Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade & Magnetismo

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 1

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Processos de Eletrização Condutores e Isolantes Força Eletrostática Exemplo Exercícios

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 2

Capitulo 2 - O CAMPO ELÉTRICO
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Ação a distancia Linhas de Força Campo de um Dipolo Elétrico Exemplo Exercícios

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Magnetismo & Física Moderna Capítulo 3 .CAPES http://www.Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:23] .Linha 2/2003 MEC .ufrgs.if.A Lei de Gauss Capítulo 3 Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Fluxo do Campo Elétrico A lei de Gauss A lei de Gauss e a Lei de Coulomb Campo de uma Carga Puntiforme Distribuição Esfericamente Simétrica Esfera Condutora Esfera Dielétrica Distribuição Linear Infinita Plano Infinito de Cargas Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .br/tex/fis142/mod03/index.

html [13/03/2004 16:14:26] .Eletricidade.POTENCIAL ELÉTRICO Conteúdo do Capitulo q q q q q q q Energia Potencial Potencial Potencial de uma carga puntiforme Potencial de um dipolo Potencial acelerador Gradiente de potencial Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.if.Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 4 Capitulo 4 .ufrgs.br/tex/fis142/mod04/index.

br/tex/fis142/mod05/index.Eletricidade.Linha 2/2003 MEC .CAPES http://www.html [13/03/2004 16:14:28] .if.ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 5 Capítulo 5 CAPACITÂNCIA E CAPACITORES Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Componentes Elétricos & Eletrônicos Definições Capacitor de placas paralelas Capacitor cilindrico Capacitor esferico Associação de capacitores Capacitores com dielétricos Armazenando energia num campo elétrico Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 6 Capítulo 6 .CORRENTE & RESISTÊNCIA Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q Modelo Microscópico Corrente Elétrica Resistência.CAPES http://www.br/tex/fis142/mod06/index.ufrgs.html [13/03/2004 16:14:30] .if.Eletricidade. Resistividade e Conductividade Lei de Ohm Energia e Potencia Unidades no Sistema SI Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .

Linha 2/2003 MEC .CAPES http://www.br/tex/fis142/mod07/index.CIRCUITOS ELÉTRICOS Conteúdo do Capítulo q q q q q q q Lei dos Nós & Lei das Malhas Lei das Malhas (Lei de Kirchhoff) Lei dos Nós Circuitos com mais de uma Malha Exemplo Circuito RC Série Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:33] .if.Eletricidade.ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 7 Capítulo 7 .

ufrgs.br/tex/fis142/mod08/index.Eletricidade.CAPES http://www.O CAMPO MAGNÉTICO Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q A força de Lorentz A descoberta do Eletrón O Efeito Hall Movimento de uma carga num Campo Magnético Força sobre uma Corrente Força sobre uma Espira de Corrente Unidades Exemplo 8.html [13/03/2004 16:14:35] .2 Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 8 Capítulo 8 .if.1 Exemplo 8.Linha 2/2003 MEC .

Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 9 Capítulo 9 .Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:37] .CAPES http://www.br/tex/fis142/mod09/index.ufrgs.A LEI DE AMPÈRE Conteúdo do Capítulo q q q q q q q A Descoberta de Oersted Campo de um fio retilíneo infinito Cilindro Infinito Interação entre fios infinitos paralelos Campo de um Solenóide Exemplos Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .if.

br/tex/fis142/mod10/index.A LEI DE FARADAY Conteúdo do Capítulo q q q Indução Eletromagnética Leis de Faraday e Lenz Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .if.CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .Eletricidade.ufrgs.html [13/03/2004 16:14:40] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 10 Capítulo 10 .

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 11 Capítulo 11 -OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS Conteúdo do Capítulo q q q q q Indutância Indutância de um Solenóide Auto-indução Circuito RL Densidade de Energia em Campos Elétricos e Magnéticos Circuito LC Circuito RLC Freqüência Natural Exercícios q q q q Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:42] .ufrgs.Eletricidade.CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .if.br/tex/fis142/mod11/index.

Linha 2/2003 MEC .Eletricidade.br/tex/fis142/mod12/index.ufrgs.if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 12 Capítulo 12 .html [13/03/2004 16:14:44] .CAPES http://www.EQUAÇÕES DE MAXWELL Conteúdo do Capítulo q q Equações de Maxwell Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .

java. As a result.com/en/download/windows_automatic.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com Choose Language Windows Automated Downloads We encountered an issue while trying to automatically install Java™ software onto your machine. Please consult the Help or FAQ sections for assistance. If the Java software has not begun downloading automatically. You may not have the right system requirements to support Java software (see the box below).jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:15:06] . http://www. System Requirements q Windows 98 (1st and 2nd edition) or Windows ME or Windows NT (service pack 6a) or Windows 2000 (service pack 3) or Windows XP Home or Windows XP Professional (service pack 1) q q q q q You'll also need Pentium 166MHz or faster with minimum 67MB free space a minimum of 32MB of RAM. Most other issues can be resolved. Java software was not installed properly. you may want to perform a manual download.

jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:15:06] . Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.java.Download Java Software © Sun Microsystems.com/en/download/windows_automatic.

Entrevista de Candidatos a Bolsa de Doutorado no Exterior CAPES realiza a última etapa da seleção dos candidatos a bolsas de doutorado no exterior.capes.CAPES / MEC Sábado.br/ [13/03/2004 16:15:28] . 13 de março de 2004 a INFORMAÇÕES Pró-Coleta Professor Está disponível o Pró-Coleta Professor 2. Resolução CNE/CES 001/2001 alterada pela Resolução CNE/CES 24/2002. Confira o texto. as atividades acadêmicas das instituições de ensino estrangeiras que não tenham sido reconhecidas pelo MEC. Aplicativo A Coordenação de Acompanhamento e Avaliação disponibiliza a cartaconsulta sobre proposta de cursos de mestrado e doutorado. São consideradas ilegais. Coleta de Dados A Diretoria de Avaliação informa que o prazo de entrega dos dados da Coleta relativos a 2003. Comissão Mista Capes/CNPq Apresentação do Relatório Final (Sumário Executivo) CAPES ALERTA Programa PICDT Informamos aos bolsistas do Programa PICDT. http://www.gov.5. Leia a íntegra da notícia. que os pagamentos referentes aos meses de Janeiro e Fevereiro/2004 já estão sendo regularizados. assim como o re-envio dos dados de 2001 e 2002 é dia 31 de março de 2004.PQI Acesse o formulário referente ao Relatório de Atividades Ciências Agrárias Acesse os critérios de avaliação para a grande área (2001-2003)e os critérios específicos para avaliação de cursos novos e programas de pósgraduação entre Instituição de Ensino Superior (IES) e Instituto de Pesquisa (IP). no Brasil. não havendo possibilidade de adiamento. Mestrados e Doutorados sem validade. Novos prazos para solicitação de reconhecimento dos programas e necessidade de autorização do MEC para instalação de convênios entre IES brasileiras e estrangeiras que ofertem mestrados/doutorados associados são as novidades. Trata-se de um ano de Avaliação que atribuirá conceitos e o cronograma já estabelecido para a realização do processo deve ser seguido. POSSE Jorge Almeida Guimarães toma posse na presidência da Capes Programa de Qualificação Institucional .

html (1 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . Alguns objetos de aprendizagem foram extraidos ou adaptados dos seguintes autores. diriga-se ao sumário O conteúdo é explorado através de uma variedade de objetos de aprendizagem interativos. editor da página Molecular Expressions: Electricity and Magnetism Walter Fendt. editor da página Physlets.if. Para acessá-los.ufrgs. Davidson.Antes de Començar Informações Gerais q q Introdução Exigências de hardware e software Introdução O curso está formatado de acordo com a pedagogia construtivista. convém observar os seguintes aspectos: 1. Eles podem ser obtidos livremente na web. Michael W.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. que permitiram seu uso nas condições desta disciplina. Nestcape Navigator ou Microsoft Internet Explorer são os navegadores mais apropriados. Wolfgang Christian. editor da página Java Applets on Physics Exigências de hardware e software Para maior eficiência. Para as animações. Ao final apresenta-se uma lista de exercícios. O conteúdo é distribuído em 12 capítulos. seu navegador tem que suportar Java. 2. a partir de uma abordagem baseada na solução de problemas. Exigências de Hardware http://www.

Plugin de Java . Microsoft Internet Explorer (Versão 4.8 kbps ou superior Exigências de software Nestcape Navigator (Versão 4.0 ou superior).html (2 de 2) [13/03/2004 16:15:31] .com/ie/ para carregálo. Modem de 28.microsoft. 16 Mb RAM ou superior.com para carregá-lo.if. Monitor SVGA ou compatible.ufrgs.jsp.nestcape. http://www.0 ou superior).com/en/download/windows_automatic.java.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. Use este endereço http://www.Antes de Començar PC com procesador de 90 MHz ou superior. Resolução mínima de 800x600 (recomendado 1024x768) pixels.Applets http://www. Use este endereço http://www.

Examples from this article are available on the the Physlet Resource site. Sign up on the Physlet list-server. The Physics Teacher recently contained a feature article describing the Optics Bench Physlet. This book will soon be available in Spanish! For a discussion of how to use Physlets with Just-in-Time Teaching see the JiTT book.edu/Applets/Applets. Search the Kaiserslautern Physlet database.html (1 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . It simulates the relativistic and nonrelativistic Doppler effect. download instructions. Physlets run on the Mac using OS X Panther and the latest Safari browser.davidson. You do not need to become a Java expert in order to use Physlets. are small flexible Java applets designed for science education. and example problems to help you use Physlets in your teaching.Physlets Home Page Welcome to the Physlets resource page. a book of ready to run Physlet-based Illustrations. Send questions or comments about this site to Wolfgang Christian: wochristian@davidson. q For a CD containing over 800 ready to run Physlet-based Illustrations. Physics Applets. Preview Physlet Physics. and Problems see the Physlet Physics book.edu http://webphysics. The applet on the right is a Physlet. For an introduction to scripting see thee Physlet book. and Problems. The links on the right contain tutorials. To learn more about Physlets you may want to: q q q q q q Attend a Physlet workshop. Exercises. Physlets. Explorations.

< prev | List Sites | next > http://webphysics.html (2 de 2) [13/03/2004 16:16:09] .edu/Applets/Applets.Physlets Home Page Since 2/1/2001 This PIRA Webring site is owned by Wolfgang Christian.davidson.

Olympus FluoView Laser Scanning Confocal Microscopy . objectives. point-detection. ranging from simple magnifiers to complex compound microscopes. including illumination. Purchase Nikon's Small World 2004 Calendar . Winners came from such fields as chemistry. and chemical crystals.Soar through space starting at 10 million light years away from the Milky Way down through to a single proton in Florida in decreasing powers of ten (orders of magnitude). muscle cells. materials research. eyepieces. snowflakes. Explore the use of exponential notation to understand and compare the size of things in our world and the universe. formulas. as well as from a diverse range of academic and professional disciplines. These photographs are available for licensing to commercial. aberration. nematode worms. botany. confocal laser scanning microscopes designed for today's intensive and demanding biological research investigations.magnet.The new Olympus FluoViewTM FV1000 is the latest in point-scanning. Designed specifically for a wide spectrum of applications ranging The Galleries: Photo Gallery Silicon Zoo Pharmaceuticals Chip Shots Phytochemicals DNA Gallery Microscapes Vitamins Amino Acids Birthstones Religion Collection Pesticides BeerShots Cocktail Collection Screen Savers Win Wallpaper Mac Wallpaper Movie Gallery http://micro. The Olympus MIC-D Digital Microscope . Visit our Photo Gallery for an introductory selection of images covering just about everything from beer and ice cream to integrated circuits and ceramic superconductors. and biotechnology. condensers. We are going where no microscope has gone before by offering one of the Web's largest collections of color photographs taken through an optical microscope (commonly referred to as "photo-micro-graphs"). The volume covers all of the important basic concepts.7 Mbytes) . biology.5 x 11 semi-gloss paper and spiral bound for mounting on the wall. Köhler illumination.edu/index. and contain useful numbers.fsu. Excellent resolution. Winning entries included several images of rat and mouse brain cells. Included in the calendar are the top 20 prize winners and thumbnail images from all of the 17 honorable mentions.html (1 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . 20. a diatom. and non-profit institutions. numerical aperture. Numerous appendices review focusing of the microscope and oil immersion. plant hair cells. resolution. bright and crisp optics. a computer chip.The Nikon Small World 2004 Calendar is printed in full color on 8.Molecular Expressions: Images from the Microscope Galleria License Info Image Use Custom Photos Partners Site Info Contact Us Publications Home Welcome to the Molecular Expressions website featuring our acclaimed photo galleries that explore the fascinating world of optical microscopy.Download the latest PDF edition of Mortimer Abramowitz's renowned introduction to optical microscopy in full color. This year's contest drew entrants from 46 countries. coupled to an intuitive user interface and affordability are key characteristics of this state-of-the-art optical microscopy system. private. Powers of Ten . and depth of field.Olympus has thrown the doors open to a new era in optical microscopy education with the introduction of the MIC-D inverted digital microscope. thin films. Microscope: Basics and Beyond (50 pages. and a short bibliography. and high efficiency of excitation.

and photomicrography. phase contrast. Nikon MicroscopyU . This cinemicrographic collection presents time-lapse movies of various chemical compounds as they change physical states. you can http://micro. liquid.magnet. Java-powered QX3 Computer Web Microscope . Visitors can adjust the focus. Specimens having a moderate degree of thickness (5 to 15 microns) will produce dramatically improved images with either confocal or deconvolution techniques. and magnification of microscopic creatures viewed at thousands of times their actual size. or solid. No additional software is needed. With this software. or amorphous. Scanning Electron Microscopy . This tutorial explores imaging specimens through serial z-axis optical sections utilizing a virtual confocal microscope.Join us for a microscopic examination of America's culinary favorite: the ubiquitous hamburger and French fries.Molecular Expressions: Images from the Microscope from basic classroom instruction to more advanced laboratory analysis. Together with the scientists and programmers at Molecular Expressions. and are probably best-imaged using confocal techniques.The MicroscopyU website is designed to provide an educational forum for all aspects of optical microscopy. such as glass. but don't try this unless you have a fast connection (10 Mbits/sec Ethernet or higher).fsu. Discover how this delightful classic is just as beautiful as it is tasty. Some.edu/index. which can be viewed in a specially designed Java client run through your Web browser at frame rates up to 18 frames/second. gaseous. We invite you to explore MicroscopyU and discover more about the exciting world of optics and microscopy. reflected light microscopy. Nikon microscopists and engineers are providing the latest state-of-theart information in microscope optics and imaging technology including specialized techniques such as fluorescence.This virtual QX3 microscope is broadcasting images over the Web at 20 frames/second. Stereoscopic Zoom Microscopy . contrast. Gases consist of weakly bonded atoms and expand to fill any available space. Liquids have characteristics that fall in between gases and solids. digital imaging. The thickest specimens (20 microns and above) will suffer from a tremendous amount of extraneous light in out-of-focus regions.Many stereoscopic microscopes feature the ability to perform a continuous magnification change by means of a zoom lens system placed between the objective and the eyepieces. having a three-dimensional periodic atomic arrangement. Chemical Crystals . and illumination intensity in stereoscopic microscopes with this interactive Flash tutorial. Explore zoom magnification.(approximately a 30 second download on 28. Solids are characterized by strong atomic bonding and have a rigid shape. lack this periodic arrangement and are noncrystalline. focus.We have teamed up with award-winning electron microscopist Dennis Kunkel to produce a virtual Scanning Electron Microscope (vSEM). Burgers 'n Fries .html (2 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .8K modems) Several methods have been developed to overcome the poor contrast inherent with imaging thick specimens in a conventional microscope. differential interference contrast (DIC). and microscopy of living cells. Laser Scanning Confocal Microscopy .Chemical compounds can exist in three basic phases. this versatile microscope features a palette of contrast enhancing techniques that rival many research-level instruments. Most are crystalline.

image capture. this unique gallery explores many of the historic microscopes made during the last four centuries. Silicon Zoo .This popular gallery features images of cartoon characters and other doodling placed onto computer chips by their designers. Intel Play QX3 Computer Microscope . Many years ago.Featuring specimens collected from a wide spectrum of disciplines. Visit the gallery and download a copy of our Windows screen saver containing selected images of these beautiful microscopes. color. Pond Life . students. Loes initiated a series of chemical crystallization experiments. Beneath the placid surface of any pond is a microscopic metropolis bustling with activity as tiny bizarre organisms pursue their lives. Museum of Microscopy . an Optronics MagnaFire Peltier-cooled camera. leading up to the use of sophisticated instruments scientists use to help them understand the world. or classical photomicrography on film with Fujichrome Provia 35 millimeter transparency film. art.fsu. Cell and Virus Structure . Born in Amsterdam in 1944. the fluorescence gallery contains a variety of examples using both specific fluorochrome stains and autofluorescence. Fluorescence Microscopy Digital Image Gallery . Modderman received her first microscope by age 13 and has never lost her sense of wonder at the minute beauties available with this instrument. digital manipulation of images and a wide spectrum of other issues in this emerging field. and photography to form her abstract photomicrographs into a colorful celebration of form and structure. are invisible until viewed under the microscope.Freshwater ponds provide a home for a wide variety of aquatic and semiaquatic plants. and reproducing. trying not to be eaten. Images were captured utilizing either a Nikon DXM 1200 digital camera.Explore our science curriculum package being developed for teachers. A wide spectrum of these photomicrographs are featured in this gallery. and parents. The vast majority of pond inhabitants. Science. Most cells are far too small to be seen with the naked eye and require the use of high-power optical and electron microscopes for careful examination. excreting. prisms. however.html (3 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . The program begins with basic information about lenses. Optics & You .Take a moment to visit our in-depth http://micro. Concepts in Digital Imaging Technology .Explore the basic concepts in digital imaging with our illustrated discussions and interactive tutorials. observe the activities of microscopic organisms taken from a typical North Florida pond. locomoting. and color. Activities are designed to promote the asking and answering of questions related to light.Molecular Expressions: Images from the Microscope capture single digital images. and animals.magnet.Featuring 3-D Studio Max drawings of ancient microscopes. science. eating.Although the human body contains over 75 trillion cells.Our featured microscopist for Spring 2002 is noted Dutch photomicrographer Loes Modderman. and perform time-lapse cinematography experiments. In this collection of digital movies. shadows. Featured Microscopist . insects. Topics covered include CCD operation. and optics. record movies. which allowed her to meld longtime interests in nature. the majority of life forms exist as single cells that perform all the functions necessary for independent existence.edu/index.

noise reduction.Molecular Expressions: Images from the Microscope discussion of this incredible toy microscope. however these artifacts are not as sensitive to aperture size and depend more strongly on the oblique angle of the light beam. compression. Astigmatism .fsu. Geometrical Construction of Ray Diagrams . full-frame charged coupled devices (CCDs) feature high-density pixel arrays capable of producing digital images with the highest resolution currently available.Explore the basic concepts of digital image processing applied to specimens captured in the microscope. color balance. spatial resolution.magnet. The image is sequentially scanned in narrow strips and http://micro.Explore microscopy of integrated circuits using real-time confocal observations at a resolution of 0. Full-Frame CCD Operation . 10 Best Interactive Java Tutorials Digital Image Processing Interactive Java Tutorials . and digital image galleries from the QX3 microscope. These micrographs are intended to resemble surrealistic/alien landscapes.A video signal is a recoverable train of electrical impulses generated by scanning a two-dimensional image produced by the optical train of a microscope. Techniques reviewed include contrast. Included topics are the QX3 hardware (microscope). The aberration is manifested by the off-axis image of a specimen point appearing as a line or ellipse instead of a point.18 microns with this interactive Java tutorial. geometric transformation. Explore how images are captured and transferred to serial output registers with this interactive Java tutorial. and binary digital images.edu/index.A popular method of representing a train of propagating light waves involves the application of geometrical optics to determine the size and location of images formed by a lens or multi-lens system. we have succeeded in generating a series of unusual micrographs which we have termed microscapes. This tutorial explores how two representative light rays can establish the parameters of an imaging scenario. filtering digital images.html (4 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . image sampling frequency. averaging. Intel Play QX3 Computer Microscope Simulator .Explore the steps utilized in the construction of a charged coupled device (CCD) as a portion of an individual pixel gate is fabricated on a silicon wafer simultaneously with thousands or even millions of neighboring elements.Having the simplest architecture and being the easiest devices to build and operate. interactive microscope software. Reflected Light Confocal Microscopy . suggested specialized techniques. histogram manipulation.By employing multiple exposure photomicrography.Discover how the hardware and software of this amazing "toy" microscope work together to produce images that you can digitally manipulate with a personal computer. Creative Photomicrography . measurements.Astigmatism aberrations are similar to comatic aberrations. Building A Charged Coupled Device . convolution kernels. Video Signal Generation .

CMOS image sensors are designed with the ability to integrate a number of processing and control functions.magnet. exposure control. The images that result from careless manipulation are often severely degraded or otherwise compromised with respect to those that could be produced if the power and versatility of the digital processing software were correctly utilized. The microscope drawing presented in the tutorial illustrates a cut-away diagram of the Olympus BX51 microscope equipped with a vertical illuminator and lamphouses for both diascopic (tungsten-halogen) and epi-fluorescence (mercury arc) light sources. Fluorescence Microscope Light Pathways . shuttering. Sliders control illumination intensity and enable the visitor to select from a library of five fluorescence interference filter combinations that have excitation values ranging from the near ultraviolet to long-wavelength visible light. split.Digital image processing enables the reversible. Even though many image processing algorithms are extremely powerful. Basic Concepts in Digital Image Processing . Inexpensive CMOS image sensors are entering the field of optical microscopy in educational instruments that combine acceptable optical quality with user-friendly control and imaging software packages. Cut and ground to specific tolerances and exact angles. but converge together and interfere near the intermediate image plane to produce a three-dimensional Fraunhofer diffraction pattern. every point in the specimen is represented by an Airy diffraction pattern having a finite spread. Airy Pattern Formation . This interactive tutorial explores the relationship between the microscope image. analog-todigital conversion. reflect. These features generally include timing logic.This tutorial demonstrates how the condenser is centered in the optical path and the size of the field diaphragm opening is determined when adjusting a microscope for proper Köhler illumination. white balance. gain adjustment. Condenser Alignment .Prisms and beamsplitters are essential components that bend. the average user often applies operations to digital images without concern for the underlying principles behind these manipulations.This interactive tutorial explores illumination pathways in the Olympus BX51 research-level upright microscope. and initial image processing algorithms. or how to take photographs with a microscope. how to set up a microscope. and fold light through the pathways of both simple and sophisticated optical systems.When an image is formed in the focused image plane of an optical microscope. This occurs because light waves emitted from a point source are not focused into an infinitely small point by the objective. which lie beyond the primary task of photon collection.edu/index.fsu. virtually noise-free modification of an image in the form of a matrix of integers instead of the classical darkroom manipulations or filtration of timedependent voltages necessary for analog images and video signals. New Microscopy Primer Entries If you need information about optical microscopy.html (5 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . and the video signal. Introduction to CMOS Image Sensors . prisms are polished blocks of glass or other http://micro. directly onto the sensor integrated circuit. then visit our Microscopy Primer for a detailed discussion.Molecular Expressions: Images from the Microscope combined to produce the final signal. Introduction to Prisms and Beamsplitters . scan lines.

or disperse light into its component wavelengths.Stereomicroscopes have characteristics that are valuable in situations where three-dimensional observation and perception of depth and contrast is critical to the interpretation of specimen structure.edu/index.y) coordinate system. which accurately record image data by several methods. image formation occurs at the intermediate image plane through interference between direct light that has passed through the specimen unaltered and light diffracted by minute features present in the specimen. thus reducing the size of optical instruments. A digital image is composed of a rectangular (or square) pixel array representing a series of intensity values and ordered through an organized (x. such as a sequence of electrical signal fluctuations or changes in the chemical nature of a film emulsion that vary continuously over all dimensions of the image. The key to the confocal approach is the use of spatial filtering to eliminate out-of-focus light or flare in specimens that are thicker than the plane of focus. it must first be converted into a computer-readable form or digital format. Basic Properties of Digital Images .Confocal microscopy offers several advantages over conventional optical microscopy. microscope operators must assume an unusual but exacting position. The wide field of view and variable magnification displayed by stereomicroscopes is also useful for construction of miniature industrial assemblies. The image produced by an objective lens is conjugate with the specimen. There has been a tremendous explosion in the popularity of confocal microscopy in recent years. due in part to the relative ease with which extremely high-quality images can be obtained from specimens prepared for conventional optical microscopy. Electronic Imaging Detectors .In the optical microscope. including controllable depth of field.Continuous-tone images are produced by analog optical and electronic devices.magnet. or for biological research that requires careful manipulation of delicate and sensitive living organisms.Molecular Expressions: Images from the Microscope transparent materials that can be employed to deflect or deviate a light beam. This process applies to all images. Many prism designs can perform more than one function. or with the wrists bent in an unnatural position. the upper part of the body bent forward. rotate or invert an image. separate polarization states. and the ability to collect serial optical sections from thick specimens.In order to view specimens and record data. the elimination of image degrading out-of-focus information. meaning that each image point at the intermediate plane is geometrically related to a corresponding point in the specimen. and in its great number of applications in many areas of current research interest. with little possibility to move the head or the body. In order for a continuous-tone or analog image to be processed or displayed by a computer.The range of light detection methods and the wide http://micro. the hand reaching high up for a focusing control. Image Formation . Basic Microscope Ergonomics . Stereomicroscopy . They are often forced to assume an awkward work posture such as the head bent over the eye tubes.fsu. which often includes changing the line of sight and simultaneously shortening the optical path. Introduction to Confocal Microscopy . These instruments are also essential when micromanipulation of the specimen is required in a large and comfortable working space.html (6 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . and whether they exist as black and white (grayscale) or full color. regardless the origin and complexity.

Snoopy . Washington was responsible for placing what is perhaps the World's smallest rendition of an osprey on a decimation filter integrated circuit utilized in signal analyzer instruments. Housed near the clock circuitry on the chip. Multiphoton Excitation Microscopy . aberration. three-dimensional images of specimens tagged with highly specific fluorophores. In former years. some microscopes were equipped with a condenser having a decenterable aperture iris diaphragm.magnet. dirt and debris. the entire diaphragm was rotatable around the axis of the microscope so that oblique light could be directed toward the specimen from any azimuth to achieve the best desired effect for a given specimen. New digital technologies are producing higher resolution micrographs.fsu.html (7 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .edu/index. and processing mistakes. The Con Artist . This discussion is intended to aid in understanding the basics of light detection and to provide a guide for selecting a suitable detector for specific applications in optical microscopy. Minnesota.The silicon version of Snoopy illustrated in this section was discovered by Richard Piotter of New Ulm. Pac-Man . but the quality still falls short of that obtainable with film. can be accomplished by a variety of techniques with a simple transmitted optical microscope. Oblique or Anaxial Illumination . http://micro.Molecular Expressions: Images from the Microscope variety of imaging devices currently available to the microscopist make the selection process difficult and often confusing. film choice. Microscope configuration errors represent the greatest obstacle to quality photomicrographs.Multiphoton fluorescence microscopy is a powerful research tool that combines the advanced optical techniques of laser scanning microscopy with long wavelength multiphoton fluorescence excitation to capture high-resolution. which has been employed to enhance specimen visibility since the dawn of microscopy.Achieving conditions necessary for oblique illumination. The device was engineered to allow the entire iris to move off-center in a horizontal plane so that closing the circular diaphragm opening would result in moving the zeroth order to the periphery of the objective rear focal plane.A Hewlett-Packard design team headed by Howard Hilton in Lake Stevens. who also loaned the 4-inch wafer (made by a 1980s-era semiconductor company named Trilogy) from which the image is derived.Photography through the microscope is undergoing a transition from film to digital imaging. Perhaps the easiest methods are to offset a partially closed condenser iris diaphragm or the image of the light source.We found this guy in a trench coat trying to hock some fake Rolex watches (that are probably "hot") on a Hewlett-Packard PA-RISC microprocessor. the silicon artwork signifies a pun on higher-end microprocessor clock systems that utilize a more complex feature set.A silicon version of the famous game character was photographed gobbling the initials GAAS (gallium arsenide) on a TEMIC Semiconductors silicongermanium radio frequency integrated circuit. In advanced models. followed by errors in filter selection. Troubleshooting Classical and Digital Photomicrography . Best of the Silicon Zoo Flying Osprey .

the Linux Penguin . stained specimens or other kinds of samples that naturally absorb significant amounts of visible light. This digital image gallery explores a variety of stained specimens captured with an Olympus BX51 microscope coupled to a 12-bit QImaging Retiga camera system. background.Simpson's cartoon character Milhouse was spotted on a Silicon Image Sil154CT64 digital transmitter integrated circuit. occurs in all multicellular plants and animals to permit growth of the organism. Images produced with brightfield illumination appear dark and/or highly colored against a bright. Godzilla .Molecular Expressions: Images from the Microscope Milhouse Van Houten .Mitosis. coupled with cytokinesis (division of the cytoplasm). often light gray or white.html (8 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . The Pepsi Generation .This mythical Japanese creature was discovered lurking on a pad within the Silicon Graphics MIPS R10000 microprocessor (this chip is sure crowded with silicon creatures).Brightfield illumination has been one of the most widely used observation modes in optical microscopy for the past 300 years. The technique is best suited for utilization with fixed.Tux is nesting within the pad ring on an integrated circuit of unknown function (perhaps the latest new microprocessor designed to run the Linux operating system). Digital imaging with fluorescence microscopy is becoming a powerful tool to assist scientists in understanding the complex process of mitosis on both a structural and functional level.Perhaps the smallest soft drink advertisement ever created. New Photo Gallery Entries Observing Mitosis with Fluorescence Microscopy . this 750 micron Pepsi commercial was discovered on a Hewlett-Packard CPU-support chip.An orange silicon Smurf is pulling a wagon containing the copyright symbol around the pad ring on a Siemens integrated circuit of unknown function. Tux. http://micro.fsu. The Rolex .Probably the best silicon artwork we have yet seen. The Chip Smurf . Thor: God of Thunder .An intricate bitmap-like pattern of vias (interconnect shafts) was used to construct this incredible likeness of a Rolex wristwatch. a phenomenon observed in all higher eukaryotes. this image was discovered on a Hewlett-Packard graphics chip. The Stay Puft Marshmallow Man . This.This famous Star Trek icon was discovered on a Texas Instruments bipolar logic integrated circuit.Coming to you from "GhostBusters". Starship USS Enterprise . the Stay Puft Marshmallow Man was cooked in a frying pan within the circuitry of a Weitek math coprocessor designed in 1988.edu/index.magnet. Brightfield Microscopy Digital Image Gallery . is the mechanism that allows the nuclei of cells to split and provide each daughter cell with a complete set of chromosomes during cellular division.

Check out digital images captured with this incredible microscope using contrast enhancing techniques such as polarized light. particles. including tissue culture cells. and a wide variety of other specimens. Darkfield Microscopy Gallery . several specimens exhibiting birefringent character are included to demonstrate the kaleidoscopic display of color that arises when anisotropic substances are imaged with this technique. Explore the beautiful crystalline patterns displayed by phytochemicals captured in polarized light. and Rheinberg illumination. darkfield. which vary from unstained cells.As a contrast-enhancing optical technique. bones. hairs.Thin unstained. transparent specimens are excellent candidates for imaging with classical differential interference (DIC) microscopy techniques over a relatively narrow range (plus or minus one-quarter wavelength) of bias retardation.html (9 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Photographs of thin sections made from bones left behind by dinosaurs that have been extinct for over 70 million years. phytochemicals are blazing a new frontier in the arena of cancerprevention research. phase contrast illumination allows scientists to see details in unstained and/or living objects with great clarity and resolution. Dinosaur Bones .Scroll through serial optical sections from a wide variety of specimens.Acclaimed by Newsweek as being "better than Vitamins".By "converting" phase objects such as living material into amplitude specimens. polymers.The modulation contrast technique takes advantage of optical phase gradients to yield a pseudo three-dimensional effect on images seen in the microscope. Visit this gallery to observe how polarized light can be of advantage in the observation of specimens that would otherwise exhibit poor contrast and be difficult to distinguish from the background. Differential Interference Contrast Digital Image Gallery . The digital images presented in this gallery represent a wide spectrum of specimens. fibers. thin and thick sections. and whole organisms to both lightly and heavily stained thin and thick sections. Hoffman Modulation Contrast Gallery . This gallery explores the microscopic textures exhibited by various liquid crystalline DNA phases and their transition states. tissues. The Phytochemical Collection . In addition. The DNA Gallery .DNA undergoes a number of liquid crystalline phase transitions both in vitro and in vivo. Phase Contrast Gallery . polarized light microscopy is unsurpassed in the magnificent array of colors and beautiful textures generated through interference between orthogonal wavefronts at the analyzer. http://micro. Useful for observation of mineral thin sections. chemical crystals. Intel Play QX3 Microscope Galleries . Confocal Microscopy Digital Image Gallery .magnet. and entire organisms.Molecular Expressions: Images from the Microscope Polarized Light Microscopy Digital Image Gallery .fsu.edu/index. brightfield. Explore the wide spectrum of biological specimens presented in this gallery of digital images.Darkfield illumination provides good contrast for specimens that are often lacking in sufficient detail using other illumination techniques. polarized light can be employed for both quantitative as well as qualitative investigations. in this Java-powered image gallery.

as they can reach some of the highest magnetic fields experimentally possible.Explore how electrical potential can cause migration and separation of macromolecules according to size in a cross-linked gel. nondestructive magnets are more suited towards scientific research. 1995: 3011717 Microscopes provided by: http://micro. Of these two. scripts. BACK TO THE TOP Questions or comments? Send us an email. Silicon Zoo artwork. Chip Shots and new entries for the image collections on our website so please come back from time to time and check out our new additions. This applet demonstrates how a non-destructive short pulse magnet works. graphics. Use of this website means you agree to all of the Legal Terms and Conditions set forth by the owners. © 1995-2004 by Michael W.This tutorial explores how a laser beam is focused onto the surface of a spinning compact disc. Pulsed Magnets . 2004 at 09:44 AM Access Count Since September 12. How a Compact Disc Works . Electrophoresis .html (10 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . This website is maintained by our Graphics & Web Programming Team in collaboration with Optical Microscopy at the National High Magnetic Field Laboratory. software.magnet. and shows the relative field strengths generated. All Rights Reserved.Visit our interactive tutorials on electricity and magnetism to explore how these two forces of nature operate in our everyday lives. No images. Mar 04. interactive Java tutorials. and how variations between pits and lands on the disc surface affect how light is either scattered by the disc surface or reflected back into a detector. Building A Transistor . Last modification: Thursday.edu/index. In the upcoming weeks and months. Davidson and The Florida State University.Explore how an individual Field Effect (FET) transistor is fabricated on a silicon wafer simultaneously with millions of its neighbors. and come in two forms: destructive and non-destructive. or applets may be reproduced or used in any manner without permission from the copyright holders.fsu. we will be adding more galleries.Molecular Expressions: Images from the Microscope Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials .Pulsed magnets are among the strongest magnets in the world.

magnet.fsu.edu/index.Molecular Expressions: Images from the Microscope http://micro.html (11 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .

46 English version www.4) is installed on your computer.de/ph14e applets.1.01/18/2003 03/11/2000 .01/18/2003 Resultant of Forces (Addition of Vectors) 11/02/1998 . 41 applets.01/18/2003 11/02/1997 . Mechanics Motion with Constant Acceleration Equilibrium of Three Forces Resolution of a Force into Components Pulley System Lever Principle Inclined Plane Newton's Second Law Experiment Projectile Motion Elastic and Inelastic Collision Newton's Cradle Carousel (Centripetal Force) Kepler's First Law http://www.01/18/2003 03/10/1999 .de/ph14e/ (1 de 3) [13/03/2004 16:17:14] 11/02/2000 .4) Java Applets on Physics Walter Fendt (Java 1.01/18/2003 02/24/1999 .01/18/2003 05/30/2003 .walter-fendt.de/ph11e (Java 1.walter-fendt.Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 11/04/1997 . 2004-0311) www. especially for Internet Explorer version 6: The applets will only work if a Java runtime environment (version 1.01/18/2003 09/13/2000 .01/18/2003 11/07/1998 .walter-fendt.01/18/2003 .01/18/2003 12/23/1997 . 2002-12-27) Download Important notice. Download is possible from Sun Microsystems.4.01/18/2003 03/25/2000 .07/01/2003 03/24/1998 .

01/18/2003 09/20/1999 .01/18/2003 10/21/2001 .01/18/2003 11/29/1997 .01/18/2003 04/19/1998 .01/18/2003 09/11/1998 .01/18/2003 06/01/1998 .07/04/2003 06/13/1998 .01/18/2003 Oscillations and Waves Simple Pendulum Spring Pendulum Coupled Pendula Forced Oscillations (Resonance) Beats 05/21/1998 .01/18/2003 12/08/1999 .01/18/2003 07/05/1998 .11/27/2003 09/11/2002 .01/18/2003 05/22/1999 .01/18/2003 Electrodynamics Magnetic Field of a Bar Magnet Lorentz Force Direct Current Electrical Motor Generator Ohm's Law Combinations of Resistors Simple AC Circuits Electromagnetic Oscillating Circuit Electromagnetic Wave 04/20/2001 .01/18/2003 Magnetic Field of a Straight Current-Carrying Wire 09/18/2000 .01/18/2003 10/07/2003 .11/01/2003 03/08/2000 .11/01/2003 http://www.01/18/2003 05/24/1998 .01/18/2003 05/08/1998 .01/18/2003 11/23/1997 .walter-fendt.01/18/2003 Optics Refraction of Light Reflection and Refraction of Light Waves (Explanation by Huygens' Principle) Refracting Astronomical Telescope Interference of Light at a Double Slit 12/20/1997 .4) Kepler's Second Law Hydrostatic Pressure in Liquids Buoyant Force in Liquids 04/04/2000 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 Standing Wave (Explanation by Superposition with the Reflected New! (11/02/2003) Wave) Standing Longitudinal Waves Interference of two Circular or Spherical Waves Doppler Effect 06/08/1998 .01/18/2003 02/03/1999 .de/ph14e/ (2 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 02/25/1998 .01/18/2003 03/05/1998 .

2004 Mathematics Applets Astronomy Applets Homepage E-Mail Copyright Awards and Links http://www.11/01/2003 Thermodynamics Special Processes of an Ideal Gas 12/25/1999 .01/18/2003 Nuclear Physics Radioactive Decay Series 07/20/1998 .walter-fendt.01/18/2003 Bohr's Theory of the Hydrogen Atom 05/30/1999 .01/18/2003 Law of Radioactive Decay 07/16/1998 .01/18/2003 Theory of Relativity Time Dilation 11/15/1997 . March 11.Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 Physics of Atoms Photoelectric Effect 02/20/2000 .4) Diffraction of Light by a Single Slit 10/11/2003 .01/18/2003 Walter Fendt.de/ph14e/ (3 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .

microsoft.com/ie/ The Internet Explorer home page has moved to www.com/windows/ie/default.http://www.com/ie/ [13/03/2004 16:17:18] .microsoft. http://www.microsoft.htm. Please update your Favorites.

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1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO
Essencialmente, existem dois tipos de portadores de carga elétrica: prótons (+) e elétrons(-). Em condições de equilíbrio, qualquer material é eletricamente neutro, contendo igual número de prótons e elétrons. Um material é eletricamente positivo quando tem excesso de prótons, ou falta de elétrons. Da mesma forma, ele será negativamente carregado se tiver um excesso de elétrons. Um material pode ser eletrizado através de dois processos:
r r

Eletrização por atrito Eletrização por indução

Eletrização por atrito ocorre quando materiais não condutores são atritados uns contra outros. Nesse processo, um dos materiais perde elétrons e outro ganha, de modo que um tipo de material fica positivo e outro fica negativo. Uma experiência simples consiste em carregar um pente passando-o várias vezes no cabelo. A comprovação de que ele ficou carregado é obtida atraindo-se pequenas partículas, por exemplo, de pó de giz. A figura ilustra as etapas essenciais do processo de eletrização por indução. Na
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

ilustração, tem-se inicialmente um corpo carregado e outro descarregado ( para que o processo seja factível, este corpo deve ser condutor). A aproximação do corpo positivamente carregado atrai as cargas negativas do corpo eletricamente neutro. A extremidade próxima ao corpo carregado fica negativa, enquanto a extremidade oposta fica positiva. Mantendo-se o corpo carregado próximo, ligase o corpo eletricamente neutro à terra. Elétrons subirão da terra para neutralizar o “excesso” de carga positiva. Cortando-se a ligação à terra, obtém-se um corpo negativamente carregado.

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enquanto um dielétrico não conduz a eletricidade. que um dielétrico é diferente de um condutor porque este tem elétrons livres.if.ufrgs. quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material dielétrico. vamos nos deter apenas nos condutores e nos dielétricos. ela permanece no local em que foi colocada.1.3 A LEI DE COULOMB Capitulo 1. Podemos dizer. quando esta carga é colocada num condutor. Ao contrário.html [13/03/2004 16:18:17] . Na verdade. podemos classificar os materiais em: r r r r Condutores Isolantes (ou dielétricos) Semicondutores Supercondutores. numa linguagem bastante simples. seria melhor dizer que um dielétrico quase não conduz a eletricidade. que se encarregam de conduzir a eletricidade. ela tenderá a se distribuir até que o campo no interior do material seja nulo. Como os nomes sugerem. http://www. Há circunstâncias (veremos mais tarde) em que ele também conduz.A LEI DE COULOMB Condutores e Isolantes No contexto do eletromagnetismo. Para o momento. Assim. um material condutor tem facilidade para conduzir a eletricidade.br/tex/fis142/mod01/m_s02.

1) onde =8. +e+ +e-e- No aplicativo acima.if. denominada permissividade elétrica no vácuo. http://www. Na maioria dos casos tratados aqui essa é uma boa aproximação. Eletrostática é esta área do eletromagnetismo que aborda interações entre cargas estacionárias ou quase estacionárias. experimentalmente. vê-se duas cargas elétricas. Esta abordagem pode ser simplificada desprezando-se a atração gravitacional frente à interação eletromagnética. Podemos fazer outra simplificação.A LEI DE COULOMB FORÇA ELETROSTÁTICA Numa abordagem bastante geral. é uma constante muito importante no eletromagnetismo. considerando apenas as cargas estacionárias.85x10-12 C2/Nm2.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 1 .ufrgs. que a força entre cargas q1 e q2 é dada por: (1. podemos dizer que dois corpos eletrizados interagem através da atração gravitacional e da interação eletromagnética.99x109 Nm2/C2 é uma constante que tem essa forma para atender necessidades de ajustes dimensionais e para simplificar as equações de Maxwell.br/tex/fis142/mod01/m_s03. ε0=8. Coulomb descobriu.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:20] .1.

br/tex/fis142/mod01/m_s03. 3) Fixe uma das cargas.ufrgs. 2) Clique sobre uma carga e veja. Faça o gráfico de F versus a distância entre as cargas.if.1.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB 1) Altere os sinais das cargas e observe os sentidos das forças de interação eletrostática. o valor das coordenadas e da força. 4) Você consegue explicar porquê foi sugerido que a carga se movimentasse ao longo dos eixo dos x's? http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . na barra amarela que fica na parte de baixo da moldura. e movimente a outra ao longo do eixo dos x's. Use pelo menos 10 pontos para fazer gráfico.

A figura 1. Tendo em conta as posições das cargas. q. Vamos tomar a primeira providência. Calcule a força dessas duas cargas sobre uma terceira carga. Q1 e Q2. são colocadas no eixo dos y.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . .if. tem-se F1=F2=kq2/r2. e que Q1=Q2=Q=q. conforme figura acima. Portanto.A LEI DE COULOMB EXEMPLO 1.4 EXEMPLO 1.1 Duas cargas positivas puntiformes.3. válida em quase todos os problemas de física: fazer um desenho que represente o enunciado.1 Capitulo 1 . Pelo princípio da superposição. o http://www.2 é a expressão gráfica do enunciado acima. colocada no eixo dos x.ufrgs. nos pontos y=+a e y=-a. Por simetria chega-se à conclusão que a força resultante sobre a terceira carga tem a direção do eixo x.br/tex/fis142/mod01/m_s04.

4 EXEMPLO 1.3.br/tex/fis142/mod01/m_s04. . em aparente contradição com os apontamentos ao lado. Tente descobrir onde está o equívoco. http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:24] .ufrgs.if. obtém- se um resultado positivo.1 módulo da força resultante será Mostre que a força resultante é máxima no ponto Substituindo o valor negativo de x na expressão .

As partículas têm massas iguais a 7.: 1. 7x10-10 C. Figura 1. com um afastamento de 3x10-3 m entre elas.6 Exercicios Capitulo 1 .94kq2/a2.4x10-7 kg. R.A LEI DE COULOMB Exercicios.1.06kq2/a2.0x10-7 kg e 5. e a aceleração inicial da primeira partícula é de 700 m/s2. Quais são: (a) a aceleração da segunda partícula? (b) O módulo da carga comum? R.2 Considerando.: 900 m/s2.if.3. são largadas a partir do repouso. As cargas estão em repouso absoluto. na figura 1. 0.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .3 http://www. q=2x10-6 C e a=10 cm.1 Duas partículas igualmente carregadas. Pergunta 2 q 1.ufrgs. determine as componentes horizontais e verticais da força resultante que atua na carga –q (canto superior direito).br/tex/fis142/mod01/m_ex. Pergunta 1 q 1.

Calcule a distância que uma deve ficar da outra.: Carga –9q/16.1.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:30] . a uma distância d/4 a partir da carga +q.ufrgs. o módulo e o sinal de uma carga colocada no interior do triângulo.if. estão afastadas por uma distância d. (Q-q) e q. de modo que a repulsão coulombiana seja máxima. +q e +9q. de modo que o sistema fique em equilíbrio. R. o módulo e o sinal da terceira carga. Determine a posição. (b) Mostre que o equilíbrio é instável.3 Duas cargas pontuais livres. Pergunta 5 q 1. Pergunta 4 q 1. R. a uma distância a partir do vértice.4 Cargas iguais a +Q são colocadas nos vértices de um triângulo equilátero de lado L. R. para que esta força seja igual 9x10-9 N.5 Uma carga Q igual a 2x10-19 C é dividida em duas. colocada entre as cargas +q e +9q.: Carga colocada na bissetriz.6 Exercicios Pergunta 3 q 1. Uma terceira carga é colocada de tal modo que todo o sistema fica em equilíbrio. (a) Determine a posição.br/tex/fis142/mod01/m_ex.: 1Å http://www.

R. calcule a fração dos elétrons totais da esfera que corresponde ao valor encontrado em (a).6x10-9 C? (b) Supondo que a esfera seja de cobre. http://www.6 Exercicios Pergunta 6 q 1.7 (a) Quantos elétrons deverão ser removidos de uma pequena esfera.br/tex/fis142/mod01/m_ex.6 Duas cargas pontuais idênticas. mostre que Figura 1. Considerando o ângulo θ tão pequeno de modo que seja válida a aproximação . para deixá-la com carga igual a +1. 1/1014.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .ufrgs. estão suspensas por fios não condutores de comprimento L. conforme ilustra a figura 1.11 g.4 Pergunta 7 q 1. de massa m e carga q.if.1.4. e tenha massa igual a 3.: 1010 elétrons.

Coloque o cursor sobre a carga e veja o valor de E.2 Ação a Distancia Capitulo 2 . Uma carga de prova (vermelha) pode ser usada para se determinar o valor de E em qualquer ponto no interior da moldura. http://www. a configuração de campo elétrico criado por uma certa distribuição de carga.2. O valor é positivo. para se conhecer o valor do campo elétrico em determinado ponto. De acordo com o conceito de campo. assim como a força gravitacional. desde Newton até meados do século passado. Use uma dessas medidas e determine o valor da carga líquida da distribuição. Faça um gráfico de E versus x.ufrgs. ocorre através da ação do campo de uma delas sobre a outra. q0. o campo é assim definido (2.html [13/03/2004 16:18:32] . é tão pequena quanto possível.O CAMPO ELÉTRICO Ação a Distancia A força coulombiana.2. Q1 e Q2. Isto é. quando Faraday introduziu a idéia de campo. logo. basta colocar uma carga de prova naquele ponto e dividir a força medida pelo valor da carga. obtido com o uso da eq.1. são interações à distância. a carga líquida na distribuição é positiva. Compare este gráfico "experimental" com um teórico.1) onde a carga de prova. a interação entre duas cargas. Tente colocar a carga de prova em vários pontos com y=0 (aproximadamente igual a zero) e diferentes valores de x. Apresenta-se nesta simulação.br/tex/fis142/mod02/m_s01.if. um conceito mal compreendido. Operacionalmente.

Se tiver dúvida. As esferas podem ser colocadas em qualquer ponto do espaço definido pela moldura. (2) espalhar limalha de ferro sobre a cartolina. no caso do campo magnético: (1) colocar um ímã sob uma cartolina. Ordene as esferas de acordo com o módulo das suas cargas. Existe uma bem definida relação entre campo e linhas de força. entre no teleduc e tente tirá-la com o professor ou com algum colega. o valor do campo é determinado pelo número de linhas por unidade de área transversal.O CAMPO ELÉTRICO LINHAS DE FORÇA Com a introdução do conceito de campo.ufrgs. maior a intensidade do campo. Quanto maior a densidade de linhas de campo.2 LINHAS DE FORÇA Capitulo 2. a direção do campo é determinada pela tangente à linha de força. Coloque as esferas em diferentes posições. r Uma forma bastante simples para visualizar linhas de campo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . No aplicativo ao lado. Em cada ponto do espaço. Faraday propôs o conceito de linhas de força. de modo que conhecendo-se um. determina-se o outro. logo surgiu a dúvida sobre como ele se apresentava no espaço. basta colocar o apontador do mouse sobre a carga e arrastá-la para o ponto desejado. e determine o sinal da carga de cada uma. http://www. r Em cada ponto do espaço. são visualizadas as linhas de campo de quatro esferas carregadas.if.br/tex/fis142/mod02/m_s02.1.

"tão pequena quanto possível". http://www. DICA: a carga de prova serve para a medida do campo elétrico da outra carga. de uma extremidade à outra. a carga é máxima.br/tex/fis142/mod02/m_s02. A carga à direita pode ser positiva ou negativa.1.ufrgs. e tente descrever o que acontece com as linhas de campo. e tente justificar por quê a carga de prova tem que ser "tão pequena quanto possível". e as linhas de campo (outra denominação também usada para linhas de força) da configuração.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . Movimente o cursor. utilizamos uma carga de prova.2 LINHAS DE FORÇA No aplicativo ao lado. Quando o cursor da barra de controle está na extremidade direita. Use o experimento que você acabou de fazer. Isto significa que ela serve para se avaliar as linhas de campo da outra carga. Para se introduzir o conceito de campo elétrico no início deste capítulo. vê-se duas cargas.if. A carga à esquerda é positiva e tem valor fixo. e quando está na extremidade esquerda a carga é próxima de zero. e tem seu valor ajustado através da barra de controle.

e uma carga de prova. Consiste de um par de cargas de mesmo valor e sinais contrários. tem-se (2.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . eq.1). q.if.ufrgs. q0.3) Dipolo elétrico é uma configuração muito importante para o tema que estamos tratando. (2.br/tex/fis142/mod02/m_s03. pela definição de campo.O CAMPO ELÉTRICO CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Dada uma carga puntiforme.1 http://www.2) Portanto.2.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Capitulo 2 . Figura 2. a uma distância r da primeira. tem-se o campo de uma carga puntiforme (2. separadas por uma distância d.

representado pelas linhas de força verticais (verdes). Teta é o ângulo entre a mediatriz do dipolo e a direção do campo elétrico. Tente explicar o movimento. coloque teta=0. A carga pode assumir qualquer valor. é negativa. (2. Tecle no botão "iniciar" e observe o movimento do dipolo. Inicialmente.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Pelo princípio da superposição.if. Use a eq.2.3) e mostre que o campo do dipolo. Vários parâmetros podem ser alterados pelo usuário. seu módulo pode assumir qualquer valor. e leve em conta http://www. além disso. onde p=qd é o momento de dipolo elétrico do dipolo. x»d. Ambas têm o mesmo valor. faça o seguinte: Clique no botão "pausa" quando o dipolo estiver em diferentes posições. Teta = 0 Ey = +1 E(. é dado por (2. analise as forças sobre as cargas.ufrgs. Para facilitar a tarefa. num ponto da sua mediatriz.4). e a vermelha.= abaixo. O campo elétrico é sempre na direção y. A carga verde é positiva. sobre um dipolo elétrico. +=acima) Q (verde = "+" vermelho = "-") = 1 C Atualizar valores Iniciar < <1 passo Pausa Reset 1 passo > > Esta simulação permite analisar o efeito de um campo elétrico uniforme. E=+1 e Q=1 C. mas pode ter o sentido + ou . Os vetores azuis sobre cada carga representam as forças sobre elas.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . como deve ser no caso de um dipolo.br/tex/fis142/mod02/m_s03.

Faça uma descrição o mais detalhada possível do movimento e coloque no seu "portfólio". Depois.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO a energia cinética adquirida por cada carga.br/tex/fis142/mod02/m_s03. Examine o movimento do dipolo. http://www. E e Q.2. analise o movimento para diferentes valores de teta.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . clicando nos botões "1 passo>>" e "<<1 passo". passo a passo.ufrgs.

em um campo uniforme entre as placas paralelas da figura 2. g.2. e seu sentido é para cima.if.1 Um elétron é lançado horizontalmente com uma velocidade V0.br/tex/fis142/mod02/m_s04.4 EXEMPLO 2.2.1 Capitulo 2. tem-se a aceleração a=eE/m. e tangencia a borda da placa inferior ao sair. Figura 2. Supondo que o elétron penetra no campo em um ponto eqüidistante das placas. A direção do campo é vertical.2 O movimento do elétron é semelhante ao de um projétil lançado no campo gravitacional. tem-se sobre o elétron a força Coulombiana F=eE.html [13/03/2004 16:18:43] . determine o valor do campo elétrico. Ao invés da aceleração da gravidade. Do que sabemos sobre lançamento de projétil (ver cálculo ao lado).ufrgs. Ao invés do peso. conclui-se que http://www.O CAMPO ELÉTRICO EXEMPLO 2.

para os quais o campo elétrico total no ponto P (encontro das bissetrizes) será nulo.6 Exercicios Capitulo 2 .O CAMPO ELÉTRICO Exercicios. R.: 2.if.2 Quais são o módulo e a direção do campo elétrico que equilibrará o peso de uma partícula α (2 prótons e 2 nêutrons)? R. Pergunta 3 q 2.html (1 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .: 2.br/tex/fis142/mod02/m_ex.78x1014 m/s2 Pergunta 2 q 2.1 Um elétron é solto a partir do repouso. R. Pergunta 1 q 2.: 8.1.3 as cargas estão fixas nos vértices de um triângulo equilátero.3 Na figura 2. Determine o módulo e o sinal da carga Q.ufrgs. de baixo para cima.0 µC. Ignorando o efeito da gravidade. num campo elétrico uniforme de módulo igual a 5x103 N/C. http://www. calcule a aceleração do elétron.1x10-7 N/C.

http://www.06x10-15 N. direção e sentido) sobre um elétron colocado no eixo do dipolo.36d.m.6 Considere positivas as cargas na figura 2. Localize o(s) ponto(s) onde o campo elétrico é nulo.5 Considere um dipolo elétrico com momento igual a 2x10-29 C.1. R. Pergunta 5 q 2. à direita da carga +q. Faça um desenho representando este dipolo e calcule sua força (módulo.: 1. do ponto médio entre elas. Mostre que o campo elétrico num ponto situado ao longo do eixo que une as cargas.html (2 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .4 Duas cargas. distando x (x>>d).if. R.ufrgs.6 Exercicios Figura 2. a uma distância de 300 Å do seu centro.3 Pergunta 4 q 2. são fixas e separadas por uma distância d.4. Pergunta 6 q 2. –3q e +q. vale .br/tex/fis142/mod02/m_ex.: 1. considerando que 300 Å>>d.

: 4.1. Despreze o efeito da gravidade. O ponto do choque dista 1.6 um elétron é projetado ao longo do eixo que passa no meio entre as placas de um tubo de raios catódicos. determine a trajetória do próton até que ele atinja uma das placas. com velocidade 5x105 m/s. R.99 cm do início da placa.5 Pergunta 8 q 2. O campo elétrico uniforme existente entre as placas tem uma intensidade de http://www. ou saia da região sem atingi-las. o próton atinge a placa superior. com velocidade inicial de 2 x 1017 m/s. Considerando θ=30o.1 Pergunta 7 q 2.6x10-8 s depois de lançado.br/tex/fis142/mod02/m_ex.6 Exercicios Figura 2. E=3x104 N/C.if. Figura 2.8 Na figura 2. d=2 cm e L=15 cm.html (3 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .7 Um próton é projetado na direção indicada na figura 2.5.ufrgs.

igual a zero!. o elétron se move no instante em que está saindo das placas? (c) A que distância. (a) De quanto o elétron se afastará do eixo quando ele chegar ao fim das placas? (b) A que ângulo.ufrgs.if. (b)θ aprox.6 http://www. abaixo do eixo.6 Exercicios 20000 N/C e está orientado para cima.:(a) 7x10-23 m. (c)4.9x10-22 Figura 2.1. o elétron atingirá a tela fluorescente S? R. em relação ao eixo.html (4 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .br/tex/fis142/mod02/m_ex.

3. porque em geral o valor de E varia ao longo da superfície.br/tex/fis142/mod03/m_s01. podemos dizer que Fluxo de campo elétrico = intensidade de campo elétrico X área perpendicular ao campo Logo veremos que essa definição é muito simplificada. e nem sempre esta é perpendicular ao campo. veremos facilmente que o fluxo depende da quantidade daquilo que flui e da área através da qual passa o "fluido". de modo que E seja constante nessa área infinitesimal.A LEI DE GAUSS FLUXO DO CAMPO ELÉTRICO Vamos iniciar por uma idéia simples e intuitiva. Qualquer que seja o caso. http://www. o proprietário de uma loja mede a sua clientela pela quantidade de gente que passa pela porta de entrada. Podemos melhorar a definição. já introduzimos o conceito de fluxo. em determinado intervalo de tempo. Quem ouve rádio no verão em Porto Alegre está a todo momento sendo informado que passam tantos carros por minuto no posto da Polícia Federal da auto-estrada. maior o fluxo.if. A esta área associamos um vetor . cuja direção é perpendicular à área e cujo módulo é igual à área. Quanto maior o número de carros por minuto. e tem pouco valor operacional. Podemos manter a idéia intuitiva definindo fluxo infinitesimal. Numa primeira abordagem. Portanto. Pronto. maior será o fluxo de clientes para o interior da loja. dividindo a superfície em elementos tão pequenos quanto possível. quanto maior o número de clientes ou quanto maior a porta de entrada.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:50] . Essa noção intuitiva está na origem daquilo que podemos denominar fluxo do campo elétrico (E). Da mesma forma.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Capitulo 3 .ufrgs.

br/tex/fis142/mod03/m_s01.3.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO (3. o fluxo através de determinada área S é dado pela integral de superfície (3. o vetor área é convencionalmente dirigido de dentro para fora.3) http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:50] . O fluxo através de uma superfície fechada é assim representado (3.if.2) No caso de uma superfície fechada.ufrgs.1) Assim.

Existem três tipos de simetrias que facilitam o uso da lei de Gauss r r r Simetria planar. Uma circunstância favorável ocorre quando a superfície Gaussiana é tal que o produto escalar entre o campo e o vetor superfície é facilmente obtido Isso é sempre possível quando a distribuição de cargas apresenta alta simetria.3 A LEI DE GAUSS Capitulo 3 . se o campo elétrico for calculado num ponto muito próximo do plano. envolvendo esta carga. Simetria cilíndrica ou axial. um plano finito pode ser considerado infinito. Por exemplo. se a distância do plano ao ponto for muito menor do que as dimensões do plano http://www. Todavia. Simetria esférica A simetria planar aplica-se no caso de uma distribuição de cargas num plano infinito.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .ufrgs. com campo uniforme.br/tex/fis142/mod03/m_s02. fechada.4) A lei de Gauss é válida para qualquer situação. Imagine uma superfície qualquer. Isto é. ou no caso em que se possa fazer a aproximação de plano infinito.3.A LEI DE GAUSS A Lei de Gauss Seja uma carga Q. também denominada superfície Gaussiana. ou não.if. para ser operacionalmente útil ela deve ser usada apenas em determinadas circunstâncias. e para qualquer tipo de superfície fechada. A lei de Gauss estabelece que (3.

significa que o fluxo através de uma superfície fechada é proporcional à carga englobada por esta superfície. Existem dois casos clássicos: r r Linha infinita de cargas. Dispomos de quatro tipos de detetores de fluxo elétrico. Então. Uma certa quantidade de carga elétrica é distribuída dentro da moldura. Se o fluxo for positivo (negativo). De modo análogo ao caso anterior. Qual é a diferença essencial entre um detetor e outro? É o tamanho. ou axial. Veremos mais adiante como usar a lei de Gauss para calcular o campo devido a cada uma dessas distribuições.3. o valor medido é proporcional à carga englobada.br/tex/fis142/mod03/m_s02. um cilindro finito pode ser considerado infinito em determinadas circunstâncias. aplica-se no caso de uma distribuição linear infinita. Existem dois casos típicos de simetria esférica: r r Carga puntiforme.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . mais carga ele vai englobar.ufrgs. estamos englobando uma certa quantidade de carga elétrica. Detector Detector Detector Detector 1 2 3 4 Nesta animação. para medir fluxo elétrico. se numa região tivermos cargas positivas e negativas. Observe que a lei de Gauss. Distribuição esférica de cargas.4.3 A LEI DE GAUSS A simetria cilíndrica. o espaço definido pela moldura é dividido em duas regiões: dentro e fora do círculo cinza. cujos valores medidos são apresentados na barra à esquerda da moldura. 3. http://www.if. quando usamos um desses detetores. expressa na eq. próximas umas das outras. Cargas distribuídas num cilindro infinito. Quanto maior o detetor. é porque a carga é positiva (negativa). Então. precisamos escolher um detetor com tamanho apropriado para distinguir os tipos de carga.

if.br/tex/fis142/mod03/m_s02.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .3.ufrgs.3 A LEI DE GAUSS Use os diferentes detetores e descreva como a carga é distribuída no espaço definido pela moldura. http://www.

Portanto. quer seja realizado através de uma ou outra lei..3. quando e por que usar uma ou outra lei? Como regra. o uso de uma ou outra lei é determinado pelas seguintes circunstâncias: r r Distribuição de cargas com alta simetria . o cálculo do campo elétrico para determinada distribuição de carga fornece o mesmo resultado. Lei de Gauss Distribuição de cargas com baixa simetria .. A lei de Gauss e a lei de Coulomb são formas diferentes de abordar o mesmo problema.Lei de Coulomb. Então.html [13/03/2004 16:18:55] ..4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 3 .ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_s03.if..A LEI DE GAUSS LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB. http://www.

5) é igual à expressão (2. q.html [13/03/2004 16:18:58] . o campo de uma carga puntiforme. Mais do que isso. Isto é.ufrgs. é fácil chegar à conclusão de que o campo de uma carga puntiforme deve ter simetria esférica. obtida com o uso da lei de Coulomb.A LEI DE GAUSS CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Por argumentos de simetria. o campo deve ser normal a esta esfera. http://www. Portanto. o produto escalar será simplesmente EdS.4 CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 3 . a melhor Gaussiana para calcular o campo a uma distância r de uma carga puntiforme é uma esfera de raio r. a uma distância r. Portanto. teremos A integral fechada sobre a superfície corresponde à área da esfera. tendo em conta que E é constante.3).if.br/tex/fis142/mod03/m_s04. Então. a expressão (3. é dado por (3.3. Em qualquer ponto sobre a Gaussiana. 4πr2.5) Como era de se esperar. o valor do campo é o mesmo para qualquer ponto sobre uma esfera.

a carga elétrica se distribuirá uniformemente na superfície externa. a situação é bem diferente.Já sabemos que quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material condutor. Numa esfera a carga ficará uniformemente distribuída na sua superfície. ela fica onde a colocamos. necessitamos conhecer a densidade de carga no interior do material. A carga não se distribui como no caso do condutor. r http://www.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA No caso de uma distribuição de cargas com simetria esférica. em termos de cálculo de campo elétrico e uso da lei de Gauss. Para esse tipo de material não é suficiente conhecermos a quantidade de carga. há que se saber a forma como ela está sendo distribuída.br/tex/fis142/mod03/m_s05. Material dielétrico .3. ela se distribuirá de modo a manter o campo nulo no interior do material. convém distinguir algumas situações.if. Isto é. dependendo do material o tratamento será bem diferente.ufrgs. Portanto. para um material condutor não há diferença entre uma esfera e uma casca esférica. r Material condutor .Quando o material é nãocondutor.5 DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA Capitulo 3 . grosso modo. Portanto. uma esfera dielétrica pode ser bastante diferente de uma casca esférica. Em primeiro lugar. Em ambos os casos.html [13/03/2004 16:18:59] .

o campo interno sempre será nulo. dado na eq.ufrgs.if.3. pouco importa se temos uma esfera maciça.r>R. argumentos de simetria nos levam à conclusão de que o campo de uma esfera condutora tem simetria esférica. uma esfera condutora de raio R comporta-se.html [13/03/2004 16:19:01] . para pontos externos. http://www. de modo que a melhor Gaussiana será uma esfera concêntrica com a distribuição de cargas. O campo é igual ao de uma carga puntiforme. (3. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.5).br/tex/fis142/mod03/m_s06. De modo análogo ao caso da carga puntiforme.A LEI DE GAUSS ESFERA CONDUTORA Já vimos acima que no caso de material condutor. qualquer que seja o objeto. oca ou se temos uma simples casca esférica. Portanto.6 ESFERA CONDUTORA Capitulo 3 .

resultando (3. O campo no interior da esfera será dado por http://www. r Região I . ρ. isto é. Se conhecemos a densidade de carga. uma esfera condutora de raio R comporta-se.if. Se ao invés disso. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa.ufrgs.6) Portanto. r Região II . Isto é. (3. para pontos externos. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.r>R.5).3. Q=4πR3ρ/3. é aquela envolvida pela superfície Gaussiana. Q.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:06] .r < R A carga que aparece na lei de Gauss. O resultado tem a mesma forma apresentada na eq. for conhecida. na qual a densidade variasse com a distância ao centro.r > Raio da distribuição (R) O cálculo é análogo ao do campo de uma carga puntiforme. teremos Q=4πρr3/3. dada em C/m3. a densidade ρ. Se a carga total.7 ESFERA DIELÉTRICA Capitulo 3 . basta colocá-la no lugar de q. é constante.br/tex/fis142/mod03/m_s07. então a carga será dada pelo produto da densidade pelo volume da esfera. conhecermos a densidade.A LEI DE GAUSS ESFERA DIELÉTRICA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. a carga no interior do volume 4πr3/3.

if.3.7) O variação do campo.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:06] . em função do raio.7 ESFERA DIELÉTRICA (3. http://www.br/tex/fis142/mod03/m_s07. é representada na figura abaixo.

Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. Isto é. o campo é http://www. a intensidade é a mesma em qualquer ponto da superfície lateral de um cilindro.ufrgs. Em qualquer ponto das bases. É óbvio que a superfície Gaussiana mais apropriada é o cilindro indicado na figura ao lado. dada em C/m3. Isto é. A integral fechada da lei de Gauss pode ser desdobrada.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . e a direção é perpendicular a esta superfície lateral. transformando-se numa soma de integrais de superfície.br/tex/fis142/mod03/m_s08. na qual a densidade variasse com a distância ao centro.3. Argumentos de simetria permitem concluir que o campo apresenta simetria cilíndrica.if. cujo eixo coincide com o eixo da distribuição da cargas.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. de modo que as duas primeiras integrais são nulas. ao longo das bases do cilindro e ao longo da superfície lateral. a densidade ρ. Na superfície lateral. os vetores E e dS são perpendiculares entre si. é constante.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Capitulo 3 .

r>R.ufrgs. Portanto. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. a uma distância r do eixo da distribuição. Portanto. para pontos externos. Portanto.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA constante e tem a mesma direção do vetor dS. uma esfera condutora de raio R comporta-se.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:12] .br/tex/fis142/mod03/m_s08. o campo criado por uma distribuição linear infinita. é dado por http://www. A carga no interior da Gaussiana é q=λh.3.if.

o cilindro da figura acima é uma boa escolha como superfície Gaussiana. Portanto.9 PLANO INFINITO DE CARGAS Capitulo 3 . ao longo das bases e da superfície lateral da Gaussiana Em qualquer ponto da superfície lateral. conforme figura abaixo Por simetria concluise que o campo é perpendicular ao plano de cargas.A LEI DE GAUSS PLANO INFINITO DE CARGAS Vamos considerar uma distribuição infinita de cargas.3. os vetores E e dS são mutuamente perpendiculares.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . e que sua intensidade é constante ao longo de qualquer plano paralelo ao plano de cargas. com densidade uniforme +σ. de modo que o produto http://www.if. De modo análogo ao procedimento adotado no caso da simetria cilíndrica.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_s09. a integral fechada pode ser desdobrada em integrais abertas.

3. de modo que A carga no interior da superfície Gaussiana é q=σA. tanto na base1. E é constante e paralelo a dS. Por outro lado.if. resultando (3. quanto na base2.ufrgs.9) http://www.br/tex/fis142/mod03/m_s09.9 PLANO INFINITO DE CARGAS escalar é nulo.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:17] .

A extremidade aberta é limitada por um aro de área A.1 Uma rede de caçar borboleta está numa região onde existe um campo elétrico uniforme.2 mostra parte de dois longos e finos cilindros concêntricos de raios a e b.3 A figura 3. com densidade linear http://www.3.11 Exercicios Capitulo 3 .: 5x10-6 C/m Pergunta 3 q 3. perpendicular ao campo.br/tex/fis142/mod03/m_ex.2 Uma linha infinita de cargas produz um campo de 3x104 N/C a uma distância de 3 m.A LEI DE GAUSS Exercicios. R. Calcule a densidade linear de carga. Pergunta 1 q 3. Calcule o fluxo de E através da rede.html (1 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . Pergunta 2 q 3. como ilustra a figura 3.1. Os cilindros possuem cargas iguais e opostas.if.ufrgs.

apontando do centro do cilindro para fora. (c) o campo elétrico na região entre os cilindros.html (2 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . Use a lei de Gauss para mostrar que: (a) E=0 para r<a e (b) entre os cilindros Figura 3.3. R:(a)E=(1/2πε0)(q/Lr).4 A figura 3.3 mostra um cilindro condutor muito longo.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_ex. http://www. apontando de fora para o centro do cilindro. Use a lei de Gauss para calcular: (a) o campo elétrico na região externa à casca cilíndrica. contendo uma carga +q e envolvido por uma fina casca cilíndrica.2 Pergunta 4 q 3.11 Exercicios λ.if. também condutora e de comprimento L. (b)-q em cada superfície. (b) A distribuição de cargas na parte interna e na parte externa da casca cilíndrica. (c)idem ao ítem (a). de comprimento L. contendo uma carga –2q.

Pergunta 6 q 3.5 Um cilindro infinitamente longo. σ.11 Exercicios Figura 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex.3. Mostre que a uma distância r do eixo do cilindro (r<R). suspensa no campo gravitacional da terra por um fio de seda que faz um ângulo θ com uma placa não condutora infinita e uniformemente carregada. R: σ=2mgε0tgθ/q http://www.3 Pergunta 5 q 3.html (3 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . de raio R.ufrgs.6 A figura 3. Calcule a densidade superficial de carga da placa.4 mostra uma esfera com massa m e carga q.if. contém uma carga uniformemente distribuída. com densidade ρ.

br/tex/fis142/mod03/m_ex.7 A figura 3.5 http://www.ufrgs. (c) na região à direita das placas.4 Pergunta 7 q 3. Figura 3.if.5 mostra duas placas infinitas com suas superfícies internas carregadas com densidades superficiais de carga +σ e -σ.html (4 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . (b) na região entre as placas.11 Exercicios Figura 3. R: E=0 fora do capacitor. Determine o campo elétrico: (a) na região à esquerda das placas. E=σ/ε0 no interior do capacitor.3.

(c) rb<r<rc. (c)E=(1/4πε0r2)(qa+qb) Pergunta 9 q 3. (b)E=q/(4πε0r2). Calcule o campo elétrico nas regiões onde: (a) r<ra.6 mostra uma esfera condutora de raio ra. (b)E=(1/4πε0r2)(qa).br/tex/fis142/mod03/m_ex. existe outra fina casca metálica de raio rb (rb>ra) e carga qb. (b) ra<r<rb. R: (a)E=0. (c) r>rb. http://www. com carga +q.9 A figura 3.8 Uma fina casca esférica metálica de raio ra possui uma carga qa. (e) Use a lei de Gauss para mostrar como as cargas se distribuirão na parte interna e na parte externa da casca esférica. apontando para fora. (d) r>rc.3. R: (a)E=0.if. (d)E=q/(4πε0r2). concêntrica com uma casca esférica condutora de raios rb e rc e carga -2q. (c)E=0.ufrgs.11 Exercicios Pergunta 8 q 3. (b) ra<r<rb.html (5 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . Concêntrica com esta casca. Calcule o campo elétrico nas regiões em que: (a) r<ra. apontando para o centro da esfera.

html (6 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .if.br/tex/fis142/mod03/m_ex.6 http://www.11 Exercicios Figura 3.ufrgs.3.

2 ENERGIA POTENCIAL Capitulo 4 . em movimento oscilatório.4.ufrgs. é dado pela integral de linha http://www. Tomando como exemplo o clássico problema de uma mola e uma massa. Assim. leva ao teorema da conservação da energia cinética mais energia potencial. Já sabemos que dada uma força central. conclui-se que W = .POTENCIAL ELÉTRICO ENERGIA POTENCIAL Já vimos que a força eletrostática tem a mesma forma da força gravitacional. vimos que a conservação de energia manifesta-se pela transformação de energia potencial em energia cinética. tudo o que já aprendemos com o potencial gravitacional.br/tex/fis142/mod04/m_s01.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . e vice-versa. Por isso são também conhecidas como forças conservativas. ∆U+∆K=0. Mais importante do que isso. pode ser inteiramente transposto para o caso do potencial elétrico.if. é possível definir uma função dependente da posição denominada simplesmente potencial.1) Sabemos que o trabalho para levar um objeto de uma posição i até uma posição f. conhecida como força central. com propriedades muito interessantes referente ao princípio da conservação da energia Vamos relembrar algumas noções fundamentais. Vimos que o trabalho realizado sobre a massa era dado pela variação da energia cinética W = ∆K Da conservação da energia. esse tipo de força.∆U (4.

jamais energia potencial absoluta. vejamos o caso de uma força uniforme.2 ENERGIA POTENCIAL (4. costuma-se arbitrar Uterra=0 No caso eletrostático.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . cuja direção no plano é dada na figura abaixo.1) de outra forma: Uf . Por exemplo.Ui = -Wif (4.2) não depende do caminho.br/tex/fis142/mod04/m_s01. Para ilustrar. e sempre aponta de i para f. a menos que se diga o contrário.4. Isso implica na possibilidade de se definir. arbitrariamente.1 Vamos escrever a eq.2) onde F é a força que atua sobre o objeto. sempre tem-se diferença de energia potencial. (4. Figura 4.if.ufrgs. no caso do potencial gravitacional.3) Este resultado é absolutamente geral. dl é um elemento de integração tangente ao percurso entre i e f. uma "origem". usase http://www. Um dado importante é que o trabalho calculado em (4. depende apenas dos pontos iniciais e finais.

ufrgs.4. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . dada uma configuração de cargas.if. é o negativo do trabalho realizado pelo campo para trazer a carga de prova do infinito até o ponto considerado.2 ENERGIA POTENCIAL Ui = U? = 0 Uf = U = -W? Assim. criadora de um campo. a energia potencial desse sistema e uma carga de prova situada em determinado ponto.br/tex/fis142/mod04/m_s01.

é mais conveniente trabalhar com o potencial.3 POTENCIAL Capitulo 4 . É por isso que na Do que foi discutido acima.if.4) Volt (V). potencial entre dois pontos "i" e "f". pode-se linguagem mostrar que a diferença de potencial popular. assim definido http://www.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL No sistema de unidades SI. a unidade de potencial é o (4. é dado pela elétrico é mais relação conhecido como voltagem.5) Ao invés de trabalhar com energia potencial.4. (4.br/tex/fis142/mod04/m_s02.html [13/03/2004 16:19:33] .ufrgs.

V?=0. Como dl=-dr'.4 POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 4 .6) Figura 4.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME O potencial no ponto P. a uma distância r da carga q.html [13/03/2004 16:19:36] .4.ufrgs. é de acordo com (4.br/tex/fis142/mod04/m_s03.if.5). mostra-se facilmente que (4.2 Agregar carga: Positivo Negativa Testar Reiniciar Linhas de campo: http://www. e E é dado pela expressão (3.5).

Se r » d. Através de um cálculo similar.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UM DIPOLO No capítulo 2 calculamos o valor do campo elétrico de um dipolo num ponto da sua mediatriz [eq. isto é. é possível calcular o campo num ponto da linha que une as duas cargas. Usando esta expressão para o caso do dipolo.4)]. cujo resultado é Pelo princípio da superposição. tem-se http://www.4. (2. Já o cálculo num ponto qualquer. também muito distante.ufrgs.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Capitulo 4 .br/tex/fis142/mod04/m_s04. em pontos cuja distância ao centro do dipolo seja muito maior do que a distância entre as cargas. fora dessas duas direções privilegiadas. é bastante complicado.if. o que interessa é calcular o campo em pontos muito distantes. seguem-se as seguintes aproximações Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:41] . Veremos agora que não existe dificuldade para se calcular o potencial num ponto qualquer. Qualquer que seja o caso.

4.ufrgs.if.br/tex/fis142/mod04/m_s04. obtém-se (4.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Com as aproximações acima.7) Figura 4.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .3 http://www.

se uma partícula alfa for acelerada por um potencial de 1000 V.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL ACELERADOR A expressão (4. 1 eV = 1. ela adquirirá uma energia potencial U. é acelerada por um potencial de V volt. Um elétron (q=1.6x10-19 C) acelerado por um potencial de 1 V. Por exemplo.6x10-19 J Quando uma partícula qualquer.ufrgs.6 POTENCIAL ACELERADOR Capitulo 4 .html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . ao longo da qual o potencial tem o mesmo valor. a energia potencial vai transformar-se.6x10-19 J.4. com carga múltipla da carga do elétron. Nas simulações a seguir. adquire energia igual 1. pelo princípio da conservação de energia. A primeira simulação mostra um campo uniforme.br/tex/fis142/mod04/m_s05.if. Trata-se de uma superfície. ela adquire uma energia igual a NV eV. Se a carga tiver liberdade para se movimentar. http://www. vamos explorar o conceito de potencial acelerador. em energia cinética. Essa energia é conhecida como o elétron volt. Vamos aproveitar esta simulação para introduzir o conceito de superfície eqüipotencal.4) estabelece uma relação entre potencial e energia potencial: U = qV Isto significa que se uma carga q for submetida a um potencial V. q=Ne. por exemplo gerado por um plano infinito de cargas. ela adquire a energia de 2000 eV.

clicando em "pausa". passo a passo. Nesta primeira simulação vê-se uma carga de provas.4. e observe o movimento de ida e volta da carga. O movimento pode ser interrompido.ufrgs. à esquerda). Para iniciar o aplicativo a carga deve ser colocada em algum ponto da região onde existe campo elétrico.3 e 4. Ao clicar no botão iniciar.y) no interior da moldura. Clique no botão "iniciar" e veja que a velocidade cresce com o passar do tempo (marcado em cima. Inicialmente. é possível obter a relação entre a carga e a massa da carga de prova. Ela inicia com V=0.02. Coloque o cursor sobre ela e mantenha o botão do mouse pressionado.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . lê-se a posição (x. Deixe passar um tempo superior a 1 minuto. coloque x=0 e y=2.y) da carga.if. este movimento. Costuma-se dizer que uma carga de prova segue as linhas de campo. embaixo. qualitativamente. Explique. Uma carga de prova pode ser colocada em ponto (x. e a sua velocidade. Use as equações 4. Com os dados obtidos nesta simulação. Arraste-a com o mouse. Pode avançar ou retroceder.4 e demonstre que isso é verdade.br/tex/fis142/mod04/m_s05. Observe o movimento da carga. na barra amarela. esta carga será submetida ao campo do dipolo. com intervalo de tempo igual a 0. à esquerda. Isso acontece nesta simulação? Por que? http://www. x= 0 Iniciar Pausa y= 0 ReIniciar A simulação mostra um dipolo elétrico com as linhas de força do seu campo elétrico.6 POTENCIAL ACELERADOR Iniciar Pausa <<Passo Passo>> Re-Iniciar Mostrar o campo eletrico.

4.if.6 POTENCIAL ACELERADOR http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .ufrgs.br/tex/fis142/mod04/m_s05.

vejamos o cálculo do campo de uma carga puntiforme. segue-se que http://www. o campo elétrico é dado pelo gradiente do potencial. a partir do potencial.POTENCIAL ELÉTRICO GRADIENTE DE POTENCIAL Da relação (4. Como o potencial só tem uma variável. mostra-se que as coordenadas cartesianas do campo elétrico são obtidas a partir das seguintes relações (4. Como exemplo.4.5).8) Portanto.7 GRADIENTE DE POTENCIAL Capitulo 4 .if.ufrgs.html [13/03/2004 16:19:47] .br/tex/fis142/mod04/m_s06.

(c) VC – VB? R.2 A densidade de carga de um plano infinito é σ = http://www. (b) VC – VA.br/tex/fis142/mod04/m_ex. zero Figura 4. o campo realiza 3.POTENCIAL ELÉTRICO EXERCÍCIOS.VA.46 Volts.4 Pergunta 2 q 4.ufrgs.46 Volts.7 EXERCÍCIOS Capitulo 4 .4) ao longo de uma linha de campo elétrico.: 2. Quais são as diferenças de potencial elétrico: (a) VB . 2.5.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .1 No movimento de A para B (figura 4. Pergunta 1 q 4.if.94 x 1019 J de trabalho sobre um elétron.

85 mm Pergunta 3 q 4.9 x 10-15 N. têm cargas iguais e sinais opostos nos faces que se confrontam.5. (a) Construa um gráfico do potencial V em pontos do eixo x. qual a menor separação possível entre as placas? Pergunta 5 q 4.ufrgs. (a) Determine o campo elétrico na posição do elétron. em função de x. (b) qual é a diferença de potencial entre as placas? R.: 2. Um elétron colocado no meio da distância entre as duas placas experimenta uma força de 3.10 µC/m2. no mesmo diagrama. http://www.br/tex/fis142/mod04/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .3 Duas grandes placas condutoras.: 8.if. é colocado no plano yz. carregado positiva e uniformemente. (b) Estabelece-se uma diferença de potencial de 2000 V entre duas placas paralelas no ar.4 (a) Mostre que 1 N/C = 1 V/m. paralelas entre si e afastadas por uma distância de 12 cm. Supondo que o ar se torna eletricamente condutor quando a intensidade do campo elétrico ultrapassa 3 x 106 N/C.5 Um anel de raio R.7 EXERCÍCIOS 0. Qual é a distância entre as superfícies eqüipotenciais cuja diferença de potencial é de 50 V? R.44 x 104 N/C. 2928 Volts Pergunta 4 q 4. (b) Construa. um gráfico da intensidade do campo elétrico E. com seu centro na origem do sistema de coordenadas.

no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb.6 Uma esfera metálica de raio Ra apóia-se sobre um pedestal isolante.br/tex/fis142/mod04/m_ex.if.ufrgs. (a) Mostre que a ddp entre as esferas é (b) Mostre que a intensidade do campo elétrico em qualquer ponto entre as esferas é http://www.7 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 4. Existe uma carga +q sobre a esfera interna e uma carga –q sobre a externa.5.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .

iniciando pelas aplicações mais simples. cria-se no seu interior um campo magnético. que o indutor exerce um papel semelhante relativamente ao campo magnético. tem a capacidade de acumular energia elétrica.if. mas sem erro.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . Quando colocado num circuito. campo elétrico e potencial elétrico.ufrgs. Portanto. Nesse processo. dito de outra forma. mais adiante. Já vimos que uma forma de produzir campo elétrico numa região. O resistor serve para conduzir a corrente elétrica. o indutor serve como um acumulador de energia magnética.5. Podemos dizer.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Capítulo 5 . Qualquer circuito elétrico ou eletrônico. que um indutor é simplesmente um fio condutor enrolado na forma de uma bobina.br/tex/fis142/mod05/m_s01. Capacitor (C). Mais adiante estudaremos em detalhe o resistor e o indutor. já neste capítulo. mas é interessante. ou.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Após a introdução dos conceitos básicos de força eletrostática. necessita de pelo menos um dos seguintes componentes: r r r Resistor (R). Indutor (L). um capacitor tem a propriedade de acumular cargas. Veremos. uma parte da energia é perdida por efeito Joule (veremos isso http://www. de forma simples. Quando uma corrente passa por essa bobina. fazer uma discussão geral da utilidade de cada um desses componentes. é carregar duas placas paralelas com cargas iguais e de sinais contrários. vamos agora prepararmo-nos para estudar as aplicações elétricas e eletrônicas.

br/tex/fis142/mod05/m_s01. num circuito contendo esses três componentes.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . enquanto o terceiro desperdiça. LC e RLC.ufrgs.5. RL.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS mais tarde). nos quais os processos de acumulação e transferência de energia serão discutidos detalhadamente. dois deles conservam energia. Portanto. Nos capítulos seguintes estudaremos circuitos RC.if. http://www.

br/tex/fis142/mod05/m_s02.5.1) A constante de proporcionalidade. Q = CV (5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes. http://www.3 DEFINIÇÕES Capítulo 5 .ufrgs. a unidade de capacitância é o Farad.if. estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga. C. 1 F = 1 Coulomb/Volt. No sistema SI. é denominada capacitância e depende tão somente da geometria das placas.html [13/03/2004 16:20:06] . conforme veremos a seguir.

2. para o caso do capacitor de placas paralelas.br/tex/fis142/mod05/m_s03.2b Vejamos como calcular a capacitância. e para simplificar os cálculos.1 Figura 5.2a Figura 5. Podemos resumir essa situação. Figura 5. enquanto na figura 5. como são na realidade.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . usando a lei de Gauss determinamos que o http://www. Já vimos que a diferença de potencial entre as placas relaciona-se com o campo de acordo com a relação V=Ed. vamos supor que as placas sejam planos infinitos.2(b) a idealização do plano infinito é ilustrada.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS >--> Capítulo 5 . dizendo simplesmente que efeitos de borda estão sendo desprezados.ufrgs.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS Um capacitor de placas paralelas é esquematizado na figura 5. porque estamos desprezando os efeitos de borda. as linhas de campo são traçadas para ilustrar o que significa desprezar efeitos de borda. Veja que as linhas de campo são idênticas em toda a extensão do capacitor.5. Mesmo que elas sejam finitas. Para todos os efeitos práticos.1.2(a) representa a situação real. Por outro lado. A figura 5. a aproximação de plano infinito pode ser usada se a distância entre as placas for muito menor do que as suas dimensões. Na figura 5.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:11] .5. é dada por q/A. a constante dielétrica no vácuo. Esse tipo de resultado é geral. Da relação (5.2) mostra que a capacitância só depende de uma constante universal.2) A relação (5.1). Q = CV. E=q/Aε0. a capacitância só depende da constante dielétrica do meio entre entre as placas.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS campo de uma placa infinita é dado por E = σ/2ε0. Portanto. onde A é a área da placa (não há inconsistência. ε0. obtém-se EAε0 = CEd. Portanto. σ. A densidade de carga. ou. no caso de um par de placas com cargas iguais e de sinais contrários. como uma aproximação). Vejamos mais dois exemplos. e das dimensões do capacitor.br/tex/fis142/mod05/m_s03. C = ε0A/d (5. de onde se obtém q = EAε0.ufrgs.if. e de propriedades geométricas. Para qualquer capacitor. http://www. o campo entre as placas será E = σ/ε0. a placa é “infinita” apenas para efeito de cálculo.

4) em (5. necessitamos estabelecer a relação entre potencial e carga. Da relação (4.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .4) Substituindo (5. obtém-se Portanto.br/tex/fis142/mod05/m_s04.5). temos que: (5.3). cujo resultado é (5.if. Para calcular a capacitância.ufrgs.5.5 CAPACITOR CILINDRICO Capítulo 5 . enquanto o externo está carregado com carga –q.3) Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros. a capacitância de um capacitor cilíndrico será: http://www. e raios a e b.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR CILINDRICO Vamos considerar um par de cilindros de comprimento L. O cilindro interno está carregado com carga +q.

if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .3 http://www.5.5) Figura 5.5 CAPACITOR CILINDRICO (5.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s04.

ufrgs.html [13/03/2004 16:21:46] .6 CAPACITOR ESFÉRICO Capítulo 5 .br/tex/fis142/mod05/m_s05.6) http://www.5.if. e mostre que a capacitância de um capacitor esférico é dado por (5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR ESFÉRICO Use um procedimento análogo ao anterior.

V1=V2=V.7a) e (5. obtém-se Q1 = C1V Q2 = C2V (5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Em geral. tem-se: http://www.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Capítulo 5 . Portanto. Substituindo (5. as diferenças de potencial são iguais.if. Q.1). Pela equação (5.7b).e. para o caso de dois capacitores.4. dado pelo pólo positivo da baterial. Da mesma forma.html (1 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . A associação em paralelo é ilustrada na Figura 5. as placas Figura 5. i. associados de diferentes maneiras.br/tex/fis142/mod05/m_s06. as placas associação em inferiores estão com o mesmo potencial paralelo negativo. na proporção de suas capacidades. Uma forma simples de abordar esse tipo de problema é considerar a associação dos componentes de um mesmo tipo. Q=Q1+Q2. é distribuída entre os capacitores.. O que caracteriza esse tipo de associação é a igualdade de potencial entre as placas dos capacitores. Assim.7a) (5.7b) A carga.5.ufrgs. os circuitos elétricos e eletrônicos são constituídos de vários componentes. fornecida pela bateria.4 superiores estão com o mesmo Capacitância equivalente de uma potencial. Veremos agora como tratar a associação de capacitores. Na ilustração.

7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Q = (C1+C2)V Portanto. Então. Q1 = Q2 = Q = C1V1 = C2V2 Figura 5.ufrgs. se as cargas são iguais. com ‘n’ capacitores.5). Portanto. então os potenciais também serão diferentes. (5. é fácil concluir que são iguais as cargas acumuladas nas placas de todos os capacitores.br/tex/fis142/mod05/m_s06. (5.8) No caso da associação em série (Figura 5.9) http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:22:33] .5.if. mas as capacitâncias são diferentes.5 Capacitância equivalente de uma associação em série Portanto. Ceq = C1+C2 No caso mais geral.

dielétrico . segue-se que o capacitor está isolado. Um voltímetro está sendo usado para medir a diferença de potencial entre as placas.5.html (1 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . O que se quer enfocar aqui é o que acontece quando. o título desta seção pode causar alguma confusão. por volta de 1837.6a http://www.6(a) temos um capacitor carregado com carga Q.br/tex/fis142/mod05/m_s07. Portanto.if. em condições normais. a carga acumulada permanecerá constante.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITORES COM DIELÉTRICOS A rigor. Como o voltímetro é um dispositivo com grande resistência interna. Figura 5.ufrgs. Na Figura 5. ao invés do ar. coloca-se outro dielétrico entre as placas do capacitor. O dielétrico entre as placas é o ar. Vamos discutir duas das suas experiências para investigar o efeito de diferentes dielétricos sobre o comportamento de um capacitor. pelo menos para efeitos práticos. porque sendo o ar. qualquer capacitor terá um dielétrico entre suas placas. Esse problema foi abordado pela primeira vez por Faraday.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Capítulo 5 .

e igual quantidade de cargas positivas na parte inferior.if. k=1. A introdução de um dielétrico entre as placas [Figura 5.6b Suponha que um dielétrico seja colocado entre as placas. dada pela ddp da bateria. implica que a capacitância deve aumentar. isso implica no aumento de Q.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Figura 5.6(b).br/tex/fis142/mod05/m_s07. Pelo que sabemos. é constante. provocando a diminuição do potencial.5. C = kCar onde k é a constante dielétrica do material colocado entre as placas.7b Figura 5.html (2 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . k=1. e para o ar.7c http://www.ufrgs. Nesta experiência. O campo efetivo entre as placas diminuirá. o capacitor está sendo carregado por uma bateria. Como a baterial fornece uma ddp constante. como ilustrado na Figura 5. (5.00054.7(b)] resulta na redução da diferença de potencial. conclui-se que C deve aumentar. Q=CV. (5. Então. em relação à capacitância do capacitor com ar. Figura 5. Para o vácuo. de modo que a diferença de potencial entre as placas.7a Figura 5.1). A eq. Da eq. é fácil concluir que a polarização resultará num excesso de cargas negativas na parte superior do dielétrico. como no caso da experiência anterior.1).

ufrgs.if.5.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .br/tex/fis142/mod05/m_s07.

com capacitância C.br/tex/fis142/mod05/m_s08.9 ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Capítulo 5 . e quatro distâncias entre elas. http://www. Temos quatro dielétricos diferentes. é necessário realizar um trabalho. e suas placas estejam a uma diferença de potencial V. contenha uma certa carga q.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Como o capacitor produz um campo elétrico entre suas placas. Como já vimos.if.10) EXERCÍCIO INTERATIVO: Neste aplicativo temos um capacitor de placas paralelas. (5. quatro possibilidades de áreas das placas.ufrgs. Use a fórmula da capacitância de um capacitor de placas paralelas com diferentes dielétricos.html [13/03/2004 16:22:58] . ter acumulação de energia num capacitor é equivalente a ter acumulação de energia num campo elétrico.5. Suponha que um capacitor. e cheque o resultado. Para transferir uma carga dq de uma placa para outra.

5.10 EXEMPLOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXEMPLOS
Os capacitores da Figura 5.8(a), inicialmente descarregados, são carregados com a chave S aberta. Capacitâncias em µF. (a) Qual é a diferença de potencial Vab? (b) Qual é o potencial do ponto b, após a chave S ter sido fechada? (c) Quanta carga fluirá através da chave, enquanto ela estiver fechada? Quando os capacitores são carregados de acordo com a configuração da Figura 5.8(a), os capacitores 6 µF e 3 µF, à esquerda estão ligados em série, da mesma forma que os capacitores 3 µF e 6 µF, à direita.
r

Figura 5.8a

Mostre que o circuito da Figura 5.8(a) transforma-se no circuito da Figura 5.8(b). Mostre que a carga acumulada em cada capacitor da Figura 5.8(b) será 400 µC. Mostre que, enquanto a chave S estiver aberta, o potencial no ponto b será Vb=66,7 volts, e o potencial no ponto a será Va=133,3 volts. Portanto Vab=66,7 volts (resposta do ítem a).

r

Figura 5.8b
r

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.10 EXEMPLOS

Fechando-se a chave S, o circuito ficará como o representado na Figura 5.8(c).
r

Mostre que a Figura 5.8(c) transforma-se na Figura 5.8(d). Mostre a carga fornecida pela bateria será 900 µC. Mostre que V1=100 volt (resposta do ítem b). Mostre que a carga no capacitor de 6 µF [Figura 5.8(c)] é 600 µC, enquanto no capacitor de 3 µF é 300 µC. Portanto, mostre que a carga que flui através da chave S é 300 µC.

r

r

r

Figura 5.8c

Figura 5.8d

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.11 EXERCÍCIOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXERCÍCIOS.
Pergunta 1
q

5.1 Um capacitor a ar, consistindo de duas placas paralelas bastante próximas, tem uma capacitância de 1000 pF. A carga em cada placa é de 1 µC. (a) Qual é a ddp entre as placas? (b) Se a carga for mantida constante, qual é a ddp entre as placas se a separação for duplicada? R: (a)1000 Volts; (b)2000 Volts.

Pergunta 2
q

5.2 Na figura 5.9 C1=3 µF e C2=2 µF. (a) Calcule a capacitância equivalente da rede entre os pontos ‘a’ e ‘b’. (b) Calcule a carga em cada um dos capacitores C1 mais próximos de ‘a’ e ‘b’ quando Vab=900 V. (c) Com Vab=900 V, calcule Vcd. R:(a)1 µF; (b)900 µC; (c)300 Volts.

Figura 5.9
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

5.11 EXERCÍCIOS

Pergunta 3
q

5.3 Um capacitor de 1 µF e outro de 2 µF são ligados em série a uma fonte de tensão de 1200 V. (a) Determine a carga de cada um deles e a diferença de potencial através de cada um. (b) Os capacitores carregados são desligados da fonte e um do outro e religados com os terminais de mesmo sinal juntos. Determine a carga final em cada capacitor e a diferença de potencial através de cada um. R:(a)800 µC, 800 V, 400 V; (b)533,33 µC, 1066,67 µ, 533,33 V.

Pergunta 4
q

5.4 Quer-se construir um capacitor de placas paralelas, usando borracha como dielétrico, tendo esta uma constante dielétrica igual a 3 e rigidez dielétrica de 2 x 105 V/cm. A capacitância do capacitor deve ser 0,51 µF e ele deve ser capaz de suportar uma diferença de potencial máxima de 6000 V. Qual é a área mínima que as placas do capacitor podem ter? R:5,76 m2

Pergunta 5
q

5.5 Um capacitor esférico consiste de uma esfera metálica interna, de raio Ra, apoiada num pedestal isolante situado no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb. Há uma carga +Q na esfera interna e outra –Q na externa. (a) Qual é a ddp Vab entre as

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

interno. suportado por discos isolantes. (a) Qual é a ddp entre os dois cilindros? (b) Prove que a capacitância de um comprimento L do cabo é R:Veja a resposta na apostila. de raio Ra. ao longo do eixo de um tubo condutor de raio interno Rb.br/tex/fis142/mod05/m_ex.6 Um cabo coaxial consiste de um cilindro condutor. sólido.5. http://www. com densidade linear λ. Pergunta 6 q 5. Os dois cilindros são carregados com cargas opostas.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:05] .11 EXERCÍCIOS esferas? (b) Prove que a capacitância é R:(a)Va-Vb=(q/4πε0) (Ra+Rb)/RaRb. antes da eq.5).ufrgs. (5.if.

1. abordamos situações em que cargas elétricas são consideradas estáticas. em regime estacionário. a corrente elétrica consiste num fluido de elétrons movendo-se ao longo de uma estrutura cristalina. havendo necessidade do uso da teoria da relatividade restrita.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:08] . Esse movimento tipo zig-zag é ilustrado na Figura 6.2 MODELO MICROSCÓPICO Capítulo 6 . como no caso dos capacitores.6. A rede cristalina forma obstáculos. parece caótico. Cargas elétricas podem movimentar-se sob a ação de campos elétricos e magnéticos. pois a situação analisada era a do equilíbrio eletrostático.CORRENTE & RESISTÊNCIA MODELO MICROSCÓPICO Até agora. seu movimento é desviado. Neste capítulo vamos iniciar o estudo de situações em que cargas elétricas estão em movimento. Cada vez que um elétron aproxima-se de um desses obstáculos da rede cristalina. onde são indicados o http://www. quando visto microscopicamente. isso foi feito para facilitar o raciocínio.if.br/tex/fis142/mod06/m_s01.ufrgs. Inicialmente vamos tratar de elétrons movendo-se em resistores. Vamos cuidar de distinguir bem cada um desses casos. Microscopicamente. Mesmo as situações em que levamos em conta movimento de cargas. ou quase estáticas. sob a ação de um campo elétrico provido por uma bateria. algumas vezes retroativamente. O estudo geral da eletrodinâmica é bastante complexo. e em diversos ambientes. de modo que o movimento dos elétrons.

no final das contas ela vai andar para a frente. onde a temperatura é absolutamente nula. À medida que a temperatura aumenta vibrações são introduzidas.2 MODELO MICROSCÓPICO sentido do campo elétrico.1 estão constantemente mudando de lugar. Neste caso.if. mas é conveniente adiantar uma abordagem qualitativa a esse problema. Na Figura 6.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:08] Figura 6. como o indicado pela seta . As esferas http://www.6.br/tex/fis142/mod06/m_s01. o movimento de um elétron e a velocidade de deriva. Figura 6. Teremos oportunidade de discutir isso mais adiante.2 .1.1 eles estão fixos. que ilustra uma situação desordenada. O primeiro efeito da temperatura é fazer vibrar a rede cristalina. A relação entre o movimento efetivo e o movimento em zig-zag. a temperatura é um dos mais importantes. é semelhante ao de uma pessoa que dá dois passos para a frente e um para trás.ufrgs. Esta velocidade define o movimento efetivo do elétron.1 Entre os vários fatores que afetam o movimento eletrônico num condutor. na Figura 6. poderiam haver alguns canais de trânsito livre para o elétron. de modo que desordens localizadas impedem mais efetivamente o movimento eletrônico.1 deixa de existir na Figura 6. de modo que os obstáculos ilustrados na Figura 6. Este aplicativo simula a situação descrita acima.2. isso representa uma situação irreal. Veja que o canal que existia na Figura 6.

2 MODELO MICROSCÓPICO amarelas representam os átomos na rede cristalina. Aumente o valor da corrente. use uma corrente baixa.br/tex/fis142/mod06/m_s01. e os pontos vermelhos representam os elétrons livres.if.6. o cursor da barra abaixo da modura.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:08] . deslocando para a direita. http://www.ufrgs. Para observar com mais precisão.

esta é a densidade de portadores do material.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .CORRENTE & RESISTÊNCIA CORRENTE ELÉTRICA Define-se intensidade de corrente elétrica como a quantidade de cargas que atravessa a seção reta de um condutor. Portanto.3. há uma relação muito importante entre a densidade de corrente e a velocidade de deriva.html Capítulo 6 . Vamos deduzi-la.br/tex/fis142/mod06/m_s02. L. Do ponto de vista microscópico. (6.1) A corrente elétrica por unidade de área transversal define o módulo do vetor densidade de corrente J.if.if.ufrgs. e a carga total no segmento de condutor será ∆q = neAL Um elétron percorrerá este segmento no intervalo de tempo http://www. Seja um segmento de condutor.ufrgs. (6.br/tex/fis142/mod06/m_s02.http://www. como ilustrado na Figura 6. a densidade de cargas no condutor será ‘ne’. por unidade de tempo. Suponha que existam ‘n’ elétrons por unidade de volume. Isto é.2) Podemos relacionar essas grandezas de outra forma.

obtém-se i = ∆q/∆t = neAVd Da definição de densidade de corrente.if.3) A corrente é o fluxo da densidade de corrente! Figura 6.if.html ∆t = L/Vd onde Vd é a velocidade de deriva.br/tex/fis142/mod06/m_s02. http://www. obtém-se J = neVd (6.br/tex/fis142/mod06/m_s02.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:12] . Da definição de corrente.3.http://www.ufrgs.ufrgs.

e definida pela relação R = V/i (6. com um voltímetro (para medir V) ou com um amperímetro (para medir i).CORRENTE & RESISTÊNCIA RESISTÊNCIA. conforme discussão qualitativa acima. e a relação microscópica correspondente a (6. são todos representados por uma propriedade mensurável. quando se aplica uma diferença de potencial (ddp). i J. E e J são uniformes.3. circulará. http://www. entre os extremos de um resistor. ρ.5) As grandezas relacionadas em (6. i.ufrgs.4) é V = Ri (6. Cada uma tem uma contrapartida microscópica.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .if. uma corrente.5) é E = ρJ (6.4) será satisfeita. R ρ A contrapartida microscópica da resistência é denominada resistividade.6) No regime estacionário.4) Essa definição significa que.6. para o segmento L da Figura 6.4 RESISTÊNCIA. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Capítulo 6 . V. de tal modo que a relação (6. R. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Os obstáculos impostos ao movimento eletrônico. A forma mais conhecida de (6. V E.4) são todas macroscópicas e facilmente mensuráveis com um ohmímetro (para medir R). de modo que.br/tex/fis142/mod06/m_s03. denominada resistência.

Supondo que o tempo médio entre duas colisões do elétron com a rede cristalina seja τ. e admitindo que a velocidade de deriva é aproximadamente igual à velocidade média entre colisões.ufrgs. possível deduzir a relação entre a resistividade e algumas propriedades microscópicas do material.6. de tal modo que em média. tem-se que Vd = aτ = eEτ/m Usando a relação (6. a carga e a massa do elétron.4 RESISTÊNCIA. obtém-se http://www.8) onde ρ0 é a resistividade medida na temperatura T0. com velocidade de deriva.3). cada elétron possui aceleração a = eE/m onde ‘e’ e ‘m’ são. e inversamente proporcional à sua seção reta.br/tex/fis142/mod06/m_s03. A constante de proporcionalidade.7) mostra que a resistência de um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento. E. O movimento eletrônico estacionário. é proporcionado pelo campo elétrico. respectivamente. obtém-se (6.if.ρ0 = αρ0(T-T0) (6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE V = LE = LρJ e i = JA Substituindo V e i na relação (6. varia com a temperatura conforme a relação empírica ρ . e α é o coeficiente de temperatura da resistividade.7) A relação (6.4). ρ.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .

ufrgs.6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE E = mJ/ne2τ Finalmente. com o uso de (6.if.9) http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .4 RESISTÊNCIA.6) chega-se à relação (6.br/tex/fis142/mod06/m_s03.

V = Ri (6. Explique o que acontece. Tem-se um resistor (com resistência variável) ligado a uma bateria (força eletromotriz. Se o valor superar.10 A). equipamento usado para medir diferenças de potencial (por que ele é ligado em paralelo?). eles podem "queimar". equipamento usado para medir corrente elétrica (por que ele é ligado em série com o resistor?). Tente explicar qual a finalidade das escalas nos aparelhos de http://www. equivocadamente.5 LEI DE OHM Capítulo 6 . O que a lei de Ohm diz é que para alguns materiais.1000 V) e outra para o amperímetro (1 mA . Na parte de cima do painel verde.5) Este aplicativo serve para explorar conceitos básicos de um circuito simples. Em paralelo com o resistor. ditos materiais ôhmicos.if. tem-se um voltímetro. a razão entre ‘V’ e ‘i’ é constante. Na verdade.CORRENTE & RESISTÊNCIA LEI DE OHM Costuma-se afirmar.6. Vmax>10 V e Imax= 1A. ou voltagem. Fixe um determinado valor da voltagem. (6. variável). há uma escala para o voltímetro (1 . esta equação representa simplesmente a definição de resistência. tem-se um amperímetro.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:17] . Diminua o valor da resistência até ela atingir 9 Ohms. Em série com o resistor. Explique o que acontece. que a lei de Ohm é expressa pela eq.br/tex/fis142/mod06/m_s04. Coloque U=10. e tente colocar a "voltagem máx" menor do que esse valor.5).ufrgs. Essas escalas definem os valores máximos que os equipamentos podem medir.

br/tex/fis142/mod06/m_s04.6.ufrgs.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .5 LEI DE OHM medida. http://www.

Se uma carga dq é transportada de A para B. podemos mudar o valor de V e R.ufrgs.10) Fazendo uso da relação (6. Na seguinte demostração. é também conhecida como potência Joule. uma bateria. Qual serão os valores certos para que a lampada funcione? http://www. que dá a potência dissipada num resistor. a bateria terá que fornecer uma energia dU = dqVAB = idtVAB Por definição. i.5). no caso mais geral de metais condutores. a potência é dada por (6. Isso é feito às custas da energia de uma fonte. R.br/tex/fis142/mod06/m_s05. quando ele é atravessado por uma corrente. no caso mais simples.4.11).11) Figura 6. manifesta-se sob a forma de calor no resistor.6 ENERGIA.CORRENTE & RESISTÊNCIA ENERGIA. isto significa produzir fluxo de elétrons.4 A expressão (6. chega-se a uma relação bastante conhecida P= Ri2 (6. A energia assim transferida. & POTÊNCIA Para se produzir uma corrente elétrica. & POTÊNCIA Capítulo 6 .6.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:35] . no condutor da Figura 6. há que se produzir um fluxo de cargas elétricas.

6 ENERGIA.br/tex/fis142/mod06/m_s05. & POTÊNCIA http://www.ufrgs.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .6.

metro recíproca (Ω.m)-1 http://www.br/tex/fis142/mod06/m_s06.6.m) Condutividade Ohm.metro(Ω.ufrgs.if.html [13/03/2004 16:23:43] .7 UNIDADES NO SISTEMA SI Capítulo 6 .CORRENTE & RESISTÊNCIA UNIDADES NO SISTEMA SI Grandeza Corrente Resistência Unidade Ampere (A) Ohm (Ω) Resistividade Ohm.

5x1018 prótons movem-se em sentidos opostos através de uma seção transversal do tubo? b) Qual é o sentido da corrente? Solução: Corrente de elétrons num sentido é igual a corrente de íons positivos no sentido contrário. Portanto. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo. em cada segundo.88 A.if.br/tex/fis142/mod06/m_s07.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXEMPLO 6.1 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás. a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.5x1018x1.ufrgs. 4x1018 elétrons e 1.8 EXEMPLO Capítulo 6 .6x10-19 = 0. http://www.html [13/03/2004 16:23:45] . a corrente será i = 5.6. este se ioniza.

11 EXERCÍCIOS Capítulo 6 .3 A corrente em um fio varia com o tempo segundo a http://www.1 Um fio de prata de 1 mm de diâmetro conduz uma carga de 90 C em 1h15min.2 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.88 A.7x10-6 m/s.html (1 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .CORRENTE & RESISTÊNCIA EXERCÍCIOS. em cada segundo.ufrgs. Pergunta 1 q 6. Pergunta 3 q 6. A prata contém 5. (a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.if. este se ioniza. Pergunta 2 q 6. (b)O sentido do movimentos dos prótons.5 x 1018prótons movemse em sentidos opostos através de uma seção transversal no tubo? (b) Qual é o sentido da corrente? R:(a)0. 4 x 1018 elétrons e 1.br/tex/fis142/mod06/m_ex.5. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo. (b)2. (a) Qual é a corrente no fio? (b) Qual é a velocidade de arrastamento dos elétrons no fio? R:(a)20 mA.8 x 1028 elétrons livres por m3.

if. Pergunta 4 q 6. Qual é a sua resitência? R:(a)1.5 http://www.53 Ω.5. (b)120.html (2 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . a leitura do voltímetro cai para 1. R:1.52 V. Figura 6.11 EXERCÍCIOS relação i = 4 + 2t2.8 x 10-8 Ωm. Quando se fecha a chave.5 A.br/tex/fis142/mod06/m_ex.ufrgs. marca 1.37 V e o amperímetro A lê 1. o voltímetro V.34 C.52 V. onde i é dada em ampères e t em segundos.67 A. 0.5 Enquanto a chave S estiver aberta.4 Um fio de 100 m de comprimento e 2 mm de diâmetro tem uma resistividade de 4. Determine a fem e a resistência interna da pilha.5. ligado aos terminais da pilha seca da figura 6.1 Ω.25x10-2 Ω Pergunta 5 q 6. (a) Qual é a sua resitência? (b) Um segundo fio do mesmo material tem o mesmo peso que o anterior. (a) Quantos coulombs passam através de uma seção transversal do fio num intervalo de tempo entre t=5 s e t=10 s? (b) Que corrente constante transportaria a mesma carga no mesmo intervalo de tempo? R:(a)603. mas seu diâmetro é o dobro. (b)9.

(a) Qual é a resistência interna da bateria? (b) Qual é a fem da bateria? R:(a)0.ufrgs. Pergunta 9 http://www.0 A. Pergunta 8 q 6.br/tex/fis142/mod06/m_ex. quando existe na mesma uma corrente de 3 A dirigida do terminal negativo para o positivo.5.if. Qual será a corrente quando a fonte for ligada a um resistor linear de 2 Ω? R:2.22 A. (b) 90 Ω.7 A voltagem entre os terminais de uma fonte em circuito aberto é de 10 V e sua corrente em curtocircuito é 4. (b)10 V.11 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 6.6 A ddp entre os terminais de uma bateria é 8. quando a ddp entre os terminais é de 60 V.8 (a) Exprima a taxa de dissipação de energia num resistor em termos de (i) ddp e corrente. Pergunta 7 q 6.5 V. (b) Energia é dissipada num resistor a uma taxa de 40 W. (iii) ddp e resistência. (ii) resistência e corrente. Qual é a sua resistência? R:(a)P=Vi=Ri2=V2/R.html (3 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . Quando a corrente for de 2 A no sentido inverso. a ddp torna-se 11 V.5 Ω.

11 EXERCÍCIOS q 6. (c)20 W Figura 6. (c) a taxa de dissipação de energia no resistor externo.br/tex/fis142/mod06/m_ex.ufrgs.9 No circuito da figura 6.6 http://www.if. R:(a)24 W.html (4 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .5.6. determine: (a) a taxa de conversão de energia interna em energia elétrica dentro da bateria. (b) a taxa de dissipação de energia na bateria. (b)4 W.

no caso mais simples. Entende-se por nó. Elas são baseadas em princípios de conservação de energia e de carga. unindo a malha da esquerda à malha da direita. por exemplo. tendo cada ramo um ou mais componentes elétricos.html [13/03/2004 16:23:51] . a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito.1. Chama-se “queda de potencial”.ufrgs.1.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS O que conhecemos como lei dos nós e lei das malhas são.2 LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS Capítulo 7 .br/tex/fis142/mod07/m_s01. Entende-se por malha. o ponto A é um nó.7. na Figura 7. Figura 7. entre A e B ou entre A e C.1.if. um circuito fechado. incluindo vários componentes elétricos. o ponto de encontro de três ou mais ramos de um circuito. Na Figura 7. fem e resistências. na realidade.1 http://www. dois procedimentos para resolver circuitos elétricos simples. como ilustrado na Figura 7. e suas aplicações são facilitadas se feitas a partir das regras apresentadas abaixo.

indicada pela seta . a queda de potencial é positiva (Figura 7.2b http://www. vai de ‘a’ para ‘b’. Figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_s02. como cada queda de potencial é usada nesse somatório.7. Se a corrente convencional.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Capítulo 7 .CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se percorre um circuito fechado. o somatório das quedas de potencial deve ser nulo. a queda de potencial é negativa (Figura 7. Vejamos.2a Σ ∆V = 0 Figura7.Ri Quando se “atravessa” uma resistência no mesmo sentido da corrente convencional. Neste caso. e ∆V = . indica que o circuito está A seta sendo percorrido no sentido de ‘a’ para ‘b’.2b).2a). ∆V= Va – Vb = Ri > 0 Quando se “atravessa” uma resistência no sentido contrário ao da corrente convencional. Vb<Va. pois os pontos inicial e o final são os mesmos.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:54] . nas regras seguintes.if. Logo.ufrgs. é porque os elétrons vão de ‘b’ para ‘a’. logo ∆V= Vb – Va.

br/tex/fis142/mod07/m_s02. Figura 7.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se “atravessa” uma fem do pólo negativo para opositivo.7. a queda de potencial é negativa (Figura 7.2c).2d).2d http://www.if. Figura 7.ufrgs. a queda de potencial é positiva (Figura 7.2c Quando se “atravessa” uma fem do pólo positivo para o negativo.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:54] .

7.4 LEI DOS NÓS

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
LEI DOS NÓS
A segunda regra básica refere-se ao somatório das correntes, e é conhecida como lei dos nós: o somatório das correntes que entram num nó, é igual à soma das correntes que saem.

ΣIentram = ΣIsaem

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s03.html [13/03/2004 16:23:56]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA
Quando um circuito possui ‘n’ malhas, as regras acima são aplicadas a (n-1) delas, arbitrariamente escolhidas. Da mesma forma, a lei dos nós é aplicada em (n-1) nós, arbitrariamente escolhidos. Nas aplicações das regras acima, existem mais duas arbitrariedades importantes:
q

Arbitra-se o sentido em que cada malha será “percorrida”. Arbitra-se o sentido da corrente em cada trecho do circuito. Se ao final determinada corrente tiver valor negativo, é porque o sentido correto é o contrário daquele arbitrado.

q

O circuito apresentado neste aplicativo tem três malhas e dois nós. Os valores das fem's podem ser variados, entre 1 e 10 V, e as resistências variam entre 1 e 10 ohm. Isso é feito simplesmente clicando nas extremidades de cada componente. Quando uma fem atinge 1 V, o próximo clique no terminal negativo (azul) inverte seu sentido. Em cada ramo do circuito há um amperímetro, e um voltímetro é conectado em paralelo com cada resistor. Use o aplicativo para treinar a solução de circuitos com mais de uma malha. Coloque arbitrariamente alguns valores nas fem's e nos resistores e verifique se a solução do circuito coincide com os valores medidos nos amperímetros e nos voltímetros. Lembre que um circuito com 3 malhas e 2 nós implica num sistema de 3 equações e 3 incógnitas. Como temos 3 correntes e 2 voltagens, pelo menos um desses
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

deve ser conhecido.

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7.6 EXEMPLO 7.1

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
EXEMPLO 7.1
O circuito apresenta 2 nós e 3 malhas (ABEF, ACDF e BCDE). Portanto, teremos 1 equação com a lei dos nós e duas equações com a lei de Kirchhoff. Considerando o nó B, vê-se que a corrente I3 “entra”, enquanto I1 e I2 “saem” do nó. Assim, I3=I1+I2 [7.1(a)]

Considerando as malhas ABEF e BCDE sendo percorridas nos sentidos indicados, e as regras sobre as quedas de potencial, teremos as seguintes equações R1I1-ε1-R2I2=0 -R2I2-ε2-R3I3=0 [7.1(b)] [7.1(c)]

Suponha que R1=1 Ω, R2=2 Ω, R3=1/3 Ω, ε1=6 V e ε2=10 V, para mostrar que I1= -2 A, I2= -4 A e I3= -6 A. Como se vê, as intensidades das 3 correntes são negativas, significando que os sentidos arbitrados devem ser invertidos.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:00]

br/tex/fis142/mod07/m_s05.if. foram arbitrariamente escolhidas http://www.6 EXEMPLO 7.ufrgs. bem como as direções em que as malhas são “percorridas”. as direções das correntes.7.1 Na figura.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:00] .

que recebe esta denominação porque o resistor e o capacitor estão em série com a fem.3 mostra um circuito RC série.7 CIRCUITO RC SÉRIE Capítulo 7 .CIRCUITOS ELÉTRICOS CIRCUITO RC SÉRIE A figura 7. Inicialmente.7. o capacitor está descarregado.if. onde V é a diferença de potencial entre as placas do http://www. Vamos usar o princípio da conservação da energia para determinar a equação diferencial que descreve o comportamento deste circuito.html (1 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . esta realiza um trabalho dW=εdq Este trabalho transforma-se em energia dissipada no resistor.br/tex/fis142/mod07/m_s06. quando a chave S é conectada ao ponto ‘a’.ufrgs. Figura 7. A partir deste momento ele começa a ser carregado pela bateria.3 Para cada carga dq fornecida pela bateria. Ri2dt e em energia acumulada no capacitor.

4 Para cada circuito RC há um tempo característico. obtém-se (7. denominado constante de tempo capacitiva.4) tem uma componente exponencial. Quando t=RC.html (2 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . ela só atingirá seu valor final.2) A eq. num tempo infinito. de modo que. A partir de (7.if. a carga no capacitor atinge 63% do seu valor máximo.7. Figura 7.ufrgs.3) obtém-se (7. (7. τ=RC. Pela conservação de energia.ex.br/tex/fis142/mod07/m_s06.2) tem como solução q(t) = εC(1 – e-t/RC) (7.3) O crescimento da carga no capacitor (figura 7. a http://www. εC.4) Decorrido um longo intervalo de tempo (p.. Levando em conta que . t=10RC)).7 CIRCUITO RC SÉRIE capacitor. rigorosamente.

O resitor tem resistência de 100 kΩ e o capacitor uma capacitância de 100 µF. Colocando-se ε=0 na eq.ufrgs. Para iniciar o processo clique sobre a chave preta que conecta os diferentes ramos do circuito. (7. A partir deste momento inicia-se o processo de descarga do capacitor. http://www.5) Por integração direta chega-se à expressão que descreve a variação da carga durante a descarga do capacitor.6) Figura 7.6 O aplicativo acima apresenta o comportamento de um circuito RC. O gráfico apresentado é o da ddp entre as placas do capacitor.7. Quando o capacitor estiver mais de 99% carregado (Quando isto acontece?) mude a posição da chave e passe a descarregar o capacitor. capacitor e resistor.br/tex/fis142/mod07/m_s06.html (3 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .if.5 Figura 7. q(t) = εCe-t/RC (7. As barras azuis mostram o valor da ddp em cada um dos componentes: bateria.7 CIRCUITO RC SÉRIE chave S é desconectada de ‘a’ e conectada em ‘b’.2) obtém-se (7. Concentre sua atenção no processo de carga e descarga do capacitor. Analise os resultados obtidos e descreva o que observou.

7 CIRCUITO RC SÉRIE http://www.br/tex/fis142/mod07/m_s06.html (4 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .7.ufrgs.if.

7 Pergunta 3 http://www. Que potência seria consumida se os três resistores fossem ligados em paralelo à mesma ddp? R:90 W. (b)14 V.2 (a) Determine a resistência entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da rede mostrada na figura 7. Figura 7.if. a potência total consumida é de 10 W.br/tex/fis142/mod07/m_ex. Pergunta 1 q 7. Pergunta 2 q 7.CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS. (b) Que ddp entre ‘a’ e ‘b’ resultará em uma corrente de 1 A no resistor de 4 Ω? R:(a)7 Ω.1 Três resistores iguais são ligados em série.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . Quando se aplica uma certa ddp a esta combinação.7.ufrgs.7.7 EXERCÍCIOS Capítulo 7 .

Vab=13 V Figura 7. R:ε1=18 V. ε2=7 V.22 V. (b) Se ‘a’ e ‘b’ forem ligados.5 Considere.br/tex/fis142/mod07/m_ex.3 Determine as fem ε1 e ε2 no circuito mostrado na figura 7.ufrgs. A chave http://www.if. R=10 MΩ. Figura 7.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . C=2 µF.8 e a ddp entre ‘a’ e ‘b’. R:(a)Vab=0.7.7 EXERCÍCIOS q 7.9 Pergunta 5 q 7. O capacitor está inicialmente descarregado.4 (a) Calcule a ddp entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da figura 7. calcule a corrente na bateria de 12 V.8 Pergunta 4 q 7. ε=100 V.466 A.9. (b)0.3. na figura 7.

(b) Quanta energia é dissipada no resistor? R:(b)0.7.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . (a) Construa gráficos para i(t).if.6 Quantas constantes de tempo devem decorrer antes que um capacitor em um circuito RC esteja carregado com 99% de sua carga de equilíbrio? R: t = 4. q(t).7 EXERCÍCIOS é ligada na posição ‘a’ durante 20 s e depois rapidamente é ligada na posição ‘b’.0997 J.br/tex/fis142/mod07/m_ex. Pergunta 6 q 7.ufrgs. ddp no resistor e ddp no capacitor para um intervalo de tempo de 60 s depois da chave ter sido ligada pela primeira vez.605 RC http://www.

este exerce uma força sobre uma carga. q.O CAMPO MAGNÉTICO. devemos ter em mente que é impossível tratar cargas elétricas em movimento sem levar em consideração a existência do campo magnético.8. Existem duas formas básicas de criação de um campo magnético. em movimento. A segunda forma tem a ver com o campo criado por uma carga em movimento. trata-se do campo de um ímã permanente. B. havendo um campo magnético em determinada região do espaço. A FORÇA DE LORENTZ Geralmente os textos introdutórios sobre magnetismo iniciam com um histórico da descoberta do fenômeno. Do ponto de vista formal. Veremos logo adiante que cargas em movimento criam um campo magnético.ufrgs. trata-se do campo criado por uma corrente elétrica.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . A primeira tem a ver com a descoberta do fenômeno. por volta do ano 121 DC.2 A FORÇA DE LORENTZ Capítulo 8 .1) onde v é a velocidade da carga. Por outro lado.if. Não importa. este exercerá uma força sobre uma carga em movimento. o que importa é que dado um campo magnético.br/tex/fis142/mod08/m_s01. ocorrida na cidade de Magnésia. dada por F = qvxB (8. A força magnética é nula em duas circunstâncias: http://www. qual a fonte de criação. Tanto o Halliday-Resnick quanto o Sears-Zemanski fazem esse tipo de abordagem. para o momento.

a força sobre uma carga em movimento é dada por (8.8. No caso geral.2) A força expressa em (8. http://www. Velocidade paralela ao vetor campo magnético.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:11] .2) é conhecida como força de Lorentz.if.2 A FORÇA DE LORENTZ r r Carga estacionária (v=0).br/tex/fis142/mod08/m_s01. e um campo magnético.ufrgs. em que temos um campo elétrico. E.

E.2) foi usada por Thomson quando este realizava os trabalhos que resultaram na descoberta do elétron. Joseph John Thomson (18561940). para desviar o feixe de elétrons num tubo de raios catódicos. Controlando-se os parâmetros externos.2) vê-se que a força elétrica é perpendicular à força magnética.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . tal que Das expressões acima.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON Capítulo 8 . obtém-se http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s02.8.1. (8. A DESCOBERTA DO ELÉTRON A expressão (8. descobriu o elétron em 1897. B e v.ufrgs. A velocidade dos elétrons resulta da aceleração através de um potencial V. Thomson usou um campo elétrico perpendicular a um campo magnético. Figura 8. conforme esquematizado na figura 8.1 Pela eq. é possível fazer FE=FB eE=evB v=E/B.O CAMPO MAGNÉTICO.if. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1906.

http://www.8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:14] .br/tex/fis142/mod08/m_s02. isto é.ufrgs. de tal forma que a força elétrica equilibre a força magnética.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON (8.if.3) A razão entre a carga e a massa do elétron. é calculada através de parâmetros controlados experimentalmente. ou de qualquer partícula carregada que penetre no tubo de raios catódicos. Estes são ajustados de tal forma que o feixe permaneça em linha reta.

A figura 8. cargas negativas acumulam-se na face inferior. conforme indicado na figura 8. O excesso de cargas positivas e negativas.2 Aplicando-se um campo magnético na direção horizontal.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . Figura 8.2.br/tex/fis142/mod08/m_s03. Chegará um momento em que a força Hall equilibra a força magnética.8.2) também permitiu a descoberta do efeito Hall que. Tem-se uma fita condutora com seção reta A (=Ld) através da qual circula um feixe de elétrons com velocidade v. qEH = qvB http://www.2 esquematiza o arranjo experimental para o estudo do efeito Hall.ufrgs. com um campo elétrico conhecido como campo Hall. Esta força fará com que o movimento dos elétrons seja desviado para baixo. como veremos.if. e cargas positivas na face superior. O EFEITO HALL A expressão (8. funciona como um capacitor de placas paralelas. resulta numa força magnética na direção perpendicular ao movimento eletrônico. Com o tempo. no sentido de cima para baixo.4 O EFEITO HALL Capítulo 8 .O CAMPO MAGNÉTICO. é extremamente útil na indústria microeletrônica.

J=nqv. e a definição da densidade de corrente. pois permite a fabricação de dispositivos que dependem do tipo (elétrons ou lacunas) e da quantidade de portadores.if. Resulta daí que Tendo em conta que a seção reta é dada por A=Ld.4) O efeito Hall permite a obtenção de dois resultados importantes. a eq.8.ufrgs. EH = VH/d.4) fornece o valor da densidade de portadores.4 O EFEITO HALL Usando a eq. J=i/A. Em primeiro lugar. Esses dois resultados são de extrema importância na indústria eletrônica.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . bastando medir a diferença de potencial entre as superfícies superior e inferior. http://www. (8. é possível determinar o sinal da carga dos portadores. obtém-se Por outro lado.3). obtémse (8.br/tex/fis142/mod08/m_s03. Em segundo lugar. (6.

de massa m e carga q. é igual à força magnética. MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO A eq. obtém-se a velocidade angular ω = qB/m (8.3. Figura 8. numa região do espaço onde existe um campo magnético.5a) Da relação v=ωr. é sempre composto de um movimento retilíneo uniforme e de um movimento circular.br/tex/fis142/mod08/m_s04.3 Assim.5b) http://www.1) mostra que se a velocidade da partícula tiver a mesma direção do campo magnético. Portanto. Este tipo de movimento é esquematizado na figura 8. se o ângulo entre o vetor velocidade e o vetor campo magnético for diferente de zero.ufrgs.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Capítulo 8 .8. podemos decompor o vetor velocidade em duas direções: uma na direção de B. resultando num movimento retilíneo uniforme. Como se vê a força centrípeta. que proporciona o movimento circular. Isto é.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .O CAMPO MAGNÉTICO. (8. a força será nula. o movimento de uma partícula. e outra perpendicular.if. a partícula movimenta-se num círculo com raio r = mv/qB (8. Por outro lado.

5d) (8.br/tex/fis142/mod08/m_s04.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .ufrgs. obtém-se a freqüência F = qB/2πm e o período T = 1/f = 2πm/qB (8.5c) http://www.if.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Da relação ω=2πf.8.

br/tex/fis142/mod08/m_s05. tem-se que a densidade eletrônica será n=N/LA Sabemos que J=nev.if. FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Se um campo magnético exerce uma força sobre uma carga em movimento. Vejamos como calcular esta força.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Capítulo 8 . A partir desses resultados. temos que a força sobre um elétron será Portanto.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:24] .O CAMPO MAGNÉTICO. A força sobre um elétron é dada por F=evB Supondo que existam N elétrons no segmento L do fio (seção reta A).ufrgs. logo. a força sobre o segmento de fio será A expressão geral é dada por http://www. é óbvio que ele exercerá uma força sobre uma corrente elétrica.

if.4 Neste aplicativo você pode visualizar o efeito de um campo magnético sobre uma corrente elétrica.4.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE (8. No caso da Figura 8.ufrgs. http://www. Figura 8.6) O sentido da força é obtido pela regra da mão direita para o produto vetorial.br/tex/fis142/mod08/m_s05. Use a equação 8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . a força aponta para baixo. A força sobre o fio é conseqüência da força de Lorentz sobre cada elétron que compõe a corrente.6 e verifique a força que age sobre o fio em diferentes situações (invertendo o sentido da corrente e a polaridade do ímã.

na direção indicada.6.br/tex/fis142/mod08/m_s06. De acordo com a eq. de lados a e b. conforme ilustra a figura 8.if.ufrgs. Figura 8.http://www.if.5 mostra-se uma espira retangular.5 Forças F1 (F2) atuam em lados opostos a (b).O CAMPO MAGNÉTICO. Vê-se facilmente que as forças F2 equilibram-se.br/tex/fis142/mod08/m_s06. Para melhor analisar esse torque. enquanto as forças F1 produzirão um torque na espira. percorrida por uma corrente i.6 http://www.html Capítulo 8 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:29] .5 sob outra perspectiva.6). FORÇA SOBRE UMA ESPIRA DE CORRENTE Na figura 8. (8. vejamos a figura 8.ufrgs. as forças sobre os lados a e b são dadas por F1=iaB F2=ibB Figura 8.

ufrgs.if. será (8. Portanto.http://www. Da mesma forma. τ=NiABsenθ Para uma espira.br/tex/fis142/mod08/m_s06.ufrgs. obtém-se τ=iABsenθ Para o caso de uma bobina com N espiras.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:29] .html O torque será Substituindo F1=iaB. A=ab e cos θ=senθ. para uma bobina. define-se seu momento de dipolo magnético µ=iA.br/tex/fis142/mod08/m_s06. define-se µ=NiA.7) http://www. o torque sobre uma espira ou sobre uma bobina. com N espiras.

mas causa o mistério colocado na definição acima. mantém o http://www. “campo magnético” não é a mesma coisa que “indução magnética”! Esta equivalência é geralmente usada para simplificar. Esse tratamento torna-se mais complicado quando temos de abordar uma situação prática. 3. na prática. ao discutir as propriedades magnéticas da matéria.br/tex/fis142/mod08/m_s07.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:31] Para materiais paramagnéticos e diamagnéticos: B=µ H µ = permeabilidade magnética Para materiais ferromagnéticos: B=f(H) depende do material e do processo de magnetização. Para avaliarmos esse nível de complexidade. .if. UNIDADES Até aqui utilizamos o conceito genérico de campo magnético. r H está relacionado com a corrente que o produz. 1a edição. Essa é uma questão bastante complicada no caso do eletromagnetismo em geral. p. tal como o campo elétrico.O CAMPO MAGNÉTICO. 534): O campo magnético. para a qual torna-se indispensável o uso de um sistema de unidade. O campo magnético é chamado de indução magnética? A confusão vem do fato que. Portanto.ufrgs. Sears & Zemanski coloca a questão no contexto correto.8. No capítulo 41. ao qual associamos o símbolo B. vejamos o que está escrito em Sears & Zemanski (Vol. e mais ainda no caso especial do magnetismo.8 UNIDADES Capítulo 8 . é um campo vetorial e seu valor e orientação em qualquer ponto são especificados por um vetor B chamado indução magnética.

br/tex/fis142/mod08/m_s07. onde 1 T = 104 G = 1 Weber/m2. a unidade de B é o Tesla (T).8.8 UNIDADES leitor confuso ao longo de 4 capítulos. r B depende tanto da corrente quanto da magnetização do meio. Por outro lado.ufrgs. sua unidade é o Gauss (G).html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:31] . http://www. a unidade de H é A/m no sistema SI e Oersted (Oe) no sistema CGS (1 A/m = 4πx10-3 Oe). No sistema SI.if. enquanto no sistema CGS.

a partícula terá adquirido energia pela aceleração através do potencial V. Como esquematizado na Figura 8.8.1 Um exemplo clássico de força magnética sobre uma partícula em movimento é o espectrômetro de massa. até Figura 8.O CAMPO MAGNÉTICO.7. perpendicularmente dirigido para fora do papel.1). Antes de penetrar na região do campo magnético.9 EXEMPLO 8.if. Esta força será igualada à força centrípeta. é acelerada através de um potencial V antes de penetrar numa região onde existe um campo magnético B. uma partícula de massa m e carga +q. EXEMPLO 8.br/tex/fis142/mod08/m_s08. a partícula terá adquirido velocidade v. satisfazendo as seguintes relações: E=qV=½mv2 Ao penetrar na região do campo magnético. Dito de outra forma.ufrgs.7 tocar no anteparo. de modo que facilmente obtém-se http://www. conforme a eq. a uma distância x do ponto de entrada. (8.1 Capítulo 8 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . a partícula estará sujeita à força magnética. Sob a ação da força magnética a partícula percorrerá o semi-círculo indicado na figura.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:34] .9 EXEMPLO 8.1 Portanto. Use alguns valores de v e B e cheque seu resultado. Ao invés de m.if. Este é o princípio de funcionamento do espectrômetro de massa.ufrgs.1. B e V. pode-se calcular a massa da partícula.8.br/tex/fis142/mod08/m_s08. http://www. medindo-se a distância do impacto. Este aplicativo simula um espectrômetro semelhante a este que você acabou de estudar no exemplo 8. a partir da sua carga e de parâmetros experimentais controláveis. x. calcule o raio da órbita da partícula no interior do espectrômetro (r=x/2).

Figura 8. orientadas de acordo com a Figura 8. Sobre os lados de 6 cm.9. Portanto. e a inferior orientada na direção –x. for aplicada no lado de 8 cm não-pivotado. Supondo que exista um campo magnético uniforme de 0. atuam forças iguais 0. a espira permanecerá na posição indicada.10 EXEMPLO 8. Elas anulam-se e não exercem qualquer torque sobre a espira.16 N. de modo que ela seja mantida na posição indicada.2 Capítulo 8 .9 http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s09. sendo a superior orientada na direção x.2 T paralelo ao eixo x.html [13/03/2004 16:24:36] .O CAMPO MAGNÉTICO.8 é “pivotada” no eixo y e conduz uma corrente de 10 A no sentido indicado.2 A espira retangular da Figura 8.16cos(30).8 Figura 8.8. EXEMPLO 8.if. atuam forças F=0. se uma força igual a 0. calcule as forças e o torque sobre a espira. com torque anti-horário.ufrgs. Sobre os lados de 8 cm.12 N.

perpendicular e entrando no plano da folha.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .if. Figura 8.68 x 10-27 kg. Determine: (a) o módulo e a orientação da indução magnética que fará o elétron seguir a trajetória semicircular de A a B.O CAMPO MAGNÉTICO.ufrgs. (b) o tempo necessário para o elétron se mover de A para B. com a mesma velocidade tangencial. Pergunta 1 q 8. http://www. R:fe/fα=3.10 Pergunta 2 q 8.12 EXERCÍCIOS Capítulo 8 .7x103. Compare o número de revoluções que eles fazem por segundo.14x10-3 T.1 Um elétron no ponto A da figura 8. EXERCÍCIOS.10 tem uma velocidade v0=107 m/s.br/tex/fis142/mod08/m_ex. R:(a) 1.68 ns. A massa da partícula α é 6.8.2 Um elétron e uma partícula α (átomo de hélio duplamente ionizado) movem-se ambos em trajetórias circulares em um campo magnético. (b)15.

Quando B=5 T e i=100 A. (c)0. http://www. Pergunta 4 q 8.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .12 EXERCÍCIOS Pergunta 3 q 8.br/tex/fis142/mod08/m_ex.29x10-3 m. quando a influência simultânea de um campo elétrico de intensidade 34 x 104 V/m e de um campo magnético de intensidade 2 x 10-3 T.ufrgs.7x108 m/s. quando o campo elétrico for removido? R:(a) 1.16 x 10-23 g.11 representa uma fita de cobre com as seguintes dimensões: L=2 cm e d=1 mm. não produz deflexão alguma nos elétrons? (b) Mostre em um diagrama as orientações relativas dos vetores V.8. verifica-se que o potencial Hall é VH=45.484 m. R:21.4 Um íon de Li7 com uma carga elementar tem uma massa de 1. E e B. Qual é o raio de sua trajetória no campo magnético. (c) Qual é o raio da órbita eletrônica.44 x 1027 elétrons/m3.5 A figura 8. ambos normais entre si e ao feixe. Ele é acelerado através de uma ddp de 500 V e depois penetra perpendicularmente em um campo magnético B=0.4 µV.3 (a) Qual é a velocidade de um feixe de elétrons. Pergunta 5 q 8.if. Qual é a concentração de elétrons livres? R: n = 3.4 T.

10 T. com dimensão 5 cm x 12 cm. quando por ela passa uma corrente de 10-5 A.8.6 Qual é o torque máximo sobre uma bobina de 600 espiras.ufrgs.12 EXERCÍCIOS Figura 8.6 x 10-6 Nm http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .if. em um campo uniforme B=0.br/tex/fis142/mod08/m_ex.11 Pergunta 6 q 8. R: τ = 3.

2 A DESCOBERTA DE OERSTED Capítulo 9 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . Vimos que uma das fontes de campo magnético são os ímãs permanentes.if. a integral é realizada ao longo de uma linha http://www.1.br/tex/fis142/mod09/m_s01. Figura 9.9. i. Em 1819.1) onde µ0=4πx10-7 N/A2 é a permeabilidade magnética do vácuo. Em (9. em 1820. A DESCOBERTA DE OERSTED Já conhecemos o efeito do campo magnético sobre cargas em movimento e sobre correntes em circuitos elétricos. Oersted descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético. e que para o caso de um fio retilíneo.A LEI DE AMPÈRE. O sentido do campo é dado pela regra da mão direita: com o polegar no sentido da corrente. 9. os outros dedos dão o sentido de B. como a magnetita (Fe3O4). Ampère realizou outras experiências e formalizou a relação entre corrente elétrica e campo magnético. as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.ufrgs. Ele mostrou que o campo produzido pela corrente. como ilustra a Fig.1).1 Logo após a apresentação do trabalho de Oersted. é dado pela lei que recebeu seu nome (9.

br/tex/fis142/mod09/m_s01. que alguns autores denominam linha amperiana.if.2 A DESCOBERTA DE OERSTED fechada arbitrária. a lei de Ampère está para o magnetismo. onde as setas indicam produção. pela sua correspondência com a superfície gaussiana no caso da eletrostática.ufrgs.2 http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . Assim. assim como a lei de Gauss está para a eletrostática. Portanto.9. cargas em movimento produzem campo elétrico e campo magnético e podem produzir corrente elétrica. É possível agora estabelecer um quadro conceitual relacionando esssas áreas. no caso estacionário. Figura 9.

2) http://www.br/tex/fis142/mod09/m_s02.html [13/03/2004 16:24:45] . que as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.if.ufrgs.ufrgs. Sabemos.http://www. Use (9.A LEI DE AMPÈRE. que também permite-nos afirmar que o campo tem o mesmo módulo em qualquer ponto do círculo.if.1) e mostre que o campo é dado por (9. Este resultado é consistente com a simetria do problema.br/tex/fis142/mod09/m_s02. CAMPO DE UM FIO RETILÍNEO INFINITO Vamos usar a lei de Ampère para calcular o campo de um fio retilíneo infinito. Portanto. Diz-se que o campo tem simetria axial. a amperiana apropriada para se calcular o valor de B a uma distância r do fio é o círculo de raio r. das experiências de Oersted.html Capítulo 9 .

transportando http://www.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .2). transportando uma corrente io. onde i será a corrente que atravessa a amperiana de raio r. Vamos calcular o valor de B nos dois casos.2).A LEI DE AMPÈRE. para um cilindro com raio R. Na Figura 9. obtém-se uma expressão igual a . com densidade uniforme. uma com r<R. obtém-se (9. Como a densidade de corrente é uniforme.3) Valor de B para pontos externos: r maior ou igual a R É fácil mostrar que este resultado é absolutamente igual a (9. Valor de B para pontos internos: r menor ou igual a R Pelo procedimento anterior.3 Substituindo i em (9.4 CILINDRO INFINITO Capítulo 9 .3 vemos uma seção reta do cilindro. e outra com r>R.9.ufrgs. de raio R.br/tex/fis142/mod09/m_s03. Portanto.if. CILINDRO INFINITO Vejamos agora o caso de um cilindo infinito. tem-se que Figura 9. com duas amperianas.

ufrgs.4 CILINDRO INFINITO uma corrente i.4. o campo magnético varia com a distância ao eixo do cilindro conforme a figura 9.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:49] . Figura 9.if.9.4 http://www.br/tex/fis142/mod09/m_s03.

sobre o http://www. Figura 9.9.if.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Capítulo 9 . transportando correntes i1 e i2.ufrgs. como ilustra a Figura 9.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:52] .br/tex/fis142/mod09/m_s04. Da mesma forma.5.5 Sendo d a distância entre eles.A LEI DE AMPÈRE. tem-se que o fio 1 cria um campo na posição do fio 2. Este campo exercerá a força sobre o segmento L do fio 2. INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Sejam dois fios infinitos e paralelos.

É fácil mostrar que há repulsão quando as correntes circulam em sentidos opostos.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS segmento L do fio 1 agirá uma força F21. com módulo igual a F12. os fios atraem-se.br/tex/fis142/mod09/m_s04.if. quando as corrente circulam no mesmo sentido. Portanto. http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:52] .9. mas com sentido contrário.ufrgs.

Na Figura 9. Na discussão que se segue consideraremos o solenóide infinito. como ilustra a Figura 9.ufrgs.if. Figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_s05.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .6(a). Usando argumentos de simetria é fácil mostrar que são nulos os campos entre os fios e na parte externa do solenóide.6 http://www.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Capítulo 9 . No interior do solenóide o campo tem o sentido indicado (da esquerda para a direita).A LEI DE AMPÈRE. CAMPO DE UM SOLENÓIDE Obtém-se um solenóide quando um fio é enrolado sob a forma de uma bobina.6(b) temos um corte longitudinal do solenóide.

Supondo que temos n espiras por unidade de comprimento.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Vamos usar a lei de Ampère para calcular o módulo de B no interior do solenóide. um número muito grande de espiras). resultando Na região externa ao solenóide. O sentido do campo magnético no interior do solenóide pode ser determinado pela regra da mão direita: o polegar dará o sentido de B quando os outros dedos indicarem o sentido da corrente A integral fechada pode ser desdobrada.ufrgs. o campo magnético é perpendicular às linhas ab e cd. a corrente que atravessa a amperiana será nLi.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . i. B=0. Como o solenóide tem um número infinito de espiras (na prática. multiplicada pelo número de espiras que atravessa a amperiana. A corrente que atravessa o retângulo abcd (a amperiana selecionada) é igual à corrente. de modo que Na região interna.br/tex/fis142/mod09/m_s05. a corrente que entra na lei de Ampère é calculada em termos da densidade de espiras. Assim.if. a integral que resta resulta em http://www. de modo que Portanto.

4 foi deduzida supondo-se um solenóide infinito. Para cada raio.0. isto é. Qual a principal diferença entre as linhas de campo do solenóide com raio 2. usa-se um solenóide longo.if. o campo no interior do solenóide será B=µ0ni (9. e aquelas do solenóide com raio 6. A equação 9. É óbvio que isso é uma idealização.br/tex/fis142/mod09/m_s05. um solenóide em que a razão entre o seu comprimento e o diâmetro da sua seção reta seja tão grande quanto possível. entre 2. clique em iniciar e observe atentamente as linhas de campo. Na prática.0? http://www.5. mais próximo do caso ideal.CAMPO DE UM SOLENÓIDE BL=µ0nLi Finalmente. Quanto maior esta relação.5 e 6.4) Esta simulação permite visualizar o efeito geométrico de um solenóide.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . sobre as linhas de campo magnético. No aplicativo podemos variar o raio do solenóide.ufrgs.

e possível que você so tenha um mouse de dois-botão.Exemplos Capítulo 9 .br/tex/fis142/mod09/m_s06. O arco-íris de cor ao longo da linha indica a intensidade do campo. Para simular o botão do medio. Para desenhar uma seta de campo. http://www. tecle a letra A.A LEI DE AMPÈRE. clique o botão esquerdo do mouse. tecle shift-controlalt e clique o botão do mouse. q Linhas de campo q Para desenhar uma linha de campo. você devera usar naquele caso o botão esquerdo.if. como é achado na maioria computadores Unix. Em resumo: Mouse Buttons Unix Left Middle Right PC Left Alt-Left Right Indicadores de campo q q A seta que acompanha o cursor indica o campo. Exemplos Instruções Agora que você viu a lei de Ampère.ufrgs. você tem que conhecer: A tabela debaixo assume que você tem um mouse de trêsbotão. Para desenhar todas as setas de campo. . e azul é fraco. Para utilizar os seguintes applets. você pode tentar isto. Se você estiver usando um PC.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . enquanto oprime a tecla ALT. vermelho é forte.

Apagando q Para apagar as linhas.. r r q Para apagar a amperiana e a integral.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . a tecla backspace. Para desenhar um círculo.. arraste o botão da esquerda teclando Ctrl. Thin Wires Oh.if.ufrgs. http://www. the pain. tecle a letra E. ou Del. O aplicativo calcula e imprime a integral de linha do campo ao longo da amperiana traçada..br/tex/fis142/mod09/m_s06. the pain. clique o botão esquerdo novamente.Exemplos Amperianas q Desenhando uma amperiana: : r Para desenhar um retângulo. arraste o botão da esquerda.

html (1 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . perpendicular à linha que une os fios e apontando para a direita de quem olha.br/tex/fis142/mod09/m_ex. Se os fios conduzem correntes iguais em sentidos opostos.ufrgs.7 Pergunta 2 http://www.1 Dois longos fios retilíneos e paralelos estão separados por uma distância 2a.7. Pergunta 1 q 9.if. (b)B=µ0i/3πa. conforme figura 9. EXERCÍCIOS.A LEI DE AMPÈRE. qual é o campo magnético no plano dos fios em um ponto (a) a meia distância entre eles e (b) a uma distância 'a' acima do fio superior? R:(a)B=µ0i/πa.EXERCÍCIOS Capítulo 9 . Figura 9.

EXERCÍCIOS q 9. perpendicular ao fio. calcule o campo magnético resultante no ponto P.7 exista um terceiro fio longo e retilíneo.2 Ainda em relação à figura 9. R:7.7. Pergunta 3 q 9.ufrgs. Determine o módulo e a orientação da força por unidade de comprimento que atua sobre o terceiro fio. apontando para baixo. se a corrente nele entra no plano da folha.if. conduz uma corrente de 10 A.html (2 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . Pergunta 4 q 9. http://www. Considere a=30 cm e x=40 cm. cujos lados maiores são paralelos ao fio. Determine o módulo. R:B=µ0ia/ π(a2+x2). R:1. a direção e o sentido da força resultante exercida sobre a espira pelo campo magnético do fio.2x10-4 N. paralelo aos outros dois. perpendicular ao fio. passando pelo ponto P e que cada fio conduza uma corrente I=20 A.92x10-4 N/m.8 conduz uma corrente de 20 A. Uma espira retangular. apontando para a esquerda de quem olha.3 Suponha que na figura 9.4 O fio longo e retilíneo da figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_ex.

8 Pergunta 5 q 9. R:(a)B=µ0ir/2πc2. c) são mostrados na figura. Correntes uniformes e opostas. (b)B=µ0i/2πr. (c)B=µ0i(a2-r2)/ 2πr(a2-b2).5 A figura 9. existem nos dois condutores.html (3 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . anti-horário. b.ufrgs. http://www.9 mostra um corte transversal de um condutor longo de um tipo denominado cabo coaxial. (c) b<r<a.br/tex/fis142/mod09/m_ex. anti-horário. anti-horário. se a corrente interna estiver saindo da folha. (d)B=0. de valor I. Seus raios (a.if. (b) c<r<b.EXERCÍCIOS Figura 9. Encontre expressões para B(r) nas regiões em que: (a) r<c. (d) r>a.

EXERCÍCIOS Figura 9.9 Pergunta 6 q 9. http://www.ufrgs. de 250.07 T.html (4 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .if.br/tex/fis142/mod09/m_ex. Qual é o valor do campo magnético em um ponto próximo do centro do solenóide? R:0.6 Constrói-se um solenóide de 30 cm de comprimento com duas camadas de enrolamento de fio. A corrente é de 3 A no mesmo sentido em ambas as camadas. A camada interna consiste de 300 espiras e a externa.

Logo haverá um excesso de carga negativa na parte inferior da placa e uma quantidade igual de carga positiva na parte superior. Nesta região do espaço existe um campo magnético.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .1.if. B. Isso é possível através do surgimento de uma força eletromotriz (fem) induzida. Isto é.ufrgs. produzindo uma fem. Vejamos quanto vale essa fem. por um agente externo qualquer (não importa qual). Diz-se que essa fem foi induzida pelo movimento das cargas. Faraday descobriu o inverso. v. com o sentido indicado (para dentro da folha). INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Com a descoberta de Oersted e a lei de Ampère aprendemos que uma corrente elétrica origina um campo magnético. com velocidade uniforme. Uma placa metálica é deslocada. Os elétrons livres da placa estarão submetidos a uma força magnética dada por F = evB cujo sentido aponta para baixo.10.1 http://www. Figura 10.br/tex/fis142/mod10/m_s01. um campo magnético pode criar uma corrente elétrica. Vamos examinar essa questão a partir do problema esquematizado na figura 10.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Capítulo 10 .A LEI DE FARADAY. Na década de 1830.

a corrente induzida tem o sentido indicado na fig. Quando a placa é deslocada. (10. variando o fluxo de B. através dela.2. Vamos imaginar que a placa metálica desliza sobre um trilho metálico. em relação a t.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA W=Fh é o trabalho necessário para transportar uma carga de uma extremidade à outra da placa. Derivando o fluxo. http://www. (10.1).if. tem-se Portanto.br/tex/fis142/mod10/m_s01.1) Analisemos o mesmo problema de outra forma.2) Figura 10. 10.10.2. a área hachuriada varia. Como a fem é dada por ε=W/q segue-se que ε=vBh (10. a variação temporal do fluxo do campo magnético é numericamente igual à força eletromotriz induzida pelo movimento. ΦB=Bhx. eq.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . conforme ilustra a figura 10. Isto é.ufrgs.2 Como a carga positiva acumula-se na parte superior.

com a fem induzida pela lei de Faraday.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA As equações (10.2).1) e (10.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .10. O que discutimos acima foi a fem induzida pelo movimento. Vejamos agora a fem induzida pela lei de Faraday.br/tex/fis142/mod10/m_s01. http://www.if. costuma-se confundir a fem induzida pelo movimento. Por causa disso. apresentam resultados idênticos àqueles obtidos com a lei de Faraday.ufrgs.

enquanto em (b) ele decresce. Na fig.br/tex/fis142/mod10/m_s02.3(a) o fluxo magnético está http://www. Em (a) o módulo de B cresce com o tempo. uma espira metálica é colocada (imóvel) numa região onde existe um campo magnético variável.10. 10.3 LEIS DE FARADAY E LENZ Capítulo 10 .ufrgs. Lenz estabeleceu a lei que permite interpretar o significado do sinal negativo em (10.3.A LEI DE FARADAY.if. 10.3) Outra forma de apresentar a equação (10.3) é a seguinte Em 1834.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:59] . enquanto no segundo caso ela circula no sentido horário. a lei é a seguinte: O sentido da fem induzida é aquele que tende a se opor à variação do fluxo magnético através da espira. a corrente induzida circula no sentido antihorário. Em 1831. LEIS DE FARADAY E LENZ Na fig. Numa tradução livre. A fem induzida é dada por (10. Faraday mostrou que no primeiro caso.3).

de modo que a corrente no sentido horário produzirá um campo magnético no mesmo sentido do campo aplicado.if. http://www. A corrente induzida terá o sentido anti-horário para criar um campo magnético contrário ao campo B e oporse à variação do fluxo magnético.10. de modo a opor-se à diminuição do seu fluxo.3 LEIS DE FARADAY E LENZ crescendo.3(b) o fluxo magnético está decrescendo. Figura 10. Na fig.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:59] .br/tex/fis142/mod10/m_s02. 10. Você também pode arrastar a barra arrastando-a com o mouse.3 Demonstração Tecle o botão iniciar e observe o movimento da barra.

Pergunta 1 q 10.EXERCÍCIOS Capítulo 10 . onde ΦBé dado em miliwebers e t em segundos.4.1 Na figura 10.0 s.br/tex/fis142/mod10/m_ex. (b) Determine o sentido da corrente através de R.if. (a) calcule o módulo da fem induzida na espira quando t=2. (b)Horário.html (1 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . R:(a)31 mV. EXERCÍCIOS. o fluxo magnético que atravessa a espira cresce com o tempo de acordo com a expressão ΦB=6t2+7t.4 Pergunta 2 http://www. Figura 10.A LEI DE FARADAY.ufrgs.

A espira contém uma bateria de 20 V.3 A figura 10. tanto em módulo quanto em direção.042-0. Figura 10.74 V.EXERCÍCIOS q 10.br/tex/fis142/mod10/m_ex.5 representa uma espira quadrada (lado igual a 2.html (2 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . cuja resistência interna é desprezível.0 m) perpendicularmente disposta em relação um campo magnético B. (a) Mostre que a carga total q(t) que passou através do resistor R no tempo t é q(t) = 1/R [ΦB(0) -ΦB(t)]. de modo que num instante t o fluxo seja dado por ΦB(t). sendo que metade da espira está no interior da região onde existe o campo.ufrgs.5 http://www.87t. na figura 10. O módulo do campo magnético varia de acordo com a relação B=0.4. independentemente do modo pelo qual B variou neste mesmo intervalo.if. (a) Qual é o sentido da corrente que passa através da bateria? (b) Qual é a fem total através do circuito? R:(a)Anti-horário. Suponha que o campo magnético esteja variando de forma contínua mas não especificada. sendo B dado em Tesla e t em segundos. Pergunta 3 q 10. (b)21.2 Seja ΦB(0) o fluxo magnético para t=0.

1 T/s. Um campo magnético B=0. Calcule: (a) o fluxo magnético através do triângulo isósceles formado pelos trilhos e a barra no instante t=3. http://www.if. (c) Como a fem induzida no triângulo varia com o tempo? R:(a) 85.35 T aponta para fora da página.html (3 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . Uma barra condutora em contato com os trilhos parte do vértice no instante t=0 e se move com velocidade constante v=5.br/tex/fis142/mod10/m_ex. (b) 5 mV/m.5 O campo B na figura 10. se sua resistência vale 2 Ω? R:(a) 3 mV.8 V. (c) ε(t)=2Bv2t. (a) Qual é a fem induzida no anel condutor circular de raio igual a 10 cm? (b) Quais são o módulo e a orientação do campo elétrico induzido em qualquer ponto desse anel? (c) Qual é a corrente induzida no anel. anti-horário. como ilustra a figura 10.6 Pergunta 5 q 10. (b) 56.2 m/s de cima para baixo.ufrgs.EXERCÍCIOS Pergunta 4 q 10. Figura 10.2 Wb.4 Dois trilhos condutores retilíneos formam um ângulo reto no ponto de junção entre suas extremidades.6.0 s e (b) a fem induzida no triângulo neste instante.5 mA. (c) 1.7 decresce à taxa de 0.

EXERCÍCIOS Figura 10.8 a corrente I percorre o fio infinito na direção indicada.if. (b) 4.6 Na figura 10. (a) Qual é o fluxo total.8 http://www.7 Pergunta 6 q 10. em determinado tempo t. (b) Qual é a fem induzida na espira? R:(a) 2.br/tex/fis142/mod10/m_ex.ufrgs. e cresce constantemente à razão de 2 A/s. através da espira cujas dimensões estão indicadas na figura.html (4 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . Figura 10.3µ0I/10π. anti-horário.6µ0/10π.

assim como o capacitor está para a eletricidade.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS INDUTÂNCIA Já vimos que o capacitor é um dispositivo apropriado para gerar um campo elétrico. No Cap. http://www. L. e i é a corrente que o atravessa.1 INDUTÂNCIA Capítulo 11 . NΦ é o fluxo magnético total através do indutor (denominação também usada para um solenóide). calculamos o campo magnético de um solenóide. Este dispositivo está para o magnetismo.br/tex/fis142/mod11/m_s01.11.1).ufrgs. A unidade de indutância no sistema SI é o Henry.1) Onde N é o número de espiras no solenóide. (11.html [13/03/2004 16:26:11] . Em particular. podemos definir a indutância. 9 vimos que uma corrente elétrica cria um campo magnético. definida na eq. Portanto.if. (5. Assim. correspondendo à capacitância. Há uma completa analogia entre os dois dispositivos.

eq.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Vamos usar um solenóide infinito (ou muito maior do que a área da sua seção reta. eq. Figura 11. assim como fizemos no Cap.2).br/tex/fis142/mod11/m_s02. (5.11. Em ambas as equações temos o produto de uma constante universal (µ0 ou ε0) com parâmetros geométricos do respectivo dispositivo. de modo que NΦ=nlΦ= nlBA Usando o valor de B para um solenóide infinito. A).2 INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Capítulo 11 .ufrgs.if. (9.html [13/03/2004 16:26:13] . A densidade linear de espiras é n. 9. L/l = µ0An2 (11.1 http://www.4). obtém-se a indutância por unidade de comprimento.2) Convém comparar este resultado com aquele obtido para a capacitância de um capacitor de placas paralelas. L/l.

No momento em que se inicia a passagem da corrente. diz-se que esta fem é auto-induzida.html [13/03/2004 16:26:15] . tem-se uma auto-indução. Como se trata de uma fem induzida por uma corrente no próprio solenóide. Portanto. AUTO-INDUÇÃO Uma corrente elétrica percorrendo um solenóide origina um fluxo magnético.3 AUTO-INDUÇÃO Capítulo 11 . de acordo com a lei de Faraday.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s03.11. que deve satisfazer à seguinte relação Como NΦ=Li.3) http://www. segue-se que (11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.if. esta. induz o surgimento de uma fem.

ufrgs.2. Aplicando a regra de Kirchhoff na malha externa (chave ligada em ‘a’). ele foi levado em conta quando se definiu o sentido de εL na fig. for ligada na posição ‘a’. No momento em que a chave S.11. aparentemente o sinal negativo da eq.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.4 CIRCUITO RL Capítulo 11 . http://www. produzindo uma fem εL.3) não foi levado em conta. 11.if. na figura 11.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:21] . (11.br/tex/fis142/mod11/m_s04. dada pela eq.3).3 Observe que na equação acima.εL = 0 (11.2 Figura 11. CIRCUITO RL Vamos usar o princípio da auto-indução para estudar o circuito RL em série. Na verdade. (11.Ri . uma corrente surgirá no circuito. Imediatamente.4) Figura 11. o indutor reagirá. tem-se ε .2.

11.4 CIRCUITO RL

Figura 11.4 A eq. (11.4) é formalmente idêntica à eq. (7.2), para o circuito RC série. Assim, a solução para a eq. (11.4) será obtida a partir da eq. (7.2), substituindo-se os elementos correspondentes, de acordo com a tabela abaixo. Circuito RC Circuito RL R 1/C εC RC Portanto, L R ε/R L/R

(11.5) O comportamento da corrente, descrito pela eq. (11.5), é ilustrado na fig. (11.3). Este comportamento é similar ao comportamento da carga no capacitor do circuito RC. A corrente de saturação, ε/R, ocorre quando o indutor entra em “curto”. Em t=0, i=0, o que significa circuito “aberto”. Portanto o comportamento do indutor é o contrário do comportamento do capacitor.

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11.4 CIRCUITO RL

t=0 Capacitor Indutor “curto-circuito” “circuito aberto”

t0 “circuito aberto” “curto-circuito”

O fator τL=L/R é denominado constante de tempo indutiva. Quando t=τL, a corrente no circuito atinge 63% do valor de saturação. No caso do circuito RC, vimos que à medida que a carga no capacitor aumentava, aumentava a energia acumulada no capacitor (UC=½CV2=q2/2C). No caso do circuito RL, também há acumulação de energia; neste caso, tem-se acumulação de energia no campo magnético. Multiplicandose a eq. (11.4) por i, tem-se

Portanto,

Resulta daí que a energia acumulada no indutor é dada por UL=½Li2 (11.6)

Depois de um longo tempo (p. ex. t>10τL) ligado em ‘a’, a corrente atinge seu valor de saturação. Se nesse instante a chave for ligada em ‘b’, a energia será devolvida pelo indutor e consumida no resistor. Fazendo ε=0 na eq. (11.4), é fácil mostrar que a corrente fluirá de acordo com a relação

(11.7)

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DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

Capítulo 11 - OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.
DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS
A partir das energias acumuladas em campos elétricos e magnéticos, dadas pelas eqs. (5.10) e (11.6), podemos calcular as respectivas densidades de energia, isto é, energia por unidade de volume. Vejamos, inicialmente, o caso do campo elétrico. Consideremos um capacitor de placas paralelas, com área ‘A’ e distância ‘d’ entre elas. Usando a eq. (5.10), obtém-se

Tendo em conta que a capacitância de um capacitor de placas paralelas é dada por C=ε0A/d, e que V=Ed (E é o campo entre as placas do capacitor), obtém-se

Embora tenha sido deduzida para o caso particular de um capacitor de placas paralelas, a expressão acima é absolutamente geral; ela fornece a densidade de energia de um campo elétrico em determinada região do espaço, não importando como ele tenha sido produzido. Então, ao invés de desginá-la uC, convém usar a designação mais geral uE. (11.8) Para calcular a densidade de energia num campo magnético, vamos usar um solenóide infinito. Partindo das expressões
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DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

(9.4), (11.2) e (11.6), e da definição UB/Al, obtém-se

(11.9)

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if. em termos de variação de energia. através da qual a energia acumulada no capacitor. Este circuito apresenta um comportamento. ½CV2. uma corrente surge no circuito.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. na ausência de qualquer tipo de atrito. Neste caso. Um resistor no circuito da fig. 11. 11.CIRCUITO LC Capítulo 11 . análogo ao apresentado pelo conjunto massa-mola. Através do efeito Joule.5. A partir desse momento. a energia acumulada no indutor passa a se transferir para o capacitor. e a corrente será máxima quando a carga no capacitor for nula. Resulta daí que a corrente é nula quando a carga no capacitor for máxima. CIRCUITO LC Vamos analisar um circuito LC. O processo atinge um ponto máximo quando toda a energia do capacitor tiver sido transferida para o indutor. http://www. energia potencial acumulada na mola é transformada em energia cinética da massa. como ilustrado na fig.5 exerce o mesmo papel que o atrito no sistema massa-mola. parte da energia transferida do capacitor para o indutor (e vice-versa) será consumida no resistor. No momento que o indutor é ligado. passa a se transferir para o indutor. e vice-versa. através do surgimento de uma corrente contrária à corrente inicial. Suponhamos que inicialmente o capacitor encontra-se carregado com um potencial V.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s06.

CIRCUITO LC Figura 11.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .5 http://www.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s06.if.

if.br/tex/fis142/mod11/m_s07.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . substituindo-se ε por V. (11.4). Figura 11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. (11.10) Num instante qualquer.10).CIRCUITO RLC Capítulo 11 .ufrgs. (11. Ele é semelhante ao circuito RL. Portanto.6 é um exemplo sim-ples de circuito RLC.11) A solução desta equação deve satisfazer duas propriedades: http://www. a equação que descreve o comportamento do circuito é igual à eq. CIRCUITO RLC A fig. obtém-se a equação diferencial que descreve o comportamento do potencial nas placas do capacitor. e Substituindo essas expressões na eq.6 (11. 11. onde a fem foi substituída por um capacitor.

resulta que α=R/2L e (11. deve ter um fator de amortecimento.12) em (11.if.14) Vamos analisar os valores de i(t) e V(t) em pontos especiais. Isso acontece quando a resistência tem um valor muito pequeno. http://www. obtém-se (11.12) Substituindo (11.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . α/ω=0 ou ω>>α Sob esta condição. Uma solução particular que satisfaz tais condições.13) Uma situação interessante é aquela em que a oscilação é fracamente amortecida.CIRCUITO RLC r r deve ser oscilatória. Dito de outra forma.11). i(t)=ACω e-αtsen(ωt) (11.ufrgs. é a seguinte: V(t)=Ae-αtcos(ωt) Da relação entre i e V.br/tex/fis142/mod11/m_s07.

br/tex/fis142/mod11/m_s07. http://www.if.ufrgs. A cada ¼ de período.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .CIRCUITO RLC t=0 V(0)=A [valor máximo de V(t)] i(0)=0 t=π/2ω=1/4f=T/4 (1/4 do período de oscilação) V(π/2ω)=0 i(π/2ω)=ACω [valor máximo de i(t)] Portanto. Quando V(t) é máximo. toda a energia está acumulada em L. toda a energia está acumulada em C. a energia passa de um dispositivo para o outro. Quando i(t) é máxima. V(t) e i(t) estão defasadas de π/2.

ufrgs. a freqüência natural de um circuito RLC.br/tex/fis142/mod11/m_s08. o circuito RLC apresenta um comportamento similar ao de um circuito LC.13).FREQÜÊNCIA NATURAL Capítulo 11 . Quando R aproxima-se de zero. FREQÜÊNCIA NATURAL O circuito RLC oscila com a freqüência dada pela eq. Isto é. a freqüência será Esta freqüência é conhecida como freqüência natural. No limite.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. (11.if. é a freqüência do circuito LC correspondente.html [13/03/2004 16:26:49] . http://www. R=0.

10 s após a conexão ter sido feita.23 τL Pergunta 3 q 11. Pergunta 1 q 11.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . Para 0. para que instante após a bateria ser ligada. R:(a) 1. 11.3 Uma bobina com uma indutância de 2. qual será a taxa http://www. a energia armazenada no campo magnético do indutor terá a metade do seu valor estacionário? R:1. Calcule: (a) a densidade de energia magnética e (b) a densidade de energia elétrica na superfície do fio.EXERCÍCIOS Capítulo 11 .1 Um determinado comprimento de fio de cobre transporta uma corrente de 10 A uniformemente distribuída.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. EXERCÍCIOS.0 H e uma resitência de 10 Ω é subitamente conectada a uma bateria de resistência desprezível. O diâmetro do fio é 2.ufrgs.5 mm e sua resistência por unidade de comprimento é de 3.2 Considere o circuito RL da fig. com ε=100 V.3 Ω/km. (b) 4.br/tex/fis142/mod11/m_ex.8x10-15 J/m3. Pergunta 2 q 11.if. Em termos da constante de tempo.2.02 J/m3.

1 mH e C=4. (b) 154.5 W. (b) 2.0 µF.5 Num circuito LC oscilante.125 µJ. o circuito possui uma constante de tempo τL. Pergunta 4 q 11.ufrgs.0 mA após 5. Quando a chave S1 está fechada e as outras duas chaves abertas. A carga máxima em C é 3.042 A. a constante de tempo vale τC. 11.0 µC. (a) Determine a indutância da bobina. (c) 393 W.6 Considere o circuito indicado na fig. L=1. o circuito oscila com um período . R:(a) 1.5 W.4 Uma bobina é ligada em série a um resistor de 10 kΩ. (b) a corrente máxima que pode circular. Quando uma bateria de 50 V é colocada no circuito. http://www.EXERCÍCIOS com a qual: (a) a energia está sendo armazenada no campo magnético? (b) a energia térmica aparece? (c) a energia está sendo fornecida pela bateria? R:(a) 238.5x10-4 J.if. Pergunta 6 q 11. a corrente atinge um valor de 2. (b) Qual a energia acumulada na bobina neste momento? R:(a) 125 H. Quando a chave S2 está fechada e as outras duas abertas. Calcule: (a) a energia total máxima acumulada. Mostre que quando a chave S3 está fechada e a outras duas estão abertas. (b)0.7.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . Pergunta 5 q 11.br/tex/fis142/mod11/m_ex.0 ms.

7 http://www.EXERCÍCIOS Figura 11.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_ex.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .

Por exemplo. se a variação do ΦΒ origina um campo elétrico (lei de Faraday).if. Embora esse procedimento esteja fora do nosso alcance.12. Leis Experimentais Vimos e estudamos quatro leis experimentais sobre fenômenos elétricos e magnéticos. O primeiro é que a experiência http://www. por que não ΦE B? Para manter a simetria. vamos fazer um exercício analítico através da exploração da simetria dessas equações.1 LEIS EXPERIMENTAIS Capítulo 11 . uma tentativa natural seria escrever Há dois erros nessa equação. reproduzidas na tabela abaixo.br/tex/fis142/mod12/m_s01.ufrgs. Lei de Gauss para a eletricidade Lei de Gauss para o magnetismo Lei de Faraday-Lenz Lei de Ampère Maxwell explorou as propriedades matemáticas dessas equações escritas na forma diferencial.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .EQUAÇÕES DE MAXWELL. para propor sua teoria eletromagnética.

if.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . enquanto o da direita tem unidades de i/ε0. não existe uma lei de Lenz para a indução magnética.1) Observe que o fator multiplicativo. A equação acima tem algo diferente. Uma realização experimental possível seria um capacitor com campo elétrico variável.2) É interessante observar que iniciamos tentando escrever uma “lei de Faraday-Lenz” para a indução magnética. O campo E surge quando há uma corrente i carregando o capacitor. como ilustrado na fig.1). Antes. (12. é o produto µ0ε0. Portanto.br/tex/fis142/mod12/m_s01. e µ0 relacionava-se com fenômenos magnéticos. É fácil mostrar que o membro da esquerda tem unidades de µ0i.1 LEIS EXPERIMENTAIS mostra que o sinal deve ser positivo. 12. Ela representa a inclusão da ótica na fenomenologia do eletromagnetismo. que surgiu devido aos ajustes dimensionais. que dará origem a um campo magnético (lei de Ampère).Maxwell” (12. É a primeira vez que eles dois aparecem numa única equação.ufrgs. Vamos analisar melhor a eq. mas encontramos a eq. a “lei” correta deverá ser (12. (12. Esta corrente. O segundo é um erro dimensional. aparecendo depois da outra placa. http://www.12. Pode-se mostrar que a velocidade da luz no vácuo é dada por Agora podemos escrever a lei de “Ampère . Portanto. ε0 relacionava-se com fenômenos elétricos. de repente “desaparece” entre as placas do capacitor.1.1).

2). A corrente entre as placas.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .ufrgs.1 LEIS EXPERIMENTAIS Figura 12.if.br/tex/fis142/mod12/m_s01. id.1 Esse “mistério” é resolvido com a eq. é dada pelo termo . (12.12. conhecida como corrente de deslocamento. http://www.

br/tex/fis142/mod12/m_ex.html Capítulo 12 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:27:19] . a fem é dada por ε=εmsen(ωt).EQUAÇÕES DE MAXWELL. tem raio R.ufrgs. O capacitor de placas circulares e paralelas.4 Na fig.3 Mostre que a corrente de deslocamento num capacitor de placas paralelas pode ser escrita assim Pergunta 4 q 10. Pergunta 3 q 12.http://www. 12. EXERCÍCIOS. Pergunta 1 12.2 Mostre que i=id.ufrgs. (a) Sabendo que o valor máximo da corrente de http://www.if.br/tex/fis142/mod12/m_ex.1 Mostre que tem dimensão de corrente q Pergunta 2 q 12.2.if.

br/tex/fis142/mod12/m_ex. (b) Mostre que a distância entre as placas do capacitor é dada por πR2ε0εmω/I.html deslocamento é I.html (2 de 2) [13/03/2004 16:27:19] .2 http://www. calcule o valor máximo de dΦE/dt.http://www.ufrgs. Figura 12.if. (c) Mostre que o valor máximo do módulo de B entre as placas.if. a uma distância r do eixo de simetria do capacitor é dado por µ0I/2πr.ufrgs.br/tex/fis142/mod12/m_ex.

Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems.jsp [13/03/2004 16:28:37] .java.The Source for Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com/en/index.com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Black Widow Don't get tangled in her web! Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Java Desktop System . Inc| Legal Notices| License| Developers http://www.

. Contact Us Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com Choose Language We welcome feedback! We want to know how much you like Java software as well as any issues you may encounter.com. Macintosh OS9) Other Operating System Info http://jal. you will find many answers in our FAQ or Help sections. please fill out the email address field. Other Operating System & Version (i. We will not put you on any mailing list and we will not give your name or address to anyone. If you have a question or need an issue resolved. since we cannot respond to questions already answered on Java.Java Technology.com. please submit this form. Your Feedback * Select one Your Operating System* Select one Please provide any of the following additional information about your Operating System in the box below if applicable: 1. Linux Distribution and Version 3.com/webapps/bugreport/contact. If you have written an applet or application using Java technology and would like it featured on Java.sun.jsp?language=en (1 de 2) [13/03/2004 16:29:02] . Note: required information is marked with an * Nature of Feedback* Name* Email If you would like us to contact you regarding your comments/suggestions. Check carefully through the Help and FAQ pages.e. Windows Service Pack Number 2.

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Java Technology as a Gaming Platform Read a Q&A with Sun's Chief Gaming Officer to learn why Java technology is an excellent game development platform. or have only a little experience. download the SDK today.4 platform. J2EE 1.4 platform delivers Web Services Interoperability as it introduces new Web Services. Collaborate If you would like to collaborate with others in discussion groups. Sun also offers services to help get the programs you've created out into the world. blogs.get the SDK today! The J2EE 1. To get started using the new J2EE 1.com Choose Language For Developers It's not surprising that more than three million programmers worldwide are creating great software using Java technology.4 is here . In addition. check out this source for Java technology collaboration. and Management APIs. you'll find a wealth of useful tips here including tutorials and code samples. we're here to help.java. New to Java Programming Center If you've never programmed in Java before. Develop with Java Software It's easy for both new and experienced programmers to develop software with Java technology.jsp (1 de 3) [13/03/2004 16:30:11] .Learn about Java Technology. Java Games Community Join the open source community that estabilishes Java standard APIs for gaming software. and many other new features. If you are creating a program using Java technology. Developers Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. Experienced Developers If you are an experienced Java developer. Submit Your Java Application http://www. Deployment. this is the site for you.com/en/learn/developers. Sun Microsystems provides resources to programmers of all levels for developing software using Java Technology. and code development. Check out the sites below for more details.

gifts. you will be contacted to get approval to feature the application in the Explore section of this Web site. Your submitted application will be reviewed and. Applications in the Sun Content Catalog are automatically candidates to appear in the Explore section of this Web site. JavaOne Online Experience a virtual JavaOne conference year-round with opportunities for ongoing education. PDAs.jsp (2 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . and more.java. and industry solutions. you will be contacted. including a detailed technical guide. Desktops. if selected. click here to submit it. and services into a comprehensive platform for developing and deploying services with the Sun Java Enterprise System. and executive items. or some other cool device. Java Wear and Books Online Store Show the world you love Java technology! Buy clothing. support. and Other Devices If you've created an application for the desktop. community interaction. Click here to read the "Download Button Permission Application/Agreement" and begin the free button registration process. http://www. Don't forget to check out the special values. you should get enrolled in the Sun Developer Network Mobility Program and take advantage of the new Go-To-Market Services. Sun Java Studio The Sun Java Studio integrates Sun's world class developer tools. Java Everywhere Video View a cool video about all the ways Java technology is touching your life. Link to Java. global operators and handset manufacturers.Learn about Java Technology.com Does your product use Java technology? Then you may want to host the Java Get It Now! button on your Web site and give your customers a free and easy way to get the latest version of the Java software download. Developers Mobile Phones Have you created a mobile application based on Java technology? If so. a forum. a PDA. Applications meeting the industry-driven test criteria can be submitted into the Sun Content Catalog where they will be promoted to top-tier.com/en/learn/developers. If selected. Other Sites for Developers Java Upgrade Program Read about the benefits of upgrading the MS VM to the official Sun JRE and visit the Upgrade Program Site where you'll find developer resources.

com/en/learn/developers. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.Learn about Java Technology.java.jsp (3 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . Developers © Sun Microsystems.

com/ [13/03/2004 16:31:40] .Forbes. scalable.Powered by AMD Opteron processors. Z for zoom . end-to-end business solutions with J2EE Web Services.sun.com highlights Java technology as a key to the evolution of cell phones.Sun Microsystems sun.com How To Buy | My Sun | Worldwide Sites Search » On this Site Products & Services Support & Training Solutions Downloads Documentation Research & Development News Resources for Developers System Admins Partners Executives Investors Education & Research Learn about Java Java System Sun and AMD Opteron N1 Grid Low Cost Computing © Sun Microsystems 2004 Contact | Company Info | Employment | Privacy | Terms of Use | Trademarks New from Sun Microsystems Press J2EE Platform Web Services: Build robust. V for value. see all news and events » see all features » http://www. the new Sun Fire V20z server delivers extreme performance at a compelling price. A Mobile Media Mogul .

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It's even in cars and on the planet Mars. Invented by Sun Microsystems in 1995. The Java brand. handsets.jsp [13/03/2004 16:32:22] . Java technology is everywhere.com/en/learn/index. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com Choose Language Java technology is computer software that helps you get connected and makes being connected more exciting. Java technology lets devices of all kinds run just about any kind of program. and Web sites that are powered by Java technology. with its well-known cup and steam. tools. TVs. it's in PDAs and pagers. is also everywhere. It's preinstalled on personal computers. you'll find Java technology and a great digital experience.Learn about Java Technology. and Web sites. © Sun Microsystems. giving you the cool games. it's inside video games. and information you want most. Overview Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. It's one of the most widely recognized technology brands in the world! Look for it on games. It's embedded in 150 million mobile phones. Wherever you find the cup and steam.java.

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