Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade & Magnetismo

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 1

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Processos de Eletrização Condutores e Isolantes Força Eletrostática Exemplo Exercícios

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 2

Capitulo 2 - O CAMPO ELÉTRICO
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Ação a distancia Linhas de Força Campo de um Dipolo Elétrico Exemplo Exercícios

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Linha 2/2003 MEC .A Lei de Gauss Capítulo 3 Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Fluxo do Campo Elétrico A lei de Gauss A lei de Gauss e a Lei de Coulomb Campo de uma Carga Puntiforme Distribuição Esfericamente Simétrica Esfera Condutora Esfera Dielétrica Distribuição Linear Infinita Plano Infinito de Cargas Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .ufrgs.CAPES http://www.Eletricidade. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 3 .html [13/03/2004 16:14:23] .br/tex/fis142/mod03/index.if.

CAPES http://www.if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 4 Capitulo 4 .POTENCIAL ELÉTRICO Conteúdo do Capitulo q q q q q q q Energia Potencial Potencial Potencial de uma carga puntiforme Potencial de um dipolo Potencial acelerador Gradiente de potencial Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.ufrgs.html [13/03/2004 16:14:26] .br/tex/fis142/mod04/index.Linha 2/2003 MEC .

html [13/03/2004 16:14:28] .Eletricidade.Linha 2/2003 MEC .CAPES http://www.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/index.if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 5 Capítulo 5 CAPACITÂNCIA E CAPACITORES Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Componentes Elétricos & Eletrônicos Definições Capacitor de placas paralelas Capacitor cilindrico Capacitor esferico Associação de capacitores Capacitores com dielétricos Armazenando energia num campo elétrico Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .

CAPES http://www. Resistividade e Conductividade Lei de Ohm Energia e Potencia Unidades no Sistema SI Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .br/tex/fis142/mod06/index.ufrgs.Eletricidade.if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 6 Capítulo 6 .Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:30] .CORRENTE & RESISTÊNCIA Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q Modelo Microscópico Corrente Elétrica Resistência.

Eletricidade.CAPES http://www.br/tex/fis142/mod07/index.CIRCUITOS ELÉTRICOS Conteúdo do Capítulo q q q q q q q Lei dos Nós & Lei das Malhas Lei das Malhas (Lei de Kirchhoff) Lei dos Nós Circuitos com mais de uma Malha Exemplo Circuito RC Série Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .if.ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 7 Capítulo 7 .html [13/03/2004 16:14:33] .Linha 2/2003 MEC .

Linha 2/2003 MEC .CAPES http://www. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 8 Capítulo 8 .1 Exemplo 8.if.ufrgs.O CAMPO MAGNÉTICO Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q A força de Lorentz A descoberta do Eletrón O Efeito Hall Movimento de uma carga num Campo Magnético Força sobre uma Corrente Força sobre uma Espira de Corrente Unidades Exemplo 8.br/tex/fis142/mod08/index.html [13/03/2004 16:14:35] .2 Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.

Eletricidade.CAPES http://www. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 9 Capítulo 9 .if.Linha 2/2003 MEC .A LEI DE AMPÈRE Conteúdo do Capítulo q q q q q q q A Descoberta de Oersted Campo de um fio retilíneo infinito Cilindro Infinito Interação entre fios infinitos paralelos Campo de um Solenóide Exemplos Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .br/tex/fis142/mod09/index.ufrgs.html [13/03/2004 16:14:37] .

Linha 2/2003 MEC .ufrgs.CAPES http://www.if.br/tex/fis142/mod10/index.A LEI DE FARADAY Conteúdo do Capítulo q q q Indução Eletromagnética Leis de Faraday e Lenz Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:40] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 10 Capítulo 10 .

html [13/03/2004 16:14:42] .if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 11 Capítulo 11 -OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS Conteúdo do Capítulo q q q q q Indutância Indutância de um Solenóide Auto-indução Circuito RL Densidade de Energia em Campos Elétricos e Magnéticos Circuito LC Circuito RLC Freqüência Natural Exercícios q q q q Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .br/tex/fis142/mod11/index.Linha 2/2003 MEC .CAPES http://www.ufrgs.Eletricidade.

ufrgs.Linha 2/2003 MEC .CAPES http://www. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 12 Capítulo 12 .EQUAÇÕES DE MAXWELL Conteúdo do Capítulo q q Equações de Maxwell Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .if.html [13/03/2004 16:14:44] .br/tex/fis142/mod12/index.Eletricidade.

java.com/en/download/windows_automatic. you may want to perform a manual download.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. System Requirements q Windows 98 (1st and 2nd edition) or Windows ME or Windows NT (service pack 6a) or Windows 2000 (service pack 3) or Windows XP Home or Windows XP Professional (service pack 1) q q q q q You'll also need Pentium 166MHz or faster with minimum 67MB free space a minimum of 32MB of RAM.com Choose Language Windows Automated Downloads We encountered an issue while trying to automatically install Java™ software onto your machine. Java software was not installed properly. Please consult the Help or FAQ sections for assistance. You may not have the right system requirements to support Java software (see the box below). http://www. Most other issues can be resolved.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:15:06] . If the Java software has not begun downloading automatically. As a result.

java.Download Java Software © Sun Microsystems. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com/en/download/windows_automatic.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .

http://www. POSSE Jorge Almeida Guimarães toma posse na presidência da Capes Programa de Qualificação Institucional . não havendo possibilidade de adiamento.CAPES / MEC Sábado.capes. Confira o texto.PQI Acesse o formulário referente ao Relatório de Atividades Ciências Agrárias Acesse os critérios de avaliação para a grande área (2001-2003)e os critérios específicos para avaliação de cursos novos e programas de pósgraduação entre Instituição de Ensino Superior (IES) e Instituto de Pesquisa (IP). Entrevista de Candidatos a Bolsa de Doutorado no Exterior CAPES realiza a última etapa da seleção dos candidatos a bolsas de doutorado no exterior. no Brasil. as atividades acadêmicas das instituições de ensino estrangeiras que não tenham sido reconhecidas pelo MEC. Trata-se de um ano de Avaliação que atribuirá conceitos e o cronograma já estabelecido para a realização do processo deve ser seguido.br/ [13/03/2004 16:15:28] . que os pagamentos referentes aos meses de Janeiro e Fevereiro/2004 já estão sendo regularizados. Novos prazos para solicitação de reconhecimento dos programas e necessidade de autorização do MEC para instalação de convênios entre IES brasileiras e estrangeiras que ofertem mestrados/doutorados associados são as novidades. Comissão Mista Capes/CNPq Apresentação do Relatório Final (Sumário Executivo) CAPES ALERTA Programa PICDT Informamos aos bolsistas do Programa PICDT.gov. Resolução CNE/CES 001/2001 alterada pela Resolução CNE/CES 24/2002. Coleta de Dados A Diretoria de Avaliação informa que o prazo de entrega dos dados da Coleta relativos a 2003. Mestrados e Doutorados sem validade. assim como o re-envio dos dados de 2001 e 2002 é dia 31 de março de 2004.5. Leia a íntegra da notícia. 13 de março de 2004 a INFORMAÇÕES Pró-Coleta Professor Está disponível o Pró-Coleta Professor 2. São consideradas ilegais. Aplicativo A Coordenação de Acompanhamento e Avaliação disponibiliza a cartaconsulta sobre proposta de cursos de mestrado e doutorado.

editor da página Molecular Expressions: Electricity and Magnetism Walter Fendt. Eles podem ser obtidos livremente na web. Exigências de Hardware http://www.Antes de Començar Informações Gerais q q Introdução Exigências de hardware e software Introdução O curso está formatado de acordo com a pedagogia construtivista.if. Para acessá-los. Michael W. diriga-se ao sumário O conteúdo é explorado através de uma variedade de objetos de aprendizagem interativos. editor da página Physlets. Davidson. 2. Alguns objetos de aprendizagem foram extraidos ou adaptados dos seguintes autores. Nestcape Navigator ou Microsoft Internet Explorer são os navegadores mais apropriados. convém observar os seguintes aspectos: 1. Ao final apresenta-se uma lista de exercícios. seu navegador tem que suportar Java. Wolfgang Christian. que permitiram seu uso nas condições desta disciplina. O conteúdo é distribuído em 12 capítulos.ufrgs. editor da página Java Applets on Physics Exigências de hardware e software Para maior eficiência. a partir de uma abordagem baseada na solução de problemas.html (1 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . Para as animações.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01.

ufrgs.nestcape. Resolução mínima de 800x600 (recomendado 1024x768) pixels.com/ie/ para carregálo. 16 Mb RAM ou superior. Microsoft Internet Explorer (Versão 4. Plugin de Java .Applets http://www.com para carregá-lo.java. Monitor SVGA ou compatible.0 ou superior).0 ou superior). Use este endereço http://www.jsp. Modem de 28.html (2 de 2) [13/03/2004 16:15:31] .Antes de Començar PC com procesador de 90 MHz ou superior.if. Use este endereço http://www.8 kbps ou superior Exigências de software Nestcape Navigator (Versão 4.com/en/download/windows_automatic. http://www.microsoft.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01.

a book of ready to run Physlet-based Illustrations. Preview Physlet Physics. Physlets run on the Mac using OS X Panther and the latest Safari browser.edu/Applets/Applets. This book will soon be available in Spanish! For a discussion of how to use Physlets with Just-in-Time Teaching see the JiTT book. The Physics Teacher recently contained a feature article describing the Optics Bench Physlet.davidson. It simulates the relativistic and nonrelativistic Doppler effect. Exercises. Examples from this article are available on the the Physlet Resource site.html (1 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . Explorations. Physics Applets. Send questions or comments about this site to Wolfgang Christian: wochristian@davidson. and Problems see the Physlet Physics book. For an introduction to scripting see thee Physlet book. You do not need to become a Java expert in order to use Physlets. Sign up on the Physlet list-server. are small flexible Java applets designed for science education. q For a CD containing over 800 ready to run Physlet-based Illustrations. and Problems. To learn more about Physlets you may want to: q q q q q q Attend a Physlet workshop. Search the Kaiserslautern Physlet database. The applet on the right is a Physlet. and example problems to help you use Physlets in your teaching. Physlets.Physlets Home Page Welcome to the Physlets resource page.edu http://webphysics. download instructions. The links on the right contain tutorials.

Physlets Home Page Since 2/1/2001 This PIRA Webring site is owned by Wolfgang Christian. < prev | List Sites | next > http://webphysics.html (2 de 2) [13/03/2004 16:16:09] .davidson.edu/Applets/Applets.

resolution. and high efficiency of excitation. This year's contest drew entrants from 46 countries. and biotechnology. The Olympus MIC-D Digital Microscope . Powers of Ten . point-detection.7 Mbytes) . Visit our Photo Gallery for an introductory selection of images covering just about everything from beer and ice cream to integrated circuits and ceramic superconductors. numerical aperture.5 x 11 semi-gloss paper and spiral bound for mounting on the wall. Included in the calendar are the top 20 prize winners and thumbnail images from all of the 17 honorable mentions. and contain useful numbers. Winners came from such fields as chemistry. We are going where no microscope has gone before by offering one of the Web's largest collections of color photographs taken through an optical microscope (commonly referred to as "photo-micro-graphs"). Excellent resolution. materials research. The volume covers all of the important basic concepts. Microscope: Basics and Beyond (50 pages. thin films. ranging from simple magnifiers to complex compound microscopes. These photographs are available for licensing to commercial. 20. Explore the use of exponential notation to understand and compare the size of things in our world and the universe. Designed specifically for a wide spectrum of applications ranging The Galleries: Photo Gallery Silicon Zoo Pharmaceuticals Chip Shots Phytochemicals DNA Gallery Microscapes Vitamins Amino Acids Birthstones Religion Collection Pesticides BeerShots Cocktail Collection Screen Savers Win Wallpaper Mac Wallpaper Movie Gallery http://micro.html (1 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . objectives. Numerous appendices review focusing of the microscope and oil immersion. Köhler illumination. condensers. confocal laser scanning microscopes designed for today's intensive and demanding biological research investigations. aberration. muscle cells. botany. and depth of field.Molecular Expressions: Images from the Microscope Galleria License Info Image Use Custom Photos Partners Site Info Contact Us Publications Home Welcome to the Molecular Expressions website featuring our acclaimed photo galleries that explore the fascinating world of optical microscopy. Olympus FluoView Laser Scanning Confocal Microscopy . eyepieces. bright and crisp optics. as well as from a diverse range of academic and professional disciplines. coupled to an intuitive user interface and affordability are key characteristics of this state-of-the-art optical microscopy system. a diatom.The Nikon Small World 2004 Calendar is printed in full color on 8. formulas. plant hair cells. and non-profit institutions. a computer chip. and a short bibliography. Winning entries included several images of rat and mouse brain cells.Download the latest PDF edition of Mortimer Abramowitz's renowned introduction to optical microscopy in full color.The new Olympus FluoViewTM FV1000 is the latest in point-scanning. and chemical crystals. Purchase Nikon's Small World 2004 Calendar .Olympus has thrown the doors open to a new era in optical microscopy education with the introduction of the MIC-D inverted digital microscope.Soar through space starting at 10 million light years away from the Milky Way down through to a single proton in Florida in decreasing powers of ten (orders of magnitude). snowflakes. private. biology.magnet. including illumination. nematode worms.fsu.edu/index.

phase contrast.8K modems) Several methods have been developed to overcome the poor contrast inherent with imaging thick specimens in a conventional microscope. This cinemicrographic collection presents time-lapse movies of various chemical compounds as they change physical states. Nikon microscopists and engineers are providing the latest state-of-theart information in microscope optics and imaging technology including specialized techniques such as fluorescence. and magnification of microscopic creatures viewed at thousands of times their actual size. or solid. you can http://micro. gaseous. such as glass.Join us for a microscopic examination of America's culinary favorite: the ubiquitous hamburger and French fries. This tutorial explores imaging specimens through serial z-axis optical sections utilizing a virtual confocal microscope. Solids are characterized by strong atomic bonding and have a rigid shape. which can be viewed in a specially designed Java client run through your Web browser at frame rates up to 18 frames/second. Burgers 'n Fries . differential interference contrast (DIC). Scanning Electron Microscopy . this versatile microscope features a palette of contrast enhancing techniques that rival many research-level instruments. Gases consist of weakly bonded atoms and expand to fill any available space. having a three-dimensional periodic atomic arrangement.Molecular Expressions: Images from the Microscope from basic classroom instruction to more advanced laboratory analysis. and photomicrography. liquid. With this software.Chemical compounds can exist in three basic phases. focus. Nikon MicroscopyU . Java-powered QX3 Computer Web Microscope . but don't try this unless you have a fast connection (10 Mbits/sec Ethernet or higher). and microscopy of living cells. The thickest specimens (20 microns and above) will suffer from a tremendous amount of extraneous light in out-of-focus regions. Explore zoom magnification. Chemical Crystals .This virtual QX3 microscope is broadcasting images over the Web at 20 frames/second.The MicroscopyU website is designed to provide an educational forum for all aspects of optical microscopy. lack this periodic arrangement and are noncrystalline.html (2 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Specimens having a moderate degree of thickness (5 to 15 microns) will produce dramatically improved images with either confocal or deconvolution techniques. Discover how this delightful classic is just as beautiful as it is tasty. Some.We have teamed up with award-winning electron microscopist Dennis Kunkel to produce a virtual Scanning Electron Microscope (vSEM). Laser Scanning Confocal Microscopy .edu/index. and illumination intensity in stereoscopic microscopes with this interactive Flash tutorial. or amorphous. Together with the scientists and programmers at Molecular Expressions. We invite you to explore MicroscopyU and discover more about the exciting world of optics and microscopy. and are probably best-imaged using confocal techniques.fsu. reflected light microscopy.(approximately a 30 second download on 28. No additional software is needed. contrast. digital imaging.Many stereoscopic microscopes feature the ability to perform a continuous magnification change by means of a zoom lens system placed between the objective and the eyepieces. Stereoscopic Zoom Microscopy . Most are crystalline. Visitors can adjust the focus. Liquids have characteristics that fall in between gases and solids.magnet.

are invisible until viewed under the microscope. A wide spectrum of these photomicrographs are featured in this gallery. and parents.Explore our science curriculum package being developed for teachers. eating. and perform time-lapse cinematography experiments. the fluorescence gallery contains a variety of examples using both specific fluorochrome stains and autofluorescence. Activities are designed to promote the asking and answering of questions related to light.Take a moment to visit our in-depth http://micro. and color. Fluorescence Microscopy Digital Image Gallery . In this collection of digital movies. Loes initiated a series of chemical crystallization experiments. Science.html (3 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Optics & You .magnet. which allowed her to meld longtime interests in nature. leading up to the use of sophisticated instruments scientists use to help them understand the world.Although the human body contains over 75 trillion cells. Featured Microscopist . Modderman received her first microscope by age 13 and has never lost her sense of wonder at the minute beauties available with this instrument. Intel Play QX3 Computer Microscope .Freshwater ponds provide a home for a wide variety of aquatic and semiaquatic plants. observe the activities of microscopic organisms taken from a typical North Florida pond. and optics. Visit the gallery and download a copy of our Windows screen saver containing selected images of these beautiful microscopes. Many years ago. Most cells are far too small to be seen with the naked eye and require the use of high-power optical and electron microscopes for careful examination. Beneath the placid surface of any pond is a microscopic metropolis bustling with activity as tiny bizarre organisms pursue their lives. excreting.Featuring specimens collected from a wide spectrum of disciplines.Featuring 3-D Studio Max drawings of ancient microscopes. Topics covered include CCD operation.This popular gallery features images of cartoon characters and other doodling placed onto computer chips by their designers. shadows.Molecular Expressions: Images from the Microscope capture single digital images.Explore the basic concepts in digital imaging with our illustrated discussions and interactive tutorials. science. Silicon Zoo . however.fsu. locomoting. Museum of Microscopy . students. Pond Life . and photography to form her abstract photomicrographs into a colorful celebration of form and structure. image capture. The vast majority of pond inhabitants. Images were captured utilizing either a Nikon DXM 1200 digital camera. Born in Amsterdam in 1944. The program begins with basic information about lenses. this unique gallery explores many of the historic microscopes made during the last four centuries. or classical photomicrography on film with Fujichrome Provia 35 millimeter transparency film. an Optronics MagnaFire Peltier-cooled camera. trying not to be eaten.Our featured microscopist for Spring 2002 is noted Dutch photomicrographer Loes Modderman. Cell and Virus Structure . and reproducing. color. and animals. digital manipulation of images and a wide spectrum of other issues in this emerging field.edu/index. Concepts in Digital Imaging Technology . prisms. art. insects. the majority of life forms exist as single cells that perform all the functions necessary for independent existence. record movies.

Video Signal Generation . geometric transformation.magnet. Astigmatism . measurements. Building A Charged Coupled Device . averaging. The image is sequentially scanned in narrow strips and http://micro.A popular method of representing a train of propagating light waves involves the application of geometrical optics to determine the size and location of images formed by a lens or multi-lens system.Explore the steps utilized in the construction of a charged coupled device (CCD) as a portion of an individual pixel gate is fabricated on a silicon wafer simultaneously with thousands or even millions of neighboring elements.Explore microscopy of integrated circuits using real-time confocal observations at a resolution of 0.Explore the basic concepts of digital image processing applied to specimens captured in the microscope. Included topics are the QX3 hardware (microscope). spatial resolution. histogram manipulation.Having the simplest architecture and being the easiest devices to build and operate.By employing multiple exposure photomicrography. Explore how images are captured and transferred to serial output registers with this interactive Java tutorial.18 microns with this interactive Java tutorial. These micrographs are intended to resemble surrealistic/alien landscapes. Intel Play QX3 Computer Microscope Simulator . Geometrical Construction of Ray Diagrams . noise reduction. image sampling frequency.Discover how the hardware and software of this amazing "toy" microscope work together to produce images that you can digitally manipulate with a personal computer. suggested specialized techniques. we have succeeded in generating a series of unusual micrographs which we have termed microscapes. The aberration is manifested by the off-axis image of a specimen point appearing as a line or ellipse instead of a point.Molecular Expressions: Images from the Microscope discussion of this incredible toy microscope.fsu. filtering digital images. however these artifacts are not as sensitive to aperture size and depend more strongly on the oblique angle of the light beam. Techniques reviewed include contrast. 10 Best Interactive Java Tutorials Digital Image Processing Interactive Java Tutorials . and digital image galleries from the QX3 microscope. interactive microscope software. and binary digital images. Reflected Light Confocal Microscopy . convolution kernels. Full-Frame CCD Operation . This tutorial explores how two representative light rays can establish the parameters of an imaging scenario.A video signal is a recoverable train of electrical impulses generated by scanning a two-dimensional image produced by the optical train of a microscope.html (4 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Astigmatism aberrations are similar to comatic aberrations. compression.edu/index. color balance. Creative Photomicrography . full-frame charged coupled devices (CCDs) feature high-density pixel arrays capable of producing digital images with the highest resolution currently available.

virtually noise-free modification of an image in the form of a matrix of integers instead of the classical darkroom manipulations or filtration of timedependent voltages necessary for analog images and video signals. directly onto the sensor integrated circuit. gain adjustment. This interactive tutorial explores the relationship between the microscope image. how to set up a microscope. split. Condenser Alignment .CMOS image sensors are designed with the ability to integrate a number of processing and control functions. The microscope drawing presented in the tutorial illustrates a cut-away diagram of the Olympus BX51 microscope equipped with a vertical illuminator and lamphouses for both diascopic (tungsten-halogen) and epi-fluorescence (mercury arc) light sources.fsu. the average user often applies operations to digital images without concern for the underlying principles behind these manipulations. New Microscopy Primer Entries If you need information about optical microscopy. Cut and ground to specific tolerances and exact angles. and fold light through the pathways of both simple and sophisticated optical systems. shuttering.edu/index. Introduction to Prisms and Beamsplitters .This tutorial demonstrates how the condenser is centered in the optical path and the size of the field diaphragm opening is determined when adjusting a microscope for proper Köhler illumination.Prisms and beamsplitters are essential components that bend. Even though many image processing algorithms are extremely powerful. Introduction to CMOS Image Sensors . These features generally include timing logic.This interactive tutorial explores illumination pathways in the Olympus BX51 research-level upright microscope.When an image is formed in the focused image plane of an optical microscope. white balance. every point in the specimen is represented by an Airy diffraction pattern having a finite spread. The images that result from careless manipulation are often severely degraded or otherwise compromised with respect to those that could be produced if the power and versatility of the digital processing software were correctly utilized. and initial image processing algorithms. Inexpensive CMOS image sensors are entering the field of optical microscopy in educational instruments that combine acceptable optical quality with user-friendly control and imaging software packages. then visit our Microscopy Primer for a detailed discussion. prisms are polished blocks of glass or other http://micro.magnet. scan lines. or how to take photographs with a microscope. Basic Concepts in Digital Image Processing . but converge together and interfere near the intermediate image plane to produce a three-dimensional Fraunhofer diffraction pattern. Airy Pattern Formation . and the video signal. This occurs because light waves emitted from a point source are not focused into an infinitely small point by the objective.Molecular Expressions: Images from the Microscope combined to produce the final signal. reflect.Digital image processing enables the reversible. analog-todigital conversion. Fluorescence Microscope Light Pathways . exposure control. which lie beyond the primary task of photon collection.html (5 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Sliders control illumination intensity and enable the visitor to select from a library of five fluorescence interference filter combinations that have excitation values ranging from the near ultraviolet to long-wavelength visible light.

the elimination of image degrading out-of-focus information. image formation occurs at the intermediate image plane through interference between direct light that has passed through the specimen unaltered and light diffracted by minute features present in the specimen. The key to the confocal approach is the use of spatial filtering to eliminate out-of-focus light or flare in specimens that are thicker than the plane of focus.Stereomicroscopes have characteristics that are valuable in situations where three-dimensional observation and perception of depth and contrast is critical to the interpretation of specimen structure. Image Formation . regardless the origin and complexity. Electronic Imaging Detectors . it must first be converted into a computer-readable form or digital format. microscope operators must assume an unusual but exacting position. Introduction to Confocal Microscopy . with little possibility to move the head or the body. the hand reaching high up for a focusing control. and in its great number of applications in many areas of current research interest.Confocal microscopy offers several advantages over conventional optical microscopy. or disperse light into its component wavelengths.In the optical microscope. This process applies to all images. These instruments are also essential when micromanipulation of the specimen is required in a large and comfortable working space. which accurately record image data by several methods.Molecular Expressions: Images from the Microscope transparent materials that can be employed to deflect or deviate a light beam. meaning that each image point at the intermediate plane is geometrically related to a corresponding point in the specimen. rotate or invert an image. including controllable depth of field. such as a sequence of electrical signal fluctuations or changes in the chemical nature of a film emulsion that vary continuously over all dimensions of the image. The image produced by an objective lens is conjugate with the specimen. and the ability to collect serial optical sections from thick specimens. Many prism designs can perform more than one function.fsu.In order to view specimens and record data. separate polarization states. Basic Microscope Ergonomics . or for biological research that requires careful manipulation of delicate and sensitive living organisms.Continuous-tone images are produced by analog optical and electronic devices. They are often forced to assume an awkward work posture such as the head bent over the eye tubes.html (6 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . which often includes changing the line of sight and simultaneously shortening the optical path. thus reducing the size of optical instruments.edu/index. Stereomicroscopy . due in part to the relative ease with which extremely high-quality images can be obtained from specimens prepared for conventional optical microscopy. In order for a continuous-tone or analog image to be processed or displayed by a computer. the upper part of the body bent forward. The wide field of view and variable magnification displayed by stereomicroscopes is also useful for construction of miniature industrial assemblies.The range of light detection methods and the wide http://micro. A digital image is composed of a rectangular (or square) pixel array representing a series of intensity values and ordered through an organized (x. or with the wrists bent in an unnatural position. There has been a tremendous explosion in the popularity of confocal microscopy in recent years. Basic Properties of Digital Images . and whether they exist as black and white (grayscale) or full color.y) coordinate system.magnet.

Washington was responsible for placing what is perhaps the World's smallest rendition of an osprey on a decimation filter integrated circuit utilized in signal analyzer instruments. followed by errors in filter selection. New digital technologies are producing higher resolution micrographs. http://micro. Perhaps the easiest methods are to offset a partially closed condenser iris diaphragm or the image of the light source. This discussion is intended to aid in understanding the basics of light detection and to provide a guide for selecting a suitable detector for specific applications in optical microscopy. Oblique or Anaxial Illumination . Minnesota. dirt and debris.html (7 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Snoopy .Achieving conditions necessary for oblique illumination. The Con Artist .The silicon version of Snoopy illustrated in this section was discovered by Richard Piotter of New Ulm. Housed near the clock circuitry on the chip. three-dimensional images of specimens tagged with highly specific fluorophores. can be accomplished by a variety of techniques with a simple transmitted optical microscope.Photography through the microscope is undergoing a transition from film to digital imaging. Pac-Man . Multiphoton Excitation Microscopy . The device was engineered to allow the entire iris to move off-center in a horizontal plane so that closing the circular diaphragm opening would result in moving the zeroth order to the periphery of the objective rear focal plane. Troubleshooting Classical and Digital Photomicrography .A silicon version of the famous game character was photographed gobbling the initials GAAS (gallium arsenide) on a TEMIC Semiconductors silicongermanium radio frequency integrated circuit.Multiphoton fluorescence microscopy is a powerful research tool that combines the advanced optical techniques of laser scanning microscopy with long wavelength multiphoton fluorescence excitation to capture high-resolution.edu/index. Best of the Silicon Zoo Flying Osprey . film choice.Molecular Expressions: Images from the Microscope variety of imaging devices currently available to the microscopist make the selection process difficult and often confusing. aberration. the entire diaphragm was rotatable around the axis of the microscope so that oblique light could be directed toward the specimen from any azimuth to achieve the best desired effect for a given specimen. who also loaned the 4-inch wafer (made by a 1980s-era semiconductor company named Trilogy) from which the image is derived.fsu.A Hewlett-Packard design team headed by Howard Hilton in Lake Stevens. and processing mistakes. Microscope configuration errors represent the greatest obstacle to quality photomicrographs. which has been employed to enhance specimen visibility since the dawn of microscopy. In former years.We found this guy in a trench coat trying to hock some fake Rolex watches (that are probably "hot") on a Hewlett-Packard PA-RISC microprocessor. but the quality still falls short of that obtainable with film. the silicon artwork signifies a pun on higher-end microprocessor clock systems that utilize a more complex feature set. some microscopes were equipped with a condenser having a decenterable aperture iris diaphragm. In advanced models.magnet.

is the mechanism that allows the nuclei of cells to split and provide each daughter cell with a complete set of chromosomes during cellular division. http://micro. a phenomenon observed in all higher eukaryotes. background.An orange silicon Smurf is pulling a wagon containing the copyright symbol around the pad ring on a Siemens integrated circuit of unknown function.fsu.Perhaps the smallest soft drink advertisement ever created. The technique is best suited for utilization with fixed. this 750 micron Pepsi commercial was discovered on a Hewlett-Packard CPU-support chip.Tux is nesting within the pad ring on an integrated circuit of unknown function (perhaps the latest new microprocessor designed to run the Linux operating system). This digital image gallery explores a variety of stained specimens captured with an Olympus BX51 microscope coupled to a 12-bit QImaging Retiga camera system.An intricate bitmap-like pattern of vias (interconnect shafts) was used to construct this incredible likeness of a Rolex wristwatch. Tux. Godzilla .Probably the best silicon artwork we have yet seen. New Photo Gallery Entries Observing Mitosis with Fluorescence Microscopy .Brightfield illumination has been one of the most widely used observation modes in optical microscopy for the past 300 years. The Rolex . Brightfield Microscopy Digital Image Gallery .edu/index. This.Mitosis.Simpson's cartoon character Milhouse was spotted on a Silicon Image Sil154CT64 digital transmitter integrated circuit. The Chip Smurf . the Stay Puft Marshmallow Man was cooked in a frying pan within the circuitry of a Weitek math coprocessor designed in 1988. The Pepsi Generation .This mythical Japanese creature was discovered lurking on a pad within the Silicon Graphics MIPS R10000 microprocessor (this chip is sure crowded with silicon creatures).Coming to you from "GhostBusters". often light gray or white. Digital imaging with fluorescence microscopy is becoming a powerful tool to assist scientists in understanding the complex process of mitosis on both a structural and functional level.html (8 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .This famous Star Trek icon was discovered on a Texas Instruments bipolar logic integrated circuit. this image was discovered on a Hewlett-Packard graphics chip.Molecular Expressions: Images from the Microscope Milhouse Van Houten . the Linux Penguin . Images produced with brightfield illumination appear dark and/or highly colored against a bright. Thor: God of Thunder . coupled with cytokinesis (division of the cytoplasm). stained specimens or other kinds of samples that naturally absorb significant amounts of visible light. occurs in all multicellular plants and animals to permit growth of the organism. The Stay Puft Marshmallow Man .magnet. Starship USS Enterprise .

http://micro.Thin unstained. brightfield. darkfield. Dinosaur Bones . Visit this gallery to observe how polarized light can be of advantage in the observation of specimens that would otherwise exhibit poor contrast and be difficult to distinguish from the background. bones.magnet. Intel Play QX3 Microscope Galleries . The DNA Gallery . Differential Interference Contrast Digital Image Gallery . several specimens exhibiting birefringent character are included to demonstrate the kaleidoscopic display of color that arises when anisotropic substances are imaged with this technique.html (9 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Darkfield Microscopy Gallery . polarized light can be employed for both quantitative as well as qualitative investigations. phase contrast illumination allows scientists to see details in unstained and/or living objects with great clarity and resolution. and a wide variety of other specimens.Acclaimed by Newsweek as being "better than Vitamins".By "converting" phase objects such as living material into amplitude specimens.Molecular Expressions: Images from the Microscope Polarized Light Microscopy Digital Image Gallery .Scroll through serial optical sections from a wide variety of specimens.Darkfield illumination provides good contrast for specimens that are often lacking in sufficient detail using other illumination techniques. Phase Contrast Gallery . thin and thick sections.fsu.DNA undergoes a number of liquid crystalline phase transitions both in vitro and in vivo.Check out digital images captured with this incredible microscope using contrast enhancing techniques such as polarized light. Useful for observation of mineral thin sections. In addition.As a contrast-enhancing optical technique. phytochemicals are blazing a new frontier in the arena of cancerprevention research. and Rheinberg illumination. Confocal Microscopy Digital Image Gallery . fibers. polymers. chemical crystals. including tissue culture cells. The Phytochemical Collection . which vary from unstained cells. polarized light microscopy is unsurpassed in the magnificent array of colors and beautiful textures generated through interference between orthogonal wavefronts at the analyzer.edu/index. This gallery explores the microscopic textures exhibited by various liquid crystalline DNA phases and their transition states. The digital images presented in this gallery represent a wide spectrum of specimens. Hoffman Modulation Contrast Gallery . Explore the wide spectrum of biological specimens presented in this gallery of digital images.The modulation contrast technique takes advantage of optical phase gradients to yield a pseudo three-dimensional effect on images seen in the microscope. tissues.Photographs of thin sections made from bones left behind by dinosaurs that have been extinct for over 70 million years. transparent specimens are excellent candidates for imaging with classical differential interference (DIC) microscopy techniques over a relatively narrow range (plus or minus one-quarter wavelength) of bias retardation. and entire organisms. hairs. in this Java-powered image gallery. and whole organisms to both lightly and heavily stained thin and thick sections. particles. Explore the beautiful crystalline patterns displayed by phytochemicals captured in polarized light.

This applet demonstrates how a non-destructive short pulse magnet works.magnet.fsu. Silicon Zoo artwork. scripts. Electrophoresis . nondestructive magnets are more suited towards scientific research.This tutorial explores how a laser beam is focused onto the surface of a spinning compact disc.html (10 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . we will be adding more galleries. How a Compact Disc Works . This website is maintained by our Graphics & Web Programming Team in collaboration with Optical Microscopy at the National High Magnetic Field Laboratory. and come in two forms: destructive and non-destructive. as they can reach some of the highest magnetic fields experimentally possible.Molecular Expressions: Images from the Microscope Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials .Pulsed magnets are among the strongest magnets in the world.Explore how electrical potential can cause migration and separation of macromolecules according to size in a cross-linked gel. Last modification: Thursday. No images. interactive Java tutorials. 1995: 3011717 Microscopes provided by: http://micro.Explore how an individual Field Effect (FET) transistor is fabricated on a silicon wafer simultaneously with millions of its neighbors.Visit our interactive tutorials on electricity and magnetism to explore how these two forces of nature operate in our everyday lives. Pulsed Magnets .edu/index. software. Use of this website means you agree to all of the Legal Terms and Conditions set forth by the owners. BACK TO THE TOP Questions or comments? Send us an email. All Rights Reserved. and shows the relative field strengths generated. or applets may be reproduced or used in any manner without permission from the copyright holders. Chip Shots and new entries for the image collections on our website so please come back from time to time and check out our new additions. graphics. Mar 04. Building A Transistor . © 1995-2004 by Michael W. Of these two. 2004 at 09:44 AM Access Count Since September 12. and how variations between pits and lands on the disc surface affect how light is either scattered by the disc surface or reflected back into a detector. In the upcoming weeks and months. Davidson and The Florida State University.

fsu.html (11 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .magnet.edu/index.Molecular Expressions: Images from the Microscope http://micro.

46 English version www.1.07/01/2003 03/24/1998 .de/ph14e/ (1 de 3) [13/03/2004 16:17:14] 11/02/2000 . 2004-0311) www. 2002-12-27) Download Important notice.4) is installed on your computer.01/18/2003 11/02/1997 .de/ph11e (Java 1.01/18/2003 11/04/1997 .4) Java Applets on Physics Walter Fendt (Java 1.01/18/2003 02/24/1999 .01/18/2003 03/10/1999 . Download is possible from Sun Microsystems.01/18/2003 09/13/2000 .walter-fendt.walter-fendt.01/18/2003 05/30/2003 .4. 41 applets.de/ph14e applets. especially for Internet Explorer version 6: The applets will only work if a Java runtime environment (version 1. Mechanics Motion with Constant Acceleration Equilibrium of Three Forces Resolution of a Force into Components Pulley System Lever Principle Inclined Plane Newton's Second Law Experiment Projectile Motion Elastic and Inelastic Collision Newton's Cradle Carousel (Centripetal Force) Kepler's First Law http://www.01/18/2003 Resultant of Forces (Addition of Vectors) 11/02/1998 .walter-fendt.01/18/2003 12/23/1997 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 .01/18/2003 03/11/2000 .01/18/2003 03/25/2000 .01/18/2003 11/07/1998 .

01/18/2003 09/20/1999 .11/27/2003 09/11/2002 .01/18/2003 11/29/1997 .01/18/2003 05/24/1998 .07/04/2003 06/13/1998 .01/18/2003 05/08/1998 .11/01/2003 http://www.01/18/2003 07/05/1998 .01/18/2003 03/05/1998 .01/18/2003 Magnetic Field of a Straight Current-Carrying Wire 09/18/2000 .01/18/2003 10/21/2001 .01/18/2003 12/08/1999 .01/18/2003 11/23/1997 .4) Kepler's Second Law Hydrostatic Pressure in Liquids Buoyant Force in Liquids 04/04/2000 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 Oscillations and Waves Simple Pendulum Spring Pendulum Coupled Pendula Forced Oscillations (Resonance) Beats 05/21/1998 .01/18/2003 02/03/1999 .de/ph14e/ (2 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 02/25/1998 .01/18/2003 06/01/1998 .01/18/2003 Electrodynamics Magnetic Field of a Bar Magnet Lorentz Force Direct Current Electrical Motor Generator Ohm's Law Combinations of Resistors Simple AC Circuits Electromagnetic Oscillating Circuit Electromagnetic Wave 04/20/2001 .01/18/2003 09/11/1998 .01/18/2003 04/19/1998 .01/18/2003 Standing Wave (Explanation by Superposition with the Reflected New! (11/02/2003) Wave) Standing Longitudinal Waves Interference of two Circular or Spherical Waves Doppler Effect 06/08/1998 .01/18/2003 Optics Refraction of Light Reflection and Refraction of Light Waves (Explanation by Huygens' Principle) Refracting Astronomical Telescope Interference of Light at a Double Slit 12/20/1997 .walter-fendt.01/18/2003 10/07/2003 .11/01/2003 03/08/2000 .01/18/2003 05/22/1999 .

01/18/2003 Walter Fendt. March 11.Java Applets on Physics (Java 1.de/ph14e/ (3 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 Bohr's Theory of the Hydrogen Atom 05/30/1999 .01/18/2003 Nuclear Physics Radioactive Decay Series 07/20/1998 .01/18/2003 Theory of Relativity Time Dilation 11/15/1997 .walter-fendt.01/18/2003 Law of Radioactive Decay 07/16/1998 .4) Diffraction of Light by a Single Slit 10/11/2003 .11/01/2003 Thermodynamics Special Processes of an Ideal Gas 12/25/1999 .01/18/2003 Physics of Atoms Photoelectric Effect 02/20/2000 . 2004 Mathematics Applets Astronomy Applets Homepage E-Mail Copyright Awards and Links http://www.

http://www.htm.com/windows/ie/default.microsoft.microsoft.microsoft.http://www.com/ie/ The Internet Explorer home page has moved to www. Please update your Favorites.com/ie/ [13/03/2004 16:17:18] .

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1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO
Essencialmente, existem dois tipos de portadores de carga elétrica: prótons (+) e elétrons(-). Em condições de equilíbrio, qualquer material é eletricamente neutro, contendo igual número de prótons e elétrons. Um material é eletricamente positivo quando tem excesso de prótons, ou falta de elétrons. Da mesma forma, ele será negativamente carregado se tiver um excesso de elétrons. Um material pode ser eletrizado através de dois processos:
r r

Eletrização por atrito Eletrização por indução

Eletrização por atrito ocorre quando materiais não condutores são atritados uns contra outros. Nesse processo, um dos materiais perde elétrons e outro ganha, de modo que um tipo de material fica positivo e outro fica negativo. Uma experiência simples consiste em carregar um pente passando-o várias vezes no cabelo. A comprovação de que ele ficou carregado é obtida atraindo-se pequenas partículas, por exemplo, de pó de giz. A figura ilustra as etapas essenciais do processo de eletrização por indução. Na
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

ilustração, tem-se inicialmente um corpo carregado e outro descarregado ( para que o processo seja factível, este corpo deve ser condutor). A aproximação do corpo positivamente carregado atrai as cargas negativas do corpo eletricamente neutro. A extremidade próxima ao corpo carregado fica negativa, enquanto a extremidade oposta fica positiva. Mantendo-se o corpo carregado próximo, ligase o corpo eletricamente neutro à terra. Elétrons subirão da terra para neutralizar o “excesso” de carga positiva. Cortando-se a ligação à terra, obtém-se um corpo negativamente carregado.

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um material condutor tem facilidade para conduzir a eletricidade. http://www. quando esta carga é colocada num condutor. numa linguagem bastante simples. Assim.br/tex/fis142/mod01/m_s02. podemos classificar os materiais em: r r r r Condutores Isolantes (ou dielétricos) Semicondutores Supercondutores.3 A LEI DE COULOMB Capitulo 1.if. Para o momento.1. quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material dielétrico. vamos nos deter apenas nos condutores e nos dielétricos. ela tenderá a se distribuir até que o campo no interior do material seja nulo. Como os nomes sugerem.A LEI DE COULOMB Condutores e Isolantes No contexto do eletromagnetismo. Há circunstâncias (veremos mais tarde) em que ele também conduz. Ao contrário.html [13/03/2004 16:18:17] . que um dielétrico é diferente de um condutor porque este tem elétrons livres. seria melhor dizer que um dielétrico quase não conduz a eletricidade. Podemos dizer. enquanto um dielétrico não conduz a eletricidade. ela permanece no local em que foi colocada. que se encarregam de conduzir a eletricidade. Na verdade.ufrgs.

if. experimentalmente.ufrgs. Podemos fazer outra simplificação. é uma constante muito importante no eletromagnetismo. +e+ +e-e- No aplicativo acima.85x10-12 C2/Nm2.1) onde =8. que a força entre cargas q1 e q2 é dada por: (1.A LEI DE COULOMB FORÇA ELETROSTÁTICA Numa abordagem bastante geral. Na maioria dos casos tratados aqui essa é uma boa aproximação. http://www.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . denominada permissividade elétrica no vácuo.1.99x109 Nm2/C2 é uma constante que tem essa forma para atender necessidades de ajustes dimensionais e para simplificar as equações de Maxwell. considerando apenas as cargas estacionárias. Esta abordagem pode ser simplificada desprezando-se a atração gravitacional frente à interação eletromagnética.br/tex/fis142/mod01/m_s03. ε0=8. vê-se duas cargas elétricas. Eletrostática é esta área do eletromagnetismo que aborda interações entre cargas estacionárias ou quase estacionárias. podemos dizer que dois corpos eletrizados interagem através da atração gravitacional e da interação eletromagnética. Coulomb descobriu.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 1 .

br/tex/fis142/mod01/m_s03.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:20] .1. 2) Clique sobre uma carga e veja.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB 1) Altere os sinais das cargas e observe os sentidos das forças de interação eletrostática. o valor das coordenadas e da força.ufrgs. na barra amarela que fica na parte de baixo da moldura. Faça o gráfico de F versus a distância entre as cargas. e movimente a outra ao longo do eixo dos x's. Use pelo menos 10 pontos para fazer gráfico.if. 3) Fixe uma das cargas. 4) Você consegue explicar porquê foi sugerido que a carga se movimentasse ao longo dos eixo dos x's? http://www.

conforme figura acima. Q1 e Q2.1 Duas cargas positivas puntiformes. nos pontos y=+a e y=-a.if. são colocadas no eixo dos y. Calcule a força dessas duas cargas sobre uma terceira carga. A figura 1. colocada no eixo dos x.3. Pelo princípio da superposição. .4 EXEMPLO 1.br/tex/fis142/mod01/m_s04. o http://www. q.ufrgs. válida em quase todos os problemas de física: fazer um desenho que represente o enunciado. e que Q1=Q2=Q=q. tem-se F1=F2=kq2/r2.1 Capitulo 1 . Portanto. Vamos tomar a primeira providência. Tendo em conta as posições das cargas. Por simetria chega-se à conclusão que a força resultante sobre a terceira carga tem a direção do eixo x.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:24] .A LEI DE COULOMB EXEMPLO 1.2 é a expressão gráfica do enunciado acima.

br/tex/fis142/mod01/m_s04.4 EXEMPLO 1. Tente descobrir onde está o equívoco.if.1 módulo da força resultante será Mostre que a força resultante é máxima no ponto Substituindo o valor negativo de x na expressão . .3.ufrgs. http://www. em aparente contradição com os apontamentos ao lado.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . obtém- se um resultado positivo.

A LEI DE COULOMB Exercicios. determine as componentes horizontais e verticais da força resultante que atua na carga –q (canto superior direito). As partículas têm massas iguais a 7. 7x10-10 C.06kq2/a2.if.3 http://www.3. 0.: 900 m/s2. Pergunta 1 q 1. são largadas a partir do repouso.: 1. Figura 1.1 Duas partículas igualmente carregadas. As cargas estão em repouso absoluto. na figura 1.0x10-7 kg e 5. R.br/tex/fis142/mod01/m_ex.ufrgs. q=2x10-6 C e a=10 cm.94kq2/a2.1.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .6 Exercicios Capitulo 1 . com um afastamento de 3x10-3 m entre elas.2 Considerando.4x10-7 kg. Pergunta 2 q 1. Quais são: (a) a aceleração da segunda partícula? (b) O módulo da carga comum? R. e a aceleração inicial da primeira partícula é de 700 m/s2.

Uma terceira carga é colocada de tal modo que todo o sistema fica em equilíbrio.: Carga –9q/16. a uma distância d/4 a partir da carga +q. Pergunta 5 q 1.1. para que esta força seja igual 9x10-9 N. Determine a posição.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:30] . Calcule a distância que uma deve ficar da outra. +q e +9q.6 Exercicios Pergunta 3 q 1.5 Uma carga Q igual a 2x10-19 C é dividida em duas.4 Cargas iguais a +Q são colocadas nos vértices de um triângulo equilátero de lado L. de modo que a repulsão coulombiana seja máxima.if. colocada entre as cargas +q e +9q. estão afastadas por uma distância d. R. (b) Mostre que o equilíbrio é instável. Pergunta 4 q 1. (a) Determine a posição.: Carga colocada na bissetriz. o módulo e o sinal de uma carga colocada no interior do triângulo.: 1Å http://www. de modo que o sistema fique em equilíbrio. o módulo e o sinal da terceira carga.ufrgs. a uma distância a partir do vértice. R.br/tex/fis142/mod01/m_ex.3 Duas cargas pontuais livres. R. (Q-q) e q.

6 Exercicios Pergunta 6 q 1. http://www.ufrgs.: 1010 elétrons.1. estão suspensas por fios não condutores de comprimento L. conforme ilustra a figura 1. Considerando o ângulo θ tão pequeno de modo que seja válida a aproximação .11 g. R. e tenha massa igual a 3. 1/1014.6 Duas cargas pontuais idênticas.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .6x10-9 C? (b) Supondo que a esfera seja de cobre.if. de massa m e carga q.br/tex/fis142/mod01/m_ex.7 (a) Quantos elétrons deverão ser removidos de uma pequena esfera. calcule a fração dos elétrons totais da esfera que corresponde ao valor encontrado em (a).4. mostre que Figura 1.4 Pergunta 7 q 1. para deixá-la com carga igual a +1.

ocorre através da ação do campo de uma delas sobre a outra. a carga líquida na distribuição é positiva.1) onde a carga de prova. logo.ufrgs. desde Newton até meados do século passado. basta colocar uma carga de prova naquele ponto e dividir a força medida pelo valor da carga. Apresenta-se nesta simulação. um conceito mal compreendido. para se conhecer o valor do campo elétrico em determinado ponto.2. quando Faraday introduziu a idéia de campo. o campo é assim definido (2. Tente colocar a carga de prova em vários pontos com y=0 (aproximadamente igual a zero) e diferentes valores de x.O CAMPO ELÉTRICO Ação a Distancia A força coulombiana. Compare este gráfico "experimental" com um teórico. Operacionalmente.html [13/03/2004 16:18:32] . a configuração de campo elétrico criado por uma certa distribuição de carga. q0. é tão pequena quanto possível.1. Coloque o cursor sobre a carga e veja o valor de E.br/tex/fis142/mod02/m_s01.2 Ação a Distancia Capitulo 2 . obtido com o uso da eq.if. são interações à distância. Uma carga de prova (vermelha) pode ser usada para se determinar o valor de E em qualquer ponto no interior da moldura. http://www. Isto é. Faça um gráfico de E versus x. a interação entre duas cargas. Use uma dessas medidas e determine o valor da carga líquida da distribuição. O valor é positivo.2. assim como a força gravitacional. De acordo com o conceito de campo. Q1 e Q2.

Faraday propôs o conceito de linhas de força. entre no teleduc e tente tirá-la com o professor ou com algum colega. Se tiver dúvida.ufrgs. (2) espalhar limalha de ferro sobre a cartolina. e determine o sinal da carga de cada uma. logo surgiu a dúvida sobre como ele se apresentava no espaço.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . Ordene as esferas de acordo com o módulo das suas cargas. r Uma forma bastante simples para visualizar linhas de campo.br/tex/fis142/mod02/m_s02. Existe uma bem definida relação entre campo e linhas de força. Em cada ponto do espaço. basta colocar o apontador do mouse sobre a carga e arrastá-la para o ponto desejado. maior a intensidade do campo. o valor do campo é determinado pelo número de linhas por unidade de área transversal. de modo que conhecendo-se um. As esferas podem ser colocadas em qualquer ponto do espaço definido pela moldura. Quanto maior a densidade de linhas de campo.if.1. a direção do campo é determinada pela tangente à linha de força. r Em cada ponto do espaço. No aplicativo ao lado. no caso do campo magnético: (1) colocar um ímã sob uma cartolina.2 LINHAS DE FORÇA Capitulo 2. determina-se o outro. http://www. Coloque as esferas em diferentes posições. são visualizadas as linhas de campo de quatro esferas carregadas.O CAMPO ELÉTRICO LINHAS DE FORÇA Com a introdução do conceito de campo.

a carga é máxima. Movimente o cursor. A carga à esquerda é positiva e tem valor fixo.2 LINHAS DE FORÇA No aplicativo ao lado. Quando o cursor da barra de controle está na extremidade direita. A carga à direita pode ser positiva ou negativa.if. e as linhas de campo (outra denominação também usada para linhas de força) da configuração. Use o experimento que você acabou de fazer. utilizamos uma carga de prova.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . DICA: a carga de prova serve para a medida do campo elétrico da outra carga. e tem seu valor ajustado através da barra de controle. e tente justificar por quê a carga de prova tem que ser "tão pequena quanto possível". http://www. de uma extremidade à outra. e tente descrever o que acontece com as linhas de campo. vê-se duas cargas.ufrgs. "tão pequena quanto possível".br/tex/fis142/mod02/m_s02.1. Para se introduzir o conceito de campo elétrico no início deste capítulo. e quando está na extremidade esquerda a carga é próxima de zero. Isto significa que ela serve para se avaliar as linhas de campo da outra carga.

(2. Consiste de um par de cargas de mesmo valor e sinais contrários. a uma distância r da primeira.if. eq.br/tex/fis142/mod02/m_s03. e uma carga de prova.1 http://www.3) Dipolo elétrico é uma configuração muito importante para o tema que estamos tratando. separadas por uma distância d.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .2. pela definição de campo.1). Figura 2.O CAMPO ELÉTRICO CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Dada uma carga puntiforme.ufrgs. tem-se (2. q0. tem-se o campo de uma carga puntiforme (2.2) Portanto.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Capitulo 2 . q.

Tecle no botão "iniciar" e observe o movimento do dipolo. A carga pode assumir qualquer valor. e a vermelha.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . é dado por (2. (2. analise as forças sobre as cargas. Vários parâmetros podem ser alterados pelo usuário. como deve ser no caso de um dipolo. faça o seguinte: Clique no botão "pausa" quando o dipolo estiver em diferentes posições.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Pelo princípio da superposição.3) e mostre que o campo do dipolo. Inicialmente. Tente explicar o movimento. Para facilitar a tarefa. +=acima) Q (verde = "+" vermelho = "-") = 1 C Atualizar valores Iniciar < <1 passo Pausa Reset 1 passo > > Esta simulação permite analisar o efeito de um campo elétrico uniforme. é negativa. Teta = 0 Ey = +1 E(. num ponto da sua mediatriz. e leve em conta http://www. além disso. sobre um dipolo elétrico.br/tex/fis142/mod02/m_s03. seu módulo pode assumir qualquer valor. E=+1 e Q=1 C. O campo elétrico é sempre na direção y. Ambas têm o mesmo valor. coloque teta=0. A carga verde é positiva. mas pode ter o sentido + ou .= abaixo.2. representado pelas linhas de força verticais (verdes). onde p=qd é o momento de dipolo elétrico do dipolo. Os vetores azuis sobre cada carga representam as forças sobre elas.if.4). x»d. Teta é o ângulo entre a mediatriz do dipolo e a direção do campo elétrico.ufrgs. Use a eq.

analise o movimento para diferentes valores de teta. clicando nos botões "1 passo>>" e "<<1 passo".br/tex/fis142/mod02/m_s03. Examine o movimento do dipolo. E e Q.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO a energia cinética adquirida por cada carga.2. Faça uma descrição o mais detalhada possível do movimento e coloque no seu "portfólio". passo a passo.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .ufrgs. http://www. Depois.

Figura 2. e tangencia a borda da placa inferior ao sair.2. e seu sentido é para cima. g. determine o valor do campo elétrico.if. Do que sabemos sobre lançamento de projétil (ver cálculo ao lado).1 Capitulo 2. tem-se sobre o elétron a força Coulombiana F=eE.ufrgs.br/tex/fis142/mod02/m_s04.2 O movimento do elétron é semelhante ao de um projétil lançado no campo gravitacional.O CAMPO ELÉTRICO EXEMPLO 2. A direção do campo é vertical. Ao invés do peso. tem-se a aceleração a=eE/m. conclui-se que http://www. Ao invés da aceleração da gravidade.html [13/03/2004 16:18:43] .1 Um elétron é lançado horizontalmente com uma velocidade V0.2. em um campo uniforme entre as placas paralelas da figura 2.4 EXEMPLO 2. Supondo que o elétron penetra no campo em um ponto eqüidistante das placas.

1.: 2. Determine o módulo e o sinal da carga Q. calcule a aceleração do elétron. R. Ignorando o efeito da gravidade.78x1014 m/s2 Pergunta 2 q 2.0 µC.1x10-7 N/C.ufrgs.: 2. de baixo para cima.O CAMPO ELÉTRICO Exercicios. Pergunta 3 q 2. Pergunta 1 q 2.2 Quais são o módulo e a direção do campo elétrico que equilibrará o peso de uma partícula α (2 prótons e 2 nêutrons)? R.6 Exercicios Capitulo 2 .3 Na figura 2. para os quais o campo elétrico total no ponto P (encontro das bissetrizes) será nulo.1 Um elétron é solto a partir do repouso.if.html (1 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . num campo elétrico uniforme de módulo igual a 5x103 N/C. R.: 8.3 as cargas estão fixas nos vértices de um triângulo equilátero.br/tex/fis142/mod02/m_ex. http://www.

Pergunta 5 q 2.06x10-15 N.: 1. direção e sentido) sobre um elétron colocado no eixo do dipolo.br/tex/fis142/mod02/m_ex. R. distando x (x>>d). Localize o(s) ponto(s) onde o campo elétrico é nulo.: 1.3 Pergunta 4 q 2.1.5 Considere um dipolo elétrico com momento igual a 2x10-29 C. a uma distância de 300 Å do seu centro.m. vale .4. http://www.ufrgs.36d.html (2 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .4 Duas cargas. –3q e +q. R.6 Considere positivas as cargas na figura 2. do ponto médio entre elas. Faça um desenho representando este dipolo e calcule sua força (módulo. são fixas e separadas por uma distância d.if. Pergunta 6 q 2. considerando que 300 Å>>d. Mostre que o campo elétrico num ponto situado ao longo do eixo que une as cargas.6 Exercicios Figura 2. à direita da carga +q.

br/tex/fis142/mod02/m_ex.1 Pergunta 7 q 2.6x10-8 s depois de lançado. determine a trajetória do próton até que ele atinja uma das placas.6 Exercicios Figura 2.8 Na figura 2. com velocidade 5x105 m/s. d=2 cm e L=15 cm. ou saia da região sem atingi-las. Figura 2. Considerando θ=30o. R.if.: 4. Despreze o efeito da gravidade. o próton atinge a placa superior.1.5 Pergunta 8 q 2.ufrgs.7 Um próton é projetado na direção indicada na figura 2. com velocidade inicial de 2 x 1017 m/s.6 um elétron é projetado ao longo do eixo que passa no meio entre as placas de um tubo de raios catódicos.99 cm do início da placa.5. O campo elétrico uniforme existente entre as placas tem uma intensidade de http://www.html (3 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . E=3x104 N/C. O ponto do choque dista 1.

abaixo do eixo. igual a zero!. (b)θ aprox.if. (a) De quanto o elétron se afastará do eixo quando ele chegar ao fim das placas? (b) A que ângulo.html (4 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .9x10-22 Figura 2. (c)4. em relação ao eixo. o elétron se move no instante em que está saindo das placas? (c) A que distância.6 Exercicios 20000 N/C e está orientado para cima.:(a) 7x10-23 m.1. o elétron atingirá a tela fluorescente S? R.ufrgs.6 http://www.br/tex/fis142/mod02/m_ex.

Pronto. Essa noção intuitiva está na origem daquilo que podemos denominar fluxo do campo elétrico (E). e nem sempre esta é perpendicular ao campo. maior o fluxo.A LEI DE GAUSS FLUXO DO CAMPO ELÉTRICO Vamos iniciar por uma idéia simples e intuitiva. Podemos manter a idéia intuitiva definindo fluxo infinitesimal. podemos dizer que Fluxo de campo elétrico = intensidade de campo elétrico X área perpendicular ao campo Logo veremos que essa definição é muito simplificada.3. Numa primeira abordagem. dividindo a superfície em elementos tão pequenos quanto possível. em determinado intervalo de tempo. Da mesma forma. já introduzimos o conceito de fluxo. Qualquer que seja o caso.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:50] . porque em geral o valor de E varia ao longo da superfície. Portanto. cuja direção é perpendicular à área e cujo módulo é igual à área. http://www. veremos facilmente que o fluxo depende da quantidade daquilo que flui e da área através da qual passa o "fluido".if. quanto maior o número de clientes ou quanto maior a porta de entrada. de modo que E seja constante nessa área infinitesimal.br/tex/fis142/mod03/m_s01.ufrgs. o proprietário de uma loja mede a sua clientela pela quantidade de gente que passa pela porta de entrada. e tem pouco valor operacional. A esta área associamos um vetor . Quem ouve rádio no verão em Porto Alegre está a todo momento sendo informado que passam tantos carros por minuto no posto da Polícia Federal da auto-estrada. Quanto maior o número de carros por minuto.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Capitulo 3 . maior será o fluxo de clientes para o interior da loja. Podemos melhorar a definição.

3) http://www.if.ufrgs.3.1) Assim. o vetor área é convencionalmente dirigido de dentro para fora.2) No caso de uma superfície fechada.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:50] . o fluxo através de determinada área S é dado pela integral de superfície (3.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO (3. O fluxo através de uma superfície fechada é assim representado (3.br/tex/fis142/mod03/m_s01.

3 A LEI DE GAUSS Capitulo 3 . Todavia. com campo uniforme. também denominada superfície Gaussiana.A LEI DE GAUSS A Lei de Gauss Seja uma carga Q.ufrgs. um plano finito pode ser considerado infinito. se a distância do plano ao ponto for muito menor do que as dimensões do plano http://www. ou não. Por exemplo.if. fechada.3. Existem três tipos de simetrias que facilitam o uso da lei de Gauss r r r Simetria planar.br/tex/fis142/mod03/m_s02. ou no caso em que se possa fazer a aproximação de plano infinito. Simetria cilíndrica ou axial. Isto é. para ser operacionalmente útil ela deve ser usada apenas em determinadas circunstâncias. envolvendo esta carga.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . A lei de Gauss estabelece que (3. e para qualquer tipo de superfície fechada.4) A lei de Gauss é válida para qualquer situação. Simetria esférica A simetria planar aplica-se no caso de uma distribuição de cargas num plano infinito. se o campo elétrico for calculado num ponto muito próximo do plano. Uma circunstância favorável ocorre quando a superfície Gaussiana é tal que o produto escalar entre o campo e o vetor superfície é facilmente obtido Isso é sempre possível quando a distribuição de cargas apresenta alta simetria. Imagine uma superfície qualquer.

4.3 A LEI DE GAUSS A simetria cilíndrica. o valor medido é proporcional à carga englobada. Detector Detector Detector Detector 1 2 3 4 Nesta animação. para medir fluxo elétrico. Qual é a diferença essencial entre um detetor e outro? É o tamanho.ufrgs. Existem dois casos clássicos: r r Linha infinita de cargas. próximas umas das outras. Distribuição esférica de cargas. significa que o fluxo através de uma superfície fechada é proporcional à carga englobada por esta superfície. estamos englobando uma certa quantidade de carga elétrica. Então. se numa região tivermos cargas positivas e negativas. o espaço definido pela moldura é dividido em duas regiões: dentro e fora do círculo cinza. http://www.if. expressa na eq. é porque a carga é positiva (negativa). Dispomos de quatro tipos de detetores de fluxo elétrico. Existem dois casos típicos de simetria esférica: r r Carga puntiforme.br/tex/fis142/mod03/m_s02.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . Uma certa quantidade de carga elétrica é distribuída dentro da moldura. Veremos mais adiante como usar a lei de Gauss para calcular o campo devido a cada uma dessas distribuições. Então. precisamos escolher um detetor com tamanho apropriado para distinguir os tipos de carga. Quanto maior o detetor. Observe que a lei de Gauss. aplica-se no caso de uma distribuição linear infinita.3. 3. quando usamos um desses detetores. cujos valores medidos são apresentados na barra à esquerda da moldura. Cargas distribuídas num cilindro infinito. ou axial. De modo análogo ao caso anterior. Se o fluxo for positivo (negativo). mais carga ele vai englobar. um cilindro finito pode ser considerado infinito em determinadas circunstâncias.

if. http://www.ufrgs.3.3 A LEI DE GAUSS Use os diferentes detetores e descreva como a carga é distribuída no espaço definido pela moldura.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .br/tex/fis142/mod03/m_s02.

A LEI DE GAUSS LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB..4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 3 .3...Lei de Coulomb.br/tex/fis142/mod03/m_s03.if.. Então. o uso de uma ou outra lei é determinado pelas seguintes circunstâncias: r r Distribuição de cargas com alta simetria . A lei de Gauss e a lei de Coulomb são formas diferentes de abordar o mesmo problema. quer seja realizado através de uma ou outra lei.ufrgs. o cálculo do campo elétrico para determinada distribuição de carga fornece o mesmo resultado. http://www. Portanto.html [13/03/2004 16:18:55] . Lei de Gauss Distribuição de cargas com baixa simetria . quando e por que usar uma ou outra lei? Como regra.

a expressão (3. q.3. é dado por (3. o campo deve ser normal a esta esfera. Portanto.ufrgs. Isto é. o campo de uma carga puntiforme. 4πr2.5) é igual à expressão (2. Portanto. tendo em conta que E é constante.3). a melhor Gaussiana para calcular o campo a uma distância r de uma carga puntiforme é uma esfera de raio r. o valor do campo é o mesmo para qualquer ponto sobre uma esfera.5) Como era de se esperar.html [13/03/2004 16:18:58] . Mais do que isso. obtida com o uso da lei de Coulomb. é fácil chegar à conclusão de que o campo de uma carga puntiforme deve ter simetria esférica. o produto escalar será simplesmente EdS. a uma distância r.4 CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 3 .br/tex/fis142/mod03/m_s04. teremos A integral fechada sobre a superfície corresponde à área da esfera. Então. Em qualquer ponto sobre a Gaussiana.if.A LEI DE GAUSS CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Por argumentos de simetria. http://www.

ufrgs. grosso modo. para um material condutor não há diferença entre uma esfera e uma casca esférica. convém distinguir algumas situações. uma esfera dielétrica pode ser bastante diferente de uma casca esférica. em termos de cálculo de campo elétrico e uso da lei de Gauss. Portanto. Em ambos os casos. necessitamos conhecer a densidade de carga no interior do material.html [13/03/2004 16:18:59] . Para esse tipo de material não é suficiente conhecermos a quantidade de carga. Isto é.3. a carga elétrica se distribuirá uniformemente na superfície externa. Numa esfera a carga ficará uniformemente distribuída na sua superfície. r Material condutor . ela se distribuirá de modo a manter o campo nulo no interior do material.if. A carga não se distribui como no caso do condutor.br/tex/fis142/mod03/m_s05. r http://www. Portanto. Em primeiro lugar.Já sabemos que quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material condutor.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA No caso de uma distribuição de cargas com simetria esférica. a situação é bem diferente. Material dielétrico . há que se saber a forma como ela está sendo distribuída. dependendo do material o tratamento será bem diferente.Quando o material é nãocondutor. ela fica onde a colocamos.5 DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA Capitulo 3 .

como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. pouco importa se temos uma esfera maciça. dado na eq. http://www.r>R. qualquer que seja o objeto. argumentos de simetria nos levam à conclusão de que o campo de uma esfera condutora tem simetria esférica. de modo que a melhor Gaussiana será uma esfera concêntrica com a distribuição de cargas.6 ESFERA CONDUTORA Capitulo 3 . uma esfera condutora de raio R comporta-se.html [13/03/2004 16:19:01] .3.if. o campo interno sempre será nulo. para pontos externos.A LEI DE GAUSS ESFERA CONDUTORA Já vimos acima que no caso de material condutor.br/tex/fis142/mod03/m_s06. De modo análogo ao caso da carga puntiforme. Portanto.5).ufrgs. O campo é igual ao de uma carga puntiforme. oca ou se temos uma simples casca esférica. (3.

6) Portanto. (3. resultando (3. é constante. a carga no interior do volume 4πr3/3. uma esfera condutora de raio R comporta-se. para pontos externos. Isto é.ufrgs.A LEI DE GAUSS ESFERA DIELÉTRICA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. teremos Q=4πρr3/3.br/tex/fis142/mod03/m_s07. for conhecida. isto é.5).r > Raio da distribuição (R) O cálculo é análogo ao do campo de uma carga puntiforme. Se a carga total. na qual a densidade variasse com a distância ao centro.3.if. Se ao invés disso. dada em C/m3. então a carga será dada pelo produto da densidade pelo volume da esfera. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. é aquela envolvida pela superfície Gaussiana. conhecermos a densidade.r < R A carga que aparece na lei de Gauss. a densidade ρ. Q=4πR3ρ/3. ρ.r>R. r Região I . Q. basta colocá-la no lugar de q. O resultado tem a mesma forma apresentada na eq.7 ESFERA DIELÉTRICA Capitulo 3 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:06] . r Região II . O campo no interior da esfera será dado por http://www. Se conhecemos a densidade de carga. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:06] . em função do raio. é representada na figura abaixo.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_s07.7) O variação do campo.if.3. http://www.7 ESFERA DIELÉTRICA (3.

Na superfície lateral. cujo eixo coincide com o eixo da distribuição da cargas. a densidade ρ. Isto é. a intensidade é a mesma em qualquer ponto da superfície lateral de um cilindro. é constante.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. Em qualquer ponto das bases.br/tex/fis142/mod03/m_s08.ufrgs. os vetores E e dS são perpendiculares entre si.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Capitulo 3 . e a direção é perpendicular a esta superfície lateral. A integral fechada da lei de Gauss pode ser desdobrada. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. o campo é http://www. É óbvio que a superfície Gaussiana mais apropriada é o cilindro indicado na figura ao lado. ao longo das bases do cilindro e ao longo da superfície lateral.3. Isto é.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . Argumentos de simetria permitem concluir que o campo apresenta simetria cilíndrica. transformando-se numa soma de integrais de superfície. na qual a densidade variasse com a distância ao centro. de modo que as duas primeiras integrais são nulas. dada em C/m3.if.

é dado por http://www.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA constante e tem a mesma direção do vetor dS. a uma distância r do eixo da distribuição.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. A carga no interior da Gaussiana é q=λh. o campo criado por uma distribuição linear infinita.3. para pontos externos.r>R. Portanto.if.ufrgs. uma esfera condutora de raio R comporta-se. Portanto. Portanto.br/tex/fis142/mod03/m_s08.

9 PLANO INFINITO DE CARGAS Capitulo 3 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . o cilindro da figura acima é uma boa escolha como superfície Gaussiana. os vetores E e dS são mutuamente perpendiculares. com densidade uniforme +σ. de modo que o produto http://www.if. e que sua intensidade é constante ao longo de qualquer plano paralelo ao plano de cargas. conforme figura abaixo Por simetria concluise que o campo é perpendicular ao plano de cargas. ao longo das bases e da superfície lateral da Gaussiana Em qualquer ponto da superfície lateral.3. De modo análogo ao procedimento adotado no caso da simetria cilíndrica.br/tex/fis142/mod03/m_s09. Portanto. a integral fechada pode ser desdobrada em integrais abertas.ufrgs.A LEI DE GAUSS PLANO INFINITO DE CARGAS Vamos considerar uma distribuição infinita de cargas.

tanto na base1.3.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:17] .if. E é constante e paralelo a dS. de modo que A carga no interior da superfície Gaussiana é q=σA.br/tex/fis142/mod03/m_s09. quanto na base2.9) http://www.9 PLANO INFINITO DE CARGAS escalar é nulo. Por outro lado. resultando (3.ufrgs.

Os cilindros possuem cargas iguais e opostas. Calcule a densidade linear de carga.A LEI DE GAUSS Exercicios. Pergunta 2 q 3.3.ufrgs. Calcule o fluxo de E através da rede.: 5x10-6 C/m Pergunta 3 q 3. Pergunta 1 q 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex. A extremidade aberta é limitada por um aro de área A. como ilustra a figura 3.3 A figura 3.html (1 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .11 Exercicios Capitulo 3 . com densidade linear http://www.1 Uma rede de caçar borboleta está numa região onde existe um campo elétrico uniforme. perpendicular ao campo.if.2 mostra parte de dois longos e finos cilindros concêntricos de raios a e b.1. R.2 Uma linha infinita de cargas produz um campo de 3x104 N/C a uma distância de 3 m.

(c)idem ao ítem (a). apontando do centro do cilindro para fora.3 mostra um cilindro condutor muito longo. também condutora e de comprimento L. (b) A distribuição de cargas na parte interna e na parte externa da casca cilíndrica.4 A figura 3. contendo uma carga –2q. http://www. Use a lei de Gauss para mostrar que: (a) E=0 para r<a e (b) entre os cilindros Figura 3.11 Exercicios λ. Use a lei de Gauss para calcular: (a) o campo elétrico na região externa à casca cilíndrica. (c) o campo elétrico na região entre os cilindros.html (2 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . de comprimento L.2 Pergunta 4 q 3. apontando de fora para o centro do cilindro. (b)-q em cada superfície.3.br/tex/fis142/mod03/m_ex.if. R:(a)E=(1/2πε0)(q/Lr).ufrgs. contendo uma carga +q e envolvido por uma fina casca cilíndrica.

6 A figura 3. contém uma carga uniformemente distribuída.ufrgs.if. suspensa no campo gravitacional da terra por um fio de seda que faz um ângulo θ com uma placa não condutora infinita e uniformemente carregada. Mostre que a uma distância r do eixo do cilindro (r<R).html (3 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .3 Pergunta 5 q 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex. Calcule a densidade superficial de carga da placa. σ. com densidade ρ. de raio R.11 Exercicios Figura 3.4 mostra uma esfera com massa m e carga q.5 Um cilindro infinitamente longo. Pergunta 6 q 3.3. R: σ=2mgε0tgθ/q http://www.

R: E=0 fora do capacitor.ufrgs. Figura 3.7 A figura 3. (c) na região à direita das placas. (b) na região entre as placas.3.if.html (4 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . Determine o campo elétrico: (a) na região à esquerda das placas.5 mostra duas placas infinitas com suas superfícies internas carregadas com densidades superficiais de carga +σ e -σ. E=σ/ε0 no interior do capacitor.4 Pergunta 7 q 3.5 http://www.br/tex/fis142/mod03/m_ex.11 Exercicios Figura 3.

R: (a)E=0. (c) r>rb. (d)E=q/(4πε0r2).6 mostra uma esfera condutora de raio ra. (b)E=(1/4πε0r2)(qa).br/tex/fis142/mod03/m_ex.9 A figura 3.ufrgs. existe outra fina casca metálica de raio rb (rb>ra) e carga qb. Concêntrica com esta casca. concêntrica com uma casca esférica condutora de raios rb e rc e carga -2q. (b) ra<r<rb.3. (c) rb<r<rc. (b) ra<r<rb. com carga +q. apontando para o centro da esfera.11 Exercicios Pergunta 8 q 3. (c)E=(1/4πε0r2)(qa+qb) Pergunta 9 q 3. Calcule o campo elétrico nas regiões onde: (a) r<ra. (e) Use a lei de Gauss para mostrar como as cargas se distribuirão na parte interna e na parte externa da casca esférica.html (5 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .if. (c)E=0. apontando para fora. R: (a)E=0. (d) r>rc. (b)E=q/(4πε0r2). http://www. Calcule o campo elétrico nas regiões em que: (a) r<ra.8 Uma fina casca esférica metálica de raio ra possui uma carga qa.

br/tex/fis142/mod03/m_ex.11 Exercicios Figura 3.3.if.html (6 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .ufrgs.6 http://www.

ufrgs. Mais importante do que isso. esse tipo de força. é possível definir uma função dependente da posição denominada simplesmente potencial. ∆U+∆K=0.if. em movimento oscilatório. Já sabemos que dada uma força central. vimos que a conservação de energia manifesta-se pela transformação de energia potencial em energia cinética. conhecida como força central.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . Por isso são também conhecidas como forças conservativas. Tomando como exemplo o clássico problema de uma mola e uma massa.br/tex/fis142/mod04/m_s01. tudo o que já aprendemos com o potencial gravitacional. conclui-se que W = .4. com propriedades muito interessantes referente ao princípio da conservação da energia Vamos relembrar algumas noções fundamentais. e vice-versa.POTENCIAL ELÉTRICO ENERGIA POTENCIAL Já vimos que a força eletrostática tem a mesma forma da força gravitacional.2 ENERGIA POTENCIAL Capitulo 4 . Assim. é dado pela integral de linha http://www. pode ser inteiramente transposto para o caso do potencial elétrico.1) Sabemos que o trabalho para levar um objeto de uma posição i até uma posição f. leva ao teorema da conservação da energia cinética mais energia potencial. Vimos que o trabalho realizado sobre a massa era dado pela variação da energia cinética W = ∆K Da conservação da energia.∆U (4.

br/tex/fis142/mod04/m_s01. no caso do potencial gravitacional. sempre tem-se diferença de energia potencial.if.2) não depende do caminho.1 Vamos escrever a eq.1) de outra forma: Uf . dl é um elemento de integração tangente ao percurso entre i e f.Ui = -Wif (4. a menos que se diga o contrário. Isso implica na possibilidade de se definir. (4. arbitrariamente.4.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:31] .2 ENERGIA POTENCIAL (4. uma "origem". Um dado importante é que o trabalho calculado em (4. Para ilustrar. vejamos o caso de uma força uniforme. e sempre aponta de i para f. Figura 4. costuma-se arbitrar Uterra=0 No caso eletrostático. jamais energia potencial absoluta.ufrgs.3) Este resultado é absolutamente geral. depende apenas dos pontos iniciais e finais. cuja direção no plano é dada na figura abaixo.2) onde F é a força que atua sobre o objeto. Por exemplo. usase http://www.

a energia potencial desse sistema e uma carga de prova situada em determinado ponto. é o negativo do trabalho realizado pelo campo para trazer a carga de prova do infinito até o ponto considerado.4. criadora de um campo.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:31] .2 ENERGIA POTENCIAL Ui = U? = 0 Uf = U = -W? Assim.if.ufrgs. dada uma configuração de cargas.br/tex/fis142/mod04/m_s01. http://www.

É por isso que na Do que foi discutido acima.html [13/03/2004 16:19:33] .br/tex/fis142/mod04/m_s02.3 POTENCIAL Capitulo 4 .5) Ao invés de trabalhar com energia potencial. (4. é mais conveniente trabalhar com o potencial.if.ufrgs. assim definido http://www.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL No sistema de unidades SI. é dado pela elétrico é mais relação conhecido como voltagem. pode-se linguagem mostrar que a diferença de potencial popular.4.4) Volt (V). a unidade de potencial é o (4. potencial entre dois pontos "i" e "f".

POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME O potencial no ponto P. Como dl=-dr'.ufrgs.4. a uma distância r da carga q.if. V?=0. mostra-se facilmente que (4.5).4 POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 4 .br/tex/fis142/mod04/m_s03.6) Figura 4. é de acordo com (4.2 Agregar carga: Positivo Negativa Testar Reiniciar Linhas de campo: http://www. e E é dado pela expressão (3.5).html [13/03/2004 16:19:36] .

também muito distante. Qualquer que seja o caso.4)].4. seguem-se as seguintes aproximações Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros. Através de um cálculo similar. Usando esta expressão para o caso do dipolo.if. fora dessas duas direções privilegiadas. Se r » d. (2. Veremos agora que não existe dificuldade para se calcular o potencial num ponto qualquer. cujo resultado é Pelo princípio da superposição. o que interessa é calcular o campo em pontos muito distantes.br/tex/fis142/mod04/m_s04. Já o cálculo num ponto qualquer.ufrgs. em pontos cuja distância ao centro do dipolo seja muito maior do que a distância entre as cargas.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:41] . isto é. tem-se http://www.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UM DIPOLO No capítulo 2 calculamos o valor do campo elétrico de um dipolo num ponto da sua mediatriz [eq.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Capitulo 4 . é possível calcular o campo num ponto da linha que une as duas cargas. é bastante complicado.

if. obtém-se (4.br/tex/fis142/mod04/m_s04.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Com as aproximações acima.3 http://www.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .7) Figura 4.4.

6x10-19 C) acelerado por um potencial de 1 V. ela adquire a energia de 2000 eV.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . a energia potencial vai transformar-se. em energia cinética. 1 eV = 1.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL ACELERADOR A expressão (4.6 POTENCIAL ACELERADOR Capitulo 4 . http://www. é acelerada por um potencial de V volt. Por exemplo. Um elétron (q=1.6x10-19 J. Trata-se de uma superfície. Nas simulações a seguir. se uma partícula alfa for acelerada por um potencial de 1000 V.ufrgs. com carga múltipla da carga do elétron.4) estabelece uma relação entre potencial e energia potencial: U = qV Isto significa que se uma carga q for submetida a um potencial V. vamos explorar o conceito de potencial acelerador. pelo princípio da conservação de energia. adquire energia igual 1. A primeira simulação mostra um campo uniforme. Se a carga tiver liberdade para se movimentar. Essa energia é conhecida como o elétron volt. ao longo da qual o potencial tem o mesmo valor. Vamos aproveitar esta simulação para introduzir o conceito de superfície eqüipotencal. ela adquire uma energia igual a NV eV.br/tex/fis142/mod04/m_s05.6x10-19 J Quando uma partícula qualquer. por exemplo gerado por um plano infinito de cargas. q=Ne.if. ela adquirirá uma energia potencial U.4.

clicando em "pausa". Com os dados obtidos nesta simulação. este movimento. O movimento pode ser interrompido. Inicialmente. Coloque o cursor sobre ela e mantenha o botão do mouse pressionado.6 POTENCIAL ACELERADOR Iniciar Pausa <<Passo Passo>> Re-Iniciar Mostrar o campo eletrico. Pode avançar ou retroceder. à esquerda. na barra amarela. passo a passo.y) no interior da moldura.br/tex/fis142/mod04/m_s05. Para iniciar o aplicativo a carga deve ser colocada em algum ponto da região onde existe campo elétrico.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .3 e 4.if.4 e demonstre que isso é verdade. Explique.y) da carga. com intervalo de tempo igual a 0. Arraste-a com o mouse. Use as equações 4. Clique no botão "iniciar" e veja que a velocidade cresce com o passar do tempo (marcado em cima. Isso acontece nesta simulação? Por que? http://www.02. esta carga será submetida ao campo do dipolo. qualitativamente. Observe o movimento da carga. à esquerda). embaixo.ufrgs. Uma carga de prova pode ser colocada em ponto (x. é possível obter a relação entre a carga e a massa da carga de prova. Costuma-se dizer que uma carga de prova segue as linhas de campo. coloque x=0 e y=2. x= 0 Iniciar Pausa y= 0 ReIniciar A simulação mostra um dipolo elétrico com as linhas de força do seu campo elétrico. Nesta primeira simulação vê-se uma carga de provas. lê-se a posição (x. Ela inicia com V=0. Deixe passar um tempo superior a 1 minuto. Ao clicar no botão iniciar. e observe o movimento de ida e volta da carga.4. e a sua velocidade.

br/tex/fis142/mod04/m_s05.6 POTENCIAL ACELERADOR http://www.ufrgs.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .4.

o campo elétrico é dado pelo gradiente do potencial.5).ufrgs. a partir do potencial.4.8) Portanto.br/tex/fis142/mod04/m_s06. Como o potencial só tem uma variável.7 GRADIENTE DE POTENCIAL Capitulo 4 .html [13/03/2004 16:19:47] . mostra-se que as coordenadas cartesianas do campo elétrico são obtidas a partir das seguintes relações (4. vejamos o cálculo do campo de uma carga puntiforme.POTENCIAL ELÉTRICO GRADIENTE DE POTENCIAL Da relação (4. segue-se que http://www. Como exemplo.if.

7 EXERCÍCIOS Capitulo 4 .2 A densidade de carga de um plano infinito é σ = http://www.POTENCIAL ELÉTRICO EXERCÍCIOS. (b) VC – VA.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:51] . Quais são as diferenças de potencial elétrico: (a) VB .1 No movimento de A para B (figura 4.: 2.4) ao longo de uma linha de campo elétrico.94 x 1019 J de trabalho sobre um elétron. zero Figura 4.br/tex/fis142/mod04/m_ex. (c) VC – VB? R.if.ufrgs. Pergunta 1 q 4. o campo realiza 3.46 Volts. 2.46 Volts.VA.4 Pergunta 2 q 4.5.

: 2. Qual é a distância entre as superfícies eqüipotenciais cuja diferença de potencial é de 50 V? R.9 x 10-15 N.: 8. têm cargas iguais e sinais opostos nos faces que se confrontam. é colocado no plano yz. um gráfico da intensidade do campo elétrico E.85 mm Pergunta 3 q 4. paralelas entre si e afastadas por uma distância de 12 cm.10 µC/m2. no mesmo diagrama. http://www.4 (a) Mostre que 1 N/C = 1 V/m. Um elétron colocado no meio da distância entre as duas placas experimenta uma força de 3.44 x 104 N/C. (b) qual é a diferença de potencial entre as placas? R.br/tex/fis142/mod04/m_ex. (a) Determine o campo elétrico na posição do elétron. carregado positiva e uniformemente. em função de x. (b) Construa.5.ufrgs. com seu centro na origem do sistema de coordenadas.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:51] . Supondo que o ar se torna eletricamente condutor quando a intensidade do campo elétrico ultrapassa 3 x 106 N/C. (b) Estabelece-se uma diferença de potencial de 2000 V entre duas placas paralelas no ar.5 Um anel de raio R. (a) Construa um gráfico do potencial V em pontos do eixo x. qual a menor separação possível entre as placas? Pergunta 5 q 4.3 Duas grandes placas condutoras.if. 2928 Volts Pergunta 4 q 4.7 EXERCÍCIOS 0.

Existe uma carga +q sobre a esfera interna e uma carga –q sobre a externa.7 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 4.if.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .6 Uma esfera metálica de raio Ra apóia-se sobre um pedestal isolante.5. (a) Mostre que a ddp entre as esferas é (b) Mostre que a intensidade do campo elétrico em qualquer ponto entre as esferas é http://www. no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb.br/tex/fis142/mod04/m_ex.

CAPACITÂNCIA E CAPACITORES COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Após a introdução dos conceitos básicos de força eletrostática. vamos agora prepararmo-nos para estudar as aplicações elétricas e eletrônicas. dito de outra forma. que um indutor é simplesmente um fio condutor enrolado na forma de uma bobina. tem a capacidade de acumular energia elétrica. Quando colocado num circuito. Nesse processo.if.5. o indutor serve como um acumulador de energia magnética. ou. uma parte da energia é perdida por efeito Joule (veremos isso http://www.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Capítulo 5 . é carregar duas placas paralelas com cargas iguais e de sinais contrários. Qualquer circuito elétrico ou eletrônico. de forma simples. que o indutor exerce um papel semelhante relativamente ao campo magnético. iniciando pelas aplicações mais simples. campo elétrico e potencial elétrico. Já vimos que uma forma de produzir campo elétrico numa região. cria-se no seu interior um campo magnético. necessita de pelo menos um dos seguintes componentes: r r r Resistor (R). Portanto. Quando uma corrente passa por essa bobina. mas sem erro. fazer uma discussão geral da utilidade de cada um desses componentes.br/tex/fis142/mod05/m_s01. Mais adiante estudaremos em detalhe o resistor e o indutor. um capacitor tem a propriedade de acumular cargas. Veremos. O resistor serve para conduzir a corrente elétrica.ufrgs. mas é interessante. já neste capítulo. mais adiante. Capacitor (C).html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . Indutor (L). Podemos dizer.

LC e RLC. Portanto.ufrgs. dois deles conservam energia.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:57] .br/tex/fis142/mod05/m_s01. enquanto o terceiro desperdiça. Nos capítulos seguintes estudaremos circuitos RC. num circuito contendo esses três componentes.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS mais tarde). nos quais os processos de acumulação e transferência de energia serão discutidos detalhadamente.5. RL. http://www.if.

if. No sistema SI.3 DEFINIÇÕES Capítulo 5 .1) A constante de proporcionalidade. conforme veremos a seguir. 1 F = 1 Coulomb/Volt. estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes. http://www.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s02. a unidade de capacitância é o Farad.html [13/03/2004 16:20:06] . C.5. é denominada capacitância e depende tão somente da geometria das placas. Q = CV (5.

Podemos resumir essa situação. A figura 5. porque estamos desprezando os efeitos de borda. Na figura 5.2(b) a idealização do plano infinito é ilustrada.5.2. a aproximação de plano infinito pode ser usada se a distância entre as placas for muito menor do que as suas dimensões. Veja que as linhas de campo são idênticas em toda a extensão do capacitor. as linhas de campo são traçadas para ilustrar o que significa desprezar efeitos de borda.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS >--> Capítulo 5 .ufrgs.2b Vejamos como calcular a capacitância.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:11] .1. Figura 5. vamos supor que as placas sejam planos infinitos.1 Figura 5. Por outro lado. Já vimos que a diferença de potencial entre as placas relaciona-se com o campo de acordo com a relação V=Ed. usando a lei de Gauss determinamos que o http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s03.if. dizendo simplesmente que efeitos de borda estão sendo desprezados. Mesmo que elas sejam finitas. Para todos os efeitos práticos. como são na realidade. para o caso do capacitor de placas paralelas. e para simplificar os cálculos.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS Um capacitor de placas paralelas é esquematizado na figura 5. enquanto na figura 5.2a Figura 5.2(a) representa a situação real.

de onde se obtém q = EAε0. σ. A densidade de carga.br/tex/fis142/mod05/m_s03. C = ε0A/d (5. http://www. Q = CV. é dada por q/A. Vejamos mais dois exemplos. ou.if. Da relação (5.ufrgs. Portanto. a constante dielétrica no vácuo. a placa é “infinita” apenas para efeito de cálculo. Para qualquer capacitor. e de propriedades geométricas. e das dimensões do capacitor.2) mostra que a capacitância só depende de uma constante universal. a capacitância só depende da constante dielétrica do meio entre entre as placas.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . ε0. onde A é a área da placa (não há inconsistência.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS campo de uma placa infinita é dado por E = σ/2ε0. como uma aproximação). Esse tipo de resultado é geral. Portanto.5.1). o campo entre as placas será E = σ/ε0. E=q/Aε0. no caso de um par de placas com cargas iguais e de sinais contrários. obtém-se EAε0 = CEd.2) A relação (5.

e raios a e b.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:27] . temos que: (5. cujo resultado é (5. Para calcular a capacitância. a capacitância de um capacitor cilíndrico será: http://www. necessitamos estabelecer a relação entre potencial e carga. O cilindro interno está carregado com carga +q.5 CAPACITOR CILINDRICO Capítulo 5 . Da relação (4. enquanto o externo está carregado com carga –q. obtém-se Portanto.3) Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.if.4) em (5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR CILINDRICO Vamos considerar um par de cilindros de comprimento L.br/tex/fis142/mod05/m_s04.5).3).5.4) Substituindo (5.ufrgs.

5) Figura 5.br/tex/fis142/mod05/m_s04.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .if.3 http://www.5 CAPACITOR CILINDRICO (5.ufrgs.5.

ufrgs.if.6 CAPACITOR ESFÉRICO Capítulo 5 .CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR ESFÉRICO Use um procedimento análogo ao anterior. e mostre que a capacitância de um capacitor esférico é dado por (5.br/tex/fis142/mod05/m_s05.5.html [13/03/2004 16:21:46] .6) http://www.

V1=V2=V.4 superiores estão com o mesmo Capacitância equivalente de uma potencial. Pela equação (5. tem-se: http://www.7a) (5. dado pelo pólo positivo da baterial. Assim.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Em geral. O que caracteriza esse tipo de associação é a igualdade de potencial entre as placas dos capacitores. Substituindo (5.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Capítulo 5 . as placas Figura 5.br/tex/fis142/mod05/m_s06. Na ilustração. as diferenças de potencial são iguais. A associação em paralelo é ilustrada na Figura 5. as placas associação em inferiores estão com o mesmo potencial paralelo negativo.5. é distribuída entre os capacitores. os circuitos elétricos e eletrônicos são constituídos de vários componentes.ufrgs.1). Q=Q1+Q2. obtém-se Q1 = C1V Q2 = C2V (5. Portanto. associados de diferentes maneiras.html (1 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . na proporção de suas capacidades. i.. Da mesma forma. Q.7b) A carga.if.e.7b). Veremos agora como tratar a associação de capacitores.7a) e (5. Uma forma simples de abordar esse tipo de problema é considerar a associação dos componentes de um mesmo tipo.4. fornecida pela bateria. para o caso de dois capacitores.

ufrgs.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Q = (C1+C2)V Portanto. se as cargas são iguais. mas as capacitâncias são diferentes.5. então os potenciais também serão diferentes.9) http://www. Então.5). (5. é fácil concluir que são iguais as cargas acumuladas nas placas de todos os capacitores.br/tex/fis142/mod05/m_s06. (5.5 Capacitância equivalente de uma associação em série Portanto.8) No caso da associação em série (Figura 5.html (2 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . Q1 = Q2 = Q = C1V1 = C2V2 Figura 5. Ceq = C1+C2 No caso mais geral. com ‘n’ capacitores. Portanto.if.

CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITORES COM DIELÉTRICOS A rigor. Como o voltímetro é um dispositivo com grande resistência interna. pelo menos para efeitos práticos.br/tex/fis142/mod05/m_s07. o título desta seção pode causar alguma confusão. Esse problema foi abordado pela primeira vez por Faraday. Figura 5. a carga acumulada permanecerá constante. ao invés do ar.5. dielétrico . por volta de 1837.6(a) temos um capacitor carregado com carga Q. O dielétrico entre as placas é o ar. O que se quer enfocar aqui é o que acontece quando.6a http://www. em condições normais. coloca-se outro dielétrico entre as placas do capacitor.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Capítulo 5 .if. qualquer capacitor terá um dielétrico entre suas placas. porque sendo o ar.ufrgs. segue-se que o capacitor está isolado. Na Figura 5. Vamos discutir duas das suas experiências para investigar o efeito de diferentes dielétricos sobre o comportamento de um capacitor.html (1 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . Um voltímetro está sendo usado para medir a diferença de potencial entre as placas. Portanto.

1). provocando a diminuição do potencial. Então.7b Figura 5. como no caso da experiência anterior. Figura 5. Para o vácuo.1). (5.br/tex/fis142/mod05/m_s07.7(b)] resulta na redução da diferença de potencial.ufrgs. o capacitor está sendo carregado por uma bateria.html (2 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .5. conclui-se que C deve aumentar. Da eq.6(b). Nesta experiência.7a Figura 5.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Figura 5. isso implica no aumento de Q. Pelo que sabemos.if. é fácil concluir que a polarização resultará num excesso de cargas negativas na parte superior do dielétrico. implica que a capacitância deve aumentar. Q=CV.7c http://www. k=1. k=1. e para o ar. dada pela ddp da bateria. como ilustrado na Figura 5.6b Suponha que um dielétrico seja colocado entre as placas. (5. em relação à capacitância do capacitor com ar. C = kCar onde k é a constante dielétrica do material colocado entre as placas. e igual quantidade de cargas positivas na parte inferior. O campo efetivo entre as placas diminuirá. A eq. de modo que a diferença de potencial entre as placas. Como a baterial fornece uma ddp constante.00054. A introdução de um dielétrico entre as placas [Figura 5. é constante.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .br/tex/fis142/mod05/m_s07.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS http://www.if.ufrgs.5.

html [13/03/2004 16:22:58] .if. Como já vimos.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Como o capacitor produz um campo elétrico entre suas placas. ter acumulação de energia num capacitor é equivalente a ter acumulação de energia num campo elétrico. e suas placas estejam a uma diferença de potencial V. e cheque o resultado. http://www. com capacitância C.ufrgs. e quatro distâncias entre elas. Suponha que um capacitor. Para transferir uma carga dq de uma placa para outra. é necessário realizar um trabalho.9 ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Capítulo 5 . Temos quatro dielétricos diferentes. Use a fórmula da capacitância de um capacitor de placas paralelas com diferentes dielétricos. (5.10) EXERCÍCIO INTERATIVO: Neste aplicativo temos um capacitor de placas paralelas.br/tex/fis142/mod05/m_s08.5. contenha uma certa carga q. quatro possibilidades de áreas das placas.

5.10 EXEMPLOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXEMPLOS
Os capacitores da Figura 5.8(a), inicialmente descarregados, são carregados com a chave S aberta. Capacitâncias em µF. (a) Qual é a diferença de potencial Vab? (b) Qual é o potencial do ponto b, após a chave S ter sido fechada? (c) Quanta carga fluirá através da chave, enquanto ela estiver fechada? Quando os capacitores são carregados de acordo com a configuração da Figura 5.8(a), os capacitores 6 µF e 3 µF, à esquerda estão ligados em série, da mesma forma que os capacitores 3 µF e 6 µF, à direita.
r

Figura 5.8a

Mostre que o circuito da Figura 5.8(a) transforma-se no circuito da Figura 5.8(b). Mostre que a carga acumulada em cada capacitor da Figura 5.8(b) será 400 µC. Mostre que, enquanto a chave S estiver aberta, o potencial no ponto b será Vb=66,7 volts, e o potencial no ponto a será Va=133,3 volts. Portanto Vab=66,7 volts (resposta do ítem a).

r

Figura 5.8b
r

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.10 EXEMPLOS

Fechando-se a chave S, o circuito ficará como o representado na Figura 5.8(c).
r

Mostre que a Figura 5.8(c) transforma-se na Figura 5.8(d). Mostre a carga fornecida pela bateria será 900 µC. Mostre que V1=100 volt (resposta do ítem b). Mostre que a carga no capacitor de 6 µF [Figura 5.8(c)] é 600 µC, enquanto no capacitor de 3 µF é 300 µC. Portanto, mostre que a carga que flui através da chave S é 300 µC.

r

r

r

Figura 5.8c

Figura 5.8d

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.11 EXERCÍCIOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXERCÍCIOS.
Pergunta 1
q

5.1 Um capacitor a ar, consistindo de duas placas paralelas bastante próximas, tem uma capacitância de 1000 pF. A carga em cada placa é de 1 µC. (a) Qual é a ddp entre as placas? (b) Se a carga for mantida constante, qual é a ddp entre as placas se a separação for duplicada? R: (a)1000 Volts; (b)2000 Volts.

Pergunta 2
q

5.2 Na figura 5.9 C1=3 µF e C2=2 µF. (a) Calcule a capacitância equivalente da rede entre os pontos ‘a’ e ‘b’. (b) Calcule a carga em cada um dos capacitores C1 mais próximos de ‘a’ e ‘b’ quando Vab=900 V. (c) Com Vab=900 V, calcule Vcd. R:(a)1 µF; (b)900 µC; (c)300 Volts.

Figura 5.9
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

5.11 EXERCÍCIOS

Pergunta 3
q

5.3 Um capacitor de 1 µF e outro de 2 µF são ligados em série a uma fonte de tensão de 1200 V. (a) Determine a carga de cada um deles e a diferença de potencial através de cada um. (b) Os capacitores carregados são desligados da fonte e um do outro e religados com os terminais de mesmo sinal juntos. Determine a carga final em cada capacitor e a diferença de potencial através de cada um. R:(a)800 µC, 800 V, 400 V; (b)533,33 µC, 1066,67 µ, 533,33 V.

Pergunta 4
q

5.4 Quer-se construir um capacitor de placas paralelas, usando borracha como dielétrico, tendo esta uma constante dielétrica igual a 3 e rigidez dielétrica de 2 x 105 V/cm. A capacitância do capacitor deve ser 0,51 µF e ele deve ser capaz de suportar uma diferença de potencial máxima de 6000 V. Qual é a área mínima que as placas do capacitor podem ter? R:5,76 m2

Pergunta 5
q

5.5 Um capacitor esférico consiste de uma esfera metálica interna, de raio Ra, apoiada num pedestal isolante situado no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb. Há uma carga +Q na esfera interna e outra –Q na externa. (a) Qual é a ddp Vab entre as

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

suportado por discos isolantes.5. ao longo do eixo de um tubo condutor de raio interno Rb. sólido.ufrgs. interno. Pergunta 6 q 5. (a) Qual é a ddp entre os dois cilindros? (b) Prove que a capacitância de um comprimento L do cabo é R:Veja a resposta na apostila.br/tex/fis142/mod05/m_ex.5). com densidade linear λ. de raio Ra.if.6 Um cabo coaxial consiste de um cilindro condutor.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:05] .11 EXERCÍCIOS esferas? (b) Prove que a capacitância é R:(a)Va-Vb=(q/4πε0) (Ra+Rb)/RaRb. http://www. antes da eq. Os dois cilindros são carregados com cargas opostas. (5.

ou quase estáticas.ufrgs. como no caso dos capacitores.6. pois a situação analisada era a do equilíbrio eletrostático. em regime estacionário. Esse movimento tipo zig-zag é ilustrado na Figura 6.if. algumas vezes retroativamente.1. sob a ação de um campo elétrico provido por uma bateria. Vamos cuidar de distinguir bem cada um desses casos. A rede cristalina forma obstáculos. parece caótico. de modo que o movimento dos elétrons.br/tex/fis142/mod06/m_s01. seu movimento é desviado.2 MODELO MICROSCÓPICO Capítulo 6 . isso foi feito para facilitar o raciocínio. quando visto microscopicamente. Cada vez que um elétron aproxima-se de um desses obstáculos da rede cristalina. a corrente elétrica consiste num fluido de elétrons movendo-se ao longo de uma estrutura cristalina. onde são indicados o http://www. e em diversos ambientes. abordamos situações em que cargas elétricas são consideradas estáticas. Mesmo as situações em que levamos em conta movimento de cargas. O estudo geral da eletrodinâmica é bastante complexo. Inicialmente vamos tratar de elétrons movendo-se em resistores. Neste capítulo vamos iniciar o estudo de situações em que cargas elétricas estão em movimento.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:08] .CORRENTE & RESISTÊNCIA MODELO MICROSCÓPICO Até agora. havendo necessidade do uso da teoria da relatividade restrita. Cargas elétricas podem movimentar-se sob a ação de campos elétricos e magnéticos. Microscopicamente.

1 eles estão fixos.1 deixa de existir na Figura 6.if. À medida que a temperatura aumenta vibrações são introduzidas. Veja que o canal que existia na Figura 6. que ilustra uma situação desordenada. Neste caso.2 . como o indicado pela seta .html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:08] Figura 6.2 MODELO MICROSCÓPICO sentido do campo elétrico.ufrgs.1 estão constantemente mudando de lugar. poderiam haver alguns canais de trânsito livre para o elétron. A relação entre o movimento efetivo e o movimento em zig-zag. O primeiro efeito da temperatura é fazer vibrar a rede cristalina. Esta velocidade define o movimento efetivo do elétron. Figura 6.1. a temperatura é um dos mais importantes. o movimento de um elétron e a velocidade de deriva. no final das contas ela vai andar para a frente. Teremos oportunidade de discutir isso mais adiante.6. mas é conveniente adiantar uma abordagem qualitativa a esse problema. de modo que os obstáculos ilustrados na Figura 6. de modo que desordens localizadas impedem mais efetivamente o movimento eletrônico. As esferas http://www. onde a temperatura é absolutamente nula. Na Figura 6.br/tex/fis142/mod06/m_s01. é semelhante ao de uma pessoa que dá dois passos para a frente e um para trás.1 Entre os vários fatores que afetam o movimento eletrônico num condutor. Este aplicativo simula a situação descrita acima. na Figura 6.2. isso representa uma situação irreal.

http://www. deslocando para a direita. Aumente o valor da corrente. o cursor da barra abaixo da modura. Para observar com mais precisão.ufrgs.6.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:08] .br/tex/fis142/mod06/m_s01.if.2 MODELO MICROSCÓPICO amarelas representam os átomos na rede cristalina. use uma corrente baixa. e os pontos vermelhos representam os elétrons livres.

e a carga total no segmento de condutor será ∆q = neAL Um elétron percorrerá este segmento no intervalo de tempo http://www. (6.br/tex/fis142/mod06/m_s02. a densidade de cargas no condutor será ‘ne’. como ilustrado na Figura 6.if.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .html Capítulo 6 .ufrgs. Vamos deduzi-la. esta é a densidade de portadores do material. (6.CORRENTE & RESISTÊNCIA CORRENTE ELÉTRICA Define-se intensidade de corrente elétrica como a quantidade de cargas que atravessa a seção reta de um condutor.br/tex/fis142/mod06/m_s02. há uma relação muito importante entre a densidade de corrente e a velocidade de deriva. Suponha que existam ‘n’ elétrons por unidade de volume.3. por unidade de tempo. Do ponto de vista microscópico.if. Seja um segmento de condutor. Isto é. L.1) A corrente elétrica por unidade de área transversal define o módulo do vetor densidade de corrente J. Portanto.http://www.2) Podemos relacionar essas grandezas de outra forma.

br/tex/fis142/mod06/m_s02.ufrgs. Da definição de corrente.3.3) A corrente é o fluxo da densidade de corrente! Figura 6.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .ufrgs.html ∆t = L/Vd onde Vd é a velocidade de deriva. obtém-se i = ∆q/∆t = neAVd Da definição de densidade de corrente. obtém-se J = neVd (6. http://www.if.if.br/tex/fis142/mod06/m_s02.http://www.

denominada resistência. Cada uma tem uma contrapartida microscópica. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Capítulo 6 . ρ.br/tex/fis142/mod06/m_s03.4) é V = Ri (6.5) As grandezas relacionadas em (6. de modo que.3. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Os obstáculos impostos ao movimento eletrônico. circulará.4) são todas macroscópicas e facilmente mensuráveis com um ohmímetro (para medir R).CORRENTE & RESISTÊNCIA RESISTÊNCIA.5) é E = ρJ (6. i. i J. de tal modo que a relação (6. uma corrente.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . R.6.6) No regime estacionário. para o segmento L da Figura 6. V. entre os extremos de um resistor.4 RESISTÊNCIA.4) Essa definição significa que.4) será satisfeita.if. R ρ A contrapartida microscópica da resistência é denominada resistividade.ufrgs. com um voltímetro (para medir V) ou com um amperímetro (para medir i). E e J são uniformes. http://www. A forma mais conhecida de (6. V E. são todos representados por uma propriedade mensurável. e definida pela relação R = V/i (6. quando se aplica uma diferença de potencial (ddp). conforme discussão qualitativa acima. e a relação microscópica correspondente a (6.

obtém-se http://www. a carga e a massa do elétron. de tal modo que em média. A constante de proporcionalidade. varia com a temperatura conforme a relação empírica ρ . O movimento eletrônico estacionário.7) mostra que a resistência de um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento. tem-se que Vd = aτ = eEτ/m Usando a relação (6. é proporcionado pelo campo elétrico. com velocidade de deriva. Supondo que o tempo médio entre duas colisões do elétron com a rede cristalina seja τ.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .3). cada elétron possui aceleração a = eE/m onde ‘e’ e ‘m’ são.4). ρ. obtém-se (6. e α é o coeficiente de temperatura da resistividade.ufrgs. possível deduzir a relação entre a resistividade e algumas propriedades microscópicas do material. e inversamente proporcional à sua seção reta.br/tex/fis142/mod06/m_s03.if. E. e admitindo que a velocidade de deriva é aproximadamente igual à velocidade média entre colisões.ρ0 = αρ0(T-T0) (6. respectivamente. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE V = LE = LρJ e i = JA Substituindo V e i na relação (6.4 RESISTÊNCIA.6.8) onde ρ0 é a resistividade medida na temperatura T0.7) A relação (6.

br/tex/fis142/mod06/m_s03.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .ufrgs.6) chega-se à relação (6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE E = mJ/ne2τ Finalmente.9) http://www.6.if. com o uso de (6.4 RESISTÊNCIA.

há uma escala para o voltímetro (1 .ufrgs. Vmax>10 V e Imax= 1A.10 A). esta equação representa simplesmente a definição de resistência. equivocadamente.5 LEI DE OHM Capítulo 6 . Explique o que acontece.5). que a lei de Ohm é expressa pela eq.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .6. equipamento usado para medir corrente elétrica (por que ele é ligado em série com o resistor?). ou voltagem. V = Ri (6. Em série com o resistor. Fixe um determinado valor da voltagem. Na verdade. tem-se um amperímetro. Essas escalas definem os valores máximos que os equipamentos podem medir. Diminua o valor da resistência até ela atingir 9 Ohms. O que a lei de Ohm diz é que para alguns materiais. Na parte de cima do painel verde. Explique o que acontece. (6. ditos materiais ôhmicos. variável).5) Este aplicativo serve para explorar conceitos básicos de um circuito simples.1000 V) e outra para o amperímetro (1 mA .if. eles podem "queimar". e tente colocar a "voltagem máx" menor do que esse valor.CORRENTE & RESISTÊNCIA LEI DE OHM Costuma-se afirmar.br/tex/fis142/mod06/m_s04. Tem-se um resistor (com resistência variável) ligado a uma bateria (força eletromotriz. Em paralelo com o resistor. Tente explicar qual a finalidade das escalas nos aparelhos de http://www. equipamento usado para medir diferenças de potencial (por que ele é ligado em paralelo?). Coloque U=10. Se o valor superar. tem-se um voltímetro. a razão entre ‘V’ e ‘i’ é constante.

http://www.5 LEI DE OHM medida.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .br/tex/fis142/mod06/m_s04.if.6.ufrgs.

if. Na seguinte demostração. há que se produzir um fluxo de cargas elétricas.4 A expressão (6. A energia assim transferida.CORRENTE & RESISTÊNCIA ENERGIA.br/tex/fis142/mod06/m_s05.6.11) Figura 6.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .6 ENERGIA. chega-se a uma relação bastante conhecida P= Ri2 (6. R. isto significa produzir fluxo de elétrons. Isso é feito às custas da energia de uma fonte. i.5).4. é também conhecida como potência Joule. Qual serão os valores certos para que a lampada funcione? http://www. no condutor da Figura 6.10) Fazendo uso da relação (6.ufrgs.11). & POTÊNCIA Para se produzir uma corrente elétrica. a potência é dada por (6. manifesta-se sob a forma de calor no resistor. podemos mudar o valor de V e R. no caso mais simples. Se uma carga dq é transportada de A para B. que dá a potência dissipada num resistor. a bateria terá que fornecer uma energia dU = dqVAB = idtVAB Por definição. & POTÊNCIA Capítulo 6 . quando ele é atravessado por uma corrente. uma bateria. no caso mais geral de metais condutores.

& POTÊNCIA http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .6 ENERGIA.br/tex/fis142/mod06/m_s05.6.if.ufrgs.

CORRENTE & RESISTÊNCIA UNIDADES NO SISTEMA SI Grandeza Corrente Resistência Unidade Ampere (A) Ohm (Ω) Resistividade Ohm.ufrgs.m)-1 http://www.if.metro recíproca (Ω.html [13/03/2004 16:23:43] .7 UNIDADES NO SISTEMA SI Capítulo 6 .m) Condutividade Ohm.metro(Ω.6.br/tex/fis142/mod06/m_s06.

5x1018 prótons movem-se em sentidos opostos através de uma seção transversal do tubo? b) Qual é o sentido da corrente? Solução: Corrente de elétrons num sentido é igual a corrente de íons positivos no sentido contrário. em cada segundo.1 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.8 EXEMPLO Capítulo 6 . http://www.6x10-19 = 0.br/tex/fis142/mod06/m_s07.6.88 A.ufrgs. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo. este se ioniza.html [13/03/2004 16:23:45] . a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.5x1018x1. a corrente será i = 5. 4x1018 elétrons e 1. Portanto.if.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXEMPLO 6.

(a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.5 x 1018prótons movemse em sentidos opostos através de uma seção transversal no tubo? (b) Qual é o sentido da corrente? R:(a)0.3 A corrente em um fio varia com o tempo segundo a http://www. Pergunta 2 q 6.11 EXERCÍCIOS Capítulo 6 .1 Um fio de prata de 1 mm de diâmetro conduz uma carga de 90 C em 1h15min.html (1 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .2 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.7x10-6 m/s.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXERCÍCIOS. 4 x 1018 elétrons e 1. este se ioniza. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.88 A.8 x 1028 elétrons livres por m3.if.5.ufrgs. (b)2.br/tex/fis142/mod06/m_ex. Pergunta 1 q 6. Pergunta 3 q 6. em cada segundo. (a) Qual é a corrente no fio? (b) Qual é a velocidade de arrastamento dos elétrons no fio? R:(a)20 mA. A prata contém 5. (b)O sentido do movimentos dos prótons.

8 x 10-8 Ωm.5 Enquanto a chave S estiver aberta.11 EXERCÍCIOS relação i = 4 + 2t2. 0.53 Ω.if. o voltímetro V. (a) Quantos coulombs passam através de uma seção transversal do fio num intervalo de tempo entre t=5 s e t=10 s? (b) Que corrente constante transportaria a mesma carga no mesmo intervalo de tempo? R:(a)603. (b)120.67 A.5.1 Ω. onde i é dada em ampères e t em segundos. a leitura do voltímetro cai para 1. Pergunta 4 q 6.25x10-2 Ω Pergunta 5 q 6.html (2 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . Determine a fem e a resistência interna da pilha. Figura 6.34 C.4 Um fio de 100 m de comprimento e 2 mm de diâmetro tem uma resistividade de 4.ufrgs. R:1. (b)9.5 http://www.52 V. Qual é a sua resitência? R:(a)1. mas seu diâmetro é o dobro. ligado aos terminais da pilha seca da figura 6. Quando se fecha a chave.5 A.br/tex/fis142/mod06/m_ex.52 V. marca 1. (a) Qual é a sua resitência? (b) Um segundo fio do mesmo material tem o mesmo peso que o anterior.37 V e o amperímetro A lê 1.5.

br/tex/fis142/mod06/m_ex. a ddp torna-se 11 V. (b)10 V. quando a ddp entre os terminais é de 60 V.ufrgs.if. Pergunta 9 http://www. (iii) ddp e resistência.5 Ω.7 A voltagem entre os terminais de uma fonte em circuito aberto é de 10 V e sua corrente em curtocircuito é 4.8 (a) Exprima a taxa de dissipação de energia num resistor em termos de (i) ddp e corrente.5. Pergunta 7 q 6.5 V.11 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 6. Qual será a corrente quando a fonte for ligada a um resistor linear de 2 Ω? R:2. (a) Qual é a resistência interna da bateria? (b) Qual é a fem da bateria? R:(a)0. quando existe na mesma uma corrente de 3 A dirigida do terminal negativo para o positivo. Qual é a sua resistência? R:(a)P=Vi=Ri2=V2/R. Quando a corrente for de 2 A no sentido inverso. (b) 90 Ω. (b) Energia é dissipada num resistor a uma taxa de 40 W.html (3 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .6 A ddp entre os terminais de uma bateria é 8. Pergunta 8 q 6.22 A.0 A. (ii) resistência e corrente.

9 No circuito da figura 6. (b) a taxa de dissipação de energia na bateria.if.6.5. determine: (a) a taxa de conversão de energia interna em energia elétrica dentro da bateria. (c)20 W Figura 6. (c) a taxa de dissipação de energia no resistor externo. (b)4 W.6 http://www.ufrgs.html (4 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . R:(a)24 W.11 EXERCÍCIOS q 6.br/tex/fis142/mod06/m_ex.

unindo a malha da esquerda à malha da direita. a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito.ufrgs. Na Figura 7.html [13/03/2004 16:23:51] . fem e resistências.1. e suas aplicações são facilitadas se feitas a partir das regras apresentadas abaixo. um circuito fechado. Entende-se por nó. na Figura 7. Figura 7. incluindo vários componentes elétricos. no caso mais simples.1. Entende-se por malha. o ponto A é um nó.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS O que conhecemos como lei dos nós e lei das malhas são.1. entre A e B ou entre A e C.7. por exemplo. Chama-se “queda de potencial”. Elas são baseadas em princípios de conservação de energia e de carga.1 http://www. tendo cada ramo um ou mais componentes elétricos. dois procedimentos para resolver circuitos elétricos simples.2 LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS Capítulo 7 .if. na realidade.br/tex/fis142/mod07/m_s01. o ponto de encontro de três ou mais ramos de um circuito. como ilustrado na Figura 7.

logo ∆V= Vb – Va. e ∆V = .3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Capítulo 7 . nas regras seguintes. como cada queda de potencial é usada nesse somatório.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se percorre um circuito fechado. Figura 7.Ri Quando se “atravessa” uma resistência no mesmo sentido da corrente convencional. é porque os elétrons vão de ‘b’ para ‘a’. indicada pela seta . vai de ‘a’ para ‘b’. Logo.ufrgs.7. pois os pontos inicial e o final são os mesmos.2a Σ ∆V = 0 Figura7. ∆V= Va – Vb = Ri > 0 Quando se “atravessa” uma resistência no sentido contrário ao da corrente convencional.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:54] . Se a corrente convencional. indica que o circuito está A seta sendo percorrido no sentido de ‘a’ para ‘b’. Vb<Va.2b http://www. Vejamos.br/tex/fis142/mod07/m_s02.if. Neste caso. a queda de potencial é positiva (Figura 7.2b).2a). o somatório das quedas de potencial deve ser nulo. a queda de potencial é negativa (Figura 7.

Figura 7.2d http://www.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se “atravessa” uma fem do pólo negativo para opositivo. Figura 7.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:54] . a queda de potencial é positiva (Figura 7.ufrgs.2c).2d).if.2c Quando se “atravessa” uma fem do pólo positivo para o negativo.7.br/tex/fis142/mod07/m_s02. a queda de potencial é negativa (Figura 7.

7.4 LEI DOS NÓS

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
LEI DOS NÓS
A segunda regra básica refere-se ao somatório das correntes, e é conhecida como lei dos nós: o somatório das correntes que entram num nó, é igual à soma das correntes que saem.

ΣIentram = ΣIsaem

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s03.html [13/03/2004 16:23:56]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA
Quando um circuito possui ‘n’ malhas, as regras acima são aplicadas a (n-1) delas, arbitrariamente escolhidas. Da mesma forma, a lei dos nós é aplicada em (n-1) nós, arbitrariamente escolhidos. Nas aplicações das regras acima, existem mais duas arbitrariedades importantes:
q

Arbitra-se o sentido em que cada malha será “percorrida”. Arbitra-se o sentido da corrente em cada trecho do circuito. Se ao final determinada corrente tiver valor negativo, é porque o sentido correto é o contrário daquele arbitrado.

q

O circuito apresentado neste aplicativo tem três malhas e dois nós. Os valores das fem's podem ser variados, entre 1 e 10 V, e as resistências variam entre 1 e 10 ohm. Isso é feito simplesmente clicando nas extremidades de cada componente. Quando uma fem atinge 1 V, o próximo clique no terminal negativo (azul) inverte seu sentido. Em cada ramo do circuito há um amperímetro, e um voltímetro é conectado em paralelo com cada resistor. Use o aplicativo para treinar a solução de circuitos com mais de uma malha. Coloque arbitrariamente alguns valores nas fem's e nos resistores e verifique se a solução do circuito coincide com os valores medidos nos amperímetros e nos voltímetros. Lembre que um circuito com 3 malhas e 2 nós implica num sistema de 3 equações e 3 incógnitas. Como temos 3 correntes e 2 voltagens, pelo menos um desses
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

deve ser conhecido.

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7.6 EXEMPLO 7.1

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
EXEMPLO 7.1
O circuito apresenta 2 nós e 3 malhas (ABEF, ACDF e BCDE). Portanto, teremos 1 equação com a lei dos nós e duas equações com a lei de Kirchhoff. Considerando o nó B, vê-se que a corrente I3 “entra”, enquanto I1 e I2 “saem” do nó. Assim, I3=I1+I2 [7.1(a)]

Considerando as malhas ABEF e BCDE sendo percorridas nos sentidos indicados, e as regras sobre as quedas de potencial, teremos as seguintes equações R1I1-ε1-R2I2=0 -R2I2-ε2-R3I3=0 [7.1(b)] [7.1(c)]

Suponha que R1=1 Ω, R2=2 Ω, R3=1/3 Ω, ε1=6 V e ε2=10 V, para mostrar que I1= -2 A, I2= -4 A e I3= -6 A. Como se vê, as intensidades das 3 correntes são negativas, significando que os sentidos arbitrados devem ser invertidos.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:00]

br/tex/fis142/mod07/m_s05.ufrgs. as direções das correntes.6 EXEMPLO 7. foram arbitrariamente escolhidas http://www. bem como as direções em que as malhas são “percorridas”.7.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:00] .1 Na figura.if.

Vamos usar o princípio da conservação da energia para determinar a equação diferencial que descreve o comportamento deste circuito.CIRCUITOS ELÉTRICOS CIRCUITO RC SÉRIE A figura 7.3 mostra um circuito RC série. o capacitor está descarregado. A partir deste momento ele começa a ser carregado pela bateria. onde V é a diferença de potencial entre as placas do http://www.ufrgs.html (1 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . esta realiza um trabalho dW=εdq Este trabalho transforma-se em energia dissipada no resistor. que recebe esta denominação porque o resistor e o capacitor estão em série com a fem. quando a chave S é conectada ao ponto ‘a’.if. Figura 7. Inicialmente.br/tex/fis142/mod07/m_s06.3 Para cada carga dq fornecida pela bateria. Ri2dt e em energia acumulada no capacitor.7.7 CIRCUITO RC SÉRIE Capítulo 7 .

t=10RC)).7.ufrgs. denominado constante de tempo capacitiva.4) tem uma componente exponencial. a http://www.br/tex/fis142/mod07/m_s06..4) Decorrido um longo intervalo de tempo (p.ex. ela só atingirá seu valor final. obtém-se (7. Pela conservação de energia. (7. num tempo infinito. A partir de (7. de modo que. Figura 7. Levando em conta que .2) A eq.2) tem como solução q(t) = εC(1 – e-t/RC) (7.if.7 CIRCUITO RC SÉRIE capacitor. Quando t=RC.3) O crescimento da carga no capacitor (figura 7.html (2 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . τ=RC. εC. a carga no capacitor atinge 63% do seu valor máximo. rigorosamente.4 Para cada circuito RC há um tempo característico.3) obtém-se (7.

Colocando-se ε=0 na eq.html (3 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . Para iniciar o processo clique sobre a chave preta que conecta os diferentes ramos do circuito.5) Por integração direta chega-se à expressão que descreve a variação da carga durante a descarga do capacitor.5 Figura 7. Concentre sua atenção no processo de carga e descarga do capacitor.6 O aplicativo acima apresenta o comportamento de um circuito RC.7. As barras azuis mostram o valor da ddp em cada um dos componentes: bateria. O gráfico apresentado é o da ddp entre as placas do capacitor. capacitor e resistor.2) obtém-se (7. O resitor tem resistência de 100 kΩ e o capacitor uma capacitância de 100 µF.7 CIRCUITO RC SÉRIE chave S é desconectada de ‘a’ e conectada em ‘b’. (7. q(t) = εCe-t/RC (7. Analise os resultados obtidos e descreva o que observou. A partir deste momento inicia-se o processo de descarga do capacitor. http://www.if. Quando o capacitor estiver mais de 99% carregado (Quando isto acontece?) mude a posição da chave e passe a descarregar o capacitor.6) Figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_s06.ufrgs.

if.br/tex/fis142/mod07/m_s06.7 CIRCUITO RC SÉRIE http://www.7.ufrgs.html (4 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .

Pergunta 1 q 7.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .br/tex/fis142/mod07/m_ex.7.if.CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS. Quando se aplica uma certa ddp a esta combinação. (b) Que ddp entre ‘a’ e ‘b’ resultará em uma corrente de 1 A no resistor de 4 Ω? R:(a)7 Ω.7 Pergunta 3 http://www.7 EXERCÍCIOS Capítulo 7 . (b)14 V.ufrgs.2 (a) Determine a resistência entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da rede mostrada na figura 7. Figura 7. a potência total consumida é de 10 W.7. Pergunta 2 q 7. Que potência seria consumida se os três resistores fossem ligados em paralelo à mesma ddp? R:90 W.1 Três resistores iguais são ligados em série.

22 V.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . A chave http://www. ε=100 V.3. calcule a corrente na bateria de 12 V. Vab=13 V Figura 7.9 Pergunta 5 q 7. (b)0.ufrgs. R:ε1=18 V.8 e a ddp entre ‘a’ e ‘b’. (b) Se ‘a’ e ‘b’ forem ligados.7 EXERCÍCIOS q 7. R:(a)Vab=0.466 A. na figura 7.if.br/tex/fis142/mod07/m_ex.8 Pergunta 4 q 7. Figura 7. ε2=7 V.3 Determine as fem ε1 e ε2 no circuito mostrado na figura 7.9.5 Considere.7. C=2 µF. O capacitor está inicialmente descarregado. R=10 MΩ.4 (a) Calcule a ddp entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da figura 7.

Pergunta 6 q 7.ufrgs.7 EXERCÍCIOS é ligada na posição ‘a’ durante 20 s e depois rapidamente é ligada na posição ‘b’.6 Quantas constantes de tempo devem decorrer antes que um capacitor em um circuito RC esteja carregado com 99% de sua carga de equilíbrio? R: t = 4.0997 J.if.605 RC http://www.7. q(t). (a) Construa gráficos para i(t).br/tex/fis142/mod07/m_ex. (b) Quanta energia é dissipada no resistor? R:(b)0.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . ddp no resistor e ddp no capacitor para um intervalo de tempo de 60 s depois da chave ter sido ligada pela primeira vez.

if. dada por F = qvxB (8. este exercerá uma força sobre uma carga em movimento. A primeira tem a ver com a descoberta do fenômeno.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:11] .ufrgs. A segunda forma tem a ver com o campo criado por uma carga em movimento.1) onde v é a velocidade da carga. este exerce uma força sobre uma carga. o que importa é que dado um campo magnético. Do ponto de vista formal.br/tex/fis142/mod08/m_s01. B. trata-se do campo de um ímã permanente. por volta do ano 121 DC. qual a fonte de criação. Tanto o Halliday-Resnick quanto o Sears-Zemanski fazem esse tipo de abordagem. A força magnética é nula em duas circunstâncias: http://www. A FORÇA DE LORENTZ Geralmente os textos introdutórios sobre magnetismo iniciam com um histórico da descoberta do fenômeno. Veremos logo adiante que cargas em movimento criam um campo magnético. trata-se do campo criado por uma corrente elétrica. Não importa. para o momento. ocorrida na cidade de Magnésia.2 A FORÇA DE LORENTZ Capítulo 8 .8. Existem duas formas básicas de criação de um campo magnético. devemos ter em mente que é impossível tratar cargas elétricas em movimento sem levar em consideração a existência do campo magnético. q. havendo um campo magnético em determinada região do espaço. Por outro lado. em movimento.O CAMPO MAGNÉTICO.

http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:11] .ufrgs.2) é conhecida como força de Lorentz.br/tex/fis142/mod08/m_s01. E.2) A força expressa em (8. Velocidade paralela ao vetor campo magnético.if.2 A FORÇA DE LORENTZ r r Carga estacionária (v=0). em que temos um campo elétrico. a força sobre uma carga em movimento é dada por (8. No caso geral. e um campo magnético.8.

8. Figura 8. (8. é possível fazer FE=FB eE=evB v=E/B. descobriu o elétron em 1897.br/tex/fis142/mod08/m_s02. tal que Das expressões acima. E. obtém-se http://www.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON Capítulo 8 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1906. A DESCOBERTA DO ELÉTRON A expressão (8. conforme esquematizado na figura 8.1 Pela eq. Thomson usou um campo elétrico perpendicular a um campo magnético. Controlando-se os parâmetros externos.ufrgs.1.O CAMPO MAGNÉTICO. Joseph John Thomson (18561940).2) foi usada por Thomson quando este realizava os trabalhos que resultaram na descoberta do elétron.if.2) vê-se que a força elétrica é perpendicular à força magnética. para desviar o feixe de elétrons num tubo de raios catódicos. A velocidade dos elétrons resulta da aceleração através de um potencial V. B e v.

3) A razão entre a carga e a massa do elétron. http://www.if. de tal forma que a força elétrica equilibre a força magnética.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON (8.br/tex/fis142/mod08/m_s02.8. isto é. é calculada através de parâmetros controlados experimentalmente.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . Estes são ajustados de tal forma que o feixe permaneça em linha reta. ou de qualquer partícula carregada que penetre no tubo de raios catódicos.ufrgs.

é extremamente útil na indústria microeletrônica.br/tex/fis142/mod08/m_s03.2. Tem-se uma fita condutora com seção reta A (=Ld) através da qual circula um feixe de elétrons com velocidade v.8. conforme indicado na figura 8. no sentido de cima para baixo. funciona como um capacitor de placas paralelas.ufrgs.if. Com o tempo.4 O EFEITO HALL Capítulo 8 . Chegará um momento em que a força Hall equilibra a força magnética. Figura 8.2 esquematiza o arranjo experimental para o estudo do efeito Hall. com um campo elétrico conhecido como campo Hall. resulta numa força magnética na direção perpendicular ao movimento eletrônico. e cargas positivas na face superior. O excesso de cargas positivas e negativas. como veremos. A figura 8. qEH = qvB http://www.2) também permitiu a descoberta do efeito Hall que.2 Aplicando-se um campo magnético na direção horizontal. O EFEITO HALL A expressão (8.O CAMPO MAGNÉTICO. Esta força fará com que o movimento dos elétrons seja desviado para baixo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . cargas negativas acumulam-se na face inferior.

if. Esses dois resultados são de extrema importância na indústria eletrônica. a eq. obtém-se Por outro lado.4) O efeito Hall permite a obtenção de dois resultados importantes. (8.br/tex/fis142/mod08/m_s03. pois permite a fabricação de dispositivos que dependem do tipo (elétrons ou lacunas) e da quantidade de portadores. Em primeiro lugar.3). (6. Resulta daí que Tendo em conta que a seção reta é dada por A=Ld. Em segundo lugar.4) fornece o valor da densidade de portadores.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:18] .4 O EFEITO HALL Usando a eq. J=nqv. é possível determinar o sinal da carga dos portadores.8. J=i/A. bastando medir a diferença de potencial entre as superfícies superior e inferior. http://www. EH = VH/d.ufrgs. e a definição da densidade de corrente. obtémse (8.

Figura 8. e outra perpendicular. é igual à força magnética.1) mostra que se a velocidade da partícula tiver a mesma direção do campo magnético. Como se vê a força centrípeta. Este tipo de movimento é esquematizado na figura 8.3. podemos decompor o vetor velocidade em duas direções: uma na direção de B.5a) Da relação v=ωr. se o ângulo entre o vetor velocidade e o vetor campo magnético for diferente de zero. que proporciona o movimento circular.5b) http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s04. Portanto.3 Assim.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .8. o movimento de uma partícula. resultando num movimento retilíneo uniforme.if. numa região do espaço onde existe um campo magnético.O CAMPO MAGNÉTICO.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Capítulo 8 . (8.ufrgs. é sempre composto de um movimento retilíneo uniforme e de um movimento circular. MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO A eq. a partícula movimenta-se num círculo com raio r = mv/qB (8. a força será nula. de massa m e carga q. obtém-se a velocidade angular ω = qB/m (8. Isto é. Por outro lado.

ufrgs.8. obtém-se a freqüência F = qB/2πm e o período T = 1/f = 2πm/qB (8.5c) http://www.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Da relação ω=2πf.5d) (8.br/tex/fis142/mod08/m_s04.

é óbvio que ele exercerá uma força sobre uma corrente elétrica.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Capítulo 8 . tem-se que a densidade eletrônica será n=N/LA Sabemos que J=nev. A partir desses resultados. FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Se um campo magnético exerce uma força sobre uma carga em movimento.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . temos que a força sobre um elétron será Portanto. Vejamos como calcular esta força. A força sobre um elétron é dada por F=evB Supondo que existam N elétrons no segmento L do fio (seção reta A).if.O CAMPO MAGNÉTICO. logo.br/tex/fis142/mod08/m_s05.ufrgs. a força sobre o segmento de fio será A expressão geral é dada por http://www.

6 e verifique a força que age sobre o fio em diferentes situações (invertendo o sentido da corrente e a polaridade do ímã.4 Neste aplicativo você pode visualizar o efeito de um campo magnético sobre uma corrente elétrica.ufrgs. a força aponta para baixo.4. No caso da Figura 8.6) O sentido da força é obtido pela regra da mão direita para o produto vetorial. A força sobre o fio é conseqüência da força de Lorentz sobre cada elétron que compõe a corrente. Figura 8. Use a equação 8.br/tex/fis142/mod08/m_s05.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:24] .FORÇA SOBRE UMA CORRENTE (8.if. http://www.

na direção indicada. de lados a e b. Figura 8.br/tex/fis142/mod08/m_s06.5 mostra-se uma espira retangular. conforme ilustra a figura 8.6.O CAMPO MAGNÉTICO.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:29] . FORÇA SOBRE UMA ESPIRA DE CORRENTE Na figura 8.6).http://www. vejamos a figura 8.5 Forças F1 (F2) atuam em lados opostos a (b). Vê-se facilmente que as forças F2 equilibram-se.6 http://www.if. percorrida por uma corrente i.if.br/tex/fis142/mod08/m_s06.5 sob outra perspectiva.html Capítulo 8 . De acordo com a eq.ufrgs. as forças sobre os lados a e b são dadas por F1=iaB F2=ibB Figura 8. (8. enquanto as forças F1 produzirão um torque na espira. Para melhor analisar esse torque.ufrgs.

define-se seu momento de dipolo magnético µ=iA. com N espiras.if.html O torque será Substituindo F1=iaB.http://www. Da mesma forma. A=ab e cos θ=senθ.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:29] . o torque sobre uma espira ou sobre uma bobina. para uma bobina.br/tex/fis142/mod08/m_s06.br/tex/fis142/mod08/m_s06.7) http://www. Portanto. será (8. define-se µ=NiA. τ=NiABsenθ Para uma espira. obtém-se τ=iABsenθ Para o caso de uma bobina com N espiras.ufrgs.ufrgs.if.

UNIDADES Até aqui utilizamos o conceito genérico de campo magnético. e mais ainda no caso especial do magnetismo. mantém o http://www. tal como o campo elétrico. vejamos o que está escrito em Sears & Zemanski (Vol. Para avaliarmos esse nível de complexidade. r H está relacionado com a corrente que o produz. ao discutir as propriedades magnéticas da matéria.O CAMPO MAGNÉTICO. No capítulo 41.if. mas causa o mistério colocado na definição acima.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:31] Para materiais paramagnéticos e diamagnéticos: B=µ H µ = permeabilidade magnética Para materiais ferromagnéticos: B=f(H) depende do material e do processo de magnetização. 1a edição. para a qual torna-se indispensável o uso de um sistema de unidade. O campo magnético é chamado de indução magnética? A confusão vem do fato que. Essa é uma questão bastante complicada no caso do eletromagnetismo em geral. Portanto.ufrgs. é um campo vetorial e seu valor e orientação em qualquer ponto são especificados por um vetor B chamado indução magnética.8 UNIDADES Capítulo 8 . p.8. ao qual associamos o símbolo B. na prática. 534): O campo magnético. . Esse tratamento torna-se mais complicado quando temos de abordar uma situação prática.br/tex/fis142/mod08/m_s07. “campo magnético” não é a mesma coisa que “indução magnética”! Esta equivalência é geralmente usada para simplificar. Sears & Zemanski coloca a questão no contexto correto. 3.

No sistema SI.br/tex/fis142/mod08/m_s07. a unidade de B é o Tesla (T).if.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:31] .8 UNIDADES leitor confuso ao longo de 4 capítulos. Por outro lado. http://www.8. r B depende tanto da corrente quanto da magnetização do meio. onde 1 T = 104 G = 1 Weber/m2. enquanto no sistema CGS. a unidade de H é A/m no sistema SI e Oersted (Oe) no sistema CGS (1 A/m = 4πx10-3 Oe). sua unidade é o Gauss (G).

if. Como esquematizado na Figura 8. é acelerada através de um potencial V antes de penetrar numa região onde existe um campo magnético B.9 EXEMPLO 8. uma partícula de massa m e carga +q. a uma distância x do ponto de entrada. a partícula terá adquirido velocidade v.1 Capítulo 8 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . perpendicularmente dirigido para fora do papel.7 tocar no anteparo. (8.1). conforme a eq. Dito de outra forma. Antes de penetrar na região do campo magnético. Sob a ação da força magnética a partícula percorrerá o semi-círculo indicado na figura. EXEMPLO 8.8.br/tex/fis142/mod08/m_s08. satisfazendo as seguintes relações: E=qV=½mv2 Ao penetrar na região do campo magnético.O CAMPO MAGNÉTICO. até Figura 8. a partícula estará sujeita à força magnética. Esta força será igualada à força centrípeta.1 Um exemplo clássico de força magnética sobre uma partícula em movimento é o espectrômetro de massa. de modo que facilmente obtém-se http://www. a partícula terá adquirido energia pela aceleração através do potencial V.7.ufrgs.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:34] .br/tex/fis142/mod08/m_s08. x. medindo-se a distância do impacto. pode-se calcular a massa da partícula. Use alguns valores de v e B e cheque seu resultado. Este é o princípio de funcionamento do espectrômetro de massa.ufrgs. calcule o raio da órbita da partícula no interior do espectrômetro (r=x/2). Este aplicativo simula um espectrômetro semelhante a este que você acabou de estudar no exemplo 8.9 EXEMPLO 8.1 Portanto. http://www. a partir da sua carga e de parâmetros experimentais controláveis.1. Ao invés de m.8. B e V.if.

atuam forças F=0.O CAMPO MAGNÉTICO. se uma força igual a 0.if.12 N. for aplicada no lado de 8 cm não-pivotado. Elas anulam-se e não exercem qualquer torque sobre a espira. de modo que ela seja mantida na posição indicada.9.16 N.html [13/03/2004 16:24:36] . Sobre os lados de 6 cm. EXEMPLO 8.8 Figura 8.2 T paralelo ao eixo x. atuam forças iguais 0. calcule as forças e o torque sobre a espira. e a inferior orientada na direção –x. a espira permanecerá na posição indicada.2 Capítulo 8 . Figura 8.16cos(30).ufrgs. sendo a superior orientada na direção x.br/tex/fis142/mod08/m_s09.2 A espira retangular da Figura 8. Sobre os lados de 8 cm.8 é “pivotada” no eixo y e conduz uma corrente de 10 A no sentido indicado.10 EXEMPLO 8. Supondo que exista um campo magnético uniforme de 0. com torque anti-horário. Portanto.8.9 http://www. orientadas de acordo com a Figura 8.

ufrgs.7x103.2 Um elétron e uma partícula α (átomo de hélio duplamente ionizado) movem-se ambos em trajetórias circulares em um campo magnético.10 tem uma velocidade v0=107 m/s. EXERCÍCIOS.if. Compare o número de revoluções que eles fazem por segundo. Pergunta 1 q 8. Figura 8. http://www. Determine: (a) o módulo e a orientação da indução magnética que fará o elétron seguir a trajetória semicircular de A a B.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .12 EXERCÍCIOS Capítulo 8 . perpendicular e entrando no plano da folha. (b)15. A massa da partícula α é 6.68 x 10-27 kg. R:fe/fα=3. R:(a) 1.8.1 Um elétron no ponto A da figura 8.10 Pergunta 2 q 8.14x10-3 T.68 ns. (b) o tempo necessário para o elétron se mover de A para B.O CAMPO MAGNÉTICO. com a mesma velocidade tangencial.br/tex/fis142/mod08/m_ex.

16 x 10-23 g. http://www. quando a influência simultânea de um campo elétrico de intensidade 34 x 104 V/m e de um campo magnético de intensidade 2 x 10-3 T.ufrgs. (c) Qual é o raio da órbita eletrônica.12 EXERCÍCIOS Pergunta 3 q 8.44 x 1027 elétrons/m3.29x10-3 m. não produz deflexão alguma nos elétrons? (b) Mostre em um diagrama as orientações relativas dos vetores V. verifica-se que o potencial Hall é VH=45.3 (a) Qual é a velocidade de um feixe de elétrons. (c)0.8.4 µV. Pergunta 5 q 8. quando o campo elétrico for removido? R:(a) 1.7x108 m/s. Ele é acelerado através de uma ddp de 500 V e depois penetra perpendicularmente em um campo magnético B=0. Pergunta 4 q 8. E e B.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:39] . Qual é o raio de sua trajetória no campo magnético. Qual é a concentração de elétrons livres? R: n = 3.4 T.if. ambos normais entre si e ao feixe.11 representa uma fita de cobre com as seguintes dimensões: L=2 cm e d=1 mm. Quando B=5 T e i=100 A.484 m.br/tex/fis142/mod08/m_ex. R:21.4 Um íon de Li7 com uma carga elementar tem uma massa de 1.5 A figura 8.

ufrgs.10 T.br/tex/fis142/mod08/m_ex. em um campo uniforme B=0.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .6 Qual é o torque máximo sobre uma bobina de 600 espiras. quando por ela passa uma corrente de 10-5 A.8.12 EXERCÍCIOS Figura 8. com dimensão 5 cm x 12 cm.if.6 x 10-6 Nm http://www.11 Pergunta 6 q 8. R: τ = 3.

Vimos que uma das fontes de campo magnético são os ímãs permanentes. é dado pela lei que recebeu seu nome (9. os outros dedos dão o sentido de B. Ampère realizou outras experiências e formalizou a relação entre corrente elétrica e campo magnético. 9. em 1820. Ele mostrou que o campo produzido pela corrente. como ilustra a Fig.if. Em (9. e que para o caso de um fio retilíneo. a integral é realizada ao longo de uma linha http://www. Em 1819.1.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:43] .ufrgs. A DESCOBERTA DE OERSTED Já conhecemos o efeito do campo magnético sobre cargas em movimento e sobre correntes em circuitos elétricos. Figura 9.1).9. i. como a magnetita (Fe3O4).2 A DESCOBERTA DE OERSTED Capítulo 9 . O sentido do campo é dado pela regra da mão direita: com o polegar no sentido da corrente.1 Logo após a apresentação do trabalho de Oersted. as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.A LEI DE AMPÈRE. Oersted descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético.1) onde µ0=4πx10-7 N/A2 é a permeabilidade magnética do vácuo.br/tex/fis142/mod09/m_s01.

É possível agora estabelecer um quadro conceitual relacionando esssas áreas.2 A DESCOBERTA DE OERSTED fechada arbitrária.9. Portanto.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . no caso estacionário.br/tex/fis142/mod09/m_s01.2 http://www. onde as setas indicam produção.if. pela sua correspondência com a superfície gaussiana no caso da eletrostática. Figura 9.ufrgs. que alguns autores denominam linha amperiana. Assim. cargas em movimento produzem campo elétrico e campo magnético e podem produzir corrente elétrica. a lei de Ampère está para o magnetismo. assim como a lei de Gauss está para a eletrostática.

br/tex/fis142/mod09/m_s02.html [13/03/2004 16:24:45] .ufrgs. que as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.ufrgs. que também permite-nos afirmar que o campo tem o mesmo módulo em qualquer ponto do círculo. a amperiana apropriada para se calcular o valor de B a uma distância r do fio é o círculo de raio r.if.http://www.html Capítulo 9 .A LEI DE AMPÈRE. Este resultado é consistente com a simetria do problema. Portanto. Diz-se que o campo tem simetria axial.if.1) e mostre que o campo é dado por (9. CAMPO DE UM FIO RETILÍNEO INFINITO Vamos usar a lei de Ampère para calcular o campo de um fio retilíneo infinito.br/tex/fis142/mod09/m_s02. Sabemos. Use (9.2) http://www. das experiências de Oersted.

Como a densidade de corrente é uniforme.ufrgs. obtém-se (9.2). Portanto. uma com r<R.9. onde i será a corrente que atravessa a amperiana de raio r. Na Figura 9. Valor de B para pontos internos: r menor ou igual a R Pelo procedimento anterior. de raio R.br/tex/fis142/mod09/m_s03. CILINDRO INFINITO Vejamos agora o caso de um cilindo infinito. Vamos calcular o valor de B nos dois casos.A LEI DE AMPÈRE. tem-se que Figura 9.4 CILINDRO INFINITO Capítulo 9 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:49] . para um cilindro com raio R. obtém-se uma expressão igual a .3) Valor de B para pontos externos: r maior ou igual a R É fácil mostrar que este resultado é absolutamente igual a (9.2).3 vemos uma seção reta do cilindro. e outra com r>R. com duas amperianas.3 Substituindo i em (9. transportando uma corrente io. transportando http://www. com densidade uniforme.if.

4 http://www.4 CILINDRO INFINITO uma corrente i. Figura 9.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .br/tex/fis142/mod09/m_s03. o campo magnético varia com a distância ao eixo do cilindro conforme a figura 9.4.9.if.

tem-se que o fio 1 cria um campo na posição do fio 2.ufrgs.9.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:52] . como ilustra a Figura 9. Figura 9. transportando correntes i1 e i2.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Capítulo 9 . Da mesma forma.5. Este campo exercerá a força sobre o segmento L do fio 2.if. sobre o http://www. INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Sejam dois fios infinitos e paralelos.A LEI DE AMPÈRE.5 Sendo d a distância entre eles.br/tex/fis142/mod09/m_s04.

http://www. Portanto. com módulo igual a F12.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS segmento L do fio 1 agirá uma força F21. É fácil mostrar que há repulsão quando as correntes circulam em sentidos opostos. mas com sentido contrário. quando as corrente circulam no mesmo sentido. os fios atraem-se.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:52] .br/tex/fis142/mod09/m_s04.if.9.ufrgs.

6 http://www.6(b) temos um corte longitudinal do solenóide. CAMPO DE UM SOLENÓIDE Obtém-se um solenóide quando um fio é enrolado sob a forma de uma bobina. Usando argumentos de simetria é fácil mostrar que são nulos os campos entre os fios e na parte externa do solenóide.br/tex/fis142/mod09/m_s05. Na discussão que se segue consideraremos o solenóide infinito. como ilustra a Figura 9. Na Figura 9.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . No interior do solenóide o campo tem o sentido indicado (da esquerda para a direita).if.6(a). Figura 9.ufrgs.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Capítulo 9 .A LEI DE AMPÈRE.

B=0. O sentido do campo magnético no interior do solenóide pode ser determinado pela regra da mão direita: o polegar dará o sentido de B quando os outros dedos indicarem o sentido da corrente A integral fechada pode ser desdobrada.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Vamos usar a lei de Ampère para calcular o módulo de B no interior do solenóide. Supondo que temos n espiras por unidade de comprimento. a corrente que entra na lei de Ampère é calculada em termos da densidade de espiras.br/tex/fis142/mod09/m_s05. um número muito grande de espiras). Como o solenóide tem um número infinito de espiras (na prática. resultando Na região externa ao solenóide. multiplicada pelo número de espiras que atravessa a amperiana. a corrente que atravessa a amperiana será nLi. A corrente que atravessa o retângulo abcd (a amperiana selecionada) é igual à corrente. Assim. de modo que Na região interna.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .if. o campo magnético é perpendicular às linhas ab e cd. a integral que resta resulta em http://www.ufrgs. de modo que Portanto. i.

Qual a principal diferença entre as linhas de campo do solenóide com raio 2. isto é. entre 2. mais próximo do caso ideal.0? http://www. Quanto maior esta relação.4) Esta simulação permite visualizar o efeito geométrico de um solenóide. clique em iniciar e observe atentamente as linhas de campo. Na prática. sobre as linhas de campo magnético. um solenóide em que a razão entre o seu comprimento e o diâmetro da sua seção reta seja tão grande quanto possível. usa-se um solenóide longo.5 e 6.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .br/tex/fis142/mod09/m_s05.5. o campo no interior do solenóide será B=µ0ni (9.ufrgs. É óbvio que isso é uma idealização. A equação 9. Para cada raio.0.if.4 foi deduzida supondo-se um solenóide infinito.CAMPO DE UM SOLENÓIDE BL=µ0nLi Finalmente. No aplicativo podemos variar o raio do solenóide. e aquelas do solenóide com raio 6.

tecle shift-controlalt e clique o botão do mouse.Exemplos Capítulo 9 . Exemplos Instruções Agora que você viu a lei de Ampère. q Linhas de campo q Para desenhar uma linha de campo. enquanto oprime a tecla ALT. e azul é fraco. e possível que você so tenha um mouse de dois-botão.ufrgs. como é achado na maioria computadores Unix. tecle a letra A. Em resumo: Mouse Buttons Unix Left Middle Right PC Left Alt-Left Right Indicadores de campo q q A seta que acompanha o cursor indica o campo. . O arco-íris de cor ao longo da linha indica a intensidade do campo.if.br/tex/fis142/mod09/m_s06.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . Se você estiver usando um PC.A LEI DE AMPÈRE. vermelho é forte. Para desenhar uma seta de campo. Para simular o botão do medio. você tem que conhecer: A tabela debaixo assume que você tem um mouse de trêsbotão. clique o botão esquerdo do mouse. você pode tentar isto. http://www. Para desenhar todas as setas de campo. você devera usar naquele caso o botão esquerdo. Para utilizar os seguintes applets.

arraste o botão da esquerda teclando Ctrl. ou Del.br/tex/fis142/mod09/m_s06. http://www. Para desenhar um círculo. r r q Para apagar a amperiana e a integral. tecle a letra E. O aplicativo calcula e imprime a integral de linha do campo ao longo da amperiana traçada. Thin Wires Oh. Apagando q Para apagar as linhas. the pain. the pain...html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . arraste o botão da esquerda. clique o botão esquerdo novamente.ufrgs..Exemplos Amperianas q Desenhando uma amperiana: : r Para desenhar um retângulo.if. a tecla backspace.

EXERCÍCIOS.7. qual é o campo magnético no plano dos fios em um ponto (a) a meia distância entre eles e (b) a uma distância 'a' acima do fio superior? R:(a)B=µ0i/πa. perpendicular à linha que une os fios e apontando para a direita de quem olha.7 Pergunta 2 http://www.1 Dois longos fios retilíneos e paralelos estão separados por uma distância 2a.br/tex/fis142/mod09/m_ex. conforme figura 9. (b)B=µ0i/3πa. Se os fios conduzem correntes iguais em sentidos opostos.ufrgs.html (1 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . Figura 9.if. Pergunta 1 q 9.A LEI DE AMPÈRE.EXERCÍCIOS Capítulo 9 .

3 Suponha que na figura 9.if. paralelo aos outros dois.4 O fio longo e retilíneo da figura 9. passando pelo ponto P e que cada fio conduza uma corrente I=20 A. R:B=µ0ia/ π(a2+x2).2 Ainda em relação à figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_ex. perpendicular ao fio.92x10-4 N/m.2x10-4 N. R:1.html (2 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . perpendicular ao fio. R:7. se a corrente nele entra no plano da folha.7 exista um terceiro fio longo e retilíneo. apontando para baixo. Pergunta 3 q 9.8 conduz uma corrente de 20 A. calcule o campo magnético resultante no ponto P. http://www. Determine o módulo. apontando para a esquerda de quem olha. conduz uma corrente de 10 A. Uma espira retangular.7. Pergunta 4 q 9. a direção e o sentido da força resultante exercida sobre a espira pelo campo magnético do fio.ufrgs.EXERCÍCIOS q 9. Determine o módulo e a orientação da força por unidade de comprimento que atua sobre o terceiro fio. Considere a=30 cm e x=40 cm. cujos lados maiores são paralelos ao fio.

anti-horário. (c)B=µ0i(a2-r2)/ 2πr(a2-b2).5 A figura 9.EXERCÍCIOS Figura 9. Correntes uniformes e opostas. existem nos dois condutores. b. (d) r>a.ufrgs. anti-horário. de valor I.8 Pergunta 5 q 9.html (3 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . http://www. R:(a)B=µ0ir/2πc2.if. c) são mostrados na figura. Seus raios (a. (b) c<r<b. se a corrente interna estiver saindo da folha.br/tex/fis142/mod09/m_ex. Encontre expressões para B(r) nas regiões em que: (a) r<c. anti-horário. (b)B=µ0i/2πr.9 mostra um corte transversal de um condutor longo de um tipo denominado cabo coaxial. (c) b<r<a. (d)B=0.

9 Pergunta 6 q 9.EXERCÍCIOS Figura 9. de 250.ufrgs.6 Constrói-se um solenóide de 30 cm de comprimento com duas camadas de enrolamento de fio. http://www.if. A camada interna consiste de 300 espiras e a externa. A corrente é de 3 A no mesmo sentido em ambas as camadas.html (4 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .07 T. Qual é o valor do campo magnético em um ponto próximo do centro do solenóide? R:0.br/tex/fis142/mod09/m_ex.

Na década de 1830. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Com a descoberta de Oersted e a lei de Ampère aprendemos que uma corrente elétrica origina um campo magnético. Vamos examinar essa questão a partir do problema esquematizado na figura 10. v. Nesta região do espaço existe um campo magnético.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Capítulo 10 . Figura 10.1.ufrgs. Diz-se que essa fem foi induzida pelo movimento das cargas. com velocidade uniforme. Isso é possível através do surgimento de uma força eletromotriz (fem) induzida. produzindo uma fem. Logo haverá um excesso de carga negativa na parte inferior da placa e uma quantidade igual de carga positiva na parte superior. um campo magnético pode criar uma corrente elétrica. B.10. com o sentido indicado (para dentro da folha).1 http://www. Vejamos quanto vale essa fem.if. por um agente externo qualquer (não importa qual).html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .A LEI DE FARADAY.br/tex/fis142/mod10/m_s01. Faraday descobriu o inverso. Uma placa metálica é deslocada. Os elétrons livres da placa estarão submetidos a uma força magnética dada por F = evB cujo sentido aponta para baixo. Isto é.

html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . http://www. a corrente induzida tem o sentido indicado na fig. (10. a área hachuriada varia. Vamos imaginar que a placa metálica desliza sobre um trilho metálico. através dela. Como a fem é dada por ε=W/q segue-se que ε=vBh (10. Isto é.2. (10. eq. conforme ilustra a figura 10.10.ufrgs. 10. Quando a placa é deslocada.2.if.2) Figura 10.2 Como a carga positiva acumula-se na parte superior. ΦB=Bhx. em relação a t.br/tex/fis142/mod10/m_s01. variando o fluxo de B. tem-se Portanto. a variação temporal do fluxo do campo magnético é numericamente igual à força eletromotriz induzida pelo movimento.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA W=Fh é o trabalho necessário para transportar uma carga de uma extremidade à outra da placa.1).1) Analisemos o mesmo problema de outra forma. Derivando o fluxo.

ufrgs. com a fem induzida pela lei de Faraday.br/tex/fis142/mod10/m_s01. apresentam resultados idênticos àqueles obtidos com a lei de Faraday. http://www.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA As equações (10. Por causa disso.1) e (10. O que discutimos acima foi a fem induzida pelo movimento. costuma-se confundir a fem induzida pelo movimento.10. Vejamos agora a fem induzida pela lei de Faraday.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .if.2).

3) é a seguinte Em 1834. Em (a) o módulo de B cresce com o tempo.A LEI DE FARADAY.3 LEIS DE FARADAY E LENZ Capítulo 10 . 10.3) Outra forma de apresentar a equação (10. LEIS DE FARADAY E LENZ Na fig.3(a) o fluxo magnético está http://www.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:59] . Numa tradução livre.10. 10. Em 1831.br/tex/fis142/mod10/m_s02.3).3. a corrente induzida circula no sentido antihorário. enquanto no segundo caso ela circula no sentido horário. A fem induzida é dada por (10. enquanto em (b) ele decresce.ufrgs.if. a lei é a seguinte: O sentido da fem induzida é aquele que tende a se opor à variação do fluxo magnético através da espira. Faraday mostrou que no primeiro caso. Na fig. Lenz estabeleceu a lei que permite interpretar o significado do sinal negativo em (10. uma espira metálica é colocada (imóvel) numa região onde existe um campo magnético variável.

http://www.3 LEIS DE FARADAY E LENZ crescendo. A corrente induzida terá o sentido anti-horário para criar um campo magnético contrário ao campo B e oporse à variação do fluxo magnético.br/tex/fis142/mod10/m_s02. 10. de modo a opor-se à diminuição do seu fluxo.if.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:59] .10. Figura 10. de modo que a corrente no sentido horário produzirá um campo magnético no mesmo sentido do campo aplicado. Na fig. Você também pode arrastar a barra arrastando-a com o mouse.3 Demonstração Tecle o botão iniciar e observe o movimento da barra.3(b) o fluxo magnético está decrescendo.

o fluxo magnético que atravessa a espira cresce com o tempo de acordo com a expressão ΦB=6t2+7t. onde ΦBé dado em miliwebers e t em segundos.4.br/tex/fis142/mod10/m_ex. (a) calcule o módulo da fem induzida na espira quando t=2.A LEI DE FARADAY. Pergunta 1 q 10.html (1 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . Figura 10. R:(a)31 mV. (b) Determine o sentido da corrente através de R.0 s. (b)Horário.ufrgs. EXERCÍCIOS.4 Pergunta 2 http://www.EXERCÍCIOS Capítulo 10 .1 Na figura 10.if.

042-0.3 A figura 10.br/tex/fis142/mod10/m_ex. Suponha que o campo magnético esteja variando de forma contínua mas não especificada.74 V.html (2 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .4.0 m) perpendicularmente disposta em relação um campo magnético B.5 representa uma espira quadrada (lado igual a 2. O módulo do campo magnético varia de acordo com a relação B=0. na figura 10.2 Seja ΦB(0) o fluxo magnético para t=0. (a) Qual é o sentido da corrente que passa através da bateria? (b) Qual é a fem total através do circuito? R:(a)Anti-horário. sendo que metade da espira está no interior da região onde existe o campo.EXERCÍCIOS q 10.if. cuja resistência interna é desprezível. tanto em módulo quanto em direção.5 http://www. (a) Mostre que a carga total q(t) que passou através do resistor R no tempo t é q(t) = 1/R [ΦB(0) -ΦB(t)]. sendo B dado em Tesla e t em segundos. Pergunta 3 q 10.87t. A espira contém uma bateria de 20 V. (b)21. Figura 10. de modo que num instante t o fluxo seja dado por ΦB(t).ufrgs. independentemente do modo pelo qual B variou neste mesmo intervalo.

(b) 56.35 T aponta para fora da página.br/tex/fis142/mod10/m_ex.6 Pergunta 5 q 10.6. (b) 5 mV/m. como ilustra a figura 10. Calcule: (a) o fluxo magnético através do triângulo isósceles formado pelos trilhos e a barra no instante t=3. (c) 1. (a) Qual é a fem induzida no anel condutor circular de raio igual a 10 cm? (b) Quais são o módulo e a orientação do campo elétrico induzido em qualquer ponto desse anel? (c) Qual é a corrente induzida no anel.html (3 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .2 m/s de cima para baixo.7 decresce à taxa de 0.1 T/s. anti-horário. se sua resistência vale 2 Ω? R:(a) 3 mV. Uma barra condutora em contato com os trilhos parte do vértice no instante t=0 e se move com velocidade constante v=5.2 Wb. (c) ε(t)=2Bv2t.if.8 V. http://www. Figura 10.5 O campo B na figura 10.EXERCÍCIOS Pergunta 4 q 10.ufrgs. (c) Como a fem induzida no triângulo varia com o tempo? R:(a) 85. Um campo magnético B=0.4 Dois trilhos condutores retilíneos formam um ângulo reto no ponto de junção entre suas extremidades.5 mA.0 s e (b) a fem induzida no triângulo neste instante.

EXERCÍCIOS Figura 10.6 Na figura 10.8 a corrente I percorre o fio infinito na direção indicada.3µ0I/10π.ufrgs. (b) Qual é a fem induzida na espira? R:(a) 2.8 http://www. (b) 4. anti-horário. (a) Qual é o fluxo total.if. em determinado tempo t.html (4 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . e cresce constantemente à razão de 2 A/s.6µ0/10π.br/tex/fis142/mod10/m_ex.7 Pergunta 6 q 10. através da espira cujas dimensões estão indicadas na figura. Figura 10.

correspondendo à capacitância. Assim. Em particular.br/tex/fis142/mod11/m_s01. Há uma completa analogia entre os dois dispositivos.if. assim como o capacitor está para a eletricidade.1).11. L. calculamos o campo magnético de um solenóide. No Cap.1) Onde N é o número de espiras no solenóide. Portanto. NΦ é o fluxo magnético total através do indutor (denominação também usada para um solenóide). (11. A unidade de indutância no sistema SI é o Henry. podemos definir a indutância. e i é a corrente que o atravessa. Este dispositivo está para o magnetismo. http://www. definida na eq. (5.ufrgs. 9 vimos que uma corrente elétrica cria um campo magnético.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS INDUTÂNCIA Já vimos que o capacitor é um dispositivo apropriado para gerar um campo elétrico.1 INDUTÂNCIA Capítulo 11 .html [13/03/2004 16:26:11] .

INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Vamos usar um solenóide infinito (ou muito maior do que a área da sua seção reta. (9. A densidade linear de espiras é n.1 http://www.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.2). assim como fizemos no Cap. L/l = µ0An2 (11. 9.2 INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Capítulo 11 .if.2) Convém comparar este resultado com aquele obtido para a capacitância de um capacitor de placas paralelas.ufrgs. de modo que NΦ=nlΦ= nlBA Usando o valor de B para um solenóide infinito. eq. Figura 11. eq.4).html [13/03/2004 16:26:13] . obtém-se a indutância por unidade de comprimento.br/tex/fis142/mod11/m_s02.11. A). (5. Em ambas as equações temos o produto de uma constante universal (µ0 ou ε0) com parâmetros geométricos do respectivo dispositivo. L/l.

11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. esta. que deve satisfazer à seguinte relação Como NΦ=Li.if.3) http://www. induz o surgimento de uma fem.3 AUTO-INDUÇÃO Capítulo 11 . segue-se que (11. Como se trata de uma fem induzida por uma corrente no próprio solenóide.ufrgs. tem-se uma auto-indução. de acordo com a lei de Faraday. AUTO-INDUÇÃO Uma corrente elétrica percorrendo um solenóide origina um fluxo magnético. diz-se que esta fem é auto-induzida.html [13/03/2004 16:26:15] . No momento em que se inicia a passagem da corrente.br/tex/fis142/mod11/m_s03. Portanto.

2. CIRCUITO RL Vamos usar o princípio da auto-indução para estudar o circuito RL em série.11. Aplicando a regra de Kirchhoff na malha externa (chave ligada em ‘a’). ele foi levado em conta quando se definiu o sentido de εL na fig.3) não foi levado em conta.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:21] . Imediatamente.3).Ri . aparentemente o sinal negativo da eq. (11. o indutor reagirá. dada pela eq.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. Na verdade.4) Figura 11.εL = 0 (11. na figura 11. (11. uma corrente surgirá no circuito.2 Figura 11.ufrgs. No momento em que a chave S. for ligada na posição ‘a’. http://www.if.4 CIRCUITO RL Capítulo 11 . produzindo uma fem εL.br/tex/fis142/mod11/m_s04.3 Observe que na equação acima. tem-se ε . 11.2.

11.4 CIRCUITO RL

Figura 11.4 A eq. (11.4) é formalmente idêntica à eq. (7.2), para o circuito RC série. Assim, a solução para a eq. (11.4) será obtida a partir da eq. (7.2), substituindo-se os elementos correspondentes, de acordo com a tabela abaixo. Circuito RC Circuito RL R 1/C εC RC Portanto, L R ε/R L/R

(11.5) O comportamento da corrente, descrito pela eq. (11.5), é ilustrado na fig. (11.3). Este comportamento é similar ao comportamento da carga no capacitor do circuito RC. A corrente de saturação, ε/R, ocorre quando o indutor entra em “curto”. Em t=0, i=0, o que significa circuito “aberto”. Portanto o comportamento do indutor é o contrário do comportamento do capacitor.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s04.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:21]

11.4 CIRCUITO RL

t=0 Capacitor Indutor “curto-circuito” “circuito aberto”

t0 “circuito aberto” “curto-circuito”

O fator τL=L/R é denominado constante de tempo indutiva. Quando t=τL, a corrente no circuito atinge 63% do valor de saturação. No caso do circuito RC, vimos que à medida que a carga no capacitor aumentava, aumentava a energia acumulada no capacitor (UC=½CV2=q2/2C). No caso do circuito RL, também há acumulação de energia; neste caso, tem-se acumulação de energia no campo magnético. Multiplicandose a eq. (11.4) por i, tem-se

Portanto,

Resulta daí que a energia acumulada no indutor é dada por UL=½Li2 (11.6)

Depois de um longo tempo (p. ex. t>10τL) ligado em ‘a’, a corrente atinge seu valor de saturação. Se nesse instante a chave for ligada em ‘b’, a energia será devolvida pelo indutor e consumida no resistor. Fazendo ε=0 na eq. (11.4), é fácil mostrar que a corrente fluirá de acordo com a relação

(11.7)

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s04.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:21]

DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

Capítulo 11 - OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.
DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS
A partir das energias acumuladas em campos elétricos e magnéticos, dadas pelas eqs. (5.10) e (11.6), podemos calcular as respectivas densidades de energia, isto é, energia por unidade de volume. Vejamos, inicialmente, o caso do campo elétrico. Consideremos um capacitor de placas paralelas, com área ‘A’ e distância ‘d’ entre elas. Usando a eq. (5.10), obtém-se

Tendo em conta que a capacitância de um capacitor de placas paralelas é dada por C=ε0A/d, e que V=Ed (E é o campo entre as placas do capacitor), obtém-se

Embora tenha sido deduzida para o caso particular de um capacitor de placas paralelas, a expressão acima é absolutamente geral; ela fornece a densidade de energia de um campo elétrico em determinada região do espaço, não importando como ele tenha sido produzido. Então, ao invés de desginá-la uC, convém usar a designação mais geral uE. (11.8) Para calcular a densidade de energia num campo magnético, vamos usar um solenóide infinito. Partindo das expressões
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:23]

DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

(9.4), (11.2) e (11.6), e da definição UB/Al, obtém-se

(11.9)

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s05.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:23]

5. Resulta daí que a corrente é nula quando a carga no capacitor for máxima.if. através da qual a energia acumulada no capacitor.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:26] . Neste caso. uma corrente surge no circuito. Este circuito apresenta um comportamento. No momento que o indutor é ligado. em termos de variação de energia. na ausência de qualquer tipo de atrito. através do surgimento de uma corrente contrária à corrente inicial. passa a se transferir para o indutor. O processo atinge um ponto máximo quando toda a energia do capacitor tiver sido transferida para o indutor. Através do efeito Joule. e vice-versa. http://www. como ilustrado na fig. a energia acumulada no indutor passa a se transferir para o capacitor. Um resistor no circuito da fig. ½CV2.br/tex/fis142/mod11/m_s06. Suponhamos que inicialmente o capacitor encontra-se carregado com um potencial V. CIRCUITO LC Vamos analisar um circuito LC. e a corrente será máxima quando a carga no capacitor for nula.CIRCUITO LC Capítulo 11 . energia potencial acumulada na mola é transformada em energia cinética da massa.ufrgs. 11. parte da energia transferida do capacitor para o indutor (e vice-versa) será consumida no resistor. 11. análogo ao apresentado pelo conjunto massa-mola.5 exerce o mesmo papel que o atrito no sistema massa-mola.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. A partir desse momento.

5 http://www.br/tex/fis142/mod11/m_s06.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .ufrgs.CIRCUITO LC Figura 11.if.

obtém-se a equação diferencial que descreve o comportamento do potencial nas placas do capacitor.4).html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.if. (11. (11.6 (11. onde a fem foi substituída por um capacitor. e Substituindo essas expressões na eq. a equação que descreve o comportamento do circuito é igual à eq.10).CIRCUITO RLC Capítulo 11 . CIRCUITO RLC A fig. (11. Ele é semelhante ao circuito RL.11) A solução desta equação deve satisfazer duas propriedades: http://www.ufrgs. 11.6 é um exemplo sim-ples de circuito RLC. Portanto. Figura 11. substituindo-se ε por V.10) Num instante qualquer.br/tex/fis142/mod11/m_s07.

12) em (11. i(t)=ACω e-αtsen(ωt) (11. deve ter um fator de amortecimento.12) Substituindo (11. obtém-se (11. α/ω=0 ou ω>>α Sob esta condição. resulta que α=R/2L e (11. Uma solução particular que satisfaz tais condições.11).html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . Dito de outra forma.ufrgs.CIRCUITO RLC r r deve ser oscilatória. Isso acontece quando a resistência tem um valor muito pequeno. http://www.14) Vamos analisar os valores de i(t) e V(t) em pontos especiais. é a seguinte: V(t)=Ae-αtcos(ωt) Da relação entre i e V.br/tex/fis142/mod11/m_s07.if.13) Uma situação interessante é aquela em que a oscilação é fracamente amortecida.

CIRCUITO RLC t=0 V(0)=A [valor máximo de V(t)] i(0)=0 t=π/2ω=1/4f=T/4 (1/4 do período de oscilação) V(π/2ω)=0 i(π/2ω)=ACω [valor máximo de i(t)] Portanto. A cada ¼ de período. Quando i(t) é máxima.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . toda a energia está acumulada em L.br/tex/fis142/mod11/m_s07. a energia passa de um dispositivo para o outro. V(t) e i(t) estão defasadas de π/2. http://www. toda a energia está acumulada em C.if. Quando V(t) é máximo.ufrgs.

(11. FREQÜÊNCIA NATURAL O circuito RLC oscila com a freqüência dada pela eq. a freqüência natural de um circuito RLC.if.br/tex/fis142/mod11/m_s08.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.FREQÜÊNCIA NATURAL Capítulo 11 . Isto é.13). Quando R aproxima-se de zero. o circuito RLC apresenta um comportamento similar ao de um circuito LC. R=0.ufrgs. é a freqüência do circuito LC correspondente.html [13/03/2004 16:26:49] . a freqüência será Esta freqüência é conhecida como freqüência natural. No limite. http://www.

R:(a) 1.2.3 Ω/km. para que instante após a bateria ser ligada. (b) 4. Pergunta 1 q 11.5 mm e sua resistência por unidade de comprimento é de 3.0 H e uma resitência de 10 Ω é subitamente conectada a uma bateria de resistência desprezível.1 Um determinado comprimento de fio de cobre transporta uma corrente de 10 A uniformemente distribuída.23 τL Pergunta 3 q 11. O diâmetro do fio é 2. 11. Calcule: (a) a densidade de energia magnética e (b) a densidade de energia elétrica na superfície do fio. Pergunta 2 q 11.8x10-15 J/m3. EXERCÍCIOS.EXERCÍCIOS Capítulo 11 . com ε=100 V. Para 0.br/tex/fis142/mod11/m_ex.ufrgs. qual será a taxa http://www.2 Considere o circuito RL da fig.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .3 Uma bobina com uma indutância de 2. a energia armazenada no campo magnético do indutor terá a metade do seu valor estacionário? R:1. Em termos da constante de tempo.10 s após a conexão ter sido feita.02 J/m3.if.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.

o circuito possui uma constante de tempo τL.1 mH e C=4.0 ms. (b) 2. Mostre que quando a chave S3 está fechada e a outras duas estão abertas. L=1.042 A.5x10-4 J. Quando a chave S2 está fechada e as outras duas abertas. (b)0.EXERCÍCIOS com a qual: (a) a energia está sendo armazenada no campo magnético? (b) a energia térmica aparece? (c) a energia está sendo fornecida pela bateria? R:(a) 238.7. (b) Qual a energia acumulada na bobina neste momento? R:(a) 125 H. R:(a) 1. (a) Determine a indutância da bobina. (b) 154.0 mA após 5.if.5 Num circuito LC oscilante. A carga máxima em C é 3. a corrente atinge um valor de 2. Calcule: (a) a energia total máxima acumulada.125 µJ. 11. Pergunta 6 q 11.0 µF. Pergunta 4 q 11. (b) a corrente máxima que pode circular.5 W.4 Uma bobina é ligada em série a um resistor de 10 kΩ.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . http://www. (c) 393 W. Quando uma bateria de 50 V é colocada no circuito.6 Considere o circuito indicado na fig. o circuito oscila com um período .ufrgs.5 W. Pergunta 5 q 11. a constante de tempo vale τC. Quando a chave S1 está fechada e as outras duas chaves abertas.0 µC.br/tex/fis142/mod11/m_ex.

if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_ex.EXERCÍCIOS Figura 11.7 http://www.

ufrgs.1 LEIS EXPERIMENTAIS Capítulo 11 .EQUAÇÕES DE MAXWELL. Lei de Gauss para a eletricidade Lei de Gauss para o magnetismo Lei de Faraday-Lenz Lei de Ampère Maxwell explorou as propriedades matemáticas dessas equações escritas na forma diferencial. se a variação do ΦΒ origina um campo elétrico (lei de Faraday). uma tentativa natural seria escrever Há dois erros nessa equação.12. Embora esse procedimento esteja fora do nosso alcance. Leis Experimentais Vimos e estudamos quatro leis experimentais sobre fenômenos elétricos e magnéticos.if. Por exemplo.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . vamos fazer um exercício analítico através da exploração da simetria dessas equações. para propor sua teoria eletromagnética. reproduzidas na tabela abaixo. por que não ΦE B? Para manter a simetria. O primeiro é que a experiência http://www.br/tex/fis142/mod12/m_s01.

12.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .1). como ilustrado na fig.if.ufrgs. Portanto. Portanto.1). que surgiu devido aos ajustes dimensionais.br/tex/fis142/mod12/m_s01.1. Uma realização experimental possível seria um capacitor com campo elétrico variável.2) É interessante observar que iniciamos tentando escrever uma “lei de Faraday-Lenz” para a indução magnética. (12. mas encontramos a eq.1 LEIS EXPERIMENTAIS mostra que o sinal deve ser positivo. aparecendo depois da outra placa. e µ0 relacionava-se com fenômenos magnéticos.12.1) Observe que o fator multiplicativo. ε0 relacionava-se com fenômenos elétricos. O campo E surge quando há uma corrente i carregando o capacitor. é o produto µ0ε0.Maxwell” (12. Pode-se mostrar que a velocidade da luz no vácuo é dada por Agora podemos escrever a lei de “Ampère . Esta corrente. de repente “desaparece” entre as placas do capacitor. (12. Ela representa a inclusão da ótica na fenomenologia do eletromagnetismo. Vamos analisar melhor a eq. É a primeira vez que eles dois aparecem numa única equação. É fácil mostrar que o membro da esquerda tem unidades de µ0i. Antes. enquanto o da direita tem unidades de i/ε0. a “lei” correta deverá ser (12. que dará origem a um campo magnético (lei de Ampère). http://www. O segundo é um erro dimensional. A equação acima tem algo diferente. não existe uma lei de Lenz para a indução magnética.

12.1 Esse “mistério” é resolvido com a eq. http://www.if. A corrente entre as placas.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . id. (12.1 LEIS EXPERIMENTAIS Figura 12. é dada pelo termo .ufrgs. conhecida como corrente de deslocamento.br/tex/fis142/mod12/m_s01.2).

EQUAÇÕES DE MAXWELL.html Capítulo 12 .if.3 Mostre que a corrente de deslocamento num capacitor de placas paralelas pode ser escrita assim Pergunta 4 q 10.2 Mostre que i=id. a fem é dada por ε=εmsen(ωt). 12. Pergunta 1 12. EXERCÍCIOS.br/tex/fis142/mod12/m_ex.4 Na fig. (a) Sabendo que o valor máximo da corrente de http://www.br/tex/fis142/mod12/m_ex. O capacitor de placas circulares e paralelas. tem raio R.ufrgs.2. Pergunta 3 q 12.if.http://www.html (1 de 2) [13/03/2004 16:27:19] .ufrgs.1 Mostre que tem dimensão de corrente q Pergunta 2 q 12.

Figura 12.ufrgs. (c) Mostre que o valor máximo do módulo de B entre as placas.if. (b) Mostre que a distância entre as placas do capacitor é dada por πR2ε0εmω/I.html (2 de 2) [13/03/2004 16:27:19] .2 http://www. a uma distância r do eixo de simetria do capacitor é dado por µ0I/2πr. calcule o valor máximo de dΦE/dt.ufrgs.html deslocamento é I.http://www.if.br/tex/fis142/mod12/m_ex.br/tex/fis142/mod12/m_ex.

com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Black Widow Don't get tangled in her web! Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Java Desktop System .The Source for Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com/en/index.java.Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems. Inc| Legal Notices| License| Developers http://www.jsp [13/03/2004 16:28:37] .

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java. uninstalling and using Java Software » Error and Warning Messages » © Sun Microsystems. The JRE enables your computer to run applications and applets that use Java technology.Java Technology Help Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. Java. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com Choose Language Welcome to Java™ Runtime Environment Help We appreciate your interest in Java™ technology.jsp [13/03/2004 16:29:10] . The Help section contains solutions for issues that you might encounter during the installation and running of the JRE.com is a consumer-oriented site for download and installation of the Java Runtime Environment (JRE). We highly encourage you to spend some time reading the solutions here and in the FAQ section. There are instructions for dealing with specific error messages and solutions to problems when running applications and applets written with Java technology. q Related Information: Information for System Administrators Information for Software Developers Learn more about Java Technology JRE for Apple Macintosh Top Reported JRE Issues Download Instructions » Installing.com/en/download/help/index.

com Choose Language Welcome to Java™ Runtime Environment Frequently Asked Questions We appreciate your interest in Java™ technology. q Related Information: Information for System Administrators Information for Software Developers Learn more about Java Technology JRE for Apple Macintosh Top Reported JRE Issues General Questions » Mobile Java Technology (J2ME) Questions » © Sun Microsystems. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.jsp [13/03/2004 16:29:18] .java. The JRE enables your computer to run applications and applets that use Java technology.Java Technology FAQ Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. The FAQ section contains answers to general questions related to Java technology.com is a consumer-oriented site for download and installation of the Java Runtime Environment (JRE). It also includes explanations about different applications of Java technology. We highly encourage you to spend some time reading the solutions here and in the Help section. Users may find answers to questions about what Java technology is and what it can do for you.com/en/download/faq/index. Java.

Collaborate If you would like to collaborate with others in discussion groups. you'll find a wealth of useful tips here including tutorials and code samples. New to Java Programming Center If you've never programmed in Java before. Developers Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.java. J2EE 1. If you are creating a program using Java technology.Learn about Java Technology. Check out the sites below for more details. Submit Your Java Application http://www. Develop with Java Software It's easy for both new and experienced programmers to develop software with Java technology. Experienced Developers If you are an experienced Java developer. download the SDK today. Sun Microsystems provides resources to programmers of all levels for developing software using Java Technology.4 platform. To get started using the new J2EE 1.4 platform delivers Web Services Interoperability as it introduces new Web Services. blogs. and many other new features. this is the site for you.com/en/learn/developers. In addition. Sun also offers services to help get the programs you've created out into the world.com Choose Language For Developers It's not surprising that more than three million programmers worldwide are creating great software using Java technology. Java Technology as a Gaming Platform Read a Q&A with Sun's Chief Gaming Officer to learn why Java technology is an excellent game development platform. Java Games Community Join the open source community that estabilishes Java standard APIs for gaming software. check out this source for Java technology collaboration.get the SDK today! The J2EE 1.jsp (1 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . or have only a little experience. we're here to help. and code development. and Management APIs.4 is here . Deployment.

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Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.Learn about Java Technology.jsp (3 de 3) [13/03/2004 16:30:11] .com/en/learn/developers. Developers © Sun Microsystems.java.

Z for zoom . scalable.Powered by AMD Opteron processors.com highlights Java technology as a key to the evolution of cell phones.Sun Microsystems sun. the new Sun Fire V20z server delivers extreme performance at a compelling price. A Mobile Media Mogul . V for value. see all news and events » see all features » http://www.Forbes. end-to-end business solutions with J2EE Web Services.com/ [13/03/2004 16:31:40] .com How To Buy | My Sun | Worldwide Sites Search » On this Site Products & Services Support & Training Solutions Downloads Documentation Research & Development News Resources for Developers System Admins Partners Executives Investors Education & Research Learn about Java Java System Sun and AMD Opteron N1 Grid Low Cost Computing © Sun Microsystems 2004 Contact | Company Info | Employment | Privacy | Terms of Use | Trademarks New from Sun Microsystems Press J2EE Platform Web Services: Build robust.sun.

If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in.java. Once you've got Java™ software.x and higher) Macintosh (Apple Mac OS X) .com Consumer Support http://www. use right-click to save this file to your computer. Use 'Save Target As'. Use 'Save Target As'.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:31:54] .Instructions Solaris™ x86 (Solaris 7. you'll have access to a whole new world of interactivity. -Java.Instructions Windows (Mozilla 1. 8. please select from the list below. Please note that downloads are subject to our license agreement. Get Java Software on CD You can also choose to receive Java software on a CD through a free subscription service or a one-time purchase.Instructions 06/30/03 .com Choose Language To complete your download.com Consumer Support Linux (self-extracting file) . 9) .Instructions Windows (Offline Installation) .com/en/download/manual. use right-click to save this file to your computer.2 or Netscape 6.2.Instructions Macintosh (Apple Mac OS 9 & earlier) Instructions Solaris™ SPARC™ (32-bit) . -Java.Instructions Solaris™ SPARC™ (64-bit) .Instructions 06/30/03 . Windows (Installation) .Instructions Linux RPM (self-extracting file) .If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in.

Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.Download Java Software © Sun Microsystems.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:31:54] .java.com/en/download/manual.

with its well-known cup and steam. and information you want most. it's in PDAs and pagers. TVs. and Web sites.Learn about Java Technology.java. Overview Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. it's inside video games. handsets. It's one of the most widely recognized technology brands in the world! Look for it on games.jsp [13/03/2004 16:32:22] . Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. It's even in cars and on the planet Mars.com Choose Language Java technology is computer software that helps you get connected and makes being connected more exciting. Wherever you find the cup and steam.com/en/learn/index. The Java brand. It's embedded in 150 million mobile phones. and Web sites that are powered by Java technology. © Sun Microsystems. Java technology lets devices of all kinds run just about any kind of program. tools. giving you the cool games. you'll find Java technology and a great digital experience. It's preinstalled on personal computers. Java technology is everywhere. is also everywhere. Invented by Sun Microsystems in 1995.

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