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Abordagem Do Ciclo de Politicas_Stephen J. Ball

Abordagem Do Ciclo de Politicas_Stephen J. Ball

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Informações sobre a abordagem do ciclo de políticas Lista de obras de S. J. Ball e de pesquisas brasileiras que empregam suas ideias
Elaboração: Jefferson Mainardes – PPGE/UEPG jefferson.m@uol.com.br

Contextualização do autor – Stephen J. Ball - 1972 – B.A – Sociologia (University of Essex) - 1973 – M.A – Sociologia (University of Sussex) - 1978 – PhD (University of Sussex) - 1975-1985 - Professor na University of Sussex - 1985-2001 – Professor no King’s College (University of London) - 2001 – Professor no Institute of Education – School of Educational Foundations and Policy Studies - No Institute of Education, Ball ocupa a cátedra Karl Mannheim de Sociologia da Educação (“Karl Mannheim Professor of Sociology of Education”: cátedra em homenagem a Mannheim, que foi para Londres em 1933, em virtude do nazismo. Mannheim morreu em 1947. Essa cátedra foi ocupada inicialmente por Basil Bernstein até 1990, de 1992 a 2000 por Geoff Whitty – diretor do IoE e, a partir de 2001, por Stephen Ball).

Principais Obras de Stephen Ball - 1981: Beachside comprehensive: a case-study of secondary schooling - 1986: Sociology in focus - 1987: The micropolitics of the school: towards a theory of School Organization - 1990: Politics and policymaking in education: explorations in Policy Sociology - 1990: Foucault and Education - 1992: Reforming Education and changing schools: case studies in Policy Sociology (com Richard Bowe e Anne Gold) - 1994: Education Reform: a critical and post-structural approach - 1995: Markets choice and equity in education (com Sharon Gewirtz e Richard Bowe), - 2003: Class strategies and the education market: the middle class and social advantage - 2003: The more things change… Educational research, social class and “interlocking’ inequalities (Professorial Lecture) - 2006: Education Policy and Social Class: the selected work of Stephen Ball (Routledge) - 2007: Education Plc: private sector participation in public sector education (Routledge) - 2007: Education, Globalisation and new times (Education Heritage) – Routledge. (com Ivor F. Goodson e Meg Maguire). Seleção dos mais importantes artigos publicados nos últimos 20 anos (sobre políticas educacionais) - 2008: The education debate (Policy Press) - 2009: The Routledge International Handbook of the Sociology of Education, organizado com Michael Apple e Luis Armando Gandin (com 42 capítulos sobre temas variados relacionados à Sociologia da Educação)

http://www.uepg.br/gppepe 2 Idéias presentes na obra de Ball a) Oposição e crítica à reprodução das desigualdades de classe b) Teoria de Bernstein c) Etnografia d) Justiça social e) Pesquisa social crítica: Uma das preocupações principais do Centro de Estudos Críticos de Políticas Educacionais (The Centre for Critical Education Policy Studies – Institute of Education - University of London), do qual Stephen Ball é um dos diretores associados, é com as conseqüências materiais das políticas em termos de igualdade e inclusão. O uso da palavra ‘crítico’ assinala uma preocupação particular com a justiça social. Assim, os pesquisadores desse centro buscam interrogar, avaliar e analisar políticas em termos de suas contribuições – positivas e negativas – para o fortalecimento da justiça social. (ver www.ioe.ac.uk) - Uso reflexivo de teorias e o uso de conceitos de diversos autores (diálogo com Giddens, Lyotard, Harvey, Roland Barthes entre outros). Utiliza um referencial metodológico ‘ontologicamente flexível’ e ‘epistemologicamente pluralista’1 e um conjunto de conceitos potentes e maleáveis (Ball, 2007, p. 1). - Desconstrução e tendência ao pessimismo (versão do pessimismo da inteligência e otimismo da vontade de Gramsci) - Projeto de Ball: fragmentar o que era pensado como unificado e mostrar a “heterogeneidade da consistência” (Foucault) - Ver a introdução do livro “Education Policy and Social Class: the selected works of Stephen Ball” (2006). Temas recentes: performatividade, privatização, escolha por parte dos pais, classe média, justiça social, mudanças discursivas (Exemplo: linguagens e práticas no Estado de bem-estar social e no novo gerencialismo  mudanças na subjetividade e identidade dos diretores, professores orientados pelos valores da performatividade).

Processo de formulação da abordagem do ciclo de políticas (policy cyle approach) - ver o texto: MAINARDES, Jefferson. Abordagem do ciclo de políticas: uma contribuição para a análise de políticas educacionais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 27, n. 94, p. 47-69, jan./abr. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/es/v27n94/a03v27n94.pdf>

- No texto “What is policy? Texts, Trajectories and toolboxes” (Discourse, 1993 e depois incluído no livro Education reform, 1994): - Acrescenta outros 2 contextos: resultados/efeitos e o contexto da estratégia política - Explicita as noções de política como texto e política como discurso - Ciclo de políticas: oferece uma estrutura conceitual para o método de análise de trajetória
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Segundo Carlos Nelson Coutinho (1991), pluralismo não é sinônimo de ecletismo. “É sinônimo de abertura para o diferente, de respeito pela posição alheia, considerando que essa posição, ao nos advertir para nossos erros e limites, e ao fornecer sugestões, é necessária ao próprio desenvolvimento da nossa posição e, de modo geral, da ciência” (p. 14). Coutinho destaca ainda quatro valores pluralistas: a idéia da positividade do conflito, idéia da tolerância (em relação a opiniões, propostas e opções diversas), idéia da necessária divisão de poderes como condição de impedir a formação do poder absoluto e a idéia do direito das minorias.

textos de Lucíola L. . de Lisboa).Há alguns textos de Ball em Português. Dagmar Zibas. Rompe-se dessa forma.Ver. . . aberto e flexível" (p. mudanças nas formas de regulação. as interpretações e complexidades do processo de implementação. os resultados e impactos das políticas e ainda das estratégias de intervenção necessárias para se enfrentar as desigualdades criadas ou reproduzidas pelas políticas.2006 (The selected works) – reafirma: ciclo de políticas como um dispositivo heurístico para analisar políticas (p. 10). Santos. . Eneida Shiroma.Evitar o uso acrítico de teorias críticas (ver também Gatti. 2002) . bem como teses.Logo no início deixa claro que o artigo é: “um exercício teórico heurístico.http://www.Teorias: precisam ser interrogadas.uepg. com os modelos lineares de análise de políticas (agenda.Teorias: devem ser utilizadas de forma sistemática e reflexiva. implementação. por exemplo. subsidiando a análise das influências no processo de formulação. . Alice Lopes. privado e voluntariado (público não-estatal. 2). Virgínio Sá (Minho).Ciclo de políticas  dispositivo heurístico. avaliação. formulação.A coerência e uso deliberados são importantes (Ball. ou seja:  Ponto de partida para análise de políticas curriculares e políticas educacionais  Oferece uma estrutura conceitual  análise de políticas  Pode ser adaptado à política a ser investigada e aos objetivos da pesquisa  Nem sempre é necessário abordar os 5 contextos  Oferece uma estrutura conceitual – mas há necessidade de se buscar referenciais teóricos para subsidiar a análise da política a ser investigada (referencial analítico X referencial teórico) Observações a partir dos trabalhos de Ball .br/gppepe 3 . artigos e outras publicações que fazem uso das ideias de Ball. dissertações.Nos trabalhos mais recentes de Ball observa-se a preocupação com outros aspectos: a) Contexto de influência: papel das networks e de pessoas influentes. Moreira. Jorge Costa (Aveiro) entre outros. . . c) Necessidade de aprofundar a análise do impacto diferenciado das políticas sobre as diferentes classes sociais e a relação entre políticas enfatizadas e a atração de votos (por exemplo. 7).Necessidade da distância crítica ou reflexividade sobre os referenciais teóricos . reformulação).No Brasil: . João Barroso (U. José Augusto Pacheco (Universidade do Minho). Celso Ferreti. Licínio Lima (Minho). de C. Almerindo Janela Afonso. de um Estado unitário para a regulação em e por meio de redes (networks): setor público. . É intencionalmente provisório. P. Em Portugal: Antonio Teodoro. 2006. p. da classe média). Contribuições da abordagem do ciclo de políticas . etc – como estratégias da terceira via) b) Mudança de limites entre Estado e sociedade civil e entre Estado e economia.Oferece uma estrutura conceitual para a análise da trajetória de políticas. Elizabeth Macedo. Antonio Flavio B.

bem como não deixam claro o seu posicionamento a respeito do sistema capitalista e “determinações sistêmicas da ordem existente” (Mészáros. p. a partir de contribuições de Foucault. Embora as pesquisas deles explicitem a reprodução de desigualdades de classe e o impacto das políticas sobre grupos sociais desprivilegiados. seja por meio do desvelamento (explicitação) do impacto das políticas sobre grupos específicos (classes sociais. vídeos. habilidades etc) ou por meio da apresentação de recomendações ou propostas de intervenção para enfrentar as desigualdades criadas ou reproduzidas pela política. . elas se parecem mais alinhadas ao discurso reformista (de mudanças graduais. textos oficiais.Esse debate envolve críticas. No entanto. John Codd. . Roland Barthes. sociedade.br/gppepe 4 . não há uma explicitação de como uma sociedade justa e igualitária poderia ser construída.Fornece elementos para a análise de textos de políticas (materiais impressos. Carol Vincent entre outros). raça. e) Nos trabalhos de Ball e colaboradores (Sharon Gewirtz. . Críticas ao ciclo de políticas .uepg. respostas positivas e respostas de Ball às críticas. . gênero. de homem e de mundo.Estimula o pesquisador a assumir compromissos éticos com os temas investigados. 2007). com a inclusão do contexto de resultados/ efeitos e estratégia política). Reflexões e problematizações 1ª) Necessidade de uma teorização sobre o papel do Estado e as relações entre Estado e educação Toda política pública está baseada em uma concepção de Estado. percebe-se que há uma preocupação com a igualdade e justiça social. Ball (1994) reconhece a importância da análise do Estado afirmando que qualquer teoria decente de política educacional deve analisar o funcionamento e o papel do Estado. 2000). folhetos) em uma perspectiva crítica (não-superficial). d) A articulação do tema de pesquisa com o sistema social mais amplo é inerente ao processo de pesquisa (principalmente no materialismo histórico e dialético). 1989. 64).Estimula a análise do sistema social e do contexto mais amplo. 2005. c) A relevância dada à pesquisa do micro-contexto é considerada desnecessária na concepção de alguns teóricos (principalmente algumas vertentes do marxismo) = (perspectiva estadocêntrica – contexto mais amplo).Tem havido um intenso debate sobre o ciclo de políticas (Mainardes. b) Ausência de alguma teorização sobre desigualdades de gênero (crítica de perspectivas feministas) e raça (que foi contemplada. “qualquer teoria decente de política educacional não deveria limitar-se à perspectiva do controle estatal” (p. . 1992. Afonso. 2006.http://www. “pequenas receitas”) do que a um processo de reestruturação radical (ruptura com a lógica do capital). Esta contribuição está relacionada com (a) as discussões sobre ‘reflexividade ética’ e importância de se fazer uma ‘auditoria ética’ do impacto e resultado das políticas e (b) os princípios e finalidades da pesquisa qualitativa crítica (etnografia crítica). Porém. 10). de certa forma.Principais críticas: a) Ausência de uma teoria de Estado mais sofisticada. principalmente na análise do contexto de influência e no contexto de estratégia política (que pressupõe um retorno ao macro-contexto). Diversos autores consideram que o Estado não pode deixar de ser integrado como elemento chave das políticas educativas (Dale.

Para Ball (2004). Brandão (2001). 12). . influenciando o seu formato. ver o conceito de “exclusão interna” (Mainardes.O delineamento de estratégias políticas é um desafio e impulsiona as seguintes reflexões: a) Qual é o papel da pesquisa: compreender algo ou mudar a realidade? b) Há riscos de empobrecimento teórico ou atrelar a pesquisa às necessidades imediatistas?(Gatti. 10). . questões como a concepção de Estado e de política educacional precisa ser considerada nas pesquisas de políticas educacionais. mas com a elaboração de conceitos que venham a contribuir com o conhecimento e debate sobre a questão (Ball. (Mainardes.Exige o domínio de diferentes estratégias de coleta de dados: análise de documentos. etc. A esse respeito. No entanto. ser reflexivo” (p. 89). . pode-se afirmar que a concepção de Estado e de política educacional é determinante na constituição do conteúdo da política.Exige o domínio de diferentes campos e áreas de conhecimento: política educacional. 2004. As reflexões sobre concepção de Estado podem ser exploradas nos três contextos primários do ciclo de políticas (influência.http://www. 2007).Poucos trabalhos que utilizaram o ciclo de políticas exploram o contexto de estratégia política (entendido como essencial na pesquisa social crítica) . as estratégias empregadas para sua implementação.A preocupação do pesquisador que realiza pesquisas de campo (etnografia e outros métodos) não deveria ser exatamente com a generalização. . 23) . uma teoria decente de política educacional “não deveria limitar-se à perspectiva do controle estatal” (1994.O “local” ou a “pesquisa de campo” deveriam ser tomados como ponto de partida para a compreensão de questões mais amplas. 1991).Sobre as relações entre macro e micro ver Power (2006). usar a imaginação. . p. Ball critica o pragmatismo inglês. um analista crítico deve se “arriscar. . p. Lopes (2006) 3ª) Desafio de delinear estratégias políticas . afirmando que qualquer teoria decente de política educacional deve analisar o funcionamento e o papel do Estado. . Isso está relacionado à tentativa de articulação entre macro e micro na pesquisa de políticas educacionais. Algumas reflexões sobre tal articulação são as seguintes: .Abordar macro e micro demanda uma pesquisa de maior duração e abrangência. produção do texto e contexto da prática). 2ª) Articulação entre macro e micro O “ciclo de políticas” permite uma articulação entre macro e micro: análise do contexto mais amplo e do contexto da prática (micro-contexto). prática pedagógica. Com base na abordagem do ciclo de políticas.uepg. Algumas vezes. Dessa forma. sua linguagem.O próprio Ball raramente faz recomendações ou propostas (trazendo sempre uma compreensão crítica e trabalhando na desconstrução). entrevistas.br/gppepe 5 Ball reconhece a importância da análise do Estado. 2003. 2007. observações etc. p.

G. London: Routledge. bem como propor transformações nos contextos políticos e sociais. Education policy and social class: the selected work of Stephen J. nas diferentes instâncias. As pesquisas desse gênero buscam compreender as relações entre as questões investigadas e o sistema social mais amplo. os pesquisadores que empregam essa abordagem procuram desenvolver pesquisas que possam fortalecer grupos e pessoas em situação de marginalização e opressão. São Paulo: Cortez. 1996. (Eds.. É possível que as estratégias apresentadas não estejam suficientemente trabalhadas ou sejam imediatas. research and policy. (. que necessariamente os produz e constantemente os reproduz. BALL. p. (p. os defeitos específicos do capitalismo não podem sequer ser observados superficialmente. S. ideologia e discursos com a finalidade de contribuir para que tais situações sejam alteradas. Corre-se o risco de se apresentar mudanças meramente formais em vez de ‘mudanças essenciais’ (ver Mészáros). bem como de explicitar os sistemas de dominação. BRANNEN. 1996. (1991).) . London: Routledge. Doing educational research. J. Avaliação educacional: regulação e emancipação. “A estratégia reformista de defesa do capitalismo é de fato baseada na tentativa de postular uma mudança gradual na sociedade através da qual se removem defeitos específicos. Power. Referências AFONSO. A. desigualdades e injustiças que foram detectados e quais estratégias e intervenções poderiam ser empregadas. comentando Bernstein) d) Uma síntese possível poderia ser pensada a partir das discussões sobre “reflexividade ética” (Gewirtz.uepg. Carspecken e Walford. opressão. de forma a minar a base sobre a qual as reivindicações de um sistema alternativo possam ser articuladas.). J. 2000. 166-192. quanto mais ser realmente resolvidos sem que se faça referência ao sistema como um todo. para se reverter tais problemas. Ball. conflict. S. J. London: Taylor & Francis. 2001). Education reform: a critical and post structural approach. 2006.. S. J. 2002. 1994.. Buckingham: Open University Press. 2003) que envolve explicitar os valores que embasam as análises feitas na pesquisa.). cabe ao pesquisador refletir sobre os principais problemas.. micropolitics and all that! In: WALFORD. No entanto. 62). BALL.http://www. as discussões sobre a pesquisa qualitativa crítica (também chamada de etnografia crítica) podem ser úteis (Carspecken.. Assim. BERNSTEIN. Desse modo. apontar estratégias e intervenções parece sempre envolve riscos.br/gppepe 6 c) Corre-se o risco de se oferecer recomendações práticas antes que as idéias estejam suficientemente exploradas? (Edwards.. (Ed. com o objetivo de apreender a totalidade de suas determinações. justificando-os onde necessário e a reflexão sobre potenciais implicações éticas de nossa pesquisa: de que formas nosso trabalho pode legitimar ou intensificar relações de poder ou práticas que julgamos inadequadas ou injustas? Adicionalmente. Children. parciais. . B. J. BALL.

Moving away from a graded system: a policy analysis of the Cycles of Learning Project (Brazil). F. Alice C. May.uepg. p. J. London. R. Bristish Journal of Sociology of Education. 129. Olhar de professor. DALE. LOPES. 47-69. p. 4. (Eds.scielo. São Paulo: Cortez. GEWIRTZ. 11-30. A dialética micro/macro na sociologia da educação. São Paulo.. set. DALE. Relações macro/micro na pesquisa em currículo. A remarkable sociological imagination. Ponta Grossa. 387-395. Institute of Education – University of London. 2006. CARSPECKEN. v./dez. 2001. 1989./jun. 9. jan. n. n. n.br/pdf/cp/n113/a08n113.pdf> MAINARDES. N. A educação para além do capital. Z. A. Milton Keynes: Open University Press. Reinterpretando os Ciclos de aprendizagem. 1996. P. 153-165.). 1. São Paulo.br/gppepe 7 BRANDÃO. King’s College. A construção da pesquisa em educação no Brasil. 2002.revistas. GATTI. 527-535. POWER. G. v. Disponível em: <http://www.http://www. v. p. London. jan. The state and education policy. Campinas. Disponível em: <http://www. p. n. Review essay: whither the state and education policy? Recent work in Australia and New Zealand. 113. EDWARDS.uepg. Cadernos de Pesquisa. n. S. P. 23. F.pdf> MAINARDES. São Paulo: Boitempo. J. 94. Values and Ethics.php?journal=olhardeprofessor&page=article&op=view& path%5B%5D=733&path%5B%5D=554> . n. 2007.scielo. 2006. B. Thesis (PhD). WALFORD. J. 4. São Paulo. Pluralismo: dimensões teóricas e políticas.br/index. 2006. O detalhe e o macro-contexto: o uso da teoria centrada no Estado para explicar práticas e políticas educacionais. 2001. S. 1992. COUTINHO. p. 1991. T. 2004. Educação & Sociedade. n. London: Routledge. Caderno ABESS. 27. Cadernos de Pesquisa. 2003. 13. 2003./abr. 2005. London: Elsevier/JAI. Abordagem do ciclo de políticas: uma contribuição para a análise de políticas educacionais. R. Disponível em: <http://www. Critical ethnography and education. Disponível em: <http://www.scielo. v. Critical ethnography in education research: a theoretical and practical guide. C.br/pdf/%0D/cp/v36n129/a0636129. MAINARDES. British Journal of Sociology of Education. 2. I. MÉSZÁROS.br/pdf/es/v27n94/a03v27n94. Brasília: Plano. Ethical reflexivity in policy analysis: what is it and why do we need it? Paper for the Centre for Public Policy Research Seminar Series: Welfare.pdf> CARSPECKEN.

10-32. v. p./dez. J.pdf> MAGUIRE.tv/recorded/2522493> A palestra foi promovida pelo Programa de Pós-Graduação em Educação – PROPED/UERJ. Práxis Educativa. 1998. Disponível em: <http://www. n. 2. In: SILVA. 2002. Educação e Sociedade. BALL. 539-564.uepg. Cidadania global. M. BALL. 89. Pedagogia da exclusão: crítica ao neoliberalismo em educação. Currículo sem Fronteiras. p. Petrópolis: Vozes. Currículo sem Fronteiras.. 2004.revistas2. 126. p. Textos: BALL. S. 2005. J. J.http://www. 2006. In: GENTILI. v. set. v. H. J. jul. S./dez. Diretrizes políticas globais e relações políticas locais em educação.uepg. privatização e o pós-Estado do Bem-Estar. S. p.pdf> BALL./dez. A escola cidadã no contexto da globalização. o Professor Ball apresentou o tema “The Policy Cycle/policy analysis”. P. na UERJ.br/gppepe 8 Textos de Stephen Ball em Português (levantamento elaborado por Jefferson Mainardes) Palestra com tradução consecutiva No dia 09/11/2009.curriculosemfronteiras. Cadernos de Pesquisa. BALL. Profissionalismo. S. J. 6.br/pdf/es/v25n89/22613. Braga.curriculosemfronteiras. J. Discursos da reforma educacional no Reino Unido e nos Estados Unidos e o trabalho dos professores. 35. jul. 25. n. jul. 1105-1126. Disponível em: <http://redalyc. J. 2007. Educação à venda. p. S. gerencialismo e performatividade. S. S.mx/pdf/374/37415201. 2. Sociologia das políticas educacionais e pesquisa crítico-social: uma revisão pessoal das políticas educacionais e da pesquisa em política educacional.org/vol1iss2articles/ball. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. 121-137. 15. Performatividade.br/index.pdf> BALL. escolha e classe social: o mercado como uma estratégia de classe. Campinas. consumo e política educacional. Revista Portuguesa de Educação. Disponível em: <http://www. 2.pdf> BALL. n. v.uaemex.pdf> BALL. 2001. Ponta Grossa. p. 99-116. L. n. 2./dez. v. 1. Discursos – Cadernos de Políticas Educativas. J. que pode ser assistida no link abaixo: <http://www. p. 2005. Mercados educacionais. Edições Pedago.org/vol6iss2articles/ball.php/praxiseducativa/article/view/311/319> . Reformar escolas/reformar professores e os terrores da performatividade. 1995. n.ustream. 2. J. p. Disponível em: <http://www. S.scielo. Petrópolis: Vozes. n. 97-104.br/pdf/cp/v35n126/a02n126. da. v. S.scielo. 3-23. 196-227. BALL.

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Organização: Jefferson Mainardes a) Quanto ao tipo de pesquisa/publicação Fonte Livros Capítulos Artigos de periódicos Teses Dissertações Total Nº 1 7 23 19 30 80 b) Dados sobre as Teses e Dissertações Teses e Dissertações Ano 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Total Número 1 1 1 6 2 10 11 11 06 49 .uepg.br/gppepe 20 Dados numéricos sobre as pesquisas que utilizam a abordagem do ciclo de políticas Atualização: 4 de setembro de 2011.http://www.

/dic.htm> .br/gppepe 21 Instituições onde foram apresentadas Universidades Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Universidade Federal Fluminense (UFF) Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Puc/SP) Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Puc/Rio) Universidade de São Paulo Universidade do Porto (UP) Total Número 15 04 04 03 03 03 02 02 02 02 01 01 01 01 01 01 01 01 01 49 Observações: 1 . 15.uepg. ver o texto de Teresa Bardisa Ruiz.org/oeivirt/rie15a00. A respeito do conceito de micropolítica. as escolas são campos de luta ideológica mais que burocracias abstratas e formais.pro. n. considerando-as como lugares nos quais a influência interpessoal.curriculo-uerj. sept. Bardisa Ruiz. conhecimento e cultura: <http://www. conflito e poder.http://www. Teoría y práctica de la micropolítica en las organizaciones escolares. Na visão dele. Ball analisa a organização das escolas. Disponible em: <http://www.br/> 2 – Micropolítica: no livro Micropolítica da escola. abandona as teorias convencionais e coloca questões sobre as formas de controle organizativos das escolas. A micropolítica envolve identificar esferas de interesse. os compromissos e as negociações informais chegam a ser tão importantes quanto os procedimentos formais. 1997. assim. Teresa. A teoria micropolítica de Ball acerca da organização descreve os aspectos não visíveis a simples vista dentro das organizações e.Ver Teses e dissertações concluídas – UERJ – Currículo: sujeitos.rieoei. Revista Iberoamericana de Educación.

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