Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade & Magnetismo

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 1

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Processos de Eletrização Condutores e Isolantes Força Eletrostática Exemplo Exercícios

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 2

Capitulo 2 - O CAMPO ELÉTRICO
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Ação a distancia Linhas de Força Campo de um Dipolo Elétrico Exemplo Exercícios

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ufrgs.html [13/03/2004 16:14:23] .A Lei de Gauss Capítulo 3 Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Fluxo do Campo Elétrico A lei de Gauss A lei de Gauss e a Lei de Coulomb Campo de uma Carga Puntiforme Distribuição Esfericamente Simétrica Esfera Condutora Esfera Dielétrica Distribuição Linear Infinita Plano Infinito de Cargas Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .if.br/tex/fis142/mod03/index. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 3 .Eletricidade.CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .

POTENCIAL ELÉTRICO Conteúdo do Capitulo q q q q q q q Energia Potencial Potencial Potencial de uma carga puntiforme Potencial de um dipolo Potencial acelerador Gradiente de potencial Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .br/tex/fis142/mod04/index.CAPES http://www.ufrgs.if.html [13/03/2004 16:14:26] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 4 Capitulo 4 .Linha 2/2003 MEC .Eletricidade.

br/tex/fis142/mod05/index.Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 5 Capítulo 5 CAPACITÂNCIA E CAPACITORES Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Componentes Elétricos & Eletrônicos Definições Capacitor de placas paralelas Capacitor cilindrico Capacitor esferico Associação de capacitores Capacitores com dielétricos Armazenando energia num campo elétrico Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.if.ufrgs.html [13/03/2004 16:14:28] .Eletricidade.

CORRENTE & RESISTÊNCIA Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q Modelo Microscópico Corrente Elétrica Resistência. Resistividade e Conductividade Lei de Ohm Energia e Potencia Unidades no Sistema SI Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 6 Capítulo 6 .html [13/03/2004 16:14:30] .if.Linha 2/2003 MEC .br/tex/fis142/mod06/index.ufrgs.Eletricidade.CAPES http://www.

CIRCUITOS ELÉTRICOS Conteúdo do Capítulo q q q q q q q Lei dos Nós & Lei das Malhas Lei das Malhas (Lei de Kirchhoff) Lei dos Nós Circuitos com mais de uma Malha Exemplo Circuito RC Série Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:33] .if.CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 7 Capítulo 7 .Eletricidade.br/tex/fis142/mod07/index.ufrgs.

Eletricidade.if.Linha 2/2003 MEC .O CAMPO MAGNÉTICO Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q A força de Lorentz A descoberta do Eletrón O Efeito Hall Movimento de uma carga num Campo Magnético Força sobre uma Corrente Força sobre uma Espira de Corrente Unidades Exemplo 8.CAPES http://www.br/tex/fis142/mod08/index.2 Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 8 Capítulo 8 .1 Exemplo 8.html [13/03/2004 16:14:35] .

if.br/tex/fis142/mod09/index.html [13/03/2004 16:14:37] .A LEI DE AMPÈRE Conteúdo do Capítulo q q q q q q q A Descoberta de Oersted Campo de um fio retilíneo infinito Cilindro Infinito Interação entre fios infinitos paralelos Campo de um Solenóide Exemplos Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .ufrgs.CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 9 Capítulo 9 .Eletricidade.

Linha 2/2003 MEC .ufrgs.CAPES http://www.if.A LEI DE FARADAY Conteúdo do Capítulo q q q Indução Eletromagnética Leis de Faraday e Lenz Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.br/tex/fis142/mod10/index.html [13/03/2004 16:14:40] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 10 Capítulo 10 .

ufrgs.if.Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:42] .CAPES http://www. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 11 Capítulo 11 -OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS Conteúdo do Capítulo q q q q q Indutância Indutância de um Solenóide Auto-indução Circuito RL Densidade de Energia em Campos Elétricos e Magnéticos Circuito LC Circuito RLC Freqüência Natural Exercícios q q q q Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .br/tex/fis142/mod11/index.Linha 2/2003 MEC .

html [13/03/2004 16:14:44] .br/tex/fis142/mod12/index. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 12 Capítulo 12 .Eletricidade.CAPES http://www.ufrgs.if.Linha 2/2003 MEC .EQUAÇÕES DE MAXWELL Conteúdo do Capítulo q q Equações de Maxwell Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .

As a result.com/en/download/windows_automatic.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. Please consult the Help or FAQ sections for assistance. http://www.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .java. you may want to perform a manual download. Java software was not installed properly. If the Java software has not begun downloading automatically. Most other issues can be resolved. You may not have the right system requirements to support Java software (see the box below). System Requirements q Windows 98 (1st and 2nd edition) or Windows ME or Windows NT (service pack 6a) or Windows 2000 (service pack 3) or Windows XP Home or Windows XP Professional (service pack 1) q q q q q You'll also need Pentium 166MHz or faster with minimum 67MB free space a minimum of 32MB of RAM.com Choose Language Windows Automated Downloads We encountered an issue while trying to automatically install Java™ software onto your machine.

com/en/download/windows_automatic.Download Java Software © Sun Microsystems. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .java.

capes. no Brasil. as atividades acadêmicas das instituições de ensino estrangeiras que não tenham sido reconhecidas pelo MEC.5. São consideradas ilegais.gov.br/ [13/03/2004 16:15:28] . POSSE Jorge Almeida Guimarães toma posse na presidência da Capes Programa de Qualificação Institucional . Aplicativo A Coordenação de Acompanhamento e Avaliação disponibiliza a cartaconsulta sobre proposta de cursos de mestrado e doutorado. Trata-se de um ano de Avaliação que atribuirá conceitos e o cronograma já estabelecido para a realização do processo deve ser seguido. não havendo possibilidade de adiamento. que os pagamentos referentes aos meses de Janeiro e Fevereiro/2004 já estão sendo regularizados. assim como o re-envio dos dados de 2001 e 2002 é dia 31 de março de 2004. Coleta de Dados A Diretoria de Avaliação informa que o prazo de entrega dos dados da Coleta relativos a 2003. 13 de março de 2004 a INFORMAÇÕES Pró-Coleta Professor Está disponível o Pró-Coleta Professor 2. Mestrados e Doutorados sem validade. Leia a íntegra da notícia.PQI Acesse o formulário referente ao Relatório de Atividades Ciências Agrárias Acesse os critérios de avaliação para a grande área (2001-2003)e os critérios específicos para avaliação de cursos novos e programas de pósgraduação entre Instituição de Ensino Superior (IES) e Instituto de Pesquisa (IP). Entrevista de Candidatos a Bolsa de Doutorado no Exterior CAPES realiza a última etapa da seleção dos candidatos a bolsas de doutorado no exterior. Confira o texto. Novos prazos para solicitação de reconhecimento dos programas e necessidade de autorização do MEC para instalação de convênios entre IES brasileiras e estrangeiras que ofertem mestrados/doutorados associados são as novidades. http://www.CAPES / MEC Sábado. Comissão Mista Capes/CNPq Apresentação do Relatório Final (Sumário Executivo) CAPES ALERTA Programa PICDT Informamos aos bolsistas do Programa PICDT. Resolução CNE/CES 001/2001 alterada pela Resolução CNE/CES 24/2002.

convém observar os seguintes aspectos: 1. editor da página Physlets.html (1 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . Nestcape Navigator ou Microsoft Internet Explorer são os navegadores mais apropriados. O conteúdo é distribuído em 12 capítulos. Davidson.Antes de Començar Informações Gerais q q Introdução Exigências de hardware e software Introdução O curso está formatado de acordo com a pedagogia construtivista. que permitiram seu uso nas condições desta disciplina.ufrgs. Eles podem ser obtidos livremente na web. Exigências de Hardware http://www. Para acessá-los. Alguns objetos de aprendizagem foram extraidos ou adaptados dos seguintes autores. diriga-se ao sumário O conteúdo é explorado através de uma variedade de objetos de aprendizagem interativos. Wolfgang Christian. Ao final apresenta-se uma lista de exercícios. Michael W. editor da página Java Applets on Physics Exigências de hardware e software Para maior eficiência. seu navegador tem que suportar Java. 2. a partir de uma abordagem baseada na solução de problemas.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01.if. editor da página Molecular Expressions: Electricity and Magnetism Walter Fendt. Para as animações.

com/ie/ para carregálo. Plugin de Java .if.com/en/download/windows_automatic. Use este endereço http://www.nestcape. Resolução mínima de 800x600 (recomendado 1024x768) pixels. Modem de 28. http://www.com para carregá-lo.Applets http://www.0 ou superior). Monitor SVGA ou compatible. 16 Mb RAM ou superior. Microsoft Internet Explorer (Versão 4. Use este endereço http://www.microsoft.Antes de Començar PC com procesador de 90 MHz ou superior.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01.html (2 de 2) [13/03/2004 16:15:31] .8 kbps ou superior Exigências de software Nestcape Navigator (Versão 4.java.ufrgs.jsp.0 ou superior).

and example problems to help you use Physlets in your teaching. Physics Applets.Physlets Home Page Welcome to the Physlets resource page.edu/Applets/Applets.davidson. Sign up on the Physlet list-server. Physlets. The applet on the right is a Physlet. It simulates the relativistic and nonrelativistic Doppler effect. Preview Physlet Physics. The Physics Teacher recently contained a feature article describing the Optics Bench Physlet.html (1 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . This book will soon be available in Spanish! For a discussion of how to use Physlets with Just-in-Time Teaching see the JiTT book. You do not need to become a Java expert in order to use Physlets. download instructions. and Problems. Exercises. For an introduction to scripting see thee Physlet book. a book of ready to run Physlet-based Illustrations. Examples from this article are available on the the Physlet Resource site. Physlets run on the Mac using OS X Panther and the latest Safari browser. and Problems see the Physlet Physics book. q For a CD containing over 800 ready to run Physlet-based Illustrations.edu http://webphysics. To learn more about Physlets you may want to: q q q q q q Attend a Physlet workshop. are small flexible Java applets designed for science education. Search the Kaiserslautern Physlet database. Send questions or comments about this site to Wolfgang Christian: wochristian@davidson. The links on the right contain tutorials. Explorations.

Physlets Home Page Since 2/1/2001 This PIRA Webring site is owned by Wolfgang Christian. < prev | List Sites | next > http://webphysics.html (2 de 2) [13/03/2004 16:16:09] .edu/Applets/Applets.davidson.

Winners came from such fields as chemistry.The Nikon Small World 2004 Calendar is printed in full color on 8. point-detection. aberration. and high efficiency of excitation. resolution. Excellent resolution. Visit our Photo Gallery for an introductory selection of images covering just about everything from beer and ice cream to integrated circuits and ceramic superconductors. muscle cells. and depth of field. and non-profit institutions. and biotechnology. We are going where no microscope has gone before by offering one of the Web's largest collections of color photographs taken through an optical microscope (commonly referred to as "photo-micro-graphs"). formulas.7 Mbytes) . The Olympus MIC-D Digital Microscope . a diatom. botany. snowflakes.Olympus has thrown the doors open to a new era in optical microscopy education with the introduction of the MIC-D inverted digital microscope.5 x 11 semi-gloss paper and spiral bound for mounting on the wall. Microscope: Basics and Beyond (50 pages. These photographs are available for licensing to commercial.The new Olympus FluoViewTM FV1000 is the latest in point-scanning.Soar through space starting at 10 million light years away from the Milky Way down through to a single proton in Florida in decreasing powers of ten (orders of magnitude). as well as from a diverse range of academic and professional disciplines. thin films. Explore the use of exponential notation to understand and compare the size of things in our world and the universe. confocal laser scanning microscopes designed for today's intensive and demanding biological research investigations. 20. and chemical crystals. condensers. Designed specifically for a wide spectrum of applications ranging The Galleries: Photo Gallery Silicon Zoo Pharmaceuticals Chip Shots Phytochemicals DNA Gallery Microscapes Vitamins Amino Acids Birthstones Religion Collection Pesticides BeerShots Cocktail Collection Screen Savers Win Wallpaper Mac Wallpaper Movie Gallery http://micro. including illumination.html (1 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . nematode worms. This year's contest drew entrants from 46 countries. and contain useful numbers. and a short bibliography. objectives. Köhler illumination.Molecular Expressions: Images from the Microscope Galleria License Info Image Use Custom Photos Partners Site Info Contact Us Publications Home Welcome to the Molecular Expressions website featuring our acclaimed photo galleries that explore the fascinating world of optical microscopy. Winning entries included several images of rat and mouse brain cells. plant hair cells.Download the latest PDF edition of Mortimer Abramowitz's renowned introduction to optical microscopy in full color. private. Powers of Ten .edu/index. eyepieces. The volume covers all of the important basic concepts. coupled to an intuitive user interface and affordability are key characteristics of this state-of-the-art optical microscopy system. Included in the calendar are the top 20 prize winners and thumbnail images from all of the 17 honorable mentions.fsu. materials research. a computer chip. Purchase Nikon's Small World 2004 Calendar . biology. numerical aperture. Numerous appendices review focusing of the microscope and oil immersion. Olympus FluoView Laser Scanning Confocal Microscopy . ranging from simple magnifiers to complex compound microscopes.magnet. bright and crisp optics.

Java-powered QX3 Computer Web Microscope .html (2 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . this versatile microscope features a palette of contrast enhancing techniques that rival many research-level instruments. This cinemicrographic collection presents time-lapse movies of various chemical compounds as they change physical states.edu/index. and photomicrography. digital imaging. This tutorial explores imaging specimens through serial z-axis optical sections utilizing a virtual confocal microscope. Explore zoom magnification. such as glass.Many stereoscopic microscopes feature the ability to perform a continuous magnification change by means of a zoom lens system placed between the objective and the eyepieces. contrast. which can be viewed in a specially designed Java client run through your Web browser at frame rates up to 18 frames/second. The thickest specimens (20 microns and above) will suffer from a tremendous amount of extraneous light in out-of-focus regions. gaseous.Join us for a microscopic examination of America's culinary favorite: the ubiquitous hamburger and French fries. or solid. Most are crystalline.(approximately a 30 second download on 28. differential interference contrast (DIC). and microscopy of living cells.fsu. Specimens having a moderate degree of thickness (5 to 15 microns) will produce dramatically improved images with either confocal or deconvolution techniques. Chemical Crystals . Stereoscopic Zoom Microscopy . Solids are characterized by strong atomic bonding and have a rigid shape.The MicroscopyU website is designed to provide an educational forum for all aspects of optical microscopy.We have teamed up with award-winning electron microscopist Dennis Kunkel to produce a virtual Scanning Electron Microscope (vSEM). Together with the scientists and programmers at Molecular Expressions.magnet. No additional software is needed. Nikon MicroscopyU . reflected light microscopy. and illumination intensity in stereoscopic microscopes with this interactive Flash tutorial. focus. and are probably best-imaged using confocal techniques. phase contrast. With this software.8K modems) Several methods have been developed to overcome the poor contrast inherent with imaging thick specimens in a conventional microscope. having a three-dimensional periodic atomic arrangement. lack this periodic arrangement and are noncrystalline. Scanning Electron Microscopy . liquid. Visitors can adjust the focus.Chemical compounds can exist in three basic phases. Gases consist of weakly bonded atoms and expand to fill any available space. Discover how this delightful classic is just as beautiful as it is tasty. but don't try this unless you have a fast connection (10 Mbits/sec Ethernet or higher).Molecular Expressions: Images from the Microscope from basic classroom instruction to more advanced laboratory analysis. Burgers 'n Fries . or amorphous. you can http://micro. We invite you to explore MicroscopyU and discover more about the exciting world of optics and microscopy. Some. Laser Scanning Confocal Microscopy .This virtual QX3 microscope is broadcasting images over the Web at 20 frames/second. Nikon microscopists and engineers are providing the latest state-of-theart information in microscope optics and imaging technology including specialized techniques such as fluorescence. Liquids have characteristics that fall in between gases and solids. and magnification of microscopic creatures viewed at thousands of times their actual size.

Our featured microscopist for Spring 2002 is noted Dutch photomicrographer Loes Modderman. trying not to be eaten. excreting.Although the human body contains over 75 trillion cells. however.This popular gallery features images of cartoon characters and other doodling placed onto computer chips by their designers. In this collection of digital movies. and photography to form her abstract photomicrographs into a colorful celebration of form and structure. eating.Explore the basic concepts in digital imaging with our illustrated discussions and interactive tutorials.fsu. and color. and reproducing. science. Pond Life . digital manipulation of images and a wide spectrum of other issues in this emerging field. this unique gallery explores many of the historic microscopes made during the last four centuries. Modderman received her first microscope by age 13 and has never lost her sense of wonder at the minute beauties available with this instrument. prisms. leading up to the use of sophisticated instruments scientists use to help them understand the world. an Optronics MagnaFire Peltier-cooled camera. Featured Microscopist . record movies. image capture.Featuring specimens collected from a wide spectrum of disciplines.magnet. and parents. the fluorescence gallery contains a variety of examples using both specific fluorochrome stains and autofluorescence. color. The program begins with basic information about lenses. Cell and Virus Structure . Visit the gallery and download a copy of our Windows screen saver containing selected images of these beautiful microscopes. are invisible until viewed under the microscope. which allowed her to meld longtime interests in nature. Concepts in Digital Imaging Technology . locomoting. observe the activities of microscopic organisms taken from a typical North Florida pond. the majority of life forms exist as single cells that perform all the functions necessary for independent existence. students. The vast majority of pond inhabitants. insects. Topics covered include CCD operation. Optics & You . Science. Images were captured utilizing either a Nikon DXM 1200 digital camera.html (3 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . and optics. Many years ago.Molecular Expressions: Images from the Microscope capture single digital images. Museum of Microscopy . Most cells are far too small to be seen with the naked eye and require the use of high-power optical and electron microscopes for careful examination. Loes initiated a series of chemical crystallization experiments. Activities are designed to promote the asking and answering of questions related to light.Take a moment to visit our in-depth http://micro.edu/index. Beneath the placid surface of any pond is a microscopic metropolis bustling with activity as tiny bizarre organisms pursue their lives. Intel Play QX3 Computer Microscope .Explore our science curriculum package being developed for teachers. or classical photomicrography on film with Fujichrome Provia 35 millimeter transparency film. Silicon Zoo . and perform time-lapse cinematography experiments. Fluorescence Microscopy Digital Image Gallery . A wide spectrum of these photomicrographs are featured in this gallery. shadows.Featuring 3-D Studio Max drawings of ancient microscopes.Freshwater ponds provide a home for a wide variety of aquatic and semiaquatic plants. art. Born in Amsterdam in 1944. and animals.

and binary digital images. Video Signal Generation . noise reduction. Astigmatism . These micrographs are intended to resemble surrealistic/alien landscapes. suggested specialized techniques.Explore microscopy of integrated circuits using real-time confocal observations at a resolution of 0. Geometrical Construction of Ray Diagrams . Creative Photomicrography . Building A Charged Coupled Device . image sampling frequency. This tutorial explores how two representative light rays can establish the parameters of an imaging scenario. Reflected Light Confocal Microscopy . Explore how images are captured and transferred to serial output registers with this interactive Java tutorial. color balance.Having the simplest architecture and being the easiest devices to build and operate. convolution kernels. The aberration is manifested by the off-axis image of a specimen point appearing as a line or ellipse instead of a point.fsu.Explore the steps utilized in the construction of a charged coupled device (CCD) as a portion of an individual pixel gate is fabricated on a silicon wafer simultaneously with thousands or even millions of neighboring elements.18 microns with this interactive Java tutorial. full-frame charged coupled devices (CCDs) feature high-density pixel arrays capable of producing digital images with the highest resolution currently available.By employing multiple exposure photomicrography. Included topics are the QX3 hardware (microscope). geometric transformation.A popular method of representing a train of propagating light waves involves the application of geometrical optics to determine the size and location of images formed by a lens or multi-lens system.Explore the basic concepts of digital image processing applied to specimens captured in the microscope.Molecular Expressions: Images from the Microscope discussion of this incredible toy microscope.magnet. Techniques reviewed include contrast. interactive microscope software. The image is sequentially scanned in narrow strips and http://micro. Full-Frame CCD Operation . compression. Intel Play QX3 Computer Microscope Simulator .Discover how the hardware and software of this amazing "toy" microscope work together to produce images that you can digitally manipulate with a personal computer. 10 Best Interactive Java Tutorials Digital Image Processing Interactive Java Tutorials . we have succeeded in generating a series of unusual micrographs which we have termed microscapes.Astigmatism aberrations are similar to comatic aberrations. spatial resolution. filtering digital images.html (4 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .edu/index. measurements. however these artifacts are not as sensitive to aperture size and depend more strongly on the oblique angle of the light beam. and digital image galleries from the QX3 microscope.A video signal is a recoverable train of electrical impulses generated by scanning a two-dimensional image produced by the optical train of a microscope. histogram manipulation. averaging.

directly onto the sensor integrated circuit. virtually noise-free modification of an image in the form of a matrix of integers instead of the classical darkroom manipulations or filtration of timedependent voltages necessary for analog images and video signals. the average user often applies operations to digital images without concern for the underlying principles behind these manipulations.fsu. every point in the specimen is represented by an Airy diffraction pattern having a finite spread. This interactive tutorial explores the relationship between the microscope image. reflect. Inexpensive CMOS image sensors are entering the field of optical microscopy in educational instruments that combine acceptable optical quality with user-friendly control and imaging software packages. white balance. Basic Concepts in Digital Image Processing .html (5 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Condenser Alignment . shuttering. exposure control.Digital image processing enables the reversible.Molecular Expressions: Images from the Microscope combined to produce the final signal. or how to take photographs with a microscope. prisms are polished blocks of glass or other http://micro.When an image is formed in the focused image plane of an optical microscope. New Microscopy Primer Entries If you need information about optical microscopy. split. Even though many image processing algorithms are extremely powerful. Introduction to Prisms and Beamsplitters . Cut and ground to specific tolerances and exact angles. scan lines. These features generally include timing logic. analog-todigital conversion.This interactive tutorial explores illumination pathways in the Olympus BX51 research-level upright microscope. but converge together and interfere near the intermediate image plane to produce a three-dimensional Fraunhofer diffraction pattern. which lie beyond the primary task of photon collection. Introduction to CMOS Image Sensors .CMOS image sensors are designed with the ability to integrate a number of processing and control functions. Fluorescence Microscope Light Pathways . then visit our Microscopy Primer for a detailed discussion. The microscope drawing presented in the tutorial illustrates a cut-away diagram of the Olympus BX51 microscope equipped with a vertical illuminator and lamphouses for both diascopic (tungsten-halogen) and epi-fluorescence (mercury arc) light sources. and the video signal.Prisms and beamsplitters are essential components that bend. The images that result from careless manipulation are often severely degraded or otherwise compromised with respect to those that could be produced if the power and versatility of the digital processing software were correctly utilized.magnet.edu/index.This tutorial demonstrates how the condenser is centered in the optical path and the size of the field diaphragm opening is determined when adjusting a microscope for proper Köhler illumination. gain adjustment. how to set up a microscope. and initial image processing algorithms. This occurs because light waves emitted from a point source are not focused into an infinitely small point by the objective. Sliders control illumination intensity and enable the visitor to select from a library of five fluorescence interference filter combinations that have excitation values ranging from the near ultraviolet to long-wavelength visible light. and fold light through the pathways of both simple and sophisticated optical systems. Airy Pattern Formation .

Image Formation .fsu. These instruments are also essential when micromanipulation of the specimen is required in a large and comfortable working space. meaning that each image point at the intermediate plane is geometrically related to a corresponding point in the specimen. Basic Microscope Ergonomics . the hand reaching high up for a focusing control. it must first be converted into a computer-readable form or digital format.In order to view specimens and record data. They are often forced to assume an awkward work posture such as the head bent over the eye tubes. The image produced by an objective lens is conjugate with the specimen. and whether they exist as black and white (grayscale) or full color. the elimination of image degrading out-of-focus information. Electronic Imaging Detectors .magnet. thus reducing the size of optical instruments.Molecular Expressions: Images from the Microscope transparent materials that can be employed to deflect or deviate a light beam. which accurately record image data by several methods. such as a sequence of electrical signal fluctuations or changes in the chemical nature of a film emulsion that vary continuously over all dimensions of the image. or disperse light into its component wavelengths. with little possibility to move the head or the body. Basic Properties of Digital Images . Stereomicroscopy . This process applies to all images. regardless the origin and complexity. the upper part of the body bent forward. and in its great number of applications in many areas of current research interest.The range of light detection methods and the wide http://micro.In the optical microscope. or for biological research that requires careful manipulation of delicate and sensitive living organisms. separate polarization states.y) coordinate system. Many prism designs can perform more than one function. rotate or invert an image. and the ability to collect serial optical sections from thick specimens. microscope operators must assume an unusual but exacting position. The wide field of view and variable magnification displayed by stereomicroscopes is also useful for construction of miniature industrial assemblies.Stereomicroscopes have characteristics that are valuable in situations where three-dimensional observation and perception of depth and contrast is critical to the interpretation of specimen structure. The key to the confocal approach is the use of spatial filtering to eliminate out-of-focus light or flare in specimens that are thicker than the plane of focus. including controllable depth of field.html (6 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Confocal microscopy offers several advantages over conventional optical microscopy. image formation occurs at the intermediate image plane through interference between direct light that has passed through the specimen unaltered and light diffracted by minute features present in the specimen. Introduction to Confocal Microscopy . which often includes changing the line of sight and simultaneously shortening the optical path. A digital image is composed of a rectangular (or square) pixel array representing a series of intensity values and ordered through an organized (x.Continuous-tone images are produced by analog optical and electronic devices.edu/index. In order for a continuous-tone or analog image to be processed or displayed by a computer. due in part to the relative ease with which extremely high-quality images can be obtained from specimens prepared for conventional optical microscopy. or with the wrists bent in an unnatural position. There has been a tremendous explosion in the popularity of confocal microscopy in recent years.

but the quality still falls short of that obtainable with film.Molecular Expressions: Images from the Microscope variety of imaging devices currently available to the microscopist make the selection process difficult and often confusing. The device was engineered to allow the entire iris to move off-center in a horizontal plane so that closing the circular diaphragm opening would result in moving the zeroth order to the periphery of the objective rear focal plane. http://micro. Perhaps the easiest methods are to offset a partially closed condenser iris diaphragm or the image of the light source. Snoopy . the silicon artwork signifies a pun on higher-end microprocessor clock systems that utilize a more complex feature set.magnet. Microscope configuration errors represent the greatest obstacle to quality photomicrographs.The silicon version of Snoopy illustrated in this section was discovered by Richard Piotter of New Ulm.html (7 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . some microscopes were equipped with a condenser having a decenterable aperture iris diaphragm.Photography through the microscope is undergoing a transition from film to digital imaging. Oblique or Anaxial Illumination . Troubleshooting Classical and Digital Photomicrography .edu/index.We found this guy in a trench coat trying to hock some fake Rolex watches (that are probably "hot") on a Hewlett-Packard PA-RISC microprocessor. and processing mistakes. Best of the Silicon Zoo Flying Osprey . Minnesota.A silicon version of the famous game character was photographed gobbling the initials GAAS (gallium arsenide) on a TEMIC Semiconductors silicongermanium radio frequency integrated circuit. followed by errors in filter selection. Pac-Man .A Hewlett-Packard design team headed by Howard Hilton in Lake Stevens.fsu. In advanced models. This discussion is intended to aid in understanding the basics of light detection and to provide a guide for selecting a suitable detector for specific applications in optical microscopy. Housed near the clock circuitry on the chip. who also loaned the 4-inch wafer (made by a 1980s-era semiconductor company named Trilogy) from which the image is derived.Multiphoton fluorescence microscopy is a powerful research tool that combines the advanced optical techniques of laser scanning microscopy with long wavelength multiphoton fluorescence excitation to capture high-resolution. the entire diaphragm was rotatable around the axis of the microscope so that oblique light could be directed toward the specimen from any azimuth to achieve the best desired effect for a given specimen. three-dimensional images of specimens tagged with highly specific fluorophores. aberration. can be accomplished by a variety of techniques with a simple transmitted optical microscope. Washington was responsible for placing what is perhaps the World's smallest rendition of an osprey on a decimation filter integrated circuit utilized in signal analyzer instruments. New digital technologies are producing higher resolution micrographs. Multiphoton Excitation Microscopy . dirt and debris.Achieving conditions necessary for oblique illumination. The Con Artist . film choice. which has been employed to enhance specimen visibility since the dawn of microscopy. In former years.

Brightfield Microscopy Digital Image Gallery . the Linux Penguin .magnet. The Chip Smurf . This digital image gallery explores a variety of stained specimens captured with an Olympus BX51 microscope coupled to a 12-bit QImaging Retiga camera system. This.fsu.This famous Star Trek icon was discovered on a Texas Instruments bipolar logic integrated circuit.Simpson's cartoon character Milhouse was spotted on a Silicon Image Sil154CT64 digital transmitter integrated circuit. Thor: God of Thunder . this image was discovered on a Hewlett-Packard graphics chip. Digital imaging with fluorescence microscopy is becoming a powerful tool to assist scientists in understanding the complex process of mitosis on both a structural and functional level. often light gray or white. Images produced with brightfield illumination appear dark and/or highly colored against a bright. The Pepsi Generation .This mythical Japanese creature was discovered lurking on a pad within the Silicon Graphics MIPS R10000 microprocessor (this chip is sure crowded with silicon creatures).Molecular Expressions: Images from the Microscope Milhouse Van Houten .Coming to you from "GhostBusters".Probably the best silicon artwork we have yet seen.edu/index. coupled with cytokinesis (division of the cytoplasm).html (8 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Tux. a phenomenon observed in all higher eukaryotes.An intricate bitmap-like pattern of vias (interconnect shafts) was used to construct this incredible likeness of a Rolex wristwatch. stained specimens or other kinds of samples that naturally absorb significant amounts of visible light. background. is the mechanism that allows the nuclei of cells to split and provide each daughter cell with a complete set of chromosomes during cellular division.An orange silicon Smurf is pulling a wagon containing the copyright symbol around the pad ring on a Siemens integrated circuit of unknown function. the Stay Puft Marshmallow Man was cooked in a frying pan within the circuitry of a Weitek math coprocessor designed in 1988. occurs in all multicellular plants and animals to permit growth of the organism. New Photo Gallery Entries Observing Mitosis with Fluorescence Microscopy . The Rolex . The technique is best suited for utilization with fixed.Perhaps the smallest soft drink advertisement ever created. http://micro.Brightfield illumination has been one of the most widely used observation modes in optical microscopy for the past 300 years. this 750 micron Pepsi commercial was discovered on a Hewlett-Packard CPU-support chip. Starship USS Enterprise . The Stay Puft Marshmallow Man .Tux is nesting within the pad ring on an integrated circuit of unknown function (perhaps the latest new microprocessor designed to run the Linux operating system).Mitosis. Godzilla .

magnet. This gallery explores the microscopic textures exhibited by various liquid crystalline DNA phases and their transition states. phytochemicals are blazing a new frontier in the arena of cancerprevention research. Phase Contrast Gallery . including tissue culture cells. darkfield. and entire organisms.Photographs of thin sections made from bones left behind by dinosaurs that have been extinct for over 70 million years.Acclaimed by Newsweek as being "better than Vitamins". Visit this gallery to observe how polarized light can be of advantage in the observation of specimens that would otherwise exhibit poor contrast and be difficult to distinguish from the background.Molecular Expressions: Images from the Microscope Polarized Light Microscopy Digital Image Gallery . in this Java-powered image gallery. brightfield.edu/index. which vary from unstained cells. several specimens exhibiting birefringent character are included to demonstrate the kaleidoscopic display of color that arises when anisotropic substances are imaged with this technique. http://micro.By "converting" phase objects such as living material into amplitude specimens.Thin unstained. fibers.html (9 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . polarized light can be employed for both quantitative as well as qualitative investigations.Check out digital images captured with this incredible microscope using contrast enhancing techniques such as polarized light. In addition. thin and thick sections. and a wide variety of other specimens. Explore the beautiful crystalline patterns displayed by phytochemicals captured in polarized light. bones.Darkfield illumination provides good contrast for specimens that are often lacking in sufficient detail using other illumination techniques. Useful for observation of mineral thin sections.The modulation contrast technique takes advantage of optical phase gradients to yield a pseudo three-dimensional effect on images seen in the microscope. The DNA Gallery . The digital images presented in this gallery represent a wide spectrum of specimens. Hoffman Modulation Contrast Gallery .fsu. The Phytochemical Collection . phase contrast illumination allows scientists to see details in unstained and/or living objects with great clarity and resolution.DNA undergoes a number of liquid crystalline phase transitions both in vitro and in vivo. chemical crystals. and whole organisms to both lightly and heavily stained thin and thick sections. Differential Interference Contrast Digital Image Gallery . Confocal Microscopy Digital Image Gallery . Dinosaur Bones . polarized light microscopy is unsurpassed in the magnificent array of colors and beautiful textures generated through interference between orthogonal wavefronts at the analyzer. hairs.As a contrast-enhancing optical technique. Intel Play QX3 Microscope Galleries . and Rheinberg illumination. particles.Scroll through serial optical sections from a wide variety of specimens. polymers. Darkfield Microscopy Gallery . tissues. transparent specimens are excellent candidates for imaging with classical differential interference (DIC) microscopy techniques over a relatively narrow range (plus or minus one-quarter wavelength) of bias retardation. Explore the wide spectrum of biological specimens presented in this gallery of digital images.

Mar 04. 1995: 3011717 Microscopes provided by: http://micro. nondestructive magnets are more suited towards scientific research. Davidson and The Florida State University. scripts. Building A Transistor . Pulsed Magnets .magnet. This applet demonstrates how a non-destructive short pulse magnet works. All Rights Reserved. and come in two forms: destructive and non-destructive. and shows the relative field strengths generated. 2004 at 09:44 AM Access Count Since September 12. No images. software.html (10 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Of these two. In the upcoming weeks and months.Pulsed magnets are among the strongest magnets in the world.edu/index. Use of this website means you agree to all of the Legal Terms and Conditions set forth by the owners.fsu. and how variations between pits and lands on the disc surface affect how light is either scattered by the disc surface or reflected back into a detector. interactive Java tutorials. BACK TO THE TOP Questions or comments? Send us an email. Last modification: Thursday. How a Compact Disc Works .Explore how an individual Field Effect (FET) transistor is fabricated on a silicon wafer simultaneously with millions of its neighbors. Electrophoresis .Molecular Expressions: Images from the Microscope Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials . Chip Shots and new entries for the image collections on our website so please come back from time to time and check out our new additions. This website is maintained by our Graphics & Web Programming Team in collaboration with Optical Microscopy at the National High Magnetic Field Laboratory. we will be adding more galleries. Silicon Zoo artwork.Visit our interactive tutorials on electricity and magnetism to explore how these two forces of nature operate in our everyday lives.Explore how electrical potential can cause migration and separation of macromolecules according to size in a cross-linked gel.This tutorial explores how a laser beam is focused onto the surface of a spinning compact disc. as they can reach some of the highest magnetic fields experimentally possible. or applets may be reproduced or used in any manner without permission from the copyright holders. © 1995-2004 by Michael W. graphics.

magnet.fsu.Molecular Expressions: Images from the Microscope http://micro.html (11 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .edu/index.

4) is installed on your computer.Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 11/04/1997 .1.01/18/2003 03/11/2000 .01/18/2003 11/02/1997 .01/18/2003 12/23/1997 .walter-fendt. especially for Internet Explorer version 6: The applets will only work if a Java runtime environment (version 1.de/ph11e (Java 1. 46 English version www. 2002-12-27) Download Important notice.01/18/2003 . 41 applets.01/18/2003 05/30/2003 .01/18/2003 09/13/2000 .de/ph14e/ (1 de 3) [13/03/2004 16:17:14] 11/02/2000 .01/18/2003 11/07/1998 .01/18/2003 Resultant of Forces (Addition of Vectors) 11/02/1998 .01/18/2003 02/24/1999 .07/01/2003 03/24/1998 . 2004-0311) www. Mechanics Motion with Constant Acceleration Equilibrium of Three Forces Resolution of a Force into Components Pulley System Lever Principle Inclined Plane Newton's Second Law Experiment Projectile Motion Elastic and Inelastic Collision Newton's Cradle Carousel (Centripetal Force) Kepler's First Law http://www.walter-fendt.01/18/2003 03/25/2000 .walter-fendt.01/18/2003 03/10/1999 .4.4) Java Applets on Physics Walter Fendt (Java 1.de/ph14e applets. Download is possible from Sun Microsystems.

01/18/2003 04/19/1998 .07/04/2003 06/13/1998 .01/18/2003 11/23/1997 .01/18/2003 07/05/1998 .01/18/2003 09/20/1999 .01/18/2003 11/29/1997 .01/18/2003 09/11/1998 .de/ph14e/ (2 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 02/03/1999 .01/18/2003 Oscillations and Waves Simple Pendulum Spring Pendulum Coupled Pendula Forced Oscillations (Resonance) Beats 05/21/1998 .walter-fendt.01/18/2003 03/05/1998 .01/18/2003 Optics Refraction of Light Reflection and Refraction of Light Waves (Explanation by Huygens' Principle) Refracting Astronomical Telescope Interference of Light at a Double Slit 12/20/1997 .01/18/2003 Magnetic Field of a Straight Current-Carrying Wire 09/18/2000 .11/01/2003 http://www.01/18/2003 05/08/1998 .01/18/2003 12/08/1999 .01/18/2003 10/07/2003 .4) Kepler's Second Law Hydrostatic Pressure in Liquids Buoyant Force in Liquids 04/04/2000 .11/27/2003 09/11/2002 .01/18/2003 05/24/1998 .01/18/2003 Standing Wave (Explanation by Superposition with the Reflected New! (11/02/2003) Wave) Standing Longitudinal Waves Interference of two Circular or Spherical Waves Doppler Effect 06/08/1998 .01/18/2003 06/01/1998 .01/18/2003 02/25/1998 .01/18/2003 05/22/1999 .01/18/2003 10/21/2001 .Java Applets on Physics (Java 1.11/01/2003 03/08/2000 .01/18/2003 Electrodynamics Magnetic Field of a Bar Magnet Lorentz Force Direct Current Electrical Motor Generator Ohm's Law Combinations of Resistors Simple AC Circuits Electromagnetic Oscillating Circuit Electromagnetic Wave 04/20/2001 .

01/18/2003 Nuclear Physics Radioactive Decay Series 07/20/1998 .01/18/2003 Walter Fendt.4) Diffraction of Light by a Single Slit 10/11/2003 .walter-fendt.01/18/2003 Physics of Atoms Photoelectric Effect 02/20/2000 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 Law of Radioactive Decay 07/16/1998 .11/01/2003 Thermodynamics Special Processes of an Ideal Gas 12/25/1999 .de/ph14e/ (3 de 3) [13/03/2004 16:17:14] . March 11.01/18/2003 Bohr's Theory of the Hydrogen Atom 05/30/1999 .01/18/2003 Theory of Relativity Time Dilation 11/15/1997 . 2004 Mathematics Applets Astronomy Applets Homepage E-Mail Copyright Awards and Links http://www.

microsoft.microsoft.http://www.com/ie/ [13/03/2004 16:17:18] .com/ie/ The Internet Explorer home page has moved to www. http://www.com/windows/ie/default.htm.microsoft. Please update your Favorites.

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1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO
Essencialmente, existem dois tipos de portadores de carga elétrica: prótons (+) e elétrons(-). Em condições de equilíbrio, qualquer material é eletricamente neutro, contendo igual número de prótons e elétrons. Um material é eletricamente positivo quando tem excesso de prótons, ou falta de elétrons. Da mesma forma, ele será negativamente carregado se tiver um excesso de elétrons. Um material pode ser eletrizado através de dois processos:
r r

Eletrização por atrito Eletrização por indução

Eletrização por atrito ocorre quando materiais não condutores são atritados uns contra outros. Nesse processo, um dos materiais perde elétrons e outro ganha, de modo que um tipo de material fica positivo e outro fica negativo. Uma experiência simples consiste em carregar um pente passando-o várias vezes no cabelo. A comprovação de que ele ficou carregado é obtida atraindo-se pequenas partículas, por exemplo, de pó de giz. A figura ilustra as etapas essenciais do processo de eletrização por indução. Na
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

ilustração, tem-se inicialmente um corpo carregado e outro descarregado ( para que o processo seja factível, este corpo deve ser condutor). A aproximação do corpo positivamente carregado atrai as cargas negativas do corpo eletricamente neutro. A extremidade próxima ao corpo carregado fica negativa, enquanto a extremidade oposta fica positiva. Mantendo-se o corpo carregado próximo, ligase o corpo eletricamente neutro à terra. Elétrons subirão da terra para neutralizar o “excesso” de carga positiva. Cortando-se a ligação à terra, obtém-se um corpo negativamente carregado.

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3 A LEI DE COULOMB Capitulo 1. seria melhor dizer que um dielétrico quase não conduz a eletricidade. quando esta carga é colocada num condutor. ela tenderá a se distribuir até que o campo no interior do material seja nulo. podemos classificar os materiais em: r r r r Condutores Isolantes (ou dielétricos) Semicondutores Supercondutores.br/tex/fis142/mod01/m_s02. enquanto um dielétrico não conduz a eletricidade. numa linguagem bastante simples. Assim. um material condutor tem facilidade para conduzir a eletricidade. http://www. Na verdade. ela permanece no local em que foi colocada. Podemos dizer. Para o momento.html [13/03/2004 16:18:17] .ufrgs.if. quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material dielétrico. que um dielétrico é diferente de um condutor porque este tem elétrons livres. Há circunstâncias (veremos mais tarde) em que ele também conduz. vamos nos deter apenas nos condutores e nos dielétricos. que se encarregam de conduzir a eletricidade.1. Ao contrário.A LEI DE COULOMB Condutores e Isolantes No contexto do eletromagnetismo. Como os nomes sugerem.

http://www.A LEI DE COULOMB FORÇA ELETROSTÁTICA Numa abordagem bastante geral.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 1 . Na maioria dos casos tratados aqui essa é uma boa aproximação.ufrgs. +e+ +e-e- No aplicativo acima. Podemos fazer outra simplificação.1.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . Esta abordagem pode ser simplificada desprezando-se a atração gravitacional frente à interação eletromagnética.85x10-12 C2/Nm2. considerando apenas as cargas estacionárias. Eletrostática é esta área do eletromagnetismo que aborda interações entre cargas estacionárias ou quase estacionárias. ε0=8. vê-se duas cargas elétricas. que a força entre cargas q1 e q2 é dada por: (1. podemos dizer que dois corpos eletrizados interagem através da atração gravitacional e da interação eletromagnética. é uma constante muito importante no eletromagnetismo.br/tex/fis142/mod01/m_s03.if. Coulomb descobriu. denominada permissividade elétrica no vácuo. experimentalmente.1) onde =8.99x109 Nm2/C2 é uma constante que tem essa forma para atender necessidades de ajustes dimensionais e para simplificar as equações de Maxwell.

Use pelo menos 10 pontos para fazer gráfico.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:20] .4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB 1) Altere os sinais das cargas e observe os sentidos das forças de interação eletrostática.br/tex/fis142/mod01/m_s03. Faça o gráfico de F versus a distância entre as cargas.1.ufrgs. na barra amarela que fica na parte de baixo da moldura. 3) Fixe uma das cargas. 4) Você consegue explicar porquê foi sugerido que a carga se movimentasse ao longo dos eixo dos x's? http://www. 2) Clique sobre uma carga e veja. o valor das coordenadas e da força. e movimente a outra ao longo do eixo dos x's.

.1 Capitulo 1 .2 é a expressão gráfica do enunciado acima.1 Duas cargas positivas puntiformes. Portanto. são colocadas no eixo dos y. Q1 e Q2. q. Calcule a força dessas duas cargas sobre uma terceira carga. Por simetria chega-se à conclusão que a força resultante sobre a terceira carga tem a direção do eixo x.if. tem-se F1=F2=kq2/r2. nos pontos y=+a e y=-a. colocada no eixo dos x. conforme figura acima. A figura 1. o http://www.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . válida em quase todos os problemas de física: fazer um desenho que represente o enunciado.A LEI DE COULOMB EXEMPLO 1.3.br/tex/fis142/mod01/m_s04.4 EXEMPLO 1.ufrgs. Vamos tomar a primeira providência. Tendo em conta as posições das cargas. e que Q1=Q2=Q=q. Pelo princípio da superposição.

em aparente contradição com os apontamentos ao lado.4 EXEMPLO 1.br/tex/fis142/mod01/m_s04.3.ufrgs. http://www. obtém- se um resultado positivo.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . Tente descobrir onde está o equívoco.if. .1 módulo da força resultante será Mostre que a força resultante é máxima no ponto Substituindo o valor negativo de x na expressão .

Figura 1.3 http://www.1.94kq2/a2. q=2x10-6 C e a=10 cm.6 Exercicios Capitulo 1 .ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_ex.if. Pergunta 2 q 1.: 1. Quais são: (a) a aceleração da segunda partícula? (b) O módulo da carga comum? R. determine as componentes horizontais e verticais da força resultante que atua na carga –q (canto superior direito).: 900 m/s2.A LEI DE COULOMB Exercicios.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .1 Duas partículas igualmente carregadas.0x10-7 kg e 5. As cargas estão em repouso absoluto.2 Considerando.3. Pergunta 1 q 1. e a aceleração inicial da primeira partícula é de 700 m/s2. na figura 1. são largadas a partir do repouso. com um afastamento de 3x10-3 m entre elas.4x10-7 kg. 7x10-10 C.06kq2/a2. R. 0. As partículas têm massas iguais a 7.

(Q-q) e q. R.6 Exercicios Pergunta 3 q 1.1.3 Duas cargas pontuais livres.: Carga colocada na bissetriz. R. a uma distância a partir do vértice. R. (a) Determine a posição. a uma distância d/4 a partir da carga +q. Determine a posição.: Carga –9q/16. Uma terceira carga é colocada de tal modo que todo o sistema fica em equilíbrio.ufrgs. (b) Mostre que o equilíbrio é instável.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:30] . o módulo e o sinal da terceira carga.: 1Å http://www. Pergunta 4 q 1. +q e +9q. para que esta força seja igual 9x10-9 N.if. o módulo e o sinal de uma carga colocada no interior do triângulo. estão afastadas por uma distância d. Pergunta 5 q 1. de modo que a repulsão coulombiana seja máxima.5 Uma carga Q igual a 2x10-19 C é dividida em duas. Calcule a distância que uma deve ficar da outra.4 Cargas iguais a +Q são colocadas nos vértices de um triângulo equilátero de lado L.br/tex/fis142/mod01/m_ex. colocada entre as cargas +q e +9q. de modo que o sistema fique em equilíbrio.

if.6 Exercicios Pergunta 6 q 1.1.: 1010 elétrons.6x10-9 C? (b) Supondo que a esfera seja de cobre.4. estão suspensas por fios não condutores de comprimento L. 1/1014. R. mostre que Figura 1.ufrgs.4 Pergunta 7 q 1.7 (a) Quantos elétrons deverão ser removidos de uma pequena esfera.11 g.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:30] . http://www. de massa m e carga q. e tenha massa igual a 3. Considerando o ângulo θ tão pequeno de modo que seja válida a aproximação . para deixá-la com carga igual a +1.br/tex/fis142/mod01/m_ex.6 Duas cargas pontuais idênticas. calcule a fração dos elétrons totais da esfera que corresponde ao valor encontrado em (a). conforme ilustra a figura 1.

Faça um gráfico de E versus x. quando Faraday introduziu a idéia de campo.2. De acordo com o conceito de campo. obtido com o uso da eq. Apresenta-se nesta simulação. a carga líquida na distribuição é positiva. um conceito mal compreendido. Coloque o cursor sobre a carga e veja o valor de E.1. ocorre através da ação do campo de uma delas sobre a outra.2 Ação a Distancia Capitulo 2 .2. O valor é positivo. Use uma dessas medidas e determine o valor da carga líquida da distribuição. a interação entre duas cargas.br/tex/fis142/mod02/m_s01. http://www. q0. Tente colocar a carga de prova em vários pontos com y=0 (aproximadamente igual a zero) e diferentes valores de x. desde Newton até meados do século passado. para se conhecer o valor do campo elétrico em determinado ponto. é tão pequena quanto possível. o campo é assim definido (2.O CAMPO ELÉTRICO Ação a Distancia A força coulombiana. Isto é. a configuração de campo elétrico criado por uma certa distribuição de carga. Operacionalmente.if. são interações à distância. basta colocar uma carga de prova naquele ponto e dividir a força medida pelo valor da carga. Uma carga de prova (vermelha) pode ser usada para se determinar o valor de E em qualquer ponto no interior da moldura.html [13/03/2004 16:18:32] . Compare este gráfico "experimental" com um teórico. Q1 e Q2. logo. assim como a força gravitacional.ufrgs.1) onde a carga de prova.

Faraday propôs o conceito de linhas de força. determina-se o outro. maior a intensidade do campo. http://www.ufrgs. são visualizadas as linhas de campo de quatro esferas carregadas.2 LINHAS DE FORÇA Capitulo 2. (2) espalhar limalha de ferro sobre a cartolina.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . a direção do campo é determinada pela tangente à linha de força. e determine o sinal da carga de cada uma.br/tex/fis142/mod02/m_s02. No aplicativo ao lado. As esferas podem ser colocadas em qualquer ponto do espaço definido pela moldura. Quanto maior a densidade de linhas de campo. entre no teleduc e tente tirá-la com o professor ou com algum colega. Coloque as esferas em diferentes posições. Existe uma bem definida relação entre campo e linhas de força.O CAMPO ELÉTRICO LINHAS DE FORÇA Com a introdução do conceito de campo. Se tiver dúvida.1. basta colocar o apontador do mouse sobre a carga e arrastá-la para o ponto desejado. logo surgiu a dúvida sobre como ele se apresentava no espaço. r Uma forma bastante simples para visualizar linhas de campo. no caso do campo magnético: (1) colocar um ímã sob uma cartolina. de modo que conhecendo-se um.if. Ordene as esferas de acordo com o módulo das suas cargas. o valor do campo é determinado pelo número de linhas por unidade de área transversal. r Em cada ponto do espaço. Em cada ponto do espaço.

de uma extremidade à outra. "tão pequena quanto possível". a carga é máxima. DICA: a carga de prova serve para a medida do campo elétrico da outra carga. Para se introduzir o conceito de campo elétrico no início deste capítulo.2 LINHAS DE FORÇA No aplicativo ao lado. Use o experimento que você acabou de fazer. e tente descrever o que acontece com as linhas de campo.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:34] .if. A carga à esquerda é positiva e tem valor fixo. utilizamos uma carga de prova. vê-se duas cargas.br/tex/fis142/mod02/m_s02. e as linhas de campo (outra denominação também usada para linhas de força) da configuração. Isto significa que ela serve para se avaliar as linhas de campo da outra carga. e tente justificar por quê a carga de prova tem que ser "tão pequena quanto possível". e quando está na extremidade esquerda a carga é próxima de zero.ufrgs. Movimente o cursor. A carga à direita pode ser positiva ou negativa. http://www. Quando o cursor da barra de controle está na extremidade direita. e tem seu valor ajustado através da barra de controle.1.

Consiste de um par de cargas de mesmo valor e sinais contrários. a uma distância r da primeira. eq. q0.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .1 http://www.2. tem-se (2.ufrgs. q.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Capitulo 2 .O CAMPO ELÉTRICO CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Dada uma carga puntiforme. separadas por uma distância d.br/tex/fis142/mod02/m_s03.1). (2. tem-se o campo de uma carga puntiforme (2.if.2) Portanto. pela definição de campo. e uma carga de prova.3) Dipolo elétrico é uma configuração muito importante para o tema que estamos tratando. Figura 2.

= abaixo.2. Vários parâmetros podem ser alterados pelo usuário. +=acima) Q (verde = "+" vermelho = "-") = 1 C Atualizar valores Iniciar < <1 passo Pausa Reset 1 passo > > Esta simulação permite analisar o efeito de um campo elétrico uniforme. representado pelas linhas de força verticais (verdes). coloque teta=0. como deve ser no caso de um dipolo.4). Teta = 0 Ey = +1 E(. Ambas têm o mesmo valor. (2. e leve em conta http://www. O campo elétrico é sempre na direção y. A carga pode assumir qualquer valor. Teta é o ângulo entre a mediatriz do dipolo e a direção do campo elétrico. seu módulo pode assumir qualquer valor. sobre um dipolo elétrico.if. além disso. e a vermelha. é negativa.br/tex/fis142/mod02/m_s03. faça o seguinte: Clique no botão "pausa" quando o dipolo estiver em diferentes posições. onde p=qd é o momento de dipolo elétrico do dipolo. Tecle no botão "iniciar" e observe o movimento do dipolo. num ponto da sua mediatriz. mas pode ter o sentido + ou . Use a eq. x»d. E=+1 e Q=1 C. é dado por (2.3) e mostre que o campo do dipolo.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . Tente explicar o movimento.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Pelo princípio da superposição. analise as forças sobre as cargas. A carga verde é positiva. Inicialmente. Os vetores azuis sobre cada carga representam as forças sobre elas. Para facilitar a tarefa.ufrgs.

Faça uma descrição o mais detalhada possível do movimento e coloque no seu "portfólio". http://www. analise o movimento para diferentes valores de teta. Depois. Examine o movimento do dipolo.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO a energia cinética adquirida por cada carga.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . E e Q.br/tex/fis142/mod02/m_s03.ufrgs.if. clicando nos botões "1 passo>>" e "<<1 passo". passo a passo.2.

tem-se a aceleração a=eE/m.br/tex/fis142/mod02/m_s04. Do que sabemos sobre lançamento de projétil (ver cálculo ao lado). Supondo que o elétron penetra no campo em um ponto eqüidistante das placas. conclui-se que http://www.html [13/03/2004 16:18:43] .4 EXEMPLO 2. Figura 2.if.2.2. A direção do campo é vertical.1 Um elétron é lançado horizontalmente com uma velocidade V0. Ao invés da aceleração da gravidade. tem-se sobre o elétron a força Coulombiana F=eE. e tangencia a borda da placa inferior ao sair. g. Ao invés do peso. em um campo uniforme entre as placas paralelas da figura 2.O CAMPO ELÉTRICO EXEMPLO 2. e seu sentido é para cima.2 O movimento do elétron é semelhante ao de um projétil lançado no campo gravitacional.ufrgs. determine o valor do campo elétrico.1 Capitulo 2.

: 8.2 Quais são o módulo e a direção do campo elétrico que equilibrará o peso de uma partícula α (2 prótons e 2 nêutrons)? R. R. de baixo para cima.: 2.1x10-7 N/C. http://www. num campo elétrico uniforme de módulo igual a 5x103 N/C. Pergunta 3 q 2.if.1.ufrgs.br/tex/fis142/mod02/m_ex.6 Exercicios Capitulo 2 .html (1 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .1 Um elétron é solto a partir do repouso.O CAMPO ELÉTRICO Exercicios. Determine o módulo e o sinal da carga Q.78x1014 m/s2 Pergunta 2 q 2.3 Na figura 2. Pergunta 1 q 2.3 as cargas estão fixas nos vértices de um triângulo equilátero. calcule a aceleração do elétron. para os quais o campo elétrico total no ponto P (encontro das bissetrizes) será nulo.0 µC. Ignorando o efeito da gravidade. R.: 2.

R. à direita da carga +q.3 Pergunta 4 q 2. considerando que 300 Å>>d.if.html (2 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .br/tex/fis142/mod02/m_ex. vale .: 1. Faça um desenho representando este dipolo e calcule sua força (módulo. distando x (x>>d). –3q e +q.ufrgs. são fixas e separadas por uma distância d.6 Considere positivas as cargas na figura 2. R.5 Considere um dipolo elétrico com momento igual a 2x10-29 C.4. direção e sentido) sobre um elétron colocado no eixo do dipolo. Pergunta 6 q 2. do ponto médio entre elas.: 1.1. Mostre que o campo elétrico num ponto situado ao longo do eixo que une as cargas. a uma distância de 300 Å do seu centro. http://www. Pergunta 5 q 2. Localize o(s) ponto(s) onde o campo elétrico é nulo.6 Exercicios Figura 2.36d.06x10-15 N.4 Duas cargas.m.

br/tex/fis142/mod02/m_ex.6 Exercicios Figura 2.ufrgs.html (3 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .8 Na figura 2. d=2 cm e L=15 cm. Considerando θ=30o.99 cm do início da placa.5 Pergunta 8 q 2.1. Figura 2.7 Um próton é projetado na direção indicada na figura 2.5.6x10-8 s depois de lançado. E=3x104 N/C. R.if. o próton atinge a placa superior. determine a trajetória do próton até que ele atinja uma das placas. Despreze o efeito da gravidade. com velocidade inicial de 2 x 1017 m/s. O campo elétrico uniforme existente entre as placas tem uma intensidade de http://www. ou saia da região sem atingi-las.6 um elétron é projetado ao longo do eixo que passa no meio entre as placas de um tubo de raios catódicos.: 4. O ponto do choque dista 1. com velocidade 5x105 m/s.1 Pergunta 7 q 2.

abaixo do eixo. o elétron se move no instante em que está saindo das placas? (c) A que distância.6 Exercicios 20000 N/C e está orientado para cima. (c)4.1. igual a zero!.if.9x10-22 Figura 2. (a) De quanto o elétron se afastará do eixo quando ele chegar ao fim das placas? (b) A que ângulo. (b)θ aprox.6 http://www. o elétron atingirá a tela fluorescente S? R.br/tex/fis142/mod02/m_ex. em relação ao eixo.:(a) 7x10-23 m.html (4 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .ufrgs.

if. Qualquer que seja o caso. veremos facilmente que o fluxo depende da quantidade daquilo que flui e da área através da qual passa o "fluido". maior o fluxo. em determinado intervalo de tempo.ufrgs. Quem ouve rádio no verão em Porto Alegre está a todo momento sendo informado que passam tantos carros por minuto no posto da Polícia Federal da auto-estrada. o proprietário de uma loja mede a sua clientela pela quantidade de gente que passa pela porta de entrada.br/tex/fis142/mod03/m_s01. Numa primeira abordagem.3. Portanto. porque em geral o valor de E varia ao longo da superfície. cuja direção é perpendicular à área e cujo módulo é igual à área. http://www. Essa noção intuitiva está na origem daquilo que podemos denominar fluxo do campo elétrico (E). Da mesma forma. A esta área associamos um vetor . podemos dizer que Fluxo de campo elétrico = intensidade de campo elétrico X área perpendicular ao campo Logo veremos que essa definição é muito simplificada. de modo que E seja constante nessa área infinitesimal. e nem sempre esta é perpendicular ao campo.A LEI DE GAUSS FLUXO DO CAMPO ELÉTRICO Vamos iniciar por uma idéia simples e intuitiva. maior será o fluxo de clientes para o interior da loja. e tem pouco valor operacional. Podemos melhorar a definição.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Capitulo 3 . Pronto. já introduzimos o conceito de fluxo. Quanto maior o número de carros por minuto. dividindo a superfície em elementos tão pequenos quanto possível. quanto maior o número de clientes ou quanto maior a porta de entrada.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:50] . Podemos manter a idéia intuitiva definindo fluxo infinitesimal.

1) Assim. O fluxo através de uma superfície fechada é assim representado (3. o vetor área é convencionalmente dirigido de dentro para fora.if.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO (3.3.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:50] .3) http://www.br/tex/fis142/mod03/m_s01. o fluxo através de determinada área S é dado pela integral de superfície (3.ufrgs.2) No caso de uma superfície fechada.

br/tex/fis142/mod03/m_s02. se a distância do plano ao ponto for muito menor do que as dimensões do plano http://www. um plano finito pode ser considerado infinito. Existem três tipos de simetrias que facilitam o uso da lei de Gauss r r r Simetria planar. fechada. com campo uniforme. para ser operacionalmente útil ela deve ser usada apenas em determinadas circunstâncias.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .ufrgs. se o campo elétrico for calculado num ponto muito próximo do plano. Todavia. Isto é.4) A lei de Gauss é válida para qualquer situação. ou não.A LEI DE GAUSS A Lei de Gauss Seja uma carga Q. Imagine uma superfície qualquer. Simetria cilíndrica ou axial.3 A LEI DE GAUSS Capitulo 3 . Uma circunstância favorável ocorre quando a superfície Gaussiana é tal que o produto escalar entre o campo e o vetor superfície é facilmente obtido Isso é sempre possível quando a distribuição de cargas apresenta alta simetria. envolvendo esta carga.if. e para qualquer tipo de superfície fechada.3. ou no caso em que se possa fazer a aproximação de plano infinito. também denominada superfície Gaussiana. A lei de Gauss estabelece que (3. Por exemplo. Simetria esférica A simetria planar aplica-se no caso de uma distribuição de cargas num plano infinito.

ou axial. Então. Distribuição esférica de cargas. Cargas distribuídas num cilindro infinito. Existem dois casos clássicos: r r Linha infinita de cargas. cujos valores medidos são apresentados na barra à esquerda da moldura. Qual é a diferença essencial entre um detetor e outro? É o tamanho. http://www. um cilindro finito pode ser considerado infinito em determinadas circunstâncias. 3.4. mais carga ele vai englobar. Observe que a lei de Gauss. Se o fluxo for positivo (negativo).if. expressa na eq. Dispomos de quatro tipos de detetores de fluxo elétrico. Quanto maior o detetor. Existem dois casos típicos de simetria esférica: r r Carga puntiforme. Então. significa que o fluxo através de uma superfície fechada é proporcional à carga englobada por esta superfície. o valor medido é proporcional à carga englobada.3 A LEI DE GAUSS A simetria cilíndrica. quando usamos um desses detetores. estamos englobando uma certa quantidade de carga elétrica.ufrgs. se numa região tivermos cargas positivas e negativas. De modo análogo ao caso anterior. próximas umas das outras. é porque a carga é positiva (negativa). Detector Detector Detector Detector 1 2 3 4 Nesta animação. Veremos mais adiante como usar a lei de Gauss para calcular o campo devido a cada uma dessas distribuições. precisamos escolher um detetor com tamanho apropriado para distinguir os tipos de carga. Uma certa quantidade de carga elétrica é distribuída dentro da moldura. para medir fluxo elétrico.br/tex/fis142/mod03/m_s02.3. aplica-se no caso de uma distribuição linear infinita. o espaço definido pela moldura é dividido em duas regiões: dentro e fora do círculo cinza.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .

if. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .3.br/tex/fis142/mod03/m_s02.3 A LEI DE GAUSS Use os diferentes detetores e descreva como a carga é distribuída no espaço definido pela moldura.ufrgs.

3. Lei de Gauss Distribuição de cargas com baixa simetria .Lei de Coulomb..4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 3 .html [13/03/2004 16:18:55] .br/tex/fis142/mod03/m_s03..if. http://www. quando e por que usar uma ou outra lei? Como regra. A lei de Gauss e a lei de Coulomb são formas diferentes de abordar o mesmo problema..ufrgs. Portanto. o cálculo do campo elétrico para determinada distribuição de carga fornece o mesmo resultado.. quer seja realizado através de uma ou outra lei.A LEI DE GAUSS LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB. o uso de uma ou outra lei é determinado pelas seguintes circunstâncias: r r Distribuição de cargas com alta simetria . Então.

Isto é. obtida com o uso da lei de Coulomb.ufrgs. a expressão (3. http://www.html [13/03/2004 16:18:58] .3).5) Como era de se esperar.5) é igual à expressão (2.if. o campo de uma carga puntiforme. o produto escalar será simplesmente EdS.br/tex/fis142/mod03/m_s04. Portanto. 4πr2.4 CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 3 . a melhor Gaussiana para calcular o campo a uma distância r de uma carga puntiforme é uma esfera de raio r. tendo em conta que E é constante. é dado por (3.3. é fácil chegar à conclusão de que o campo de uma carga puntiforme deve ter simetria esférica. q. a uma distância r.A LEI DE GAUSS CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Por argumentos de simetria. Portanto. Em qualquer ponto sobre a Gaussiana. o campo deve ser normal a esta esfera. Mais do que isso. o valor do campo é o mesmo para qualquer ponto sobre uma esfera. Então. teremos A integral fechada sobre a superfície corresponde à área da esfera.

Quando o material é nãocondutor.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA No caso de uma distribuição de cargas com simetria esférica. Portanto. Isto é.3. a carga elétrica se distribuirá uniformemente na superfície externa. Em ambos os casos. necessitamos conhecer a densidade de carga no interior do material. Numa esfera a carga ficará uniformemente distribuída na sua superfície. uma esfera dielétrica pode ser bastante diferente de uma casca esférica. ela se distribuirá de modo a manter o campo nulo no interior do material.html [13/03/2004 16:18:59] .Já sabemos que quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material condutor. A carga não se distribui como no caso do condutor. a situação é bem diferente. r Material condutor .5 DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA Capitulo 3 .ufrgs. em termos de cálculo de campo elétrico e uso da lei de Gauss. Em primeiro lugar. Portanto. há que se saber a forma como ela está sendo distribuída.if.br/tex/fis142/mod03/m_s05. convém distinguir algumas situações. grosso modo. para um material condutor não há diferença entre uma esfera e uma casca esférica. Para esse tipo de material não é suficiente conhecermos a quantidade de carga. ela fica onde a colocamos. r http://www. Material dielétrico . dependendo do material o tratamento será bem diferente.

r>R.A LEI DE GAUSS ESFERA CONDUTORA Já vimos acima que no caso de material condutor.3. pouco importa se temos uma esfera maciça.if. uma esfera condutora de raio R comporta-se. (3. De modo análogo ao caso da carga puntiforme. O campo é igual ao de uma carga puntiforme. argumentos de simetria nos levam à conclusão de que o campo de uma esfera condutora tem simetria esférica.5).6 ESFERA CONDUTORA Capitulo 3 .br/tex/fis142/mod03/m_s06. de modo que a melhor Gaussiana será uma esfera concêntrica com a distribuição de cargas. o campo interno sempre será nulo. dado na eq. Portanto. oca ou se temos uma simples casca esférica. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. http://www. para pontos externos.html [13/03/2004 16:19:01] . qualquer que seja o objeto.ufrgs.

na qual a densidade variasse com a distância ao centro. Se conhecemos a densidade de carga.if. O resultado tem a mesma forma apresentada na eq. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. isto é.br/tex/fis142/mod03/m_s07. Se ao invés disso. basta colocá-la no lugar de q. Se a carga total. então a carga será dada pelo produto da densidade pelo volume da esfera.A LEI DE GAUSS ESFERA DIELÉTRICA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. Q.r > Raio da distribuição (R) O cálculo é análogo ao do campo de uma carga puntiforme. Isto é.6) Portanto.ufrgs. Q=4πR3ρ/3. for conhecida. r Região I . resultando (3. uma esfera condutora de raio R comporta-se.3. a carga no interior do volume 4πr3/3. (3. O campo no interior da esfera será dado por http://www.r < R A carga que aparece na lei de Gauss. ρ. para pontos externos. a densidade ρ.r>R. conhecermos a densidade. é constante. dada em C/m3. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.7 ESFERA DIELÉTRICA Capitulo 3 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:06] . teremos Q=4πρr3/3. é aquela envolvida pela superfície Gaussiana.5). r Região II .

br/tex/fis142/mod03/m_s07.7) O variação do campo. http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:06] . é representada na figura abaixo.3.7 ESFERA DIELÉTRICA (3. em função do raio.if.ufrgs.

br/tex/fis142/mod03/m_s08. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Capitulo 3 .A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . os vetores E e dS são perpendiculares entre si. ao longo das bases do cilindro e ao longo da superfície lateral. cujo eixo coincide com o eixo da distribuição da cargas.3. de modo que as duas primeiras integrais são nulas. a intensidade é a mesma em qualquer ponto da superfície lateral de um cilindro. e a direção é perpendicular a esta superfície lateral. É óbvio que a superfície Gaussiana mais apropriada é o cilindro indicado na figura ao lado. o campo é http://www. a densidade ρ. Em qualquer ponto das bases. dada em C/m3.if. na qual a densidade variasse com a distância ao centro.ufrgs. transformando-se numa soma de integrais de superfície. Na superfície lateral. Isto é. Isto é. Argumentos de simetria permitem concluir que o campo apresenta simetria cilíndrica. A integral fechada da lei de Gauss pode ser desdobrada. é constante.

if. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.r>R. para pontos externos.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA constante e tem a mesma direção do vetor dS.br/tex/fis142/mod03/m_s08. a uma distância r do eixo da distribuição.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . é dado por http://www. Portanto. Portanto.ufrgs. uma esfera condutora de raio R comporta-se.3. o campo criado por uma distribuição linear infinita. Portanto. A carga no interior da Gaussiana é q=λh.

3.br/tex/fis142/mod03/m_s09.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . os vetores E e dS são mutuamente perpendiculares. conforme figura abaixo Por simetria concluise que o campo é perpendicular ao plano de cargas. a integral fechada pode ser desdobrada em integrais abertas. De modo análogo ao procedimento adotado no caso da simetria cilíndrica.9 PLANO INFINITO DE CARGAS Capitulo 3 . de modo que o produto http://www. ao longo das bases e da superfície lateral da Gaussiana Em qualquer ponto da superfície lateral. Portanto. o cilindro da figura acima é uma boa escolha como superfície Gaussiana. e que sua intensidade é constante ao longo de qualquer plano paralelo ao plano de cargas.ufrgs. com densidade uniforme +σ.if.A LEI DE GAUSS PLANO INFINITO DE CARGAS Vamos considerar uma distribuição infinita de cargas.

tanto na base1. de modo que A carga no interior da superfície Gaussiana é q=σA. quanto na base2.9 PLANO INFINITO DE CARGAS escalar é nulo.br/tex/fis142/mod03/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:17] .ufrgs.3. resultando (3. Por outro lado.9) http://www. E é constante e paralelo a dS.if.

com densidade linear http://www.2 mostra parte de dois longos e finos cilindros concêntricos de raios a e b.3. perpendicular ao campo. como ilustra a figura 3.html (1 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . Pergunta 1 q 3.1.2 Uma linha infinita de cargas produz um campo de 3x104 N/C a uma distância de 3 m. Pergunta 2 q 3.ufrgs. A extremidade aberta é limitada por um aro de área A.A LEI DE GAUSS Exercicios. Os cilindros possuem cargas iguais e opostas. R. Calcule a densidade linear de carga.br/tex/fis142/mod03/m_ex.3 A figura 3.1 Uma rede de caçar borboleta está numa região onde existe um campo elétrico uniforme.11 Exercicios Capitulo 3 .: 5x10-6 C/m Pergunta 3 q 3.if. Calcule o fluxo de E através da rede.

apontando de fora para o centro do cilindro.html (2 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .4 A figura 3. Use a lei de Gauss para calcular: (a) o campo elétrico na região externa à casca cilíndrica. contendo uma carga +q e envolvido por uma fina casca cilíndrica.br/tex/fis142/mod03/m_ex. contendo uma carga –2q.ufrgs.3. Use a lei de Gauss para mostrar que: (a) E=0 para r<a e (b) entre os cilindros Figura 3. (c)idem ao ítem (a).3 mostra um cilindro condutor muito longo. http://www. apontando do centro do cilindro para fora.2 Pergunta 4 q 3. de comprimento L.if. R:(a)E=(1/2πε0)(q/Lr).11 Exercicios λ. (b) A distribuição de cargas na parte interna e na parte externa da casca cilíndrica. também condutora e de comprimento L. (b)-q em cada superfície. (c) o campo elétrico na região entre os cilindros.

Calcule a densidade superficial de carga da placa. Pergunta 6 q 3.html (3 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_ex.6 A figura 3. de raio R.if. Mostre que a uma distância r do eixo do cilindro (r<R). σ. suspensa no campo gravitacional da terra por um fio de seda que faz um ângulo θ com uma placa não condutora infinita e uniformemente carregada.3 Pergunta 5 q 3.4 mostra uma esfera com massa m e carga q. contém uma carga uniformemente distribuída.11 Exercicios Figura 3. com densidade ρ. R: σ=2mgε0tgθ/q http://www.3.5 Um cilindro infinitamente longo.

(c) na região à direita das placas.br/tex/fis142/mod03/m_ex.ufrgs.if. (b) na região entre as placas.3.5 http://www.4 Pergunta 7 q 3.5 mostra duas placas infinitas com suas superfícies internas carregadas com densidades superficiais de carga +σ e -σ.html (4 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .7 A figura 3. E=σ/ε0 no interior do capacitor.11 Exercicios Figura 3. R: E=0 fora do capacitor. Determine o campo elétrico: (a) na região à esquerda das placas. Figura 3.

Concêntrica com esta casca.11 Exercicios Pergunta 8 q 3. (c) r>rb.9 A figura 3. (c)E=(1/4πε0r2)(qa+qb) Pergunta 9 q 3. (d)E=q/(4πε0r2). Calcule o campo elétrico nas regiões onde: (a) r<ra.6 mostra uma esfera condutora de raio ra. R: (a)E=0.3. concêntrica com uma casca esférica condutora de raios rb e rc e carga -2q. R: (a)E=0. (b) ra<r<rb.8 Uma fina casca esférica metálica de raio ra possui uma carga qa.if. Calcule o campo elétrico nas regiões em que: (a) r<ra. (b) ra<r<rb. apontando para o centro da esfera. apontando para fora. (b)E=q/(4πε0r2). (c) rb<r<rc. (b)E=(1/4πε0r2)(qa). com carga +q. existe outra fina casca metálica de raio rb (rb>ra) e carga qb. (c)E=0. (d) r>rc.ufrgs.html (5 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . http://www. (e) Use a lei de Gauss para mostrar como as cargas se distribuirão na parte interna e na parte externa da casca esférica.br/tex/fis142/mod03/m_ex.

6 http://www.11 Exercicios Figura 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex.html (6 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .3.if.ufrgs.

conclui-se que W = . esse tipo de força.∆U (4. é possível definir uma função dependente da posição denominada simplesmente potencial. Tomando como exemplo o clássico problema de uma mola e uma massa. ∆U+∆K=0.1) Sabemos que o trabalho para levar um objeto de uma posição i até uma posição f.4. e vice-versa. é dado pela integral de linha http://www. em movimento oscilatório. Mais importante do que isso.POTENCIAL ELÉTRICO ENERGIA POTENCIAL Já vimos que a força eletrostática tem a mesma forma da força gravitacional. conhecida como força central. Por isso são também conhecidas como forças conservativas. Assim.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:31] .ufrgs.br/tex/fis142/mod04/m_s01. Vimos que o trabalho realizado sobre a massa era dado pela variação da energia cinética W = ∆K Da conservação da energia.2 ENERGIA POTENCIAL Capitulo 4 . vimos que a conservação de energia manifesta-se pela transformação de energia potencial em energia cinética. pode ser inteiramente transposto para o caso do potencial elétrico. Já sabemos que dada uma força central. leva ao teorema da conservação da energia cinética mais energia potencial. tudo o que já aprendemos com o potencial gravitacional.if. com propriedades muito interessantes referente ao princípio da conservação da energia Vamos relembrar algumas noções fundamentais.

no caso do potencial gravitacional. sempre tem-se diferença de energia potencial.2 ENERGIA POTENCIAL (4.1 Vamos escrever a eq. Isso implica na possibilidade de se definir. Um dado importante é que o trabalho calculado em (4.2) não depende do caminho.2) onde F é a força que atua sobre o objeto. uma "origem". (4. Figura 4.ufrgs.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:31] .3) Este resultado é absolutamente geral.1) de outra forma: Uf . depende apenas dos pontos iniciais e finais. cuja direção no plano é dada na figura abaixo.if. vejamos o caso de uma força uniforme. arbitrariamente.Ui = -Wif (4. usase http://www. Para ilustrar. dl é um elemento de integração tangente ao percurso entre i e f. costuma-se arbitrar Uterra=0 No caso eletrostático. a menos que se diga o contrário. jamais energia potencial absoluta.4. Por exemplo. e sempre aponta de i para f.br/tex/fis142/mod04/m_s01.

4.ufrgs. é o negativo do trabalho realizado pelo campo para trazer a carga de prova do infinito até o ponto considerado.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . a energia potencial desse sistema e uma carga de prova situada em determinado ponto. dada uma configuração de cargas.if. criadora de um campo. http://www.2 ENERGIA POTENCIAL Ui = U? = 0 Uf = U = -W? Assim.br/tex/fis142/mod04/m_s01.

html [13/03/2004 16:19:33] .5) Ao invés de trabalhar com energia potencial.ufrgs. assim definido http://www.if. potencial entre dois pontos "i" e "f".br/tex/fis142/mod04/m_s02.3 POTENCIAL Capitulo 4 . a unidade de potencial é o (4. É por isso que na Do que foi discutido acima. (4. pode-se linguagem mostrar que a diferença de potencial popular.4) Volt (V).4. é mais conveniente trabalhar com o potencial. é dado pela elétrico é mais relação conhecido como voltagem.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL No sistema de unidades SI.

V?=0. mostra-se facilmente que (4.html [13/03/2004 16:19:36] .if.5).6) Figura 4.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME O potencial no ponto P.5). Como dl=-dr'. é de acordo com (4.4.br/tex/fis142/mod04/m_s03.2 Agregar carga: Positivo Negativa Testar Reiniciar Linhas de campo: http://www. a uma distância r da carga q.ufrgs. e E é dado pela expressão (3.4 POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 4 .

Através de um cálculo similar. tem-se http://www. é bastante complicado. (2.4)]. fora dessas duas direções privilegiadas.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:41] . é possível calcular o campo num ponto da linha que une as duas cargas. Já o cálculo num ponto qualquer. cujo resultado é Pelo princípio da superposição.br/tex/fis142/mod04/m_s04.ufrgs.if. Se r » d.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Capitulo 4 . Usando esta expressão para o caso do dipolo. isto é. em pontos cuja distância ao centro do dipolo seja muito maior do que a distância entre as cargas.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UM DIPOLO No capítulo 2 calculamos o valor do campo elétrico de um dipolo num ponto da sua mediatriz [eq. o que interessa é calcular o campo em pontos muito distantes. seguem-se as seguintes aproximações Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros. Qualquer que seja o caso.4. Veremos agora que não existe dificuldade para se calcular o potencial num ponto qualquer. também muito distante.

obtém-se (4.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .4.br/tex/fis142/mod04/m_s04.7) Figura 4.3 http://www.ufrgs.if.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Com as aproximações acima.

Um elétron (q=1.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL ACELERADOR A expressão (4. Essa energia é conhecida como o elétron volt. 1 eV = 1.6 POTENCIAL ACELERADOR Capitulo 4 . em energia cinética.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . ela adquirirá uma energia potencial U.br/tex/fis142/mod04/m_s05.6x10-19 J Quando uma partícula qualquer.6x10-19 C) acelerado por um potencial de 1 V. por exemplo gerado por um plano infinito de cargas. http://www. pelo princípio da conservação de energia.6x10-19 J.ufrgs. q=Ne. ela adquire a energia de 2000 eV. Nas simulações a seguir. se uma partícula alfa for acelerada por um potencial de 1000 V.4. com carga múltipla da carga do elétron. A primeira simulação mostra um campo uniforme. Por exemplo. a energia potencial vai transformar-se. vamos explorar o conceito de potencial acelerador. é acelerada por um potencial de V volt. Trata-se de uma superfície. adquire energia igual 1. ela adquire uma energia igual a NV eV. ao longo da qual o potencial tem o mesmo valor. Vamos aproveitar esta simulação para introduzir o conceito de superfície eqüipotencal. Se a carga tiver liberdade para se movimentar.4) estabelece uma relação entre potencial e energia potencial: U = qV Isto significa que se uma carga q for submetida a um potencial V.if.

Ela inicia com V=0.6 POTENCIAL ACELERADOR Iniciar Pausa <<Passo Passo>> Re-Iniciar Mostrar o campo eletrico. este movimento. Observe o movimento da carga. Costuma-se dizer que uma carga de prova segue as linhas de campo. Clique no botão "iniciar" e veja que a velocidade cresce com o passar do tempo (marcado em cima. Isso acontece nesta simulação? Por que? http://www. com intervalo de tempo igual a 0.if.y) da carga. embaixo.3 e 4. lê-se a posição (x.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . Pode avançar ou retroceder. passo a passo. e a sua velocidade.4 e demonstre que isso é verdade.br/tex/fis142/mod04/m_s05. é possível obter a relação entre a carga e a massa da carga de prova. Para iniciar o aplicativo a carga deve ser colocada em algum ponto da região onde existe campo elétrico. esta carga será submetida ao campo do dipolo. O movimento pode ser interrompido. Deixe passar um tempo superior a 1 minuto. Coloque o cursor sobre ela e mantenha o botão do mouse pressionado.y) no interior da moldura. à esquerda. Uma carga de prova pode ser colocada em ponto (x. x= 0 Iniciar Pausa y= 0 ReIniciar A simulação mostra um dipolo elétrico com as linhas de força do seu campo elétrico. coloque x=0 e y=2. Inicialmente. Use as equações 4.02. à esquerda).4.ufrgs. Explique. clicando em "pausa". Arraste-a com o mouse. Ao clicar no botão iniciar. Nesta primeira simulação vê-se uma carga de provas. na barra amarela. Com os dados obtidos nesta simulação. qualitativamente. e observe o movimento de ida e volta da carga.

4.if.br/tex/fis142/mod04/m_s05.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .6 POTENCIAL ACELERADOR http://www.ufrgs.

Como exemplo.br/tex/fis142/mod04/m_s06. mostra-se que as coordenadas cartesianas do campo elétrico são obtidas a partir das seguintes relações (4.html [13/03/2004 16:19:47] . o campo elétrico é dado pelo gradiente do potencial.4. a partir do potencial. segue-se que http://www. Como o potencial só tem uma variável. vejamos o cálculo do campo de uma carga puntiforme.5).if.8) Portanto.7 GRADIENTE DE POTENCIAL Capitulo 4 .POTENCIAL ELÉTRICO GRADIENTE DE POTENCIAL Da relação (4.ufrgs.

ufrgs.46 Volts.POTENCIAL ELÉTRICO EXERCÍCIOS. Pergunta 1 q 4.46 Volts.4) ao longo de uma linha de campo elétrico.4 Pergunta 2 q 4.: 2.5.VA.br/tex/fis142/mod04/m_ex. 2.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .2 A densidade de carga de um plano infinito é σ = http://www.94 x 1019 J de trabalho sobre um elétron. (c) VC – VB? R. (b) VC – VA.1 No movimento de A para B (figura 4. o campo realiza 3. Quais são as diferenças de potencial elétrico: (a) VB .if.7 EXERCÍCIOS Capitulo 4 . zero Figura 4.

(b) Construa.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:51] . Um elétron colocado no meio da distância entre as duas placas experimenta uma força de 3.3 Duas grandes placas condutoras.5 Um anel de raio R. Supondo que o ar se torna eletricamente condutor quando a intensidade do campo elétrico ultrapassa 3 x 106 N/C. 2928 Volts Pergunta 4 q 4. http://www.85 mm Pergunta 3 q 4.if. (b) Estabelece-se uma diferença de potencial de 2000 V entre duas placas paralelas no ar. paralelas entre si e afastadas por uma distância de 12 cm.ufrgs.: 8. Qual é a distância entre as superfícies eqüipotenciais cuja diferença de potencial é de 50 V? R.9 x 10-15 N. no mesmo diagrama. têm cargas iguais e sinais opostos nos faces que se confrontam. (a) Construa um gráfico do potencial V em pontos do eixo x. um gráfico da intensidade do campo elétrico E. (a) Determine o campo elétrico na posição do elétron. é colocado no plano yz.br/tex/fis142/mod04/m_ex.5. em função de x.7 EXERCÍCIOS 0.44 x 104 N/C. (b) qual é a diferença de potencial entre as placas? R.4 (a) Mostre que 1 N/C = 1 V/m. com seu centro na origem do sistema de coordenadas.10 µC/m2.: 2. carregado positiva e uniformemente. qual a menor separação possível entre as placas? Pergunta 5 q 4.

ufrgs. (a) Mostre que a ddp entre as esferas é (b) Mostre que a intensidade do campo elétrico em qualquer ponto entre as esferas é http://www.7 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 4. Existe uma carga +q sobre a esfera interna e uma carga –q sobre a externa.6 Uma esfera metálica de raio Ra apóia-se sobre um pedestal isolante.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .5.if.br/tex/fis142/mod04/m_ex. no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb.

uma parte da energia é perdida por efeito Joule (veremos isso http://www. mas sem erro. um capacitor tem a propriedade de acumular cargas. Nesse processo. ou. Portanto. mas é interessante. é carregar duas placas paralelas com cargas iguais e de sinais contrários.5. Capacitor (C). Qualquer circuito elétrico ou eletrônico. O resistor serve para conduzir a corrente elétrica. Quando colocado num circuito. fazer uma discussão geral da utilidade de cada um desses componentes. Podemos dizer.br/tex/fis142/mod05/m_s01. Mais adiante estudaremos em detalhe o resistor e o indutor. campo elétrico e potencial elétrico. que o indutor exerce um papel semelhante relativamente ao campo magnético. iniciando pelas aplicações mais simples. cria-se no seu interior um campo magnético. de forma simples. vamos agora prepararmo-nos para estudar as aplicações elétricas e eletrônicas.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . Veremos.if. tem a capacidade de acumular energia elétrica. já neste capítulo. dito de outra forma.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Após a introdução dos conceitos básicos de força eletrostática. o indutor serve como um acumulador de energia magnética. Indutor (L). mais adiante.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Capítulo 5 . necessita de pelo menos um dos seguintes componentes: r r r Resistor (R).ufrgs. Já vimos que uma forma de produzir campo elétrico numa região. que um indutor é simplesmente um fio condutor enrolado na forma de uma bobina. Quando uma corrente passa por essa bobina.

if. RL. Portanto.5.ufrgs.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS mais tarde).br/tex/fis142/mod05/m_s01. num circuito contendo esses três componentes. nos quais os processos de acumulação e transferência de energia serão discutidos detalhadamente.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . LC e RLC. dois deles conservam energia. enquanto o terceiro desperdiça. Nos capítulos seguintes estudaremos circuitos RC. http://www.

a unidade de capacitância é o Farad. conforme veremos a seguir. Q = CV (5. é denominada capacitância e depende tão somente da geometria das placas. C.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes.html [13/03/2004 16:20:06] . estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga.br/tex/fis142/mod05/m_s02.3 DEFINIÇÕES Capítulo 5 .1) A constante de proporcionalidade.ufrgs.if. 1 F = 1 Coulomb/Volt.5. http://www. No sistema SI.

4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS >--> Capítulo 5 .2(a) representa a situação real. e para simplificar os cálculos.5.2b Vejamos como calcular a capacitância. Para todos os efeitos práticos. Já vimos que a diferença de potencial entre as placas relaciona-se com o campo de acordo com a relação V=Ed. como são na realidade. dizendo simplesmente que efeitos de borda estão sendo desprezados. usando a lei de Gauss determinamos que o http://www. enquanto na figura 5. Mesmo que elas sejam finitas. a aproximação de plano infinito pode ser usada se a distância entre as placas for muito menor do que as suas dimensões. as linhas de campo são traçadas para ilustrar o que significa desprezar efeitos de borda.ufrgs. vamos supor que as placas sejam planos infinitos.br/tex/fis142/mod05/m_s03.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS Um capacitor de placas paralelas é esquematizado na figura 5. Por outro lado. porque estamos desprezando os efeitos de borda. Figura 5.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . para o caso do capacitor de placas paralelas.1 Figura 5.if. Veja que as linhas de campo são idênticas em toda a extensão do capacitor.1. Na figura 5. A figura 5.2(b) a idealização do plano infinito é ilustrada.2a Figura 5. Podemos resumir essa situação.2.

5.if.2) A relação (5. a capacitância só depende da constante dielétrica do meio entre entre as placas.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS campo de uma placa infinita é dado por E = σ/2ε0. a placa é “infinita” apenas para efeito de cálculo. C = ε0A/d (5. onde A é a área da placa (não há inconsistência. obtém-se EAε0 = CEd. Portanto. Da relação (5.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:11] .2) mostra que a capacitância só depende de uma constante universal. e de propriedades geométricas. no caso de um par de placas com cargas iguais e de sinais contrários. é dada por q/A. a constante dielétrica no vácuo. e das dimensões do capacitor. o campo entre as placas será E = σ/ε0. A densidade de carga. http://www.ufrgs. Vejamos mais dois exemplos. σ.br/tex/fis142/mod05/m_s03. E=q/Aε0. como uma aproximação). ε0. Para qualquer capacitor. Esse tipo de resultado é geral. de onde se obtém q = EAε0.1). Portanto. ou. Q = CV.

if. Para calcular a capacitância. necessitamos estabelecer a relação entre potencial e carga. enquanto o externo está carregado com carga –q.ufrgs.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR CILINDRICO Vamos considerar um par de cilindros de comprimento L.5 CAPACITOR CILINDRICO Capítulo 5 . e raios a e b. a capacitância de um capacitor cilíndrico será: http://www.3).4) em (5. temos que: (5.3) Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.5).html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:27] . O cilindro interno está carregado com carga +q. Da relação (4.4) Substituindo (5. cujo resultado é (5. obtém-se Portanto.5.br/tex/fis142/mod05/m_s04.

ufrgs.5) Figura 5.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .5 CAPACITOR CILINDRICO (5.5.3 http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s04.if.

e mostre que a capacitância de um capacitor esférico é dado por (5.6 CAPACITOR ESFÉRICO Capítulo 5 .5.if.ufrgs.6) http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s05.html [13/03/2004 16:21:46] .CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR ESFÉRICO Use um procedimento análogo ao anterior.

as placas associação em inferiores estão com o mesmo potencial paralelo negativo. obtém-se Q1 = C1V Q2 = C2V (5. i.1).br/tex/fis142/mod05/m_s06.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Capítulo 5 . as diferenças de potencial são iguais. Veremos agora como tratar a associação de capacitores.e.. dado pelo pólo positivo da baterial. Portanto. os circuitos elétricos e eletrônicos são constituídos de vários componentes. é distribuída entre os capacitores. V1=V2=V. A associação em paralelo é ilustrada na Figura 5. Substituindo (5. as placas Figura 5.5. Da mesma forma.ufrgs. Uma forma simples de abordar esse tipo de problema é considerar a associação dos componentes de um mesmo tipo.7a) (5.7a) e (5. na proporção de suas capacidades. tem-se: http://www.if. Assim.4 superiores estão com o mesmo Capacitância equivalente de uma potencial. para o caso de dois capacitores. Pela equação (5.7b) A carga. O que caracteriza esse tipo de associação é a igualdade de potencial entre as placas dos capacitores.4. Na ilustração. fornecida pela bateria.7b).html (1 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . Q. associados de diferentes maneiras. Q=Q1+Q2.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Em geral.

5). (5. Portanto. é fácil concluir que são iguais as cargas acumuladas nas placas de todos os capacitores. Q1 = Q2 = Q = C1V1 = C2V2 Figura 5. Então. Ceq = C1+C2 No caso mais geral.8) No caso da associação em série (Figura 5. (5.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Q = (C1+C2)V Portanto.5. mas as capacitâncias são diferentes. se as cargas são iguais. com ‘n’ capacitores.br/tex/fis142/mod05/m_s06.if.5 Capacitância equivalente de uma associação em série Portanto.html (2 de 2) [13/03/2004 16:22:33] .9) http://www. então os potenciais também serão diferentes.ufrgs.

if.6(a) temos um capacitor carregado com carga Q. o título desta seção pode causar alguma confusão. Vamos discutir duas das suas experiências para investigar o efeito de diferentes dielétricos sobre o comportamento de um capacitor.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Capítulo 5 . Como o voltímetro é um dispositivo com grande resistência interna. coloca-se outro dielétrico entre as placas do capacitor. Na Figura 5.6a http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s07. porque sendo o ar. dielétrico . O que se quer enfocar aqui é o que acontece quando.ufrgs. por volta de 1837.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITORES COM DIELÉTRICOS A rigor. Portanto. em condições normais. qualquer capacitor terá um dielétrico entre suas placas. O dielétrico entre as placas é o ar.html (1 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . Um voltímetro está sendo usado para medir a diferença de potencial entre as placas. ao invés do ar. pelo menos para efeitos práticos. a carga acumulada permanecerá constante. Figura 5. Esse problema foi abordado pela primeira vez por Faraday. segue-se que o capacitor está isolado.5.

6(b). Q=CV. (5.1).7(b)] resulta na redução da diferença de potencial. (5. e igual quantidade de cargas positivas na parte inferior. Figura 5.7b Figura 5. em relação à capacitância do capacitor com ar. é fácil concluir que a polarização resultará num excesso de cargas negativas na parte superior do dielétrico.6b Suponha que um dielétrico seja colocado entre as placas. isso implica no aumento de Q. Pelo que sabemos.html (2 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . dada pela ddp da bateria. o capacitor está sendo carregado por uma bateria. provocando a diminuição do potencial.7c http://www. de modo que a diferença de potencial entre as placas. Então. A introdução de um dielétrico entre as placas [Figura 5. Para o vácuo. A eq.7a Figura 5. implica que a capacitância deve aumentar. como ilustrado na Figura 5. Da eq.br/tex/fis142/mod05/m_s07. Nesta experiência. O campo efetivo entre as placas diminuirá. é constante. k=1. e para o ar. como no caso da experiência anterior.ufrgs. conclui-se que C deve aumentar.if.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Figura 5. C = kCar onde k é a constante dielétrica do material colocado entre as placas. k=1.1).5. Como a baterial fornece uma ddp constante.00054.

if.br/tex/fis142/mod05/m_s07.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS http://www.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .5.

br/tex/fis142/mod05/m_s08. Temos quatro dielétricos diferentes. quatro possibilidades de áreas das placas. http://www. e suas placas estejam a uma diferença de potencial V. com capacitância C. Como já vimos. Suponha que um capacitor. (5.if. Use a fórmula da capacitância de um capacitor de placas paralelas com diferentes dielétricos. e quatro distâncias entre elas.5. Para transferir uma carga dq de uma placa para outra.html [13/03/2004 16:22:58] .10) EXERCÍCIO INTERATIVO: Neste aplicativo temos um capacitor de placas paralelas.ufrgs. ter acumulação de energia num capacitor é equivalente a ter acumulação de energia num campo elétrico. e cheque o resultado. contenha uma certa carga q. é necessário realizar um trabalho.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Como o capacitor produz um campo elétrico entre suas placas.9 ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Capítulo 5 .

5.10 EXEMPLOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXEMPLOS
Os capacitores da Figura 5.8(a), inicialmente descarregados, são carregados com a chave S aberta. Capacitâncias em µF. (a) Qual é a diferença de potencial Vab? (b) Qual é o potencial do ponto b, após a chave S ter sido fechada? (c) Quanta carga fluirá através da chave, enquanto ela estiver fechada? Quando os capacitores são carregados de acordo com a configuração da Figura 5.8(a), os capacitores 6 µF e 3 µF, à esquerda estão ligados em série, da mesma forma que os capacitores 3 µF e 6 µF, à direita.
r

Figura 5.8a

Mostre que o circuito da Figura 5.8(a) transforma-se no circuito da Figura 5.8(b). Mostre que a carga acumulada em cada capacitor da Figura 5.8(b) será 400 µC. Mostre que, enquanto a chave S estiver aberta, o potencial no ponto b será Vb=66,7 volts, e o potencial no ponto a será Va=133,3 volts. Portanto Vab=66,7 volts (resposta do ítem a).

r

Figura 5.8b
r

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.10 EXEMPLOS

Fechando-se a chave S, o circuito ficará como o representado na Figura 5.8(c).
r

Mostre que a Figura 5.8(c) transforma-se na Figura 5.8(d). Mostre a carga fornecida pela bateria será 900 µC. Mostre que V1=100 volt (resposta do ítem b). Mostre que a carga no capacitor de 6 µF [Figura 5.8(c)] é 600 µC, enquanto no capacitor de 3 µF é 300 µC. Portanto, mostre que a carga que flui através da chave S é 300 µC.

r

r

r

Figura 5.8c

Figura 5.8d

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.11 EXERCÍCIOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXERCÍCIOS.
Pergunta 1
q

5.1 Um capacitor a ar, consistindo de duas placas paralelas bastante próximas, tem uma capacitância de 1000 pF. A carga em cada placa é de 1 µC. (a) Qual é a ddp entre as placas? (b) Se a carga for mantida constante, qual é a ddp entre as placas se a separação for duplicada? R: (a)1000 Volts; (b)2000 Volts.

Pergunta 2
q

5.2 Na figura 5.9 C1=3 µF e C2=2 µF. (a) Calcule a capacitância equivalente da rede entre os pontos ‘a’ e ‘b’. (b) Calcule a carga em cada um dos capacitores C1 mais próximos de ‘a’ e ‘b’ quando Vab=900 V. (c) Com Vab=900 V, calcule Vcd. R:(a)1 µF; (b)900 µC; (c)300 Volts.

Figura 5.9
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

5.11 EXERCÍCIOS

Pergunta 3
q

5.3 Um capacitor de 1 µF e outro de 2 µF são ligados em série a uma fonte de tensão de 1200 V. (a) Determine a carga de cada um deles e a diferença de potencial através de cada um. (b) Os capacitores carregados são desligados da fonte e um do outro e religados com os terminais de mesmo sinal juntos. Determine a carga final em cada capacitor e a diferença de potencial através de cada um. R:(a)800 µC, 800 V, 400 V; (b)533,33 µC, 1066,67 µ, 533,33 V.

Pergunta 4
q

5.4 Quer-se construir um capacitor de placas paralelas, usando borracha como dielétrico, tendo esta uma constante dielétrica igual a 3 e rigidez dielétrica de 2 x 105 V/cm. A capacitância do capacitor deve ser 0,51 µF e ele deve ser capaz de suportar uma diferença de potencial máxima de 6000 V. Qual é a área mínima que as placas do capacitor podem ter? R:5,76 m2

Pergunta 5
q

5.5 Um capacitor esférico consiste de uma esfera metálica interna, de raio Ra, apoiada num pedestal isolante situado no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb. Há uma carga +Q na esfera interna e outra –Q na externa. (a) Qual é a ddp Vab entre as

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

5.if. de raio Ra. ao longo do eixo de um tubo condutor de raio interno Rb. (a) Qual é a ddp entre os dois cilindros? (b) Prove que a capacitância de um comprimento L do cabo é R:Veja a resposta na apostila.ufrgs.6 Um cabo coaxial consiste de um cilindro condutor. http://www. suportado por discos isolantes.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:05] . sólido.5). (5. com densidade linear λ. Pergunta 6 q 5. interno. antes da eq. Os dois cilindros são carregados com cargas opostas.br/tex/fis142/mod05/m_ex.11 EXERCÍCIOS esferas? (b) Prove que a capacitância é R:(a)Va-Vb=(q/4πε0) (Ra+Rb)/RaRb.

ou quase estáticas. quando visto microscopicamente. A rede cristalina forma obstáculos. Cada vez que um elétron aproxima-se de um desses obstáculos da rede cristalina.6. de modo que o movimento dos elétrons. sob a ação de um campo elétrico provido por uma bateria. Neste capítulo vamos iniciar o estudo de situações em que cargas elétricas estão em movimento.2 MODELO MICROSCÓPICO Capítulo 6 . Mesmo as situações em que levamos em conta movimento de cargas.1. onde são indicados o http://www.br/tex/fis142/mod06/m_s01.CORRENTE & RESISTÊNCIA MODELO MICROSCÓPICO Até agora. a corrente elétrica consiste num fluido de elétrons movendo-se ao longo de uma estrutura cristalina.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:08] . Esse movimento tipo zig-zag é ilustrado na Figura 6. isso foi feito para facilitar o raciocínio. O estudo geral da eletrodinâmica é bastante complexo.if. Microscopicamente. algumas vezes retroativamente.ufrgs. seu movimento é desviado. em regime estacionário. Cargas elétricas podem movimentar-se sob a ação de campos elétricos e magnéticos. abordamos situações em que cargas elétricas são consideradas estáticas. Vamos cuidar de distinguir bem cada um desses casos. Inicialmente vamos tratar de elétrons movendo-se em resistores. parece caótico. como no caso dos capacitores. e em diversos ambientes. pois a situação analisada era a do equilíbrio eletrostático. havendo necessidade do uso da teoria da relatividade restrita.

À medida que a temperatura aumenta vibrações são introduzidas.1.2.1 deixa de existir na Figura 6. como o indicado pela seta .html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:08] Figura 6. Neste caso.1 eles estão fixos. é semelhante ao de uma pessoa que dá dois passos para a frente e um para trás.ufrgs. A relação entre o movimento efetivo e o movimento em zig-zag. As esferas http://www. mas é conveniente adiantar uma abordagem qualitativa a esse problema. isso representa uma situação irreal.1 estão constantemente mudando de lugar.2 . poderiam haver alguns canais de trânsito livre para o elétron. Teremos oportunidade de discutir isso mais adiante. onde a temperatura é absolutamente nula. Este aplicativo simula a situação descrita acima. Veja que o canal que existia na Figura 6. Esta velocidade define o movimento efetivo do elétron. de modo que desordens localizadas impedem mais efetivamente o movimento eletrônico. o movimento de um elétron e a velocidade de deriva. Na Figura 6.1 Entre os vários fatores que afetam o movimento eletrônico num condutor. na Figura 6.6. Figura 6. que ilustra uma situação desordenada. no final das contas ela vai andar para a frente. a temperatura é um dos mais importantes.br/tex/fis142/mod06/m_s01. de modo que os obstáculos ilustrados na Figura 6.2 MODELO MICROSCÓPICO sentido do campo elétrico. O primeiro efeito da temperatura é fazer vibrar a rede cristalina.if.

use uma corrente baixa. Para observar com mais precisão.2 MODELO MICROSCÓPICO amarelas representam os átomos na rede cristalina.ufrgs.6.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:08] . o cursor da barra abaixo da modura. http://www. e os pontos vermelhos representam os elétrons livres. deslocando para a direita.br/tex/fis142/mod06/m_s01. Aumente o valor da corrente.if.

(6. Portanto.br/tex/fis142/mod06/m_s02.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:12] . e a carga total no segmento de condutor será ∆q = neAL Um elétron percorrerá este segmento no intervalo de tempo http://www. há uma relação muito importante entre a densidade de corrente e a velocidade de deriva. (6.ufrgs. Isto é.3.if. como ilustrado na Figura 6.http://www.2) Podemos relacionar essas grandezas de outra forma.html Capítulo 6 .ufrgs.if. Vamos deduzi-la. Seja um segmento de condutor.1) A corrente elétrica por unidade de área transversal define o módulo do vetor densidade de corrente J. L. Suponha que existam ‘n’ elétrons por unidade de volume.br/tex/fis142/mod06/m_s02. esta é a densidade de portadores do material. Do ponto de vista microscópico. por unidade de tempo.CORRENTE & RESISTÊNCIA CORRENTE ELÉTRICA Define-se intensidade de corrente elétrica como a quantidade de cargas que atravessa a seção reta de um condutor. a densidade de cargas no condutor será ‘ne’.

br/tex/fis142/mod06/m_s02.ufrgs. obtém-se i = ∆q/∆t = neAVd Da definição de densidade de corrente. http://www.3.3) A corrente é o fluxo da densidade de corrente! Figura 6.html ∆t = L/Vd onde Vd é a velocidade de deriva.br/tex/fis142/mod06/m_s02.ufrgs. obtém-se J = neVd (6. Da definição de corrente.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .if.if.http://www.

RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Capítulo 6 .4) será satisfeita.4) Essa definição significa que. R ρ A contrapartida microscópica da resistência é denominada resistividade. entre os extremos de um resistor.4) são todas macroscópicas e facilmente mensuráveis com um ohmímetro (para medir R). V. são todos representados por uma propriedade mensurável. de modo que.3. A forma mais conhecida de (6. denominada resistência.5) As grandezas relacionadas em (6. circulará.ufrgs. de tal modo que a relação (6.br/tex/fis142/mod06/m_s03.6. e definida pela relação R = V/i (6. V E. E e J são uniformes.5) é E = ρJ (6. conforme discussão qualitativa acima. uma corrente. i J. Cada uma tem uma contrapartida microscópica. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Os obstáculos impostos ao movimento eletrônico.if.4) é V = Ri (6.6) No regime estacionário. e a relação microscópica correspondente a (6. http://www.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . R. ρ. com um voltímetro (para medir V) ou com um amperímetro (para medir i). quando se aplica uma diferença de potencial (ddp). i.4 RESISTÊNCIA. para o segmento L da Figura 6.CORRENTE & RESISTÊNCIA RESISTÊNCIA.

4). cada elétron possui aceleração a = eE/m onde ‘e’ e ‘m’ são.ufrgs. Supondo que o tempo médio entre duas colisões do elétron com a rede cristalina seja τ. respectivamente. varia com a temperatura conforme a relação empírica ρ .8) onde ρ0 é a resistividade medida na temperatura T0. tem-se que Vd = aτ = eEτ/m Usando a relação (6.7) A relação (6.3).if.4 RESISTÊNCIA. a carga e a massa do elétron. A constante de proporcionalidade. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE V = LE = LρJ e i = JA Substituindo V e i na relação (6. com velocidade de deriva. é proporcionado pelo campo elétrico. E. obtém-se (6. possível deduzir a relação entre a resistividade e algumas propriedades microscópicas do material.ρ0 = αρ0(T-T0) (6. de tal modo que em média.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .6. O movimento eletrônico estacionário.br/tex/fis142/mod06/m_s03. obtém-se http://www.7) mostra que a resistência de um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento. e α é o coeficiente de temperatura da resistividade. e admitindo que a velocidade de deriva é aproximadamente igual à velocidade média entre colisões. ρ. e inversamente proporcional à sua seção reta.

9) http://www.ufrgs.6) chega-se à relação (6.br/tex/fis142/mod06/m_s03.if.6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE E = mJ/ne2τ Finalmente. com o uso de (6.4 RESISTÊNCIA.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .

Explique o que acontece. e tente colocar a "voltagem máx" menor do que esse valor. Em paralelo com o resistor. Vmax>10 V e Imax= 1A.CORRENTE & RESISTÊNCIA LEI DE OHM Costuma-se afirmar. ditos materiais ôhmicos.5 LEI DE OHM Capítulo 6 . que a lei de Ohm é expressa pela eq. Tem-se um resistor (com resistência variável) ligado a uma bateria (força eletromotriz. Em série com o resistor. (6. esta equação representa simplesmente a definição de resistência.10 A). tem-se um amperímetro. Na parte de cima do painel verde. variável).5). equipamento usado para medir corrente elétrica (por que ele é ligado em série com o resistor?). Tente explicar qual a finalidade das escalas nos aparelhos de http://www.1000 V) e outra para o amperímetro (1 mA .html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:17] . Se o valor superar. Explique o que acontece. equivocadamente. ou voltagem. Diminua o valor da resistência até ela atingir 9 Ohms. V = Ri (6. eles podem "queimar". a razão entre ‘V’ e ‘i’ é constante. Fixe um determinado valor da voltagem.if.6. Essas escalas definem os valores máximos que os equipamentos podem medir. Coloque U=10.ufrgs. há uma escala para o voltímetro (1 . tem-se um voltímetro.br/tex/fis142/mod06/m_s04. equipamento usado para medir diferenças de potencial (por que ele é ligado em paralelo?).5) Este aplicativo serve para explorar conceitos básicos de um circuito simples. Na verdade. O que a lei de Ohm diz é que para alguns materiais.

if.6.ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_s04. http://www.5 LEI DE OHM medida.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .

é também conhecida como potência Joule. quando ele é atravessado por uma corrente. chega-se a uma relação bastante conhecida P= Ri2 (6. R.11).5). podemos mudar o valor de V e R. & POTÊNCIA Para se produzir uma corrente elétrica.if. no caso mais simples.11) Figura 6.ufrgs. Na seguinte demostração. Se uma carga dq é transportada de A para B.br/tex/fis142/mod06/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:35] . Isso é feito às custas da energia de uma fonte. uma bateria. manifesta-se sob a forma de calor no resistor. há que se produzir um fluxo de cargas elétricas.6.6 ENERGIA. que dá a potência dissipada num resistor. a potência é dada por (6. & POTÊNCIA Capítulo 6 . i. no condutor da Figura 6. a bateria terá que fornecer uma energia dU = dqVAB = idtVAB Por definição.4. A energia assim transferida. no caso mais geral de metais condutores.10) Fazendo uso da relação (6. isto significa produzir fluxo de elétrons.CORRENTE & RESISTÊNCIA ENERGIA. Qual serão os valores certos para que a lampada funcione? http://www.4 A expressão (6.

ufrgs.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .6 ENERGIA.br/tex/fis142/mod06/m_s05. & POTÊNCIA http://www.6.

7 UNIDADES NO SISTEMA SI Capítulo 6 .m)-1 http://www.html [13/03/2004 16:23:43] .ufrgs.metro(Ω.br/tex/fis142/mod06/m_s06.m) Condutividade Ohm.6.if.CORRENTE & RESISTÊNCIA UNIDADES NO SISTEMA SI Grandeza Corrente Resistência Unidade Ampere (A) Ohm (Ω) Resistividade Ohm.metro recíproca (Ω.

Portanto. a corrente será i = 5.html [13/03/2004 16:23:45] .88 A.8 EXEMPLO Capítulo 6 .5x1018x1.ufrgs. http://www. em cada segundo.if.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXEMPLO 6.6.1 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.br/tex/fis142/mod06/m_s07. este se ioniza.6x10-19 = 0. 4x1018 elétrons e 1. a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.5x1018 prótons movem-se em sentidos opostos através de uma seção transversal do tubo? b) Qual é o sentido da corrente? Solução: Corrente de elétrons num sentido é igual a corrente de íons positivos no sentido contrário.

5 x 1018prótons movemse em sentidos opostos através de uma seção transversal no tubo? (b) Qual é o sentido da corrente? R:(a)0.3 A corrente em um fio varia com o tempo segundo a http://www. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo. A prata contém 5. este se ioniza. (b)O sentido do movimentos dos prótons. (a) Qual é a corrente no fio? (b) Qual é a velocidade de arrastamento dos elétrons no fio? R:(a)20 mA. (b)2.2 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXERCÍCIOS. em cada segundo. Pergunta 3 q 6.7x10-6 m/s.11 EXERCÍCIOS Capítulo 6 .if.88 A.html (1 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . Pergunta 1 q 6.1 Um fio de prata de 1 mm de diâmetro conduz uma carga de 90 C em 1h15min.5.ufrgs.8 x 1028 elétrons livres por m3. Pergunta 2 q 6. 4 x 1018 elétrons e 1.br/tex/fis142/mod06/m_ex. (a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.

(a) Quantos coulombs passam através de uma seção transversal do fio num intervalo de tempo entre t=5 s e t=10 s? (b) Que corrente constante transportaria a mesma carga no mesmo intervalo de tempo? R:(a)603. (b)120.1 Ω. (b)9.5.br/tex/fis142/mod06/m_ex.5 Enquanto a chave S estiver aberta. mas seu diâmetro é o dobro. onde i é dada em ampères e t em segundos. Determine a fem e a resistência interna da pilha. a leitura do voltímetro cai para 1. ligado aos terminais da pilha seca da figura 6.67 A. (a) Qual é a sua resitência? (b) Um segundo fio do mesmo material tem o mesmo peso que o anterior. marca 1.4 Um fio de 100 m de comprimento e 2 mm de diâmetro tem uma resistividade de 4. R:1. Qual é a sua resitência? R:(a)1. 0.if.52 V. Pergunta 4 q 6.8 x 10-8 Ωm.53 Ω.34 C.5. o voltímetro V.25x10-2 Ω Pergunta 5 q 6. Quando se fecha a chave. Figura 6.html (2 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .5 A.11 EXERCÍCIOS relação i = 4 + 2t2.37 V e o amperímetro A lê 1.52 V.5 http://www.ufrgs.

Qual é a sua resistência? R:(a)P=Vi=Ri2=V2/R. (iii) ddp e resistência.5 Ω. (b)10 V.0 A. Pergunta 7 q 6.5 V. quando a ddp entre os terminais é de 60 V.8 (a) Exprima a taxa de dissipação de energia num resistor em termos de (i) ddp e corrente. a ddp torna-se 11 V. (b) Energia é dissipada num resistor a uma taxa de 40 W. (a) Qual é a resistência interna da bateria? (b) Qual é a fem da bateria? R:(a)0. Quando a corrente for de 2 A no sentido inverso.br/tex/fis142/mod06/m_ex.7 A voltagem entre os terminais de uma fonte em circuito aberto é de 10 V e sua corrente em curtocircuito é 4. Pergunta 9 http://www. (ii) resistência e corrente.11 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 6. (b) 90 Ω.5. quando existe na mesma uma corrente de 3 A dirigida do terminal negativo para o positivo. Pergunta 8 q 6.22 A.ufrgs.6 A ddp entre os terminais de uma bateria é 8. Qual será a corrente quando a fonte for ligada a um resistor linear de 2 Ω? R:2.html (3 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .if.

9 No circuito da figura 6. (c)20 W Figura 6.br/tex/fis142/mod06/m_ex.if.html (4 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . R:(a)24 W. (c) a taxa de dissipação de energia no resistor externo.6.6 http://www.11 EXERCÍCIOS q 6. (b)4 W. determine: (a) a taxa de conversão de energia interna em energia elétrica dentro da bateria.5. (b) a taxa de dissipação de energia na bateria.ufrgs.

Figura 7.1 http://www. na Figura 7. o ponto de encontro de três ou mais ramos de um circuito.2 LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS Capítulo 7 .if. como ilustrado na Figura 7. incluindo vários componentes elétricos. fem e resistências. unindo a malha da esquerda à malha da direita. um circuito fechado. Elas são baseadas em princípios de conservação de energia e de carga. e suas aplicações são facilitadas se feitas a partir das regras apresentadas abaixo.1. Entende-se por nó. a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito. entre A e B ou entre A e C.1. no caso mais simples. tendo cada ramo um ou mais componentes elétricos. dois procedimentos para resolver circuitos elétricos simples. o ponto A é um nó. Entende-se por malha.ufrgs.1.html [13/03/2004 16:23:51] . Chama-se “queda de potencial”. Na Figura 7.7. na realidade. por exemplo.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS O que conhecemos como lei dos nós e lei das malhas são.br/tex/fis142/mod07/m_s01.

3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Capítulo 7 . a queda de potencial é negativa (Figura 7. pois os pontos inicial e o final são os mesmos.2b http://www.2a Σ ∆V = 0 Figura7.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:54] .if. Figura 7. Logo.2b).7. Vb<Va. indica que o circuito está A seta sendo percorrido no sentido de ‘a’ para ‘b’.2a). vai de ‘a’ para ‘b’.br/tex/fis142/mod07/m_s02. a queda de potencial é positiva (Figura 7. ∆V= Va – Vb = Ri > 0 Quando se “atravessa” uma resistência no sentido contrário ao da corrente convencional. como cada queda de potencial é usada nesse somatório.ufrgs.Ri Quando se “atravessa” uma resistência no mesmo sentido da corrente convencional. Vejamos. e ∆V = . Se a corrente convencional. indicada pela seta . o somatório das quedas de potencial deve ser nulo.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se percorre um circuito fechado. logo ∆V= Vb – Va. é porque os elétrons vão de ‘b’ para ‘a’. nas regras seguintes. Neste caso.

7.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se “atravessa” uma fem do pólo negativo para opositivo.br/tex/fis142/mod07/m_s02. Figura 7.2c).html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:54] . Figura 7.ufrgs.2d http://www. a queda de potencial é positiva (Figura 7.2c Quando se “atravessa” uma fem do pólo positivo para o negativo.if. a queda de potencial é negativa (Figura 7.2d).

7.4 LEI DOS NÓS

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
LEI DOS NÓS
A segunda regra básica refere-se ao somatório das correntes, e é conhecida como lei dos nós: o somatório das correntes que entram num nó, é igual à soma das correntes que saem.

ΣIentram = ΣIsaem

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s03.html [13/03/2004 16:23:56]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA
Quando um circuito possui ‘n’ malhas, as regras acima são aplicadas a (n-1) delas, arbitrariamente escolhidas. Da mesma forma, a lei dos nós é aplicada em (n-1) nós, arbitrariamente escolhidos. Nas aplicações das regras acima, existem mais duas arbitrariedades importantes:
q

Arbitra-se o sentido em que cada malha será “percorrida”. Arbitra-se o sentido da corrente em cada trecho do circuito. Se ao final determinada corrente tiver valor negativo, é porque o sentido correto é o contrário daquele arbitrado.

q

O circuito apresentado neste aplicativo tem três malhas e dois nós. Os valores das fem's podem ser variados, entre 1 e 10 V, e as resistências variam entre 1 e 10 ohm. Isso é feito simplesmente clicando nas extremidades de cada componente. Quando uma fem atinge 1 V, o próximo clique no terminal negativo (azul) inverte seu sentido. Em cada ramo do circuito há um amperímetro, e um voltímetro é conectado em paralelo com cada resistor. Use o aplicativo para treinar a solução de circuitos com mais de uma malha. Coloque arbitrariamente alguns valores nas fem's e nos resistores e verifique se a solução do circuito coincide com os valores medidos nos amperímetros e nos voltímetros. Lembre que um circuito com 3 malhas e 2 nós implica num sistema de 3 equações e 3 incógnitas. Como temos 3 correntes e 2 voltagens, pelo menos um desses
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

deve ser conhecido.

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7.6 EXEMPLO 7.1

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
EXEMPLO 7.1
O circuito apresenta 2 nós e 3 malhas (ABEF, ACDF e BCDE). Portanto, teremos 1 equação com a lei dos nós e duas equações com a lei de Kirchhoff. Considerando o nó B, vê-se que a corrente I3 “entra”, enquanto I1 e I2 “saem” do nó. Assim, I3=I1+I2 [7.1(a)]

Considerando as malhas ABEF e BCDE sendo percorridas nos sentidos indicados, e as regras sobre as quedas de potencial, teremos as seguintes equações R1I1-ε1-R2I2=0 -R2I2-ε2-R3I3=0 [7.1(b)] [7.1(c)]

Suponha que R1=1 Ω, R2=2 Ω, R3=1/3 Ω, ε1=6 V e ε2=10 V, para mostrar que I1= -2 A, I2= -4 A e I3= -6 A. Como se vê, as intensidades das 3 correntes são negativas, significando que os sentidos arbitrados devem ser invertidos.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:00]

html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:00] .br/tex/fis142/mod07/m_s05. bem como as direções em que as malhas são “percorridas”.if. as direções das correntes.1 Na figura.7. foram arbitrariamente escolhidas http://www.ufrgs.6 EXEMPLO 7.

html (1 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . esta realiza um trabalho dW=εdq Este trabalho transforma-se em energia dissipada no resistor. A partir deste momento ele começa a ser carregado pela bateria. quando a chave S é conectada ao ponto ‘a’.br/tex/fis142/mod07/m_s06. Inicialmente.ufrgs.3 mostra um circuito RC série.if. o capacitor está descarregado.3 Para cada carga dq fornecida pela bateria. Vamos usar o princípio da conservação da energia para determinar a equação diferencial que descreve o comportamento deste circuito. que recebe esta denominação porque o resistor e o capacitor estão em série com a fem.7. Figura 7. Ri2dt e em energia acumulada no capacitor.CIRCUITOS ELÉTRICOS CIRCUITO RC SÉRIE A figura 7.7 CIRCUITO RC SÉRIE Capítulo 7 . onde V é a diferença de potencial entre as placas do http://www.

3) obtém-se (7.7.2) tem como solução q(t) = εC(1 – e-t/RC) (7. A partir de (7.2) A eq. a carga no capacitor atinge 63% do seu valor máximo. Quando t=RC. a http://www.br/tex/fis142/mod07/m_s06. (7. Levando em conta que . num tempo infinito.4) Decorrido um longo intervalo de tempo (p.html (2 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . denominado constante de tempo capacitiva. εC. de modo que. ela só atingirá seu valor final. τ=RC.4) tem uma componente exponencial.. t=10RC)).ufrgs.7 CIRCUITO RC SÉRIE capacitor. obtém-se (7. rigorosamente. Pela conservação de energia.if. Figura 7.4 Para cada circuito RC há um tempo característico.3) O crescimento da carga no capacitor (figura 7.ex.

O gráfico apresentado é o da ddp entre as placas do capacitor.if. Colocando-se ε=0 na eq. Para iniciar o processo clique sobre a chave preta que conecta os diferentes ramos do circuito. Quando o capacitor estiver mais de 99% carregado (Quando isto acontece?) mude a posição da chave e passe a descarregar o capacitor. As barras azuis mostram o valor da ddp em cada um dos componentes: bateria.ufrgs. capacitor e resistor.2) obtém-se (7.7.5 Figura 7. http://www.6) Figura 7. Analise os resultados obtidos e descreva o que observou. q(t) = εCe-t/RC (7.5) Por integração direta chega-se à expressão que descreve a variação da carga durante a descarga do capacitor.br/tex/fis142/mod07/m_s06.html (3 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .6 O aplicativo acima apresenta o comportamento de um circuito RC. (7. O resitor tem resistência de 100 kΩ e o capacitor uma capacitância de 100 µF. A partir deste momento inicia-se o processo de descarga do capacitor.7 CIRCUITO RC SÉRIE chave S é desconectada de ‘a’ e conectada em ‘b’. Concentre sua atenção no processo de carga e descarga do capacitor.

if.ufrgs.html (4 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .7 CIRCUITO RC SÉRIE http://www.7.br/tex/fis142/mod07/m_s06.

7 Pergunta 3 http://www. (b)14 V.2 (a) Determine a resistência entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da rede mostrada na figura 7. Que potência seria consumida se os três resistores fossem ligados em paralelo à mesma ddp? R:90 W.if.br/tex/fis142/mod07/m_ex. Pergunta 1 q 7. (b) Que ddp entre ‘a’ e ‘b’ resultará em uma corrente de 1 A no resistor de 4 Ω? R:(a)7 Ω.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .1 Três resistores iguais são ligados em série.7.CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS. Quando se aplica uma certa ddp a esta combinação.ufrgs.7.7 EXERCÍCIOS Capítulo 7 . a potência total consumida é de 10 W. Pergunta 2 q 7. Figura 7.

3. R:ε1=18 V. (b) Se ‘a’ e ‘b’ forem ligados. A chave http://www.3 Determine as fem ε1 e ε2 no circuito mostrado na figura 7. calcule a corrente na bateria de 12 V.9.8 e a ddp entre ‘a’ e ‘b’.ufrgs.7.7 EXERCÍCIOS q 7.br/tex/fis142/mod07/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . O capacitor está inicialmente descarregado. ε=100 V.9 Pergunta 5 q 7.4 (a) Calcule a ddp entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da figura 7. (b)0.22 V. Figura 7. ε2=7 V. C=2 µF.5 Considere. Vab=13 V Figura 7.8 Pergunta 4 q 7. R=10 MΩ. na figura 7.if. R:(a)Vab=0.466 A.

0997 J.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . Pergunta 6 q 7.br/tex/fis142/mod07/m_ex. (a) Construa gráficos para i(t).605 RC http://www.6 Quantas constantes de tempo devem decorrer antes que um capacitor em um circuito RC esteja carregado com 99% de sua carga de equilíbrio? R: t = 4.7.ufrgs. (b) Quanta energia é dissipada no resistor? R:(b)0. q(t).if.7 EXERCÍCIOS é ligada na posição ‘a’ durante 20 s e depois rapidamente é ligada na posição ‘b’. ddp no resistor e ddp no capacitor para um intervalo de tempo de 60 s depois da chave ter sido ligada pela primeira vez.

1) onde v é a velocidade da carga. Não importa.2 A FORÇA DE LORENTZ Capítulo 8 .O CAMPO MAGNÉTICO. Existem duas formas básicas de criação de um campo magnético. este exercerá uma força sobre uma carga em movimento. q. havendo um campo magnético em determinada região do espaço. dada por F = qvxB (8. qual a fonte de criação.br/tex/fis142/mod08/m_s01.ufrgs. em movimento. trata-se do campo criado por uma corrente elétrica.if. este exerce uma força sobre uma carga. Veremos logo adiante que cargas em movimento criam um campo magnético. A força magnética é nula em duas circunstâncias: http://www. A segunda forma tem a ver com o campo criado por uma carga em movimento. devemos ter em mente que é impossível tratar cargas elétricas em movimento sem levar em consideração a existência do campo magnético. A primeira tem a ver com a descoberta do fenômeno. trata-se do campo de um ímã permanente. por volta do ano 121 DC. Por outro lado.8.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . Do ponto de vista formal. ocorrida na cidade de Magnésia. o que importa é que dado um campo magnético. para o momento. B. Tanto o Halliday-Resnick quanto o Sears-Zemanski fazem esse tipo de abordagem. A FORÇA DE LORENTZ Geralmente os textos introdutórios sobre magnetismo iniciam com um histórico da descoberta do fenômeno.

8.br/tex/fis142/mod08/m_s01. a força sobre uma carga em movimento é dada por (8.2) A força expressa em (8.if.2 A FORÇA DE LORENTZ r r Carga estacionária (v=0).ufrgs. e um campo magnético.2) é conhecida como força de Lorentz. E.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . No caso geral. Velocidade paralela ao vetor campo magnético. em que temos um campo elétrico. http://www.

Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1906. A DESCOBERTA DO ELÉTRON A expressão (8.8. E.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON Capítulo 8 . conforme esquematizado na figura 8. B e v. obtém-se http://www.2) vê-se que a força elétrica é perpendicular à força magnética. tal que Das expressões acima. Thomson usou um campo elétrico perpendicular a um campo magnético. (8. para desviar o feixe de elétrons num tubo de raios catódicos.br/tex/fis142/mod08/m_s02.1 Pela eq. Figura 8. Controlando-se os parâmetros externos.2) foi usada por Thomson quando este realizava os trabalhos que resultaram na descoberta do elétron.1.ufrgs. Joseph John Thomson (18561940). descobriu o elétron em 1897.O CAMPO MAGNÉTICO. é possível fazer FE=FB eE=evB v=E/B. A velocidade dos elétrons resulta da aceleração através de um potencial V.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:14] .

http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:14] .3) A razão entre a carga e a massa do elétron.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON (8. é calculada através de parâmetros controlados experimentalmente.br/tex/fis142/mod08/m_s02. de tal forma que a força elétrica equilibre a força magnética. ou de qualquer partícula carregada que penetre no tubo de raios catódicos.ufrgs.8.if. isto é. Estes são ajustados de tal forma que o feixe permaneça em linha reta.

2) também permitiu a descoberta do efeito Hall que.br/tex/fis142/mod08/m_s03. e cargas positivas na face superior. cargas negativas acumulam-se na face inferior. O excesso de cargas positivas e negativas. Com o tempo. Esta força fará com que o movimento dos elétrons seja desviado para baixo. como veremos. O EFEITO HALL A expressão (8. com um campo elétrico conhecido como campo Hall.O CAMPO MAGNÉTICO. qEH = qvB http://www. é extremamente útil na indústria microeletrônica.2 esquematiza o arranjo experimental para o estudo do efeito Hall. Chegará um momento em que a força Hall equilibra a força magnética. conforme indicado na figura 8. Tem-se uma fita condutora com seção reta A (=Ld) através da qual circula um feixe de elétrons com velocidade v.if.8.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:18] .4 O EFEITO HALL Capítulo 8 . funciona como um capacitor de placas paralelas. A figura 8.2 Aplicando-se um campo magnético na direção horizontal. resulta numa força magnética na direção perpendicular ao movimento eletrônico. Figura 8.2. no sentido de cima para baixo.ufrgs.

4 O EFEITO HALL Usando a eq. EH = VH/d.ufrgs. J=nqv.br/tex/fis142/mod08/m_s03. Em primeiro lugar. Em segundo lugar. é possível determinar o sinal da carga dos portadores.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:18] .4) fornece o valor da densidade de portadores.4) O efeito Hall permite a obtenção de dois resultados importantes. (8. e a definição da densidade de corrente.if. Resulta daí que Tendo em conta que a seção reta é dada por A=Ld. pois permite a fabricação de dispositivos que dependem do tipo (elétrons ou lacunas) e da quantidade de portadores. http://www. obtémse (8. (6. a eq. J=i/A.3). obtém-se Por outro lado.8. Esses dois resultados são de extrema importância na indústria eletrônica. bastando medir a diferença de potencial entre as superfícies superior e inferior.

ufrgs.8. Por outro lado. Este tipo de movimento é esquematizado na figura 8. a partícula movimenta-se num círculo com raio r = mv/qB (8. de massa m e carga q.O CAMPO MAGNÉTICO.3.br/tex/fis142/mod08/m_s04. Portanto. Isto é.1) mostra que se a velocidade da partícula tiver a mesma direção do campo magnético. podemos decompor o vetor velocidade em duas direções: uma na direção de B. é sempre composto de um movimento retilíneo uniforme e de um movimento circular. a força será nula. obtém-se a velocidade angular ω = qB/m (8.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Capítulo 8 . Como se vê a força centrípeta. Figura 8. o movimento de uma partícula. é igual à força magnética.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:20] . (8. numa região do espaço onde existe um campo magnético. e outra perpendicular. resultando num movimento retilíneo uniforme.5b) http://www.3 Assim. que proporciona o movimento circular.5a) Da relação v=ωr.if. se o ângulo entre o vetor velocidade e o vetor campo magnético for diferente de zero. MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO A eq.

5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Da relação ω=2πf.if.5c) http://www.8.ufrgs.br/tex/fis142/mod08/m_s04. obtém-se a freqüência F = qB/2πm e o período T = 1/f = 2πm/qB (8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .5d) (8.

ufrgs.if.O CAMPO MAGNÉTICO. logo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . a força sobre o segmento de fio será A expressão geral é dada por http://www. Vejamos como calcular esta força. temos que a força sobre um elétron será Portanto. tem-se que a densidade eletrônica será n=N/LA Sabemos que J=nev. A partir desses resultados. A força sobre um elétron é dada por F=evB Supondo que existam N elétrons no segmento L do fio (seção reta A).br/tex/fis142/mod08/m_s05.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Capítulo 8 . FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Se um campo magnético exerce uma força sobre uma carga em movimento. é óbvio que ele exercerá uma força sobre uma corrente elétrica.

if.4.4 Neste aplicativo você pode visualizar o efeito de um campo magnético sobre uma corrente elétrica. No caso da Figura 8.6) O sentido da força é obtido pela regra da mão direita para o produto vetorial. http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:24] .br/tex/fis142/mod08/m_s05. Use a equação 8. Figura 8. a força aponta para baixo. A força sobre o fio é conseqüência da força de Lorentz sobre cada elétron que compõe a corrente.ufrgs.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE (8.6 e verifique a força que age sobre o fio em diferentes situações (invertendo o sentido da corrente e a polaridade do ímã.

if.5 sob outra perspectiva. na direção indicada.br/tex/fis142/mod08/m_s06. FORÇA SOBRE UMA ESPIRA DE CORRENTE Na figura 8.ufrgs.6).5 Forças F1 (F2) atuam em lados opostos a (b). Para melhor analisar esse torque.6. vejamos a figura 8.ufrgs. as forças sobre os lados a e b são dadas por F1=iaB F2=ibB Figura 8.6 http://www.html Capítulo 8 .O CAMPO MAGNÉTICO. Vê-se facilmente que as forças F2 equilibram-se.if. percorrida por uma corrente i. de lados a e b.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:29] . De acordo com a eq. (8.http://www. Figura 8. enquanto as forças F1 produzirão um torque na espira.br/tex/fis142/mod08/m_s06.5 mostra-se uma espira retangular. conforme ilustra a figura 8.

com N espiras. obtém-se τ=iABsenθ Para o caso de uma bobina com N espiras. A=ab e cos θ=senθ. define-se seu momento de dipolo magnético µ=iA.if.7) http://www.http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s06.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:29] . τ=NiABsenθ Para uma espira. o torque sobre uma espira ou sobre uma bobina.br/tex/fis142/mod08/m_s06.html O torque será Substituindo F1=iaB. para uma bobina. define-se µ=NiA. Da mesma forma.if. Portanto. será (8.ufrgs.

. 3.8. Esse tratamento torna-se mais complicado quando temos de abordar uma situação prática. ao qual associamos o símbolo B. Essa é uma questão bastante complicada no caso do eletromagnetismo em geral. Sears & Zemanski coloca a questão no contexto correto. e mais ainda no caso especial do magnetismo. ao discutir as propriedades magnéticas da matéria. p. O campo magnético é chamado de indução magnética? A confusão vem do fato que. na prática. 1a edição.ufrgs.8 UNIDADES Capítulo 8 .if. No capítulo 41. é um campo vetorial e seu valor e orientação em qualquer ponto são especificados por um vetor B chamado indução magnética.O CAMPO MAGNÉTICO. 534): O campo magnético. “campo magnético” não é a mesma coisa que “indução magnética”! Esta equivalência é geralmente usada para simplificar.br/tex/fis142/mod08/m_s07.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:31] Para materiais paramagnéticos e diamagnéticos: B=µ H µ = permeabilidade magnética Para materiais ferromagnéticos: B=f(H) depende do material e do processo de magnetização. Para avaliarmos esse nível de complexidade. UNIDADES Até aqui utilizamos o conceito genérico de campo magnético. mas causa o mistério colocado na definição acima. para a qual torna-se indispensável o uso de um sistema de unidade. mantém o http://www. tal como o campo elétrico. r H está relacionado com a corrente que o produz. Portanto. vejamos o que está escrito em Sears & Zemanski (Vol.

onde 1 T = 104 G = 1 Weber/m2.ufrgs. Por outro lado. a unidade de H é A/m no sistema SI e Oersted (Oe) no sistema CGS (1 A/m = 4πx10-3 Oe). enquanto no sistema CGS.br/tex/fis142/mod08/m_s07. a unidade de B é o Tesla (T). No sistema SI.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:31] . r B depende tanto da corrente quanto da magnetização do meio. http://www.8.8 UNIDADES leitor confuso ao longo de 4 capítulos. sua unidade é o Gauss (G).

7 tocar no anteparo. (8. Como esquematizado na Figura 8.8.9 EXEMPLO 8. Dito de outra forma. EXEMPLO 8. Esta força será igualada à força centrípeta. perpendicularmente dirigido para fora do papel. Antes de penetrar na região do campo magnético. uma partícula de massa m e carga +q. conforme a eq. a partícula terá adquirido velocidade v. até Figura 8. satisfazendo as seguintes relações: E=qV=½mv2 Ao penetrar na região do campo magnético.ufrgs.1 Um exemplo clássico de força magnética sobre uma partícula em movimento é o espectrômetro de massa.1).html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . de modo que facilmente obtém-se http://www.7.br/tex/fis142/mod08/m_s08. a partícula estará sujeita à força magnética.1 Capítulo 8 .if.O CAMPO MAGNÉTICO. a uma distância x do ponto de entrada. Sob a ação da força magnética a partícula percorrerá o semi-círculo indicado na figura. é acelerada através de um potencial V antes de penetrar numa região onde existe um campo magnético B. a partícula terá adquirido energia pela aceleração através do potencial V.

if. medindo-se a distância do impacto. x. pode-se calcular a massa da partícula.1. calcule o raio da órbita da partícula no interior do espectrômetro (r=x/2). Este é o princípio de funcionamento do espectrômetro de massa.8. http://www. Use alguns valores de v e B e cheque seu resultado.br/tex/fis142/mod08/m_s08. Ao invés de m.ufrgs.9 EXEMPLO 8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . a partir da sua carga e de parâmetros experimentais controláveis. Este aplicativo simula um espectrômetro semelhante a este que você acabou de estudar no exemplo 8.1 Portanto. B e V.

if. Portanto. se uma força igual a 0. Elas anulam-se e não exercem qualquer torque sobre a espira. Sobre os lados de 6 cm. com torque anti-horário.2 T paralelo ao eixo x. atuam forças F=0. orientadas de acordo com a Figura 8.10 EXEMPLO 8.16 N.ufrgs.html [13/03/2004 16:24:36] .2 A espira retangular da Figura 8. Supondo que exista um campo magnético uniforme de 0. calcule as forças e o torque sobre a espira.O CAMPO MAGNÉTICO. atuam forças iguais 0. a espira permanecerá na posição indicada. e a inferior orientada na direção –x.br/tex/fis142/mod08/m_s09.8 é “pivotada” no eixo y e conduz uma corrente de 10 A no sentido indicado.9 http://www. EXEMPLO 8.8 Figura 8.8. sendo a superior orientada na direção x. Figura 8.16cos(30).2 Capítulo 8 . Sobre os lados de 8 cm.9. de modo que ela seja mantida na posição indicada.12 N. for aplicada no lado de 8 cm não-pivotado.

O CAMPO MAGNÉTICO.br/tex/fis142/mod08/m_ex. http://www.7x103. Pergunta 1 q 8. EXERCÍCIOS. A massa da partícula α é 6.68 x 10-27 kg. (b) o tempo necessário para o elétron se mover de A para B.12 EXERCÍCIOS Capítulo 8 .14x10-3 T.if. perpendicular e entrando no plano da folha.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .ufrgs.2 Um elétron e uma partícula α (átomo de hélio duplamente ionizado) movem-se ambos em trajetórias circulares em um campo magnético.10 Pergunta 2 q 8. Compare o número de revoluções que eles fazem por segundo. R:(a) 1.68 ns. com a mesma velocidade tangencial.1 Um elétron no ponto A da figura 8. (b)15. Determine: (a) o módulo e a orientação da indução magnética que fará o elétron seguir a trajetória semicircular de A a B.8. Figura 8.10 tem uma velocidade v0=107 m/s. R:fe/fα=3.

7x108 m/s.44 x 1027 elétrons/m3. verifica-se que o potencial Hall é VH=45. E e B. Qual é o raio de sua trajetória no campo magnético.br/tex/fis142/mod08/m_ex.4 Um íon de Li7 com uma carga elementar tem uma massa de 1. Quando B=5 T e i=100 A. (c) Qual é o raio da órbita eletrônica. ambos normais entre si e ao feixe. não produz deflexão alguma nos elétrons? (b) Mostre em um diagrama as orientações relativas dos vetores V.4 T. Pergunta 4 q 8.8.ufrgs.4 µV.if.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:39] . quando a influência simultânea de um campo elétrico de intensidade 34 x 104 V/m e de um campo magnético de intensidade 2 x 10-3 T.11 representa uma fita de cobre com as seguintes dimensões: L=2 cm e d=1 mm.12 EXERCÍCIOS Pergunta 3 q 8. R:21.3 (a) Qual é a velocidade de um feixe de elétrons.484 m. quando o campo elétrico for removido? R:(a) 1. Pergunta 5 q 8. Qual é a concentração de elétrons livres? R: n = 3.16 x 10-23 g. http://www.29x10-3 m. Ele é acelerado através de uma ddp de 500 V e depois penetra perpendicularmente em um campo magnético B=0.5 A figura 8. (c)0.

6 Qual é o torque máximo sobre uma bobina de 600 espiras.11 Pergunta 6 q 8. em um campo uniforme B=0. com dimensão 5 cm x 12 cm.8.br/tex/fis142/mod08/m_ex.ufrgs. R: τ = 3.6 x 10-6 Nm http://www. quando por ela passa uma corrente de 10-5 A.12 EXERCÍCIOS Figura 8.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .10 T.if.

9. i. é dado pela lei que recebeu seu nome (9.ufrgs. Em (9.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . Ele mostrou que o campo produzido pela corrente. Ampère realizou outras experiências e formalizou a relação entre corrente elétrica e campo magnético. os outros dedos dão o sentido de B. Oersted descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético. Vimos que uma das fontes de campo magnético são os ímãs permanentes. e que para o caso de um fio retilíneo.1 Logo após a apresentação do trabalho de Oersted. as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.1.2 A DESCOBERTA DE OERSTED Capítulo 9 . a integral é realizada ao longo de uma linha http://www. como a magnetita (Fe3O4).A LEI DE AMPÈRE.br/tex/fis142/mod09/m_s01.1). Em 1819. A DESCOBERTA DE OERSTED Já conhecemos o efeito do campo magnético sobre cargas em movimento e sobre correntes em circuitos elétricos.1) onde µ0=4πx10-7 N/A2 é a permeabilidade magnética do vácuo. como ilustra a Fig.if. Figura 9. 9. O sentido do campo é dado pela regra da mão direita: com o polegar no sentido da corrente. em 1820.

9. assim como a lei de Gauss está para a eletrostática. no caso estacionário. É possível agora estabelecer um quadro conceitual relacionando esssas áreas. a lei de Ampère está para o magnetismo. Figura 9.if.2 A DESCOBERTA DE OERSTED fechada arbitrária. cargas em movimento produzem campo elétrico e campo magnético e podem produzir corrente elétrica.ufrgs. pela sua correspondência com a superfície gaussiana no caso da eletrostática.2 http://www. onde as setas indicam produção. Assim.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:43] .br/tex/fis142/mod09/m_s01. que alguns autores denominam linha amperiana. Portanto.

http://www. Use (9. CAMPO DE UM FIO RETILÍNEO INFINITO Vamos usar a lei de Ampère para calcular o campo de um fio retilíneo infinito. Este resultado é consistente com a simetria do problema. que as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.html Capítulo 9 .br/tex/fis142/mod09/m_s02. que também permite-nos afirmar que o campo tem o mesmo módulo em qualquer ponto do círculo.A LEI DE AMPÈRE.ufrgs. das experiências de Oersted.1) e mostre que o campo é dado por (9. Portanto.ufrgs.2) http://www. Diz-se que o campo tem simetria axial. a amperiana apropriada para se calcular o valor de B a uma distância r do fio é o círculo de raio r.br/tex/fis142/mod09/m_s02. Sabemos.if.html [13/03/2004 16:24:45] .if.

com densidade uniforme.ufrgs. onde i será a corrente que atravessa a amperiana de raio r.3 vemos uma seção reta do cilindro.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .9. obtém-se uma expressão igual a . Na Figura 9.3 Substituindo i em (9.A LEI DE AMPÈRE.br/tex/fis142/mod09/m_s03.2). tem-se que Figura 9.2). transportando http://www. Portanto. Como a densidade de corrente é uniforme.if. uma com r<R.3) Valor de B para pontos externos: r maior ou igual a R É fácil mostrar que este resultado é absolutamente igual a (9.4 CILINDRO INFINITO Capítulo 9 . Valor de B para pontos internos: r menor ou igual a R Pelo procedimento anterior. para um cilindro com raio R. CILINDRO INFINITO Vejamos agora o caso de um cilindo infinito. Vamos calcular o valor de B nos dois casos. transportando uma corrente io. e outra com r>R. com duas amperianas. obtém-se (9. de raio R.

Figura 9.9.4 CILINDRO INFINITO uma corrente i.br/tex/fis142/mod09/m_s03.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .4 http://www. o campo magnético varia com a distância ao eixo do cilindro conforme a figura 9.4.if.

A LEI DE AMPÈRE.ufrgs.br/tex/fis142/mod09/m_s04.5. transportando correntes i1 e i2.5 Sendo d a distância entre eles. Da mesma forma.9. tem-se que o fio 1 cria um campo na posição do fio 2. Figura 9.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:52] .5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Capítulo 9 . INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Sejam dois fios infinitos e paralelos. sobre o http://www. como ilustra a Figura 9. Este campo exercerá a força sobre o segmento L do fio 2.if.

if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:52] .br/tex/fis142/mod09/m_s04. mas com sentido contrário.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS segmento L do fio 1 agirá uma força F21. quando as corrente circulam no mesmo sentido. com módulo igual a F12. É fácil mostrar que há repulsão quando as correntes circulam em sentidos opostos. os fios atraem-se. Portanto.ufrgs. http://www.9.

A LEI DE AMPÈRE.if.ufrgs.6(b) temos um corte longitudinal do solenóide. CAMPO DE UM SOLENÓIDE Obtém-se um solenóide quando um fio é enrolado sob a forma de uma bobina.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . Figura 9. No interior do solenóide o campo tem o sentido indicado (da esquerda para a direita).CAMPO DE UM SOLENÓIDE Capítulo 9 .6(a).br/tex/fis142/mod09/m_s05. Usando argumentos de simetria é fácil mostrar que são nulos os campos entre os fios e na parte externa do solenóide. Na Figura 9.6 http://www. Na discussão que se segue consideraremos o solenóide infinito. como ilustra a Figura 9.

i. Como o solenóide tem um número infinito de espiras (na prática. multiplicada pelo número de espiras que atravessa a amperiana.if. Assim. a integral que resta resulta em http://www. de modo que Na região interna. O sentido do campo magnético no interior do solenóide pode ser determinado pela regra da mão direita: o polegar dará o sentido de B quando os outros dedos indicarem o sentido da corrente A integral fechada pode ser desdobrada. a corrente que entra na lei de Ampère é calculada em termos da densidade de espiras.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . B=0. Supondo que temos n espiras por unidade de comprimento. resultando Na região externa ao solenóide. a corrente que atravessa a amperiana será nLi. de modo que Portanto.br/tex/fis142/mod09/m_s05.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Vamos usar a lei de Ampère para calcular o módulo de B no interior do solenóide. A corrente que atravessa o retângulo abcd (a amperiana selecionada) é igual à corrente. um número muito grande de espiras). o campo magnético é perpendicular às linhas ab e cd.ufrgs.

isto é. clique em iniciar e observe atentamente as linhas de campo. É óbvio que isso é uma idealização.4) Esta simulação permite visualizar o efeito geométrico de um solenóide. No aplicativo podemos variar o raio do solenóide. sobre as linhas de campo magnético.CAMPO DE UM SOLENÓIDE BL=µ0nLi Finalmente. o campo no interior do solenóide será B=µ0ni (9. Qual a principal diferença entre as linhas de campo do solenóide com raio 2. e aquelas do solenóide com raio 6.if.5. Na prática.4 foi deduzida supondo-se um solenóide infinito. Para cada raio. mais próximo do caso ideal.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . entre 2.ufrgs. A equação 9.br/tex/fis142/mod09/m_s05.5 e 6. Quanto maior esta relação. um solenóide em que a razão entre o seu comprimento e o diâmetro da sua seção reta seja tão grande quanto possível. usa-se um solenóide longo.0.0? http://www.

br/tex/fis142/mod09/m_s06. q Linhas de campo q Para desenhar uma linha de campo. e possível que você so tenha um mouse de dois-botão. tecle a letra A. vermelho é forte. você tem que conhecer: A tabela debaixo assume que você tem um mouse de trêsbotão. e azul é fraco. Para utilizar os seguintes applets. clique o botão esquerdo do mouse.if. como é achado na maioria computadores Unix. Para desenhar todas as setas de campo. enquanto oprime a tecla ALT.ufrgs. você pode tentar isto. Para desenhar uma seta de campo. Se você estiver usando um PC.A LEI DE AMPÈRE. http://www. você devera usar naquele caso o botão esquerdo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:06] .Exemplos Capítulo 9 . Exemplos Instruções Agora que você viu a lei de Ampère. . Em resumo: Mouse Buttons Unix Left Middle Right PC Left Alt-Left Right Indicadores de campo q q A seta que acompanha o cursor indica o campo. O arco-íris de cor ao longo da linha indica a intensidade do campo. tecle shift-controlalt e clique o botão do mouse. Para simular o botão do medio.

clique o botão esquerdo novamente.ufrgs. O aplicativo calcula e imprime a integral de linha do campo ao longo da amperiana traçada. Apagando q Para apagar as linhas. ou Del..if. http://www. arraste o botão da esquerda. the pain.. r r q Para apagar a amperiana e a integral..html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . tecle a letra E. arraste o botão da esquerda teclando Ctrl. the pain.Exemplos Amperianas q Desenhando uma amperiana: : r Para desenhar um retângulo. Thin Wires Oh. a tecla backspace.br/tex/fis142/mod09/m_s06. Para desenhar um círculo.

perpendicular à linha que une os fios e apontando para a direita de quem olha. EXERCÍCIOS. Pergunta 1 q 9.ufrgs.html (1 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .if. qual é o campo magnético no plano dos fios em um ponto (a) a meia distância entre eles e (b) a uma distância 'a' acima do fio superior? R:(a)B=µ0i/πa. Se os fios conduzem correntes iguais em sentidos opostos. conforme figura 9.7.1 Dois longos fios retilíneos e paralelos estão separados por uma distância 2a.EXERCÍCIOS Capítulo 9 .A LEI DE AMPÈRE.br/tex/fis142/mod09/m_ex. Figura 9.7 Pergunta 2 http://www. (b)B=µ0i/3πa.

92x10-4 N/m. Considere a=30 cm e x=40 cm. Pergunta 4 q 9. perpendicular ao fio.4 O fio longo e retilíneo da figura 9.2x10-4 N. cujos lados maiores são paralelos ao fio. R:1. R:7. R:B=µ0ia/ π(a2+x2). calcule o campo magnético resultante no ponto P. apontando para baixo. perpendicular ao fio.html (2 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .3 Suponha que na figura 9. se a corrente nele entra no plano da folha. conduz uma corrente de 10 A. Pergunta 3 q 9. Determine o módulo.7 exista um terceiro fio longo e retilíneo.2 Ainda em relação à figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_ex.if.EXERCÍCIOS q 9. apontando para a esquerda de quem olha.ufrgs. passando pelo ponto P e que cada fio conduza uma corrente I=20 A. Uma espira retangular. http://www. paralelo aos outros dois. a direção e o sentido da força resultante exercida sobre a espira pelo campo magnético do fio.8 conduz uma corrente de 20 A.7. Determine o módulo e a orientação da força por unidade de comprimento que atua sobre o terceiro fio.

(c)B=µ0i(a2-r2)/ 2πr(a2-b2).8 Pergunta 5 q 9. Correntes uniformes e opostas. R:(a)B=µ0ir/2πc2. anti-horário. http://www.br/tex/fis142/mod09/m_ex. (d)B=0.EXERCÍCIOS Figura 9. anti-horário. b. (d) r>a. Encontre expressões para B(r) nas regiões em que: (a) r<c.if. de valor I. se a corrente interna estiver saindo da folha.9 mostra um corte transversal de um condutor longo de um tipo denominado cabo coaxial.ufrgs.5 A figura 9. existem nos dois condutores. (b)B=µ0i/2πr. c) são mostrados na figura. anti-horário. (b) c<r<b.html (3 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . Seus raios (a. (c) b<r<a.

A corrente é de 3 A no mesmo sentido em ambas as camadas.ufrgs.if.EXERCÍCIOS Figura 9.6 Constrói-se um solenóide de 30 cm de comprimento com duas camadas de enrolamento de fio.9 Pergunta 6 q 9.html (4 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . de 250. Qual é o valor do campo magnético em um ponto próximo do centro do solenóide? R:0.br/tex/fis142/mod09/m_ex.07 T. A camada interna consiste de 300 espiras e a externa. http://www.

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Com a descoberta de Oersted e a lei de Ampère aprendemos que uma corrente elétrica origina um campo magnético.1. v. Nesta região do espaço existe um campo magnético. Vejamos quanto vale essa fem. Isso é possível através do surgimento de uma força eletromotriz (fem) induzida. Na década de 1830.A LEI DE FARADAY. Isto é. com o sentido indicado (para dentro da folha). um campo magnético pode criar uma corrente elétrica. Faraday descobriu o inverso. Diz-se que essa fem foi induzida pelo movimento das cargas.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .ufrgs. Os elétrons livres da placa estarão submetidos a uma força magnética dada por F = evB cujo sentido aponta para baixo. Uma placa metálica é deslocada.br/tex/fis142/mod10/m_s01.10. produzindo uma fem.1 http://www.if. por um agente externo qualquer (não importa qual). Vamos examinar essa questão a partir do problema esquematizado na figura 10. Logo haverá um excesso de carga negativa na parte inferior da placa e uma quantidade igual de carga positiva na parte superior. com velocidade uniforme. B. Figura 10.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Capítulo 10 .

Quando a placa é deslocada.1) Analisemos o mesmo problema de outra forma. Isto é. variando o fluxo de B. a área hachuriada varia. Derivando o fluxo.ufrgs. ΦB=Bhx.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA W=Fh é o trabalho necessário para transportar uma carga de uma extremidade à outra da placa.2 Como a carga positiva acumula-se na parte superior. 10. em relação a t. (10. a variação temporal do fluxo do campo magnético é numericamente igual à força eletromotriz induzida pelo movimento.2) Figura 10. (10.10. http://www.2. através dela. Vamos imaginar que a placa metálica desliza sobre um trilho metálico. tem-se Portanto. conforme ilustra a figura 10. eq.if.1). a corrente induzida tem o sentido indicado na fig.br/tex/fis142/mod10/m_s01.2. Como a fem é dada por ε=W/q segue-se que ε=vBh (10.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .

br/tex/fis142/mod10/m_s01.ufrgs.if. Vejamos agora a fem induzida pela lei de Faraday. Por causa disso.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA As equações (10. apresentam resultados idênticos àqueles obtidos com a lei de Faraday.10.1) e (10. O que discutimos acima foi a fem induzida pelo movimento. costuma-se confundir a fem induzida pelo movimento. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .2). com a fem induzida pela lei de Faraday.

A LEI DE FARADAY. a lei é a seguinte: O sentido da fem induzida é aquele que tende a se opor à variação do fluxo magnético através da espira.10. enquanto no segundo caso ela circula no sentido horário. uma espira metálica é colocada (imóvel) numa região onde existe um campo magnético variável.3 LEIS DE FARADAY E LENZ Capítulo 10 . 10. Faraday mostrou que no primeiro caso.3) é a seguinte Em 1834. Na fig. 10. enquanto em (b) ele decresce. Em (a) o módulo de B cresce com o tempo. A fem induzida é dada por (10.if. a corrente induzida circula no sentido antihorário.br/tex/fis142/mod10/m_s02. Em 1831. LEIS DE FARADAY E LENZ Na fig. Lenz estabeleceu a lei que permite interpretar o significado do sinal negativo em (10.3) Outra forma de apresentar a equação (10.3(a) o fluxo magnético está http://www. Numa tradução livre.ufrgs.3.3).html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:59] .

3 LEIS DE FARADAY E LENZ crescendo. de modo que a corrente no sentido horário produzirá um campo magnético no mesmo sentido do campo aplicado.3(b) o fluxo magnético está decrescendo. Figura 10. Você também pode arrastar a barra arrastando-a com o mouse.br/tex/fis142/mod10/m_s02.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:59] .10.ufrgs. Na fig. http://www. A corrente induzida terá o sentido anti-horário para criar um campo magnético contrário ao campo B e oporse à variação do fluxo magnético. de modo a opor-se à diminuição do seu fluxo.if. 10.3 Demonstração Tecle o botão iniciar e observe o movimento da barra.

(a) calcule o módulo da fem induzida na espira quando t=2. o fluxo magnético que atravessa a espira cresce com o tempo de acordo com a expressão ΦB=6t2+7t.4 Pergunta 2 http://www. R:(a)31 mV. onde ΦBé dado em miliwebers e t em segundos.0 s. EXERCÍCIOS. Pergunta 1 q 10. Figura 10.4.html (1 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . (b) Determine o sentido da corrente através de R.A LEI DE FARADAY.EXERCÍCIOS Capítulo 10 .if.1 Na figura 10. (b)Horário.br/tex/fis142/mod10/m_ex.ufrgs.

sendo que metade da espira está no interior da região onde existe o campo.EXERCÍCIOS q 10.3 A figura 10. (a) Qual é o sentido da corrente que passa através da bateria? (b) Qual é a fem total através do circuito? R:(a)Anti-horário.4.html (2 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . (a) Mostre que a carga total q(t) que passou através do resistor R no tempo t é q(t) = 1/R [ΦB(0) -ΦB(t)].87t.if.2 Seja ΦB(0) o fluxo magnético para t=0.74 V. na figura 10. de modo que num instante t o fluxo seja dado por ΦB(t).042-0.5 http://www. O módulo do campo magnético varia de acordo com a relação B=0. Pergunta 3 q 10. independentemente do modo pelo qual B variou neste mesmo intervalo. A espira contém uma bateria de 20 V. Figura 10. cuja resistência interna é desprezível. sendo B dado em Tesla e t em segundos. tanto em módulo quanto em direção.br/tex/fis142/mod10/m_ex.5 representa uma espira quadrada (lado igual a 2. Suponha que o campo magnético esteja variando de forma contínua mas não especificada. (b)21.0 m) perpendicularmente disposta em relação um campo magnético B.ufrgs.

(c) Como a fem induzida no triângulo varia com o tempo? R:(a) 85. Calcule: (a) o fluxo magnético através do triângulo isósceles formado pelos trilhos e a barra no instante t=3.6.6 Pergunta 5 q 10. (c) ε(t)=2Bv2t.html (3 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . Um campo magnético B=0.EXERCÍCIOS Pergunta 4 q 10. anti-horário. Uma barra condutora em contato com os trilhos parte do vértice no instante t=0 e se move com velocidade constante v=5.4 Dois trilhos condutores retilíneos formam um ângulo reto no ponto de junção entre suas extremidades. se sua resistência vale 2 Ω? R:(a) 3 mV. (b) 56.ufrgs.if.7 decresce à taxa de 0. (b) 5 mV/m. como ilustra a figura 10. Figura 10.2 Wb.br/tex/fis142/mod10/m_ex.5 O campo B na figura 10.5 mA.8 V.1 T/s. http://www.2 m/s de cima para baixo.0 s e (b) a fem induzida no triângulo neste instante.35 T aponta para fora da página. (a) Qual é a fem induzida no anel condutor circular de raio igual a 10 cm? (b) Quais são o módulo e a orientação do campo elétrico induzido em qualquer ponto desse anel? (c) Qual é a corrente induzida no anel. (c) 1.

br/tex/fis142/mod10/m_ex. anti-horário.7 Pergunta 6 q 10. (b) Qual é a fem induzida na espira? R:(a) 2. (a) Qual é o fluxo total.3µ0I/10π.8 http://www. em determinado tempo t.6 Na figura 10.ufrgs. (b) 4. Figura 10.8 a corrente I percorre o fio infinito na direção indicada. e cresce constantemente à razão de 2 A/s.6µ0/10π.html (4 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .if.EXERCÍCIOS Figura 10. através da espira cujas dimensões estão indicadas na figura.

Há uma completa analogia entre os dois dispositivos. No Cap. (11. http://www.if.11.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s01.1). definida na eq. (5. NΦ é o fluxo magnético total através do indutor (denominação também usada para um solenóide). assim como o capacitor está para a eletricidade.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS INDUTÂNCIA Já vimos que o capacitor é um dispositivo apropriado para gerar um campo elétrico. Este dispositivo está para o magnetismo. correspondendo à capacitância. L. 9 vimos que uma corrente elétrica cria um campo magnético. Assim. podemos definir a indutância. A unidade de indutância no sistema SI é o Henry.html [13/03/2004 16:26:11] . Portanto. e i é a corrente que o atravessa. calculamos o campo magnético de um solenóide. Em particular.1) Onde N é o número de espiras no solenóide.1 INDUTÂNCIA Capítulo 11 .

2) Convém comparar este resultado com aquele obtido para a capacitância de um capacitor de placas paralelas.4).if. Figura 11. de modo que NΦ=nlΦ= nlBA Usando o valor de B para um solenóide infinito. A).2 INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Capítulo 11 .br/tex/fis142/mod11/m_s02. assim como fizemos no Cap. INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Vamos usar um solenóide infinito (ou muito maior do que a área da sua seção reta.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.11.1 http://www.html [13/03/2004 16:26:13] . eq. L/l = µ0An2 (11. 9. obtém-se a indutância por unidade de comprimento. A densidade linear de espiras é n. L/l.ufrgs.2). Em ambas as equações temos o produto de uma constante universal (µ0 ou ε0) com parâmetros geométricos do respectivo dispositivo. (9. (5. eq.

AUTO-INDUÇÃO Uma corrente elétrica percorrendo um solenóide origina um fluxo magnético. esta. induz o surgimento de uma fem.3) http://www. que deve satisfazer à seguinte relação Como NΦ=Li. tem-se uma auto-indução.br/tex/fis142/mod11/m_s03. de acordo com a lei de Faraday. Portanto.11. Como se trata de uma fem induzida por uma corrente no próprio solenóide.if.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.3 AUTO-INDUÇÃO Capítulo 11 .ufrgs. segue-se que (11.html [13/03/2004 16:26:15] . No momento em que se inicia a passagem da corrente. diz-se que esta fem é auto-induzida.

3) não foi levado em conta. Imediatamente.3 Observe que na equação acima. ele foi levado em conta quando se definiu o sentido de εL na fig.4 CIRCUITO RL Capítulo 11 .br/tex/fis142/mod11/m_s04.if. Na verdade. No momento em que a chave S. uma corrente surgirá no circuito. produzindo uma fem εL. http://www. dada pela eq. (11. tem-se ε .11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.εL = 0 (11. na figura 11.2.2 Figura 11. Aplicando a regra de Kirchhoff na malha externa (chave ligada em ‘a’). o indutor reagirá.ufrgs.3). aparentemente o sinal negativo da eq.4) Figura 11. CIRCUITO RL Vamos usar o princípio da auto-indução para estudar o circuito RL em série. (11.2.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:21] . for ligada na posição ‘a’.Ri . 11.

11.4 CIRCUITO RL

Figura 11.4 A eq. (11.4) é formalmente idêntica à eq. (7.2), para o circuito RC série. Assim, a solução para a eq. (11.4) será obtida a partir da eq. (7.2), substituindo-se os elementos correspondentes, de acordo com a tabela abaixo. Circuito RC Circuito RL R 1/C εC RC Portanto, L R ε/R L/R

(11.5) O comportamento da corrente, descrito pela eq. (11.5), é ilustrado na fig. (11.3). Este comportamento é similar ao comportamento da carga no capacitor do circuito RC. A corrente de saturação, ε/R, ocorre quando o indutor entra em “curto”. Em t=0, i=0, o que significa circuito “aberto”. Portanto o comportamento do indutor é o contrário do comportamento do capacitor.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s04.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:21]

11.4 CIRCUITO RL

t=0 Capacitor Indutor “curto-circuito” “circuito aberto”

t0 “circuito aberto” “curto-circuito”

O fator τL=L/R é denominado constante de tempo indutiva. Quando t=τL, a corrente no circuito atinge 63% do valor de saturação. No caso do circuito RC, vimos que à medida que a carga no capacitor aumentava, aumentava a energia acumulada no capacitor (UC=½CV2=q2/2C). No caso do circuito RL, também há acumulação de energia; neste caso, tem-se acumulação de energia no campo magnético. Multiplicandose a eq. (11.4) por i, tem-se

Portanto,

Resulta daí que a energia acumulada no indutor é dada por UL=½Li2 (11.6)

Depois de um longo tempo (p. ex. t>10τL) ligado em ‘a’, a corrente atinge seu valor de saturação. Se nesse instante a chave for ligada em ‘b’, a energia será devolvida pelo indutor e consumida no resistor. Fazendo ε=0 na eq. (11.4), é fácil mostrar que a corrente fluirá de acordo com a relação

(11.7)

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s04.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:21]

DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

Capítulo 11 - OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.
DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS
A partir das energias acumuladas em campos elétricos e magnéticos, dadas pelas eqs. (5.10) e (11.6), podemos calcular as respectivas densidades de energia, isto é, energia por unidade de volume. Vejamos, inicialmente, o caso do campo elétrico. Consideremos um capacitor de placas paralelas, com área ‘A’ e distância ‘d’ entre elas. Usando a eq. (5.10), obtém-se

Tendo em conta que a capacitância de um capacitor de placas paralelas é dada por C=ε0A/d, e que V=Ed (E é o campo entre as placas do capacitor), obtém-se

Embora tenha sido deduzida para o caso particular de um capacitor de placas paralelas, a expressão acima é absolutamente geral; ela fornece a densidade de energia de um campo elétrico em determinada região do espaço, não importando como ele tenha sido produzido. Então, ao invés de desginá-la uC, convém usar a designação mais geral uE. (11.8) Para calcular a densidade de energia num campo magnético, vamos usar um solenóide infinito. Partindo das expressões
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:23]

DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

(9.4), (11.2) e (11.6), e da definição UB/Al, obtém-se

(11.9)

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s05.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:23]

O processo atinge um ponto máximo quando toda a energia do capacitor tiver sido transferida para o indutor. e a corrente será máxima quando a carga no capacitor for nula. ½CV2. 11. http://www. e vice-versa. através do surgimento de uma corrente contrária à corrente inicial.br/tex/fis142/mod11/m_s06.CIRCUITO LC Capítulo 11 .5 exerce o mesmo papel que o atrito no sistema massa-mola.5. CIRCUITO LC Vamos analisar um circuito LC.ufrgs. a energia acumulada no indutor passa a se transferir para o capacitor. Um resistor no circuito da fig.if. como ilustrado na fig. passa a se transferir para o indutor. 11. Suponhamos que inicialmente o capacitor encontra-se carregado com um potencial V. parte da energia transferida do capacitor para o indutor (e vice-versa) será consumida no resistor.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. análogo ao apresentado pelo conjunto massa-mola. uma corrente surge no circuito. através da qual a energia acumulada no capacitor. Neste caso. energia potencial acumulada na mola é transformada em energia cinética da massa. A partir desse momento. Resulta daí que a corrente é nula quando a carga no capacitor for máxima. Através do efeito Joule.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:26] . Este circuito apresenta um comportamento. na ausência de qualquer tipo de atrito. em termos de variação de energia. No momento que o indutor é ligado.

if.br/tex/fis142/mod11/m_s06.5 http://www.CIRCUITO LC Figura 11.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .

CIRCUITO RLC A fig.11) A solução desta equação deve satisfazer duas propriedades: http://www.6 é um exemplo sim-ples de circuito RLC.6 (11.10).br/tex/fis142/mod11/m_s07.if.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. 11.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . onde a fem foi substituída por um capacitor. substituindo-se ε por V. Figura 11. a equação que descreve o comportamento do circuito é igual à eq. e Substituindo essas expressões na eq. (11.4).10) Num instante qualquer. Ele é semelhante ao circuito RL.CIRCUITO RLC Capítulo 11 . (11. (11.ufrgs. obtém-se a equação diferencial que descreve o comportamento do potencial nas placas do capacitor. Portanto.

deve ter um fator de amortecimento. obtém-se (11.11).if.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .13) Uma situação interessante é aquela em que a oscilação é fracamente amortecida. Uma solução particular que satisfaz tais condições.12) Substituindo (11.ufrgs.14) Vamos analisar os valores de i(t) e V(t) em pontos especiais. Isso acontece quando a resistência tem um valor muito pequeno. Dito de outra forma. é a seguinte: V(t)=Ae-αtcos(ωt) Da relação entre i e V.CIRCUITO RLC r r deve ser oscilatória. α/ω=0 ou ω>>α Sob esta condição.br/tex/fis142/mod11/m_s07. http://www. i(t)=ACω e-αtsen(ωt) (11.12) em (11. resulta que α=R/2L e (11.

toda a energia está acumulada em C.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s07.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . http://www.CIRCUITO RLC t=0 V(0)=A [valor máximo de V(t)] i(0)=0 t=π/2ω=1/4f=T/4 (1/4 do período de oscilação) V(π/2ω)=0 i(π/2ω)=ACω [valor máximo de i(t)] Portanto. Quando i(t) é máxima. V(t) e i(t) estão defasadas de π/2. A cada ¼ de período. toda a energia está acumulada em L. Quando V(t) é máximo.if. a energia passa de um dispositivo para o outro.

13). No limite.html [13/03/2004 16:26:49] . o circuito RLC apresenta um comportamento similar ao de um circuito LC. a freqüência natural de um circuito RLC.br/tex/fis142/mod11/m_s08.FREQÜÊNCIA NATURAL Capítulo 11 . a freqüência será Esta freqüência é conhecida como freqüência natural. R=0. (11. Isto é.if. FREQÜÊNCIA NATURAL O circuito RLC oscila com a freqüência dada pela eq. Quando R aproxima-se de zero. é a freqüência do circuito LC correspondente.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. http://www.ufrgs.

br/tex/fis142/mod11/m_ex.1 Um determinado comprimento de fio de cobre transporta uma corrente de 10 A uniformemente distribuída.8x10-15 J/m3. Em termos da constante de tempo.2 Considere o circuito RL da fig.3 Uma bobina com uma indutância de 2.10 s após a conexão ter sido feita. EXERCÍCIOS.ufrgs. Pergunta 1 q 11. (b) 4. Calcule: (a) a densidade de energia magnética e (b) a densidade de energia elétrica na superfície do fio. qual será a taxa http://www. para que instante após a bateria ser ligada.2.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. a energia armazenada no campo magnético do indutor terá a metade do seu valor estacionário? R:1.02 J/m3. R:(a) 1. com ε=100 V.3 Ω/km. 11. Pergunta 2 q 11.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . Para 0.EXERCÍCIOS Capítulo 11 .if. O diâmetro do fio é 2.23 τL Pergunta 3 q 11.5 mm e sua resistência por unidade de comprimento é de 3.0 H e uma resitência de 10 Ω é subitamente conectada a uma bateria de resistência desprezível.

Quando a chave S1 está fechada e as outras duas chaves abertas.5 W.5x10-4 J.7. L=1. a constante de tempo vale τC.1 mH e C=4.ufrgs. (b) Qual a energia acumulada na bobina neste momento? R:(a) 125 H. Quando a chave S2 está fechada e as outras duas abertas. o circuito oscila com um período .0 µC. http://www.0 mA após 5.042 A.4 Uma bobina é ligada em série a um resistor de 10 kΩ. Quando uma bateria de 50 V é colocada no circuito. (b) 154. (b)0.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . Pergunta 4 q 11.EXERCÍCIOS com a qual: (a) a energia está sendo armazenada no campo magnético? (b) a energia térmica aparece? (c) a energia está sendo fornecida pela bateria? R:(a) 238. Calcule: (a) a energia total máxima acumulada. 11. (b) 2. a corrente atinge um valor de 2. Pergunta 6 q 11.6 Considere o circuito indicado na fig. (c) 393 W. Pergunta 5 q 11.125 µJ. Mostre que quando a chave S3 está fechada e a outras duas estão abertas.0 µF. A carga máxima em C é 3.5 Num circuito LC oscilante.0 ms.if.br/tex/fis142/mod11/m_ex. o circuito possui uma constante de tempo τL. (b) a corrente máxima que pode circular. (a) Determine a indutância da bobina.5 W. R:(a) 1.

EXERCÍCIOS Figura 11.br/tex/fis142/mod11/m_ex.if.7 http://www.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .

Leis Experimentais Vimos e estudamos quatro leis experimentais sobre fenômenos elétricos e magnéticos. Por exemplo.if.1 LEIS EXPERIMENTAIS Capítulo 11 .ufrgs. vamos fazer um exercício analítico através da exploração da simetria dessas equações.br/tex/fis142/mod12/m_s01.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . se a variação do ΦΒ origina um campo elétrico (lei de Faraday).EQUAÇÕES DE MAXWELL. para propor sua teoria eletromagnética. Embora esse procedimento esteja fora do nosso alcance. uma tentativa natural seria escrever Há dois erros nessa equação. por que não ΦE B? Para manter a simetria. O primeiro é que a experiência http://www. reproduzidas na tabela abaixo. Lei de Gauss para a eletricidade Lei de Gauss para o magnetismo Lei de Faraday-Lenz Lei de Ampère Maxwell explorou as propriedades matemáticas dessas equações escritas na forma diferencial.12.

Pode-se mostrar que a velocidade da luz no vácuo é dada por Agora podemos escrever a lei de “Ampère .1). Uma realização experimental possível seria um capacitor com campo elétrico variável. a “lei” correta deverá ser (12. é o produto µ0ε0.2) É interessante observar que iniciamos tentando escrever uma “lei de Faraday-Lenz” para a indução magnética. http://www.br/tex/fis142/mod12/m_s01. de repente “desaparece” entre as placas do capacitor. Portanto. O segundo é um erro dimensional. enquanto o da direita tem unidades de i/ε0. que dará origem a um campo magnético (lei de Ampère). Portanto.1).if. Ela representa a inclusão da ótica na fenomenologia do eletromagnetismo. A equação acima tem algo diferente. Vamos analisar melhor a eq. Esta corrente. e µ0 relacionava-se com fenômenos magnéticos. É a primeira vez que eles dois aparecem numa única equação. 12. (12. O campo E surge quando há uma corrente i carregando o capacitor. É fácil mostrar que o membro da esquerda tem unidades de µ0i. que surgiu devido aos ajustes dimensionais. Antes. (12.Maxwell” (12. como ilustrado na fig.1) Observe que o fator multiplicativo.12.1 LEIS EXPERIMENTAIS mostra que o sinal deve ser positivo. aparecendo depois da outra placa. não existe uma lei de Lenz para a indução magnética. ε0 relacionava-se com fenômenos elétricos.1.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . mas encontramos a eq.ufrgs.

1 Esse “mistério” é resolvido com a eq. (12.2).html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . é dada pelo termo .1 LEIS EXPERIMENTAIS Figura 12. id.if.br/tex/fis142/mod12/m_s01. conhecida como corrente de deslocamento.12. http://www.ufrgs. A corrente entre as placas.

2 Mostre que i=id. a fem é dada por ε=εmsen(ωt).if.1 Mostre que tem dimensão de corrente q Pergunta 2 q 12. (a) Sabendo que o valor máximo da corrente de http://www. EXERCÍCIOS. Pergunta 3 q 12.ufrgs. O capacitor de placas circulares e paralelas. Pergunta 1 12.br/tex/fis142/mod12/m_ex.http://www.2.html Capítulo 12 .4 Na fig. 12.3 Mostre que a corrente de deslocamento num capacitor de placas paralelas pode ser escrita assim Pergunta 4 q 10.EQUAÇÕES DE MAXWELL.br/tex/fis142/mod12/m_ex.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:27:19] . tem raio R.if.

a uma distância r do eixo de simetria do capacitor é dado por µ0I/2πr.ufrgs. (b) Mostre que a distância entre as placas do capacitor é dada por πR2ε0εmω/I.if.2 http://www.ufrgs. (c) Mostre que o valor máximo do módulo de B entre as placas.html (2 de 2) [13/03/2004 16:27:19] .if.br/tex/fis142/mod12/m_ex.br/tex/fis142/mod12/m_ex. calcule o valor máximo de dΦE/dt.http://www.html deslocamento é I. Figura 12.

jsp [13/03/2004 16:28:37] .The Source for Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. Inc| Legal Notices| License| Developers http://www.java.Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems.com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Black Widow Don't get tangled in her web! Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Java Desktop System .com/en/index.

please submit this form.jsp?language=en (1 de 2) [13/03/2004 16:29:02] .com Choose Language We welcome feedback! We want to know how much you like Java software as well as any issues you may encounter. We will not put you on any mailing list and we will not give your name or address to anyone.com/webapps/bugreport/contact.. If you have written an applet or application using Java technology and would like it featured on Java. Contact Us Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.Java Technology.sun. Check carefully through the Help and FAQ pages.com. If you have a question or need an issue resolved.com. Macintosh OS9) Other Operating System Info http://jal.e. please fill out the email address field. Other Operating System & Version (i. Note: required information is marked with an * Nature of Feedback* Name* Email If you would like us to contact you regarding your comments/suggestions. Linux Distribution and Version 3. since we cannot respond to questions already answered on Java. Your Feedback * Select one Your Operating System* Select one Please provide any of the following additional information about your Operating System in the box below if applicable: 1. Windows Service Pack Number 2. you will find many answers in our FAQ or Help sections.

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jsp [13/03/2004 16:29:18] . Users may find answers to questions about what Java technology is and what it can do for you. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com Choose Language Welcome to Java™ Runtime Environment Frequently Asked Questions We appreciate your interest in Java™ technology. q Related Information: Information for System Administrators Information for Software Developers Learn more about Java Technology JRE for Apple Macintosh Top Reported JRE Issues General Questions » Mobile Java Technology (J2ME) Questions » © Sun Microsystems.java.Java Technology FAQ Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com/en/download/faq/index. The JRE enables your computer to run applications and applets that use Java technology.com is a consumer-oriented site for download and installation of the Java Runtime Environment (JRE). The FAQ section contains answers to general questions related to Java technology. Java. It also includes explanations about different applications of Java technology. We highly encourage you to spend some time reading the solutions here and in the Help section.

and many other new features.Learn about Java Technology. To get started using the new J2EE 1. blogs. download the SDK today. J2EE 1. If you are creating a program using Java technology. Experienced Developers If you are an experienced Java developer. In addition. Java Technology as a Gaming Platform Read a Q&A with Sun's Chief Gaming Officer to learn why Java technology is an excellent game development platform. Developers Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.4 platform delivers Web Services Interoperability as it introduces new Web Services. Check out the sites below for more details. and code development. this is the site for you. we're here to help. or have only a little experience. Sun also offers services to help get the programs you've created out into the world.java. Submit Your Java Application http://www. check out this source for Java technology collaboration.com Choose Language For Developers It's not surprising that more than three million programmers worldwide are creating great software using Java technology.jsp (1 de 3) [13/03/2004 16:30:11] .4 platform. Develop with Java Software It's easy for both new and experienced programmers to develop software with Java technology.com/en/learn/developers. Sun Microsystems provides resources to programmers of all levels for developing software using Java Technology. New to Java Programming Center If you've never programmed in Java before. Deployment. Java Games Community Join the open source community that estabilishes Java standard APIs for gaming software.4 is here . you'll find a wealth of useful tips here including tutorials and code samples. and Management APIs.get the SDK today! The J2EE 1. Collaborate If you would like to collaborate with others in discussion groups.

com Does your product use Java technology? Then you may want to host the Java Get It Now! button on your Web site and give your customers a free and easy way to get the latest version of the Java software download. and industry solutions. global operators and handset manufacturers. or some other cool device. including a detailed technical guide. and services into a comprehensive platform for developing and deploying services with the Sun Java Enterprise System. you will be contacted to get approval to feature the application in the Explore section of this Web site. PDAs. Sun Java Studio The Sun Java Studio integrates Sun's world class developer tools. Developers Mobile Phones Have you created a mobile application based on Java technology? If so. JavaOne Online Experience a virtual JavaOne conference year-round with opportunities for ongoing education. If selected. Your submitted application will be reviewed and.java. you will be contacted. and more. Java Wear and Books Online Store Show the world you love Java technology! Buy clothing. Don't forget to check out the special values. you should get enrolled in the Sun Developer Network Mobility Program and take advantage of the new Go-To-Market Services. Click here to read the "Download Button Permission Application/Agreement" and begin the free button registration process.com/en/learn/developers. if selected. community interaction. support. Applications in the Sun Content Catalog are automatically candidates to appear in the Explore section of this Web site. Applications meeting the industry-driven test criteria can be submitted into the Sun Content Catalog where they will be promoted to top-tier. Other Sites for Developers Java Upgrade Program Read about the benefits of upgrading the MS VM to the official Sun JRE and visit the Upgrade Program Site where you'll find developer resources. and Other Devices If you've created an application for the desktop. click here to submit it.jsp (2 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . gifts. a PDA. and executive items. http://www.Learn about Java Technology. Desktops. Link to Java. Java Everywhere Video View a cool video about all the ways Java technology is touching your life. a forum.

Developers © Sun Microsystems.jsp (3 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com/en/learn/developers.java.Learn about Java Technology.

see all news and events » see all features » http://www. end-to-end business solutions with J2EE Web Services. Z for zoom . the new Sun Fire V20z server delivers extreme performance at a compelling price.Sun Microsystems sun.Forbes. A Mobile Media Mogul .com How To Buy | My Sun | Worldwide Sites Search » On this Site Products & Services Support & Training Solutions Downloads Documentation Research & Development News Resources for Developers System Admins Partners Executives Investors Education & Research Learn about Java Java System Sun and AMD Opteron N1 Grid Low Cost Computing © Sun Microsystems 2004 Contact | Company Info | Employment | Privacy | Terms of Use | Trademarks New from Sun Microsystems Press J2EE Platform Web Services: Build robust.Powered by AMD Opteron processors.com/ [13/03/2004 16:31:40] . scalable.com highlights Java technology as a key to the evolution of cell phones.sun. V for value.

Instructions Solaris™ x86 (Solaris 7. please select from the list below. Windows (Installation) .Instructions 06/30/03 .Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com Consumer Support Linux (self-extracting file) . 9) .com Consumer Support http://www. you'll have access to a whole new world of interactivity.Instructions Macintosh (Apple Mac OS 9 & earlier) Instructions Solaris™ SPARC™ (32-bit) .If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in. -Java.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:31:54] . use right-click to save this file to your computer.Instructions Solaris™ SPARC™ (64-bit) . Please note that downloads are subject to our license agreement. Once you've got Java™ software.If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in.x and higher) Macintosh (Apple Mac OS X) .com Choose Language To complete your download.Instructions Linux RPM (self-extracting file) . -Java.com/en/download/manual. Use 'Save Target As'.java.Instructions Windows (Mozilla 1.Instructions 06/30/03 .2 or Netscape 6.2. Get Java Software on CD You can also choose to receive Java software on a CD through a free subscription service or a one-time purchase. 8. use right-click to save this file to your computer. Use 'Save Target As'.Instructions Windows (Offline Installation) .

com/en/download/manual.Download Java Software © Sun Microsystems. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:31:54] .java.

Java technology is everywhere. Java technology lets devices of all kinds run just about any kind of program. tools. with its well-known cup and steam. Overview Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. © Sun Microsystems. it's inside video games.Learn about Java Technology. it's in PDAs and pagers. and Web sites.com/en/learn/index. The Java brand. It's even in cars and on the planet Mars.jsp [13/03/2004 16:32:22] . TVs.com Choose Language Java technology is computer software that helps you get connected and makes being connected more exciting.java. giving you the cool games. Wherever you find the cup and steam. is also everywhere. It's preinstalled on personal computers. and information you want most. you'll find Java technology and a great digital experience. and Web sites that are powered by Java technology. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. It's embedded in 150 million mobile phones. Invented by Sun Microsystems in 1995. It's one of the most widely recognized technology brands in the world! Look for it on games. handsets.

Explore Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.jsp [13/03/2004 16:32:55] .com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Black Widow Don't get tangled in her web! Visual CAVE Where virtual reality and biology meet © Sun Microsystems. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com/en/explore/index.java.

Inc| Legal Notices| License| ••• http://www.Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems.com/zh/ [13/03/2004 16:33:55] .java.com •••• JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Black Widow Don't get tangled in her web! Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Table Soccer Foosball on your PC MicroCalc A sophisticated calculator on your phone Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information AirportMonitor Watch air traffic from your PC Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Java Desktop System .The Source for Java Technology •• | •••• | •• | •••• | ••• | Sun.

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