Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade & Magnetismo

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 1

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Processos de Eletrização Condutores e Isolantes Força Eletrostática Exemplo Exercícios

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 2

Capitulo 2 - O CAMPO ELÉTRICO
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Ação a distancia Linhas de Força Campo de um Dipolo Elétrico Exemplo Exercícios

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ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 3 .br/tex/fis142/mod03/index.CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .A Lei de Gauss Capítulo 3 Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Fluxo do Campo Elétrico A lei de Gauss A lei de Gauss e a Lei de Coulomb Campo de uma Carga Puntiforme Distribuição Esfericamente Simétrica Esfera Condutora Esfera Dielétrica Distribuição Linear Infinita Plano Infinito de Cargas Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:23] .if.Eletricidade.

POTENCIAL ELÉTRICO Conteúdo do Capitulo q q q q q q q Energia Potencial Potencial Potencial de uma carga puntiforme Potencial de um dipolo Potencial acelerador Gradiente de potencial Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .if.Eletricidade.ufrgs.br/tex/fis142/mod04/index.html [13/03/2004 16:14:26] .CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 4 Capitulo 4 .

CAPES http://www.Eletricidade. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 5 Capítulo 5 CAPACITÂNCIA E CAPACITORES Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Componentes Elétricos & Eletrônicos Definições Capacitor de placas paralelas Capacitor cilindrico Capacitor esferico Associação de capacitores Capacitores com dielétricos Armazenando energia num campo elétrico Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:28] .br/tex/fis142/mod05/index.if.ufrgs.

Resistividade e Conductividade Lei de Ohm Energia e Potencia Unidades no Sistema SI Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 6 Capítulo 6 .html [13/03/2004 16:14:30] .CAPES http://www.if.br/tex/fis142/mod06/index.Linha 2/2003 MEC .CORRENTE & RESISTÊNCIA Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q Modelo Microscópico Corrente Elétrica Resistência.

ufrgs.CAPES http://www.br/tex/fis142/mod07/index.Linha 2/2003 MEC .Eletricidade.CIRCUITOS ELÉTRICOS Conteúdo do Capítulo q q q q q q q Lei dos Nós & Lei das Malhas Lei das Malhas (Lei de Kirchhoff) Lei dos Nós Circuitos com mais de uma Malha Exemplo Circuito RC Série Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:33] .if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 7 Capítulo 7 .

ufrgs.O CAMPO MAGNÉTICO Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q A força de Lorentz A descoberta do Eletrón O Efeito Hall Movimento de uma carga num Campo Magnético Força sobre uma Corrente Força sobre uma Espira de Corrente Unidades Exemplo 8.html [13/03/2004 16:14:35] .br/tex/fis142/mod08/index.if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 8 Capítulo 8 .CAPES http://www.Eletricidade.1 Exemplo 8.2 Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .

A LEI DE AMPÈRE Conteúdo do Capítulo q q q q q q q A Descoberta de Oersted Campo de um fio retilíneo infinito Cilindro Infinito Interação entre fios infinitos paralelos Campo de um Solenóide Exemplos Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .br/tex/fis142/mod09/index.Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:37] .if.ufrgs.CAPES http://www.Eletricidade. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 9 Capítulo 9 .

A LEI DE FARADAY Conteúdo do Capítulo q q q Indução Eletromagnética Leis de Faraday e Lenz Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .CAPES http://www.if.ufrgs.Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:40] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 10 Capítulo 10 .br/tex/fis142/mod10/index.

html [13/03/2004 16:14:42] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 11 Capítulo 11 -OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS Conteúdo do Capítulo q q q q q Indutância Indutância de um Solenóide Auto-indução Circuito RL Densidade de Energia em Campos Elétricos e Magnéticos Circuito LC Circuito RLC Freqüência Natural Exercícios q q q q Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .CAPES http://www.ufrgs.Eletricidade.br/tex/fis142/mod11/index.if.

if.EQUAÇÕES DE MAXWELL Conteúdo do Capítulo q q Equações de Maxwell Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.ufrgs.Linha 2/2003 MEC .Eletricidade. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 12 Capítulo 12 .br/tex/fis142/mod12/index.html [13/03/2004 16:14:44] .

Most other issues can be resolved.java. you may want to perform a manual download. System Requirements q Windows 98 (1st and 2nd edition) or Windows ME or Windows NT (service pack 6a) or Windows 2000 (service pack 3) or Windows XP Home or Windows XP Professional (service pack 1) q q q q q You'll also need Pentium 166MHz or faster with minimum 67MB free space a minimum of 32MB of RAM. Please consult the Help or FAQ sections for assistance. http://www. As a result. Java software was not installed properly.com Choose Language Windows Automated Downloads We encountered an issue while trying to automatically install Java™ software onto your machine.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. If the Java software has not begun downloading automatically.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .com/en/download/windows_automatic. You may not have the right system requirements to support Java software (see the box below).

jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:15:06] . Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com/en/download/windows_automatic.java.Download Java Software © Sun Microsystems.

Comissão Mista Capes/CNPq Apresentação do Relatório Final (Sumário Executivo) CAPES ALERTA Programa PICDT Informamos aos bolsistas do Programa PICDT.5. Mestrados e Doutorados sem validade.PQI Acesse o formulário referente ao Relatório de Atividades Ciências Agrárias Acesse os critérios de avaliação para a grande área (2001-2003)e os critérios específicos para avaliação de cursos novos e programas de pósgraduação entre Instituição de Ensino Superior (IES) e Instituto de Pesquisa (IP).br/ [13/03/2004 16:15:28] . que os pagamentos referentes aos meses de Janeiro e Fevereiro/2004 já estão sendo regularizados. Confira o texto. assim como o re-envio dos dados de 2001 e 2002 é dia 31 de março de 2004. Coleta de Dados A Diretoria de Avaliação informa que o prazo de entrega dos dados da Coleta relativos a 2003. as atividades acadêmicas das instituições de ensino estrangeiras que não tenham sido reconhecidas pelo MEC. Leia a íntegra da notícia. 13 de março de 2004 a INFORMAÇÕES Pró-Coleta Professor Está disponível o Pró-Coleta Professor 2. Trata-se de um ano de Avaliação que atribuirá conceitos e o cronograma já estabelecido para a realização do processo deve ser seguido. no Brasil. http://www. Aplicativo A Coordenação de Acompanhamento e Avaliação disponibiliza a cartaconsulta sobre proposta de cursos de mestrado e doutorado.CAPES / MEC Sábado. não havendo possibilidade de adiamento. São consideradas ilegais.gov.capes. Novos prazos para solicitação de reconhecimento dos programas e necessidade de autorização do MEC para instalação de convênios entre IES brasileiras e estrangeiras que ofertem mestrados/doutorados associados são as novidades. POSSE Jorge Almeida Guimarães toma posse na presidência da Capes Programa de Qualificação Institucional . Entrevista de Candidatos a Bolsa de Doutorado no Exterior CAPES realiza a última etapa da seleção dos candidatos a bolsas de doutorado no exterior. Resolução CNE/CES 001/2001 alterada pela Resolução CNE/CES 24/2002.

editor da página Java Applets on Physics Exigências de hardware e software Para maior eficiência.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. diriga-se ao sumário O conteúdo é explorado através de uma variedade de objetos de aprendizagem interativos. Wolfgang Christian.Antes de Començar Informações Gerais q q Introdução Exigências de hardware e software Introdução O curso está formatado de acordo com a pedagogia construtivista. Michael W. Para as animações. O conteúdo é distribuído em 12 capítulos. Davidson.if. editor da página Physlets. que permitiram seu uso nas condições desta disciplina. seu navegador tem que suportar Java. Ao final apresenta-se uma lista de exercícios. Para acessá-los. Eles podem ser obtidos livremente na web.html (1 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . editor da página Molecular Expressions: Electricity and Magnetism Walter Fendt. convém observar os seguintes aspectos: 1. Exigências de Hardware http://www. Nestcape Navigator ou Microsoft Internet Explorer são os navegadores mais apropriados. Alguns objetos de aprendizagem foram extraidos ou adaptados dos seguintes autores.ufrgs. 2. a partir de uma abordagem baseada na solução de problemas.

Resolução mínima de 800x600 (recomendado 1024x768) pixels.com para carregá-lo.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01.8 kbps ou superior Exigências de software Nestcape Navigator (Versão 4.if. Monitor SVGA ou compatible. Microsoft Internet Explorer (Versão 4.nestcape.0 ou superior). 16 Mb RAM ou superior.com/ie/ para carregálo.Applets http://www. Modem de 28. http://www.ufrgs. Use este endereço http://www.jsp. Plugin de Java .java. Use este endereço http://www.com/en/download/windows_automatic.Antes de Començar PC com procesador de 90 MHz ou superior.microsoft.0 ou superior).html (2 de 2) [13/03/2004 16:15:31] .

For an introduction to scripting see thee Physlet book. Physics Applets.edu/Applets/Applets. Physlets run on the Mac using OS X Panther and the latest Safari browser. Preview Physlet Physics.davidson. and Problems see the Physlet Physics book. Exercises.edu http://webphysics.Physlets Home Page Welcome to the Physlets resource page. and Problems.html (1 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . and example problems to help you use Physlets in your teaching. To learn more about Physlets you may want to: q q q q q q Attend a Physlet workshop. q For a CD containing over 800 ready to run Physlet-based Illustrations. download instructions. Explorations. Sign up on the Physlet list-server. The links on the right contain tutorials. Send questions or comments about this site to Wolfgang Christian: wochristian@davidson. It simulates the relativistic and nonrelativistic Doppler effect. Search the Kaiserslautern Physlet database. This book will soon be available in Spanish! For a discussion of how to use Physlets with Just-in-Time Teaching see the JiTT book. Physlets. You do not need to become a Java expert in order to use Physlets. are small flexible Java applets designed for science education. The Physics Teacher recently contained a feature article describing the Optics Bench Physlet. a book of ready to run Physlet-based Illustrations. The applet on the right is a Physlet. Examples from this article are available on the the Physlet Resource site.

Physlets Home Page Since 2/1/2001 This PIRA Webring site is owned by Wolfgang Christian.davidson.edu/Applets/Applets.html (2 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . < prev | List Sites | next > http://webphysics.

These photographs are available for licensing to commercial. and high efficiency of excitation. thin films.magnet. point-detection. and a short bibliography. Explore the use of exponential notation to understand and compare the size of things in our world and the universe. Winners came from such fields as chemistry.edu/index. numerical aperture. private. Visit our Photo Gallery for an introductory selection of images covering just about everything from beer and ice cream to integrated circuits and ceramic superconductors.5 x 11 semi-gloss paper and spiral bound for mounting on the wall. This year's contest drew entrants from 46 countries. biology.Olympus has thrown the doors open to a new era in optical microscopy education with the introduction of the MIC-D inverted digital microscope. coupled to an intuitive user interface and affordability are key characteristics of this state-of-the-art optical microscopy system. as well as from a diverse range of academic and professional disciplines.The new Olympus FluoViewTM FV1000 is the latest in point-scanning. plant hair cells. Included in the calendar are the top 20 prize winners and thumbnail images from all of the 17 honorable mentions. 20. confocal laser scanning microscopes designed for today's intensive and demanding biological research investigations. a diatom. The volume covers all of the important basic concepts. Purchase Nikon's Small World 2004 Calendar . Numerous appendices review focusing of the microscope and oil immersion. muscle cells. snowflakes. and depth of field. We are going where no microscope has gone before by offering one of the Web's largest collections of color photographs taken through an optical microscope (commonly referred to as "photo-micro-graphs"). The Olympus MIC-D Digital Microscope .Soar through space starting at 10 million light years away from the Milky Way down through to a single proton in Florida in decreasing powers of ten (orders of magnitude). eyepieces.html (1 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Download the latest PDF edition of Mortimer Abramowitz's renowned introduction to optical microscopy in full color. materials research. condensers. bright and crisp optics.fsu. resolution. formulas.The Nikon Small World 2004 Calendar is printed in full color on 8. nematode worms. Designed specifically for a wide spectrum of applications ranging The Galleries: Photo Gallery Silicon Zoo Pharmaceuticals Chip Shots Phytochemicals DNA Gallery Microscapes Vitamins Amino Acids Birthstones Religion Collection Pesticides BeerShots Cocktail Collection Screen Savers Win Wallpaper Mac Wallpaper Movie Gallery http://micro. Köhler illumination. Excellent resolution. and chemical crystals. Winning entries included several images of rat and mouse brain cells. botany. and contain useful numbers. a computer chip. and biotechnology.Molecular Expressions: Images from the Microscope Galleria License Info Image Use Custom Photos Partners Site Info Contact Us Publications Home Welcome to the Molecular Expressions website featuring our acclaimed photo galleries that explore the fascinating world of optical microscopy. Olympus FluoView Laser Scanning Confocal Microscopy . including illumination. Powers of Ten . Microscope: Basics and Beyond (50 pages.7 Mbytes) . ranging from simple magnifiers to complex compound microscopes. and non-profit institutions. objectives. aberration.

We invite you to explore MicroscopyU and discover more about the exciting world of optics and microscopy. Liquids have characteristics that fall in between gases and solids. Burgers 'n Fries . digital imaging.Molecular Expressions: Images from the Microscope from basic classroom instruction to more advanced laboratory analysis. but don't try this unless you have a fast connection (10 Mbits/sec Ethernet or higher). Specimens having a moderate degree of thickness (5 to 15 microns) will produce dramatically improved images with either confocal or deconvolution techniques. phase contrast.html (2 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Laser Scanning Confocal Microscopy . gaseous. and photomicrography. Together with the scientists and programmers at Molecular Expressions. or amorphous.This virtual QX3 microscope is broadcasting images over the Web at 20 frames/second. The thickest specimens (20 microns and above) will suffer from a tremendous amount of extraneous light in out-of-focus regions. and are probably best-imaged using confocal techniques. Nikon MicroscopyU . contrast. Discover how this delightful classic is just as beautiful as it is tasty. With this software. which can be viewed in a specially designed Java client run through your Web browser at frame rates up to 18 frames/second. and magnification of microscopic creatures viewed at thousands of times their actual size.Many stereoscopic microscopes feature the ability to perform a continuous magnification change by means of a zoom lens system placed between the objective and the eyepieces. Most are crystalline. such as glass.(approximately a 30 second download on 28. Gases consist of weakly bonded atoms and expand to fill any available space. No additional software is needed. Scanning Electron Microscopy . focus. this versatile microscope features a palette of contrast enhancing techniques that rival many research-level instruments. Java-powered QX3 Computer Web Microscope . This tutorial explores imaging specimens through serial z-axis optical sections utilizing a virtual confocal microscope.magnet.edu/index.Join us for a microscopic examination of America's culinary favorite: the ubiquitous hamburger and French fries.The MicroscopyU website is designed to provide an educational forum for all aspects of optical microscopy. Explore zoom magnification. Chemical Crystals . or solid.We have teamed up with award-winning electron microscopist Dennis Kunkel to produce a virtual Scanning Electron Microscope (vSEM). having a three-dimensional periodic atomic arrangement. reflected light microscopy. and illumination intensity in stereoscopic microscopes with this interactive Flash tutorial. you can http://micro. This cinemicrographic collection presents time-lapse movies of various chemical compounds as they change physical states. liquid.Chemical compounds can exist in three basic phases.fsu. and microscopy of living cells. Visitors can adjust the focus. lack this periodic arrangement and are noncrystalline. Solids are characterized by strong atomic bonding and have a rigid shape. Some. Stereoscopic Zoom Microscopy .8K modems) Several methods have been developed to overcome the poor contrast inherent with imaging thick specimens in a conventional microscope. Nikon microscopists and engineers are providing the latest state-of-theart information in microscope optics and imaging technology including specialized techniques such as fluorescence. differential interference contrast (DIC).

Many years ago. A wide spectrum of these photomicrographs are featured in this gallery. which allowed her to meld longtime interests in nature. Featured Microscopist . and parents. Images were captured utilizing either a Nikon DXM 1200 digital camera. shadows. Modderman received her first microscope by age 13 and has never lost her sense of wonder at the minute beauties available with this instrument. Museum of Microscopy . and reproducing. Concepts in Digital Imaging Technology . an Optronics MagnaFire Peltier-cooled camera. students.fsu. science. Born in Amsterdam in 1944. Silicon Zoo . image capture. or classical photomicrography on film with Fujichrome Provia 35 millimeter transparency film.Freshwater ponds provide a home for a wide variety of aquatic and semiaquatic plants.Although the human body contains over 75 trillion cells. leading up to the use of sophisticated instruments scientists use to help them understand the world. and optics.magnet. excreting.Molecular Expressions: Images from the Microscope capture single digital images. and color.Our featured microscopist for Spring 2002 is noted Dutch photomicrographer Loes Modderman. Science.Explore the basic concepts in digital imaging with our illustrated discussions and interactive tutorials. art.Featuring 3-D Studio Max drawings of ancient microscopes. Loes initiated a series of chemical crystallization experiments. The program begins with basic information about lenses. Activities are designed to promote the asking and answering of questions related to light. record movies. The vast majority of pond inhabitants. prisms. this unique gallery explores many of the historic microscopes made during the last four centuries. however.html (3 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Beneath the placid surface of any pond is a microscopic metropolis bustling with activity as tiny bizarre organisms pursue their lives. insects. observe the activities of microscopic organisms taken from a typical North Florida pond. Topics covered include CCD operation. Optics & You . the fluorescence gallery contains a variety of examples using both specific fluorochrome stains and autofluorescence. and perform time-lapse cinematography experiments. Cell and Virus Structure . color. In this collection of digital movies. trying not to be eaten.Take a moment to visit our in-depth http://micro. and animals. Fluorescence Microscopy Digital Image Gallery .edu/index. eating. Most cells are far too small to be seen with the naked eye and require the use of high-power optical and electron microscopes for careful examination. the majority of life forms exist as single cells that perform all the functions necessary for independent existence.This popular gallery features images of cartoon characters and other doodling placed onto computer chips by their designers. Visit the gallery and download a copy of our Windows screen saver containing selected images of these beautiful microscopes.Featuring specimens collected from a wide spectrum of disciplines. locomoting. digital manipulation of images and a wide spectrum of other issues in this emerging field. Intel Play QX3 Computer Microscope .Explore our science curriculum package being developed for teachers. and photography to form her abstract photomicrographs into a colorful celebration of form and structure. Pond Life . are invisible until viewed under the microscope.

Having the simplest architecture and being the easiest devices to build and operate. This tutorial explores how two representative light rays can establish the parameters of an imaging scenario.html (4 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Full-Frame CCD Operation . Creative Photomicrography . interactive microscope software.edu/index. Building A Charged Coupled Device . however these artifacts are not as sensitive to aperture size and depend more strongly on the oblique angle of the light beam. Techniques reviewed include contrast. noise reduction.Explore the steps utilized in the construction of a charged coupled device (CCD) as a portion of an individual pixel gate is fabricated on a silicon wafer simultaneously with thousands or even millions of neighboring elements.Discover how the hardware and software of this amazing "toy" microscope work together to produce images that you can digitally manipulate with a personal computer.18 microns with this interactive Java tutorial. filtering digital images. Explore how images are captured and transferred to serial output registers with this interactive Java tutorial.Explore the basic concepts of digital image processing applied to specimens captured in the microscope.Astigmatism aberrations are similar to comatic aberrations. Reflected Light Confocal Microscopy . The image is sequentially scanned in narrow strips and http://micro. Geometrical Construction of Ray Diagrams . convolution kernels. measurements. color balance. Astigmatism . geometric transformation. spatial resolution. These micrographs are intended to resemble surrealistic/alien landscapes. 10 Best Interactive Java Tutorials Digital Image Processing Interactive Java Tutorials . image sampling frequency. Video Signal Generation .magnet.fsu.Molecular Expressions: Images from the Microscope discussion of this incredible toy microscope.A popular method of representing a train of propagating light waves involves the application of geometrical optics to determine the size and location of images formed by a lens or multi-lens system. and digital image galleries from the QX3 microscope. averaging. The aberration is manifested by the off-axis image of a specimen point appearing as a line or ellipse instead of a point. we have succeeded in generating a series of unusual micrographs which we have termed microscapes. suggested specialized techniques. full-frame charged coupled devices (CCDs) feature high-density pixel arrays capable of producing digital images with the highest resolution currently available. compression.Explore microscopy of integrated circuits using real-time confocal observations at a resolution of 0. Included topics are the QX3 hardware (microscope). and binary digital images. histogram manipulation. Intel Play QX3 Computer Microscope Simulator .A video signal is a recoverable train of electrical impulses generated by scanning a two-dimensional image produced by the optical train of a microscope.By employing multiple exposure photomicrography.

but converge together and interfere near the intermediate image plane to produce a three-dimensional Fraunhofer diffraction pattern.This interactive tutorial explores illumination pathways in the Olympus BX51 research-level upright microscope. virtually noise-free modification of an image in the form of a matrix of integers instead of the classical darkroom manipulations or filtration of timedependent voltages necessary for analog images and video signals.This tutorial demonstrates how the condenser is centered in the optical path and the size of the field diaphragm opening is determined when adjusting a microscope for proper Köhler illumination. and fold light through the pathways of both simple and sophisticated optical systems. These features generally include timing logic. which lie beyond the primary task of photon collection.edu/index. Inexpensive CMOS image sensors are entering the field of optical microscopy in educational instruments that combine acceptable optical quality with user-friendly control and imaging software packages. This interactive tutorial explores the relationship between the microscope image. Basic Concepts in Digital Image Processing .When an image is formed in the focused image plane of an optical microscope. scan lines. reflect. exposure control.CMOS image sensors are designed with the ability to integrate a number of processing and control functions. white balance. or how to take photographs with a microscope. and initial image processing algorithms. shuttering. how to set up a microscope. then visit our Microscopy Primer for a detailed discussion. analog-todigital conversion. gain adjustment. Condenser Alignment . Fluorescence Microscope Light Pathways .magnet. every point in the specimen is represented by an Airy diffraction pattern having a finite spread. and the video signal. Introduction to CMOS Image Sensors . prisms are polished blocks of glass or other http://micro. Sliders control illumination intensity and enable the visitor to select from a library of five fluorescence interference filter combinations that have excitation values ranging from the near ultraviolet to long-wavelength visible light.html (5 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Cut and ground to specific tolerances and exact angles. directly onto the sensor integrated circuit.fsu. Airy Pattern Formation . The microscope drawing presented in the tutorial illustrates a cut-away diagram of the Olympus BX51 microscope equipped with a vertical illuminator and lamphouses for both diascopic (tungsten-halogen) and epi-fluorescence (mercury arc) light sources.Prisms and beamsplitters are essential components that bend. the average user often applies operations to digital images without concern for the underlying principles behind these manipulations. New Microscopy Primer Entries If you need information about optical microscopy. Even though many image processing algorithms are extremely powerful. This occurs because light waves emitted from a point source are not focused into an infinitely small point by the objective. split. Introduction to Prisms and Beamsplitters . The images that result from careless manipulation are often severely degraded or otherwise compromised with respect to those that could be produced if the power and versatility of the digital processing software were correctly utilized.Molecular Expressions: Images from the Microscope combined to produce the final signal.Digital image processing enables the reversible.

Electronic Imaging Detectors . with little possibility to move the head or the body. regardless the origin and complexity. the hand reaching high up for a focusing control. and the ability to collect serial optical sections from thick specimens. it must first be converted into a computer-readable form or digital format.magnet. The key to the confocal approach is the use of spatial filtering to eliminate out-of-focus light or flare in specimens that are thicker than the plane of focus. meaning that each image point at the intermediate plane is geometrically related to a corresponding point in the specimen. the upper part of the body bent forward. Stereomicroscopy . image formation occurs at the intermediate image plane through interference between direct light that has passed through the specimen unaltered and light diffracted by minute features present in the specimen.In the optical microscope. Basic Microscope Ergonomics .Molecular Expressions: Images from the Microscope transparent materials that can be employed to deflect or deviate a light beam. This process applies to all images. In order for a continuous-tone or analog image to be processed or displayed by a computer. which often includes changing the line of sight and simultaneously shortening the optical path. or with the wrists bent in an unnatural position. which accurately record image data by several methods.html (6 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .edu/index.Confocal microscopy offers several advantages over conventional optical microscopy. The image produced by an objective lens is conjugate with the specimen.y) coordinate system. or for biological research that requires careful manipulation of delicate and sensitive living organisms. Introduction to Confocal Microscopy . There has been a tremendous explosion in the popularity of confocal microscopy in recent years. microscope operators must assume an unusual but exacting position. or disperse light into its component wavelengths. and in its great number of applications in many areas of current research interest. such as a sequence of electrical signal fluctuations or changes in the chemical nature of a film emulsion that vary continuously over all dimensions of the image. The wide field of view and variable magnification displayed by stereomicroscopes is also useful for construction of miniature industrial assemblies.In order to view specimens and record data. They are often forced to assume an awkward work posture such as the head bent over the eye tubes. rotate or invert an image.Stereomicroscopes have characteristics that are valuable in situations where three-dimensional observation and perception of depth and contrast is critical to the interpretation of specimen structure. Image Formation . the elimination of image degrading out-of-focus information.fsu. due in part to the relative ease with which extremely high-quality images can be obtained from specimens prepared for conventional optical microscopy. Basic Properties of Digital Images .Continuous-tone images are produced by analog optical and electronic devices. including controllable depth of field. separate polarization states. Many prism designs can perform more than one function. These instruments are also essential when micromanipulation of the specimen is required in a large and comfortable working space. thus reducing the size of optical instruments.The range of light detection methods and the wide http://micro. and whether they exist as black and white (grayscale) or full color. A digital image is composed of a rectangular (or square) pixel array representing a series of intensity values and ordered through an organized (x.

magnet.A silicon version of the famous game character was photographed gobbling the initials GAAS (gallium arsenide) on a TEMIC Semiconductors silicongermanium radio frequency integrated circuit. but the quality still falls short of that obtainable with film.A Hewlett-Packard design team headed by Howard Hilton in Lake Stevens. Perhaps the easiest methods are to offset a partially closed condenser iris diaphragm or the image of the light source.The silicon version of Snoopy illustrated in this section was discovered by Richard Piotter of New Ulm. which has been employed to enhance specimen visibility since the dawn of microscopy. and processing mistakes. This discussion is intended to aid in understanding the basics of light detection and to provide a guide for selecting a suitable detector for specific applications in optical microscopy. Minnesota. The Con Artist .fsu. http://micro.Achieving conditions necessary for oblique illumination. followed by errors in filter selection. Microscope configuration errors represent the greatest obstacle to quality photomicrographs. Snoopy .edu/index.We found this guy in a trench coat trying to hock some fake Rolex watches (that are probably "hot") on a Hewlett-Packard PA-RISC microprocessor. Washington was responsible for placing what is perhaps the World's smallest rendition of an osprey on a decimation filter integrated circuit utilized in signal analyzer instruments. In advanced models.Multiphoton fluorescence microscopy is a powerful research tool that combines the advanced optical techniques of laser scanning microscopy with long wavelength multiphoton fluorescence excitation to capture high-resolution. who also loaned the 4-inch wafer (made by a 1980s-era semiconductor company named Trilogy) from which the image is derived.html (7 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . the silicon artwork signifies a pun on higher-end microprocessor clock systems that utilize a more complex feature set. Oblique or Anaxial Illumination . aberration. Multiphoton Excitation Microscopy .Photography through the microscope is undergoing a transition from film to digital imaging.Molecular Expressions: Images from the Microscope variety of imaging devices currently available to the microscopist make the selection process difficult and often confusing. dirt and debris. New digital technologies are producing higher resolution micrographs. film choice. can be accomplished by a variety of techniques with a simple transmitted optical microscope. some microscopes were equipped with a condenser having a decenterable aperture iris diaphragm. In former years. Best of the Silicon Zoo Flying Osprey . The device was engineered to allow the entire iris to move off-center in a horizontal plane so that closing the circular diaphragm opening would result in moving the zeroth order to the periphery of the objective rear focal plane. Pac-Man . Housed near the clock circuitry on the chip. Troubleshooting Classical and Digital Photomicrography . the entire diaphragm was rotatable around the axis of the microscope so that oblique light could be directed toward the specimen from any azimuth to achieve the best desired effect for a given specimen. three-dimensional images of specimens tagged with highly specific fluorophores.

The Stay Puft Marshmallow Man . Godzilla .edu/index. background.Coming to you from "GhostBusters".Perhaps the smallest soft drink advertisement ever created. This. Starship USS Enterprise .This mythical Japanese creature was discovered lurking on a pad within the Silicon Graphics MIPS R10000 microprocessor (this chip is sure crowded with silicon creatures). This digital image gallery explores a variety of stained specimens captured with an Olympus BX51 microscope coupled to a 12-bit QImaging Retiga camera system.Tux is nesting within the pad ring on an integrated circuit of unknown function (perhaps the latest new microprocessor designed to run the Linux operating system). http://micro. The Pepsi Generation . the Linux Penguin . New Photo Gallery Entries Observing Mitosis with Fluorescence Microscopy . often light gray or white. occurs in all multicellular plants and animals to permit growth of the organism.Probably the best silicon artwork we have yet seen. Thor: God of Thunder . The Rolex . this image was discovered on a Hewlett-Packard graphics chip.Molecular Expressions: Images from the Microscope Milhouse Van Houten .magnet. Digital imaging with fluorescence microscopy is becoming a powerful tool to assist scientists in understanding the complex process of mitosis on both a structural and functional level.html (8 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . the Stay Puft Marshmallow Man was cooked in a frying pan within the circuitry of a Weitek math coprocessor designed in 1988. The Chip Smurf .An intricate bitmap-like pattern of vias (interconnect shafts) was used to construct this incredible likeness of a Rolex wristwatch. coupled with cytokinesis (division of the cytoplasm).Brightfield illumination has been one of the most widely used observation modes in optical microscopy for the past 300 years.fsu.An orange silicon Smurf is pulling a wagon containing the copyright symbol around the pad ring on a Siemens integrated circuit of unknown function.Simpson's cartoon character Milhouse was spotted on a Silicon Image Sil154CT64 digital transmitter integrated circuit. The technique is best suited for utilization with fixed.This famous Star Trek icon was discovered on a Texas Instruments bipolar logic integrated circuit. is the mechanism that allows the nuclei of cells to split and provide each daughter cell with a complete set of chromosomes during cellular division. Images produced with brightfield illumination appear dark and/or highly colored against a bright. Brightfield Microscopy Digital Image Gallery . stained specimens or other kinds of samples that naturally absorb significant amounts of visible light. this 750 micron Pepsi commercial was discovered on a Hewlett-Packard CPU-support chip. Tux.Mitosis. a phenomenon observed in all higher eukaryotes.

edu/index. darkfield. chemical crystals. bones. polarized light microscopy is unsurpassed in the magnificent array of colors and beautiful textures generated through interference between orthogonal wavefronts at the analyzer. hairs. Explore the wide spectrum of biological specimens presented in this gallery of digital images. Darkfield Microscopy Gallery .Molecular Expressions: Images from the Microscope Polarized Light Microscopy Digital Image Gallery . phytochemicals are blazing a new frontier in the arena of cancerprevention research. polarized light can be employed for both quantitative as well as qualitative investigations. tissues.Scroll through serial optical sections from a wide variety of specimens.As a contrast-enhancing optical technique. Phase Contrast Gallery . The Phytochemical Collection . several specimens exhibiting birefringent character are included to demonstrate the kaleidoscopic display of color that arises when anisotropic substances are imaged with this technique.By "converting" phase objects such as living material into amplitude specimens. phase contrast illumination allows scientists to see details in unstained and/or living objects with great clarity and resolution. thin and thick sections. The digital images presented in this gallery represent a wide spectrum of specimens. transparent specimens are excellent candidates for imaging with classical differential interference (DIC) microscopy techniques over a relatively narrow range (plus or minus one-quarter wavelength) of bias retardation.The modulation contrast technique takes advantage of optical phase gradients to yield a pseudo three-dimensional effect on images seen in the microscope. and whole organisms to both lightly and heavily stained thin and thick sections. particles. and Rheinberg illumination. Confocal Microscopy Digital Image Gallery . Useful for observation of mineral thin sections.fsu. and entire organisms.html (9 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . in this Java-powered image gallery.Photographs of thin sections made from bones left behind by dinosaurs that have been extinct for over 70 million years.magnet. Differential Interference Contrast Digital Image Gallery . Dinosaur Bones . Hoffman Modulation Contrast Gallery . which vary from unstained cells.Check out digital images captured with this incredible microscope using contrast enhancing techniques such as polarized light. The DNA Gallery . This gallery explores the microscopic textures exhibited by various liquid crystalline DNA phases and their transition states.Thin unstained. including tissue culture cells. and a wide variety of other specimens.DNA undergoes a number of liquid crystalline phase transitions both in vitro and in vivo. http://micro. Intel Play QX3 Microscope Galleries .Darkfield illumination provides good contrast for specimens that are often lacking in sufficient detail using other illumination techniques. polymers. In addition. fibers. Explore the beautiful crystalline patterns displayed by phytochemicals captured in polarized light. brightfield. Visit this gallery to observe how polarized light can be of advantage in the observation of specimens that would otherwise exhibit poor contrast and be difficult to distinguish from the background.Acclaimed by Newsweek as being "better than Vitamins".

Mar 04. BACK TO THE TOP Questions or comments? Send us an email. This website is maintained by our Graphics & Web Programming Team in collaboration with Optical Microscopy at the National High Magnetic Field Laboratory. interactive Java tutorials.This tutorial explores how a laser beam is focused onto the surface of a spinning compact disc. 2004 at 09:44 AM Access Count Since September 12. Pulsed Magnets . software. Electrophoresis . Chip Shots and new entries for the image collections on our website so please come back from time to time and check out our new additions. Use of this website means you agree to all of the Legal Terms and Conditions set forth by the owners. 1995: 3011717 Microscopes provided by: http://micro. © 1995-2004 by Michael W. In the upcoming weeks and months. graphics.Molecular Expressions: Images from the Microscope Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials .edu/index.Visit our interactive tutorials on electricity and magnetism to explore how these two forces of nature operate in our everyday lives. How a Compact Disc Works . we will be adding more galleries.Explore how an individual Field Effect (FET) transistor is fabricated on a silicon wafer simultaneously with millions of its neighbors. nondestructive magnets are more suited towards scientific research. scripts. and shows the relative field strengths generated.magnet. This applet demonstrates how a non-destructive short pulse magnet works. Davidson and The Florida State University. Building A Transistor . No images. Last modification: Thursday. and how variations between pits and lands on the disc surface affect how light is either scattered by the disc surface or reflected back into a detector. Of these two.html (10 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Explore how electrical potential can cause migration and separation of macromolecules according to size in a cross-linked gel. Silicon Zoo artwork.fsu. as they can reach some of the highest magnetic fields experimentally possible. or applets may be reproduced or used in any manner without permission from the copyright holders. All Rights Reserved. and come in two forms: destructive and non-destructive.Pulsed magnets are among the strongest magnets in the world.

edu/index.Molecular Expressions: Images from the Microscope http://micro.fsu.html (11 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .magnet.

01/18/2003 .4. 2002-12-27) Download Important notice.1.01/18/2003 11/04/1997 .01/18/2003 02/24/1999 .01/18/2003 09/13/2000 .07/01/2003 03/24/1998 .de/ph14e applets.de/ph14e/ (1 de 3) [13/03/2004 16:17:14] 11/02/2000 . especially for Internet Explorer version 6: The applets will only work if a Java runtime environment (version 1.Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 03/11/2000 . 2004-0311) www.de/ph11e (Java 1.walter-fendt. Download is possible from Sun Microsystems.01/18/2003 03/25/2000 .01/18/2003 03/10/1999 .01/18/2003 11/07/1998 .4) is installed on your computer.4) Java Applets on Physics Walter Fendt (Java 1.01/18/2003 Resultant of Forces (Addition of Vectors) 11/02/1998 .01/18/2003 12/23/1997 . 46 English version www.01/18/2003 05/30/2003 . Mechanics Motion with Constant Acceleration Equilibrium of Three Forces Resolution of a Force into Components Pulley System Lever Principle Inclined Plane Newton's Second Law Experiment Projectile Motion Elastic and Inelastic Collision Newton's Cradle Carousel (Centripetal Force) Kepler's First Law http://www. 41 applets.walter-fendt.01/18/2003 11/02/1997 .walter-fendt.

01/18/2003 05/08/1998 .01/18/2003 Electrodynamics Magnetic Field of a Bar Magnet Lorentz Force Direct Current Electrical Motor Generator Ohm's Law Combinations of Resistors Simple AC Circuits Electromagnetic Oscillating Circuit Electromagnetic Wave 04/20/2001 .01/18/2003 10/21/2001 .11/27/2003 09/11/2002 .walter-fendt.01/18/2003 04/19/1998 .01/18/2003 11/23/1997 .01/18/2003 09/20/1999 .01/18/2003 05/24/1998 .01/18/2003 Standing Wave (Explanation by Superposition with the Reflected New! (11/02/2003) Wave) Standing Longitudinal Waves Interference of two Circular or Spherical Waves Doppler Effect 06/08/1998 .01/18/2003 Oscillations and Waves Simple Pendulum Spring Pendulum Coupled Pendula Forced Oscillations (Resonance) Beats 05/21/1998 .01/18/2003 05/22/1999 .11/01/2003 http://www.11/01/2003 03/08/2000 .01/18/2003 03/05/1998 .4) Kepler's Second Law Hydrostatic Pressure in Liquids Buoyant Force in Liquids 04/04/2000 .01/18/2003 10/07/2003 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 07/05/1998 .07/04/2003 06/13/1998 .01/18/2003 12/08/1999 .01/18/2003 02/03/1999 .de/ph14e/ (2 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 02/25/1998 .01/18/2003 Optics Refraction of Light Reflection and Refraction of Light Waves (Explanation by Huygens' Principle) Refracting Astronomical Telescope Interference of Light at a Double Slit 12/20/1997 .01/18/2003 09/11/1998 .01/18/2003 06/01/1998 .01/18/2003 11/29/1997 .01/18/2003 Magnetic Field of a Straight Current-Carrying Wire 09/18/2000 .

de/ph14e/ (3 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 Physics of Atoms Photoelectric Effect 02/20/2000 .01/18/2003 Law of Radioactive Decay 07/16/1998 .01/18/2003 Nuclear Physics Radioactive Decay Series 07/20/1998 .walter-fendt.4) Diffraction of Light by a Single Slit 10/11/2003 .01/18/2003 Theory of Relativity Time Dilation 11/15/1997 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 Walter Fendt.11/01/2003 Thermodynamics Special Processes of an Ideal Gas 12/25/1999 . 2004 Mathematics Applets Astronomy Applets Homepage E-Mail Copyright Awards and Links http://www.01/18/2003 Bohr's Theory of the Hydrogen Atom 05/30/1999 . March 11.

com/ie/ The Internet Explorer home page has moved to www.com/ie/ [13/03/2004 16:17:18] .http://www. Please update your Favorites.microsoft.microsoft. http://www.microsoft.htm.com/windows/ie/default.

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1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO
Essencialmente, existem dois tipos de portadores de carga elétrica: prótons (+) e elétrons(-). Em condições de equilíbrio, qualquer material é eletricamente neutro, contendo igual número de prótons e elétrons. Um material é eletricamente positivo quando tem excesso de prótons, ou falta de elétrons. Da mesma forma, ele será negativamente carregado se tiver um excesso de elétrons. Um material pode ser eletrizado através de dois processos:
r r

Eletrização por atrito Eletrização por indução

Eletrização por atrito ocorre quando materiais não condutores são atritados uns contra outros. Nesse processo, um dos materiais perde elétrons e outro ganha, de modo que um tipo de material fica positivo e outro fica negativo. Uma experiência simples consiste em carregar um pente passando-o várias vezes no cabelo. A comprovação de que ele ficou carregado é obtida atraindo-se pequenas partículas, por exemplo, de pó de giz. A figura ilustra as etapas essenciais do processo de eletrização por indução. Na
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

ilustração, tem-se inicialmente um corpo carregado e outro descarregado ( para que o processo seja factível, este corpo deve ser condutor). A aproximação do corpo positivamente carregado atrai as cargas negativas do corpo eletricamente neutro. A extremidade próxima ao corpo carregado fica negativa, enquanto a extremidade oposta fica positiva. Mantendo-se o corpo carregado próximo, ligase o corpo eletricamente neutro à terra. Elétrons subirão da terra para neutralizar o “excesso” de carga positiva. Cortando-se a ligação à terra, obtém-se um corpo negativamente carregado.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

podemos classificar os materiais em: r r r r Condutores Isolantes (ou dielétricos) Semicondutores Supercondutores. ela permanece no local em que foi colocada.html [13/03/2004 16:18:17] . Ao contrário. Para o momento. que um dielétrico é diferente de um condutor porque este tem elétrons livres. numa linguagem bastante simples. Assim.A LEI DE COULOMB Condutores e Isolantes No contexto do eletromagnetismo. um material condutor tem facilidade para conduzir a eletricidade. Na verdade. quando esta carga é colocada num condutor.1. que se encarregam de conduzir a eletricidade. Há circunstâncias (veremos mais tarde) em que ele também conduz.br/tex/fis142/mod01/m_s02. enquanto um dielétrico não conduz a eletricidade. seria melhor dizer que um dielétrico quase não conduz a eletricidade. Como os nomes sugerem. http://www. Podemos dizer.3 A LEI DE COULOMB Capitulo 1. quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material dielétrico.if. ela tenderá a se distribuir até que o campo no interior do material seja nulo. vamos nos deter apenas nos condutores e nos dielétricos.ufrgs.

html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . Na maioria dos casos tratados aqui essa é uma boa aproximação. denominada permissividade elétrica no vácuo. +e+ +e-e- No aplicativo acima.99x109 Nm2/C2 é uma constante que tem essa forma para atender necessidades de ajustes dimensionais e para simplificar as equações de Maxwell. podemos dizer que dois corpos eletrizados interagem através da atração gravitacional e da interação eletromagnética.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 1 . considerando apenas as cargas estacionárias.A LEI DE COULOMB FORÇA ELETROSTÁTICA Numa abordagem bastante geral. vê-se duas cargas elétricas.1.85x10-12 C2/Nm2. Coulomb descobriu. Esta abordagem pode ser simplificada desprezando-se a atração gravitacional frente à interação eletromagnética. Eletrostática é esta área do eletromagnetismo que aborda interações entre cargas estacionárias ou quase estacionárias. http://www.br/tex/fis142/mod01/m_s03. Podemos fazer outra simplificação.if. experimentalmente. ε0=8.ufrgs. que a força entre cargas q1 e q2 é dada por: (1.1) onde =8. é uma constante muito importante no eletromagnetismo.

4) Você consegue explicar porquê foi sugerido que a carga se movimentasse ao longo dos eixo dos x's? http://www. 3) Fixe uma das cargas. na barra amarela que fica na parte de baixo da moldura.if. e movimente a outra ao longo do eixo dos x's. o valor das coordenadas e da força.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:20] .ufrgs.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB 1) Altere os sinais das cargas e observe os sentidos das forças de interação eletrostática. 2) Clique sobre uma carga e veja. Use pelo menos 10 pontos para fazer gráfico.br/tex/fis142/mod01/m_s03. Faça o gráfico de F versus a distância entre as cargas.1.

A LEI DE COULOMB EXEMPLO 1. Pelo princípio da superposição.4 EXEMPLO 1. o http://www. são colocadas no eixo dos y. Portanto.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . colocada no eixo dos x.if. Calcule a força dessas duas cargas sobre uma terceira carga. . conforme figura acima. e que Q1=Q2=Q=q.1 Duas cargas positivas puntiformes. tem-se F1=F2=kq2/r2. Q1 e Q2. Tendo em conta as posições das cargas.3. Vamos tomar a primeira providência. Por simetria chega-se à conclusão que a força resultante sobre a terceira carga tem a direção do eixo x.br/tex/fis142/mod01/m_s04. nos pontos y=+a e y=-a.1 Capitulo 1 .2 é a expressão gráfica do enunciado acima. válida em quase todos os problemas de física: fazer um desenho que represente o enunciado. A figura 1.ufrgs. q.

1 módulo da força resultante será Mostre que a força resultante é máxima no ponto Substituindo o valor negativo de x na expressão . .html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . http://www. Tente descobrir onde está o equívoco. em aparente contradição com os apontamentos ao lado.br/tex/fis142/mod01/m_s04.if.ufrgs. obtém- se um resultado positivo.4 EXEMPLO 1.3.

R.: 900 m/s2.6 Exercicios Capitulo 1 . 7x10-10 C. determine as componentes horizontais e verticais da força resultante que atua na carga –q (canto superior direito).2 Considerando. e a aceleração inicial da primeira partícula é de 700 m/s2. Quais são: (a) a aceleração da segunda partícula? (b) O módulo da carga comum? R. Figura 1.3 http://www. Pergunta 2 q 1.ufrgs.06kq2/a2.3.if. q=2x10-6 C e a=10 cm.1. As cargas estão em repouso absoluto.: 1. com um afastamento de 3x10-3 m entre elas.0x10-7 kg e 5. As partículas têm massas iguais a 7.A LEI DE COULOMB Exercicios.1 Duas partículas igualmente carregadas. são largadas a partir do repouso. na figura 1.94kq2/a2.4x10-7 kg.br/tex/fis142/mod01/m_ex. Pergunta 1 q 1.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:30] . 0.

Uma terceira carga é colocada de tal modo que todo o sistema fica em equilíbrio. +q e +9q. Calcule a distância que uma deve ficar da outra. de modo que o sistema fique em equilíbrio. (Q-q) e q.6 Exercicios Pergunta 3 q 1. estão afastadas por uma distância d.5 Uma carga Q igual a 2x10-19 C é dividida em duas. Pergunta 4 q 1. de modo que a repulsão coulombiana seja máxima.: 1Å http://www. R.3 Duas cargas pontuais livres.1.br/tex/fis142/mod01/m_ex. Determine a posição. para que esta força seja igual 9x10-9 N.: Carga –9q/16. colocada entre as cargas +q e +9q.4 Cargas iguais a +Q são colocadas nos vértices de um triângulo equilátero de lado L. Pergunta 5 q 1. o módulo e o sinal de uma carga colocada no interior do triângulo. a uma distância a partir do vértice. (a) Determine a posição. R.if.ufrgs.: Carga colocada na bissetriz. R. a uma distância d/4 a partir da carga +q. (b) Mostre que o equilíbrio é instável. o módulo e o sinal da terceira carga.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .

calcule a fração dos elétrons totais da esfera que corresponde ao valor encontrado em (a).4 Pergunta 7 q 1. mostre que Figura 1. 1/1014. para deixá-la com carga igual a +1.6 Duas cargas pontuais idênticas. Considerando o ângulo θ tão pequeno de modo que seja válida a aproximação . conforme ilustra a figura 1.6 Exercicios Pergunta 6 q 1. de massa m e carga q.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .6x10-9 C? (b) Supondo que a esfera seja de cobre. estão suspensas por fios não condutores de comprimento L.1.: 1010 elétrons. e tenha massa igual a 3. http://www.if.4.7 (a) Quantos elétrons deverão ser removidos de uma pequena esfera.ufrgs. R.11 g.br/tex/fis142/mod01/m_ex.

a carga líquida na distribuição é positiva.2. O valor é positivo. logo. são interações à distância. Isto é. Apresenta-se nesta simulação. assim como a força gravitacional.ufrgs.2. Operacionalmente. Faça um gráfico de E versus x.O CAMPO ELÉTRICO Ação a Distancia A força coulombiana.html [13/03/2004 16:18:32] .1) onde a carga de prova. Tente colocar a carga de prova em vários pontos com y=0 (aproximadamente igual a zero) e diferentes valores de x.2 Ação a Distancia Capitulo 2 . ocorre através da ação do campo de uma delas sobre a outra. desde Newton até meados do século passado. Use uma dessas medidas e determine o valor da carga líquida da distribuição. Compare este gráfico "experimental" com um teórico. Uma carga de prova (vermelha) pode ser usada para se determinar o valor de E em qualquer ponto no interior da moldura. um conceito mal compreendido.br/tex/fis142/mod02/m_s01. a interação entre duas cargas. http://www. Coloque o cursor sobre a carga e veja o valor de E. q0. a configuração de campo elétrico criado por uma certa distribuição de carga. para se conhecer o valor do campo elétrico em determinado ponto. obtido com o uso da eq. De acordo com o conceito de campo. é tão pequena quanto possível. basta colocar uma carga de prova naquele ponto e dividir a força medida pelo valor da carga.1.if. Q1 e Q2. quando Faraday introduziu a idéia de campo. o campo é assim definido (2.

Ordene as esferas de acordo com o módulo das suas cargas. basta colocar o apontador do mouse sobre a carga e arrastá-la para o ponto desejado. r Uma forma bastante simples para visualizar linhas de campo.O CAMPO ELÉTRICO LINHAS DE FORÇA Com a introdução do conceito de campo. e determine o sinal da carga de cada uma. determina-se o outro. (2) espalhar limalha de ferro sobre a cartolina. são visualizadas as linhas de campo de quatro esferas carregadas. entre no teleduc e tente tirá-la com o professor ou com algum colega. Coloque as esferas em diferentes posições. As esferas podem ser colocadas em qualquer ponto do espaço definido pela moldura.if. Faraday propôs o conceito de linhas de força. maior a intensidade do campo. o valor do campo é determinado pelo número de linhas por unidade de área transversal.br/tex/fis142/mod02/m_s02. Em cada ponto do espaço. http://www. Existe uma bem definida relação entre campo e linhas de força.1. Se tiver dúvida. Quanto maior a densidade de linhas de campo. No aplicativo ao lado.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . a direção do campo é determinada pela tangente à linha de força. de modo que conhecendo-se um.2 LINHAS DE FORÇA Capitulo 2. logo surgiu a dúvida sobre como ele se apresentava no espaço. r Em cada ponto do espaço. no caso do campo magnético: (1) colocar um ímã sob uma cartolina.

Use o experimento que você acabou de fazer. Movimente o cursor. Para se introduzir o conceito de campo elétrico no início deste capítulo.ufrgs. e tem seu valor ajustado através da barra de controle. e quando está na extremidade esquerda a carga é próxima de zero. Isto significa que ela serve para se avaliar as linhas de campo da outra carga. e tente descrever o que acontece com as linhas de campo. DICA: a carga de prova serve para a medida do campo elétrico da outra carga. e tente justificar por quê a carga de prova tem que ser "tão pequena quanto possível". "tão pequena quanto possível".html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . e as linhas de campo (outra denominação também usada para linhas de força) da configuração.if. A carga à esquerda é positiva e tem valor fixo.br/tex/fis142/mod02/m_s02.1. A carga à direita pode ser positiva ou negativa.2 LINHAS DE FORÇA No aplicativo ao lado. de uma extremidade à outra. Quando o cursor da barra de controle está na extremidade direita. vê-se duas cargas. a carga é máxima. http://www. utilizamos uma carga de prova.

3) Dipolo elétrico é uma configuração muito importante para o tema que estamos tratando.br/tex/fis142/mod02/m_s03.O CAMPO ELÉTRICO CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Dada uma carga puntiforme.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . a uma distância r da primeira. q. tem-se (2. (2.1). separadas por uma distância d. eq. q0. e uma carga de prova.1 http://www.ufrgs.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Capitulo 2 .2. Consiste de um par de cargas de mesmo valor e sinais contrários. pela definição de campo. tem-se o campo de uma carga puntiforme (2. Figura 2.2) Portanto.if.

Teta = 0 Ey = +1 E(. Tecle no botão "iniciar" e observe o movimento do dipolo. A carga pode assumir qualquer valor. coloque teta=0. x»d. (2. Use a eq.3) e mostre que o campo do dipolo. +=acima) Q (verde = "+" vermelho = "-") = 1 C Atualizar valores Iniciar < <1 passo Pausa Reset 1 passo > > Esta simulação permite analisar o efeito de um campo elétrico uniforme. O campo elétrico é sempre na direção y.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Pelo princípio da superposição. Teta é o ângulo entre a mediatriz do dipolo e a direção do campo elétrico.= abaixo. Para facilitar a tarefa. onde p=qd é o momento de dipolo elétrico do dipolo.4). sobre um dipolo elétrico. E=+1 e Q=1 C. faça o seguinte: Clique no botão "pausa" quando o dipolo estiver em diferentes posições. é negativa.if. analise as forças sobre as cargas.br/tex/fis142/mod02/m_s03. A carga verde é positiva. representado pelas linhas de força verticais (verdes). mas pode ter o sentido + ou . além disso. como deve ser no caso de um dipolo.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . é dado por (2. Tente explicar o movimento. Vários parâmetros podem ser alterados pelo usuário. seu módulo pode assumir qualquer valor. num ponto da sua mediatriz.2. e leve em conta http://www. Ambas têm o mesmo valor. Inicialmente. Os vetores azuis sobre cada carga representam as forças sobre elas.ufrgs. e a vermelha.

4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO a energia cinética adquirida por cada carga. Examine o movimento do dipolo. analise o movimento para diferentes valores de teta.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . http://www. Depois. clicando nos botões "1 passo>>" e "<<1 passo".2.br/tex/fis142/mod02/m_s03. Faça uma descrição o mais detalhada possível do movimento e coloque no seu "portfólio". passo a passo.ufrgs. E e Q.if.

Ao invés da aceleração da gravidade. Ao invés do peso.1 Um elétron é lançado horizontalmente com uma velocidade V0. Figura 2. Do que sabemos sobre lançamento de projétil (ver cálculo ao lado).br/tex/fis142/mod02/m_s04. Supondo que o elétron penetra no campo em um ponto eqüidistante das placas.4 EXEMPLO 2. conclui-se que http://www. tem-se sobre o elétron a força Coulombiana F=eE.if.2. g. A direção do campo é vertical.O CAMPO ELÉTRICO EXEMPLO 2. e tangencia a borda da placa inferior ao sair.2.ufrgs.html [13/03/2004 16:18:43] . determine o valor do campo elétrico. tem-se a aceleração a=eE/m. em um campo uniforme entre as placas paralelas da figura 2.2 O movimento do elétron é semelhante ao de um projétil lançado no campo gravitacional.1 Capitulo 2. e seu sentido é para cima.

Pergunta 3 q 2. Ignorando o efeito da gravidade.2 Quais são o módulo e a direção do campo elétrico que equilibrará o peso de uma partícula α (2 prótons e 2 nêutrons)? R.3 as cargas estão fixas nos vértices de um triângulo equilátero.1 Um elétron é solto a partir do repouso. R. Pergunta 1 q 2.ufrgs. de baixo para cima.1x10-7 N/C. num campo elétrico uniforme de módulo igual a 5x103 N/C. calcule a aceleração do elétron.: 2. para os quais o campo elétrico total no ponto P (encontro das bissetrizes) será nulo.1.78x1014 m/s2 Pergunta 2 q 2.3 Na figura 2.html (1 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .if.O CAMPO ELÉTRICO Exercicios. http://www. Determine o módulo e o sinal da carga Q.0 µC.6 Exercicios Capitulo 2 .: 8. R.: 2.br/tex/fis142/mod02/m_ex.

Localize o(s) ponto(s) onde o campo elétrico é nulo.4 Duas cargas.06x10-15 N.br/tex/fis142/mod02/m_ex.1. http://www.m. Mostre que o campo elétrico num ponto situado ao longo do eixo que une as cargas.html (2 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . são fixas e separadas por uma distância d.: 1. R.4. vale .5 Considere um dipolo elétrico com momento igual a 2x10-29 C.3 Pergunta 4 q 2.if. direção e sentido) sobre um elétron colocado no eixo do dipolo.6 Exercicios Figura 2. R. à direita da carga +q. considerando que 300 Å>>d. –3q e +q. Pergunta 5 q 2. distando x (x>>d).6 Considere positivas as cargas na figura 2. do ponto médio entre elas. Pergunta 6 q 2. a uma distância de 300 Å do seu centro. Faça um desenho representando este dipolo e calcule sua força (módulo.: 1.36d.ufrgs.

com velocidade inicial de 2 x 1017 m/s. Considerando θ=30o. O campo elétrico uniforme existente entre as placas tem uma intensidade de http://www.1. ou saia da região sem atingi-las.if.ufrgs.7 Um próton é projetado na direção indicada na figura 2.6 um elétron é projetado ao longo do eixo que passa no meio entre as placas de um tubo de raios catódicos.1 Pergunta 7 q 2.br/tex/fis142/mod02/m_ex.6 Exercicios Figura 2. Figura 2. o próton atinge a placa superior.6x10-8 s depois de lançado.99 cm do início da placa.8 Na figura 2.: 4. E=3x104 N/C. determine a trajetória do próton até que ele atinja uma das placas.5 Pergunta 8 q 2. Despreze o efeito da gravidade. O ponto do choque dista 1.5.html (3 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . com velocidade 5x105 m/s. R. d=2 cm e L=15 cm.

html (4 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .if. o elétron atingirá a tela fluorescente S? R. (c)4. (b)θ aprox. (a) De quanto o elétron se afastará do eixo quando ele chegar ao fim das placas? (b) A que ângulo. em relação ao eixo. o elétron se move no instante em que está saindo das placas? (c) A que distância.ufrgs.:(a) 7x10-23 m.br/tex/fis142/mod02/m_ex.6 Exercicios 20000 N/C e está orientado para cima.6 http://www. abaixo do eixo.9x10-22 Figura 2.1. igual a zero!.

podemos dizer que Fluxo de campo elétrico = intensidade de campo elétrico X área perpendicular ao campo Logo veremos que essa definição é muito simplificada. já introduzimos o conceito de fluxo. Numa primeira abordagem. e tem pouco valor operacional. quanto maior o número de clientes ou quanto maior a porta de entrada.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:50] . Qualquer que seja o caso. Podemos manter a idéia intuitiva definindo fluxo infinitesimal.A LEI DE GAUSS FLUXO DO CAMPO ELÉTRICO Vamos iniciar por uma idéia simples e intuitiva. maior o fluxo. veremos facilmente que o fluxo depende da quantidade daquilo que flui e da área através da qual passa o "fluido". de modo que E seja constante nessa área infinitesimal. Podemos melhorar a definição.if. Portanto. Essa noção intuitiva está na origem daquilo que podemos denominar fluxo do campo elétrico (E). maior será o fluxo de clientes para o interior da loja. Quem ouve rádio no verão em Porto Alegre está a todo momento sendo informado que passam tantos carros por minuto no posto da Polícia Federal da auto-estrada. A esta área associamos um vetor . http://www.ufrgs. o proprietário de uma loja mede a sua clientela pela quantidade de gente que passa pela porta de entrada. Quanto maior o número de carros por minuto. cuja direção é perpendicular à área e cujo módulo é igual à área. porque em geral o valor de E varia ao longo da superfície. em determinado intervalo de tempo. Da mesma forma.br/tex/fis142/mod03/m_s01. e nem sempre esta é perpendicular ao campo. dividindo a superfície em elementos tão pequenos quanto possível. Pronto.3.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Capitulo 3 .

3. o vetor área é convencionalmente dirigido de dentro para fora.ufrgs.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:50] .1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO (3. o fluxo através de determinada área S é dado pela integral de superfície (3.br/tex/fis142/mod03/m_s01.2) No caso de uma superfície fechada.3) http://www.1) Assim. O fluxo através de uma superfície fechada é assim representado (3.

if. ou no caso em que se possa fazer a aproximação de plano infinito.3. Existem três tipos de simetrias que facilitam o uso da lei de Gauss r r r Simetria planar. também denominada superfície Gaussiana. se a distância do plano ao ponto for muito menor do que as dimensões do plano http://www. se o campo elétrico for calculado num ponto muito próximo do plano.ufrgs. Por exemplo. Uma circunstância favorável ocorre quando a superfície Gaussiana é tal que o produto escalar entre o campo e o vetor superfície é facilmente obtido Isso é sempre possível quando a distribuição de cargas apresenta alta simetria. com campo uniforme. Isto é.4) A lei de Gauss é válida para qualquer situação. Todavia. e para qualquer tipo de superfície fechada. fechada. Simetria cilíndrica ou axial. Imagine uma superfície qualquer. envolvendo esta carga. Simetria esférica A simetria planar aplica-se no caso de uma distribuição de cargas num plano infinito.3 A LEI DE GAUSS Capitulo 3 . A lei de Gauss estabelece que (3.br/tex/fis142/mod03/m_s02.A LEI DE GAUSS A Lei de Gauss Seja uma carga Q. para ser operacionalmente útil ela deve ser usada apenas em determinadas circunstâncias. um plano finito pode ser considerado infinito.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . ou não.

Quanto maior o detetor. estamos englobando uma certa quantidade de carga elétrica. precisamos escolher um detetor com tamanho apropriado para distinguir os tipos de carga. para medir fluxo elétrico. se numa região tivermos cargas positivas e negativas. é porque a carga é positiva (negativa).4. De modo análogo ao caso anterior. Detector Detector Detector Detector 1 2 3 4 Nesta animação. significa que o fluxo através de uma superfície fechada é proporcional à carga englobada por esta superfície. Cargas distribuídas num cilindro infinito. próximas umas das outras. um cilindro finito pode ser considerado infinito em determinadas circunstâncias. Existem dois casos clássicos: r r Linha infinita de cargas. Dispomos de quatro tipos de detetores de fluxo elétrico. expressa na eq. 3. Veremos mais adiante como usar a lei de Gauss para calcular o campo devido a cada uma dessas distribuições. aplica-se no caso de uma distribuição linear infinita. Então. Qual é a diferença essencial entre um detetor e outro? É o tamanho. Observe que a lei de Gauss. ou axial. Então. Existem dois casos típicos de simetria esférica: r r Carga puntiforme.br/tex/fis142/mod03/m_s02.3 A LEI DE GAUSS A simetria cilíndrica. quando usamos um desses detetores. o valor medido é proporcional à carga englobada.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . Distribuição esférica de cargas. Se o fluxo for positivo (negativo).3.if. cujos valores medidos são apresentados na barra à esquerda da moldura. http://www. o espaço definido pela moldura é dividido em duas regiões: dentro e fora do círculo cinza. mais carga ele vai englobar. Uma certa quantidade de carga elétrica é distribuída dentro da moldura.ufrgs.

br/tex/fis142/mod03/m_s02.if.ufrgs.3. http://www.3 A LEI DE GAUSS Use os diferentes detetores e descreva como a carga é distribuída no espaço definido pela moldura.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .

4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 3 .br/tex/fis142/mod03/m_s03. Lei de Gauss Distribuição de cargas com baixa simetria . quer seja realizado através de uma ou outra lei.Lei de Coulomb. A lei de Gauss e a lei de Coulomb são formas diferentes de abordar o mesmo problema. http://www..html [13/03/2004 16:18:55] . o cálculo do campo elétrico para determinada distribuição de carga fornece o mesmo resultado. quando e por que usar uma ou outra lei? Como regra.. Então...A LEI DE GAUSS LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB.if. o uso de uma ou outra lei é determinado pelas seguintes circunstâncias: r r Distribuição de cargas com alta simetria .ufrgs. Portanto.3.

4 CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 3 . tendo em conta que E é constante.A LEI DE GAUSS CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Por argumentos de simetria. a melhor Gaussiana para calcular o campo a uma distância r de uma carga puntiforme é uma esfera de raio r. Então. o produto escalar será simplesmente EdS.ufrgs.if. http://www.br/tex/fis142/mod03/m_s04. q. Portanto.5) é igual à expressão (2. teremos A integral fechada sobre a superfície corresponde à área da esfera. o campo deve ser normal a esta esfera. 4πr2. é fácil chegar à conclusão de que o campo de uma carga puntiforme deve ter simetria esférica. Portanto.3. a uma distância r. o campo de uma carga puntiforme.5) Como era de se esperar.3). é dado por (3. Em qualquer ponto sobre a Gaussiana.html [13/03/2004 16:18:58] . Isto é. o valor do campo é o mesmo para qualquer ponto sobre uma esfera. a expressão (3. obtida com o uso da lei de Coulomb. Mais do que isso.

5 DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA Capitulo 3 .Já sabemos que quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material condutor. Em primeiro lugar. dependendo do material o tratamento será bem diferente. há que se saber a forma como ela está sendo distribuída. convém distinguir algumas situações.ufrgs. em termos de cálculo de campo elétrico e uso da lei de Gauss. grosso modo. Em ambos os casos. Portanto.if.Quando o material é nãocondutor.3. Portanto. ela se distribuirá de modo a manter o campo nulo no interior do material. r http://www. Para esse tipo de material não é suficiente conhecermos a quantidade de carga.br/tex/fis142/mod03/m_s05. a situação é bem diferente. para um material condutor não há diferença entre uma esfera e uma casca esférica. a carga elétrica se distribuirá uniformemente na superfície externa.html [13/03/2004 16:18:59] .A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA No caso de uma distribuição de cargas com simetria esférica. necessitamos conhecer a densidade de carga no interior do material. ela fica onde a colocamos. uma esfera dielétrica pode ser bastante diferente de uma casca esférica. r Material condutor . A carga não se distribui como no caso do condutor. Isto é. Material dielétrico . Numa esfera a carga ficará uniformemente distribuída na sua superfície.

(3.5). dado na eq. oca ou se temos uma simples casca esférica. O campo é igual ao de uma carga puntiforme.html [13/03/2004 16:19:01] .ufrgs. uma esfera condutora de raio R comporta-se. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.r>R. pouco importa se temos uma esfera maciça. De modo análogo ao caso da carga puntiforme. argumentos de simetria nos levam à conclusão de que o campo de uma esfera condutora tem simetria esférica.A LEI DE GAUSS ESFERA CONDUTORA Já vimos acima que no caso de material condutor.6 ESFERA CONDUTORA Capitulo 3 . qualquer que seja o objeto.if. o campo interno sempre será nulo. Portanto.br/tex/fis142/mod03/m_s06. para pontos externos. http://www.3. de modo que a melhor Gaussiana será uma esfera concêntrica com a distribuição de cargas.

ufrgs.3.if. a carga no interior do volume 4πr3/3. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. r Região II .r>R. é aquela envolvida pela superfície Gaussiana. resultando (3. r Região I .6) Portanto. ρ. então a carga será dada pelo produto da densidade pelo volume da esfera. isto é.A LEI DE GAUSS ESFERA DIELÉTRICA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. O resultado tem a mesma forma apresentada na eq.br/tex/fis142/mod03/m_s07. Se ao invés disso.7 ESFERA DIELÉTRICA Capitulo 3 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:06] . conhecermos a densidade. O campo no interior da esfera será dado por http://www. a densidade ρ. basta colocá-la no lugar de q. Q. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. Q=4πR3ρ/3. Isto é. para pontos externos.r < R A carga que aparece na lei de Gauss. é constante. (3. Se a carga total. teremos Q=4πρr3/3. dada em C/m3. na qual a densidade variasse com a distância ao centro.5). uma esfera condutora de raio R comporta-se. Se conhecemos a densidade de carga.r > Raio da distribuição (R) O cálculo é análogo ao do campo de uma carga puntiforme. for conhecida.

http://www.if.7) O variação do campo. é representada na figura abaixo.3. em função do raio.br/tex/fis142/mod03/m_s07.ufrgs.7 ESFERA DIELÉTRICA (3.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:06] .

A integral fechada da lei de Gauss pode ser desdobrada. cujo eixo coincide com o eixo da distribuição da cargas. a densidade ρ. Isto é.br/tex/fis142/mod03/m_s08. dada em C/m3.if. Argumentos de simetria permitem concluir que o campo apresenta simetria cilíndrica. Isto é. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. É óbvio que a superfície Gaussiana mais apropriada é o cilindro indicado na figura ao lado. de modo que as duas primeiras integrais são nulas. a intensidade é a mesma em qualquer ponto da superfície lateral de um cilindro.3. o campo é http://www. transformando-se numa soma de integrais de superfície. na qual a densidade variasse com a distância ao centro. ao longo das bases do cilindro e ao longo da superfície lateral.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:12] .8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Capitulo 3 . Em qualquer ponto das bases. é constante. os vetores E e dS são perpendiculares entre si. e a direção é perpendicular a esta superfície lateral. Na superfície lateral.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme.

é dado por http://www.r>R. para pontos externos. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. Portanto. uma esfera condutora de raio R comporta-se.if. Portanto.ufrgs. o campo criado por uma distribuição linear infinita. Portanto.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:12] .8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA constante e tem a mesma direção do vetor dS.3.br/tex/fis142/mod03/m_s08. a uma distância r do eixo da distribuição. A carga no interior da Gaussiana é q=λh.

if. os vetores E e dS são mutuamente perpendiculares.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . com densidade uniforme +σ.9 PLANO INFINITO DE CARGAS Capitulo 3 .ufrgs.3. conforme figura abaixo Por simetria concluise que o campo é perpendicular ao plano de cargas. o cilindro da figura acima é uma boa escolha como superfície Gaussiana.A LEI DE GAUSS PLANO INFINITO DE CARGAS Vamos considerar uma distribuição infinita de cargas. De modo análogo ao procedimento adotado no caso da simetria cilíndrica. ao longo das bases e da superfície lateral da Gaussiana Em qualquer ponto da superfície lateral. de modo que o produto http://www. e que sua intensidade é constante ao longo de qualquer plano paralelo ao plano de cargas.br/tex/fis142/mod03/m_s09. Portanto. a integral fechada pode ser desdobrada em integrais abertas.

br/tex/fis142/mod03/m_s09. quanto na base2. Por outro lado.ufrgs. tanto na base1. de modo que A carga no interior da superfície Gaussiana é q=σA.3.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . resultando (3. E é constante e paralelo a dS.9 PLANO INFINITO DE CARGAS escalar é nulo.if.9) http://www.

2 mostra parte de dois longos e finos cilindros concêntricos de raios a e b.html (1 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . Pergunta 1 q 3. com densidade linear http://www. perpendicular ao campo. Calcule o fluxo de E através da rede.1.1 Uma rede de caçar borboleta está numa região onde existe um campo elétrico uniforme.2 Uma linha infinita de cargas produz um campo de 3x104 N/C a uma distância de 3 m. Calcule a densidade linear de carga.A LEI DE GAUSS Exercicios. Os cilindros possuem cargas iguais e opostas. Pergunta 2 q 3.3 A figura 3. R.ufrgs.11 Exercicios Capitulo 3 .br/tex/fis142/mod03/m_ex. A extremidade aberta é limitada por um aro de área A.: 5x10-6 C/m Pergunta 3 q 3. como ilustra a figura 3.if.3.

apontando do centro do cilindro para fora.2 Pergunta 4 q 3.11 Exercicios λ. R:(a)E=(1/2πε0)(q/Lr). http://www.4 A figura 3. Use a lei de Gauss para mostrar que: (a) E=0 para r<a e (b) entre os cilindros Figura 3. de comprimento L. (c)idem ao ítem (a).html (2 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .3 mostra um cilindro condutor muito longo. apontando de fora para o centro do cilindro. contendo uma carga +q e envolvido por uma fina casca cilíndrica. também condutora e de comprimento L. (b)-q em cada superfície. Use a lei de Gauss para calcular: (a) o campo elétrico na região externa à casca cilíndrica. (c) o campo elétrico na região entre os cilindros. (b) A distribuição de cargas na parte interna e na parte externa da casca cilíndrica.br/tex/fis142/mod03/m_ex.3.if.ufrgs. contendo uma carga –2q.

Mostre que a uma distância r do eixo do cilindro (r<R). contém uma carga uniformemente distribuída.ufrgs.3.if.6 A figura 3. de raio R. R: σ=2mgε0tgθ/q http://www.5 Um cilindro infinitamente longo.html (3 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . Calcule a densidade superficial de carga da placa.4 mostra uma esfera com massa m e carga q. Pergunta 6 q 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex. suspensa no campo gravitacional da terra por um fio de seda que faz um ângulo θ com uma placa não condutora infinita e uniformemente carregada. σ. com densidade ρ.3 Pergunta 5 q 3.11 Exercicios Figura 3.

(b) na região entre as placas.11 Exercicios Figura 3. E=σ/ε0 no interior do capacitor.br/tex/fis142/mod03/m_ex.5 mostra duas placas infinitas com suas superfícies internas carregadas com densidades superficiais de carga +σ e -σ.4 Pergunta 7 q 3.5 http://www. R: E=0 fora do capacitor. Determine o campo elétrico: (a) na região à esquerda das placas. Figura 3.html (4 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .ufrgs.7 A figura 3. (c) na região à direita das placas.if.3.

http://www.8 Uma fina casca esférica metálica de raio ra possui uma carga qa. R: (a)E=0. (e) Use a lei de Gauss para mostrar como as cargas se distribuirão na parte interna e na parte externa da casca esférica.11 Exercicios Pergunta 8 q 3. (c) rb<r<rc. apontando para fora. (d) r>rc.9 A figura 3. (b) ra<r<rb. concêntrica com uma casca esférica condutora de raios rb e rc e carga -2q. apontando para o centro da esfera. (c)E=0.3. R: (a)E=0.6 mostra uma esfera condutora de raio ra. existe outra fina casca metálica de raio rb (rb>ra) e carga qb. (b)E=(1/4πε0r2)(qa). (b) ra<r<rb.if. (c) r>rb. Calcule o campo elétrico nas regiões em que: (a) r<ra.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_ex.html (5 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . (b)E=q/(4πε0r2). (c)E=(1/4πε0r2)(qa+qb) Pergunta 9 q 3. (d)E=q/(4πε0r2). Concêntrica com esta casca. Calcule o campo elétrico nas regiões onde: (a) r<ra. com carga +q.

6 http://www.3.ufrgs.if.11 Exercicios Figura 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex.html (6 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .

Mais importante do que isso. ∆U+∆K=0. leva ao teorema da conservação da energia cinética mais energia potencial. é dado pela integral de linha http://www. Assim. Por isso são também conhecidas como forças conservativas.POTENCIAL ELÉTRICO ENERGIA POTENCIAL Já vimos que a força eletrostática tem a mesma forma da força gravitacional.br/tex/fis142/mod04/m_s01. Vimos que o trabalho realizado sobre a massa era dado pela variação da energia cinética W = ∆K Da conservação da energia. esse tipo de força. com propriedades muito interessantes referente ao princípio da conservação da energia Vamos relembrar algumas noções fundamentais. tudo o que já aprendemos com o potencial gravitacional. Já sabemos que dada uma força central. e vice-versa. vimos que a conservação de energia manifesta-se pela transformação de energia potencial em energia cinética. conclui-se que W = . é possível definir uma função dependente da posição denominada simplesmente potencial. pode ser inteiramente transposto para o caso do potencial elétrico. Tomando como exemplo o clássico problema de uma mola e uma massa.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:31] .ufrgs.4. em movimento oscilatório. conhecida como força central.if.1) Sabemos que o trabalho para levar um objeto de uma posição i até uma posição f.∆U (4.2 ENERGIA POTENCIAL Capitulo 4 .

vejamos o caso de uma força uniforme.2 ENERGIA POTENCIAL (4.3) Este resultado é absolutamente geral. costuma-se arbitrar Uterra=0 No caso eletrostático. usase http://www. a menos que se diga o contrário.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . uma "origem".br/tex/fis142/mod04/m_s01. no caso do potencial gravitacional.1 Vamos escrever a eq.2) não depende do caminho. arbitrariamente. Um dado importante é que o trabalho calculado em (4.Ui = -Wif (4. sempre tem-se diferença de energia potencial. (4. Isso implica na possibilidade de se definir.2) onde F é a força que atua sobre o objeto.ufrgs. Figura 4. depende apenas dos pontos iniciais e finais. dl é um elemento de integração tangente ao percurso entre i e f. e sempre aponta de i para f. Para ilustrar. Por exemplo.if.1) de outra forma: Uf .4. cuja direção no plano é dada na figura abaixo. jamais energia potencial absoluta.

dada uma configuração de cargas.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:31] .2 ENERGIA POTENCIAL Ui = U? = 0 Uf = U = -W? Assim. a energia potencial desse sistema e uma carga de prova situada em determinado ponto. criadora de um campo. http://www. é o negativo do trabalho realizado pelo campo para trazer a carga de prova do infinito até o ponto considerado.br/tex/fis142/mod04/m_s01.4.if.ufrgs.

if.4) Volt (V).html [13/03/2004 16:19:33] .POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL No sistema de unidades SI. é mais conveniente trabalhar com o potencial.5) Ao invés de trabalhar com energia potencial.br/tex/fis142/mod04/m_s02.3 POTENCIAL Capitulo 4 . assim definido http://www. é dado pela elétrico é mais relação conhecido como voltagem. pode-se linguagem mostrar que a diferença de potencial popular. (4.4. potencial entre dois pontos "i" e "f". a unidade de potencial é o (4. É por isso que na Do que foi discutido acima.ufrgs.

Como dl=-dr'.if.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME O potencial no ponto P.6) Figura 4. a uma distância r da carga q.html [13/03/2004 16:19:36] .5).4.4 POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 4 .5).ufrgs. é de acordo com (4.2 Agregar carga: Positivo Negativa Testar Reiniciar Linhas de campo: http://www.br/tex/fis142/mod04/m_s03. e E é dado pela expressão (3. V?=0. mostra-se facilmente que (4.

é possível calcular o campo num ponto da linha que une as duas cargas.4)]. seguem-se as seguintes aproximações Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.ufrgs. Se r » d. também muito distante.br/tex/fis142/mod04/m_s04. Qualquer que seja o caso. Usando esta expressão para o caso do dipolo. é bastante complicado. fora dessas duas direções privilegiadas. tem-se http://www.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:41] . o que interessa é calcular o campo em pontos muito distantes. Já o cálculo num ponto qualquer. (2. Através de um cálculo similar. cujo resultado é Pelo princípio da superposição.if.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Capitulo 4 . Veremos agora que não existe dificuldade para se calcular o potencial num ponto qualquer. isto é.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UM DIPOLO No capítulo 2 calculamos o valor do campo elétrico de um dipolo num ponto da sua mediatriz [eq. em pontos cuja distância ao centro do dipolo seja muito maior do que a distância entre as cargas.4.

4.br/tex/fis142/mod04/m_s04.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .ufrgs.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Com as aproximações acima.if.7) Figura 4.3 http://www. obtém-se (4.

ao longo da qual o potencial tem o mesmo valor. Trata-se de uma superfície. http://www.6 POTENCIAL ACELERADOR Capitulo 4 . ela adquire a energia de 2000 eV.4) estabelece uma relação entre potencial e energia potencial: U = qV Isto significa que se uma carga q for submetida a um potencial V.6x10-19 J. ela adquirirá uma energia potencial U.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . em energia cinética. Essa energia é conhecida como o elétron volt.4. pelo princípio da conservação de energia.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL ACELERADOR A expressão (4.if. q=Ne. por exemplo gerado por um plano infinito de cargas. Vamos aproveitar esta simulação para introduzir o conceito de superfície eqüipotencal. a energia potencial vai transformar-se.6x10-19 C) acelerado por um potencial de 1 V.ufrgs. A primeira simulação mostra um campo uniforme. Um elétron (q=1. com carga múltipla da carga do elétron. é acelerada por um potencial de V volt. ela adquire uma energia igual a NV eV. adquire energia igual 1. Nas simulações a seguir. 1 eV = 1.br/tex/fis142/mod04/m_s05. Por exemplo. se uma partícula alfa for acelerada por um potencial de 1000 V. Se a carga tiver liberdade para se movimentar.6x10-19 J Quando uma partícula qualquer. vamos explorar o conceito de potencial acelerador.

esta carga será submetida ao campo do dipolo.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . x= 0 Iniciar Pausa y= 0 ReIniciar A simulação mostra um dipolo elétrico com as linhas de força do seu campo elétrico.3 e 4.y) no interior da moldura. este movimento. Clique no botão "iniciar" e veja que a velocidade cresce com o passar do tempo (marcado em cima. é possível obter a relação entre a carga e a massa da carga de prova. O movimento pode ser interrompido. qualitativamente. clicando em "pausa". embaixo.br/tex/fis142/mod04/m_s05. e a sua velocidade. passo a passo.02. e observe o movimento de ida e volta da carga. Use as equações 4. Coloque o cursor sobre ela e mantenha o botão do mouse pressionado. à esquerda. Nesta primeira simulação vê-se uma carga de provas. Ela inicia com V=0. Pode avançar ou retroceder.y) da carga.if. com intervalo de tempo igual a 0. Observe o movimento da carga. Com os dados obtidos nesta simulação.6 POTENCIAL ACELERADOR Iniciar Pausa <<Passo Passo>> Re-Iniciar Mostrar o campo eletrico. à esquerda). Isso acontece nesta simulação? Por que? http://www. Arraste-a com o mouse. na barra amarela. coloque x=0 e y=2. Para iniciar o aplicativo a carga deve ser colocada em algum ponto da região onde existe campo elétrico. Costuma-se dizer que uma carga de prova segue as linhas de campo.4 e demonstre que isso é verdade.4. Deixe passar um tempo superior a 1 minuto. Uma carga de prova pode ser colocada em ponto (x. lê-se a posição (x. Inicialmente. Explique. Ao clicar no botão iniciar.ufrgs.

4.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .br/tex/fis142/mod04/m_s05.if.6 POTENCIAL ACELERADOR http://www.

mostra-se que as coordenadas cartesianas do campo elétrico são obtidas a partir das seguintes relações (4.ufrgs.4. a partir do potencial.7 GRADIENTE DE POTENCIAL Capitulo 4 . o campo elétrico é dado pelo gradiente do potencial. Como exemplo.br/tex/fis142/mod04/m_s06.8) Portanto.POTENCIAL ELÉTRICO GRADIENTE DE POTENCIAL Da relação (4. segue-se que http://www. vejamos o cálculo do campo de uma carga puntiforme.if.html [13/03/2004 16:19:47] . Como o potencial só tem uma variável.5).

o campo realiza 3.br/tex/fis142/mod04/m_ex.4) ao longo de uma linha de campo elétrico.2 A densidade de carga de um plano infinito é σ = http://www.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .46 Volts.5.1 No movimento de A para B (figura 4.94 x 1019 J de trabalho sobre um elétron. Pergunta 1 q 4.POTENCIAL ELÉTRICO EXERCÍCIOS.4 Pergunta 2 q 4.46 Volts. (b) VC – VA. zero Figura 4.7 EXERCÍCIOS Capitulo 4 .VA. Quais são as diferenças de potencial elétrico: (a) VB .if.ufrgs.: 2. (c) VC – VB? R. 2.

têm cargas iguais e sinais opostos nos faces que se confrontam.3 Duas grandes placas condutoras. Supondo que o ar se torna eletricamente condutor quando a intensidade do campo elétrico ultrapassa 3 x 106 N/C. (b) Construa. paralelas entre si e afastadas por uma distância de 12 cm. http://www.ufrgs.: 8. com seu centro na origem do sistema de coordenadas. qual a menor separação possível entre as placas? Pergunta 5 q 4. no mesmo diagrama.if.7 EXERCÍCIOS 0. (b) qual é a diferença de potencial entre as placas? R.5. é colocado no plano yz.10 µC/m2.85 mm Pergunta 3 q 4. (a) Construa um gráfico do potencial V em pontos do eixo x.44 x 104 N/C.5 Um anel de raio R. Um elétron colocado no meio da distância entre as duas placas experimenta uma força de 3.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .: 2. (a) Determine o campo elétrico na posição do elétron. um gráfico da intensidade do campo elétrico E.br/tex/fis142/mod04/m_ex.4 (a) Mostre que 1 N/C = 1 V/m. 2928 Volts Pergunta 4 q 4. Qual é a distância entre as superfícies eqüipotenciais cuja diferença de potencial é de 50 V? R. (b) Estabelece-se uma diferença de potencial de 2000 V entre duas placas paralelas no ar. carregado positiva e uniformemente. em função de x.9 x 10-15 N.

br/tex/fis142/mod04/m_ex.ufrgs. Existe uma carga +q sobre a esfera interna e uma carga –q sobre a externa.5. no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb.6 Uma esfera metálica de raio Ra apóia-se sobre um pedestal isolante.7 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 4.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:51] . (a) Mostre que a ddp entre as esferas é (b) Mostre que a intensidade do campo elétrico em qualquer ponto entre as esferas é http://www.

já neste capítulo.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Capítulo 5 . dito de outra forma. que o indutor exerce um papel semelhante relativamente ao campo magnético. vamos agora prepararmo-nos para estudar as aplicações elétricas e eletrônicas.br/tex/fis142/mod05/m_s01. necessita de pelo menos um dos seguintes componentes: r r r Resistor (R). Quando uma corrente passa por essa bobina. Portanto. Mais adiante estudaremos em detalhe o resistor e o indutor.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Após a introdução dos conceitos básicos de força eletrostática.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . uma parte da energia é perdida por efeito Joule (veremos isso http://www.ufrgs. Podemos dizer. Veremos. mais adiante. é carregar duas placas paralelas com cargas iguais e de sinais contrários. tem a capacidade de acumular energia elétrica. Capacitor (C). um capacitor tem a propriedade de acumular cargas. ou. mas sem erro. O resistor serve para conduzir a corrente elétrica. fazer uma discussão geral da utilidade de cada um desses componentes. iniciando pelas aplicações mais simples.if. mas é interessante. Já vimos que uma forma de produzir campo elétrico numa região.5. campo elétrico e potencial elétrico. Qualquer circuito elétrico ou eletrônico. Quando colocado num circuito. Nesse processo. cria-se no seu interior um campo magnético. o indutor serve como um acumulador de energia magnética. de forma simples. que um indutor é simplesmente um fio condutor enrolado na forma de uma bobina. Indutor (L).

dois deles conservam energia.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:57] .br/tex/fis142/mod05/m_s01. RL. http://www. nos quais os processos de acumulação e transferência de energia serão discutidos detalhadamente.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS mais tarde).5.if. Portanto.ufrgs. Nos capítulos seguintes estudaremos circuitos RC. num circuito contendo esses três componentes. LC e RLC. enquanto o terceiro desperdiça.

CAPACITÂNCIA E CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes.if. No sistema SI. estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga.ufrgs. C. Q = CV (5.1) A constante de proporcionalidade.html [13/03/2004 16:20:06] .3 DEFINIÇÕES Capítulo 5 .5. é denominada capacitância e depende tão somente da geometria das placas. http://www. a unidade de capacitância é o Farad. conforme veremos a seguir.br/tex/fis142/mod05/m_s02. 1 F = 1 Coulomb/Volt.

Por outro lado. vamos supor que as placas sejam planos infinitos. Já vimos que a diferença de potencial entre as placas relaciona-se com o campo de acordo com a relação V=Ed. e para simplificar os cálculos. Podemos resumir essa situação.2a Figura 5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS Um capacitor de placas paralelas é esquematizado na figura 5. A figura 5. porque estamos desprezando os efeitos de borda.ufrgs.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS >--> Capítulo 5 .2(b) a idealização do plano infinito é ilustrada.if. usando a lei de Gauss determinamos que o http://www. Mesmo que elas sejam finitas.1 Figura 5. Veja que as linhas de campo são idênticas em toda a extensão do capacitor.br/tex/fis142/mod05/m_s03.2b Vejamos como calcular a capacitância.2.2(a) representa a situação real. Na figura 5. a aproximação de plano infinito pode ser usada se a distância entre as placas for muito menor do que as suas dimensões. dizendo simplesmente que efeitos de borda estão sendo desprezados.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . como são na realidade. Para todos os efeitos práticos.5. Figura 5.1. para o caso do capacitor de placas paralelas. as linhas de campo são traçadas para ilustrar o que significa desprezar efeitos de borda. enquanto na figura 5.

Portanto.1). a capacitância só depende da constante dielétrica do meio entre entre as placas. ε0. como uma aproximação).2) A relação (5. Para qualquer capacitor. o campo entre as placas será E = σ/ε0. obtém-se EAε0 = CEd. E=q/Aε0. Da relação (5.br/tex/fis142/mod05/m_s03.2) mostra que a capacitância só depende de uma constante universal. e de propriedades geométricas.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . Vejamos mais dois exemplos.ufrgs. a placa é “infinita” apenas para efeito de cálculo.5. é dada por q/A.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS campo de uma placa infinita é dado por E = σ/2ε0. e das dimensões do capacitor. onde A é a área da placa (não há inconsistência. http://www. Portanto. no caso de um par de placas com cargas iguais e de sinais contrários. de onde se obtém q = EAε0.if. a constante dielétrica no vácuo. Q = CV. Esse tipo de resultado é geral. C = ε0A/d (5. ou. σ. A densidade de carga.

5 CAPACITOR CILINDRICO Capítulo 5 . cujo resultado é (5. O cilindro interno está carregado com carga +q. Para calcular a capacitância.4) em (5. necessitamos estabelecer a relação entre potencial e carga. a capacitância de um capacitor cilíndrico será: http://www.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR CILINDRICO Vamos considerar um par de cilindros de comprimento L. e raios a e b.5. obtém-se Portanto.5).html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:27] . enquanto o externo está carregado com carga –q.3) Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.4) Substituindo (5.if.3).ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s04. Da relação (4. temos que: (5.

br/tex/fis142/mod05/m_s04.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .if.5) Figura 5.3 http://www.ufrgs.5.5 CAPACITOR CILINDRICO (5.

e mostre que a capacitância de um capacitor esférico é dado por (5.html [13/03/2004 16:21:46] .6) http://www.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR ESFÉRICO Use um procedimento análogo ao anterior.6 CAPACITOR ESFÉRICO Capítulo 5 .5.ufrgs.if.br/tex/fis142/mod05/m_s05.

7a) e (5. os circuitos elétricos e eletrônicos são constituídos de vários componentes.br/tex/fis142/mod05/m_s06. as diferenças de potencial são iguais. V1=V2=V. Da mesma forma. Pela equação (5.if.7b). A associação em paralelo é ilustrada na Figura 5.e. dado pelo pólo positivo da baterial. Q.ufrgs. é distribuída entre os capacitores. i. Veremos agora como tratar a associação de capacitores. Na ilustração. obtém-se Q1 = C1V Q2 = C2V (5. fornecida pela bateria. tem-se: http://www.4 superiores estão com o mesmo Capacitância equivalente de uma potencial. O que caracteriza esse tipo de associação é a igualdade de potencial entre as placas dos capacitores. associados de diferentes maneiras.1).7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Capítulo 5 . Uma forma simples de abordar esse tipo de problema é considerar a associação dos componentes de um mesmo tipo.. para o caso de dois capacitores. as placas Figura 5.5. Q=Q1+Q2. Assim.html (1 de 2) [13/03/2004 16:22:33] .7b) A carga. Portanto.7a) (5.4.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Em geral. na proporção de suas capacidades. as placas associação em inferiores estão com o mesmo potencial paralelo negativo. Substituindo (5.

é fácil concluir que são iguais as cargas acumuladas nas placas de todos os capacitores. se as cargas são iguais. mas as capacitâncias são diferentes. Portanto.5).8) No caso da associação em série (Figura 5. então os potenciais também serão diferentes.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Q = (C1+C2)V Portanto. (5.if. Então. com ‘n’ capacitores.5 Capacitância equivalente de uma associação em série Portanto.9) http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s06. (5.5.html (2 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . Q1 = Q2 = Q = C1V1 = C2V2 Figura 5. Ceq = C1+C2 No caso mais geral.ufrgs.

br/tex/fis142/mod05/m_s07.ufrgs. porque sendo o ar. Como o voltímetro é um dispositivo com grande resistência interna. dielétrico .6a http://www. ao invés do ar. pelo menos para efeitos práticos. Vamos discutir duas das suas experiências para investigar o efeito de diferentes dielétricos sobre o comportamento de um capacitor. Na Figura 5. em condições normais. qualquer capacitor terá um dielétrico entre suas placas.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITORES COM DIELÉTRICOS A rigor. Um voltímetro está sendo usado para medir a diferença de potencial entre as placas.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Capítulo 5 .6(a) temos um capacitor carregado com carga Q. segue-se que o capacitor está isolado. o título desta seção pode causar alguma confusão.if. a carga acumulada permanecerá constante.html (1 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . Portanto. O que se quer enfocar aqui é o que acontece quando. Figura 5. por volta de 1837. O dielétrico entre as placas é o ar. coloca-se outro dielétrico entre as placas do capacitor. Esse problema foi abordado pela primeira vez por Faraday.5.

Figura 5. e igual quantidade de cargas positivas na parte inferior. Q=CV. Como a baterial fornece uma ddp constante. Nesta experiência. A eq. de modo que a diferença de potencial entre as placas. Da eq.1).7a Figura 5.ufrgs.00054. dada pela ddp da bateria. k=1. é constante. (5. em relação à capacitância do capacitor com ar.br/tex/fis142/mod05/m_s07.7b Figura 5. Para o vácuo. C = kCar onde k é a constante dielétrica do material colocado entre as placas.5. e para o ar.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Figura 5. O campo efetivo entre as placas diminuirá. como no caso da experiência anterior.7c http://www. implica que a capacitância deve aumentar. (5.1). o capacitor está sendo carregado por uma bateria. Pelo que sabemos. como ilustrado na Figura 5.html (2 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .7(b)] resulta na redução da diferença de potencial. conclui-se que C deve aumentar.6(b). provocando a diminuição do potencial. A introdução de um dielétrico entre as placas [Figura 5.6b Suponha que um dielétrico seja colocado entre as placas.if. isso implica no aumento de Q. k=1. é fácil concluir que a polarização resultará num excesso de cargas negativas na parte superior do dielétrico. Então.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .ufrgs.5.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS http://www.if.br/tex/fis142/mod05/m_s07.

quatro possibilidades de áreas das placas. e cheque o resultado. ter acumulação de energia num capacitor é equivalente a ter acumulação de energia num campo elétrico.9 ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Capítulo 5 . é necessário realizar um trabalho. Para transferir uma carga dq de uma placa para outra. Como já vimos. com capacitância C. e quatro distâncias entre elas. (5. http://www. Suponha que um capacitor. Temos quatro dielétricos diferentes. e suas placas estejam a uma diferença de potencial V.ufrgs. Use a fórmula da capacitância de um capacitor de placas paralelas com diferentes dielétricos.br/tex/fis142/mod05/m_s08.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Como o capacitor produz um campo elétrico entre suas placas.html [13/03/2004 16:22:58] .5. contenha uma certa carga q.10) EXERCÍCIO INTERATIVO: Neste aplicativo temos um capacitor de placas paralelas.if.

5.10 EXEMPLOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXEMPLOS
Os capacitores da Figura 5.8(a), inicialmente descarregados, são carregados com a chave S aberta. Capacitâncias em µF. (a) Qual é a diferença de potencial Vab? (b) Qual é o potencial do ponto b, após a chave S ter sido fechada? (c) Quanta carga fluirá através da chave, enquanto ela estiver fechada? Quando os capacitores são carregados de acordo com a configuração da Figura 5.8(a), os capacitores 6 µF e 3 µF, à esquerda estão ligados em série, da mesma forma que os capacitores 3 µF e 6 µF, à direita.
r

Figura 5.8a

Mostre que o circuito da Figura 5.8(a) transforma-se no circuito da Figura 5.8(b). Mostre que a carga acumulada em cada capacitor da Figura 5.8(b) será 400 µC. Mostre que, enquanto a chave S estiver aberta, o potencial no ponto b será Vb=66,7 volts, e o potencial no ponto a será Va=133,3 volts. Portanto Vab=66,7 volts (resposta do ítem a).

r

Figura 5.8b
r

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.10 EXEMPLOS

Fechando-se a chave S, o circuito ficará como o representado na Figura 5.8(c).
r

Mostre que a Figura 5.8(c) transforma-se na Figura 5.8(d). Mostre a carga fornecida pela bateria será 900 µC. Mostre que V1=100 volt (resposta do ítem b). Mostre que a carga no capacitor de 6 µF [Figura 5.8(c)] é 600 µC, enquanto no capacitor de 3 µF é 300 µC. Portanto, mostre que a carga que flui através da chave S é 300 µC.

r

r

r

Figura 5.8c

Figura 5.8d

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.11 EXERCÍCIOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXERCÍCIOS.
Pergunta 1
q

5.1 Um capacitor a ar, consistindo de duas placas paralelas bastante próximas, tem uma capacitância de 1000 pF. A carga em cada placa é de 1 µC. (a) Qual é a ddp entre as placas? (b) Se a carga for mantida constante, qual é a ddp entre as placas se a separação for duplicada? R: (a)1000 Volts; (b)2000 Volts.

Pergunta 2
q

5.2 Na figura 5.9 C1=3 µF e C2=2 µF. (a) Calcule a capacitância equivalente da rede entre os pontos ‘a’ e ‘b’. (b) Calcule a carga em cada um dos capacitores C1 mais próximos de ‘a’ e ‘b’ quando Vab=900 V. (c) Com Vab=900 V, calcule Vcd. R:(a)1 µF; (b)900 µC; (c)300 Volts.

Figura 5.9
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

5.11 EXERCÍCIOS

Pergunta 3
q

5.3 Um capacitor de 1 µF e outro de 2 µF são ligados em série a uma fonte de tensão de 1200 V. (a) Determine a carga de cada um deles e a diferença de potencial através de cada um. (b) Os capacitores carregados são desligados da fonte e um do outro e religados com os terminais de mesmo sinal juntos. Determine a carga final em cada capacitor e a diferença de potencial através de cada um. R:(a)800 µC, 800 V, 400 V; (b)533,33 µC, 1066,67 µ, 533,33 V.

Pergunta 4
q

5.4 Quer-se construir um capacitor de placas paralelas, usando borracha como dielétrico, tendo esta uma constante dielétrica igual a 3 e rigidez dielétrica de 2 x 105 V/cm. A capacitância do capacitor deve ser 0,51 µF e ele deve ser capaz de suportar uma diferença de potencial máxima de 6000 V. Qual é a área mínima que as placas do capacitor podem ter? R:5,76 m2

Pergunta 5
q

5.5 Um capacitor esférico consiste de uma esfera metálica interna, de raio Ra, apoiada num pedestal isolante situado no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb. Há uma carga +Q na esfera interna e outra –Q na externa. (a) Qual é a ddp Vab entre as

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

ao longo do eixo de um tubo condutor de raio interno Rb.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:05] .6 Um cabo coaxial consiste de um cilindro condutor. (5.11 EXERCÍCIOS esferas? (b) Prove que a capacitância é R:(a)Va-Vb=(q/4πε0) (Ra+Rb)/RaRb.5). (a) Qual é a ddp entre os dois cilindros? (b) Prove que a capacitância de um comprimento L do cabo é R:Veja a resposta na apostila. suportado por discos isolantes. de raio Ra.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex. Pergunta 6 q 5. antes da eq. com densidade linear λ.if. http://www. sólido. Os dois cilindros são carregados com cargas opostas.5. interno.

e em diversos ambientes. parece caótico. quando visto microscopicamente. Cada vez que um elétron aproxima-se de um desses obstáculos da rede cristalina.br/tex/fis142/mod06/m_s01. de modo que o movimento dos elétrons. em regime estacionário. Microscopicamente. a corrente elétrica consiste num fluido de elétrons movendo-se ao longo de uma estrutura cristalina. algumas vezes retroativamente.1. havendo necessidade do uso da teoria da relatividade restrita.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:08] . Neste capítulo vamos iniciar o estudo de situações em que cargas elétricas estão em movimento. pois a situação analisada era a do equilíbrio eletrostático. Mesmo as situações em que levamos em conta movimento de cargas. Esse movimento tipo zig-zag é ilustrado na Figura 6.2 MODELO MICROSCÓPICO Capítulo 6 . Vamos cuidar de distinguir bem cada um desses casos. isso foi feito para facilitar o raciocínio. Cargas elétricas podem movimentar-se sob a ação de campos elétricos e magnéticos. ou quase estáticas. abordamos situações em que cargas elétricas são consideradas estáticas. Inicialmente vamos tratar de elétrons movendo-se em resistores.if. como no caso dos capacitores. seu movimento é desviado.ufrgs. onde são indicados o http://www.6. O estudo geral da eletrodinâmica é bastante complexo.CORRENTE & RESISTÊNCIA MODELO MICROSCÓPICO Até agora. sob a ação de um campo elétrico provido por uma bateria. A rede cristalina forma obstáculos.

À medida que a temperatura aumenta vibrações são introduzidas. As esferas http://www. a temperatura é um dos mais importantes.2 . que ilustra uma situação desordenada. onde a temperatura é absolutamente nula.1 Entre os vários fatores que afetam o movimento eletrônico num condutor.1 eles estão fixos. Veja que o canal que existia na Figura 6. no final das contas ela vai andar para a frente.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:08] Figura 6.1 estão constantemente mudando de lugar. como o indicado pela seta .1 deixa de existir na Figura 6. na Figura 6. isso representa uma situação irreal.ufrgs. A relação entre o movimento efetivo e o movimento em zig-zag. Na Figura 6. O primeiro efeito da temperatura é fazer vibrar a rede cristalina. de modo que os obstáculos ilustrados na Figura 6.br/tex/fis142/mod06/m_s01. Esta velocidade define o movimento efetivo do elétron. Teremos oportunidade de discutir isso mais adiante. Figura 6. o movimento de um elétron e a velocidade de deriva. mas é conveniente adiantar uma abordagem qualitativa a esse problema.2 MODELO MICROSCÓPICO sentido do campo elétrico.if. de modo que desordens localizadas impedem mais efetivamente o movimento eletrônico. é semelhante ao de uma pessoa que dá dois passos para a frente e um para trás.1. Neste caso. Este aplicativo simula a situação descrita acima.6. poderiam haver alguns canais de trânsito livre para o elétron.2.

6. o cursor da barra abaixo da modura. deslocando para a direita.2 MODELO MICROSCÓPICO amarelas representam os átomos na rede cristalina.br/tex/fis142/mod06/m_s01. http://www. use uma corrente baixa. Para observar com mais precisão.ufrgs. e os pontos vermelhos representam os elétrons livres. Aumente o valor da corrente.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:08] .

há uma relação muito importante entre a densidade de corrente e a velocidade de deriva. e a carga total no segmento de condutor será ∆q = neAL Um elétron percorrerá este segmento no intervalo de tempo http://www. como ilustrado na Figura 6.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:12] . esta é a densidade de portadores do material. Seja um segmento de condutor.http://www. Do ponto de vista microscópico.1) A corrente elétrica por unidade de área transversal define o módulo do vetor densidade de corrente J.3. (6. Isto é. L.br/tex/fis142/mod06/m_s02. Suponha que existam ‘n’ elétrons por unidade de volume. por unidade de tempo. a densidade de cargas no condutor será ‘ne’.ufrgs.CORRENTE & RESISTÊNCIA CORRENTE ELÉTRICA Define-se intensidade de corrente elétrica como a quantidade de cargas que atravessa a seção reta de um condutor. Portanto.if.ufrgs.html Capítulo 6 . (6. Vamos deduzi-la.if.br/tex/fis142/mod06/m_s02.2) Podemos relacionar essas grandezas de outra forma.

obtém-se J = neVd (6. Da definição de corrente. http://www.if. obtém-se i = ∆q/∆t = neAVd Da definição de densidade de corrente.br/tex/fis142/mod06/m_s02.http://www.html ∆t = L/Vd onde Vd é a velocidade de deriva.ufrgs.3) A corrente é o fluxo da densidade de corrente! Figura 6.3.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .br/tex/fis142/mod06/m_s02.ufrgs.if.

CORRENTE & RESISTÊNCIA RESISTÊNCIA. i J.br/tex/fis142/mod06/m_s03. V. circulará. A forma mais conhecida de (6. i.4) Essa definição significa que. e definida pela relação R = V/i (6.3. de tal modo que a relação (6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Os obstáculos impostos ao movimento eletrônico. http://www. ρ. denominada resistência. e a relação microscópica correspondente a (6.4 RESISTÊNCIA. V E. entre os extremos de um resistor.5) As grandezas relacionadas em (6.4) são todas macroscópicas e facilmente mensuráveis com um ohmímetro (para medir R).if.4) será satisfeita. uma corrente.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . R ρ A contrapartida microscópica da resistência é denominada resistividade. quando se aplica uma diferença de potencial (ddp). RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Capítulo 6 . Cada uma tem uma contrapartida microscópica.ufrgs.5) é E = ρJ (6. com um voltímetro (para medir V) ou com um amperímetro (para medir i). de modo que. são todos representados por uma propriedade mensurável.6. conforme discussão qualitativa acima.4) é V = Ri (6. R. para o segmento L da Figura 6. E e J são uniformes.6) No regime estacionário.

obtém-se http://www. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE V = LE = LρJ e i = JA Substituindo V e i na relação (6.4).3).ufrgs. E. A constante de proporcionalidade. obtém-se (6. cada elétron possui aceleração a = eE/m onde ‘e’ e ‘m’ são. O movimento eletrônico estacionário.7) mostra que a resistência de um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento.br/tex/fis142/mod06/m_s03. de tal modo que em média. tem-se que Vd = aτ = eEτ/m Usando a relação (6.4 RESISTÊNCIA. possível deduzir a relação entre a resistividade e algumas propriedades microscópicas do material.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . e α é o coeficiente de temperatura da resistividade. varia com a temperatura conforme a relação empírica ρ . e inversamente proporcional à sua seção reta.8) onde ρ0 é a resistividade medida na temperatura T0.7) A relação (6. é proporcionado pelo campo elétrico. com velocidade de deriva.if. a carga e a massa do elétron. e admitindo que a velocidade de deriva é aproximadamente igual à velocidade média entre colisões. Supondo que o tempo médio entre duas colisões do elétron com a rede cristalina seja τ. ρ.6.ρ0 = αρ0(T-T0) (6. respectivamente.

if.br/tex/fis142/mod06/m_s03.6.9) http://www.6) chega-se à relação (6.4 RESISTÊNCIA.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .ufrgs. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE E = mJ/ne2τ Finalmente. com o uso de (6.

CORRENTE & RESISTÊNCIA LEI DE OHM Costuma-se afirmar. Explique o que acontece. O que a lei de Ohm diz é que para alguns materiais. Em paralelo com o resistor. esta equação representa simplesmente a definição de resistência. Tem-se um resistor (com resistência variável) ligado a uma bateria (força eletromotriz. Coloque U=10. ou voltagem.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .ufrgs.5). e tente colocar a "voltagem máx" menor do que esse valor.6. V = Ri (6. Fixe um determinado valor da voltagem. Em série com o resistor. Diminua o valor da resistência até ela atingir 9 Ohms. tem-se um voltímetro. variável). equivocadamente. (6. Essas escalas definem os valores máximos que os equipamentos podem medir.1000 V) e outra para o amperímetro (1 mA . Na parte de cima do painel verde.if. tem-se um amperímetro. equipamento usado para medir diferenças de potencial (por que ele é ligado em paralelo?). a razão entre ‘V’ e ‘i’ é constante.5 LEI DE OHM Capítulo 6 .10 A).br/tex/fis142/mod06/m_s04. Vmax>10 V e Imax= 1A. Se o valor superar.5) Este aplicativo serve para explorar conceitos básicos de um circuito simples. Tente explicar qual a finalidade das escalas nos aparelhos de http://www. Explique o que acontece. ditos materiais ôhmicos. equipamento usado para medir corrente elétrica (por que ele é ligado em série com o resistor?). Na verdade. há uma escala para o voltímetro (1 . eles podem "queimar". que a lei de Ohm é expressa pela eq.

6. http://www.ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_s04.if.5 LEI DE OHM medida.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .

html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .if. i. Isso é feito às custas da energia de uma fonte.4 A expressão (6. Na seguinte demostração. no caso mais geral de metais condutores. manifesta-se sob a forma de calor no resistor. a bateria terá que fornecer uma energia dU = dqVAB = idtVAB Por definição. & POTÊNCIA Capítulo 6 . uma bateria. quando ele é atravessado por uma corrente. é também conhecida como potência Joule. R.ufrgs. no caso mais simples. podemos mudar o valor de V e R. que dá a potência dissipada num resistor.5).4.10) Fazendo uso da relação (6.11) Figura 6. a potência é dada por (6. A energia assim transferida. isto significa produzir fluxo de elétrons.br/tex/fis142/mod06/m_s05. há que se produzir um fluxo de cargas elétricas. Qual serão os valores certos para que a lampada funcione? http://www.11). no condutor da Figura 6. Se uma carga dq é transportada de A para B.6. chega-se a uma relação bastante conhecida P= Ri2 (6. & POTÊNCIA Para se produzir uma corrente elétrica.CORRENTE & RESISTÊNCIA ENERGIA.6 ENERGIA.

& POTÊNCIA http://www.br/tex/fis142/mod06/m_s05.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .if.6.6 ENERGIA.

if.7 UNIDADES NO SISTEMA SI Capítulo 6 .6.ufrgs.metro recíproca (Ω.CORRENTE & RESISTÊNCIA UNIDADES NO SISTEMA SI Grandeza Corrente Resistência Unidade Ampere (A) Ohm (Ω) Resistividade Ohm.m)-1 http://www.br/tex/fis142/mod06/m_s06.html [13/03/2004 16:23:43] .metro(Ω.m) Condutividade Ohm.

88 A.5x1018x1.8 EXEMPLO Capítulo 6 . em cada segundo. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo. a corrente será i = 5.if.1 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.6. este se ioniza. http://www.html [13/03/2004 16:23:45] .ufrgs.6x10-19 = 0.5x1018 prótons movem-se em sentidos opostos através de uma seção transversal do tubo? b) Qual é o sentido da corrente? Solução: Corrente de elétrons num sentido é igual a corrente de íons positivos no sentido contrário.br/tex/fis142/mod06/m_s07. a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXEMPLO 6. Portanto. 4x1018 elétrons e 1.

Pergunta 3 q 6.br/tex/fis142/mod06/m_ex.html (1 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .8 x 1028 elétrons livres por m3.if.1 Um fio de prata de 1 mm de diâmetro conduz uma carga de 90 C em 1h15min. Pergunta 1 q 6.88 A.5 x 1018prótons movemse em sentidos opostos através de uma seção transversal no tubo? (b) Qual é o sentido da corrente? R:(a)0.7x10-6 m/s.3 A corrente em um fio varia com o tempo segundo a http://www. (b)O sentido do movimentos dos prótons. A prata contém 5. (b)2. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo. em cada segundo.5. (a) Qual é a corrente no fio? (b) Qual é a velocidade de arrastamento dos elétrons no fio? R:(a)20 mA. Pergunta 2 q 6. este se ioniza.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXERCÍCIOS. 4 x 1018 elétrons e 1. (a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.2 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.ufrgs.11 EXERCÍCIOS Capítulo 6 .

Pergunta 4 q 6. o voltímetro V. ligado aos terminais da pilha seca da figura 6.34 C. (a) Qual é a sua resitência? (b) Um segundo fio do mesmo material tem o mesmo peso que o anterior. a leitura do voltímetro cai para 1. Figura 6. (b)120. Determine a fem e a resistência interna da pilha.5 A.52 V.1 Ω.5 http://www. mas seu diâmetro é o dobro.if.53 Ω. (b)9. R:1.html (2 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .11 EXERCÍCIOS relação i = 4 + 2t2.ufrgs.37 V e o amperímetro A lê 1. onde i é dada em ampères e t em segundos.5.25x10-2 Ω Pergunta 5 q 6.br/tex/fis142/mod06/m_ex. 0. (a) Quantos coulombs passam através de uma seção transversal do fio num intervalo de tempo entre t=5 s e t=10 s? (b) Que corrente constante transportaria a mesma carga no mesmo intervalo de tempo? R:(a)603. Qual é a sua resitência? R:(a)1.8 x 10-8 Ωm.5 Enquanto a chave S estiver aberta.67 A.5.52 V.4 Um fio de 100 m de comprimento e 2 mm de diâmetro tem uma resistividade de 4. marca 1. Quando se fecha a chave.

(b) 90 Ω.5 Ω.5. (b)10 V. Qual será a corrente quando a fonte for ligada a um resistor linear de 2 Ω? R:2. Pergunta 9 http://www. Qual é a sua resistência? R:(a)P=Vi=Ri2=V2/R.if. Pergunta 7 q 6.7 A voltagem entre os terminais de uma fonte em circuito aberto é de 10 V e sua corrente em curtocircuito é 4. (iii) ddp e resistência. (a) Qual é a resistência interna da bateria? (b) Qual é a fem da bateria? R:(a)0. (ii) resistência e corrente.6 A ddp entre os terminais de uma bateria é 8. Pergunta 8 q 6.0 A.html (3 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . quando a ddp entre os terminais é de 60 V.11 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 6.ufrgs.8 (a) Exprima a taxa de dissipação de energia num resistor em termos de (i) ddp e corrente. Quando a corrente for de 2 A no sentido inverso.5 V. quando existe na mesma uma corrente de 3 A dirigida do terminal negativo para o positivo. (b) Energia é dissipada num resistor a uma taxa de 40 W.br/tex/fis142/mod06/m_ex.22 A. a ddp torna-se 11 V.

6. (c)20 W Figura 6.html (4 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .11 EXERCÍCIOS q 6.ufrgs. (b) a taxa de dissipação de energia na bateria. (c) a taxa de dissipação de energia no resistor externo.9 No circuito da figura 6.5.6 http://www. R:(a)24 W.br/tex/fis142/mod06/m_ex.if. (b)4 W. determine: (a) a taxa de conversão de energia interna em energia elétrica dentro da bateria.

fem e resistências. o ponto A é um nó. Entende-se por malha.1.if. Elas são baseadas em princípios de conservação de energia e de carga. e suas aplicações são facilitadas se feitas a partir das regras apresentadas abaixo. Na Figura 7. incluindo vários componentes elétricos. um circuito fechado. Entende-se por nó.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS O que conhecemos como lei dos nós e lei das malhas são. no caso mais simples.1.1.2 LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS Capítulo 7 . Chama-se “queda de potencial”. entre A e B ou entre A e C. por exemplo. o ponto de encontro de três ou mais ramos de um circuito. a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito. como ilustrado na Figura 7.1 http://www. na Figura 7.html [13/03/2004 16:23:51] .ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s01. dois procedimentos para resolver circuitos elétricos simples. unindo a malha da esquerda à malha da direita. Figura 7.7. na realidade. tendo cada ramo um ou mais componentes elétricos.

como cada queda de potencial é usada nesse somatório. nas regras seguintes. o somatório das quedas de potencial deve ser nulo. e ∆V = .2b http://www.7.br/tex/fis142/mod07/m_s02.if. é porque os elétrons vão de ‘b’ para ‘a’.Ri Quando se “atravessa” uma resistência no mesmo sentido da corrente convencional.2b). a queda de potencial é positiva (Figura 7. a queda de potencial é negativa (Figura 7. Logo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:54] . indica que o circuito está A seta sendo percorrido no sentido de ‘a’ para ‘b’.2a Σ ∆V = 0 Figura7. vai de ‘a’ para ‘b’. Vejamos.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se percorre um circuito fechado. Se a corrente convencional.ufrgs. Neste caso. logo ∆V= Vb – Va. Vb<Va. indicada pela seta . Figura 7. ∆V= Va – Vb = Ri > 0 Quando se “atravessa” uma resistência no sentido contrário ao da corrente convencional.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Capítulo 7 .2a). pois os pontos inicial e o final são os mesmos.

a queda de potencial é positiva (Figura 7.7.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se “atravessa” uma fem do pólo negativo para opositivo.2d http://www.2d).2c Quando se “atravessa” uma fem do pólo positivo para o negativo.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:54] . a queda de potencial é negativa (Figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_s02. Figura 7.2c).if. Figura 7.

7.4 LEI DOS NÓS

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
LEI DOS NÓS
A segunda regra básica refere-se ao somatório das correntes, e é conhecida como lei dos nós: o somatório das correntes que entram num nó, é igual à soma das correntes que saem.

ΣIentram = ΣIsaem

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s03.html [13/03/2004 16:23:56]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA
Quando um circuito possui ‘n’ malhas, as regras acima são aplicadas a (n-1) delas, arbitrariamente escolhidas. Da mesma forma, a lei dos nós é aplicada em (n-1) nós, arbitrariamente escolhidos. Nas aplicações das regras acima, existem mais duas arbitrariedades importantes:
q

Arbitra-se o sentido em que cada malha será “percorrida”. Arbitra-se o sentido da corrente em cada trecho do circuito. Se ao final determinada corrente tiver valor negativo, é porque o sentido correto é o contrário daquele arbitrado.

q

O circuito apresentado neste aplicativo tem três malhas e dois nós. Os valores das fem's podem ser variados, entre 1 e 10 V, e as resistências variam entre 1 e 10 ohm. Isso é feito simplesmente clicando nas extremidades de cada componente. Quando uma fem atinge 1 V, o próximo clique no terminal negativo (azul) inverte seu sentido. Em cada ramo do circuito há um amperímetro, e um voltímetro é conectado em paralelo com cada resistor. Use o aplicativo para treinar a solução de circuitos com mais de uma malha. Coloque arbitrariamente alguns valores nas fem's e nos resistores e verifique se a solução do circuito coincide com os valores medidos nos amperímetros e nos voltímetros. Lembre que um circuito com 3 malhas e 2 nós implica num sistema de 3 equações e 3 incógnitas. Como temos 3 correntes e 2 voltagens, pelo menos um desses
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7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

deve ser conhecido.

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7.6 EXEMPLO 7.1

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
EXEMPLO 7.1
O circuito apresenta 2 nós e 3 malhas (ABEF, ACDF e BCDE). Portanto, teremos 1 equação com a lei dos nós e duas equações com a lei de Kirchhoff. Considerando o nó B, vê-se que a corrente I3 “entra”, enquanto I1 e I2 “saem” do nó. Assim, I3=I1+I2 [7.1(a)]

Considerando as malhas ABEF e BCDE sendo percorridas nos sentidos indicados, e as regras sobre as quedas de potencial, teremos as seguintes equações R1I1-ε1-R2I2=0 -R2I2-ε2-R3I3=0 [7.1(b)] [7.1(c)]

Suponha que R1=1 Ω, R2=2 Ω, R3=1/3 Ω, ε1=6 V e ε2=10 V, para mostrar que I1= -2 A, I2= -4 A e I3= -6 A. Como se vê, as intensidades das 3 correntes são negativas, significando que os sentidos arbitrados devem ser invertidos.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:00]

foram arbitrariamente escolhidas http://www.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:00] . as direções das correntes.7.ufrgs.1 Na figura.6 EXEMPLO 7. bem como as direções em que as malhas são “percorridas”.br/tex/fis142/mod07/m_s05.

Ri2dt e em energia acumulada no capacitor.7 CIRCUITO RC SÉRIE Capítulo 7 . onde V é a diferença de potencial entre as placas do http://www. esta realiza um trabalho dW=εdq Este trabalho transforma-se em energia dissipada no resistor. o capacitor está descarregado.7.ufrgs.if. Inicialmente. que recebe esta denominação porque o resistor e o capacitor estão em série com a fem. A partir deste momento ele começa a ser carregado pela bateria.3 Para cada carga dq fornecida pela bateria.html (1 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .CIRCUITOS ELÉTRICOS CIRCUITO RC SÉRIE A figura 7.3 mostra um circuito RC série.br/tex/fis142/mod07/m_s06. quando a chave S é conectada ao ponto ‘a’. Vamos usar o princípio da conservação da energia para determinar a equação diferencial que descreve o comportamento deste circuito. Figura 7.

ufrgs.4) tem uma componente exponencial. Figura 7.7 CIRCUITO RC SÉRIE capacitor.3) O crescimento da carga no capacitor (figura 7.7. εC.if. ela só atingirá seu valor final.4) Decorrido um longo intervalo de tempo (p. Quando t=RC. Levando em conta que . a http://www.3) obtém-se (7.. obtém-se (7. de modo que.4 Para cada circuito RC há um tempo característico. A partir de (7. Pela conservação de energia. τ=RC. a carga no capacitor atinge 63% do seu valor máximo. num tempo infinito. (7.2) A eq.2) tem como solução q(t) = εC(1 – e-t/RC) (7. t=10RC)). rigorosamente. denominado constante de tempo capacitiva.ex.html (2 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .br/tex/fis142/mod07/m_s06.

2) obtém-se (7. q(t) = εCe-t/RC (7. A partir deste momento inicia-se o processo de descarga do capacitor. Analise os resultados obtidos e descreva o que observou. O resitor tem resistência de 100 kΩ e o capacitor uma capacitância de 100 µF.7.7 CIRCUITO RC SÉRIE chave S é desconectada de ‘a’ e conectada em ‘b’. http://www. capacitor e resistor. Para iniciar o processo clique sobre a chave preta que conecta os diferentes ramos do circuito.ufrgs. Concentre sua atenção no processo de carga e descarga do capacitor.6 O aplicativo acima apresenta o comportamento de um circuito RC.if.5) Por integração direta chega-se à expressão que descreve a variação da carga durante a descarga do capacitor.5 Figura 7.6) Figura 7. Colocando-se ε=0 na eq. As barras azuis mostram o valor da ddp em cada um dos componentes: bateria. Quando o capacitor estiver mais de 99% carregado (Quando isto acontece?) mude a posição da chave e passe a descarregar o capacitor. (7.br/tex/fis142/mod07/m_s06. O gráfico apresentado é o da ddp entre as placas do capacitor.html (3 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .

7.html (4 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s06.7 CIRCUITO RC SÉRIE http://www.

7 Pergunta 3 http://www.1 Três resistores iguais são ligados em série.7. Quando se aplica uma certa ddp a esta combinação. a potência total consumida é de 10 W.7. Pergunta 1 q 7.2 (a) Determine a resistência entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da rede mostrada na figura 7.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .if.ufrgs.CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS.br/tex/fis142/mod07/m_ex. Que potência seria consumida se os três resistores fossem ligados em paralelo à mesma ddp? R:90 W. (b) Que ddp entre ‘a’ e ‘b’ resultará em uma corrente de 1 A no resistor de 4 Ω? R:(a)7 Ω. Figura 7.7 EXERCÍCIOS Capítulo 7 . Pergunta 2 q 7. (b)14 V.

A chave http://www.22 V.9 Pergunta 5 q 7. R:ε1=18 V.8 e a ddp entre ‘a’ e ‘b’.466 A.7 EXERCÍCIOS q 7. O capacitor está inicialmente descarregado.3 Determine as fem ε1 e ε2 no circuito mostrado na figura 7. (b)0.9.ufrgs.5 Considere. Figura 7.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . calcule a corrente na bateria de 12 V. C=2 µF.7.if. R=10 MΩ.4 (a) Calcule a ddp entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da figura 7. Vab=13 V Figura 7. (b) Se ‘a’ e ‘b’ forem ligados.br/tex/fis142/mod07/m_ex. ε=100 V. R:(a)Vab=0.8 Pergunta 4 q 7. ε2=7 V. na figura 7.3.

(a) Construa gráficos para i(t).6 Quantas constantes de tempo devem decorrer antes que um capacitor em um circuito RC esteja carregado com 99% de sua carga de equilíbrio? R: t = 4. ddp no resistor e ddp no capacitor para um intervalo de tempo de 60 s depois da chave ter sido ligada pela primeira vez. q(t). (b) Quanta energia é dissipada no resistor? R:(b)0.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .0997 J.7 EXERCÍCIOS é ligada na posição ‘a’ durante 20 s e depois rapidamente é ligada na posição ‘b’.605 RC http://www.br/tex/fis142/mod07/m_ex.ufrgs.7. Pergunta 6 q 7.

por volta do ano 121 DC.ufrgs.if. Existem duas formas básicas de criação de um campo magnético. A segunda forma tem a ver com o campo criado por uma carga em movimento.O CAMPO MAGNÉTICO.8. havendo um campo magnético em determinada região do espaço.2 A FORÇA DE LORENTZ Capítulo 8 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . A FORÇA DE LORENTZ Geralmente os textos introdutórios sobre magnetismo iniciam com um histórico da descoberta do fenômeno. qual a fonte de criação.1) onde v é a velocidade da carga. q. em movimento. trata-se do campo de um ímã permanente. este exercerá uma força sobre uma carga em movimento. trata-se do campo criado por uma corrente elétrica. A primeira tem a ver com a descoberta do fenômeno. ocorrida na cidade de Magnésia. Por outro lado. Tanto o Halliday-Resnick quanto o Sears-Zemanski fazem esse tipo de abordagem. dada por F = qvxB (8. Veremos logo adiante que cargas em movimento criam um campo magnético. devemos ter em mente que é impossível tratar cargas elétricas em movimento sem levar em consideração a existência do campo magnético. o que importa é que dado um campo magnético. este exerce uma força sobre uma carga. para o momento. B. Não importa.br/tex/fis142/mod08/m_s01. Do ponto de vista formal. A força magnética é nula em duas circunstâncias: http://www.

2 A FORÇA DE LORENTZ r r Carga estacionária (v=0). Velocidade paralela ao vetor campo magnético. em que temos um campo elétrico. e um campo magnético.br/tex/fis142/mod08/m_s01.ufrgs.8. No caso geral. http://www. a força sobre uma carga em movimento é dada por (8.2) A força expressa em (8. E.if.2) é conhecida como força de Lorentz.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:11] .

descobriu o elétron em 1897. é possível fazer FE=FB eE=evB v=E/B. A DESCOBERTA DO ELÉTRON A expressão (8. conforme esquematizado na figura 8. Controlando-se os parâmetros externos. B e v.2) foi usada por Thomson quando este realizava os trabalhos que resultaram na descoberta do elétron. obtém-se http://www.1. para desviar o feixe de elétrons num tubo de raios catódicos.8.if. Joseph John Thomson (18561940). Figura 8.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON Capítulo 8 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1906.O CAMPO MAGNÉTICO.ufrgs. tal que Das expressões acima.br/tex/fis142/mod08/m_s02. Thomson usou um campo elétrico perpendicular a um campo magnético. A velocidade dos elétrons resulta da aceleração através de um potencial V.1 Pela eq. E. (8.2) vê-se que a força elétrica é perpendicular à força magnética.

if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:14] .3) A razão entre a carga e a massa do elétron.ufrgs. ou de qualquer partícula carregada que penetre no tubo de raios catódicos. Estes são ajustados de tal forma que o feixe permaneça em linha reta.8.br/tex/fis142/mod08/m_s02. de tal forma que a força elétrica equilibre a força magnética.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON (8. http://www. é calculada através de parâmetros controlados experimentalmente. isto é.

é extremamente útil na indústria microeletrônica. O excesso de cargas positivas e negativas. como veremos. no sentido de cima para baixo. e cargas positivas na face superior.4 O EFEITO HALL Capítulo 8 .2 Aplicando-se um campo magnético na direção horizontal. O EFEITO HALL A expressão (8.br/tex/fis142/mod08/m_s03. conforme indicado na figura 8.2 esquematiza o arranjo experimental para o estudo do efeito Hall. com um campo elétrico conhecido como campo Hall. A figura 8. resulta numa força magnética na direção perpendicular ao movimento eletrônico. Figura 8. Tem-se uma fita condutora com seção reta A (=Ld) através da qual circula um feixe de elétrons com velocidade v. Esta força fará com que o movimento dos elétrons seja desviado para baixo.8.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . Com o tempo. qEH = qvB http://www.ufrgs. Chegará um momento em que a força Hall equilibra a força magnética.2.O CAMPO MAGNÉTICO. cargas negativas acumulam-se na face inferior.if.2) também permitiu a descoberta do efeito Hall que. funciona como um capacitor de placas paralelas.

Resulta daí que Tendo em conta que a seção reta é dada por A=Ld. (8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . pois permite a fabricação de dispositivos que dependem do tipo (elétrons ou lacunas) e da quantidade de portadores. Em primeiro lugar. http://www.ufrgs. Esses dois resultados são de extrema importância na indústria eletrônica.3). e a definição da densidade de corrente.br/tex/fis142/mod08/m_s03. obtémse (8.4) fornece o valor da densidade de portadores. é possível determinar o sinal da carga dos portadores. obtém-se Por outro lado. bastando medir a diferença de potencial entre as superfícies superior e inferior. J=i/A.if. J=nqv.8.4) O efeito Hall permite a obtenção de dois resultados importantes. EH = VH/d. Em segundo lugar. (6.4 O EFEITO HALL Usando a eq. a eq.

html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Capítulo 8 .5b) http://www. que proporciona o movimento circular.1) mostra que se a velocidade da partícula tiver a mesma direção do campo magnético. MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO A eq. e outra perpendicular.3. se o ângulo entre o vetor velocidade e o vetor campo magnético for diferente de zero. a partícula movimenta-se num círculo com raio r = mv/qB (8. Este tipo de movimento é esquematizado na figura 8. Por outro lado.O CAMPO MAGNÉTICO. podemos decompor o vetor velocidade em duas direções: uma na direção de B. a força será nula. Figura 8. Como se vê a força centrípeta. é sempre composto de um movimento retilíneo uniforme e de um movimento circular.br/tex/fis142/mod08/m_s04. Isto é.3 Assim. (8. o movimento de uma partícula.5a) Da relação v=ωr. obtém-se a velocidade angular ω = qB/m (8. de massa m e carga q.8. Portanto. é igual à força magnética.if. resultando num movimento retilíneo uniforme.ufrgs. numa região do espaço onde existe um campo magnético.

5d) (8.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .if.5c) http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s04.8. obtém-se a freqüência F = qB/2πm e o período T = 1/f = 2πm/qB (8.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Da relação ω=2πf.

A força sobre um elétron é dada por F=evB Supondo que existam N elétrons no segmento L do fio (seção reta A). A partir desses resultados. a força sobre o segmento de fio será A expressão geral é dada por http://www.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Capítulo 8 . tem-se que a densidade eletrônica será n=N/LA Sabemos que J=nev.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . é óbvio que ele exercerá uma força sobre uma corrente elétrica.ufrgs. FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Se um campo magnético exerce uma força sobre uma carga em movimento.br/tex/fis142/mod08/m_s05. temos que a força sobre um elétron será Portanto.O CAMPO MAGNÉTICO.if. logo. Vejamos como calcular esta força.

Use a equação 8.br/tex/fis142/mod08/m_s05.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:24] .if.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE (8.4.ufrgs. http://www.6) O sentido da força é obtido pela regra da mão direita para o produto vetorial. No caso da Figura 8. a força aponta para baixo. Figura 8.4 Neste aplicativo você pode visualizar o efeito de um campo magnético sobre uma corrente elétrica.6 e verifique a força que age sobre o fio em diferentes situações (invertendo o sentido da corrente e a polaridade do ímã. A força sobre o fio é conseqüência da força de Lorentz sobre cada elétron que compõe a corrente.

6 http://www. enquanto as forças F1 produzirão um torque na espira.br/tex/fis142/mod08/m_s06. vejamos a figura 8.ufrgs.if. Para melhor analisar esse torque.html Capítulo 8 . percorrida por uma corrente i.http://www. de lados a e b. conforme ilustra a figura 8.6. (8. De acordo com a eq. Vê-se facilmente que as forças F2 equilibram-se.ufrgs. as forças sobre os lados a e b são dadas por F1=iaB F2=ibB Figura 8.6).5 sob outra perspectiva. FORÇA SOBRE UMA ESPIRA DE CORRENTE Na figura 8.br/tex/fis142/mod08/m_s06.5 Forças F1 (F2) atuam em lados opostos a (b).if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:29] . Figura 8.5 mostra-se uma espira retangular. na direção indicada.O CAMPO MAGNÉTICO.

html O torque será Substituindo F1=iaB. define-se µ=NiA.br/tex/fis142/mod08/m_s06. será (8.br/tex/fis142/mod08/m_s06. o torque sobre uma espira ou sobre uma bobina. Da mesma forma. define-se seu momento de dipolo magnético µ=iA.7) http://www. para uma bobina.if. Portanto. com N espiras. τ=NiABsenθ Para uma espira.http://www. A=ab e cos θ=senθ.ufrgs.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:29] . obtém-se τ=iABsenθ Para o caso de uma bobina com N espiras.ufrgs.

mantém o http://www. “campo magnético” não é a mesma coisa que “indução magnética”! Esta equivalência é geralmente usada para simplificar.if.O CAMPO MAGNÉTICO. Sears & Zemanski coloca a questão no contexto correto. .ufrgs.br/tex/fis142/mod08/m_s07. Para avaliarmos esse nível de complexidade. para a qual torna-se indispensável o uso de um sistema de unidade.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:31] Para materiais paramagnéticos e diamagnéticos: B=µ H µ = permeabilidade magnética Para materiais ferromagnéticos: B=f(H) depende do material e do processo de magnetização. 1a edição.8 UNIDADES Capítulo 8 . p. 534): O campo magnético. e mais ainda no caso especial do magnetismo. No capítulo 41. UNIDADES Até aqui utilizamos o conceito genérico de campo magnético. ao discutir as propriedades magnéticas da matéria. Essa é uma questão bastante complicada no caso do eletromagnetismo em geral. Portanto. 3. O campo magnético é chamado de indução magnética? A confusão vem do fato que. tal como o campo elétrico. ao qual associamos o símbolo B. mas causa o mistério colocado na definição acima. Esse tratamento torna-se mais complicado quando temos de abordar uma situação prática. vejamos o que está escrito em Sears & Zemanski (Vol.8. na prática. r H está relacionado com a corrente que o produz. é um campo vetorial e seu valor e orientação em qualquer ponto são especificados por um vetor B chamado indução magnética.

onde 1 T = 104 G = 1 Weber/m2.ufrgs. No sistema SI.br/tex/fis142/mod08/m_s07. http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:31] . Por outro lado. r B depende tanto da corrente quanto da magnetização do meio.if. a unidade de B é o Tesla (T). a unidade de H é A/m no sistema SI e Oersted (Oe) no sistema CGS (1 A/m = 4πx10-3 Oe). enquanto no sistema CGS.8 UNIDADES leitor confuso ao longo de 4 capítulos. sua unidade é o Gauss (G).8.

8.br/tex/fis142/mod08/m_s08.9 EXEMPLO 8. até Figura 8. de modo que facilmente obtém-se http://www. conforme a eq. (8. a partícula terá adquirido energia pela aceleração através do potencial V. Sob a ação da força magnética a partícula percorrerá o semi-círculo indicado na figura.O CAMPO MAGNÉTICO. a partícula terá adquirido velocidade v. perpendicularmente dirigido para fora do papel. a partícula estará sujeita à força magnética.7.1 Capítulo 8 . é acelerada através de um potencial V antes de penetrar numa região onde existe um campo magnético B. a uma distância x do ponto de entrada.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . uma partícula de massa m e carga +q. satisfazendo as seguintes relações: E=qV=½mv2 Ao penetrar na região do campo magnético.ufrgs.1).1 Um exemplo clássico de força magnética sobre uma partícula em movimento é o espectrômetro de massa. Antes de penetrar na região do campo magnético.7 tocar no anteparo. EXEMPLO 8. Esta força será igualada à força centrípeta. Como esquematizado na Figura 8. Dito de outra forma.

a partir da sua carga e de parâmetros experimentais controláveis.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:34] .9 EXEMPLO 8. Use alguns valores de v e B e cheque seu resultado. B e V. Este aplicativo simula um espectrômetro semelhante a este que você acabou de estudar no exemplo 8.8. http://www.1 Portanto. Ao invés de m.ufrgs. x.br/tex/fis142/mod08/m_s08.if.1. Este é o princípio de funcionamento do espectrômetro de massa. pode-se calcular a massa da partícula. calcule o raio da órbita da partícula no interior do espectrômetro (r=x/2). medindo-se a distância do impacto.

2 A espira retangular da Figura 8.9 http://www. Sobre os lados de 6 cm. de modo que ela seja mantida na posição indicada.12 N. Portanto. Sobre os lados de 8 cm.2 T paralelo ao eixo x. com torque anti-horário.br/tex/fis142/mod08/m_s09. calcule as forças e o torque sobre a espira.ufrgs.2 Capítulo 8 . for aplicada no lado de 8 cm não-pivotado. se uma força igual a 0. a espira permanecerá na posição indicada. Elas anulam-se e não exercem qualquer torque sobre a espira. e a inferior orientada na direção –x. atuam forças F=0.O CAMPO MAGNÉTICO. orientadas de acordo com a Figura 8. Figura 8.8. atuam forças iguais 0.html [13/03/2004 16:24:36] .16 N.10 EXEMPLO 8.if.9. EXEMPLO 8.16cos(30). sendo a superior orientada na direção x. Supondo que exista um campo magnético uniforme de 0.8 Figura 8.8 é “pivotada” no eixo y e conduz uma corrente de 10 A no sentido indicado.

R:(a) 1.2 Um elétron e uma partícula α (átomo de hélio duplamente ionizado) movem-se ambos em trajetórias circulares em um campo magnético.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:39] . (b) o tempo necessário para o elétron se mover de A para B.7x103.10 Pergunta 2 q 8. Figura 8.10 tem uma velocidade v0=107 m/s.68 ns. A massa da partícula α é 6.68 x 10-27 kg.O CAMPO MAGNÉTICO. R:fe/fα=3. com a mesma velocidade tangencial.br/tex/fis142/mod08/m_ex.8.if. (b)15.14x10-3 T. Compare o número de revoluções que eles fazem por segundo. Determine: (a) o módulo e a orientação da indução magnética que fará o elétron seguir a trajetória semicircular de A a B.12 EXERCÍCIOS Capítulo 8 .ufrgs. EXERCÍCIOS. Pergunta 1 q 8. http://www. perpendicular e entrando no plano da folha.1 Um elétron no ponto A da figura 8.

4 µV. Pergunta 4 q 8.8. verifica-se que o potencial Hall é VH=45.4 T.7x108 m/s.29x10-3 m.4 Um íon de Li7 com uma carga elementar tem uma massa de 1.11 representa uma fita de cobre com as seguintes dimensões: L=2 cm e d=1 mm.ufrgs.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:39] . quando a influência simultânea de um campo elétrico de intensidade 34 x 104 V/m e de um campo magnético de intensidade 2 x 10-3 T.16 x 10-23 g. (c) Qual é o raio da órbita eletrônica. ambos normais entre si e ao feixe.if.5 A figura 8.484 m. Quando B=5 T e i=100 A. Ele é acelerado através de uma ddp de 500 V e depois penetra perpendicularmente em um campo magnético B=0. http://www. não produz deflexão alguma nos elétrons? (b) Mostre em um diagrama as orientações relativas dos vetores V. (c)0.br/tex/fis142/mod08/m_ex. Qual é o raio de sua trajetória no campo magnético. quando o campo elétrico for removido? R:(a) 1.3 (a) Qual é a velocidade de um feixe de elétrons. Qual é a concentração de elétrons livres? R: n = 3. Pergunta 5 q 8.44 x 1027 elétrons/m3.12 EXERCÍCIOS Pergunta 3 q 8. E e B. R:21.

com dimensão 5 cm x 12 cm. quando por ela passa uma corrente de 10-5 A.ufrgs. R: τ = 3.12 EXERCÍCIOS Figura 8.br/tex/fis142/mod08/m_ex.if. em um campo uniforme B=0.8.6 Qual é o torque máximo sobre uma bobina de 600 espiras.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .11 Pergunta 6 q 8.10 T.6 x 10-6 Nm http://www.

os outros dedos dão o sentido de B.ufrgs. a integral é realizada ao longo de uma linha http://www.1) onde µ0=4πx10-7 N/A2 é a permeabilidade magnética do vácuo.1). Ampère realizou outras experiências e formalizou a relação entre corrente elétrica e campo magnético. 9. Em (9. como a magnetita (Fe3O4). como ilustra a Fig. A DESCOBERTA DE OERSTED Já conhecemos o efeito do campo magnético sobre cargas em movimento e sobre correntes em circuitos elétricos. e que para o caso de um fio retilíneo.2 A DESCOBERTA DE OERSTED Capítulo 9 .1 Logo após a apresentação do trabalho de Oersted. Figura 9. Vimos que uma das fontes de campo magnético são os ímãs permanentes. Ele mostrou que o campo produzido pela corrente.A LEI DE AMPÈRE.1. O sentido do campo é dado pela regra da mão direita: com o polegar no sentido da corrente.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio. é dado pela lei que recebeu seu nome (9.if.9.br/tex/fis142/mod09/m_s01. i. Em 1819. Oersted descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético. em 1820.

onde as setas indicam produção.2 A DESCOBERTA DE OERSTED fechada arbitrária. que alguns autores denominam linha amperiana.9.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . Assim. É possível agora estabelecer um quadro conceitual relacionando esssas áreas. Figura 9. no caso estacionário.2 http://www. assim como a lei de Gauss está para a eletrostática.ufrgs. cargas em movimento produzem campo elétrico e campo magnético e podem produzir corrente elétrica. pela sua correspondência com a superfície gaussiana no caso da eletrostática.br/tex/fis142/mod09/m_s01. Portanto. a lei de Ampère está para o magnetismo.if.

html [13/03/2004 16:24:45] . CAMPO DE UM FIO RETILÍNEO INFINITO Vamos usar a lei de Ampère para calcular o campo de um fio retilíneo infinito.A LEI DE AMPÈRE.http://www. a amperiana apropriada para se calcular o valor de B a uma distância r do fio é o círculo de raio r. que também permite-nos afirmar que o campo tem o mesmo módulo em qualquer ponto do círculo.if.if. Use (9. Diz-se que o campo tem simetria axial. Este resultado é consistente com a simetria do problema.ufrgs.br/tex/fis142/mod09/m_s02. das experiências de Oersted.1) e mostre que o campo é dado por (9.ufrgs.html Capítulo 9 . que as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio. Portanto. Sabemos.2) http://www.br/tex/fis142/mod09/m_s02.

3) Valor de B para pontos externos: r maior ou igual a R É fácil mostrar que este resultado é absolutamente igual a (9. obtém-se (9. para um cilindro com raio R. obtém-se uma expressão igual a . uma com r<R.2). de raio R. com densidade uniforme.9. Portanto.A LEI DE AMPÈRE.3 Substituindo i em (9. CILINDRO INFINITO Vejamos agora o caso de um cilindo infinito. transportando uma corrente io. tem-se que Figura 9.4 CILINDRO INFINITO Capítulo 9 .2). Vamos calcular o valor de B nos dois casos. e outra com r>R. Como a densidade de corrente é uniforme.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .3 vemos uma seção reta do cilindro.ufrgs.if. Na Figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_s03. onde i será a corrente que atravessa a amperiana de raio r. Valor de B para pontos internos: r menor ou igual a R Pelo procedimento anterior. com duas amperianas. transportando http://www.

if.br/tex/fis142/mod09/m_s03.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .9. Figura 9. o campo magnético varia com a distância ao eixo do cilindro conforme a figura 9.4 CILINDRO INFINITO uma corrente i.4.4 http://www.ufrgs.

if.5.br/tex/fis142/mod09/m_s04.9.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:52] . Da mesma forma. como ilustra a Figura 9.5 Sendo d a distância entre eles. transportando correntes i1 e i2. Figura 9.ufrgs. INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Sejam dois fios infinitos e paralelos. sobre o http://www. tem-se que o fio 1 cria um campo na posição do fio 2. Este campo exercerá a força sobre o segmento L do fio 2.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Capítulo 9 .A LEI DE AMPÈRE.

Portanto. mas com sentido contrário. com módulo igual a F12.if. http://www.ufrgs.br/tex/fis142/mod09/m_s04.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:52] . os fios atraem-se.9.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS segmento L do fio 1 agirá uma força F21. É fácil mostrar que há repulsão quando as correntes circulam em sentidos opostos. quando as corrente circulam no mesmo sentido.

CAMPO DE UM SOLENÓIDE Capítulo 9 . No interior do solenóide o campo tem o sentido indicado (da esquerda para a direita).6(a). Usando argumentos de simetria é fácil mostrar que são nulos os campos entre os fios e na parte externa do solenóide.ufrgs. Figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_s05.if.6 http://www. como ilustra a Figura 9.6(b) temos um corte longitudinal do solenóide.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . Na discussão que se segue consideraremos o solenóide infinito. CAMPO DE UM SOLENÓIDE Obtém-se um solenóide quando um fio é enrolado sob a forma de uma bobina. Na Figura 9.A LEI DE AMPÈRE.

o campo magnético é perpendicular às linhas ab e cd. resultando Na região externa ao solenóide.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Vamos usar a lei de Ampère para calcular o módulo de B no interior do solenóide.ufrgs. de modo que Portanto.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . B=0. Supondo que temos n espiras por unidade de comprimento. O sentido do campo magnético no interior do solenóide pode ser determinado pela regra da mão direita: o polegar dará o sentido de B quando os outros dedos indicarem o sentido da corrente A integral fechada pode ser desdobrada. de modo que Na região interna. Assim. a integral que resta resulta em http://www. Como o solenóide tem um número infinito de espiras (na prática. um número muito grande de espiras). a corrente que entra na lei de Ampère é calculada em termos da densidade de espiras. multiplicada pelo número de espiras que atravessa a amperiana. A corrente que atravessa o retângulo abcd (a amperiana selecionada) é igual à corrente.if. a corrente que atravessa a amperiana será nLi. i.br/tex/fis142/mod09/m_s05.

A equação 9. e aquelas do solenóide com raio 6. É óbvio que isso é uma idealização.CAMPO DE UM SOLENÓIDE BL=µ0nLi Finalmente. um solenóide em que a razão entre o seu comprimento e o diâmetro da sua seção reta seja tão grande quanto possível.ufrgs. sobre as linhas de campo magnético.4 foi deduzida supondo-se um solenóide infinito. usa-se um solenóide longo. No aplicativo podemos variar o raio do solenóide. Para cada raio. mais próximo do caso ideal. Na prática. clique em iniciar e observe atentamente as linhas de campo. o campo no interior do solenóide será B=µ0ni (9.br/tex/fis142/mod09/m_s05.0? http://www. Qual a principal diferença entre as linhas de campo do solenóide com raio 2.4) Esta simulação permite visualizar o efeito geométrico de um solenóide. entre 2.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .0.if. Quanto maior esta relação.5.5 e 6. isto é.

tecle a letra A. Para desenhar todas as setas de campo. Para desenhar uma seta de campo. O arco-íris de cor ao longo da linha indica a intensidade do campo. você tem que conhecer: A tabela debaixo assume que você tem um mouse de trêsbotão.ufrgs. . clique o botão esquerdo do mouse. e possível que você so tenha um mouse de dois-botão. Em resumo: Mouse Buttons Unix Left Middle Right PC Left Alt-Left Right Indicadores de campo q q A seta que acompanha o cursor indica o campo. como é achado na maioria computadores Unix. e azul é fraco. Para simular o botão do medio. Para utilizar os seguintes applets. Exemplos Instruções Agora que você viu a lei de Ampère. você devera usar naquele caso o botão esquerdo.if. http://www. q Linhas de campo q Para desenhar uma linha de campo. vermelho é forte. Se você estiver usando um PC.A LEI DE AMPÈRE.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . enquanto oprime a tecla ALT. tecle shift-controlalt e clique o botão do mouse.br/tex/fis142/mod09/m_s06.Exemplos Capítulo 9 . você pode tentar isto.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . r r q Para apagar a amperiana e a integral. arraste o botão da esquerda. Para desenhar um círculo.. arraste o botão da esquerda teclando Ctrl.if.br/tex/fis142/mod09/m_s06. the pain. clique o botão esquerdo novamente. Thin Wires Oh.. the pain. O aplicativo calcula e imprime a integral de linha do campo ao longo da amperiana traçada. a tecla backspace.ufrgs. Apagando q Para apagar as linhas. http://www.Exemplos Amperianas q Desenhando uma amperiana: : r Para desenhar um retângulo. tecle a letra E. ou Del..

EXERCÍCIOS.ufrgs.A LEI DE AMPÈRE. perpendicular à linha que une os fios e apontando para a direita de quem olha.7. conforme figura 9. Se os fios conduzem correntes iguais em sentidos opostos. (b)B=µ0i/3πa.br/tex/fis142/mod09/m_ex.html (1 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . Figura 9.EXERCÍCIOS Capítulo 9 .7 Pergunta 2 http://www. qual é o campo magnético no plano dos fios em um ponto (a) a meia distância entre eles e (b) a uma distância 'a' acima do fio superior? R:(a)B=µ0i/πa.1 Dois longos fios retilíneos e paralelos estão separados por uma distância 2a.if. Pergunta 1 q 9.

Uma espira retangular.br/tex/fis142/mod09/m_ex.3 Suponha que na figura 9.92x10-4 N/m. R:B=µ0ia/ π(a2+x2).if. cujos lados maiores são paralelos ao fio.html (2 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . paralelo aos outros dois. se a corrente nele entra no plano da folha. apontando para baixo. perpendicular ao fio. R:7.EXERCÍCIOS q 9. passando pelo ponto P e que cada fio conduza uma corrente I=20 A. Considere a=30 cm e x=40 cm. Determine o módulo e a orientação da força por unidade de comprimento que atua sobre o terceiro fio. calcule o campo magnético resultante no ponto P.2 Ainda em relação à figura 9.7 exista um terceiro fio longo e retilíneo. http://www. R:1.2x10-4 N.ufrgs. Pergunta 3 q 9.8 conduz uma corrente de 20 A.7. apontando para a esquerda de quem olha. Pergunta 4 q 9. Determine o módulo.4 O fio longo e retilíneo da figura 9. conduz uma corrente de 10 A. a direção e o sentido da força resultante exercida sobre a espira pelo campo magnético do fio. perpendicular ao fio.

Correntes uniformes e opostas.8 Pergunta 5 q 9. de valor I. (c) b<r<a.5 A figura 9. (d) r>a. (c)B=µ0i(a2-r2)/ 2πr(a2-b2). anti-horário.EXERCÍCIOS Figura 9.ufrgs. Encontre expressões para B(r) nas regiões em que: (a) r<c. (d)B=0.if. b.html (3 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .br/tex/fis142/mod09/m_ex. se a corrente interna estiver saindo da folha. R:(a)B=µ0ir/2πc2. Seus raios (a. http://www. existem nos dois condutores. (b)B=µ0i/2πr.9 mostra um corte transversal de um condutor longo de um tipo denominado cabo coaxial. anti-horário. (b) c<r<b. c) são mostrados na figura. anti-horário.

if.EXERCÍCIOS Figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_ex. A camada interna consiste de 300 espiras e a externa. de 250.html (4 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . A corrente é de 3 A no mesmo sentido em ambas as camadas.ufrgs. Qual é o valor do campo magnético em um ponto próximo do centro do solenóide? R:0. http://www.9 Pergunta 6 q 9.6 Constrói-se um solenóide de 30 cm de comprimento com duas camadas de enrolamento de fio.07 T.

Os elétrons livres da placa estarão submetidos a uma força magnética dada por F = evB cujo sentido aponta para baixo. Diz-se que essa fem foi induzida pelo movimento das cargas. Na década de 1830. Figura 10. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Com a descoberta de Oersted e a lei de Ampère aprendemos que uma corrente elétrica origina um campo magnético. Uma placa metálica é deslocada.10. Isto é. com velocidade uniforme. Isso é possível através do surgimento de uma força eletromotriz (fem) induzida.ufrgs. v. Faraday descobriu o inverso. Vamos examinar essa questão a partir do problema esquematizado na figura 10.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . por um agente externo qualquer (não importa qual).1 http://www. um campo magnético pode criar uma corrente elétrica.br/tex/fis142/mod10/m_s01. Vejamos quanto vale essa fem.A LEI DE FARADAY.if. Nesta região do espaço existe um campo magnético. produzindo uma fem. Logo haverá um excesso de carga negativa na parte inferior da placa e uma quantidade igual de carga positiva na parte superior.1. B.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Capítulo 10 . com o sentido indicado (para dentro da folha).

10. Derivando o fluxo. Isto é. a variação temporal do fluxo do campo magnético é numericamente igual à força eletromotriz induzida pelo movimento. 10.1). Quando a placa é deslocada. a corrente induzida tem o sentido indicado na fig.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA W=Fh é o trabalho necessário para transportar uma carga de uma extremidade à outra da placa. a área hachuriada varia.2. (10. Como a fem é dada por ε=W/q segue-se que ε=vBh (10. em relação a t.2.2) Figura 10. variando o fluxo de B. http://www. (10. conforme ilustra a figura 10. ΦB=Bhx.ufrgs.br/tex/fis142/mod10/m_s01.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . eq. tem-se Portanto.2 Como a carga positiva acumula-se na parte superior. através dela.if. Vamos imaginar que a placa metálica desliza sobre um trilho metálico.1) Analisemos o mesmo problema de outra forma.

Vejamos agora a fem induzida pela lei de Faraday.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . apresentam resultados idênticos àqueles obtidos com a lei de Faraday. O que discutimos acima foi a fem induzida pelo movimento.ufrgs.br/tex/fis142/mod10/m_s01. Por causa disso. com a fem induzida pela lei de Faraday. http://www.1) e (10.10.if. costuma-se confundir a fem induzida pelo movimento.2).2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA As equações (10.

Em (a) o módulo de B cresce com o tempo. Numa tradução livre. Faraday mostrou que no primeiro caso. Em 1831.3.3 LEIS DE FARADAY E LENZ Capítulo 10 .br/tex/fis142/mod10/m_s02. Lenz estabeleceu a lei que permite interpretar o significado do sinal negativo em (10. enquanto em (b) ele decresce. a lei é a seguinte: O sentido da fem induzida é aquele que tende a se opor à variação do fluxo magnético através da espira. A fem induzida é dada por (10. enquanto no segundo caso ela circula no sentido horário. a corrente induzida circula no sentido antihorário. 10.10.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:59] .3) é a seguinte Em 1834. LEIS DE FARADAY E LENZ Na fig.3(a) o fluxo magnético está http://www.3) Outra forma de apresentar a equação (10.3). Na fig.if. 10. uma espira metálica é colocada (imóvel) numa região onde existe um campo magnético variável.ufrgs.A LEI DE FARADAY.

de modo a opor-se à diminuição do seu fluxo.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:59] . Na fig. A corrente induzida terá o sentido anti-horário para criar um campo magnético contrário ao campo B e oporse à variação do fluxo magnético.10. Figura 10. http://www. Você também pode arrastar a barra arrastando-a com o mouse.3 LEIS DE FARADAY E LENZ crescendo.3(b) o fluxo magnético está decrescendo.br/tex/fis142/mod10/m_s02.if.ufrgs.3 Demonstração Tecle o botão iniciar e observe o movimento da barra. 10. de modo que a corrente no sentido horário produzirá um campo magnético no mesmo sentido do campo aplicado.

A LEI DE FARADAY.4 Pergunta 2 http://www.EXERCÍCIOS Capítulo 10 .0 s. (b) Determine o sentido da corrente através de R.if.html (1 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . o fluxo magnético que atravessa a espira cresce com o tempo de acordo com a expressão ΦB=6t2+7t.br/tex/fis142/mod10/m_ex. (a) calcule o módulo da fem induzida na espira quando t=2.1 Na figura 10. Figura 10.ufrgs. onde ΦBé dado em miliwebers e t em segundos. (b)Horário.4. EXERCÍCIOS. Pergunta 1 q 10. R:(a)31 mV.

ufrgs.if. Figura 10.87t. (b)21. independentemente do modo pelo qual B variou neste mesmo intervalo.5 representa uma espira quadrada (lado igual a 2.5 http://www. cuja resistência interna é desprezível. tanto em módulo quanto em direção.74 V.2 Seja ΦB(0) o fluxo magnético para t=0. (a) Qual é o sentido da corrente que passa através da bateria? (b) Qual é a fem total através do circuito? R:(a)Anti-horário.EXERCÍCIOS q 10.4.html (2 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .3 A figura 10.0 m) perpendicularmente disposta em relação um campo magnético B. A espira contém uma bateria de 20 V. Pergunta 3 q 10. O módulo do campo magnético varia de acordo com a relação B=0.042-0. na figura 10. sendo que metade da espira está no interior da região onde existe o campo. Suponha que o campo magnético esteja variando de forma contínua mas não especificada. (a) Mostre que a carga total q(t) que passou através do resistor R no tempo t é q(t) = 1/R [ΦB(0) -ΦB(t)].br/tex/fis142/mod10/m_ex. de modo que num instante t o fluxo seja dado por ΦB(t). sendo B dado em Tesla e t em segundos.

anti-horário.html (3 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . (b) 5 mV/m.br/tex/fis142/mod10/m_ex. Um campo magnético B=0.6.2 m/s de cima para baixo.2 Wb.0 s e (b) a fem induzida no triângulo neste instante.7 decresce à taxa de 0. (a) Qual é a fem induzida no anel condutor circular de raio igual a 10 cm? (b) Quais são o módulo e a orientação do campo elétrico induzido em qualquer ponto desse anel? (c) Qual é a corrente induzida no anel. Uma barra condutora em contato com os trilhos parte do vértice no instante t=0 e se move com velocidade constante v=5.EXERCÍCIOS Pergunta 4 q 10. (c) Como a fem induzida no triângulo varia com o tempo? R:(a) 85. Calcule: (a) o fluxo magnético através do triângulo isósceles formado pelos trilhos e a barra no instante t=3.35 T aponta para fora da página. http://www.5 mA.5 O campo B na figura 10. como ilustra a figura 10. (c) ε(t)=2Bv2t.ufrgs.8 V. Figura 10. (c) 1.4 Dois trilhos condutores retilíneos formam um ângulo reto no ponto de junção entre suas extremidades. se sua resistência vale 2 Ω? R:(a) 3 mV.if.1 T/s.6 Pergunta 5 q 10. (b) 56.

Figura 10.8 a corrente I percorre o fio infinito na direção indicada.8 http://www.EXERCÍCIOS Figura 10. (b) 4.7 Pergunta 6 q 10.html (4 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .if. (a) Qual é o fluxo total.ufrgs. anti-horário. através da espira cujas dimensões estão indicadas na figura. e cresce constantemente à razão de 2 A/s.3µ0I/10π.6 Na figura 10. em determinado tempo t.6µ0/10π.br/tex/fis142/mod10/m_ex. (b) Qual é a fem induzida na espira? R:(a) 2.

NΦ é o fluxo magnético total através do indutor (denominação também usada para um solenóide). 9 vimos que uma corrente elétrica cria um campo magnético. A unidade de indutância no sistema SI é o Henry. http://www. definida na eq. Assim.html [13/03/2004 16:26:11] . correspondendo à capacitância. L.br/tex/fis142/mod11/m_s01. podemos definir a indutância. Portanto. calculamos o campo magnético de um solenóide. Este dispositivo está para o magnetismo. (11. Há uma completa analogia entre os dois dispositivos.1) Onde N é o número de espiras no solenóide.ufrgs. Em particular.1 INDUTÂNCIA Capítulo 11 . e i é a corrente que o atravessa.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS INDUTÂNCIA Já vimos que o capacitor é um dispositivo apropriado para gerar um campo elétrico.if. No Cap. (5.1). assim como o capacitor está para a eletricidade.11.

de modo que NΦ=nlΦ= nlBA Usando o valor de B para um solenóide infinito. obtém-se a indutância por unidade de comprimento.2 INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Capítulo 11 .br/tex/fis142/mod11/m_s02.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. Figura 11.4). A densidade linear de espiras é n. A). eq. INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Vamos usar um solenóide infinito (ou muito maior do que a área da sua seção reta.2). L/l.1 http://www.ufrgs. (9.11. assim como fizemos no Cap.html [13/03/2004 16:26:13] . (5. L/l = µ0An2 (11. Em ambas as equações temos o produto de uma constante universal (µ0 ou ε0) com parâmetros geométricos do respectivo dispositivo.if. 9. eq.2) Convém comparar este resultado com aquele obtido para a capacitância de um capacitor de placas paralelas.

3) http://www. diz-se que esta fem é auto-induzida.ufrgs.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. de acordo com a lei de Faraday. Portanto. esta.html [13/03/2004 16:26:15] .3 AUTO-INDUÇÃO Capítulo 11 . induz o surgimento de uma fem.if. Como se trata de uma fem induzida por uma corrente no próprio solenóide. tem-se uma auto-indução.11. que deve satisfazer à seguinte relação Como NΦ=Li. No momento em que se inicia a passagem da corrente. AUTO-INDUÇÃO Uma corrente elétrica percorrendo um solenóide origina um fluxo magnético.br/tex/fis142/mod11/m_s03. segue-se que (11.

dada pela eq. uma corrente surgirá no circuito. Imediatamente.εL = 0 (11. ele foi levado em conta quando se definiu o sentido de εL na fig.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:21] . tem-se ε .2 Figura 11.4) Figura 11. CIRCUITO RL Vamos usar o princípio da auto-indução para estudar o circuito RL em série.2.if. aparentemente o sinal negativo da eq.3 Observe que na equação acima. o indutor reagirá.br/tex/fis142/mod11/m_s04.11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. No momento em que a chave S. (11.4 CIRCUITO RL Capítulo 11 . 11. for ligada na posição ‘a’.3) não foi levado em conta. Na verdade.Ri .ufrgs. (11. http://www.2. Aplicando a regra de Kirchhoff na malha externa (chave ligada em ‘a’). produzindo uma fem εL.3). na figura 11.

11.4 CIRCUITO RL

Figura 11.4 A eq. (11.4) é formalmente idêntica à eq. (7.2), para o circuito RC série. Assim, a solução para a eq. (11.4) será obtida a partir da eq. (7.2), substituindo-se os elementos correspondentes, de acordo com a tabela abaixo. Circuito RC Circuito RL R 1/C εC RC Portanto, L R ε/R L/R

(11.5) O comportamento da corrente, descrito pela eq. (11.5), é ilustrado na fig. (11.3). Este comportamento é similar ao comportamento da carga no capacitor do circuito RC. A corrente de saturação, ε/R, ocorre quando o indutor entra em “curto”. Em t=0, i=0, o que significa circuito “aberto”. Portanto o comportamento do indutor é o contrário do comportamento do capacitor.

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11.4 CIRCUITO RL

t=0 Capacitor Indutor “curto-circuito” “circuito aberto”

t0 “circuito aberto” “curto-circuito”

O fator τL=L/R é denominado constante de tempo indutiva. Quando t=τL, a corrente no circuito atinge 63% do valor de saturação. No caso do circuito RC, vimos que à medida que a carga no capacitor aumentava, aumentava a energia acumulada no capacitor (UC=½CV2=q2/2C). No caso do circuito RL, também há acumulação de energia; neste caso, tem-se acumulação de energia no campo magnético. Multiplicandose a eq. (11.4) por i, tem-se

Portanto,

Resulta daí que a energia acumulada no indutor é dada por UL=½Li2 (11.6)

Depois de um longo tempo (p. ex. t>10τL) ligado em ‘a’, a corrente atinge seu valor de saturação. Se nesse instante a chave for ligada em ‘b’, a energia será devolvida pelo indutor e consumida no resistor. Fazendo ε=0 na eq. (11.4), é fácil mostrar que a corrente fluirá de acordo com a relação

(11.7)

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DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

Capítulo 11 - OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.
DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS
A partir das energias acumuladas em campos elétricos e magnéticos, dadas pelas eqs. (5.10) e (11.6), podemos calcular as respectivas densidades de energia, isto é, energia por unidade de volume. Vejamos, inicialmente, o caso do campo elétrico. Consideremos um capacitor de placas paralelas, com área ‘A’ e distância ‘d’ entre elas. Usando a eq. (5.10), obtém-se

Tendo em conta que a capacitância de um capacitor de placas paralelas é dada por C=ε0A/d, e que V=Ed (E é o campo entre as placas do capacitor), obtém-se

Embora tenha sido deduzida para o caso particular de um capacitor de placas paralelas, a expressão acima é absolutamente geral; ela fornece a densidade de energia de um campo elétrico em determinada região do espaço, não importando como ele tenha sido produzido. Então, ao invés de desginá-la uC, convém usar a designação mais geral uE. (11.8) Para calcular a densidade de energia num campo magnético, vamos usar um solenóide infinito. Partindo das expressões
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:23]

DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

(9.4), (11.2) e (11.6), e da definição UB/Al, obtém-se

(11.9)

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através do surgimento de uma corrente contrária à corrente inicial. A partir desse momento. e vice-versa. a energia acumulada no indutor passa a se transferir para o capacitor. Um resistor no circuito da fig.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.ufrgs. O processo atinge um ponto máximo quando toda a energia do capacitor tiver sido transferida para o indutor.br/tex/fis142/mod11/m_s06. ½CV2. Neste caso. uma corrente surge no circuito.CIRCUITO LC Capítulo 11 . Através do efeito Joule. Resulta daí que a corrente é nula quando a carga no capacitor for máxima. na ausência de qualquer tipo de atrito. 11. como ilustrado na fig.if. e a corrente será máxima quando a carga no capacitor for nula. análogo ao apresentado pelo conjunto massa-mola. através da qual a energia acumulada no capacitor.5 exerce o mesmo papel que o atrito no sistema massa-mola. http://www.5. Suponhamos que inicialmente o capacitor encontra-se carregado com um potencial V. parte da energia transferida do capacitor para o indutor (e vice-versa) será consumida no resistor. Este circuito apresenta um comportamento. em termos de variação de energia. passa a se transferir para o indutor. energia potencial acumulada na mola é transformada em energia cinética da massa. 11. CIRCUITO LC Vamos analisar um circuito LC. No momento que o indutor é ligado.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .

if.ufrgs.CIRCUITO LC Figura 11.5 http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .br/tex/fis142/mod11/m_s06.

br/tex/fis142/mod11/m_s07. e Substituindo essas expressões na eq.ufrgs. (11.10).html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . onde a fem foi substituída por um capacitor. Portanto. Ele é semelhante ao circuito RL. 11. a equação que descreve o comportamento do circuito é igual à eq.6 é um exemplo sim-ples de circuito RLC. (11. substituindo-se ε por V. Figura 11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.4). (11.if.6 (11.11) A solução desta equação deve satisfazer duas propriedades: http://www. obtém-se a equação diferencial que descreve o comportamento do potencial nas placas do capacitor.10) Num instante qualquer. CIRCUITO RLC A fig.CIRCUITO RLC Capítulo 11 .

Uma solução particular que satisfaz tais condições.11). deve ter um fator de amortecimento.ufrgs. α/ω=0 ou ω>>α Sob esta condição.13) Uma situação interessante é aquela em que a oscilação é fracamente amortecida.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .if. é a seguinte: V(t)=Ae-αtcos(ωt) Da relação entre i e V. resulta que α=R/2L e (11.br/tex/fis142/mod11/m_s07. obtém-se (11.12) em (11.12) Substituindo (11. Isso acontece quando a resistência tem um valor muito pequeno.CIRCUITO RLC r r deve ser oscilatória. Dito de outra forma. http://www.14) Vamos analisar os valores de i(t) e V(t) em pontos especiais. i(t)=ACω e-αtsen(ωt) (11.

CIRCUITO RLC t=0 V(0)=A [valor máximo de V(t)] i(0)=0 t=π/2ω=1/4f=T/4 (1/4 do período de oscilação) V(π/2ω)=0 i(π/2ω)=ACω [valor máximo de i(t)] Portanto. A cada ¼ de período. http://www.br/tex/fis142/mod11/m_s07. V(t) e i(t) estão defasadas de π/2.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . toda a energia está acumulada em C. Quando i(t) é máxima. Quando V(t) é máximo.if. a energia passa de um dispositivo para o outro. toda a energia está acumulada em L.

o circuito RLC apresenta um comportamento similar ao de um circuito LC. é a freqüência do circuito LC correspondente. R=0. http://www. FREQÜÊNCIA NATURAL O circuito RLC oscila com a freqüência dada pela eq. Quando R aproxima-se de zero.ufrgs. Isto é. No limite.13).br/tex/fis142/mod11/m_s08.if. a freqüência será Esta freqüência é conhecida como freqüência natural.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. a freqüência natural de um circuito RLC. (11.FREQÜÊNCIA NATURAL Capítulo 11 .html [13/03/2004 16:26:49] .

10 s após a conexão ter sido feita.3 Uma bobina com uma indutância de 2.8x10-15 J/m3. O diâmetro do fio é 2. com ε=100 V.br/tex/fis142/mod11/m_ex.2. para que instante após a bateria ser ligada.ufrgs. Para 0.0 H e uma resitência de 10 Ω é subitamente conectada a uma bateria de resistência desprezível.2 Considere o circuito RL da fig. a energia armazenada no campo magnético do indutor terá a metade do seu valor estacionário? R:1.23 τL Pergunta 3 q 11. EXERCÍCIOS. (b) 4.5 mm e sua resistência por unidade de comprimento é de 3. 11.3 Ω/km. R:(a) 1.EXERCÍCIOS Capítulo 11 .html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. qual será a taxa http://www. Pergunta 2 q 11. Pergunta 1 q 11.if. Calcule: (a) a densidade de energia magnética e (b) a densidade de energia elétrica na superfície do fio. Em termos da constante de tempo.1 Um determinado comprimento de fio de cobre transporta uma corrente de 10 A uniformemente distribuída.02 J/m3.

Quando uma bateria de 50 V é colocada no circuito. http://www. o circuito possui uma constante de tempo τL. (a) Determine a indutância da bobina. a constante de tempo vale τC. R:(a) 1. (b)0. L=1.7. Pergunta 4 q 11. Pergunta 5 q 11. Mostre que quando a chave S3 está fechada e a outras duas estão abertas. (c) 393 W.0 mA após 5. Quando a chave S1 está fechada e as outras duas chaves abertas.042 A.125 µJ. (b) 154.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .4 Uma bobina é ligada em série a um resistor de 10 kΩ. Pergunta 6 q 11. Calcule: (a) a energia total máxima acumulada.5x10-4 J.EXERCÍCIOS com a qual: (a) a energia está sendo armazenada no campo magnético? (b) a energia térmica aparece? (c) a energia está sendo fornecida pela bateria? R:(a) 238. (b) 2.0 ms. (b) a corrente máxima que pode circular. o circuito oscila com um período .1 mH e C=4. A carga máxima em C é 3. a corrente atinge um valor de 2.5 W.0 µF. (b) Qual a energia acumulada na bobina neste momento? R:(a) 125 H. Quando a chave S2 está fechada e as outras duas abertas.5 W.6 Considere o circuito indicado na fig.5 Num circuito LC oscilante.ufrgs.0 µC.if. 11.br/tex/fis142/mod11/m_ex.

br/tex/fis142/mod11/m_ex.EXERCÍCIOS Figura 11.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .if.7 http://www.ufrgs.

O primeiro é que a experiência http://www. para propor sua teoria eletromagnética. uma tentativa natural seria escrever Há dois erros nessa equação. Lei de Gauss para a eletricidade Lei de Gauss para o magnetismo Lei de Faraday-Lenz Lei de Ampère Maxwell explorou as propriedades matemáticas dessas equações escritas na forma diferencial.br/tex/fis142/mod12/m_s01.12. Leis Experimentais Vimos e estudamos quatro leis experimentais sobre fenômenos elétricos e magnéticos. se a variação do ΦΒ origina um campo elétrico (lei de Faraday). Por exemplo. vamos fazer um exercício analítico através da exploração da simetria dessas equações.ufrgs.EQUAÇÕES DE MAXWELL.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . reproduzidas na tabela abaixo.if.1 LEIS EXPERIMENTAIS Capítulo 11 . por que não ΦE B? Para manter a simetria. Embora esse procedimento esteja fora do nosso alcance.

Vamos analisar melhor a eq. O campo E surge quando há uma corrente i carregando o capacitor. é o produto µ0ε0. aparecendo depois da outra placa. de repente “desaparece” entre as placas do capacitor.ufrgs.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . http://www.1. Esta corrente. que surgiu devido aos ajustes dimensionais. Portanto.1 LEIS EXPERIMENTAIS mostra que o sinal deve ser positivo. (12. Portanto. 12.1).br/tex/fis142/mod12/m_s01. a “lei” correta deverá ser (12. É fácil mostrar que o membro da esquerda tem unidades de µ0i. como ilustrado na fig. Uma realização experimental possível seria um capacitor com campo elétrico variável. ε0 relacionava-se com fenômenos elétricos. e µ0 relacionava-se com fenômenos magnéticos. (12.if. não existe uma lei de Lenz para a indução magnética.1). É a primeira vez que eles dois aparecem numa única equação. Pode-se mostrar que a velocidade da luz no vácuo é dada por Agora podemos escrever a lei de “Ampère . que dará origem a um campo magnético (lei de Ampère). Ela representa a inclusão da ótica na fenomenologia do eletromagnetismo.12. enquanto o da direita tem unidades de i/ε0. O segundo é um erro dimensional. mas encontramos a eq.2) É interessante observar que iniciamos tentando escrever uma “lei de Faraday-Lenz” para a indução magnética.1) Observe que o fator multiplicativo.Maxwell” (12. A equação acima tem algo diferente. Antes.

id.2).br/tex/fis142/mod12/m_s01. (12.1 Esse “mistério” é resolvido com a eq. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . conhecida como corrente de deslocamento.12.1 LEIS EXPERIMENTAIS Figura 12. é dada pelo termo . A corrente entre as placas.if.ufrgs.

html Capítulo 12 .http://www. O capacitor de placas circulares e paralelas.ufrgs. Pergunta 1 12.3 Mostre que a corrente de deslocamento num capacitor de placas paralelas pode ser escrita assim Pergunta 4 q 10.if. 12.4 Na fig.ufrgs.if. (a) Sabendo que o valor máximo da corrente de http://www. tem raio R. Pergunta 3 q 12.2. a fem é dada por ε=εmsen(ωt).html (1 de 2) [13/03/2004 16:27:19] .br/tex/fis142/mod12/m_ex.1 Mostre que tem dimensão de corrente q Pergunta 2 q 12. EXERCÍCIOS.2 Mostre que i=id.br/tex/fis142/mod12/m_ex.EQUAÇÕES DE MAXWELL.

2 http://www. (c) Mostre que o valor máximo do módulo de B entre as placas.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:27:19] . a uma distância r do eixo de simetria do capacitor é dado por µ0I/2πr.if.http://www. Figura 12.br/tex/fis142/mod12/m_ex.ufrgs.html deslocamento é I. calcule o valor máximo de dΦE/dt. (b) Mostre que a distância entre as placas do capacitor é dada por πR2ε0εmω/I.br/tex/fis142/mod12/m_ex.ufrgs.

com/en/index. Inc| Legal Notices| License| Developers http://www.java.com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Black Widow Don't get tangled in her web! Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Java Desktop System .jsp [13/03/2004 16:28:37] .Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems.The Source for Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.

.com. Note: required information is marked with an * Nature of Feedback* Name* Email If you would like us to contact you regarding your comments/suggestions.sun. Check carefully through the Help and FAQ pages. please fill out the email address field. Your Feedback * Select one Your Operating System* Select one Please provide any of the following additional information about your Operating System in the box below if applicable: 1. If you have written an applet or application using Java technology and would like it featured on Java. Windows Service Pack Number 2. you will find many answers in our FAQ or Help sections. Linux Distribution and Version 3. Contact Us Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. Other Operating System & Version (i. please submit this form.Java Technology.com Choose Language We welcome feedback! We want to know how much you like Java software as well as any issues you may encounter. Macintosh OS9) Other Operating System Info http://jal.jsp?language=en (1 de 2) [13/03/2004 16:29:02] .com. If you have a question or need an issue resolved.e.com/webapps/bugreport/contact. since we cannot respond to questions already answered on Java. We will not put you on any mailing list and we will not give your name or address to anyone.

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uninstalling and using Java Software » Error and Warning Messages » © Sun Microsystems.com Choose Language Welcome to Java™ Runtime Environment Help We appreciate your interest in Java™ technology. The JRE enables your computer to run applications and applets that use Java technology. q Related Information: Information for System Administrators Information for Software Developers Learn more about Java Technology JRE for Apple Macintosh Top Reported JRE Issues Download Instructions » Installing. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. Java.java.com is a consumer-oriented site for download and installation of the Java Runtime Environment (JRE). The Help section contains solutions for issues that you might encounter during the installation and running of the JRE.com/en/download/help/index.Java Technology Help Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.jsp [13/03/2004 16:29:10] . We highly encourage you to spend some time reading the solutions here and in the FAQ section. There are instructions for dealing with specific error messages and solutions to problems when running applications and applets written with Java technology.

The JRE enables your computer to run applications and applets that use Java technology. Java.com Choose Language Welcome to Java™ Runtime Environment Frequently Asked Questions We appreciate your interest in Java™ technology. We highly encourage you to spend some time reading the solutions here and in the Help section.com is a consumer-oriented site for download and installation of the Java Runtime Environment (JRE).Java Technology FAQ Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.jsp [13/03/2004 16:29:18] . The FAQ section contains answers to general questions related to Java technology. It also includes explanations about different applications of Java technology. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com/en/download/faq/index. q Related Information: Information for System Administrators Information for Software Developers Learn more about Java Technology JRE for Apple Macintosh Top Reported JRE Issues General Questions » Mobile Java Technology (J2ME) Questions » © Sun Microsystems. Users may find answers to questions about what Java technology is and what it can do for you.java.

Experienced Developers If you are an experienced Java developer. Sun also offers services to help get the programs you've created out into the world. Develop with Java Software It's easy for both new and experienced programmers to develop software with Java technology. we're here to help.4 platform delivers Web Services Interoperability as it introduces new Web Services. New to Java Programming Center If you've never programmed in Java before. and code development.jsp (1 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . or have only a little experience. J2EE 1.java. this is the site for you. Sun Microsystems provides resources to programmers of all levels for developing software using Java Technology. and many other new features. Submit Your Java Application http://www.com Choose Language For Developers It's not surprising that more than three million programmers worldwide are creating great software using Java technology.Learn about Java Technology. Developers Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. blogs.4 is here . you'll find a wealth of useful tips here including tutorials and code samples. Java Technology as a Gaming Platform Read a Q&A with Sun's Chief Gaming Officer to learn why Java technology is an excellent game development platform. download the SDK today. check out this source for Java technology collaboration. To get started using the new J2EE 1. If you are creating a program using Java technology. In addition.4 platform. Check out the sites below for more details. Collaborate If you would like to collaborate with others in discussion groups.get the SDK today! The J2EE 1. Java Games Community Join the open source community that estabilishes Java standard APIs for gaming software.com/en/learn/developers. Deployment. and Management APIs.

Java Everywhere Video View a cool video about all the ways Java technology is touching your life. Java Wear and Books Online Store Show the world you love Java technology! Buy clothing. Applications in the Sun Content Catalog are automatically candidates to appear in the Explore section of this Web site.jsp (2 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . Sun Java Studio The Sun Java Studio integrates Sun's world class developer tools.com Does your product use Java technology? Then you may want to host the Java Get It Now! button on your Web site and give your customers a free and easy way to get the latest version of the Java software download. Click here to read the "Download Button Permission Application/Agreement" and begin the free button registration process. Developers Mobile Phones Have you created a mobile application based on Java technology? If so.Learn about Java Technology. and industry solutions. and services into a comprehensive platform for developing and deploying services with the Sun Java Enterprise System. including a detailed technical guide. support. Applications meeting the industry-driven test criteria can be submitted into the Sun Content Catalog where they will be promoted to top-tier. if selected. global operators and handset manufacturers. and more. Don't forget to check out the special values. Desktops. click here to submit it. gifts. a PDA. or some other cool device. Link to Java. Other Sites for Developers Java Upgrade Program Read about the benefits of upgrading the MS VM to the official Sun JRE and visit the Upgrade Program Site where you'll find developer resources. http://www. and Other Devices If you've created an application for the desktop. you will be contacted to get approval to feature the application in the Explore section of this Web site. you will be contacted. JavaOne Online Experience a virtual JavaOne conference year-round with opportunities for ongoing education.com/en/learn/developers. and executive items. community interaction. Your submitted application will be reviewed and. PDAs.java. a forum. you should get enrolled in the Sun Developer Network Mobility Program and take advantage of the new Go-To-Market Services. If selected.

Developers © Sun Microsystems.Learn about Java Technology.com/en/learn/developers.jsp (3 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.java.

sun. scalable.com How To Buy | My Sun | Worldwide Sites Search » On this Site Products & Services Support & Training Solutions Downloads Documentation Research & Development News Resources for Developers System Admins Partners Executives Investors Education & Research Learn about Java Java System Sun and AMD Opteron N1 Grid Low Cost Computing © Sun Microsystems 2004 Contact | Company Info | Employment | Privacy | Terms of Use | Trademarks New from Sun Microsystems Press J2EE Platform Web Services: Build robust. the new Sun Fire V20z server delivers extreme performance at a compelling price. end-to-end business solutions with J2EE Web Services.Forbes. Z for zoom . V for value. A Mobile Media Mogul .Powered by AMD Opteron processors.com/ [13/03/2004 16:31:40] . see all news and events » see all features » http://www.com highlights Java technology as a key to the evolution of cell phones.Sun Microsystems sun.

Instructions Windows (Mozilla 1.com/en/download/manual. Once you've got Java™ software.Instructions 06/30/03 . Windows (Installation) .java. please select from the list below. use right-click to save this file to your computer. -Java.2 or Netscape 6.If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in.com Consumer Support http://www.com Consumer Support Linux (self-extracting file) . Get Java Software on CD You can also choose to receive Java software on a CD through a free subscription service or a one-time purchase. use right-click to save this file to your computer.com Choose Language To complete your download.x and higher) Macintosh (Apple Mac OS X) .If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in. Use 'Save Target As'. Use 'Save Target As'. 9) .2.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:31:54] .Instructions Solaris™ x86 (Solaris 7.Instructions Solaris™ SPARC™ (64-bit) . 8.Instructions Linux RPM (self-extracting file) . -Java.Instructions Macintosh (Apple Mac OS 9 & earlier) Instructions Solaris™ SPARC™ (32-bit) .Instructions Windows (Offline Installation) . you'll have access to a whole new world of interactivity.Instructions 06/30/03 .Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. Please note that downloads are subject to our license agreement.

Download Java Software © Sun Microsystems.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:31:54] .com/en/download/manual. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.java.

it's inside video games. and Web sites that are powered by Java technology. It's embedded in 150 million mobile phones. It's even in cars and on the planet Mars.jsp [13/03/2004 16:32:22] . Overview Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com Choose Language Java technology is computer software that helps you get connected and makes being connected more exciting. is also everywhere. © Sun Microsystems. it's in PDAs and pagers. and information you want most. handsets. It's one of the most widely recognized technology brands in the world! Look for it on games. Java technology is everywhere. Invented by Sun Microsystems in 1995. giving you the cool games.java. Java technology lets devices of all kinds run just about any kind of program. and Web sites. tools. TVs. with its well-known cup and steam. It's preinstalled on personal computers. Wherever you find the cup and steam.com/en/learn/index.Learn about Java Technology. you'll find Java technology and a great digital experience. The Java brand. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.

Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.jsp [13/03/2004 16:32:55] .Explore Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com/en/explore/index.com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Black Widow Don't get tangled in her web! Visual CAVE Where virtual reality and biology meet © Sun Microsystems.java.

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