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:2005

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SUMÁRIO
A

1. 2. 3.

INTRODUÇÃO .................................................................................................................. 3
A

DISPOSIÇÕES GERAIS .................................................................................................... 4
A MEMORIAL DESCRITIVO .............................................................................................. 5

3.1.

A Iluminação e tomadas .................................................................................................. 5 A

3.1.1. 3.1.2. 3.1.3. 3.1.4. 3.2. 3.3.

Generalidades ....................................................................................................... 5 Iluminação ............................................................................................................ 5 Tomadas de Uso Geral ......................................................................................... 5 Tomadas de Uso Específico ................................................................................. 6

Divisão das instalações ................................................................................................ 6 Dimensionamento de condutores ................................................................................. 7 Condutores Utilizados .......................................................................................... 7 Seção mínima dos Condutores ............................................................................. 8 Critério da capacidade de corrente ....................................................................... 8 Critério da queda de tensão admissível ................................................................ 9

3.3.1. 3.3.2. 3.3.3. 3.3.4. 3.4. 3.5. 3.6. 3.7. 4.

Dimensionamento do alimentador ............................................................................... 9 Proteção dos circuitos ................................................................................................ 10 Dimensionamento dos eletrodutos ............................................................................. 10 Disjuntores ................................................................................................................. 11

MEMORIAL DE CÁLCULO ........................................................................................... 12 4.1. Iluminação e Tomadas ................................................................................................... 13 4.1.1. Iluminação ............................................................................................................... 13 4.1.2. 4.2. Tomadas ............................................................................................................. 14

Divisão das instalações .............................................................................................. 15

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4.3.

Dimensionamento dos condutores ............................................................................. 21 Condutores utilizados ......................................................................................... 21
A A

4.3.1. 4.3.2. 4.3.3. 4.3.4. 4.4.

Seção mínima dos Condutores ........................................................................... 21 Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente ....... 23 A
A Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível ................. 31 A

Dimensionamento dos alimentadores ........................................................................ 38 Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da

4.4.1.

capacidade corrente ........................................................................................................... 38 4.4.2. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pela queda de

tensão admissível............................................................................................................... 38 4.4.3. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da

residência) pelo critério da capacidade corrente ............................................................... 39 4.4.4. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da

residência) pela queda de tensão admissível ..................................................................... 39 4.5. Proteção dos circuitos ................................................................................................ 40 Condutor de proteção PE (Aterramento) ............................................................ 40 Condutor Neutro ................................................................................................. 40

4.5.1. 4.5.2. 4.6. 4.7. 5. 6. 7. 8.

Dimensionamento de eletrodutos............................................................................... 40 Disjuntores ................................................................................................................. 43

LEVANTAMENTO DE MATERIAL .............................................................................. 48 CONCLUSÃO .................................................................................................................. 49 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .............................................................................. 50 ANEXOS ........................................................................................................................... 51

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1.

INTRODUÇÃO
A A

A A eletricidade está presente em quase todos os locais, hoje em dia já não vivemos sem A ela, pois tudo o que usamos necessita da eletricidade. A eletricidade pode ser produzida de A várias maneiras, entre elas, as principais são: através de usinas hidrelétricas, usinas

termelétricas e usinas nucleares. A mais usada aqui no Brasil é a Hidrelétrica. Em cada unidade residencial, para que os habitantes possam usufruir da eletricidade fornecida pela concessionária (BOVESA, no caso da cidade de Boa Vista), faz se necessário que sejam bem projetadas as instalações elétricas da residência. Um projeto de instalações elétricas compreende diversas etapas, tais como: escolha dos pontos de utilização, cálculo da demanda de energia elétrica, divisão dos circuitos e dimensionamento dos cabos de forma que nenhum fique sobrecarregado e que eventuais reparos não interrompam o fornecimento completo de energia na residência,

dimensionamento dos eletrodutos, escolha dos disjuntores (DR ou DTM), além destes cálculos, devem ser apresentadas plantas de fácil entendimento para facilitar a execução do projeto, o diagrama unifilar e o padrão de entrada também deve ser mostrado em planta. O orçamento também deveria ser realizado, mas este item não foi contemplado no presente projeto, todos os demais, sim.

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2.

DISPOSIÇÕES GERAIS
A A

A A residência se localiza na cidade de Boa Vista, cidade com uma temperatura média de

35°C.

A A Os serviços de instalações serão executados de acordo com as Normas da ABNT.

A tubulação será ligada à terra. O eletrodo de terra será executado de acordo com o disposto na NB-3/ABNT. Todos os condutores deverão ser instalados de maneira que, quando completada a instalação, o sistema esteja livre do curto-circuito. Será obrigatório o emprego de eletrodutos rígidos, rosqueáveis, em toda a instalação. Todos os condutos correrão embutidos nas paredes e lajes, intervalo de lajes e outros espaços preparados para tal fim.

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3.

MEMORIAL DESCRITIVO
A

3.1.

Iluminação e tomadas

A

3.1.1. Generalidades A carga a considerar para um equipamento de utilização é a sua potencia nominal absorvida, dada pelo fabricante ou calculada a partir da tensão nominal, da corrente nominal e do fator de potência. 3.1.2. Iluminação Em cada cômodo ou dependência de unidades residenciais deve ser previsto um ponto de luz no teto, com potência mínima de 100 VA, comandada por interruptor na parede. Em cômodos ou dependências com área igual ou inferior a 6 m² deve ser prevista pelo menos uma carga de 100 VA e com área superior a 6 m² deve ser prevista uma carga mínima de 100 VA para os primeiros 6 m², acrescida de 60 VA para cada aumento de 4 m² inteiros. Observação: Os valores apurados correspondem à potência destinada à iluminação para efeito de dimensionamento dos circuitos, e não necessariamente à potência nominal das lâmpadas. 3.1.3. Tomadas de Uso Geral Nas unidades residenciais, o número de tomadas de uso geral deve ser fixado de acordo com o seguinte critério: Em banheiros, pelo menos uma tomada junto ao lavatório; Em cozinhas, áreas de serviço e locais análogos, no mínimo uma tomada para cada 3,5 m, ou fração de perímetro, sendo que, acima de cada bancada com largura igual ou superior 0,30 m, deve ser prevista pelo menos uma tomada; Em varandas e garagens, pelo menos uma tomada. Para circuitos de tomadas de uso geral que atendam a esses locais, deve ser atribuída uma potência de no mínimo 1000 VA; Nos demais cômodos ou dependências, se a área for inferior a 6 m², pelo menos uma tomada; se a área for maior que 6 m², pelo menos uma tomada para cada 5 m, ou fração de perímetro, espaçada tão uniformemente quanto possível. Nas unidades residenciais, às tomadas de uso geral devem ser atribuídas as seguintes potências:
A A A

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Em banheiros, cozinhas, áreas de serviços e locais análogos, no mínimo 600 VA por
A tomada, até três tomadas, e 100 VA por tomada, para as excedentes, considerando cada um A

desses ambientes separadamente.

Nos demais cômodos ou dependências, no mínimo 100 VA por tomada. 3.1.4. Tomadas de Uso Específico
A

A Às tomadas de uso específico deve ser atribuída uma potência igual à potência nominal A do equipamento a ser alimentado. Quando não for conhecida a potência do equipamento a ser

alimentado, deve se atribuir à tomada uma potência igual à potência nominal do equipamento mais potente com possibilidade de ser ligado, ou potência determinada a partir da corrente nominal da tomada e da tensão do respectivo circuito. Tomadas de uso específico devem ser instaladas no máximo a 1,5 m do local previsto para o equipamento a ser alimentado.

3.2.

Divisão das instalações

Toda a instalação deve ser dividida em vários circuitos, de modo a: Limitar as conseqüências de uma falta, a qual provocará apenas seccionamento do circuito defeituoso; Facilitar as verificações, os ensaios e a manutenção; Evitar os perigos que possam resultar da falha de um único circuito, como, por exemplo, no caso da iluminação. Chama-se de circuito o conjunto de pontos de consumo, alimentados pelos mesmos condutores e ligados ao mesmo dispositivo de proteção (chave ou disjuntor). Nos sistemas polifásicos, os circuitos devem ser distribuídos de modo a assegurar o melhor equilíbrio de cargas entre as fases. Os circuitos de iluminação devem ser separados dos circuitos de tomadas. Em unidades residenciais são permitidos pontos de iluminação e tomadas em um mesmo circuito, exceto nas cozinhas e áreas de serviço, que devem constituir um ou mais circuitos independentes. Devem ser observadas as seguintes restrições em unidades residenciais:

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Circuitos independentes devem ser previstos para os aparelhos de potência igual ou
A superior a 1500 VA, sendo permitida a alimentação de mais de um aparelho do mesmo tipo A

através de um só circuito.

As proteções dos circuitos de aquecimento ou condicionamento de ar de uma
A residência podem ser agrupadas no quadro de distribuição da instalação elétrica geral ou em

um quadro separado.

A

A Quando um mesmo alimentador abastece vários aparelhos individuais de ar-

condicionado, deve haver uma proteção para o alimentador geral e uma proteção junto a cada aparelho, caso este não possua proteção interna própria. Cada circuito deve ter seu próprio condutor neutro. Para residências, os circuitos de distribuição devem obedecer à seguinte prescrição mínima: Um circuito para cada 60 m² ou fração.

3.3.

Dimensionamento de condutores

3.3.1. Condutores Utilizados Os condutores utilizados nas instalações residenciais de baixa tensão poderão ser de cobre ou de alumínio, com isolamento de PVC (cloreto de polivinil) ou de outros materiais previstos por normas, como EPR ou XLPE. Inicialmente deve ser escolhida a maneira de instalar os condutores elétricos conforme a tabela 4.2 (Hélio Creder - 2004, página 146). Com o método de referência já obtido e de posse da tabela 4.4 (Hélio Creder – 2004, página 153), pode-se escolher a bitola do condutor pela capacidade de condução de corrente. Fatores de correção conforme as temperaturas ambientes e o agrupamento de condutores devem ser levados em conta. Para obter o fator de correção devido à temperatura ambiente, utilizar a tabela 4.8 (Hélio Creder - 2004, página 157). Já para o fator de correção devido ao agrupamento de condutores, utilizar tabela 4.10 (Hélio Creder - 2004, página 158). A norma NBR 5410 prevê a seção mínima dos condutores conforme o tipo de instalação. Para obtenção da seção mínima do condutor, utilizar a tabela 4.16 (Hélio Creder 2004, página 162). Para obtenção da seção mínima do condutor neutro, utilizar a tabela 4.17

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(Hélio Creder - 2004, página 163). Já para obtenção da seção mínima do condutor de
A proteção, utilizar a tabela 4.19 (Hélio Creder - 2004, página 163). A Depois de escolhido o condutor pelos critérios anteriores, deve-se verificar se o mesmo

satisfaz o critério da queda de tensão admissível, conforme tabela 4.18 (Hélio Creder - 2004, página 163).
A

O condutor a ser escolhido é o de maior seção. A Os condutores de baixa tensão são normalmente comercializados em rolos de 100 m e A em diversas cores, que na instalação devem ser as seguintes: Condutor fase: preto, branco, vermelho ou cinza; Condutor neutro: azul-claro; Condutor de proteção: verde ou verde e amarelo. 3.3.2. Seção mínima dos Condutores A NBR 5410 prescreve a seção mínima do condutor conforme o tipo de instalação, o material utilizado e a utilização do circuito. A tabela 4.16 (Hélio Creder – 2004, página 162) fornece os valores das seções mínimas dos condutores. 3.3.3. Critério da capacidade de corrente A corrente atuante é obtida através da seguinte equação:

Sendo: : corrente em ampères; : potência em watts; Observação: Para circuitos de corrente contínua ou monofásicos a 2 fios, Para circuitos trifásicos a 3 fios, ; . ;

Para 2 fases + neutro de um circuito trifásico,

Com a corrente obtida, utiliza-se as tabelas 4.4 (Hélio Creder – 2004, página 153), 4.5 (Hélio Creder – 2004, página 154), 4.6 (Hélio Creder – 2004, página 155), 4.7 (Hélio Creder – 2004, página 156).

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3.3.4. Critério da queda de tensão admissível As quedas de tensão ocorrem em função A distância entre a carga e o medidor e a da
A potência da carga. As quedas de tensão admissíveis são dadas em percentagem da tensão

nominal ou de entrada:
A A

A NBR 5410 prescreve:

A

A queda de tensão admissível para instalações alimentadas diretamente por um ramal de baixa tensão, a partir da rede de distribuição pública de baixa tensão é de 4%. Observação: A queda de tensão parcial nos circuitos terminais para iluminação deve ser igual ou inferior a 2%. Para a obtenção da seção do condutor, a seguinte fórmula é aplicável:

Sendo: S: seção do condutor em mm²; : potência consumida em Watts; : resistividade do cobre; : comprimento em metros; (%): queda de tensão percentual; U: tensão em volts. De forma mais simplificada, pode-se usar a tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79) e 3.5 (Hélio Creder – 2004, página 79) para a obtenção da seção do condutor. Observação: Para alimentadores trifásicos ou bifásicos disponíveis em quadros com cargas monofásicas, divide-se a carga pelo número de fases (3 ou 2) e aplicam-se as tabelas supracitadas.

3.4.

Dimensionamento do alimentador

O alimentador, assim como os demais condutos, deve ser dimensionado pelo critério da capacidade da corrente e pela queda de tensão admissível.

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3.5.

Proteção dos circuitos

A A NBR 5410 estabelece as seguintes prescrições fundamentais destinadas a garantir a

segurança das pessoas, de animais domésticosAe de bens, contra os perigos e danos que possam resultar da utilização das instalações elétricas: Proteção contra choques elétricos:
A

Proteção contra contatos diretos; A Proteção contra contatos indiretos.A Proteção contra efeitos térmicos: Proteção contra os riscos de incêndio em materiais e proteção contra queimaduras em pessoas e animais domésticos, em conseqüência de temperaturas elevadas e/ ou arcos elétricos. Proteção contra sobrecorrentes: Proteção contra correntes de sobrecargas; Proteção contra correntes de curtos-circuitos. Proteção contra sobretensões: Sobretensões oriundas te fenômenos atmosféricos; Sobretensões resultantes de manobras de instalação, do sistema elétrico, etc..

3.6.

Dimensionamento dos eletrodutos
Roteiro para o dimensionamento de eletrodutos (método 1):

O dimensionamento dos eletrodutos pode ser feito por dois métodos:

1. Determina-se a seção total ocupada pelos condutores, aplicando se a tabela 8.1 (Lima Filho, página 150); 2. Com a área total obtida, obtêm-se a seção do eletroduto pela tabela 8.2 (Lima Filho, página 151). Roteiro para o dimensionamento de eletrodutos (método 1): 1. Adota-se a seção de todos os condutores como sendo igual a seção do condutor de maior bitola. 2. Determina-se a quantidade de cabos que passam no trecho. 3. Obtêm-se a seção do eletroduto pela tabela 3.3 (Hélio Creder -2004, página 77).

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3.7.

Disjuntores

A Numa instalação elétrica residencial, deve-se garantir o bom funcionamento do sistema

de quaisquer condições de operação, protegendo A pessoas, os equipamentos e a rede elétrica as de acidentes provocados por alteração de correntes (sobrecorrentes ou curto-circuito). Os disjuntores termomagnéticos em caixaA moldada (Unic) são construídos de modo a atender a essas exigências da norma NBR 5361, A através de um disparador térmico, bimetálico
A de sobrecargas ou de um disparador magnético de alta precisão. Pode ser instalado em

quadros de distribuição através de garras ou trilhos.

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4. MEMORIAL DE CÁLCULO
A A Inicialmente, será apresentada a planta baixa da residência, a mesma será mostrada em

escala posteriormente.
A A A

Figura 1 – Planta baixa da residência (sem escala)

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A seguir será apresentada a tabela 1 com a área e o perímetro de cada dependência da residência.
Dependência Quarto I Quarto II Hall Sala Cozinha WC Área de serviço Jardim
A A Área 8,91 m² 8,91 m² A 5,27 m² 17,17 A m² 8,10 m² A 2,00 m² 5,92 m² 3,70 m²

Perímetro 12,00 m 12,00 m 14,10 m 17,60 m 11,80 m 5,70 m 10,60 m 7,70 m

Tabela 1 – Área e Perímetro das dependências da residência

4.1. Iluminação e Tomadas
4.1.1. Iluminação Quarto I Potência mínima recomendada: 100 VA (6m²). Quarto II Potência mínima recomendada: 100 VA (< 6m²). Hall Potencia mínima: 100 VA (6m²). Sala Potencia mínima recomendada: 100 VA (6m²) + 60 VA (4m²) + 60 VA (4m²) = 220 VA Cozinha Potencia mínima recomendada: 100 VA (6m²). WC Potencia mínima recomendada: 100 VA (< 6m²). Área de serviço Potencia mínima recomendada: 100 VA (< 6m²). Jardim Potência adotada: 100 VA (< 6m²).

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4.1.2. Tomadas Quarto I Quantidade mínima de tomadas de uso geral:
A A

.

Quantidade adotada de tomadas de uso geral: três tomadas de 100 W. Uma tomada de uso específico para o Ar condicionado. Quarto II Quantidade mínima de tomadas de uso geral:
A A A

.

Quantidade adotada de tomadas de uso geral: três tomadas de 100 W. Uma tomada de uso específico para o Ar condicionado. Hall Quantidade mínima de tomadas de uso geral: 1 (A < 6m²). Quantidade adotada de tomadas de uso geral: uma tomada de 100 W. Sala Quantidade mínima de tomadas de uso geral: .

Quantidade adotada de tomadas de uso geral: quatro tomadas de 100 W. Cozinha Quantidade mínima de tomadas de uso geral: .

Quantidade adotada de tomadas de uso geral: três tomadas de 600 W e uma tomada de 100 W. Uma tomada de uso específico para o Aparelho Microondas. WC Quantidade mínima de tomadas de uso geral: uma tomada próxima ao lavatório. Quantidade adotada de tomadas de uso geral: uma tomada de 600 W. Uma tomada de uso específico para o Chuveiro. Área de serviço Quantidade mínima de tomadas de uso geral: .

Quantidade adotada de tomadas de uso geral: três tomadas de 600 W. Jardim Quantidade adotada de tomadas de uso geral: uma tomada de 100 W.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA – UFRR DISCIPLINA: ELETROTÉCNICA GERAL PROJETO: INSTALAÇÃO ELÉTRICA RESIDENCIAL NORMA DE PROJETO: NBR 5410:2005 Dependência Dimensões Área (m²) Quarto I Quarto II Hall Sala Cozinha WC Área de serviço Jardim 8,91 m² 8,91 m² 5,27 m² 17,17 m² 8,10 m² 2,00 m² 5,92 m² 3,70 m² Perímetro (m) 12,00 m 12,00 m 14,10 m 17,60 m 11,80 m 5,70 m 10,60 m 7,70 m Iluminação Potência (VA) 100 100 100 220 100 100 100 100 A Quant. A 3 A3 A1 A4 4 1 3 1 TUG's Potência (VA) 300 300 100 400 1900 600 1800 100 TUE's Discriminação

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Potência (VA) 1500 1500 1500 2500 -

Ar condicionado Ar condicionado Microondas Chuveiro -

Tabela 2 – Previsão de cargas de potência

Como a potência total está acima de 7500 W (limite inferior do sistema bifásico) e abaixo de 15000 W (limite superior do sistema bifásico), o sistema é bifásico.

4.2. Divisão das instalações
Antes de serem apresentados os circuitos com suas respectivas cargas, será mostrada a planta das instalações elétricas. Posteriormente, a mesma será mostrada em escala.

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A A

A A A

Figura 2 – Planta das instalações elétricas da residência (sem escala) Circuito C1 O circuito C1 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento térreo, contém: 100 W – Área de serviço; 220 W – Sala; 100 W – Cozinha.

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para iluminação temos que:

Assim:

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Circuito C2
A O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da A

residência, contém: 200 W – Quartos; 200 W – Hall e Jardim; 100 W – Banheiro;

A A A

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para iluminação temos que:

Assim:

Circuito C3 O circuito C3 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso geral da Área de serviço: Três tomadas de 600 W.

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso específico, temos que:

Assim:

Circuito C4 O circuito C4 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso geral da Cozinha: Três tomadas de 600 W e Uma tomada de 100 W.

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso específico, temos que:

Assim:

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Circuito C5

A

A O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso geral da Sala:

Quatro tomadas de 100 W.
A

Mas esse total é a potencia aparente. Deve A levado em conta o fator de potência, para ser tomadas de uso específico, temos que:
A

Assim:

Circuito C6 O circuito C6 é um circuito de força e abastece a tomada do Hall e do Jardim: Duas tomadas de 200 W.

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso geral, temos que:

Assim:

Circuito C7 O circuito C7 é um circuito de força e abastece a tomada do Banheiro: Uma tomada de 600 W.

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso geral, temos que:

Assim:

Circuito C8 O circuito C8 é um circuito de força e abastece as tomadas dos Quartos:

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Seis tomadas de 100 W.
A

Mas esse total é a potencia aparente. Deve A levado em conta o fator de potência, para ser tomadas de uso geral, temos que:
A

Assim:

A A

Circuito C9 O circuito C9 é um circuito de força e abastece o Aparelho de Microondas na cozinha: Uma tomada de 1500 W.

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso geral, temos que:

Assim:

Circuito C10 O circuito C10 é um circuito de força e abastece o Aparelho de Ar condicionado do Quarto I: Uma tomada de 1500 W.

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso geral, temos que:

Assim:

Circuito C11 O circuito C11 é um circuito de força e abastece o Aparelho de Ar condicionado do Quarto II: Uma tomada de 1500 W.

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Mas esse total é a potencia aparente. Deve A levado em conta o fator de potência, para ser tomadas de uso específico, temos que:
A

Assim:

A A

Circuito C12

A

O circuito C12 é um circuito de força e abastece o Chuveiro elétrico no Banheiro: Uma tomada de 2500 W.

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso específico, temos que:

Assim:

Circuitos 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12

Luminárias 100 W 2 5 110 W 2 -

TUG's 100W 1 4 2 6 600W 3 3 1 -

TUE's 1500W 1 1 1 2500W 1 Total

Total (W) 420 500 1800 1900 400 200 600 600 1500 1500 1500 2500 13420 W

Tabela 3 – Divisão dos circuitos

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4.3. Dimensionamento dos condutores
4.3.1. Condutores utilizados
A

O condutor a ser utilizado nesse projeto é oAcobre com isolamento de PVC. A maneira de instalar escolhida nesse projeto foi a “8” (Cabo multipolar em eletroduto
A de seção circular embutido em alvenaria) e o método de referência obtido na tabela 4.2 (Hélio A Creder, página 146) é o “B2”, essa referência será útil ao aplicarmos a capacidade de

condução de corrente.

A

O método de referência obtido foi o “B2”, com ele, podemos obter a bitola do condutor de cada circuito na tabela 4.4 (Hélio Creder – 2004, página 153). Fatores de correção conforme as temperaturas ambientes e o agrupamento de condutores devem ser levados em conta. Para obter o fator de correção devido à temperatura ambiente, utilizar a tabela 4.8 (Hélio Creder - 2004, página 157). Já para o fator de correção devido ao agrupamento de condutores, utilizar tabela 4.10 (Hélio Creder - 2004, página 158). A norma NBR 5410 prevê a seção mínima dos condutores conforme o tipo de instalação. Para obtenção da seção mínima do condutor, utilizar a tabela 4.16 (Hélio Creder 2004, página 162). Para obtenção da seção mínima do condutor neutro, utilizar a tabela 4.17 (Hélio Creder - 2004, página 163). Já para obtenção da seção mínima do condutor de proteção, utilizar a tabela 4.19 (Hélio Creder - 2004, página 163). 4.3.2. Seção mínima dos Condutores O material dos condutores é o cobre (Cu) e o tipo de instalação é através de cabos isolados. A tabela 4.16 (Hélio Creder - 2004, página 162) fornece –diretamente- a seção dos condutores. Circuito C1 O circuito C1 é um circuito de iluminação, assim:

Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação, assim:

Circuito C3 O circuito C3 é um circuito de força, assim:

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Circuito C4

A

A O circuito C4 é um circuito de força, assim:

Circuito C5

A

A O circuito C5 é um circuito de força, assim: A

Circuito C6 O circuito C6 é um circuito de força, assim:

Circuito C7 O circuito C7 é um circuito de força, assim:

Circuito C8 O circuito C8 é um circuito de força, assim:

Circuito C9 O circuito C9 é um circuito de força, assim:

Circuito C10 O circuito C10 é um circuito de força, assim:

Circuito C11 O circuito C11 é um circuito de força, assim:

Circuito C12 O circuito C12 é um circuito de força, assim:

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4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente
A A O método de referência obtido foi o “B2”, com ele e com a obtenção da corrente do

circuito, podemos obter a bitola do condutor de cada circuito na tabela 4.4 (Hélio Creder – 2004, página 153). Circuito C1
A A

O circuito C1 possui uma potência de 420 W, com ela, podemos calcular a corrente pela A fórmula:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C2 O circuito C2 possui uma potência de 500 W, com ela, podemos calcular a corrente pela fórmula:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C3 O circuito C3 possui uma potência de 1800 W, com ela, podemos calcular a corrente pela fórmula:

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A A

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, A temos: A
A

Circuito C4 O circuito C4 possui uma potência de 1900 W, com ela, podemos calcular a corrente pela fórmula:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C5 O circuito C5 possui uma potência de 400 W, com ela, podemos calcular a corrente pela fórmula:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C6

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O circuito C6 possui uma potência de 200 W, com ela, podemos calcular a corrente pela fórmula:
A A

A A A

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C7 O circuito C7 possui uma potência de 600 W, com ela, podemos calcular a corrente pela fórmula:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C8 O circuito C8 possui uma potência de 600 W, com ela, podemos calcular a corrente pela fórmula:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

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Circuito C9

A

A O circuito C9 possui uma potência de 1500 W, com ela, podemos calcular a corrente

pela fórmula:
A A A

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C10 O circuito C10 possui uma potência de 1500 W, com ela, podemos calcular a corrente pela fórmula:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C11 O circuito C11 possui uma potência de 1500 W, com ela, podemos calcular a corrente pela fórmula:

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Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:
A A

Circuito C12
A O circuito C12 possui uma potência de 2500 W, com ela, podemos calcular a corrente

pela fórmula:

A A

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

4.3.3.1.Fator de correção devido à temperatura ambiente A temperatura ambiente considerada foi de 35°, a isolação é de PVC, com estas ponderações, podemos entrar na tabela 4.8 (Hélio Creder - 2004, página 157) e obter:

4.3.3.2.Fator de correção devido ao agrupamento de circuitos A disposição dos cabos é em camada única sobre parede, a quantidade de circuitos passando em um mesmo eletroduto são 3, com estas ponderações, podemos entrar na tabela 4.10 (Hélio Creder - 2004, página 158) e obter:

Temos assim, como fator de correção, o seguinte valor:

O Fator de correção visa aumentarmos a corrente anteriormente obtida, assim, a fim de facilitação dos cálculos, trabalharemos com:

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Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada
A circuito e assim obtermos a seção do condutor pelo critério da capacidade de corrente.

Circuito C1

A

A corrente corrigida é de:

A A

A Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores

carregados, temos:

Circuito C2

A corrente corrigida é de:

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C3

A corrente corrigida é de:

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C4

A corrente corrigida é de:

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

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Circuito C5
A A

A corrente corrigida é de:

A Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui três condutores

carregados, temos:

A A

Circuito C6

A corrente corrigida é de:

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C7

A corrente corrigida é de:

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C8

A corrente corrigida é de:

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C9

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A corrente corrigida é de:
A A Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores

carregados, temos:
A

Circuito C10

A A

A corrente corrigida é de:

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C11

A corrente corrigida é de:

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C12

A corrente corrigida é de:

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

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4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível
A A concessionária de Boa Vista fornece uma tensão em 110 Volts, trabalharemos com a

queda de tensão percentual igual a 2%. Outras considerações: Pé direito: 2,80 m

A

A

A Altura de montagem: QD = 1,40m, QME = 1,30m

Tomada baixa: 0,30 m do piso Tomada Média: 1,30 m do piso

A

Tomada Alta (Ar condicionado): 1,80 m do piso Tomada Alta (Chuveiro): 2,25 m do piso Interruptor: 1,30 m do piso A seguir, temos esquemas mostrando os condutores partindo do Quadro de distribuição (QD, nas figuras abaixo) e alimentando na figura 3, um ponto de iluminação e na figura 4, uma tomada.

Figura 3 – Esquema mostrando a alimentação de um ponto de iluminação

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A A

A A A

Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média

Circuito C1

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

Circuito C2

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

Circuito C3

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

Circuito C4

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A A

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
A

Circuito C5

A A

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

Circuito C6

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

Circuito C7

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

Circuito C8

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

Circuito C9 Obs.: O circuito C9 é bifásico, sua carga deve ser dividida por 2, para se utilizar a tabela, assim:

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A

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
A

Circuito C10

A A A

Obs.: O circuito C10 é bifásico, sua carga deve ser dividida por 2, para se utilizar a tabela, assim:

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

Circuito C11 Obs.: O circuito C11 é bifásico, sua carga deve ser dividida por 2, para se utilizar a tabela, assim:

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

Circuito C12 Obs.: O circuito C12 é bifásico, sua carga deve ser dividida por 2, para se utilizar a tabela, assim:

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

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Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança,
A a bitola do condutor escolhida será a de maior valor, assim:

Circuito C1 Valores obtidos da seção do condutor:

A

A A A

Critério determinante: Queda de tensão.

Circuito C2 Valores obtidos da seção do condutor:

Critério determinante: Queda de tensão.

Circuito C3 Valores obtidos da seção do condutor:

Critério determinante: Capacidade de corrente.

Circuito C4 Valores obtidos da seção do condutor:

Critério determinante: Capacidade de corrente.

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Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor:
A A

A

Critério determinante: Seção mínima.

A A

Circuito C6 Valores obtidos da seção do condutor:

Critério determinante: Seção mínima.

Circuito C7 Valores obtidos da seção do condutor:

Critério determinante: Seção mínima.

Circuito C8 Valores obtidos da seção do condutor:

Critério determinante: Seção mínima.

Circuito C9 Valores obtidos da seção do condutor:

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A A

Critério determinante: Seção mínima.
A A A

Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor:

Critério determinante: Seção mínima.

Circuito C11 Valores obtidos da seção do condutor:

Critério determinante: Seção mínima.

Circuito C12 Valores obtidos da seção do condutor:

Critério determinante: Capacidade de corrente.

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4.4. Dimensionamento dos alimentadores
4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo
A critério da capacidade corrente A

Temos que:
A A A

Com a corrente obtida, podemos entrar na tabela 4.4 (Hélio Creder – 2004, página 153) e encontrarmos a seção do alimentador.

4.4.2. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pela queda de tensão admissível Temos que:

Para obtermos a seção do alimentador, precisamos do produto potência x distância, assim: Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

Critério preponderante: Queda de tensão admissível.

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4.4.3. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral
A da residência) pelo critério da capacidade corrente

Temos que:

A

A A A

Com a corrente obtida, podemos entrar na tabela 4.4 (Hélio Creder – 2004, página 153) e encontrarmos a seção do alimentador.

4.4.4. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da residência) pela queda de tensão admissível Temos que:

Para obtermos a seção do alimentador, precisamos do produto potência x distância, assim: Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

Critério preponderante: Queda de tensão admissível.

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4.5. Proteção dos circuitos
4.5.1. Condutor de proteção PE (Aterramento)
A O condutor de proteção deve ter seção conforme a seção do condutor fase, a seção do A

condutor de proteção é obtida na tabela 4.19 (Hélio Creder -2004, página 163). Temos:
A A A

Sendo: S: Seção dos condutores fase da instalação;

: Seção mínima do condutor de proteção correspondente. De posse da tabela 4.19 (Hélio Creder -2004, página 163), em nenhum dos circuitos a seção obtida foi maior que 16 mm², e para tal, a seção dos condutores de proteção serão iguais aos condutores fase. 4.5.2. Condutor Neutro O condutor neutro deve ter seção conforme a seção do condutor fase, a seção do condutor neutro é obtida na tabela 4.17 (Hélio Creder -2004, página 163). Temos:

Sendo: S: Seção dos condutores fase da instalação; : Seção do condutor neutro correspondente. De posse da tabela 17 (Hélio Creder -2004, página 163), em nenhum dos circuitos a seção obtida foi maior que 25 mm², e para tal a seção dos condutores de proteção serão iguais aos condutores fase.

4.6. Dimensionamento de eletrodutos
O eletroduto a ser utilizado no presente projeto é rígido de PVC do tipo rosqueável. Inicialmente nomearemos cada trecho da instalação elétrica conforme o esquema da figura 5:

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A A

A A A

Figura 5 – Trechos dos eletrodutos Adotaremos como a seção de todos os cabos, a seção do condutor de maior seção, assim estaremos a favor da segurança. A bitola do eletroduto foi obtida utilizando a tabela 3.3 (Hélio Creder – 2004, página 77). A tabela 8 a seguir, demonstra a bitola do eletroduto conforme cada trecho, assim:

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Trecho 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34

Quantidade de condutores A 4 A 2 9 A2 A2 2 A 2 2 3 2 2 2 2 4 2 2 2 4 2 2 2 2 2 2 2 2 7 3 2 2 2 7 2 2

Maior seção 1,5 6 6 6 1,5 6 6 6 2,5 1,5 6 6 2,5 2,5 2,5 2,5 1,5 2,5 2,5 1,5 2,5 2,5 1,5 2,5 1,5 2,5 2,5 2,5 2,5 2,5 1,5 2,5 2,5 2,5

Eletroduto 16 20 32 20 16 20 20 20 16 16 20 20 16 16 16 16 16 16 16 16 16 16 16 16 16 16 20 16 16 16 16 20 16 16

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35 36 37 38 39 40 41 42 Alimentador QD (Pav. Sup.) Alimentador QD (Geral)

A A

A A A

2 3 7 2 2 2 2 3 3 3

1,5 2,5 2,5 1,5 2,5 2,5 2,5 2,5 10 16

16 16 20 16 16 16 16 16 20 25

Tabela 8 – Tamanho nominal dos eletrodutos

4.7. Disjuntores
Os disjuntores a serem utilizados no presente projeto serão os disjuntores termomagnéticos (DTM). Circuito C1

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Ok! Circuito C2

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Ok!

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Circuito C3

A A

A Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente A A

Ok! Circuito C4

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Ok! Circuito C5

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Ok! Circuito C6

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

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A

Ok! Circuito C7

A

A A A Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Ok! Circuito C8

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Ok! Circuito C9

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Ok! Circuito C10

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Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente
A A

Ok! Circuito C11

A A A

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Ok! Circuito C12

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Ok! Alimentador do QD do pavimento superior

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Ok! Alimentador do QD do pavimento térreo (QD Geral)

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A A Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

A A

Ok!

A

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5.

LEVANTAMENTO DE MATERIAIS
A

Itens Tomadas de uso geral Tomadas de uso específico Lâmpadas Interruptor simples Caixa 4 x 2 Caixa 4 x 4 Caixa Octagonal Quadro de distribuição Padrão de Entrada

A

Quantidade Unidade 20 Unid Unid Unid Unid Unid Unid Unid Unid Unid Unid Unid Unid Unid Unid Unid Metros Metros Metros Metros Metros Metros Metros Metros Metros Metros Metros Metros Barras Barras Barras Barras 4 9 8 20 4 9 2 1 3 8 1 1 1 1 36,01 20,94 15,57 119,71 6587 26,92 16,52 16,52 10,4 10,4 16,28 8,14 31 11 1 1

A A A

Disjuntor Termomagnético de 10 A Disjuntor Termomagnético de 15 A Disjuntor Termomagnético de 20 A Disjuntor Termomagnético de 30 A Disjuntor Termomagnético de 50 A Disjuntor Termomagnético de 60 A Condutores Fase de 1,5 mm² Condutores Neutro de 1,5 mm² Condutores Retorno de 1,5 mm² Condutores Fase de 2,5 mm² Condutores Neutro de 2,5 mm² Condutores Proteção de 2,5 mm² Condutores Fase 6 mm² Condutores Neutro 6 mm² Condutores Fase 10 mm² Condutores Neutro 10 mm² Condutores Fase 16 mm² Condutores Neutro 16 mm² Eletroduto de 16mm Eletroduto de 20mm Eletroduto de 25mm Eletroduto de 32mm

Tabela 9 - Levantamento de Materiais

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6.

CONCLUSÃO
A A

A A elaboração desse projeto foi de fundamental importância, pois, com ele, pude A aprender não só na teoria, como também na prática, a fazer uma instalação elétrica A residencial. Pude também perceber que o preojeto de uma instalação elétrica não é complexo,

mas é consideravelmente trabalhoso e –principalmente- muito útil para um engenheiro civil. Nesse projeto foi realizado quase todas as etapas de um projeto de instalação residencial. Foi calculada inicialmente a demanda de energia, e foi feita a disposição dos pontos de utilização, tanto as lâmpadas, como as tomadas de uso geral e de uso específico. Toda a instalação foi dividida em 11 circuitos, de forma a funcionarem da melhor maneira possível e sem ficarem sobrecarregados. Cada condutor foi devidamente dimensionado, sendo levado em conta os critérios: Queda de tensão admíssivel, condução de corrente, e foi verificada também a seção mínima imposta pela norma NBR 5410 (alguns condutores acabaram sendo dimenionados pelo mínimo da norma). Posteriormente foram dimensionados os eletrodutos e os disjuntores, sendo os ultimos, do tipo termomagnético. Além dos cálculos realizados, também foram feitas a planta baixa da residência e a planta com as instalações elétricas, sendo na ultima, apresentados o quadro de carga, o diagrama unifilar e o padrão de entrada, além da planta com a instalação em sí. O orçamento não foi realizado por não ter sido solicitado no projeto, a parte do orçamento está contido no programa da disciplina construção civil.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA – UFRR DISCIPLINA: ELETROTÉCNICA GERAL PROJETO: INSTALAÇÃO ELÉTRICA RESIDENCIAL NORMA DE PROJETO: NBR 5410:2005

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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A ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, NBR 5410 – A Instalações elétricas de baixa tensão, Rio de Janeiro: 2003. A

ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, NBR 5444 – Símbolos elétricos, Rio de Janeiro: 1989.

Notas de aula da professora Fernanda Creazola da disciplina Eletrotécnica geral. CREDER, H. Instalações Elétricas, LTC – Livros Técnicos e Científicos, 14ª edição, Rio de Janeiro: 2004.

LIMA FILHO, D. Leite. Projetos de instalações elétricas prediais, Editora Érica, 6ª edição: 2001.

RUY, Marcos Cesar. Instalações Elétricas, Piracicaba: 2001.

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ANEXOS

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