Apostila de Fisica EAD - Eletricidade, Magnetismo e Física Moderna

Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade & Magnetismo

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 1

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
Conteúdo do Capítulo
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Processos de Eletrização Condutores e Isolantes Força Eletrostática Exemplo Exercícios

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 2

Capitulo 2 - O CAMPO ELÉTRICO
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Ação a distancia Linhas de Força Campo de um Dipolo Elétrico Exemplo Exercícios

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Linha 2/2003 MEC .A Lei de Gauss Capítulo 3 Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Fluxo do Campo Elétrico A lei de Gauss A lei de Gauss e a Lei de Coulomb Campo de uma Carga Puntiforme Distribuição Esfericamente Simétrica Esfera Condutora Esfera Dielétrica Distribuição Linear Infinita Plano Infinito de Cargas Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:23] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 3 .ufrgs.br/tex/fis142/mod03/index.CAPES http://www.Eletricidade.if.

br/tex/fis142/mod04/index.html [13/03/2004 16:14:26] .POTENCIAL ELÉTRICO Conteúdo do Capitulo q q q q q q q Energia Potencial Potencial Potencial de uma carga puntiforme Potencial de um dipolo Potencial acelerador Gradiente de potencial Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 4 Capitulo 4 .Linha 2/2003 MEC .ufrgs.CAPES http://www.if.

html [13/03/2004 16:14:28] .Eletricidade.if.CAPES http://www.ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 5 Capítulo 5 CAPACITÂNCIA E CAPACITORES Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Componentes Elétricos & Eletrônicos Definições Capacitor de placas paralelas Capacitor cilindrico Capacitor esferico Associação de capacitores Capacitores com dielétricos Armazenando energia num campo elétrico Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .br/tex/fis142/mod05/index.

CORRENTE & RESISTÊNCIA Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q Modelo Microscópico Corrente Elétrica Resistência.Linha 2/2003 MEC .Eletricidade. Resistividade e Conductividade Lei de Ohm Energia e Potencia Unidades no Sistema SI Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 6 Capítulo 6 .br/tex/fis142/mod06/index.html [13/03/2004 16:14:30] .if.CAPES http://www.

html [13/03/2004 16:14:33] .CIRCUITOS ELÉTRICOS Conteúdo do Capítulo q q q q q q q Lei dos Nós & Lei das Malhas Lei das Malhas (Lei de Kirchhoff) Lei dos Nós Circuitos com mais de uma Malha Exemplo Circuito RC Série Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 7 Capítulo 7 .CAPES http://www.br/tex/fis142/mod07/index.Eletricidade.Linha 2/2003 MEC .if.

CAPES http://www.2 Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:35] .O CAMPO MAGNÉTICO Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q A força de Lorentz A descoberta do Eletrón O Efeito Hall Movimento de uma carga num Campo Magnético Força sobre uma Corrente Força sobre uma Espira de Corrente Unidades Exemplo 8.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod08/index.1 Exemplo 8.Eletricidade.Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 8 Capítulo 8 .

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 9 Capítulo 9 .if.ufrgs.br/tex/fis142/mod09/index.Linha 2/2003 MEC .CAPES http://www.A LEI DE AMPÈRE Conteúdo do Capítulo q q q q q q q A Descoberta de Oersted Campo de um fio retilíneo infinito Cilindro Infinito Interação entre fios infinitos paralelos Campo de um Solenóide Exemplos Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:37] .Eletricidade.

html [13/03/2004 16:14:40] .A LEI DE FARADAY Conteúdo do Capítulo q q q Indução Eletromagnética Leis de Faraday e Lenz Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 10 Capítulo 10 .if.ufrgs.br/tex/fis142/mod10/index.Eletricidade.Linha 2/2003 MEC .CAPES http://www.

Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:42] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 11 Capítulo 11 -OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS Conteúdo do Capítulo q q q q q Indutância Indutância de um Solenóide Auto-indução Circuito RL Densidade de Energia em Campos Elétricos e Magnéticos Circuito LC Circuito RLC Freqüência Natural Exercícios q q q q Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.ufrgs.if.br/tex/fis142/mod11/index.Linha 2/2003 MEC .

br/tex/fis142/mod12/index. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 12 Capítulo 12 .CAPES http://www.ufrgs.html [13/03/2004 16:14:44] .Eletricidade.Linha 2/2003 MEC .EQUAÇÕES DE MAXWELL Conteúdo do Capítulo q q Equações de Maxwell Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .if.

jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:15:06] . http://www. As a result.com Choose Language Windows Automated Downloads We encountered an issue while trying to automatically install Java™ software onto your machine. you may want to perform a manual download. Java software was not installed properly. System Requirements q Windows 98 (1st and 2nd edition) or Windows ME or Windows NT (service pack 6a) or Windows 2000 (service pack 3) or Windows XP Home or Windows XP Professional (service pack 1) q q q q q You'll also need Pentium 166MHz or faster with minimum 67MB free space a minimum of 32MB of RAM. You may not have the right system requirements to support Java software (see the box below). Please consult the Help or FAQ sections for assistance.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. If the Java software has not begun downloading automatically. Most other issues can be resolved.com/en/download/windows_automatic.java.

java. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .com/en/download/windows_automatic.Download Java Software © Sun Microsystems.

gov. POSSE Jorge Almeida Guimarães toma posse na presidência da Capes Programa de Qualificação Institucional . http://www. as atividades acadêmicas das instituições de ensino estrangeiras que não tenham sido reconhecidas pelo MEC.PQI Acesse o formulário referente ao Relatório de Atividades Ciências Agrárias Acesse os critérios de avaliação para a grande área (2001-2003)e os critérios específicos para avaliação de cursos novos e programas de pósgraduação entre Instituição de Ensino Superior (IES) e Instituto de Pesquisa (IP). que os pagamentos referentes aos meses de Janeiro e Fevereiro/2004 já estão sendo regularizados. Aplicativo A Coordenação de Acompanhamento e Avaliação disponibiliza a cartaconsulta sobre proposta de cursos de mestrado e doutorado. 13 de março de 2004 a INFORMAÇÕES Pró-Coleta Professor Está disponível o Pró-Coleta Professor 2.capes. Entrevista de Candidatos a Bolsa de Doutorado no Exterior CAPES realiza a última etapa da seleção dos candidatos a bolsas de doutorado no exterior.5.br/ [13/03/2004 16:15:28] . Leia a íntegra da notícia. São consideradas ilegais. Resolução CNE/CES 001/2001 alterada pela Resolução CNE/CES 24/2002. assim como o re-envio dos dados de 2001 e 2002 é dia 31 de março de 2004. Confira o texto. Comissão Mista Capes/CNPq Apresentação do Relatório Final (Sumário Executivo) CAPES ALERTA Programa PICDT Informamos aos bolsistas do Programa PICDT. no Brasil. Mestrados e Doutorados sem validade. Trata-se de um ano de Avaliação que atribuirá conceitos e o cronograma já estabelecido para a realização do processo deve ser seguido. Coleta de Dados A Diretoria de Avaliação informa que o prazo de entrega dos dados da Coleta relativos a 2003. Novos prazos para solicitação de reconhecimento dos programas e necessidade de autorização do MEC para instalação de convênios entre IES brasileiras e estrangeiras que ofertem mestrados/doutorados associados são as novidades.CAPES / MEC Sábado. não havendo possibilidade de adiamento.

editor da página Physlets. que permitiram seu uso nas condições desta disciplina. Para acessá-los. diriga-se ao sumário O conteúdo é explorado através de uma variedade de objetos de aprendizagem interativos. 2. editor da página Java Applets on Physics Exigências de hardware e software Para maior eficiência.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. Exigências de Hardware http://www. Davidson. Michael W. convém observar os seguintes aspectos: 1. Wolfgang Christian.if.Antes de Començar Informações Gerais q q Introdução Exigências de hardware e software Introdução O curso está formatado de acordo com a pedagogia construtivista. Ao final apresenta-se uma lista de exercícios. seu navegador tem que suportar Java.html (1 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . a partir de uma abordagem baseada na solução de problemas. editor da página Molecular Expressions: Electricity and Magnetism Walter Fendt. O conteúdo é distribuído em 12 capítulos. Nestcape Navigator ou Microsoft Internet Explorer são os navegadores mais apropriados. Para as animações. Eles podem ser obtidos livremente na web. Alguns objetos de aprendizagem foram extraidos ou adaptados dos seguintes autores.ufrgs.

br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01.jsp.com/ie/ para carregálo. Microsoft Internet Explorer (Versão 4. http://www.0 ou superior). Use este endereço http://www.com para carregá-lo.0 ou superior).Antes de Començar PC com procesador de 90 MHz ou superior. 16 Mb RAM ou superior.microsoft.nestcape. Use este endereço http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . Monitor SVGA ou compatible. Plugin de Java .com/en/download/windows_automatic.ufrgs.java.if. Resolução mínima de 800x600 (recomendado 1024x768) pixels.Applets http://www. Modem de 28.8 kbps ou superior Exigências de software Nestcape Navigator (Versão 4.

davidson. and example problems to help you use Physlets in your teaching. Preview Physlet Physics.Physlets Home Page Welcome to the Physlets resource page. Physlets. The Physics Teacher recently contained a feature article describing the Optics Bench Physlet. q For a CD containing over 800 ready to run Physlet-based Illustrations. You do not need to become a Java expert in order to use Physlets. To learn more about Physlets you may want to: q q q q q q Attend a Physlet workshop. Sign up on the Physlet list-server. Physics Applets. The links on the right contain tutorials.edu/Applets/Applets. download instructions.edu http://webphysics. This book will soon be available in Spanish! For a discussion of how to use Physlets with Just-in-Time Teaching see the JiTT book. Examples from this article are available on the the Physlet Resource site. a book of ready to run Physlet-based Illustrations. Exercises. Send questions or comments about this site to Wolfgang Christian: wochristian@davidson. and Problems see the Physlet Physics book.html (1 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . Explorations. and Problems. The applet on the right is a Physlet. For an introduction to scripting see thee Physlet book. Search the Kaiserslautern Physlet database. It simulates the relativistic and nonrelativistic Doppler effect. Physlets run on the Mac using OS X Panther and the latest Safari browser. are small flexible Java applets designed for science education.

edu/Applets/Applets. < prev | List Sites | next > http://webphysics.html (2 de 2) [13/03/2004 16:16:09] .Physlets Home Page Since 2/1/2001 This PIRA Webring site is owned by Wolfgang Christian.davidson.

html (1 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . materials research. and a short bibliography. nematode worms. point-detection. as well as from a diverse range of academic and professional disciplines. snowflakes. bright and crisp optics. Explore the use of exponential notation to understand and compare the size of things in our world and the universe. formulas. numerical aperture. biology. Microscope: Basics and Beyond (50 pages.Download the latest PDF edition of Mortimer Abramowitz's renowned introduction to optical microscopy in full color. including illumination.The new Olympus FluoViewTM FV1000 is the latest in point-scanning. muscle cells. The volume covers all of the important basic concepts. This year's contest drew entrants from 46 countries. Designed specifically for a wide spectrum of applications ranging The Galleries: Photo Gallery Silicon Zoo Pharmaceuticals Chip Shots Phytochemicals DNA Gallery Microscapes Vitamins Amino Acids Birthstones Religion Collection Pesticides BeerShots Cocktail Collection Screen Savers Win Wallpaper Mac Wallpaper Movie Gallery http://micro. and non-profit institutions. Purchase Nikon's Small World 2004 Calendar . coupled to an intuitive user interface and affordability are key characteristics of this state-of-the-art optical microscopy system.edu/index. a computer chip. private.5 x 11 semi-gloss paper and spiral bound for mounting on the wall.Molecular Expressions: Images from the Microscope Galleria License Info Image Use Custom Photos Partners Site Info Contact Us Publications Home Welcome to the Molecular Expressions website featuring our acclaimed photo galleries that explore the fascinating world of optical microscopy. We are going where no microscope has gone before by offering one of the Web's largest collections of color photographs taken through an optical microscope (commonly referred to as "photo-micro-graphs").fsu. 20. a diatom. and chemical crystals.The Nikon Small World 2004 Calendar is printed in full color on 8. and high efficiency of excitation. botany. and depth of field. and contain useful numbers. resolution. Köhler illumination.Soar through space starting at 10 million light years away from the Milky Way down through to a single proton in Florida in decreasing powers of ten (orders of magnitude). Winning entries included several images of rat and mouse brain cells. These photographs are available for licensing to commercial. eyepieces. The Olympus MIC-D Digital Microscope .magnet. objectives. Olympus FluoView Laser Scanning Confocal Microscopy . aberration. thin films.Olympus has thrown the doors open to a new era in optical microscopy education with the introduction of the MIC-D inverted digital microscope.7 Mbytes) . Winners came from such fields as chemistry. and biotechnology. Visit our Photo Gallery for an introductory selection of images covering just about everything from beer and ice cream to integrated circuits and ceramic superconductors. Excellent resolution. condensers. Included in the calendar are the top 20 prize winners and thumbnail images from all of the 17 honorable mentions. ranging from simple magnifiers to complex compound microscopes. Numerous appendices review focusing of the microscope and oil immersion. plant hair cells. Powers of Ten . confocal laser scanning microscopes designed for today's intensive and demanding biological research investigations.

html (2 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Together with the scientists and programmers at Molecular Expressions.fsu. and magnification of microscopic creatures viewed at thousands of times their actual size. Chemical Crystals .Molecular Expressions: Images from the Microscope from basic classroom instruction to more advanced laboratory analysis. Specimens having a moderate degree of thickness (5 to 15 microns) will produce dramatically improved images with either confocal or deconvolution techniques. Stereoscopic Zoom Microscopy . lack this periodic arrangement and are noncrystalline.8K modems) Several methods have been developed to overcome the poor contrast inherent with imaging thick specimens in a conventional microscope. differential interference contrast (DIC).magnet. and are probably best-imaged using confocal techniques. but don't try this unless you have a fast connection (10 Mbits/sec Ethernet or higher). and illumination intensity in stereoscopic microscopes with this interactive Flash tutorial. or solid.edu/index. such as glass. liquid. Visitors can adjust the focus.Chemical compounds can exist in three basic phases. Java-powered QX3 Computer Web Microscope . Nikon microscopists and engineers are providing the latest state-of-theart information in microscope optics and imaging technology including specialized techniques such as fluorescence.(approximately a 30 second download on 28. and microscopy of living cells. contrast.The MicroscopyU website is designed to provide an educational forum for all aspects of optical microscopy. Scanning Electron Microscopy . The thickest specimens (20 microns and above) will suffer from a tremendous amount of extraneous light in out-of-focus regions. having a three-dimensional periodic atomic arrangement.We have teamed up with award-winning electron microscopist Dennis Kunkel to produce a virtual Scanning Electron Microscope (vSEM). phase contrast. No additional software is needed. We invite you to explore MicroscopyU and discover more about the exciting world of optics and microscopy. Gases consist of weakly bonded atoms and expand to fill any available space. Most are crystalline. Explore zoom magnification. focus. digital imaging. Solids are characterized by strong atomic bonding and have a rigid shape. Liquids have characteristics that fall in between gases and solids. and photomicrography. Laser Scanning Confocal Microscopy . this versatile microscope features a palette of contrast enhancing techniques that rival many research-level instruments. Some. This cinemicrographic collection presents time-lapse movies of various chemical compounds as they change physical states. which can be viewed in a specially designed Java client run through your Web browser at frame rates up to 18 frames/second. Discover how this delightful classic is just as beautiful as it is tasty. or amorphous. With this software. reflected light microscopy. Burgers 'n Fries .Many stereoscopic microscopes feature the ability to perform a continuous magnification change by means of a zoom lens system placed between the objective and the eyepieces. gaseous. Nikon MicroscopyU .Join us for a microscopic examination of America's culinary favorite: the ubiquitous hamburger and French fries.This virtual QX3 microscope is broadcasting images over the Web at 20 frames/second. you can http://micro. This tutorial explores imaging specimens through serial z-axis optical sections utilizing a virtual confocal microscope.

and animals. the majority of life forms exist as single cells that perform all the functions necessary for independent existence. observe the activities of microscopic organisms taken from a typical North Florida pond. and photography to form her abstract photomicrographs into a colorful celebration of form and structure. and optics. Visit the gallery and download a copy of our Windows screen saver containing selected images of these beautiful microscopes.Explore the basic concepts in digital imaging with our illustrated discussions and interactive tutorials. Activities are designed to promote the asking and answering of questions related to light. Topics covered include CCD operation. Pond Life . Science. science. however. and color. the fluorescence gallery contains a variety of examples using both specific fluorochrome stains and autofluorescence. Fluorescence Microscopy Digital Image Gallery .Molecular Expressions: Images from the Microscope capture single digital images.fsu. Born in Amsterdam in 1944. A wide spectrum of these photomicrographs are featured in this gallery.Explore our science curriculum package being developed for teachers. Many years ago. excreting. color.Featuring specimens collected from a wide spectrum of disciplines.Our featured microscopist for Spring 2002 is noted Dutch photomicrographer Loes Modderman. Most cells are far too small to be seen with the naked eye and require the use of high-power optical and electron microscopes for careful examination. art. trying not to be eaten.Take a moment to visit our in-depth http://micro. locomoting. The vast majority of pond inhabitants. Modderman received her first microscope by age 13 and has never lost her sense of wonder at the minute beauties available with this instrument. record movies. Intel Play QX3 Computer Microscope . are invisible until viewed under the microscope. Optics & You . and parents. Concepts in Digital Imaging Technology . or classical photomicrography on film with Fujichrome Provia 35 millimeter transparency film. prisms. Museum of Microscopy . shadows. The program begins with basic information about lenses.edu/index. Images were captured utilizing either a Nikon DXM 1200 digital camera.magnet.html (3 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . and reproducing.Although the human body contains over 75 trillion cells. which allowed her to meld longtime interests in nature. Silicon Zoo . Loes initiated a series of chemical crystallization experiments. students. an Optronics MagnaFire Peltier-cooled camera.Featuring 3-D Studio Max drawings of ancient microscopes. and perform time-lapse cinematography experiments.Freshwater ponds provide a home for a wide variety of aquatic and semiaquatic plants. Featured Microscopist . this unique gallery explores many of the historic microscopes made during the last four centuries. digital manipulation of images and a wide spectrum of other issues in this emerging field. insects.This popular gallery features images of cartoon characters and other doodling placed onto computer chips by their designers. image capture. leading up to the use of sophisticated instruments scientists use to help them understand the world. Cell and Virus Structure . eating. In this collection of digital movies. Beneath the placid surface of any pond is a microscopic metropolis bustling with activity as tiny bizarre organisms pursue their lives.

html (4 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . noise reduction.Having the simplest architecture and being the easiest devices to build and operate.fsu. Intel Play QX3 Computer Microscope Simulator . Full-Frame CCD Operation .Explore microscopy of integrated circuits using real-time confocal observations at a resolution of 0.magnet. filtering digital images. Reflected Light Confocal Microscopy . color balance. Building A Charged Coupled Device . compression. interactive microscope software. measurements.Astigmatism aberrations are similar to comatic aberrations. The aberration is manifested by the off-axis image of a specimen point appearing as a line or ellipse instead of a point.A video signal is a recoverable train of electrical impulses generated by scanning a two-dimensional image produced by the optical train of a microscope. This tutorial explores how two representative light rays can establish the parameters of an imaging scenario. Explore how images are captured and transferred to serial output registers with this interactive Java tutorial. Geometrical Construction of Ray Diagrams . Techniques reviewed include contrast. full-frame charged coupled devices (CCDs) feature high-density pixel arrays capable of producing digital images with the highest resolution currently available. spatial resolution. suggested specialized techniques. averaging. These micrographs are intended to resemble surrealistic/alien landscapes. and digital image galleries from the QX3 microscope. Astigmatism . convolution kernels. 10 Best Interactive Java Tutorials Digital Image Processing Interactive Java Tutorials . Creative Photomicrography . and binary digital images. histogram manipulation.Discover how the hardware and software of this amazing "toy" microscope work together to produce images that you can digitally manipulate with a personal computer. The image is sequentially scanned in narrow strips and http://micro. geometric transformation. however these artifacts are not as sensitive to aperture size and depend more strongly on the oblique angle of the light beam. we have succeeded in generating a series of unusual micrographs which we have termed microscapes.By employing multiple exposure photomicrography.Explore the steps utilized in the construction of a charged coupled device (CCD) as a portion of an individual pixel gate is fabricated on a silicon wafer simultaneously with thousands or even millions of neighboring elements. Video Signal Generation .A popular method of representing a train of propagating light waves involves the application of geometrical optics to determine the size and location of images formed by a lens or multi-lens system.18 microns with this interactive Java tutorial.edu/index. image sampling frequency. Included topics are the QX3 hardware (microscope).Molecular Expressions: Images from the Microscope discussion of this incredible toy microscope.Explore the basic concepts of digital image processing applied to specimens captured in the microscope.

exposure control. the average user often applies operations to digital images without concern for the underlying principles behind these manipulations. directly onto the sensor integrated circuit. and the video signal. Cut and ground to specific tolerances and exact angles. every point in the specimen is represented by an Airy diffraction pattern having a finite spread.Prisms and beamsplitters are essential components that bend. The images that result from careless manipulation are often severely degraded or otherwise compromised with respect to those that could be produced if the power and versatility of the digital processing software were correctly utilized.html (5 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . which lie beyond the primary task of photon collection. how to set up a microscope. scan lines. then visit our Microscopy Primer for a detailed discussion. shuttering.When an image is formed in the focused image plane of an optical microscope. The microscope drawing presented in the tutorial illustrates a cut-away diagram of the Olympus BX51 microscope equipped with a vertical illuminator and lamphouses for both diascopic (tungsten-halogen) and epi-fluorescence (mercury arc) light sources. Introduction to CMOS Image Sensors . virtually noise-free modification of an image in the form of a matrix of integers instead of the classical darkroom manipulations or filtration of timedependent voltages necessary for analog images and video signals. Inexpensive CMOS image sensors are entering the field of optical microscopy in educational instruments that combine acceptable optical quality with user-friendly control and imaging software packages.CMOS image sensors are designed with the ability to integrate a number of processing and control functions.This interactive tutorial explores illumination pathways in the Olympus BX51 research-level upright microscope.Molecular Expressions: Images from the Microscope combined to produce the final signal. prisms are polished blocks of glass or other http://micro. analog-todigital conversion. gain adjustment.This tutorial demonstrates how the condenser is centered in the optical path and the size of the field diaphragm opening is determined when adjusting a microscope for proper Köhler illumination. Sliders control illumination intensity and enable the visitor to select from a library of five fluorescence interference filter combinations that have excitation values ranging from the near ultraviolet to long-wavelength visible light. New Microscopy Primer Entries If you need information about optical microscopy.Digital image processing enables the reversible. and fold light through the pathways of both simple and sophisticated optical systems. reflect.fsu. Basic Concepts in Digital Image Processing . This occurs because light waves emitted from a point source are not focused into an infinitely small point by the objective.magnet. and initial image processing algorithms. Fluorescence Microscope Light Pathways . This interactive tutorial explores the relationship between the microscope image. split. These features generally include timing logic. Condenser Alignment . Introduction to Prisms and Beamsplitters . Even though many image processing algorithms are extremely powerful. but converge together and interfere near the intermediate image plane to produce a three-dimensional Fraunhofer diffraction pattern. white balance. Airy Pattern Formation .edu/index. or how to take photographs with a microscope.

Confocal microscopy offers several advantages over conventional optical microscopy. These instruments are also essential when micromanipulation of the specimen is required in a large and comfortable working space. or disperse light into its component wavelengths. Many prism designs can perform more than one function. and whether they exist as black and white (grayscale) or full color. separate polarization states.fsu. Image Formation . The key to the confocal approach is the use of spatial filtering to eliminate out-of-focus light or flare in specimens that are thicker than the plane of focus. This process applies to all images. They are often forced to assume an awkward work posture such as the head bent over the eye tubes. Electronic Imaging Detectors .In order to view specimens and record data. due in part to the relative ease with which extremely high-quality images can be obtained from specimens prepared for conventional optical microscopy. or with the wrists bent in an unnatural position. such as a sequence of electrical signal fluctuations or changes in the chemical nature of a film emulsion that vary continuously over all dimensions of the image.Stereomicroscopes have characteristics that are valuable in situations where three-dimensional observation and perception of depth and contrast is critical to the interpretation of specimen structure. Basic Properties of Digital Images .y) coordinate system. the upper part of the body bent forward. and the ability to collect serial optical sections from thick specimens. with little possibility to move the head or the body. Basic Microscope Ergonomics . A digital image is composed of a rectangular (or square) pixel array representing a series of intensity values and ordered through an organized (x.edu/index. or for biological research that requires careful manipulation of delicate and sensitive living organisms. the elimination of image degrading out-of-focus information. microscope operators must assume an unusual but exacting position. image formation occurs at the intermediate image plane through interference between direct light that has passed through the specimen unaltered and light diffracted by minute features present in the specimen.html (6 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . regardless the origin and complexity. The image produced by an objective lens is conjugate with the specimen.In the optical microscope.Continuous-tone images are produced by analog optical and electronic devices.Molecular Expressions: Images from the Microscope transparent materials that can be employed to deflect or deviate a light beam. which accurately record image data by several methods. The wide field of view and variable magnification displayed by stereomicroscopes is also useful for construction of miniature industrial assemblies. In order for a continuous-tone or analog image to be processed or displayed by a computer. the hand reaching high up for a focusing control. Introduction to Confocal Microscopy . There has been a tremendous explosion in the popularity of confocal microscopy in recent years. rotate or invert an image. meaning that each image point at the intermediate plane is geometrically related to a corresponding point in the specimen. which often includes changing the line of sight and simultaneously shortening the optical path.magnet. and in its great number of applications in many areas of current research interest. it must first be converted into a computer-readable form or digital format.The range of light detection methods and the wide http://micro. thus reducing the size of optical instruments. including controllable depth of field. Stereomicroscopy .

This discussion is intended to aid in understanding the basics of light detection and to provide a guide for selecting a suitable detector for specific applications in optical microscopy.Achieving conditions necessary for oblique illumination.magnet. The device was engineered to allow the entire iris to move off-center in a horizontal plane so that closing the circular diaphragm opening would result in moving the zeroth order to the periphery of the objective rear focal plane. In advanced models. the entire diaphragm was rotatable around the axis of the microscope so that oblique light could be directed toward the specimen from any azimuth to achieve the best desired effect for a given specimen. Washington was responsible for placing what is perhaps the World's smallest rendition of an osprey on a decimation filter integrated circuit utilized in signal analyzer instruments. Minnesota. aberration. which has been employed to enhance specimen visibility since the dawn of microscopy.edu/index. followed by errors in filter selection. Pac-Man . New digital technologies are producing higher resolution micrographs.We found this guy in a trench coat trying to hock some fake Rolex watches (that are probably "hot") on a Hewlett-Packard PA-RISC microprocessor. Snoopy . Oblique or Anaxial Illumination .The silicon version of Snoopy illustrated in this section was discovered by Richard Piotter of New Ulm. some microscopes were equipped with a condenser having a decenterable aperture iris diaphragm.A Hewlett-Packard design team headed by Howard Hilton in Lake Stevens. film choice. the silicon artwork signifies a pun on higher-end microprocessor clock systems that utilize a more complex feature set.A silicon version of the famous game character was photographed gobbling the initials GAAS (gallium arsenide) on a TEMIC Semiconductors silicongermanium radio frequency integrated circuit. who also loaned the 4-inch wafer (made by a 1980s-era semiconductor company named Trilogy) from which the image is derived. In former years. Best of the Silicon Zoo Flying Osprey .fsu. Troubleshooting Classical and Digital Photomicrography . Multiphoton Excitation Microscopy . The Con Artist . Microscope configuration errors represent the greatest obstacle to quality photomicrographs.html (7 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Multiphoton fluorescence microscopy is a powerful research tool that combines the advanced optical techniques of laser scanning microscopy with long wavelength multiphoton fluorescence excitation to capture high-resolution. can be accomplished by a variety of techniques with a simple transmitted optical microscope.Photography through the microscope is undergoing a transition from film to digital imaging. Housed near the clock circuitry on the chip. Perhaps the easiest methods are to offset a partially closed condenser iris diaphragm or the image of the light source. but the quality still falls short of that obtainable with film. and processing mistakes. dirt and debris.Molecular Expressions: Images from the Microscope variety of imaging devices currently available to the microscopist make the selection process difficult and often confusing. http://micro. three-dimensional images of specimens tagged with highly specific fluorophores.

http://micro. The Pepsi Generation . This. Brightfield Microscopy Digital Image Gallery .Probably the best silicon artwork we have yet seen.Tux is nesting within the pad ring on an integrated circuit of unknown function (perhaps the latest new microprocessor designed to run the Linux operating system). The Stay Puft Marshmallow Man .Simpson's cartoon character Milhouse was spotted on a Silicon Image Sil154CT64 digital transmitter integrated circuit. Images produced with brightfield illumination appear dark and/or highly colored against a bright. often light gray or white. stained specimens or other kinds of samples that naturally absorb significant amounts of visible light. Starship USS Enterprise .magnet.An orange silicon Smurf is pulling a wagon containing the copyright symbol around the pad ring on a Siemens integrated circuit of unknown function. occurs in all multicellular plants and animals to permit growth of the organism.Molecular Expressions: Images from the Microscope Milhouse Van Houten . Tux.Mitosis. this image was discovered on a Hewlett-Packard graphics chip.An intricate bitmap-like pattern of vias (interconnect shafts) was used to construct this incredible likeness of a Rolex wristwatch.Perhaps the smallest soft drink advertisement ever created. The Chip Smurf .fsu.edu/index. Digital imaging with fluorescence microscopy is becoming a powerful tool to assist scientists in understanding the complex process of mitosis on both a structural and functional level. background. the Stay Puft Marshmallow Man was cooked in a frying pan within the circuitry of a Weitek math coprocessor designed in 1988.html (8 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .This mythical Japanese creature was discovered lurking on a pad within the Silicon Graphics MIPS R10000 microprocessor (this chip is sure crowded with silicon creatures). the Linux Penguin . a phenomenon observed in all higher eukaryotes. The Rolex . Thor: God of Thunder . New Photo Gallery Entries Observing Mitosis with Fluorescence Microscopy . coupled with cytokinesis (division of the cytoplasm).Brightfield illumination has been one of the most widely used observation modes in optical microscopy for the past 300 years. is the mechanism that allows the nuclei of cells to split and provide each daughter cell with a complete set of chromosomes during cellular division.This famous Star Trek icon was discovered on a Texas Instruments bipolar logic integrated circuit. Godzilla . this 750 micron Pepsi commercial was discovered on a Hewlett-Packard CPU-support chip.Coming to you from "GhostBusters". This digital image gallery explores a variety of stained specimens captured with an Olympus BX51 microscope coupled to a 12-bit QImaging Retiga camera system. The technique is best suited for utilization with fixed.

Molecular Expressions: Images from the Microscope Polarized Light Microscopy Digital Image Gallery . Darkfield Microscopy Gallery . Differential Interference Contrast Digital Image Gallery . polarized light can be employed for both quantitative as well as qualitative investigations.Acclaimed by Newsweek as being "better than Vitamins".fsu. phase contrast illumination allows scientists to see details in unstained and/or living objects with great clarity and resolution. several specimens exhibiting birefringent character are included to demonstrate the kaleidoscopic display of color that arises when anisotropic substances are imaged with this technique.DNA undergoes a number of liquid crystalline phase transitions both in vitro and in vivo.magnet. brightfield. and whole organisms to both lightly and heavily stained thin and thick sections. This gallery explores the microscopic textures exhibited by various liquid crystalline DNA phases and their transition states. darkfield.The modulation contrast technique takes advantage of optical phase gradients to yield a pseudo three-dimensional effect on images seen in the microscope. Dinosaur Bones .Thin unstained. Hoffman Modulation Contrast Gallery . In addition.By "converting" phase objects such as living material into amplitude specimens. which vary from unstained cells. The Phytochemical Collection . and a wide variety of other specimens. Visit this gallery to observe how polarized light can be of advantage in the observation of specimens that would otherwise exhibit poor contrast and be difficult to distinguish from the background. polymers. bones. The digital images presented in this gallery represent a wide spectrum of specimens.Scroll through serial optical sections from a wide variety of specimens. Intel Play QX3 Microscope Galleries . Useful for observation of mineral thin sections. fibers. hairs. phytochemicals are blazing a new frontier in the arena of cancerprevention research. transparent specimens are excellent candidates for imaging with classical differential interference (DIC) microscopy techniques over a relatively narrow range (plus or minus one-quarter wavelength) of bias retardation.Darkfield illumination provides good contrast for specimens that are often lacking in sufficient detail using other illumination techniques. and Rheinberg illumination.edu/index.Photographs of thin sections made from bones left behind by dinosaurs that have been extinct for over 70 million years. http://micro. tissues.As a contrast-enhancing optical technique. in this Java-powered image gallery. Explore the wide spectrum of biological specimens presented in this gallery of digital images. including tissue culture cells. chemical crystals. thin and thick sections. Phase Contrast Gallery .Check out digital images captured with this incredible microscope using contrast enhancing techniques such as polarized light. Explore the beautiful crystalline patterns displayed by phytochemicals captured in polarized light. The DNA Gallery . Confocal Microscopy Digital Image Gallery . polarized light microscopy is unsurpassed in the magnificent array of colors and beautiful textures generated through interference between orthogonal wavefronts at the analyzer. particles. and entire organisms.html (9 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .

graphics. as they can reach some of the highest magnetic fields experimentally possible. Building A Transistor . interactive Java tutorials.html (10 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . nondestructive magnets are more suited towards scientific research. © 1995-2004 by Michael W. Of these two. software. Last modification: Thursday. In the upcoming weeks and months.Explore how electrical potential can cause migration and separation of macromolecules according to size in a cross-linked gel.Visit our interactive tutorials on electricity and magnetism to explore how these two forces of nature operate in our everyday lives. All Rights Reserved. Davidson and The Florida State University. Use of this website means you agree to all of the Legal Terms and Conditions set forth by the owners. Pulsed Magnets . or applets may be reproduced or used in any manner without permission from the copyright holders. we will be adding more galleries.magnet. Electrophoresis . This website is maintained by our Graphics & Web Programming Team in collaboration with Optical Microscopy at the National High Magnetic Field Laboratory. This applet demonstrates how a non-destructive short pulse magnet works. How a Compact Disc Works . Silicon Zoo artwork. and come in two forms: destructive and non-destructive. No images. Chip Shots and new entries for the image collections on our website so please come back from time to time and check out our new additions. 1995: 3011717 Microscopes provided by: http://micro.Explore how an individual Field Effect (FET) transistor is fabricated on a silicon wafer simultaneously with millions of its neighbors. and how variations between pits and lands on the disc surface affect how light is either scattered by the disc surface or reflected back into a detector. scripts. 2004 at 09:44 AM Access Count Since September 12. Mar 04.Molecular Expressions: Images from the Microscope Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials .edu/index.fsu. BACK TO THE TOP Questions or comments? Send us an email.Pulsed magnets are among the strongest magnets in the world.This tutorial explores how a laser beam is focused onto the surface of a spinning compact disc. and shows the relative field strengths generated.

magnet.edu/index.html (11 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Molecular Expressions: Images from the Microscope http://micro.fsu.

01/18/2003 03/11/2000 .de/ph14e applets.walter-fendt.4. 2004-0311) www.01/18/2003 05/30/2003 .01/18/2003 09/13/2000 .de/ph14e/ (1 de 3) [13/03/2004 16:17:14] 11/02/2000 . 46 English version www. Download is possible from Sun Microsystems.01/18/2003 03/25/2000 .4) Java Applets on Physics Walter Fendt (Java 1.Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 Resultant of Forces (Addition of Vectors) 11/02/1998 .walter-fendt.01/18/2003 11/04/1997 .01/18/2003 11/07/1998 .01/18/2003 .1.01/18/2003 02/24/1999 . Mechanics Motion with Constant Acceleration Equilibrium of Three Forces Resolution of a Force into Components Pulley System Lever Principle Inclined Plane Newton's Second Law Experiment Projectile Motion Elastic and Inelastic Collision Newton's Cradle Carousel (Centripetal Force) Kepler's First Law http://www. 2002-12-27) Download Important notice.01/18/2003 03/10/1999 .de/ph11e (Java 1.07/01/2003 03/24/1998 .01/18/2003 12/23/1997 . 41 applets.01/18/2003 11/02/1997 .4) is installed on your computer. especially for Internet Explorer version 6: The applets will only work if a Java runtime environment (version 1.walter-fendt.

11/27/2003 09/11/2002 .01/18/2003 12/08/1999 .01/18/2003 10/07/2003 .01/18/2003 06/01/1998 .01/18/2003 09/11/1998 .walter-fendt.07/04/2003 06/13/1998 .01/18/2003 04/19/1998 .01/18/2003 05/24/1998 .01/18/2003 Magnetic Field of a Straight Current-Carrying Wire 09/18/2000 .01/18/2003 Electrodynamics Magnetic Field of a Bar Magnet Lorentz Force Direct Current Electrical Motor Generator Ohm's Law Combinations of Resistors Simple AC Circuits Electromagnetic Oscillating Circuit Electromagnetic Wave 04/20/2001 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 02/25/1998 .4) Kepler's Second Law Hydrostatic Pressure in Liquids Buoyant Force in Liquids 04/04/2000 .01/18/2003 Optics Refraction of Light Reflection and Refraction of Light Waves (Explanation by Huygens' Principle) Refracting Astronomical Telescope Interference of Light at a Double Slit 12/20/1997 .01/18/2003 11/29/1997 .01/18/2003 05/22/1999 .01/18/2003 10/21/2001 .01/18/2003 Standing Wave (Explanation by Superposition with the Reflected New! (11/02/2003) Wave) Standing Longitudinal Waves Interference of two Circular or Spherical Waves Doppler Effect 06/08/1998 .01/18/2003 07/05/1998 .01/18/2003 09/20/1999 .01/18/2003 11/23/1997 .01/18/2003 03/05/1998 .de/ph14e/ (2 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .11/01/2003 http://www.01/18/2003 05/08/1998 .01/18/2003 02/03/1999 .01/18/2003 Oscillations and Waves Simple Pendulum Spring Pendulum Coupled Pendula Forced Oscillations (Resonance) Beats 05/21/1998 .11/01/2003 03/08/2000 .

de/ph14e/ (3 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 Nuclear Physics Radioactive Decay Series 07/20/1998 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 Bohr's Theory of the Hydrogen Atom 05/30/1999 .11/01/2003 Thermodynamics Special Processes of an Ideal Gas 12/25/1999 . 2004 Mathematics Applets Astronomy Applets Homepage E-Mail Copyright Awards and Links http://www. March 11.01/18/2003 Law of Radioactive Decay 07/16/1998 .01/18/2003 Walter Fendt.01/18/2003 Theory of Relativity Time Dilation 11/15/1997 .01/18/2003 Physics of Atoms Photoelectric Effect 02/20/2000 .walter-fendt.4) Diffraction of Light by a Single Slit 10/11/2003 .

http://www. Please update your Favorites.com/windows/ie/default.htm.microsoft.com/ie/ The Internet Explorer home page has moved to www.microsoft.com/ie/ [13/03/2004 16:17:18] . http://www.microsoft.

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1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO
Essencialmente, existem dois tipos de portadores de carga elétrica: prótons (+) e elétrons(-). Em condições de equilíbrio, qualquer material é eletricamente neutro, contendo igual número de prótons e elétrons. Um material é eletricamente positivo quando tem excesso de prótons, ou falta de elétrons. Da mesma forma, ele será negativamente carregado se tiver um excesso de elétrons. Um material pode ser eletrizado através de dois processos:
r r

Eletrização por atrito Eletrização por indução

Eletrização por atrito ocorre quando materiais não condutores são atritados uns contra outros. Nesse processo, um dos materiais perde elétrons e outro ganha, de modo que um tipo de material fica positivo e outro fica negativo. Uma experiência simples consiste em carregar um pente passando-o várias vezes no cabelo. A comprovação de que ele ficou carregado é obtida atraindo-se pequenas partículas, por exemplo, de pó de giz. A figura ilustra as etapas essenciais do processo de eletrização por indução. Na
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

ilustração, tem-se inicialmente um corpo carregado e outro descarregado ( para que o processo seja factível, este corpo deve ser condutor). A aproximação do corpo positivamente carregado atrai as cargas negativas do corpo eletricamente neutro. A extremidade próxima ao corpo carregado fica negativa, enquanto a extremidade oposta fica positiva. Mantendo-se o corpo carregado próximo, ligase o corpo eletricamente neutro à terra. Elétrons subirão da terra para neutralizar o “excesso” de carga positiva. Cortando-se a ligação à terra, obtém-se um corpo negativamente carregado.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

ela permanece no local em que foi colocada.html [13/03/2004 16:18:17] . quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material dielétrico. Como os nomes sugerem.3 A LEI DE COULOMB Capitulo 1. Na verdade. seria melhor dizer que um dielétrico quase não conduz a eletricidade.1. Há circunstâncias (veremos mais tarde) em que ele também conduz.ufrgs. Podemos dizer.A LEI DE COULOMB Condutores e Isolantes No contexto do eletromagnetismo. um material condutor tem facilidade para conduzir a eletricidade. Para o momento.if. ela tenderá a se distribuir até que o campo no interior do material seja nulo. Ao contrário. enquanto um dielétrico não conduz a eletricidade. podemos classificar os materiais em: r r r r Condutores Isolantes (ou dielétricos) Semicondutores Supercondutores. Assim. http://www. vamos nos deter apenas nos condutores e nos dielétricos. quando esta carga é colocada num condutor. que se encarregam de conduzir a eletricidade. numa linguagem bastante simples. que um dielétrico é diferente de um condutor porque este tem elétrons livres.br/tex/fis142/mod01/m_s02.

Eletrostática é esta área do eletromagnetismo que aborda interações entre cargas estacionárias ou quase estacionárias. Podemos fazer outra simplificação. experimentalmente. vê-se duas cargas elétricas.99x109 Nm2/C2 é uma constante que tem essa forma para atender necessidades de ajustes dimensionais e para simplificar as equações de Maxwell. Coulomb descobriu.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . considerando apenas as cargas estacionárias. http://www. +e+ +e-e- No aplicativo acima.1.A LEI DE COULOMB FORÇA ELETROSTÁTICA Numa abordagem bastante geral.85x10-12 C2/Nm2.if.br/tex/fis142/mod01/m_s03. é uma constante muito importante no eletromagnetismo. Na maioria dos casos tratados aqui essa é uma boa aproximação.ufrgs.1) onde =8.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 1 . que a força entre cargas q1 e q2 é dada por: (1. Esta abordagem pode ser simplificada desprezando-se a atração gravitacional frente à interação eletromagnética. denominada permissividade elétrica no vácuo. ε0=8. podemos dizer que dois corpos eletrizados interagem através da atração gravitacional e da interação eletromagnética.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . Use pelo menos 10 pontos para fazer gráfico. o valor das coordenadas e da força.ufrgs. na barra amarela que fica na parte de baixo da moldura. Faça o gráfico de F versus a distância entre as cargas. 4) Você consegue explicar porquê foi sugerido que a carga se movimentasse ao longo dos eixo dos x's? http://www. e movimente a outra ao longo do eixo dos x's.1. 3) Fixe uma das cargas.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB 1) Altere os sinais das cargas e observe os sentidos das forças de interação eletrostática. 2) Clique sobre uma carga e veja.if.br/tex/fis142/mod01/m_s03.

2 é a expressão gráfica do enunciado acima.4 EXEMPLO 1. Tendo em conta as posições das cargas. o http://www. válida em quase todos os problemas de física: fazer um desenho que represente o enunciado.1 Duas cargas positivas puntiformes.ufrgs. conforme figura acima.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:24] .br/tex/fis142/mod01/m_s04. Portanto.A LEI DE COULOMB EXEMPLO 1. e que Q1=Q2=Q=q.1 Capitulo 1 . Calcule a força dessas duas cargas sobre uma terceira carga. Por simetria chega-se à conclusão que a força resultante sobre a terceira carga tem a direção do eixo x. tem-se F1=F2=kq2/r2.3. nos pontos y=+a e y=-a. .if. A figura 1. Pelo princípio da superposição. colocada no eixo dos x. Q1 e Q2. Vamos tomar a primeira providência. q. são colocadas no eixo dos y.

. Tente descobrir onde está o equívoco.1 módulo da força resultante será Mostre que a força resultante é máxima no ponto Substituindo o valor negativo de x na expressão .ufrgs.4 EXEMPLO 1.3. em aparente contradição com os apontamentos ao lado.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . http://www. obtém- se um resultado positivo.br/tex/fis142/mod01/m_s04.

if.0x10-7 kg e 5. determine as componentes horizontais e verticais da força resultante que atua na carga –q (canto superior direito). Figura 1. As partículas têm massas iguais a 7. são largadas a partir do repouso. com um afastamento de 3x10-3 m entre elas.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:30] . Quais são: (a) a aceleração da segunda partícula? (b) O módulo da carga comum? R.: 1. R.6 Exercicios Capitulo 1 . Pergunta 2 q 1.3 http://www.1 Duas partículas igualmente carregadas.94kq2/a2.4x10-7 kg.2 Considerando. Pergunta 1 q 1. e a aceleração inicial da primeira partícula é de 700 m/s2.ufrgs.1. na figura 1. As cargas estão em repouso absoluto.A LEI DE COULOMB Exercicios.br/tex/fis142/mod01/m_ex.06kq2/a2. q=2x10-6 C e a=10 cm.3. 0. 7x10-10 C.: 900 m/s2.

6 Exercicios Pergunta 3 q 1. para que esta força seja igual 9x10-9 N.3 Duas cargas pontuais livres. Pergunta 4 q 1. de modo que a repulsão coulombiana seja máxima.4 Cargas iguais a +Q são colocadas nos vértices de um triângulo equilátero de lado L. (Q-q) e q.ufrgs. R. (b) Mostre que o equilíbrio é instável. a uma distância d/4 a partir da carga +q. R.5 Uma carga Q igual a 2x10-19 C é dividida em duas.: Carga colocada na bissetriz. Determine a posição. Uma terceira carga é colocada de tal modo que todo o sistema fica em equilíbrio. colocada entre as cargas +q e +9q. a uma distância a partir do vértice.br/tex/fis142/mod01/m_ex.: 1Å http://www.if. o módulo e o sinal da terceira carga.1. R. estão afastadas por uma distância d. +q e +9q. de modo que o sistema fique em equilíbrio. o módulo e o sinal de uma carga colocada no interior do triângulo. Calcule a distância que uma deve ficar da outra. Pergunta 5 q 1.: Carga –9q/16. (a) Determine a posição.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .

e tenha massa igual a 3.6x10-9 C? (b) Supondo que a esfera seja de cobre.6 Exercicios Pergunta 6 q 1.7 (a) Quantos elétrons deverão ser removidos de uma pequena esfera. conforme ilustra a figura 1. calcule a fração dos elétrons totais da esfera que corresponde ao valor encontrado em (a).html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .4 Pergunta 7 q 1. estão suspensas por fios não condutores de comprimento L.br/tex/fis142/mod01/m_ex. mostre que Figura 1. R. para deixá-la com carga igual a +1.4. http://www.if.1.6 Duas cargas pontuais idênticas.ufrgs. Considerando o ângulo θ tão pequeno de modo que seja válida a aproximação . 1/1014. de massa m e carga q.11 g.: 1010 elétrons.

Apresenta-se nesta simulação. Isto é.if. De acordo com o conceito de campo. Uma carga de prova (vermelha) pode ser usada para se determinar o valor de E em qualquer ponto no interior da moldura. logo. Use uma dessas medidas e determine o valor da carga líquida da distribuição. são interações à distância.2. obtido com o uso da eq. O valor é positivo. para se conhecer o valor do campo elétrico em determinado ponto. Operacionalmente. a interação entre duas cargas. quando Faraday introduziu a idéia de campo. desde Newton até meados do século passado. é tão pequena quanto possível. http://www.html [13/03/2004 16:18:32] . o campo é assim definido (2.O CAMPO ELÉTRICO Ação a Distancia A força coulombiana.ufrgs. ocorre através da ação do campo de uma delas sobre a outra. q0. um conceito mal compreendido. assim como a força gravitacional.1. Q1 e Q2. Tente colocar a carga de prova em vários pontos com y=0 (aproximadamente igual a zero) e diferentes valores de x.2 Ação a Distancia Capitulo 2 .1) onde a carga de prova. Faça um gráfico de E versus x.2. a configuração de campo elétrico criado por uma certa distribuição de carga.br/tex/fis142/mod02/m_s01. a carga líquida na distribuição é positiva. basta colocar uma carga de prova naquele ponto e dividir a força medida pelo valor da carga. Coloque o cursor sobre a carga e veja o valor de E. Compare este gráfico "experimental" com um teórico.

o valor do campo é determinado pelo número de linhas por unidade de área transversal. Se tiver dúvida.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . r Em cada ponto do espaço. maior a intensidade do campo. No aplicativo ao lado. As esferas podem ser colocadas em qualquer ponto do espaço definido pela moldura. de modo que conhecendo-se um. Faraday propôs o conceito de linhas de força. (2) espalhar limalha de ferro sobre a cartolina. basta colocar o apontador do mouse sobre a carga e arrastá-la para o ponto desejado.O CAMPO ELÉTRICO LINHAS DE FORÇA Com a introdução do conceito de campo. Quanto maior a densidade de linhas de campo. Existe uma bem definida relação entre campo e linhas de força. são visualizadas as linhas de campo de quatro esferas carregadas. http://www. no caso do campo magnético: (1) colocar um ímã sob uma cartolina.if.ufrgs.2 LINHAS DE FORÇA Capitulo 2.1. e determine o sinal da carga de cada uma. Coloque as esferas em diferentes posições. Ordene as esferas de acordo com o módulo das suas cargas. determina-se o outro. logo surgiu a dúvida sobre como ele se apresentava no espaço. a direção do campo é determinada pela tangente à linha de força. r Uma forma bastante simples para visualizar linhas de campo. entre no teleduc e tente tirá-la com o professor ou com algum colega.br/tex/fis142/mod02/m_s02. Em cada ponto do espaço.

1. e quando está na extremidade esquerda a carga é próxima de zero.2 LINHAS DE FORÇA No aplicativo ao lado.br/tex/fis142/mod02/m_s02. Quando o cursor da barra de controle está na extremidade direita.if. a carga é máxima.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . http://www. e tente descrever o que acontece com as linhas de campo. A carga à direita pode ser positiva ou negativa. "tão pequena quanto possível". Para se introduzir o conceito de campo elétrico no início deste capítulo. e tem seu valor ajustado através da barra de controle. Use o experimento que você acabou de fazer. de uma extremidade à outra. e as linhas de campo (outra denominação também usada para linhas de força) da configuração. Isto significa que ela serve para se avaliar as linhas de campo da outra carga. e tente justificar por quê a carga de prova tem que ser "tão pequena quanto possível". DICA: a carga de prova serve para a medida do campo elétrico da outra carga. A carga à esquerda é positiva e tem valor fixo. vê-se duas cargas. Movimente o cursor. utilizamos uma carga de prova.ufrgs.

pela definição de campo.O CAMPO ELÉTRICO CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Dada uma carga puntiforme.3) Dipolo elétrico é uma configuração muito importante para o tema que estamos tratando. q.ufrgs.if.2) Portanto. separadas por uma distância d. tem-se o campo de uma carga puntiforme (2.br/tex/fis142/mod02/m_s03.1 http://www. e uma carga de prova.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Capitulo 2 . tem-se (2. Consiste de um par de cargas de mesmo valor e sinais contrários.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . (2. Figura 2.2. q0.1). a uma distância r da primeira. eq.

br/tex/fis142/mod02/m_s03.= abaixo.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . mas pode ter o sentido + ou . Teta é o ângulo entre a mediatriz do dipolo e a direção do campo elétrico. Vários parâmetros podem ser alterados pelo usuário. Inicialmente. e a vermelha. analise as forças sobre as cargas.4).if. e leve em conta http://www. Tecle no botão "iniciar" e observe o movimento do dipolo. +=acima) Q (verde = "+" vermelho = "-") = 1 C Atualizar valores Iniciar < <1 passo Pausa Reset 1 passo > > Esta simulação permite analisar o efeito de um campo elétrico uniforme.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Pelo princípio da superposição. num ponto da sua mediatriz. onde p=qd é o momento de dipolo elétrico do dipolo. seu módulo pode assumir qualquer valor. representado pelas linhas de força verticais (verdes). Use a eq. x»d. como deve ser no caso de um dipolo. Tente explicar o movimento. (2. A carga verde é positiva. coloque teta=0. E=+1 e Q=1 C.2. O campo elétrico é sempre na direção y. sobre um dipolo elétrico. faça o seguinte: Clique no botão "pausa" quando o dipolo estiver em diferentes posições.ufrgs. Ambas têm o mesmo valor. A carga pode assumir qualquer valor. Os vetores azuis sobre cada carga representam as forças sobre elas. é dado por (2. Teta = 0 Ey = +1 E(. Para facilitar a tarefa. é negativa.3) e mostre que o campo do dipolo. além disso.

passo a passo.2. http://www.if. clicando nos botões "1 passo>>" e "<<1 passo". Examine o movimento do dipolo. Faça uma descrição o mais detalhada possível do movimento e coloque no seu "portfólio". analise o movimento para diferentes valores de teta. Depois. E e Q.br/tex/fis142/mod02/m_s03.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO a energia cinética adquirida por cada carga.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .

e tangencia a borda da placa inferior ao sair. tem-se a aceleração a=eE/m. e seu sentido é para cima.br/tex/fis142/mod02/m_s04. Ao invés do peso. A direção do campo é vertical. Ao invés da aceleração da gravidade. g.2.1 Um elétron é lançado horizontalmente com uma velocidade V0.2 O movimento do elétron é semelhante ao de um projétil lançado no campo gravitacional. conclui-se que http://www.2.1 Capitulo 2. Supondo que o elétron penetra no campo em um ponto eqüidistante das placas. em um campo uniforme entre as placas paralelas da figura 2. determine o valor do campo elétrico.4 EXEMPLO 2. Do que sabemos sobre lançamento de projétil (ver cálculo ao lado).html [13/03/2004 16:18:43] . Figura 2.O CAMPO ELÉTRICO EXEMPLO 2.if.ufrgs. tem-se sobre o elétron a força Coulombiana F=eE.

http://www.78x1014 m/s2 Pergunta 2 q 2.3 as cargas estão fixas nos vértices de um triângulo equilátero.1.html (1 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .6 Exercicios Capitulo 2 .1x10-7 N/C. Pergunta 3 q 2.2 Quais são o módulo e a direção do campo elétrico que equilibrará o peso de uma partícula α (2 prótons e 2 nêutrons)? R. R.: 2.: 8. Pergunta 1 q 2. R.1 Um elétron é solto a partir do repouso.br/tex/fis142/mod02/m_ex. num campo elétrico uniforme de módulo igual a 5x103 N/C. de baixo para cima. Ignorando o efeito da gravidade.0 µC.if. Determine o módulo e o sinal da carga Q. para os quais o campo elétrico total no ponto P (encontro das bissetrizes) será nulo. calcule a aceleração do elétron.3 Na figura 2.ufrgs.O CAMPO ELÉTRICO Exercicios.: 2.

6 Considere positivas as cargas na figura 2. Mostre que o campo elétrico num ponto situado ao longo do eixo que une as cargas. do ponto médio entre elas.36d.3 Pergunta 4 q 2. vale .06x10-15 N. –3q e +q.: 1. considerando que 300 Å>>d. direção e sentido) sobre um elétron colocado no eixo do dipolo. a uma distância de 300 Å do seu centro.if.6 Exercicios Figura 2. distando x (x>>d).4. http://www. R.: 1.5 Considere um dipolo elétrico com momento igual a 2x10-29 C.html (2 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . Pergunta 6 q 2.ufrgs. Pergunta 5 q 2. Localize o(s) ponto(s) onde o campo elétrico é nulo. à direita da carga +q.4 Duas cargas.br/tex/fis142/mod02/m_ex.1. R. Faça um desenho representando este dipolo e calcule sua força (módulo.m. são fixas e separadas por uma distância d.

6 um elétron é projetado ao longo do eixo que passa no meio entre as placas de um tubo de raios catódicos.: 4. Considerando θ=30o. ou saia da região sem atingi-las.5 Pergunta 8 q 2. R. d=2 cm e L=15 cm.6x10-8 s depois de lançado.1.99 cm do início da placa. Despreze o efeito da gravidade.br/tex/fis142/mod02/m_ex. determine a trajetória do próton até que ele atinja uma das placas.if. com velocidade inicial de 2 x 1017 m/s.5. o próton atinge a placa superior. O campo elétrico uniforme existente entre as placas tem uma intensidade de http://www.7 Um próton é projetado na direção indicada na figura 2. O ponto do choque dista 1. E=3x104 N/C. Figura 2.6 Exercicios Figura 2.8 Na figura 2.ufrgs.html (3 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . com velocidade 5x105 m/s.1 Pergunta 7 q 2.

igual a zero!.:(a) 7x10-23 m. o elétron se move no instante em que está saindo das placas? (c) A que distância.if.br/tex/fis142/mod02/m_ex.9x10-22 Figura 2. (a) De quanto o elétron se afastará do eixo quando ele chegar ao fim das placas? (b) A que ângulo.1. o elétron atingirá a tela fluorescente S? R.ufrgs. em relação ao eixo. (c)4.6 http://www.html (4 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . (b)θ aprox.6 Exercicios 20000 N/C e está orientado para cima. abaixo do eixo.

e tem pouco valor operacional. dividindo a superfície em elementos tão pequenos quanto possível. Pronto. Portanto. podemos dizer que Fluxo de campo elétrico = intensidade de campo elétrico X área perpendicular ao campo Logo veremos que essa definição é muito simplificada. o proprietário de uma loja mede a sua clientela pela quantidade de gente que passa pela porta de entrada. Quanto maior o número de carros por minuto.br/tex/fis142/mod03/m_s01. Numa primeira abordagem. e nem sempre esta é perpendicular ao campo. de modo que E seja constante nessa área infinitesimal. Podemos manter a idéia intuitiva definindo fluxo infinitesimal. maior o fluxo.ufrgs.A LEI DE GAUSS FLUXO DO CAMPO ELÉTRICO Vamos iniciar por uma idéia simples e intuitiva.if. A esta área associamos um vetor . cuja direção é perpendicular à área e cujo módulo é igual à área. porque em geral o valor de E varia ao longo da superfície.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Capitulo 3 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:50] . Essa noção intuitiva está na origem daquilo que podemos denominar fluxo do campo elétrico (E). Podemos melhorar a definição. Da mesma forma. Quem ouve rádio no verão em Porto Alegre está a todo momento sendo informado que passam tantos carros por minuto no posto da Polícia Federal da auto-estrada. veremos facilmente que o fluxo depende da quantidade daquilo que flui e da área através da qual passa o "fluido". quanto maior o número de clientes ou quanto maior a porta de entrada. Qualquer que seja o caso. em determinado intervalo de tempo. maior será o fluxo de clientes para o interior da loja. já introduzimos o conceito de fluxo. http://www.3.

1) Assim. o fluxo através de determinada área S é dado pela integral de superfície (3.if.2) No caso de uma superfície fechada. O fluxo através de uma superfície fechada é assim representado (3.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO (3.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:50] .3.br/tex/fis142/mod03/m_s01. o vetor área é convencionalmente dirigido de dentro para fora.3) http://www.ufrgs.

Existem três tipos de simetrias que facilitam o uso da lei de Gauss r r r Simetria planar. e para qualquer tipo de superfície fechada.if. Simetria esférica A simetria planar aplica-se no caso de uma distribuição de cargas num plano infinito. Imagine uma superfície qualquer. se a distância do plano ao ponto for muito menor do que as dimensões do plano http://www. para ser operacionalmente útil ela deve ser usada apenas em determinadas circunstâncias.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . Todavia.ufrgs. ou no caso em que se possa fazer a aproximação de plano infinito. fechada.4) A lei de Gauss é válida para qualquer situação.3 A LEI DE GAUSS Capitulo 3 . ou não.A LEI DE GAUSS A Lei de Gauss Seja uma carga Q. Uma circunstância favorável ocorre quando a superfície Gaussiana é tal que o produto escalar entre o campo e o vetor superfície é facilmente obtido Isso é sempre possível quando a distribuição de cargas apresenta alta simetria.3. com campo uniforme. Por exemplo. um plano finito pode ser considerado infinito. Isto é. envolvendo esta carga. A lei de Gauss estabelece que (3.br/tex/fis142/mod03/m_s02. Simetria cilíndrica ou axial. se o campo elétrico for calculado num ponto muito próximo do plano. também denominada superfície Gaussiana.

html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .4. quando usamos um desses detetores. De modo análogo ao caso anterior.br/tex/fis142/mod03/m_s02.if. Veremos mais adiante como usar a lei de Gauss para calcular o campo devido a cada uma dessas distribuições. Distribuição esférica de cargas. um cilindro finito pode ser considerado infinito em determinadas circunstâncias. mais carga ele vai englobar. http://www. Então. Se o fluxo for positivo (negativo). Detector Detector Detector Detector 1 2 3 4 Nesta animação. Cargas distribuídas num cilindro infinito.3 A LEI DE GAUSS A simetria cilíndrica. 3. Qual é a diferença essencial entre um detetor e outro? É o tamanho. Existem dois casos típicos de simetria esférica: r r Carga puntiforme. aplica-se no caso de uma distribuição linear infinita. Uma certa quantidade de carga elétrica é distribuída dentro da moldura. se numa região tivermos cargas positivas e negativas. próximas umas das outras. expressa na eq. ou axial. para medir fluxo elétrico. precisamos escolher um detetor com tamanho apropriado para distinguir os tipos de carga. Dispomos de quatro tipos de detetores de fluxo elétrico. Então. o valor medido é proporcional à carga englobada.3. cujos valores medidos são apresentados na barra à esquerda da moldura. o espaço definido pela moldura é dividido em duas regiões: dentro e fora do círculo cinza. estamos englobando uma certa quantidade de carga elétrica.ufrgs. Quanto maior o detetor. Observe que a lei de Gauss. significa que o fluxo através de uma superfície fechada é proporcional à carga englobada por esta superfície. Existem dois casos clássicos: r r Linha infinita de cargas. é porque a carga é positiva (negativa).

html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .ufrgs. http://www.3 A LEI DE GAUSS Use os diferentes detetores e descreva como a carga é distribuída no espaço definido pela moldura.br/tex/fis142/mod03/m_s02.3.if.

.ufrgs. Então.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 3 . http://www.A LEI DE GAUSS LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB. Lei de Gauss Distribuição de cargas com baixa simetria . A lei de Gauss e a lei de Coulomb são formas diferentes de abordar o mesmo problema. Portanto.. quer seja realizado através de uma ou outra lei.html [13/03/2004 16:18:55] ..Lei de Coulomb. quando e por que usar uma ou outra lei? Como regra..3. o uso de uma ou outra lei é determinado pelas seguintes circunstâncias: r r Distribuição de cargas com alta simetria .if. o cálculo do campo elétrico para determinada distribuição de carga fornece o mesmo resultado.br/tex/fis142/mod03/m_s03.

Mais do que isso. Em qualquer ponto sobre a Gaussiana. a melhor Gaussiana para calcular o campo a uma distância r de uma carga puntiforme é uma esfera de raio r. a uma distância r. é dado por (3. a expressão (3. o campo de uma carga puntiforme. q. o campo deve ser normal a esta esfera. Portanto.html [13/03/2004 16:18:58] . Isto é. http://www. Portanto. tendo em conta que E é constante. teremos A integral fechada sobre a superfície corresponde à área da esfera.A LEI DE GAUSS CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Por argumentos de simetria.3.5) é igual à expressão (2. é fácil chegar à conclusão de que o campo de uma carga puntiforme deve ter simetria esférica.3). Então. o produto escalar será simplesmente EdS.5) Como era de se esperar. o valor do campo é o mesmo para qualquer ponto sobre uma esfera.if. obtida com o uso da lei de Coulomb.4 CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 3 .br/tex/fis142/mod03/m_s04. 4πr2.ufrgs.

A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA No caso de uma distribuição de cargas com simetria esférica.5 DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA Capitulo 3 . Portanto.Quando o material é nãocondutor.3. a carga elétrica se distribuirá uniformemente na superfície externa.Já sabemos que quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material condutor. Em ambos os casos. dependendo do material o tratamento será bem diferente.br/tex/fis142/mod03/m_s05. Para esse tipo de material não é suficiente conhecermos a quantidade de carga. r Material condutor . Material dielétrico . para um material condutor não há diferença entre uma esfera e uma casca esférica. em termos de cálculo de campo elétrico e uso da lei de Gauss. r http://www. ela fica onde a colocamos. Portanto.if. convém distinguir algumas situações. uma esfera dielétrica pode ser bastante diferente de uma casca esférica. necessitamos conhecer a densidade de carga no interior do material. Isto é. há que se saber a forma como ela está sendo distribuída. Numa esfera a carga ficará uniformemente distribuída na sua superfície. ela se distribuirá de modo a manter o campo nulo no interior do material. A carga não se distribui como no caso do condutor. a situação é bem diferente.html [13/03/2004 16:18:59] .ufrgs. Em primeiro lugar. grosso modo.

oca ou se temos uma simples casca esférica. uma esfera condutora de raio R comporta-se. (3. O campo é igual ao de uma carga puntiforme. o campo interno sempre será nulo. de modo que a melhor Gaussiana será uma esfera concêntrica com a distribuição de cargas.r>R.6 ESFERA CONDUTORA Capitulo 3 .3.if. Portanto. dado na eq. para pontos externos.5).ufrgs. pouco importa se temos uma esfera maciça. argumentos de simetria nos levam à conclusão de que o campo de uma esfera condutora tem simetria esférica. De modo análogo ao caso da carga puntiforme. qualquer que seja o objeto.html [13/03/2004 16:19:01] .br/tex/fis142/mod03/m_s06. http://www. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.A LEI DE GAUSS ESFERA CONDUTORA Já vimos acima que no caso de material condutor.

Se ao invés disso.br/tex/fis142/mod03/m_s07.r < R A carga que aparece na lei de Gauss.r > Raio da distribuição (R) O cálculo é análogo ao do campo de uma carga puntiforme. O campo no interior da esfera será dado por http://www.5).r>R.6) Portanto. r Região I . Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. isto é. é constante.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:06] . é aquela envolvida pela superfície Gaussiana. na qual a densidade variasse com a distância ao centro. Q=4πR3ρ/3. a densidade ρ. conhecermos a densidade.7 ESFERA DIELÉTRICA Capitulo 3 .A LEI DE GAUSS ESFERA DIELÉTRICA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. resultando (3. para pontos externos. então a carga será dada pelo produto da densidade pelo volume da esfera. ρ. r Região II . Q. uma esfera condutora de raio R comporta-se. basta colocá-la no lugar de q. O resultado tem a mesma forma apresentada na eq. Isto é. a carga no interior do volume 4πr3/3.3. for conhecida. (3.ufrgs. Se a carga total. dada em C/m3.if. teremos Q=4πρr3/3. Se conhecemos a densidade de carga. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.

é representada na figura abaixo.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_s07.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:06] .if.7 ESFERA DIELÉTRICA (3. em função do raio.7) O variação do campo.3. http://www.

de modo que as duas primeiras integrais são nulas. Isto é. ao longo das bases do cilindro e ao longo da superfície lateral. a intensidade é a mesma em qualquer ponto da superfície lateral de um cilindro. A integral fechada da lei de Gauss pode ser desdobrada. Em qualquer ponto das bases. cujo eixo coincide com o eixo da distribuição da cargas. Na superfície lateral.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme.br/tex/fis142/mod03/m_s08. Isto é. o campo é http://www. transformando-se numa soma de integrais de superfície. na qual a densidade variasse com a distância ao centro. os vetores E e dS são perpendiculares entre si. a densidade ρ. É óbvio que a superfície Gaussiana mais apropriada é o cilindro indicado na figura ao lado.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:12] .ufrgs. e a direção é perpendicular a esta superfície lateral. é constante. dada em C/m3.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Capitulo 3 .if. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. Argumentos de simetria permitem concluir que o campo apresenta simetria cilíndrica.3.

br/tex/fis142/mod03/m_s08. o campo criado por uma distribuição linear infinita. A carga no interior da Gaussiana é q=λh.if. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. Portanto. Portanto.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:12] .r>R. é dado por http://www. para pontos externos.3.ufrgs. a uma distância r do eixo da distribuição. Portanto.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA constante e tem a mesma direção do vetor dS. uma esfera condutora de raio R comporta-se.

a integral fechada pode ser desdobrada em integrais abertas.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . De modo análogo ao procedimento adotado no caso da simetria cilíndrica.9 PLANO INFINITO DE CARGAS Capitulo 3 . de modo que o produto http://www. Portanto. o cilindro da figura acima é uma boa escolha como superfície Gaussiana.ufrgs.A LEI DE GAUSS PLANO INFINITO DE CARGAS Vamos considerar uma distribuição infinita de cargas. ao longo das bases e da superfície lateral da Gaussiana Em qualquer ponto da superfície lateral.br/tex/fis142/mod03/m_s09. e que sua intensidade é constante ao longo de qualquer plano paralelo ao plano de cargas. conforme figura abaixo Por simetria concluise que o campo é perpendicular ao plano de cargas. com densidade uniforme +σ.if. os vetores E e dS são mutuamente perpendiculares.3.

E é constante e paralelo a dS.9) http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . resultando (3.ufrgs. de modo que A carga no interior da superfície Gaussiana é q=σA.9 PLANO INFINITO DE CARGAS escalar é nulo. tanto na base1.if. quanto na base2. Por outro lado.br/tex/fis142/mod03/m_s09.3.

Os cilindros possuem cargas iguais e opostas.3. A extremidade aberta é limitada por um aro de área A.ufrgs.: 5x10-6 C/m Pergunta 3 q 3. Pergunta 1 q 3.2 Uma linha infinita de cargas produz um campo de 3x104 N/C a uma distância de 3 m.1 Uma rede de caçar borboleta está numa região onde existe um campo elétrico uniforme. Pergunta 2 q 3.2 mostra parte de dois longos e finos cilindros concêntricos de raios a e b. Calcule a densidade linear de carga. R.11 Exercicios Capitulo 3 . como ilustra a figura 3.A LEI DE GAUSS Exercicios.br/tex/fis142/mod03/m_ex.if. com densidade linear http://www.1. Calcule o fluxo de E através da rede. perpendicular ao campo.3 A figura 3.html (1 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .

R:(a)E=(1/2πε0)(q/Lr).html (2 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .ufrgs. também condutora e de comprimento L. contendo uma carga +q e envolvido por uma fina casca cilíndrica. Use a lei de Gauss para mostrar que: (a) E=0 para r<a e (b) entre os cilindros Figura 3.3.4 A figura 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex. de comprimento L.11 Exercicios λ.2 Pergunta 4 q 3. apontando de fora para o centro do cilindro.if.3 mostra um cilindro condutor muito longo. (c) o campo elétrico na região entre os cilindros. contendo uma carga –2q. http://www. Use a lei de Gauss para calcular: (a) o campo elétrico na região externa à casca cilíndrica. apontando do centro do cilindro para fora. (b)-q em cada superfície. (b) A distribuição de cargas na parte interna e na parte externa da casca cilíndrica. (c)idem ao ítem (a).

σ.11 Exercicios Figura 3.if. de raio R. Calcule a densidade superficial de carga da placa.html (3 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .br/tex/fis142/mod03/m_ex. Mostre que a uma distância r do eixo do cilindro (r<R).5 Um cilindro infinitamente longo.3 Pergunta 5 q 3. contém uma carga uniformemente distribuída.4 mostra uma esfera com massa m e carga q.ufrgs. R: σ=2mgε0tgθ/q http://www. Pergunta 6 q 3. com densidade ρ.3.6 A figura 3. suspensa no campo gravitacional da terra por um fio de seda que faz um ângulo θ com uma placa não condutora infinita e uniformemente carregada.

5 http://www. Figura 3. Determine o campo elétrico: (a) na região à esquerda das placas.br/tex/fis142/mod03/m_ex.5 mostra duas placas infinitas com suas superfícies internas carregadas com densidades superficiais de carga +σ e -σ. (c) na região à direita das placas.11 Exercicios Figura 3. R: E=0 fora do capacitor.4 Pergunta 7 q 3.html (4 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . (b) na região entre as placas.ufrgs.3.7 A figura 3. E=σ/ε0 no interior do capacitor.if.

html (5 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .8 Uma fina casca esférica metálica de raio ra possui uma carga qa. Calcule o campo elétrico nas regiões em que: (a) r<ra. (e) Use a lei de Gauss para mostrar como as cargas se distribuirão na parte interna e na parte externa da casca esférica.6 mostra uma esfera condutora de raio ra.ufrgs. (b) ra<r<rb. com carga +q. Concêntrica com esta casca.if. Calcule o campo elétrico nas regiões onde: (a) r<ra. (c)E=(1/4πε0r2)(qa+qb) Pergunta 9 q 3. http://www. existe outra fina casca metálica de raio rb (rb>ra) e carga qb. apontando para fora. (d) r>rc. (b) ra<r<rb.br/tex/fis142/mod03/m_ex. (c) r>rb. apontando para o centro da esfera. R: (a)E=0.3. (c) rb<r<rc.11 Exercicios Pergunta 8 q 3. (d)E=q/(4πε0r2).9 A figura 3. concêntrica com uma casca esférica condutora de raios rb e rc e carga -2q. R: (a)E=0. (c)E=0. (b)E=(1/4πε0r2)(qa). (b)E=q/(4πε0r2).

6 http://www.br/tex/fis142/mod03/m_ex.html (6 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .if.ufrgs.3.11 Exercicios Figura 3.

Já sabemos que dada uma força central. e vice-versa. pode ser inteiramente transposto para o caso do potencial elétrico. em movimento oscilatório.∆U (4. ∆U+∆K=0. conhecida como força central. conclui-se que W = . Vimos que o trabalho realizado sobre a massa era dado pela variação da energia cinética W = ∆K Da conservação da energia.1) Sabemos que o trabalho para levar um objeto de uma posição i até uma posição f. é dado pela integral de linha http://www. com propriedades muito interessantes referente ao princípio da conservação da energia Vamos relembrar algumas noções fundamentais.POTENCIAL ELÉTRICO ENERGIA POTENCIAL Já vimos que a força eletrostática tem a mesma forma da força gravitacional.2 ENERGIA POTENCIAL Capitulo 4 . Tomando como exemplo o clássico problema de uma mola e uma massa.ufrgs.if. esse tipo de força.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . é possível definir uma função dependente da posição denominada simplesmente potencial.4. vimos que a conservação de energia manifesta-se pela transformação de energia potencial em energia cinética. Por isso são também conhecidas como forças conservativas.br/tex/fis142/mod04/m_s01. leva ao teorema da conservação da energia cinética mais energia potencial. tudo o que já aprendemos com o potencial gravitacional. Assim. Mais importante do que isso.

Um dado importante é que o trabalho calculado em (4. no caso do potencial gravitacional. jamais energia potencial absoluta. cuja direção no plano é dada na figura abaixo. vejamos o caso de uma força uniforme.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:31] .1) de outra forma: Uf .br/tex/fis142/mod04/m_s01. (4. Isso implica na possibilidade de se definir. e sempre aponta de i para f. Para ilustrar. Figura 4.2) onde F é a força que atua sobre o objeto. dl é um elemento de integração tangente ao percurso entre i e f. usase http://www.1 Vamos escrever a eq.4.3) Este resultado é absolutamente geral. costuma-se arbitrar Uterra=0 No caso eletrostático. uma "origem".if. arbitrariamente. a menos que se diga o contrário.ufrgs. Por exemplo. sempre tem-se diferença de energia potencial. depende apenas dos pontos iniciais e finais.Ui = -Wif (4.2 ENERGIA POTENCIAL (4.2) não depende do caminho.

2 ENERGIA POTENCIAL Ui = U? = 0 Uf = U = -W? Assim. criadora de um campo.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . http://www. é o negativo do trabalho realizado pelo campo para trazer a carga de prova do infinito até o ponto considerado. dada uma configuração de cargas.4.if.br/tex/fis142/mod04/m_s01. a energia potencial desse sistema e uma carga de prova situada em determinado ponto.

4) Volt (V).POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL No sistema de unidades SI. a unidade de potencial é o (4. potencial entre dois pontos "i" e "f".html [13/03/2004 16:19:33] .ufrgs. é mais conveniente trabalhar com o potencial.3 POTENCIAL Capitulo 4 .4.br/tex/fis142/mod04/m_s02. é dado pela elétrico é mais relação conhecido como voltagem.if. pode-se linguagem mostrar que a diferença de potencial popular. (4. É por isso que na Do que foi discutido acima.5) Ao invés de trabalhar com energia potencial. assim definido http://www.

Como dl=-dr'. a uma distância r da carga q.4. é de acordo com (4. e E é dado pela expressão (3.html [13/03/2004 16:19:36] .2 Agregar carga: Positivo Negativa Testar Reiniciar Linhas de campo: http://www.5).4 POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 4 . mostra-se facilmente que (4.6) Figura 4.if. V?=0.5).POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME O potencial no ponto P.ufrgs.br/tex/fis142/mod04/m_s03.

4. Através de um cálculo similar. Se r » d. o que interessa é calcular o campo em pontos muito distantes. (2. Usando esta expressão para o caso do dipolo. é possível calcular o campo num ponto da linha que une as duas cargas.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UM DIPOLO No capítulo 2 calculamos o valor do campo elétrico de um dipolo num ponto da sua mediatriz [eq.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .br/tex/fis142/mod04/m_s04. Já o cálculo num ponto qualquer. Veremos agora que não existe dificuldade para se calcular o potencial num ponto qualquer. Qualquer que seja o caso.ufrgs. tem-se http://www. também muito distante. isto é. em pontos cuja distância ao centro do dipolo seja muito maior do que a distância entre as cargas. fora dessas duas direções privilegiadas.if. seguem-se as seguintes aproximações Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Capitulo 4 .4)]. cujo resultado é Pelo princípio da superposição. é bastante complicado.

if.ufrgs.4. obtém-se (4.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Com as aproximações acima.3 http://www.br/tex/fis142/mod04/m_s04.7) Figura 4.

6 POTENCIAL ACELERADOR Capitulo 4 . A primeira simulação mostra um campo uniforme. Vamos aproveitar esta simulação para introduzir o conceito de superfície eqüipotencal.6x10-19 J Quando uma partícula qualquer. adquire energia igual 1. ela adquirirá uma energia potencial U.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . por exemplo gerado por um plano infinito de cargas. em energia cinética.6x10-19 J. 1 eV = 1.4.br/tex/fis142/mod04/m_s05.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL ACELERADOR A expressão (4. ao longo da qual o potencial tem o mesmo valor.4) estabelece uma relação entre potencial e energia potencial: U = qV Isto significa que se uma carga q for submetida a um potencial V. pelo princípio da conservação de energia. Nas simulações a seguir. ela adquire uma energia igual a NV eV. http://www.6x10-19 C) acelerado por um potencial de 1 V. Por exemplo. se uma partícula alfa for acelerada por um potencial de 1000 V. Se a carga tiver liberdade para se movimentar. vamos explorar o conceito de potencial acelerador. é acelerada por um potencial de V volt. a energia potencial vai transformar-se.ufrgs. Um elétron (q=1. q=Ne. ela adquire a energia de 2000 eV.if. Trata-se de uma superfície. Essa energia é conhecida como o elétron volt. com carga múltipla da carga do elétron.

e observe o movimento de ida e volta da carga. esta carga será submetida ao campo do dipolo. embaixo. Use as equações 4. Deixe passar um tempo superior a 1 minuto. na barra amarela. Observe o movimento da carga. Pode avançar ou retroceder.ufrgs.4 e demonstre que isso é verdade.y) no interior da moldura.6 POTENCIAL ACELERADOR Iniciar Pausa <<Passo Passo>> Re-Iniciar Mostrar o campo eletrico. Explique.br/tex/fis142/mod04/m_s05. Inicialmente.y) da carga. coloque x=0 e y=2. Ao clicar no botão iniciar. clicando em "pausa".3 e 4. lê-se a posição (x. x= 0 Iniciar Pausa y= 0 ReIniciar A simulação mostra um dipolo elétrico com as linhas de força do seu campo elétrico. este movimento. Costuma-se dizer que uma carga de prova segue as linhas de campo. O movimento pode ser interrompido.02.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . à esquerda. com intervalo de tempo igual a 0. Clique no botão "iniciar" e veja que a velocidade cresce com o passar do tempo (marcado em cima. qualitativamente. Ela inicia com V=0.4. Uma carga de prova pode ser colocada em ponto (x. Para iniciar o aplicativo a carga deve ser colocada em algum ponto da região onde existe campo elétrico. é possível obter a relação entre a carga e a massa da carga de prova. e a sua velocidade. Nesta primeira simulação vê-se uma carga de provas. passo a passo. Coloque o cursor sobre ela e mantenha o botão do mouse pressionado.if. Com os dados obtidos nesta simulação. Isso acontece nesta simulação? Por que? http://www. à esquerda). Arraste-a com o mouse.

br/tex/fis142/mod04/m_s05.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .6 POTENCIAL ACELERADOR http://www.4.if.

ufrgs. Como o potencial só tem uma variável.7 GRADIENTE DE POTENCIAL Capitulo 4 .if.br/tex/fis142/mod04/m_s06.5). vejamos o cálculo do campo de uma carga puntiforme.4.8) Portanto.html [13/03/2004 16:19:47] . o campo elétrico é dado pelo gradiente do potencial. mostra-se que as coordenadas cartesianas do campo elétrico são obtidas a partir das seguintes relações (4.POTENCIAL ELÉTRICO GRADIENTE DE POTENCIAL Da relação (4. Como exemplo. a partir do potencial. segue-se que http://www.

html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .br/tex/fis142/mod04/m_ex.POTENCIAL ELÉTRICO EXERCÍCIOS.1 No movimento de A para B (figura 4. Quais são as diferenças de potencial elétrico: (a) VB .4) ao longo de uma linha de campo elétrico.2 A densidade de carga de um plano infinito é σ = http://www.5.VA. 2.ufrgs.: 2.if.4 Pergunta 2 q 4.94 x 1019 J de trabalho sobre um elétron.7 EXERCÍCIOS Capitulo 4 . (b) VC – VA.46 Volts.46 Volts. Pergunta 1 q 4. o campo realiza 3. zero Figura 4. (c) VC – VB? R.

if. Supondo que o ar se torna eletricamente condutor quando a intensidade do campo elétrico ultrapassa 3 x 106 N/C.4 (a) Mostre que 1 N/C = 1 V/m. (b) Estabelece-se uma diferença de potencial de 2000 V entre duas placas paralelas no ar.9 x 10-15 N. têm cargas iguais e sinais opostos nos faces que se confrontam. no mesmo diagrama. em função de x. (b) Construa. http://www. (a) Construa um gráfico do potencial V em pontos do eixo x. carregado positiva e uniformemente. 2928 Volts Pergunta 4 q 4.44 x 104 N/C. é colocado no plano yz. Qual é a distância entre as superfícies eqüipotenciais cuja diferença de potencial é de 50 V? R. Um elétron colocado no meio da distância entre as duas placas experimenta uma força de 3.7 EXERCÍCIOS 0. (b) qual é a diferença de potencial entre as placas? R.3 Duas grandes placas condutoras.85 mm Pergunta 3 q 4.br/tex/fis142/mod04/m_ex. (a) Determine o campo elétrico na posição do elétron.5 Um anel de raio R. paralelas entre si e afastadas por uma distância de 12 cm.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:51] . qual a menor separação possível entre as placas? Pergunta 5 q 4.: 2.: 8.10 µC/m2.ufrgs. um gráfico da intensidade do campo elétrico E. com seu centro na origem do sistema de coordenadas.5.

Existe uma carga +q sobre a esfera interna e uma carga –q sobre a externa.7 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 4.5. no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb. (a) Mostre que a ddp entre as esferas é (b) Mostre que a intensidade do campo elétrico em qualquer ponto entre as esferas é http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .6 Uma esfera metálica de raio Ra apóia-se sobre um pedestal isolante.ufrgs.br/tex/fis142/mod04/m_ex.if.

vamos agora prepararmo-nos para estudar as aplicações elétricas e eletrônicas. dito de outra forma. Mais adiante estudaremos em detalhe o resistor e o indutor.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Após a introdução dos conceitos básicos de força eletrostática. que um indutor é simplesmente um fio condutor enrolado na forma de uma bobina. Quando uma corrente passa por essa bobina. tem a capacidade de acumular energia elétrica. Já vimos que uma forma de produzir campo elétrico numa região. já neste capítulo. Quando colocado num circuito. mas sem erro. de forma simples. mas é interessante. Indutor (L). Portanto. Nesse processo.br/tex/fis142/mod05/m_s01. Podemos dizer. iniciando pelas aplicações mais simples. Veremos. Qualquer circuito elétrico ou eletrônico. cria-se no seu interior um campo magnético. campo elétrico e potencial elétrico. necessita de pelo menos um dos seguintes componentes: r r r Resistor (R). o indutor serve como um acumulador de energia magnética.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . uma parte da energia é perdida por efeito Joule (veremos isso http://www. fazer uma discussão geral da utilidade de cada um desses componentes. é carregar duas placas paralelas com cargas iguais e de sinais contrários. mais adiante. Capacitor (C). ou. O resistor serve para conduzir a corrente elétrica. um capacitor tem a propriedade de acumular cargas.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Capítulo 5 . que o indutor exerce um papel semelhante relativamente ao campo magnético.ufrgs.if.5.

RL. num circuito contendo esses três componentes.if. Portanto. LC e RLC.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS mais tarde). nos quais os processos de acumulação e transferência de energia serão discutidos detalhadamente. http://www. dois deles conservam energia. Nos capítulos seguintes estudaremos circuitos RC.ufrgs.5.br/tex/fis142/mod05/m_s01. enquanto o terceiro desperdiça.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:57] .

3 DEFINIÇÕES Capítulo 5 .if. Q = CV (5. conforme veremos a seguir.1) A constante de proporcionalidade.br/tex/fis142/mod05/m_s02.html [13/03/2004 16:20:06] . C.ufrgs. é denominada capacitância e depende tão somente da geometria das placas. No sistema SI. 1 F = 1 Coulomb/Volt. estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga.5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes. http://www. a unidade de capacitância é o Farad.

como são na realidade. Podemos resumir essa situação.2(a) representa a situação real. a aproximação de plano infinito pode ser usada se a distância entre as placas for muito menor do que as suas dimensões.ufrgs.1. porque estamos desprezando os efeitos de borda. Mesmo que elas sejam finitas. Na figura 5. A figura 5.2.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS >--> Capítulo 5 .CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS Um capacitor de placas paralelas é esquematizado na figura 5. Veja que as linhas de campo são idênticas em toda a extensão do capacitor. dizendo simplesmente que efeitos de borda estão sendo desprezados. Para todos os efeitos práticos.br/tex/fis142/mod05/m_s03.5.2b Vejamos como calcular a capacitância.2(b) a idealização do plano infinito é ilustrada. vamos supor que as placas sejam planos infinitos.2a Figura 5.1 Figura 5. enquanto na figura 5. e para simplificar os cálculos. para o caso do capacitor de placas paralelas.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . usando a lei de Gauss determinamos que o http://www. Já vimos que a diferença de potencial entre as placas relaciona-se com o campo de acordo com a relação V=Ed. as linhas de campo são traçadas para ilustrar o que significa desprezar efeitos de borda. Por outro lado. Figura 5.if.

σ. como uma aproximação). onde A é a área da placa (não há inconsistência. Vejamos mais dois exemplos. Para qualquer capacitor. Q = CV. e das dimensões do capacitor.1). ou. Portanto.br/tex/fis142/mod05/m_s03. obtém-se EAε0 = CEd. ε0. a capacitância só depende da constante dielétrica do meio entre entre as placas.ufrgs. de onde se obtém q = EAε0. a placa é “infinita” apenas para efeito de cálculo. Esse tipo de resultado é geral. C = ε0A/d (5. http://www. é dada por q/A.if. o campo entre as placas será E = σ/ε0. E=q/Aε0. a constante dielétrica no vácuo.2) mostra que a capacitância só depende de uma constante universal.5.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . e de propriedades geométricas. no caso de um par de placas com cargas iguais e de sinais contrários. Portanto.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS campo de uma placa infinita é dado por E = σ/2ε0.2) A relação (5. A densidade de carga. Da relação (5.

5). temos que: (5.4) Substituindo (5.br/tex/fis142/mod05/m_s04.if. a capacitância de um capacitor cilíndrico será: http://www. O cilindro interno está carregado com carga +q.3). enquanto o externo está carregado com carga –q. Para calcular a capacitância. obtém-se Portanto.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:27] . cujo resultado é (5. e raios a e b. Da relação (4.3) Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.5 CAPACITOR CILINDRICO Capítulo 5 .5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR CILINDRICO Vamos considerar um par de cilindros de comprimento L.4) em (5. necessitamos estabelecer a relação entre potencial e carga.ufrgs.

5) Figura 5.br/tex/fis142/mod05/m_s04.ufrgs.5.5 CAPACITOR CILINDRICO (5.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .3 http://www.if.

5.6 CAPACITOR ESFÉRICO Capítulo 5 .br/tex/fis142/mod05/m_s05. e mostre que a capacitância de um capacitor esférico é dado por (5.ufrgs.if.html [13/03/2004 16:21:46] .CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR ESFÉRICO Use um procedimento análogo ao anterior.6) http://www.

os circuitos elétricos e eletrônicos são constituídos de vários componentes.4. obtém-se Q1 = C1V Q2 = C2V (5.4 superiores estão com o mesmo Capacitância equivalente de uma potencial.7a) (5. Substituindo (5.br/tex/fis142/mod05/m_s06. associados de diferentes maneiras.5.7a) e (5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Em geral. Assim.. tem-se: http://www.1).ufrgs. Uma forma simples de abordar esse tipo de problema é considerar a associação dos componentes de um mesmo tipo. Veremos agora como tratar a associação de capacitores. Portanto. V1=V2=V.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Capítulo 5 . para o caso de dois capacitores. é distribuída entre os capacitores. Da mesma forma. A associação em paralelo é ilustrada na Figura 5. i. dado pelo pólo positivo da baterial. O que caracteriza esse tipo de associação é a igualdade de potencial entre as placas dos capacitores.if. na proporção de suas capacidades.e. Pela equação (5. Na ilustração. as placas Figura 5.html (1 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . Q.7b) A carga. Q=Q1+Q2. fornecida pela bateria. as placas associação em inferiores estão com o mesmo potencial paralelo negativo. as diferenças de potencial são iguais.7b).

7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Q = (C1+C2)V Portanto. é fácil concluir que são iguais as cargas acumuladas nas placas de todos os capacitores.html (2 de 2) [13/03/2004 16:22:33] .5. Ceq = C1+C2 No caso mais geral. (5. então os potenciais também serão diferentes.ufrgs. Q1 = Q2 = Q = C1V1 = C2V2 Figura 5.5 Capacitância equivalente de uma associação em série Portanto.if. Então.9) http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s06. (5. com ‘n’ capacitores. Portanto.8) No caso da associação em série (Figura 5. mas as capacitâncias são diferentes. se as cargas são iguais.5).

Portanto. O dielétrico entre as placas é o ar. Figura 5. coloca-se outro dielétrico entre as placas do capacitor. dielétrico .6a http://www. ao invés do ar. Esse problema foi abordado pela primeira vez por Faraday.6(a) temos um capacitor carregado com carga Q. a carga acumulada permanecerá constante.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Capítulo 5 . o título desta seção pode causar alguma confusão. em condições normais. Como o voltímetro é um dispositivo com grande resistência interna. Vamos discutir duas das suas experiências para investigar o efeito de diferentes dielétricos sobre o comportamento de um capacitor.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITORES COM DIELÉTRICOS A rigor. qualquer capacitor terá um dielétrico entre suas placas.5. segue-se que o capacitor está isolado.if.br/tex/fis142/mod05/m_s07. por volta de 1837. Na Figura 5.ufrgs. O que se quer enfocar aqui é o que acontece quando. pelo menos para efeitos práticos. porque sendo o ar. Um voltímetro está sendo usado para medir a diferença de potencial entre as placas.html (1 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .

5. Nesta experiência. é fácil concluir que a polarização resultará num excesso de cargas negativas na parte superior do dielétrico. isso implica no aumento de Q. Pelo que sabemos.7(b)] resulta na redução da diferença de potencial. Q=CV.6b Suponha que um dielétrico seja colocado entre as placas. conclui-se que C deve aumentar. é constante.7a Figura 5.if. e igual quantidade de cargas positivas na parte inferior. Da eq.1).7c http://www. Figura 5. de modo que a diferença de potencial entre as placas. Para o vácuo. O campo efetivo entre as placas diminuirá.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Figura 5. como ilustrado na Figura 5. (5. k=1.html (2 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . C = kCar onde k é a constante dielétrica do material colocado entre as placas. e para o ar.br/tex/fis142/mod05/m_s07.ufrgs. implica que a capacitância deve aumentar. em relação à capacitância do capacitor com ar.1). dada pela ddp da bateria.00054. Então. A eq. A introdução de um dielétrico entre as placas [Figura 5. Como a baterial fornece uma ddp constante. (5.6(b). k=1. provocando a diminuição do potencial. o capacitor está sendo carregado por uma bateria. como no caso da experiência anterior.7b Figura 5.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .br/tex/fis142/mod05/m_s07.ufrgs.if.5.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS http://www.

http://www. com capacitância C. e suas placas estejam a uma diferença de potencial V. quatro possibilidades de áreas das placas. Para transferir uma carga dq de uma placa para outra. é necessário realizar um trabalho. e cheque o resultado.10) EXERCÍCIO INTERATIVO: Neste aplicativo temos um capacitor de placas paralelas.5.br/tex/fis142/mod05/m_s08. Suponha que um capacitor.9 ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Capítulo 5 . e quatro distâncias entre elas. contenha uma certa carga q. Como já vimos. ter acumulação de energia num capacitor é equivalente a ter acumulação de energia num campo elétrico. (5.html [13/03/2004 16:22:58] .ufrgs.if.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Como o capacitor produz um campo elétrico entre suas placas. Temos quatro dielétricos diferentes. Use a fórmula da capacitância de um capacitor de placas paralelas com diferentes dielétricos.

5.10 EXEMPLOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXEMPLOS
Os capacitores da Figura 5.8(a), inicialmente descarregados, são carregados com a chave S aberta. Capacitâncias em µF. (a) Qual é a diferença de potencial Vab? (b) Qual é o potencial do ponto b, após a chave S ter sido fechada? (c) Quanta carga fluirá através da chave, enquanto ela estiver fechada? Quando os capacitores são carregados de acordo com a configuração da Figura 5.8(a), os capacitores 6 µF e 3 µF, à esquerda estão ligados em série, da mesma forma que os capacitores 3 µF e 6 µF, à direita.
r

Figura 5.8a

Mostre que o circuito da Figura 5.8(a) transforma-se no circuito da Figura 5.8(b). Mostre que a carga acumulada em cada capacitor da Figura 5.8(b) será 400 µC. Mostre que, enquanto a chave S estiver aberta, o potencial no ponto b será Vb=66,7 volts, e o potencial no ponto a será Va=133,3 volts. Portanto Vab=66,7 volts (resposta do ítem a).

r

Figura 5.8b
r

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.10 EXEMPLOS

Fechando-se a chave S, o circuito ficará como o representado na Figura 5.8(c).
r

Mostre que a Figura 5.8(c) transforma-se na Figura 5.8(d). Mostre a carga fornecida pela bateria será 900 µC. Mostre que V1=100 volt (resposta do ítem b). Mostre que a carga no capacitor de 6 µF [Figura 5.8(c)] é 600 µC, enquanto no capacitor de 3 µF é 300 µC. Portanto, mostre que a carga que flui através da chave S é 300 µC.

r

r

r

Figura 5.8c

Figura 5.8d

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.11 EXERCÍCIOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXERCÍCIOS.
Pergunta 1
q

5.1 Um capacitor a ar, consistindo de duas placas paralelas bastante próximas, tem uma capacitância de 1000 pF. A carga em cada placa é de 1 µC. (a) Qual é a ddp entre as placas? (b) Se a carga for mantida constante, qual é a ddp entre as placas se a separação for duplicada? R: (a)1000 Volts; (b)2000 Volts.

Pergunta 2
q

5.2 Na figura 5.9 C1=3 µF e C2=2 µF. (a) Calcule a capacitância equivalente da rede entre os pontos ‘a’ e ‘b’. (b) Calcule a carga em cada um dos capacitores C1 mais próximos de ‘a’ e ‘b’ quando Vab=900 V. (c) Com Vab=900 V, calcule Vcd. R:(a)1 µF; (b)900 µC; (c)300 Volts.

Figura 5.9
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

5.11 EXERCÍCIOS

Pergunta 3
q

5.3 Um capacitor de 1 µF e outro de 2 µF são ligados em série a uma fonte de tensão de 1200 V. (a) Determine a carga de cada um deles e a diferença de potencial através de cada um. (b) Os capacitores carregados são desligados da fonte e um do outro e religados com os terminais de mesmo sinal juntos. Determine a carga final em cada capacitor e a diferença de potencial através de cada um. R:(a)800 µC, 800 V, 400 V; (b)533,33 µC, 1066,67 µ, 533,33 V.

Pergunta 4
q

5.4 Quer-se construir um capacitor de placas paralelas, usando borracha como dielétrico, tendo esta uma constante dielétrica igual a 3 e rigidez dielétrica de 2 x 105 V/cm. A capacitância do capacitor deve ser 0,51 µF e ele deve ser capaz de suportar uma diferença de potencial máxima de 6000 V. Qual é a área mínima que as placas do capacitor podem ter? R:5,76 m2

Pergunta 5
q

5.5 Um capacitor esférico consiste de uma esfera metálica interna, de raio Ra, apoiada num pedestal isolante situado no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb. Há uma carga +Q na esfera interna e outra –Q na externa. (a) Qual é a ddp Vab entre as

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

br/tex/fis142/mod05/m_ex. antes da eq. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:05] . suportado por discos isolantes. sólido.if. interno.ufrgs. com densidade linear λ. de raio Ra.5. (5. ao longo do eixo de um tubo condutor de raio interno Rb. (a) Qual é a ddp entre os dois cilindros? (b) Prove que a capacitância de um comprimento L do cabo é R:Veja a resposta na apostila.11 EXERCÍCIOS esferas? (b) Prove que a capacitância é R:(a)Va-Vb=(q/4πε0) (Ra+Rb)/RaRb.5). Pergunta 6 q 5. Os dois cilindros são carregados com cargas opostas.6 Um cabo coaxial consiste de um cilindro condutor.

Microscopicamente. onde são indicados o http://www. sob a ação de um campo elétrico provido por uma bateria.br/tex/fis142/mod06/m_s01. Vamos cuidar de distinguir bem cada um desses casos. O estudo geral da eletrodinâmica é bastante complexo.2 MODELO MICROSCÓPICO Capítulo 6 .ufrgs. Neste capítulo vamos iniciar o estudo de situações em que cargas elétricas estão em movimento. Mesmo as situações em que levamos em conta movimento de cargas. Inicialmente vamos tratar de elétrons movendo-se em resistores. A rede cristalina forma obstáculos. pois a situação analisada era a do equilíbrio eletrostático. havendo necessidade do uso da teoria da relatividade restrita.CORRENTE & RESISTÊNCIA MODELO MICROSCÓPICO Até agora. Cada vez que um elétron aproxima-se de um desses obstáculos da rede cristalina. parece caótico.1.6. quando visto microscopicamente. em regime estacionário. de modo que o movimento dos elétrons. seu movimento é desviado. e em diversos ambientes. ou quase estáticas. abordamos situações em que cargas elétricas são consideradas estáticas. Cargas elétricas podem movimentar-se sob a ação de campos elétricos e magnéticos. algumas vezes retroativamente. a corrente elétrica consiste num fluido de elétrons movendo-se ao longo de uma estrutura cristalina. como no caso dos capacitores. isso foi feito para facilitar o raciocínio.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:08] . Esse movimento tipo zig-zag é ilustrado na Figura 6.if.

Teremos oportunidade de discutir isso mais adiante.2. o movimento de um elétron e a velocidade de deriva. Esta velocidade define o movimento efetivo do elétron. que ilustra uma situação desordenada.2 MODELO MICROSCÓPICO sentido do campo elétrico. no final das contas ela vai andar para a frente. mas é conveniente adiantar uma abordagem qualitativa a esse problema.1. de modo que desordens localizadas impedem mais efetivamente o movimento eletrônico.1 estão constantemente mudando de lugar.if. a temperatura é um dos mais importantes.ufrgs. A relação entre o movimento efetivo e o movimento em zig-zag. À medida que a temperatura aumenta vibrações são introduzidas.2 . As esferas http://www. é semelhante ao de uma pessoa que dá dois passos para a frente e um para trás.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:08] Figura 6. na Figura 6.6. poderiam haver alguns canais de trânsito livre para o elétron. de modo que os obstáculos ilustrados na Figura 6.1 Entre os vários fatores que afetam o movimento eletrônico num condutor. isso representa uma situação irreal. Este aplicativo simula a situação descrita acima.br/tex/fis142/mod06/m_s01.1 eles estão fixos. como o indicado pela seta . Figura 6. Neste caso. onde a temperatura é absolutamente nula.1 deixa de existir na Figura 6. Veja que o canal que existia na Figura 6. O primeiro efeito da temperatura é fazer vibrar a rede cristalina. Na Figura 6.

br/tex/fis142/mod06/m_s01. e os pontos vermelhos representam os elétrons livres. Para observar com mais precisão.if. deslocando para a direita. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:08] .ufrgs.6. Aumente o valor da corrente. use uma corrente baixa. o cursor da barra abaixo da modura.2 MODELO MICROSCÓPICO amarelas representam os átomos na rede cristalina.

por unidade de tempo.html Capítulo 6 .2) Podemos relacionar essas grandezas de outra forma. a densidade de cargas no condutor será ‘ne’. Seja um segmento de condutor. Vamos deduzi-la. esta é a densidade de portadores do material. há uma relação muito importante entre a densidade de corrente e a velocidade de deriva. (6. como ilustrado na Figura 6.3.if. Suponha que existam ‘n’ elétrons por unidade de volume.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:12] . Portanto.ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_s02.if. Isto é.br/tex/fis142/mod06/m_s02.http://www. e a carga total no segmento de condutor será ∆q = neAL Um elétron percorrerá este segmento no intervalo de tempo http://www.1) A corrente elétrica por unidade de área transversal define o módulo do vetor densidade de corrente J.ufrgs.CORRENTE & RESISTÊNCIA CORRENTE ELÉTRICA Define-se intensidade de corrente elétrica como a quantidade de cargas que atravessa a seção reta de um condutor. L. Do ponto de vista microscópico. (6.

3. obtém-se i = ∆q/∆t = neAVd Da definição de densidade de corrente.br/tex/fis142/mod06/m_s02. Da definição de corrente.ufrgs.http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .if. http://www.html ∆t = L/Vd onde Vd é a velocidade de deriva.if.br/tex/fis142/mod06/m_s02. obtém-se J = neVd (6.3) A corrente é o fluxo da densidade de corrente! Figura 6.ufrgs.

6) No regime estacionário. entre os extremos de um resistor.4) são todas macroscópicas e facilmente mensuráveis com um ohmímetro (para medir R). conforme discussão qualitativa acima. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Os obstáculos impostos ao movimento eletrônico. de tal modo que a relação (6.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .if. R. com um voltímetro (para medir V) ou com um amperímetro (para medir i). são todos representados por uma propriedade mensurável.ufrgs. i J. http://www. uma corrente.4) será satisfeita. V. ρ. denominada resistência.5) é E = ρJ (6. circulará. de modo que.4) é V = Ri (6. A forma mais conhecida de (6. R ρ A contrapartida microscópica da resistência é denominada resistividade. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Capítulo 6 . Cada uma tem uma contrapartida microscópica.3.6.4) Essa definição significa que. quando se aplica uma diferença de potencial (ddp). para o segmento L da Figura 6. i. V E. e definida pela relação R = V/i (6.5) As grandezas relacionadas em (6.CORRENTE & RESISTÊNCIA RESISTÊNCIA. e a relação microscópica correspondente a (6.br/tex/fis142/mod06/m_s03. E e J são uniformes.4 RESISTÊNCIA.

respectivamente.6. e α é o coeficiente de temperatura da resistividade.ρ0 = αρ0(T-T0) (6. obtém-se http://www. O movimento eletrônico estacionário. e inversamente proporcional à sua seção reta.3). a carga e a massa do elétron. E. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE V = LE = LρJ e i = JA Substituindo V e i na relação (6. é proporcionado pelo campo elétrico.7) mostra que a resistência de um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento. obtém-se (6.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . e admitindo que a velocidade de deriva é aproximadamente igual à velocidade média entre colisões. ρ.br/tex/fis142/mod06/m_s03.4). cada elétron possui aceleração a = eE/m onde ‘e’ e ‘m’ são. Supondo que o tempo médio entre duas colisões do elétron com a rede cristalina seja τ. varia com a temperatura conforme a relação empírica ρ . A constante de proporcionalidade.8) onde ρ0 é a resistividade medida na temperatura T0.4 RESISTÊNCIA.7) A relação (6. de tal modo que em média. tem-se que Vd = aτ = eEτ/m Usando a relação (6.if.ufrgs. com velocidade de deriva. possível deduzir a relação entre a resistividade e algumas propriedades microscópicas do material.

RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE E = mJ/ne2τ Finalmente.ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_s03.9) http://www.6) chega-se à relação (6.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .if. com o uso de (6.6.4 RESISTÊNCIA.

eles podem "queimar".1000 V) e outra para o amperímetro (1 mA . a razão entre ‘V’ e ‘i’ é constante. Vmax>10 V e Imax= 1A. (6. equivocadamente. Tem-se um resistor (com resistência variável) ligado a uma bateria (força eletromotriz. Coloque U=10. que a lei de Ohm é expressa pela eq. há uma escala para o voltímetro (1 . tem-se um voltímetro.10 A). V = Ri (6. equipamento usado para medir diferenças de potencial (por que ele é ligado em paralelo?).CORRENTE & RESISTÊNCIA LEI DE OHM Costuma-se afirmar.5) Este aplicativo serve para explorar conceitos básicos de um circuito simples. ditos materiais ôhmicos. Se o valor superar.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:17] . variável).5). ou voltagem. Diminua o valor da resistência até ela atingir 9 Ohms. Explique o que acontece.6. Na verdade.br/tex/fis142/mod06/m_s04. Essas escalas definem os valores máximos que os equipamentos podem medir. Em série com o resistor. Na parte de cima do painel verde.ufrgs. esta equação representa simplesmente a definição de resistência. equipamento usado para medir corrente elétrica (por que ele é ligado em série com o resistor?). tem-se um amperímetro. Tente explicar qual a finalidade das escalas nos aparelhos de http://www.if. Explique o que acontece. Em paralelo com o resistor. O que a lei de Ohm diz é que para alguns materiais. e tente colocar a "voltagem máx" menor do que esse valor.5 LEI DE OHM Capítulo 6 . Fixe um determinado valor da voltagem.

6.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:17] . http://www.5 LEI DE OHM medida.ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_s04.

Se uma carga dq é transportada de A para B.11).6 ENERGIA. Qual serão os valores certos para que a lampada funcione? http://www.ufrgs. manifesta-se sob a forma de calor no resistor. há que se produzir um fluxo de cargas elétricas. no caso mais simples. uma bateria. isto significa produzir fluxo de elétrons.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:35] . & POTÊNCIA Para se produzir uma corrente elétrica.6. R. no condutor da Figura 6.if. chega-se a uma relação bastante conhecida P= Ri2 (6. que dá a potência dissipada num resistor.4 A expressão (6. A energia assim transferida. i.4.5).br/tex/fis142/mod06/m_s05. é também conhecida como potência Joule. & POTÊNCIA Capítulo 6 . a bateria terá que fornecer uma energia dU = dqVAB = idtVAB Por definição.10) Fazendo uso da relação (6. podemos mudar o valor de V e R.CORRENTE & RESISTÊNCIA ENERGIA. no caso mais geral de metais condutores. a potência é dada por (6. Isso é feito às custas da energia de uma fonte. quando ele é atravessado por uma corrente.11) Figura 6. Na seguinte demostração.

if.br/tex/fis142/mod06/m_s05.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .6.6 ENERGIA. & POTÊNCIA http://www.

6.7 UNIDADES NO SISTEMA SI Capítulo 6 .metro recíproca (Ω.metro(Ω.html [13/03/2004 16:23:43] .br/tex/fis142/mod06/m_s06.CORRENTE & RESISTÊNCIA UNIDADES NO SISTEMA SI Grandeza Corrente Resistência Unidade Ampere (A) Ohm (Ω) Resistividade Ohm.if.ufrgs.m)-1 http://www.m) Condutividade Ohm.

CORRENTE & RESISTÊNCIA EXEMPLO 6.5x1018x1. 4x1018 elétrons e 1. este se ioniza. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.br/tex/fis142/mod06/m_s07.if. http://www.html [13/03/2004 16:23:45] . Portanto. a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.1 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.5x1018 prótons movem-se em sentidos opostos através de uma seção transversal do tubo? b) Qual é o sentido da corrente? Solução: Corrente de elétrons num sentido é igual a corrente de íons positivos no sentido contrário.6x10-19 = 0.ufrgs.6. a corrente será i = 5.88 A. em cada segundo.8 EXEMPLO Capítulo 6 .

(b)2. A prata contém 5. (a) Qual é a corrente no fio? (b) Qual é a velocidade de arrastamento dos elétrons no fio? R:(a)20 mA.5 x 1018prótons movemse em sentidos opostos através de uma seção transversal no tubo? (b) Qual é o sentido da corrente? R:(a)0. Pergunta 2 q 6.if.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXERCÍCIOS.ufrgs.11 EXERCÍCIOS Capítulo 6 .1 Um fio de prata de 1 mm de diâmetro conduz uma carga de 90 C em 1h15min.br/tex/fis142/mod06/m_ex. (b)O sentido do movimentos dos prótons.html (1 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . Pergunta 3 q 6. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.7x10-6 m/s. Pergunta 1 q 6.2 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás. (a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.5. em cada segundo.88 A.3 A corrente em um fio varia com o tempo segundo a http://www. este se ioniza. 4 x 1018 elétrons e 1.8 x 1028 elétrons livres por m3.

34 C.67 A. a leitura do voltímetro cai para 1. ligado aos terminais da pilha seca da figura 6. Pergunta 4 q 6.52 V.37 V e o amperímetro A lê 1. onde i é dada em ampères e t em segundos.5. marca 1.5. Qual é a sua resitência? R:(a)1.4 Um fio de 100 m de comprimento e 2 mm de diâmetro tem uma resistividade de 4. (a) Quantos coulombs passam através de uma seção transversal do fio num intervalo de tempo entre t=5 s e t=10 s? (b) Que corrente constante transportaria a mesma carga no mesmo intervalo de tempo? R:(a)603. mas seu diâmetro é o dobro.1 Ω.ufrgs.5 Enquanto a chave S estiver aberta. Quando se fecha a chave.5 http://www. (b)120.br/tex/fis142/mod06/m_ex. R:1.25x10-2 Ω Pergunta 5 q 6. 0.11 EXERCÍCIOS relação i = 4 + 2t2.5 A.8 x 10-8 Ωm.52 V. o voltímetro V. (b)9. Figura 6. Determine a fem e a resistência interna da pilha.53 Ω.html (2 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .if. (a) Qual é a sua resitência? (b) Um segundo fio do mesmo material tem o mesmo peso que o anterior.

22 A.br/tex/fis142/mod06/m_ex. Pergunta 8 q 6. Quando a corrente for de 2 A no sentido inverso. Qual é a sua resistência? R:(a)P=Vi=Ri2=V2/R. quando a ddp entre os terminais é de 60 V. (b) 90 Ω. Pergunta 7 q 6.5.7 A voltagem entre os terminais de uma fonte em circuito aberto é de 10 V e sua corrente em curtocircuito é 4. (iii) ddp e resistência.8 (a) Exprima a taxa de dissipação de energia num resistor em termos de (i) ddp e corrente.11 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 6.0 A.5 V. quando existe na mesma uma corrente de 3 A dirigida do terminal negativo para o positivo.6 A ddp entre os terminais de uma bateria é 8. (ii) resistência e corrente. Pergunta 9 http://www. (b) Energia é dissipada num resistor a uma taxa de 40 W. Qual será a corrente quando a fonte for ligada a um resistor linear de 2 Ω? R:2.html (3 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . a ddp torna-se 11 V.ufrgs. (a) Qual é a resistência interna da bateria? (b) Qual é a fem da bateria? R:(a)0.if.5 Ω. (b)10 V.

if. (b) a taxa de dissipação de energia na bateria.html (4 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . (c) a taxa de dissipação de energia no resistor externo.ufrgs.6 http://www. R:(a)24 W. (b)4 W.6.9 No circuito da figura 6. determine: (a) a taxa de conversão de energia interna em energia elétrica dentro da bateria.br/tex/fis142/mod06/m_ex. (c)20 W Figura 6.5.11 EXERCÍCIOS q 6.

e suas aplicações são facilitadas se feitas a partir das regras apresentadas abaixo.2 LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS Capítulo 7 . como ilustrado na Figura 7.1 http://www. o ponto de encontro de três ou mais ramos de um circuito. entre A e B ou entre A e C.1. unindo a malha da esquerda à malha da direita. Elas são baseadas em princípios de conservação de energia e de carga. na Figura 7.ufrgs.7. na realidade. Na Figura 7. Chama-se “queda de potencial”. no caso mais simples. a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito. fem e resistências. tendo cada ramo um ou mais componentes elétricos. um circuito fechado.br/tex/fis142/mod07/m_s01. o ponto A é um nó.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS O que conhecemos como lei dos nós e lei das malhas são. Entende-se por nó. Entende-se por malha.if.html [13/03/2004 16:23:51] .1. por exemplo. dois procedimentos para resolver circuitos elétricos simples. incluindo vários componentes elétricos. Figura 7.1.

Se a corrente convencional. nas regras seguintes.br/tex/fis142/mod07/m_s02. Logo. Vb<Va. indicada pela seta .2a Σ ∆V = 0 Figura7.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se percorre um circuito fechado. o somatório das quedas de potencial deve ser nulo.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Capítulo 7 . indica que o circuito está A seta sendo percorrido no sentido de ‘a’ para ‘b’.7.ufrgs. vai de ‘a’ para ‘b’. logo ∆V= Vb – Va. Vejamos.if. Figura 7. e ∆V = . ∆V= Va – Vb = Ri > 0 Quando se “atravessa” uma resistência no sentido contrário ao da corrente convencional.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:54] . a queda de potencial é negativa (Figura 7.2b). como cada queda de potencial é usada nesse somatório.2a). Neste caso.2b http://www.Ri Quando se “atravessa” uma resistência no mesmo sentido da corrente convencional. é porque os elétrons vão de ‘b’ para ‘a’. pois os pontos inicial e o final são os mesmos. a queda de potencial é positiva (Figura 7.

Figura 7. a queda de potencial é positiva (Figura 7.7.2d http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:54] .2c Quando se “atravessa” uma fem do pólo positivo para o negativo.2c).if.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se “atravessa” uma fem do pólo negativo para opositivo.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s02.2d). Figura 7. a queda de potencial é negativa (Figura 7.

7.4 LEI DOS NÓS

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
LEI DOS NÓS
A segunda regra básica refere-se ao somatório das correntes, e é conhecida como lei dos nós: o somatório das correntes que entram num nó, é igual à soma das correntes que saem.

ΣIentram = ΣIsaem

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7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA
Quando um circuito possui ‘n’ malhas, as regras acima são aplicadas a (n-1) delas, arbitrariamente escolhidas. Da mesma forma, a lei dos nós é aplicada em (n-1) nós, arbitrariamente escolhidos. Nas aplicações das regras acima, existem mais duas arbitrariedades importantes:
q

Arbitra-se o sentido em que cada malha será “percorrida”. Arbitra-se o sentido da corrente em cada trecho do circuito. Se ao final determinada corrente tiver valor negativo, é porque o sentido correto é o contrário daquele arbitrado.

q

O circuito apresentado neste aplicativo tem três malhas e dois nós. Os valores das fem's podem ser variados, entre 1 e 10 V, e as resistências variam entre 1 e 10 ohm. Isso é feito simplesmente clicando nas extremidades de cada componente. Quando uma fem atinge 1 V, o próximo clique no terminal negativo (azul) inverte seu sentido. Em cada ramo do circuito há um amperímetro, e um voltímetro é conectado em paralelo com cada resistor. Use o aplicativo para treinar a solução de circuitos com mais de uma malha. Coloque arbitrariamente alguns valores nas fem's e nos resistores e verifique se a solução do circuito coincide com os valores medidos nos amperímetros e nos voltímetros. Lembre que um circuito com 3 malhas e 2 nós implica num sistema de 3 equações e 3 incógnitas. Como temos 3 correntes e 2 voltagens, pelo menos um desses
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

deve ser conhecido.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.6 EXEMPLO 7.1

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
EXEMPLO 7.1
O circuito apresenta 2 nós e 3 malhas (ABEF, ACDF e BCDE). Portanto, teremos 1 equação com a lei dos nós e duas equações com a lei de Kirchhoff. Considerando o nó B, vê-se que a corrente I3 “entra”, enquanto I1 e I2 “saem” do nó. Assim, I3=I1+I2 [7.1(a)]

Considerando as malhas ABEF e BCDE sendo percorridas nos sentidos indicados, e as regras sobre as quedas de potencial, teremos as seguintes equações R1I1-ε1-R2I2=0 -R2I2-ε2-R3I3=0 [7.1(b)] [7.1(c)]

Suponha que R1=1 Ω, R2=2 Ω, R3=1/3 Ω, ε1=6 V e ε2=10 V, para mostrar que I1= -2 A, I2= -4 A e I3= -6 A. Como se vê, as intensidades das 3 correntes são negativas, significando que os sentidos arbitrados devem ser invertidos.

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1 Na figura.6 EXEMPLO 7.if. foram arbitrariamente escolhidas http://www.7. as direções das correntes.br/tex/fis142/mod07/m_s05. bem como as direções em que as malhas são “percorridas”.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:00] .ufrgs.

que recebe esta denominação porque o resistor e o capacitor estão em série com a fem. quando a chave S é conectada ao ponto ‘a’. Figura 7. o capacitor está descarregado.3 Para cada carga dq fornecida pela bateria.7 CIRCUITO RC SÉRIE Capítulo 7 . Vamos usar o princípio da conservação da energia para determinar a equação diferencial que descreve o comportamento deste circuito.if. onde V é a diferença de potencial entre as placas do http://www.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s06.7. A partir deste momento ele começa a ser carregado pela bateria.3 mostra um circuito RC série.html (1 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . Inicialmente.CIRCUITOS ELÉTRICOS CIRCUITO RC SÉRIE A figura 7. Ri2dt e em energia acumulada no capacitor. esta realiza um trabalho dW=εdq Este trabalho transforma-se em energia dissipada no resistor.

2) A eq. denominado constante de tempo capacitiva.ufrgs. Pela conservação de energia. a http://www. Quando t=RC. de modo que. Figura 7. a carga no capacitor atinge 63% do seu valor máximo. Levando em conta que .4) Decorrido um longo intervalo de tempo (p.html (2 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .if.4) tem uma componente exponencial.3) obtém-se (7.ex.br/tex/fis142/mod07/m_s06.3) O crescimento da carga no capacitor (figura 7. ela só atingirá seu valor final. obtém-se (7. rigorosamente.2) tem como solução q(t) = εC(1 – e-t/RC) (7. A partir de (7. (7.7. τ=RC.7 CIRCUITO RC SÉRIE capacitor.4 Para cada circuito RC há um tempo característico. t=10RC)).. εC. num tempo infinito.

Para iniciar o processo clique sobre a chave preta que conecta os diferentes ramos do circuito. A partir deste momento inicia-se o processo de descarga do capacitor. Quando o capacitor estiver mais de 99% carregado (Quando isto acontece?) mude a posição da chave e passe a descarregar o capacitor. q(t) = εCe-t/RC (7.html (3 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .5) Por integração direta chega-se à expressão que descreve a variação da carga durante a descarga do capacitor. (7.6 O aplicativo acima apresenta o comportamento de um circuito RC.if.ufrgs.2) obtém-se (7. capacitor e resistor. As barras azuis mostram o valor da ddp em cada um dos componentes: bateria. O gráfico apresentado é o da ddp entre as placas do capacitor.6) Figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_s06. Colocando-se ε=0 na eq. Concentre sua atenção no processo de carga e descarga do capacitor. Analise os resultados obtidos e descreva o que observou.5 Figura 7. http://www.7 CIRCUITO RC SÉRIE chave S é desconectada de ‘a’ e conectada em ‘b’. O resitor tem resistência de 100 kΩ e o capacitor uma capacitância de 100 µF.7.

if.ufrgs.7.7 CIRCUITO RC SÉRIE http://www.br/tex/fis142/mod07/m_s06.html (4 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .

(b) Que ddp entre ‘a’ e ‘b’ resultará em uma corrente de 1 A no resistor de 4 Ω? R:(a)7 Ω.7. Que potência seria consumida se os três resistores fossem ligados em paralelo à mesma ddp? R:90 W. Pergunta 2 q 7. a potência total consumida é de 10 W.if.7 Pergunta 3 http://www.br/tex/fis142/mod07/m_ex.7 EXERCÍCIOS Capítulo 7 . (b)14 V.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .ufrgs.1 Três resistores iguais são ligados em série.2 (a) Determine a resistência entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da rede mostrada na figura 7. Pergunta 1 q 7.CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS.7. Figura 7. Quando se aplica uma certa ddp a esta combinação.

html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .7 EXERCÍCIOS q 7. R:(a)Vab=0.7.4 (a) Calcule a ddp entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da figura 7.ufrgs. A chave http://www.8 Pergunta 4 q 7.br/tex/fis142/mod07/m_ex. Figura 7.3 Determine as fem ε1 e ε2 no circuito mostrado na figura 7. (b) Se ‘a’ e ‘b’ forem ligados.if. O capacitor está inicialmente descarregado.9 Pergunta 5 q 7. R:ε1=18 V. R=10 MΩ. na figura 7. ε2=7 V.9. Vab=13 V Figura 7. ε=100 V.466 A.5 Considere.22 V.8 e a ddp entre ‘a’ e ‘b’. calcule a corrente na bateria de 12 V. C=2 µF. (b)0.3.

br/tex/fis142/mod07/m_ex. q(t).html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .7 EXERCÍCIOS é ligada na posição ‘a’ durante 20 s e depois rapidamente é ligada na posição ‘b’. Pergunta 6 q 7.6 Quantas constantes de tempo devem decorrer antes que um capacitor em um circuito RC esteja carregado com 99% de sua carga de equilíbrio? R: t = 4. (b) Quanta energia é dissipada no resistor? R:(b)0. (a) Construa gráficos para i(t).605 RC http://www.7.0997 J.ufrgs.if. ddp no resistor e ddp no capacitor para um intervalo de tempo de 60 s depois da chave ter sido ligada pela primeira vez.

2 A FORÇA DE LORENTZ Capítulo 8 . Veremos logo adiante que cargas em movimento criam um campo magnético.if. A força magnética é nula em duas circunstâncias: http://www. por volta do ano 121 DC. A FORÇA DE LORENTZ Geralmente os textos introdutórios sobre magnetismo iniciam com um histórico da descoberta do fenômeno. A segunda forma tem a ver com o campo criado por uma carga em movimento. B. Existem duas formas básicas de criação de um campo magnético. q.8. devemos ter em mente que é impossível tratar cargas elétricas em movimento sem levar em consideração a existência do campo magnético. Do ponto de vista formal. A primeira tem a ver com a descoberta do fenômeno. o que importa é que dado um campo magnético. ocorrida na cidade de Magnésia.br/tex/fis142/mod08/m_s01. trata-se do campo de um ímã permanente. dada por F = qvxB (8. havendo um campo magnético em determinada região do espaço. para o momento. este exercerá uma força sobre uma carga em movimento. em movimento.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . este exerce uma força sobre uma carga.O CAMPO MAGNÉTICO. Por outro lado. trata-se do campo criado por uma corrente elétrica. Tanto o Halliday-Resnick quanto o Sears-Zemanski fazem esse tipo de abordagem.ufrgs. qual a fonte de criação.1) onde v é a velocidade da carga. Não importa.

8. http://www.if.ufrgs. em que temos um campo elétrico. E.2 A FORÇA DE LORENTZ r r Carga estacionária (v=0).html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . No caso geral. e um campo magnético.br/tex/fis142/mod08/m_s01. Velocidade paralela ao vetor campo magnético. a força sobre uma carga em movimento é dada por (8.2) A força expressa em (8.2) é conhecida como força de Lorentz.

1 Pela eq. A velocidade dos elétrons resulta da aceleração através de um potencial V. conforme esquematizado na figura 8. para desviar o feixe de elétrons num tubo de raios catódicos. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1906.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON Capítulo 8 .2) foi usada por Thomson quando este realizava os trabalhos que resultaram na descoberta do elétron. B e v.8.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . Thomson usou um campo elétrico perpendicular a um campo magnético. A DESCOBERTA DO ELÉTRON A expressão (8. tal que Das expressões acima. Figura 8.1. Joseph John Thomson (18561940).br/tex/fis142/mod08/m_s02.2) vê-se que a força elétrica é perpendicular à força magnética.ufrgs. Controlando-se os parâmetros externos.if. obtém-se http://www.O CAMPO MAGNÉTICO. descobriu o elétron em 1897. E. (8. é possível fazer FE=FB eE=evB v=E/B.

isto é.ufrgs. é calculada através de parâmetros controlados experimentalmente. ou de qualquer partícula carregada que penetre no tubo de raios catódicos.3) A razão entre a carga e a massa do elétron. http://www. de tal forma que a força elétrica equilibre a força magnética.8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:14] .br/tex/fis142/mod08/m_s02.if.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON (8. Estes são ajustados de tal forma que o feixe permaneça em linha reta.

ufrgs. como veremos. e cargas positivas na face superior. Esta força fará com que o movimento dos elétrons seja desviado para baixo. com um campo elétrico conhecido como campo Hall. O excesso de cargas positivas e negativas. é extremamente útil na indústria microeletrônica.O CAMPO MAGNÉTICO. no sentido de cima para baixo. cargas negativas acumulam-se na face inferior.2. conforme indicado na figura 8. Figura 8. Tem-se uma fita condutora com seção reta A (=Ld) através da qual circula um feixe de elétrons com velocidade v.2) também permitiu a descoberta do efeito Hall que.br/tex/fis142/mod08/m_s03.4 O EFEITO HALL Capítulo 8 . qEH = qvB http://www. funciona como um capacitor de placas paralelas.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:18] .2 Aplicando-se um campo magnético na direção horizontal. resulta numa força magnética na direção perpendicular ao movimento eletrônico.8. A figura 8.2 esquematiza o arranjo experimental para o estudo do efeito Hall. Com o tempo. O EFEITO HALL A expressão (8. Chegará um momento em que a força Hall equilibra a força magnética.if.

3).4 O EFEITO HALL Usando a eq. (8. e a definição da densidade de corrente. J=i/A.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . Esses dois resultados são de extrema importância na indústria eletrônica. Em primeiro lugar.if.8. é possível determinar o sinal da carga dos portadores. EH = VH/d. Resulta daí que Tendo em conta que a seção reta é dada por A=Ld. http://www.4) fornece o valor da densidade de portadores.4) O efeito Hall permite a obtenção de dois resultados importantes. J=nqv. a eq. pois permite a fabricação de dispositivos que dependem do tipo (elétrons ou lacunas) e da quantidade de portadores. obtémse (8.br/tex/fis142/mod08/m_s03. obtém-se Por outro lado. Em segundo lugar.ufrgs. (6. bastando medir a diferença de potencial entre as superfícies superior e inferior.

5b) http://www.3.1) mostra que se a velocidade da partícula tiver a mesma direção do campo magnético.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .O CAMPO MAGNÉTICO. Isto é. que proporciona o movimento circular.8. (8. Portanto. é sempre composto de um movimento retilíneo uniforme e de um movimento circular.if. resultando num movimento retilíneo uniforme. e outra perpendicular. Figura 8. numa região do espaço onde existe um campo magnético. o movimento de uma partícula. se o ângulo entre o vetor velocidade e o vetor campo magnético for diferente de zero. é igual à força magnética.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Capítulo 8 . Como se vê a força centrípeta.br/tex/fis142/mod08/m_s04.3 Assim. a partícula movimenta-se num círculo com raio r = mv/qB (8. obtém-se a velocidade angular ω = qB/m (8. MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO A eq. a força será nula.5a) Da relação v=ωr.ufrgs. Este tipo de movimento é esquematizado na figura 8. Por outro lado. de massa m e carga q. podemos decompor o vetor velocidade em duas direções: uma na direção de B.

8.ufrgs.if.br/tex/fis142/mod08/m_s04.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Da relação ω=2πf.5c) http://www.5d) (8. obtém-se a freqüência F = qB/2πm e o período T = 1/f = 2πm/qB (8.

A partir desses resultados.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . Vejamos como calcular esta força. logo.br/tex/fis142/mod08/m_s05. A força sobre um elétron é dada por F=evB Supondo que existam N elétrons no segmento L do fio (seção reta A). temos que a força sobre um elétron será Portanto. FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Se um campo magnético exerce uma força sobre uma carga em movimento.O CAMPO MAGNÉTICO. tem-se que a densidade eletrônica será n=N/LA Sabemos que J=nev.if. a força sobre o segmento de fio será A expressão geral é dada por http://www. é óbvio que ele exercerá uma força sobre uma corrente elétrica.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Capítulo 8 .ufrgs.

a força aponta para baixo.6 e verifique a força que age sobre o fio em diferentes situações (invertendo o sentido da corrente e a polaridade do ímã.ufrgs. No caso da Figura 8.4 Neste aplicativo você pode visualizar o efeito de um campo magnético sobre uma corrente elétrica.6) O sentido da força é obtido pela regra da mão direita para o produto vetorial.if.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE (8. Use a equação 8.br/tex/fis142/mod08/m_s05. A força sobre o fio é conseqüência da força de Lorentz sobre cada elétron que compõe a corrente.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . http://www.4. Figura 8.

vejamos a figura 8.5 mostra-se uma espira retangular. Vê-se facilmente que as forças F2 equilibram-se.if. de lados a e b.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:29] .br/tex/fis142/mod08/m_s06.br/tex/fis142/mod08/m_s06. enquanto as forças F1 produzirão um torque na espira.6). Para melhor analisar esse torque.ufrgs. as forças sobre os lados a e b são dadas por F1=iaB F2=ibB Figura 8. De acordo com a eq.6 http://www.O CAMPO MAGNÉTICO.6. FORÇA SOBRE UMA ESPIRA DE CORRENTE Na figura 8. Figura 8. conforme ilustra a figura 8. na direção indicada. percorrida por uma corrente i.5 Forças F1 (F2) atuam em lados opostos a (b).ufrgs.http://www.if.html Capítulo 8 . (8.5 sob outra perspectiva.

será (8.7) http://www. obtém-se τ=iABsenθ Para o caso de uma bobina com N espiras. para uma bobina. define-se µ=NiA. Portanto. com N espiras.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:29] .if. Da mesma forma. A=ab e cos θ=senθ. o torque sobre uma espira ou sobre uma bobina.br/tex/fis142/mod08/m_s06.http://www. τ=NiABsenθ Para uma espira.if.html O torque será Substituindo F1=iaB.ufrgs. define-se seu momento de dipolo magnético µ=iA.ufrgs.br/tex/fis142/mod08/m_s06.

mas causa o mistério colocado na definição acima. UNIDADES Até aqui utilizamos o conceito genérico de campo magnético.ufrgs.br/tex/fis142/mod08/m_s07. “campo magnético” não é a mesma coisa que “indução magnética”! Esta equivalência é geralmente usada para simplificar. Esse tratamento torna-se mais complicado quando temos de abordar uma situação prática. Sears & Zemanski coloca a questão no contexto correto. ao qual associamos o símbolo B.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:31] Para materiais paramagnéticos e diamagnéticos: B=µ H µ = permeabilidade magnética Para materiais ferromagnéticos: B=f(H) depende do material e do processo de magnetização. 534): O campo magnético. para a qual torna-se indispensável o uso de um sistema de unidade. O campo magnético é chamado de indução magnética? A confusão vem do fato que. 3. e mais ainda no caso especial do magnetismo. ao discutir as propriedades magnéticas da matéria. 1a edição. Essa é uma questão bastante complicada no caso do eletromagnetismo em geral. é um campo vetorial e seu valor e orientação em qualquer ponto são especificados por um vetor B chamado indução magnética.if. tal como o campo elétrico.O CAMPO MAGNÉTICO.8. Portanto. na prática. mantém o http://www. vejamos o que está escrito em Sears & Zemanski (Vol. No capítulo 41. p.8 UNIDADES Capítulo 8 . r H está relacionado com a corrente que o produz. Para avaliarmos esse nível de complexidade. .

No sistema SI.8. enquanto no sistema CGS.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:31] . a unidade de H é A/m no sistema SI e Oersted (Oe) no sistema CGS (1 A/m = 4πx10-3 Oe).ufrgs.br/tex/fis142/mod08/m_s07. Por outro lado. a unidade de B é o Tesla (T). http://www.8 UNIDADES leitor confuso ao longo de 4 capítulos. onde 1 T = 104 G = 1 Weber/m2. sua unidade é o Gauss (G).if. r B depende tanto da corrente quanto da magnetização do meio.

a partícula terá adquirido velocidade v. até Figura 8.8.ufrgs. EXEMPLO 8. Como esquematizado na Figura 8.if. satisfazendo as seguintes relações: E=qV=½mv2 Ao penetrar na região do campo magnético. a partícula terá adquirido energia pela aceleração através do potencial V. a partícula estará sujeita à força magnética. (8. Antes de penetrar na região do campo magnético.1).html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . uma partícula de massa m e carga +q.O CAMPO MAGNÉTICO.7 tocar no anteparo.9 EXEMPLO 8. perpendicularmente dirigido para fora do papel. Esta força será igualada à força centrípeta.1 Capítulo 8 . Sob a ação da força magnética a partícula percorrerá o semi-círculo indicado na figura.br/tex/fis142/mod08/m_s08. conforme a eq.7. de modo que facilmente obtém-se http://www. a uma distância x do ponto de entrada. é acelerada através de um potencial V antes de penetrar numa região onde existe um campo magnético B.1 Um exemplo clássico de força magnética sobre uma partícula em movimento é o espectrômetro de massa. Dito de outra forma.

Este é o princípio de funcionamento do espectrômetro de massa.br/tex/fis142/mod08/m_s08. http://www. pode-se calcular a massa da partícula.8.ufrgs.if. calcule o raio da órbita da partícula no interior do espectrômetro (r=x/2). Ao invés de m.1. x.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . a partir da sua carga e de parâmetros experimentais controláveis. Use alguns valores de v e B e cheque seu resultado.9 EXEMPLO 8. Este aplicativo simula um espectrômetro semelhante a este que você acabou de estudar no exemplo 8.1 Portanto. B e V. medindo-se a distância do impacto.

16cos(30). calcule as forças e o torque sobre a espira. Sobre os lados de 8 cm. for aplicada no lado de 8 cm não-pivotado.html [13/03/2004 16:24:36] . Elas anulam-se e não exercem qualquer torque sobre a espira. e a inferior orientada na direção –x.10 EXEMPLO 8. orientadas de acordo com a Figura 8.2 Capítulo 8 . de modo que ela seja mantida na posição indicada.8 é “pivotada” no eixo y e conduz uma corrente de 10 A no sentido indicado. Figura 8.9. sendo a superior orientada na direção x. atuam forças F=0.2 A espira retangular da Figura 8. Portanto.8 Figura 8. a espira permanecerá na posição indicada. Sobre os lados de 6 cm. Supondo que exista um campo magnético uniforme de 0. EXEMPLO 8.8. se uma força igual a 0.9 http://www.16 N.ufrgs.2 T paralelo ao eixo x.O CAMPO MAGNÉTICO.if.br/tex/fis142/mod08/m_s09.12 N. atuam forças iguais 0. com torque anti-horário.

10 Pergunta 2 q 8.if.7x103.1 Um elétron no ponto A da figura 8. Determine: (a) o módulo e a orientação da indução magnética que fará o elétron seguir a trajetória semicircular de A a B. (b) o tempo necessário para o elétron se mover de A para B. EXERCÍCIOS.8. com a mesma velocidade tangencial.10 tem uma velocidade v0=107 m/s.br/tex/fis142/mod08/m_ex.12 EXERCÍCIOS Capítulo 8 . perpendicular e entrando no plano da folha. Figura 8. http://www.68 x 10-27 kg. A massa da partícula α é 6. R:fe/fα=3.14x10-3 T.O CAMPO MAGNÉTICO. Pergunta 1 q 8.2 Um elétron e uma partícula α (átomo de hélio duplamente ionizado) movem-se ambos em trajetórias circulares em um campo magnético. (b)15.68 ns. Compare o número de revoluções que eles fazem por segundo. R:(a) 1.ufrgs.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .

5 A figura 8.484 m. (c)0.3 (a) Qual é a velocidade de um feixe de elétrons. Ele é acelerado através de uma ddp de 500 V e depois penetra perpendicularmente em um campo magnético B=0. quando o campo elétrico for removido? R:(a) 1. http://www. (c) Qual é o raio da órbita eletrônica.ufrgs.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .4 T. E e B. Pergunta 4 q 8.br/tex/fis142/mod08/m_ex. Quando B=5 T e i=100 A. verifica-se que o potencial Hall é VH=45.29x10-3 m.7x108 m/s. Qual é o raio de sua trajetória no campo magnético.if. não produz deflexão alguma nos elétrons? (b) Mostre em um diagrama as orientações relativas dos vetores V.16 x 10-23 g. quando a influência simultânea de um campo elétrico de intensidade 34 x 104 V/m e de um campo magnético de intensidade 2 x 10-3 T.4 µV.12 EXERCÍCIOS Pergunta 3 q 8.4 Um íon de Li7 com uma carga elementar tem uma massa de 1.8. ambos normais entre si e ao feixe. Pergunta 5 q 8. R:21. Qual é a concentração de elétrons livres? R: n = 3.44 x 1027 elétrons/m3.11 representa uma fita de cobre com as seguintes dimensões: L=2 cm e d=1 mm.

R: τ = 3. quando por ela passa uma corrente de 10-5 A.ufrgs. com dimensão 5 cm x 12 cm.6 x 10-6 Nm http://www.6 Qual é o torque máximo sobre uma bobina de 600 espiras.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .br/tex/fis142/mod08/m_ex.11 Pergunta 6 q 8.12 EXERCÍCIOS Figura 8. em um campo uniforme B=0.10 T.8.

1) onde µ0=4πx10-7 N/A2 é a permeabilidade magnética do vácuo. A DESCOBERTA DE OERSTED Já conhecemos o efeito do campo magnético sobre cargas em movimento e sobre correntes em circuitos elétricos. Em 1819.br/tex/fis142/mod09/m_s01.2 A DESCOBERTA DE OERSTED Capítulo 9 . a integral é realizada ao longo de uma linha http://www.A LEI DE AMPÈRE. Ampère realizou outras experiências e formalizou a relação entre corrente elétrica e campo magnético.1. Ele mostrou que o campo produzido pela corrente. em 1820. os outros dedos dão o sentido de B. 9. como ilustra a Fig. Vimos que uma das fontes de campo magnético são os ímãs permanentes. Oersted descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético. e que para o caso de um fio retilíneo.ufrgs. é dado pela lei que recebeu seu nome (9.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:43] .9. as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.1 Logo após a apresentação do trabalho de Oersted. Figura 9.1). i. Em (9. O sentido do campo é dado pela regra da mão direita: com o polegar no sentido da corrente.if. como a magnetita (Fe3O4).

2 http://www. a lei de Ampère está para o magnetismo. Portanto. assim como a lei de Gauss está para a eletrostática.if. pela sua correspondência com a superfície gaussiana no caso da eletrostática. no caso estacionário. onde as setas indicam produção. Assim.9. É possível agora estabelecer um quadro conceitual relacionando esssas áreas.2 A DESCOBERTA DE OERSTED fechada arbitrária. Figura 9.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:43] .br/tex/fis142/mod09/m_s01. que alguns autores denominam linha amperiana. cargas em movimento produzem campo elétrico e campo magnético e podem produzir corrente elétrica.ufrgs.

Este resultado é consistente com a simetria do problema.if. Portanto. CAMPO DE UM FIO RETILÍNEO INFINITO Vamos usar a lei de Ampère para calcular o campo de um fio retilíneo infinito.br/tex/fis142/mod09/m_s02.2) http://www.ufrgs.if.A LEI DE AMPÈRE.html Capítulo 9 .1) e mostre que o campo é dado por (9. Diz-se que o campo tem simetria axial.html [13/03/2004 16:24:45] . das experiências de Oersted. a amperiana apropriada para se calcular o valor de B a uma distância r do fio é o círculo de raio r.br/tex/fis142/mod09/m_s02. que também permite-nos afirmar que o campo tem o mesmo módulo em qualquer ponto do círculo. Use (9. que as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio. Sabemos.ufrgs.http://www.

br/tex/fis142/mod09/m_s03. transportando uma corrente io.2). uma com r<R. CILINDRO INFINITO Vejamos agora o caso de um cilindo infinito.A LEI DE AMPÈRE. Como a densidade de corrente é uniforme. Na Figura 9. e outra com r>R. obtém-se uma expressão igual a .4 CILINDRO INFINITO Capítulo 9 . obtém-se (9.3 vemos uma seção reta do cilindro. com densidade uniforme.ufrgs. tem-se que Figura 9.2). de raio R. onde i será a corrente que atravessa a amperiana de raio r. Portanto. transportando http://www.3 Substituindo i em (9.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:49] . com duas amperianas. Valor de B para pontos internos: r menor ou igual a R Pelo procedimento anterior. Vamos calcular o valor de B nos dois casos. para um cilindro com raio R.3) Valor de B para pontos externos: r maior ou igual a R É fácil mostrar que este resultado é absolutamente igual a (9.9.

4 http://www. o campo magnético varia com a distância ao eixo do cilindro conforme a figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_s03.if.ufrgs.4 CILINDRO INFINITO uma corrente i.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .9. Figura 9.4.

Figura 9.A LEI DE AMPÈRE.if. INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Sejam dois fios infinitos e paralelos. como ilustra a Figura 9.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:52] . transportando correntes i1 e i2.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Capítulo 9 . Da mesma forma.ufrgs. tem-se que o fio 1 cria um campo na posição do fio 2.5 Sendo d a distância entre eles.br/tex/fis142/mod09/m_s04. Este campo exercerá a força sobre o segmento L do fio 2.9.5. sobre o http://www.

Portanto. É fácil mostrar que há repulsão quando as correntes circulam em sentidos opostos. mas com sentido contrário.ufrgs.br/tex/fis142/mod09/m_s04. com módulo igual a F12.if. os fios atraem-se. http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:52] . quando as corrente circulam no mesmo sentido.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS segmento L do fio 1 agirá uma força F21.9.

No interior do solenóide o campo tem o sentido indicado (da esquerda para a direita).6(b) temos um corte longitudinal do solenóide. Usando argumentos de simetria é fácil mostrar que são nulos os campos entre os fios e na parte externa do solenóide. CAMPO DE UM SOLENÓIDE Obtém-se um solenóide quando um fio é enrolado sob a forma de uma bobina.br/tex/fis142/mod09/m_s05. Na discussão que se segue consideraremos o solenóide infinito.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Capítulo 9 .ufrgs.A LEI DE AMPÈRE.6 http://www.if. Figura 9.6(a). Na Figura 9.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . como ilustra a Figura 9.

CAMPO DE UM SOLENÓIDE Vamos usar a lei de Ampère para calcular o módulo de B no interior do solenóide.ufrgs. um número muito grande de espiras). Assim.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .br/tex/fis142/mod09/m_s05. de modo que Portanto. multiplicada pelo número de espiras que atravessa a amperiana. O sentido do campo magnético no interior do solenóide pode ser determinado pela regra da mão direita: o polegar dará o sentido de B quando os outros dedos indicarem o sentido da corrente A integral fechada pode ser desdobrada.if. resultando Na região externa ao solenóide. a corrente que entra na lei de Ampère é calculada em termos da densidade de espiras. A corrente que atravessa o retângulo abcd (a amperiana selecionada) é igual à corrente. a corrente que atravessa a amperiana será nLi. a integral que resta resulta em http://www. B=0. i. Como o solenóide tem um número infinito de espiras (na prática. Supondo que temos n espiras por unidade de comprimento. o campo magnético é perpendicular às linhas ab e cd. de modo que Na região interna.

clique em iniciar e observe atentamente as linhas de campo. A equação 9. Quanto maior esta relação. Qual a principal diferença entre as linhas de campo do solenóide com raio 2. mais próximo do caso ideal. Para cada raio. É óbvio que isso é uma idealização. usa-se um solenóide longo.5.ufrgs.0.br/tex/fis142/mod09/m_s05. um solenóide em que a razão entre o seu comprimento e o diâmetro da sua seção reta seja tão grande quanto possível.if. sobre as linhas de campo magnético.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .4) Esta simulação permite visualizar o efeito geométrico de um solenóide. Na prática.5 e 6.4 foi deduzida supondo-se um solenóide infinito.CAMPO DE UM SOLENÓIDE BL=µ0nLi Finalmente. o campo no interior do solenóide será B=µ0ni (9.0? http://www. entre 2. e aquelas do solenóide com raio 6. No aplicativo podemos variar o raio do solenóide. isto é.

Se você estiver usando um PC. e azul é fraco. e possível que você so tenha um mouse de dois-botão.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . q Linhas de campo q Para desenhar uma linha de campo.ufrgs. você devera usar naquele caso o botão esquerdo. Exemplos Instruções Agora que você viu a lei de Ampère. Para simular o botão do medio. clique o botão esquerdo do mouse. vermelho é forte. você tem que conhecer: A tabela debaixo assume que você tem um mouse de trêsbotão. Para utilizar os seguintes applets.A LEI DE AMPÈRE.Exemplos Capítulo 9 . O arco-íris de cor ao longo da linha indica a intensidade do campo. Para desenhar todas as setas de campo.br/tex/fis142/mod09/m_s06. . você pode tentar isto. Em resumo: Mouse Buttons Unix Left Middle Right PC Left Alt-Left Right Indicadores de campo q q A seta que acompanha o cursor indica o campo. como é achado na maioria computadores Unix. http://www. tecle shift-controlalt e clique o botão do mouse. enquanto oprime a tecla ALT.if. tecle a letra A. Para desenhar uma seta de campo.

ufrgs.Exemplos Amperianas q Desenhando uma amperiana: : r Para desenhar um retângulo. the pain.. http://www. arraste o botão da esquerda teclando Ctrl. Para desenhar um círculo. O aplicativo calcula e imprime a integral de linha do campo ao longo da amperiana traçada. the pain. a tecla backspace. tecle a letra E. r r q Para apagar a amperiana e a integral.if. clique o botão esquerdo novamente..br/tex/fis142/mod09/m_s06.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . Apagando q Para apagar as linhas.. arraste o botão da esquerda. ou Del. Thin Wires Oh.

Se os fios conduzem correntes iguais em sentidos opostos.7.EXERCÍCIOS Capítulo 9 . Figura 9.html (1 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . conforme figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_ex. Pergunta 1 q 9. EXERCÍCIOS.if. (b)B=µ0i/3πa. qual é o campo magnético no plano dos fios em um ponto (a) a meia distância entre eles e (b) a uma distância 'a' acima do fio superior? R:(a)B=µ0i/πa.ufrgs. perpendicular à linha que une os fios e apontando para a direita de quem olha.A LEI DE AMPÈRE.1 Dois longos fios retilíneos e paralelos estão separados por uma distância 2a.7 Pergunta 2 http://www.

8 conduz uma corrente de 20 A.html (2 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . se a corrente nele entra no plano da folha. R:1.92x10-4 N/m. Uma espira retangular.4 O fio longo e retilíneo da figura 9. conduz uma corrente de 10 A.br/tex/fis142/mod09/m_ex.EXERCÍCIOS q 9.7 exista um terceiro fio longo e retilíneo. apontando para a esquerda de quem olha. calcule o campo magnético resultante no ponto P.7. paralelo aos outros dois. Determine o módulo e a orientação da força por unidade de comprimento que atua sobre o terceiro fio.3 Suponha que na figura 9. Determine o módulo. apontando para baixo. Pergunta 4 q 9.ufrgs.if. http://www. perpendicular ao fio. passando pelo ponto P e que cada fio conduza uma corrente I=20 A.2 Ainda em relação à figura 9. Pergunta 3 q 9. a direção e o sentido da força resultante exercida sobre a espira pelo campo magnético do fio. R:B=µ0ia/ π(a2+x2). Considere a=30 cm e x=40 cm. cujos lados maiores são paralelos ao fio. perpendicular ao fio.2x10-4 N. R:7.

se a corrente interna estiver saindo da folha.5 A figura 9. existem nos dois condutores. (c)B=µ0i(a2-r2)/ 2πr(a2-b2). de valor I. Correntes uniformes e opostas.if. anti-horário.html (3 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . b. (d)B=0. R:(a)B=µ0ir/2πc2. anti-horário. (c) b<r<a.br/tex/fis142/mod09/m_ex. (b) c<r<b.8 Pergunta 5 q 9. Encontre expressões para B(r) nas regiões em que: (a) r<c. c) são mostrados na figura.EXERCÍCIOS Figura 9. Seus raios (a.9 mostra um corte transversal de um condutor longo de um tipo denominado cabo coaxial. http://www. (d) r>a. (b)B=µ0i/2πr.ufrgs. anti-horário.

if.br/tex/fis142/mod09/m_ex. Qual é o valor do campo magnético em um ponto próximo do centro do solenóide? R:0. A camada interna consiste de 300 espiras e a externa.07 T.6 Constrói-se um solenóide de 30 cm de comprimento com duas camadas de enrolamento de fio. http://www. A corrente é de 3 A no mesmo sentido em ambas as camadas. de 250.9 Pergunta 6 q 9.EXERCÍCIOS Figura 9.ufrgs.html (4 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .

A LEI DE FARADAY.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Capítulo 10 . Vamos examinar essa questão a partir do problema esquematizado na figura 10.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod10/m_s01. Nesta região do espaço existe um campo magnético.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . v. com o sentido indicado (para dentro da folha). Na década de 1830. Isso é possível através do surgimento de uma força eletromotriz (fem) induzida.10. B. um campo magnético pode criar uma corrente elétrica.1 http://www. Figura 10. Isto é. Faraday descobriu o inverso. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Com a descoberta de Oersted e a lei de Ampère aprendemos que uma corrente elétrica origina um campo magnético. Logo haverá um excesso de carga negativa na parte inferior da placa e uma quantidade igual de carga positiva na parte superior. por um agente externo qualquer (não importa qual). Vejamos quanto vale essa fem.1. Os elétrons livres da placa estarão submetidos a uma força magnética dada por F = evB cujo sentido aponta para baixo. Diz-se que essa fem foi induzida pelo movimento das cargas. Uma placa metálica é deslocada. com velocidade uniforme. produzindo uma fem.

Quando a placa é deslocada.10. Derivando o fluxo.ufrgs.if. em relação a t.2. (10.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA W=Fh é o trabalho necessário para transportar uma carga de uma extremidade à outra da placa. Isto é. a corrente induzida tem o sentido indicado na fig.2. 10.1) Analisemos o mesmo problema de outra forma.br/tex/fis142/mod10/m_s01.1). ΦB=Bhx. Como a fem é dada por ε=W/q segue-se que ε=vBh (10. http://www. variando o fluxo de B. através dela. conforme ilustra a figura 10. eq. tem-se Portanto.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .2 Como a carga positiva acumula-se na parte superior.2) Figura 10. a área hachuriada varia. Vamos imaginar que a placa metálica desliza sobre um trilho metálico. (10. a variação temporal do fluxo do campo magnético é numericamente igual à força eletromotriz induzida pelo movimento.

Por causa disso.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA As equações (10. com a fem induzida pela lei de Faraday.if.10.br/tex/fis142/mod10/m_s01. http://www.2).1) e (10. Vejamos agora a fem induzida pela lei de Faraday. costuma-se confundir a fem induzida pelo movimento. O que discutimos acima foi a fem induzida pelo movimento.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . apresentam resultados idênticos àqueles obtidos com a lei de Faraday.ufrgs.

Faraday mostrou que no primeiro caso. Numa tradução livre. uma espira metálica é colocada (imóvel) numa região onde existe um campo magnético variável.10.3) é a seguinte Em 1834. a corrente induzida circula no sentido antihorário. Em 1831.3(a) o fluxo magnético está http://www.if. 10.3 LEIS DE FARADAY E LENZ Capítulo 10 .ufrgs. enquanto em (b) ele decresce.3) Outra forma de apresentar a equação (10.br/tex/fis142/mod10/m_s02. enquanto no segundo caso ela circula no sentido horário.3.3). Na fig. 10.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:59] . Em (a) o módulo de B cresce com o tempo.A LEI DE FARADAY. Lenz estabeleceu a lei que permite interpretar o significado do sinal negativo em (10. a lei é a seguinte: O sentido da fem induzida é aquele que tende a se opor à variação do fluxo magnético através da espira. A fem induzida é dada por (10. LEIS DE FARADAY E LENZ Na fig.

ufrgs.if.3(b) o fluxo magnético está decrescendo. 10. http://www.3 LEIS DE FARADAY E LENZ crescendo.br/tex/fis142/mod10/m_s02.3 Demonstração Tecle o botão iniciar e observe o movimento da barra. de modo a opor-se à diminuição do seu fluxo. Você também pode arrastar a barra arrastando-a com o mouse. de modo que a corrente no sentido horário produzirá um campo magnético no mesmo sentido do campo aplicado. Figura 10. Na fig. A corrente induzida terá o sentido anti-horário para criar um campo magnético contrário ao campo B e oporse à variação do fluxo magnético.10.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:59] .

1 Na figura 10.if. EXERCÍCIOS.4 Pergunta 2 http://www. onde ΦBé dado em miliwebers e t em segundos.A LEI DE FARADAY.EXERCÍCIOS Capítulo 10 . (b) Determine o sentido da corrente através de R. o fluxo magnético que atravessa a espira cresce com o tempo de acordo com a expressão ΦB=6t2+7t.br/tex/fis142/mod10/m_ex.ufrgs.4. R:(a)31 mV. Figura 10. (b)Horário. Pergunta 1 q 10.0 s. (a) calcule o módulo da fem induzida na espira quando t=2.html (1 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .

042-0.html (2 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .if.3 A figura 10. O módulo do campo magnético varia de acordo com a relação B=0.ufrgs. Pergunta 3 q 10. (a) Qual é o sentido da corrente que passa através da bateria? (b) Qual é a fem total através do circuito? R:(a)Anti-horário. Figura 10.5 http://www.EXERCÍCIOS q 10.4. independentemente do modo pelo qual B variou neste mesmo intervalo. tanto em módulo quanto em direção.87t.br/tex/fis142/mod10/m_ex. sendo que metade da espira está no interior da região onde existe o campo. cuja resistência interna é desprezível.2 Seja ΦB(0) o fluxo magnético para t=0. na figura 10. de modo que num instante t o fluxo seja dado por ΦB(t).5 representa uma espira quadrada (lado igual a 2. (b)21. sendo B dado em Tesla e t em segundos. A espira contém uma bateria de 20 V. (a) Mostre que a carga total q(t) que passou através do resistor R no tempo t é q(t) = 1/R [ΦB(0) -ΦB(t)].74 V. Suponha que o campo magnético esteja variando de forma contínua mas não especificada.0 m) perpendicularmente disposta em relação um campo magnético B.

se sua resistência vale 2 Ω? R:(a) 3 mV.7 decresce à taxa de 0.0 s e (b) a fem induzida no triângulo neste instante.8 V.2 Wb.5 mA.35 T aponta para fora da página.br/tex/fis142/mod10/m_ex. (b) 5 mV/m. (c) 1.5 O campo B na figura 10.if. Figura 10. (c) Como a fem induzida no triângulo varia com o tempo? R:(a) 85.ufrgs. Uma barra condutora em contato com os trilhos parte do vértice no instante t=0 e se move com velocidade constante v=5.2 m/s de cima para baixo.4 Dois trilhos condutores retilíneos formam um ângulo reto no ponto de junção entre suas extremidades. http://www. anti-horário. (c) ε(t)=2Bv2t.1 T/s.html (3 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . (a) Qual é a fem induzida no anel condutor circular de raio igual a 10 cm? (b) Quais são o módulo e a orientação do campo elétrico induzido em qualquer ponto desse anel? (c) Qual é a corrente induzida no anel. Calcule: (a) o fluxo magnético através do triângulo isósceles formado pelos trilhos e a barra no instante t=3.EXERCÍCIOS Pergunta 4 q 10. (b) 56. como ilustra a figura 10.6 Pergunta 5 q 10.6. Um campo magnético B=0.

if. anti-horário.br/tex/fis142/mod10/m_ex.html (4 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .7 Pergunta 6 q 10. Figura 10. em determinado tempo t. (b) 4.3µ0I/10π.6 Na figura 10. (b) Qual é a fem induzida na espira? R:(a) 2.8 http://www.8 a corrente I percorre o fio infinito na direção indicada. e cresce constantemente à razão de 2 A/s. (a) Qual é o fluxo total.6µ0/10π. através da espira cujas dimensões estão indicadas na figura.ufrgs.EXERCÍCIOS Figura 10.

e i é a corrente que o atravessa.br/tex/fis142/mod11/m_s01. NΦ é o fluxo magnético total através do indutor (denominação também usada para um solenóide). Portanto.ufrgs.11.html [13/03/2004 16:26:11] .if. correspondendo à capacitância. Este dispositivo está para o magnetismo. L. A unidade de indutância no sistema SI é o Henry.1) Onde N é o número de espiras no solenóide. definida na eq. http://www. podemos definir a indutância. (5. No Cap. assim como o capacitor está para a eletricidade. (11.1).1 INDUTÂNCIA Capítulo 11 . Há uma completa analogia entre os dois dispositivos.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS INDUTÂNCIA Já vimos que o capacitor é um dispositivo apropriado para gerar um campo elétrico. calculamos o campo magnético de um solenóide. Assim. 9 vimos que uma corrente elétrica cria um campo magnético. Em particular.

br/tex/fis142/mod11/m_s02.if.2) Convém comparar este resultado com aquele obtido para a capacitância de um capacitor de placas paralelas. de modo que NΦ=nlΦ= nlBA Usando o valor de B para um solenóide infinito. A).2 INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Capítulo 11 . eq.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.11. A densidade linear de espiras é n. eq. L/l. 9. Figura 11. (5. L/l = µ0An2 (11.1 http://www.ufrgs. obtém-se a indutância por unidade de comprimento.4). INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Vamos usar um solenóide infinito (ou muito maior do que a área da sua seção reta. assim como fizemos no Cap.html [13/03/2004 16:26:13] . Em ambas as equações temos o produto de uma constante universal (µ0 ou ε0) com parâmetros geométricos do respectivo dispositivo. (9.2).

Como se trata de uma fem induzida por uma corrente no próprio solenóide.if. de acordo com a lei de Faraday. que deve satisfazer à seguinte relação Como NΦ=Li. diz-se que esta fem é auto-induzida. segue-se que (11. Portanto.html [13/03/2004 16:26:15] . No momento em que se inicia a passagem da corrente. tem-se uma auto-indução.11.br/tex/fis142/mod11/m_s03.3) http://www.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.ufrgs. AUTO-INDUÇÃO Uma corrente elétrica percorrendo um solenóide origina um fluxo magnético. esta. induz o surgimento de uma fem.3 AUTO-INDUÇÃO Capítulo 11 .

2.if. No momento em que a chave S. o indutor reagirá.4) Figura 11.Ri .br/tex/fis142/mod11/m_s04.3 Observe que na equação acima. (11. tem-se ε . Imediatamente. aparentemente o sinal negativo da eq.3). produzindo uma fem εL. 11. dada pela eq.2 Figura 11. (11.3) não foi levado em conta. CIRCUITO RL Vamos usar o princípio da auto-indução para estudar o circuito RL em série.4 CIRCUITO RL Capítulo 11 . http://www. na figura 11.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:21] . uma corrente surgirá no circuito. ele foi levado em conta quando se definiu o sentido de εL na fig. for ligada na posição ‘a’. Na verdade. Aplicando a regra de Kirchhoff na malha externa (chave ligada em ‘a’).ufrgs.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.11.εL = 0 (11.2.

11.4 CIRCUITO RL

Figura 11.4 A eq. (11.4) é formalmente idêntica à eq. (7.2), para o circuito RC série. Assim, a solução para a eq. (11.4) será obtida a partir da eq. (7.2), substituindo-se os elementos correspondentes, de acordo com a tabela abaixo. Circuito RC Circuito RL R 1/C εC RC Portanto, L R ε/R L/R

(11.5) O comportamento da corrente, descrito pela eq. (11.5), é ilustrado na fig. (11.3). Este comportamento é similar ao comportamento da carga no capacitor do circuito RC. A corrente de saturação, ε/R, ocorre quando o indutor entra em “curto”. Em t=0, i=0, o que significa circuito “aberto”. Portanto o comportamento do indutor é o contrário do comportamento do capacitor.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s04.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:21]

11.4 CIRCUITO RL

t=0 Capacitor Indutor “curto-circuito” “circuito aberto”

t0 “circuito aberto” “curto-circuito”

O fator τL=L/R é denominado constante de tempo indutiva. Quando t=τL, a corrente no circuito atinge 63% do valor de saturação. No caso do circuito RC, vimos que à medida que a carga no capacitor aumentava, aumentava a energia acumulada no capacitor (UC=½CV2=q2/2C). No caso do circuito RL, também há acumulação de energia; neste caso, tem-se acumulação de energia no campo magnético. Multiplicandose a eq. (11.4) por i, tem-se

Portanto,

Resulta daí que a energia acumulada no indutor é dada por UL=½Li2 (11.6)

Depois de um longo tempo (p. ex. t>10τL) ligado em ‘a’, a corrente atinge seu valor de saturação. Se nesse instante a chave for ligada em ‘b’, a energia será devolvida pelo indutor e consumida no resistor. Fazendo ε=0 na eq. (11.4), é fácil mostrar que a corrente fluirá de acordo com a relação

(11.7)

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DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

Capítulo 11 - OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.
DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS
A partir das energias acumuladas em campos elétricos e magnéticos, dadas pelas eqs. (5.10) e (11.6), podemos calcular as respectivas densidades de energia, isto é, energia por unidade de volume. Vejamos, inicialmente, o caso do campo elétrico. Consideremos um capacitor de placas paralelas, com área ‘A’ e distância ‘d’ entre elas. Usando a eq. (5.10), obtém-se

Tendo em conta que a capacitância de um capacitor de placas paralelas é dada por C=ε0A/d, e que V=Ed (E é o campo entre as placas do capacitor), obtém-se

Embora tenha sido deduzida para o caso particular de um capacitor de placas paralelas, a expressão acima é absolutamente geral; ela fornece a densidade de energia de um campo elétrico em determinada região do espaço, não importando como ele tenha sido produzido. Então, ao invés de desginá-la uC, convém usar a designação mais geral uE. (11.8) Para calcular a densidade de energia num campo magnético, vamos usar um solenóide infinito. Partindo das expressões
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:23]

DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

(9.4), (11.2) e (11.6), e da definição UB/Al, obtém-se

(11.9)

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s05.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:23]

A partir desse momento. análogo ao apresentado pelo conjunto massa-mola. 11.ufrgs. Suponhamos que inicialmente o capacitor encontra-se carregado com um potencial V. 11. como ilustrado na fig. O processo atinge um ponto máximo quando toda a energia do capacitor tiver sido transferida para o indutor. e vice-versa. passa a se transferir para o indutor.br/tex/fis142/mod11/m_s06.5. No momento que o indutor é ligado.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:26] . http://www. CIRCUITO LC Vamos analisar um circuito LC. Neste caso. energia potencial acumulada na mola é transformada em energia cinética da massa.if.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. a energia acumulada no indutor passa a se transferir para o capacitor. através da qual a energia acumulada no capacitor. Através do efeito Joule. Um resistor no circuito da fig. Resulta daí que a corrente é nula quando a carga no capacitor for máxima. na ausência de qualquer tipo de atrito. parte da energia transferida do capacitor para o indutor (e vice-versa) será consumida no resistor. e a corrente será máxima quando a carga no capacitor for nula.CIRCUITO LC Capítulo 11 .5 exerce o mesmo papel que o atrito no sistema massa-mola. em termos de variação de energia. ½CV2. Este circuito apresenta um comportamento. através do surgimento de uma corrente contrária à corrente inicial. uma corrente surge no circuito.

br/tex/fis142/mod11/m_s06.if.ufrgs.CIRCUITO LC Figura 11.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .5 http://www.

e Substituindo essas expressões na eq.CIRCUITO RLC Capítulo 11 . a equação que descreve o comportamento do circuito é igual à eq.6 é um exemplo sim-ples de circuito RLC.br/tex/fis142/mod11/m_s07.4). Ele é semelhante ao circuito RL. (11.6 (11.ufrgs.10) Num instante qualquer. CIRCUITO RLC A fig.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.11) A solução desta equação deve satisfazer duas propriedades: http://www. (11. Figura 11. (11. onde a fem foi substituída por um capacitor.10). Portanto. substituindo-se ε por V. 11. obtém-se a equação diferencial que descreve o comportamento do potencial nas placas do capacitor.if.

11).13) Uma situação interessante é aquela em que a oscilação é fracamente amortecida.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .CIRCUITO RLC r r deve ser oscilatória.12) em (11.ufrgs. Isso acontece quando a resistência tem um valor muito pequeno. Dito de outra forma. resulta que α=R/2L e (11. obtém-se (11.12) Substituindo (11.14) Vamos analisar os valores de i(t) e V(t) em pontos especiais. deve ter um fator de amortecimento.br/tex/fis142/mod11/m_s07. http://www. α/ω=0 ou ω>>α Sob esta condição. Uma solução particular que satisfaz tais condições. i(t)=ACω e-αtsen(ωt) (11.if. é a seguinte: V(t)=Ae-αtcos(ωt) Da relação entre i e V.

if. a energia passa de um dispositivo para o outro. toda a energia está acumulada em L. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . toda a energia está acumulada em C.br/tex/fis142/mod11/m_s07. Quando i(t) é máxima.ufrgs. V(t) e i(t) estão defasadas de π/2. A cada ¼ de período. Quando V(t) é máximo.CIRCUITO RLC t=0 V(0)=A [valor máximo de V(t)] i(0)=0 t=π/2ω=1/4f=T/4 (1/4 do período de oscilação) V(π/2ω)=0 i(π/2ω)=ACω [valor máximo de i(t)] Portanto.

(11.br/tex/fis142/mod11/m_s08.html [13/03/2004 16:26:49] . é a freqüência do circuito LC correspondente. Isto é. http://www. o circuito RLC apresenta um comportamento similar ao de um circuito LC. FREQÜÊNCIA NATURAL O circuito RLC oscila com a freqüência dada pela eq. a freqüência será Esta freqüência é conhecida como freqüência natural.if. a freqüência natural de um circuito RLC.13). Quando R aproxima-se de zero. No limite.FREQÜÊNCIA NATURAL Capítulo 11 .OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.ufrgs. R=0.

2 Considere o circuito RL da fig.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. para que instante após a bateria ser ligada.23 τL Pergunta 3 q 11. R:(a) 1. qual será a taxa http://www. a energia armazenada no campo magnético do indutor terá a metade do seu valor estacionário? R:1.br/tex/fis142/mod11/m_ex. Pergunta 1 q 11. EXERCÍCIOS. Para 0.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .if. 11. Calcule: (a) a densidade de energia magnética e (b) a densidade de energia elétrica na superfície do fio. com ε=100 V. (b) 4.EXERCÍCIOS Capítulo 11 .ufrgs.0 H e uma resitência de 10 Ω é subitamente conectada a uma bateria de resistência desprezível.3 Ω/km.8x10-15 J/m3. Em termos da constante de tempo.1 Um determinado comprimento de fio de cobre transporta uma corrente de 10 A uniformemente distribuída. Pergunta 2 q 11.02 J/m3.10 s após a conexão ter sido feita.3 Uma bobina com uma indutância de 2. O diâmetro do fio é 2.5 mm e sua resistência por unidade de comprimento é de 3.2.

(b) Qual a energia acumulada na bobina neste momento? R:(a) 125 H. (c) 393 W. (b) 2. L=1. a constante de tempo vale τC. Quando a chave S1 está fechada e as outras duas chaves abertas. Quando uma bateria de 50 V é colocada no circuito.br/tex/fis142/mod11/m_ex.1 mH e C=4.5 W.EXERCÍCIOS com a qual: (a) a energia está sendo armazenada no campo magnético? (b) a energia térmica aparece? (c) a energia está sendo fornecida pela bateria? R:(a) 238. o circuito possui uma constante de tempo τL. o circuito oscila com um período .0 µC.5 Num circuito LC oscilante. a corrente atinge um valor de 2.0 ms.0 mA após 5. (b)0. Pergunta 5 q 11.6 Considere o circuito indicado na fig.5x10-4 J.7.0 µF. (a) Determine a indutância da bobina.5 W. R:(a) 1. 11. A carga máxima em C é 3.ufrgs.042 A. Pergunta 6 q 11. Calcule: (a) a energia total máxima acumulada. Pergunta 4 q 11.4 Uma bobina é ligada em série a um resistor de 10 kΩ.if. (b) a corrente máxima que pode circular.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .125 µJ. Quando a chave S2 está fechada e as outras duas abertas. (b) 154. Mostre que quando a chave S3 está fechada e a outras duas estão abertas. http://www.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .EXERCÍCIOS Figura 11.ufrgs.if.br/tex/fis142/mod11/m_ex.7 http://www.

Embora esse procedimento esteja fora do nosso alcance. vamos fazer um exercício analítico através da exploração da simetria dessas equações.ufrgs. para propor sua teoria eletromagnética. reproduzidas na tabela abaixo.12. Lei de Gauss para a eletricidade Lei de Gauss para o magnetismo Lei de Faraday-Lenz Lei de Ampère Maxwell explorou as propriedades matemáticas dessas equações escritas na forma diferencial.1 LEIS EXPERIMENTAIS Capítulo 11 . se a variação do ΦΒ origina um campo elétrico (lei de Faraday).if. por que não ΦE B? Para manter a simetria.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .EQUAÇÕES DE MAXWELL.br/tex/fis142/mod12/m_s01. O primeiro é que a experiência http://www. Leis Experimentais Vimos e estudamos quatro leis experimentais sobre fenômenos elétricos e magnéticos. uma tentativa natural seria escrever Há dois erros nessa equação. Por exemplo.

mas encontramos a eq. Pode-se mostrar que a velocidade da luz no vácuo é dada por Agora podemos escrever a lei de “Ampère . Esta corrente. como ilustrado na fig. é o produto µ0ε0. Uma realização experimental possível seria um capacitor com campo elétrico variável. aparecendo depois da outra placa. Portanto. a “lei” correta deverá ser (12. (12. Vamos analisar melhor a eq. não existe uma lei de Lenz para a indução magnética. que dará origem a um campo magnético (lei de Ampère).if. Ela representa a inclusão da ótica na fenomenologia do eletromagnetismo. que surgiu devido aos ajustes dimensionais. É fácil mostrar que o membro da esquerda tem unidades de µ0i.1). (12. O segundo é um erro dimensional.Maxwell” (12.1 LEIS EXPERIMENTAIS mostra que o sinal deve ser positivo.1).br/tex/fis142/mod12/m_s01. 12. Antes. enquanto o da direita tem unidades de i/ε0.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . A equação acima tem algo diferente.1. de repente “desaparece” entre as placas do capacitor. É a primeira vez que eles dois aparecem numa única equação. Portanto.1) Observe que o fator multiplicativo. e µ0 relacionava-se com fenômenos magnéticos. http://www.ufrgs. O campo E surge quando há uma corrente i carregando o capacitor. ε0 relacionava-se com fenômenos elétricos.2) É interessante observar que iniciamos tentando escrever uma “lei de Faraday-Lenz” para a indução magnética.12.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .if.br/tex/fis142/mod12/m_s01.1 Esse “mistério” é resolvido com a eq.ufrgs.12.1 LEIS EXPERIMENTAIS Figura 12. http://www. (12. é dada pelo termo . A corrente entre as placas. conhecida como corrente de deslocamento.2). id.

a fem é dada por ε=εmsen(ωt). Pergunta 3 q 12.if.ufrgs.1 Mostre que tem dimensão de corrente q Pergunta 2 q 12.if.4 Na fig.ufrgs.EQUAÇÕES DE MAXWELL. EXERCÍCIOS.br/tex/fis142/mod12/m_ex. tem raio R. (a) Sabendo que o valor máximo da corrente de http://www.http://www.html Capítulo 12 .br/tex/fis142/mod12/m_ex.2. O capacitor de placas circulares e paralelas.3 Mostre que a corrente de deslocamento num capacitor de placas paralelas pode ser escrita assim Pergunta 4 q 10.html (1 de 2) [13/03/2004 16:27:19] . Pergunta 1 12.2 Mostre que i=id. 12.

ufrgs.2 http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:27:19] . (c) Mostre que o valor máximo do módulo de B entre as placas. (b) Mostre que a distância entre as placas do capacitor é dada por πR2ε0εmω/I.http://www.br/tex/fis142/mod12/m_ex.if.html deslocamento é I.ufrgs. a uma distância r do eixo de simetria do capacitor é dado por µ0I/2πr. Figura 12. calcule o valor máximo de dΦE/dt.if.br/tex/fis142/mod12/m_ex.

java.com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Black Widow Don't get tangled in her web! Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Java Desktop System . Inc| Legal Notices| License| Developers http://www.jsp [13/03/2004 16:28:37] .Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems.The Source for Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com/en/index.

com Choose Language We welcome feedback! We want to know how much you like Java software as well as any issues you may encounter.com.Java Technology. Macintosh OS9) Other Operating System Info http://jal. We will not put you on any mailing list and we will not give your name or address to anyone. Linux Distribution and Version 3. If you have a question or need an issue resolved.sun. Check carefully through the Help and FAQ pages.e.. please submit this form. please fill out the email address field. Your Feedback * Select one Your Operating System* Select one Please provide any of the following additional information about your Operating System in the box below if applicable: 1. you will find many answers in our FAQ or Help sections. If you have written an applet or application using Java technology and would like it featured on Java. Contact Us Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.jsp?language=en (1 de 2) [13/03/2004 16:29:02] .com/webapps/bugreport/contact. since we cannot respond to questions already answered on Java. Note: required information is marked with an * Nature of Feedback* Name* Email If you would like us to contact you regarding your comments/suggestions.com. Other Operating System & Version (i. Windows Service Pack Number 2.

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J2EE 1. and Management APIs. Java Technology as a Gaming Platform Read a Q&A with Sun's Chief Gaming Officer to learn why Java technology is an excellent game development platform. and many other new features. check out this source for Java technology collaboration.com Choose Language For Developers It's not surprising that more than three million programmers worldwide are creating great software using Java technology. you'll find a wealth of useful tips here including tutorials and code samples. Developers Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. this is the site for you. Check out the sites below for more details.get the SDK today! The J2EE 1.4 platform. If you are creating a program using Java technology. Sun Microsystems provides resources to programmers of all levels for developing software using Java Technology.4 is here . Experienced Developers If you are an experienced Java developer. or have only a little experience. Submit Your Java Application http://www.jsp (1 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . we're here to help. In addition. Develop with Java Software It's easy for both new and experienced programmers to develop software with Java technology. Sun also offers services to help get the programs you've created out into the world. download the SDK today. Java Games Community Join the open source community that estabilishes Java standard APIs for gaming software.4 platform delivers Web Services Interoperability as it introduces new Web Services. and code development. Deployment. New to Java Programming Center If you've never programmed in Java before.Learn about Java Technology. To get started using the new J2EE 1. Collaborate If you would like to collaborate with others in discussion groups.java. blogs.com/en/learn/developers.

Other Sites for Developers Java Upgrade Program Read about the benefits of upgrading the MS VM to the official Sun JRE and visit the Upgrade Program Site where you'll find developer resources.jsp (2 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . and executive items. and services into a comprehensive platform for developing and deploying services with the Sun Java Enterprise System. a forum. including a detailed technical guide. click here to submit it. and industry solutions. and Other Devices If you've created an application for the desktop. global operators and handset manufacturers. Click here to read the "Download Button Permission Application/Agreement" and begin the free button registration process. Sun Java Studio The Sun Java Studio integrates Sun's world class developer tools. support. Desktops. and more. JavaOne Online Experience a virtual JavaOne conference year-round with opportunities for ongoing education. you will be contacted.Learn about Java Technology.com/en/learn/developers. you will be contacted to get approval to feature the application in the Explore section of this Web site. Java Everywhere Video View a cool video about all the ways Java technology is touching your life. if selected. PDAs. Applications meeting the industry-driven test criteria can be submitted into the Sun Content Catalog where they will be promoted to top-tier. Don't forget to check out the special values. community interaction. Developers Mobile Phones Have you created a mobile application based on Java technology? If so. a PDA. gifts. Java Wear and Books Online Store Show the world you love Java technology! Buy clothing. http://www. Link to Java. you should get enrolled in the Sun Developer Network Mobility Program and take advantage of the new Go-To-Market Services. If selected.com Does your product use Java technology? Then you may want to host the Java Get It Now! button on your Web site and give your customers a free and easy way to get the latest version of the Java software download.java. Applications in the Sun Content Catalog are automatically candidates to appear in the Explore section of this Web site. Your submitted application will be reviewed and. or some other cool device.

jsp (3 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . Developers © Sun Microsystems.java. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.Learn about Java Technology.com/en/learn/developers.

end-to-end business solutions with J2EE Web Services. scalable.Sun Microsystems sun.com/ [13/03/2004 16:31:40] .com highlights Java technology as a key to the evolution of cell phones. the new Sun Fire V20z server delivers extreme performance at a compelling price. see all news and events » see all features » http://www.Forbes. V for value.com How To Buy | My Sun | Worldwide Sites Search » On this Site Products & Services Support & Training Solutions Downloads Documentation Research & Development News Resources for Developers System Admins Partners Executives Investors Education & Research Learn about Java Java System Sun and AMD Opteron N1 Grid Low Cost Computing © Sun Microsystems 2004 Contact | Company Info | Employment | Privacy | Terms of Use | Trademarks New from Sun Microsystems Press J2EE Platform Web Services: Build robust.sun. A Mobile Media Mogul .Powered by AMD Opteron processors. Z for zoom .

Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. please select from the list below.If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in.com Consumer Support http://www. -Java. Use 'Save Target As'.Instructions Windows (Mozilla 1. Windows (Installation) . Please note that downloads are subject to our license agreement.com Consumer Support Linux (self-extracting file) .Instructions Macintosh (Apple Mac OS 9 & earlier) Instructions Solaris™ SPARC™ (32-bit) . Get Java Software on CD You can also choose to receive Java software on a CD through a free subscription service or a one-time purchase. use right-click to save this file to your computer.com/en/download/manual.If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in.2. 9) . Use 'Save Target As'. -Java.Instructions Solaris™ SPARC™ (64-bit) . Once you've got Java™ software.2 or Netscape 6.Instructions 06/30/03 .Instructions 06/30/03 .java.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:31:54] .Instructions Linux RPM (self-extracting file) .Instructions Solaris™ x86 (Solaris 7.com Choose Language To complete your download.Instructions Windows (Offline Installation) . use right-click to save this file to your computer. 8.x and higher) Macintosh (Apple Mac OS X) . you'll have access to a whole new world of interactivity.

jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:31:54] .com/en/download/manual.java. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.Download Java Software © Sun Microsystems.

jsp [13/03/2004 16:32:22] . it's inside video games. It's one of the most widely recognized technology brands in the world! Look for it on games.com/en/learn/index. © Sun Microsystems. Overview Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. It's embedded in 150 million mobile phones. and Web sites. It's even in cars and on the planet Mars. It's preinstalled on personal computers. Wherever you find the cup and steam. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. Java technology is everywhere. giving you the cool games.java. The Java brand. and Web sites that are powered by Java technology.com Choose Language Java technology is computer software that helps you get connected and makes being connected more exciting. with its well-known cup and steam. TVs. it's in PDAs and pagers. handsets. and information you want most. Invented by Sun Microsystems in 1995. tools. is also everywhere. you'll find Java technology and a great digital experience. Java technology lets devices of all kinds run just about any kind of program.Learn about Java Technology.

java.com/en/explore/index.jsp [13/03/2004 16:32:55] .com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Black Widow Don't get tangled in her web! Visual CAVE Where virtual reality and biology meet © Sun Microsystems.Explore Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.

Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems.java. Inc| Legal Notices| License| ••• http://www.The Source for Java Technology •• | •••• | •• | •••• | ••• | Sun.com/zh/ [13/03/2004 16:33:55] .com •••• JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Black Widow Don't get tangled in her web! Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Table Soccer Foosball on your PC MicroCalc A sophisticated calculator on your phone Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information AirportMonitor Watch air traffic from your PC Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Java Desktop System .

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