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Ela Foi Assediada Na Praia não Resistiu e Fui Corno

Ela Foi Assediada Na Praia não Resistiu e Fui Corno

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Ela foi assediada na praia, não resistiu e fui corno.

Foi num feriado prolongado, que resolvemos passar no litoral. Ficamos em uma pousada e logo no primeiro dia fomos para uma praia de mar raso e calmo. Ela estava a fim de tomar sol e eu só queria descansar numa sobra qualquer e tomar minha cervejinha. Quando chegamos ficamos sentados numa mesa sobe a sobra de uma árvore, onde ela começou a se preparar para tomar sol. Num dado momento ela comentou que tinha um rapaz que parecia estar paquerando ela. Eu discretamente olhei para ver quem era e percebi que realmente havia um rapaz, aparentando uns 20 a 22 anos, sentado em um muro de uma casa em frente à praia, distante uns 60m de nós. Notei que o rapaz parecia atraente e percebi que ela estava gostando. Ri pra ela e disse que por ela estar muito linda e gostosa ele a estava paquerando e Somos um casal, eu 32 e ela 26. Tudo isso aconteceu num final de semana não dei muita atenção, voltando a ler minha revista e bebendo minha cervejinha gelada. Ela se deitou de frente para o rapaz e ficou tomando sol e, numa olhada disfarçada, percebi que o cara realmente estava paquerando ela e ela paquerando ele. Fiquei com ciúmes, mas ao mesmo tempo com um tesão danado ao imaginar ela sarrando com ele no mar. Enchi um copo de cerveja e ofereci para ela e perguntei o que ela achou do admirado e ela respondeu que achou ele um gato. A partir daí eu percebi que algo poderia acontecer, pois ela estava empolgada e excitada com tudo aquilo. Fiquei meio sem saber o que fazer, se incentivava ou acabava com aquela situação. Resolvi não interromper a paquera deles, pois estava muito excitado e curioso para ver no que ia dar. Continuei dando cerveja para ela e ela, que não é muito de bebida, estava bebendo bastante. Criei coragem e disse pra ela retribuir a paquera e fiquei observando sua reação. Ela ficou calada e pediu mais cerveja. Eles passaram um bom tempo trocando olhares e sorrisos disfarçados cada um bancando o tímido. Essa era a primeira vez que isso acontecia, e eu estava achando muito gostoso ver minha mulher de paquerinha com outro cara bem ali na minha frente. Já havíamos falado sobre isso. Quando estamos transando eu insinuo que tem outro cara comendo ela e ela entra no jogo e goza aos gritos, me dizendo que se é pra mim satisfazer ela dá pra outro na minha frente. Mas naquele momento a coisa tava começando a acontecer, não era mais fantasia. Ela tava se insinuando para outro, e pra mim isso era muito excitante. Em frente ao muro onde estava o rapaz havia uma pequena aglomeração de pessoas. É que uns pescadores tinham acabado de trazer o pescado para a beira da praia e acho que estavam selecionando o que iriam levar. Todo aquele peixe, na praia, chamou a atenção de algumas pessoas. Minha esposa então me falou que iria ver o que era todo aquele povo junto. Na verdade o que ela queria era chegar mais perto do seu admirador. Assim que ela chegou ao bolo de pessoas o rapaz se deslocou para o mesmo lugar e eu fiquei observando. Ele se posicionou bem perto dela, por traz, mas sem encostar. Acredito que ela o tenha provocado de alguma forma, talvez encostando sem querer a bunda dela no rapaz, pois depois de algum tempo ele já estava, literalmente, encochando ela, e ela agindo como se estivesse interessada no trabalho dos pescadores. Lá estava minha esposa, de biquíni, e com uma saia bem fina e curta cobrindo a parte de baixo. Essa era uma situação bastante perturbadora pra mim. Minha mulher estava sentindo a vara de outro macho

encostando-se nela, roçando, empurrando, e ela permitindo tudo, muito provavelmente sentindo o tamanho e a grossura do membro dele. O que mais me excitava era a maneira como ela estava disfarçando, pois apesar de estar sendo encochada ela se portava como se nada estivesse acontecendo. Que descarada! Eu sempre quis presenciar uma cena destas, e agora era tudo verdade, bem ali na minha frente, os dois, coladinhos. Eu fiquei em êxtase total, mas me limitava a fazer uma leve massagem no meu pau e tomar mais cerveja. Nesse ponto o jovem colado na minha esposa falou alguma coisa em seu ouvido e saiu em direção ao mar, minutos depois ela veio em minha direção, sorrindo. O sorriso dela era diferente, era como se ela estivesse dizendo: Viu o que eu tive coragem de fazer?! Eu perguntei a ela: E ai como foi? Ela simplesmente riu. Eu perguntei o que o cara tinha dito no ouvido dela. Ela falou que ele tinha dito que ia tomar um banho de mar e que estava esperando ela lá. E agora o que eu faço? Perguntou ela. Eu perguntei se ela queria ir. Ela disse: Não sei, acho que sim. Eu disse: Então vá! Ela tomou mais um copo de cerveja, tirou a saia, ajeitou o cabelo, se preparou pra sair e perguntou: - E se ele quiser alguma coisa? Eu disse pra ela: - Faça o que tiver vontade, a partir de agora você é quem decide que vai fazer ou não, eu vou ficar aqui. Lá foi ela, caminhando para o mar, rebolando sua bela bundinha. Fiquei pensando como é gostosa a minha esposa, as pernas bem torneadas com a pele lisinha, ainda mais bronzeada do jeito que ela estava. Ela estava indo ao encontro de outro macho, eu gelava só de pensar no que poderia acontecer. Sentia tesão, arrependimento, sentimento de perda, ansiedade tudo ao mesmo tempo e muito, mas muito tesão mesmo. O que eu acabei de fazer? Dei minha esposa pra outro cara? Mas agora já era tarde. Ela já estava entrando na água, e à medida que caminhava seu corpo ia sumindo até ficar com há água um pouco abaixo dos seios e a uma pequena distância do cara. Virou de costas pra ele, como se não tivesse ido por sua causa e ficou olhando para praia, para mim talvez, não sei ao certo. Acho que a partir daquele momento ela não era mais minha, não estava preocupada comigo, apenas pensava no que ia fazer para chegar ao seu mais novo pretendente. A partir daqui estarei contando o que eu vi e já incrementado com o que ela me contou depois do ocorrido, quando chegamos de volta à pousada. De longe eu percebi que, de repente, ela tomou um susto dando um pequeno pulo e olhando pra traz para ver o que era. O rapaz, num impulso de ousadia mergulhou até ela e deu um pequeno toque em sua cintura. Com isso o clima de apreensão foi quebrado e os dois estavam conversando um de frente para o outro. Depois de um tempinho eu pude perceber pela movimentação que ela estava mexendo no corpo do rapaz por baixo da água, soube mais tarde que logo após uma conversinha boba o rapaz perguntou se ela gostava de olhar os peixes; depois de um sim ele disse que tinha um bem grande pra mostrar a ela, no que ela perguntou onde estava esse peixe. Então ele guiou a mão dela até seu pau e ela pode sentir um cacete relativamente grande, grosso e duro como ferro. Ficaram nessa troca de carinho por um tempo, ela estava alisando o pau do rapaz e ele retribuindo com a mão na bucetinha dela, confirmando o que eu tinha deduzido. Vi quando ele a abraçou e se beijaram longamente. Eu estava completamente anestesiado com a cena. Segundo ela, neste momento eles estavam no maior sarro, ela sentindo como era gostoso ser roçada por um pênis diferente do meu, na barriga, na bucetinha, nas coxas. Ele a levantou e ela passou

suas pernas em volta da cintura dele. Essa posição permitia um contado bem melhor entre sua bucetinha e o pau dele. Ela disse que nesse momento ele que estava com pau de fora da sunga tentou afastar o biquíni dela pro lado pra tentar uma penetração, mas ela não deixou, estava decidida a não dar pra ele, só queria curtir aquele sarro maravilhoso. Eu a vi jogando a cabeça pra traz, sendo lambida no pescoço, entre os seios, sendo beijada na boca e vi também quando ela deu uma chupada nos mamilos do seu macho desconhecido que, pelas feições deve ter gostado muito. Ele retribuiu livrando os peitos do biquíni e dando-lhe uma bela chupada. A desempenho de minha esposa estava digna de aplausos, uma verdadeira putinha nos braços de outro macho. Ela disse que o rapaz era muito tesudo, lambia ela toda, falava muita pornografia no seu ouvido, a chamava de nomes como: putinha gostosa, safadinha, tesuda. Ela só fazia gemer e esfregar sua buceta contra o cacete dele. Ela me disse que estava com tanto tesão que achou até que iria desmaiar. De repente percebi que eles mudaram de posição. O cara tirou ela da sua cintura e a virou de costas pra ele. Acho que tava a fim de experimentar um roça-roça na bunda da minha mulher. Ela aceitou numa boa. Eu via que ela mantinha suas costas grudas no peito do rapaz que continuava dando beijos e lambidas na nuca dela. Neste momento eu percebi as expressões do rosto dela mudar, à medida que ela inclinava o troco para frente. Parecia que ela estava sentindo algo diferente agora. Ai meu deus, será que ele esta metendo nela? Pensei comigo já preste a gozar de tanto tesão que aquela cena me proporcionava. Era isso mesmo! O cara tinha colocado ela de costa começou a esfregar o cacete nas nádegas dele e tentou mais uma vez puxar a calcinha do biquíni para o lado. Nesta posição ela não resistiu e deixou. Deixou o rapaz encostar a cabeça do pau na sua bucetinha, mexeu e remexeu a cintura para facilitar a entrada e recebeu aquela pica gostosa dentro dela, foi desse jeito que ela me contou. Falou-me que era muito gostoso receber uma pica diferente da minha, que ele metia gostoso, no principio com suavidade e depois com muita força. Ela gemia e ele continuava metendo nela. Ela pedia mais, ora completamente arqueada pra frente, quase com o rosto dentro da água, ora colada no tórax do seu macho sendo lambida e beijada. Eu olhava atentamente toda a cena, ela estava de boca aberta, com aquela cara de prazer, me traindo na minha frente, às vezes olhava pra mim. Tinha um garoto que estava a certa distância que também apreciava a cena. Certamente se masturbava como eu, só que com mais liberdade, pois estava dentro dágua. Alem de estar dado prazer pra o cara que a comia e pra mim, minha esposa ainda dava prazer àquele espectador desconhecido e talvez a alguém mais que estivesse próximo, pois os dois não estavam mais preocupados em disfarçar, estavam visivelmente transando ali na água. Eu gozei apenas apertado meu pau pelo short. Vi que a fúria do jovem atrás de minha mulher tinha diminuído. Acho que deve ter gozado, passaram mais um tempinho grudados e logo depois se separaram. Deram um longo beijo e minha esposa foi se afastando dele, arrumando o biquíni e saiu da água vindo em minha direção, chegou ate a mesinha onde nós estávamos deu um sorriso amarelo pra mim, estava visivelmente sem graça. Chamei-a e retornamos para a pousada sem dar uma palavra. Tinha realizado o meu sonho que era ver minha mulher dando para outro na minha frente, e agora, como seria nossa vida dali pra frente? Chegando à pousada, pedi pra ela me contar os detalhes do ocorrido enquanto

chupava sua buceta ainda um pouco melada de porra do seu amante e em seguida a penetrei e gozomos um declarando amor para o outro. Fomos para o banho exaustos e depois do banho transamos novamente e disse que a amava muito ela me deu um beijo bem gostoso e caímos no sono. Nunca mais vimos aquele rapaz, nunca mais repetimos aquela aventura. Hoje temos um relacionamento muito gostoso. Às vezes relembramos o acontecido e quando isso acontece a transa é sempre mais prazerosa.

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