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Fluxo Do Processo de Bauxita

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Minerais Industriais - Aluminas

Alcoa Latin America
12o Congresso Brasileiro de Mineração
Belo Horizonte, 25 de Setembro de 2007 Jorge Camps Andreu – Gerente Comercial

AGENDA
I. ALCOA NO MUNDO

II.

MINERAÇÃO

III.

REFINARIA

IV.

PRODUTOS, MERCADOS E APLICAÇÕES

OPERAÇÕES ALCOA NO MUNDO
44 Países 44 Países 350+ Localidades 350+ Localidades 124.000 Funcionários 124.000 Funcionários -- 5 Regiões 5 Regiões -- 5 Negócios Globais 5 Negócios Globais -- 7 Áreas Funcionais 7 Áreas Funcionais Receita por Região(2005) Receita por Região(2005) Outros 6% Pacífico 12% Europa 23% EUA 59%

Desde 1888, LÍDER MUNDIAL na produção de alumina, Desde 1888, LÍDER MUNDIAL na produção de alumina, alumínio primário e produtos fabricados de alumínio alumínio primário e produtos fabricados de alumínio
Bauxite, Alumina and Chemicals Primary Aluminum Fabricated Aluminum Products Packaging and Consumer Products Castings and Related Products Related Products Technical Center Corporate

CICLO DE VIDA DO ALUMÍNIO
Mineração Mineração de Bauxita de Bauxita Reabilitação Reabilitação de Áreas de Áreas Mineradas Mineradas Clientes Transportes

Embalagens Alumínio Alumínio Primário Primário

Refinaria Refinaria

Redução Redução

TransforTransformação mação

Constr. Civil Constr. Industrial
Reciclagem

Eletricidade Electrical Energy Energia
Hidrelétrica

AGENDA
I. MINERAÇÃO E REFINO DA BAUXITA – ALCOA NO MUNDO MINERAÇÃO

II.

MINERAÇÃO
- RESERVAS - LOGÍSTICA - PROCESSO - MEIO AMBIENTE - SUSTENTABILIDADE

III.

REFINARIA

IV.

PRODUTOS, MERCADOS E APLICAÇÕES

9 Jamaica: 1.6 China: 1.9 Camarões: 0. Australia: 9.8 Venezuela: 5.3 Filipinas: 0.8 Grécia: 0.8 Indonésia: 1.4 Brasil: 5.0 Guiné: 24.9 Vietnã: 2.8 Potencial Em operação Bilhões de tonelad .RESERVAS MUNDIAIS DE BAUXITA Rússia: 0.5 India:2.5 Madagascar: 0.5 Colômbia: 0.

Instalação De Mina de Bauxita Consórcio ALUMAR .Smelter (Alumínio) MRN – Rio Trombetas .Smelter (Alumínio) .Pó de Alumínio Linha de Transmissão-ETAU Transmissão- UHE Machadinho .518 hectares JURUTI .Extração (Bauxita) .Poços de Caldas .Extração (Bauxita) Santa Isabel UHE Itapissuma UHE Estreito Serra do Facão UHE Global Business Services (GBS) AFL Sorocaba Utinga CSI / Aphaville Tubarão Pai Querê UHE UHE Barra Grande ALCOA .MINA DE BAUXITA Operações e Projetos da Alcoa no Brasil Operações industriais e de mineração em terras abrangem 8.Refinaria (Alumina) .Refinaria (Alumina) .São Luis .

MINA DE BAUXITA Projeto Juruti Porto Trombetas 520miles 840 miles .

suprindo bauxita para o sistema Alcoa Áreas de extração • Nessa primeira fase fornecerá exclusivamente para a expansão da Refinaria de São Luis • A mineração de Juruti e a expansão da refinaria de São Luis são vistas de forma integrada .LOGÍSTICA Projeto Juruti Porto • Grande reserva estimadas 700 milhões de toneladas • Bauxita de alta qualidade • Facilidade de escoamento via transporte fluvial / marítimo Ferrovia • Sólido alicerce na cadeia produtiva do alumínio.

FLUXO DO PROCESSO DE MINERAÇÃO LAVRA BENEFICIAMENTO BRITADOR Bauxita Britada Estrada 3 km Bauxita Lavada PLANTA DE LAVAGEM REJEITOS Ferrovia 55 km PORTO & ÁREA DE MANUSEIO DE MATERIAIS EMBARQUE Virador de Vagões Pátio Bauxita Porto .

5 metro • Extração é geralmente realizada a céu aberto com o auxílio de retroescavadeiras Limpeza de camada Reflorestamento de terra e vegetação Mineração de Bauxita Transporte em caminhão Armazenagem de Bauxita Carregamento em navio . Austrália. que juntos compreendem mais de 70% das reservas mundiais provadas • Formada por um processo químico natural. Jamaica e a Índia. Países com grandes reservas de bauxita são a Guiné.LAVRA DA BAUXITA Extração do Minério • A bauxita é encontrada principalmente em áreas tropicais. Brasil. proveniente da infiltração de água em rochas alcalinas em decomposição • O minério é encontrado próximo à superfície com uma espessura média de 4.

PLANTA DE BENEFICIAMENTO Ferrovia Pilha de bauxita Lavada Britador Pilha de Bauxita Britada Instalações Manutenção Planta de Lavagem .

PORTO Estocagem de Combustíveis Carregador de Navios Porto de Carga Geral Pilhas de Bauxita Ferrovia Área Administrativa .

pois após reabilitação ela é devolvida ao meio ambiente.proteção do aqüífero subterrâneo por uso de bacias para coleta e infiltração de água .recolhimento e estocagem do solo orgânico.EXCELÊNCIA AMBIENTAL Reabilitação das minas de bauxita Intervenções em áreas naturais feitas de forma planejada: . proteção das áreas de erosão . possibilitando outros usos no futuro Atualmente mais de 83% da área minerada é recuperada .reabilitação da vegetação usando espécies nativas Mineração de bauxita é um uso temporário da terra.

adota globalmente a Estratégia de Sustentabilidade 2020. que estabelece metas claras e ambiciosas a serem alcançadas até o ano de 2020. desenvolvendo trabalhos de preservação da mata nativa e de sua biodiversidade A Gestão responsável dos recursos naturais faz parte da estratégia de negócio da Alcoa .EXCELÊNCIA AMBIENTAL Busca de Ecoeficiência • Investimentos em sistemas de monitoramento e gestão ambiental e no desenvolvimento de novas tecnologias. • A Alcoa Inc.reaproveitamento e reciclagem de resíduos .diminuição de emissões • Criação de Reservas de Proteção do Patrimônio Natural (RPPNs).redução no consumo de água e energia . entre as quais: .

SUSTENTABILIDADE .

SUSTENTABILIDADE Sustentabilidade em Juruti O Modelo de Sustentabilidade do empreendimento da Alcoa em Juruti tem em seu eixo central o desenvolvimento regional sustentável .

Alcoa Alumínio SA Primeira Certificação SA 8000 (Itajubá) Estratégia Global de Meio Ambiente -Visão 2020 Bravo e Action Primeira Certificação ISO 14001 (Mineração em Poços) Um milhão de árvores Parque Ambiental de São Luis .Maranhão VivaVida Parque Ambiental de Poços de Caldas Criação do Instituto Alcoa Técnicas de reabilitação de áreas mineradas 1952 Criação da Alcoa Foundation .SUSTENTABILIDADE Marcos de Sustentabilidade na Alcoa no Brasil 2003 2002 2001 2000 2000 1998 1997 1996 1995 1993 1990 1979 2006 Parcerias Insituto Ethos e Rever Consultoria 2005 Juruti : audiências públicas e ONGs 2004 Parceria em Reciclagem – Tetra Pak Diretora Global de Sustentabilidade 1o. Relatório de Sustentabilidade .

CONCEITOS TÉCNICOS .PROCESSO BAYER . MINERAÇÃO III.ALUMINA GRAU METALÚRGICO – SGA . REFINARIA . MERCADOS E APLICAÇÕES . MINERAÇÃO E REFINO DA BAUXITA – ALCOA NO MUNDO II.ALUMINA GRAU NÃO METALÚRGICO– QUÍMICOS IV.DEFINIÇÕES DE ALUMINAS .AGENDA I. PRODUTOS.

PROCESSO BAYER .

PROCESSO BAYER Moagem da Bauxita Mineração Moagem Digestão Clarificação Adequar a granulometria da bauxita para o ataque com soda caustica Calcinação Precipitação .

145ºC Al(OH)3 + 2 NaOH Al(OH)4.PROCESSO BAYER Digestão Mineração Moagem Digestão Etapa do processo onde a gibsita é dissolvida.+2 Na+ Clarificação Calcinação Precipitação .

do licor (rico em gibsita dissolvida) Clarificação Calcinação Precipitação .PROCESSO BAYER Clarificação Mineração Moagem Digestão Separação dos sólidos (lama). que não foram dissolvidos na etapa da Digestão.

pois toda a qualidade do produto é controlada. É uma etapa crítica. Reação inversa à que ocorre na Digestão Clarificação Semente Al(OH)4- +2 Na+ Resfriamento Al(OH)3 + 2 NaOH Calcinação Precipitação .PROCESSO BAYER Precipitação Mineração Moagem Digestão Etapa onde ocorre a cristalização da gibsita que foi dissolvida na etapa da Digestão.

transformando-o em alumina <1000ºC 2 Al(OH)3 Al2O3 + 3 H2O Clarificação Calcinação Precipitação 4 ton Bauxita 2 ton Alumina 1 ton Alumínio .PROCESSO BAYER Calcinação Mineração Moagem Digestão É o processo de retirada da água de cristalização do hidróxido de alumínio (Gibsita).

PROCESSO BAYER Calcinação Hidróxido de Alumínio Alumina de Transição Alumina Alfa Fotos de um único aglomerado cristalino na seqüência de calcinação da alumina . visto ao ao microscópio eletrônico de varredura numa ampliação de 1200 vezes .

Al2O3 Alumina Alfa • Forma mais estável do óxido de alumínio com respeito a termodinâmica. também chamado coríndon Aluminas de Transição • Tipos Intermediários de óxido de alumínio obtidos antes da alumina alfa Alumina Grau Metalúrgico .DEFINIÇÕES DE ALUMINAS Alumina • Óxido de Alumínio.SGA • • Utilizada na fabricação de alumínio metálico Contém cerca de 25% de alumina alfa e sua morfologia é semelhante a do hidróxido de alumínio .

área de superfície.10% Aplicações elétricas e eletrônicas. tamanho de cristal primário. como: velas de ignição.DEFINIÇÕES DE ALUMINAS Aluminas Especiais • • Aluminas calcinadas com elevadas quantidades de fase alfa (75 a 100%) e controle específico de alguns parâmetros Parâmetro variáveis: .Quantidade de alumina alfa. etc. teor de sódio e fase de transição. isolantes elétricos e circuitos integrados Alumina Tabular ou Sinterizada • • • • Aluminas submetidas a um tratamento térmico a altas temperaturas (~1850°C) 100% fase alfa Cristais grandes (50-500mm) Alta densidade. resistência ao choque térmico. . inércia química. Aluminas de Baixa Soda • • Na2O<0.

etc.99% Al2O3) e pequeno tamanho de cristal primário (<1mm).7 a 99. óxido de cálcio (cemento). óxido de zircônio. Alumina Reativa • • Aluminas de elevada pureza (99.DEFINIÇÕES DE ALUMINAS Alumina Eletrofundida • • Obtida a partir da fusão da alumina grau metalúrgico ou bauxita em fornos elétricos a arco Podem ser fundidas com silício (mulita). obtidas a partir de processos especiais de precipitação e moagem Adequadas para produção de cerâmicas com alto grau de densidade e microestrutura homogênea . óxido de magnésio (espinélio).

3m2/g 400 350 ÁREA SUPERFICIAL ( m2 / g ) 300 250 200 150 100 50 0 100 300 500 700 900 O 1100 1300 TEMPERATURA ( C ) .CONCEITOS TÉCNICOS Área de Superfície • • • Proporcional ao percentual de fase alfa. Definida em função da temperatura e atmosfera de calcinação Exemplos: • A-1: 60m2/g • A-2: 1.

1 a 0.massa/volume após compactação Peso Específico .densidade real segundo ensaios de picnometria Teor de Na2O • • • >0. APC) 0.massa/volume sem compactação Compactada .2%: Ajustes na precipitação 0.1%: Extração de sódio volátil por adição de sais de cloro ou boro durante a calcinação Tamanho de Partículas • • Moagem a seco (moinho de esferas + classificação) → mais comum Moagem a úmido ou micronização → processos especiais .02 a 0..CONCEITOS TÉCNICOS Densidade (g/cm3) • • • Livre .2%: Lixiviação de una fase de transição com água ou ácidos (ex.

CONCEITOS TÉCNICOS Tamanho de Cristal x Partícula 3000X 300X Partícula Cristal Primario .

150mm).CONCEITOS TÉCNICOS Distribuição de Tamanho de Partícula • Peneira: .D10.Série Tyler: 100 (0.045mm) • Laser (Coulter): . 200 (0. D50 e D90 (mm) 90% 50% D10 10% D50 D90 .075mm) e 325 (0.

O mais típico é medi-la a 110°C.Nota: Como o hidróxido de alumínio é constituído por Al(OH)3. mas é adotada para aluminas da Alcoa.CONCEITOS TÉCNICOS Umidade e Perda ao Fogo (LOI) • Aluminas Calcinadas • U300: perda de massa entre a temperatura ambiente e 300°C . • .Nota: Esta temperatura não é a mais comum.É significativa pois corresponde a decomposição de todo o hidróxido. que começa a decompor-se a ~280°C • LOI: perda de massa entre 110 e 1000°C . • LOI: perda de massa entre 300 e 1000°C Hidróxidos • U110: perda de massa entre a temperatura ambiente e 110°C .

Somente medido no Hydrogard-GP Absorção de Óleo • Quantidade de óleo adsorvido (%) pelo material (é importante para aluminas de polimento). Norma ASTM D1493. .CONCEITOS TÉCNICOS Insolúveis em Ácido • É uma medida do porcentual de alumina (Al2O3) no hidrato [Al(OH)3] moído (Hydrogard-GP). Alvura • Mede a intensidade de luz refletida pela incidência de um feixe policromático de luz.

REFINARIA IV.AGENDA I. MERCADOS E APLICAÇÕES . MINERAÇÃO III. PRODUTOS. MINERAÇÃO E REFINO – ALCOA NO MUNDO II.

ou alumina calcinada) • Tipos: .Mercado de Aluminas que Não para Produção de Alumínio Metálico Aluminas produzidas em subtipos adequados às necessidades de cada aplicação específica. o grau de calcinação e o teor de impurezas • Famílias: .Commodities .Hidróxido de Alumínio (Al(OH)3) (ou alumina tri-hidratada. com variação de alguma propriedade relevante.MERCADO QUÍMICOS Químicos .Óxido de Alumínio (Al2O3) (ou alumina. tal como a granulometria. ou hidrato) .Especialidades .

QUÍMICOS • C-30W • C-30 ESP • C-30 • HYDROGARD GP Moagem • A-2G • APC-G • Série P Bauxita Refinaria Temperaturas Intermediárias Precipitador Eletrostático Calcinação Moagem Altas Temperaturas + Lixiviação • APC • A-50 • A-1 • APF Altas Temperaturas Precipitador Eletrostático • A-2F • A-2 .FLUXO PRODUÇÃO .

8% Al2O3 / 34.5% LOI Umidade 8.HIDRÓXIDOS DE ALUMÍNIO C-30 • • • • Hidróxido de Alumínio seco a 110°C 64.1% 3% maior que #100 / 96% maior que #325 C-30W • • • • Hidróxido de Alumínio filtrado 64.9% Al2O3 / 34.0% 9% maior que #100 / 98% maior que #325 Hydrogard-GP • • • • • Hidróxido de Alumínio seco a 110°C e moído 64.10% 2% maior que #325 .5% LOI Umidade 0.9% Al2O3 / 34.5% LOI Umidade 0.2% Insolúveis em Ácido 0.

ALUMINAS COMMODITY APF (Alumina Para Fusão) • • • • Alumina de Grau Metalúrgico (SGA) Calcinada ~950°C Área de Superfície 70m2/g 4% maior que #100 / 94% maior que #325 A-1 • Processo de classificação com peneira (#60) para retirada de partículas grossas contaminantes .

0m2/g 3% maior que #325 APC (Alumina para Cerâmica) • • • • • Alumina Alfa (Especial) Calcinada ~900°C / lavada com HCl / calcinada uma vez mais ~1250°C Na2O 0.9m2/g 3% maior que #325 .11% Área de Superfície 1.ALUMINAS ESPECIAIS A-2 • • • • Alumina Alfa (Especial) Calcinada ~1250°C com agente mineralizador Área de Superfície 1.3m2/g 5% maior que #100 / 90% maior que #325 APC-G (APC moída / “ground”) • • Área de Superfície 1.3m2/g 5% maior que #100 / 90% maior que #325 A-2G (A-2 moída / “ground”) • • Área de Superfície 2.

ALUMINAS ESPECIAIS P-923 • • • • • • • Alumina Alfa (Especial) moída Calcinada ~1250°C com agentes mineralizadores Área de Superfície 1.9m2/g 3% maior que #325 Absorção Óleo 30% Efeito Corte 3 Efeito Polimento 5 .9m2/g 3% maior que #325 Absorção óleo 31% Efeito Corte 5 Efeito Polimento 5 P-913 • • • • • • • • Alumina Alfa (Especial) moída Calcinada ~900°C / lavada com HCl / calcinada uma vez mais ~1250°C Na2O 0.11% Área de Superfície 1.

Teor de Na2O mais baixo possível A-1 empregada quando se busca um produto mais branco • • • .APLICAÇÕES Refratários • Produtos Típicos: A-2G APC-G Componentes da matriz (fração fina) Podem ser utilizadas em combinação com aluminas reativas.Baixa quantidade de partículas menores que #325 .Ausência de pontos negros . Características importantes: . outros APC-G é empregada somente em casos em que há necessidade de um produto com baixa quantidade de álcalis A-2G é o mais comum nesta aplicação • • • • Eletrofusão • Produtos Típicos: APF A-1 Se utiliza aluminas de grau metalúrgico por sua facilidade de fusão: alta área de superfície. cemento.

APLICAÇÕES Siderurgia • Produtos Típicos: APF A-1 Componente de escorias sintéticas para o tratamento do aço APF e A-1 são utilizadas quando se necessita alta pureza (baixos teores de enxofre e umidade) • • .

ao impacto e química. dureza.APLICAÇÕES CERÂMICA Fritas • • Vidro moído utilizado na composição do esmalte Alumina A-1: Aumenta resistência química. Ajusta o brilho Engobe • • Camada intermediaria que otimiza a união suporte/esmalte Alumina A-1: Atua como agente branqueador e opacificante . opacidade e abrasão Esmalte (vidrado) • • Camada vítrea Alumina A-2G: Aumenta resistência a abrasão.

Absorção de óleo • • Creme Dental • • • • • Produto Típico: P-913 Atua como agente abrasivo Possui consistência de propriedades químicas e físicas Elevado grau e pureza Controle microbiológico .APLICAÇÕES Polimento • Produtos Típicos: P-923 P-913 Utilizadas em massas de polimento sólidas ou líquidas.Composição Química .Grau de Calcinação . gerando efeito de corte e/ou polimento Sua principal vantagem é a consistência de características como: .Distribuição de Tamanho de Partículas .

APLICAÇÕES Vidros • • • Produto Típico: A-1 Sua principal função é como estabilizador Melhora propriedades do vidro: .Aumenta a dureza Principais características: .Pureza química .Resistência química .Resistência mecânica .Diminui a tendência de desvitrificação .Distribuição de tamanho de partículas controlada • .Diminui a tendência de separação de fases .

ex.Alto grau de pureza (diferencia de matérias primas naturais) .Consistência de propriedades .APLICAÇÕES Coagulantes • Produtos Típicos: C-30 C-30W Utilizado para a fabricação de coagulantes.Baixo teor de partículas insolúveis .Baixo teor de ferro que leva a uma brancura superior • • • . Sulfato de Alumínio e Policloreto de Alumínio Principal diferencia entre C-30 e C-30W é a maior umidade deste último Características mais importantes: .

APLICAÇÕES Espumas • • Produto Típico: C-30 ESP Possui a função de carga mineral em espumas de poliuretano: .Controle de qualidade rigoroso .15%) .Diminui a inflamabilidade Principais características: .Melhora a resistência a compressão .Consistência química e física • .Baixo teor de umidade (<0.Aumenta a densidade .

Fina distribuição de partículas . Principais características: .Únicos produtos da decomposição são água e alumina (diferentemente de materiais alternativos como os compostos halogenados) .APLICAÇÕES Polímeros • • • • • Produto Típico: Hydrogard GP Atua como retardante de chama e supressor de fumaça Se decompõe endotermicamente a partir de ~230°C. apagando ou reduzindo a velocidade de propagação do fogo Tipicamente utilizado em polímeros termofixos com temperatura de processamento menor que 230°C.

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