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Relatório de Viagem

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CENTRO UNIVERSITÁRIO DA GRANDE DOURADOS

RELATÓRIO DE VIAGEM

Dourados 10/2007

CENTRO UNIVERSITÁRIO DA GRANDE DOURADOS

FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO: FARMÁCIA MARCOS AVALOS BERNDT 201-316 6° SEMESTRE B

APRESENTAÇÃO DE 3 BANNERS NO II CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS (UFSC - FLORIANÓPOLIS - SC)

Relatório de viagem apresentado a Reitoria, Direção e Financeiro da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde do Centro Universitário da Grande Dourados.

Dourados 10/2007

Descrição da viagem

A viagem foi realizada no dia 11 de outubro de 2007 com destino a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Florianópolis - SC. A viagem teve por objetivo a apresentação de três trabalhos científicos (anexos A, B e C) na forma de banner do projeto “Uso Racional de Medicamentos”, (que tem como um dos pesquisadores a Professora Adriana Mary Mestriner Felipe de Melo e aluno voluntário do projeto Marcos Avalos Berndt (beneficiário da viagem) o projeto conta com o apoio financeiro das instituições CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e UNIGRAN (Centro Universitário da Grande Dourados)), no evento promovido pela Universidade Federal de Santa Catarina “II Congresso Brasileiro Sobre O Uso Racional de Medicamentos” realizada no período de 15 a 18 de outubro de 2007. A UNIGRAN auxiliou o beneficiário com recursos financeiros para as despesas com as passagens de ida e volta de Dourados (MS) – Florianópolis (SC), Florianópolis (SC) – Dourados (MS) no valor de R$ 250,00. As outras despesas como alimentação, morada, locomoção para o local do evento e inscrição no evento ficaram por conta do beneficiário.

Agradecimentos Gostaria de agradecer a Professora Adriana Mary Mestriner Felipe diretora da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde do Centro Universitário da Grande Dourados de ter acreditado em mim e por ter conseguido o auxilio financeiro com a reitoria da universidade e também agradecer a reitoria da universidade por ter cedido o dinheiro.

Anexo A

BERNDT, M. A. (IC) ; MELO, A. M. M. F. (PQ) ; CARDOSO, T. F. M. (PQ) ; FERREIRA, M. B. C. (PQ) ; NOVAES, A. S. (IC)(1); RIBEIRO, A. A. (IC)(1); SILVA, M. A (IC)(1). (1) Centro Universitário da Grande Dourados-Unigran-MS.(2) Universidade Federal do Rio Grande do Sul-UFRS-RS.

ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES CONTIDAS EM RECEITAS MÉDICAS DO PRONTO ATENDIMENTO MÉDICO DE DOURADOS – MS (2) (1) (1) (1)

INTRODUÇÃO

Classe medicamentosa

As prescrições médicas são documentos importantes, tratandose de uso racional de medicamentos, pois veicula instruções fornecidas por prescritores a dispensadores e pacientes. As prescrições que atende as Boas Práticas de Prescrição podem fornecer informações importantes para a promoção do uso racional de fármacos, podendo prevenir problemas relacionados ao uso de medicamentos.

20,0% 15,0% 10,0% 5,0% 0,0% 6,5%

18%

17%

Antibióticos Antiinflamatórios
6,5% 8,5%

Anti-hipertensivos Anti-diabéticos Substâncias sobre controle especial

OBJETIVO

Avaliar as prescrições médicas aviadas no PAM) de Dourados MS.

Dados da prescrição

MÉTODOS

A pesquisa foi realizada no PAM, no período de março de 2006 a fevereiro de 2007, por meio de entrevista com 288 pacientes dos quais foram coletados dados de suas receitas médicas. Para a coleta de dados foram realizados sorteios de uma semana para cada mês e de 3 dias desta. O instrumento de trabalho foi um formulário preenchido pelo pesquisador, a partir das prescrições obtidas diretamente com o paciente. Após a coleta de dados, analisaram-se os indicadores de prescrição.

93% 100,0% 80,0% 60,0% 40,0% 20,0% 0,0% 2,1% 0,7%

Ilegíveis Datadas Advertência escrita

RESULTADOS

Das receitas analisadas verificou-se que: 76,4 % receberam orientação do médico e do farmacêutico 23,6 % não receberam orientação do farmacêutico. foram prescritos 517 medicamentos alcançando uma média de 1,96 medicamentos por prescrição.
Dados do paciente
99,7% 100% 80% 60% 40% 20% 0% 0,3%

Lista de medicamentos essenciais e genéricos
92,8% 93,0% 90,0% 87,0% 84,0% 81,0% 78,0% 84% 85% REMUME RENAME Genérico

Nome Endereço

Dados do prescritor 96,2% 100% 80% 60% 40% 20% 0%

83,7%

Nome Registro profissional Assinatura Endereço

Ainda faltam muitas informações preconizadas no manual de Boas práticas de prescrição que não estão sendo seguidas pelos médicos, destacando que muitas prescrições são falhas de informações possibilitando margem para o uso indevido dos medicamentos, desde a forma de posologia até danos irreparáveis ocorridos com as reações adversas aos medicamentos. Entretanto, o uso adequado dos medicamentos não depende apenas de uma prescrição de qualidade, mas também de uma dispensação responsável, papel inerente da profissão farmacêutica.

CONCLUSÃO

APOIO

Anexo B

ANÁLISE DE MEDICAMENTOS PRESCRITOS A PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE BERNDT, M. A. (IC) ; MELO, A. M. M.DOURADOS F. M. (PQ) ; FERREIRA, M. B. C. (PQ) ; NOVAES, F. (PQ) ; CARDOSO, T. – MS
(1) (1) (1) (2)

A. S. (IC) ; RIBEIRO, A. A. (IC) ; SILVA, M. A (IC) . (1) Centro Universitário da Grande Dourados-Unigran-MS.(2) Universidade Federal do Rio Grande do Sul-UFRSRS.

(1)

(1)

(1)

INTRODUÇÃO

RESULTADOS

A Prescrição de medicamentos é uma etapa importante na prática médica, especialmente quando se trata de uso correto e racional de medicamentos. Quando as prescrições não atendem os indicadores da boa prática de prescrição, normatizadas pela Organização Panamericana de Saúde (OPAS), pode envolver risco ao paciente. Quando se trata de ambiente hospitalar uma das maiores implicações trata-se de interações medicamentosa. As interações medicamentosas são respostas farmacológicas, em que os efeitos de um ou mais medicamentos são alterados pela administração simultânea ou anterior de outros ou da administração concorrente com alimentos. As respostas decorrentes da interação podem acarretar potencialização do efeito terapêutico, redução da eficácia, aparecimento de reações adversas com distintos graus de gravidade ou

Dos 48 prontuários consultados encontrou-se uma média de 3,8 de medicamentos por prescrição. Dos medicamentos prescritos 69 (38%) constavam a denominação genérica e praticamente a totalidade 179 (98%) estava disponível no hospital.

OBJETIVOS
Analisar os medicamentos prescritos a pacientes internados em um hospital de Dourados – MS no período de março a abril de 2006.

MÉTODOS
Pesquisou-se os prontuários médicos dos pacientes internados no período de março a abril de 2006. Totalizou-se uma amostra de 48 pacientes. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de ética de pesquisa com seres humanos da UNIGRAN e após consentimento dos participantes coletou-se informações a partir de um formulário com dados do paciente e dos medicamentos administrados (posologia, forma farmacêutica e vias de administração).

CONCLUSÃO
Este estudo observou e relatou a realidade da prescrição dos estabelecimentos analisados. O número de medicamentos por prescrição encontrado ultrapassou o preconizado pela OMS que é de 1,3 a 2,2 medicamentos por prescrição. Dentre as prescrições analisadas percebe-se que os medicamentos são prescritos, na sua maioria, com o nome genérico, o que atende as recomendações da ANVISA. No entanto, observou-se que ainda são escassas as informações prestadas ao paciente quanto ao uso correto do medicamento, assim como indicações não medicamentosas para complementar o tratamento. A participação efetiva do profissional farmacêutico não somente no âmbito do fracionamento de medicamentos, mas também no âmbito da farmácia clínica e acompanhamento farmacoterapêutico do paciente poderá otimizar o uso adequado e racional de

APOIO

Anexo C

Análise de medicamentos prescritos a pacientes idosos internados em um Hospital de Dourados - Mato Grosso do Sul. BERNDT, M. A. (IC) ; MELO, A. M. M. F. (PQ) ; CARDOSO, T. F. M. (PQ) ; FERREIRA, M. B. C. (PQ) ; NOVAES, A. S. (IC) ; RIBEIRO, A. A.
(1) (1) (1) (2) (1)

(IC)(1); SILVA, M. A (IC)(1). (1) Centro Universitário da Grande Dourados-Unigran-MS.(2) Universidade Federal do Rio Grande do Sul-UFRS-RS.

Farmacêutica Classes de Medicamentos Medicamentos mais prescritos

As prescrições médicas são documentos importantes, tratando-se de uso racional de medicamentos, pois veicula instruções fornecidas por prescritores a dispensadores e pacientes. Assim, a prescrição médica é capaz de interferir na administração do medicamento, pela posologia, concentração e outras informações não medicamentosas que deveria melhor orientar o paciente sobre a conduta a ser seguida. Em pacientes idosos, especialmente acima dos 50 anos de idade, a corriqueira polifarmácia pode apresentar riscos mais elevados em função de alterações fisiológicas significativas, que ocorrem com o envelhecimento.

INTRODUÇÃO

INDICADORES DE PRESCRIÇÃO
Captopril Tramadol Metoclopramida Cefalotina Diclofenaco Dipirona Subst. controle especial Antidiabéticos Antihipertensivos Antinflamatórios Antibióticos Comprimidos Injetáveis 0% 22% 20% 40% 60% 6,40% 6,40% 7,60% 9% 8% 11,50% 6,40% 6,40% 18% 29% 15,20% 56%

OBJETIVOS
Analisar os medicamentos prescritos a pacientes com faixa etária acima de 50 anos internados em um hospital da cidade de Dourados (MS) entre março e abril de 2006.

MATERIAIS E MÉTODOS
Para a coleta dos dados analisou-se os prontuários médicos dos pacientes internados em um hospital conveniado ao SUS em Dourados (MS). A amostra foi composta por sorteios de uma semana para cada mês e de 3 dias da semana, perfazendo uma amostra de 17 pacientes. O trabalho teve autorização do Comitê de ética e Pesquisa com seres humanos da UNIGRAN e após consentimento dos pacientes registrou-se dados referentes ao paciente, aos medicamentos administrados (posologia, forma farmacêutica e via de administração), a condição que levou o paciente a ser submetido ao tratamento intensivo e a presença de medidas não medicamentosas. Dentre os 17 prontuários analisados constatou-se uma média de 4,7 medicamentos por prescrição, no entanto, individualmente apresentou dado alarmante de até 10 medicamentos em alguns casos. Dos medicamentos prescritos, 44% (34) constavam denominação genérica e 99% (78) estavam disponíveis no hospital. Dentre as formas farmacêuticas prescritas 56% (43) eram comprimidos e 22% (17) soluções injetáveis. Dos medicamentos mais prescritos 11,5% (9) foram de dipirona, 7,6% (6) diclofenaco, 9% (7) cefalotina, 7,6% metoclopramida, 6,4% (5) tramadol e 6,4% captopril. Um dado alarmante é que 16,5% (13) dos medicamentos prescritos não possuíam informações sobre a posologia. De acordo com as classes de medicamentos 15,2% (12) eram antibióticos, 29% (23) antiinflamatórios, 18% (14) antihipertensivos, 6,4% antidiabéticos e 6,4% substâncias sob controle especial. Dentre as patologias mais encontradas destacam-se: as do músculo esquelético 30% (5), as respiratórias 18% (3), as do trato geniturinário 24% (4) e problemas do metabolismo 18%. Para metade dos indivíduos foram listadas medidas não medicamentosas dentre elas sessões de fisioterapia, dieta hipossódica e dieta especial para diabéticos (Tabela 1).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Forma

CONCLUSÃO
Uma prescrição, segundo os indicadores de uso racional de medicamentos, deve conter além dos medicamentos outras medidas não medicamentosas, cruciais para indivíduos que estão acima de 50 anos. Assim, cabe ao profissional prescritor, bem como o dispensador, conhecer estas especificidades dos indivíduos inclusos nesta faixa etária para que a terapêutica medicamentosa minimize riscos desnecessários.

APOIO FINANCEIRO

Anexo D

Anexo E

Anexo F

Anexo G

Anexo H

Anexo I

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