Jesus e a multidão O ministério de Jesus foi um ministério de multidões, mas ele nunca as priorizou. Por quê?

Porque o nível de resposta e o de compromisso da multidão é pequeno, inseguro e desconhecido, o nível de impacto e transformação da palavra sobre ela é pequeno. O relacionamento impessoal da multidão não nos torna conhecidas as motivações das pessoas. Precisamos reconhecer quem é multidão para Não cobrar compromisso de quem não os quer ter. Não teremos expectativas falsas sobre as pessoas deste grupo, pois não conhecemos seu coração e suas motivações. Não corrermos o risco de ficarmos sozinhos no meio do caminho, pois quando exigimos da multidão algo que só os discípulos fazem, ela nos deixa. A multidão só busca Jesus nas horas das necessidades

CARACTERÍSTICAS DA MULTIDÃO             Relacionamento distante e impessoal. Diálogos sempre muito superficiais, conversas frívolas e Fúteis. Fraca resposta ao desafio da Palavra de Deus. Não aceitam ser cobrados ou confrontados em sua conduta. Não se deixam tratar por ninguém. Possuem motivação desconhecida, portanto não são confiáveis para qualquer obra ou posição de responsabilidade e liderança. O nível de crescimento é baixo. São totalmente independentes. São infantis, confusos, religiosos e materialistas. Nada herdam espiritualmente de seus líderes. Fogem de tomar a cruz, pois não toleram o desprazer. Possuem urna vida egocêntrica. Vivem de aparência.

2. JESUS E OS SEUS SEGUIDORES

Estas são características de seguidores – pessoas na igreja que sempre procuram os pastores e lideres para aconselhamento. mas não permitem o tratamento do caráter. tinha vergonha… Jovem rico – Conhecia os mandamentos. mas não possuem o compromisso de se desgastarem e tomarem a cruz como um discípulo para a expansão do reino de Deus. normas e preceitos das estruturas religiosas mas não se deixam tratai pela cruz. Quando é época de algum evento.  Fogem de cobrança e de confrontação.Exemplos: Nicodemos – Procurou Jesus a noite. O enfoque dessas pessoas aborda apenas assiduidade e o legalismo com as normas exteriores. .  Possuem uma resposta superficial e até religiosa à Palavra. mas superficial.  Vivem estagnadas na apatia espiritual. e o pior levando vidas consigo. pra ninguém o ver. participam das programações regularmente.  Nada herdam espiritualmente. por falarem bastante e terem algum tino de liderança são colocados como líderes e simplesmente de uma hora para outra explode alguma bomba e acaba saindo. são verdadeiros ativistas.  Os diálogos são abrangentes. São legalistas até mesmo nas normas externas da igreja e místicos na guerra espiritual.  São fiéis às programações. Caraterísticas dos seguidores ocasionais  Possuem um relacionamento frequente. conhecia Jesus. Infelizmente muitos seguidores ocasionais. são assíduas na igreja. O Compromisso de trabalhar na igreja não define a profundidade da operação de Deus em nossa vida.  Estabelecem ligações por conveniência com a liderança. Não aceitam se submeter ao discipulado. mas quando confrontado não se dispôs a obedecer.

Ao final do processo alcança um ministério reconhecido Possui clareza dos princípios da Palavra de Deus. sendo fechados para aprender com outros. Ë submisso. JESUS E OS DISCÍPULOS Neste nível. pois é no relacionamento de discipulado que o discipulador vai instruir nos princípios de Deus. a proximidade é total. da formação do caráter de Cristo como condição pra isso. Possui uma vida de vitória. É dependente de Deus. o fazer a“obra” de Deus em vez de enfatizar a necessidade de vida. o compromisso e a renúncia também são totais. “Temos priorizado o “ir” lugar do “se”. equipar adestrar o discípulo para torna-lo perigoso contra as trevas para depois enviá-los. vai armar. Características do discípulo:           Possui intimidade e transparência para com o discipulador Responde de forma completa à Palavra de Deus. Manifesta um crescimento constante e desobstruído. Antes de estabelecer líderes e obreiros e preciso acontecer fortes vínculos de relacionamento. Suas opiniões próprias são muito fortes. . a intimidade e a liberdade com as quais se expressam pensamentos e sentimentos são completas. É aberto e maleável o suficiente para se deixar tratar Suas motivações são conhecidas. As motivações dos discípulos e o potencial de resposta de cada um são intimamente conhecidos e sobre essas bases os desafios são realizados.

O centro do discipulado são vínculos. ligaduras no espírito.O DISCIPULADO NÃO É UMA CLASSE DE AULA CHEIA DE ALUNOS COM UM PROFESSOR À FRENTE. mas não é discipulado. Quando tem alguma necessidade ou problema. O liderado exerce uma função por causa da estrutura. Isso pode ser um relacionamento de aconselhamento. procura alguém mais experiente. DOIS OBJETIVOS BÁSICOS DO DISCIPULADO: 1. OUTRA COISA QUE NÃO É DISCIPULADO: UM RELACIONAMENTO DE ACONSELHAMENTO ESPORÁDICO NO QUAL UMA PESSOA PROCURA. BASE DO DISCIPULADO . Salas de aula são necessárias para se passar uma visão. A capacitação ministerial do discípulo para que possa fazer a obra de Deus. podemos formar discipuladores neste ambiente. mas não existe um reconhecimento espiritual do líder. Um dos nossos maiores erros e permitir líderes entre nós que são realmente discípulos. COLOSSENSES 1: 28 – A fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo: Todo esforço do discipulador deve apontar para esta direção. UMA MERA RELAÇÃO DE LÍDER E LIDERADO. Mas não é o próprio princípio de discipulado em operação. alianças entranháveis. 2. Nem sempre o líder é o discipulador daquela pessoa. um treinamento. mas vínculos fortes entre alguém com coração ensinável e um discipulador aprovado. de andar na luz de se deixar tratar. etc. compromisso de submissão. Por que nada disso é discipulado? Porque o cerne do discipulado não é uma programação humana e nem a estrutura de urna organização. . A edificação da vida do discípulo para que tenha o caráter de Cristo. QUANDO PRECISA.

que não é transparente e que nunca foi cheia do Espírito Santo.  Dando diretrizes claras e específicas. metas a serem atingidas na vida daqueles que estão sob nosso cuidado espiritual. Pelos problemas é específica para resolver determinado problema. concretos e precisos.  Animando e estimulando a fé do discípulo.  Avaliando os resultados e supervisionando a trabalho do discípulo. com companheirismo.Submissão Transparência – Confissão de pecado – (pecados ocultos) Enchimento do espírito Não adianta tentar discipular uma pessoa rebelde. Todo discípulo precisa sentir que seu discipulador sabe para onde está indo. o estilo de vida que o discípulo anda. 4. Formativa .  Orando pelo discípulo. Existem quatro níveis de instrução: 1. 3. O DISCIPULADO PRECISA TER METAS: Todo líder precisa ter objetivos claros. MANEIRA DE VIVER: A primeira coisa que o discipulador deve atentar é para maneira de viver.  Fazendo coisas juntos. Básica .é em função de torná-lo uni servo útil. Para alcançar maturidade . dependendo do Senhor e da direção do Espirito Santo.é geral e se aplica à vida como um todo 2. COMO O DISCIPULADOR PODE FORMAR UM DISCÍPULO?  Desenvolvendo com ele uma relação de amor e cuidado.é aquela que mostra corno a pessoa deve ser segundou padrão de Deus. .

designando-os como apóstolos. como eu o sou de Cristo.trabalho.34  CONHECÊ-LOS Eu sou o bom pastor. vida digna. no procedimento.  Relação correta com Deus . e elas me conhecem. ll Tm 2:2  INSTRUÍ-LOS .  ENSINAR-LHES A PALAVRA Retenha com fé e amor em Cristo Jesus. salário melhor. etc. i Tm 4:12  AMÁ-LOS Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. L Co 11:1 Ninguém o despreze pelo fato de você ser jovem. vocês devem amar-se uns aos outros João 13. Mc 3:14  SER EXEMPLO Tornem-se meus imitadores. conheço as minhas ovelhas. generosidade.  Vida familiar estável e harmoniosa . Transformação do caráter e santidade . o modelo da sã doutrina que você ouviu de mim. mas seja um exemplo.humildade.de acordo com o propósito e padrão de Deus. os enviasse a pregar. no amor. mansidão. João 10:14. vida profissional. na fé e na pureza. para que estivessem com ele.(Gl 5:22)  Prosperidade financeira . Como eu os amei. liderança QUAIS AS RESPONSABILIDADES PRINCIPAIS DO DISCIPULADOR PARA COM OS DISCÍPULOS?  ESTAR COM ELES Escolheu doze.  Disposição para servir – ser disponível para expansão do reino de Deus. temperança. para os fiéis na palavra.vida de fé e orientação do Espírito Santo.

meu Pai o honrará. onde estou o meu servo também estará. Aquele que me serve. repreenda. Pois Deus não nos deu espírito de covardia. torno a lembrar-lhe que mantenha viva a chama do dom de Deus que está em você mediante a imposição das minhas mãos. porque tudo o que ouvi de meu Pai eu lhes tornei conhecido. a quem sirvo com a consciência limpa. corrija. João 12:26  SER AMIGO Já não os chamo servos. e. Em vez disso. Tito 2:15  ADVERTI-LOS E REPREENDÊ-LOS Os que pecarem deverão ser repreendidos em público. de amor e de equilíbrio. mas de poder. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. eu os tenho chamado amigos. para que os demais também temam. confie a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar a outros. João 15:15  DAR A VIDA POR ELES Eu sou o bom pastor. ll Tm 2:2  ANIMÁ-LOS Por essa razão. I Tim 5:20 Pregue a palavra. ao lembrar-me constantemente de você noite e dia em minhas orações. ll Tm 1:3-7  CORRIGI-LOS É isso que você deve ensinar. João 10:01 . esteja preparado a tempo e fora de tempo. como o serviram os meus antepassados. Ninguém o despreze.E as coisas que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas. porque o servo não sabe o que o seu senhor faz. exorte com toda a paciência e doutrina II Tim 4:2  ORAR POR ELES Dou graças a Deus. exortando-os e repreendendo-os com toda a autoridade. ll Tm 1:3  HONRÁ-LOS Quem me serve precisa seguir-me.

etc. impurezas. E eu estarei sempre com vocês. ou por algum irmão mais experiente. na reunião de celebração e no serviço mútuo. ensino e edificação mútua na célula  Aprender a liderar uma célula  Ter clareza sobre o Evangelho do Reino  Ter clareza sobre o centro do coração de Deus. batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. mentiras. Ele tem um tempo limitado de três meses e tem o alvo de levar o novo convertido a:          Experimentar o batismo no Espírito Santo Batizar—se nas águas Aprender a manusear a Bíblia Aprender a sujeição à autoridade de Cristo e da igreja Demonstrar compromisso e envolvimento com os irmãos na célula. que é gerar filhos . ENVIÁ-LOS Portanto. Ter revelação da pessoa e da obra de Jesus Estudar o livro de consolidação (junto com o anjo da guarda) Aprender a ser um dizimista Vencer os principais problemas do velho homem como vícios. vão e façam discípulos de todas as nações. Mt 28:19-20 ALVOS PARA OS VÁRIOS NÍVEIS DO DISCIPULADO O discipulado do recém-convertido nós chamamos de consolidação. Esse nível de discipulado é feito pelos lideres em treinamento (núcleo) de célula. até o fim dos tempos”. ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. O DISCIPULADO DO LÍDER EM TREINAMENTO DA CÉLULA (NÚCLEO) Esse nível é exercido pelo líder da célula. O líder da célula deve discipular o líder em treinamento (núcleo). rebeldias. desonestidade. Esse discipulado vai acontecer até que o líder em treinamento se torne um líder de célula. e tem o alvo de levar o líder em treinamento a:  Aprender a proclamar e testemunhar de Jesus  Manifestar os dons do Espírito Santo  Caminhar em companheirismo na oração.

algumas atitudes podem ser úteis:  Ajude o discípulo a encontrar o melhor horário para esse período  Estimule o discípulo a desenvolvê-lo  Faça o devocional junto com o discípulo por algum tempo.       Aprender a servir Fazer boas obras Pastorear e consolidar vidas Resolver problemas na célula Fazer o Curso de maturidade no Espírito e o CTL Manter e aperfeiçoar o que foi alcançado. RELACIONAMENTO COM DEUS  Oração. fé e dependência de Deus  Leitura e estudo da Palavra de Deus  Louvor e adoração  Confiança na provisão de Deus  Ser um dizimista fiel  Amor e conhecimento de Deus  Fazer jejum  Leituras de livros devocionais. RELACIONAMENTO FAMILIAR Para os casados:  Ter relacionamento marido-mulher saudável  Desenvolver boa comunicação no casamento  Desempenhar os papéis básicos de cada um  Ter um bom relacionamento com os filhos  Participar da vida dos filhos  Ter um relacionamento sexual gratificante . Conhecer a guardar a Visão do Reino ÁREAS QUE UM DISCIPULADOR DEVE SUPERVISIONAR Um bom discipulado requer uma supervisão em todas as áreas da vida do discípulo. por isso. Não se trata de um controle da vida da pessoal e sim de uma ajuda em seu crescimento. caso ele não consiga fazer sozinho. Muitas pessoas têm dificuldade em manter o período diário de devocional.

sinceridade e transparência)  Observar o nível de submissão (Está sujeitos aos ensinos?)  Detectar se há algum problema de relacionamento com pastores e líderes Relacionamento com as pessoas do mesmo nível:  Observar se o discípulo consegue se aproximar e ser amigo de pessoas do mesmo nível  Estimular e orientar o relacionamento de companheirismo  Verificar se existem barreiras ou mágoas com outros irmãos  Checar a convivência.    Buscar ordem e administração doméstica Encontrar equilíbrio nas finanças no lar Resolver conflitos Desenvolver unia vida devocional com a Família Para os solteiros:  Ter envolvimento com a família  Obedecer e honrar aos pais  Ter amizade e relacionamento com os irmãos  Desenvolver relacionamento com o sexo oposto: corte noivado e casamento  Incentivo aos estudos  Preparação para o vestibular  Ter alvos profissionais. o estar junto com diversos irmãos na igreja e na célula  Servir aos irmãos no espiritual e no natural  Participação na vida da igreja:  Observar se há disposição em servir à igreja  Identificar os dons que a pessoa tem e procurar desenvolvê-los  Checar o nível de participação na célula  Observar a participação em todas as atividades e eventos da igreja  Observar e participar semanalmente do culto de celebração  Levar a liderar uma célula . RELACIONAMENTO COM A IGREJA Relacionamento com o discipulador:  Alcançar um nível de intimidade e confiança para ter abertura (confissão de pecados.

modos e costumes  Provações e sofrimentos  Altruísmo (Inclinação para procurarmos obter o bem para o próximo)  Cuidados com o corpo . Levar a ter discípulos RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE No trabalho:  Manifestar disposição para trabalhar  Pontualidade  Submissão ao patrão respeito pelos empregados  Constância no emprego  Testemunho de vida e de palavras  Responsabilidade do empregado e do empregador Na escola  Frequência  Rendimento escolar (trabalhos. generosidade  Sociedade com incrédulos  Ter o nome limpo RELACIONAMENTO CONSIGO PRÓPRIO  Integridade  Humildade  Domínio próprio  Higiene. ofertas. provas)  Relacionamento com professores e colegas  Testemunho Em relação ao governo:  Obediência às autoridades civis e militares  Pagamento de dividas e impostos Vida financeira:  Prosperidade financeira  Negócios e empreendimentos  Administração financeira  Dízimos. bons hábitos.

Trocando em miúdos: O Líder de célula discípula um futuro líder em treinamento. o alvo não é ter membros.      Santidade Masculinidade/Feminilidade Fruto do Espirito Ser guiado e andar no Espírito Iniciativa própria Vida de vitórias O ALVO DO LÍDER DE CÉLULA É DISCIPULAR NOVOS LÍDERES As células surgem e desaparecem: começam e terminam. Paulo discipulou a Timóteo. O crescimento da igreja está baseado na formação de líderes. confie a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar a outros. em discípulos vencedores. mas discípulos. A cadeia de multiplicação de liderança espiritual acontece da seguinte forma. A prioridade de um líder de célula deve ser identificar líderes em potencial e iniciar o processo de discipulado para treiná-los enviá-los para liderarem suas próprias células Precisamos deixar claro para cada discipulado que o que Jesus espera dele é que ele também forme discípulos do Senhor. discipulará outros. que. Somente assim vamos conquistar nossa geração para Cristo. os frutos não serão duradouros. que ele seja um trabalhado e não somente um consumidor (esta é a razão porque muitos líderes estão sobrecarregados) Os três elos da cadeia de multiplicação de liderança II timóteo2: 2 E as coisas que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas. Timóteo vai discipular esses homens fiéis (idôneos). . Célula é um lugar de discipulado e apascentamento. por sua vez. A menos que seus membros se transformem em líderes de células.

Nosso chamado não é para ganhar almas. Enquanto o discipulador não atingir seu limite. mas ele somente se tomará um discípulo quando se dispuser a tomar a cruz e se tomar um líder em treinamento na sua célula. O discipulado pode ser feito num dia da semana. UM DISCIPULADOR O limite de células para um discipulador de líderes depende de sua capacidade e tempo disponível para acompanhá-las. mas sim formar discípulos. . Isso pode acontecer no intervalo de um almoço. MENTALIDADE DE ESCOLA Na escola se forma professores não líderes. Todo membro é um líder em potencial e um discípulo. temos funções. CADA LÍDER DE CÉLULA. mas não lidera ninguém. não está cumprindo o propósito. mas sem discipulado. Não ostentamos títulos. Um líder que realiza tarefas. escola ou trabalho. O tempo dos membros é escasso. FOCO NA FREQUÊNCIA E NÃO NO DISCIPULADO O alvo não é célula cheia. uma célula cheia sem discipulado é uma bomba relógio. Líderes são treinados fazendo trabalho junto com outro líder (seu discipulador) Líderes lideram pessoas. temos encargos. Cada membro deve ser treinado para ser um ministro enviado para ministrar em sua casa. de nossos cultos de celebração. ele poderá remanejar para si todas as multiplicações das suas células.O QUE IMPEDE UM LÍDER DE SE TORNAR UM DISCIPULADOR DOS LÍDERES EM TREINAMENTO FALTA DE TEMPO O foco do nosso trabalho são as pessoas e não as atividades. ou antes. uma hora antes da reunião da célula. por isso precisamos focar nosso trabalho em pessoas e não em atividades. FALTA DE REVELAÇÃO DO SACERDÓCIO DOS CRENTES Não temos cargos. Um líder de célula que não possui discípulos está completamente fora da visão.

Avalie junto com eles como está o acompanhamento dos membros. o verdadeiro fruto de um pastor não são ovelhas. Para atingir o alvo. O princípio da multiplicação influencia todas as áreas da vida da igreja. Reparta as responsabilidades da célula com eles. Não tenha medo de que seu discípulo se tome maior do que você. e sim mais uma célula. Hoje como uma igreja em células a nossa prioridade não pode ser as campanhas evangelísticas ou os “cultos de evangelismo” onde os crentes trabalham apenas para levar algum visitante. ATITUDES DF UM LIDER QUE DISCIPULA OUTRO LÍDER EM TREINAMENTO Não se isole dos seus discípulos. que serão seus discípulos e também cooperadores na mesma. Crescimento numérico ilimitado é contrário à natureza. Planeje junto com eles cada evento da célula. Assim corno o verdadeiro fruto da macieira não é a maçã e sim uma nova macieira. cada líder deverá constituir três líderes em treinamento na célula. mas novos pastores o verdadeiro fruto de um evangelista não são convertidos. O verdadeiro fruto de um líder de célula são outros líderes de célula discipulados por ele. Hoje cada membro tem que ser desafiado a ganhar e consolidar cada novo convertido.O alvo é que cada líder de célula se torne um discipulador de líderes. Leve-os consigo em todas as reuniões de liderança. o verdadeiro fruto de uma igreja não são novos crentes. o verdadeiro fruto de uma célula não é mais um cristão. mas novas igrejas. e sim mais evangelistas. OS EQUÍVOCOS MAIS COMUNS DO DISCIPULADO . Delegue a eles uma parte dos membros da célula para que eles os apascentem. e com quem deverá se encontrar semanalmente. Estude com eles o Manual da Visão de Células.

encarar seus desafios como líder e superar os seus próprios bloqueios. . (Jesus ia atrás dos discípulos) O discipulado é para alguém cuidar de mim Discipulado é somente para pegar relatórios Aceito o discipulado. segundos suprir as necessidades dos membros através do ensino da Palavra: terceiro. que são: primeiro. Para alcançar esse desafio. discipulando-os. o líder de célula precisa considerar três pontos essenciais. mas não quero liderar – É impossível ser discípulo e não fazer o que o discipulador faz. mas não quero que falem na minha vida pessoal Não tenho tempo para discipulado Posso crescer sozinho – Pessoas orgulhosas são incapazes de aprender com outras Quero ser discipulado.O discipulador não deve andar atrás do discípulo. Quero ser discipulado. investir adequadamente nos lideres em treinamento. é preciso ser um discípulo. Antes de ser um líder. Quero ser discipulado. mas não quero que cobrem nada de mim o alvo do discipulado é o crescimento. Não existe crescimento sem prestação de contas.propósito do discipulado é gerar discípulos! O alvo final é a multiplicação A célula é o lugar de formar discípulos. O grande desafio do líder de célula é transformar os membros da célula em discípulos. não pode ser um discipulador. Quero liderar. mas não quero cuidar de discípulos . mas não quero o discipulado — Quem não discípulo.

e sim a formação de discípulos. .O nosso desafio como igreja não é apenas a salvação de almas.

 9  -@  ff¾  ff ¾j ° n ¾¾hf¾ ½ff ¾  ½f¾¾f ¯f ¾j  ¯  °f¯ °  ½ ¯¾ €¯f ¾n½f  ¾ ° ¾  f¯  °  n .. D.f¾°jx½½½°n½  ¾n½f  ¯½ fsj   D@ .

 .D -  .

9D  D. .

-.-@  .

-@ 9.-.

 - .D D. 9 9.

D- 9.D  .

  . .       - ¯ ¾ ¯½     x  ¾n½f  f f ½ ¾¾f   f   n  ¯f €°sj½ nf¾f f ¾f ¯f¾°j ¾ ¯ n° n¯ ° ¾½f      9 °f f ¾¾x ¾n½f "9 n °   ¾n½f  °jx¯f½–f¯fsj¯f°f ° ¯f ¾f °f–f°fsj  ¯f¾ °n¾ € ¾ °  f–x¯ n¯ nfsj °¾°h   ¯ ¾n½f f½f  n °  ¾n½f ¾j°n¾ –f f¾° ¾½  ff°sf¾ °f°h ¾  n¯½¯¾¾  ¾ ¯¾¾j   f° f °f  ¾  fff    @I .f°   ¯ f–¯f ° n ¾¾ f   ½  ¯f  ½nf f–x¯ ¯f¾ ½  °  ¾¾ ½  ¾  ¯  fn°f¯ °  fn°¾ f¯ ° ¯f¾°jx ¾n½f    D.

.

9D      €nfsj f f  ¾n½½ff  °fnfh  .

¾     nf½fnfsj ¯°¾ f  ¾n½ ½ff   ½¾¾f €f  f  f  ¾    .

-  €¯  f½ ¾ ° ¯¾ ¯ ¯½ €  ¯.

¾  @  ¾€s  ¾n½f   f½°f½ff ¾f  sj   D¯ ¾ °¾¾¾ ¯f ¾ ¾  ½ ¯   ¾ °  °¾   ¾j  f¯ °  ¾n½¾    .

9D .

  ¯¾¾j @f°¾½fy°nf .

°€¾¾j ½ nf  %½ nf ¾n¾% °n¯ °  ¾½   -jf f°f °f ¾n½f¯f½ ¾¾f   °jxf°¾½f °   °°nf€n f ¾½f°   .-II   ½¯ fn¾f  ¾n½f   f °fx½ff¯f° f     ¾  f  ¾n½f° f    .

..

D.9D9..

9D"  O  ¾ ° ° n¯  ¯f fsj f¯ n f   O f°  ½  ¾n½  ½ ° °    °  f  sj  ¾½f°  O f ° n¾f¾©°¾ n¯n¯½f° ¾¯  O °¯f°   ¾¯f° f€x  ¾n½  O ff° ¾ ¾f ¾ ¾½ ¾°f° ff f  ¾n½  O f°    ¾ nff¾  ¾½ n€nf¾  ¾ ¯ f ° ¾  °¾sj    h¾nf x– f ¾ f½nfg fn¯¯    9 ¾ ½  ¯f¾ x ¾½ n€nf ½ff  ¾   ¯°f  ½  ¯f    ¯ff  x f f   ¯¾f n° f ½ ¾¾f   ¾  ¾ –° ½f j  ¾    9ff fnf°sf ¯f f   x ¯ €°sj  °h  ° ¾     .

9D9.

@   @    ½ n¾f    © ¾ nf¾  n°n ¾  ½ n¾¾  ¯ f¾ f ¾  ¯f°– f¾°f f f  ¾  ¾j¾ °¾¾n f  ¾½f  @  ¾n½ ½ n¾f ¾ °   ¾  ¾n½f  ¾f  ½ff °  ¾h °     .@.

O @f°¾€¯fsj  nfh   ¾f° f   ¯ f  ¯f°¾ j  – ° ¾ f  ¯½ f°sf  n % % O 9¾½  f  €°f°n f  f f   f –°f  ¾fh ¯    f ½€¾¾°f  O I f €f¯f ¾h   f¯°¾f   fn  n¯  ½½¾  ½f j  ¾  O  fsj n f n¯  ¾   f  €x   °fsj  ¾½ f°  O ¾½¾sj ½ff ¾   ¾  ¾½°  ½ff ½f°¾j   °   ¾  f°sf   .D  9-  9-.

9  .

9D 9 .

..

9D"  O @.

.9 @° ¯ ¾ ¯ ¾¯f  ¾ n¯ ¾ . ¾n    ¾–°f°  ¾n¯f½¾¾ ½ff  ¾ ¾¾ ¯ n¯  ¾ °f¾¾ f½ –f .n   O O.

¾ .

  D¯°¯f° f¯ ° ¾  ¯ ¯ ¾ °¾f¾¾ .   -°–x¯  ¾½   ½  €f  ny ¾  © ¯  ¯f¾ ¾ ©f ¯  ¯½ ½ff¾€x¾°f½fff °½n ¯ ° °f¯ °f€x °f½ f @¯   O .

¯  ¾f¯  ny¾  ¯f¯f ¾ °¾f¾¾j   O .

-.

   ¾  ¯ ½f¾  n° s f¾ ¯°f¾  f¾   f¾ ¯  n° n ¯ j    O -- 9I   °f n¯ €x  f¯ ¯ .

¾  ¾¾   ¯  f ¾j °f  ny ¯¯ @¯   O -@D  .

   9 ¾¾ffj °f ¯ f   ¯f° °fffnf¯f  ¯   ¾   ¾h ¯ ny ¯ f° f ¯½¾sj f¾ ¯°f¾ ¯j¾  9¾ ¾°j°¾  ¾½ nf f ¯f¾ ½   f¯     @¯    O .f¾n¾f¾ ¯   °f½ ¾ °sf ¯f¾ ¾ ¯°f¾  n°€  f ¯ °¾ €x¾   ¾ ©f¯ f¯ x¯ nf½f ¾  °¾°f f ¾ @¯   O -.

 ¯ ¯  ¾   ½ n¾f ¾ – ¯   °  ¾  ¯  ¾  f¯ x¯ ¾fh       ¯  ¾   ¯  9f  °fh  j    O .   ¾¾   ny   °¾°f  f°  ¾   ½ ° °  ¾ n¯ fff f -°–x¯ ¾½  @   O I@ 9-  ¾ ½ nf ¯  j¾  ½ °  ¾ ¯½ n ½ff ¾ ¯f¾f¯ x¯ ¯f¯ @¯  9 –  f ½fff  ¾ ©f ½ ½ff  f  ¯½  €f   ¯½   ½ ° f n©f   n¯ ff½fny°nf  °f@¯   O 9 –fsf¾f  ¾ f  ¯¾n¯fn°¾ny°nf ¯½f  n¯  ¾ f¯¾¯ ¾f° ½f¾¾f ¾ f ¯ f ¯ n°¾f° ¯ °   ny°   f ¯¯°f¾fsµ ¾ @¯   O -  . h °j ¾ nf¯ ¾ ¾  ½   ¾  °j ¾f      ¾  ¾ °€f ¯  ¾¾  ¾ °nf¯f f¯–¾ ½     ¯ 9f  ¾° n° n  j   O I9  ¾  ¯ ½f¾   ¯ ½f¾ h f ¾f  f ½ f¾  f¾  j  .

    I9I-I. O -I  9f°  j  €fsf¯ ¾n½¾   f¾ f¾ °fsµ ¾  ff°  ¾ ¯ °¯   9f      ¾½ f°  °¾°f°  ¾ f  n  f        ¾  °     ¾f  ¾ ¯½  n¯ ny¾ fx€¯ ¾ ¯½¾# .

9D   ¾n½f   nx¯ n°  °¾nf¯f¯¾ n°¾ fsj  ¾¾  °   ¾n½f  x €  ½ ¾   ¾ ¯  °f¯ ° %°n %  nxf   ½ f–¯ ¯j ¯f¾ ½  °     ¯ ¯  ¯½¯f  y¾¯ ¾ ¾  ¯f  f°n°  f   O ½ ¯ °f f¾¯°¾½f° O ff ¾ °f¾h–f¾ O ½ ° f¯f°¾ ff  f O ½ ° f¾© sjgf f  .

¾  f– ©f O  ¯°¾fn¯½¯¾¾  °¯ °n¯¾¯j¾°fnxf  °f °j n  fsj °¾ s¯  O @   fsj f½ ¾¾f  f f  ¾¾ O ¾ f n°¾ fsj%©°n¯f°© f–f f% O ½ ° f¾ ¯ ¯¾f O I °n  ¾ ½°n½f¾ ½  ¯f¾    ¯ ¯ n¯ n¾  ¯½ f¾   f¾ ¯ °f¾  ¾° ¾ f  n   .

9D.-@.@-.

D%-.

%  ¾¾  °  x  n  ½    f nxf     f nxf   ¾n½f  ¯ °f¯ °%°n %  ¾¾  ¾n½f  f fn° n  fx      ¯  °f¯ ° ¾  ° ¯  nxf   ¯f  f  ¯ °f¯ °f   O ½ ° f½nf¯f  ¾ ¯°f  ¾¾ O .f°€ ¾f¾ °¾ ¾½f° O .

f¯°f ¯ n¯½f° ¾¯ °f fsj  °¾°  €nfsj ¯f°fnxf O ½ ° f f¯fnxf O @ nf f¾  f°–   ° O @ nf f¾  n ° nfsj  ¾  x– f€¾ .

½ ° f¾  f  f¾ f¾ 9f¾ f n°¾ f f¾  ¾ ½  ¯f¾°fnxf f .

¾ ¯f f °¾½ .

f°  f½ € sf €fnf°sf   .@ .

° n f–f ffI¾j  °  ..DD.

9DID9I-  D¯ ¯ ¾n½f     ¯f ¾½ ¾j ¯  f¾ f¾ h f¾ f  f  ¾n½ -j¾ ff ¯n°  f f f½ ¾¾f ¾¯  ¯ff© f ¯¾ n ¾n¯ °   .

-@.-.

D  O fsj €x  ½ ° y°nf  ¾ O  f  ¾  f9fff  ¾ O  f fsj O ..

°€f°sf°f½¾j  ¾ O  ¯ ¯¾f€  O ¯ n° n¯ °  ¾ O f © ©¯ O  f¾ ¾ n°f¾  .f¾ ½ ¾¾f¾ y¯ €n f  ¯ ¯f°   ½   h  n°f ½¾¾ f–¯f¾f ¾½ ¯¾  ¾  O ©  ¾n½f °n°f¯ h½ff ¾¾ ½   O ¾¯  ¾n½f ¾ °y  O fsf n°f©°n¯ ¾n½½f–¯ ¯½ nf¾   °jn°¾–f€f ¾°   .

-@. 9ff¾nf¾f ¾  O @  fn°f¯ °¯f  ¯ ¾f h  O  ¾ °  fn¯°nfsj°nf¾f¯ ° O  ¾ ¯½ °f¾½f½x¾ h¾n¾ nf f¯ O @ ¯ ¯ fn°f¯ °n¯¾€¾ O 9fn½f f f ¾€¾ O @ ¯ fn°f¯ °¾ f–f€nf°  O O O O O O O .-.

¾nf ¯ f ¯°¾fsj ¯x¾nf °n°f  °f¾€°f°sf¾°f  ¾ n°€¾  ¾ ° °f f n°fn¯ff¯f  9ff¾¾ ¾  O @  °¯ °n¯f€f¯f O  n  °ff¾½f¾ O @ f¯f   fn°f¯ °n¯¾¯j¾ O  ¾ °   fn°f¯ ° n¯  ¾  ½¾  n  °f   nf¾f¯ ° O °n °f¾ ¾ ¾ O 9 ½ffsj½ff ¾ f O @ f¾½€¾¾°f¾   .

-.-@.

.   fn°f¯ °n¯ ¾n½f   O nf°sf ¯ °   °¯ f   n°€f°sf ½ff   f f %n°€¾¾j ½ nf ¾ ¾°n  f  f°¾½fy°nf% O  ¾ f°  ¾ ¯¾¾j%¾h¾© ¾f¾ °¾°¾"% O   nf ¾ hf–¯½  ¯f  fn°f¯ ° n¯½f¾ ¾    ¾   fn°f¯ °n¯f¾½ ¾¾f¾ ¯ ¾¯°   O  ¾ f ¾   ¾n½ n°¾ –  ¾  f½¯f  ¾  f¯–  ½ ¾¾f¾ ¯ ¾¯°  O ¾¯f  °f fn°f¯ ° n¯½f° ¾¯ O I €nf¾  ¾ ¯ f f¾¯h–f¾n¯¾¯j¾ O .

 nffn°y°nf  ¾f©°n¯  ¾¾¯j¾°f– ©f  °fnxf O  f¾¯j¾° ¾½f °°ff O 9fn½fsj°f f f– ©f  O  ¾ f¾ h ¾½¾sj ¯¾ g– ©f O  °€nf¾ °¾ f½ ¾¾f ¯ ½nf ¾ °y ¾ O .

 nf°  ½fn½fsj°fnxf O  ¾ ff½fn½fsj ¯ f¾f¾f f ¾   °¾ f– ©f O  ¾ f ½fn½f¾ ¯f°f¯ °  n n  fsj O  ff f¯fnxf O O O O .

O  ff  ¾n½¾  .

-@.-.

..

f°€ ¾f ¾½¾sj½fff ff O 9°f f  O  ¯¾¾jf½fj ¾½ ½ ¾ ¯½ –f ¾ O .  -f f  O .

°¾i°nf° ¯½ – O @ ¾ ¯°  f  ½fff¾ O  ¾½°¾f  f   ¯½ –f    ¯½ –f   -f ¾nf O  y°nf O  ° ¯ ° ¾nf%f f¾ ½f¾% O  fn°f¯ °n¯½€ ¾¾ ¾ n –f¾ O @ ¾ ¯°  ¯ fsjf– °  O  y°nfg¾f f ¾n¾ ¯f ¾ O 9f–f¯ °   f¾ ¯½¾¾  I f€°f°n f  O 9¾½  f €°f°n f O - –n¾  ¯½ ° ¯ °¾ O  ¯°¾fsj€°f°n f O ¯¾ € f¾ – ° ¾ f  O n f n¯°nx ¾ O @ °¯ ¯½  .

-.-@.

-99 O ° – f  O ¯ f  O ¯°½½ O – °  °¾h ¾ ¯ ¾ n¾¯ ¾ O 9fsµ ¾ ¾€¯ °¾ O ¾¯ % ZUZS [ \S^S \^[Ua^S^[_ [T`W^ [ TW \S^S [ \^ [ O .

 f ¾n¯n½ .

f¾n° f $ ¯° f   ¾½  –f  f° f°¾½ °nff½½f I f f¾  I.O O O O O O f° f  .

D.

9D-I   ¾nxf¾¾– ¯  ¾f½f n ¯ n¯ sf¯  ¯°f¯    ¯ °¾   ¾ ¾ ¯ ¯ ¾ ¾  f°¾€¯ ¯ ¯   ¾  nxf¾  ¯ ¾n½¾  °n  ¾  ¾ €¾ °j ¾ j f ¾   n ¾n¯ ° f– ©f ¾h f¾ f °f€¯fsj   ¾   .

xfx¯–f  ¾n½f  f½f¾n °f¯ ° f°jx  ¯ ¯ ¾ ¯f¾ ¾n½¾   ½ f   ¯    nxf   ¾   °€nf   ¾ ¯ ½ °nf °nf½n ¾¾  ¾n½f ½ff °h ¾ °h ¾½ff  f ¯¾f¾½½f¾nxf¾ 9 n¾f¯¾ fnf½ffnf f ¾n½f    ¾¾ ¾½ f   x   f¯ x¯€¯  ¾n½¾  °    ¾ ©f¯f ff   °j ¾¯ °  ¯ n°¾¯  % ¾f x f fj ½  ¯¾   ¾ ¾j¾  nf –f ¾%   ¾y¾ ¾ fnf f ¯½nfsj  f°sf¯    f¾n¾f¾ ¯   °f½ ¾ °sf ¯f¾ ¾ ¯°f¾ n°€  f¯ °¾€x¾ ¾ ©f¯f¯ x¯nf½f ¾  °¾°ff¾    nf f  ¯½nfsj   f°sf ¾½f fn° n  f ¾ –°  €¯f  9f ¾n½ f @¯   @¯  f ¾n½f ¾¾ ¾ ¯ °¾ €x¾% ´° ¾%  ½¾f   ¾n½fh¾   ¯ ° f¾¾¯f¯¾n°¾f°¾¾f– fsj½ff.

¾  @nf°  ¯ ¯ ¾      nxf ¾n½f ¯ €   ¯  °f¯ °     .

D.9D.@-D...

-@  @@.9D .@-.9  €n °¾¾f f¾jf¾½ ¾¾f¾ °jf¾f f ¾  ¯½ ¾ ¯ ¯ ¾x ¾nf¾¾ ½¾¾½ n¾f¯¾€nf°¾¾f f ¯½ ¾¾f¾ °j ¯f f ¾  ¾n½f ½ ¾ € °¯ f f¾ ¯f°f ¾¾ ½ fn° n °° f ¯f¯s ¯fff° ¾ f °j f nxf f° ¾  °¾¾¾n¾ n  fsj   .

-.D-.

--.

-@.9D   f °j x nxf n f  ¯f¾ ¾ ¯ ¾n½f   ¯f nxf n f ¾ ¯ ¾n½f x¯f ¯ f –  -¾¾nf¯f °jx½ff–f°ff¯f¾ ¯f¾¾¯€¯f ¾n½¾   .

 -f ¾nf¾ €¯f½€ ¾¾ ¾°j  ¾    ¾ ¾j  °f ¾ €f °  f f ©° n¯    %¾  ¾n½f %   ¾  f¯ ½ ¾¾f¾  D¯      ff f €f¾  ¯f¾ °j  f °°–x¯  °j ¾h n¯½°   ½½¾  D¯    nxf  °j½¾¾ ¾n½¾ ¾hn¯½ f¯ ° €f f¾j   @I.

.

.

-@  -j  ¯¾ nf–¾   ¯¾ °nf–¾  -j ¾ °f¯¾ ¾   ¯¾ €°sµ ¾  .

f f ¯ ¯    ¾   °f  ½ff ¾  ¯ ¯°¾ °f  ½ff¯°¾f ¯¾fnf¾f  ¾nff f  @ ¯ ¯ x¯  ¯½ °nf ¯ ¾n½ ¯f¾  ¾¯ ° ¾  ¯fh ¯ ¾n½ f°  ¾  ¾½¾  f ¯f f n  ¾  ¯f ¯   ¯ °f¯ °°f¾fnxf    .

.

.D D.

9D   ¯   nxf¾ ½ff ¯ ¾n½f     ¾ ½ °   ¾f nf½fn f    ¯½ ¾½°  ½ff fn¯½f°h f¾  °f°  ¾n½f  °jf°–¾ ¯   ½ h ¯f° ©f½ff¾ f¾f¾ ¯½nfsµ ¾ f¾¾f¾nxf¾  .

  fx nf f  nxf¾ ° ¯ ¾n½f    ¾   9ff f°–  f  nf f    h n°¾ y¾   ¾ ¯  °f¯ °°fnxf  ¾ j¾ ¾ ¾n½¾ f¯ x¯n½ f  ¾ °f ¯ ¾¯f   n¯  ¯  h ¾  °n°f ¾ ¯f°f¯ °   ©  n¯ ¯f – ©f ¯ nxf¾ f °¾¾f ½ f  °j ½  ¾  f¾ nf¯½f°f¾ f°– ¾nf¾ ¾ #n¾  f°– ¾¯#°  ¾n ° ¾ f ff¯f½ °f¾½ff ff–¯¾f° © nf f¯ ¯  ¯  ¾  ¾f€f  f –f°f  n°¾ f nf f ° n°      @@DD.D..

-@   -j¾ ¾  ¾¾ ¾ ¾n½¾   ½fff¾ ¾½°¾f  f ¾ fnxfn¯  ¾    ¾n°¾– ¯ f¾f¾ °µ ¾  f°sf    –  f  ¾ ¯f ½f  ¾ ¯ ¯ ¾ f nxf ½ff    ¾ ¾ f½f¾n ° ¯  ¾ n¯  ¾.@-.9DD@.f°f fI¾j .

xf¾  9f° © ©°n¯  ¾nf f  ° fnxf  f ©°n¯  ¾n¯ ¾hfn¯½f°f¯ ° ¾¯ ¯ ¾  -j °f¯   ¾  ¾n½¾ ¯ ¯f  ny  .

 ¾n¯ °°¯xn¯f xn°hg°f f     ½°n½ f ¯½nfsj °€ °nf  f¾ f¾ h f¾ f  f f – ©f  ¾¾¯n°  f € f¯fn f°jxf¯fsj ¾¯¯f°f ¯fn f     f  €  ¯f nxf °j x ¯f¾ ¯ n¾j   ¾¯ ¯f¾¯fnxf   f € ¯f– ©f°j¾j°¾n ° ¾  ¯f¾°f¾– ©f¾   f € ¯½f¾°j¾j f¾ ¯f¾ °¾½f¾ ¾  f € ¯ f°– ¾f°j¾jn°  ¾   ¾¯ ¯f¾ f°– ¾f¾     f  €  ¯    nxf ¾j ¾  ¾ nxf ¾n½f ¾½     .DI.

..

.D-.

9D .

  ¾n½f  °j   f° f fh¾  ¾n½  % ¾¾ f fh¾ ¾ ¾n½¾%   ¾n½f x½fff–x¯n f ¯¯  ¾n½f x¾¯ ° ½ff½ –f f¾  n  ¾n½f  ¯f¾°j  €f ¯°f¯°f f½ ¾¾f  -j ° ¯½½ff ¾n½f   9¾¾ n ¾n  ¾°  9 ¾¾f¾ –¾f¾ ¾j °nf½f ¾  f½ °  n¯f¾  .   f  ¯f¾ °j    ¾n½f  . ¾  ¾n½f  ¯f¾°j  f ¯½¾¾ ¾  ¾n½  °j€f   ¾n½f €f    . ¯ °j  ¾n½  °j ½  ¾  ¯ ¾n½f   ° ¾  ¾  ¯    x ½ n¾ ¾  ¯ ¾n½   . ¾  ¾n½f  ¯f¾°j  n  ¯°f f ¯¯f  ¾n½f  x  n ¾n¯ °  -j ¾  n ¾n¯ ° ¾ ¯ ½ ¾fsj  n°f¾    . ¾  ¾n½f  ¯f¾°j n f  ¾n½¾ ½½¾  ¾n½f x– f ¾n½¾"f€°fxf¯½nfsj  nxfx–f €¯f ¾n½¾ –f°  ¾f€   nxf xf°¾€¯f¾¯ ¯ ¾ fnxf ¯ ¾n½¾    9fffnf°sf ¾¾  ¾f€   nxf½ n¾fn°¾ fy¾½°¾ ¾¾ °nf¾    ¾j ½¯   °nff¾ ¾ ¾f€¾ n¯   ¾½ f ¾¾ ¾½½¾  ¾ ¾ –° ¾¾½f¾° n ¾¾ f ¾ ¾¯ ¯ ¾ ffx¾  °¾° f9fff  n  ° ¾f f f¯ ° °¾  ¾ ¯ °f¯ °  ¾n½f°  ¾  .

   °¾¾ ¾f€ n¯ – ©f °j x f½ °f¾ f ¾ffsj  f¯f¾   ¾¯ f €¯fsj  ¾n½¾      .