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Pontos Cantados de Umbanda

Pontos Cantados de Umbanda

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Pontos cantando de Umbanda, separados por Linha de Orixá, reunindo na contra capa de cada um, as principais atibuições e caracterísitcas de cada orixá. São os pontos cantados em nosso Terreiro.
Pontos cantando de Umbanda, separados por Linha de Orixá, reunindo na contra capa de cada um, as principais atibuições e caracterísitcas de cada orixá. São os pontos cantados em nosso Terreiro.

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Ile Alaketu Asé Airá Olo Inã

e Terreiro de Umbanda REINO DE ARUANDA
Dirigente Espiritual Caboclo Serra Negra d’ Xangô

Ialorixá Adriana de Xangô Airá
1

KAUNCINAM
Avenida Maringá, nº 1755 – Portal da Serra – PINHAIS / PARANÁ Fones: (41) 3668-1352 e (41)9184-4238 Email: reinodearuanda@onda.com.br MSN adrianamonteiro@onda.com.br

1. Adriana G. Monteiro 2. Adirlei 3. Cristina Gimenes Cachoeira 4. Celso 5. Cleusa 6. Daniele Mizanzuk 7. Eduardo Rosa 9. Kauan Selpa 10.José Mauricio Felix

Corrente Mediúnica

Caboclo Serra Negra Cabocla Iracema da Caboclo Giramundo

Caboclo Pena Branca Ogã Caboclo Cachoeira

8. Giovana Monteiro Gineste

11.Luana Caroline Felix 12.Luci de Freitas 13.Luis 14.Luzia 15.Marisa 16.Marcio 17.Maria Helena Martins 18.Moacir Ramos Junior 19.Odete Veiga 20.Pámela 21.Priscila Marques 22.Poliana 23.Renato Ogã Ekedi Caboclo Tupinambá Caboclo Flecha Dourada Curimba Caboclo Pena Azul Caboclo Sete Cachoeira Caboclo Pedra Roxa

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24.Roberto 25.Romildo Marinho 26.Solange Faria 27.Susana Ramires 28.Suzi 29.Thainá Mizanzuck 30.Tancredo

Ogã Cabocla Açucena

Caboclo Sete Pedreiras

• Abertura • Encerramento • Obrigações
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• Trabalho • Saudação • Outros

ABERTURA DE TRABALHO Abrimos a nossa gira, Pedimos de coração, Ao nosso Pai Oxalá, Para cumprir nossa missão Eu abro a nossa Gira Com Deus e Nossa Senhora Eu abro a nossa gira Sandorê Pemba de Angola Está aberta a nossa gira... Com a chave de ouro Abrimos nossos trabalhos de gloria Louvado seja Deus Que Ogun ganhou vitória Ele ganhou por que E guerreiro de Oxalá Com sua espada inocente Meus trabalhos vem afirmar Firma o ponto minha gente Que é de Deus esta seara Na canjira de Umbanda Ogun ië Ogun Iara Foi São Jorge Guerreiro Quem matou o dragão Vou abrir meus trabalhos Com sua proteção Salve Nana Buruque Santa Mãe de Iemanjá Salve Ode, salve ossae, salve meu Pai Oxalá Salve Cosme e Damião, salve Doum e Alada, Salve o povo da Jurema, salve o ponto e pemba, salve Ogun Beira Mar Eu vou abrir minha cangira com Deus e Nossa Senhora Na fé de meu Pai Ogun, Oxalá que manda agora Ae Baba e Mamãe Sinda E ô – bis (todos os orixás)

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AGRADECIMENTO – AÇÃO DE GRAÇAS Deus, iluminai os nossos guias Pela gloria desse dia Eu vou pedir ao Meu pai Oxalá A benção e a proteção pra este Congá ABERTURA DE CAMINHOS Caboclo não tem caminho para caminhar -bis Caminha por cima da folha por baixo da folha em todo lugar – bis (oke caboclo) Caboclo já tem caminho para caminhar - bis Ele caminha por cima da folha Por baixo da folha Em qualquer lugar Seu caminho esta aberto Caboclo pode passar Ele vai girar, ele vai girar Caboclo filho de Oxossi Filho de Umbanda E de Oxalá Quando a lua sair ele vai girar AMACI A todos que olham, A todos que estão aqui Muita atenção Hoje é noite de amaci Filhos de fé Respeita pano branco Babalaô preparou teu banho santo Filho de fé Respeita pemba e congá Dentro da Lei Vem louvar teu orixá Saravá Orixá Tenho a cabeça lavada Fiz meu batismo na Umbanda Hei de honrar o meu guia. Ossain te deu ago Xangô te coroou (orixá do filho)

Vou fazer meu amaci Para minha cabeça firmar Vou fazer meu amaci Em nome de Pai Oxala
ANJO DA GUARDA Meu anjo da guarda, Bendito sejais, Em nome de Deus

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Seus filhos guardai Ave Maria dos Anjos Ave Maria do amor Peça ao Pai Oxalá Com todo amor e fervor Ave Maria dos Anjos Pai Oxalá disse assim Que se não fossem os anjos O que seria de mim Oxalá meu Pai Somos filhos da virgem Maria (bis) Uma estrela nos ilumina – ( bis) Estrela é a nossa guia Estrela é a nossa guia Que os nossos anjos da guarda Sejam a nossa companhia. Lá no céu uma luz brilhou Anjos no terreiro eu chamei Ó Deus Ó Deus Como brilha bonito O anjo que está em mim (bis) Se Oxalá permitir Que venha meu anjo Me guarde meu anjo Me abençoe meu anjo Meu anjo da guarda Me guarde meu anjo Me abençoe meu anjo Meu anjo de luz Anjo da guarda Õ ser divino Guia meus passos Luz do meu caminho Eu vi no brilhar das estrelas Eu vi nas ondas do mar Eu preciso falar com anjos Maria E nossa Mãe Iemanjá BATE CABEÇA Bate a cabeça Filhos de Umbanda, Bate a cabeça, Filhos de fé. Bate a cabeça Filhos de Umbanda Bate a cabeça Xangô vem chegando ( nomes dos orixás) Vai, vai, vai, na fé de Nosso Senhor Vai bater sua cabeça

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Oi que Xangô mandou Vai fazer seu amalá, com azeite de dendê Vai bater sua cabeça Quem é Filho de Xangô Kaô Salve Deus salve a morada Onde Jesus vem morar Bate cabeça Filho de Umbanda Na fé nosso Pai Oxala Bate cabeça Filho de Umbanda Na fé de nosso Pai Ogun Bate a cabeça filho de Umbanda Na fé de nossa Mamãe Oxum Quem é dono da casa É meu Pai Ogun (É Xango Aira) Quem manda no terreiro É minha mãe Oxum (É Pai Oxalá) Bate a cabeça pra cumprimentar Filho de Oxossi, Ogun E Iemanjá Cachoeira da mata virgem Onde mora meu Pai Xangô – bis Pedra rolou Nana Buruque Pedra rolou Sarava Pai Xangô Sarava Pai Xangô EEea Quem for filho de fé bate a cabeça lá no congá BATE A CABEÇA TRABALHO DE PRAIA Bate a cabeça na força da areia Bate a cabeça nas ondas do mar Bate a cabeça pra mamãe sereia Bate a cabeça pra mãe Iemanjá BATIZADO Iemanjá cadê Ogun Foi com Oxossi ao Rio de Jordão Foram saudar São João Batista E batizar Cosme e Damião CONFIRMAÇÃO Eu já assoprei a pemba Eu joguei Obi Eu já bati pão Eu já rezei ingorossi Vou bater minha cabeça e E pedir junto a ti Responda meu Pai Ogun Se é dono deste ori Saravá, saravá, saravá, Este filho de pemba, Que fica de pé no congá,

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Saravá, saravá Oxalá, Ele é pai de cabeça, E não deixa seus filhos tombar, Lua, ó lua já deu meia noite, Meu galo de pena cantou. Lua, ó lua, ilumine o terreiro, Que pai de cabeça chegou COLHEITA ERVAS – PREPARAÇAO BANHO Apanha folha por folha Tata Miro Apanha folha por folha Tata Miro Eu sou filho de Ossae Tata Miro Apanha folha por folha Tata Miro Ossain te deu ago Xangô te coroou (orixá do filho) COROAÇAO - camarinha Foi na Umbanda que ele se encontrou Foi na Umbanda Que ele se firmou Salve Filho de Umbanda Salve Pai Oxalá Salve a tua coroa Feita neste congá Encruza, encruza Ele vai encruzar Na linha de umbanda Ele vai encruzar Salve Filho de Umbanda Salve Pai Oxalá Salve a tua coroa Feita neste congá Sete linhas de umbanda Ele já encruzou Sete linhas de umbanda Ele já confirmou Salve Filho de Umbanda Salve Pai Oxalá Salve a tua coroa

Feita neste conga
Ossain te deu ago Xangô te coroou (orixá do filho) CRUZAMENTO Encruza, encruza, encruza, Encruza com pemba, encruza Encruza, encruza, encruza Na fé de Oxalá encruza (todos os orixás) Encruza encruza encruza

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Encruza este filho de Umbanda Encruza encruza encruza Encruza pra vencer demanda Clareia, clareia, Clareia Xangô Clareia Clareia, clareia, Clareia Oxum Clareia Clareia, clareia Clareia Iansã Cruza, cruza, vamos cruzar Estes filhos neste congá Com licença de Oxalá Com as forças de Mãe Yemanjá Cruza, cruza, já cruzei Estes filhos dentro da Lei Com licença de Oxalá Com as forças de Mãe Yemanjá Por São Pedro e São Paulo Meu Jesus sacramentado Tenho Deus por testemunha Que está sendo afirmado DEFUMAÇÃO Corre e gira pai Ogum, Filho quer se defumar, A Umbanda tem fundamento, É preciso preparar Cheira incenso e alecrim Cheira arruda e alfazema, Defumai filhos de fé, Com as ervas da Jurema. Defuma com as ervas da Jurema, Defuma com arruda e guiné. Benjoim, alecrim e alfazema, Vamos defumar filhos de fé. Meu Pai Oxossi Dá licença pra defumar Meu Pai Oxossi Dá licença pra defumar, Eu defumo, eu defumo Essa aldeia real Nossa Senhora incensou a Jesus Cristo Jesus Cristo incensou os filhos seus Eu incenso eu incenso essa casa Na fé de Oxossi de Ogun e Oxalá Estou incensando, Estou defumando A casa do bom Jesus da Lapa. Nossa Senhora, Incensou seus filhos, Nossa Senhora,

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Incensou o seu altar, Nossa Senhora, Incensou a sua aldeia, Para o mal sair e o bem entrar Estou louvando Estou incensando A casa do meu bom Jesus da lapa A casa do meu Bom Jesus da lapa Filhos de Umbanda Vem ver os irmãos seus Defuma defuma Na santa lei de Deus A Umbanda cheirou cheirou a guiné pra defumar seus filhos de fé Defuma eu Baba Defuma eu Baba – (bis) Foi assim foi assim foi assim Foi assim que meu pai ensinou A defumar nossa aldeia Para saudar Pai Xangô “Taca” fogo nestas ervas Que são ervas de Xangô Tem arruda tem guine Tem obi tem orobô Quem quiser se defumar Vai pedir ao Pai Xangô Tem arruda tem guine Tem obi tem orobo Defuma coroa de lei Defuma coroa de lei Meu rei é quem manda só Ai ai ai Meu rei é quem manda só Ai ai ai DESCARREGO Descarrega, descarrega Todo mal que aqui está, Leva, leva, leva Tudo pro fundo do mar Se tiveres praga de alguém Desde já seja retirado Levando pro mar adentro Nas ondas no mar sagrado Ogun bateu na terra No raio de Xangô Toda poeira que sobrou Oxum pra Aruanda Levou, levou Licença de Oxossi ela ganhou Nas ondas de Iemanjá Iansã no Barravento pra Oxalá Tudo levou

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DEMANDA Tem mironga no terreiro Tem mironga no conga Quem não pode com a mandinga Não carrega patuá Esta casa tem quatro cantos Cada canto tem seu santo Onde mora o cálice bento e o divino espírito santo Zum zum zum Olha lá Jesus quem é Eu juro por Deus e as almas O inimigo cai e eu fico em pé

Demanda na Linha de Caboclo
Fui no mato cortar lenha Cheguei lá cortei guiné Ora viva meus caboclos Seja lá o que Deus quiser Oi, Guiné, oi Guiné Oi Guiné de Umbanda Com seus poderes Nesta gira ninguém manda

Foi Oxossi ê Quem mandou trabalhar Foi Oxossi ê Quem mandou ajudar Seu Sete Flechas Derrama sua luz sobre os filhos de fé Quebra a mandinga afasta a inveja Derruba a maldade e o bem fica em pé Seu Tupinambá Chega de Aruanda armado pra guerra Traz flecha e bodoque e a mira não erra Para defender os seus filhos da terra Seu Pedra Vermelha Colheu uma estrela da constelação Pra guiar nossos passos Abrindo os caminhos cobrindo de vez toda a nossa união Cabocla Jupira segura essa gira vem nos ajudar Cura as doenças com as ervas da mata e leva a tristeza para o fundo do mar Todos os caboclos Nos trazem mensagem de paz e esperança filho de umbanda tem fé não balança nós somos o exercito do Pai Oxalá

Demanda Linha Baianos Baiana faz e não manda Nem tem medo de demanda - bis Baiana feiticeira Filha de Nagô Trabalha com pó de pemba Pra ajudar babalao Baiana sim, baiana vem

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Quebra mandinga com dendê Demanda Linha Xango Vou saravar Xangô A coroa de Zambi – bis Hoje é dia de festa Já se fez toda a paz É dia de Justiça Xangô é quem pode mais Quem quiser vencer demanda Vai no alto da pedreira Leve uma cerveja preta E ofereça ao Pai Xangô Kao kao Kao meu pai Xango Demanda Linha de Ogum Lua bonita Que clareia o mundo inteiro E são Jorge no espaço Iluminai este terreiro Lá vem chegando os guerreiros de São Jorge Todos de lança na mão Protegendo estes irmãos Estes guerreiros Eles quebram macumbeiros Eles quebram feiticeiros De baixo do alazão Malé Itachi Malé Malé iô – bis Guerreiros são guerreiros Guerreiros de Humaitá Ogun venceu demanda Vamos todos saravar DESPEDIDA No escuro do Sacrário Cai a noite Vem a luz Venho agora despedir-me Boa Noite Meu Jesus Os anjos vieram aqui me chamar Oi ficai com Deus Até quando eu voltar Se a Aruanda não fosse tão linda Eu pediria pra ficar aqui Meu Deus do céu a Aruanda é bela Chegou a hora eu preciso ir Adeus meus filhos (baba, irmãos) eu já vou embora Pois é chegada a minha hora Quando precisar de mim Me chamarás

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Que eu retorno sem demora ENCERRAMENTO Eu fecho a minha gira com Deus e nossa Senhora Eu fecho a minha gira Sandorê Pemba de Angola Está fechada a minha gira Fecha-te cortinas Fecha-te conga Fecha-te cortinas Fecha-te congá Fecha as correntes contrarias Pros contrarios nao entrar – bis Quando o chefe sobe e vai embora Ninguém fica dentro Ninguém fica fora Quem gosta dele Sente saudades Sente saudades e de amor chora FIRMEZA Quando Oxalá desceu em terra Salve os filhos da bandeira Salve os filhos da bandeira Ogun, Não deixa seus filhos cair (canta para todos os orixás) Kao Maleime Meu pai Xangô – bis Pai Xangô lá na pedreira Firando nosso conga Ajuda teu filho de fé oi meu Pai Não deixa teu filho tombar Saravá, saravá, saravá, Este filho de pemba, Que fica de pé no congá, Saravá, saravá Oxalá, Ele é pai de cabeça, E não deixa seus filhos tombar, Lua, ó lua já deu meia noite, Meu galo de pena cantou. Lua, ó lua, ilumine o terreiro, Que pai de cabeça chegou FIRMEZA CANTOS Segura o canto da casa Segura o meio também Iemanjá é rainha E Oxum faz o bem Esta casa tem quatro cantos Cada canto tem seu santo Onde mora o cálice bento e o divino espírito santo Zum zum zum Olha lá Jesus quem é Eu juro por Deus e as almas O inimigo cai e eu fico em pé

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Firmeza Segurança Linha de Exu Tem ladeira no caminho Esta casa tem segurança Esta porteira tem vigia Meia noite o galo canta FIRMEZA DA TRONQUEIRA Exu, exu Tranca Rua Me abre o terreiro Oi me fecha a rua Lá na porteira eu deixei meu sentinela Eu deixei Seu Tranca Ruas tomando conta da cancela. MALEIME Tem pena dele Benedito Tenha dó Ele é filho de Zambi Ô São Benedito tenha dó Tem pena dele Nanã Tenha dó Ele é filho de Zambi Ô Nanã tenha dó Maleime Velha Nana Maleime Deus é quem dá Maleime Meu Pai Ogun Maleime Deus é quem dá ( canta todos os Orixás) PONTO RISCADO Deus salve a pemba Também salve a toalha Deus salve a pemba Também salve a tolha Salve a coroa É de nosso Zambi É o maior Ponto Riscado Linha Oxosse Eu vi chover, Eu vi relampear, Mas mesmo assim, O céu estava azul, Sandorê pemba folhas de Jurema, Que Oxossi reina De norte a sul Com tanto pau no mato Caboclo não tinha guiaEle vai firmar seu ponto bis

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Com Deus e a virgem Maria Ponto Riscado Linha de Ogum Ogun, meu Pai, Quem é da linha de Umbanda não cai, Ogum, meu Pai, Quem é da linha de Umbanda não cai, Firma o ponto no terreiro, Firma o ponto meu irmão, Quem é da linha de Umbanda, Tem sempre a Pemba na mão, Ogum. Ponto Riscado Linha Preto Velho Preto Velho tá quebrado De tanto trabalhar Preto velho tá cansado De tanto curimbar – bis Canta ponto Risca pemba Que é longa a caminhada Quem tem fé tem tudo Quem não tem fé - bis Não tem nada Preto velho que nasceu no cativeiro, Hoje desce no terreiro, De cachimbo e pé no chão, Oi, pega na pemba, risca ponto, Faz mironga, Saravá Maria Conga, Saravá meu Pai João. PROTEÇAO DO CONGÁ Meu Pai Xangô Esta no reinado – bis Meu Pai Xangô Ele é Orixá Olha seus filhos de fé O meu pai Proteja este conga Deus, iluminai os nossos guias Pela gloria desse dia Eu vou pedir ao Meu pai Oxalá A benção e a proteção pra este Congá SAIDA DE FILHO ALMAS – FALECIMENTO - ENCERRAMENTO Estrela da Guia Guiou nosso Pai Guiai esse Filho Caminho que vai Óh Viva Jesus Nosso Pai Redentor Que na Santa Cruz seu sangue derramou Jesus quando andou na areia do mar Abençoou seus filhos prá descarregar Oh Faça uma prece filho de Umbanda

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Peça abenção ao Pai Oxalá SAUDAÇÃO DE PAI DE SANTO Vem cá Babá Vem cá Babá A casa é sua Pode entrar Vem cá Babá Vem cá babá Quem te recebe é Pai Oxalá Vem cá Babá Vem cá Babá A casa é sua Pode entrar Vem cá Babá Vem cá Babá Bate a cabeça Pros Orixás Aue Baba Baba dos orixás Aue Baba Baba dos Orixás Diante do altar saudando esta seus orixás Embala eu baba Embala eu Embala baba Embala Aue babalaô Babalao de orixá Axe emi axé Axé que mi axe riô Patacuri, ogunhe Babalaxé de Ogun, babalaxé de Ogun Axé, axé, emi axe rio Babalaxé de Xangô, e Iemanjá, de Oxum, etc...

SAUDAÇAO PAI DE SANTO DE XANGO Saravá Xangô Agodo Sarava o reino de Xangô Afirma ponto na pedreira pra seus filhos, Pai Xango, E no terreiro sarava Babalao Sarava Xangô Sarava Babalao Sarava Xangô Sarava Babalao Sarava Xangô Agodo Sarava a coroa de Xangô Afirma ponto na pedreira pra seus filhos E no terreiro sarava babalao SAUDAÇÃO - VISITANTE Um abraço dado de bom coração Vale mais do que um adeus Um aperto de mão Que Deus lhe pague

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Que Deus lhe ajude Que Deus lhe dê felicidade e saúde Me de a sua mão Também o seu coração Oxalá nos guiou Oxalá nos uniu Semeou o amor E a tristeza partiu TEMPO E olha o tempo E vira o tempo E olha o tempo Olha o tempo virou E vira o tempo Na canjira de Umbanda E olha o tempo, olha o tempo virou E olha o tempo olha a lambada Macurá dile – bis Olha eu Tempo Olha lambada Macurê – bis Tempo macurá dile... TRABALHO É rio é rio é rio oi Sá dona É rio de São Francisco - bis Quebra a cabaça espalha a semente Todos os caboclos ajudando a inocente - bis

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Sincretismo Cor Ervas Otim Símbolo Flor Fruta Mineral Dia Data Comida Saudação

Jesus Cristo

Branca Boldo, Folhas de Girassol, Folha de Laranjeira, Água Coração, Cruz Jasmim e Lírio Uva Branca Prata Sexta feira 25/12 Canjica Branca EpaBabá,

Manjerona,

Oxalá meu pai Tens pena de nos tem dó Se a volta do mundo é grande Teu poder é maior Sexta feira visto branco Em louvor a Oxalá – bis Valei-me Senhor do Bonfim Valei-me meu orixá – bis

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Orixalá Orixalá Venha comigo irmão Vamos juntos louvar O Senhor do Bonfim é o nosso Pai Oxalá Juntos vamos cantar No dialeto nagô Venha vestido de branco Louvar o Nosso Senhor Oxaguia Oxalufa Babalao Orumilá aue Meu Pai Oxalá Obrigado Meu Pai, que bom As voltas do teu abraço São laços de luz e som Meu Pai, Oxalá Eu sei que estás em mim Nas dores da ilusão Na força do não e o sim Peço agora teu amor Nesta hora de esperança Pra ser livre como a flor Ser adulto e ser criança E Abençoa a todos nós Nossos pais, nossos avós Nossos filhos e parentes Nossas vidas tão carentes Meu Pai Oxalá És tudo na criação Igual teu poder não há Me cura me dá tua mão Oxalá Velhinho, Oxalá Ogun e Odé, Oxalá da luminária, Oxalá da Umbanda. Quando sair o sol, eu vou entrar na mata, vou falar com Oxossi Tupinambá e a Jurema da Mata. O beija flor toma conta do jardim – bis O beija flor toma conta do jardim Vou pedir a Oxalá pra tomar conta de mim Meu Pai Oxalá É o rei do mundo inteiro Meu Pai Oxalá Um amigo verdadeiro Gosto de chamar por ele Ele não tarda a chegar Quem quiser falar com ele Fala em qualquer lugar Refrão..meu Pai Oxalá... A caminhada é longa Mas não cansa ninguém E quem for com ele alcança Um lugar lá no alem Quem tem fé e paciência E procura o bem fazer E se hoje esta sofrendo

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Amanhã não vai sofrer Tão alto é o céu Tão fundo é o mar Tão grande é a força Do Pai Oxalá Tão grande é a força de Oxossi O Universo é do Pai Oxalá Ogun é o dono da guerra Iemanjá a rainha do mar Sua gogue estava cheia Sua gogue está no mar - bis Nos queremos nos queremos alcançar As graças do pai Oxalá Eu vi brilhar, eu vi brilhar Lá no horizonte eu vi brilhar Era uma luz, era uma luz Era um estrela nosso pai Oxalá Ele vem, ele vem no além no além Traz a paz e a alegria A quem na terra faz o bem A estrela de Oxalá Brilhou, brilhou Sua luz agora mesmo, neste conga entrou Oxalá Meu Pai Somos filhos da Virgem Maria – bis Uma estrela nos ilumina – bis Estrela é a nossa guia – bis Que nos anjos da guarda sejam nossa companhia Oxalá é nosso pai Nosso amigo e companheiro Daí forças à filharada Que tem missão no terreiro -bis O Deus nos salve esta casa santa, Oi Santa , Oi Santa, Onde Deus fez a sua morada, morada, morada, Onde mora o cálice bento, E a hóstia consagrada. Jesus e Maria São João e São José, São Pedro abriu o céu, Para os filhos que tem fé, Oh! São Miguel Arcanjo, Por Deus quem sois quem es, Rogai ao nosso pai, Pra aumentar a nossa fé.

LINHA DO ORIENTE

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Vem, vem, minha gente, Vem chegando de Aruanda Salve o Povo Cor de Rosa Salve os Filhos de Umbanda Vem, vem, minha gente, Vem chegando de Aruanda Pela fé e caridade Salve os filhos de Umbanda Um clarão apareceu no céu Ai meu Deus, o que será É Zartu, Chefe Indiano Com sua falange vem nos ajudar Ori, ori do Oriente Força de Zambi chegou Lá no Oriente uma luz brilhou E no terreiro tudo iluminou Ele tem coroa de ouro Ele tem coroa de rei E tem coroa verde Que tem coroa também Lá no Polo Norte Onde tudo é gelado Onde tudo é gelado Tem um povo esquimó Que conhece a Lei de Umbanda Que conhece a Lei de Umbanda Lá na Groelândia Onde tudo é nevado Onde tudo é nevado Tem um povo esquimó Que conhece a Lei de Umbanda Que conhece a Lei de Umbanda

ENCAMINHAMENTO DE ALMAS Abre a porta ó gente Que aí vem Jesus Ele vem cansado Com o peso da cruz Vem de porta em porta Vem de rua em rua Perdoando as almas Sem culpar nenhuma SUBIDA ORIENTE Povo do Oriente Oriente chama Povo do Oriente Oriente chama Vai com Deus Oriente chama

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Sincretismo Cor Ervas Otim Símbolo Reino Flor Signo Fruta Essência Mineral Dia Data Comida

São Sebastião

Verde Guiné, Samambaia, pitanga, Cerveja Branca e Vinho Moscatel Arco e Flecha Matas e Florestas Flor do Campo Touro e Libra Pitanga, Melão Violeta quartzo verde quinta feira 20/01 Milho cozido regado com mel, na moranga Okê aro - oke arô odé

- axoxô
Saudação

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CHAMADA DE CABOCLOS Eu abro a nossa gira de caboclos Sem os caboclos eu não posso trabalhar Assim, assim, na fé de Ogun meu Pai Sem os caboclos eu não posso trabalhar Oxalá chamou, E já mandou buscar, Os caboclos da Jurema, No seu Juremá. Oxalá é o rei. Rei do mundo inteiro Já deu ordem pra Jurema, Mandar seus capangueiros, Mandai mandai Linda cabocla Jurema Os seus guerreiros Essa é a ordem suprema Se a estrela de Oxóssi brilha Meu pai eu quero ver Eu quero ver caboclo é bamba Meu Pai eu quero ver Quem é o cavaleiro Que vem lá de Aruanda É Oxossi em seu cavalo Com seu chapéu de banda Quem é esse cacique Glorioso e guerreiro É Oxossi em seu cavalo Vem descer neste terreiro Vem de Aruanda ê Vem de Aruanda, á Ele é filho do verde Ele é filho da mata Saravá Nossa Senhora A sua flecha mata Vou abrir minha Jurema, vou abrir meu Juremá – bis Com licença de meu Pai Xangô Vou abrir meu Juremá – bis Santo Antônio é de Ouro Fino Arreia a bandeira e vamos trabalhar Tambor, tambor Oi vai buscar quem mora longe Tambor Oi vai buscar seu..(nome) Tambor, Oi vai buscar quem mora longe tambor. Ta na hora ê ta na hora Ta na hora e Quem vem de fora Ta na hora ê ta na hora

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Ta na hora e Chegando agora Na minha aldeia tem jusseira A minha aldeia é Tombeici Na minha aldeia tem caboclo guerreiro Tem Seu Rei das Ervas e Andaraí Itaburana matou um bicho de pena Itaburana matou um bicho de pena Ele não mora longe Mora dentro da Jurema – bi TRABALHO É rio é rio é rio oi Sá dona É rio de São Francisco - bis Quebra a cabaça espalha a semente Todos os caboclos ajudando a inocente - bis Okê caboclo vem ver a sua aldeia, Okê caboclo vem ver a sua aldeia. Onde pia a cobra sabiá gorjeia, Onde pia a cobra sabiá gorjeia, Vestimenta de caboclo é samambaia, É samambaia, é samambaia, Saia caboclo não se atrapalha, Saia do meio da samambaia. Arreia capangueiro Capangueiro da Jurema Arreia Capangueiro Capangueiro Juremá Nas matas quem manda Os caboclos arriando Chama os caboclos da mata, É pra trabalhar, bis. Se a mata é muito alta, Caboclo vai derrubar bis. Sete caboclos, Sete flechas, sete flecheiros, Firma seu ponto, Na cachoeira, Que os caboclos vão descer, Firma seu ponto, Saravá meu pai Xangô, Quem manda lá nas matas, É Oxossi caçador Gira Oxóssi gira ele gira Na macaia Oxóssi gira ele gira Na macaia Gira gira no meu terreiro Gira gira na minha banda SAUDAÇÃO DE CABOCLO

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A mata estava escura Um anjo iluminou No centro da mata virgem Foi seu Oxóssi quem chegou Mas ele é o rei ele o rei ele o rei Mas ele é o rei da Aruanda ele o rei Foi numa tarde serena Lá nas matas da Jurema Que ouvi o caboclo bradar Quiô, quô, quiô quiô o que era Sua mata está em festa Saravá Seu (nome..) Ele é o Rei da Floresta Eu atirei Eu atirei e ninguém viu Seu ...é quem sabe Aonde a flecha caiu Eu atirei... Eu atirei a minha flecha Eu atirei e ninguém viu Seu Serra Negra é quem sabe Aonde a flecha caiu Eu atirei a minha flecha, eu atirei e ninguém viu Seu Sete Flechas é quem sabe Aonde a flecha caiu Tumba ê Caboclo Tumba lá e cá Tumba Ê, guerreiro Tumba lá e cá Tumba ê meu Pai Não me deixe só PONTOS DE LINHA Eu corri terra eu corri mar Até que cheguei na minha país Ora viva Oxossi na mata Que a folha da mangueira ainda não caiu Atravessei o Paraná Por cima de dois Barris Eu vim a ver a Juremera E os Caboclos do Brasil Oxosse tá no muzambe –bis Na cidade da Jurema Oxosse tá no muzambe, tá no muzambê Foi na Umbanda que eu nasci Foi na Umbanda que eu cresci

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Oi caboclo sarava sua pemba Oi caboclo sarava seu conga Caboclo Flecheiro Tu es da nação do Brasil Tu és da nação brasileira, e caboclo Das cores da nossa bandeira Oxossi na mata é rei Oxossi na mata é Que passa pelos caminhos Sem deixar marca do pé Caboclo não desacata Caboclo sabe quem é Quem anda dentro da mata Sem deixar marcado o pé Refrão – Oxossi na mata é rei... Ele tem flecha e bodoque Ele tem laço e cocar Na mata está o seu reino E na mata reinará Refrao Hoje tem alegria no terreiro do meu Pai Sarava senhor Oxossi Que ele é chefe de congá Para quem não conhece eu vou dizer Oxossi Odé É são Sebastião Ele reina lá nas matas e nos campos Ele é o dono da lavoura e do pão A ilé ilé ô, a ilé ilé ô - bis Para sua vida melhorar E nunca lhe faltar o que comer Ascenda uma vela lá nas matas Para Oxosse, e peça que ele vem lhe proteger Aqui nessa aldeia Tem uma caboclo que ele é real Ele não mora longe Mora aqui mesmo nesse canzuá Sou filho do Vento da Mata, Do Vento que vem e que vai, Ossanha me olhe e me ajude, Oxóssi que é o meu Pai. Guerreiro da Mata eu sou, A vida me ensina a viver, Sou filho do Vento da Mata, Coragem se tens vem me ver. Sou filho do Vento da Mata... A lança que eu trago eu fiz, Meu arco não atira em vão, Na mata onde eu sou feliz, Levo sempre um escudo na mão. Sou filho do Vento da Mata... Guerreiro de Tribo Valente,

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A brisa da mata é meu ser, Coragem eu trago na frente, Que Oxóssi me dá pra vencer Oxossi caçador Eu quero te ver caçar Oxossi caçador Eu quero te ver caçar De dia caça nas matas De noite pesca no mar Como giram os caboclos da mata Vem girando como um girassol- bis Que Caboclo onde você mora Que Caboclo é na samambaia - bis Oxosse ébrei do céu Oxosse é rei na terra Ele nãodesce do céu sem coroa Sem sua muganga de guerra PONTO CRUZADO Oxossi, Oxossi mora, Na raiz da caneleira Ogum mora na lua, Xangô lá na pedreira. Quem manda na mata é Oxossi O Universo é do Pai Oxalá Ogun é o dono da guerra Iemanjá a rainha do mar Tão alto é o céu Tão fundo é o mar Tão grande é a força do Pai Oxalá Oi não se meche na espada de Ogun Oi não se meche na machada de Xangô Oi não se meche nas flechas de Oxossi Que lá na mata é Rei é caçador ABERTURA DE CAMINHOS Caboclo não tem caminho para caminhar -bis Caminha por cima da folha por baixo da folha em todo lugar – bis (oke caboclo) Caboclo já tem caminho para caminhar - bis Ele caminha por cima da folha Por baixo da folha Em qualquer lugar Seu caminho esta aberto Caboclo pode passar Ele vai girar, ele vai girar Caboclo filho de Oxossi Filho de Umbanda bis. bis.

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E de Oxalá Quando a lua sair ele vai girar Caboclo Arranca Toco Caboclo Arranca Toco, A sua luz é minha guia, Ele é Oxossi, É filho da virgem Maria, A sua luz ilumina o escuro, Neste terreiro, Os seus filhos estão seguro bis.

bis.

Caboclo Giramundo / Caboclo Ventania Oi cadê Giramundo, pemba Oi cadê Giramundo, pemba - BIS Tá na terreira, pemba Com seu Cambono, pemba - BIS Viado no mato é corredor Cadê meu mano caçador Cadê Caboclo Ventania Esse Caboclo é nosso guia Caboclo Cobra Coral Cobra Coral é sua cinta E a jibóia sua laça – bis qui sua qui sua qui sua ê Caboclo mora na mata Ai caçador, ai caçador, na beira do caminho, ai não me mate esta coral na estrada Ela abandonou sua choupana caçador Foi no romper, da madrugada Atravessei o Paraná Por cima de dois barris Eu vinha ver a Juremera E os caboclos do Brasil Caboclo Flecha Dourada Caboclo vai Caboclo vem Caboclo Flecha Dourada é que vem Mas ele é um Caboclo da Mata É Flecha Dourada que vem Caboclo Flecheiro Ele vem de tão longe Cansado de caminhar Salve o Caboclo Flecheiro Que vem saravar seu congá Pra chegar neste terreiro Ele cortou tanto cipó atravessou a mata virgem

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Veio na fé do Pai maior Caboclo Girassol Mas que caboclo lindo, Que veio da Bahia, Trouxe nas mãos, Três Ave-maria, Uma era a Lua, Outra era o sol, Na mão direta, O caboclo Girassol. Caboclo Guaracy No meio da mata virgem Um lindo caboclo eu vi Vem chegando de Aruanda O Caboclo Guaracy Ele vem no romper da noite Ele vem no clarear do dia Saravar todos os filhos Filhos da Estrela Guia Caboclo Guaracy Salve a falange do Caboclo Guaracy Deus do céu permita que ele chegue até aqui Salve Tupã, Itatiaia e Poti Salve Brazões e viva o Guaracy Salve o Sol, salve as estrelas e o cruzeiro Salve Guaracy que chegou neste terreiro. Cabocla Iracema Iracema é uma cabocla tão linda Ela vem da mata, ela vem sorrindo Saravar pemba, saravar nosso congá Saravar a estrela guia, saravar Pai Oxalá Jussara Jandira Jupira Jurema O Iracema vem trabalhar Cabocla Jandira Jurema vem trazendo as rosas Jandira é quem traz o jasmim – bis As duas na Umbanda são irmãs, minhas Caboclas tenham pena de mim Caboclo Junco Verde – Pena Verde Vem Junco Verde Vem trabalhar Nas terras de Jurema Seus filhos vem salvar Salve o sol Salve a lua

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Salve Oxossi também Okê caboclo Salve Caboclo Índio Guerreiro Salve Junco Verde Que está no terreiro Quem manda na mata é Oxossi Oxossi é caçador – bis Eu vi meu pai assobiar Eu já mandei chamar - bis É da Aruanda ê, é de Aruanda á Seu Junco Verde (Pena Verde) da Umbanda É da Aruanda a Cabocla Jurema O Jureme, o Juremá, Suas folhas caem serenas, Jurema, Dentro deste congá, Salve o sol e salve a lua, Salve São Sebastião, Salve São Jorge guerreiro, Que nos deu a proteção, O Jurema. Jurema a sua flecha caiu, Mas ninguém viu, Mas ninguém viu, Eu vou chamar, O caboclo Ventania, Só ele sabe aonde, A flecha caia. No alto daquela serra Em baixo de um pé de angá Eu vi a Cabocla Jurema atirar sua flecha e não errar Voou , voou, a sua flecha voou Meu cotinho se perdeu lá na mata A Jurema apanhou E acabou de criar – bis Erê rê re re re Ere re rá Eu sou filho da Jurema Neto da Cobra Coral Jurema linda princesa rainha dona da cidade mas a chave é minha Onde esta Jurema A Jurema onde está Esta procurando os capangueiros Que ainda estão na Jurema Quem mandou chamar Em nome do Pai Oxalá Foi seu Oxossi caçador

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Que já baixou neste congá Salve todo o povo da Jurema Salve a sua luz, seu jacutá Levai todos os males deu seus filhos Deixando paz e amor Na fé de Oxalá Cabocla Jurema – Ponto Riscado No centro da mata virgem Uma linda Cabocla eu vi - bis Com seu saiote Feito de penas Era Jurema Filha de Tupi - bis Jurema Jurema Jurema Linda Cabocla filha de Tupi Ela vem lá da Jurema Vem firmar seu ponto Neste congá Caboclo Pena Branca Saravá Seu Pena Branca Saravá Seu abacé Traz a flecha e seu bodoque Pra defender filho de fé Ele vem de Aruanda Trabalhar neste congá Saravá seu Pena Branca Um guerreiro de Oxalá Sua flecha vai certeira Vai pegar o feiticiero Que fez juras de mandingas Para os filhos do terreiro Pega o arco Atira a flecha Que este bicho é corredor Mas deve ser castigado Ele é merecedor Um grito na mata ecoou Foi seu Pena Branca que chegou Com sua flecha Com seu cocar Seu Pena Branca vem Nos ajudar Quem manda na mata é Oxossi Oxossi é caçador Oxossi é caçador Ouvi meu Pai assobiar Ele mandou chamar É na Aruanda ê É na Aruanda ê Seu Pena Branca de Umbanda É na Aruanda ê Galo cantou na serra A mata estremeceu - bis

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Caboclo Seu Pena Branca Na cachoeira apareceu – bis Ele é caboclo guerreiro Que mora no rochedo Somente Cobra Coral Conhece dele os segredos Caboclo Pena Verde Eu vi na margem do margem do rio Em linda manhã serena Caboclo seu Pena Verde Firmando ponto na areia Caboclo Roxo Caboclo Roxo da cor morena, Ele é Oxossi, Caçador lá da Jurema, Ele jurou e tornou jurar, Pelos conselhos, Que a Jurema veio dar. Caboclo Samambaia No meio da samambaia Perto do pé do Ipê Eu vi um caboclo atirando Ele atirava sem ninguém ver Voou voou A sua flecha voou Quanto tempo que eu não bambeio Hoje eu vim pra trabalhar – 2x Sou Caboclo Samambaia Vim aqui pra trabalhar Sou Caboclo Samambaia Vim aqui pra saravar Caboclo Sete Flechas E rê, rê, re re re re re re re ra Caboclo Sete Flechas no congá E re re re caboclo Sete Flechas no Congá Saravá seu Sete Flechas, Ele é rei das matas, A sua bodoca atira, Oi paranga, Sua flecha mata. Curi pembê curi pembá Sete Flechas é um grande orixá Com sete dias de nascido A Jurema o encontrou Deitado na folha seca O caboclo ela criou Caboclo Sete Flecheiro Sete caboclos,

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Sete Flechas, Sete Flecheiros, Firma seu ponto, Na cachoeira, Que os caboclos vão descer, Firma seu ponto, Saravá meu pai Xangô, Quem manda lá nas matas, É Oxossi caçador

Caboclo Serra Negra Ele é da força de Xangô E vem do reino de Oxalá Caboclo Serra Negra Que chegou prá trabalhar – bis Ilumina o mundo Ilumina o mar Ilumina as matas Cidade da Jurema Seu Serra já chegou Bem do alto da sua serra Caboclo foi coroado Com sua espada de guerra A lua pára E o sol clareia A lua roda Caboclo já está na aldeia Relampeou tremeu a terra Meu Pai Xangô Desceu a serra Meu pai Xango o o o o o Meu Pai Xango o o o o Venha salvar os seus filhos na terra Venha salvar os seus filhos da guerra

No alto da Serra Capitão da serra Na serra Negra Onde caboclo mora No alto da Serra Capitão da serra A sua seta é uma jibóia Estava no alto da serra Grande jibóia que por mim passou Trazia uma grande diadema Dizendo que era o Rei dos Caçador (es) Ki oke, ki oke, ki oke Ke bambioclim mi Respondi ago Trazia uma grande diadema Dizendo que era o Rei dos Caçador (es)

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Caboclo Pedra Negra – Pedra Roxa Estava em cima da pedreira Quando o céu trovejou Caboclo Pedra Negra Este filho é de Xangô E de cima da pedreira Ele vem neste Congá Caboclo Pedra Negra Que chegou p’ra trabalhar Caboclo Sultão das Matas Sultão das Matas sou eu Sou eu Eu sou sultão da minha aldeia Sultão das Matas sou eu Caboclo Ubirajara Estrela Dalva é sua guia Ubirajara é caboclo valente Ubirajara mora lá na mata La na grota funda La no fim do mundo Ubirajara vai embora O que lhe dão pra levar - bis Se lhe dão flores brancas Ou a raiz do Jurema - bis Ubirajara vai embora Ele vai sem imaginar - bis Vai pela margem do rio Pelo pio da Coral - bis Caboclo Ubirajara Peito de Aço Corto língua, corto mironga, Corto língua de falador, Quando eu chego não há embaraço, Chegou Ubirajara, Do peito de aço. Caboclo Mata Virgem Oke, oke, caboclo Seu Mata Virgem é da raiz Da urucaia - bis Mas ó que lindo caçador Naquelas matas onde a Coral piou, oke Caboclo Rei da Mata Lá na mata Piou piou – 3 vezes O rei da mata chegou Oxossi é rei da mata E vencedor de demanda E orixá consagrado

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Coroado na nossa umbanda Caboclo da Lua Ele é filho de umbanda Ele vem lá do Oriente Salve o Caboclo da Lua Salve Deus onipotente Salve o Caboclo da Lua Que é fé e proteção Salve o Caboclo da Lua Que é Oxossi É São Sebastião Caboclo Rompe Mato No centro da mata eu vi Dois homens “ garrados” num tronco de um pau - bis De um lado seu Rompe Mato Do outro o Seu Cobra Coral No centro da mata virgem eu vi Seu Rompe Mato falava na língua Tupi Guarani ( no centro da mata) Caboclo Tupinambá Estava na beira do rio, Sem poder atravessar, Chamei pelo caboclo, Caboclo Tupinambá, Tupinambá chamei, Chamei tornei chamar, êá. Tupinambá é ganga na macaia Tupinambá e e Tupinambá Tupinambá guerreiro de Oxossi Tupinambá e e Tupinambá Tupinambá não perde uma demanda Tupinambá e e Tupinambá Tupinambá vem defender seus filhos Tupinambá e e Tupinambá Só não apanha a folha da Jurema Sem ordem suprema do Pai Oxalá - bis Cheguei no clarão do dia Só vou no romper da Aurora - bis Vim trazer alegria meu Pai Consolar quem chora - bis Quando vim de lá de cima Da aldeia do cariri Eu peguei água da mina Na folha do Licuri Me chamo Tupinabá Eu sou lá do Tombeici Ai ai ai Entra na roda quem quer entrar È samba de caboclo quem quiser pode dançar

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Caboclo Aimoré - demanda A água com areia não podem demandar A água vai embora Areia fica no lugar Zum zum zum, Chegou Seu Aimoré. Caboclo guerreiro Prá salvar filho de fé DEMANDA Caboclo velho olé olé olé olá Caboclo velho olé olé olé olá Sou caboclo sou curador Tiro feitiço de quem lhe botou Tem mironga no terreiro Tem mironga no conga Quem não pode com a mandinga Não carrega patuá Fui no mato cortar lenha Cheguei lá cortei guiné Ora viva meus caboclos Seja lá o que Deus quiser Oi, Guiné, oi Guiné Oi Guiné de Umbanda Com seus poderes Nesta gira ninguém manda Foi Oxossi ê Quem mandou trabalhar Foi Oxossi ê Quem mandou ajudar Seu Sete Flechas Derrama sua luz sobre os filhos de fé Quebra a mandinga afasta a inveja Derruba a maldade e o bem fica em pé Seu Tupinambá Chega de Aruanda armado pra guerra Traz flecha e bodoque e a mira não erra Para defender os seus filhos da terra Seu Pedra Vermelha Colheu uma estrela da constelação Pra guiar nossos passos Abrindo os caminhos cobrindo de vez toda a nossa união Cabocla Jupira segura essa gira vem nos ajudar Cura as doenças com as ervas da mata e leva a tristeza para o fundo do mar Todos os caboclos Nos trazem mensagem de paz e esperança filho de umbanda tem fé não balança nós somos o exercito do Pai Oxalá DESENVOLVIMENTO Vestimenta de caboclo é samambaia, é samambaia, é samambaia

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Saia caboclo, não se atrapalha Saia do meio da samambaia Veio um cambono e me disse Que la na mata não tinha caboclo E lê lê lê le meu caboclo Venha de um lado pro outro Caboclo da mata Sucuri Dendê Aonde mora este caboclo Que não quer descer A mata estava fechada Oxalá mandou abrir Quem tem santo na cabeça Tá na hora de sair Se meu Pai é Oxosse eu quero ver balancear –bis Arreia arreia capangueiro da Jurema Oi Juremá Arreia, capangueiro Capangueiro da Jurema Arreia capangueiro Capangueiro da Jurema Na mata quem manda Os caboclos arriando Caboclo do Mato O que é que tu quer Eu quero folha verde Folha verde de guiné Oi caboclo do mato você não me engana Zum zum zum na Aruanda Oi zum zum zum na Aruanda DESAFIO Bota fogo lá na mata Chama, chama que ele vem Se o caboclo é confirmado Chama chama que ele vem SUBIDA E olha a folha do coqueiro olha lá Se meus caboclos forem embora eu vou buscar Olha ê Olha á Seu meus caboclos forem embora eu vou buscar Os anjos vieram aqui me chamar Oi ficai com Deus até quando eu voltar Caboclo pega sua flecha, Pega seu bodoque, O galo já cantou,

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É zambi que está lhe chamando, E já chegou a hora, E Oxalá mandou. A despedida de caboclo faz chorar faz chorar faz soluçar faz chorar Cabolco vai pra Aruanda trabalhar E se despede do terreiro Sarava! Mas eu já vou embora, Vou, mas torno a voltar, Vou com Deus e Nossa Senhora, Até a Umbanda me chamar. Ó que lindo cantar, Ó que lindo cantar, Até os passarinhos choram, Quando os caboclos, Se despedem e vão embora. Caboclo vai embora, Ele vai pra Aruanda, Abenção meu Pai, Proteção pra nossa banda. A sua mata é longe E eles vão embora E vão beirando o rio azul Adeus caboclos Adeus flecheiros Eles vão embora E vão beirando o rio azul E os caboclos vão embora Pra cidade da Jurema O bom Jesus está lhe chamando Pra cidade da Jurema Ele vai ser coroado Na cidade da Jurema Com a coroa de aie ie Mais um adeus aleluia adeus Mais um adeus aleluia adeus Vou pra Jurema Quem vai s’embora sou eu - bis Eu já vou já vou Eu já vou pra lá Tupã me chama E eu já vou me arretirar... Troncos verdes da Jurema Aonde o Pai Oxossi mora Onde Jesus passou e disse amém Nossos caciques vão embora Adeus meus filhos eu vou embora Porque chegou a minha hora Quando precisar de mim Me chamarás Que eu retorno sem demora

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Quando precisar de mim, me chamarás Que eu retorno sem demora Eu vou embora pra minha aldeia de ouro Eu vou embora pra minha terra natal Eu vou pedir que Zambi há pouco me de Uma estrela para eu andar no mar É É É É a a a a hora hora hora hora é é agora é chegou a hora é da marola é de ir pra Angola

A despedida de caboclo faz chorar Faz chorar faz soluçar Faz chorar Caboclo vai pra Aruanda trabalhar E se despede da Umbanda saravá

Sincretismo Cor Ervas Otim

São Jorge

Vermelho e Branco Espada de São Jorge, Comigo Ninguém Pode, losna Cerveja Branca
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Símbolo Reino Flor Signo Fruta Essência Mineral Dia Data Comida Saudação

Espada, escudo Caminhos e Estradas Cravo Branco, cravo vermelho Áries e Escorpião Manga Espada Cravo ferro terça feira 23/04 Feijão Fradinho, Inhame, feijoada Ogunhê! Patacori Ogun!

Nesta casa de guerreiro, Ogum, Vim de longe pra rezar, Ogum, Rogo a Deus pelos doentes, Ogum, Na fé de Pai Oxalá, Ogum, Ó Deus salve a casa Santa, Ogum, Os presente e os ausentes, Ogum, Salve nossas esperanças, Ogum, Salve velhos e crianças, Ogum, Preto Velho ensinou, Ogum, Na cartilha de aruanda, Ogum, E Ogum não esqueceu, Ogum, Como vencer a demanda, Ogum, A tristeza foi embora, Ogum, Na espada de um guerreiro, Ogum, E a luz do romper da aurora, Ogum, Vai bilhar neste terreiro, Ogum. Por entre matas por entre mares e terras Eu entendi o que meu Pai quis dizer - bis Que Ogun não devia beber Que Ogun não devia fumar Mas a fumaça são as nuvens Que passam E a espuma As ondas do mar Ele é um príncipe de cavalaria não vejo trevas nem escuridão Vou dar um brado de salva Para a primeira legião Quando Ogun Venceu a guerra Seu manto estava Sujo de terra Foi humilhado Foi ofendido Filho de Ogun É filho querido

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Com o espírito Purificado Povo de Ogun É povo sagrado PONTO RISCADO Ogun, meu Pai, Quem é da linha de Umbanda não cai, Ogum, meu Pai, Quem é da linha de Umbanda não cai, Firma o ponto no terreiro, Firma o ponto meu irmão, Quem é da linha de Umbanda, Tem sempre a Pemba na mão, Ogum. Ele jurou bandeira Ele tocou clarim – bis E o exército todo É comandado por Ogun Salve Ogun Iara Salve Ogum Megê Salve Ogun Matinata Salve Ogun Naruê CONFIRMAÇAO Oxalá esta chamando Ogun lá no Humaita Pra lhe dar uma bandeira E mandar ele jurar - bis Se ele é capitão, ele vai jurar Se for de Angola, também vai jurar Se for Ogun de Lei, ele vai jurar Se for de Nagô, também vai jurar Pisa na linha de Umbanda, Que eu quero ver, Ogum Sete Ondas, Pisa na linha de Umbanda , Que eu quero ver, Ogum Beira Mar, Pisa na linha de Umbanda, Que eu quero ver, Ogum Iara, Ogum Megê, olha a banda aruê Salve Ogun Mege Ogun Rompe Mato Ogun Beira Mar - bis Ele trabalha na areia, meu Pai Ele trabalha no mar Ogun Iara Se meu Pai é Ogum, Ogum, Vencedor de demandas, Ele vem de aruanda, Pra salvar, filhos de Umbanda, Ogum, Ogum Iara, Ogum, Ogum Iara. Salve os campo de batalha,

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Salve a Sereia do Mar, Ogum, Ogum Iara, Ogum, Ogum Iara. O seu cavalo corre sua espada reluz Sua bandeira cobre Todos os filhos de Jesus O seu cavalo corre sua espada reluz Auê Ogun Iara Aos pés da Santa Cruz - bis Ogun Sete Espadas Eu tenho Sete Espadas pra me defender - bis Eu tenho Ogum em minha companhia, Se Ogum é meu Pai, Se Ogum é meu guia. Se Ogum vai baixar, Na fé de Zambi e da Virgem Maria. Ogun Megê Ogum Megê, general de Umbanda, Em seu cavalo seu Ogum foi guerrear, Com sua espada, com sua lança, Venceu demanda, Nos campos do Humaitá, Ogum Megê. Ogun em seu cavalo corre E a sua espada reluz Ogum, Ogum Megê, Sua bandeira cobre os filhos de Jesus, Ogunhê Na porta da romaria Eu vi um cavaleiro de ronda – bis Trazia um escudo no peito Uma lança na mão Ogun venceu a guerra e matou o dragão A primeira espada quem ganhou foi ele –bis Mas ele é, ele é Ogun Megê Ele vem lá de Aruanda Pros seus filhos proteger Oxossi assobiou Pra passar no Humaitá Pra saudar Ogun Mege Mensageiro de Oxalá Ogun das Pedreiras Ogun guarda a pedreira Mandado por Oxalá Com a espada e com a lança, Ogun Seus filhos vem ajudar, Ogun Ogum Marinho – Ação de Graças

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Ele veio ele veio ele veio Ele veio das ondas do mar é Ogum Marinho das ondas Ele veio para nos salvar – bis Na cidade, na praia nos campos No terreiro, em qualquer lugar Ele salva os filhos de fé Em nome de Pai Oxalá Cada graça que o filho recebe Tem sempre que agradecer A Ogum Marinho das Ondas Sempre a lhe proteger

Ogun Sete Ondas Ogum de lei, Não me deixe sofrer, Tanto assim meu Pai, -bis Quando eu morrer, Vou passar lá na Aruanda, Saravá Ogum, Saravá seu Sete Ondas. Ó filhos de Umbanda, Seu Sete Ondas vem do Humaitá, Que bela surpresa, Vem de aruanda nos abençoar, Ó bela surpresa, Bela surpresa como vai você, Que bela surpresa, Vem de aruanda nos proteger Ogun Beira Rio Beira Rio, Beira Rio, Beira Mar, O que se ganha de Ogum, Só Ogum pode tirar, Seu Ogum de Ronda, É quem vai girar, E vem trazendo folhas, Pra descarregar. Ogun Beira Mar Beira Mar, auê Beira Mar (bis) Desmancha mironga no fundo do mar (bis) A sua espada meu Pai, eu quero ver A sua lança meu Pai, Ogun Megê A sua espada meu Pai, eu quero ver A sua lança meu Pai, Ogun De Lei Seu beira mar brilha no raiar do dia Seu beira mar é filho da Virgem Maria – bis Seu beira mar, beirando a areia Na mão direita ele traz a guia da mamãe sereia. Seu Beira mar

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Os seus filhos te chamam – bis Quando ele vem, beirando a areia Vem trazendo no braço direito O rosário de mamãe Sereia Estrela, clareia a terra, Estrela,clareia o mar Clareia o Congá de Beira Mar Clareia Clareia para todo o mal levar Beira Mar auê, Beira Mar, Beira Mar auê, Beira Mar, Ogum já jurou bandeira, Nos campos de Humaitá, Ogum já venceu demanda, Vamos todos saravá. Auê auê Ogun Beira Mar auê – bis Iansã virou o tempo pra Oxum não governar Mas durante o Barravento Oxum se pôs a cantar Ogum Beira Mar, Ogum Beira Mar Sua proteção vem me ajudar – bis Eu chamei por Ogum e Ogum atendeu Pedi proteção e Ogum deu Ogum é meu Pai e Iemanjá é minha mãe Ogum brasa de axé e de proteção Caboclo do Mar Na onda do mar Navega Beira mar Na onda do mar Vem o Caboclo do Mar Iemanjá traz a força Do mar Da sua força nasceu Seu Beira Mar Ogun respeita o céu Ogun respeita a terra Ogun respeita o mar Ogun na água É o caboclo do mar

Ogun Naruê
Magia, magia que faz o meu corpo tremer Magia, magia que chega em silêncio Sem a gente ver É o Senhor Ogun É o rei da magia que vem Nos socorrer É o senhor Ogun Quem vence a magia é Ogun Naruê Ogunhe

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Ogun de Ronda Quem está de ronda é São Jorge Meu Pai me diz onde é Quem está de ronda é São Jorge Jesus Maria e José Quem está de ronda é São Jorge Deixa São Jorge rondar São Jorge é guerreiro Que ronda na terra Que ronda no mar Saravá meu pai Saravá Meu Pai Girar é bom girar é bom girar é bom é bom girar Olha Ogun está de ronda Quem está chamando é são Miguel Réu, réu, réu, Na linha de Umbanda Quem está chamando é São Miguel Ogun está de ronda Ogun é guerreiro Levanta seus filhos Guardai este terreiro De onde vem Ogun de Ronda Veio das ondas Veio das ondas do mar Veio das ondas Com a cruz de Deus na frente, (veio das ondas) Vencerei ou vencerás ( veio das ondas) Ogun Rompe Mato Seu Rompe Mato É caboclo guerreiro Ele vem na falange de Ogun – bis Ele olha por todos seus filhos, meu Pai Ele não esquece nenhum – bis Ele gira com o sol e com a lua Ele gira com a terra e com o mar – bis Ele vem com sua falange, Meu Pai Firmar o seu Jacutá –bis Vermelho é a cor do sangue do meu pai E verde é cor das matas – bis Sarava seu Rompe Mato da Jurema Sarava a banda que ele mora – bis Ogun Matinata Que Ogun é aquele que vem cavalgando no céu azul

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Ele é Ogun Matinata Ele é o defensor do Cruzeiro do Sul Com sua espada no peito Sua lança na mão Ele vem cavalgando Ele é Ogun Matinata Ele é o defensor do Cruzeiro do Sul Ele é Meu Pai Mensageiro do amor Sarava Seu matinata Que no terreiro chegou Ele brilha no céu Ilumina minhas ruas Ele vem lá das alturas Brilha no clarão da lua Ogun de Nagô/Malei Ogun Ogun Ogun Ogun de Malei bravo orixá de Nagô de Iemanjá

DEMANDA Lua bonita Que clareia o mundo inteiro E são Jorge no espaço Iluminai este terreiro Lá vem chegando os guerreiros de São Jorge Todos de lança na mão Protegendo estes irmãos Estes guerreiros Eles quebram macumbeiros Eles quebram feiticeiros De baixo do alazão Malé Itachi Malé Malé iô – bis Guerreiros são guerreiros Guerreiros de Humaitá Ogun venceu demanda Vamos todos saravar Ogun de Lei Ogun de Lei Não me deixe sofrer Tanto assim meu Pai Quando eu morrer Vou passar lá na Aruanda Sarava Ogun Sarava Seu Sete Ondas Ogun toma conta de mim Não me deixe sofrer tanto assim meu Pai - bis Quando eu morrer vou passar lá na Aruanda Pra ver Ogun saravar Filho de Umbanda

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Tem pena de mim , Ogun Tem pena de mim Vencedor de demanda tem pena de mim Ogun Ogunhe Capitão de Umbanda tem pena de mim – bis Filho de pemba bebe água no rochedo Filho de Ogum corre campo e não tem medo Vou pedir ao criador Que derrame seu amor Aos nossos guias E ao nosso Babalaô Quando Ogun desceu do Céu São Jorge segura o seu reinado Olha que as folhas da mangueira São Jorge não deixa seus filhos cair Salve Ogun Mege, Ogun Rompe Mato E Ogun Beira Mar - bis Ele trabalha na areia meu Pai Ele trabalha no mar Iemanjá cadê Ogun Foi com Oxossi ao Rio de Jordão Foram saudar São João Batista E batizar Cosme e Damião Ogun Oya, Ogun Oya é de mene Ogun Oya é de mene Ogun de ronda é de mene Ogun Oya, Ogun Oya é de mene Ogun Oya é de mene Oxum mucumba é de mene Ogun Oya, Ogun Oya é de mene Ogun Oya é de mene Patacure é de mene Subida de Ogun Ogum já venceu, já venceu, já venceu Ogum vai pra Aruanda e quem lhe manda é Deus – bis E ele vai beirando o rio ele vai beirando o mar Oi Salve Santo Antônio na Calunga Benedito e Beira Mar Ô ô ô ô ô, a a a a Ô ô ô ô ô, Adeus Ogum Adeus Cavaleiro de Umbanda Adeus Ogum Ogum, Ogum Ogum já me saravou, Ô ô Ogum ...já me abençoou - bis Filho de Pemba Umbanda chora

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É seu Ogum Que já vai embora Selei, selei O seu cavalo eu selei Selei selei O seu cavalo eu selei Pai Ogun já vai embora O seu cavalo eu selei Um mensageiro veio avisar Seu cavalo está encilhado E Pai Ogun vai viajar Como é bonito no romper na aurora Pai Ogun vai cavalgando pela Estrada afora. E seu Ogun já vai embora Sua banda lhe chama Katinguelê Palmas para Ogun Iara Palmas para Ogun Megê – bis Na laranjeira onde canta o bem-te vi –bis Pai Ogum já vai embora Deixa o seu cavalo aí - bis

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Sincretismo
São Jerônimo

Cor

Marron e Branco

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Ervas Otim Símbolo

Hortelã, Quebra Pedra, Louro, Alevante Cerveja Preta Machadinha, machado de dois gumes Pedreiras, montanhas, alto das serras e Palma Vermelha Sagitário Caqui e Fruta de conde Mirra Cobre, pedras acastanhadas ( ágata) quarta feira 26/07; 29/07 e 30/09 rabada, quiabo ( amalá) e camarão Kaô kabecilê! ( o rei desceu em terra)

(oxé)
Reino

cachoeiras (alto)
Flor Signo Fruta Essência Mineral Dia Data Comida Saudação

Xangô Kaô, Deixa essa pedreira aí, A umbanda está lhe chamando, Deixa essa pedreira aí. No alto da pedreira está Xangô, Senhor do meu destino até o fim, Se um dia eu perder, A fé que Deus me deu, Que role a esta pedreira, Sobre mim. Xangô faz justiça com o corisco e com o trovão Xangô senhor da guerra Pai de bom coração Olhai os filhos teus Não nos deixe em aflição Xangô é corisco, Nasceu na trovoada, Ele mora na pedreira, Levanta de madrugada, Longe, bem longe, Aonde o sol raiou, Saravá Umbanda, Oi saravá Xangô Oh Beija Flor toma conta do jardim Oh Beija Flor toma conta do jardim Vou pedir a Pai Xangô Pra tomar conta de mim Subi a serra acompanhando o pai Xangô(bis) Por onde Xangô passa corre água e nasce flor(bis) Machadinha de cabo de ouro, É ouro, é de ouro, Machadinha de cabo de ouro, É de Xangô, é de Xangô,

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Olha a machada, Que corta mironga, É de Xangô, é de Xangô Que terra é essa que o leão bradou Que pau é esse que o machado não cortou Que pedra é essa que o corisco iluminou Essa terra é da Jurema filho meu... Tudo isso é de Xangô, Zambi quem deu... Corta Demanda/Firmeza Pedra rolou, Pai Xangô, Lá na pedreira, Firma seu ponto, meu Pai, Na cachoeira, Tenho meu corpo fechado, Xangô é meu protetor, Firma cabeça, meu filho, Pai de cabeça chegou. Tenho o meu corpo fechado Xangô é meu protetor Firma a cabeça meu filho Pai de cabeça é Xangô Por de trás daquela serra, Tem uma linda cachoeira, É Do meu Pai Xangô, ô, Que arrebentou sete pedreiras Quando tiver lua cheia no céu Vou a pedreira Kao Kabecile Sentar nas pedras Xangô saravar, sua oferenda levar Segura o ponto meu Pai Que estou com a pemba na mão Meu Pai Xangô , sempre minha proteção Pai Xangô vence demanda meia noite na pedreira Com licença de Oxalá Salve o Rei da Cachoeira FIRMEZA Kao Maleime Meu pai Xangô – bis Pai Xangô lá na pedreira FirMando nosso conga Ajuda teu filho de fé oi meu Pai Não deixa teu filho tombar - bis A onda me trouxe O vento me leva Quando a onda passar Eu me sento na pedra A pedra de Xangô e dura, não há machado que a arrebente, A nossa umbanda é firme, Pai Xangô O nosso Chefe é do Oriente Xangô é o Rei lá nas pedreiras Na cachoeira de Mamãe Oxum - bis

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O terreiro está em festa Sarava meu Pai Ogum CORTA DEMANDA Vou saravar Xangô A coroa de Zambi – bis Hoje é dia de festa Já se fez toda a paz É dia de Justiça Xangô é quem pode mais Estava olhando a pedreira Uma pedra rolou – bis Ela veio rolando, bateu em meus pés E se fez uma flor – bis Quem foi que disse que eu não Sou filho de Xangô – bis Ele mostra a verdade, atira uma pedra E ela vira uma flor – bis Toda verdade traz justiça e proteção – bis Filho de pai Xangô, ninguém joga no chão – bis Tantas flores já plantei no meu jardim – bis Uma pedra atirada é um lírio pra mim - bis Vou ao terreiro do meu pai de santo Pra tirar quebranto Que jogaram em mim Eu vou falar com meu padrinho Xangô, o Rei de Nagô e com Ogun Mirim – bis Quando eu pegar aquela feiticeira Que anda falando que quer ver meu fim Para ela eu tenho o meu Xangô Meu rei de Nagô e meu Ogun Mirim – bis Agora eu quero ver Ela me botar quebranto Graças a Deus já estou curado De corpo fechado Por meu pai de santo - bis PROTEÇAO DO CONGÁ Meu Pai Xangô Esta no reinado – bis Meu Pai Xangô É Orixá - bis Olha seus filhos de fé O meu pai Proteja este conga - bis Xango ô ô ô ô Meu Pai Xangô – bis Kaô Cabelcile Obá Xangô Sarava Xangô – sarava xangô Ele mora na pedreira Quem mandou relampejar Kaô cabecilê Obá Xangô Saravá Xangô - bis Xangô, mostrai as forças que vós tendes, Xangô é o rei da justiça E não engana ninguém

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Xangô Kaô, Xangô Agodô - bis Lá em cima daquela pedreira Tem um livro que é de Xangô Kaô, Kaô Kaô cabecile é de Xangô Quem quiser vencer demanda Vai no alto da pedreira Leve uma cerveja preta E ofereça ao Pai Xangô Kao kao Kao meu pai Xango Ele vem de aruanda Ele vem trabalhar Ele vence demanda Ele é seu pangará Kao, kao, kao, kao A justiça chegou Xangô SAUDAÇAO PAI DE SANTO DE XANGO Saravá Xangô Agodo Sarava o reino de Xangô Afirma ponto na pedreira pra seus filhos, Pai Xango, E no terreiro sarava Babalao Sarava Xangô Sarava Babalao Sarava Xangô Sarava Babalao Sarava Xangô Agodo Sarava a coroa de Xangô Afirma ponto na pedreira pra seus filhos E no terreiro sarava babalao Caboclo Treme Terra Ele vem de aruanda Ele vem trabalhar Ele é Seu Treme Terra Ele é seu pangará Kao, kao, kao, kao A justiça chegou Xangô Caboclo Pedra Preta Caboclo da Pedra preta Ele gosta de ver tinir Quem não gosta de Umbanda O que vem fazer aqui Aue aue caboclo Aue aue eu quero ver aue aue caboclo Trabalha que eu quero ver Dizem que Xangô

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Mora na pedreira Mas não é lá Sua morada verdadeira Ele mora numa cidade de luz Onde mora Santa Bárbara Oxumaré e meu Jesus. Quando a lua aparece, Leão da mata roncou, A passarada estremece, Foi a coral que piou, Piou, piou, Salve o povo de congá, Lá vem nosso rei de Umbanda, Saravá nosso Pai Xangô, Saravá nosso Pai Xangô. Xangô é Rei Ele é o Rei Nagô Ora vamos bater palma Prá coroa de Xangô Meu Pai Xangô, É rei lá na pedreira, Caboclo é rei na cachoeira, No seu saiote tem, Penas douradas, Seu capacete, Brilha na alvorada. Xangô morava nas pedreiras Viveu escrevendo em uma pedra Ele escreveu a justiça Quem deve paga Quem merece recebe Ele escreveu na pedra sua justiça leal – bis Um rei real, ele é Xangô Kaô Um rei real, ele é um rei é um orixá PONTO DE FIRMEZA E PONTO RISCADO Pedra rolou, Pai Xangô, Lá na pedreira, Firma seu ponto, meu Pai, Na cachoeira, Tenho meu corpo fechado, Xangô é meu protetor, Firma cabeça, meu filho, Pai de cabeça chegou. Deixei meu filho em cima da pedreira E de repente ele escorregou Me ajoelhei e olhei pra baixo Estava nos braços do Meu Pai Xangô Caboclo Serra Negra

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Ele é da força de Xangô E vem do reino de Oxalá Caboclo Serra Negra Que chegou pra trabalhar Com seu saiote de penas Quero ver girar Serra Negra vem descendo a serra p/ seus filhos ajudar Serra Negra vem descendo a serra Para a umbanda Saravar Relampeou Tremeu a terra Meu Pai Xangô Desceu a serra Meu pai Xangô o o o o - bis Venha salvar os seus filhos na terra Venha salvar os seus filhos da guerra No alto da Serra Capitão da Serra Na Serra Negra onde caboclo mora No alto da Serra Capitao da Serra A sua flecha é uma jibóia Estava no alto da serra Grande jibóia que por mim passou Trazia um grande diadema Dizendo que era o rei dos caçador Confirmação Cachoeira da mata virgem onde mora meu pai Xangô – bis Pedra rolou Nana Buruque Pedra rolou sarava Pai Xangô Sarava Pai Xangô ê ê ê á Quem for filho de fé Bate a cabeça lá no Conga. Ponto de Fogo – Pólvora Lá no alto da pedreira A faísca vem rolando Agüenta mão cabra de força Que a faísca vem queimando

Ponto Especial – Xangô e Iansã Na chuva no raio e trovão estão a reinar Unidos no mesmo trabalho eles vem ajudar Charmosa e valente guerreira Na terra e no ar Justo e altaneiro Senhor da Pedreira nos olhar A espada e a machada Usadas com a força do amor Cumprindo sentenças e caminhos Livrando da dor

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Se erras na vida ele esta a julgar Se acertas contudo ela ira recompensar A luz da justiça esta sempre a brilhar Iansã e Xangô lado a lado A lutar Vencendo o domínio das trevas Sem temor Trazendo de volta ao caminho o pecador Subida de Xangô Meu pai Xangô já berimbou na aldeia Meu Pai Xangô já berimbou na aldeia Kaô Cunhanha Ô Cunhanha Kaô cunhanha Xangô Já me saravou ô ô Xangô Já me abençoou – bis Filho de pemba Umbanda chora Meu Pai Xangô Que já vai embora

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Sincretismo Cor Ervas Otim Símbolo Reino Flor Signo Fruta

Nossa Senhora dos Navegantes

Azul claro pata de vaca, lágrima de N.Sra, Alecrim, Alfazema, manjerona, Champagne branca ondas mares Rosa Branca, Jasmim, palma branca Peixes e Câncer Uva Branca, Maça Branca e Pêssego Alfazema Prata e Pérola sábado 02/02 manjar branco, peixe Odoiá!Odociaba!

Branco
Essência Mineral Dia Data Comida Saudação
Chamada Ó Santa de Azul Ó Santa do mar Vem ver seus filhos Iemanjá

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Odo, odoia Iemanjá Saia do mar - bis Venha buscar Sua Yaô Brilhou, brilhou brilhou no mar O manto de nossa Mãe Iemanjá - bis Brilhou , brilhou no mar E agora vai brilhar neste Congá Saia do mar Linda sereia Saia do mar Venha brincar na areia Saia do mar Sereia bela Saia do mar Venha brincar com ela Oh Dai-me licença ê, o dai–me licença Alode Iemanjá Oh, Daí-me licença ê.. Mãe d’água, rainha das ondas, Sereia do mar, Mãe d’água seu canto é bonito, Quando faz luar Iê, Iemanjá, Iê, Iemanjá, Rainha das ondas, Sereia do mar. Como é lindo o canto, De Iemanjá, Faz até o pescador chorar, Quem escuta mãe d’água cantar, Vai com ela pro fundo do mar. Agradecimento Saída de Barco Eu vou levar Vou levar flores ao mar Eu vou levar – bis Uma promessa eu fiz Eu recebi vou pagar Uma promessa eu fiz De levar flores ao mar Vamos saravar, Mãe Iemanjá Vamos todos juntos jogar flores no mar É do mar, é do mar, é do mar É do mar minha mãe sereia Papai risca ponto na pedra Mamãe risca ponto na areia No fundo do mar tem areia

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Areia no fundo do mar – bis No fundo do mar tem as ondas As ondas que vão me levar Um barco enfeitado de flores Para ouvir a sereia cantar Iemanjá, Iemanjá - bis Odoia, odoia, meu Orixá, Odoia, Iemanjá – bis Levei pente espelho escova e pó Fui pedir proteção pro meu ronco Joguei laço de fita seu moço Eu de branco e de guia no pescoço Quanta gente na praia A saudar A rainha sereia do mar Odoia, odoia, meu orixá... bis Se escutava som de atabaque Era barco saindo em procisão Ao meu lado escutei um surdo baque Vi um corpo bolado no chão E o santo baixava em beira mar Sarava Odoiá Iemanjá Cruzamento O mar é o meu remanso Santa Bárbara é o meu tesouro Nas ondas do mar eu vi Eu vi Eu vi sete pingos de ouro Ponto Cruzado Yemanjá, é a rainha do mar (4x) Salve o povo de Aruanda Salve meu Pai Oxalá Salve Oxóssi , salve os guias Salve Ogum Beira Mar, (Yemanjá) Yemanjá, é a rainha do mar (4x) Vai Ter festa na Aruanda Vai Ter reza no Gantois Vai Ter gira a noite inteira E muitas flores no mar Yemanjá Retire a jangada do mar Mãe d’água mandou avisar Que hoje não pode pescar Pois hoje tem festa no mar É, eh, eh Yemanjá Ela é, ela é a rainha do mar Traz pente traz espelho, o o o o Pra ela se enfeitar, o o o o Traz flores traz perfume Enfeita todo o mar Eu sou filhos de Yabá,

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Yabá é minha mãe, Hó rainha do tesouro, Oh doce Yabá do fundo do mar, Oh doce Yabá do fundo do mar, Oh doce Yabá do fundo do mar. Foi na areia, foi na areia Foi na areia, foi na areia Fiz um pedido Pra mãe sereia Pra Iemanjá para eu nunca mais penar Foi na areia Numa noite na areia branca do mar A lua branca no céu iluminou o meu divino mar Sereia, mamãe do mar, sereia. Hoje é dia de Nossa Senhora De Nossa mãe Iemanjá, - bis Calunga ê, ê, ê, ê, ê, Calunga á, á, á, á, á, Brilham as estrelas no céu, Brincam os peixinhos do mar, Calunga ê, ê, ê, ê, ê, Calunga á, á, á, á, á, Janaína Eu fui na beira da praia, Pra ver o balanço do mar, Eu vi um retrato na areia, Me lembrei da sereia, Comecei a chamar, Ó Janaina vem ver, Ó Janaina vem cá, Receber suas flores, Que venho lhe ofertar. Saudação Estava na beira do mar Quando ouvi a sereia cantar – bis Ah, como é tão lindo O canto de Iemanjá Ah, como é tão belo O canto de Iemanjá Com licença do Senhor Com licença de Oxalá Com licença do Senhor Eu vou saudar minha Iemanjá Que canto lindo que vem la do mar Parece que as ondas estão a cantar - bis Ie Iemanjá Rainha das ondas A dona do Mar -bis Ponto Cruzado Eram duas ventarolas, Duas ventarolas,

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Que iam navegar Uma era Iansã, eparrei, A outra era Iemanjá, odociá. ABERTURA TRABALHO DE PRAIA Abra esta sede divina Eu cheguei fora de hora Aqui mora uma senhora É ela quem me domina – bis Fui vítima de mal olhado Eu vim pedir proteção Não sei se andei errado Ou faltei com obrigação Eu to andando atrapalhado Minha estrada está fechada Com mamãe Iemanjá eu sou tudo Sem mamãe iemanjá não sou nada - bis Subida de Iemanjá Mas eu já vou embora. Vou, mas torno a voltar, Vou com Deus e Nossa Senhora, Até a Umbanda me chamar. E vai, vai,vai, E vai beirando o mar, Vai a mãe sereia, Pra todo mal levar. Iemanjá já vai embora e ela vai beirando o mar Deí deí ela vai beirando o mar. E a marola vai levando Iemanjá é quem vai navegando - bis

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Sincretismo
Nossa Senhora Conceição da

Cor

Amarelo ouro
Ervas

Otim Símbolo Reino Flor

camomila, capim limão, dinheiro em penca, alecrim guaraná, água mineral, champagne doce abebê ( espelho), coração cachoeiras Rosa Amarela, Girassol, Crisântemo

amarelo Banana prata Rosa amarela Ouro, topázio amarelo, citrino sábado 08/12 omolocum,quindim,arroz cozidos,canjica amarela
Fruta Essência Mineral Dia Data Comida Saudação
Eu vi mamãe Oxum,

c/ovos

Ora ie ie (Clamemos a benevolencia da mãe)

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Na cachoeira, Sentada na beira do rio, Colhendo lírio, lírio, e, Colhendo lírio, lírio, a, Colhendo lírio, Pra enfeitar nosso congá Lá vem os barqueiros, De Cinda, Cinda é quem vem navegar, Cinda é mamãe Oxum, Aieie Oxum, Cinda é das ondas do mar. Estrela Dalva Estrela Divina É mamãe Oxum, É mamãe Oxum Que me ilumina Aiê iê, Aiê ie Aiê iê Mamãe Oxum Aiê iê Oxumaré No céu uma estrela vem brilhando Nas águas o amor refletindo Aie ie Aie ie Oxum De alegria estou sorrindo – bis Também nas cachoeiras Tem a força da Oxum Oxum é minha mãe E meu pai é Ogun Aie ie ô Oxum, Oxum Oxum é minha mãe - bis É a Rainha do meu Conga É a Rainha do meu Congá – bis Louvado seja o Senhor É a Rainha do meu congá Embala Oxum Olha a dança da Senhora Embala Oxum Aie ê quem vem agora Aiê iê, Aiê ie Aiê iê Mamãe Oxum Oxumiê Oxumaré Foi na beira do rio, Aonde Oxum chorou, Chora aieie, ê,o, Choram os filhos seus. Ponto de Proteção Eu sou da mina Eu sou da mina de ouro – bis Onde mora mamãe Oxum

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Guardiã do meu tesouro Mamãe Oxum rainha cheia de luz Cubrai-nos com vosso manto Rogai por nós a Jesus – bis Caboclo Areia Branca Oxum Quando canta na beira do rio Faz o peixe ciscar na areia - bis É o caboclo da Areia Branca que traz o ouro pra minha senhora –bis Aie iê ô Oxum Quando canta na beira do rio Faz o peixe ciscar na areia - bis A Aruanda já está festa Seu Areia Branca ilumina a terra Aie ie ô Clareia, clareia Clareia mamãe Oxum clareia Clareia as cachoeiras E ilumina o terreiro Teus filhos estão saudando Ora ie ie o Aie ieu , Oxum Oleuá Aie ie ieu ate de mi baba É Ondina, rainha das águas É ondina Ela é nossa mãe Yalodê da coroa de Ogum Aie ieu Oxum Oxum Sarava Oba Oxá Sarava Oxumaré Aie ieu mamãe Oxum Aie ieu Ocolofé, Mamãe Ocolofé Que odara o abebe de Abalô Que odara o adoxu de Iapondá Aie ieu mamãe Aie ieu mamae Kitolomim tasse ifé yaba Mamãe Oxum chegou Na gira dos orixás - bis Que traz das águas do rio Sua mensagem de paz -bis Mamãe Oxum valei-me Mamãe Oxum Olhai por seus filhos da gira Na fé do meu Pai Oxalá - bis Oi gira gira gira Oi gira e torna a girar Pra chamar povo de pemba Da gira dos orixás Olha ê ê Minha mãe Oxum

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É na cachoeira É dona dos rios Minha mãe Oxum É na cachoeira É das águas correntes minha mãe Oxum É na cachoeira É na cachoeira que eu vou lhe encontrar Minha mãe Oxum É na cachoeira Seus colares dourados É na cachoeira E uma rosa de ouro eu vou lhe entregar Mario ê ê ê ê mario ê Mario ê minha mãe Oxum É na cachoeira Quem manda na cachoeira é Oxum Quem tem tantos filhos pode ter mais um - bis Firma ponto filho de fé Bate a cabeça no congá Sarava Mamãe Oxum E o nosso Orixalá Se minha mãe é Oxum Na Umbanda e no Candomblé Aie ieu aie ieu aie ieu Aieieu minha mãe Oxumaré – bis Ela vem beirando o rio Colhendo lírios pra nos ofertar Aie ieu aie ieu mamãe Oxum Orixá desce e venha nos abençoar Alabê toque o Adarrum Vou curimbar pra Mamãe Oxum Olha eu olha eu mamãe Oxum Olha eu lha eu Oxumare Olha eu Mamãe Oxum Olha eu olha eu Oxumaré Mamãe Oxum rainha da cachoeira Deusa suprema da pedreira As suas águas cruzam as águas do mar E no sussurro do vento é que vem o seu cantar Refrão... Vou levar presente pra mãe santa do Oriente Pra que ela tão formosa Vem me enfeitar o luar E com seu olhar iluminar meu caminhar Lá na cachoeira eu vi eu vi Banhando a cabeleira eu vi eu vi Mamãe Oxum abençoando seus filhos Lá na cachoeira - bis Motumbá Oxum Meu camutuê Sarava Oxum e o seu ilê Já chegou já chegou já chegou no meu congá - bis Já chegou mamãe Oxum Rainha dos Orixás - bis

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Mamãe Oxum é um grande orixá - bis Rainha da cachoeira e Da coroa de Oxalá Águas de Oxum O rio é de Oxum aie ie ô O lago é de Oxum aie ie o Águas de Oxum aie ie o Aie ie oxum aie ie Água da cachoeira, aie ie o Força da cachoeira aie ie o Água cristalina Aie ie o Aie ie oe oxum Aie ie O rio passa na mata aie ie o Na pedra uma cascata aie ie o Oxossi Xangô aie ie o Aie ie oxum aie ie O vento na campina aie ie o O rio corta a campina aie ie o Iansã e Ogun aie ie o Aie ie Oxum aie ie O rio encontra o mar aie ie o Nos braços de Iemanjá Aie ie o Mãe de Oxalá aie ie o aie ie Oxum aie ie Oxum de nagô É Oxum de nagô é de nagô Oxum – bis Ie ie Salve Oxum Cachoeira - bis Subida

E a Oxum já vai embora Que Xangô mandou buscar Dei dei ela vai beirando o mar

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Sincretismo Cor Ervas Otim Símbolo Reino Flor Fruta Essência Mineral Dia Data Comida Saudação

Santa Bárbara

Amarelo claro, laranja folha de pêssego, bambu, pitanga, espada de santa bárbara champagne ou guaraná raio cachoeiras e bambuzais Rosa chá, flores vermelhas Manga Espada Pêssego cobre, rubi e pedras vermelhas quarta feira 0412 acarajé Eparrei Oia!
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Na mata eu vi Lá na mata senti Quanta força tem o vento Quanta força tem o vento Iansã Iansã Segura seu arere Iansã – bis Oh Iansã – bis Segura seu arere Iansa Ventou mas que ventania – bis Iansã é nossa mãe, Iansã é nossa guia – bis Ô Mamãe de Aruanda venta aqui venta no mar Ô Mamãe de Aruanda venta aqui venta no mar Iansã Orixá de Umbanda Rainha do nosso congá Saravá Iansã lá na Aruanda Eparrei, eparrei, Iansã venceu demanda Iansã Saravá pai Xangô No céu o trovão roncou E lá na mata o leão bradou Saravá Iansã Saravá Xangô Eram duas ventarolas, Duas ventarolas, Que iam navegar Uma era Iansã, eparrei, A outra era Iemanjá, odociá. Ae din din Ae din da Oia Matambá de aruê Oia Matamba de aruá Oia Matambá Eta dendê- bis Caboclo é da moruganga O Iansã Oia matamba Eta dendê Ventou nas matas Ventou nas pedreiras E ventou forte Nas cachoeiras Não era Oxossi Nem é Xangô E Iansã com seu patacoto Iansã tem um leque que venta

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Pra abanar dia de calor, Iansã mora na pedreira Eu quero ver Meu Pai Xangö Iansã cadê Ogun, Foi pro mar Iansã cadê Ogun, Foi pro mar Iansã penteia, os seus cabelos macios Quando a luz da lua cheia Clareia as águas do rio Ogun sonhava Com a filha de Nanã E pensava que as estrelas Eram os olhos de Iansã Mas Iansã cadê Ogun Foi pro mar (bis) Na terra dos orixás o amor se dividia Entre um Deus que era de paz E o outro que combatia Como a luta só termina Quando existe um vencedor Iansã virou rainha da coroa de Xangô Mas Iansã cadê Ogun Iansã é moça uma bonita, Rainha do seu Jacutá, Eparrei, eparrei, exare, Oh! Mamãe de aruanda, Ilumina o terreiro, Que eu quero ver, Eu quero ver. Ô Iansã menina Ë do cabelo louro Sua espada é de aço Sua coroa é de ouro No amanhecer É que a estrela brilha No amanhecer, nos ilumina Iansã Senhora do amanhecer Sua espada brilha Pra nos proteger É Oiá Iansã com sua luz REFRAO É Oiá, Iansã quem nos conduz - BIS Ao rodopiar traz o vento E a chuva cai Pra lavar a terra Semear a paz – bis REFRÃO É Santa Guerreira Se preciso for Pra acabar com a guerra Semear o amor –bis REFRÃO Iansã Oia divina dos axés

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Eparrei Oia Santa Bárbara ela é Já travejou relampejou Cadê Oia Xangô Refrao... O calice bento ela segurou Uma espada sagrada ela que arriou Eparei oia Eparrei oia O Iansã oba Sopra-me ê ê O Iansã oba Sopra-me ê ê Sopra-me êê Iansã Sopra-me êê Quede quede Oia Quede quede Oia Oh mamãe de Aruanda já curimbou Ai quede quede Iansã ela é dona do mundo Dona do fogo da faísca e do trovão Eparrei Iansã na Aruanda Santa Bárbara com a espada na mão TEMPO E olha o tempo E vira o tempo Olha o tempo, olha o tempo virou – bis E vira o tempo na cangira de Umbanda Olha o tempo, olha o tempo virou E olha o tempo Olha a lambada Macurá dilê - bis Olha ê o tempo Olha a lambada Macurê - bis Subida O vento que te trouxe é o que te leva para o mar Auê, auê, Auê minha mãe Iansã Deí deí ela vai beirando o mar Deí deí ela vai beirando o mar Iansã já vai embora Ela vai beirando o mar Deí deí Ela vai beirando mar Mãezinha, Minha Mãezinha O vento te trouxe, a brisa leva

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Sincretismo Cor Ervas Otim Símbolo Reino

N. Sra. Santana

Lilás, roxo Cipreste, cedro água
Ibiri

águas lodosas, pântanos, vegetação, mangues Flor Hortência, violeta lilas Fruta Figo Dia sabado
Data Saudação

águas

com

Saluba Nana!
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Ire Nana Ire Nana io, Nana ió Ire Nana ire Nana ió Nana ió Ire ire ire Nana Biburuque ire Saluba velha Nana Que habita o fundo do mar Salve Nana Buruque No reino dos orixás São flores Nana são flores São flores Nana Buruque São flores Nana são flores Que eu venho lhe oferecer A senhora Santana é Nana Ela é a Nana Buruque Ele é seu filho Nana ele é seu pai São Roque Obaluae Atraca atraca que ai vem Nana - Ê á - bis É Nana é oxum é quem vem saravar e a Passeando na linda aldeia Caminhando numa linda rua Mas que beleza Nana no clarão da lua - bis

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Chefe de Linha Cor Ervas Otim Símbolo Flor Fruta Essência Mineral

Sr. Omolu

Preto e Branco Arruda, alecrim, Guiné, Capim Rosário, Eucalipto café, cachaça c/ mel cruzeiro, cruz, estrela de salomão Flores Brancas Todas Arruda pemba
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Dia Data Comida Saudação
Chamada

segunda feira 13/05 virado de feijão, feijoada, doces caseiros (tudo o que a boca come..) adorei as almas! Angorô

Firma ponto minha gente Preto Velho vai chegar Ele vem de Aruanda Ele vem pra trabalhar, Sarava Pai Joaquim, Sarava Sarava, sarava, Ele vem de Aruanda, ele vem nos ajudar, Sarava o Pai Jerônimo Sarava, sarava, sarava Saravá Vó Benedita... (nomes) Ainda bem não era dia, Papai mandou chamar, Firma cabeça meus filhos, Que tem Pretos pra chegar. E vem preto velho, Descendo do céu, E Nossa Senhora, Cobrindo com o véu. Saudação A é a e a minha Angola Ae ae meu Meu Angolá Aue meu cativeiro Meu cativeiro meu cativerá Aue meu cativeiro, meu cativeiro Meu cativerá Preto velho Tava cansado ia pra senzala Batia o tambor Preto velho dava viva a iaiá Dava viva a sinhá Dava viva ao sinhô Bate tambor lá na Angola Bate tambor Bate tambor lá na Angola Bate tambor Benedito – (bate tambor) Pai Joaquim – (bate tambor) Pai José (bate tambor) Pai Mane (bate tambor) Bate tambor lá na Angola Pai João Pai José Pai Francisco

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Pai Cambinda Porque que que vc não bate Tambor la na Angola Bate tambor... Olha ai vc tem que Bater tambor la na Angola Saravá os preto velho, Saravá o seu congá, Eles vem lá de aruanda, Eles vem trabalhar, Com suas mirongas, E seus patuá, Saravá os pretos velhos, Na fé de Oxalá. Tizorere, orere, orerá, Tizorere, orere, orerá, Os pretos velhos, Quando vem pra trabalhar, Vem trazendo a sua gente, Para todo o mal levar, Ago, ago, Vem saravá filhos de Umbanda, Ago, ago, Vem saravá nesse congá, Saravá eles, Como chefe do terreiro, Saravá eles com todos, Seus companheiros. Na sua urucaia Tem quibombô Na sua urucaia Tem mungunzá Na sua urucaia Vovó da Bahia No seu patuá Tem sua urucaia Meu Senhor do Bonfim saravou Na sua urucaia Cadê a sua pemba cade Cadê a sua guia É nagô é É nagô é É nagô é - bis Se ele é filho de nagô seu padrinho é São José - bis Preto na senzala bateu sua caixa deu viva a iaia Preto na senzala bateu sua caixa deu viva a ioio - bis Viva iaia, viva ioio, viva Nossa Senhora O cativeiro já acabou Ponto Riscado Preto Velho tá quebrado De tanto trabalhar Preto velho tá cansado De tanto curimbar – bis Canta ponto

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Risca pemba Que é longa a caminhada Quem tem fé tem tudo Quem não tem fé - bis Não tem nada Preto velho que nasceu no cativeiro, Hoje desce no terreiro, De cachimbo e pé no chão, Oi, pega na pemba, risca ponto, Faz mironga, Saravá Maria Conga, Saravá meu Pai João. Ponto Riscado Oie Senhor Macutá –4x Ele vem da Angola Senhor Macuta Chegou agora Senhor Macuta Com a mão na pemba Senhor Macutá Alcançou vitória Senhor Macutá Saudação e Segurança Eu já plantei café de meia, Eu já plantei canavial, Café de meia não da lucro, Sinhá dona, Canavial marafo dá, Deus abençoe os pretos velho, Na porteira do congá. Pai Serafim Pai Serafim vem no meio das flores Olhando o céu Beirando o mar – bis Ele é preto velho de umbanda Que vem de Aruanda para nos salvar Pai Guiné É o vento que balança a folha , Guiné - bis É É é Pai Guiné É o vento que balança a folha Corta Demanda e Trabalho Preta Velha Ô Preta Velha você não me engana Amarra a saia com palha de cana – bis E o cigarro que ela fuma é de palha De Aruanda E o marafo que ela bebe Vai vencer toda a demanda Proteção – Corta Demanda

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Trabalho Vovó tem sete saias, Na última saia, Tem mironga, Vovó veio de angola, Pra salvar filhos de Umbanda, Com seu patuá, E a figa de guiné, Vovó veio de Angola, Pra salvar filhos de fé. Tudo o que eu peço A vovó ele faz Também o que eu peço a vovô Ele faz - bis O que eu quero mais, o que eu quero mais – bis Ele é rei de Aruanda Mas vovó também manda Quando os dois pedem juntos Ninguém me passa pra traz. O que eu quero mais, o que eu quero mais... Cura Ele é Preto Velho Preto sim senhor Ele é Preto Velho, Meu Filho Nego rezador Sentado no toco Ele vem trabalhar E a sua doença , meu filho Ele vai levar Cura Deixei me cachimbo no toco, Mandei o moleque buscar, Na hora da derrubada, Meu cachimbo ficou lá. Que pedra linda e bonita Que Xangô mandou buscar – bis Eu tenho ordem de Zambi Prá trazer pra este congá Quem é que estava doente Que mandaram me chamar – bis Já tenho ordem de Zambi Prá curar neste Congá Pai Congo Pisa na linha de Congo Meu filho, filho meu Pisa na linha de Congo Devagar, filho meu – bis Pisa na linha de Congo Destemido filho meu Pai Congo trabalha na Umbanda para lhe ajudar Olha a Conga a girar Arriou na linha de Congo É de Congo é de Congo aruê

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Arriou na linha de Congo Trabalha que eu quero ver Congo, Rei Congo Congo chegou Congo é maravilha No terreiro saravou Congo ê congo ê congo de sassaravá – bis Congo de sassaravá Segura seus filhos que Deus é maior É congo é um belê Um belê é Rei de Congo É congo é um belê Bele é um naruê É congo é um bele Bele é rei de congo É congo é um bele Bele e um narue É congo é um bele Bele é rei de congo É congo é um bele Lé lé lé leô Rei de Congo lé lé Rei de Congo leleô Senhora do rosário foi quem me trouxe aqui – bis A água do mar é santa Eu vi eu vi eu vi – bis Caminhou caminhou Preto velho caminhou - bis Lá na Aruanda maior Preto Velho caminhou – bis Pai Tomáz Oh Pai Tomáz Oh Pai Tomáz Vem no terreiro, vem trabalhar Filho de Zambi Ele é filho de Oxalá Oh Pai Tomáz Oh Pai Tomáz Vem no terreiro, vem trabalhar Sua falange Com licença de Oxalá Meu pito ta apagado Minha marafa acabou Vou trabalhar pra sunce por que sou trabalhador eu vou trabalhar sunce vai ganhar muito bango meu filho depois vem me pagar

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Pai Benedito Quem é aquele velhinho, Que vem no caminho, Andando devagar, Com seu cachimbo na boca, Puxando a fumaça, E soltando fumaça pro ar, Ele é do cativeiro, E pai Benedito, ele é mirongueiro. Pai João Preto velho que nasceu no cativeiro, Hoje desce no terreiro, De cachimbo e pé no chão, Oi, pega a pemba risca o ponto, Faz mironga, Saravá Maria Conga, Saravá meu Pai João. Pai Joaquim É na Aroeira de São Benedito, Santo Antonio mandou me chamar, Pai Joaquim,ê,ê. Pai Joaquim, ê,a, Pai Joaquim veio de Angola, Pai Joaquim veio de Angola, Angola. Pai Joaquim de Angola Que preto é esse oi calunga Que chegou agora calunga - bis É pai Joaquim o calunga Que veio da Angola Vovó Joaquina Sarava Vovó Joaquina Sarava o seu congá Ela vem lá de Aruanda Ela vem pra trabalhar Com suas mirongas E seu patuá Sarava Vovó Joaquina Na fé de Oxalá Linha de Quenguele Quenguelê, Queguelê Xangô, Ele é filho da Cobra Coral, Olha preto tá trabalhando, Olha o branco não tá olhando. Pai Luis ( quenguele) Kaô, Kaô Xangô Kaô Kaô Xangô me chamou - bis Olha o nego arriou no terreiro, kaô, Kaô cabecile ele é meu protetor – bis Kaô, Kaô Xangô

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Kaô Kaô Xangô me chamou - bis Olha a linha de quenguelê Pai Luis de Aruanda ele vem me valer ALMAS Foi lá No cruzeiro das almas Aonde as almas vão rezar – bis As almas choram de alegria quando seus filhos combinam Também choram de tristeza quando não quer combinar As almas já ascenderam o candieiro Êê Lá no fundo do mar Adorei as almas As almas me atenderam - bis Eram santas almas La do cruzeiro - bis Vovó Catarina Sarava pra vovó Catarina Que é dona da gira do meu terreiro Sarava pra vovó Catarina E pra todas as almas do cativeiro A vovó Catarina do Congo é A Vovó Catarina vai baixá Sarava pra vovó Catarina Que é dona da gira e do meu congá Mas como é lindo, O canto do meu preto velho, É do meu preto velho, Seu canto é lindo, É humildade, Por onde passa, Vai levando a caridade. Mãe Maria Mãe Maria, Mãe Maria Lavadeira de iá iá Vai lavar saia de renda Não é dela é de Iemanjá Bate que bate tambor de Aruanda Bate que bate É a Maria Redonda Flor de laranja Vovó pegou Trouxe pro terreiro Cuscuz e marafo Cuscuz e marafo ela entregou Na encruzilhada ela saravou Saravou saravou – bis Desafio - Confirmação Lá vem vovó descendo a ladeira,

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Com sua sacola, Com seu rosário, seu patuá, Ela vem de Angola, Eu quero ver vovó, Eu quero ver vovó, Se filho de pemba tem querer. Com dendê com dendê Preto velho trabalha com dendê – bis Agora que eu quero ver Preto velho trabalha com dendê Minha cachimba tem mironga Minha cachimba tem dendê Quem duvida da minha cachimba que venha ver que venha ver Ta caindo flor - bis Lá do céu cá na terra O lele ta caindo flor - bis Pontos de linha É preto, é preto, É do meu congá, É preto, é preto, Ora vamos saravá. Navio negreiro Nas ondas do mar Correntes pesadas Na areia a arrastar E a negra escrava Tristonha a cantar Saravá nossa mãe Yemanjá Vovó não quer, Casca de coco no terreiro, Faz (a)lembrar, Do tempo do cativeiro. O Preto esta molhado de suor Feliz porque Deus o libertou Oi Sinhá Sinhá Segura a xibata não deixa bater Faz uma prece pra nego morrer Que nego não quer mais sofrer -bis Maleime Tem pena dele Benedito Tenha dó Ele é filho de Zambi Ô São Benedito tenha dó Tem pena dele Nanã Tenha dó Ele é filho de Zambi Ô Nanã tenha dó Quem vem de longe,

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É Preto Velho de Angola, Quem vem de longe, É Preta Velha de Angola, Com seus cabelos brancos encaracolados, Tem a brancura da pureza e da alegria, São abençoados pelo filho de Maria. Pai Antonio Que fumaça cheirosa vovô Sai do seu cachimbo - bis Não sei se é arruda, vovo, ou majericao Só sei que essa fumaça vovo, faz bem ao meu coração, Meu Pai Antonio de Angola Protetor bondoso guia Ele traz num patuá O feitiço da Bahia Enquanto a senzala dormia - bis Sua oração fazia –bis Ajoelhado pedia clemência a Jesus e a Virgem Maria Cativeiro Cativeiro Aue meu Cativeiro cativeiro cativerá cativeiro cativerá

Firmeza - Confirmação Saravá, saravá, saravá, Este filho de pemba, Que fica de pé no congá, Saravá, saravá Oxalá, Ele é pai de cabeça, E não deixa seus filhos tombar, Lua, ó lua já deu meia noite, Meu galo de pena cantou. Lua, ó lua, ilumine o terreiro, Que pai de cabeça chegou, Subida de Preto Velho E vai preto velhos, Subindo pro céu , E Nossa Senhora, Cobrindo com o véu. A sineta do céu bateu, Oxalá já diz que é hora, - bis Eu vou, eu vou, eu vou, Fica com Deus e Nossa Senhora. - bis Preto velho já vai Que a sua banda lhe chama Vai prá Aruanda Desmanchar se tem mironga Mas eu já vou embora. Vou, mas torno a voltar,

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Vou com Deus e Nossa Senhora, Até a Umbanda me chamar.

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Sincretismo Cor Ervas Otim Símbolo Flor Fruta Essência Mineral Dia Data Comida Saudação

São Lázaro – São Roque

Preto e Branco, preto, vermelho e branco Sabugueiro, barba de velho água cruzeiro flores brancas, crisântemos, rosas eucalipto terra segunda feira 30/08 doboru, (pipoca na areia), canjica Atoto ( silencio, hora de devoção)

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Casinha branca, casinha branca Que eu mandei fazer Para acolher meu Pai Omolu Atoto Obaluaê Atoto obaluaê Atoto babá Atoto Obaluaê Atoto é Orixá Meu pai Oxalá, É o rei, venha me valer, O velho Omulum, Atôtô Abaluaê, atôtô Abaluaê, Atôtô Babá, atôtô Abaluaê, Atôtô Orixá. Há quanto tempo eu andava te procurando Há quanto tempo eu andava te procurando Abaluaê atoto Abaluaê atoto Ele é um grande orixá Ele é o chefe da Calunga Ele é seu atoto É Obaluaê Omolu Omolu Omolu É o filho de Oxalá – bis Na sua banda é rei Na Umbanda é Orixá Vamos jerua, vamos jerua Vamos jerua Obaluae, atoto Obaluae atoto Ae ae a minha Angola Ae ae meu Angola - bis Era um velho muito velho Que morava numa casa de palha Na beira da casa ele tinha Velame miquissangue Miquessangue Velame No seu alanguê Meu pai Obaluae É filho de Nana Buruque Ouve meu pedido neste descarrego Pipoca na casa Num canto sossego Despacha as doenças Trazendo a saúde Sob seu fila venha me amparar

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Sincretismo Cor Ervas Otim Flor Fruta Dia Data Comida Saudação

Cosme e Damião

rosa e azul Alfazema, hortelã, açucena, manjerona, erva doce refrigerante colorido flores coloridas, campestres todas domingo
27/09

caruru, doces variados beji erö, sarava ibeijada

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CHAMADA Tem bala de coco e peteca Deixa a ibeijada brincar -bis Hoje é dia de festa Ibeijada vem saravar – bis Papai me mande um balão, Oi com todas as crianças, Que tem lá no céu, bis Tem doce mamãe, Tem doce mamãe, Tem doce lá no jardim. bis Eu vi Doum, Na beira d’água, Comendo arroz bebendo água, Eu vi Cosme e Damião, Na beira d’água, Comendo arroz bebendo água, Eu vi as crianças, Na beira d’água, Comendo arroz bebendo água, PONTOS DE LINHA Papai do ceu Protegei as criancinhas Papai do céu Que elas são inocentinhas Papai do ceu Criancinha quer brincar Manda um presente Que é pra ela não chorar Criança contente é criança feliz Criança que brinca por todo o pais. São Cosme e São Damião São dois amigos leais São Cosme brinca na areia Damião brinca no mar Cosme e Damião Vem cá vem ver Tenho uma batalha Prá nós dois vencer Titia me deu cocada Tio me deu guaraná – bis Gostei foi do caruru Que a mamãe mandou preparar - bis Mamãe me deu caruru Eu comi caruru de mamãe - bis Mamãe me deu caruru Eu comi caruru de mamãe Mariazinha

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Mariazinha nasceu na beira Do rio Na beira do rio La no Juremá – bis Aonde a lua brilha Clareia a campina Clareia a mata pra ibeijada brincar Os anjos lá no céu cantavam Estrela Dalva clareou – bis Sarava Cosme e Damião Neste terreiro Oxalá lhe abençoou Filho Filho Filho Filho de fé estava doente de fé estava chorando - bis filho de fé viu ibeijada de fé já está cantando –bis

Catarina você tem Um congá que é uma beleza - bis O terreiro enfeitado Muito doce sobre a mesa - bis Ibeijada está de ronda São Jorge de prontidão Salve o povo de Aruanda Salve Cosme e Damião Ele é pequeninho Mora no fundo do mar Sua madrinha é sereia Seu padrinho é Beira Mar No fundo do mar tem areia - bis Seu padrinho é Beira Mar Sua madrinha é sereia Quando a lua brilha no céu Clareia a Umbanda – bis Clareia Ibeijada que vem Lá de Aruanda - bis Na Bahia tem um coco Coco que faz a cocada - bis Coco que faz o manjar Para dar para Ibeijada – bis Doum Doum Doum Doum Cosme e Damião - bis Doum Doum Doum Brinca sentado no chão – bis Foi no jardim, Colher as rosas, E vovozinha deu-me, As rosas mais formosas, Cosme e Damião, ô Doum, Crispin, Crispiniano, São os filhos de Ogum. Três estrelinhas, Todas três em carreirinha,

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Uma é minha, A outra é sua, A outra é da Mariazinha. Cosme e Damião, Cadê Doum, Doum foi passear, No cavalo de Ogum. Cosme e Damião, Sua casa cheira, Cheira cravo, cheira rosa, Cheira flor de laranjeira. Bahia é terra de dois Terra de dois irmãos Governador da Bahia É Cosme e São Damião Tem paciência dois dois Eu dou camisa azul E para o ano que vem Dois dois comer caruru Subida de Crianças Andorinha que voa, Voa andorinha, Leva as crianças, Pro céu andorinha, Chô, chô, chô andorinha, Leva as crianças, Pro céu andorinha. Lá vão as crianças, Subindo pro céu , E Nossa Senhora, Cobrindo com o véu. Ibeijada já vai embora Aruanda estava chamando E foram pra um jardim no céu Oxalá estava esperando

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Cor

Amarelo, Branco, Marron e as vezes, Chapéu de couro, cipó caboclo, espinheira santa variadas Xetruá! Xetro Marrombaxetro, xetro

vermelho
Ervas Otim Saudação

navizara!

Boa Noite meus senhores -bis Dá-me licença para um cavaleiro

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Dá-me licença para um cavaleiro Eu morei mata cerrada – bis O meu nome é caboclo vaqueiro O meu nome é caboclo vaqueiro Deus nos salve casa santa – bis Onde Deus fez a morada- bis Boa noite meus senhores – bis Dá –me licença para um cavaleiro - bis Aonde mora o cálice bento - bis E a hóstia consagrada – bis Sai sai sai Boa Noite meus senhores ( sai sai sai) Boa Noite venham cá ( sai sai sai) Eu me chamo boiadeiro ( sai sai sai) Aqui e em qualquer lugar ( sai sai sai) Lá nas matas, lá na Jurema –bis É uma lei severa, é uma lei sem pena - bis De lá vem vindo De lá vem só De lá vem vindo a Força maior E de lá vem vindo, Boiadeiro, De lá vem só De lá vem vindo a força maior E lá no mato Tem um boiadeiro – bis Ele é bonito e formoso Como um raio de sol – bis Tava longe tava longe tava longe Desta terra - bis Tava longe tava longe tava longe tava em guerra - bis E como vai camarada eu vou indo Eu vim aqui na sua casa com o sino - bis Sou boiadeiro, sou boiadeiro, sou boiadeiro imperador, sou boiadeiro o que que eu sou, eu sou boiadeiro, boiadeiro imperador, eu sou boiadeiro Boiadeiro imperador, eu sou boiadeiro Eu tenho meu chapéu de couro Eu tenho a minha guiada Eu tenho meu lenço vermelho Para tocar minha vaquejada E olha a ponta do laço vaqueiro Oi vem topar, oi vem topar na porteira do curral - bis Seu boiadeiro por aqui choveu Choveu Água rolou Foi tanta água que meu boi nadou

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Quem vem lá é dois dois de ouro Quem vem lá boiadeiro sou eu A cancela do meio bateu Sou eu boiadeiro sou eu - bis Boiadeiro boiadeiro Sua boiada esparramada Boiadeiro chama seu guia E vai ter sua boiada - bis E zum zum (zum) ê maué maue E zum zum zum ê maué Mauá ( Olha) Eu sou filho das águas claras ( Olha) Eu sou neto de Iemanjá Ó minha terra, ô minha terra Ô minha terra onde eu nasci E que saudade da minha terra Ô ela lá e eu aqui E Lá no mato Tem um velhinho - bis dos cabelos loiros da barba dourada – bis ele é tal amigo ele é um rei coroado A minha boiada é de 31 Eu já lacei foi 30 Está faltando um Boiadeiro, Boiadeiro ó A pedra do seu anel Brilha mais do que ouro em pó Nas tranças do seus cabelos Eu bebi água de gravatá, seu boiadaeiro - bis Eu bebi água no gravatá, sou boiadeiro Eu bebi água no gravatá Pedrinha miudinha Pedrinha na Loanda ê Lageiro tão grande Tão grande na Aruanda Meu lageiro é muito grande De pedrinha miúda Oi de pedrinha miúda de pedrinha grauda Eu atirei Eu atirei e ninguém viu Seu boiadeiro é quem sabe Aonde a flecha caiu Ô abre-te campestre que eu quero passar Quero ver meu gado Aonde ele está

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Cor Ervas Otim Símbolo Flor

Vermelho e Preto, Preto e Branco Arruda macho, folha de mamona, brinco de princesa cachaça,champagne tridente curvo ou reto Rosa vermelha e cravo vermelho, brinco Maçã

de princesa
Fruta

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Essência Mineral Dia Comida Saudação

Rosa Vermelha ferro, chumbo, cobre segunda feira padê, farofa de frango e pimentas Laroiê exu! Exu é mojibá

ABERTURA Com licença da umbanda pra quimbanda eu vou virar – bis vou chamar.... para todo o mal levar Oi dá licença e Oi dá licença a Oi dá licença ê Pra fechar nosso congá É Mojibá Seu Exu Rei É Mojibá É mojibá Seu Exu Rei é Mojibá, é mojibá Seu exu rei é mojibá Seu Tranca Ruas na quimbanda É mojibá É mojibá seu Tranca Ruas É Mojibá, é mojiba Seu Tranca Ruas é Mojiba Seu Treme Terra na magia É mojibá É mojibá seu Treme Terra É Mojibá, é mojiba Seu Treme Terra é Mojiba Seu Marabô no retorno É mojibá É mojibá seu Marabo É Mojibá, é mojiba Seu Marabo é Mojiba Exu Veludo no inferno é mojibá É mojibá Exu Veludo é Mojibá É mojibá Seu Pinga Fogo na quimbanda É mojibá

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É mojibá seu Pinga Fogo É Mojibá, é mojiba Seu Pinga Fogo é Mojiba Seu Capa Preta na virada É mojibá É mojibá seu Capa Preta É Mojibá, é mojiba Seu Capa Preta é Mojiba E a Pomba Gira na demanda É mojibá É mojibá a pomba gira É Mojibá, é mojiba A pomba gira é Mojiba Sete Encruzas na Magia É Mojibá E a Pomba Gira na defesa é mojiba É Mojibá Exu Veludo no inferno é Mojibá É Mojibá Seu Giramundo na virada é Mojibá Sete Porteiras no retorno é mojibá É mojibá Exu Pedreira lá na Macaia É mojibá Seu Tiriri lá no retorno é mojibá É mojibá Seu Marabó na magia é mojibá Exu mangueira na virada é mojibá Exu Mirim Boa Noite gente Como vai como passou Sete Encruzas é pequenininho Mas é bom trabalhador Boa Noite gente Como vai como passou Traça Rua é pequenininho Mas é bom trabalhador SEGURANÇA Tem ladeira no caminho Esta casa tem segurança - BIS Oi na Porteira tem vigia Meia Noite o galo canta Lá na porteira, Eu deixei meu sentinela, Eu deixei seu Tranca Ruas Tomando conta da cancela, Lá na porteira, Eu deixei meu sentinela, Eu deixei o Seu Caveira Tomando conta da cancela. Oi Calunga Mangueira – bis

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Oi Calunga Mangueira seu exu está na porteira Oi calunga me dá o que eu pedi Oi Calunga que eu dou para ti CHAMADA E SAUDAÇAO Sua capa de veludo Quando veio deixou lá Quando dava meia noite Todo Exu ia buscar Ina mojibá ê, ina mojibá e - bis ( Tranca Rua ia buscar, Marabô ia buscar, pombagira...etc) Balança a figueira Balança a figueira Balança a figueira Quero ver Exu cair Cadê Seu Sete Encruzas que eu não vejo ele aí (todos os exus) Galo cantou Na beirada do terreiro – bis Vai saudar a encruzilhada Onde mora Exu Guerreiro Eu vou eu vou Já mandei chamar meu povo ... Tranca Ruas O sino da igrejinha, Faz belém, blem, blom, Deu meia – noite, O galo já cantou, Seu Tranca Ruas, Que é o dono da gira, Oi corre a gira, Que Ogum mandou. Ó luar o luar – bis Ele é dono da rua Quem cometeu as suas faltas Peça perdão a Tranca Ruas Estava dormindo, Na beira do mar, Quando as almas me chamaram, pra trabalhar, Acorda Tranca Ruas, Vem vigiar, O inimigo está invadindo, A porteira do Congá, Põe a mão nas suas armas, Vem guerrear, Bota inimigo pra fora, Para nunca mais voltar.

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Tranca Rua das Almas Viva as almas Salve a coroa e a fé Salve Exu das almas Ele é Tranca Rua de fé Tranca Ruas Seu Tranca Ruas, Me cubra com sua capa, Quem tem capa escapa, Quem tem capa escapa, A sua capa, È um manto de caridade, Sua capa cobre tudo, Só não cobre a falsidade. A lua vai o sol clareia, A lua volta, E os Exus já estão na aldeia, Seu Tranca já chegou, Veio do alto da serra, Exu já foi coroado, Com seu ponteiro de guerra, Ilumina o mundo, ilumina o mar, Ilumina a terra, Cidade dos Orixás. Soltei um pombo lá nas matas Oi na pedreira não pousou – bis Aí foi pousar numa encruzilhada Seu Tranca Rua é quem mandou Boa Noite lua cheia Lua nova do meu lado Tranca Rua é quem chegou Pra comandar o seu reinado Deu meia noite A lua se escondeu Lá na encruzilhada dando a Sua gargalhada Tranca Rua apareceu É laroie é laroie é laroie É mojuba é mojubá é mojubá Ele é odara dando a sua gargalhada Quem tem fé É Tranca Rua é só pedir que ele dá Unha grande Braço forte Seu Tranca Ruas vem Trazendo a sorte Seu Tranca Ruas é uma beleza, Eu nunca vi um Exu assim, Seu Tranca Ruas é uma beleza, Ele é madeira que não dá cupim.

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Caveira Seu Caveira, Seu cabrito deu um berro, Estourou cerca de arame, Arrebentou portão de ferro. Portão de ferro, Cadeado de madeira, No portão do cemitério, Quem manda é Exu Caveira. Quem nunca viu vai ver, Caldeirão sem fundo ferver, Deu meia-noite, Galo preto canta, Catatumba racha, E o defunto geme

Caveirinha
Catatumba tremeu, A cruz caiu, Caveirinha saiu pra trabalhar, Ele pediu conhaque, Lhe deram pinga, Ele pediu punhal, Pra cortar mandinga, Exu Caveirinha Venha trabalhar Levanta desta tumba Faz pedra rolar Na mão esquerda A foice Na cinta o punhal Não sai da minha banda Pra não se dar mal João Caveira Quando vou ao cemitério Peço licença para entrar Bato como pé esquerdo E começo a saravar Eu saravo Omolú, Omolú Seu João Caveira também E eu peço a proteção Para o povo do além Oi saravá, saravá, O rei Omulum vai chegar, Ele é o rei, o rei da quimbanda, E o Maioral. Meia-noite auê, meia-noite, Estava na minha banda, Estava no meu congá,

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Estava na minha gira, Vamos todos saravá. Calunga Calunga, calunga, Calunga aruê, Meu povo é da Quimbanda, Meu povo vem trabalhar.

Saudação Balança figueira, Balança figueira, Eu quero ver Exu cair, Cadê seu Tranca Ruas, Que eu não vejo ele aí, Cadê seu ...................., Que eu não vejo ele aí. Boa Noite gente Como vai como passou Sete Encruzas é pequenininho Mas é bom trabalhador Boa Noite gente Como vai como passou Traça Rua é pequenininho Mas é bom trabalhador Exu fez uma casa, Sete portas, sete janelas, Exu não precisa de casa, É pomba gira que vai morar nela. Entrei no cemitério às onze horas do dia Exu se levantava e a catacumba tremia Din din don A catacumba tremia Exu se levantava e a catacumba tremia Exu Pinga Fogo Não bata na pedra, Que dela sai fogo, Quem é que está na gira, É seu Pinga Fogo. Exu Marabô Exu Marabo É Marabo de sinhá – bis quem quiser chamar exu

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exu é de querer querer Tava curiando na encruza Quando a Umbanda me chamou ( bis) Exu na quimbanda é rei na Umbanda ele é doutor Exu quebra demanda Exu é Marabo Deu uma ventania oi ganga No alto da serra - bis Éra seu Marabo, (nomes) oi ganga Que vem descendo a serra Sete Encruzilhadas Dizem que Exu, Só bebe e da risada, Mas ele é Exu, Dono das sete encruzilhada, São sete queimaduras, Que não tem mistério, Ele, ora lá na encruza, Oi lá no cemitério, A sua gira é forte, Não tem caçoada, Depois da hora grande, Vai girar na encruzilhada. O seu Sete Encruzilhada, Vai chegar pra trabalhar, A mironga dos seus filhos, O seu Sete vai levar, O seu Sete Encruzilhada, Já chegou pra trabalhar, A mironga dos seus filhos, O seu Sete vai levar, Sete mais sete mais sete, É vinte um, Saravá todos os Setes, Uma vez de cada um. O Sete, o Sete, o Sete Encruzilhadas Toma conta e presta conta No romper da madrugada Exu quando chega no reino Mas todo mundo quer saber o seu nome Mas ele é Seu Sete Encruzilhadas Ele pula de banda Ele pula de lado Tranca Rua das Matas Seu Tranca Rua da mata Chama chama que ele vem Ele é o Rei da quimbanda na mata Chama, chama que ele vem Lá no meio da macaia Seu Tranca Rua chegou

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Ele veio tirar despacho Que você prá mim deixou Exu Tiriri Exu Tiriri de Umbanda Dono da Encruzilhada Risca ponto presta conta Ao romper da madrugada O mal que aqui entrou Entrou e vai sair Pegou ele pelo rabo E entregou pro Tiriri Exu Tiriri riri É o rei da encruzilhada Toma conta e presta conta Ao romper da madrugada Exu Gira Mundo Eu quero ver correr Eu quero ver balancear – bis Chegou Seu Gira Mundo e na Quimbanda vai girar Oi cadê Giramundo, pemba Oi cadê Giramundo, pemba - BIS Tá na terreira, pemba Com seu Cambono, pemba - BIS Exu Veludo Ninguém pode comigo Eu posso com tudo Lá na encruzilhada Ele é Exu Veludo Oi salve o sol Oi salve a lua Na encruzilhada Posso com tudo Por que eu sou Exu Veludo Eu sou Exu Veludo E vim lá da Quimbanda Eu vim neste terreiro Pra salvar filho de Umbanda Exu Capa Preta Com faca de dois gumes não se deve brincar – bis Chegou seu Capa Preta Que vem trabalhar Eu sou filho de Umbanda E meu Pai era Pajé

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Eu só uso Capa Preta Fale quem quiser falar Eu vou soltar rabo De arraia Para ver como é que é Capoeira toma sentido Que eu vou te derrubar Eu vou soltar rabo de arraia para Ver como é que é. É um mavile é um mavango Recompenso ê a a a a Recompenso ê SANTO ANTONIO Caminhou caminhou Santo Antonio caminhou Caminhou caminhou Santo Antonio caminhou Lá na Aruanda maior Santo Antonio caminhou PONTO CRUZADO Exu cainana Quem te matou, cainana - bis Foi Seu Tranca Ruas, cainana Foi seu Marabo, cainana Foi seu Sete Encruzas Quem te matou Eu vi gemer Joaquim Eu vi chorar - bis Naquele morro eu vi pomba voar - bis Eu vi morrer Joaquim Eu vi chorar - bis Naquele morro eu vi pomba voar - bis

POMBA GIRA
Arreda homem, Que aí vem mulher, Ela é a Pomba Gira, Rainha do Candomblé. De vermelho e negro, Vestida a noite, O mistério traz, De colar de ouro, Brinco dourado, A promessa faz, Se é preciso ir, Você pode ir, Faça o que quiser, Mas cuidado amigo, Ela é bonita, ela é mulher, E no canto da rua , Zombando, zombando,

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Zombando está, Ela é moça bonita, Girando, girando, Oi girando, lá, Oi girando, lá oi ê, ê, Oi girando lá. E Boa Noite prá quem vem de longe Boa Noite prá quem vem chegando Boa Noite prá moça bonita É pra ela que estamos cantando Leva sete rosas vermelhas Lá na encruzilhada É lá que a moça bonita Vai dar a sua risada Pomba Gira Cigana Vinha caminhado a pé, a pé, Para ver se encontrava, Uma linda Cigana de fé, Ela parou e leu minha mão, (Leu minha mão,) Me disse toda verdade, Mas eu, Só queria saber onde andava, Minha linda Cigana de fé. Cigana, ela vem dançando, Ela vem mostrando, Sua dança no terreiro, Com sua saia rodada, Sua bota prateada, Pra acabar com feiticeiros. Ela gira no ar, ela gira na praça, ela gira na rua, Eeee Ela canta ela dança ela vive sorrindo em noite de lua - BIS Ela é sincera, ela é de verdade Cuidado amigo que ela não gosta de falsidade Ae, olha a pomba gira gire Ae, olha a pomba gira gira No caminho do terreiro encontrei uma mulher Vinha linda e perfumada quis saber quem ela é Pomba gira cigana Pomba gira ela é Ela vem caminhando e chega girando na ponta do pé Ae Pombo Gira ae pombo gira Ae pombo gira vamos trabalhar Ae Pombo Gira ae pombo gira Ae pombo gira vamos trabalhar Ae Pombo Gira ae pombo gira Leva as quizilas desta casa pro lado de lá

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Ela é uma cigana faceira, ela é Ela é das sete linhas E não é de candomblé Ela vem de muito longe Os seus filhos ajudar Ela vem de muito longe Saravar esse congá Ganhei uma barraca velha, Foi a Cigana que me deu, O que é meu é da Cigana, O que é dela não é meu, E a ciganinha é puerê, È puerê, é puerá. Deu uma ventania oi ganga No alto da serra Era a pomba gira o ganga Que vem descendo a serra Fui caminhando pela madrugada Muito longe eu avistei uma moça Na calçada Linda morena cigana Me diga quem você é Eu sou a rainha das rosas Cigana do candomblé Eu vou abrir seus caminhos Acredite se quiser Eu vou mudar sua vida Sou ciganinha de fé Ponto Cruzado Foi uma rosa, Que eu plantei na encruzilhada, Foi uma rosa que plantei no meu jardim, Maria Mulambo, Maria Mulher, Maria Padilha, Rainha do Candomblé. Maria Molambo Ela trabalha, De segunda a segunda, E quem não gosta dela, Diz que ele é vagabunda, Ela gira no sol, E também gira na lua, Ela é Maria Mulambo, Ela é mulher da rua. Ganhei uma barraca velha Foi a Molambo quem me deu O que é meu é da Molambo O que é dela não é meu E a Molambo é puere É puere é puerá

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Maria Padilha Está iluminado este terreiro, Está cheirando flor este congá, Maria Padilha, Um pedido eu faço, Me abre o terreiro, Ilumine os caminhos, Por onde eu passo. Exu Maria Padilha , Trabalha na encruzilhada, Firma o ponto, Presta a conta, Rosa Vermelha Que rosa tão bonita Que rosa tão encarnada Pomba gira da calunga E também da encruzilhada Eu quero ver pomba gira Eu quero ver Eu quero ver a senhora lá na encruza Eu quero ver Pomba Gira eu quero ver Eu quero ver Rosa Vermelha lá na encruza Rosa Vermelha, Da cigarrilha de prata Rosa Vermelha é pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas Raiou, ô ô ô ô A dona da casa chegou – bis Quem é Aquela mulher que vem segurando a barra da saia Quem é aquela mulher É a ciganinha da praia – bis Quem é aquela mulher Quem é aquela mulher Rosa Vermelha a filha de Lúcifer Quem é aquela mulher Quem é aquela mulher Rosa Vermelha chegando do candomblé Foi na beira D´água Que eu plantei meu jardim – bis Perguntei pra Sete Rosas onde esta o jasmim O Jasmim me falou, ta com Rosa Maria – bis Ta com a Rosa Vermelha, dia e noite noite e dia É Rosa , Julieta e Olerina Vou dançar com essas três meninas Se Rosa não quiser dançar vou chamar Julieta para ser meu par Mas eu me perco no meio das meninas É Julieta, É Olerina É Rosa Julieta e Olerina vou dançar com essas três meninas Rosa Vermelha

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Rosa Vermelha que Exu ganhou Rosa Vermeha Rosa Vermelha é de Seu Marabô Dama da Noite Eu caminhava Pela alta madrugada, Sob o clarão da lua, Ouvi uma gargalhada, Linda morena formosa, Me diga quem você é, Eu sou a dona da rosa, Sou a Pomba Gira de fé. Vim aqui trabalhar, Na força de Oxalá, Eu sou a dama da noite, Rainha deste congá. Tiriri faca de ponta Olha a capoeira que quer te pegar Olha a moça que gosta de samba Olha a moça que vem trabalhar E arueira arueira arueira E arueira arueira aruá Olha a moça que gosta de samba Olha a moça que quer trabalhar Pomba Gira que dança é essa, Que faz a vida da gente dançar, É a dança da lua, É a dança da rua, É dança da moça, Que traz alegria. Ela gira no ar, Ela gira na praça, Ela gira na rua êê, êê, Ela canta, ela dança, Ela vive sorrindo, Em noite de lua, êê, êê, Ela é sincera, Ela é de verdade, Mas cuidado amigo, Que ela não gosta, De falsidade. Maria Padilha Exu Maria Padilha, Trabalha na encruzilhada, Firma o ponto, presta conta, Ao romper da madrugada. Pomba gira é mulher de sete maridos Não mecha com ela, ela é um perigo, E a Padilha é mulher de 7 maridos, Não mecha com ela, ela é um perigo E a Molambo é mulher de Sete Maridos Não mecha com ela, ela é um perigo

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E a Sete Saias é...e a cigana é.. Rosa Vermelha é...etc Juraram de lhe matar na porta de um cabaré - BIS Por causa da Pomba Gira rainha do candomblé – BIS Subida de Exus. E a(o) ........... já vai que sua banda lhe chama Vai prá Aruanda desmanchar se tem mironga Exu chegou, Exu trabalhou, Exu curiou, Exu vai embora, Que Zambi chamou. Chora bananeira, Bananeira chora, Chora bananeira, Que os Exus já vão embora. Vai te embora exu Não tropeça no caminho Passa no quintal dos outros Mas não mecha com o vizinho QUEBRA DEMANDA Ae pombogire pombogirá – bis Pomba gira girou Num conga lá da Bahia Veio de longe pra quebrar feitiçaria - bis Pomba gira veio de longe Veio para me benzer No ibá tem marafo Tem farofa tem dende Subida de Pomba Gira E a Pomba Gira já vai, Que a sua banda lhe chama, Vai pra aruanda, Desmanchar se tem mironga.

E a Pomba Gira vai embora É na ponta da mata É na encruzilhada que ela mora É na ponta da mata É com sete exus Que Ela mora (E a Rosa Vermelha vai embora.. Sete Rosas, Molambo, Pomba gira já cunjanjô iaia o re re - bis Pomba gira cujanjô janjo - bis

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Chora Bananeira Bananeira chora Chora bananeira As pomba giras vão embora Pomba Gira vai embora Sua hora já chegou A limpeza do terreiro Oi que Xangô mandou (E a Rosa vai embora.. Sete Rosas Vai embora E a Molambo vai embora)
Ae pombogire pombogira Ela vence demanda Ela tira agulha do fundo do mar

EXU MIRIM
Boa Noite gente Como vai como passou Exu é pequenininho Mas é bom trabalhador

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Cor Ervas Otim Símbolo Flor Essência Mineral Dia Comida Saudação

Azul claro e Branco As mesmas de Iemanjá cachaça, cerveja âncora, leme rosa branca, lírio branco, flores brancas Alfazema prata sábado, segunda feira peixe de água salgada não tem específica (Salve o povo do mar)

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Marinheiro, marinheiro Marinheiro amigo meu – bis Aonde ancorou seu barco, Marinheiro Bem juntinho do meu - bis Da-me licença ê, oh da-me licença – bis Alode Iemanjá Ê, da-me Licença – bis A barca dos marinheiros Na espada de Ogun de Lei - bis Vem trazendo o povo d’água Trazem tudo de uma vez- bis Eu não sou daqui, Marinheiro só, Eu não tenho amor, Marinheiro só, Eu sou da Bahia, Marinheiro só, De São Salvador, Marinheiro só, Marinheiro, marinheiro, Marinheiro só, Quem te ensinou a nadar, Marinheiro só, Foi tombo do navio, Marinheiro só, Ou foi o balanço do mar, Marinheiro só, Lá vem, lá vem, Marinheiro só, Ele vem faceiro, Marinheiro só, Todo de branco, Marinheiro só, Com seu bonezinho, Marinheiro só, Marinheiro olha a onda, Não deixa o barco virar, Moça bonita é, Santa Barbara, Olha marinheiro, Nas ondas do mar Olha a onda do mar, marinheiro Oi no fundo do mar tem dinheiro SUBIDA DE MARINHEIRO É É É É a a a a hora hora hora hora é é agora é chegou a hora é da marola é de ir pra Angola marinheiro eu sou é meu amigo eu sou - bis

Marinheiro Marinheiro Marinheiro Marinheiro

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Não deixa o barco afundar Marinheiro eu sou Vem me livrar do perigo Marinheiro eu sou Eu não sou daqui E nem sou de lá Eu sou marinheiro Minha casa é o mar Adeus adeus Eu já vou embora Eu vou com Deus E nossa Senhora

eo

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Cor Ervas Otim Mineral Comida

Amarelo, amarelo e preto folha de coqueiro, folha de dendezeiro cachaça, cerveja, batida de coco ferro de trilho farofa de lingüiça apimentada, acarajé, não tem específica – Salve o Povo da

comida bahiana
Saudação

Bahia!
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ABERTURA Esta aberta a nossa gira de baianos Esta cheirando flor nosso conga Seu Zé Pilintra um pedido eu faço Me abra o terreiro Ilumina os caminhos por onde eu passo Baiano é povo bom, Povo trabalhador, Quem mexe com baiano, Mexe com Nosso Senhor. Quando eu vim da Bahia, Estrada eu não via, bis Cada encruza que eu passava, Uma vela eu acendia. bis “Coquim”, “Coquim” Baiano Coquim lá da Bahia Coquim venceu demanda Com a Senhora da Guia Nossa Senhora da Lapa Da Lapa de Bom Jesus Baiano quebra a mandinga Nos pés da Santa Cruz Na Bahia tem Vou mandar buscar Lampião de vidro, sá dona Para clarear Lá na Bahia, Ninguém pode com baiano, Quebra coco, Arrebenta sapucaia , Quebra coco, Vamos todos saravar Bahia, oh África Venha nos ajudar- bis Força baiana Força africana Força divina vem cá Vem cá O meu Senhor do Bonfim Valei-me São Salvador

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Vamos saravar nossa gente Que o povo da Bahia chegou Bahia , Bahia de São Salvador Quem nunca foi à Bahia Peça a Deus nosso Senhor Zum zum zum Vai sambar mais um Zum zum zum Vai tombar mais um Vai tombar mais um – 4x Vai tombar mais um A dança não é brincadeira Zum zum zum É dança de capoeira Quem entra na dança Não pode cair deitado Pra não passar vergonha diante dos convidados Oh oh a Bahia me chamou – 4x Louvei meu pai de santo Sarava meu Pai Xangô Oh oh oh A Bahia me chamou Vou pagar uma promessa Ao meu Senhor do Bonfim Vou pedir ao meu Pai Xangô Que não se esqueça de mim Oh oh oh oh A Bahia me chamou Bahiano de todos os santos Do poeta e compositar Bahia dos grandes vultos Que a natureza criou Oh, oh, oh oh Oh Bahia Bahia de Nosso Senhor do Bonfim Oh Bahia Pede a Oxalá por mim Baiana da saia rendada Tabuleiro de acarajé Baiana tá no terreiro Sambando no candomblé Trepa no coqueiro Tira coco se quiser Vou chamar a baianada Prá dançar no candomblé Na Bahia tem um côco Neste côco tem dendê Na Bahia tem um côco Me diga como é que se come este côco Este côco é bom de comer Quando eu vim lá da Bahia Eu trouxe meu patuá Terreiro que tem mironga

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Baiano vai mirongar Baiano Severino Estrela Dalva estrela matutina Oh Luz divina venha nos salvar – bis Meu Jesus Cristo venha nos salvar Vou saldar Seu Severino Na falange de Oxalá Zé Baiano Mas olha meu camarada, Camarada meu, Sou Zé Baiano, Que chegou aqui agora, Candomblé bato no Queto, Umbanda bato na Angola. Estava no mato Estava no mato Oi tava bem escondinho Estava no mato Estava no mato Num dendê abaixadinho Oi na Bahia corre água sem chover Oi na Bahia corre água sem chover Nos todos somos baianos Agora que eu quero ver – bis Oi na Bahia tem gente que sabe ler Bahia, Bahia, Bahia de São Salvador, Quem nunca foi a Bahia, Peça Deus Nosso Senhor. Ê...Baiana Ê, ê, ê baiana baianinha Baiana Boa, gosta de samba Entra na roda E diz que é bamba Apronta a viola Que ela quer sambar Ela gosta de samba Ela quer trabalhar Meu galo preto do pé amarelo, Canta meu galo e só faz o que quero, No pico da meia noite, Meu galo preto cantou, Ele veio tirar despacho, Que você pra mim mandou, Na direita tenho Deus, Porque nele tenho fé, Na esquerda tenho o meu galo, Que desmancha tudo com pé, Meu golo preto do pé amarelo, Canta meu galo e só faz o que quero,

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Tem areia oi, tem areia, tem areia oi, tem areia, tem areia No fundo do mar tem areia Lá na mata tem mironga Eu quero ver Lá na mata tem um povo Esse povo tem dendè Tem areia, oi Tem areia Tem areia no fundo do mar Tem areia Oi na Bahia tem gente que sabe ler Também tem povo baiano Que desmanha canjerê – bis Baiano que vem da Bahia Vem beirando beira mar Poe a conga no terreno Oi deixa a conga serenar Aue baiano baiano que balanceia Aue baiano Na serra da Mantiqueira – bis Se ele é baiano agora Que eu quero ver Dançar catira no azeite de dendê Eu quero ver Os baiano da Aruanda Trabalhando na Umbanda Pra quimbanda não vencer Eu quero ver Os baianos da Aruanda Baiana da saia rendada Seu tabuleiro tem axé A Baiana tá requebrando Oi quando dança no candomblé Oh Bahia, Bahia de N. Sr. Do Bonfim Oh, Bahia, pede a Oxalá por mim Demanda Oi Vamos baianada Pisar no catimbó Amarrar os inimigos Na pontinha do cipó Esta casa tem 4 cantos Cada canto tem seu santo Onde mora o cálice bento E o Divino Espírito Santo Zum, zum, zum Olha lá Jesus quem é Eu juro por Deus e as almas Inimigo cai e eu fico em pé (O inimigo cai e eu fico em pé) Baiana faz e não manda Nem tem medo de demanda - bis Baiana feiticeira

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Filha de Nagô Trabalha com pó de pemba Pra ajudar babalao - bis Baiana sim, baiana vem Quebra mandinga com dendê - bis Minha reza e forte Ela é de coroa Ela vem do Norte É uma reza boa A mandiga firmada La no solo do sertão É mandinga quebrada Na ponta do meu facão Na combuca assentada No lado de dentro do portão Passa amigo e camarada Gente ruim não passa não Vai te embora mau olhado Ziquizira e amolação Ta cortada a inveja, olho grande E obcessão ZE PILINTRA Sinto saudade do seu Zé Da baixa do sapateiro Da lagoa Abaeté Da gruta do boiadeiro Ô Zé Pilintra de noite na madruagada - bis Quebra feitiço Ajude a filharada - bis De terno branco Seu punhal de aço puro Seu ponto é seguro Quando vem pra trabalhar Segura o nego que esse nego É Zé Pilintra Na descida do morro Ele vem trabalhar ZéPilintra , Zé Pilintra Boêmio da madruagada Vem na linha das almas E também na encruzilhada Mas o amigo Zé Pilintra Que nasceu lá no sertão Enfrentou a boemia Com seresta e violão Pulando cruzado No meio do terreiro chegou Ogun da Bahia do Congo e da lei de Nagô Chegou Zé Pilintra Que veio do lado de la Fumando e bebendo e gritando Vamos saravar

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Saravar saravar Eu tirei um ponto Para saravar lúcifer Maria Padilha Rainha do Candomble Hoje na lei de umbanda Acredito no senhor Pois sou seu filho de fé Pois tem fama de doutor Com magias e mirongas Dando forças ao terreiro Sarava seu Zé Pilintra Um amigo verdadeiro Cadê seu Zé Pilintra De chapéu branco na mão Com gravata encarnada Mandando socar pilão Meu senhor não maltrate este nego Este nego caro me custou Ele usa camisa listrada Calça de veludo e anel de doutor Esse nego é doutor É sim senhor Estava sentado numa mesa da Jurema Afirmei meu ponto e balancei o maracá – bis E eu saudei foi a Jurema Preta Seu José Pilintra dê um tombo e venha cá Seu Zé Pilintra onde é que o senhor mora Seu Zé Pilintra onde é sua morada Eu não posso te dizer Porque você não vai me compreender Eu nasci no Jurema Minha morada é bem pertinho de Oxalá Oi Boa Noite pra quem é de boa noite Oi bom dia pra quem é de bom dia Abenca meu Papai abença Seu Zé Pilintra é o rei da boemia Eu vi o mestre na mesa Coitadinho dele em pé Com uma pena de arara E um bico de Canindé Seu Zé não deve nada a ninguém – bis Na cidade das Torrinhas Sete portas se fechou - bis Com uma fumaça ao contrario Que Zé Pilintra soltou – bis Eu soltei piriquito eu soltei sabiá Eu virei macumbeiro de perna pro ar Quem foi que viu Zé Pilintra Afogando neste salão Com um copo de cachaça E um charuto aceso na mão

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A cachaça só é boa feita da cana torta Vocês bebem pelo vicio E Zé Pilintra porque gosta Quem foi que viu Zé Pilintra Vagando por este mundo Na boca de quem não presta Zé Pilintra é vagabundo Quem esta batendo na porta Quem nesta porta bateu É Jesus sacramentado Que Zé Pilintra sou eu DEMANDA Oi meu limão oi meu limoeiro Oi meu limão oi limoá Eu sou Zé Pilintra Zé Pilintra eu sou - BIS Joguei meu punhal no ponto Para meu ponto afirmar Chamei meus camaradas Para vir me ajudar Joguei meu punhal no ponto Para meu ponto afirmar Chamei meus camaradas pra demanda Vir quebrar Seu Zé Pilintra abalou cece Seu Zé Pilintra abalou cece no mar Filhos de Zé Pilintra chama mas não vai Filhos de Zé Pilintra balanceia mas não cai Subida de Baiano Baiano é povo bom Tem mironga no Conga - bis Mandinga ele traz Feitiço no samba Samba baiano Samba sinhá Baiano vai embora levando todos os “már” Agora pro seu morro vai subir Meu Deus ele já vai embora Conversa de malandro não tem fim Boa Noite meu Senhor Boa Noite minha senhora

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Conto de Areia Clara Nunes É água no mar Ë maré cheia ô, mareia ô, mareia

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É água no mar - bis Contam que toda a tristeza que vem da Bahia Nasceu de uns olhos morenos cansados de mar Não sei se é conto de areia ou se é fantasia Que a luz da candeia ilumina Pra gente contar Um dia a morena enfeitada de rosas e rendas Abriu seu sorriso de moça e pediu Pra dançar A noite emprestou as estrelas Bordadas de pratas E as águas de Amaralina Eram gotas de luar Era um peito só Cheio de promessas era só Era um peito só Cheio de promessas era só Quem foi quem mandou o seu amor Se fazer de canoeiro O vento que rola nas palmas Arrasta o veleiro E leva pro meio das águas de Iemanjá E o mestre valente vagueia Olhando pra areia sem poder chegar Adeus Amor Adeus meu Amor não me espera Porque eu já vou embora Pro reino que esconde os tesouros De minha senhora Desfia colares e conchas Pra vida passar E deixa de olhar p’ros veleiros Adeus meu amor Eu não vou mais voltar Foi Beira Mar, Foi Beira Mar quem chamou Foi Beira Mar Foi Beira Mar ________________________________________ Yaô cadê a Samba (Zeca Pagodinho) Yaô cadê a samba Está mandando na curimba - bis A pequena me conhece Não sou de vacilação

Não pode beber cachaça Nem deve cuspir no chão, Yaô Yaô cadê a samba Está mandando na curimba – bis Samba tu fica na minha Que eu vou ficar na sua Vamos pedir segurança

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Pra falange lá da rua, Yaô ________________________________________

Tribo dos Carajás Martinho da Vila Tribo dos Carajás Noite de Lua cheia, Aruanda Menina Moça é quem manda na aldeia A tribo dança E o grande chefe pensa em sua gente Que era dona deste imenso continente Onde sonhou sobreviver da natureza Respeitando o céu

Respirando o ar Pescando nos rios E com medo do mar, oi – bis Estranhamente o homem branco chegou Pra construir pra progredir Prá desbravar E o índio cantou o seu canto de guerra Não se escravizou mas está sumindo da face da terra – bis Arunã, aruanã açu É a grande festa do povo do alto Xingú ________________________________________ Quando eu contar Zeca Pagodinho Iá iá Minha preta não sabe o que eu sei O que vi nos lugares onde andei Quando eu contar iá iá Você vai se pasmar Vi um tipo diferente Assaltando a gente que é trabalhador Morando num morro muito perigoso Onde um tal de Caveira comanda o vapor Foi aí que o tal garoto Coitado do broto encontrou com o Caveira Tomou-lhe um sacode Caiu na ladeira Iá iá minha preta morreu de bobeira

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Oh Ia iá... refrão Dei um pulo na macumba Saber da quizumba Bolei na demanda Cantei pra Calunga Baixei a muamba Saravei a banda Meu corpo fechei Iá Iá fiz tudo certinho Deitei para o Santo Raspei Catulei Me deixa de lado cão escomungado Tô abençoado tô dentro da lei Oh Iaia Iá iá minha preta não sabe o que eu sei (e nem sabe o que eu vi) O que eu vi nos lugares onde eu andei Quando eu contar iá iá vc vai se pasmar (falei quando eu contar)

___________________________________ Pisa como eu pisei Zeca Pagodinho Chega como eu cheguei Pisa como eu pisei No chão que me consagrou Olha que lei é lei Lei que eu nunca burlei Pois Deus me designou

Canto da Sereia Marisa Monte Ogun Te, Marabô, Caiala e Sobá Oloxum, Inaê, Janaína, Iemanjá São Rainhas do Mar Mar, misteiroso mar

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Que vem do horizonte É o canto da sereia

Lendário e fascinante É o canto da sereia Inalaô rocheia no mar Em noite de lua cheia Ouço a sereia cantar E o luar, e o luar tão lindo Em noite encantam Com a sua melodia ........... Ela mora no mar, ela brinca na areia No balanço das ondas A paz ela semeia Refrão.. ________________________________________ Minha Fé

Zeca Pagodinho
Eu tenho um santo padroeiro, poderoso Que é meu Pai Ogum, eu tenho Tenho outro santo que me ampara na descida Que é meu Pai Xangô, é caô E quem me ajuda no meu caminhar Nessa vida pra ir na corrida do ouro É Oxum, é Oxum Nas mandingas que a gente não vê Mil coisas que a gente não crê Valei-me meu Pai atotô, Obaluae Obaluaê Por isso que a vida que eu levo é beleza Não tenho tristeza, só vivo a cantar Cantar Cantando transmito alegria E afasto qualquer nostalgia prá lá Sei lá E há quem diga que essa minha vida Não é vida para um ser humano viver Podes crer

Chico não vai na corimba

Zeca Pagodinho
Chico não vai na curimba Chico não quer curimbar Bebeu água de moringa Dormiu no pé do gongá Hoje não faz mais mandinga

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Não que saracotear Chico não acende vela Nem manda flores pro seu Orixá Ele é de banda cheirô Ele é de banda cheirá Ele é de banda cheirô Ele é de banda cheirá (Chico não vai)

Não toma banho de arruda Nem toma banho de abô E nem sabe me dizer Se é de Keto, de Angola, De Jeje ou Nagô Dizem pelos sete cantos Que ele era um grande babaloxirá Ele é de banda cherô - refrao Seu pai de santo no descarrego Tomou um carrego até cair no chão Chico arrebentou a guia Nosso compadre não quer proteção Dispensou a rezadeira Figa de Guiné e o velho patuá O santo invade o pagode Aplica sacode em qualquer lugar

MARIA VAI COM AS OUTRAS (Vinícius de Moraes / Toquinho) Maria era uma boa moça Pra turma lá do Gantois Era a Maria vai com as outras Maria de coser, Maria de casar Porém o que ninguém sabia É que tinha um particular Além de coser além de rezar Também era Maria de pecar Tumba-ê, caboclo, tumba lá e cá Tumba-ê guerreiro, tumba lá e cá Tumba-ê meu pai, tumba lá e cá Não me deixe só ________________________________________

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Maria que não foi com as outras Maria que não foi pro mar No dia dois de fevereiro Maria não brincou na festa de Iemanjá Não foi jogar água-de-cheiro Nem flores pra sua Orixá Aí, Iemanjá pegou e levou O moço de Maria para o mar Tumba-ê, caboclo, tumba lá e cá Tumba-ê guerreiro, tumba lá e cá Tumba-ê Iemanjá, tumba lá e cá Não me deixe só, tumba lá e cá ________________________________________ Seu balancê Quando o canto da sereia Reluziu no seu olhar Acertou na minha veia Conseguiu me enfeitiçar Tem veneno o seu perfume Que me faz o seu refém Seu sorriso tem um lume Que nenhuma estrela tem Tô com medo desse doce Tô comendo em suas mãos Nunca imaginei que fosse Mergulhar na tentação Essa boca que me beija Me enlouquece de paixão Te entreguei numa bandeija A chave do meu coração Seu tempero me deixa bolado é um mel misturado com dendê No seu colo eu me embalo eu me embolo até numa casinha de sapê Como é lindo o bailado debaixo dessa sua saia godê Quando roda no bambaquere, fazendo fuzuê Minha deusa esse seu encanto parece que vem do Ilê Ou será de um jogo de jongo que fica no Colubandê Eu só sei que o som do batuque é truque do seu balancê Preta cola comigo porque, tô amando você Lalaiá lalaiá lalaiá lalaiá lalaiá lala iá

________________________________________ Verdade Descobri que te amo demais Descobri em você minha paz Descobri sem querer a vida Verdade Pra ganhar seu amor fiz mandinga Fui a ginga de um bom capoeira Dei rasteira na sua emoção

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Com o seu coração fiz zoeira Fui a beira de um rio e você Uma ceia com pão, vinho e flor Uma luz para guiar sua estrada A entrega perfeita do amor Verdade

MOTUMBÁ Timbalada Mãe de Samba Motumbá Capoeira camará Da jangada vai jogar Altas flores em alto mar Pede ao mar para ir ao mar Sobá Prepara um lírio branco Acaçá pra Iara Iá Prepara um rico espelho do tipo de se enfeitar Prepara bonito que é para agradar O reino sagrado das águas de Iemanjá So ba soba soba Iemanja soba soba me re re Iemanja soba me re re Iemanja soba soba me re re Soba soba soba

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