberto tem a menção de que estão em aberto neste projeto, ou seja podem estar ligados a outras atividades de outros projetos do Grupo. É importante mencionar que, em um projeto, as ligações entre atividades de projetos diferentes de um Grupo, podem ser vistas nas janelas de predecessoras ou sucessoras porém não podem ser modificadas pelo gerente do projeto. Somente no Grupo podem ser feitas alterações nestas ligações. Trabalho 01 - Grupo de Projetos e Fragnets Ver Caderno de Exercícios

Capítulo 1 - Criar um Projeto

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Capítulo 2

Dados Personalizados e Modificação Global

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Dados Personalizados O P3 além dos códigos de atividade possibilita a criação de códigos adicionais: a nível de atividade e a nível de recursos. Estes códigos adicionais, denominados Dados Personalizados (abreviadamente CDI do inglês Custom Data Item), permitem ao usuário desenvolver uma série de aplicações no P3, que ampliam em muito a capacidade do programa. O uso dos CDI é simples, mas depende muito da criatividade do usuário. São exemplos de CDI de atividade: datas planejadas, especificações, nomes e/ou telefones de fornecedores, datas niveladas, quantidade de serviço a ser executada na atividade, custo total da atividade. São exemplos de CDI de recursos: orçamentos, custos indiretos (leis sociais, administração etc.), orçamento equivalente em outra unidade de tempo, produtividade de recursos, lucros. Para criar os CDI’s escolha Dados e, em seguida Dados Personalizados.

• • • • • • •

Os CDI’s podem ser aplicados a atividade ou a cada recurso alocado a atividade. É possível a criação de até 8 CDI’s a nível de atividade e outros 8 a nível de recursos Na parte superior da janela é feita a opção por CDI de atividade e CDI de recurso. A criação de CDI é feita na tabela, clicando-se no espaço em branco da tabela, ou no sinal +. Para eliminar CDI clique no CDI e em seguida DEL ou no sinal -. O código para qualquer CDI pode ter de 1 a 4 caracteres alfanuméricos. O tipo do CDI é definido na segunda coluna da tabela. Existem vários tipos possíveis, como se pode ver na janela de auxílio, acessada quando se clica no sinal de rolagem da parte superior da tabela.

Capítulo 2 - Dados Personalizados e Modificação Global

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• •

C - Caracter - O CDI pode conter até 20 caracteres alfanuméricos S - Data de início - O CDI contém uma data. O formato da data será o formato especificado para o projeto. • F - Data de término - Mesma observação acima. • N - Numérico - O CDI conterá um número inteiro. • P - Precisão - O CDI conterá um número com até 2 decimais, conforme especificado no projeto. O número de dígitos do CDI é fixado na terceira coluna. • Tipo C - Até 20 caracteres • Tipos S ou F - O P3 automaticamente fixa o número de dígitos, em função da unidade de planejamento, e do formato das datas estabelecido para o projeto. • Tipo N - Até 10 dígitos. • P - De 4 a 11 dígitos, incluindo o ponto decimal. A última coluna permite a inclusão de uma descrição para o CDI. Na janela dos CDI existem ainda os botões de Ajuda e Impressão, que são auto-explicativos, e: • Transferência - permite a transferência de CDI’s de um outro projeto para o projeto em questão.

• •

Uma vez definidos os CDI’s no respectivo dicionário, pode-se alocar valores aos mesmos, em cada atividade. Esta alocação de valores pode ser feita: 1. Manualmente em cada atividade - para isto basta abrir a janela dos CDI’s por um dos seguintes processos: • Clicar o botão dos CDI’s na Janela de Atividades. • Clicar o botão direito do mouse em uma atividade, e no menu que é aberto clicar em Detalhes de Atividades e, em seguida CDI. • Escolher Ver, Detalhes de Atividades e, em seguida CDI. • Teclar Ctrl + U • A janela dos CDI’s - Atividades ou Recursos é apresentada.

Capítulo 2 - Dados Personalizados e Modificação Global

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Os valores dos códigos podem então ser incluídos. Notar que na janela para inclusão dos CDI’s de recursos, existe uma tabela na parte superior, onde deve ser escolhido o recurso para o qual se deseja atribuir o CDI. 2. Automaticamente - Quando existe alguma regra para a formação do CDI, é possível usar o módulo de modificação Global do P3, para a criação dos valores do CDI. São exemplos de CDI com regra de formação automática: • Datas niveladas - Logo após o nivelamento de recursos as datas ES e LS das atividades, contém as datas niveladas. Basta transferir estes valores para o CDI. • Valores para leis sociais - Quando o recurso for mão de obra, o custo das leis sociais pode ser calculado como um percentual do custo total da mão de obra. Modificação Global Este módulo do P3 permite a execução de modificações em todo, ou parte do banco de dados do projeto. É um módulo extremamente prático para a entrada de grande número de informações, sem grande trabalho de digitação. Para seu uso entretanto é necessário observar: • Os dados a serem inseridos nas atividades tem que representados por alguma expressão matemática. • Considerando que haverá modificações no banco de dados é importante que seja feita cópia de segurança do projeto, antes de executar a modificação global. Para ter acesso ao módulo de modificação global, escolha Ferramentas e, em seguida Modificação Global.

Capítulo 2 - Dados Personalizados e Modificação Global

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O P3 abre a janela com a lista das especificações anteriormente preparadas. • Todas as especificações são identificadas com um conjunto de dígitos começado por GC-. • Como em toda janela do P3, existe um botão para chamar o módulo de Ajuda, que tem as explicações necessárias a execução da especificação. • Para modificar uma especificação, marque-a e acione o botão Modificar. • Para apagar qualquer especificação, marque-a e acione o botão Apagar. Para criar uma nova especificação acione o botão Adicionar. • A Janela com a lista das especificações está mostrada abaixo

Quando adicionar uma nova especificação, o P3 apresenta uma janela com sugestão para o número da especificação. Aceitar a sugestão, ou modifica-la.

Adicionada a especificação o P3 apresenta a janela para o detalhamento da especificação.

Janela de Modificações

Capítulo 2 - Dados Personalizados e Modificação Global

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• • • •

A primeira janela apresentada é a Janela de Modificação. Verificar que no extremo superior esquerdo da janela existem dois campos para a escolha das duas janelas que constituem a especificação: Janela de Modificação e Janela de Seleção. Logo abaixo existe um campo para o título da especificação. Escolher um título que facilmente identifique o objetivo da especificação. A janela de Modificação consiste em várias linhas para especificação de declaração do tipo: • IF ...........THEN ......... ELSE, ou seja SE........ ENTÃO....... OU • Este tipo é a declaração lógica Se tal condição for satisfeita, faça isto, senão faça aquilo. A primeira parte da tabela na parte inferior da janela é o local para a especificação das condições IF. • É possível estabelecer 4 condições: 1 em cada linha. • As 4 condições podem ser aplicadas de duas maneiras: • Todas as 4 condições tem que ser atendidas. Neste caso marcar o campo Todas (All) na parte superior central da janela. A palavra AND (e) aparece no campo das condições. • Qualquer uma das 4 condições tem que ser atendida. Neste caso marcar o campo Qualquer (Any) na parte superior central da janela. A palavra OR (ou) aparece no campo das condições. Para cada condição, existem 5 colunas para especificação: • Primeira coluna - Variável da atividade • Segunda coluna - Critério • Terceira coluna - Variável da atividade. • Quarta coluna - Operador • Quinta coluna - Variável da atividade. A variável da atividade da primeira coluna pode ser dos seguintes tipos: Dados de Atividades, Restrições, Dados de Recursos e Custos, Dados do Plano Meta e Variâncias. Usar a seta de rolagem para acessar a janela abaixo.

Capítulo 2 - Dados Personalizados e Modificação Global

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• •

Para cada tipo de variável escolhida, o P3 apresenta quais variáveis podem ser especificadas. Em qualquer caso, para escolher a variável marca-la e acionar o botão OK, ou dar um duplo clique em cima da variável desejada. Na segunda coluna especificar o critério: Igual, Diferente, Maior que, Menor que, Contém, ou Não Contém. Usar a seta de rolagem para acesso a janela abaixo.

Na terceira coluna, novamente pode-se usar variável de atividades. Neste caso porém existem mais opções, além das vistas para a primeira coluna: Funções, Dados Gerais, Calendários e Valores. Isto porque nesta coluna podem ser especificados dados de atividades, valores (incluindo datas) e Dados gerais (Datas: Início do Projeto, Dos Dados e Término do Projeto)

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Na quarta coluna é especificado o operador: Somar, Diminuir, Multiplicar, Dividir, ou Concatenar.

Estas 5 colunas permitem a especificação de várias condições diferentes. Ver alguns exemplos abaixo: • Para apagar dados das colunas de critério e operação tem que usar a tela auxiliar, acessada com o auxílio da seta de rolagem, e escolher a opção vazia. (a primeira linha)

Se o Responsável for João ou Pedro If RESP EQ JOÃO or RESP EQ PEDRO Se o Orçamento no Departamento de Engenharia for maior que 10000,00 If BC GT 10000,00 and DEPT EQ ENG Se a atividade não tiver iniciado e a duração for menor que 30 dias If AS EQ and OD LT 30 Se o Sistema for o Automático, a atividade contiver a palavra Robô, e a folga menor que 10 If SIST EQ SA and DES CN ROBO and TF LT 10 Se as atividade estão previstas para iniciar nos 3 primeiros meses do projeto If ES LT SD + 90 • • Definidas as condições há necessidade de se definir a modificação que deve ser efetuada no banco de dados. As regras para definição das modificações são similares as já explanadas para as condições. Contudo existem algumas diferenças. • A janela de auxílio para a primeira coluna não apresenta opções como no caso anteriormente exibido.

Capítulo 2 - Dados Personalizados e Modificação Global

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A coluna de critério prevê apenas duas opções: • Igual (EQ) - Usado para qualquer expressão indicativa da modificação. • Adicionar (AD) - Usada para adicionar recursos as atividades.

• • •

• Para as demais colunas as opções são iguais às das condições. Quando não houver condições impostas, basta especificar as linhas ENTÃO (THEN). Só podem ser especificadas linhas OU (ELSE) se forem especificadas condições. Em caso de expressões que exijam mais fatores do que 2, e necessário usar variáveis temporárias. • Variáveis temporárias, só existem durante a realização da operação de modificação global. • Variáveis temporárias são definidas com o uso do caracter & seguido de até 3 outros dígitos. • Imagine que seja necessário calcular uma percentual da soma de dois valores, cada um deles armazenado num CDI. • Valor 1 armazenado no CDI1, e Valor 2 armazenado no CDI2. • Deseja-se guardar o valor de 5 % da soma de CDI1 e CDI2, no CDI3 • A expressão matemática é CDI3=(CDI2+CDI1)*0,05. • No módulo de modificação global não é possível colocar esta expressão. Ela teria que ser quebrada em duas, cada uma seria colocada em uma linha. &ABC= CDI1+CDI2 e CDI3=0,05*&ABC, onde &ABC é uma variável temporária. • Nas linhas da área THEN as expressões seriam &ABC EQ CDI1 + CDI2 CDI3 EQ 0.05 * &ABC O módulo de modificação global contém algumas funções que são muito úteis para a realização de mudanças no banco de dados. Estas funções são usadas nas terceira e quinta colunas do conjunto de linhas de especificações de Condições, ENTÃO e OU.

Funções As seguintes funções são disponíveis no módulo de modificação global: • RIGHT(item,x) - extrai x caracteres do item, iniciando no último caracter a direita Exemplo -

If Then

ACC ACC

EQ EQ

AB32CD45EF7 RIGHT(ACC,7)

Explicação Seleciona o Centro de Custo AB32CD45EF74 Extrai 7 caracteres da variável ACC, começando pelo último da direita

Valor Antigo

Valor novo

AB32CD45EF7

CD45EF7

• LEFT(item,x) - extrai x caracteres do item, iniciando no último caracter a esquerda. Exemplo -

If Then

RES RES

EQ EQ

PROGSR LEFT(RES,4)

Explicação Seleciona o recurso programador senior Extrai 4 caracteres da variável RES, começando pelo último da esquerda

Valor Antigo

Valor novo

PROGSR

PROG

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SS(item,x,y) ou SUBSTR(item,x,y) posição x.. Exemplo -

- extrai y caracteres do item, iniciando no caracter que ocupa a

If Then

ACT ACT

EQ EQ

AAFASE1X00 SS(ACT,3,5)

Explicação Seleciona a atividade AAFASE1X00 Extrai 5 caracteres da variável ACT, começando pelo terceiro

Valor Antigo

Valor novo

AAFASE1X00

FASE1

TTL(item) - extrai o título do item (código de atividade, ou de ID, recurso, centro de custo, categoria de custo) Exemplos TTL(RESP), TTL(FASE), TTL(RES), TTL(ACC), TTL(ACX), TTL(CAT) Exemplo -

Then

&AA

EQ

TTL(RESP)

Explicação Extrai o título de cada valor do código de atividade Responsável

Valor Antigo

Valor novo JOÃO, PEDRO ou MARIA

• RTRIMitem,x) - remove os espaços em branco a direita do item. Exemplo -

Then

DES

EQ

RTRIM(DES) & EQ1

Explicação Retira os espaços em branco a direita da descrição e acrescenta EQ1

Valor Antigo Título

Valor novo TítuloEQ1

• LTRIMitem,x) - remove os espaços em branco a esquerda do item. Exemplo -

If Then

DEPT ACT

EQ EQ

ENG ENG & LTRIM(ACT)

Explicação Seleciona atividades do Dept. de engenharia Retira os espaços em branco a esquerda do ID da atividade acrescentando a sobra a ENG

Valor Antigo

Valor novo

123456

ENG123456

STDATE(data) - transforma a data em palavra

Then

&T

EQ

STDATE(EF)

Explicação Converte a data de término em palavra

Valor Antigo

Valor novo 12JUN97 form. palavra

DAY(data) - encontra o dia da semana correspondente a data

Then

&T

EQ

DAY (EF)

Explicação Converte a data de término em palavra

Valor Antigo

Valor novo Thursday

DATE() - fornece a data do sistema

Then

AS

EQ

DATE()

Explicação Faz a data real de início da atividade igual a data do sistema

Valor Antigo

Valor novo 12JUN97

Janela de Seleção de Atividades A outra janela do módulo de Modificação Global é a janela de seleção de atividades. Esta janela já foi analisada no capítulo Organização de Dados do Volume I. Nesta janela são selecionadas as atividades sujeitas as modificações estabelecidas na janela de modificações.

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Exemplos de Especificação de Modificação Global A seguir são apresentados alguns exemplos de modificação global. Apenas a janela de modificação será exibida, pois a outra janela, de seleção já foi bem vista anteriormente. O primeiro exemplo, mostra a janela de modificação, para um aumento de duração remanescente. Se o responsável for o Pedro, a duração remanescente deverá ser multiplicada por 2. Se o responsável for outro, a duração será multiplicada por 1,5.

O segundo exemplo mostra a especificação para uma troca de recursos. Quando a atividade tiver alocado a ela o recurso Operário1, este recurso deverá ser trocado pelo Operário2, desde que a previsão de início da atividade seja posterior a 01 de janeiro de 1997.

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O terceiro exemplo mostra como apagar datas reais de início.

O quarto exemplo mostra como incluir o aumento de 10 % no custo do recurso ENG.

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O quinto exemplo mostra como incluir um recurso novo X, a todas as atividades do departamento de engenharia. O recurso X terá um utilização de 1 unidade por unidade de tempo, totalizando um orçamento quantitativo igual a BQ=1 x OD= OD.

Finalmente, o último exemplo, apresenta uma modificação no identificador das atividades. O novo ID será constituído dos 3 dígitos contados a partir do terceiro dígito a esquerda, precedido por dois dígitos AB. É uma modificação que pode ser usada para adequar atividades a um projeto de um Grupo de Projetos.

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Execução da Modificação Global Concluída a especificação é necessário executa-la. Como se trata de modificação geral no banco de dados, o P3 provê um meio de testa-la, antes de executar a modificação propriamente dita. Esta simulação é efetuada acionando-se o botão Corrida Simulada (Trial Run). O Primavera mostrará os resultados que seriam obtidos, porém não efetua nenhuma modificação no banco de dados do projeto. É uma segurança adicional do programa. Uma vez verificado que a mudança prevista é realmente a que se deseja, acionar o botão Executar para agora sim, executar a modificação no banco de dados. Antes de executar porém, o P3 pede uma confirmação que a modificação é realmente desejada.

Confirmada a execução o P3 pergunta onde colocar o relatório da execução: Ver na tela, Imprimir ou Salvar para um arquivo. Se escolher esta última, defina o nome do arquivo no campo adequado.

A opção Ver na Tela, coloca o relatório no programa Primavera Look. O relatório produzido tem o aspecto mostrado a seguir:

Capítulo 2 - Dados Personalizados e Modificação Global

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-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------LAB PRIMAVERA PROJECT PLANNER Expanção da Planta de Brasília REPORT DATE 07JUL97 RUN NO. 209 START DATE 03OCT94 FIN DATE 15JUL95* 09:22 INTRODUCAO DO RECURSO Y DATA DATE 03OCT94 PAGE NO. 1 -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ACTIVITY RESOURCE COST DATA ID NAME ACCOUNT ITEM OLD VALUE NEW VALUE ---------- -------- ------------ ---- ---------------------------------------------- ---------------------------------------------100 RES Y 100 Y UPT 0.00 3.00 100 Y ACC 82033 100 Y 82033 CAT L 120 RES Y 120 Y UPT 0.00 3.00 120 Y ACC 82033 120 Y 82033 CAT L 140 RES Y 140 Y UPT 0.00 3.00 140 Y ACC 82033 140 Y 82033 CAT L 160 RES Y 160 Y UPT 0.00 3.00 160 Y ACC 82033 160 Y 82033 CAT L 180 RES Y 180 Y UPT 0.00 3.00 180 Y ACC 82033 180 Y 82033 CAT L 200 RES Y 200 Y UPT 0.00 3.00 200 Y ACC 82033 200 Y 82033 CAT L 220 RES Y 220 Y UPT 0.00 3.00 220 Y ACC 82033 220 Y 82033 CAT L 400 RES Y 400 Y UPT 0.00 3.00 400 Y ACC 82033 400 Y 82033 CAT L 420 RES Y 420 Y UPT 0.00 3.00 420 Y ACC 82033 420 Y 82033 CAT L 440 RES Y 440 Y UPT 0.00 3.00 440 Y ACC 82033 440 Y 82033 CAT L 460 RES Y 460 Y UPT 0.00 3.00 460 Y ACC 82033 460 Y 82033 CAT L

O relatório contém nas 3 primeiras colunas, o ID das atividades afetadas, os recursos e centros de custos, se for o caso. Na quarta coluna é apresentado o item modificado, e nas duas colunas remanescentes, os valores antes e depois da modificação. Trabalho 02 - Dados Personalizados e Modificação Global. Ver caderno de exercícios.

Capítulo 2 - Dados Personalizados e Modificação Global

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Capítulo 3

Atualizar um Projeto

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Atualizar um Projeto A atualização de projetos já foi analisada no Volume I capítulo 12. Aquele capítulo será aqui complementado com algumas opções avançadas contidas no P3. A atualização de um projeto compreende dois aspectos: • Atualização do progresso físico. • Neste caso, as variáveis envolvidas são: • Datas reais: Início, interrupção, reinicio, e término da atividade, além do percentual executado e/ou duração remanescente. • Atualização do consumo de recursos e/ou de custos • Neste caso as variáveis envolvidas são: Quantidade (ou Custo) Real até a Data (ou no período), Quantidade (ou Custo) para Completar, Quantidade (ou Custo) ao Completar. Antes de efetuar a atualização de projetos, o usuário deve estabelecer que regras deverão ser obedecidas para cálculos decorrentes da atualização. O conjunto de regras disponíveis no P3 está apresentado na janela do Autocost. • Autocost é uma ferramenta para atualização automática de recursos ou custos, que torna mais fácil e rápido o processo de atualização. • O Autocost provê meios alternativos para o preenchimento de dados, quando não se dispõe de dados realmente verificados. • As regras do Autocost afetam os cálculos relativos a recursos e custos, quando se atualiza outras variáveis tais como, duração remanescente ou quantidades por unidade de tempo. • O Autocost também: • Provê regras para cálculos para projetos preço fixo ou custos reembolsáveis. • Permite ao usuário estimar ou registrar o consumo real de recurso ou custos. • Permite a modificação da maneira de calcular o custo para completar, quando um projeto é atualizado. • Permite atualizar recursos de maneira diferente da atualização de custos. • As regras do Autocost não devem ser modificadas, sem que o usuário tenha realmente uma noção exata das conseqüências da mudança. Estabelecer as regras no início do projeto e só mudar quando absolutamente necessário Regras do Autocost Para acessar as regras do Autocost escolher Ferramentas, Opções e, em seguida Autocost.

Capítulo 3 - Atualizar um Projeto

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A janela do Autocost é apresentada. O Autocost tem 8 regras que determinam a maneira como o P3 efetua cálculos de atualização. Cada regra do Autocost será analisada a seguir. As equações básicas do Autocost são: • Qtd. Para completar (QTC) = Recursos por unidade de tempo (UPT) x Duração Remanescente (RD) • Qtd. Ao completar (QAC) = Qtd. Para completar (QTC) + Real até a Data (ATD) As regras do Autocost podem ser estabelecidas em dois níveis: • Quando todos os projetos estão fechados, pode ser estabelecido o conjunto de regras que será o padrão para todos os projetos a serem criados. • Se não forem estabelecidas, o P3 usará o padrão normal do Primavera. • Em um projeto aberto, as regras serão estabelecidas para aquele determinado projeto. • Se não forem assim estabelecidas, o P3 usará o padrão estabelecido acima.

Regra 1 - Ligar duração remanescente ao percentual completo da atividade. Esta regra especifica se a duração remanescente está relacionada ao percentual executado. Quando a regra está ligada, o P3 calcula a duração remanescente, se for fornecido o percentual executado, e vice-versa. Se o usuário desejar quebrar esta ligação, basta desligar a regra. Neste caso deve fornecer os dois valores, ou seja a duração e o percentual. A fórmula usada no cálculo e: RD= OD x (1 - PCT/100) O percentual executado afeta o cálculo do Valor Obtido e, dependendo das outras regras, o dos valores reais. Quando especificar recursos com distribuição não linear é aconselhável desligar esta regra. Isto permite ao programa calcular o Valor Obtido usando o percentual da atividade ou do recurso, realmente informado pelo usuário, e não o resultante de cálculo Ver abaixo atualização de uma atividade com a regra 1 ligada e desligada. No primeiro caso, informado o valor do percentual igual a 40 %, o P3 calculou RD = RD - % x OD = 40- 40 x 40 = 24. No segundo caso foi desligada a regra e fornecidos os valores de PCT e RD - 40 % e 30 dias)

Regra 1 ligada

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Regra 1 desligada Regra 2 - Congelar a quantidade de recursos por unidade de tempo Esta regra permite a escolha de como ver o trabalho de um recurso, quando se atualiza uma atividade. Quando esta regra está ligada, a quantidade de recursos por unidade de tempo - UPT, fica independente. Neste caso o P3 calcula a quantidade de recursos para completar a atividade, pela expressão: QTC = UPT x RD Se a regra estiver desligada o P3 calcula a quantidade por unidade de tempo, a partir da quantidade de recursos necessária a conclusão da atividade, e da duração remanescente. UPT = QTC / RD Marque a regra 2 quando a quantidade de recursos por unidade de tempo for constante, como é o caso de equipes de efetivo fixo. As figuras a seguir mostram a atualização de uma atividade nos dois casos.

Atividade antes da atualização

Regra ligada A atividade avançou 35 %. O gasto em recursos foi de 80. O P3 considerou congelada a quantidade de recursos por dia (5), calculou QTC=UPT x RD = 5 x 26 = 130, somou 80 com 130 e chegou a QAC = 210. A variância, que é a diferença entre a Quantidade ao Completar e o Orçamento Quantitativo (BQ) é portanto -10. No entanto, caso o usuário forneça o valor da quantidade para completar - QTC, o P3 usa este valor fornecido e calcula a quantidade unitária de recursos - UPT, mesmo que este valor seja diferente do original. A regra neste caso não é obedecida.

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Regra desligada A atividade avançou 35 %. O gasto em recursos foi de 80. O P3 calculou QTC = BQ - ATD = 200 - 80 = 120. Dividiu 120 pela duração remanescente (26) e chegou a UPT = 4,62

Regra 3 - Adicionar o Real até a Data (ATD) ao Estimado para Completar ETC ou QTC), ou Subtrair o Real até a Data do Estimado ao Completar (EAC ou QAC). Permitir valores negativos de ETC. Escolher a opção Adicionar o ATD ao ETC para calcular uma nova estimativa do custo ao concluir a atividade, como sendo a soma de ATD com ETC. Esta é uma opção indicada para contratos de reembolso, onde é possível superar o orçamento. Estimado ao Completar = Real até a Data + Estimado para Completar

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A atividade foi atualizada. O progresso físico foi de 40 %. A duração remanescente em conseqüência foi estabelecida em 60 % da duração original, ou 12 dias. O valor do consumo de recursos até a data foi de 35, enquanto a previsão para completar é de 49. O novo total para estimado ao completar é 84. Comparado com o orçamento original de 80, é calculada uma variância de -4, indicando gasto acima do previsto.

Escolha Subtrair o ATD do EAC para calcular o valor do Estimado para Completar como sendo a diferença entre o Estimado ao Completar e o Real até a Data. Esta é uma opção indicada para contratos de preço fixo, permitindo ao usuário acompanhar o que tem disponível antes de ultrapassar o orçamento. Quando se usa esta opção é possível que o cálculo chegue a valores negativos para o Estimado para Completar, pois o cálculo sendo por diferença, se o valor do Real até a Data ultrapassar o Estimado ao Completar original, os valores obtidos serão negativos. Duas opções são possíveis: • Se for permitido valores negativos o P3 mostrará os valores realmente calculados. O sinal negativo indicará que o orçamento foi ultrapassado.. • Esta não é uma opção muito lógica, mas alguns analistas a usam para registro de ajustes no orçamento • Se não for permitido o uso de valores negativos, e os cálculos levarem a valores negativos, o P3 fixa o Estimado para Completar em zero, e o Estimado ao Completar, igual ao Real até a Data.

A atividade foi atualizada. O progresso físico foi de 60 %. A duração remanescente em conseqüência foi estabelecida em 40 % da duração original, ou 8 dias.

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O valor do consumo de recursos até a data foi de 52, o estimado ao completar mantido em 80. O estimado para completar é calculado por diferença em 28. O valor do Real até a Data, sendo inferior ao orçamento não conduz a valores negativos do ETC. Comparado com o orçamento original de 80, é calculada uma variância de 0, indicando gasto igual ao orçado.

Neste caso o Real até a Data foi maior que o Estimado ao Completar. O valor calculado para o Estimado para Completar é negativo. Como foi permitido valores negativos os valores calculados são apresentados. Se não for permitido valores negativos o resultado seria o apresentado na figura a seguir.

Regra 4 - Quando as quantidades mudam, usar os preços unitários para calcular os custos: Orçamento, Real até a Data e, Estimado para Completar. Esta regra faz com que o P3 estime os custos de cada atividade, quando houver variações nas quantidades de recursos. O cálculo só é efetuado quando houver variações de quantidades. Para calcular todos os custos envolvidos, com base nos preços unitários, sem que haja variações de quantidades, acionar o botão Recalcular Custos, no Dicionário de Recursos. O mais correto é manter esta regra desligada e entrar com os valores reais dos custos envolvidos. Se contudo, estes valores não estão disponíveis, o P3 oferece a possibilidade de estima-los. As equações usadas são: • Orçamento = Quantidade Orçamentária x Preço Unitário. • Custo Real = Quantidade Real x Preço Unitário. • Custo para Completar = Quantidade para Completar x Preço Unitário. • Custo ao Completar = Custo Real até a Data + Custo para Completar As figuras a seguir mostram a Janela do Orçamento, para uma atividade, antes e depois de serem atualizados os valores das quantidades; Real até a Data, Estimado para Completar e Estimado ao Completar.

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Antes de atualizar

Depois de atualizar, com a regra ligada. Os valores de custos foram calculados

Com a regra desligada

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seguir.

Neste último caso este resultado só é obtido com a regra 5 para custos, também desligada, como se verá

Regra 5 - Usar o percentual de progresso físico e o orçamento, para estimar: Quantidade Real até a Data, e Custo R Real até a Data. Quando esta regra é ativada o P3 efetua o cálculo da estimativa de custos pelas fórmulas: Quantidade Real = Quantidade Orçamentária x Percentual Completo Custo Real = Orçamento x Percentual Completo O P3 efetua estes cálculos sempre que o percentual completo da atividade, ou o percentual despendido do recurso, ou o orçamento variar. Quando se fornece o percentual completo da atividade, e o percentual despendido do recurso, o P3 usa o valor do recurso. Se o usuário fornecer os valores reais, o P3 não efetua estes cálculos. Quando um recurso tem uma distribuição não linear os valores reais calculados são baseados na curva e não nas expressões acima.

Notar que o percentual despendido do recurso, foi utilizado para o cálculo da Quantidade (e Custo) Real até a Data. Regra 6 - Ligar o Real até a Data ao Real no Período

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A regra 6 quando ligada, permite o acompanhamento dos valores reais de quantidade e custo, no período e até a data. Qualquer alteração em um dos dois valores será refletida no outro. Para que seja possível o registro das quantidades ou custos no período, é necessário que após cada atualização, seja acionado o botão Closeout. Quando este botão é acionado, todos os valores Real no Período são zerados, permitindo assim que na nova atualização nos valores dessa variável sejam registrados. O registro dos valores no período pode ser feito com o fornecimento direto dos valores no período ( e neste caso o P3 soma o valor fornecido ao valor anterior de Real até a Data), ou com o fornecimento do novo valor até a data (neste caso o P3 calcula o valor no período por diferença do novo Real até a Data para o mesmo valor anterior). Quando a regra está ligada, e o usuário fornece os dois valores - Real no Período e Real até a Data, o P3 não efetua nenhum cálculo, aceita os dados como fornecidos. As figuras a seguir ilustram a aplicação desta regra.

A atividade foi atualizada e o valor do consumo de recursos no período (35) foi fornecido. O P3 coloca o mesmo valor no Real até a Data.

No Dicionário de Recursos é acionado o botão Closeout.

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O Real no Período é zerado.

Nova atualização e o Real no Período é fornecido (20). O valor de Real até a Data é obtido somando este valor fornecido ao anterior (35) obtendo-se 55.

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O custo é também atualizado tal como a quantidade.

Regra 7 - Ligar o Orçamento ao Estimado ao Completar, para atividades não iniciadas. Esta regra é muito útil nos estágios iniciais do projeto, quando freqüentemente é necessário ajustar valores de recursos ou custos alocados as atividades, para a obtenção de planos compatíveis com as disponibilidades. Qualquer mudança no Orçamento, causa um modificação correspondente no Estimado ao Completar e viceversa. A modificação pode ser efetuada diretamente nas variáveis citadas, ou indiretamente, modificando-se a quantidade por unidade de tempo. Quando os valores estiverem compatíveis com as disponibilidades, é aconselhável desligar a regra. O orçamento fica estabelecido. Qualquer alteração no Estimado ao Completar, resulta em variância. Uma atividade é considerada não iniciada quando não tem qualquer das seguintes variáveis alteradas: • Percentual completo • Percentual despendido do recurso • Real até a Data • Data Real de Início

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O valor do orçamento original é 360. O Estimado ao Completar é igual.

O valor da quantidade por unidade de tempo foi modificado para 5. Orçamento e ETC também mudaram para 200.

O valor do Estimado para completar foi modificado para 240. O Orçamento também o foi, e a quantidade por unidade de tempo foi recalculada sendo igual a 6. Regra 8 - Calcular a variância como sendo Orçamento-EAC ou EAC-Orçamento. Esta regra é apenas para fixar uma maneira de apresentar a variância. O padrão do P3 é Orçamento-EAC, o que significa que variâncias negativas indicam que o consumo de recursos (ou custos) está acima do orçamento.

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Regra ligada - Gasto acima do orçamento - variância negativa

Regra desligada - Gasto acima do orçamento - variância positiva Regra - Execute estes cálculos durante o cálculo da programação Se o seu projeto usa distribuição não linear de recursos, atividades resumo (hammocks), ou restrições de término esperado, ligue esta regra porque o P3 substituirá qualquer valor fornecido, pelos valores obtidos no cálculo. Em caso contrário deixe esta regra desligada. Quando se especifica ou modifica as regras do Autocost, o P3 não efetua qualquer cálculo. Se esta regra está ligada, todos os cálculos pertinentes serão efetuados quando a programação for calculada. Regra - Aplicar estas regras quando mover de uma célula ou de um recurso para outro Esta regra determina quando o P3 efetuará os cálculos definidos nas regras do Autocost. As opções são: • Efetuar os cálculos ao mudar de um recurso para outro. • Efetuar os cálculos ao mudar de uma célula de um recurso para outra. Além das regras acima analisadas, a Janela do Autocost apresenta alguns botões para a especificação de determinadas funções: • Transferir - Permite a transferência de regras do Autocost de um projeto, para o projeto aberto pelo usuário. Clicar em transferir e escolher o projeto de onde as especificações serão transferidas.

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Padrão (Default) - permite que o usuário especifique o conjunto padrão de regras para o projeto aberto. Este conjunto padrão pode ser estabelecido pelo usuário, quando acionar Ferramentas, Opções e, em seguida Autocost, com todos os projeto fechados. Ao acionar o botão Padrão, o P3 apresenta o padrão. Basta então acionar o botão Aplicar.

Procedimentos para atualizar • Variáveis a serem atualizadas: • Para o progresso físico: • Data real de início • Data real de interrupção. • Usar a Janela de Datas • Data real de reinicio • Usar a Janela de Datas • Data real de término • Quando fornecida o P3 estabelece PCT=100 e RD=0 • Percentual completo e/ou duração remanescente • Depende da regra 1 do Autocost • Comentários sobre a execução da atividade. • Usar a Janela de Observações para qualquer comentário que seja feito quanto a dificuldades ou soluções para a execução de uma atividade. 99 linhas de 48 dígitos cada estão disponíveis.

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• •

Para recursos • Gasto real até a data. • Pode ser fornecido ou estimado - depende da regra 5 do Autocost • Estimado para Completar ou Estimado ao Completar • Pode ser fornecido ou estimado - depende da regra 3 do Autocost • Para custos • Gasto real até a data • Pode ser fornecido ou estimado - depende das regras 4 e 5 do Autocost. • Estimado para Completar ou Estimado ao Completar • Pode ser fornecido ou estimado - depende da regra 4 do Autocost. Hierarquia de valores - Se dois valores são contraditórios, o P3 determina qual valor deve ser aceito e, qual deve ser rejeitado, de acordo com a hierarquia de valores, que é a que se segue: • Duração remanescente (DR) • Unidades por Período (UPT) • Quantidade Real até a Data (ATD) • Estimado para Completar (ETC) e Estimado ao Completar (EAC) • Exemplo - Se o usuário fornecer: DR = 5, UPT = 2 e ETC = 15, o P3 calculará ETC = 5 x 2 = 10. Desprezará o valor de 15 para o ETC, porque DR e UPT tem maior prioridade. Atualização de atividades com recursos controladores - quando a atividade tem recurso controlador alocado, a atualização é efetuado fornecendo-se obrigatoriamente, valores para as seguintes variáveis: • Datas reais de início e término. • Quantidade Real até a Data • Variáveis calculadas • A Quantidade para Completar pode ser calculada ou fornecida pelo usuário. A regra 3 tem influência no cálculo. • A duração remanescente é calculada pela expressão RD= ETC/UPT. • Dependendo da regra 1, o percentual completo é também calculado como função das durações original e remanescente. PCT = (OD-RD)/OD x 100 Layout para atualização - É interessante a criação de um layout apropriado para atualização. Este layout deverá conter as seguintes especificações: • Colunas - Especificar as colunas correspondentes as variáveis que serão usadas na atualização, conforme visto acima nos diversos itens. • Barras podem ser dispensadas. • Usar um filtro para selecionar as atividades que podem ser sujeitas a atualização. Se, por exemplo, o intervalo de atualização for de 15 dias, o filtro deverá conter as seguintes especificações: • ES WR DD DD+15D • PCT WR 1 99 • A primeira especificação seleciona as atividades a serem iniciadas no período entre a data da última atualização (DD) e a próxima atualização (DD + 15 dias). • A segunda linha especifica as atividades em andamento. Os valores 1 e 99 foram escolhidos porque WR inclui os extremos (0 e 100 %), que não podem ser incluídos. • Organizar por responsável pulando página. O layout assim produzido pode ser distribuído aos diversos responsáveis, que providenciarão as medições necessárias. Usar após o responsável o critério que for o mais adequado para grupamento e ordenação das atividades a serem atualizadas. • Recebidos os dados de atualização o usuário pode usar as Janelas de Atividades, de Recursos, de Custos, de Datas, e de Observações, ou o mesmo layout para entrar com os mesmos utilizando a área de colunas do layout. • A instrução Preencher Células pode ajudar a entrada de dados nas colunas. • Observações não podem ser incluídas em colunas. Outra opção é a exportação de dados para Lotus (ou Excel) ou dBase (ou outro banco similar). • Exportar somente as variáveis que devem ser atualizadas, das atividades sujeitas a atualização. • A entrada de dados de atualização pode ser efetuada nos relatórios impressos, para posterior entrada no P3, ou diretamente nos arquivos exportados, para serem em seguida, importados para oP3, descentralizando e automatizando a atualização. Uma outra opção é a utilização do correio eletrônico que é um módulo do Primavera. Os dados são automaticamente enviados ao responsável pela atualização, e após preenchidos o arquivo é recebido no Primavera, atualizando o projeto. Ver o capítulo Correio Eletrônico neste volume. Uma nova opção é o uso do programa Webster da Primavera, que permite a usuários utilizarem a Internet para o preenchimento de dados de atualização.

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Dados de cada período entre medições Após atualizar um projeto é necessário a elaboração de relatórios que permitam ao gerente analisar o desempenho de seu projeto. Muitas vezes o usuário tem necessidade de analisar os dados relativos a cada intervalo de medição. No Primavera isto não pode ser feito diretamente, somente no Parade, outro programa da Primavera Systems. No entanto o P3 permite que os dados sejam guardados, pelo menos parcialmente, com a ajuda dos Dados Personalizados (CDI’s). Percentual realizado em cada intervalo de medição Para guardar o percentual realizado em cada período, criar 8 CDI’s a nível de atividade, como por exemplo PER1, PER2, PER3, ...PER7. O oitavo CDI será usado para guardar o percentual completo acumulado imediatamente anterior a atualização. O período imediatamente anterior a atualização seria o PER1, enquanto o correspondente a 7 medições anteriores seria o PER7.

Prepare especificações de modificação global para guardar os dados. Sendo 8 operações são necessárias 2 especificações:

Primeira especificação

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Segunda especificação • Concluída a atualização e cálculo da nova programação, emitir os relatórios desejados. Ver um exemplo a seguir:

Logo após executar as duas especificações de modificação global, na ordem em que foram mostradas. Usar a facilidade de execução de uma série de relatórios como mostrado no Volume I Relatórios.

Quantidade de Recursos e Custos por período

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Para guardar as quantidades e custos realizados em cada período, criar 8 CDI’s a nível de recursos, como por exemplo QTP1, QTP2 ... para quantidades ou CTP1, CTP2 ... para custos. Como existem 8 códigos pode-se usar 4 para quantidades e 4 para custos, ou os 8 para quantidade ou custos. Considerando que para recursos e custos existe as variáveis QTP - Quantidade Real no Período, e CTP - Custo Real no Período, que podem ser zerados após cada atualização, é possível dispor de valores em até 5 períodos. Se for desejado apenas o controle de quantidades ou de custos, é possível guardar valores de até 9 períodos.

Preparar especificações de modificação global para guardar os dados, uma para quantidades e outra para custos.

Especificação para quantidades

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Especificação para custos

• • • •

Antes de efetuar a atualização e recalcular a programação para a nova data dos dados, executar as duas especificações de modificação global. Usar a facilidade de execução de uma série de relatórios como mostrado no Volume I - Relatórios. Após executar a modificação global fechar os valores de quantidades e custos reais no período. Acionar o botão Fechamento (Closeout) do Dicionário de Recursos. Atualizar o projeto. Para recursos e custos entrar com os dados de realização no período. A regra 6 do Autocost deve estar ligada, para que o P3 calcule o realizado até a data. Após atualizar e calcular a programação emitir os relatórios desejados. Ver dois exemplos a seguir.

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Trabalho 3 - Atualizar um projeto Ver caderno de exercícios

Capítulo 3 - Atualizar um Projeto

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Capítulo 4

Correio Eletrônico e Internet

STEI - Serviços Técnicos de Engenharia e Informática Ltda Av. Paula Sousa, 360 Maracanã - CEP 20271-120 Rio de Janeiro Tels.:(021) 569-3855 e 567-3845 Fax:(021) 567-1101 E-Mail : stei@webhouse.psi.br HomePage – www.stei.com.br

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Correio Eletrônico Usar o correio eletrônico do P3 para compartilhar informações de projeto com outros. É possível a inclusão de anexos em qualquer mensagem, tais como a cópia do projeto aberto, de algumas atividades do projeto, ou qualquer outro arquivo. Quando acionar o correio eletrônico sem nenhum projeto aberto, este dispositivo só poderá ser usado para um simples envio de mensagem por correio eletrônico. O P3 trabalha com o cc:mail da Lotus (ou qualquer outro sistema compatível com VIM - Vendor Independent Message), ou com o Microsoft Mail (ou qualquer outro sistema compatível com MAPI - Messaging Aplication Programming Interface) Para acionar o correio eletrônico do P3 escolha Arquivo e, em seguida Enviar Correio, ou Receber Correio. Outra opção é clicar nos ícones: Enviar Correio ou, Receber Correio .

Acesso ao Correio Eletrônico dentro de 1 projeto

Enviar Correio Quando o módulo de enviar correio é acessado, o P3 apresenta uma série de janelas que constituem o Assistente para Envio de Correio. Este assistente orienta o usuário para execução de todas as etapas necessárias ao envio de correio. A primeira janela do Assistente esta mostrada a seguir.

Nesta janela deve ser especificado uma das seguintes opções:

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Atividades do Projeto - significa que serão enviadas as atividades selecionadas no projeto. • Esta seleção deve ser efetuada antes de acionar o Enviar Correio, marcando as atividades como já explanado anteriormente. • Cópia Comprimida do Projeto - significa que será enviada uma cópia comprimida de todo o projeto. Quando recebida esta cópia o usuário precisará efetuar a restauração do projeto, para poder abri-lo. • Atividades da Área de Transferência - significa que serão enviadas as atividades copiadas para a área de transferência do windows. Poderá também ser enviada uma imagem do projeto copiada para a mesma área. • Para copiar atividades para a área de transferência, selecione as atividades e escolha Editar e, em seguida Copiar. Outra opção é selecionar as atividades e teclar Ctrl+C. • Para copiar uma imagem do projeto para a área de transferência escolha Editar e, em seguida Copiar Imagem, e marque na tela a área a ser copiada. • Em ambos os casos anteriores as operações podem ser feitas por ícones, caso estes tenham sido incluídos na barra de ferramentas. • Quem receber a mensagem pode ver as atividades ou imagens, usando o módulo Área de Transferência do windows. Estas informações podem ser salvas em arquivo .CLP, e usadas no P3, SureTrak, ou qualquer outro programa windows. • Simples Mensagem - nesta caso nenhum dado de projeto será enviado. Escolhida a opção, clicar em próximo para abrir a janela seguinte, onde outras opções devem ser escolhidas. A janela mostrada a seguir só é apresentada, se a opção escolhida for Enviar Atividades do Projeto.

Para enviar atividades do projeto é necessário definir quais atividades serão enviadas. Opções: • Todas as atividades do layout corrente - usar esta opção para obter dados para atualizar um projeto. • O layout que contém as atividades que se deseja enviar tem que ser aberto previamente • Atividades selecionadas - serão enviadas somente as atividades selecionadas. • Selecionar previamente as atividades.. • Atividades selecionadas por um filtro - serão enviadas as atividades que satisfizerem as condições de seleção do filtro escolhido. • Criar previamente a especificação do filtro. • Incluir somente atividades que devam ter progresso até - qualquer que tenha sido a opção escolhida entre as 3 acima, esta nova opção acrescenta uma restrição adicional. Somente as atividades que tenham início mais cedo entre a data dos dados e a data especificada, ou que estejam em andamento serão selecionadas. • Quando escolher esta opção é necessário definir a data limite. Por exemplo, se a data dos dados é 15 de outubro, e for desejado o envio de atividades que devam apresentar progresso nos próximos 15 dias, usar a data de 30 de outubro. • Os dados das atividades selecionadas são enviados em um formato que pode ser o padrão do P3, ou especificado pelo usuário. Para especificar qual o formato desejado clicar no botão Personalizar. • Na janela que é aberta, o usuário deve especificar se deseja usar o formato padrão do P3, ou deseja criar seu próprio formato. • Caso desejar usar o formato padrão do P3, nova definição deve ser feita. • Usar para atualização a variável duração remanescente. O campo respectivo é incluído no formulário que será enviado. • Usar para atualização a variável percentual completo. O campo respectivo é incluído no formulário que será enviado. • Na parte inferior da janela é apresentado um esboço do formulário padrão. • Caso preferir especificar seu próprio formulário, acione o campo Personalizar.. Uma nova janela é apresentada, para que as variáveis desejadas sejam definidas.

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• •

As janelas acima mencionadas estão apresentadas a seguir. A janela para personalização do formato para envio dos dados, apresenta duas tabelas: • Tabela para dados de atividades • Tabela para dados relativos a recursos e custos • Cada linha incluída nas tabelas corresponde a uma coluna do formulário de envio. • Cada variável pode ser especificada como editável ou não. Se a variável for necessária para atualização deve ser editável. • O último campo permite especificar se deseja incluir as ligações entre atividades.

Definido o formato para o envio das atividades clicar em Próximo para abrir a janela seguinte.

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Nesta janela definir a data para atualização das atividades, e clicar em Próximo novamente.

• • •

Quando ao iniciar o processo para envio de dados, escolhendo a opção enviar todo o projeto comprimido, ou apenas uma mensagem, as janelas anteriores não são apresentadas, passando diretamente da primeira para esta. Nesta área definir para quem deve ser enviado o correio. Quando enviar projeto inteiro ou mensagens, só a opção da parte superior é disponível, porém quando enviar atividades duas opções são possíveis: • Usar o sistema de correio eletrônico instalado para endereçar os dados. • Mandar os dados para diversas pessoas ao mesmo tempo. Neste caso pode-se usar variáveis das atividades para a definição dos endereços eletrônicos. As variáveis possíveis são: • Códigos de Atividades - os endereços estão no campo descrição dos valores do código. • Recursos - os endereços estão no campo descrição dos recursos • Centros de Custos - os endereços estão no campo descrição do centro de custo. • Os códigos para endereçamento só podem constar das posições 11ª e 12ª do s centros de custos.

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Cada endereço receberá apenas as atividades relativas àquele endereço, contido nos recursos, centros de custos ou códigos de atividades, alocados a cada atividade. • Se não desejar definir endereço nestas variáveis, ou se os endereços são os mesmos para vários projetos, usar o arquivo P3.INI. • Abra o P3.INI em um editor de texto. • Na seção [Mail Options] adicione a seguinte linha AddressSubstitution=1 • Adicione uma seção [Mail Addresses] abaixo de [Mail Options] e liste os endereços email como se segue: X=endereço E-mail onde X é o valor do código de atividade, recurso, ou centro de custo. • O campo Objeto pode ser preenchido pelo usuário para indicar o assunto em questão. É possível anexar arquivos ao correio. Para isto clicar no botão Anexos.

Nesta janela pode-se especificar anexos anteriormente usados, criar novos, ou apagar antigos. • Quando adicionar um novo anexo abre-se uma janela para definição do arquivo.

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Tudo definido, a escolha do botão Próximo faz com que o programa de correio eletrônico seja aberto. No exemplo a seguir foi usado o cc:mail da Lotus.

Aberto o programa definir o endereço, se não tiver usado códigos ou o P3.INI.

Definição do endereço

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Definido o endereço o botão Enviar fica desinibido, clicar nele e o correio é enviado. O P3 cria um anexo a mensagem, que tem o nome do projeto e a extensão .PRD. Assim o projeto LABB produziria um arquivo anexo a mensagem LABB.PRD.

A figura mostra a tela do cc:mail da Lotus com a mensagem enviada.

A mensagem aberta esta a seguir:

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O correio enviado pode ser recebido sem que o agente recebedor disponha do Primavera. Junto com o Primavera vem um arquivo chamado PRMMAIL.EXE. Este programa pode ser copiado e instalado em todos os computadores que receberão o correio eletrônico. Quando aberto este programa a tela apresentada é a que se segue:

Para abrir o arquivo desejado escolha Arquivo e, em seguida Abrir. Na janela apresentada escolher o arquivo que deseja abrir.

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Todos os campos que não podem ser editados estão em cinza. Os campos que podem ser editados estão em branco. Por exemplo, se uma atividade começou marque o campo adequado na coluna Começou, e ao lado na coluna de Data de Início registre a data. Indicar, quando for o caso, o percentual executado. Se o modelo usado para envio do correio tiver sido o modelo personalizado, atualizar os campos indicados. Concluída a atualização retorne, via correio eletrônico, a mensagem para o usuário Primavera que a tiver enviado. Em caso de envio do projeto inteiro comprimido, o arquivo anexo a mensagem tem a extensão .PRX. Por exemplo se for enviado o projeto LABB, o arquivo anexo a mensagem será LABB.PRX.

Receber Correio Para receber no P3 uma mensagem de correio eletrônico escolha Arquivo e, em seguida Receber Correio. Prestar atenção para quando usar mensagens recebidas, estar com o projeto adequado aberto. Ao acessar o módulo Receber Correio, o P3 verifica na caixa de entrada do seu programa de correio eletrônico, quais as mensagens existentes, mostrando-as na tela como se segue. Se o campo inferior esquerdo estiver marcado, somente as mensagens ligadas ao Primavera serão exibidas, caso contrário todas as mensagens constarão da lista.

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Escolher na lista de mensagens apresentadas aquela que interessa receber no projeto. E para verificar, tecle em Ver. A mensagem enviada aparece

Acionando o botão Fechar, é mostrado o formulário de atualização. O gerente pode verificar os dados, e se constatar qualquer problema tem duas opções: corrigir diretamente qualquer irregularidade editando campos, ou retornar o correio para correção por parte de que efetuou a atualização.

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Se os dados são considerados corretos, escolher Unir Dados ao Projeto, fazendo a atualização das atividades; caso contrário escolher Encaminhar (Forward) para correções. Escolhendo Unir, após a operação o P3 informa quantas atividades foram atualizadas.

A janela final permite escolher se deseja apagar a mensagem recebida.

Quando a mensagem recebida contiver a cópia comprimida do projeto inteiro, o P3 apresenta a opção Restaurar, para receber o projeto.

Restaurar

Os arquivos com extensão .PRD ou .PRX criados pelo P3 podem também ser enviados pela Internet para qualquer pessoa conectada a rede. Relatórios na Internet Múltiplos projetos, envolvendo muitas companhias requerem muita coordenação. A coordenação é essencial para que sejam atingidos os objetivos prefixados. Para facilitar a comunicação de dados do projeto, entre todos os envolvidos em qualquer local, o P3 oferece a possibilidade de criar relatórios no formato HTML, usando o seu Assistente para Publicação WEB. Uma vez criados os relatórios eles podem ser transferidos para a rede WWW (World Wide Web) (usando FTP), ou para a rede interna da companhia, onde os dados necessários estarão a disposição de todos os usuários. Os documentos contém ligações de Hiper Texto, que permitem ao usuário mover entre projetos, relatórios, ou páginas.

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O Assistente para Publicação WEB do Primavera cria uma estrutura hierárquica de páginas HTML baseado nos projetos e relatórios que o usuário especificar. Esta estrutura é estabelecida uma só vez. A medida que o projeto avança o Assistente para Publicação WEB ajuda a adicionar ou remover relatórios, ou a atualizar relatórios existentes. Ver abaixo um exemplo de estrutura:

Projetos de Desenvolvimento

Projetos de Construção

Projeto A

Projeto B

Projeto D

Projeto C

Relatório 1 Relatório 2

Relatório X Relatório Y

Relatório 3 Relatório 4

Relatório P Relatório R

O Assistente para Publicação WEB ajuda a estabelecer uma categoria para seus documentos, a escolher um projeto do qual se deseja criar documentos Web, e a escolher relatórios aplicados ao projeto. O Assistente inclui um padrão para a página de fundo, que será usado em todos os documentos HTML. Se for desejado mudar este padrão, prepare uma novo padrão, e salve-o no diretório onde estarão seus documentos HTML, com o nome BACKGRND.GIF. Para acessar o Assistente para Publicação WEB escolha Ferramentas e, em seguida Assistente para Publicação WEB.

Nesta janela três opções podem ser selecionadas pelo usuário: • Trabalhar com Categorias e Cabeçalhos - quando desejar criar uma estrutura hierárquica para apresentação dos documentos HTML. Estabelecer as categorias que irão constituir a estrutura, e os cabeçalhos das páginas. • Adicionar ou Remover Projetos - Depois de criar a estrutura adicione ou remova projetos em cada categoria individual. • Atualizar Relatórios Existentes - Após criar estrutura, adicionar projetos e relatórios, mantenha-os atualizados para refletir o progresso de cada projeto. • Os botões adicionais: • Próximo - passa para a etapa seguinte do Assistente. • Voltar - Retorna a etapa anterior do Assistente • Ajuda - Abre o menu de ajuda. 1 - Criar Documentos WEB

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1.1 - Criar uma Estrutura de Documentos HTML O Assistente para Publicação WEB do P3 ajuda o usuário a estabelecer a estrutura de documentos HTML para ser colocada na Internet ou na Intranet da companhia. Esta estrutura pode conter de 1 a todos os projetos do usuário. Para criar a estrutura seguir as seguintes etapas: • Definir as categorias para a estrutura de documentos, e adicionar cabeçalhos as páginas. • Definir os projetos a serem incluídos nas categorias, e os relatórios associados aos projetos. • Transferir os documentos HTML criados pelo Assistente para Publicação WEB para o servidor central da rede, usando o FTP se for a Internet. Definir Categorias e Cabeçalhos das Páginas Para definir categorias e cabeçalhos seguir o procedimento: • Escolha Ferramentas e, em seguida o Assistente para Publicação WEB. • Escolher Trabalhar com Categorias e Cabeçalhos e acione o botão Próximo. A janela a seguir é apresentada.

No campo adequado selecionar o diretório onde serão guardados os documentos HTML e clicar em Próximo. Abre-se nova janela para novas informações. • Este diretório deve ser mantido constante. Se os documentos forem colocados em outros diretórios o Assistente não poderá conecta-los com pulos de hipertexto.

Nesta janela existem 3 botões:

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Adicionar - para adicionar nova categoria

Remover - para remover uma categoria existente. O programa adverte quanto as conseqüências da remoção.

Renomear - para trocar o nome de uma categoria existente

Definidas as categorias clicar em Próximo para definição dos cabeçalhos das páginas.

Cabeçalho das Páginas

• • • • •

Digitar o nome de sua companhia no primeiro campo. Digite o endereço completo da página WEB a qual deseja ligar-se. Não esquecer de http (HiperText Transfer Protocol). Informar o nome do arquivo gráfico que deseja anexar ao cabeçalho. Este gráfico formato .GIF ou .JPG. Se não desejar anexar nada apague o arquivo Default.gif. Clicar Próximo Na janela que é aberta as seguintes opções são oferecidas: • Continuar - para salvar as informações fornecidas quando a categorias e páginas, e iniciar o trabalho com projetos e relatórios imediatamente. • Terminar - para salvar as informações fornecidas quando a categorias e páginas, e abandonar o Assistente

incluir os dígitos tem que ser no

cabeçalhos de cabeçalhos de

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Para salvar as informações fornecidas quanto a categorias e cabeçalhos de páginas, e ver as páginas recém criadas usando folheador WEB, depois de sair do Assistente, marque o campo Abrir Relatórios e Outros Documentos no seu Visor WEB, e clicar em Terminar.

Cabeçalho

Estrutura

Gráfico anexo

1.2 - Definir Projetos e Relatórios Definir Projetos Para definir projetos e relatórios existem duas opções: • Ao abrir o Assistente para Publicação WEB escolher a opção Adicionar ou Remover Projetos e Relatórios. • Ao concluir a definição de estruturas e cabeçalhos, escolher a opção Continuar. • Qualquer que seja a opção escolhida a tela a seguir é apresentada.

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• •

Escolher a categoria do projeto no campo superior. As opções são mostradas ao acionar a barra de rolagem a direita. Clicar em Adicionar um Projeto. O Assistente mostra tela com opções para definição do diretório e dos projetos a serem adicionados. • Só é possível a adição de 1 projeto por vez.

Se desejar remover um projeto basta selecionar o projeto e clicar em Remover o Projeto. O Assistente pede confirmação da remoção.

Definir Relatórios • Escolhido o projeto o Assistente mostra imediatamente a tela de incluir relatórios. • Se o projeto tiver sido adicionado em outra sessão anterior, clique em Próximo para a tela de adicionar relatórios.

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Para adicionar relatórios clicar no botão Adicionar Relatórios. O P3 abre a janela s seguir.

Existem 3 tipos de relatórios que podem ser criados: • Relatório criado com base em um modelo da Primavera e um filtro. • Escolher um nome para o relatório, no campo superior. • Escolher o modelo do P3, no campo a seguir a esquerda. Os seguinte modelos são disponíveis: • Programação Clássica. • Custos. • Predecessoras/Sucessoras • Alocação de Recursos • Comparação com Plano Meta. • No campo a seguir a direita escolher o filtro para selecionar as atividades que constarão do relatório. • Relatório com especificação definida pelo usuário • Escolher o relatório da lista que o P3 apresenta, ao ser acionada a seta de rolagem do campo. • Criar um relatório usando um arquivo existente de qualquer formato. • Escolher um nome para o relatório, no campo superior.

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• • • •

Definir o arquivo, incluindo diretório e extensão. Se adicionar um arquivo certifique-se de que ele é suportado por HTML, se não for há necessidade de especificar um arquivo associado para ver o relatório. Repetir a operação de adicionar relatórios quantas vezes desejar, para incluir todos os relatórios necessários. Após criar todos os relatórios clicar em Próximo. Nova janela será aberta. Para salvar os projetos e relatórios adicionados clicar em Terminar na janela aberta. Se o botão Abrir os Relatórios e Outros Documentos em seu folheador WEB estiver marcado, o Assistente abre o folheador imediatamente. Nos exemplos abaixo foi usado o Netscape. O arquivo a ser aberto é o Prmindex.htm.

• •

Categorias

Projetos na Categoria

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Relatórios do Projeto

Relatório escolhido do Projeto

A figura a seguir mostra um relatório obtido com layout. A imagem do layout foi transformada em arquivo de extensão .GIF, com o uso do programa Hijaak Pro.

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Para remover relatórios, escolher o relatório, e clicar no botão Remover Relatórios. O P3 pede confirmação.

1.3 - Transferir relatórios para a s redes
Depois de criar a estrutura para os documentos, transferir tudo para o servidor de sua Intranet ou da Internet. Quando atualizar a documentação, basta transferir as páginas atualizadas; entretanto quando adicionar projetos ou relatórios, as páginas índices para a categoria ou projeto serão também regeneradas e devem também ser transferidas. Transferência para a Intranet Há dois métodos para transferir arquivos para uma Intranet local. • Mapear o disco da rede contendo o diretório que abrigará os documentos, e copiar os arquivos HTML. • Usar o FTP (File Transfer Protocol) para transferir os arquivos HTML, de maneira similar a que é feito para transferência para a Internet. • FTP é um método de transferência de documentos para o servidor de uma rede WWW. Um programa FTP define como um computador local se comunica com um computador remoto, e permite transferir arquivos entre estes computadores. Transferência para a Internet Para colocar os arquivos em um servidor da Internet, é necessário fazer a transferência usando o FTP (File Transfer Protocol), um dos protocolos padrão usados em redes TCP/IP. Os programas FTP são disponíveis no provedor da Internet, nas “Home Page”, ou em vários sítios da Internet. As instruções para esta transferência não serão aqui abordadas. 2 - Manutenção dos Documentos WEB

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O Assistente para Publicação WEB também ajuda você a manter a estruturação criada, para refletir as modificações efetuadas em seus projetos. Esta manutenção compreende modificar ou remover: • Categorias e Cabeçalho • Projetos e Relatórios ou atualizar relatórios existentes para refletir as modificações nos projetos. Para manter uma estrutura de documentos HTML siga as seguintes etapas: • Atualizar os dados dos relatórios, a intervalos regulares, além de adicionar os novos relatórios que se façam necessários. • Remover categorias, projetos e relatórios que não mais sejam necessários. • Transferir toda a estrutura HTML atualizada para o servidor central da rede Internet ou Intranet. 2.1 - Manter Categorias e Cabeçalhos A medida que seus projetos progridem você pode ter necessidade de remover ou renomear categorias, na estrutura existente. Pode também ter necessidade de modificar as informações contidas no cabeçalho anteriormente criado. Para tal siga os mesmos procedimentos definidos para a criação de estrutura e cabeçalhos, conforme mostrado nas páginas 13 e 14 deste capítulo. Usar as instruções Adicionar, Remover, ou Renomear para efetuar as modificações que desejar. Para o cabeçalho, basta digitar novamente os dados definidos. 2.2 - Manter Projetos e Relatórios De maneira análoga ao item 2.1 os procedimentos para adicionar ou remover projetos e relatórios já foram vistos anteriormente, página 16 e seguinte deste capítulo. No entanto para os relatórios pode haver necessidade de: • Modificar • Atualizar Para modificar um relatório, seguir os procedimentos adotados para adicionar relatórios. Quando atingir a janela abaixo, escolher a opção Modificar Relatórios.

Esta opção leva você a mesma janela de Adicionar Relatórios, onde as modificações que desejar podem ser feitas. As seguintes modificações podem ser efetuadas: • Mudar o nome do relatório. • Selecionar um modelo Primavera diferente, e/ou um diferente filtro, para este tipo. • Selecionar um tipo diferente de relatório tabular. • Selecione outro arquivo para ser usado como relatório, como por exemplo, uma foto mais recente do local do projeto. Para atualizar um relatório: • Abra o Assistente e escolher a opção Atualizar Relatórios Existentes. E clicar em Próximo.

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Aceite ou modifique o diretório onde estão os seus relatórios HTML. Escolha a Categoria, e o Projeto cujos relatórios deseja modificar. A janela que se abre, tem dois campos: • Relatórios que deverão ser atualizados. • Relatórios que não deverão ser atualizados. Para mudar um relatório de um campo para outro, clicar em Mover para Cima, ou Mover para Baixo. Todos os relatórios incluídos no campo dos relatórios a serem atualizados, serão atualizados. Para atualizar os relatórios selecionados e sair do Assistente, clicar em Terminar. • Se desejar ver as modificações no folheador WEB, marque antes o campo Abrir Relatórios e Outros Documentos no seu Visor WEB.

Trabalho 4 - Receber e enviar mensagens Ver caderno de exercícios Trabalho 5 - Criar relatórios para a Internet Ver caderno de exercícios

Capítulo 4 - Correio Eletrônico e Internet

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Capítulo 5

Ferramentas para Vincular e Embutir Objetos

STEI - Serviços Técnicos de Engenharia e Informática Ltda Av. Paula Sousa, 360 Maracanã - CEP 20271-120 Rio de Janeiro Tels.:(021) 569-3855 e 567-3845 Fax:(021) 567-1101 E-Mail : stei@webhouse.psi.br HomePage – www.stei.com.br

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Integrar Dados com o OLE Vincular e Embutir Objetos (OLE) permite a criação de documentos que integram informações de diferentes aplicações. Você pode por exemplo, usar o OLE para incorporar gráficos ou planilhas ao seu layout no P3. Tanto para vincular como para embutir, você deve usar a área de transferência do windows, como o método para copiar e colar objetos entre aplicações. Em ambos os casos, os objetos são ativos, podendo portanto serem editados e atualizados a qualquer momento. Um cliente OLE é uma aplicação que pode aceitar objetos vinculados ou embutidos. Um servidor OLE é uma aplicação cujos objetos podem ser vinculados ou embutidos em outros documentos. Se você criar um objeto no Primavera Draw, e copia-lo num layout do P3, o Primavera Draw é o servidor, e o P3 o cliente. Um objeto vinculado é salvo em um arquivo separado. Se o objeto for modificado no servidor, automaticamente é modificado no cliente. Portanto se a aplicação cliente for mudada de máquina, a ligação automática deixa de existir. O objeto permanece no cliente, mas não mais pode ser modificado. Um objeto embutido é salvo no documento cliente. Portanto está sempre disponível para atualização. No entanto a atualização não é automática como no caso anterior. Tem que ser feita manualmente. Copiar e Colar Textos e Objetos Copiar uma Vista É possível capturar parte de um layout do P3, e cola-lo em qualquer outra aplicação windows. Siga o procedimento: • • • • Escolher Editar e, em seguida Copiar Vista, ou clicar no ícone Colocar a ponta do mouse no canto superior esquerdo da área que deseja copiar. Arrastar o mouse para baixo, até cobrir toda a área desejada. Um retângulo pontilhado mostra a área coberta. Abrir a aplicação que deseja e com o comando Colar (ou Ctrl+V), inserir a Vista nela. Este exemplo foi criado Microsoft Word

Salvar a Vista do Layout no Formato Metafile

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Outra maneira de salvar vistas de um layout do P3, é salva-la no formato metafile, que poderá então ser importada para outras aplicações, que aceitem este formato, tais como: Primavera Look, Microsoft Word, Microsoft Wxcel, e outros. Para criar este arquivo, seguir o procedimento: Escolher Arquivo, Vista da Impressão, para ver a imagem que será formada no formato metafile. , para personalizar sua vista (procedimento já visto no vol. I) • Clicar no ícone • Clicar em Salvar. • Determinar a faixa de folhas a serem salvas. Cada folha é salva em um arquivo. • Especificar o nome do arquivo. O P3 acrescenta o número da página, e a extensão .WMF. • Especificar disco e diretório, onde salvar a imagem. Colar e Modificar um Texto em um Layout Para copiar um texto de outra aplicação window, e colar em um layout, seguir o procedimento: • Abrir o arquivo que contém o texto, ou criar novo arquivo. • Selecionar o texto que deseja incluir e copiar para a área de transferência (pode usar Ctrl+C). • Fechar a aplicação. No P3 selecionar a atividade ou a faixa, a qual se deseja anexar o objeto. • Escolher Editar, e em seguida Colar, para inserir o objeto. • Para mudar a cor e tamanho do fonte, duplo clique retorna a aplicação fonte, onde as mudanças podem ser efetuadas. • Se o texto contém caracteres de uma aplicação DOS, escolher Editar e, em seguida Colar Especial, selecionando OEM TEXT, e após, Colar. Se não, escolher Texto, e Colar.

Para mudar o fonte ou a cor do texto: • Duplo clique no texto. • Na aplicação que se abre, escolher fonte e cor.

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Quando colar objetos usar Colar Especial, para especificar a maneira como os dados são colados no P3, selecionando uma das diversas opções apresentadas na janela. O conteúdo da janela depende da aplicação usada para criar o objeto. Algumas das opções são: • Texto • Figura (metafile) - insere uma figura em formato metafile ou sem referência a fonte. • (Aplic) Figura - insere uma figura • OEM Texto • Bitmap • DIB (Device Independent Bitmap) Após selecionar o tipo, escolher: • Colar (Paste) - para embutir o objeto no layout • Colar Vinculando (Paste Link) - para vincular o objeto ao layout.

Vincular Objetos É possível adicionar informações de outro documento, em um projeto, e criar um vínculo entre os dois. Através desse vínculo, o projeto é atualizado a cada vez que o arquivo fonte é atualizado. Para criar um vínculo: • Abrir a aplicação onde desejar criar o objeto vinculado. • Criar o objeto que deseja vincular e salvar o arquivo, ou abrir um arquivo existente. • Selecionar o objeto e copia-lo para a área de transferência do windows. • No P3 selecionar a atividade ou grupo onde deseja colocar o objeto. • Escolher Editar e, em seguida Colar Vínculos. • O objeto aparecerá perto da atividade selecionada. • Salvar o layout com o objeto vinculado.

Planilha do Excel, com custos dos recursos

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Planilha vinculada ao Primavera

O custo do Eng. Foi mudada em Fev. Para 22,00

Automaticamente o Primavera foi atualizado. Atualizar um Vínculo No P3 você pode atualizar um objeto vinculado, manual ou automaticamente. Se você escolher automaticamente, cada vez que o objeto for modificado no servidor, imediatamente é modificado no cliente. Se escolher manual, você determina quando o objeto deve ser atualizado. Para especificar o tipo de atualização, siga o procedimento: • No cliente, escolher o objeto vinculado, cuja informação deseja atualizar. • Escolher Editar e, em seguida Vínculos. A janela a seguir aparece.

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Na janela, existem os seguintes campos e comandos: • No canto inferior esquerdo, definir o tipo de atualização: manual ou automática, clicando no botão correspondente. • O botão Cancelar Vínculo, permite transformar o objeto em Objeto Estático, ou seja, sem possibilidade de atualização. • O botão Atualizar Agora, permite a atualização manual do objeto selecionado. • A atualização refletirá todas as modificações efetuadas no objeto, desde a última atualização. • Para selecionar mais de 1 objeto para atualizar, marque todos eles, mantendo-se a tecla Ctrl apertada. • Para selecionar todos os objetos, escolher Editar e, em seguida Selecionar Todos. • O botão Mudar Vínculo abre uma outra janela, onde é possível vincular o objeto a outro arquivo.

Embutir Objetos Quando desejar compartilhar informações com outras aplicações, os objetos devem ser vinculados, porém quando desejar não compartilhar, tendo no entanto a possibilidade de editar o objeto, este deve ser embutido. Para inserir um objeto embutido, siga o procedimento: • Posicione o mouse onde deseja embutir o objeto. • Escolher Inserir, e em seguida Objeto. • Uma lista de aplicações é apresentada.

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• Clicar Ok para mover para a aplicação. • Na aplicação fonte, criar o objeto que deseja embutir. • No menu Arquivo da aplicação, escolher a opção Atualizar e Retornar a Aplicação destino. • Quando salvar o layout, o objeto embutida será também salvo. Para Colar um objeto embutida: • Abrir a aplicação onde se encontra o objeto a ser embutido. • Copiar os dados. • Abrir o P3. • Apontar para o local onde desejar embutir o objeto. • Escolher Editar e, em seguida Colar. Para editar objetos embutidos, basta dar um duplo clique sobre o objeto. O programa fonte é aberto, permitindo a edição do objeto. Ao concluir escolher Arquivo e Sair (ou Atualizar), retornando ao P3. Inserir um Objeto Metafile É possível a inclusão de figuras metafile, criadas por outras aplicações, tais como o Corel Draw, vinculando ou embutindo tais figuras. Para inserir figuras metafile usar o programa Primavera Metafile Viewer como servidor OLE. • Posicionar o mouse onde desejar incluir o objeto. • Escolher Inserir e, em seguida Objeto. • Na lista de aplicações escolher o Primavera Metafile Viewer (PMV). • Escolher OK para abrir o programa. • No PMV escolher Arquivo e Abri e selecionar a figura metafile que desejar inserir. • Escolher Editar e Copiar • Fechar o PMV (Arquivo, Sair ou Alt+Tab) para retornar ao P3. • Selecione a atividade onde desejar colocar o objeto. • Para embutir o objeto escolher Editar e Colar, para vincular escolher Editar e Vincular.

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Ferramentas de Anexação Este comando permite apresentar a paleta de Ferramentas de Anexação. Esta paleta permite a anexação de desenhos a atividades ou grupo de atividades, inserção de símbolos, textos ao layout, bem como mover ou editar objetos embutidos ou vinculados. Para apresentar a paleta de Ferramentas de Anexação escolher Ver e, em seguida Ferramentas de anexação, ou clicar no ícone .

A paleta Ferramentas de Anexação é apresentada.

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Anexar Dados a uma Atividade ou Grupo de Atividades Você pode anexar objetos a uma atividade ou grupo de atividades específicos, de maneira que a informação permanece a eles ligada, mesmo quando você reorganizar ou recalcular o projeto. Não é possível a anexação de objetos a grupos que sejam representados por números, tais como, datas, folgas, ID de calendário e, delineadores de EAP, ou então a grupos não definidos. Esta paleta permite: • Incluir textos no layout - Ícone linha inferior centro. • Incluir linhas verticais no layout - ícone superior direito • Incluir cortinas no layout - ícone inferior esquerdo. • Incluir desenhos no layout - ícone superior centro. • Anexar objetos a atividades ou grupos de atividades - ícone inferior esquerdo. Incluir Textos • Clicar no ícone correspondente. O P3 abre uma janela para a digitação do texto.

Os ícones mostrados na parte superior, a partir do segundo a esquerda, permitem mudar o fonte, mudar a cor do texto, alinhar a esquerda, centro ou direita, e acessar a janela de ajuda.

Incluir linhas verticais ou cortinas (aéreas hachuradas) • Para incluir linhas verticais ou cortinas no layout, basta clicar no item correspondente da paleta de Ferramentas de Anexação.

Linha vertical • da paleta, pode-se estabelecer a data exata para localizar a linha vertical. Clicando no ícone Estas linhas verticais, permitem marcar no layout datas importantes para o projeto. Conjugar a linha com algum texto explicativo.

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Se em lugar de uma única linha desejar realçar um período, tal como, período de chuvas, período de aquisição de equipamentos etc.., usar a cortina. Basta clicar no ícone correspondente da paleta.

Cortina • Ao clicar no ícone cortina. , abre-se a janela que permite a especificação da faixa de datas para a

Inserir Desenhos Para inserir objetos usando as Ferramentas de Anexação siga o procedimento: • Escolher Ver e, em seguida Ferramentas de Anexação. A janela abaixo é aberta:

• • •

Clicar no ícone Com o mouse, fixar a área onde inserir a figura. P3 oferece as opções para escolha do arquivo. São opções válidas os arquivos com extensão .PMT, .BTM, .WMF, .DOC, .CDR.

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objeto é introduzido no layout do p3.

Mudar a Configuração de anexação de um Objeto Os objetos anexados a um layout podem ser posicionados de acordo com o desejo do usuário. Os objetos podem ser anexados a uma determinada atividade, ou a um grupo de atividades, caracterizado pelo modelo de organização de dados adotado. Para especificar a configuração de anexação do objeto siga o procedimento: • • Escolher Ver e, em seguida Ferramentas de Anexação, ou clicar no ícone A janela a seguir é aberta.

Clicar no ícone

. A janela a seguir é apresentada.

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Nesta janela estabelecer as especificações: • Na parte superior, definir se o objeto deve ser ligado a uma atividade, ou a um grupo de atividades. • campo Grupo, só fica desinibido se o projeto estiver organizado por algum código. • Na área central da janela definir se a anexação deve ser feita a barra ou a datas. • Se optar pôr barra definir qual barra, entre as do layout, e se a anexação é ao início ou final da barra. • Quando a anexação for para Grupos, esta opção não fica disponível. • Se optar por datas, definir a data no campo adequado. • Na área inferior da janela, especificar: • A esquerda, a distância do limite esquerdo do objeto, a data fixada, ou a extremidade especificada da barra. • Esta distância pode ser em unidades de tempo, ou em unidades de comprimento (polegadas ou milímetros). • A direita, a distância entre o limite superior do objeto, e o centro da linha da atividade ou do Grupo. • Esta distância é especificada em polegadas ou milímetros.

Encontrar e Esconder Objetos Para esconder ou mostrar objetos anexados ao layout, basta escolher Ver e, em seguida Objetos. Quando marcado Objetos, os mesmos serão vistos na tela, se desmarcado Objeto, os mesmos estarão escondidos.

Capítulo 5 - Ferramentas para Vincular e Embutir Objetos

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Para encontrar um determinado objeto, escolher Editar e, em seguida Encontrar Objetos. O programa abre uma janela, onde estão listados os objetos anexados.

Escolher se deseja ver os objetos ligados ou não a atividades ou grupos, ou então ambos. Na lista então apresentada, definir o objeto que deseja encontrar, e clicar OK. Nesta janela há também opções para apagar objetos: um ou todos. Trabalho 06 – Vincular e Embutir Objetos

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Capítulo 6

Interfaces com Outros Programas

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Introdução Além do módulo de importação/exportação analisado no Volume I, o Primavera permite estabelecer interfacces com outros programas, que sejam compatíveis com o ODBC da Microsoft. É o caso dos programas da Microsoft, como por exemplo, Word, Excel e Access. No Primavera é também incluído um módulo especial, para produção de relatórios, denominado ReportSmith, desenvolvido pela Borland International, que utiliza os dados dos projetos Primavera, via ODBC. Interfaces com Terceiros, via ODBC Antes de utilizar qualquer aplicação compatível com o ODBC, para mostrar dados de projetos do Primavera, é necessário atualizar os dados, para garantia que os arquivos refletem a última posição do projeto. Os arquivos utilizados pelo ODBC são: FILE.DDF e FIELD.DDF. A primeira vez que se faz a atualização, o P3 copia estes arquivos para o diretório dos projetos. Acada nova atualização a última versão dos arquivos sobrepoem-se as anteriores. Para atualizar estes arquivos siga o procedimento: • Escolha Ferramentas e, em seguida Atualizar Dicionário de dados.

A seguinte tela é exibida

Na janela acima os seguintes comandos estão disponíveis: • Códigos de Atividades – Se marcado, o programa atualiza os arquivos DDF com os dados correntes do Dicionário de Códigos de Atividades. • Dados Personalizados - Se marcado, o programa atualiza os arquivos DDF com os dados correntes do Dicionário de Dados Personalizados. • Se não for usar Códigos ou Dados Personalizados em suas aplicações, não marque estes campos. Isto reduz o tempo de execução, especialmente em grandes projetos. • Campos de Dados do P3 – Escolha Avançado se desejar inclui TODOS os dados do projeto. O campo Normal seleciona apenas os os dados padrão do projeto.

Capítulo 6 – Interfaces com Outros Programas

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Para verificar quais dados são incluídos nos dois modos, escolha Ajuda, Etapas e, Tabelas de Dados do P3., Uma vez criados e atualizados os arquivos .DDF, basta usar o Microsoft Query para criar os arquivos de consulta que poderão ser usados em diversas aplicações. O exemplo a seguir usou o Microsoft Excel. • Abrir o Microsoft Query • Escolher Arquivo e, em seguida Nova Consulta • A seguinte janela – Selecionar Fonte de Dados - é apresentada.

Escolher P3Data e clicar em Usar. A Janela de Adicionar Tabelas é aberta.

Escolher as tabelas que contenham os dados desejados, e clicar em Adicionar. Após adicionar as tabelas necessárias fechar a janela.

Escolher em cada tabela os campos que desejar mostrar. O programa cria colunas com os dados desejados.

Capítulo 6 – Interfaces com Outros Programas

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Após escolher todos os campos, salvar a consulta. O arquivo criado pode ser usado em qualquer aplicativo compatível com o ODBC. No exemplo foi usado o Excel. Escolher Dados e Obter Dados Externos. Excel abre o MSQuery e a consulta é s selecionada pelo usuário. Escolher em seguida Arquivo e retornar ao Excel. Os dados desejados são incluido na Pasta de Trabalho do Excel.

ReportSnith Uma aplicação direta de interface com o uso do ODBC é o módulo de relatório ReportSmith, desenvolvido pela Borland, e incluído pela Primavera, no programa P3. Como em outras aplicações de interface ODBC, antes de entrar no ReportSmith é necessário atualizar os dicionários. Siga os procedimentos indicados neste capítulo. O reportSmith permite a elaboração de 4 tipos de relatórios: • Tabular – Relatórios com campos selecionados das tabelas escolhidas, em forma de colunas. • Tabela de Dupla Entrada – Relatórios com dados em forma de planilhas ou sumariados. • Formulários – Relatórios com dados em formato livre em uma página • Rótulos – Relatório com dados em formato de rótulos. Conexão Para construir um relatório no RS é necessário informar ao programa onde encontrar os dados que deseja incluir no relatório, ou seja estabelecer as conexões necessárias. O RS trabalha com uma série enorme de bancos de dados, entre eles: Access, Btrieve, dBase, SQL, Paradox, Oracle e muitos outros. A conexão do RS com o banco de dados pode ser de 3 tipos diferentes. Pode-se usar uma ou mais destas conexões, dependendo do tipo de banco de dados a ser utilizado.

Capítulo 6 – Interfaces com Outros Programas

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IDAPI – Integrated Database Application Programming Interface- O RS permite a conexão com dBase e Paradox, através do IDAPI contido no programa. ODBC – Open Data Base Connectivity – permite a conexão com fontes de dados ODBC. O ODBC pode ser instalado separadamente, ou através do próprio RS. NATIVE (API) – é uma aplicação integrada ao RS e permite a conexão com fontes SQL. Uma vez que é integrada ao RS os dados são recuperados mais rapidamente, qo que com o uso das outras. O RS conecta com os banco de dados de servidor DB2, Ingres, Oracle, SQL Server/Sybase, SQLBase, Teradata e Unif, e com todos os banco de dados SQL para PC.

Capítulo 6 – Interfaces com Outros Programas

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Planejando e Programando com o

Primavera Project Planner
Versão 3.1

Caderno de Exercícios
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Expansão da Planta de Brasília
Trabalho 01 - Criar estruturas analíticas de projeto e organizacional
Criar uma EAP e uma EAO para um projeto de construção de uma casa. Para a EAP considere um máximo de 4 níveis a sua escolha. Para a EAO imagine que você ira contratar uma firma de engenharia para fazer o projeto, outra firma para a construção da casa, fornecedores para o suprimento dos materiais necessários, uma firma especializada para a construção da piscina. Além disso você conta com duas pessoas: Luiz e Carla para exercerem a fiscalização técnica do projeto.

Trabalho 02 - Criar uma rede PERT-CPM
Usando como exemplo, a construção de uma casa, escolha entre 10 e 15 atividades e trace uma rede PERT-CPM para este projeto. Represente a rede no método PDM. Inclua na caixa de cada atividade sua duração estimada.

Instalar portas 10

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Trabalho 03 - Cálculo de uma programação
O desenho a seguir mostra 3 redes. Usando o espaço disponível, calcule as datas mais cedo, mais tarde e folgas de cada rede. Sem imposição de data de término LS A LF LS B 3 LF 1 LS C LF 4 LS D LF 9

ES

EF

ES

EF

ES FOLGA:

EF

ES

EF

Com imposição de data de término = Período 12 LS A LF LS B 3 LF 1 LS C LF 4 LS D LF 9

ES

EF

ES

EF

ES FOLGA:

EF

ES

EF

Sem imposição de data de término LS LS LF B LF 1 LS LF

A

3

ES LS

EF LF

D

9

ES

EF C 4

ES

EF

FOLGA:
ES EF ________________________________________________________________________________________________
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Introdução a Expansão do Laboratório de Brasília
O Ministério da Saúde aprovou recentemente o projeto de uma loção capilar para retardar o embranquecimento e evitar a queda de cabelos. A fórmula não é exclusiva, logo diversas companhias farmacêuticas, incluindo a LAB - Laboratórios Brasil S.A., planejam entrar neste mercado potencial de R$ 1 bilhão. LAB tem uma planta localizada em Brasília, capaz de produzir o produto; são necessárias no entanto, novas instalações para engarrafar e empacotar o produto. Uma nova ala na fábrica será construída para abrigar o processo. Como membro da equipe de gerência de projetos da LAB, você usará o Primavera Project Planner (P3) para controlar o projeto. Uma firma de engenharia foi selecionada para projetar a planta e preparar as especificações para contratação. Será contratada uma Construtora para executar a nova ala e subcontratada a instalação dos equipamentos de robótica.

Trabalho 04 - Criar um novo Projeto Básico
Como parte da equipe de projeto para o LABB, Expansão da Planta de Brasília, você é responsável pela criação do planejamento inicial e atualizações subsequentes.

Atribuição
1. Registre dois usuários no Primavera: Você mesmo, com status de privilegiado e Osvaldo Souza com status de não privilegiado e arbitre direitos de acesso para a função que ele irá exercer. Escolha as senhas que desejar. 2. Entre no Primavera com seu nome, e adicione o projeto LABB. De acordo com a programação inicial o projeto deve iniciar-se em 1 de Abril de 2004. A unidade de planejamento será em dias, para maior controle. Considere a semana com 5 dias úteis, iniciando na segunda-feira. O projeto não será tratado como um sub-projeto de grupo de projetos.

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Trabalho 05 - Entrar com Dados de Atividades Básico
O Gerente de Projeto necessita introduzir as atividades no projeto LABB. Ele precisa de uma lista completa das atividades, para a próxima reunião da gerência.

Atribuição
1. Use as informações da tabela a seguir para entrar com as atividades. Entre o identificador da atividade (ID), a descrição, duração original, o tipo da atividade, e os diferentes códigos. 2. Para as atividades abaixo entre com os dados na janela de atividades da área de trabalho do Diagrama de Barras ID da Ativid. A100 A101 A102 A103 A104 A105 A106 A107 A108 A109 A110 A111 A112 A113 A114 A115 A116 A117 A118 A119 A120 A121 A122 A123 A124 A125 A126 Descrição Layout da Planta Projeto do Prédio Desenhos de Engenharia Projeto do Sist. Automático Especificações dos Robôs Especificações Contr. Master Obtenção dados micro-proc. Escrever progr. p/micro-proc. Projeto correia transportadora Especif. correia transportadora Início da construção Fundação do Prédio Estrutura do Prédio e Acab. Plataforma de carregamento Inst. Elet. Hidr. Vent. E Ar Cond. Conclusão do prédio Instalação do controle master Instalação micro-processador Interligação dos equipamentos Instalação dos Robôs Instalação dos roletes Instalação da correia transp. Fabricação entrega dos robôs Fabr. e entrega contr. master Fabr. e entrega da correia Teste e partida dos sistemas Planta em operação Duração 10 25 20 15 15 15 15 25 10 10 0 25 18 15 15 0 20 3 10 15 5 15 60 44 45 5 1

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Trabalho 06 - Definir Interligações Parte 1 Básico
Agora que a lista de atividades está completa, a equipe do projeto deve desenvolver a lógica para a rede. Eles devem discutir a metodologia que deve ser usada para projetar e construir o prédio.

Atribuição
Desenhe o diagrama lógico da rede usando o método de diagrama de precedência. Use os dados da Ata de Reunião da equipe do projeto, para desenvolver a lógica geral. Ata de Reunião 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. O lay-out da planta deve iniciar-se antes de qualquer outra atividade (A100) Sem o lay-out não se pode projetar o prédio (A101) Tão logo termine o projeto do prédio, os desenhistas podem preparar os desenhos de engenharia (A102) Uma vez concluído os desenhos de engenharia, o Construtor pode iniciar a fundação do prédio (A111) Para a cura do concreto, o Construtor necessita de 7 dias após a conclusão das fundações, para iniciar a execução da estrutura e acabamentos (A112) A conclusão da plataforma de carregamento (A113) depende da conclusão da estrutura. A atividade poderá ser concluída 3 dias após o término da estrutura. Antes de serem iniciadas as instalações do prédio (A114), estruturas e acabamentos devem estar concluídas Cinco dias de defasagem entre o início da construção da estrutura e a instalação da correia (A121) é prazo adequado. O tempo de cura do concreto da plataforma de carregamento é de 7 dias. Antes disso não se pode instalar os roletes (A120)

Desenho da Lógica

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Parte 2 Básico
Agora que as atividades já constam do projeto, você está pronto para entrar com as interrelações. A equipe de projeto estabeleceu a ordem em que as atividades devem ocorrer. Como resultado, a tabela abaixo reflete a seqüência estabelecida.

Atribuição
1 - Use a tabela a seguir para entrar com as relações. As relações Padrão serão do tipo FS com defasagem Zero. A - Usando janela de sucessoras na área de trabalho do diagrama de barras Ativid. Descrição Sucessoras A110 Início da Construção A111 A111 Fundação do Prédio A112 - FS 7 A112 Estrutura do Prédio e Acabamento A113 - FF 3, A114, A121 A113 Plataforma de Carregamento A120 - FS 7 A114 Instal. elétricas, hidráulicas, vent. e ar cond. A115 A115 Conclusão do Prédio A116, A118 B - Graficamente na área de trabalho PERT A122 Fabricação e Entrega dos Robôs A123 Fabricação e Entrega do Controle Master A124 Fabricação e Entrega da Correia A120 Instalação dos Roletes A119 Instalação dos Robôs A116 Instalação do Controle Master A117 Instalação do Microprocessador A118 Interligação dos Equipamentos A121 Instalação da Correia Transportadora C - Por importação do Excel A100 Lay-out da Planta A101 Projeto do Prédio A102 Desenhos de Engenharia A103 Projeto Sistema Automático A104 Especificações dos Robôs A105 Especificações do Controle Master A106 Obtenção de Dados do Microprocessador A107 Escrever Programa para Microprocessador A108 Projeto da Correia Transportadora A109 Especificações da Correia Transportadora D - Usando a instrução Ligar atividades A125 Teste e partida de todos os sistemas A126 Planta em Operação

A119 A116 - FS 5 A121 A118 A118 A117 A118 A125 A119

A101, A103, A108 A102 A110 A104, A105 A122 A106, A123 A107 - SS 10 A117 A109 A124

A126

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Trabalho 07 - Cálculo de uma programação Básico
Tendo entrado com os dados das atividades (durações e interligações), você tem agora um primeiro modelo de planejamento do projeto LABB. Calcule a programação e imprima o relatório de Estatísticas da Programação, que lista restrições, extremos em aberto e loops.

Atribuição
1. Escolha Ferramentas e Programação. 2. Responda as perguntas abaixo. 1 - Qual a data prevista para término do projeto? _____/_____/______ Quantos extremos em aberto há? Quais são? __________ ________________________________________ Quantas atividades foram incluídas? ___________ Quantas atividades são críticas? ___________ Quantas interligações existem? ____________ Liste as atividades críticas. ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________

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Trabalho 08 - Adicionar Calendários e Restrições Básico
Na última reunião da equipe de projeto, a programação foi revisada. Todos concordaram com a lógica, porém foi constatado que algumas atividades não podem ser programadas para as sextas-feiras e outras podem ser programadas para os sábados. Adicionalmente, os feriados da companhia não foram incluídos. Devido a disponibilidade de recursos e outras influências, certas datas não podem ser atingidas. Para a próxima reunião você deve preparar uma nova programação que reflita estes requisitos adicionais. Use os dados adiante listados.

Atribuição
1 - Adicione calendários ao projeto. 2 - A partir dos dados da Ata de Reunião, faça as seguintes mudanças: a) Entre com a data imposta para término do projeto. b) Re-atribua calendários para duas atividades. c) Atribua restrições para três atividades. d) Coloque as seguinte observações nas atividades:

Atividade A103 A110 A113

Observação Especificação a ser usada - CQ-10500 rev. 1 Lençol d’água a 4 metros Incluir um arquivo de texto, planilha ou desenho

Dados sobre calendários - Feriados
Título Semana de 5 dias Semana de 4 dias Calendário Global Calendário 1 Calendário 2 01.Jan Começa 2ª feira Começa 2ª feira 23.24.25.Fev.04 21.Abr 08.09.Abr.04 08.09.Abr.04 01.Mai 10.Jun.04 07.Set 12.Out 02.Nov e 15.Nov 25.Dez Semana de 6 dias Calendário 3 Começa 2ª feira 09.Abr.04

23.Dez04 até 06Jan.05 com exceção de 27 e 28 de Dez.04

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Trabalho 08 - Ata de Reunião
LABORATÓRIOS BRASIL S.A. Ata de Reunião no. 6 Data: 25 de maio de 2004

Assunto: Projeto LABB - Expansão da Planta de Brasília - D.F. Presentes João Silva Pedro Nunes Maria Leal Pedro Carlos Silva Cátia Araújo André Souza Organização LAB LAB LAB LAB - Programação LAB - Vendas FE

1. De acordo com Vendas, o projeto tem que estar concluído até 18/Out/04, para atender a necessidades de mercado, definidas pela área de Vendas. 2. Maria informou que os programadores não estão disponíveis as sextas. Isto afeta a atividade A107. 3. Pedro Nunes contatou o fornecedor do controle master (A123) para que trabalhem no sábado. O fornecedor concordou. 4. fornecedor da correia transportadora (A124) espera entregar o equipamento em 30.Jul.04 . 5. Por razões diversas, a atividade de obtenção de dados do microprocessador (A106) deve estar concluída até 17.Jun.04 . 6. André avisou que a especificação do controle master (A105) não pode ser iniciada antes de 13.Mai.04 .

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Trabalho 09 - Criar um dicionário de códigos de atividades e um dicionário para a EAP Parte 1 Básico
O gerente do projeto necessita manter forte controle sobre o projeto, sob diferentes perspectivas. Decidiu então utilizar códigos para ampliar a capacidade de relatórios. Nesta primeira etapa do processo de planejamento, a equipe de gerência da LAB, reuniu-se para estabelecer a codificação inicial.

Atribuição
Como parte da equipe de projeto da LAB, você está envolvido no processo de estabelecimento da codificação para o projeto LAB. Na página seguinte existe espaço suficiente para organizar o projeto corretamente. Os detalhes a seguir, necessitam ser incluídos na codificação: Incluir os seguintes códigos: • • • • Sistema Fase Organização Responsabilidade.

O projeto inclui os sistemas: • Sistema Automático • Construção do Prédio • Correia Transportadora. As atividades devem ser grupadas nas seguintes fases: 1. 2. 3. 4. 5. Projeto Construção Fabricação e Entrega Instalação Partida.

O Gerente do Projeto e a Diretoria da LAB decidiram contratar partes do trabalho, com diferentes organizações: Firma de Engenharia, Construtor, Subcontrato, Fornecedor e Proprietário. O proprietário atribuiu responsabilidade a 3 pessoas do grupo para fiscalização dos serviços: João Silva pela construção, Pedro Nunes pela instalação de equipamentos e Maria Leal pela Operação do sistema.

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Use as informações da página anterior para definir os sistemas e fases do projeto LABB. Comece no nível de projeto

EAP

Entre as organizações e responsáveis no quadro abaixo. Comece no nível projeto.

EAO

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Parte 2 Básico
A equipe do projeto concluiu a estrutura do mesmo. Da discussão sobre relatórios e requisitos organizacionais, concluiu-se que seria necessário uma maneira de selecionar e ordenar grupos específicos de atividades

Atribuição
1. 2. Desenvolva os códigos de atividade a partir da estrutura analítica desenvolvida no exercício anterior. Atribua numeração clássica de EAP com um dígito em cada nível (apenas para a EAP).

LABB

Expansão

Projeto

SA

Sistema Automático

CP

Construção Prédio

CT

Correia Transport.

Sistema

Projeto

Fabr. Entr.

Instal.

Partida

Projeto

Constru ção

Projeto

Fabr. Entr.

Instal.

Fase

PR

FE

IN

PA

PR

CO

PR

FE

IN

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Parte 3 Básico
Após a criação da rede, o gerente sentiu a necessidade de melhor organizar os dados do projeto. Para a próxima reunião, você necessitará criar códigos de atividades para permitir a organização desejada.

Atribuição 1. Entre com todos os códigos de atividade e respectivos valores,. 2. Estabeleça a seqüência para o código Fase, na ordem em que devem ocorrer. 3. Faça uma impressão do Dicionário de Códigos de Atividades. 4. Defina o Dicionário da EAP, com os códigos desenvolvidos anteriormente.
Expansão da Planta de Brasília - LABB

1

Projeto PROJ

1.1

Sistema Automático - SA

1.2

Construção do Prédio - CP

1.3

Correia Transportadora - CT

Sistema SIST

Projeto PR

Fab./Ent FE

Instal. IN

Partida PA

Projeto PR

Constr. CO

Projeto PR

Fab./Ent FE

Instal. IN

Fase FASE

1.1.1

1.1.2

1.1.3

1.1.4

1.2.1

1.2.2

1.3.1

1.3.2

1.3.3

Expansão LABB Projeto

Firma de Engenharia

Construtora

Proprietário

Subcontratos

Fornecedor

Organização

FE

CO

PR

SC

FO

João

Pedro

Maria

Responsável

João

Pedro

Maria

________________________________________________________________________________________________
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Em seguida, no Primavera, atribua códigos as atividades
ID da Ativid. A100 A101 A102 A103 A104 A105 A106 A107 A108 A109 A110 A111 A112 A113 A114 A115 A116 A117 A118 A119 A120 A121 A122 A123 A124 A125 A126 Descrição Layout da Planta Projeto do Prédio Desenhos de Engenharia Projeto do Sist. Automático Especificações dos Robôs Especificações Contr. Master Obtenção dados microproc. Escrever progr. p/microproc. Projeto correia transportadora Especif. correia transportadora Início da construção Fundação do Prédio Estrutura do Prédio e Acab. Plataforma de carregamento Inst. Elet. Hidr. Vent. E Ar Cond. Conclusão do prédio Instalação do controle master Instalação microprocessador Interligação dos equipamentos Instalação dos Robôs Instalação dos roletes Instalação da correia transp. Fabricação entrega dos robôs Fabr. e entrega contr. master Fabr. e entrega da correia Teste e partida dos sistemas Planta em operação Fase PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR CO CO CO CO CO CO IN IN IN IN IN IN FE FE FE PA PA
Sistema

Orga. FE FE FE FE FE FE FO PR FE FE CO CO CO CO CO CO CO CO CO SC CO CO SC FO FO CO PR

Resp. JOÃO JOÃO JOÃO PEDRO PEDRO PEDRO PEDRO MARIA PEDRO PEDRO JOÃO JOÃO JOÃO JOÃO JOÃO JOÃO PEDRO PEDRO PEDRO PEDRO PEDRO PEDRO PEDRO PEDRO PEDRO MARIA MARIA

EAP 1.2.1 1.2.1 1.2.1 1.1.1 1.1.1 1.1.1 1.1.1 1.1.1 1.3.1 1.3.1 1.2.2 1.2.2 1.2.2 1.2.2 1.2.2 1.2.2 1.1.3 1.1.3 1.1.3 1.1.3 1.3.3 1.3.3 1.1.2 1.1.2 1.3.2 1.1.4 1.1.4

CP CP CP SA SA SA SA SA CT CT CP CP CP CP CP CP SA SA SA SA CT CT SA SA CT SA

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Trabalho 09 - Criar Layouts Especificações
a) Organizar e grupar por responsabilidade, Fase e Organização. Ordenar por início mais cedo e folga total. b) Incluir nas colunas de atividades, os seguintes dados: • ID da atividade, Sistema, Duração original, Início mais cedo, Término mais cedo, Folga total e Orçamento. c) Formatar as colunas, especificando largura e alinhamento que desejar. Traduzir para o português as colunas de início e término mais cedo. Coloque o ID das atividades em negrito. d) Incluir somente as atividades do sistema automático e) Incluir as seguintes barras, eliminando os extremos. • Barra de datas mais cedo ♦ Incluir o início mais cedo no extremo esquerdo da barra e, a folga no extremo direito. A folga deve estar em negrito. A descrição deve ficar acima da barra. • Barra de datas mais tarde. Incluir o início mais tarde no extremo esquerdo da barra f) Verificar se a altura das linhas está em automático. g) Mudar as cores e as linhas auxiliares da tela, conforme desejar. h) Verificar na tela de previsão de impressão o formato do layout. Especificar margens, número de páginas na horizontal igual a 1, personalizar títulos, e criar um logotipo qualquer, incluindo-o no layout. i) Na área PERT : Organizar por Fase. Especificar um novo formato para a caixa das atividades. Incluir apenas ID, descrição, e duração original. Especificar novo formato e novas cores para as atividades da fase de projeto. Ver a previsão de impressão. Ajustar a desenho para 1 folha na horizontal. Ajustar o espaçamento da vertical de modo a obter um gráfico de boa apresentação. j) Salvar o layout com o próximo número, e o título Trabalho 11 - Criar layouts.

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Trabalho 10 - Criar Dicionário de Recursos e de Centros de Custos Básico
Para planejar a necessidade de recursos para o projeto LABB, o Departamento de Custos preparou uma estimativa. Foram identificados os recursos principais necessários.

Atribuição
1 - Entre com os seguintes recursos no Dicionário de recursos. Os calendários serão Base e iguais a 1. Nenhum recurso será controlador. Recurso EP OP EI PS CONC BETO Unidade de Medida HD HD HD HD M3 UM Descrição Engenheiro de Projeto Operário Engenheiro de Instalação Programador de sistema Concreto Estrutural Betoneira Limite Normal 6 8 12 5 4 Limite Máximo 8 8 15 6 4 Preço Unitário 230,00 130,00 150,00 220,00 180,00 200,00 80,00 Período 31JUL04 31JUL04

2 - Entre com os seguintes centros de custos e categorias de custos Categoria de Custos L M S Título Mão de Obra Material Subcontrato Centro de Custo 81010 81013 81014 82033 82051 82145 Título Custo de Desenvolvimento - Projeto Custo de Desenvolvimento – Programas Custo de Desenvolvimento - Especificações Custo de Instalação - Concreto Custo de Instalação – Equipamentos Robótica Custo de Instalação - Correia

Trabalho 11 - Alocar recursos e custos Básico
O Departamento de estimativas preparou uma estimativa de dispêndio de recursos, visando determinar as necessidades do projeto LABB. Foram identificados os principais recursos.

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Atribuição
1 - Atribuir recursos as atividades indicadas na tabela a seguir. Entre com o código do recurso e unidades por dia. Para o PS mude de unidades por dia para unidades por hora, considerando 8 horas de trabalho diárias (mude também a disponibilidade deste recurso para horas). ID da Atividade A100 A101 A102 A103 A104 A105 A107 A108 A109 A111 A111 A112 (1) A112 (2) A112 A112 A113 A113 A114 A114 A116 A117 A118 A122 A123 A124 Recurso EP EP EP EP EP EP PS EP EP OP CONC OP OP CONC BETO OP CONC 0P EI EI EI EI Centro de Custo 81010 81010 81010 81010 81014 81014 81013 81010 81014 82033 82033 82033 82033 82033 82033 82033 82033 82033 82033 82051 82051 82145 82051 82051 82145 Categoria de Custo L L L L L L L L L L M L L M E L M L L L L L M M M Unidades por período 2 3 5 4 2 2 3 3 2 15 BQ=500 10 15 BQ=450 4 10 BQ=100 6 2 3 4 5 Custo orçado

145000,00 135000,00 133000,00

(1) – Lag = 0 Duração = 8 dias (2) – Lag = 8 Duração =10 dias 2 - Verificar nos histogramas de recursos., se há recursos suficientes para manter a programação atual. 3 - Verificar o fluxo de caixa mensal do projeto. 4 - Criar um histograma combinado para EP, EI, e OP.

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Trabalho 12 – Ajuste da Programação e Plano Meta Básico
Agora seu projeto está pronto. É portanto necessário verificar se atende aos requisitos. Se negativo torna-se imperativo ajustar a programação. Quando atender, é necessário criar uma cópia que possa ser usada em relatórios comparativos, para análise do desempenho..

Atribuição
1. Verificar se os resultados obtidos atendem aos requisitos. Se não atender, ajustar a programação. • Dica – Use filtro de atividades críticas e ajuste organização e escala. 2. Criar um Plano Meta 1 denominado LAM1 3. Mudar o layout criado no trabalho 11, eliminando a barra de datas mais tarde, e criando uma nova barra de datas meta. Coloque a data mais cedo de término do meta, na posição a direita.

Trabalho 13 - Criar Relatório de Programação Básico
Agora seu projeto está atendendo os requisitos. É hora de produzir relatórios e analisar dados. Aproveite para pensar que relatórios gostaria de produzir.

Atribuição
14.1 - Custos do projeto por fase A área contábil deseja conhecer o orçamento para cada fase do projeto. Eles desejam um relatório de alocação de custos que mostre: Fluxo de Caixa por mês, valor total Organizado por Categoria de Custo Sub-organizado por sistema Fazer uma segunda versão, com fluxo de caixa sumariado por fase.. 14.2 - Programação para as próximas 6 semanas A equipe de execução precisa receber a relação das atividades a executar nas próximas 6 semanas. Preparar um relatório de programação (layout) que contenha: Uma 2ª opção /e usar o Report Writer Atividades das próximas 6 semanas Folhas separadas por responsável, organizado por sistema Somente as datas mais cedo Indicação da organização encarregada da execução ________________________________________________________________________________________________
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Trabalho 14 - Relatório Matricial de Atividades Básico
Agora seu projeto está atendendo os requisitos. É hora de produzir relatórios e analisar dados. Aproveite para pensar que relatórios gostaria de produzir.

Atribuição
O Gerente Geral deseja conhecer detalhes do projeto. Ele não quer muitos detalhes, mas deseja saber datas, durações e folgas, para cada fase, por sistema e por organização. Para atende-lo, crie um relatório matricial que: Mostre datas mais cedo, duração original e folga total Grupe por fase e pule duas linhas entre cada fase Sub-grupe por sistema Grupe colunas por organização Não mostre totais de colunas

Trabalho 15 - Gerador Personalizado de Relatórios Básico
Agora seu projeto está atendendo os requisitos. É hora de produzir relatórios e analisar dados. Aproveite para pensar que relatórios gostaria de produzir.

Atribuição
Criar o seguinte relatório personalizado. Ajuste a largura das colunas apropriadamente. Use os padrões do sistema, a menos de especificações em contrário. 1. Inclua as seguintes colunas e descrições (use linhas múltiplas se necessário). Item ACT DES FASE OD RD ES EF T1ES T1EF INSS Título da coluna ID da Atividade Descrição da atividade Fase Dur. Orig. Dur. Rem. Início + cedo Término + cedo Meta 1 In. Cedo Meta 1 Ter. Cedo INSS Justificar Centro Esquerda Esquerda Centro Centro Esquerda Esquerda Esquerda Esquerda Direita

Obs.: o valor do INSS é de 27.5 % do custo da mão de obra

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1. Coloque NO em todos os totais exceto INSS 2. Pule linha por organização e escolha sub-total 3. Use duas decimais no INSS 4. Selecione atividades da firma de engenharia e do construtor 5. Execute o relatório e faça as correções que julgar necessárias no formato.

Trabalho 16 - Relatório de Alocação de Recursos Básico
Agora seu projeto está atendendo os requisitos. É hora de produzir relatórios e analisar dados. Aproveite para pensar que relatórios gostaria de produzir.

Atribuição
1. Relatório de Recursos - Preparar um relatório de alocação de recursos para operários e engenheiros de projeto: Organizar por recurso Grupar por sistema Escala de tempo semanal Mostrar o uso total de recursos Criar um relatório detalhado a nível de recursos Executar o relatório

Trabalho 17 - Relatório Gráfico - Recursos e Custos Básico
Agora seu projeto está atendendo os requisitos. É hora de produzir relatórios e analisar dados. Aproveite para pensar que relatórios gostaria de produzir.

Atribuição
1. Criar um gráfico de recursos, estilo empilhado, em uma só célula. • Mostrar histograma e curva acumulada. • Usar diferentes cores e hachurias para diferenciar recursos • Mostrar datas mais cedo • Data de início 01ABR04 e de término 18OUT04. • Título - Trabalho 21 - Relatório de Recursos • Incluir todos os recursos • Mostrar totais por semana • Ver na tela e, em seguida salvar o relatório em um arquivo REC01.HGL ________________________________________________________________________________________________
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2. Criar uma curva S para o projeto. • • • • • • • • • • Alocar em todas as atividades um recurso chamado CURVA_S. Atribuir a este recurso, em todas as atividades, UPT=1 Mostrar apenas a curva acumulada. Mostrar datas mais cedo e mais tarde Usar % no eixo dos Y Período do gráfico - do início do projeto menos 1 semana, ao final do projeto mais uma semana. Colocar rótulos nas curvas. A curva mais cedo deve ser em preto, a mais tarde em vermelho, e a linha da data dos dados em azul. Título - Trabalho 21 - Curva S Selecionar apenas o recurso CURVA_S

Trabalho 18 - Atualizar um Projeto Básico
O projeto LABB tem agora 9 semanas de andamento. As informações sobre o progresso das atividades foram coletadas ao final do expediente em 31 de maio de 2004. Para a próxima reunião você deverá apresentar como o projeto está progredindo; seu desempenho comparado com o plano meta, que atividades apresentam problemas (se for o caso); e qual a programação para as próximas 6 semanas.

Atribuição
1. Usar a Janela de Atividades, e as de Detalhes, para atualizar o projeto LABB, baseado nos dados de medição da tabela abaixo. • Entrar com as datas reais de início e término. • Entrar com o dado de duração remanescente • Para recursos, entrar com o consumo real até a data, e o estimado para completar. 2. Entre com a seguinte observação para a atividade a108: • “Atividade atrasada por falta de recursos” 3. Recalcular o projeto. Não esquecer de mudar a data dos dados. 4. Criar um layout a partir do layouy criado no trabalho 11. Coloque como colunas: • ID das atividades • Datas de início mais cedo do projeto. • Datas de início mais cedo do plano meta. • Folga total. • Variâncias de término mais cedo. • Organizar por sistema e fase. 5. Analisar os dados obtidos. Sumariar por sistema. Checar os valores de % realizado, folga total, e variância de cada um dos 3 sistemas. 6. Sugerir alternativas para recuperar o atraso. Escolher a que lhe pareça a mais adequada e introduzi-la no projeto. 7. Recalcular o projeto e verificar a eficiência da alternativa considerada. ________________________________________________________________________________________________
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ID

Duração Reman.

Início Real

Término Real

Data Interrupção

Data Reinício

Recurso

Qtd. Real até a data

Qtd. Para completar

A100 A101 A102 A103 A104 A108 A109

0 0 3 0 4 0 0

01ABR04 20ABR04 07MAI04 22ABR04 14MAI04 22ABR04 04MAI04

19ABR04 31MAI04 12MAI04

EP EP EP EP EP 05MAI04 10MAI04 EP EP

25,00 27,00 8,00 76,00 9,00 32,00 4,00

0,00 0,00 85,00 0,00 22,00 0,00 0,00

10MAI04 17MAI04

Trabalho 19 - Utilitários do Projeto Básico
É necessário a utilização de alguns utilitários do projeto, para a execução de funções rotineiras do projeto. Uma planta similar pode vir a ser necessária em outro estado do País. A diretoria precisa ter uma visão dos dois projetos sendo desenvolvidos em conjunto. Atribuição 1. Criar uma cópia do do projeto LABB, denominado LAPR. Colocar um sufixo X em cada ID das atividades. 2. Mudar a data de início do LAPR para 4 de janeiro de 2005 e recalcular. 3. Preparar uma cópia de segurança do projeto LAPR. 4. Unir o projeto LABB no projeto LAPR.(opcional) 5. Prepara um sumário por sistema, para a diretoria. Incluir o nome do projeto no ID das atividades. Denominar o projeto sumário de NOPL - Novas plantas. 6. Criar um novo diretório no seu disco rígido, denominado RESERVA. 7. Restaurar o projeto LAPR para este diretório.

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