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Apostila de Fisica EAD - Eletricidade, Magnetismo e Física Moderna

Apostila de Fisica EAD - Eletricidade, Magnetismo e Física Moderna

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade & Magnetismo

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 1

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Processos de Eletrização Condutores e Isolantes Força Eletrostática Exemplo Exercícios

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 2

Capitulo 2 - O CAMPO ELÉTRICO
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Ação a distancia Linhas de Força Campo de um Dipolo Elétrico Exemplo Exercícios

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html [13/03/2004 16:14:23] .br/tex/fis142/mod03/index.A Lei de Gauss Capítulo 3 Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Fluxo do Campo Elétrico A lei de Gauss A lei de Gauss e a Lei de Coulomb Campo de uma Carga Puntiforme Distribuição Esfericamente Simétrica Esfera Condutora Esfera Dielétrica Distribuição Linear Infinita Plano Infinito de Cargas Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .ufrgs.Eletricidade.Linha 2/2003 MEC .if.CAPES http://www. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 3 .

Eletricidade.POTENCIAL ELÉTRICO Conteúdo do Capitulo q q q q q q q Energia Potencial Potencial Potencial de uma carga puntiforme Potencial de um dipolo Potencial acelerador Gradiente de potencial Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:26] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 4 Capitulo 4 .Linha 2/2003 MEC .if.br/tex/fis142/mod04/index.CAPES http://www.ufrgs.

br/tex/fis142/mod05/index.ufrgs.html [13/03/2004 16:14:28] .Linha 2/2003 MEC .if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 5 Capítulo 5 CAPACITÂNCIA E CAPACITORES Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Componentes Elétricos & Eletrônicos Definições Capacitor de placas paralelas Capacitor cilindrico Capacitor esferico Associação de capacitores Capacitores com dielétricos Armazenando energia num campo elétrico Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.Eletricidade.

html [13/03/2004 16:14:30] .CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .CORRENTE & RESISTÊNCIA Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q Modelo Microscópico Corrente Elétrica Resistência.Eletricidade.ufrgs.br/tex/fis142/mod06/index. Resistividade e Conductividade Lei de Ohm Energia e Potencia Unidades no Sistema SI Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 6 Capítulo 6 .if.

CAPES http://www. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 7 Capítulo 7 .br/tex/fis142/mod07/index.CIRCUITOS ELÉTRICOS Conteúdo do Capítulo q q q q q q q Lei dos Nós & Lei das Malhas Lei das Malhas (Lei de Kirchhoff) Lei dos Nós Circuitos com mais de uma Malha Exemplo Circuito RC Série Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .if.Linha 2/2003 MEC .ufrgs.Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:33] .

Linha 2/2003 MEC .ufrgs.O CAMPO MAGNÉTICO Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q A força de Lorentz A descoberta do Eletrón O Efeito Hall Movimento de uma carga num Campo Magnético Força sobre uma Corrente Força sobre uma Espira de Corrente Unidades Exemplo 8.html [13/03/2004 16:14:35] .2 Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 8 Capítulo 8 .if.CAPES http://www.1 Exemplo 8.Eletricidade.br/tex/fis142/mod08/index.

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 9 Capítulo 9 .Eletricidade.Linha 2/2003 MEC .A LEI DE AMPÈRE Conteúdo do Capítulo q q q q q q q A Descoberta de Oersted Campo de um fio retilíneo infinito Cilindro Infinito Interação entre fios infinitos paralelos Campo de um Solenóide Exemplos Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:37] .ufrgs.if.br/tex/fis142/mod09/index.CAPES http://www.

if.ufrgs.A LEI DE FARADAY Conteúdo do Capítulo q q q Indução Eletromagnética Leis de Faraday e Lenz Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.Eletricidade. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 10 Capítulo 10 .html [13/03/2004 16:14:40] .br/tex/fis142/mod10/index.Linha 2/2003 MEC .

CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .br/tex/fis142/mod11/index.ufrgs.html [13/03/2004 16:14:42] .if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 11 Capítulo 11 -OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS Conteúdo do Capítulo q q q q q Indutância Indutância de um Solenóide Auto-indução Circuito RL Densidade de Energia em Campos Elétricos e Magnéticos Circuito LC Circuito RLC Freqüência Natural Exercícios q q q q Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.

br/tex/fis142/mod12/index. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 12 Capítulo 12 .CAPES http://www.ufrgs.html [13/03/2004 16:14:44] .Eletricidade.if.Linha 2/2003 MEC .EQUAÇÕES DE MAXWELL Conteúdo do Capítulo q q Equações de Maxwell Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .

http://www.java.com/en/download/windows_automatic.com Choose Language Windows Automated Downloads We encountered an issue while trying to automatically install Java™ software onto your machine. Most other issues can be resolved.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. You may not have the right system requirements to support Java software (see the box below). Java software was not installed properly. you may want to perform a manual download. System Requirements q Windows 98 (1st and 2nd edition) or Windows ME or Windows NT (service pack 6a) or Windows 2000 (service pack 3) or Windows XP Home or Windows XP Professional (service pack 1) q q q q q You'll also need Pentium 166MHz or faster with minimum 67MB free space a minimum of 32MB of RAM. Please consult the Help or FAQ sections for assistance. If the Java software has not begun downloading automatically. As a result.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .

java.Download Java Software © Sun Microsystems. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .com/en/download/windows_automatic.

br/ [13/03/2004 16:15:28] . assim como o re-envio dos dados de 2001 e 2002 é dia 31 de março de 2004. que os pagamentos referentes aos meses de Janeiro e Fevereiro/2004 já estão sendo regularizados. Confira o texto. Leia a íntegra da notícia. 13 de março de 2004 a INFORMAÇÕES Pró-Coleta Professor Está disponível o Pró-Coleta Professor 2. Entrevista de Candidatos a Bolsa de Doutorado no Exterior CAPES realiza a última etapa da seleção dos candidatos a bolsas de doutorado no exterior.capes. Trata-se de um ano de Avaliação que atribuirá conceitos e o cronograma já estabelecido para a realização do processo deve ser seguido. Comissão Mista Capes/CNPq Apresentação do Relatório Final (Sumário Executivo) CAPES ALERTA Programa PICDT Informamos aos bolsistas do Programa PICDT. no Brasil. Coleta de Dados A Diretoria de Avaliação informa que o prazo de entrega dos dados da Coleta relativos a 2003. Aplicativo A Coordenação de Acompanhamento e Avaliação disponibiliza a cartaconsulta sobre proposta de cursos de mestrado e doutorado.CAPES / MEC Sábado. POSSE Jorge Almeida Guimarães toma posse na presidência da Capes Programa de Qualificação Institucional .5. http://www. não havendo possibilidade de adiamento. Resolução CNE/CES 001/2001 alterada pela Resolução CNE/CES 24/2002. as atividades acadêmicas das instituições de ensino estrangeiras que não tenham sido reconhecidas pelo MEC.gov. São consideradas ilegais.PQI Acesse o formulário referente ao Relatório de Atividades Ciências Agrárias Acesse os critérios de avaliação para a grande área (2001-2003)e os critérios específicos para avaliação de cursos novos e programas de pósgraduação entre Instituição de Ensino Superior (IES) e Instituto de Pesquisa (IP). Mestrados e Doutorados sem validade. Novos prazos para solicitação de reconhecimento dos programas e necessidade de autorização do MEC para instalação de convênios entre IES brasileiras e estrangeiras que ofertem mestrados/doutorados associados são as novidades.

editor da página Molecular Expressions: Electricity and Magnetism Walter Fendt.Antes de Començar Informações Gerais q q Introdução Exigências de hardware e software Introdução O curso está formatado de acordo com a pedagogia construtivista. 2.html (1 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . Michael W.ufrgs. editor da página Physlets. convém observar os seguintes aspectos: 1. Exigências de Hardware http://www. que permitiram seu uso nas condições desta disciplina. O conteúdo é distribuído em 12 capítulos. Nestcape Navigator ou Microsoft Internet Explorer são os navegadores mais apropriados. seu navegador tem que suportar Java. Wolfgang Christian. Para as animações. Eles podem ser obtidos livremente na web.if. Para acessá-los.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. Davidson. Alguns objetos de aprendizagem foram extraidos ou adaptados dos seguintes autores. editor da página Java Applets on Physics Exigências de hardware e software Para maior eficiência. diriga-se ao sumário O conteúdo é explorado através de uma variedade de objetos de aprendizagem interativos. a partir de uma abordagem baseada na solução de problemas. Ao final apresenta-se uma lista de exercícios.

if. Monitor SVGA ou compatible.jsp.java.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01.ufrgs. Use este endereço http://www.com/en/download/windows_automatic. Resolução mínima de 800x600 (recomendado 1024x768) pixels.html (2 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . http://www.microsoft. Plugin de Java .nestcape.Applets http://www.0 ou superior). Microsoft Internet Explorer (Versão 4. Use este endereço http://www.Antes de Començar PC com procesador de 90 MHz ou superior.0 ou superior). 16 Mb RAM ou superior.com/ie/ para carregálo.com para carregá-lo.8 kbps ou superior Exigências de software Nestcape Navigator (Versão 4. Modem de 28.

download instructions. This book will soon be available in Spanish! For a discussion of how to use Physlets with Just-in-Time Teaching see the JiTT book. Examples from this article are available on the the Physlet Resource site. Send questions or comments about this site to Wolfgang Christian: wochristian@davidson. For an introduction to scripting see thee Physlet book. and Problems.Physlets Home Page Welcome to the Physlets resource page.html (1 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . Preview Physlet Physics. Physlets. You do not need to become a Java expert in order to use Physlets. The applet on the right is a Physlet. Explorations.edu/Applets/Applets. Exercises. Physlets run on the Mac using OS X Panther and the latest Safari browser. and example problems to help you use Physlets in your teaching. It simulates the relativistic and nonrelativistic Doppler effect. a book of ready to run Physlet-based Illustrations. Physics Applets. To learn more about Physlets you may want to: q q q q q q Attend a Physlet workshop. and Problems see the Physlet Physics book. The Physics Teacher recently contained a feature article describing the Optics Bench Physlet.edu http://webphysics.davidson. Search the Kaiserslautern Physlet database. are small flexible Java applets designed for science education. The links on the right contain tutorials. Sign up on the Physlet list-server. q For a CD containing over 800 ready to run Physlet-based Illustrations.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:16:09] .davidson.edu/Applets/Applets. < prev | List Sites | next > http://webphysics.Physlets Home Page Since 2/1/2001 This PIRA Webring site is owned by Wolfgang Christian.

point-detection.html (1 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .magnet. a diatom. ranging from simple magnifiers to complex compound microscopes. Excellent resolution. and contain useful numbers. materials research. Winners came from such fields as chemistry. Visit our Photo Gallery for an introductory selection of images covering just about everything from beer and ice cream to integrated circuits and ceramic superconductors. Köhler illumination.The Nikon Small World 2004 Calendar is printed in full color on 8.Olympus has thrown the doors open to a new era in optical microscopy education with the introduction of the MIC-D inverted digital microscope. We are going where no microscope has gone before by offering one of the Web's largest collections of color photographs taken through an optical microscope (commonly referred to as "photo-micro-graphs"). bright and crisp optics. nematode worms. coupled to an intuitive user interface and affordability are key characteristics of this state-of-the-art optical microscopy system. biology. Designed specifically for a wide spectrum of applications ranging The Galleries: Photo Gallery Silicon Zoo Pharmaceuticals Chip Shots Phytochemicals DNA Gallery Microscapes Vitamins Amino Acids Birthstones Religion Collection Pesticides BeerShots Cocktail Collection Screen Savers Win Wallpaper Mac Wallpaper Movie Gallery http://micro. and depth of field.7 Mbytes) .Download the latest PDF edition of Mortimer Abramowitz's renowned introduction to optical microscopy in full color. Olympus FluoView Laser Scanning Confocal Microscopy . plant hair cells. Powers of Ten . and biotechnology.The new Olympus FluoViewTM FV1000 is the latest in point-scanning. Winning entries included several images of rat and mouse brain cells. Purchase Nikon's Small World 2004 Calendar . The volume covers all of the important basic concepts. These photographs are available for licensing to commercial. Microscope: Basics and Beyond (50 pages. thin films. Explore the use of exponential notation to understand and compare the size of things in our world and the universe.Soar through space starting at 10 million light years away from the Milky Way down through to a single proton in Florida in decreasing powers of ten (orders of magnitude). and non-profit institutions. botany. muscle cells. objectives. confocal laser scanning microscopes designed for today's intensive and demanding biological research investigations. Numerous appendices review focusing of the microscope and oil immersion. eyepieces. Included in the calendar are the top 20 prize winners and thumbnail images from all of the 17 honorable mentions. The Olympus MIC-D Digital Microscope . formulas. aberration. 20. and high efficiency of excitation.5 x 11 semi-gloss paper and spiral bound for mounting on the wall. including illumination. and a short bibliography.fsu. private. a computer chip. This year's contest drew entrants from 46 countries. resolution. snowflakes. as well as from a diverse range of academic and professional disciplines. condensers. numerical aperture. and chemical crystals.Molecular Expressions: Images from the Microscope Galleria License Info Image Use Custom Photos Partners Site Info Contact Us Publications Home Welcome to the Molecular Expressions website featuring our acclaimed photo galleries that explore the fascinating world of optical microscopy.edu/index.

Many stereoscopic microscopes feature the ability to perform a continuous magnification change by means of a zoom lens system placed between the objective and the eyepieces. Specimens having a moderate degree of thickness (5 to 15 microns) will produce dramatically improved images with either confocal or deconvolution techniques.Molecular Expressions: Images from the Microscope from basic classroom instruction to more advanced laboratory analysis. contrast. No additional software is needed.We have teamed up with award-winning electron microscopist Dennis Kunkel to produce a virtual Scanning Electron Microscope (vSEM). which can be viewed in a specially designed Java client run through your Web browser at frame rates up to 18 frames/second. or amorphous. reflected light microscopy. Explore zoom magnification.The MicroscopyU website is designed to provide an educational forum for all aspects of optical microscopy. and are probably best-imaged using confocal techniques. Liquids have characteristics that fall in between gases and solids. Chemical Crystals . such as glass. Nikon MicroscopyU . and illumination intensity in stereoscopic microscopes with this interactive Flash tutorial.This virtual QX3 microscope is broadcasting images over the Web at 20 frames/second.edu/index. and microscopy of living cells. Gases consist of weakly bonded atoms and expand to fill any available space. you can http://micro. liquid. and photomicrography. differential interference contrast (DIC). digital imaging. gaseous. or solid. phase contrast. and magnification of microscopic creatures viewed at thousands of times their actual size. Solids are characterized by strong atomic bonding and have a rigid shape. Most are crystalline. focus. Scanning Electron Microscopy . Together with the scientists and programmers at Molecular Expressions. We invite you to explore MicroscopyU and discover more about the exciting world of optics and microscopy. lack this periodic arrangement and are noncrystalline. Burgers 'n Fries . Stereoscopic Zoom Microscopy . This cinemicrographic collection presents time-lapse movies of various chemical compounds as they change physical states. but don't try this unless you have a fast connection (10 Mbits/sec Ethernet or higher). Some.magnet. Visitors can adjust the focus. With this software.8K modems) Several methods have been developed to overcome the poor contrast inherent with imaging thick specimens in a conventional microscope. this versatile microscope features a palette of contrast enhancing techniques that rival many research-level instruments. Java-powered QX3 Computer Web Microscope . having a three-dimensional periodic atomic arrangement.Chemical compounds can exist in three basic phases.(approximately a 30 second download on 28. Nikon microscopists and engineers are providing the latest state-of-theart information in microscope optics and imaging technology including specialized techniques such as fluorescence.fsu. Discover how this delightful classic is just as beautiful as it is tasty. Laser Scanning Confocal Microscopy . The thickest specimens (20 microns and above) will suffer from a tremendous amount of extraneous light in out-of-focus regions.Join us for a microscopic examination of America's culinary favorite: the ubiquitous hamburger and French fries.html (2 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . This tutorial explores imaging specimens through serial z-axis optical sections utilizing a virtual confocal microscope.

Beneath the placid surface of any pond is a microscopic metropolis bustling with activity as tiny bizarre organisms pursue their lives. excreting. which allowed her to meld longtime interests in nature.Freshwater ponds provide a home for a wide variety of aquatic and semiaquatic plants.Although the human body contains over 75 trillion cells.fsu. Modderman received her first microscope by age 13 and has never lost her sense of wonder at the minute beauties available with this instrument. students. and animals. The vast majority of pond inhabitants. and parents.Featuring 3-D Studio Max drawings of ancient microscopes.Take a moment to visit our in-depth http://micro.This popular gallery features images of cartoon characters and other doodling placed onto computer chips by their designers. In this collection of digital movies. however. Loes initiated a series of chemical crystallization experiments.edu/index. Images were captured utilizing either a Nikon DXM 1200 digital camera. and perform time-lapse cinematography experiments. Museum of Microscopy . science. and optics. the fluorescence gallery contains a variety of examples using both specific fluorochrome stains and autofluorescence. Optics & You . Silicon Zoo . prisms. Pond Life . Activities are designed to promote the asking and answering of questions related to light. record movies. this unique gallery explores many of the historic microscopes made during the last four centuries.html (3 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . or classical photomicrography on film with Fujichrome Provia 35 millimeter transparency film. Fluorescence Microscopy Digital Image Gallery . Born in Amsterdam in 1944. art.Explore our science curriculum package being developed for teachers. color. and photography to form her abstract photomicrographs into a colorful celebration of form and structure.magnet. are invisible until viewed under the microscope.Featuring specimens collected from a wide spectrum of disciplines. The program begins with basic information about lenses. shadows. Science. Topics covered include CCD operation. Most cells are far too small to be seen with the naked eye and require the use of high-power optical and electron microscopes for careful examination. Cell and Virus Structure . Featured Microscopist . insects. an Optronics MagnaFire Peltier-cooled camera. the majority of life forms exist as single cells that perform all the functions necessary for independent existence. Intel Play QX3 Computer Microscope . image capture.Explore the basic concepts in digital imaging with our illustrated discussions and interactive tutorials. Concepts in Digital Imaging Technology . and color. locomoting.Our featured microscopist for Spring 2002 is noted Dutch photomicrographer Loes Modderman.Molecular Expressions: Images from the Microscope capture single digital images. Visit the gallery and download a copy of our Windows screen saver containing selected images of these beautiful microscopes. and reproducing. observe the activities of microscopic organisms taken from a typical North Florida pond. A wide spectrum of these photomicrographs are featured in this gallery. digital manipulation of images and a wide spectrum of other issues in this emerging field. Many years ago. leading up to the use of sophisticated instruments scientists use to help them understand the world. trying not to be eaten. eating.

geometric transformation. Intel Play QX3 Computer Microscope Simulator .A popular method of representing a train of propagating light waves involves the application of geometrical optics to determine the size and location of images formed by a lens or multi-lens system.18 microns with this interactive Java tutorial. color balance. convolution kernels. averaging.magnet. interactive microscope software.Explore the basic concepts of digital image processing applied to specimens captured in the microscope.html (4 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Reflected Light Confocal Microscopy . and binary digital images.Explore microscopy of integrated circuits using real-time confocal observations at a resolution of 0.Discover how the hardware and software of this amazing "toy" microscope work together to produce images that you can digitally manipulate with a personal computer. Techniques reviewed include contrast.A video signal is a recoverable train of electrical impulses generated by scanning a two-dimensional image produced by the optical train of a microscope. full-frame charged coupled devices (CCDs) feature high-density pixel arrays capable of producing digital images with the highest resolution currently available. Creative Photomicrography . These micrographs are intended to resemble surrealistic/alien landscapes. The aberration is manifested by the off-axis image of a specimen point appearing as a line or ellipse instead of a point. image sampling frequency. Astigmatism .edu/index.Explore the steps utilized in the construction of a charged coupled device (CCD) as a portion of an individual pixel gate is fabricated on a silicon wafer simultaneously with thousands or even millions of neighboring elements.fsu. Included topics are the QX3 hardware (microscope). 10 Best Interactive Java Tutorials Digital Image Processing Interactive Java Tutorials . suggested specialized techniques. however these artifacts are not as sensitive to aperture size and depend more strongly on the oblique angle of the light beam. we have succeeded in generating a series of unusual micrographs which we have termed microscapes. Full-Frame CCD Operation . The image is sequentially scanned in narrow strips and http://micro. noise reduction. histogram manipulation. filtering digital images.Astigmatism aberrations are similar to comatic aberrations.Molecular Expressions: Images from the Microscope discussion of this incredible toy microscope. Geometrical Construction of Ray Diagrams .By employing multiple exposure photomicrography. Building A Charged Coupled Device . compression. measurements. Explore how images are captured and transferred to serial output registers with this interactive Java tutorial. and digital image galleries from the QX3 microscope. This tutorial explores how two representative light rays can establish the parameters of an imaging scenario. Video Signal Generation . spatial resolution.Having the simplest architecture and being the easiest devices to build and operate.

This interactive tutorial explores the relationship between the microscope image. scan lines. and fold light through the pathways of both simple and sophisticated optical systems. Inexpensive CMOS image sensors are entering the field of optical microscopy in educational instruments that combine acceptable optical quality with user-friendly control and imaging software packages. The microscope drawing presented in the tutorial illustrates a cut-away diagram of the Olympus BX51 microscope equipped with a vertical illuminator and lamphouses for both diascopic (tungsten-halogen) and epi-fluorescence (mercury arc) light sources. or how to take photographs with a microscope. Airy Pattern Formation . Cut and ground to specific tolerances and exact angles. every point in the specimen is represented by an Airy diffraction pattern having a finite spread. These features generally include timing logic. Fluorescence Microscope Light Pathways . then visit our Microscopy Primer for a detailed discussion. Condenser Alignment .Molecular Expressions: Images from the Microscope combined to produce the final signal.edu/index. but converge together and interfere near the intermediate image plane to produce a three-dimensional Fraunhofer diffraction pattern. This occurs because light waves emitted from a point source are not focused into an infinitely small point by the objective.This tutorial demonstrates how the condenser is centered in the optical path and the size of the field diaphragm opening is determined when adjusting a microscope for proper Köhler illumination. white balance. how to set up a microscope. Introduction to Prisms and Beamsplitters . The images that result from careless manipulation are often severely degraded or otherwise compromised with respect to those that could be produced if the power and versatility of the digital processing software were correctly utilized. analog-todigital conversion. and initial image processing algorithms.Digital image processing enables the reversible. New Microscopy Primer Entries If you need information about optical microscopy.CMOS image sensors are designed with the ability to integrate a number of processing and control functions. directly onto the sensor integrated circuit. Sliders control illumination intensity and enable the visitor to select from a library of five fluorescence interference filter combinations that have excitation values ranging from the near ultraviolet to long-wavelength visible light. Basic Concepts in Digital Image Processing .html (5 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . prisms are polished blocks of glass or other http://micro.This interactive tutorial explores illumination pathways in the Olympus BX51 research-level upright microscope. Even though many image processing algorithms are extremely powerful. shuttering.magnet. reflect. which lie beyond the primary task of photon collection.fsu. split. virtually noise-free modification of an image in the form of a matrix of integers instead of the classical darkroom manipulations or filtration of timedependent voltages necessary for analog images and video signals.Prisms and beamsplitters are essential components that bend. exposure control. gain adjustment. the average user often applies operations to digital images without concern for the underlying principles behind these manipulations. and the video signal.When an image is formed in the focused image plane of an optical microscope. Introduction to CMOS Image Sensors .

fsu.In the optical microscope. separate polarization states. meaning that each image point at the intermediate plane is geometrically related to a corresponding point in the specimen. thus reducing the size of optical instruments. Many prism designs can perform more than one function.html (6 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . image formation occurs at the intermediate image plane through interference between direct light that has passed through the specimen unaltered and light diffracted by minute features present in the specimen. which often includes changing the line of sight and simultaneously shortening the optical path. A digital image is composed of a rectangular (or square) pixel array representing a series of intensity values and ordered through an organized (x.Stereomicroscopes have characteristics that are valuable in situations where three-dimensional observation and perception of depth and contrast is critical to the interpretation of specimen structure.magnet. Electronic Imaging Detectors .y) coordinate system. The wide field of view and variable magnification displayed by stereomicroscopes is also useful for construction of miniature industrial assemblies. with little possibility to move the head or the body.In order to view specimens and record data. which accurately record image data by several methods. The image produced by an objective lens is conjugate with the specimen. and in its great number of applications in many areas of current research interest. the elimination of image degrading out-of-focus information.Confocal microscopy offers several advantages over conventional optical microscopy. Stereomicroscopy . In order for a continuous-tone or analog image to be processed or displayed by a computer. the upper part of the body bent forward. Basic Properties of Digital Images . such as a sequence of electrical signal fluctuations or changes in the chemical nature of a film emulsion that vary continuously over all dimensions of the image. rotate or invert an image. including controllable depth of field. and the ability to collect serial optical sections from thick specimens. or with the wrists bent in an unnatural position. These instruments are also essential when micromanipulation of the specimen is required in a large and comfortable working space. This process applies to all images. the hand reaching high up for a focusing control. or disperse light into its component wavelengths. Introduction to Confocal Microscopy . Image Formation . regardless the origin and complexity. microscope operators must assume an unusual but exacting position. and whether they exist as black and white (grayscale) or full color. Basic Microscope Ergonomics . it must first be converted into a computer-readable form or digital format. due in part to the relative ease with which extremely high-quality images can be obtained from specimens prepared for conventional optical microscopy.edu/index. or for biological research that requires careful manipulation of delicate and sensitive living organisms. They are often forced to assume an awkward work posture such as the head bent over the eye tubes.Continuous-tone images are produced by analog optical and electronic devices.Molecular Expressions: Images from the Microscope transparent materials that can be employed to deflect or deviate a light beam.The range of light detection methods and the wide http://micro. The key to the confocal approach is the use of spatial filtering to eliminate out-of-focus light or flare in specimens that are thicker than the plane of focus. There has been a tremendous explosion in the popularity of confocal microscopy in recent years.

the silicon artwork signifies a pun on higher-end microprocessor clock systems that utilize a more complex feature set. Best of the Silicon Zoo Flying Osprey .A Hewlett-Packard design team headed by Howard Hilton in Lake Stevens. dirt and debris.Molecular Expressions: Images from the Microscope variety of imaging devices currently available to the microscopist make the selection process difficult and often confusing.magnet. Multiphoton Excitation Microscopy . The device was engineered to allow the entire iris to move off-center in a horizontal plane so that closing the circular diaphragm opening would result in moving the zeroth order to the periphery of the objective rear focal plane. Troubleshooting Classical and Digital Photomicrography . Housed near the clock circuitry on the chip. three-dimensional images of specimens tagged with highly specific fluorophores. The Con Artist . can be accomplished by a variety of techniques with a simple transmitted optical microscope.A silicon version of the famous game character was photographed gobbling the initials GAAS (gallium arsenide) on a TEMIC Semiconductors silicongermanium radio frequency integrated circuit. Perhaps the easiest methods are to offset a partially closed condenser iris diaphragm or the image of the light source.We found this guy in a trench coat trying to hock some fake Rolex watches (that are probably "hot") on a Hewlett-Packard PA-RISC microprocessor. who also loaned the 4-inch wafer (made by a 1980s-era semiconductor company named Trilogy) from which the image is derived.The silicon version of Snoopy illustrated in this section was discovered by Richard Piotter of New Ulm. New digital technologies are producing higher resolution micrographs.html (7 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . and processing mistakes.Multiphoton fluorescence microscopy is a powerful research tool that combines the advanced optical techniques of laser scanning microscopy with long wavelength multiphoton fluorescence excitation to capture high-resolution.Photography through the microscope is undergoing a transition from film to digital imaging. which has been employed to enhance specimen visibility since the dawn of microscopy. Pac-Man . film choice. some microscopes were equipped with a condenser having a decenterable aperture iris diaphragm. but the quality still falls short of that obtainable with film. Oblique or Anaxial Illumination .fsu.Achieving conditions necessary for oblique illumination. Minnesota. aberration. followed by errors in filter selection. the entire diaphragm was rotatable around the axis of the microscope so that oblique light could be directed toward the specimen from any azimuth to achieve the best desired effect for a given specimen. http://micro. In former years. Snoopy . Washington was responsible for placing what is perhaps the World's smallest rendition of an osprey on a decimation filter integrated circuit utilized in signal analyzer instruments.edu/index. This discussion is intended to aid in understanding the basics of light detection and to provide a guide for selecting a suitable detector for specific applications in optical microscopy. In advanced models. Microscope configuration errors represent the greatest obstacle to quality photomicrographs.

Digital imaging with fluorescence microscopy is becoming a powerful tool to assist scientists in understanding the complex process of mitosis on both a structural and functional level. This. the Linux Penguin . background. a phenomenon observed in all higher eukaryotes. coupled with cytokinesis (division of the cytoplasm). Images produced with brightfield illumination appear dark and/or highly colored against a bright. The Chip Smurf . New Photo Gallery Entries Observing Mitosis with Fluorescence Microscopy . Thor: God of Thunder . http://micro.This famous Star Trek icon was discovered on a Texas Instruments bipolar logic integrated circuit. The Stay Puft Marshmallow Man .Mitosis.Coming to you from "GhostBusters". this 750 micron Pepsi commercial was discovered on a Hewlett-Packard CPU-support chip.Brightfield illumination has been one of the most widely used observation modes in optical microscopy for the past 300 years.Simpson's cartoon character Milhouse was spotted on a Silicon Image Sil154CT64 digital transmitter integrated circuit.An orange silicon Smurf is pulling a wagon containing the copyright symbol around the pad ring on a Siemens integrated circuit of unknown function. stained specimens or other kinds of samples that naturally absorb significant amounts of visible light. Brightfield Microscopy Digital Image Gallery . the Stay Puft Marshmallow Man was cooked in a frying pan within the circuitry of a Weitek math coprocessor designed in 1988.html (8 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Godzilla .magnet.Tux is nesting within the pad ring on an integrated circuit of unknown function (perhaps the latest new microprocessor designed to run the Linux operating system). Tux. this image was discovered on a Hewlett-Packard graphics chip. often light gray or white.This mythical Japanese creature was discovered lurking on a pad within the Silicon Graphics MIPS R10000 microprocessor (this chip is sure crowded with silicon creatures).Perhaps the smallest soft drink advertisement ever created.fsu. is the mechanism that allows the nuclei of cells to split and provide each daughter cell with a complete set of chromosomes during cellular division.Molecular Expressions: Images from the Microscope Milhouse Van Houten .Probably the best silicon artwork we have yet seen.An intricate bitmap-like pattern of vias (interconnect shafts) was used to construct this incredible likeness of a Rolex wristwatch. This digital image gallery explores a variety of stained specimens captured with an Olympus BX51 microscope coupled to a 12-bit QImaging Retiga camera system. occurs in all multicellular plants and animals to permit growth of the organism. The Pepsi Generation .edu/index. The Rolex . Starship USS Enterprise . The technique is best suited for utilization with fixed.

tissues. hairs. and entire organisms. fibers.DNA undergoes a number of liquid crystalline phase transitions both in vitro and in vivo. in this Java-powered image gallery. Intel Play QX3 Microscope Galleries . Explore the beautiful crystalline patterns displayed by phytochemicals captured in polarized light.Molecular Expressions: Images from the Microscope Polarized Light Microscopy Digital Image Gallery . particles.fsu. Dinosaur Bones . Darkfield Microscopy Gallery .Acclaimed by Newsweek as being "better than Vitamins". phase contrast illumination allows scientists to see details in unstained and/or living objects with great clarity and resolution. transparent specimens are excellent candidates for imaging with classical differential interference (DIC) microscopy techniques over a relatively narrow range (plus or minus one-quarter wavelength) of bias retardation.By "converting" phase objects such as living material into amplitude specimens. including tissue culture cells. and a wide variety of other specimens. The Phytochemical Collection . The digital images presented in this gallery represent a wide spectrum of specimens. which vary from unstained cells. polarized light microscopy is unsurpassed in the magnificent array of colors and beautiful textures generated through interference between orthogonal wavefronts at the analyzer. and whole organisms to both lightly and heavily stained thin and thick sections. thin and thick sections. This gallery explores the microscopic textures exhibited by various liquid crystalline DNA phases and their transition states. chemical crystals. In addition.Thin unstained. Hoffman Modulation Contrast Gallery .magnet. darkfield. Visit this gallery to observe how polarized light can be of advantage in the observation of specimens that would otherwise exhibit poor contrast and be difficult to distinguish from the background. The DNA Gallery . Explore the wide spectrum of biological specimens presented in this gallery of digital images. Phase Contrast Gallery . brightfield.html (9 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . and Rheinberg illumination.The modulation contrast technique takes advantage of optical phase gradients to yield a pseudo three-dimensional effect on images seen in the microscope. polarized light can be employed for both quantitative as well as qualitative investigations. bones. phytochemicals are blazing a new frontier in the arena of cancerprevention research. Confocal Microscopy Digital Image Gallery . Differential Interference Contrast Digital Image Gallery .As a contrast-enhancing optical technique.Scroll through serial optical sections from a wide variety of specimens. Useful for observation of mineral thin sections.Check out digital images captured with this incredible microscope using contrast enhancing techniques such as polarized light. several specimens exhibiting birefringent character are included to demonstrate the kaleidoscopic display of color that arises when anisotropic substances are imaged with this technique. polymers.edu/index. http://micro.Photographs of thin sections made from bones left behind by dinosaurs that have been extinct for over 70 million years.Darkfield illumination provides good contrast for specimens that are often lacking in sufficient detail using other illumination techniques.

or applets may be reproduced or used in any manner without permission from the copyright holders. interactive Java tutorials.Explore how an individual Field Effect (FET) transistor is fabricated on a silicon wafer simultaneously with millions of its neighbors. and come in two forms: destructive and non-destructive. In the upcoming weeks and months. Building A Transistor . 2004 at 09:44 AM Access Count Since September 12. graphics.magnet. scripts. This applet demonstrates how a non-destructive short pulse magnet works.html (10 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Mar 04. This website is maintained by our Graphics & Web Programming Team in collaboration with Optical Microscopy at the National High Magnetic Field Laboratory. © 1995-2004 by Michael W.Visit our interactive tutorials on electricity and magnetism to explore how these two forces of nature operate in our everyday lives. Electrophoresis . Chip Shots and new entries for the image collections on our website so please come back from time to time and check out our new additions.This tutorial explores how a laser beam is focused onto the surface of a spinning compact disc.Pulsed magnets are among the strongest magnets in the world. Pulsed Magnets .edu/index. and shows the relative field strengths generated. nondestructive magnets are more suited towards scientific research. and how variations between pits and lands on the disc surface affect how light is either scattered by the disc surface or reflected back into a detector.Molecular Expressions: Images from the Microscope Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials . Of these two. software. Davidson and The Florida State University. 1995: 3011717 Microscopes provided by: http://micro.fsu. All Rights Reserved. Last modification: Thursday. How a Compact Disc Works . Silicon Zoo artwork. No images.Explore how electrical potential can cause migration and separation of macromolecules according to size in a cross-linked gel. Use of this website means you agree to all of the Legal Terms and Conditions set forth by the owners. as they can reach some of the highest magnetic fields experimentally possible. BACK TO THE TOP Questions or comments? Send us an email. we will be adding more galleries.

magnet.Molecular Expressions: Images from the Microscope http://micro.edu/index.html (11 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .fsu.

01/18/2003 Resultant of Forces (Addition of Vectors) 11/02/1998 .de/ph11e (Java 1. 41 applets.01/18/2003 02/24/1999 .01/18/2003 11/04/1997 .walter-fendt.4) is installed on your computer.01/18/2003 05/30/2003 .de/ph14e applets. 46 English version www.07/01/2003 03/24/1998 .4) Java Applets on Physics Walter Fendt (Java 1.walter-fendt.01/18/2003 11/02/1997 .01/18/2003 09/13/2000 .01/18/2003 03/25/2000 .4. Mechanics Motion with Constant Acceleration Equilibrium of Three Forces Resolution of a Force into Components Pulley System Lever Principle Inclined Plane Newton's Second Law Experiment Projectile Motion Elastic and Inelastic Collision Newton's Cradle Carousel (Centripetal Force) Kepler's First Law http://www.1. 2004-0311) www.01/18/2003 . Download is possible from Sun Microsystems.walter-fendt. especially for Internet Explorer version 6: The applets will only work if a Java runtime environment (version 1.de/ph14e/ (1 de 3) [13/03/2004 16:17:14] 11/02/2000 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 03/10/1999 .01/18/2003 03/11/2000 .01/18/2003 11/07/1998 . 2002-12-27) Download Important notice.01/18/2003 12/23/1997 .

walter-fendt.01/18/2003 Optics Refraction of Light Reflection and Refraction of Light Waves (Explanation by Huygens' Principle) Refracting Astronomical Telescope Interference of Light at a Double Slit 12/20/1997 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 Electrodynamics Magnetic Field of a Bar Magnet Lorentz Force Direct Current Electrical Motor Generator Ohm's Law Combinations of Resistors Simple AC Circuits Electromagnetic Oscillating Circuit Electromagnetic Wave 04/20/2001 .01/18/2003 Standing Wave (Explanation by Superposition with the Reflected New! (11/02/2003) Wave) Standing Longitudinal Waves Interference of two Circular or Spherical Waves Doppler Effect 06/08/1998 .01/18/2003 09/11/1998 .01/18/2003 02/25/1998 .01/18/2003 04/19/1998 .01/18/2003 12/08/1999 .01/18/2003 07/05/1998 .01/18/2003 10/07/2003 .01/18/2003 02/03/1999 .01/18/2003 11/29/1997 .01/18/2003 11/23/1997 .01/18/2003 10/21/2001 .11/01/2003 http://www.01/18/2003 Magnetic Field of a Straight Current-Carrying Wire 09/18/2000 .01/18/2003 09/20/1999 .07/04/2003 06/13/1998 .01/18/2003 05/24/1998 .4) Kepler's Second Law Hydrostatic Pressure in Liquids Buoyant Force in Liquids 04/04/2000 .11/01/2003 03/08/2000 .de/ph14e/ (2 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .11/27/2003 09/11/2002 .01/18/2003 03/05/1998 .01/18/2003 05/22/1999 .01/18/2003 06/01/1998 .01/18/2003 Oscillations and Waves Simple Pendulum Spring Pendulum Coupled Pendula Forced Oscillations (Resonance) Beats 05/21/1998 .01/18/2003 05/08/1998 .

01/18/2003 Nuclear Physics Radioactive Decay Series 07/20/1998 .4) Diffraction of Light by a Single Slit 10/11/2003 .de/ph14e/ (3 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 Bohr's Theory of the Hydrogen Atom 05/30/1999 .01/18/2003 Theory of Relativity Time Dilation 11/15/1997 . March 11.01/18/2003 Walter Fendt.Java Applets on Physics (Java 1.walter-fendt. 2004 Mathematics Applets Astronomy Applets Homepage E-Mail Copyright Awards and Links http://www.01/18/2003 Law of Radioactive Decay 07/16/1998 .11/01/2003 Thermodynamics Special Processes of an Ideal Gas 12/25/1999 .01/18/2003 Physics of Atoms Photoelectric Effect 02/20/2000 .

com/ie/ The Internet Explorer home page has moved to www.com/ie/ [13/03/2004 16:17:18] .microsoft.http://www.microsoft. Please update your Favorites.htm.com/windows/ie/default. http://www.microsoft.

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1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO
Essencialmente, existem dois tipos de portadores de carga elétrica: prótons (+) e elétrons(-). Em condições de equilíbrio, qualquer material é eletricamente neutro, contendo igual número de prótons e elétrons. Um material é eletricamente positivo quando tem excesso de prótons, ou falta de elétrons. Da mesma forma, ele será negativamente carregado se tiver um excesso de elétrons. Um material pode ser eletrizado através de dois processos:
r r

Eletrização por atrito Eletrização por indução

Eletrização por atrito ocorre quando materiais não condutores são atritados uns contra outros. Nesse processo, um dos materiais perde elétrons e outro ganha, de modo que um tipo de material fica positivo e outro fica negativo. Uma experiência simples consiste em carregar um pente passando-o várias vezes no cabelo. A comprovação de que ele ficou carregado é obtida atraindo-se pequenas partículas, por exemplo, de pó de giz. A figura ilustra as etapas essenciais do processo de eletrização por indução. Na
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

ilustração, tem-se inicialmente um corpo carregado e outro descarregado ( para que o processo seja factível, este corpo deve ser condutor). A aproximação do corpo positivamente carregado atrai as cargas negativas do corpo eletricamente neutro. A extremidade próxima ao corpo carregado fica negativa, enquanto a extremidade oposta fica positiva. Mantendo-se o corpo carregado próximo, ligase o corpo eletricamente neutro à terra. Elétrons subirão da terra para neutralizar o “excesso” de carga positiva. Cortando-se a ligação à terra, obtém-se um corpo negativamente carregado.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

http://www.if. Ao contrário. seria melhor dizer que um dielétrico quase não conduz a eletricidade. Na verdade.3 A LEI DE COULOMB Capitulo 1. Assim. Como os nomes sugerem.html [13/03/2004 16:18:17] . quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material dielétrico. quando esta carga é colocada num condutor. que um dielétrico é diferente de um condutor porque este tem elétrons livres.A LEI DE COULOMB Condutores e Isolantes No contexto do eletromagnetismo. Há circunstâncias (veremos mais tarde) em que ele também conduz.1. Para o momento. vamos nos deter apenas nos condutores e nos dielétricos. um material condutor tem facilidade para conduzir a eletricidade. ela permanece no local em que foi colocada.ufrgs. podemos classificar os materiais em: r r r r Condutores Isolantes (ou dielétricos) Semicondutores Supercondutores.br/tex/fis142/mod01/m_s02. ela tenderá a se distribuir até que o campo no interior do material seja nulo. que se encarregam de conduzir a eletricidade. Podemos dizer. numa linguagem bastante simples. enquanto um dielétrico não conduz a eletricidade.

experimentalmente. Podemos fazer outra simplificação.ufrgs. Coulomb descobriu. denominada permissividade elétrica no vácuo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . vê-se duas cargas elétricas. http://www.85x10-12 C2/Nm2.99x109 Nm2/C2 é uma constante que tem essa forma para atender necessidades de ajustes dimensionais e para simplificar as equações de Maxwell.1. +e+ +e-e- No aplicativo acima.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 1 . considerando apenas as cargas estacionárias. Esta abordagem pode ser simplificada desprezando-se a atração gravitacional frente à interação eletromagnética. ε0=8. podemos dizer que dois corpos eletrizados interagem através da atração gravitacional e da interação eletromagnética. Na maioria dos casos tratados aqui essa é uma boa aproximação.1) onde =8.A LEI DE COULOMB FORÇA ELETROSTÁTICA Numa abordagem bastante geral.br/tex/fis142/mod01/m_s03. é uma constante muito importante no eletromagnetismo. Eletrostática é esta área do eletromagnetismo que aborda interações entre cargas estacionárias ou quase estacionárias. que a força entre cargas q1 e q2 é dada por: (1.if.

e movimente a outra ao longo do eixo dos x's.1. na barra amarela que fica na parte de baixo da moldura. o valor das coordenadas e da força. Faça o gráfico de F versus a distância entre as cargas.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB 1) Altere os sinais das cargas e observe os sentidos das forças de interação eletrostática.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . 3) Fixe uma das cargas. Use pelo menos 10 pontos para fazer gráfico. 4) Você consegue explicar porquê foi sugerido que a carga se movimentasse ao longo dos eixo dos x's? http://www.ufrgs. 2) Clique sobre uma carga e veja.br/tex/fis142/mod01/m_s03.

q. o http://www. Pelo princípio da superposição. conforme figura acima. Vamos tomar a primeira providência. tem-se F1=F2=kq2/r2.ufrgs.3. e que Q1=Q2=Q=q. A figura 1. válida em quase todos os problemas de física: fazer um desenho que represente o enunciado.2 é a expressão gráfica do enunciado acima.A LEI DE COULOMB EXEMPLO 1. Portanto.4 EXEMPLO 1. Por simetria chega-se à conclusão que a força resultante sobre a terceira carga tem a direção do eixo x.if. Calcule a força dessas duas cargas sobre uma terceira carga.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:24] .1 Duas cargas positivas puntiformes. são colocadas no eixo dos y. . Q1 e Q2. nos pontos y=+a e y=-a.br/tex/fis142/mod01/m_s04. colocada no eixo dos x. Tendo em conta as posições das cargas.1 Capitulo 1 .

4 EXEMPLO 1. Tente descobrir onde está o equívoco.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . obtém- se um resultado positivo.ufrgs.3. em aparente contradição com os apontamentos ao lado.1 módulo da força resultante será Mostre que a força resultante é máxima no ponto Substituindo o valor negativo de x na expressão . http://www.br/tex/fis142/mod01/m_s04.if. .

na figura 1.2 Considerando.06kq2/a2. 7x10-10 C. As partículas têm massas iguais a 7.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .: 1. Quais são: (a) a aceleração da segunda partícula? (b) O módulo da carga comum? R.A LEI DE COULOMB Exercicios. são largadas a partir do repouso.3 http://www.1 Duas partículas igualmente carregadas.: 900 m/s2. Figura 1.94kq2/a2. Pergunta 2 q 1. com um afastamento de 3x10-3 m entre elas.4x10-7 kg. 0. q=2x10-6 C e a=10 cm.if.3.br/tex/fis142/mod01/m_ex.6 Exercicios Capitulo 1 . e a aceleração inicial da primeira partícula é de 700 m/s2. Pergunta 1 q 1.ufrgs. As cargas estão em repouso absoluto.0x10-7 kg e 5. R.1. determine as componentes horizontais e verticais da força resultante que atua na carga –q (canto superior direito).

ufrgs. +q e +9q. o módulo e o sinal da terceira carga. R. Pergunta 4 q 1.6 Exercicios Pergunta 3 q 1. (b) Mostre que o equilíbrio é instável.if. de modo que a repulsão coulombiana seja máxima.1. para que esta força seja igual 9x10-9 N.: 1Å http://www. o módulo e o sinal de uma carga colocada no interior do triângulo.5 Uma carga Q igual a 2x10-19 C é dividida em duas. Uma terceira carga é colocada de tal modo que todo o sistema fica em equilíbrio. R.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .br/tex/fis142/mod01/m_ex.3 Duas cargas pontuais livres. R. colocada entre as cargas +q e +9q. de modo que o sistema fique em equilíbrio. estão afastadas por uma distância d. a uma distância a partir do vértice.: Carga –9q/16. Pergunta 5 q 1.: Carga colocada na bissetriz. Determine a posição. a uma distância d/4 a partir da carga +q. (Q-q) e q. Calcule a distância que uma deve ficar da outra. (a) Determine a posição.4 Cargas iguais a +Q são colocadas nos vértices de um triângulo equilátero de lado L.

calcule a fração dos elétrons totais da esfera que corresponde ao valor encontrado em (a).1.: 1010 elétrons.6x10-9 C? (b) Supondo que a esfera seja de cobre. 1/1014.11 g.br/tex/fis142/mod01/m_ex. e tenha massa igual a 3. conforme ilustra a figura 1.4 Pergunta 7 q 1.ufrgs. R.6 Duas cargas pontuais idênticas.6 Exercicios Pergunta 6 q 1. para deixá-la com carga igual a +1. mostre que Figura 1.7 (a) Quantos elétrons deverão ser removidos de uma pequena esfera. Considerando o ângulo θ tão pequeno de modo que seja válida a aproximação . estão suspensas por fios não condutores de comprimento L.if. de massa m e carga q. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .4.

quando Faraday introduziu a idéia de campo. Compare este gráfico "experimental" com um teórico. a carga líquida na distribuição é positiva. o campo é assim definido (2.O CAMPO ELÉTRICO Ação a Distancia A força coulombiana. desde Newton até meados do século passado. Uma carga de prova (vermelha) pode ser usada para se determinar o valor de E em qualquer ponto no interior da moldura. De acordo com o conceito de campo. Faça um gráfico de E versus x. logo. são interações à distância.1) onde a carga de prova. Operacionalmente. obtido com o uso da eq.html [13/03/2004 16:18:32] . Coloque o cursor sobre a carga e veja o valor de E. Use uma dessas medidas e determine o valor da carga líquida da distribuição. a configuração de campo elétrico criado por uma certa distribuição de carga.br/tex/fis142/mod02/m_s01. q0. Isto é. assim como a força gravitacional. um conceito mal compreendido. para se conhecer o valor do campo elétrico em determinado ponto. Tente colocar a carga de prova em vários pontos com y=0 (aproximadamente igual a zero) e diferentes valores de x.2 Ação a Distancia Capitulo 2 .1. é tão pequena quanto possível. a interação entre duas cargas.if. O valor é positivo.ufrgs.2. Q1 e Q2. ocorre através da ação do campo de uma delas sobre a outra. http://www.2. basta colocar uma carga de prova naquele ponto e dividir a força medida pelo valor da carga. Apresenta-se nesta simulação.

http://www. Coloque as esferas em diferentes posições. o valor do campo é determinado pelo número de linhas por unidade de área transversal. basta colocar o apontador do mouse sobre a carga e arrastá-la para o ponto desejado. maior a intensidade do campo. Ordene as esferas de acordo com o módulo das suas cargas. Quanto maior a densidade de linhas de campo. são visualizadas as linhas de campo de quatro esferas carregadas.ufrgs. No aplicativo ao lado. no caso do campo magnético: (1) colocar um ímã sob uma cartolina. r Uma forma bastante simples para visualizar linhas de campo.O CAMPO ELÉTRICO LINHAS DE FORÇA Com a introdução do conceito de campo. Faraday propôs o conceito de linhas de força. determina-se o outro. de modo que conhecendo-se um.if. (2) espalhar limalha de ferro sobre a cartolina. e determine o sinal da carga de cada uma. entre no teleduc e tente tirá-la com o professor ou com algum colega.br/tex/fis142/mod02/m_s02. Existe uma bem definida relação entre campo e linhas de força.1. a direção do campo é determinada pela tangente à linha de força.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . logo surgiu a dúvida sobre como ele se apresentava no espaço. Em cada ponto do espaço. Se tiver dúvida. r Em cada ponto do espaço. As esferas podem ser colocadas em qualquer ponto do espaço definido pela moldura.2 LINHAS DE FORÇA Capitulo 2.

e tente justificar por quê a carga de prova tem que ser "tão pequena quanto possível".1.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . http://www. A carga à direita pode ser positiva ou negativa. e tente descrever o que acontece com as linhas de campo.br/tex/fis142/mod02/m_s02. Quando o cursor da barra de controle está na extremidade direita.2 LINHAS DE FORÇA No aplicativo ao lado. utilizamos uma carga de prova. de uma extremidade à outra. vê-se duas cargas. Isto significa que ela serve para se avaliar as linhas de campo da outra carga.ufrgs. Para se introduzir o conceito de campo elétrico no início deste capítulo. "tão pequena quanto possível". DICA: a carga de prova serve para a medida do campo elétrico da outra carga. e tem seu valor ajustado através da barra de controle. e quando está na extremidade esquerda a carga é próxima de zero. A carga à esquerda é positiva e tem valor fixo. Use o experimento que você acabou de fazer. Movimente o cursor. a carga é máxima. e as linhas de campo (outra denominação também usada para linhas de força) da configuração.if.

3) Dipolo elétrico é uma configuração muito importante para o tema que estamos tratando.if.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Capitulo 2 . eq.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .br/tex/fis142/mod02/m_s03.2) Portanto.2. a uma distância r da primeira. (2.ufrgs. q. Consiste de um par de cargas de mesmo valor e sinais contrários.1). e uma carga de prova.O CAMPO ELÉTRICO CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Dada uma carga puntiforme. Figura 2. separadas por uma distância d. q0. tem-se o campo de uma carga puntiforme (2. tem-se (2. pela definição de campo.1 http://www.

Para facilitar a tarefa. E=+1 e Q=1 C. mas pode ter o sentido + ou .if. sobre um dipolo elétrico. Vários parâmetros podem ser alterados pelo usuário. (2. Os vetores azuis sobre cada carga representam as forças sobre elas. como deve ser no caso de um dipolo. O campo elétrico é sempre na direção y. analise as forças sobre as cargas.2. A carga verde é positiva. coloque teta=0. Tecle no botão "iniciar" e observe o movimento do dipolo.ufrgs. Teta = 0 Ey = +1 E(.4).3) e mostre que o campo do dipolo. além disso. onde p=qd é o momento de dipolo elétrico do dipolo. A carga pode assumir qualquer valor.br/tex/fis142/mod02/m_s03. Use a eq.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . Teta é o ângulo entre a mediatriz do dipolo e a direção do campo elétrico. +=acima) Q (verde = "+" vermelho = "-") = 1 C Atualizar valores Iniciar < <1 passo Pausa Reset 1 passo > > Esta simulação permite analisar o efeito de um campo elétrico uniforme. Inicialmente. Tente explicar o movimento. e leve em conta http://www.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Pelo princípio da superposição. e a vermelha. seu módulo pode assumir qualquer valor. faça o seguinte: Clique no botão "pausa" quando o dipolo estiver em diferentes posições. representado pelas linhas de força verticais (verdes). x»d. é negativa. é dado por (2.= abaixo. Ambas têm o mesmo valor. num ponto da sua mediatriz.

Faça uma descrição o mais detalhada possível do movimento e coloque no seu "portfólio". E e Q.ufrgs.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO a energia cinética adquirida por cada carga.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .br/tex/fis142/mod02/m_s03.2. clicando nos botões "1 passo>>" e "<<1 passo". passo a passo. http://www. analise o movimento para diferentes valores de teta. Examine o movimento do dipolo. Depois.

e tangencia a borda da placa inferior ao sair.2. e seu sentido é para cima. Ao invés da aceleração da gravidade. g.1 Capitulo 2.2 O movimento do elétron é semelhante ao de um projétil lançado no campo gravitacional. Ao invés do peso.ufrgs.4 EXEMPLO 2.1 Um elétron é lançado horizontalmente com uma velocidade V0. Figura 2. A direção do campo é vertical. Do que sabemos sobre lançamento de projétil (ver cálculo ao lado). tem-se a aceleração a=eE/m.2. em um campo uniforme entre as placas paralelas da figura 2.if. determine o valor do campo elétrico.O CAMPO ELÉTRICO EXEMPLO 2. Supondo que o elétron penetra no campo em um ponto eqüidistante das placas. tem-se sobre o elétron a força Coulombiana F=eE.html [13/03/2004 16:18:43] . conclui-se que http://www.br/tex/fis142/mod02/m_s04.

3 as cargas estão fixas nos vértices de um triângulo equilátero.1 Um elétron é solto a partir do repouso. para os quais o campo elétrico total no ponto P (encontro das bissetrizes) será nulo. calcule a aceleração do elétron.1x10-7 N/C.2 Quais são o módulo e a direção do campo elétrico que equilibrará o peso de uma partícula α (2 prótons e 2 nêutrons)? R. R.: 2. http://www.O CAMPO ELÉTRICO Exercicios. Ignorando o efeito da gravidade.78x1014 m/s2 Pergunta 2 q 2. Pergunta 3 q 2.: 8. Determine o módulo e o sinal da carga Q. Pergunta 1 q 2.1.br/tex/fis142/mod02/m_ex. num campo elétrico uniforme de módulo igual a 5x103 N/C.: 2. R. de baixo para cima.ufrgs.3 Na figura 2.0 µC.html (1 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .if.6 Exercicios Capitulo 2 .

–3q e +q. Localize o(s) ponto(s) onde o campo elétrico é nulo. considerando que 300 Å>>d.ufrgs. direção e sentido) sobre um elétron colocado no eixo do dipolo.6 Considere positivas as cargas na figura 2.3 Pergunta 4 q 2. http://www.: 1.: 1. Mostre que o campo elétrico num ponto situado ao longo do eixo que une as cargas.36d.html (2 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .br/tex/fis142/mod02/m_ex. Pergunta 5 q 2.if. vale .6 Exercicios Figura 2.06x10-15 N.4 Duas cargas. R. à direita da carga +q. do ponto médio entre elas. R. Faça um desenho representando este dipolo e calcule sua força (módulo. distando x (x>>d).m. Pergunta 6 q 2.1. a uma distância de 300 Å do seu centro.5 Considere um dipolo elétrico com momento igual a 2x10-29 C.4. são fixas e separadas por uma distância d.

Despreze o efeito da gravidade. com velocidade 5x105 m/s. Figura 2. E=3x104 N/C. O campo elétrico uniforme existente entre as placas tem uma intensidade de http://www.5 Pergunta 8 q 2.6 um elétron é projetado ao longo do eixo que passa no meio entre as placas de um tubo de raios catódicos.1 Pergunta 7 q 2.1.6 Exercicios Figura 2. com velocidade inicial de 2 x 1017 m/s. determine a trajetória do próton até que ele atinja uma das placas.: 4.6x10-8 s depois de lançado.if. ou saia da região sem atingi-las.br/tex/fis142/mod02/m_ex. o próton atinge a placa superior.99 cm do início da placa. O ponto do choque dista 1.html (3 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .7 Um próton é projetado na direção indicada na figura 2. Considerando θ=30o. d=2 cm e L=15 cm.8 Na figura 2.ufrgs.5. R.

o elétron se move no instante em que está saindo das placas? (c) A que distância.6 Exercicios 20000 N/C e está orientado para cima.if.9x10-22 Figura 2. o elétron atingirá a tela fluorescente S? R. em relação ao eixo.br/tex/fis142/mod02/m_ex.6 http://www.:(a) 7x10-23 m. (a) De quanto o elétron se afastará do eixo quando ele chegar ao fim das placas? (b) A que ângulo. abaixo do eixo.html (4 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . igual a zero!. (c)4.1.ufrgs. (b)θ aprox.

Qualquer que seja o caso. http://www. Quanto maior o número de carros por minuto. maior o fluxo. o proprietário de uma loja mede a sua clientela pela quantidade de gente que passa pela porta de entrada.ufrgs. Pronto. porque em geral o valor de E varia ao longo da superfície. veremos facilmente que o fluxo depende da quantidade daquilo que flui e da área através da qual passa o "fluido".br/tex/fis142/mod03/m_s01. já introduzimos o conceito de fluxo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:50] . Da mesma forma.3. de modo que E seja constante nessa área infinitesimal. Quem ouve rádio no verão em Porto Alegre está a todo momento sendo informado que passam tantos carros por minuto no posto da Polícia Federal da auto-estrada. cuja direção é perpendicular à área e cujo módulo é igual à área. quanto maior o número de clientes ou quanto maior a porta de entrada.if. maior será o fluxo de clientes para o interior da loja. e nem sempre esta é perpendicular ao campo. Essa noção intuitiva está na origem daquilo que podemos denominar fluxo do campo elétrico (E). podemos dizer que Fluxo de campo elétrico = intensidade de campo elétrico X área perpendicular ao campo Logo veremos que essa definição é muito simplificada.A LEI DE GAUSS FLUXO DO CAMPO ELÉTRICO Vamos iniciar por uma idéia simples e intuitiva. Portanto. Numa primeira abordagem. Podemos manter a idéia intuitiva definindo fluxo infinitesimal. em determinado intervalo de tempo. e tem pouco valor operacional. A esta área associamos um vetor . dividindo a superfície em elementos tão pequenos quanto possível. Podemos melhorar a definição.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Capitulo 3 .

1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO (3.3) http://www.3.2) No caso de uma superfície fechada. o fluxo através de determinada área S é dado pela integral de superfície (3.if.1) Assim.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:50] . O fluxo através de uma superfície fechada é assim representado (3.br/tex/fis142/mod03/m_s01. o vetor área é convencionalmente dirigido de dentro para fora.

Isto é. fechada. Por exemplo.4) A lei de Gauss é válida para qualquer situação.br/tex/fis142/mod03/m_s02. também denominada superfície Gaussiana. se o campo elétrico for calculado num ponto muito próximo do plano. com campo uniforme. Uma circunstância favorável ocorre quando a superfície Gaussiana é tal que o produto escalar entre o campo e o vetor superfície é facilmente obtido Isso é sempre possível quando a distribuição de cargas apresenta alta simetria.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . A lei de Gauss estabelece que (3. Imagine uma superfície qualquer. Existem três tipos de simetrias que facilitam o uso da lei de Gauss r r r Simetria planar. Todavia.3 A LEI DE GAUSS Capitulo 3 . Simetria cilíndrica ou axial.if. e para qualquer tipo de superfície fechada. se a distância do plano ao ponto for muito menor do que as dimensões do plano http://www.A LEI DE GAUSS A Lei de Gauss Seja uma carga Q. ou não. para ser operacionalmente útil ela deve ser usada apenas em determinadas circunstâncias. um plano finito pode ser considerado infinito. Simetria esférica A simetria planar aplica-se no caso de uma distribuição de cargas num plano infinito. ou no caso em que se possa fazer a aproximação de plano infinito.3.ufrgs. envolvendo esta carga.

significa que o fluxo através de uma superfície fechada é proporcional à carga englobada por esta superfície.ufrgs. um cilindro finito pode ser considerado infinito em determinadas circunstâncias. precisamos escolher um detetor com tamanho apropriado para distinguir os tipos de carga. Dispomos de quatro tipos de detetores de fluxo elétrico. http://www. aplica-se no caso de uma distribuição linear infinita.3.4. Quanto maior o detetor. mais carga ele vai englobar.br/tex/fis142/mod03/m_s02. Uma certa quantidade de carga elétrica é distribuída dentro da moldura. próximas umas das outras. é porque a carga é positiva (negativa).html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . cujos valores medidos são apresentados na barra à esquerda da moldura. Cargas distribuídas num cilindro infinito. se numa região tivermos cargas positivas e negativas. para medir fluxo elétrico. estamos englobando uma certa quantidade de carga elétrica. expressa na eq. ou axial. Qual é a diferença essencial entre um detetor e outro? É o tamanho. Então. o espaço definido pela moldura é dividido em duas regiões: dentro e fora do círculo cinza. Se o fluxo for positivo (negativo).3 A LEI DE GAUSS A simetria cilíndrica. De modo análogo ao caso anterior. Distribuição esférica de cargas. Então. Detector Detector Detector Detector 1 2 3 4 Nesta animação. o valor medido é proporcional à carga englobada. Observe que a lei de Gauss. 3. Veremos mais adiante como usar a lei de Gauss para calcular o campo devido a cada uma dessas distribuições. quando usamos um desses detetores.if. Existem dois casos típicos de simetria esférica: r r Carga puntiforme. Existem dois casos clássicos: r r Linha infinita de cargas.

http://www.3.3 A LEI DE GAUSS Use os diferentes detetores e descreva como a carga é distribuída no espaço definido pela moldura.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .br/tex/fis142/mod03/m_s02.ufrgs.

br/tex/fis142/mod03/m_s03.ufrgs. A lei de Gauss e a lei de Coulomb são formas diferentes de abordar o mesmo problema..4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 3 .A LEI DE GAUSS LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB. Então. http://www. o uso de uma ou outra lei é determinado pelas seguintes circunstâncias: r r Distribuição de cargas com alta simetria . Lei de Gauss Distribuição de cargas com baixa simetria ..if. o cálculo do campo elétrico para determinada distribuição de carga fornece o mesmo resultado. quer seja realizado através de uma ou outra lei.html [13/03/2004 16:18:55] ..3.Lei de Coulomb. Portanto.. quando e por que usar uma ou outra lei? Como regra.

é dado por (3. teremos A integral fechada sobre a superfície corresponde à área da esfera. é fácil chegar à conclusão de que o campo de uma carga puntiforme deve ter simetria esférica.5) Como era de se esperar. o valor do campo é o mesmo para qualquer ponto sobre uma esfera. tendo em conta que E é constante.ufrgs.4 CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 3 . o campo de uma carga puntiforme. o produto escalar será simplesmente EdS. http://www. obtida com o uso da lei de Coulomb.3).3. o campo deve ser normal a esta esfera. Portanto. a melhor Gaussiana para calcular o campo a uma distância r de uma carga puntiforme é uma esfera de raio r. 4πr2. q.5) é igual à expressão (2. a uma distância r. a expressão (3.A LEI DE GAUSS CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Por argumentos de simetria. Portanto. Mais do que isso. Em qualquer ponto sobre a Gaussiana. Então.br/tex/fis142/mod03/m_s04.html [13/03/2004 16:18:58] . Isto é.if.

há que se saber a forma como ela está sendo distribuída. Numa esfera a carga ficará uniformemente distribuída na sua superfície. dependendo do material o tratamento será bem diferente.Quando o material é nãocondutor. a carga elétrica se distribuirá uniformemente na superfície externa. ela fica onde a colocamos. grosso modo. a situação é bem diferente. Material dielétrico . r Material condutor . Em ambos os casos. Isto é. Portanto. Portanto. em termos de cálculo de campo elétrico e uso da lei de Gauss. Para esse tipo de material não é suficiente conhecermos a quantidade de carga. convém distinguir algumas situações.3. necessitamos conhecer a densidade de carga no interior do material. uma esfera dielétrica pode ser bastante diferente de uma casca esférica.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA No caso de uma distribuição de cargas com simetria esférica.if. A carga não se distribui como no caso do condutor. Em primeiro lugar.br/tex/fis142/mod03/m_s05.Já sabemos que quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material condutor.ufrgs.5 DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA Capitulo 3 . r http://www. para um material condutor não há diferença entre uma esfera e uma casca esférica.html [13/03/2004 16:18:59] . ela se distribuirá de modo a manter o campo nulo no interior do material.

br/tex/fis142/mod03/m_s06.r>R. Portanto.ufrgs.6 ESFERA CONDUTORA Capitulo 3 . oca ou se temos uma simples casca esférica. (3.5).html [13/03/2004 16:19:01] . pouco importa se temos uma esfera maciça. uma esfera condutora de raio R comporta-se. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. dado na eq. http://www. o campo interno sempre será nulo.3. argumentos de simetria nos levam à conclusão de que o campo de uma esfera condutora tem simetria esférica.if. qualquer que seja o objeto. De modo análogo ao caso da carga puntiforme. O campo é igual ao de uma carga puntiforme. para pontos externos. de modo que a melhor Gaussiana será uma esfera concêntrica com a distribuição de cargas.A LEI DE GAUSS ESFERA CONDUTORA Já vimos acima que no caso de material condutor.

O campo no interior da esfera será dado por http://www.6) Portanto. for conhecida. resultando (3. uma esfera condutora de raio R comporta-se. é aquela envolvida pela superfície Gaussiana. conhecermos a densidade.r > Raio da distribuição (R) O cálculo é análogo ao do campo de uma carga puntiforme. Isto é.r>R. Q.7 ESFERA DIELÉTRICA Capitulo 3 .if. Q=4πR3ρ/3. então a carga será dada pelo produto da densidade pelo volume da esfera. a carga no interior do volume 4πr3/3. Se conhecemos a densidade de carga. basta colocá-la no lugar de q. r Região II .br/tex/fis142/mod03/m_s07.r < R A carga que aparece na lei de Gauss. na qual a densidade variasse com a distância ao centro. r Região I . Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. (3. ρ. dada em C/m3.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:06] .3. Se ao invés disso. a densidade ρ.5). Se a carga total. O resultado tem a mesma forma apresentada na eq. para pontos externos. isto é. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.ufrgs. teremos Q=4πρr3/3. é constante.A LEI DE GAUSS ESFERA DIELÉTRICA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme.

if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:06] .3. http://www. em função do raio.br/tex/fis142/mod03/m_s07.ufrgs.7 ESFERA DIELÉTRICA (3.7) O variação do campo. é representada na figura abaixo.

e a direção é perpendicular a esta superfície lateral.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme.3. de modo que as duas primeiras integrais são nulas. na qual a densidade variasse com a distância ao centro. dada em C/m3. é constante. o campo é http://www. ao longo das bases do cilindro e ao longo da superfície lateral. É óbvio que a superfície Gaussiana mais apropriada é o cilindro indicado na figura ao lado. a densidade ρ. cujo eixo coincide com o eixo da distribuição da cargas. Isto é. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. Isto é. os vetores E e dS são perpendiculares entre si.br/tex/fis142/mod03/m_s08.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . Em qualquer ponto das bases. a intensidade é a mesma em qualquer ponto da superfície lateral de um cilindro. Argumentos de simetria permitem concluir que o campo apresenta simetria cilíndrica.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Capitulo 3 . transformando-se numa soma de integrais de superfície. A integral fechada da lei de Gauss pode ser desdobrada. Na superfície lateral.ufrgs.

uma esfera condutora de raio R comporta-se. é dado por http://www.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_s08. para pontos externos.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA constante e tem a mesma direção do vetor dS.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:12] .3.r>R. o campo criado por uma distribuição linear infinita. Portanto.if. Portanto. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. Portanto. A carga no interior da Gaussiana é q=λh. a uma distância r do eixo da distribuição.

de modo que o produto http://www. o cilindro da figura acima é uma boa escolha como superfície Gaussiana.9 PLANO INFINITO DE CARGAS Capitulo 3 . os vetores E e dS são mutuamente perpendiculares.if.A LEI DE GAUSS PLANO INFINITO DE CARGAS Vamos considerar uma distribuição infinita de cargas. conforme figura abaixo Por simetria concluise que o campo é perpendicular ao plano de cargas.ufrgs. a integral fechada pode ser desdobrada em integrais abertas. com densidade uniforme +σ. ao longo das bases e da superfície lateral da Gaussiana Em qualquer ponto da superfície lateral.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . e que sua intensidade é constante ao longo de qualquer plano paralelo ao plano de cargas. De modo análogo ao procedimento adotado no caso da simetria cilíndrica.3. Portanto.br/tex/fis142/mod03/m_s09.

9) http://www. quanto na base2.ufrgs.9 PLANO INFINITO DE CARGAS escalar é nulo. Por outro lado.if. de modo que A carga no interior da superfície Gaussiana é q=σA.br/tex/fis142/mod03/m_s09. E é constante e paralelo a dS.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . resultando (3. tanto na base1.3.

3.11 Exercicios Capitulo 3 .2 Uma linha infinita de cargas produz um campo de 3x104 N/C a uma distância de 3 m.br/tex/fis142/mod03/m_ex.html (1 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .: 5x10-6 C/m Pergunta 3 q 3. Pergunta 1 q 3. com densidade linear http://www. Calcule a densidade linear de carga.3 A figura 3.2 mostra parte de dois longos e finos cilindros concêntricos de raios a e b. perpendicular ao campo.ufrgs. como ilustra a figura 3. R.A LEI DE GAUSS Exercicios.1.1 Uma rede de caçar borboleta está numa região onde existe um campo elétrico uniforme. Os cilindros possuem cargas iguais e opostas. A extremidade aberta é limitada por um aro de área A. Pergunta 2 q 3. Calcule o fluxo de E através da rede.if.

3 mostra um cilindro condutor muito longo. contendo uma carga –2q. (c)idem ao ítem (a). R:(a)E=(1/2πε0)(q/Lr). http://www. (b) A distribuição de cargas na parte interna e na parte externa da casca cilíndrica. apontando de fora para o centro do cilindro.2 Pergunta 4 q 3. contendo uma carga +q e envolvido por uma fina casca cilíndrica.html (2 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . também condutora e de comprimento L.br/tex/fis142/mod03/m_ex. (b)-q em cada superfície. apontando do centro do cilindro para fora.3.4 A figura 3.11 Exercicios λ.ufrgs. Use a lei de Gauss para mostrar que: (a) E=0 para r<a e (b) entre os cilindros Figura 3. de comprimento L. Use a lei de Gauss para calcular: (a) o campo elétrico na região externa à casca cilíndrica. (c) o campo elétrico na região entre os cilindros.if.

Pergunta 6 q 3. R: σ=2mgε0tgθ/q http://www.html (3 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .3.if.11 Exercicios Figura 3. com densidade ρ. suspensa no campo gravitacional da terra por um fio de seda que faz um ângulo θ com uma placa não condutora infinita e uniformemente carregada.ufrgs.3 Pergunta 5 q 3. σ.4 mostra uma esfera com massa m e carga q.br/tex/fis142/mod03/m_ex.6 A figura 3.5 Um cilindro infinitamente longo. Calcule a densidade superficial de carga da placa. de raio R. Mostre que a uma distância r do eixo do cilindro (r<R). contém uma carga uniformemente distribuída.

7 A figura 3. E=σ/ε0 no interior do capacitor.3.if.ufrgs. (b) na região entre as placas. R: E=0 fora do capacitor.5 http://www. Figura 3.html (4 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . Determine o campo elétrico: (a) na região à esquerda das placas.5 mostra duas placas infinitas com suas superfícies internas carregadas com densidades superficiais de carga +σ e -σ. (c) na região à direita das placas.11 Exercicios Figura 3.4 Pergunta 7 q 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex.

if. http://www.6 mostra uma esfera condutora de raio ra.11 Exercicios Pergunta 8 q 3. Calcule o campo elétrico nas regiões onde: (a) r<ra. (d)E=q/(4πε0r2). R: (a)E=0. (c)E=0. (b)E=q/(4πε0r2). (d) r>rc.ufrgs. R: (a)E=0. (b)E=(1/4πε0r2)(qa). (c)E=(1/4πε0r2)(qa+qb) Pergunta 9 q 3.8 Uma fina casca esférica metálica de raio ra possui uma carga qa. apontando para fora.br/tex/fis142/mod03/m_ex.3.9 A figura 3. (b) ra<r<rb. com carga +q. Calcule o campo elétrico nas regiões em que: (a) r<ra.html (5 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . apontando para o centro da esfera. concêntrica com uma casca esférica condutora de raios rb e rc e carga -2q. (c) rb<r<rc. (c) r>rb. existe outra fina casca metálica de raio rb (rb>ra) e carga qb. (e) Use a lei de Gauss para mostrar como as cargas se distribuirão na parte interna e na parte externa da casca esférica. Concêntrica com esta casca. (b) ra<r<rb.

3.br/tex/fis142/mod03/m_ex.html (6 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .11 Exercicios Figura 3.6 http://www.if.ufrgs.

é possível definir uma função dependente da posição denominada simplesmente potencial. tudo o que já aprendemos com o potencial gravitacional. Já sabemos que dada uma força central. Assim. vimos que a conservação de energia manifesta-se pela transformação de energia potencial em energia cinética. Vimos que o trabalho realizado sobre a massa era dado pela variação da energia cinética W = ∆K Da conservação da energia.∆U (4. leva ao teorema da conservação da energia cinética mais energia potencial.4. com propriedades muito interessantes referente ao princípio da conservação da energia Vamos relembrar algumas noções fundamentais. em movimento oscilatório.br/tex/fis142/mod04/m_s01.1) Sabemos que o trabalho para levar um objeto de uma posição i até uma posição f.POTENCIAL ELÉTRICO ENERGIA POTENCIAL Já vimos que a força eletrostática tem a mesma forma da força gravitacional. e vice-versa. esse tipo de força. conhecida como força central.ufrgs. conclui-se que W = .2 ENERGIA POTENCIAL Capitulo 4 .if. ∆U+∆K=0. Mais importante do que isso. Tomando como exemplo o clássico problema de uma mola e uma massa. Por isso são também conhecidas como forças conservativas. pode ser inteiramente transposto para o caso do potencial elétrico.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . é dado pela integral de linha http://www.

if. a menos que se diga o contrário. sempre tem-se diferença de energia potencial. costuma-se arbitrar Uterra=0 No caso eletrostático. usase http://www. e sempre aponta de i para f.1 Vamos escrever a eq. Para ilustrar.ufrgs.2) não depende do caminho. cuja direção no plano é dada na figura abaixo.2 ENERGIA POTENCIAL (4. depende apenas dos pontos iniciais e finais.3) Este resultado é absolutamente geral.4. Figura 4. dl é um elemento de integração tangente ao percurso entre i e f. uma "origem".br/tex/fis142/mod04/m_s01. arbitrariamente.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:31] .Ui = -Wif (4. vejamos o caso de uma força uniforme. Por exemplo. (4.2) onde F é a força que atua sobre o objeto. jamais energia potencial absoluta. Um dado importante é que o trabalho calculado em (4.1) de outra forma: Uf . Isso implica na possibilidade de se definir. no caso do potencial gravitacional.

2 ENERGIA POTENCIAL Ui = U? = 0 Uf = U = -W? Assim. é o negativo do trabalho realizado pelo campo para trazer a carga de prova do infinito até o ponto considerado. a energia potencial desse sistema e uma carga de prova situada em determinado ponto. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:31] .if.ufrgs.4.br/tex/fis142/mod04/m_s01. dada uma configuração de cargas. criadora de um campo.

é mais conveniente trabalhar com o potencial.html [13/03/2004 16:19:33] . a unidade de potencial é o (4.4.3 POTENCIAL Capitulo 4 . pode-se linguagem mostrar que a diferença de potencial popular.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL No sistema de unidades SI.4) Volt (V). É por isso que na Do que foi discutido acima. assim definido http://www. potencial entre dois pontos "i" e "f". (4.ufrgs.5) Ao invés de trabalhar com energia potencial.br/tex/fis142/mod04/m_s02.if. é dado pela elétrico é mais relação conhecido como voltagem.

POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME O potencial no ponto P. é de acordo com (4.6) Figura 4. e E é dado pela expressão (3.5).if.html [13/03/2004 16:19:36] . mostra-se facilmente que (4.4. Como dl=-dr'.br/tex/fis142/mod04/m_s03.2 Agregar carga: Positivo Negativa Testar Reiniciar Linhas de campo: http://www.4 POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 4 . V?=0. a uma distância r da carga q.ufrgs.5).

5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Capitulo 4 . é bastante complicado. Se r » d.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:41] . Já o cálculo num ponto qualquer. seguem-se as seguintes aproximações Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros. Usando esta expressão para o caso do dipolo.br/tex/fis142/mod04/m_s04.4.if. é possível calcular o campo num ponto da linha que une as duas cargas.4)]. Qualquer que seja o caso.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UM DIPOLO No capítulo 2 calculamos o valor do campo elétrico de um dipolo num ponto da sua mediatriz [eq. fora dessas duas direções privilegiadas. isto é. o que interessa é calcular o campo em pontos muito distantes. tem-se http://www. em pontos cuja distância ao centro do dipolo seja muito maior do que a distância entre as cargas. (2. também muito distante. Veremos agora que não existe dificuldade para se calcular o potencial num ponto qualquer. cujo resultado é Pelo princípio da superposição.ufrgs. Através de um cálculo similar.

7) Figura 4. obtém-se (4.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Com as aproximações acima.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .br/tex/fis142/mod04/m_s04.ufrgs.4.if.3 http://www.

ela adquirirá uma energia potencial U. vamos explorar o conceito de potencial acelerador. Se a carga tiver liberdade para se movimentar. ela adquire a energia de 2000 eV.6x10-19 C) acelerado por um potencial de 1 V. pelo princípio da conservação de energia.6 POTENCIAL ACELERADOR Capitulo 4 . Nas simulações a seguir.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL ACELERADOR A expressão (4. Por exemplo.6x10-19 J Quando uma partícula qualquer.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . 1 eV = 1.6x10-19 J.br/tex/fis142/mod04/m_s05. em energia cinética.if. ao longo da qual o potencial tem o mesmo valor. se uma partícula alfa for acelerada por um potencial de 1000 V. Um elétron (q=1. Vamos aproveitar esta simulação para introduzir o conceito de superfície eqüipotencal. com carga múltipla da carga do elétron. adquire energia igual 1.4. Essa energia é conhecida como o elétron volt. por exemplo gerado por um plano infinito de cargas. q=Ne.ufrgs. http://www.4) estabelece uma relação entre potencial e energia potencial: U = qV Isto significa que se uma carga q for submetida a um potencial V. é acelerada por um potencial de V volt. A primeira simulação mostra um campo uniforme. Trata-se de uma superfície. ela adquire uma energia igual a NV eV. a energia potencial vai transformar-se.

if. e a sua velocidade.02. Nesta primeira simulação vê-se uma carga de provas. Com os dados obtidos nesta simulação. é possível obter a relação entre a carga e a massa da carga de prova. Inicialmente. Clique no botão "iniciar" e veja que a velocidade cresce com o passar do tempo (marcado em cima. clicando em "pausa". à esquerda). qualitativamente. Uma carga de prova pode ser colocada em ponto (x. Pode avançar ou retroceder.y) da carga. Para iniciar o aplicativo a carga deve ser colocada em algum ponto da região onde existe campo elétrico.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . O movimento pode ser interrompido. Ao clicar no botão iniciar. Observe o movimento da carga.br/tex/fis142/mod04/m_s05. Arraste-a com o mouse. coloque x=0 e y=2. Costuma-se dizer que uma carga de prova segue as linhas de campo.3 e 4. na barra amarela. Ela inicia com V=0. lê-se a posição (x. e observe o movimento de ida e volta da carga. Isso acontece nesta simulação? Por que? http://www. Coloque o cursor sobre ela e mantenha o botão do mouse pressionado. com intervalo de tempo igual a 0.4 e demonstre que isso é verdade. passo a passo.4.ufrgs.y) no interior da moldura. Use as equações 4.6 POTENCIAL ACELERADOR Iniciar Pausa <<Passo Passo>> Re-Iniciar Mostrar o campo eletrico. à esquerda. esta carga será submetida ao campo do dipolo. Deixe passar um tempo superior a 1 minuto. embaixo. Explique. x= 0 Iniciar Pausa y= 0 ReIniciar A simulação mostra um dipolo elétrico com as linhas de força do seu campo elétrico. este movimento.

ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .br/tex/fis142/mod04/m_s05.if.4.6 POTENCIAL ACELERADOR http://www.

7 GRADIENTE DE POTENCIAL Capitulo 4 . segue-se que http://www.POTENCIAL ELÉTRICO GRADIENTE DE POTENCIAL Da relação (4. mostra-se que as coordenadas cartesianas do campo elétrico são obtidas a partir das seguintes relações (4. Como exemplo. Como o potencial só tem uma variável. vejamos o cálculo do campo de uma carga puntiforme.html [13/03/2004 16:19:47] .ufrgs.br/tex/fis142/mod04/m_s06.8) Portanto.5).4.if. o campo elétrico é dado pelo gradiente do potencial. a partir do potencial.

46 Volts.46 Volts.4 Pergunta 2 q 4. Quais são as diferenças de potencial elétrico: (a) VB .br/tex/fis142/mod04/m_ex.4) ao longo de uma linha de campo elétrico. (c) VC – VB? R.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:51] . (b) VC – VA.POTENCIAL ELÉTRICO EXERCÍCIOS. zero Figura 4.1 No movimento de A para B (figura 4.VA.7 EXERCÍCIOS Capitulo 4 .2 A densidade de carga de um plano infinito é σ = http://www.5. 2. o campo realiza 3.if. Pergunta 1 q 4.94 x 1019 J de trabalho sobre um elétron.: 2.ufrgs.

5 Um anel de raio R.3 Duas grandes placas condutoras.4 (a) Mostre que 1 N/C = 1 V/m. (a) Determine o campo elétrico na posição do elétron.if.ufrgs.7 EXERCÍCIOS 0. têm cargas iguais e sinais opostos nos faces que se confrontam. um gráfico da intensidade do campo elétrico E. Supondo que o ar se torna eletricamente condutor quando a intensidade do campo elétrico ultrapassa 3 x 106 N/C. é colocado no plano yz. Qual é a distância entre as superfícies eqüipotenciais cuja diferença de potencial é de 50 V? R.: 2.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .85 mm Pergunta 3 q 4.10 µC/m2. qual a menor separação possível entre as placas? Pergunta 5 q 4. em função de x. (b) Construa.44 x 104 N/C. com seu centro na origem do sistema de coordenadas.5.: 8. 2928 Volts Pergunta 4 q 4. (b) Estabelece-se uma diferença de potencial de 2000 V entre duas placas paralelas no ar. (a) Construa um gráfico do potencial V em pontos do eixo x. paralelas entre si e afastadas por uma distância de 12 cm. no mesmo diagrama. Um elétron colocado no meio da distância entre as duas placas experimenta uma força de 3. carregado positiva e uniformemente. (b) qual é a diferença de potencial entre as placas? R. http://www.br/tex/fis142/mod04/m_ex.9 x 10-15 N.

6 Uma esfera metálica de raio Ra apóia-se sobre um pedestal isolante. (a) Mostre que a ddp entre as esferas é (b) Mostre que a intensidade do campo elétrico em qualquer ponto entre as esferas é http://www. Existe uma carga +q sobre a esfera interna e uma carga –q sobre a externa.ufrgs.br/tex/fis142/mod04/m_ex. no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb.7 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 4.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .5.if.

CAPACITÂNCIA E CAPACITORES COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Após a introdução dos conceitos básicos de força eletrostática. de forma simples. Podemos dizer. cria-se no seu interior um campo magnético. dito de outra forma.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Capítulo 5 .if. Nesse processo. mais adiante.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . um capacitor tem a propriedade de acumular cargas. vamos agora prepararmo-nos para estudar as aplicações elétricas e eletrônicas.ufrgs. campo elétrico e potencial elétrico. Capacitor (C). Quando uma corrente passa por essa bobina. Indutor (L). é carregar duas placas paralelas com cargas iguais e de sinais contrários. ou. Mais adiante estudaremos em detalhe o resistor e o indutor.5. mas é interessante. tem a capacidade de acumular energia elétrica. fazer uma discussão geral da utilidade de cada um desses componentes. o indutor serve como um acumulador de energia magnética. Portanto. O resistor serve para conduzir a corrente elétrica. já neste capítulo. Já vimos que uma forma de produzir campo elétrico numa região. Veremos. Quando colocado num circuito. que um indutor é simplesmente um fio condutor enrolado na forma de uma bobina.br/tex/fis142/mod05/m_s01. Qualquer circuito elétrico ou eletrônico. necessita de pelo menos um dos seguintes componentes: r r r Resistor (R). que o indutor exerce um papel semelhante relativamente ao campo magnético. mas sem erro. iniciando pelas aplicações mais simples. uma parte da energia é perdida por efeito Joule (veremos isso http://www.

Portanto. num circuito contendo esses três componentes. dois deles conservam energia.5.br/tex/fis142/mod05/m_s01.ufrgs. RL. Nos capítulos seguintes estudaremos circuitos RC. http://www. LC e RLC.if.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS mais tarde). enquanto o terceiro desperdiça. nos quais os processos de acumulação e transferência de energia serão discutidos detalhadamente.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:57] .

ufrgs. 1 F = 1 Coulomb/Volt.5.3 DEFINIÇÕES Capítulo 5 . Q = CV (5. http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s02.if. C. No sistema SI. estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes. conforme veremos a seguir. é denominada capacitância e depende tão somente da geometria das placas.1) A constante de proporcionalidade. a unidade de capacitância é o Farad.html [13/03/2004 16:20:06] .

2b Vejamos como calcular a capacitância.if. e para simplificar os cálculos. Veja que as linhas de campo são idênticas em toda a extensão do capacitor.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS Um capacitor de placas paralelas é esquematizado na figura 5. Já vimos que a diferença de potencial entre as placas relaciona-se com o campo de acordo com a relação V=Ed. A figura 5. para o caso do capacitor de placas paralelas.2a Figura 5. enquanto na figura 5.ufrgs. como são na realidade.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS >--> Capítulo 5 . dizendo simplesmente que efeitos de borda estão sendo desprezados.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:11] .2. Na figura 5. Para todos os efeitos práticos. as linhas de campo são traçadas para ilustrar o que significa desprezar efeitos de borda. porque estamos desprezando os efeitos de borda. vamos supor que as placas sejam planos infinitos.1. Por outro lado.br/tex/fis142/mod05/m_s03.2(b) a idealização do plano infinito é ilustrada.1 Figura 5.2(a) representa a situação real.5. usando a lei de Gauss determinamos que o http://www. Podemos resumir essa situação. Mesmo que elas sejam finitas. a aproximação de plano infinito pode ser usada se a distância entre as placas for muito menor do que as suas dimensões. Figura 5.

1). ou. σ. é dada por q/A. a capacitância só depende da constante dielétrica do meio entre entre as placas. obtém-se EAε0 = CEd. Portanto.2) mostra que a capacitância só depende de uma constante universal. onde A é a área da placa (não há inconsistência.if.br/tex/fis142/mod05/m_s03. A densidade de carga. como uma aproximação). Para qualquer capacitor. a placa é “infinita” apenas para efeito de cálculo. C = ε0A/d (5.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . o campo entre as placas será E = σ/ε0. Da relação (5. no caso de um par de placas com cargas iguais e de sinais contrários. e das dimensões do capacitor. e de propriedades geométricas.5. Q = CV.ufrgs. Esse tipo de resultado é geral. de onde se obtém q = EAε0. ε0. Vejamos mais dois exemplos. Portanto.2) A relação (5.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS campo de uma placa infinita é dado por E = σ/2ε0. E=q/Aε0. http://www. a constante dielétrica no vácuo.

enquanto o externo está carregado com carga –q. Da relação (4.br/tex/fis142/mod05/m_s04.ufrgs.if.3) Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.5). obtém-se Portanto. necessitamos estabelecer a relação entre potencial e carga.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .3).5 CAPACITOR CILINDRICO Capítulo 5 .4) em (5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR CILINDRICO Vamos considerar um par de cilindros de comprimento L. temos que: (5. Para calcular a capacitância. cujo resultado é (5. a capacitância de um capacitor cilíndrico será: http://www. e raios a e b.4) Substituindo (5. O cilindro interno está carregado com carga +q.5.

5) Figura 5.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .3 http://www.5 CAPACITOR CILINDRICO (5.5.if.br/tex/fis142/mod05/m_s04.ufrgs.

5.6 CAPACITOR ESFÉRICO Capítulo 5 .CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR ESFÉRICO Use um procedimento análogo ao anterior.br/tex/fis142/mod05/m_s05.6) http://www.if.ufrgs. e mostre que a capacitância de um capacitor esférico é dado por (5.html [13/03/2004 16:21:46] .

Da mesma forma. Na ilustração. é distribuída entre os capacitores. as placas associação em inferiores estão com o mesmo potencial paralelo negativo.4. A associação em paralelo é ilustrada na Figura 5. Assim. as placas Figura 5. fornecida pela bateria. i. O que caracteriza esse tipo de associação é a igualdade de potencial entre as placas dos capacitores.html (1 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . as diferenças de potencial são iguais.7b) A carga.br/tex/fis142/mod05/m_s06. na proporção de suas capacidades.. Substituindo (5. Uma forma simples de abordar esse tipo de problema é considerar a associação dos componentes de um mesmo tipo. associados de diferentes maneiras.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Capítulo 5 .1).4 superiores estão com o mesmo Capacitância equivalente de uma potencial. Q=Q1+Q2. Q. dado pelo pólo positivo da baterial. tem-se: http://www.7b).ufrgs.5. Veremos agora como tratar a associação de capacitores. para o caso de dois capacitores.7a) (5. Pela equação (5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Em geral.7a) e (5.if. obtém-se Q1 = C1V Q2 = C2V (5. V1=V2=V.e. os circuitos elétricos e eletrônicos são constituídos de vários componentes. Portanto.

é fácil concluir que são iguais as cargas acumuladas nas placas de todos os capacitores.5 Capacitância equivalente de uma associação em série Portanto.8) No caso da associação em série (Figura 5.5. Ceq = C1+C2 No caso mais geral. então os potenciais também serão diferentes. mas as capacitâncias são diferentes. com ‘n’ capacitores. (5. (5. Portanto. Então. Q1 = Q2 = Q = C1V1 = C2V2 Figura 5.if.ufrgs.5).9) http://www. se as cargas são iguais.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Q = (C1+C2)V Portanto.br/tex/fis142/mod05/m_s06.html (2 de 2) [13/03/2004 16:22:33] .

if.html (1 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . segue-se que o capacitor está isolado.br/tex/fis142/mod05/m_s07. a carga acumulada permanecerá constante. por volta de 1837. qualquer capacitor terá um dielétrico entre suas placas. ao invés do ar. Vamos discutir duas das suas experiências para investigar o efeito de diferentes dielétricos sobre o comportamento de um capacitor.5. Um voltímetro está sendo usado para medir a diferença de potencial entre as placas. Esse problema foi abordado pela primeira vez por Faraday. o título desta seção pode causar alguma confusão. dielétrico . porque sendo o ar.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Capítulo 5 .CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITORES COM DIELÉTRICOS A rigor.6a http://www. O dielétrico entre as placas é o ar. pelo menos para efeitos práticos.6(a) temos um capacitor carregado com carga Q. Na Figura 5. Portanto. Como o voltímetro é um dispositivo com grande resistência interna.ufrgs. em condições normais. Figura 5. coloca-se outro dielétrico entre as placas do capacitor. O que se quer enfocar aqui é o que acontece quando.

html (2 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . A introdução de um dielétrico entre as placas [Figura 5. Nesta experiência.1).6(b). de modo que a diferença de potencial entre as placas. Pelo que sabemos.00054.7(b)] resulta na redução da diferença de potencial. C = kCar onde k é a constante dielétrica do material colocado entre as placas. O campo efetivo entre as placas diminuirá. Então. (5. implica que a capacitância deve aumentar. dada pela ddp da bateria. Para o vácuo.ufrgs. Da eq. Figura 5. Q=CV.6b Suponha que um dielétrico seja colocado entre as placas.7b Figura 5. e igual quantidade de cargas positivas na parte inferior. é fácil concluir que a polarização resultará num excesso de cargas negativas na parte superior do dielétrico. o capacitor está sendo carregado por uma bateria. como no caso da experiência anterior. em relação à capacitância do capacitor com ar. provocando a diminuição do potencial. isso implica no aumento de Q.1). A eq. k=1.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Figura 5.if. e para o ar.br/tex/fis142/mod05/m_s07.7a Figura 5. Como a baterial fornece uma ddp constante. como ilustrado na Figura 5. k=1.5. conclui-se que C deve aumentar. é constante. (5.7c http://www.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .br/tex/fis142/mod05/m_s07.5.if.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS http://www.ufrgs.

ufrgs.5. com capacitância C.9 ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Capítulo 5 .CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Como o capacitor produz um campo elétrico entre suas placas. é necessário realizar um trabalho. Use a fórmula da capacitância de um capacitor de placas paralelas com diferentes dielétricos. Para transferir uma carga dq de uma placa para outra.html [13/03/2004 16:22:58] . contenha uma certa carga q.if. Suponha que um capacitor.10) EXERCÍCIO INTERATIVO: Neste aplicativo temos um capacitor de placas paralelas. e suas placas estejam a uma diferença de potencial V. (5. e cheque o resultado. Como já vimos. quatro possibilidades de áreas das placas.br/tex/fis142/mod05/m_s08. e quatro distâncias entre elas. http://www. Temos quatro dielétricos diferentes. ter acumulação de energia num capacitor é equivalente a ter acumulação de energia num campo elétrico.

5.10 EXEMPLOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXEMPLOS
Os capacitores da Figura 5.8(a), inicialmente descarregados, são carregados com a chave S aberta. Capacitâncias em µF. (a) Qual é a diferença de potencial Vab? (b) Qual é o potencial do ponto b, após a chave S ter sido fechada? (c) Quanta carga fluirá através da chave, enquanto ela estiver fechada? Quando os capacitores são carregados de acordo com a configuração da Figura 5.8(a), os capacitores 6 µF e 3 µF, à esquerda estão ligados em série, da mesma forma que os capacitores 3 µF e 6 µF, à direita.
r

Figura 5.8a

Mostre que o circuito da Figura 5.8(a) transforma-se no circuito da Figura 5.8(b). Mostre que a carga acumulada em cada capacitor da Figura 5.8(b) será 400 µC. Mostre que, enquanto a chave S estiver aberta, o potencial no ponto b será Vb=66,7 volts, e o potencial no ponto a será Va=133,3 volts. Portanto Vab=66,7 volts (resposta do ítem a).

r

Figura 5.8b
r

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.10 EXEMPLOS

Fechando-se a chave S, o circuito ficará como o representado na Figura 5.8(c).
r

Mostre que a Figura 5.8(c) transforma-se na Figura 5.8(d). Mostre a carga fornecida pela bateria será 900 µC. Mostre que V1=100 volt (resposta do ítem b). Mostre que a carga no capacitor de 6 µF [Figura 5.8(c)] é 600 µC, enquanto no capacitor de 3 µF é 300 µC. Portanto, mostre que a carga que flui através da chave S é 300 µC.

r

r

r

Figura 5.8c

Figura 5.8d

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.11 EXERCÍCIOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXERCÍCIOS.
Pergunta 1
q

5.1 Um capacitor a ar, consistindo de duas placas paralelas bastante próximas, tem uma capacitância de 1000 pF. A carga em cada placa é de 1 µC. (a) Qual é a ddp entre as placas? (b) Se a carga for mantida constante, qual é a ddp entre as placas se a separação for duplicada? R: (a)1000 Volts; (b)2000 Volts.

Pergunta 2
q

5.2 Na figura 5.9 C1=3 µF e C2=2 µF. (a) Calcule a capacitância equivalente da rede entre os pontos ‘a’ e ‘b’. (b) Calcule a carga em cada um dos capacitores C1 mais próximos de ‘a’ e ‘b’ quando Vab=900 V. (c) Com Vab=900 V, calcule Vcd. R:(a)1 µF; (b)900 µC; (c)300 Volts.

Figura 5.9
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

5.11 EXERCÍCIOS

Pergunta 3
q

5.3 Um capacitor de 1 µF e outro de 2 µF são ligados em série a uma fonte de tensão de 1200 V. (a) Determine a carga de cada um deles e a diferença de potencial através de cada um. (b) Os capacitores carregados são desligados da fonte e um do outro e religados com os terminais de mesmo sinal juntos. Determine a carga final em cada capacitor e a diferença de potencial através de cada um. R:(a)800 µC, 800 V, 400 V; (b)533,33 µC, 1066,67 µ, 533,33 V.

Pergunta 4
q

5.4 Quer-se construir um capacitor de placas paralelas, usando borracha como dielétrico, tendo esta uma constante dielétrica igual a 3 e rigidez dielétrica de 2 x 105 V/cm. A capacitância do capacitor deve ser 0,51 µF e ele deve ser capaz de suportar uma diferença de potencial máxima de 6000 V. Qual é a área mínima que as placas do capacitor podem ter? R:5,76 m2

Pergunta 5
q

5.5 Um capacitor esférico consiste de uma esfera metálica interna, de raio Ra, apoiada num pedestal isolante situado no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb. Há uma carga +Q na esfera interna e outra –Q na externa. (a) Qual é a ddp Vab entre as

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

interno.ufrgs. antes da eq.br/tex/fis142/mod05/m_ex. ao longo do eixo de um tubo condutor de raio interno Rb. (a) Qual é a ddp entre os dois cilindros? (b) Prove que a capacitância de um comprimento L do cabo é R:Veja a resposta na apostila. http://www. de raio Ra. Os dois cilindros são carregados com cargas opostas. (5.5).5. suportado por discos isolantes.11 EXERCÍCIOS esferas? (b) Prove que a capacitância é R:(a)Va-Vb=(q/4πε0) (Ra+Rb)/RaRb. sólido.6 Um cabo coaxial consiste de um cilindro condutor. com densidade linear λ.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:05] . Pergunta 6 q 5.

pois a situação analisada era a do equilíbrio eletrostático.br/tex/fis142/mod06/m_s01.if. como no caso dos capacitores. isso foi feito para facilitar o raciocínio. Cargas elétricas podem movimentar-se sob a ação de campos elétricos e magnéticos. Mesmo as situações em que levamos em conta movimento de cargas. abordamos situações em que cargas elétricas são consideradas estáticas. O estudo geral da eletrodinâmica é bastante complexo.1. e em diversos ambientes.CORRENTE & RESISTÊNCIA MODELO MICROSCÓPICO Até agora. a corrente elétrica consiste num fluido de elétrons movendo-se ao longo de uma estrutura cristalina.2 MODELO MICROSCÓPICO Capítulo 6 . Vamos cuidar de distinguir bem cada um desses casos. sob a ação de um campo elétrico provido por uma bateria. Cada vez que um elétron aproxima-se de um desses obstáculos da rede cristalina. A rede cristalina forma obstáculos. algumas vezes retroativamente. Microscopicamente. de modo que o movimento dos elétrons. ou quase estáticas. Esse movimento tipo zig-zag é ilustrado na Figura 6. em regime estacionário. havendo necessidade do uso da teoria da relatividade restrita. seu movimento é desviado. Neste capítulo vamos iniciar o estudo de situações em que cargas elétricas estão em movimento. Inicialmente vamos tratar de elétrons movendo-se em resistores. onde são indicados o http://www.6.ufrgs.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:08] . parece caótico. quando visto microscopicamente.

na Figura 6. À medida que a temperatura aumenta vibrações são introduzidas. O primeiro efeito da temperatura é fazer vibrar a rede cristalina.ufrgs.6.1 Entre os vários fatores que afetam o movimento eletrônico num condutor.2. Figura 6. no final das contas ela vai andar para a frente.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:08] Figura 6. Veja que o canal que existia na Figura 6. é semelhante ao de uma pessoa que dá dois passos para a frente e um para trás. de modo que os obstáculos ilustrados na Figura 6. poderiam haver alguns canais de trânsito livre para o elétron. o movimento de um elétron e a velocidade de deriva.2 MODELO MICROSCÓPICO sentido do campo elétrico.1 eles estão fixos.1 deixa de existir na Figura 6.1 estão constantemente mudando de lugar. como o indicado pela seta . Na Figura 6. isso representa uma situação irreal. que ilustra uma situação desordenada. Este aplicativo simula a situação descrita acima.if. onde a temperatura é absolutamente nula. a temperatura é um dos mais importantes.2 . Teremos oportunidade de discutir isso mais adiante. Neste caso. mas é conveniente adiantar uma abordagem qualitativa a esse problema. A relação entre o movimento efetivo e o movimento em zig-zag. Esta velocidade define o movimento efetivo do elétron. de modo que desordens localizadas impedem mais efetivamente o movimento eletrônico. As esferas http://www.br/tex/fis142/mod06/m_s01.1.

ufrgs. use uma corrente baixa. e os pontos vermelhos representam os elétrons livres.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:08] .6.if.2 MODELO MICROSCÓPICO amarelas representam os átomos na rede cristalina. deslocando para a direita.br/tex/fis142/mod06/m_s01. Aumente o valor da corrente. o cursor da barra abaixo da modura. http://www. Para observar com mais precisão.

br/tex/fis142/mod06/m_s02.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .http://www. a densidade de cargas no condutor será ‘ne’.if. Seja um segmento de condutor.br/tex/fis142/mod06/m_s02.html Capítulo 6 . há uma relação muito importante entre a densidade de corrente e a velocidade de deriva. e a carga total no segmento de condutor será ∆q = neAL Um elétron percorrerá este segmento no intervalo de tempo http://www. Do ponto de vista microscópico.ufrgs. como ilustrado na Figura 6. (6. (6.if. esta é a densidade de portadores do material. Vamos deduzi-la. Isto é.ufrgs. por unidade de tempo. Suponha que existam ‘n’ elétrons por unidade de volume. L.3. Portanto.CORRENTE & RESISTÊNCIA CORRENTE ELÉTRICA Define-se intensidade de corrente elétrica como a quantidade de cargas que atravessa a seção reta de um condutor.2) Podemos relacionar essas grandezas de outra forma.1) A corrente elétrica por unidade de área transversal define o módulo do vetor densidade de corrente J.

ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_s02.if.if. obtém-se J = neVd (6. obtém-se i = ∆q/∆t = neAVd Da definição de densidade de corrente.ufrgs.http://www.html ∆t = L/Vd onde Vd é a velocidade de deriva.br/tex/fis142/mod06/m_s02.3) A corrente é o fluxo da densidade de corrente! Figura 6.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:12] . Da definição de corrente.3. http://www.

5) As grandezas relacionadas em (6. conforme discussão qualitativa acima. de modo que.ufrgs. com um voltímetro (para medir V) ou com um amperímetro (para medir i).CORRENTE & RESISTÊNCIA RESISTÊNCIA. E e J são uniformes. quando se aplica uma diferença de potencial (ddp). de tal modo que a relação (6. V E.3. A forma mais conhecida de (6.6) No regime estacionário. Cada uma tem uma contrapartida microscópica. R ρ A contrapartida microscópica da resistência é denominada resistividade. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Capítulo 6 . entre os extremos de um resistor.br/tex/fis142/mod06/m_s03. são todos representados por uma propriedade mensurável. circulará.5) é E = ρJ (6.4) são todas macroscópicas e facilmente mensuráveis com um ohmímetro (para medir R). para o segmento L da Figura 6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Os obstáculos impostos ao movimento eletrônico.if.4) é V = Ri (6.4 RESISTÊNCIA. i J. ρ.4) será satisfeita. e a relação microscópica correspondente a (6. V. http://www. i.4) Essa definição significa que. R. uma corrente. denominada resistência.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .6. e definida pela relação R = V/i (6.

com velocidade de deriva. O movimento eletrônico estacionário. varia com a temperatura conforme a relação empírica ρ . obtém-se http://www. é proporcionado pelo campo elétrico. e inversamente proporcional à sua seção reta.ρ0 = αρ0(T-T0) (6. cada elétron possui aceleração a = eE/m onde ‘e’ e ‘m’ são.8) onde ρ0 é a resistividade medida na temperatura T0.7) mostra que a resistência de um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE V = LE = LρJ e i = JA Substituindo V e i na relação (6. ρ. E. a carga e a massa do elétron.br/tex/fis142/mod06/m_s03. e α é o coeficiente de temperatura da resistividade. tem-se que Vd = aτ = eEτ/m Usando a relação (6.if.ufrgs.4 RESISTÊNCIA. Supondo que o tempo médio entre duas colisões do elétron com a rede cristalina seja τ. respectivamente. obtém-se (6. possível deduzir a relação entre a resistividade e algumas propriedades microscópicas do material.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . de tal modo que em média.6.7) A relação (6.3). e admitindo que a velocidade de deriva é aproximadamente igual à velocidade média entre colisões. A constante de proporcionalidade.4).

6) chega-se à relação (6.6.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .if. com o uso de (6.9) http://www. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE E = mJ/ne2τ Finalmente.ufrgs.4 RESISTÊNCIA.br/tex/fis142/mod06/m_s03.

que a lei de Ohm é expressa pela eq. Na verdade.6.5 LEI DE OHM Capítulo 6 . tem-se um amperímetro. (6. Diminua o valor da resistência até ela atingir 9 Ohms.5). Tem-se um resistor (com resistência variável) ligado a uma bateria (força eletromotriz. Coloque U=10. O que a lei de Ohm diz é que para alguns materiais. Explique o que acontece. Vmax>10 V e Imax= 1A. Fixe um determinado valor da voltagem. equivocadamente.5) Este aplicativo serve para explorar conceitos básicos de um circuito simples. tem-se um voltímetro. Tente explicar qual a finalidade das escalas nos aparelhos de http://www.if. Se o valor superar. Em paralelo com o resistor. variável). Explique o que acontece.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:17] . esta equação representa simplesmente a definição de resistência.10 A).CORRENTE & RESISTÊNCIA LEI DE OHM Costuma-se afirmar.br/tex/fis142/mod06/m_s04. ditos materiais ôhmicos. e tente colocar a "voltagem máx" menor do que esse valor. a razão entre ‘V’ e ‘i’ é constante. Essas escalas definem os valores máximos que os equipamentos podem medir.ufrgs. Em série com o resistor.1000 V) e outra para o amperímetro (1 mA . equipamento usado para medir diferenças de potencial (por que ele é ligado em paralelo?). equipamento usado para medir corrente elétrica (por que ele é ligado em série com o resistor?). ou voltagem. V = Ri (6. há uma escala para o voltímetro (1 . Na parte de cima do painel verde. eles podem "queimar".

if. http://www.6.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .br/tex/fis142/mod06/m_s04.5 LEI DE OHM medida.

11).10) Fazendo uso da relação (6. Se uma carga dq é transportada de A para B.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .CORRENTE & RESISTÊNCIA ENERGIA. R. no condutor da Figura 6.11) Figura 6. uma bateria.6. A energia assim transferida.6 ENERGIA. isto significa produzir fluxo de elétrons.4. há que se produzir um fluxo de cargas elétricas. no caso mais simples. que dá a potência dissipada num resistor. & POTÊNCIA Para se produzir uma corrente elétrica. manifesta-se sob a forma de calor no resistor.br/tex/fis142/mod06/m_s05. podemos mudar o valor de V e R. Isso é feito às custas da energia de uma fonte. Na seguinte demostração. a potência é dada por (6. i. quando ele é atravessado por uma corrente. é também conhecida como potência Joule.if.4 A expressão (6. a bateria terá que fornecer uma energia dU = dqVAB = idtVAB Por definição. & POTÊNCIA Capítulo 6 .5). Qual serão os valores certos para que a lampada funcione? http://www.ufrgs. no caso mais geral de metais condutores. chega-se a uma relação bastante conhecida P= Ri2 (6.

6. & POTÊNCIA http://www.br/tex/fis142/mod06/m_s05.6 ENERGIA.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .if.ufrgs.

m) Condutividade Ohm.br/tex/fis142/mod06/m_s06.6.CORRENTE & RESISTÊNCIA UNIDADES NO SISTEMA SI Grandeza Corrente Resistência Unidade Ampere (A) Ohm (Ω) Resistividade Ohm.metro(Ω.html [13/03/2004 16:23:43] .7 UNIDADES NO SISTEMA SI Capítulo 6 .ufrgs.if.m)-1 http://www.metro recíproca (Ω.

4x1018 elétrons e 1.br/tex/fis142/mod06/m_s07.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXEMPLO 6. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo. http://www. a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.88 A.6.1 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.6x10-19 = 0. a corrente será i = 5. este se ioniza.html [13/03/2004 16:23:45] .ufrgs. Portanto.5x1018 prótons movem-se em sentidos opostos através de uma seção transversal do tubo? b) Qual é o sentido da corrente? Solução: Corrente de elétrons num sentido é igual a corrente de íons positivos no sentido contrário.5x1018x1.8 EXEMPLO Capítulo 6 . em cada segundo.if.

11 EXERCÍCIOS Capítulo 6 .CORRENTE & RESISTÊNCIA EXERCÍCIOS.if.1 Um fio de prata de 1 mm de diâmetro conduz uma carga de 90 C em 1h15min. (b)O sentido do movimentos dos prótons. Pergunta 1 q 6. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.ufrgs. (a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.3 A corrente em um fio varia com o tempo segundo a http://www. Pergunta 3 q 6. 4 x 1018 elétrons e 1. Pergunta 2 q 6. A prata contém 5.2 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás. (b)2. (a) Qual é a corrente no fio? (b) Qual é a velocidade de arrastamento dos elétrons no fio? R:(a)20 mA. em cada segundo.br/tex/fis142/mod06/m_ex.html (1 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .5.88 A.8 x 1028 elétrons livres por m3.5 x 1018prótons movemse em sentidos opostos através de uma seção transversal no tubo? (b) Qual é o sentido da corrente? R:(a)0.7x10-6 m/s. este se ioniza.

5.11 EXERCÍCIOS relação i = 4 + 2t2.34 C. onde i é dada em ampères e t em segundos. o voltímetro V.5 Enquanto a chave S estiver aberta.5. ligado aos terminais da pilha seca da figura 6.5 A. marca 1. (a) Qual é a sua resitência? (b) Um segundo fio do mesmo material tem o mesmo peso que o anterior. R:1.html (2 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .25x10-2 Ω Pergunta 5 q 6.8 x 10-8 Ωm.67 A.br/tex/fis142/mod06/m_ex. Figura 6.if. Determine a fem e a resistência interna da pilha.4 Um fio de 100 m de comprimento e 2 mm de diâmetro tem uma resistividade de 4. a leitura do voltímetro cai para 1.52 V. (a) Quantos coulombs passam através de uma seção transversal do fio num intervalo de tempo entre t=5 s e t=10 s? (b) Que corrente constante transportaria a mesma carga no mesmo intervalo de tempo? R:(a)603.52 V. mas seu diâmetro é o dobro. Pergunta 4 q 6. 0.37 V e o amperímetro A lê 1. (b)9. (b)120.53 Ω. Qual é a sua resitência? R:(a)1.5 http://www. Quando se fecha a chave.ufrgs.1 Ω.

Qual é a sua resistência? R:(a)P=Vi=Ri2=V2/R. (b) 90 Ω. a ddp torna-se 11 V.if.8 (a) Exprima a taxa de dissipação de energia num resistor em termos de (i) ddp e corrente.5.html (3 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .11 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 6.22 A.6 A ddp entre os terminais de uma bateria é 8.7 A voltagem entre os terminais de uma fonte em circuito aberto é de 10 V e sua corrente em curtocircuito é 4.br/tex/fis142/mod06/m_ex. (ii) resistência e corrente.ufrgs. (b) Energia é dissipada num resistor a uma taxa de 40 W.5 V.5 Ω. Pergunta 8 q 6. Quando a corrente for de 2 A no sentido inverso. quando existe na mesma uma corrente de 3 A dirigida do terminal negativo para o positivo. (b)10 V. (iii) ddp e resistência. Qual será a corrente quando a fonte for ligada a um resistor linear de 2 Ω? R:2. quando a ddp entre os terminais é de 60 V. (a) Qual é a resistência interna da bateria? (b) Qual é a fem da bateria? R:(a)0. Pergunta 9 http://www. Pergunta 7 q 6.0 A.

determine: (a) a taxa de conversão de energia interna em energia elétrica dentro da bateria.5. (c)20 W Figura 6.6.9 No circuito da figura 6.11 EXERCÍCIOS q 6. (b) a taxa de dissipação de energia na bateria.ufrgs.html (4 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . (c) a taxa de dissipação de energia no resistor externo.6 http://www. R:(a)24 W.br/tex/fis142/mod06/m_ex.if. (b)4 W.

html [13/03/2004 16:23:51] . na realidade. por exemplo. dois procedimentos para resolver circuitos elétricos simples. fem e resistências.2 LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS Capítulo 7 . e suas aplicações são facilitadas se feitas a partir das regras apresentadas abaixo. Entende-se por malha. Elas são baseadas em princípios de conservação de energia e de carga.ufrgs.1. como ilustrado na Figura 7.1. Chama-se “queda de potencial”.br/tex/fis142/mod07/m_s01. incluindo vários componentes elétricos. tendo cada ramo um ou mais componentes elétricos. entre A e B ou entre A e C. Figura 7. o ponto A é um nó.if. a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito. Entende-se por nó. um circuito fechado.1. Na Figura 7.1 http://www. no caso mais simples. unindo a malha da esquerda à malha da direita.7. na Figura 7. o ponto de encontro de três ou mais ramos de um circuito.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS O que conhecemos como lei dos nós e lei das malhas são.

3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Capítulo 7 . o somatório das quedas de potencial deve ser nulo.2b). pois os pontos inicial e o final são os mesmos. logo ∆V= Vb – Va. indicada pela seta . vai de ‘a’ para ‘b’. Vb<Va. Vejamos. ∆V= Va – Vb = Ri > 0 Quando se “atravessa” uma resistência no sentido contrário ao da corrente convencional. a queda de potencial é positiva (Figura 7. Logo. indica que o circuito está A seta sendo percorrido no sentido de ‘a’ para ‘b’.Ri Quando se “atravessa” uma resistência no mesmo sentido da corrente convencional. como cada queda de potencial é usada nesse somatório. Se a corrente convencional.br/tex/fis142/mod07/m_s02.2b http://www.2a).7. Figura 7. e ∆V = . é porque os elétrons vão de ‘b’ para ‘a’. nas regras seguintes.2a Σ ∆V = 0 Figura7.ufrgs. Neste caso. a queda de potencial é negativa (Figura 7.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:54] .CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se percorre um circuito fechado.if.

Figura 7.2c Quando se “atravessa” uma fem do pólo positivo para o negativo.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se “atravessa” uma fem do pólo negativo para opositivo.if.2d http://www. Figura 7.2c). a queda de potencial é negativa (Figura 7.2d).ufrgs.7. a queda de potencial é positiva (Figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_s02.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:54] .

7.4 LEI DOS NÓS

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
LEI DOS NÓS
A segunda regra básica refere-se ao somatório das correntes, e é conhecida como lei dos nós: o somatório das correntes que entram num nó, é igual à soma das correntes que saem.

ΣIentram = ΣIsaem

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s03.html [13/03/2004 16:23:56]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA
Quando um circuito possui ‘n’ malhas, as regras acima são aplicadas a (n-1) delas, arbitrariamente escolhidas. Da mesma forma, a lei dos nós é aplicada em (n-1) nós, arbitrariamente escolhidos. Nas aplicações das regras acima, existem mais duas arbitrariedades importantes:
q

Arbitra-se o sentido em que cada malha será “percorrida”. Arbitra-se o sentido da corrente em cada trecho do circuito. Se ao final determinada corrente tiver valor negativo, é porque o sentido correto é o contrário daquele arbitrado.

q

O circuito apresentado neste aplicativo tem três malhas e dois nós. Os valores das fem's podem ser variados, entre 1 e 10 V, e as resistências variam entre 1 e 10 ohm. Isso é feito simplesmente clicando nas extremidades de cada componente. Quando uma fem atinge 1 V, o próximo clique no terminal negativo (azul) inverte seu sentido. Em cada ramo do circuito há um amperímetro, e um voltímetro é conectado em paralelo com cada resistor. Use o aplicativo para treinar a solução de circuitos com mais de uma malha. Coloque arbitrariamente alguns valores nas fem's e nos resistores e verifique se a solução do circuito coincide com os valores medidos nos amperímetros e nos voltímetros. Lembre que um circuito com 3 malhas e 2 nós implica num sistema de 3 equações e 3 incógnitas. Como temos 3 correntes e 2 voltagens, pelo menos um desses
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

deve ser conhecido.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.6 EXEMPLO 7.1

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
EXEMPLO 7.1
O circuito apresenta 2 nós e 3 malhas (ABEF, ACDF e BCDE). Portanto, teremos 1 equação com a lei dos nós e duas equações com a lei de Kirchhoff. Considerando o nó B, vê-se que a corrente I3 “entra”, enquanto I1 e I2 “saem” do nó. Assim, I3=I1+I2 [7.1(a)]

Considerando as malhas ABEF e BCDE sendo percorridas nos sentidos indicados, e as regras sobre as quedas de potencial, teremos as seguintes equações R1I1-ε1-R2I2=0 -R2I2-ε2-R3I3=0 [7.1(b)] [7.1(c)]

Suponha que R1=1 Ω, R2=2 Ω, R3=1/3 Ω, ε1=6 V e ε2=10 V, para mostrar que I1= -2 A, I2= -4 A e I3= -6 A. Como se vê, as intensidades das 3 correntes são negativas, significando que os sentidos arbitrados devem ser invertidos.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:00]

bem como as direções em que as malhas são “percorridas”.6 EXEMPLO 7. foram arbitrariamente escolhidas http://www.7.br/tex/fis142/mod07/m_s05.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:00] .if.1 Na figura. as direções das correntes.

7.3 Para cada carga dq fornecida pela bateria. esta realiza um trabalho dW=εdq Este trabalho transforma-se em energia dissipada no resistor. o capacitor está descarregado. A partir deste momento ele começa a ser carregado pela bateria.br/tex/fis142/mod07/m_s06.ufrgs.CIRCUITOS ELÉTRICOS CIRCUITO RC SÉRIE A figura 7. onde V é a diferença de potencial entre as placas do http://www. Vamos usar o princípio da conservação da energia para determinar a equação diferencial que descreve o comportamento deste circuito.html (1 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .7 CIRCUITO RC SÉRIE Capítulo 7 . que recebe esta denominação porque o resistor e o capacitor estão em série com a fem. quando a chave S é conectada ao ponto ‘a’. Inicialmente.3 mostra um circuito RC série. Figura 7. Ri2dt e em energia acumulada no capacitor.if.

3) O crescimento da carga no capacitor (figura 7.2) A eq. a http://www. rigorosamente.4 Para cada circuito RC há um tempo característico.html (2 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .ufrgs. num tempo infinito. Figura 7. Quando t=RC.2) tem como solução q(t) = εC(1 – e-t/RC) (7.4) Decorrido um longo intervalo de tempo (p. a carga no capacitor atinge 63% do seu valor máximo. denominado constante de tempo capacitiva.ex. τ=RC.br/tex/fis142/mod07/m_s06. (7. Pela conservação de energia.7.7 CIRCUITO RC SÉRIE capacitor. Levando em conta que . ela só atingirá seu valor final.if. A partir de (7.3) obtém-se (7.. de modo que. t=10RC)). εC.4) tem uma componente exponencial. obtém-se (7.

Analise os resultados obtidos e descreva o que observou.html (3 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .ufrgs.if.7 CIRCUITO RC SÉRIE chave S é desconectada de ‘a’ e conectada em ‘b’. Colocando-se ε=0 na eq. capacitor e resistor.6 O aplicativo acima apresenta o comportamento de um circuito RC. Concentre sua atenção no processo de carga e descarga do capacitor. q(t) = εCe-t/RC (7. Quando o capacitor estiver mais de 99% carregado (Quando isto acontece?) mude a posição da chave e passe a descarregar o capacitor. As barras azuis mostram o valor da ddp em cada um dos componentes: bateria.5 Figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_s06.5) Por integração direta chega-se à expressão que descreve a variação da carga durante a descarga do capacitor. O gráfico apresentado é o da ddp entre as placas do capacitor.7.2) obtém-se (7. A partir deste momento inicia-se o processo de descarga do capacitor. (7. Para iniciar o processo clique sobre a chave preta que conecta os diferentes ramos do circuito. O resitor tem resistência de 100 kΩ e o capacitor uma capacitância de 100 µF.6) Figura 7. http://www.

if.7.ufrgs.html (4 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .br/tex/fis142/mod07/m_s06.7 CIRCUITO RC SÉRIE http://www.

Que potência seria consumida se os três resistores fossem ligados em paralelo à mesma ddp? R:90 W.br/tex/fis142/mod07/m_ex.7.7 EXERCÍCIOS Capítulo 7 . Figura 7. (b)14 V. a potência total consumida é de 10 W.7 Pergunta 3 http://www. Pergunta 2 q 7.ufrgs. (b) Que ddp entre ‘a’ e ‘b’ resultará em uma corrente de 1 A no resistor de 4 Ω? R:(a)7 Ω.if.1 Três resistores iguais são ligados em série. Quando se aplica uma certa ddp a esta combinação.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . Pergunta 1 q 7.7.CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS.2 (a) Determine a resistência entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da rede mostrada na figura 7.

html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .8 Pergunta 4 q 7.3. R:(a)Vab=0.466 A. R:ε1=18 V.br/tex/fis142/mod07/m_ex.22 V.ufrgs.7. (b) Se ‘a’ e ‘b’ forem ligados. Figura 7.9. na figura 7.9 Pergunta 5 q 7. ε=100 V.3 Determine as fem ε1 e ε2 no circuito mostrado na figura 7. Vab=13 V Figura 7. C=2 µF. O capacitor está inicialmente descarregado.7 EXERCÍCIOS q 7.4 (a) Calcule a ddp entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da figura 7.if.8 e a ddp entre ‘a’ e ‘b’. ε2=7 V. (b)0. A chave http://www. calcule a corrente na bateria de 12 V.5 Considere. R=10 MΩ.

(a) Construa gráficos para i(t).html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .7 EXERCÍCIOS é ligada na posição ‘a’ durante 20 s e depois rapidamente é ligada na posição ‘b’.ufrgs. Pergunta 6 q 7.605 RC http://www. (b) Quanta energia é dissipada no resistor? R:(b)0. ddp no resistor e ddp no capacitor para um intervalo de tempo de 60 s depois da chave ter sido ligada pela primeira vez.br/tex/fis142/mod07/m_ex.if. q(t).7.0997 J.6 Quantas constantes de tempo devem decorrer antes que um capacitor em um circuito RC esteja carregado com 99% de sua carga de equilíbrio? R: t = 4.

em movimento. Tanto o Halliday-Resnick quanto o Sears-Zemanski fazem esse tipo de abordagem.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . ocorrida na cidade de Magnésia. A força magnética é nula em duas circunstâncias: http://www. o que importa é que dado um campo magnético.if.8. Não importa. qual a fonte de criação. Do ponto de vista formal. este exerce uma força sobre uma carga. A segunda forma tem a ver com o campo criado por uma carga em movimento.O CAMPO MAGNÉTICO. este exercerá uma força sobre uma carga em movimento. Existem duas formas básicas de criação de um campo magnético. A primeira tem a ver com a descoberta do fenômeno. dada por F = qvxB (8. Veremos logo adiante que cargas em movimento criam um campo magnético. Por outro lado. A FORÇA DE LORENTZ Geralmente os textos introdutórios sobre magnetismo iniciam com um histórico da descoberta do fenômeno.ufrgs.br/tex/fis142/mod08/m_s01. q. trata-se do campo criado por uma corrente elétrica.2 A FORÇA DE LORENTZ Capítulo 8 . trata-se do campo de um ímã permanente. B. devemos ter em mente que é impossível tratar cargas elétricas em movimento sem levar em consideração a existência do campo magnético. por volta do ano 121 DC. havendo um campo magnético em determinada região do espaço. para o momento.1) onde v é a velocidade da carga.

E. Velocidade paralela ao vetor campo magnético.ufrgs. a força sobre uma carga em movimento é dada por (8.if.2) A força expressa em (8. No caso geral.2 A FORÇA DE LORENTZ r r Carga estacionária (v=0). e um campo magnético. em que temos um campo elétrico.8.2) é conhecida como força de Lorentz.br/tex/fis142/mod08/m_s01.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . http://www.

Figura 8. A velocidade dos elétrons resulta da aceleração através de um potencial V.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . B e v.br/tex/fis142/mod08/m_s02. obtém-se http://www. para desviar o feixe de elétrons num tubo de raios catódicos. Controlando-se os parâmetros externos.1.ufrgs. Joseph John Thomson (18561940).2) vê-se que a força elétrica é perpendicular à força magnética.2) foi usada por Thomson quando este realizava os trabalhos que resultaram na descoberta do elétron.1 Pela eq. é possível fazer FE=FB eE=evB v=E/B.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON Capítulo 8 .8.if. conforme esquematizado na figura 8. (8. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1906. Thomson usou um campo elétrico perpendicular a um campo magnético. E.O CAMPO MAGNÉTICO. tal que Das expressões acima. A DESCOBERTA DO ELÉTRON A expressão (8. descobriu o elétron em 1897.

ufrgs.8.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON (8. de tal forma que a força elétrica equilibre a força magnética. é calculada através de parâmetros controlados experimentalmente.3) A razão entre a carga e a massa do elétron. http://www.if. isto é.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . Estes são ajustados de tal forma que o feixe permaneça em linha reta.br/tex/fis142/mod08/m_s02. ou de qualquer partícula carregada que penetre no tubo de raios catódicos.

2 Aplicando-se um campo magnético na direção horizontal. é extremamente útil na indústria microeletrônica.2 esquematiza o arranjo experimental para o estudo do efeito Hall.8.if. e cargas positivas na face superior. Chegará um momento em que a força Hall equilibra a força magnética. O excesso de cargas positivas e negativas. resulta numa força magnética na direção perpendicular ao movimento eletrônico.2) também permitiu a descoberta do efeito Hall que. no sentido de cima para baixo. cargas negativas acumulam-se na face inferior. Tem-se uma fita condutora com seção reta A (=Ld) através da qual circula um feixe de elétrons com velocidade v.br/tex/fis142/mod08/m_s03. Figura 8.4 O EFEITO HALL Capítulo 8 . com um campo elétrico conhecido como campo Hall. Esta força fará com que o movimento dos elétrons seja desviado para baixo. A figura 8. como veremos. funciona como um capacitor de placas paralelas. qEH = qvB http://www.O CAMPO MAGNÉTICO. O EFEITO HALL A expressão (8.2. Com o tempo. conforme indicado na figura 8.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:18] .

obtémse (8.4 O EFEITO HALL Usando a eq. bastando medir a diferença de potencial entre as superfícies superior e inferior.ufrgs. Em segundo lugar. (6. (8. J=i/A. é possível determinar o sinal da carga dos portadores.4) O efeito Hall permite a obtenção de dois resultados importantes. Resulta daí que Tendo em conta que a seção reta é dada por A=Ld.8. e a definição da densidade de corrente. Em primeiro lugar. http://www. a eq. Esses dois resultados são de extrema importância na indústria eletrônica.3). pois permite a fabricação de dispositivos que dependem do tipo (elétrons ou lacunas) e da quantidade de portadores. J=nqv.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:18] .4) fornece o valor da densidade de portadores.if. obtém-se Por outro lado. EH = VH/d.br/tex/fis142/mod08/m_s03.

br/tex/fis142/mod08/m_s04. a partícula movimenta-se num círculo com raio r = mv/qB (8. Portanto. MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO A eq. que proporciona o movimento circular. Figura 8. de massa m e carga q. o movimento de uma partícula.if. Como se vê a força centrípeta. é igual à força magnética. é sempre composto de um movimento retilíneo uniforme e de um movimento circular.5b) http://www. Este tipo de movimento é esquematizado na figura 8. resultando num movimento retilíneo uniforme.3 Assim. a força será nula.O CAMPO MAGNÉTICO.3. numa região do espaço onde existe um campo magnético.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Capítulo 8 . (8. e outra perpendicular. Isto é. se o ângulo entre o vetor velocidade e o vetor campo magnético for diferente de zero. podemos decompor o vetor velocidade em duas direções: uma na direção de B.8.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .5a) Da relação v=ωr.1) mostra que se a velocidade da partícula tiver a mesma direção do campo magnético. Por outro lado. obtém-se a velocidade angular ω = qB/m (8.

br/tex/fis142/mod08/m_s04.if.5c) http://www.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Da relação ω=2πf. obtém-se a freqüência F = qB/2πm e o período T = 1/f = 2πm/qB (8.8.5d) (8.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .

é óbvio que ele exercerá uma força sobre uma corrente elétrica.ufrgs. FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Se um campo magnético exerce uma força sobre uma carga em movimento.br/tex/fis142/mod08/m_s05. temos que a força sobre um elétron será Portanto. logo. A partir desses resultados. a força sobre o segmento de fio será A expressão geral é dada por http://www.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . Vejamos como calcular esta força.if. A força sobre um elétron é dada por F=evB Supondo que existam N elétrons no segmento L do fio (seção reta A).O CAMPO MAGNÉTICO. tem-se que a densidade eletrônica será n=N/LA Sabemos que J=nev.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Capítulo 8 .

A força sobre o fio é conseqüência da força de Lorentz sobre cada elétron que compõe a corrente.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE (8. Figura 8.4.4 Neste aplicativo você pode visualizar o efeito de um campo magnético sobre uma corrente elétrica. Use a equação 8.ufrgs.if.6 e verifique a força que age sobre o fio em diferentes situações (invertendo o sentido da corrente e a polaridade do ímã.6) O sentido da força é obtido pela regra da mão direita para o produto vetorial.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:24] .br/tex/fis142/mod08/m_s05. a força aponta para baixo. No caso da Figura 8. http://www.

br/tex/fis142/mod08/m_s06.if.html Capítulo 8 .ufrgs.6). Vê-se facilmente que as forças F2 equilibram-se. percorrida por uma corrente i.O CAMPO MAGNÉTICO. na direção indicada. Figura 8.ufrgs.5 mostra-se uma espira retangular.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:29] . conforme ilustra a figura 8. de lados a e b. Para melhor analisar esse torque. (8. vejamos a figura 8.5 sob outra perspectiva.5 Forças F1 (F2) atuam em lados opostos a (b).6. FORÇA SOBRE UMA ESPIRA DE CORRENTE Na figura 8.http://www. De acordo com a eq. as forças sobre os lados a e b são dadas por F1=iaB F2=ibB Figura 8.6 http://www. enquanto as forças F1 produzirão um torque na espira.br/tex/fis142/mod08/m_s06.

τ=NiABsenθ Para uma espira. com N espiras. define-se µ=NiA. define-se seu momento de dipolo magnético µ=iA. para uma bobina. A=ab e cos θ=senθ.if. o torque sobre uma espira ou sobre uma bobina. obtém-se τ=iABsenθ Para o caso de uma bobina com N espiras. Portanto.7) http://www.if.html O torque será Substituindo F1=iaB.br/tex/fis142/mod08/m_s06.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:29] .ufrgs.ufrgs. Da mesma forma. será (8.http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s06.

r H está relacionado com a corrente que o produz. . 3.O CAMPO MAGNÉTICO. na prática.if. Esse tratamento torna-se mais complicado quando temos de abordar uma situação prática.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:31] Para materiais paramagnéticos e diamagnéticos: B=µ H µ = permeabilidade magnética Para materiais ferromagnéticos: B=f(H) depende do material e do processo de magnetização. No capítulo 41.ufrgs.8. Essa é uma questão bastante complicada no caso do eletromagnetismo em geral. Portanto. mas causa o mistério colocado na definição acima. mantém o http://www. ao qual associamos o símbolo B. ao discutir as propriedades magnéticas da matéria.8 UNIDADES Capítulo 8 . vejamos o que está escrito em Sears & Zemanski (Vol. O campo magnético é chamado de indução magnética? A confusão vem do fato que. para a qual torna-se indispensável o uso de um sistema de unidade. é um campo vetorial e seu valor e orientação em qualquer ponto são especificados por um vetor B chamado indução magnética.br/tex/fis142/mod08/m_s07. 534): O campo magnético. e mais ainda no caso especial do magnetismo. “campo magnético” não é a mesma coisa que “indução magnética”! Esta equivalência é geralmente usada para simplificar. p. Sears & Zemanski coloca a questão no contexto correto. tal como o campo elétrico. 1a edição. UNIDADES Até aqui utilizamos o conceito genérico de campo magnético. Para avaliarmos esse nível de complexidade.

No sistema SI. sua unidade é o Gauss (G). enquanto no sistema CGS.8 UNIDADES leitor confuso ao longo de 4 capítulos.br/tex/fis142/mod08/m_s07.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:31] . Por outro lado.ufrgs. a unidade de H é A/m no sistema SI e Oersted (Oe) no sistema CGS (1 A/m = 4πx10-3 Oe). a unidade de B é o Tesla (T).if. http://www. onde 1 T = 104 G = 1 Weber/m2.8. r B depende tanto da corrente quanto da magnetização do meio.

é acelerada através de um potencial V antes de penetrar numa região onde existe um campo magnético B.7.9 EXEMPLO 8.br/tex/fis142/mod08/m_s08. perpendicularmente dirigido para fora do papel. de modo que facilmente obtém-se http://www. Esta força será igualada à força centrípeta.8.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . Dito de outra forma. conforme a eq. EXEMPLO 8. Como esquematizado na Figura 8.1 Um exemplo clássico de força magnética sobre uma partícula em movimento é o espectrômetro de massa. a partícula estará sujeita à força magnética. Sob a ação da força magnética a partícula percorrerá o semi-círculo indicado na figura.O CAMPO MAGNÉTICO. Antes de penetrar na região do campo magnético. a partícula terá adquirido energia pela aceleração através do potencial V.1). a partícula terá adquirido velocidade v. (8. uma partícula de massa m e carga +q. a uma distância x do ponto de entrada.if. até Figura 8.1 Capítulo 8 .7 tocar no anteparo. satisfazendo as seguintes relações: E=qV=½mv2 Ao penetrar na região do campo magnético.

Este aplicativo simula um espectrômetro semelhante a este que você acabou de estudar no exemplo 8. x.8. Use alguns valores de v e B e cheque seu resultado. Ao invés de m. medindo-se a distância do impacto.br/tex/fis142/mod08/m_s08. http://www.9 EXEMPLO 8. calcule o raio da órbita da partícula no interior do espectrômetro (r=x/2).ufrgs. a partir da sua carga e de parâmetros experimentais controláveis. Este é o princípio de funcionamento do espectrômetro de massa.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . pode-se calcular a massa da partícula. B e V.1.1 Portanto.if.

e a inferior orientada na direção –x. EXEMPLO 8. sendo a superior orientada na direção x.9. for aplicada no lado de 8 cm não-pivotado.2 T paralelo ao eixo x. de modo que ela seja mantida na posição indicada. orientadas de acordo com a Figura 8.html [13/03/2004 16:24:36] . a espira permanecerá na posição indicada.if. atuam forças F=0. Sobre os lados de 6 cm.br/tex/fis142/mod08/m_s09.8 Figura 8.9 http://www.ufrgs.16 N.O CAMPO MAGNÉTICO.8. Supondo que exista um campo magnético uniforme de 0. Figura 8. Sobre os lados de 8 cm. atuam forças iguais 0. com torque anti-horário.10 EXEMPLO 8.16cos(30). Portanto.12 N. se uma força igual a 0. calcule as forças e o torque sobre a espira.2 Capítulo 8 . Elas anulam-se e não exercem qualquer torque sobre a espira.2 A espira retangular da Figura 8.8 é “pivotada” no eixo y e conduz uma corrente de 10 A no sentido indicado.

perpendicular e entrando no plano da folha.7x103.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .if.10 Pergunta 2 q 8.O CAMPO MAGNÉTICO. Compare o número de revoluções que eles fazem por segundo. (b) o tempo necessário para o elétron se mover de A para B.1 Um elétron no ponto A da figura 8. R:fe/fα=3. (b)15. Determine: (a) o módulo e a orientação da indução magnética que fará o elétron seguir a trajetória semicircular de A a B.12 EXERCÍCIOS Capítulo 8 .10 tem uma velocidade v0=107 m/s.br/tex/fis142/mod08/m_ex.68 x 10-27 kg. R:(a) 1. EXERCÍCIOS.2 Um elétron e uma partícula α (átomo de hélio duplamente ionizado) movem-se ambos em trajetórias circulares em um campo magnético.14x10-3 T. com a mesma velocidade tangencial. Pergunta 1 q 8. Figura 8. A massa da partícula α é 6. http://www.ufrgs.68 ns.8.

4 µV.ufrgs. não produz deflexão alguma nos elétrons? (b) Mostre em um diagrama as orientações relativas dos vetores V. Qual é o raio de sua trajetória no campo magnético. Ele é acelerado através de uma ddp de 500 V e depois penetra perpendicularmente em um campo magnético B=0. Qual é a concentração de elétrons livres? R: n = 3.if. E e B.11 representa uma fita de cobre com as seguintes dimensões: L=2 cm e d=1 mm. ambos normais entre si e ao feixe.16 x 10-23 g.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .br/tex/fis142/mod08/m_ex.484 m. Quando B=5 T e i=100 A. http://www. Pergunta 4 q 8. (c)0. quando a influência simultânea de um campo elétrico de intensidade 34 x 104 V/m e de um campo magnético de intensidade 2 x 10-3 T. R:21.44 x 1027 elétrons/m3.5 A figura 8.8.29x10-3 m.4 Um íon de Li7 com uma carga elementar tem uma massa de 1. (c) Qual é o raio da órbita eletrônica. Pergunta 5 q 8.12 EXERCÍCIOS Pergunta 3 q 8.7x108 m/s.4 T. quando o campo elétrico for removido? R:(a) 1.3 (a) Qual é a velocidade de um feixe de elétrons. verifica-se que o potencial Hall é VH=45.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .if.6 x 10-6 Nm http://www.6 Qual é o torque máximo sobre uma bobina de 600 espiras. com dimensão 5 cm x 12 cm.12 EXERCÍCIOS Figura 8. quando por ela passa uma corrente de 10-5 A.11 Pergunta 6 q 8. em um campo uniforme B=0.br/tex/fis142/mod08/m_ex.8.10 T. R: τ = 3.ufrgs.

9. a integral é realizada ao longo de uma linha http://www.br/tex/fis142/mod09/m_s01. é dado pela lei que recebeu seu nome (9.1) onde µ0=4πx10-7 N/A2 é a permeabilidade magnética do vácuo. e que para o caso de um fio retilíneo. como ilustra a Fig.A LEI DE AMPÈRE.1. Ampère realizou outras experiências e formalizou a relação entre corrente elétrica e campo magnético. Em 1819. as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio. Ele mostrou que o campo produzido pela corrente. como a magnetita (Fe3O4). i. Vimos que uma das fontes de campo magnético são os ímãs permanentes.9.1 Logo após a apresentação do trabalho de Oersted. os outros dedos dão o sentido de B.1). Em (9.if. Figura 9.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:43] .2 A DESCOBERTA DE OERSTED Capítulo 9 . O sentido do campo é dado pela regra da mão direita: com o polegar no sentido da corrente. em 1820. Oersted descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético.ufrgs. A DESCOBERTA DE OERSTED Já conhecemos o efeito do campo magnético sobre cargas em movimento e sobre correntes em circuitos elétricos.

onde as setas indicam produção. assim como a lei de Gauss está para a eletrostática.9.2 A DESCOBERTA DE OERSTED fechada arbitrária. cargas em movimento produzem campo elétrico e campo magnético e podem produzir corrente elétrica. Portanto.ufrgs. Figura 9. que alguns autores denominam linha amperiana. Assim.br/tex/fis142/mod09/m_s01. pela sua correspondência com a superfície gaussiana no caso da eletrostática. É possível agora estabelecer um quadro conceitual relacionando esssas áreas. a lei de Ampère está para o magnetismo.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:43] .if.2 http://www. no caso estacionário.

http://www.br/tex/fis142/mod09/m_s02.if.ufrgs. que também permite-nos afirmar que o campo tem o mesmo módulo em qualquer ponto do círculo.html Capítulo 9 .br/tex/fis142/mod09/m_s02. Use (9. a amperiana apropriada para se calcular o valor de B a uma distância r do fio é o círculo de raio r. que as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio. das experiências de Oersted. Portanto. Diz-se que o campo tem simetria axial.2) http://www. Este resultado é consistente com a simetria do problema. CAMPO DE UM FIO RETILÍNEO INFINITO Vamos usar a lei de Ampère para calcular o campo de um fio retilíneo infinito.A LEI DE AMPÈRE.ufrgs. Sabemos.1) e mostre que o campo é dado por (9.if.html [13/03/2004 16:24:45] .

if. transportando http://www. onde i será a corrente que atravessa a amperiana de raio r.ufrgs. CILINDRO INFINITO Vejamos agora o caso de um cilindo infinito. Valor de B para pontos internos: r menor ou igual a R Pelo procedimento anterior. e outra com r>R. obtém-se (9.3 Substituindo i em (9.2). transportando uma corrente io. com duas amperianas.9.3) Valor de B para pontos externos: r maior ou igual a R É fácil mostrar que este resultado é absolutamente igual a (9.2).A LEI DE AMPÈRE. obtém-se uma expressão igual a . Na Figura 9. de raio R. Vamos calcular o valor de B nos dois casos. uma com r<R.3 vemos uma seção reta do cilindro.4 CILINDRO INFINITO Capítulo 9 . tem-se que Figura 9. com densidade uniforme.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .br/tex/fis142/mod09/m_s03. Portanto. Como a densidade de corrente é uniforme. para um cilindro com raio R.

if. o campo magnético varia com a distância ao eixo do cilindro conforme a figura 9.4 CILINDRO INFINITO uma corrente i.4.br/tex/fis142/mod09/m_s03.4 http://www.9.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .ufrgs. Figura 9.

5 Sendo d a distância entre eles.br/tex/fis142/mod09/m_s04.ufrgs. sobre o http://www. Este campo exercerá a força sobre o segmento L do fio 2.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Capítulo 9 .9. INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Sejam dois fios infinitos e paralelos. Da mesma forma.5. transportando correntes i1 e i2.A LEI DE AMPÈRE. como ilustra a Figura 9. tem-se que o fio 1 cria um campo na posição do fio 2. Figura 9.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:52] .if.

http://www. Portanto. quando as corrente circulam no mesmo sentido. com módulo igual a F12.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:52] .5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS segmento L do fio 1 agirá uma força F21.br/tex/fis142/mod09/m_s04. os fios atraem-se. É fácil mostrar que há repulsão quando as correntes circulam em sentidos opostos. mas com sentido contrário.9.ufrgs.

No interior do solenóide o campo tem o sentido indicado (da esquerda para a direita).br/tex/fis142/mod09/m_s05.6(b) temos um corte longitudinal do solenóide.6(a).CAMPO DE UM SOLENÓIDE Capítulo 9 .A LEI DE AMPÈRE. CAMPO DE UM SOLENÓIDE Obtém-se um solenóide quando um fio é enrolado sob a forma de uma bobina. Usando argumentos de simetria é fácil mostrar que são nulos os campos entre os fios e na parte externa do solenóide.6 http://www.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . Na discussão que se segue consideraremos o solenóide infinito. como ilustra a Figura 9. Figura 9. Na Figura 9.ufrgs.if.

br/tex/fis142/mod09/m_s05.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . de modo que Na região interna. Supondo que temos n espiras por unidade de comprimento. a corrente que entra na lei de Ampère é calculada em termos da densidade de espiras. O sentido do campo magnético no interior do solenóide pode ser determinado pela regra da mão direita: o polegar dará o sentido de B quando os outros dedos indicarem o sentido da corrente A integral fechada pode ser desdobrada.ufrgs. multiplicada pelo número de espiras que atravessa a amperiana.if. A corrente que atravessa o retângulo abcd (a amperiana selecionada) é igual à corrente. de modo que Portanto. i. a corrente que atravessa a amperiana será nLi. Como o solenóide tem um número infinito de espiras (na prática. um número muito grande de espiras).CAMPO DE UM SOLENÓIDE Vamos usar a lei de Ampère para calcular o módulo de B no interior do solenóide. o campo magnético é perpendicular às linhas ab e cd. a integral que resta resulta em http://www. resultando Na região externa ao solenóide. Assim. B=0.

É óbvio que isso é uma idealização.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . Para cada raio. isto é. mais próximo do caso ideal. entre 2.5 e 6. Qual a principal diferença entre as linhas de campo do solenóide com raio 2. clique em iniciar e observe atentamente as linhas de campo. o campo no interior do solenóide será B=µ0ni (9. e aquelas do solenóide com raio 6.br/tex/fis142/mod09/m_s05.0? http://www.if. No aplicativo podemos variar o raio do solenóide. usa-se um solenóide longo.4) Esta simulação permite visualizar o efeito geométrico de um solenóide.5. Quanto maior esta relação.ufrgs.0. Na prática. um solenóide em que a razão entre o seu comprimento e o diâmetro da sua seção reta seja tão grande quanto possível.CAMPO DE UM SOLENÓIDE BL=µ0nLi Finalmente.4 foi deduzida supondo-se um solenóide infinito. A equação 9. sobre as linhas de campo magnético.

enquanto oprime a tecla ALT. O arco-íris de cor ao longo da linha indica a intensidade do campo.if. Para desenhar todas as setas de campo. tecle shift-controlalt e clique o botão do mouse. clique o botão esquerdo do mouse. como é achado na maioria computadores Unix. http://www.br/tex/fis142/mod09/m_s06. e possível que você so tenha um mouse de dois-botão. tecle a letra A.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . . Exemplos Instruções Agora que você viu a lei de Ampère.A LEI DE AMPÈRE. vermelho é forte. e azul é fraco.ufrgs. você devera usar naquele caso o botão esquerdo. você tem que conhecer: A tabela debaixo assume que você tem um mouse de trêsbotão. Para utilizar os seguintes applets. Para simular o botão do medio. Em resumo: Mouse Buttons Unix Left Middle Right PC Left Alt-Left Right Indicadores de campo q q A seta que acompanha o cursor indica o campo. Para desenhar uma seta de campo.Exemplos Capítulo 9 . você pode tentar isto. q Linhas de campo q Para desenhar uma linha de campo. Se você estiver usando um PC.

r r q Para apagar a amperiana e a integral.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:06] ..ufrgs. arraste o botão da esquerda teclando Ctrl. http://www. Apagando q Para apagar as linhas. O aplicativo calcula e imprime a integral de linha do campo ao longo da amperiana traçada. ou Del.Exemplos Amperianas q Desenhando uma amperiana: : r Para desenhar um retângulo. the pain. Thin Wires Oh. Para desenhar um círculo.br/tex/fis142/mod09/m_s06.. clique o botão esquerdo novamente.. arraste o botão da esquerda. the pain. a tecla backspace.if. tecle a letra E.

Pergunta 1 q 9. perpendicular à linha que une os fios e apontando para a direita de quem olha. Figura 9.EXERCÍCIOS Capítulo 9 .br/tex/fis142/mod09/m_ex.1 Dois longos fios retilíneos e paralelos estão separados por uma distância 2a. EXERCÍCIOS. conforme figura 9.html (1 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .A LEI DE AMPÈRE. qual é o campo magnético no plano dos fios em um ponto (a) a meia distância entre eles e (b) a uma distância 'a' acima do fio superior? R:(a)B=µ0i/πa.if. Se os fios conduzem correntes iguais em sentidos opostos. (b)B=µ0i/3πa.ufrgs.7 Pergunta 2 http://www.7.

92x10-4 N/m.2 Ainda em relação à figura 9. Determine o módulo. se a corrente nele entra no plano da folha. R:7.3 Suponha que na figura 9. cujos lados maiores são paralelos ao fio.8 conduz uma corrente de 20 A.4 O fio longo e retilíneo da figura 9. Pergunta 4 q 9.html (2 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .2x10-4 N. apontando para a esquerda de quem olha. apontando para baixo.7 exista um terceiro fio longo e retilíneo. perpendicular ao fio. calcule o campo magnético resultante no ponto P.EXERCÍCIOS q 9. Pergunta 3 q 9. conduz uma corrente de 10 A. perpendicular ao fio. Determine o módulo e a orientação da força por unidade de comprimento que atua sobre o terceiro fio. http://www.if.7. Considere a=30 cm e x=40 cm. a direção e o sentido da força resultante exercida sobre a espira pelo campo magnético do fio. R:B=µ0ia/ π(a2+x2). passando pelo ponto P e que cada fio conduza uma corrente I=20 A. R:1.ufrgs. Uma espira retangular. paralelo aos outros dois.br/tex/fis142/mod09/m_ex.

if.9 mostra um corte transversal de um condutor longo de um tipo denominado cabo coaxial. anti-horário. se a corrente interna estiver saindo da folha. de valor I.ufrgs. (d) r>a.5 A figura 9.EXERCÍCIOS Figura 9. R:(a)B=µ0ir/2πc2. (c) b<r<a. anti-horário. (d)B=0. (b) c<r<b. existem nos dois condutores. (c)B=µ0i(a2-r2)/ 2πr(a2-b2). anti-horário. b.html (3 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . Seus raios (a.br/tex/fis142/mod09/m_ex. Encontre expressões para B(r) nas regiões em que: (a) r<c. Correntes uniformes e opostas. (b)B=µ0i/2πr.8 Pergunta 5 q 9. http://www. c) são mostrados na figura.

A camada interna consiste de 300 espiras e a externa.9 Pergunta 6 q 9. http://www.EXERCÍCIOS Figura 9.if. de 250.6 Constrói-se um solenóide de 30 cm de comprimento com duas camadas de enrolamento de fio.07 T. Qual é o valor do campo magnético em um ponto próximo do centro do solenóide? R:0.html (4 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .br/tex/fis142/mod09/m_ex. A corrente é de 3 A no mesmo sentido em ambas as camadas.ufrgs.

Figura 10. Isto é. B.br/tex/fis142/mod10/m_s01.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Capítulo 10 . Vamos examinar essa questão a partir do problema esquematizado na figura 10. Vejamos quanto vale essa fem.1. produzindo uma fem.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . Faraday descobriu o inverso. Nesta região do espaço existe um campo magnético. v. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Com a descoberta de Oersted e a lei de Ampère aprendemos que uma corrente elétrica origina um campo magnético. um campo magnético pode criar uma corrente elétrica. Na década de 1830. Diz-se que essa fem foi induzida pelo movimento das cargas.ufrgs. Logo haverá um excesso de carga negativa na parte inferior da placa e uma quantidade igual de carga positiva na parte superior. com o sentido indicado (para dentro da folha).1 http://www.if.10. Uma placa metálica é deslocada. por um agente externo qualquer (não importa qual). com velocidade uniforme. Isso é possível através do surgimento de uma força eletromotriz (fem) induzida.A LEI DE FARADAY. Os elétrons livres da placa estarão submetidos a uma força magnética dada por F = evB cujo sentido aponta para baixo.

tem-se Portanto. a corrente induzida tem o sentido indicado na fig. 10. a variação temporal do fluxo do campo magnético é numericamente igual à força eletromotriz induzida pelo movimento. Vamos imaginar que a placa metálica desliza sobre um trilho metálico.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .10. Quando a placa é deslocada. (10.2.ufrgs.1) Analisemos o mesmo problema de outra forma. ΦB=Bhx. Derivando o fluxo. variando o fluxo de B. http://www. a área hachuriada varia. (10. em relação a t.1).2 Como a carga positiva acumula-se na parte superior. através dela.br/tex/fis142/mod10/m_s01.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA W=Fh é o trabalho necessário para transportar uma carga de uma extremidade à outra da placa. conforme ilustra a figura 10. Como a fem é dada por ε=W/q segue-se que ε=vBh (10. eq.if.2.2) Figura 10. Isto é.

O que discutimos acima foi a fem induzida pelo movimento.1) e (10.br/tex/fis142/mod10/m_s01. costuma-se confundir a fem induzida pelo movimento. apresentam resultados idênticos àqueles obtidos com a lei de Faraday.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .10.2).ufrgs.if. http://www. Por causa disso. Vejamos agora a fem induzida pela lei de Faraday.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA As equações (10. com a fem induzida pela lei de Faraday.

enquanto no segundo caso ela circula no sentido horário. a lei é a seguinte: O sentido da fem induzida é aquele que tende a se opor à variação do fluxo magnético através da espira. a corrente induzida circula no sentido antihorário.3(a) o fluxo magnético está http://www.ufrgs. Em 1831. uma espira metálica é colocada (imóvel) numa região onde existe um campo magnético variável. Na fig. 10. Faraday mostrou que no primeiro caso.3) é a seguinte Em 1834.3) Outra forma de apresentar a equação (10.A LEI DE FARADAY. Lenz estabeleceu a lei que permite interpretar o significado do sinal negativo em (10. A fem induzida é dada por (10.if. enquanto em (b) ele decresce. LEIS DE FARADAY E LENZ Na fig.3. 10. Em (a) o módulo de B cresce com o tempo.br/tex/fis142/mod10/m_s02.10.3 LEIS DE FARADAY E LENZ Capítulo 10 . Numa tradução livre.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:59] .3).

3 LEIS DE FARADAY E LENZ crescendo.10. de modo a opor-se à diminuição do seu fluxo.br/tex/fis142/mod10/m_s02.3 Demonstração Tecle o botão iniciar e observe o movimento da barra. Figura 10.if. de modo que a corrente no sentido horário produzirá um campo magnético no mesmo sentido do campo aplicado.ufrgs. Na fig. Você também pode arrastar a barra arrastando-a com o mouse. 10.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:59] .3(b) o fluxo magnético está decrescendo. http://www. A corrente induzida terá o sentido anti-horário para criar um campo magnético contrário ao campo B e oporse à variação do fluxo magnético.

4 Pergunta 2 http://www. onde ΦBé dado em miliwebers e t em segundos.html (1 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .ufrgs.A LEI DE FARADAY.EXERCÍCIOS Capítulo 10 . (b)Horário. Pergunta 1 q 10. EXERCÍCIOS.br/tex/fis142/mod10/m_ex. Figura 10.0 s. (b) Determine o sentido da corrente através de R.1 Na figura 10.if. o fluxo magnético que atravessa a espira cresce com o tempo de acordo com a expressão ΦB=6t2+7t. (a) calcule o módulo da fem induzida na espira quando t=2. R:(a)31 mV.4.

O módulo do campo magnético varia de acordo com a relação B=0.if.ufrgs. A espira contém uma bateria de 20 V. (a) Qual é o sentido da corrente que passa através da bateria? (b) Qual é a fem total através do circuito? R:(a)Anti-horário. (a) Mostre que a carga total q(t) que passou através do resistor R no tempo t é q(t) = 1/R [ΦB(0) -ΦB(t)]. Pergunta 3 q 10. (b)21.3 A figura 10.5 representa uma espira quadrada (lado igual a 2. independentemente do modo pelo qual B variou neste mesmo intervalo.0 m) perpendicularmente disposta em relação um campo magnético B. de modo que num instante t o fluxo seja dado por ΦB(t). sendo B dado em Tesla e t em segundos.4. tanto em módulo quanto em direção.87t.2 Seja ΦB(0) o fluxo magnético para t=0.5 http://www.74 V.EXERCÍCIOS q 10.html (2 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .br/tex/fis142/mod10/m_ex.042-0. sendo que metade da espira está no interior da região onde existe o campo. na figura 10. Figura 10. Suponha que o campo magnético esteja variando de forma contínua mas não especificada. cuja resistência interna é desprezível.

6.EXERCÍCIOS Pergunta 4 q 10. (a) Qual é a fem induzida no anel condutor circular de raio igual a 10 cm? (b) Quais são o módulo e a orientação do campo elétrico induzido em qualquer ponto desse anel? (c) Qual é a corrente induzida no anel. Calcule: (a) o fluxo magnético através do triângulo isósceles formado pelos trilhos e a barra no instante t=3.html (3 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . http://www.1 T/s.8 V. Um campo magnético B=0. (c) Como a fem induzida no triângulo varia com o tempo? R:(a) 85.2 Wb. (b) 56. (c) ε(t)=2Bv2t. Figura 10. (b) 5 mV/m. anti-horário.2 m/s de cima para baixo.4 Dois trilhos condutores retilíneos formam um ângulo reto no ponto de junção entre suas extremidades.ufrgs. se sua resistência vale 2 Ω? R:(a) 3 mV.5 mA.5 O campo B na figura 10. (c) 1.if. como ilustra a figura 10. Uma barra condutora em contato com os trilhos parte do vértice no instante t=0 e se move com velocidade constante v=5.7 decresce à taxa de 0.35 T aponta para fora da página.br/tex/fis142/mod10/m_ex.0 s e (b) a fem induzida no triângulo neste instante.6 Pergunta 5 q 10.

EXERCÍCIOS Figura 10.6µ0/10π.7 Pergunta 6 q 10.3µ0I/10π. Figura 10. (a) Qual é o fluxo total.ufrgs.8 a corrente I percorre o fio infinito na direção indicada. anti-horário.8 http://www.html (4 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . através da espira cujas dimensões estão indicadas na figura. em determinado tempo t.6 Na figura 10. e cresce constantemente à razão de 2 A/s. (b) 4.br/tex/fis142/mod10/m_ex. (b) Qual é a fem induzida na espira? R:(a) 2.if.

e i é a corrente que o atravessa.11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS INDUTÂNCIA Já vimos que o capacitor é um dispositivo apropriado para gerar um campo elétrico.1) Onde N é o número de espiras no solenóide. correspondendo à capacitância.1). (5.br/tex/fis142/mod11/m_s01. Assim.if. Este dispositivo está para o magnetismo. (11. assim como o capacitor está para a eletricidade. NΦ é o fluxo magnético total através do indutor (denominação também usada para um solenóide). A unidade de indutância no sistema SI é o Henry. http://www. Portanto. definida na eq. L. Há uma completa analogia entre os dois dispositivos. Em particular.1 INDUTÂNCIA Capítulo 11 . 9 vimos que uma corrente elétrica cria um campo magnético.ufrgs. No Cap.html [13/03/2004 16:26:11] . podemos definir a indutância. calculamos o campo magnético de um solenóide.

de modo que NΦ=nlΦ= nlBA Usando o valor de B para um solenóide infinito. L/l = µ0An2 (11.if. A).2). 9.br/tex/fis142/mod11/m_s02.1 http://www. eq. A densidade linear de espiras é n. (5. Em ambas as equações temos o produto de uma constante universal (µ0 ou ε0) com parâmetros geométricos do respectivo dispositivo.ufrgs. L/l.2) Convém comparar este resultado com aquele obtido para a capacitância de um capacitor de placas paralelas.html [13/03/2004 16:26:13] .11. eq.4).OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. assim como fizemos no Cap. INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Vamos usar um solenóide infinito (ou muito maior do que a área da sua seção reta. Figura 11. obtém-se a indutância por unidade de comprimento. (9.2 INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Capítulo 11 .

3 AUTO-INDUÇÃO Capítulo 11 . AUTO-INDUÇÃO Uma corrente elétrica percorrendo um solenóide origina um fluxo magnético. No momento em que se inicia a passagem da corrente.ufrgs. diz-se que esta fem é auto-induzida.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. Como se trata de uma fem induzida por uma corrente no próprio solenóide. induz o surgimento de uma fem. de acordo com a lei de Faraday. que deve satisfazer à seguinte relação Como NΦ=Li. esta.11. segue-se que (11.3) http://www.html [13/03/2004 16:26:15] . Portanto.br/tex/fis142/mod11/m_s03.if. tem-se uma auto-indução.

3). 11.4) Figura 11.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:21] . for ligada na posição ‘a’. (11. uma corrente surgirá no circuito. http://www.εL = 0 (11. o indutor reagirá. aparentemente o sinal negativo da eq. ele foi levado em conta quando se definiu o sentido de εL na fig. tem-se ε . produzindo uma fem εL.ufrgs.3) não foi levado em conta.br/tex/fis142/mod11/m_s04. (11.2 Figura 11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.11.Ri .if.2. Imediatamente. na figura 11. Aplicando a regra de Kirchhoff na malha externa (chave ligada em ‘a’). dada pela eq.3 Observe que na equação acima.2. Na verdade. CIRCUITO RL Vamos usar o princípio da auto-indução para estudar o circuito RL em série.4 CIRCUITO RL Capítulo 11 . No momento em que a chave S.

11.4 CIRCUITO RL

Figura 11.4 A eq. (11.4) é formalmente idêntica à eq. (7.2), para o circuito RC série. Assim, a solução para a eq. (11.4) será obtida a partir da eq. (7.2), substituindo-se os elementos correspondentes, de acordo com a tabela abaixo. Circuito RC Circuito RL R 1/C εC RC Portanto, L R ε/R L/R

(11.5) O comportamento da corrente, descrito pela eq. (11.5), é ilustrado na fig. (11.3). Este comportamento é similar ao comportamento da carga no capacitor do circuito RC. A corrente de saturação, ε/R, ocorre quando o indutor entra em “curto”. Em t=0, i=0, o que significa circuito “aberto”. Portanto o comportamento do indutor é o contrário do comportamento do capacitor.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s04.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:21]

11.4 CIRCUITO RL

t=0 Capacitor Indutor “curto-circuito” “circuito aberto”

t0 “circuito aberto” “curto-circuito”

O fator τL=L/R é denominado constante de tempo indutiva. Quando t=τL, a corrente no circuito atinge 63% do valor de saturação. No caso do circuito RC, vimos que à medida que a carga no capacitor aumentava, aumentava a energia acumulada no capacitor (UC=½CV2=q2/2C). No caso do circuito RL, também há acumulação de energia; neste caso, tem-se acumulação de energia no campo magnético. Multiplicandose a eq. (11.4) por i, tem-se

Portanto,

Resulta daí que a energia acumulada no indutor é dada por UL=½Li2 (11.6)

Depois de um longo tempo (p. ex. t>10τL) ligado em ‘a’, a corrente atinge seu valor de saturação. Se nesse instante a chave for ligada em ‘b’, a energia será devolvida pelo indutor e consumida no resistor. Fazendo ε=0 na eq. (11.4), é fácil mostrar que a corrente fluirá de acordo com a relação

(11.7)

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DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

Capítulo 11 - OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.
DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS
A partir das energias acumuladas em campos elétricos e magnéticos, dadas pelas eqs. (5.10) e (11.6), podemos calcular as respectivas densidades de energia, isto é, energia por unidade de volume. Vejamos, inicialmente, o caso do campo elétrico. Consideremos um capacitor de placas paralelas, com área ‘A’ e distância ‘d’ entre elas. Usando a eq. (5.10), obtém-se

Tendo em conta que a capacitância de um capacitor de placas paralelas é dada por C=ε0A/d, e que V=Ed (E é o campo entre as placas do capacitor), obtém-se

Embora tenha sido deduzida para o caso particular de um capacitor de placas paralelas, a expressão acima é absolutamente geral; ela fornece a densidade de energia de um campo elétrico em determinada região do espaço, não importando como ele tenha sido produzido. Então, ao invés de desginá-la uC, convém usar a designação mais geral uE. (11.8) Para calcular a densidade de energia num campo magnético, vamos usar um solenóide infinito. Partindo das expressões
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DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

(9.4), (11.2) e (11.6), e da definição UB/Al, obtém-se

(11.9)

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O processo atinge um ponto máximo quando toda a energia do capacitor tiver sido transferida para o indutor. energia potencial acumulada na mola é transformada em energia cinética da massa. 11. passa a se transferir para o indutor.ufrgs. a energia acumulada no indutor passa a se transferir para o capacitor. No momento que o indutor é ligado. análogo ao apresentado pelo conjunto massa-mola. através do surgimento de uma corrente contrária à corrente inicial. A partir desse momento. CIRCUITO LC Vamos analisar um circuito LC.CIRCUITO LC Capítulo 11 .OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. http://www. na ausência de qualquer tipo de atrito. e a corrente será máxima quando a carga no capacitor for nula. e vice-versa. Este circuito apresenta um comportamento. Através do efeito Joule. através da qual a energia acumulada no capacitor. Resulta daí que a corrente é nula quando a carga no capacitor for máxima. 11.5 exerce o mesmo papel que o atrito no sistema massa-mola.5.if. Suponhamos que inicialmente o capacitor encontra-se carregado com um potencial V. em termos de variação de energia. uma corrente surge no circuito. ½CV2.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .br/tex/fis142/mod11/m_s06. parte da energia transferida do capacitor para o indutor (e vice-versa) será consumida no resistor. Neste caso. Um resistor no circuito da fig. como ilustrado na fig.

if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s06.5 http://www.CIRCUITO LC Figura 11.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .

substituindo-se ε por V. a equação que descreve o comportamento do circuito é igual à eq. Figura 11.4). onde a fem foi substituída por um capacitor.10). (11. Ele é semelhante ao circuito RL.10) Num instante qualquer.br/tex/fis142/mod11/m_s07.if.11) A solução desta equação deve satisfazer duas propriedades: http://www. e Substituindo essas expressões na eq.6 (11. (11. 11.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .CIRCUITO RLC Capítulo 11 . CIRCUITO RLC A fig. obtém-se a equação diferencial que descreve o comportamento do potencial nas placas do capacitor.6 é um exemplo sim-ples de circuito RLC. Portanto. (11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.ufrgs.

ufrgs. i(t)=ACω e-αtsen(ωt) (11.13) Uma situação interessante é aquela em que a oscilação é fracamente amortecida. α/ω=0 ou ω>>α Sob esta condição.11).14) Vamos analisar os valores de i(t) e V(t) em pontos especiais. Dito de outra forma.CIRCUITO RLC r r deve ser oscilatória. http://www. Isso acontece quando a resistência tem um valor muito pequeno. obtém-se (11.12) em (11.12) Substituindo (11. Uma solução particular que satisfaz tais condições. é a seguinte: V(t)=Ae-αtcos(ωt) Da relação entre i e V. deve ter um fator de amortecimento.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .if. resulta que α=R/2L e (11.br/tex/fis142/mod11/m_s07.

toda a energia está acumulada em C. a energia passa de um dispositivo para o outro. Quando V(t) é máximo. toda a energia está acumulada em L.if.CIRCUITO RLC t=0 V(0)=A [valor máximo de V(t)] i(0)=0 t=π/2ω=1/4f=T/4 (1/4 do período de oscilação) V(π/2ω)=0 i(π/2ω)=ACω [valor máximo de i(t)] Portanto.br/tex/fis142/mod11/m_s07. http://www.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . V(t) e i(t) estão defasadas de π/2. Quando i(t) é máxima. A cada ¼ de período.

Isto é.html [13/03/2004 16:26:49] .if. (11. é a freqüência do circuito LC correspondente.ufrgs.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. R=0. Quando R aproxima-se de zero.13). http://www. FREQÜÊNCIA NATURAL O circuito RLC oscila com a freqüência dada pela eq. a freqüência será Esta freqüência é conhecida como freqüência natural. a freqüência natural de um circuito RLC.FREQÜÊNCIA NATURAL Capítulo 11 . o circuito RLC apresenta um comportamento similar ao de um circuito LC.br/tex/fis142/mod11/m_s08. No limite.

1 Um determinado comprimento de fio de cobre transporta uma corrente de 10 A uniformemente distribuída.10 s após a conexão ter sido feita. 11. para que instante após a bateria ser ligada.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . EXERCÍCIOS.br/tex/fis142/mod11/m_ex. Pergunta 1 q 11. Pergunta 2 q 11.2 Considere o circuito RL da fig.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. com ε=100 V.2. qual será a taxa http://www. O diâmetro do fio é 2. Para 0. (b) 4.EXERCÍCIOS Capítulo 11 .0 H e uma resitência de 10 Ω é subitamente conectada a uma bateria de resistência desprezível.5 mm e sua resistência por unidade de comprimento é de 3.02 J/m3. a energia armazenada no campo magnético do indutor terá a metade do seu valor estacionário? R:1.3 Ω/km.3 Uma bobina com uma indutância de 2. R:(a) 1.if. Em termos da constante de tempo.ufrgs. Calcule: (a) a densidade de energia magnética e (b) a densidade de energia elétrica na superfície do fio.8x10-15 J/m3.23 τL Pergunta 3 q 11.

0 µC. (b) Qual a energia acumulada na bobina neste momento? R:(a) 125 H.0 µF.4 Uma bobina é ligada em série a um resistor de 10 kΩ.5 W.0 ms. Pergunta 4 q 11. http://www.if. Calcule: (a) a energia total máxima acumulada.1 mH e C=4.5 Num circuito LC oscilante. a constante de tempo vale τC. Pergunta 6 q 11. (b) 2.0 mA após 5. Pergunta 5 q 11. (b) 154. Mostre que quando a chave S3 está fechada e a outras duas estão abertas. 11. (b) a corrente máxima que pode circular.5 W.7.ufrgs. Quando uma bateria de 50 V é colocada no circuito.125 µJ. L=1. o circuito oscila com um período .6 Considere o circuito indicado na fig. Quando a chave S1 está fechada e as outras duas chaves abertas. A carga máxima em C é 3.br/tex/fis142/mod11/m_ex. (c) 393 W. (b)0.5x10-4 J. o circuito possui uma constante de tempo τL. R:(a) 1.042 A.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . a corrente atinge um valor de 2. (a) Determine a indutância da bobina.EXERCÍCIOS com a qual: (a) a energia está sendo armazenada no campo magnético? (b) a energia térmica aparece? (c) a energia está sendo fornecida pela bateria? R:(a) 238. Quando a chave S2 está fechada e as outras duas abertas.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .EXERCÍCIOS Figura 11.7 http://www.br/tex/fis142/mod11/m_ex.ufrgs.if.

se a variação do ΦΒ origina um campo elétrico (lei de Faraday). para propor sua teoria eletromagnética.EQUAÇÕES DE MAXWELL.1 LEIS EXPERIMENTAIS Capítulo 11 .ufrgs.if. vamos fazer um exercício analítico através da exploração da simetria dessas equações. Lei de Gauss para a eletricidade Lei de Gauss para o magnetismo Lei de Faraday-Lenz Lei de Ampère Maxwell explorou as propriedades matemáticas dessas equações escritas na forma diferencial. Embora esse procedimento esteja fora do nosso alcance. Leis Experimentais Vimos e estudamos quatro leis experimentais sobre fenômenos elétricos e magnéticos.br/tex/fis142/mod12/m_s01. O primeiro é que a experiência http://www.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . uma tentativa natural seria escrever Há dois erros nessa equação. por que não ΦE B? Para manter a simetria. Por exemplo.12. reproduzidas na tabela abaixo.

Uma realização experimental possível seria um capacitor com campo elétrico variável. e µ0 relacionava-se com fenômenos magnéticos. que dará origem a um campo magnético (lei de Ampère). de repente “desaparece” entre as placas do capacitor. ε0 relacionava-se com fenômenos elétricos. (12.12. É fácil mostrar que o membro da esquerda tem unidades de µ0i. O segundo é um erro dimensional.1). Portanto.1.br/tex/fis142/mod12/m_s01.2) É interessante observar que iniciamos tentando escrever uma “lei de Faraday-Lenz” para a indução magnética. Pode-se mostrar que a velocidade da luz no vácuo é dada por Agora podemos escrever a lei de “Ampère . Antes. Vamos analisar melhor a eq. É a primeira vez que eles dois aparecem numa única equação.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . a “lei” correta deverá ser (12. 12. Portanto. Ela representa a inclusão da ótica na fenomenologia do eletromagnetismo.Maxwell” (12. aparecendo depois da outra placa. não existe uma lei de Lenz para a indução magnética. http://www.ufrgs. enquanto o da direita tem unidades de i/ε0. Esta corrente. O campo E surge quando há uma corrente i carregando o capacitor.1). como ilustrado na fig. mas encontramos a eq.1) Observe que o fator multiplicativo. que surgiu devido aos ajustes dimensionais.if.1 LEIS EXPERIMENTAIS mostra que o sinal deve ser positivo. é o produto µ0ε0. A equação acima tem algo diferente. (12.

(12.12.br/tex/fis142/mod12/m_s01.2). é dada pelo termo . http://www.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . A corrente entre as placas.ufrgs. conhecida como corrente de deslocamento.1 LEIS EXPERIMENTAIS Figura 12.1 Esse “mistério” é resolvido com a eq. id.

html (1 de 2) [13/03/2004 16:27:19] . (a) Sabendo que o valor máximo da corrente de http://www.4 Na fig. 12.3 Mostre que a corrente de deslocamento num capacitor de placas paralelas pode ser escrita assim Pergunta 4 q 10. a fem é dada por ε=εmsen(ωt). tem raio R.if. O capacitor de placas circulares e paralelas. Pergunta 1 12.ufrgs.br/tex/fis142/mod12/m_ex.html Capítulo 12 . Pergunta 3 q 12.1 Mostre que tem dimensão de corrente q Pergunta 2 q 12.http://www.ufrgs. EXERCÍCIOS.2.EQUAÇÕES DE MAXWELL.br/tex/fis142/mod12/m_ex.if.2 Mostre que i=id.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:27:19] . Figura 12.br/tex/fis142/mod12/m_ex. a uma distância r do eixo de simetria do capacitor é dado por µ0I/2πr.http://www. (b) Mostre que a distância entre as placas do capacitor é dada por πR2ε0εmω/I.2 http://www.if.br/tex/fis142/mod12/m_ex. (c) Mostre que o valor máximo do módulo de B entre as placas.ufrgs.html deslocamento é I.if.ufrgs. calcule o valor máximo de dΦE/dt.

com/en/index.java. Inc| Legal Notices| License| Developers http://www.jsp [13/03/2004 16:28:37] .The Source for Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems.com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Black Widow Don't get tangled in her web! Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Java Desktop System .

Other Operating System & Version (i. If you have a question or need an issue resolved.Java Technology.com. you will find many answers in our FAQ or Help sections. Check carefully through the Help and FAQ pages. Linux Distribution and Version 3. please submit this form.. Contact Us Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. Your Feedback * Select one Your Operating System* Select one Please provide any of the following additional information about your Operating System in the box below if applicable: 1. Macintosh OS9) Other Operating System Info http://jal.jsp?language=en (1 de 2) [13/03/2004 16:29:02] . If you have written an applet or application using Java technology and would like it featured on Java. please fill out the email address field.com. since we cannot respond to questions already answered on Java.e. Windows Service Pack Number 2. Note: required information is marked with an * Nature of Feedback* Name* Email If you would like us to contact you regarding your comments/suggestions.com/webapps/bugreport/contact. We will not put you on any mailing list and we will not give your name or address to anyone.sun.com Choose Language We welcome feedback! We want to know how much you like Java software as well as any issues you may encounter.

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Java Wear and Books Online Store Show the world you love Java technology! Buy clothing. Java Everywhere Video View a cool video about all the ways Java technology is touching your life. support. Desktops. Your submitted application will be reviewed and. Don't forget to check out the special values. and Other Devices If you've created an application for the desktop. a PDA. Other Sites for Developers Java Upgrade Program Read about the benefits of upgrading the MS VM to the official Sun JRE and visit the Upgrade Program Site where you'll find developer resources. you will be contacted. PDAs. and industry solutions. Developers Mobile Phones Have you created a mobile application based on Java technology? If so. and more. click here to submit it.Learn about Java Technology. global operators and handset manufacturers. if selected. including a detailed technical guide. Sun Java Studio The Sun Java Studio integrates Sun's world class developer tools. http://www. gifts. Applications meeting the industry-driven test criteria can be submitted into the Sun Content Catalog where they will be promoted to top-tier.com Does your product use Java technology? Then you may want to host the Java Get It Now! button on your Web site and give your customers a free and easy way to get the latest version of the Java software download.jsp (2 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . Link to Java. a forum. and executive items. you will be contacted to get approval to feature the application in the Explore section of this Web site. community interaction.java. you should get enrolled in the Sun Developer Network Mobility Program and take advantage of the new Go-To-Market Services. If selected. Click here to read the "Download Button Permission Application/Agreement" and begin the free button registration process. JavaOne Online Experience a virtual JavaOne conference year-round with opportunities for ongoing education. and services into a comprehensive platform for developing and deploying services with the Sun Java Enterprise System. Applications in the Sun Content Catalog are automatically candidates to appear in the Explore section of this Web site. or some other cool device.com/en/learn/developers.

jsp (3 de 3) [13/03/2004 16:30:11] .java. Developers © Sun Microsystems. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com/en/learn/developers.Learn about Java Technology.

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2 or Netscape 6. Get Java Software on CD You can also choose to receive Java software on a CD through a free subscription service or a one-time purchase.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:31:54] .If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in.Instructions 06/30/03 . -Java. you'll have access to a whole new world of interactivity.Instructions 06/30/03 . 8.Instructions Windows (Offline Installation) . -Java.com Choose Language To complete your download.Instructions Linux RPM (self-extracting file) . 9) .com Consumer Support Linux (self-extracting file) . please select from the list below.com Consumer Support http://www. Please note that downloads are subject to our license agreement. Windows (Installation) . use right-click to save this file to your computer.x and higher) Macintosh (Apple Mac OS X) . use right-click to save this file to your computer. Use 'Save Target As'.2.Instructions Windows (Mozilla 1.java.Instructions Solaris™ SPARC™ (64-bit) .Instructions Macintosh (Apple Mac OS 9 & earlier) Instructions Solaris™ SPARC™ (32-bit) . Use 'Save Target As'. Once you've got Java™ software.Instructions Solaris™ x86 (Solaris 7.If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in.com/en/download/manual.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.

jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:31:54] .java.com/en/download/manual.Download Java Software © Sun Microsystems. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.

Overview Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. with its well-known cup and steam.jsp [13/03/2004 16:32:22] . © Sun Microsystems. Java technology lets devices of all kinds run just about any kind of program. giving you the cool games. Wherever you find the cup and steam. The Java brand. tools. It's even in cars and on the planet Mars.com/en/learn/index. TVs. and Web sites. it's in PDAs and pagers. It's embedded in 150 million mobile phones. it's inside video games. It's one of the most widely recognized technology brands in the world! Look for it on games.Learn about Java Technology. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. Invented by Sun Microsystems in 1995.com Choose Language Java technology is computer software that helps you get connected and makes being connected more exciting. is also everywhere. and Web sites that are powered by Java technology. It's preinstalled on personal computers. and information you want most. you'll find Java technology and a great digital experience. Java technology is everywhere. handsets.java.

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Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems. Inc| Legal Notices| License| ••• http://www.The Source for Java Technology •• | •••• | •• | •••• | ••• | Sun.com/zh/ [13/03/2004 16:33:55] .com •••• JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Black Widow Don't get tangled in her web! Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Table Soccer Foosball on your PC MicroCalc A sophisticated calculator on your phone Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information AirportMonitor Watch air traffic from your PC Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Java Desktop System .java.

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