Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade & Magnetismo

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 1

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Processos de Eletrização Condutores e Isolantes Força Eletrostática Exemplo Exercícios

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 2

Capitulo 2 - O CAMPO ELÉTRICO
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Ação a distancia Linhas de Força Campo de um Dipolo Elétrico Exemplo Exercícios

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CAPES http://www.ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 3 .A Lei de Gauss Capítulo 3 Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Fluxo do Campo Elétrico A lei de Gauss A lei de Gauss e a Lei de Coulomb Campo de uma Carga Puntiforme Distribuição Esfericamente Simétrica Esfera Condutora Esfera Dielétrica Distribuição Linear Infinita Plano Infinito de Cargas Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .if.html [13/03/2004 16:14:23] .Linha 2/2003 MEC .br/tex/fis142/mod03/index.Eletricidade.

Eletricidade.POTENCIAL ELÉTRICO Conteúdo do Capitulo q q q q q q q Energia Potencial Potencial Potencial de uma carga puntiforme Potencial de um dipolo Potencial acelerador Gradiente de potencial Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.ufrgs.br/tex/fis142/mod04/index.html [13/03/2004 16:14:26] .Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 4 Capitulo 4 .if.

Eletricidade.br/tex/fis142/mod05/index.CAPES http://www. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 5 Capítulo 5 CAPACITÂNCIA E CAPACITORES Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Componentes Elétricos & Eletrônicos Definições Capacitor de placas paralelas Capacitor cilindrico Capacitor esferico Associação de capacitores Capacitores com dielétricos Armazenando energia num campo elétrico Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .if.html [13/03/2004 16:14:28] .ufrgs.

ufrgs. Resistividade e Conductividade Lei de Ohm Energia e Potencia Unidades no Sistema SI Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CORRENTE & RESISTÊNCIA Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q Modelo Microscópico Corrente Elétrica Resistência.br/tex/fis142/mod06/index.if.Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 6 Capítulo 6 .Eletricidade.CAPES http://www.html [13/03/2004 16:14:30] .

CAPES http://www.if.Eletricidade.CIRCUITOS ELÉTRICOS Conteúdo do Capítulo q q q q q q q Lei dos Nós & Lei das Malhas Lei das Malhas (Lei de Kirchhoff) Lei dos Nós Circuitos com mais de uma Malha Exemplo Circuito RC Série Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .br/tex/fis142/mod07/index.ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 7 Capítulo 7 .html [13/03/2004 16:14:33] .Linha 2/2003 MEC .

if.Eletricidade.ufrgs.br/tex/fis142/mod08/index.2 Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.O CAMPO MAGNÉTICO Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q A força de Lorentz A descoberta do Eletrón O Efeito Hall Movimento de uma carga num Campo Magnético Força sobre uma Corrente Força sobre uma Espira de Corrente Unidades Exemplo 8.html [13/03/2004 16:14:35] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 8 Capítulo 8 .1 Exemplo 8.Linha 2/2003 MEC .

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 9 Capítulo 9 .A LEI DE AMPÈRE Conteúdo do Capítulo q q q q q q q A Descoberta de Oersted Campo de um fio retilíneo infinito Cilindro Infinito Interação entre fios infinitos paralelos Campo de um Solenóide Exemplos Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.br/tex/fis142/mod09/index.ufrgs.Linha 2/2003 MEC .CAPES http://www.html [13/03/2004 16:14:37] .if.

A LEI DE FARADAY Conteúdo do Capítulo q q q Indução Eletromagnética Leis de Faraday e Lenz Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .ufrgs.Linha 2/2003 MEC .if.Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:40] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 10 Capítulo 10 .CAPES http://www.br/tex/fis142/mod10/index.

if.br/tex/fis142/mod11/index.ufrgs.Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:42] .Eletricidade. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 11 Capítulo 11 -OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS Conteúdo do Capítulo q q q q q Indutância Indutância de um Solenóide Auto-indução Circuito RL Densidade de Energia em Campos Elétricos e Magnéticos Circuito LC Circuito RLC Freqüência Natural Exercícios q q q q Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 12 Capítulo 12 .br/tex/fis142/mod12/index.if.EQUAÇÕES DE MAXWELL Conteúdo do Capítulo q q Equações de Maxwell Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .ufrgs.Linha 2/2003 MEC .CAPES http://www.Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:44] .

System Requirements q Windows 98 (1st and 2nd edition) or Windows ME or Windows NT (service pack 6a) or Windows 2000 (service pack 3) or Windows XP Home or Windows XP Professional (service pack 1) q q q q q You'll also need Pentium 166MHz or faster with minimum 67MB free space a minimum of 32MB of RAM. you may want to perform a manual download. Please consult the Help or FAQ sections for assistance.java. http://www. Java software was not installed properly.com/en/download/windows_automatic. If the Java software has not begun downloading automatically. You may not have the right system requirements to support Java software (see the box below).Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:15:06] . Most other issues can be resolved. As a result.com Choose Language Windows Automated Downloads We encountered an issue while trying to automatically install Java™ software onto your machine.

Download Java Software © Sun Microsystems.java.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:15:06] . Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com/en/download/windows_automatic.

Confira o texto.5. no Brasil. Trata-se de um ano de Avaliação que atribuirá conceitos e o cronograma já estabelecido para a realização do processo deve ser seguido. assim como o re-envio dos dados de 2001 e 2002 é dia 31 de março de 2004. Leia a íntegra da notícia.PQI Acesse o formulário referente ao Relatório de Atividades Ciências Agrárias Acesse os critérios de avaliação para a grande área (2001-2003)e os critérios específicos para avaliação de cursos novos e programas de pósgraduação entre Instituição de Ensino Superior (IES) e Instituto de Pesquisa (IP). Coleta de Dados A Diretoria de Avaliação informa que o prazo de entrega dos dados da Coleta relativos a 2003.capes. as atividades acadêmicas das instituições de ensino estrangeiras que não tenham sido reconhecidas pelo MEC.CAPES / MEC Sábado. Resolução CNE/CES 001/2001 alterada pela Resolução CNE/CES 24/2002. http://www. Comissão Mista Capes/CNPq Apresentação do Relatório Final (Sumário Executivo) CAPES ALERTA Programa PICDT Informamos aos bolsistas do Programa PICDT. que os pagamentos referentes aos meses de Janeiro e Fevereiro/2004 já estão sendo regularizados. POSSE Jorge Almeida Guimarães toma posse na presidência da Capes Programa de Qualificação Institucional . Entrevista de Candidatos a Bolsa de Doutorado no Exterior CAPES realiza a última etapa da seleção dos candidatos a bolsas de doutorado no exterior. Aplicativo A Coordenação de Acompanhamento e Avaliação disponibiliza a cartaconsulta sobre proposta de cursos de mestrado e doutorado. não havendo possibilidade de adiamento.gov. Mestrados e Doutorados sem validade. 13 de março de 2004 a INFORMAÇÕES Pró-Coleta Professor Está disponível o Pró-Coleta Professor 2.br/ [13/03/2004 16:15:28] . São consideradas ilegais. Novos prazos para solicitação de reconhecimento dos programas e necessidade de autorização do MEC para instalação de convênios entre IES brasileiras e estrangeiras que ofertem mestrados/doutorados associados são as novidades.

Michael W. Para acessá-los. editor da página Java Applets on Physics Exigências de hardware e software Para maior eficiência. editor da página Physlets. Eles podem ser obtidos livremente na web. Exigências de Hardware http://www. Para as animações.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. Ao final apresenta-se uma lista de exercícios. seu navegador tem que suportar Java. 2. diriga-se ao sumário O conteúdo é explorado através de uma variedade de objetos de aprendizagem interativos.Antes de Començar Informações Gerais q q Introdução Exigências de hardware e software Introdução O curso está formatado de acordo com a pedagogia construtivista.ufrgs. que permitiram seu uso nas condições desta disciplina. a partir de uma abordagem baseada na solução de problemas. Davidson. O conteúdo é distribuído em 12 capítulos. Alguns objetos de aprendizagem foram extraidos ou adaptados dos seguintes autores.html (1 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . editor da página Molecular Expressions: Electricity and Magnetism Walter Fendt. Wolfgang Christian. convém observar os seguintes aspectos: 1. Nestcape Navigator ou Microsoft Internet Explorer são os navegadores mais apropriados.if.

nestcape.com para carregá-lo.0 ou superior). Use este endereço http://www. Modem de 28. http://www.ufrgs.microsoft.if.Applets http://www.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. Resolução mínima de 800x600 (recomendado 1024x768) pixels. Plugin de Java .com/en/download/windows_automatic.com/ie/ para carregálo. Use este endereço http://www.java. Microsoft Internet Explorer (Versão 4.8 kbps ou superior Exigências de software Nestcape Navigator (Versão 4.jsp. 16 Mb RAM ou superior. Monitor SVGA ou compatible.0 ou superior).html (2 de 2) [13/03/2004 16:15:31] .Antes de Començar PC com procesador de 90 MHz ou superior.

Physics Applets. For an introduction to scripting see thee Physlet book. and example problems to help you use Physlets in your teaching. To learn more about Physlets you may want to: q q q q q q Attend a Physlet workshop. Physlets run on the Mac using OS X Panther and the latest Safari browser. The links on the right contain tutorials.html (1 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . q For a CD containing over 800 ready to run Physlet-based Illustrations. Physlets. Examples from this article are available on the the Physlet Resource site. The applet on the right is a Physlet. Explorations.edu/Applets/Applets. The Physics Teacher recently contained a feature article describing the Optics Bench Physlet.Physlets Home Page Welcome to the Physlets resource page. Send questions or comments about this site to Wolfgang Christian: wochristian@davidson. are small flexible Java applets designed for science education. Exercises. Search the Kaiserslautern Physlet database. download instructions. Sign up on the Physlet list-server. and Problems. You do not need to become a Java expert in order to use Physlets. Preview Physlet Physics. a book of ready to run Physlet-based Illustrations.edu http://webphysics. and Problems see the Physlet Physics book.davidson. It simulates the relativistic and nonrelativistic Doppler effect. This book will soon be available in Spanish! For a discussion of how to use Physlets with Just-in-Time Teaching see the JiTT book.

Physlets Home Page Since 2/1/2001 This PIRA Webring site is owned by Wolfgang Christian.html (2 de 2) [13/03/2004 16:16:09] .edu/Applets/Applets. < prev | List Sites | next > http://webphysics.davidson.

private. resolution. numerical aperture. We are going where no microscope has gone before by offering one of the Web's largest collections of color photographs taken through an optical microscope (commonly referred to as "photo-micro-graphs").7 Mbytes) .edu/index. aberration. thin films. bright and crisp optics. Winning entries included several images of rat and mouse brain cells.magnet.fsu. and chemical crystals.html (1 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . botany. Purchase Nikon's Small World 2004 Calendar .Olympus has thrown the doors open to a new era in optical microscopy education with the introduction of the MIC-D inverted digital microscope.Soar through space starting at 10 million light years away from the Milky Way down through to a single proton in Florida in decreasing powers of ten (orders of magnitude). condensers. eyepieces. a computer chip.5 x 11 semi-gloss paper and spiral bound for mounting on the wall. biology. The volume covers all of the important basic concepts. snowflakes. confocal laser scanning microscopes designed for today's intensive and demanding biological research investigations. a diatom. This year's contest drew entrants from 46 countries. nematode worms. muscle cells. formulas.Download the latest PDF edition of Mortimer Abramowitz's renowned introduction to optical microscopy in full color. Olympus FluoView Laser Scanning Confocal Microscopy . and a short bibliography. point-detection. Excellent resolution. Designed specifically for a wide spectrum of applications ranging The Galleries: Photo Gallery Silicon Zoo Pharmaceuticals Chip Shots Phytochemicals DNA Gallery Microscapes Vitamins Amino Acids Birthstones Religion Collection Pesticides BeerShots Cocktail Collection Screen Savers Win Wallpaper Mac Wallpaper Movie Gallery http://micro. Explore the use of exponential notation to understand and compare the size of things in our world and the universe. materials research. The Olympus MIC-D Digital Microscope . These photographs are available for licensing to commercial. and non-profit institutions. Powers of Ten . Visit our Photo Gallery for an introductory selection of images covering just about everything from beer and ice cream to integrated circuits and ceramic superconductors.The new Olympus FluoViewTM FV1000 is the latest in point-scanning. Included in the calendar are the top 20 prize winners and thumbnail images from all of the 17 honorable mentions. and biotechnology.The Nikon Small World 2004 Calendar is printed in full color on 8. and high efficiency of excitation. plant hair cells. coupled to an intuitive user interface and affordability are key characteristics of this state-of-the-art optical microscopy system. Numerous appendices review focusing of the microscope and oil immersion. and depth of field.Molecular Expressions: Images from the Microscope Galleria License Info Image Use Custom Photos Partners Site Info Contact Us Publications Home Welcome to the Molecular Expressions website featuring our acclaimed photo galleries that explore the fascinating world of optical microscopy. 20. ranging from simple magnifiers to complex compound microscopes. including illumination. Microscope: Basics and Beyond (50 pages. Köhler illumination. and contain useful numbers. as well as from a diverse range of academic and professional disciplines. Winners came from such fields as chemistry. objectives.

Visitors can adjust the focus. lack this periodic arrangement and are noncrystalline. Discover how this delightful classic is just as beautiful as it is tasty. Java-powered QX3 Computer Web Microscope . phase contrast.The MicroscopyU website is designed to provide an educational forum for all aspects of optical microscopy.magnet. but don't try this unless you have a fast connection (10 Mbits/sec Ethernet or higher). Nikon microscopists and engineers are providing the latest state-of-theart information in microscope optics and imaging technology including specialized techniques such as fluorescence. With this software. differential interference contrast (DIC). reflected light microscopy. Nikon MicroscopyU . Some. such as glass.html (2 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Chemical Crystals . and illumination intensity in stereoscopic microscopes with this interactive Flash tutorial. and magnification of microscopic creatures viewed at thousands of times their actual size. and photomicrography. Together with the scientists and programmers at Molecular Expressions.8K modems) Several methods have been developed to overcome the poor contrast inherent with imaging thick specimens in a conventional microscope. which can be viewed in a specially designed Java client run through your Web browser at frame rates up to 18 frames/second. We invite you to explore MicroscopyU and discover more about the exciting world of optics and microscopy.(approximately a 30 second download on 28. this versatile microscope features a palette of contrast enhancing techniques that rival many research-level instruments. and are probably best-imaged using confocal techniques.Molecular Expressions: Images from the Microscope from basic classroom instruction to more advanced laboratory analysis. you can http://micro.This virtual QX3 microscope is broadcasting images over the Web at 20 frames/second. contrast. The thickest specimens (20 microns and above) will suffer from a tremendous amount of extraneous light in out-of-focus regions. digital imaging. liquid. Gases consist of weakly bonded atoms and expand to fill any available space.fsu. or solid. No additional software is needed. and microscopy of living cells. having a three-dimensional periodic atomic arrangement. Liquids have characteristics that fall in between gases and solids. Solids are characterized by strong atomic bonding and have a rigid shape.Join us for a microscopic examination of America's culinary favorite: the ubiquitous hamburger and French fries. Specimens having a moderate degree of thickness (5 to 15 microns) will produce dramatically improved images with either confocal or deconvolution techniques. Laser Scanning Confocal Microscopy . Stereoscopic Zoom Microscopy .Chemical compounds can exist in three basic phases. This cinemicrographic collection presents time-lapse movies of various chemical compounds as they change physical states. or amorphous.We have teamed up with award-winning electron microscopist Dennis Kunkel to produce a virtual Scanning Electron Microscope (vSEM). Most are crystalline.Many stereoscopic microscopes feature the ability to perform a continuous magnification change by means of a zoom lens system placed between the objective and the eyepieces. focus.edu/index. Burgers 'n Fries . gaseous. Scanning Electron Microscopy . Explore zoom magnification. This tutorial explores imaging specimens through serial z-axis optical sections utilizing a virtual confocal microscope.

Freshwater ponds provide a home for a wide variety of aquatic and semiaquatic plants. trying not to be eaten. Activities are designed to promote the asking and answering of questions related to light. insects. and reproducing.Featuring 3-D Studio Max drawings of ancient microscopes.fsu. Science. or classical photomicrography on film with Fujichrome Provia 35 millimeter transparency film.html (3 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Take a moment to visit our in-depth http://micro. The program begins with basic information about lenses.Featuring specimens collected from a wide spectrum of disciplines. Cell and Virus Structure .Our featured microscopist for Spring 2002 is noted Dutch photomicrographer Loes Modderman. leading up to the use of sophisticated instruments scientists use to help them understand the world. this unique gallery explores many of the historic microscopes made during the last four centuries. Beneath the placid surface of any pond is a microscopic metropolis bustling with activity as tiny bizarre organisms pursue their lives. however. Many years ago. Topics covered include CCD operation.magnet. Optics & You . the majority of life forms exist as single cells that perform all the functions necessary for independent existence. the fluorescence gallery contains a variety of examples using both specific fluorochrome stains and autofluorescence. eating. Loes initiated a series of chemical crystallization experiments.Explore the basic concepts in digital imaging with our illustrated discussions and interactive tutorials. Pond Life . Visit the gallery and download a copy of our Windows screen saver containing selected images of these beautiful microscopes. and animals.edu/index. digital manipulation of images and a wide spectrum of other issues in this emerging field. and parents. art. Concepts in Digital Imaging Technology . and photography to form her abstract photomicrographs into a colorful celebration of form and structure. Museum of Microscopy . an Optronics MagnaFire Peltier-cooled camera. Intel Play QX3 Computer Microscope . and color. Silicon Zoo . are invisible until viewed under the microscope. prisms. A wide spectrum of these photomicrographs are featured in this gallery. The vast majority of pond inhabitants. Images were captured utilizing either a Nikon DXM 1200 digital camera. record movies. Most cells are far too small to be seen with the naked eye and require the use of high-power optical and electron microscopes for careful examination. and perform time-lapse cinematography experiments. which allowed her to meld longtime interests in nature.Explore our science curriculum package being developed for teachers. color.Although the human body contains over 75 trillion cells. Modderman received her first microscope by age 13 and has never lost her sense of wonder at the minute beauties available with this instrument. observe the activities of microscopic organisms taken from a typical North Florida pond. locomoting. and optics. Featured Microscopist . science.This popular gallery features images of cartoon characters and other doodling placed onto computer chips by their designers. excreting. shadows. students.Molecular Expressions: Images from the Microscope capture single digital images. In this collection of digital movies. Born in Amsterdam in 1944. Fluorescence Microscopy Digital Image Gallery . image capture.

and digital image galleries from the QX3 microscope. Astigmatism . averaging. interactive microscope software.Explore the steps utilized in the construction of a charged coupled device (CCD) as a portion of an individual pixel gate is fabricated on a silicon wafer simultaneously with thousands or even millions of neighboring elements. histogram manipulation. however these artifacts are not as sensitive to aperture size and depend more strongly on the oblique angle of the light beam.A popular method of representing a train of propagating light waves involves the application of geometrical optics to determine the size and location of images formed by a lens or multi-lens system. geometric transformation.html (4 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .By employing multiple exposure photomicrography. filtering digital images. The aberration is manifested by the off-axis image of a specimen point appearing as a line or ellipse instead of a point. Techniques reviewed include contrast.fsu. Building A Charged Coupled Device . Video Signal Generation . Full-Frame CCD Operation .Explore microscopy of integrated circuits using real-time confocal observations at a resolution of 0. Explore how images are captured and transferred to serial output registers with this interactive Java tutorial. Geometrical Construction of Ray Diagrams . full-frame charged coupled devices (CCDs) feature high-density pixel arrays capable of producing digital images with the highest resolution currently available. color balance. Reflected Light Confocal Microscopy .Discover how the hardware and software of this amazing "toy" microscope work together to produce images that you can digitally manipulate with a personal computer.edu/index. These micrographs are intended to resemble surrealistic/alien landscapes.A video signal is a recoverable train of electrical impulses generated by scanning a two-dimensional image produced by the optical train of a microscope. and binary digital images. Intel Play QX3 Computer Microscope Simulator .Having the simplest architecture and being the easiest devices to build and operate. we have succeeded in generating a series of unusual micrographs which we have termed microscapes.Molecular Expressions: Images from the Microscope discussion of this incredible toy microscope. Creative Photomicrography . This tutorial explores how two representative light rays can establish the parameters of an imaging scenario. spatial resolution. The image is sequentially scanned in narrow strips and http://micro.Astigmatism aberrations are similar to comatic aberrations.Explore the basic concepts of digital image processing applied to specimens captured in the microscope. noise reduction. 10 Best Interactive Java Tutorials Digital Image Processing Interactive Java Tutorials . Included topics are the QX3 hardware (microscope). suggested specialized techniques. convolution kernels.18 microns with this interactive Java tutorial.magnet. compression. image sampling frequency. measurements.

New Microscopy Primer Entries If you need information about optical microscopy. This occurs because light waves emitted from a point source are not focused into an infinitely small point by the objective. Inexpensive CMOS image sensors are entering the field of optical microscopy in educational instruments that combine acceptable optical quality with user-friendly control and imaging software packages.This interactive tutorial explores illumination pathways in the Olympus BX51 research-level upright microscope. every point in the specimen is represented by an Airy diffraction pattern having a finite spread. Even though many image processing algorithms are extremely powerful. reflect. which lie beyond the primary task of photon collection. split. and the video signal. but converge together and interfere near the intermediate image plane to produce a three-dimensional Fraunhofer diffraction pattern. Basic Concepts in Digital Image Processing . then visit our Microscopy Primer for a detailed discussion. virtually noise-free modification of an image in the form of a matrix of integers instead of the classical darkroom manipulations or filtration of timedependent voltages necessary for analog images and video signals. Sliders control illumination intensity and enable the visitor to select from a library of five fluorescence interference filter combinations that have excitation values ranging from the near ultraviolet to long-wavelength visible light. white balance.magnet.edu/index. analog-todigital conversion. directly onto the sensor integrated circuit. This interactive tutorial explores the relationship between the microscope image. The images that result from careless manipulation are often severely degraded or otherwise compromised with respect to those that could be produced if the power and versatility of the digital processing software were correctly utilized. and initial image processing algorithms. exposure control.fsu. Fluorescence Microscope Light Pathways .When an image is formed in the focused image plane of an optical microscope. Introduction to CMOS Image Sensors . Condenser Alignment . Introduction to Prisms and Beamsplitters . The microscope drawing presented in the tutorial illustrates a cut-away diagram of the Olympus BX51 microscope equipped with a vertical illuminator and lamphouses for both diascopic (tungsten-halogen) and epi-fluorescence (mercury arc) light sources. prisms are polished blocks of glass or other http://micro.html (5 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .This tutorial demonstrates how the condenser is centered in the optical path and the size of the field diaphragm opening is determined when adjusting a microscope for proper Köhler illumination. and fold light through the pathways of both simple and sophisticated optical systems.CMOS image sensors are designed with the ability to integrate a number of processing and control functions. Airy Pattern Formation . the average user often applies operations to digital images without concern for the underlying principles behind these manipulations.Prisms and beamsplitters are essential components that bend.Molecular Expressions: Images from the Microscope combined to produce the final signal. or how to take photographs with a microscope. gain adjustment.Digital image processing enables the reversible. These features generally include timing logic. scan lines. shuttering. Cut and ground to specific tolerances and exact angles. how to set up a microscope.

fsu. The key to the confocal approach is the use of spatial filtering to eliminate out-of-focus light or flare in specimens that are thicker than the plane of focus. or for biological research that requires careful manipulation of delicate and sensitive living organisms. it must first be converted into a computer-readable form or digital format. thus reducing the size of optical instruments. the upper part of the body bent forward. In order for a continuous-tone or analog image to be processed or displayed by a computer. the elimination of image degrading out-of-focus information.html (6 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .The range of light detection methods and the wide http://micro. There has been a tremendous explosion in the popularity of confocal microscopy in recent years. and in its great number of applications in many areas of current research interest. due in part to the relative ease with which extremely high-quality images can be obtained from specimens prepared for conventional optical microscopy. These instruments are also essential when micromanipulation of the specimen is required in a large and comfortable working space. meaning that each image point at the intermediate plane is geometrically related to a corresponding point in the specimen.In the optical microscope. The image produced by an objective lens is conjugate with the specimen.Continuous-tone images are produced by analog optical and electronic devices. Image Formation . Basic Properties of Digital Images . and the ability to collect serial optical sections from thick specimens. or with the wrists bent in an unnatural position.Stereomicroscopes have characteristics that are valuable in situations where three-dimensional observation and perception of depth and contrast is critical to the interpretation of specimen structure. including controllable depth of field. microscope operators must assume an unusual but exacting position. image formation occurs at the intermediate image plane through interference between direct light that has passed through the specimen unaltered and light diffracted by minute features present in the specimen. or disperse light into its component wavelengths. Many prism designs can perform more than one function.magnet. and whether they exist as black and white (grayscale) or full color.y) coordinate system.Confocal microscopy offers several advantages over conventional optical microscopy. Introduction to Confocal Microscopy . Basic Microscope Ergonomics . The wide field of view and variable magnification displayed by stereomicroscopes is also useful for construction of miniature industrial assemblies. separate polarization states. regardless the origin and complexity.In order to view specimens and record data. with little possibility to move the head or the body. such as a sequence of electrical signal fluctuations or changes in the chemical nature of a film emulsion that vary continuously over all dimensions of the image. rotate or invert an image. A digital image is composed of a rectangular (or square) pixel array representing a series of intensity values and ordered through an organized (x. the hand reaching high up for a focusing control. This process applies to all images. They are often forced to assume an awkward work posture such as the head bent over the eye tubes. Stereomicroscopy .edu/index.Molecular Expressions: Images from the Microscope transparent materials that can be employed to deflect or deviate a light beam. Electronic Imaging Detectors . which often includes changing the line of sight and simultaneously shortening the optical path. which accurately record image data by several methods.

http://micro.Achieving conditions necessary for oblique illumination. Best of the Silicon Zoo Flying Osprey .Molecular Expressions: Images from the Microscope variety of imaging devices currently available to the microscopist make the selection process difficult and often confusing.edu/index. but the quality still falls short of that obtainable with film. Housed near the clock circuitry on the chip. dirt and debris. aberration.magnet. Multiphoton Excitation Microscopy .A silicon version of the famous game character was photographed gobbling the initials GAAS (gallium arsenide) on a TEMIC Semiconductors silicongermanium radio frequency integrated circuit. Perhaps the easiest methods are to offset a partially closed condenser iris diaphragm or the image of the light source. The Con Artist . New digital technologies are producing higher resolution micrographs.We found this guy in a trench coat trying to hock some fake Rolex watches (that are probably "hot") on a Hewlett-Packard PA-RISC microprocessor. Snoopy . Troubleshooting Classical and Digital Photomicrography . Pac-Man . some microscopes were equipped with a condenser having a decenterable aperture iris diaphragm. which has been employed to enhance specimen visibility since the dawn of microscopy.The silicon version of Snoopy illustrated in this section was discovered by Richard Piotter of New Ulm. the silicon artwork signifies a pun on higher-end microprocessor clock systems that utilize a more complex feature set. The device was engineered to allow the entire iris to move off-center in a horizontal plane so that closing the circular diaphragm opening would result in moving the zeroth order to the periphery of the objective rear focal plane. Oblique or Anaxial Illumination .html (7 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . followed by errors in filter selection.Photography through the microscope is undergoing a transition from film to digital imaging. Washington was responsible for placing what is perhaps the World's smallest rendition of an osprey on a decimation filter integrated circuit utilized in signal analyzer instruments. three-dimensional images of specimens tagged with highly specific fluorophores. In former years. and processing mistakes. can be accomplished by a variety of techniques with a simple transmitted optical microscope.A Hewlett-Packard design team headed by Howard Hilton in Lake Stevens. film choice. In advanced models. who also loaned the 4-inch wafer (made by a 1980s-era semiconductor company named Trilogy) from which the image is derived. This discussion is intended to aid in understanding the basics of light detection and to provide a guide for selecting a suitable detector for specific applications in optical microscopy.fsu.Multiphoton fluorescence microscopy is a powerful research tool that combines the advanced optical techniques of laser scanning microscopy with long wavelength multiphoton fluorescence excitation to capture high-resolution. the entire diaphragm was rotatable around the axis of the microscope so that oblique light could be directed toward the specimen from any azimuth to achieve the best desired effect for a given specimen. Microscope configuration errors represent the greatest obstacle to quality photomicrographs. Minnesota.

http://micro. This digital image gallery explores a variety of stained specimens captured with an Olympus BX51 microscope coupled to a 12-bit QImaging Retiga camera system.This mythical Japanese creature was discovered lurking on a pad within the Silicon Graphics MIPS R10000 microprocessor (this chip is sure crowded with silicon creatures). The Rolex . Thor: God of Thunder . the Linux Penguin .fsu.An orange silicon Smurf is pulling a wagon containing the copyright symbol around the pad ring on a Siemens integrated circuit of unknown function. Tux. stained specimens or other kinds of samples that naturally absorb significant amounts of visible light.Tux is nesting within the pad ring on an integrated circuit of unknown function (perhaps the latest new microprocessor designed to run the Linux operating system). The Stay Puft Marshmallow Man . Digital imaging with fluorescence microscopy is becoming a powerful tool to assist scientists in understanding the complex process of mitosis on both a structural and functional level. is the mechanism that allows the nuclei of cells to split and provide each daughter cell with a complete set of chromosomes during cellular division. The Pepsi Generation . Starship USS Enterprise .magnet. occurs in all multicellular plants and animals to permit growth of the organism. The technique is best suited for utilization with fixed.Simpson's cartoon character Milhouse was spotted on a Silicon Image Sil154CT64 digital transmitter integrated circuit.Mitosis.html (8 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . a phenomenon observed in all higher eukaryotes.This famous Star Trek icon was discovered on a Texas Instruments bipolar logic integrated circuit. Brightfield Microscopy Digital Image Gallery . coupled with cytokinesis (division of the cytoplasm). background.edu/index.Perhaps the smallest soft drink advertisement ever created. the Stay Puft Marshmallow Man was cooked in a frying pan within the circuitry of a Weitek math coprocessor designed in 1988. this 750 micron Pepsi commercial was discovered on a Hewlett-Packard CPU-support chip. This.Molecular Expressions: Images from the Microscope Milhouse Van Houten . New Photo Gallery Entries Observing Mitosis with Fluorescence Microscopy . this image was discovered on a Hewlett-Packard graphics chip. The Chip Smurf . Godzilla . often light gray or white.An intricate bitmap-like pattern of vias (interconnect shafts) was used to construct this incredible likeness of a Rolex wristwatch. Images produced with brightfield illumination appear dark and/or highly colored against a bright.Coming to you from "GhostBusters".Brightfield illumination has been one of the most widely used observation modes in optical microscopy for the past 300 years.Probably the best silicon artwork we have yet seen.

Thin unstained. transparent specimens are excellent candidates for imaging with classical differential interference (DIC) microscopy techniques over a relatively narrow range (plus or minus one-quarter wavelength) of bias retardation. The Phytochemical Collection .By "converting" phase objects such as living material into amplitude specimens. polymers. The DNA Gallery . Dinosaur Bones . including tissue culture cells. In addition.As a contrast-enhancing optical technique. chemical crystals. brightfield. Explore the wide spectrum of biological specimens presented in this gallery of digital images. Intel Play QX3 Microscope Galleries .Scroll through serial optical sections from a wide variety of specimens. http://micro. Darkfield Microscopy Gallery .The modulation contrast technique takes advantage of optical phase gradients to yield a pseudo three-dimensional effect on images seen in the microscope. in this Java-powered image gallery. phytochemicals are blazing a new frontier in the arena of cancerprevention research. darkfield.Darkfield illumination provides good contrast for specimens that are often lacking in sufficient detail using other illumination techniques. Confocal Microscopy Digital Image Gallery . The digital images presented in this gallery represent a wide spectrum of specimens. Hoffman Modulation Contrast Gallery . and a wide variety of other specimens. and Rheinberg illumination. several specimens exhibiting birefringent character are included to demonstrate the kaleidoscopic display of color that arises when anisotropic substances are imaged with this technique. Visit this gallery to observe how polarized light can be of advantage in the observation of specimens that would otherwise exhibit poor contrast and be difficult to distinguish from the background.Molecular Expressions: Images from the Microscope Polarized Light Microscopy Digital Image Gallery . This gallery explores the microscopic textures exhibited by various liquid crystalline DNA phases and their transition states. Explore the beautiful crystalline patterns displayed by phytochemicals captured in polarized light.Acclaimed by Newsweek as being "better than Vitamins".DNA undergoes a number of liquid crystalline phase transitions both in vitro and in vivo. fibers. bones. Differential Interference Contrast Digital Image Gallery . Useful for observation of mineral thin sections. thin and thick sections.fsu.html (9 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Phase Contrast Gallery . which vary from unstained cells. phase contrast illumination allows scientists to see details in unstained and/or living objects with great clarity and resolution.edu/index. particles. polarized light can be employed for both quantitative as well as qualitative investigations.magnet.Photographs of thin sections made from bones left behind by dinosaurs that have been extinct for over 70 million years. polarized light microscopy is unsurpassed in the magnificent array of colors and beautiful textures generated through interference between orthogonal wavefronts at the analyzer.Check out digital images captured with this incredible microscope using contrast enhancing techniques such as polarized light. and entire organisms. hairs. tissues. and whole organisms to both lightly and heavily stained thin and thick sections.

Building A Transistor . 2004 at 09:44 AM Access Count Since September 12. Silicon Zoo artwork. and shows the relative field strengths generated.Explore how an individual Field Effect (FET) transistor is fabricated on a silicon wafer simultaneously with millions of its neighbors.edu/index. as they can reach some of the highest magnetic fields experimentally possible. nondestructive magnets are more suited towards scientific research.html (10 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . All Rights Reserved. How a Compact Disc Works .Explore how electrical potential can cause migration and separation of macromolecules according to size in a cross-linked gel. BACK TO THE TOP Questions or comments? Send us an email. No images. This website is maintained by our Graphics & Web Programming Team in collaboration with Optical Microscopy at the National High Magnetic Field Laboratory. Use of this website means you agree to all of the Legal Terms and Conditions set forth by the owners. we will be adding more galleries.Visit our interactive tutorials on electricity and magnetism to explore how these two forces of nature operate in our everyday lives. In the upcoming weeks and months. software. and how variations between pits and lands on the disc surface affect how light is either scattered by the disc surface or reflected back into a detector. This applet demonstrates how a non-destructive short pulse magnet works. interactive Java tutorials.This tutorial explores how a laser beam is focused onto the surface of a spinning compact disc.magnet. and come in two forms: destructive and non-destructive. graphics. 1995: 3011717 Microscopes provided by: http://micro. Of these two. or applets may be reproduced or used in any manner without permission from the copyright holders. © 1995-2004 by Michael W.Molecular Expressions: Images from the Microscope Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials .Pulsed magnets are among the strongest magnets in the world. Chip Shots and new entries for the image collections on our website so please come back from time to time and check out our new additions. Mar 04.fsu. Pulsed Magnets . Davidson and The Florida State University. Electrophoresis . Last modification: Thursday. scripts.

html (11 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .magnet.fsu.edu/index.Molecular Expressions: Images from the Microscope http://micro.

01/18/2003 03/11/2000 .1. especially for Internet Explorer version 6: The applets will only work if a Java runtime environment (version 1.07/01/2003 03/24/1998 . 46 English version www.de/ph11e (Java 1.Java Applets on Physics (Java 1. 2004-0311) www.01/18/2003 03/10/1999 .01/18/2003 11/02/1997 .walter-fendt.01/18/2003 12/23/1997 .de/ph14e applets.01/18/2003 03/25/2000 .01/18/2003 Resultant of Forces (Addition of Vectors) 11/02/1998 .01/18/2003 . 2002-12-27) Download Important notice.walter-fendt. Mechanics Motion with Constant Acceleration Equilibrium of Three Forces Resolution of a Force into Components Pulley System Lever Principle Inclined Plane Newton's Second Law Experiment Projectile Motion Elastic and Inelastic Collision Newton's Cradle Carousel (Centripetal Force) Kepler's First Law http://www.4.4) is installed on your computer.01/18/2003 05/30/2003 .01/18/2003 11/04/1997 . Download is possible from Sun Microsystems.walter-fendt.01/18/2003 09/13/2000 .4) Java Applets on Physics Walter Fendt (Java 1.de/ph14e/ (1 de 3) [13/03/2004 16:17:14] 11/02/2000 .01/18/2003 11/07/1998 .01/18/2003 02/24/1999 . 41 applets.

11/01/2003 03/08/2000 .01/18/2003 Standing Wave (Explanation by Superposition with the Reflected New! (11/02/2003) Wave) Standing Longitudinal Waves Interference of two Circular or Spherical Waves Doppler Effect 06/08/1998 .01/18/2003 10/07/2003 .11/01/2003 http://www.01/18/2003 12/08/1999 .01/18/2003 06/01/1998 .4) Kepler's Second Law Hydrostatic Pressure in Liquids Buoyant Force in Liquids 04/04/2000 .01/18/2003 05/08/1998 .01/18/2003 Magnetic Field of a Straight Current-Carrying Wire 09/18/2000 .01/18/2003 07/05/1998 .01/18/2003 10/21/2001 .01/18/2003 11/23/1997 .01/18/2003 02/03/1999 .01/18/2003 05/22/1999 .01/18/2003 09/11/1998 .01/18/2003 Electrodynamics Magnetic Field of a Bar Magnet Lorentz Force Direct Current Electrical Motor Generator Ohm's Law Combinations of Resistors Simple AC Circuits Electromagnetic Oscillating Circuit Electromagnetic Wave 04/20/2001 .11/27/2003 09/11/2002 .01/18/2003 04/19/1998 .de/ph14e/ (2 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 11/29/1997 .01/18/2003 02/25/1998 .01/18/2003 03/05/1998 .01/18/2003 09/20/1999 .walter-fendt.01/18/2003 05/24/1998 .01/18/2003 Optics Refraction of Light Reflection and Refraction of Light Waves (Explanation by Huygens' Principle) Refracting Astronomical Telescope Interference of Light at a Double Slit 12/20/1997 .07/04/2003 06/13/1998 .01/18/2003 Oscillations and Waves Simple Pendulum Spring Pendulum Coupled Pendula Forced Oscillations (Resonance) Beats 05/21/1998 .Java Applets on Physics (Java 1.

01/18/2003 Walter Fendt.Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 Theory of Relativity Time Dilation 11/15/1997 .11/01/2003 Thermodynamics Special Processes of an Ideal Gas 12/25/1999 . 2004 Mathematics Applets Astronomy Applets Homepage E-Mail Copyright Awards and Links http://www.01/18/2003 Physics of Atoms Photoelectric Effect 02/20/2000 .walter-fendt.01/18/2003 Bohr's Theory of the Hydrogen Atom 05/30/1999 . March 11.4) Diffraction of Light by a Single Slit 10/11/2003 .01/18/2003 Law of Radioactive Decay 07/16/1998 .01/18/2003 Nuclear Physics Radioactive Decay Series 07/20/1998 .de/ph14e/ (3 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .

microsoft. Please update your Favorites. http://www.com/ie/ [13/03/2004 16:17:18] .microsoft.com/windows/ie/default.htm.http://www.microsoft.com/ie/ The Internet Explorer home page has moved to www.

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1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO
Essencialmente, existem dois tipos de portadores de carga elétrica: prótons (+) e elétrons(-). Em condições de equilíbrio, qualquer material é eletricamente neutro, contendo igual número de prótons e elétrons. Um material é eletricamente positivo quando tem excesso de prótons, ou falta de elétrons. Da mesma forma, ele será negativamente carregado se tiver um excesso de elétrons. Um material pode ser eletrizado através de dois processos:
r r

Eletrização por atrito Eletrização por indução

Eletrização por atrito ocorre quando materiais não condutores são atritados uns contra outros. Nesse processo, um dos materiais perde elétrons e outro ganha, de modo que um tipo de material fica positivo e outro fica negativo. Uma experiência simples consiste em carregar um pente passando-o várias vezes no cabelo. A comprovação de que ele ficou carregado é obtida atraindo-se pequenas partículas, por exemplo, de pó de giz. A figura ilustra as etapas essenciais do processo de eletrização por indução. Na
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1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

ilustração, tem-se inicialmente um corpo carregado e outro descarregado ( para que o processo seja factível, este corpo deve ser condutor). A aproximação do corpo positivamente carregado atrai as cargas negativas do corpo eletricamente neutro. A extremidade próxima ao corpo carregado fica negativa, enquanto a extremidade oposta fica positiva. Mantendo-se o corpo carregado próximo, ligase o corpo eletricamente neutro à terra. Elétrons subirão da terra para neutralizar o “excesso” de carga positiva. Cortando-se a ligação à terra, obtém-se um corpo negativamente carregado.

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seria melhor dizer que um dielétrico quase não conduz a eletricidade.A LEI DE COULOMB Condutores e Isolantes No contexto do eletromagnetismo.br/tex/fis142/mod01/m_s02. quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material dielétrico. vamos nos deter apenas nos condutores e nos dielétricos. ela tenderá a se distribuir até que o campo no interior do material seja nulo. Na verdade. Ao contrário. numa linguagem bastante simples.html [13/03/2004 16:18:17] . que se encarregam de conduzir a eletricidade.ufrgs.1. um material condutor tem facilidade para conduzir a eletricidade. enquanto um dielétrico não conduz a eletricidade. Podemos dizer. Como os nomes sugerem. Há circunstâncias (veremos mais tarde) em que ele também conduz. Para o momento.if. Assim. quando esta carga é colocada num condutor. http://www. ela permanece no local em que foi colocada. podemos classificar os materiais em: r r r r Condutores Isolantes (ou dielétricos) Semicondutores Supercondutores. que um dielétrico é diferente de um condutor porque este tem elétrons livres.3 A LEI DE COULOMB Capitulo 1.

http://www. considerando apenas as cargas estacionárias. vê-se duas cargas elétricas.ufrgs.1. que a força entre cargas q1 e q2 é dada por: (1. denominada permissividade elétrica no vácuo. +e+ +e-e- No aplicativo acima.if.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 1 .85x10-12 C2/Nm2.99x109 Nm2/C2 é uma constante que tem essa forma para atender necessidades de ajustes dimensionais e para simplificar as equações de Maxwell. experimentalmente. Esta abordagem pode ser simplificada desprezando-se a atração gravitacional frente à interação eletromagnética. podemos dizer que dois corpos eletrizados interagem através da atração gravitacional e da interação eletromagnética. Eletrostática é esta área do eletromagnetismo que aborda interações entre cargas estacionárias ou quase estacionárias. Coulomb descobriu.A LEI DE COULOMB FORÇA ELETROSTÁTICA Numa abordagem bastante geral. ε0=8.br/tex/fis142/mod01/m_s03. Podemos fazer outra simplificação.1) onde =8.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . Na maioria dos casos tratados aqui essa é uma boa aproximação. é uma constante muito importante no eletromagnetismo.

br/tex/fis142/mod01/m_s03.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . na barra amarela que fica na parte de baixo da moldura. 4) Você consegue explicar porquê foi sugerido que a carga se movimentasse ao longo dos eixo dos x's? http://www.1. Use pelo menos 10 pontos para fazer gráfico. e movimente a outra ao longo do eixo dos x's. o valor das coordenadas e da força. 3) Fixe uma das cargas.if. 2) Clique sobre uma carga e veja. Faça o gráfico de F versus a distância entre as cargas.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB 1) Altere os sinais das cargas e observe os sentidos das forças de interação eletrostática.ufrgs.

Pelo princípio da superposição. q. o http://www. nos pontos y=+a e y=-a. Vamos tomar a primeira providência.1 Duas cargas positivas puntiformes.2 é a expressão gráfica do enunciado acima. colocada no eixo dos x. Calcule a força dessas duas cargas sobre uma terceira carga. são colocadas no eixo dos y. A figura 1. . Portanto.if.br/tex/fis142/mod01/m_s04. e que Q1=Q2=Q=q.4 EXEMPLO 1.1 Capitulo 1 . válida em quase todos os problemas de física: fazer um desenho que represente o enunciado. conforme figura acima.A LEI DE COULOMB EXEMPLO 1.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . Por simetria chega-se à conclusão que a força resultante sobre a terceira carga tem a direção do eixo x. tem-se F1=F2=kq2/r2.ufrgs. Tendo em conta as posições das cargas. Q1 e Q2.3.

em aparente contradição com os apontamentos ao lado.if.br/tex/fis142/mod01/m_s04.1 módulo da força resultante será Mostre que a força resultante é máxima no ponto Substituindo o valor negativo de x na expressão . Tente descobrir onde está o equívoco.4 EXEMPLO 1. http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . obtém- se um resultado positivo.3.ufrgs. .

determine as componentes horizontais e verticais da força resultante que atua na carga –q (canto superior direito).br/tex/fis142/mod01/m_ex. As cargas estão em repouso absoluto. são largadas a partir do repouso.6 Exercicios Capitulo 1 . Pergunta 1 q 1. 0.3.1.94kq2/a2. com um afastamento de 3x10-3 m entre elas.A LEI DE COULOMB Exercicios. 7x10-10 C.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:30] . Figura 1. q=2x10-6 C e a=10 cm.2 Considerando.ufrgs. Quais são: (a) a aceleração da segunda partícula? (b) O módulo da carga comum? R.4x10-7 kg.0x10-7 kg e 5. na figura 1. As partículas têm massas iguais a 7. R.3 http://www.1 Duas partículas igualmente carregadas.: 900 m/s2.: 1.06kq2/a2.if. e a aceleração inicial da primeira partícula é de 700 m/s2. Pergunta 2 q 1.

Calcule a distância que uma deve ficar da outra. Pergunta 5 q 1. a uma distância a partir do vértice. +q e +9q.6 Exercicios Pergunta 3 q 1.4 Cargas iguais a +Q são colocadas nos vértices de um triângulo equilátero de lado L.ufrgs. de modo que o sistema fique em equilíbrio.5 Uma carga Q igual a 2x10-19 C é dividida em duas. a uma distância d/4 a partir da carga +q. R. (b) Mostre que o equilíbrio é instável. R. colocada entre as cargas +q e +9q. (a) Determine a posição. R.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:30] . (Q-q) e q.: Carga colocada na bissetriz. para que esta força seja igual 9x10-9 N.: Carga –9q/16. Uma terceira carga é colocada de tal modo que todo o sistema fica em equilíbrio. o módulo e o sinal da terceira carga.br/tex/fis142/mod01/m_ex. o módulo e o sinal de uma carga colocada no interior do triângulo.if. estão afastadas por uma distância d. Determine a posição.: 1Å http://www.1.3 Duas cargas pontuais livres. Pergunta 4 q 1. de modo que a repulsão coulombiana seja máxima.

7 (a) Quantos elétrons deverão ser removidos de uma pequena esfera.if.6 Exercicios Pergunta 6 q 1. Considerando o ângulo θ tão pequeno de modo que seja válida a aproximação . http://www.1.4. e tenha massa igual a 3. conforme ilustra a figura 1.ufrgs. estão suspensas por fios não condutores de comprimento L.11 g.br/tex/fis142/mod01/m_ex.: 1010 elétrons.6x10-9 C? (b) Supondo que a esfera seja de cobre. calcule a fração dos elétrons totais da esfera que corresponde ao valor encontrado em (a).4 Pergunta 7 q 1.6 Duas cargas pontuais idênticas. de massa m e carga q. para deixá-la com carga igual a +1. mostre que Figura 1.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:30] . R. 1/1014.

Uma carga de prova (vermelha) pode ser usada para se determinar o valor de E em qualquer ponto no interior da moldura. q0. Apresenta-se nesta simulação.ufrgs.O CAMPO ELÉTRICO Ação a Distancia A força coulombiana.1. Isto é. a interação entre duas cargas.html [13/03/2004 16:18:32] .2. a carga líquida na distribuição é positiva. um conceito mal compreendido.br/tex/fis142/mod02/m_s01.2. assim como a força gravitacional. a configuração de campo elétrico criado por uma certa distribuição de carga. desde Newton até meados do século passado.2 Ação a Distancia Capitulo 2 . De acordo com o conceito de campo. basta colocar uma carga de prova naquele ponto e dividir a força medida pelo valor da carga. o campo é assim definido (2.if. ocorre através da ação do campo de uma delas sobre a outra. O valor é positivo.1) onde a carga de prova. quando Faraday introduziu a idéia de campo. são interações à distância. Operacionalmente. Faça um gráfico de E versus x. Coloque o cursor sobre a carga e veja o valor de E. obtido com o uso da eq. http://www. Tente colocar a carga de prova em vários pontos com y=0 (aproximadamente igual a zero) e diferentes valores de x. Use uma dessas medidas e determine o valor da carga líquida da distribuição. Q1 e Q2. é tão pequena quanto possível. logo. Compare este gráfico "experimental" com um teórico. para se conhecer o valor do campo elétrico em determinado ponto.

Em cada ponto do espaço. As esferas podem ser colocadas em qualquer ponto do espaço definido pela moldura. no caso do campo magnético: (1) colocar um ímã sob uma cartolina. r Uma forma bastante simples para visualizar linhas de campo. são visualizadas as linhas de campo de quatro esferas carregadas. No aplicativo ao lado. Se tiver dúvida.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . maior a intensidade do campo.br/tex/fis142/mod02/m_s02. (2) espalhar limalha de ferro sobre a cartolina. o valor do campo é determinado pelo número de linhas por unidade de área transversal. Ordene as esferas de acordo com o módulo das suas cargas.1. entre no teleduc e tente tirá-la com o professor ou com algum colega. basta colocar o apontador do mouse sobre a carga e arrastá-la para o ponto desejado.2 LINHAS DE FORÇA Capitulo 2.ufrgs. Coloque as esferas em diferentes posições. Faraday propôs o conceito de linhas de força. e determine o sinal da carga de cada uma. Quanto maior a densidade de linhas de campo. a direção do campo é determinada pela tangente à linha de força. r Em cada ponto do espaço.if. http://www. Existe uma bem definida relação entre campo e linhas de força. determina-se o outro. logo surgiu a dúvida sobre como ele se apresentava no espaço.O CAMPO ELÉTRICO LINHAS DE FORÇA Com a introdução do conceito de campo. de modo que conhecendo-se um.

e tem seu valor ajustado através da barra de controle. Quando o cursor da barra de controle está na extremidade direita. http://www.if. Use o experimento que você acabou de fazer. e tente descrever o que acontece com as linhas de campo.2 LINHAS DE FORÇA No aplicativo ao lado. A carga à direita pode ser positiva ou negativa. Movimente o cursor. Para se introduzir o conceito de campo elétrico no início deste capítulo.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . a carga é máxima.1. DICA: a carga de prova serve para a medida do campo elétrico da outra carga. vê-se duas cargas. utilizamos uma carga de prova. e as linhas de campo (outra denominação também usada para linhas de força) da configuração. e tente justificar por quê a carga de prova tem que ser "tão pequena quanto possível".br/tex/fis142/mod02/m_s02. e quando está na extremidade esquerda a carga é próxima de zero. "tão pequena quanto possível". A carga à esquerda é positiva e tem valor fixo. de uma extremidade à outra.ufrgs. Isto significa que ela serve para se avaliar as linhas de campo da outra carga.

tem-se (2.O CAMPO ELÉTRICO CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Dada uma carga puntiforme.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . q0.1). (2. Consiste de um par de cargas de mesmo valor e sinais contrários. separadas por uma distância d.br/tex/fis142/mod02/m_s03.3) Dipolo elétrico é uma configuração muito importante para o tema que estamos tratando.if.2.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Capitulo 2 . a uma distância r da primeira. pela definição de campo. tem-se o campo de uma carga puntiforme (2.1 http://www. e uma carga de prova.2) Portanto. Figura 2. eq. q.ufrgs.

x»d. Use a eq. Para facilitar a tarefa.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Pelo princípio da superposição.ufrgs. Tecle no botão "iniciar" e observe o movimento do dipolo. coloque teta=0. sobre um dipolo elétrico. Vários parâmetros podem ser alterados pelo usuário. (2. A carga verde é positiva. Os vetores azuis sobre cada carga representam as forças sobre elas.4). Tente explicar o movimento. é dado por (2. A carga pode assumir qualquer valor. seu módulo pode assumir qualquer valor.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . num ponto da sua mediatriz. O campo elétrico é sempre na direção y. analise as forças sobre as cargas.= abaixo. representado pelas linhas de força verticais (verdes).if. Teta = 0 Ey = +1 E(. Inicialmente. é negativa. além disso. E=+1 e Q=1 C.3) e mostre que o campo do dipolo. mas pode ter o sentido + ou . onde p=qd é o momento de dipolo elétrico do dipolo.2. +=acima) Q (verde = "+" vermelho = "-") = 1 C Atualizar valores Iniciar < <1 passo Pausa Reset 1 passo > > Esta simulação permite analisar o efeito de um campo elétrico uniforme. como deve ser no caso de um dipolo. e leve em conta http://www. e a vermelha. Ambas têm o mesmo valor. Teta é o ângulo entre a mediatriz do dipolo e a direção do campo elétrico.br/tex/fis142/mod02/m_s03. faça o seguinte: Clique no botão "pausa" quando o dipolo estiver em diferentes posições.

clicando nos botões "1 passo>>" e "<<1 passo". passo a passo.2. Examine o movimento do dipolo. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO a energia cinética adquirida por cada carga. E e Q. analise o movimento para diferentes valores de teta.ufrgs.br/tex/fis142/mod02/m_s03. Depois. Faça uma descrição o mais detalhada possível do movimento e coloque no seu "portfólio".if.

conclui-se que http://www.O CAMPO ELÉTRICO EXEMPLO 2.if. determine o valor do campo elétrico.br/tex/fis142/mod02/m_s04.html [13/03/2004 16:18:43] . g. Ao invés do peso. e tangencia a borda da placa inferior ao sair.2. e seu sentido é para cima.2 O movimento do elétron é semelhante ao de um projétil lançado no campo gravitacional.2. Ao invés da aceleração da gravidade. A direção do campo é vertical. tem-se a aceleração a=eE/m. Supondo que o elétron penetra no campo em um ponto eqüidistante das placas. Do que sabemos sobre lançamento de projétil (ver cálculo ao lado).4 EXEMPLO 2. em um campo uniforme entre as placas paralelas da figura 2.ufrgs.1 Capitulo 2. tem-se sobre o elétron a força Coulombiana F=eE. Figura 2.1 Um elétron é lançado horizontalmente com uma velocidade V0.

num campo elétrico uniforme de módulo igual a 5x103 N/C.3 Na figura 2. Pergunta 3 q 2.0 µC.1x10-7 N/C. para os quais o campo elétrico total no ponto P (encontro das bissetrizes) será nulo.ufrgs. Determine o módulo e o sinal da carga Q. de baixo para cima.3 as cargas estão fixas nos vértices de um triângulo equilátero. calcule a aceleração do elétron. http://www.: 8. Pergunta 1 q 2. Ignorando o efeito da gravidade.br/tex/fis142/mod02/m_ex.: 2.6 Exercicios Capitulo 2 .1 Um elétron é solto a partir do repouso.2 Quais são o módulo e a direção do campo elétrico que equilibrará o peso de uma partícula α (2 prótons e 2 nêutrons)? R. R. R.: 2.78x1014 m/s2 Pergunta 2 q 2.1.if.O CAMPO ELÉTRICO Exercicios.html (1 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .

m. a uma distância de 300 Å do seu centro. direção e sentido) sobre um elétron colocado no eixo do dipolo.ufrgs. Pergunta 5 q 2. Pergunta 6 q 2.36d.4 Duas cargas. http://www. são fixas e separadas por uma distância d.br/tex/fis142/mod02/m_ex. considerando que 300 Å>>d. Mostre que o campo elétrico num ponto situado ao longo do eixo que une as cargas. distando x (x>>d). –3q e +q. do ponto médio entre elas. à direita da carga +q.3 Pergunta 4 q 2.5 Considere um dipolo elétrico com momento igual a 2x10-29 C. R.4.if. Faça um desenho representando este dipolo e calcule sua força (módulo. vale .6 Considere positivas as cargas na figura 2. Localize o(s) ponto(s) onde o campo elétrico é nulo.1.06x10-15 N.: 1.6 Exercicios Figura 2.html (2 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . R.: 1.

7 Um próton é projetado na direção indicada na figura 2. o próton atinge a placa superior.1 Pergunta 7 q 2. O campo elétrico uniforme existente entre as placas tem uma intensidade de http://www.6 Exercicios Figura 2. Figura 2.99 cm do início da placa.8 Na figura 2. determine a trajetória do próton até que ele atinja uma das placas.6x10-8 s depois de lançado.if. ou saia da região sem atingi-las.br/tex/fis142/mod02/m_ex.: 4. com velocidade inicial de 2 x 1017 m/s. Despreze o efeito da gravidade.1.6 um elétron é projetado ao longo do eixo que passa no meio entre as placas de um tubo de raios catódicos. R.5.ufrgs. O ponto do choque dista 1.html (3 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .5 Pergunta 8 q 2. com velocidade 5x105 m/s. E=3x104 N/C. d=2 cm e L=15 cm. Considerando θ=30o.

abaixo do eixo. em relação ao eixo.ufrgs.6 Exercicios 20000 N/C e está orientado para cima. igual a zero!. (a) De quanto o elétron se afastará do eixo quando ele chegar ao fim das placas? (b) A que ângulo. (b)θ aprox.:(a) 7x10-23 m.html (4 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .6 http://www. o elétron se move no instante em que está saindo das placas? (c) A que distância.9x10-22 Figura 2.if.1. o elétron atingirá a tela fluorescente S? R. (c)4.br/tex/fis142/mod02/m_ex.

veremos facilmente que o fluxo depende da quantidade daquilo que flui e da área através da qual passa o "fluido". de modo que E seja constante nessa área infinitesimal. maior será o fluxo de clientes para o interior da loja. Quanto maior o número de carros por minuto. http://www. e nem sempre esta é perpendicular ao campo. em determinado intervalo de tempo. A esta área associamos um vetor . dividindo a superfície em elementos tão pequenos quanto possível.if. Podemos melhorar a definição. Numa primeira abordagem. Qualquer que seja o caso. Da mesma forma. quanto maior o número de clientes ou quanto maior a porta de entrada. já introduzimos o conceito de fluxo.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:50] . Essa noção intuitiva está na origem daquilo que podemos denominar fluxo do campo elétrico (E).1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Capitulo 3 . o proprietário de uma loja mede a sua clientela pela quantidade de gente que passa pela porta de entrada.3. cuja direção é perpendicular à área e cujo módulo é igual à área. Quem ouve rádio no verão em Porto Alegre está a todo momento sendo informado que passam tantos carros por minuto no posto da Polícia Federal da auto-estrada.A LEI DE GAUSS FLUXO DO CAMPO ELÉTRICO Vamos iniciar por uma idéia simples e intuitiva.br/tex/fis142/mod03/m_s01. Pronto. podemos dizer que Fluxo de campo elétrico = intensidade de campo elétrico X área perpendicular ao campo Logo veremos que essa definição é muito simplificada. Podemos manter a idéia intuitiva definindo fluxo infinitesimal. porque em geral o valor de E varia ao longo da superfície. Portanto. e tem pouco valor operacional. maior o fluxo.

o fluxo através de determinada área S é dado pela integral de superfície (3. o vetor área é convencionalmente dirigido de dentro para fora.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO (3.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_s01.2) No caso de uma superfície fechada.if. O fluxo através de uma superfície fechada é assim representado (3.1) Assim.3.3) http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:50] .

Isto é. A lei de Gauss estabelece que (3. envolvendo esta carga.A LEI DE GAUSS A Lei de Gauss Seja uma carga Q. fechada. Todavia.4) A lei de Gauss é válida para qualquer situação. para ser operacionalmente útil ela deve ser usada apenas em determinadas circunstâncias.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .3 A LEI DE GAUSS Capitulo 3 . com campo uniforme. Existem três tipos de simetrias que facilitam o uso da lei de Gauss r r r Simetria planar. e para qualquer tipo de superfície fechada. Por exemplo. se o campo elétrico for calculado num ponto muito próximo do plano. Simetria esférica A simetria planar aplica-se no caso de uma distribuição de cargas num plano infinito.br/tex/fis142/mod03/m_s02.3.ufrgs. ou não. um plano finito pode ser considerado infinito. também denominada superfície Gaussiana.if. Uma circunstância favorável ocorre quando a superfície Gaussiana é tal que o produto escalar entre o campo e o vetor superfície é facilmente obtido Isso é sempre possível quando a distribuição de cargas apresenta alta simetria. se a distância do plano ao ponto for muito menor do que as dimensões do plano http://www. ou no caso em que se possa fazer a aproximação de plano infinito. Imagine uma superfície qualquer. Simetria cilíndrica ou axial.

um cilindro finito pode ser considerado infinito em determinadas circunstâncias. Então. http://www. expressa na eq. aplica-se no caso de uma distribuição linear infinita. Cargas distribuídas num cilindro infinito. significa que o fluxo através de uma superfície fechada é proporcional à carga englobada por esta superfície. 3. Quanto maior o detetor.if. para medir fluxo elétrico. Veremos mais adiante como usar a lei de Gauss para calcular o campo devido a cada uma dessas distribuições.br/tex/fis142/mod03/m_s02. Observe que a lei de Gauss. estamos englobando uma certa quantidade de carga elétrica. cujos valores medidos são apresentados na barra à esquerda da moldura. mais carga ele vai englobar. se numa região tivermos cargas positivas e negativas. Existem dois casos típicos de simetria esférica: r r Carga puntiforme. Então. é porque a carga é positiva (negativa). Detector Detector Detector Detector 1 2 3 4 Nesta animação. quando usamos um desses detetores. Uma certa quantidade de carga elétrica é distribuída dentro da moldura. Dispomos de quatro tipos de detetores de fluxo elétrico. Existem dois casos clássicos: r r Linha infinita de cargas.4. De modo análogo ao caso anterior. Distribuição esférica de cargas. próximas umas das outras.3 A LEI DE GAUSS A simetria cilíndrica. Se o fluxo for positivo (negativo).html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . Qual é a diferença essencial entre um detetor e outro? É o tamanho.ufrgs. o espaço definido pela moldura é dividido em duas regiões: dentro e fora do círculo cinza. ou axial. precisamos escolher um detetor com tamanho apropriado para distinguir os tipos de carga.3. o valor medido é proporcional à carga englobada.

3 A LEI DE GAUSS Use os diferentes detetores e descreva como a carga é distribuída no espaço definido pela moldura.br/tex/fis142/mod03/m_s02. http://www.3.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .ufrgs.if.

ufrgs. o uso de uma ou outra lei é determinado pelas seguintes circunstâncias: r r Distribuição de cargas com alta simetria . Lei de Gauss Distribuição de cargas com baixa simetria ...A LEI DE GAUSS LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB.if.br/tex/fis142/mod03/m_s03.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 3 . Então.html [13/03/2004 16:18:55] . quando e por que usar uma ou outra lei? Como regra. o cálculo do campo elétrico para determinada distribuição de carga fornece o mesmo resultado..Lei de Coulomb. quer seja realizado através de uma ou outra lei. Portanto..3. http://www. A lei de Gauss e a lei de Coulomb são formas diferentes de abordar o mesmo problema.

Então.ufrgs.4 CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 3 .html [13/03/2004 16:18:58] . tendo em conta que E é constante. a expressão (3.3. 4πr2. Isto é. é dado por (3.A LEI DE GAUSS CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Por argumentos de simetria. o produto escalar será simplesmente EdS. Portanto. o valor do campo é o mesmo para qualquer ponto sobre uma esfera. Mais do que isso. Portanto.if. o campo deve ser normal a esta esfera. q. a melhor Gaussiana para calcular o campo a uma distância r de uma carga puntiforme é uma esfera de raio r.5) é igual à expressão (2.br/tex/fis142/mod03/m_s04. Em qualquer ponto sobre a Gaussiana. obtida com o uso da lei de Coulomb.5) Como era de se esperar.3). http://www. o campo de uma carga puntiforme. é fácil chegar à conclusão de que o campo de uma carga puntiforme deve ter simetria esférica. teremos A integral fechada sobre a superfície corresponde à área da esfera. a uma distância r.

Portanto. convém distinguir algumas situações.Já sabemos que quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material condutor. Em primeiro lugar. ela se distribuirá de modo a manter o campo nulo no interior do material. Portanto. dependendo do material o tratamento será bem diferente. a situação é bem diferente. r http://www. a carga elétrica se distribuirá uniformemente na superfície externa. para um material condutor não há diferença entre uma esfera e uma casca esférica.ufrgs. r Material condutor . Para esse tipo de material não é suficiente conhecermos a quantidade de carga. Em ambos os casos. há que se saber a forma como ela está sendo distribuída. Numa esfera a carga ficará uniformemente distribuída na sua superfície.Quando o material é nãocondutor. uma esfera dielétrica pode ser bastante diferente de uma casca esférica. A carga não se distribui como no caso do condutor.3. grosso modo.if.br/tex/fis142/mod03/m_s05. necessitamos conhecer a densidade de carga no interior do material.5 DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA Capitulo 3 . ela fica onde a colocamos. em termos de cálculo de campo elétrico e uso da lei de Gauss.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA No caso de uma distribuição de cargas com simetria esférica. Material dielétrico .html [13/03/2004 16:18:59] . Isto é.

O campo é igual ao de uma carga puntiforme. De modo análogo ao caso da carga puntiforme. (3. para pontos externos.r>R. pouco importa se temos uma esfera maciça. dado na eq.ufrgs. uma esfera condutora de raio R comporta-se.3. http://www.html [13/03/2004 16:19:01] . oca ou se temos uma simples casca esférica.5). qualquer que seja o objeto.6 ESFERA CONDUTORA Capitulo 3 . argumentos de simetria nos levam à conclusão de que o campo de uma esfera condutora tem simetria esférica. de modo que a melhor Gaussiana será uma esfera concêntrica com a distribuição de cargas.A LEI DE GAUSS ESFERA CONDUTORA Já vimos acima que no caso de material condutor. o campo interno sempre será nulo.br/tex/fis142/mod03/m_s06. Portanto. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.if.

for conhecida. resultando (3. ρ.if. é constante.br/tex/fis142/mod03/m_s07. Se conhecemos a densidade de carga. teremos Q=4πρr3/3. r Região II . uma esfera condutora de raio R comporta-se. basta colocá-la no lugar de q. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. isto é. Q=4πR3ρ/3. Q. Se a carga total.ufrgs. conhecermos a densidade. Se ao invés disso. dada em C/m3.A LEI DE GAUSS ESFERA DIELÉTRICA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. O resultado tem a mesma forma apresentada na eq.r < R A carga que aparece na lei de Gauss.6) Portanto. é aquela envolvida pela superfície Gaussiana.3. O campo no interior da esfera será dado por http://www. na qual a densidade variasse com a distância ao centro. r Região I . Poderíamos ter uma distribuição mais complexa.r > Raio da distribuição (R) O cálculo é análogo ao do campo de uma carga puntiforme. a densidade ρ. então a carga será dada pelo produto da densidade pelo volume da esfera.5). Isto é.7 ESFERA DIELÉTRICA Capitulo 3 . a carga no interior do volume 4πr3/3.r>R. para pontos externos. (3.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:06] .

3.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:06] .7 ESFERA DIELÉTRICA (3. em função do raio. http://www.ufrgs.7) O variação do campo.br/tex/fis142/mod03/m_s07. é representada na figura abaixo.if.

É óbvio que a superfície Gaussiana mais apropriada é o cilindro indicado na figura ao lado. de modo que as duas primeiras integrais são nulas. a intensidade é a mesma em qualquer ponto da superfície lateral de um cilindro. é constante.br/tex/fis142/mod03/m_s08. transformando-se numa soma de integrais de superfície. ao longo das bases do cilindro e ao longo da superfície lateral.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . Isto é. Isto é.if. Na superfície lateral. dada em C/m3. e a direção é perpendicular a esta superfície lateral. cujo eixo coincide com o eixo da distribuição da cargas. Argumentos de simetria permitem concluir que o campo apresenta simetria cilíndrica.3. na qual a densidade variasse com a distância ao centro. A integral fechada da lei de Gauss pode ser desdobrada. o campo é http://www. os vetores E e dS são perpendiculares entre si. Em qualquer ponto das bases.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Capitulo 3 . a densidade ρ.ufrgs.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa.

é dado por http://www. Portanto. uma esfera condutora de raio R comporta-se.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA constante e tem a mesma direção do vetor dS. Portanto.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:12] .ufrgs. o campo criado por uma distribuição linear infinita. Portanto.r>R. para pontos externos. A carga no interior da Gaussiana é q=λh.3. a uma distância r do eixo da distribuição.br/tex/fis142/mod03/m_s08.if. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.

ao longo das bases e da superfície lateral da Gaussiana Em qualquer ponto da superfície lateral. De modo análogo ao procedimento adotado no caso da simetria cilíndrica.ufrgs.A LEI DE GAUSS PLANO INFINITO DE CARGAS Vamos considerar uma distribuição infinita de cargas. os vetores E e dS são mutuamente perpendiculares.br/tex/fis142/mod03/m_s09. a integral fechada pode ser desdobrada em integrais abertas.if. conforme figura abaixo Por simetria concluise que o campo é perpendicular ao plano de cargas.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . o cilindro da figura acima é uma boa escolha como superfície Gaussiana.3.9 PLANO INFINITO DE CARGAS Capitulo 3 . com densidade uniforme +σ. de modo que o produto http://www. Portanto. e que sua intensidade é constante ao longo de qualquer plano paralelo ao plano de cargas.

br/tex/fis142/mod03/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:17] .9) http://www. quanto na base2.9 PLANO INFINITO DE CARGAS escalar é nulo. resultando (3. tanto na base1. de modo que A carga no interior da superfície Gaussiana é q=σA.if.ufrgs. E é constante e paralelo a dS. Por outro lado.3.

A LEI DE GAUSS Exercicios.2 Uma linha infinita de cargas produz um campo de 3x104 N/C a uma distância de 3 m. com densidade linear http://www. A extremidade aberta é limitada por um aro de área A.3 A figura 3.11 Exercicios Capitulo 3 . Calcule o fluxo de E através da rede. R.ufrgs. Calcule a densidade linear de carga.2 mostra parte de dois longos e finos cilindros concêntricos de raios a e b.3.1 Uma rede de caçar borboleta está numa região onde existe um campo elétrico uniforme.: 5x10-6 C/m Pergunta 3 q 3.html (1 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . Pergunta 1 q 3. Pergunta 2 q 3.1. perpendicular ao campo. Os cilindros possuem cargas iguais e opostas. como ilustra a figura 3.if.br/tex/fis142/mod03/m_ex.

(b)-q em cada superfície.html (2 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .if. http://www.3.br/tex/fis142/mod03/m_ex. também condutora e de comprimento L.11 Exercicios λ. Use a lei de Gauss para mostrar que: (a) E=0 para r<a e (b) entre os cilindros Figura 3. (c) o campo elétrico na região entre os cilindros. de comprimento L. Use a lei de Gauss para calcular: (a) o campo elétrico na região externa à casca cilíndrica.ufrgs. contendo uma carga +q e envolvido por uma fina casca cilíndrica.3 mostra um cilindro condutor muito longo. apontando de fora para o centro do cilindro. R:(a)E=(1/2πε0)(q/Lr). apontando do centro do cilindro para fora. contendo uma carga –2q.4 A figura 3.2 Pergunta 4 q 3. (c)idem ao ítem (a). (b) A distribuição de cargas na parte interna e na parte externa da casca cilíndrica.

3 Pergunta 5 q 3.3. suspensa no campo gravitacional da terra por um fio de seda que faz um ângulo θ com uma placa não condutora infinita e uniformemente carregada.if. Mostre que a uma distância r do eixo do cilindro (r<R).4 mostra uma esfera com massa m e carga q.br/tex/fis142/mod03/m_ex. σ.html (3 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . com densidade ρ.ufrgs. de raio R.6 A figura 3. R: σ=2mgε0tgθ/q http://www. contém uma carga uniformemente distribuída.5 Um cilindro infinitamente longo. Pergunta 6 q 3. Calcule a densidade superficial de carga da placa.11 Exercicios Figura 3.

4 Pergunta 7 q 3.ufrgs.5 mostra duas placas infinitas com suas superfícies internas carregadas com densidades superficiais de carga +σ e -σ. (c) na região à direita das placas.11 Exercicios Figura 3.7 A figura 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex.5 http://www. (b) na região entre as placas.if.3. Determine o campo elétrico: (a) na região à esquerda das placas. Figura 3. R: E=0 fora do capacitor.html (4 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . E=σ/ε0 no interior do capacitor.

Concêntrica com esta casca. (c)E=0. (b)E=q/(4πε0r2). R: (a)E=0. (b) ra<r<rb.3.9 A figura 3.11 Exercicios Pergunta 8 q 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex. R: (a)E=0. http://www.8 Uma fina casca esférica metálica de raio ra possui uma carga qa. concêntrica com uma casca esférica condutora de raios rb e rc e carga -2q. (e) Use a lei de Gauss para mostrar como as cargas se distribuirão na parte interna e na parte externa da casca esférica. (d) r>rc. apontando para o centro da esfera. (b)E=(1/4πε0r2)(qa). existe outra fina casca metálica de raio rb (rb>ra) e carga qb. (b) ra<r<rb.6 mostra uma esfera condutora de raio ra. (c) r>rb.html (5 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . Calcule o campo elétrico nas regiões onde: (a) r<ra.if. Calcule o campo elétrico nas regiões em que: (a) r<ra. apontando para fora.ufrgs. com carga +q. (d)E=q/(4πε0r2). (c) rb<r<rc. (c)E=(1/4πε0r2)(qa+qb) Pergunta 9 q 3.

html (6 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .3.ufrgs.6 http://www.br/tex/fis142/mod03/m_ex.11 Exercicios Figura 3.if.

∆U+∆K=0. Já sabemos que dada uma força central. conclui-se que W = . Tomando como exemplo o clássico problema de uma mola e uma massa. e vice-versa.2 ENERGIA POTENCIAL Capitulo 4 . Vimos que o trabalho realizado sobre a massa era dado pela variação da energia cinética W = ∆K Da conservação da energia. é possível definir uma função dependente da posição denominada simplesmente potencial. é dado pela integral de linha http://www.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . leva ao teorema da conservação da energia cinética mais energia potencial.∆U (4. Por isso são também conhecidas como forças conservativas.if. Mais importante do que isso. pode ser inteiramente transposto para o caso do potencial elétrico.4. tudo o que já aprendemos com o potencial gravitacional. conhecida como força central. esse tipo de força.ufrgs.br/tex/fis142/mod04/m_s01. vimos que a conservação de energia manifesta-se pela transformação de energia potencial em energia cinética. com propriedades muito interessantes referente ao princípio da conservação da energia Vamos relembrar algumas noções fundamentais. em movimento oscilatório.1) Sabemos que o trabalho para levar um objeto de uma posição i até uma posição f.POTENCIAL ELÉTRICO ENERGIA POTENCIAL Já vimos que a força eletrostática tem a mesma forma da força gravitacional. Assim.

no caso do potencial gravitacional. vejamos o caso de uma força uniforme. cuja direção no plano é dada na figura abaixo.1) de outra forma: Uf .2 ENERGIA POTENCIAL (4. dl é um elemento de integração tangente ao percurso entre i e f.ufrgs.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:31] .br/tex/fis142/mod04/m_s01. costuma-se arbitrar Uterra=0 No caso eletrostático. Um dado importante é que o trabalho calculado em (4. sempre tem-se diferença de energia potencial. Figura 4.Ui = -Wif (4.1 Vamos escrever a eq. Para ilustrar. e sempre aponta de i para f.3) Este resultado é absolutamente geral. arbitrariamente. a menos que se diga o contrário. Isso implica na possibilidade de se definir. (4.4. depende apenas dos pontos iniciais e finais. usase http://www. Por exemplo. jamais energia potencial absoluta.2) não depende do caminho.2) onde F é a força que atua sobre o objeto. uma "origem".if.

dada uma configuração de cargas. é o negativo do trabalho realizado pelo campo para trazer a carga de prova do infinito até o ponto considerado. criadora de um campo.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . http://www.4.if.br/tex/fis142/mod04/m_s01.2 ENERGIA POTENCIAL Ui = U? = 0 Uf = U = -W? Assim. a energia potencial desse sistema e uma carga de prova situada em determinado ponto.ufrgs.

3 POTENCIAL Capitulo 4 .POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL No sistema de unidades SI.html [13/03/2004 16:19:33] . pode-se linguagem mostrar que a diferença de potencial popular.ufrgs.4. potencial entre dois pontos "i" e "f". É por isso que na Do que foi discutido acima.4) Volt (V).5) Ao invés de trabalhar com energia potencial. assim definido http://www. a unidade de potencial é o (4. é dado pela elétrico é mais relação conhecido como voltagem. (4.br/tex/fis142/mod04/m_s02. é mais conveniente trabalhar com o potencial.if.

POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME O potencial no ponto P.6) Figura 4. V?=0.2 Agregar carga: Positivo Negativa Testar Reiniciar Linhas de campo: http://www.if. a uma distância r da carga q.ufrgs.br/tex/fis142/mod04/m_s03. é de acordo com (4. mostra-se facilmente que (4.4.html [13/03/2004 16:19:36] .4 POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 4 .5).5). Como dl=-dr'. e E é dado pela expressão (3.

o que interessa é calcular o campo em pontos muito distantes. Qualquer que seja o caso. é possível calcular o campo num ponto da linha que une as duas cargas. em pontos cuja distância ao centro do dipolo seja muito maior do que a distância entre as cargas. Se r » d. tem-se http://www. Já o cálculo num ponto qualquer. Usando esta expressão para o caso do dipolo. Veremos agora que não existe dificuldade para se calcular o potencial num ponto qualquer. cujo resultado é Pelo princípio da superposição. é bastante complicado.br/tex/fis142/mod04/m_s04.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .4.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UM DIPOLO No capítulo 2 calculamos o valor do campo elétrico de um dipolo num ponto da sua mediatriz [eq. fora dessas duas direções privilegiadas. seguem-se as seguintes aproximações Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros. (2. Através de um cálculo similar.if. isto é.4)].5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Capitulo 4 .ufrgs. também muito distante.

obtém-se (4.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Com as aproximações acima.7) Figura 4.if.br/tex/fis142/mod04/m_s04.4.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .ufrgs.3 http://www.

em energia cinética.4) estabelece uma relação entre potencial e energia potencial: U = qV Isto significa que se uma carga q for submetida a um potencial V.ufrgs. A primeira simulação mostra um campo uniforme. http://www.6x10-19 J Quando uma partícula qualquer.4. adquire energia igual 1. ela adquire uma energia igual a NV eV. Vamos aproveitar esta simulação para introduzir o conceito de superfície eqüipotencal.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . ao longo da qual o potencial tem o mesmo valor. por exemplo gerado por um plano infinito de cargas. pelo princípio da conservação de energia.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL ACELERADOR A expressão (4. Se a carga tiver liberdade para se movimentar. 1 eV = 1.if. se uma partícula alfa for acelerada por um potencial de 1000 V. a energia potencial vai transformar-se. Por exemplo. Um elétron (q=1.6x10-19 J. q=Ne. Nas simulações a seguir. Trata-se de uma superfície. é acelerada por um potencial de V volt. com carga múltipla da carga do elétron. vamos explorar o conceito de potencial acelerador.6x10-19 C) acelerado por um potencial de 1 V. Essa energia é conhecida como o elétron volt. ela adquirirá uma energia potencial U.br/tex/fis142/mod04/m_s05.6 POTENCIAL ACELERADOR Capitulo 4 . ela adquire a energia de 2000 eV.

esta carga será submetida ao campo do dipolo. lê-se a posição (x. Coloque o cursor sobre ela e mantenha o botão do mouse pressionado. com intervalo de tempo igual a 0. Com os dados obtidos nesta simulação.y) da carga. na barra amarela. e a sua velocidade. passo a passo. Costuma-se dizer que uma carga de prova segue as linhas de campo. Explique. à esquerda. este movimento. x= 0 Iniciar Pausa y= 0 ReIniciar A simulação mostra um dipolo elétrico com as linhas de força do seu campo elétrico. Deixe passar um tempo superior a 1 minuto.4 e demonstre que isso é verdade. Para iniciar o aplicativo a carga deve ser colocada em algum ponto da região onde existe campo elétrico. Ao clicar no botão iniciar. clicando em "pausa". Use as equações 4. à esquerda). O movimento pode ser interrompido. é possível obter a relação entre a carga e a massa da carga de prova.4.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .6 POTENCIAL ACELERADOR Iniciar Pausa <<Passo Passo>> Re-Iniciar Mostrar o campo eletrico. Uma carga de prova pode ser colocada em ponto (x.ufrgs. Isso acontece nesta simulação? Por que? http://www.3 e 4. qualitativamente.y) no interior da moldura.if. coloque x=0 e y=2. Pode avançar ou retroceder. Ela inicia com V=0.br/tex/fis142/mod04/m_s05. Inicialmente. Arraste-a com o mouse.02. Nesta primeira simulação vê-se uma carga de provas. embaixo. e observe o movimento de ida e volta da carga. Clique no botão "iniciar" e veja que a velocidade cresce com o passar do tempo (marcado em cima. Observe o movimento da carga.

6 POTENCIAL ACELERADOR http://www.if.br/tex/fis142/mod04/m_s05.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .4.ufrgs.

POTENCIAL ELÉTRICO GRADIENTE DE POTENCIAL Da relação (4. o campo elétrico é dado pelo gradiente do potencial. mostra-se que as coordenadas cartesianas do campo elétrico são obtidas a partir das seguintes relações (4. vejamos o cálculo do campo de uma carga puntiforme.5).7 GRADIENTE DE POTENCIAL Capitulo 4 . Como exemplo.html [13/03/2004 16:19:47] .br/tex/fis142/mod04/m_s06.4. a partir do potencial.if. segue-se que http://www. Como o potencial só tem uma variável.8) Portanto.ufrgs.

94 x 1019 J de trabalho sobre um elétron. (c) VC – VB? R.1 No movimento de A para B (figura 4.4) ao longo de uma linha de campo elétrico.ufrgs. 2. (b) VC – VA.POTENCIAL ELÉTRICO EXERCÍCIOS.46 Volts.4 Pergunta 2 q 4.7 EXERCÍCIOS Capitulo 4 . Pergunta 1 q 4.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .VA. Quais são as diferenças de potencial elétrico: (a) VB .5.46 Volts.: 2.if. zero Figura 4.2 A densidade de carga de um plano infinito é σ = http://www.br/tex/fis142/mod04/m_ex. o campo realiza 3.

2928 Volts Pergunta 4 q 4. (b) Construa. no mesmo diagrama. Qual é a distância entre as superfícies eqüipotenciais cuja diferença de potencial é de 50 V? R.44 x 104 N/C. (a) Determine o campo elétrico na posição do elétron.3 Duas grandes placas condutoras. carregado positiva e uniformemente.if. (a) Construa um gráfico do potencial V em pontos do eixo x.5. (b) qual é a diferença de potencial entre as placas? R. Supondo que o ar se torna eletricamente condutor quando a intensidade do campo elétrico ultrapassa 3 x 106 N/C.5 Um anel de raio R. um gráfico da intensidade do campo elétrico E. (b) Estabelece-se uma diferença de potencial de 2000 V entre duas placas paralelas no ar.85 mm Pergunta 3 q 4.br/tex/fis142/mod04/m_ex.: 2. é colocado no plano yz.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .7 EXERCÍCIOS 0.ufrgs. http://www. em função de x. Um elétron colocado no meio da distância entre as duas placas experimenta uma força de 3.10 µC/m2.: 8. com seu centro na origem do sistema de coordenadas. qual a menor separação possível entre as placas? Pergunta 5 q 4.4 (a) Mostre que 1 N/C = 1 V/m. paralelas entre si e afastadas por uma distância de 12 cm. têm cargas iguais e sinais opostos nos faces que se confrontam.9 x 10-15 N.

Existe uma carga +q sobre a esfera interna e uma carga –q sobre a externa.br/tex/fis142/mod04/m_ex.5. (a) Mostre que a ddp entre as esferas é (b) Mostre que a intensidade do campo elétrico em qualquer ponto entre as esferas é http://www. no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .ufrgs.7 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 4.6 Uma esfera metálica de raio Ra apóia-se sobre um pedestal isolante.if.

Já vimos que uma forma de produzir campo elétrico numa região. mais adiante. que um indutor é simplesmente um fio condutor enrolado na forma de uma bobina. já neste capítulo. O resistor serve para conduzir a corrente elétrica. Podemos dizer. de forma simples. Mais adiante estudaremos em detalhe o resistor e o indutor. Capacitor (C). campo elétrico e potencial elétrico. tem a capacidade de acumular energia elétrica. mas é interessante.ufrgs. fazer uma discussão geral da utilidade de cada um desses componentes. Veremos. um capacitor tem a propriedade de acumular cargas. vamos agora prepararmo-nos para estudar as aplicações elétricas e eletrônicas.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Capítulo 5 .5. iniciando pelas aplicações mais simples. é carregar duas placas paralelas com cargas iguais e de sinais contrários. dito de outra forma. o indutor serve como um acumulador de energia magnética.if. Qualquer circuito elétrico ou eletrônico. uma parte da energia é perdida por efeito Joule (veremos isso http://www. que o indutor exerce um papel semelhante relativamente ao campo magnético.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . Quando colocado num circuito. ou. Quando uma corrente passa por essa bobina. Indutor (L). cria-se no seu interior um campo magnético.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Após a introdução dos conceitos básicos de força eletrostática. Nesse processo.br/tex/fis142/mod05/m_s01. Portanto. necessita de pelo menos um dos seguintes componentes: r r r Resistor (R). mas sem erro.

nos quais os processos de acumulação e transferência de energia serão discutidos detalhadamente. RL. LC e RLC.5. num circuito contendo esses três componentes.br/tex/fis142/mod05/m_s01. dois deles conservam energia. http://www. Nos capítulos seguintes estudaremos circuitos RC.ufrgs. Portanto. enquanto o terceiro desperdiça.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:57] .if.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS mais tarde).

br/tex/fis142/mod05/m_s02. C. 1 F = 1 Coulomb/Volt.1) A constante de proporcionalidade.5. estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga.if. No sistema SI.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes.ufrgs. Q = CV (5. é denominada capacitância e depende tão somente da geometria das placas.3 DEFINIÇÕES Capítulo 5 . a unidade de capacitância é o Farad. conforme veremos a seguir.html [13/03/2004 16:20:06] . http://www.

4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS >--> Capítulo 5 . dizendo simplesmente que efeitos de borda estão sendo desprezados. Figura 5.2. enquanto na figura 5.ufrgs. a aproximação de plano infinito pode ser usada se a distância entre as placas for muito menor do que as suas dimensões. e para simplificar os cálculos.2(a) representa a situação real. Para todos os efeitos práticos.if. Podemos resumir essa situação. Veja que as linhas de campo são idênticas em toda a extensão do capacitor.1.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS Um capacitor de placas paralelas é esquematizado na figura 5. Mesmo que elas sejam finitas. Já vimos que a diferença de potencial entre as placas relaciona-se com o campo de acordo com a relação V=Ed.br/tex/fis142/mod05/m_s03. porque estamos desprezando os efeitos de borda.2a Figura 5. Por outro lado.2b Vejamos como calcular a capacitância. A figura 5. Na figura 5. vamos supor que as placas sejam planos infinitos. como são na realidade. usando a lei de Gauss determinamos que o http://www. as linhas de campo são traçadas para ilustrar o que significa desprezar efeitos de borda.5.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:11] .1 Figura 5.2(b) a idealização do plano infinito é ilustrada. para o caso do capacitor de placas paralelas.

Para qualquer capacitor. a capacitância só depende da constante dielétrica do meio entre entre as placas. C = ε0A/d (5. Esse tipo de resultado é geral. Vejamos mais dois exemplos. E=q/Aε0. onde A é a área da placa (não há inconsistência.1). como uma aproximação). o campo entre as placas será E = σ/ε0. Portanto. ou. A densidade de carga.2) A relação (5.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS campo de uma placa infinita é dado por E = σ/2ε0. é dada por q/A.br/tex/fis142/mod05/m_s03. Da relação (5. Q = CV. a placa é “infinita” apenas para efeito de cálculo. de onde se obtém q = EAε0. http://www. σ. Portanto. e de propriedades geométricas.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:11] .2) mostra que a capacitância só depende de uma constante universal.ufrgs.5. obtém-se EAε0 = CEd.if. no caso de um par de placas com cargas iguais e de sinais contrários. a constante dielétrica no vácuo. e das dimensões do capacitor. ε0.

obtém-se Portanto.4) em (5. cujo resultado é (5. enquanto o externo está carregado com carga –q.5 CAPACITOR CILINDRICO Capítulo 5 .if. O cilindro interno está carregado com carga +q. e raios a e b.br/tex/fis142/mod05/m_s04.4) Substituindo (5. temos que: (5.3) Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros. a capacitância de um capacitor cilíndrico será: http://www.ufrgs.3).html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:27] . necessitamos estabelecer a relação entre potencial e carga.5. Da relação (4. Para calcular a capacitância.5).CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR CILINDRICO Vamos considerar um par de cilindros de comprimento L.

3 http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s04.5.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .5 CAPACITOR CILINDRICO (5.if.5) Figura 5.ufrgs.

6) http://www.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR ESFÉRICO Use um procedimento análogo ao anterior.ufrgs. e mostre que a capacitância de um capacitor esférico é dado por (5.html [13/03/2004 16:21:46] .if.5.6 CAPACITOR ESFÉRICO Capítulo 5 .br/tex/fis142/mod05/m_s05.

Q=Q1+Q2. Q. na proporção de suas capacidades. i.4 superiores estão com o mesmo Capacitância equivalente de uma potencial.5.7b) A carga. Da mesma forma.1). O que caracteriza esse tipo de associação é a igualdade de potencial entre as placas dos capacitores. associados de diferentes maneiras.. Assim. os circuitos elétricos e eletrônicos são constituídos de vários componentes. dado pelo pólo positivo da baterial.ufrgs.7b).7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Capítulo 5 . Veremos agora como tratar a associação de capacitores. as diferenças de potencial são iguais.4. as placas associação em inferiores estão com o mesmo potencial paralelo negativo. Uma forma simples de abordar esse tipo de problema é considerar a associação dos componentes de um mesmo tipo. Pela equação (5. Portanto. Na ilustração. para o caso de dois capacitores. tem-se: http://www. fornecida pela bateria. A associação em paralelo é ilustrada na Figura 5. V1=V2=V.br/tex/fis142/mod05/m_s06.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Em geral.7a) (5. é distribuída entre os capacitores.7a) e (5.if. obtém-se Q1 = C1V Q2 = C2V (5.html (1 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . as placas Figura 5. Substituindo (5.e.

5 Capacitância equivalente de uma associação em série Portanto. com ‘n’ capacitores. Então. mas as capacitâncias são diferentes.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Q = (C1+C2)V Portanto. Portanto. Ceq = C1+C2 No caso mais geral. Q1 = Q2 = Q = C1V1 = C2V2 Figura 5.if. então os potenciais também serão diferentes. (5. se as cargas são iguais. é fácil concluir que são iguais as cargas acumuladas nas placas de todos os capacitores.br/tex/fis142/mod05/m_s06.5.html (2 de 2) [13/03/2004 16:22:33] .5). (5.8) No caso da associação em série (Figura 5.ufrgs.9) http://www.

html (1 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .ufrgs. ao invés do ar. O que se quer enfocar aqui é o que acontece quando. pelo menos para efeitos práticos.if. O dielétrico entre as placas é o ar.5.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Capítulo 5 . em condições normais. dielétrico . a carga acumulada permanecerá constante. Portanto.br/tex/fis142/mod05/m_s07. Figura 5. qualquer capacitor terá um dielétrico entre suas placas. Como o voltímetro é um dispositivo com grande resistência interna. por volta de 1837. Na Figura 5. Esse problema foi abordado pela primeira vez por Faraday. segue-se que o capacitor está isolado. Vamos discutir duas das suas experiências para investigar o efeito de diferentes dielétricos sobre o comportamento de um capacitor.6a http://www.6(a) temos um capacitor carregado com carga Q.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITORES COM DIELÉTRICOS A rigor. porque sendo o ar. coloca-se outro dielétrico entre as placas do capacitor. o título desta seção pode causar alguma confusão. Um voltímetro está sendo usado para medir a diferença de potencial entre as placas.

de modo que a diferença de potencial entre as placas. conclui-se que C deve aumentar. C = kCar onde k é a constante dielétrica do material colocado entre as placas. Da eq.7b Figura 5. k=1. dada pela ddp da bateria.5. Então.1). O campo efetivo entre as placas diminuirá.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Figura 5. implica que a capacitância deve aumentar. provocando a diminuição do potencial. é fácil concluir que a polarização resultará num excesso de cargas negativas na parte superior do dielétrico. é constante. e igual quantidade de cargas positivas na parte inferior. como ilustrado na Figura 5. o capacitor está sendo carregado por uma bateria. Figura 5. A introdução de um dielétrico entre as placas [Figura 5. Nesta experiência. Q=CV.7(b)] resulta na redução da diferença de potencial. isso implica no aumento de Q. como no caso da experiência anterior.html (2 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .6b Suponha que um dielétrico seja colocado entre as placas.00054. e para o ar.br/tex/fis142/mod05/m_s07.7c http://www. (5.ufrgs. Como a baterial fornece uma ddp constante. k=1.if. Para o vácuo. Pelo que sabemos.6(b). A eq. (5. em relação à capacitância do capacitor com ar.7a Figura 5.1).

html (3 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .ufrgs.5.if.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s07.

br/tex/fis142/mod05/m_s08.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Como o capacitor produz um campo elétrico entre suas placas. Temos quatro dielétricos diferentes.5. ter acumulação de energia num capacitor é equivalente a ter acumulação de energia num campo elétrico.if. e suas placas estejam a uma diferença de potencial V. Use a fórmula da capacitância de um capacitor de placas paralelas com diferentes dielétricos. contenha uma certa carga q. Para transferir uma carga dq de uma placa para outra. e quatro distâncias entre elas. e cheque o resultado. com capacitância C. é necessário realizar um trabalho.ufrgs. Como já vimos.html [13/03/2004 16:22:58] .9 ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Capítulo 5 .10) EXERCÍCIO INTERATIVO: Neste aplicativo temos um capacitor de placas paralelas. quatro possibilidades de áreas das placas. (5. http://www. Suponha que um capacitor.

5.10 EXEMPLOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXEMPLOS
Os capacitores da Figura 5.8(a), inicialmente descarregados, são carregados com a chave S aberta. Capacitâncias em µF. (a) Qual é a diferença de potencial Vab? (b) Qual é o potencial do ponto b, após a chave S ter sido fechada? (c) Quanta carga fluirá através da chave, enquanto ela estiver fechada? Quando os capacitores são carregados de acordo com a configuração da Figura 5.8(a), os capacitores 6 µF e 3 µF, à esquerda estão ligados em série, da mesma forma que os capacitores 3 µF e 6 µF, à direita.
r

Figura 5.8a

Mostre que o circuito da Figura 5.8(a) transforma-se no circuito da Figura 5.8(b). Mostre que a carga acumulada em cada capacitor da Figura 5.8(b) será 400 µC. Mostre que, enquanto a chave S estiver aberta, o potencial no ponto b será Vb=66,7 volts, e o potencial no ponto a será Va=133,3 volts. Portanto Vab=66,7 volts (resposta do ítem a).

r

Figura 5.8b
r

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.10 EXEMPLOS

Fechando-se a chave S, o circuito ficará como o representado na Figura 5.8(c).
r

Mostre que a Figura 5.8(c) transforma-se na Figura 5.8(d). Mostre a carga fornecida pela bateria será 900 µC. Mostre que V1=100 volt (resposta do ítem b). Mostre que a carga no capacitor de 6 µF [Figura 5.8(c)] é 600 µC, enquanto no capacitor de 3 µF é 300 µC. Portanto, mostre que a carga que flui através da chave S é 300 µC.

r

r

r

Figura 5.8c

Figura 5.8d

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.11 EXERCÍCIOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXERCÍCIOS.
Pergunta 1
q

5.1 Um capacitor a ar, consistindo de duas placas paralelas bastante próximas, tem uma capacitância de 1000 pF. A carga em cada placa é de 1 µC. (a) Qual é a ddp entre as placas? (b) Se a carga for mantida constante, qual é a ddp entre as placas se a separação for duplicada? R: (a)1000 Volts; (b)2000 Volts.

Pergunta 2
q

5.2 Na figura 5.9 C1=3 µF e C2=2 µF. (a) Calcule a capacitância equivalente da rede entre os pontos ‘a’ e ‘b’. (b) Calcule a carga em cada um dos capacitores C1 mais próximos de ‘a’ e ‘b’ quando Vab=900 V. (c) Com Vab=900 V, calcule Vcd. R:(a)1 µF; (b)900 µC; (c)300 Volts.

Figura 5.9
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

5.11 EXERCÍCIOS

Pergunta 3
q

5.3 Um capacitor de 1 µF e outro de 2 µF são ligados em série a uma fonte de tensão de 1200 V. (a) Determine a carga de cada um deles e a diferença de potencial através de cada um. (b) Os capacitores carregados são desligados da fonte e um do outro e religados com os terminais de mesmo sinal juntos. Determine a carga final em cada capacitor e a diferença de potencial através de cada um. R:(a)800 µC, 800 V, 400 V; (b)533,33 µC, 1066,67 µ, 533,33 V.

Pergunta 4
q

5.4 Quer-se construir um capacitor de placas paralelas, usando borracha como dielétrico, tendo esta uma constante dielétrica igual a 3 e rigidez dielétrica de 2 x 105 V/cm. A capacitância do capacitor deve ser 0,51 µF e ele deve ser capaz de suportar uma diferença de potencial máxima de 6000 V. Qual é a área mínima que as placas do capacitor podem ter? R:5,76 m2

Pergunta 5
q

5.5 Um capacitor esférico consiste de uma esfera metálica interna, de raio Ra, apoiada num pedestal isolante situado no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb. Há uma carga +Q na esfera interna e outra –Q na externa. (a) Qual é a ddp Vab entre as

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

Pergunta 6 q 5. ao longo do eixo de um tubo condutor de raio interno Rb. de raio Ra.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:05] . suportado por discos isolantes.br/tex/fis142/mod05/m_ex.6 Um cabo coaxial consiste de um cilindro condutor. Os dois cilindros são carregados com cargas opostas. antes da eq. sólido. (5.11 EXERCÍCIOS esferas? (b) Prove que a capacitância é R:(a)Va-Vb=(q/4πε0) (Ra+Rb)/RaRb.if. (a) Qual é a ddp entre os dois cilindros? (b) Prove que a capacitância de um comprimento L do cabo é R:Veja a resposta na apostila. http://www.5). com densidade linear λ.5. interno.ufrgs.

Inicialmente vamos tratar de elétrons movendo-se em resistores.1. A rede cristalina forma obstáculos. pois a situação analisada era a do equilíbrio eletrostático.br/tex/fis142/mod06/m_s01. e em diversos ambientes. isso foi feito para facilitar o raciocínio. Cada vez que um elétron aproxima-se de um desses obstáculos da rede cristalina.2 MODELO MICROSCÓPICO Capítulo 6 . sob a ação de um campo elétrico provido por uma bateria. onde são indicados o http://www. Esse movimento tipo zig-zag é ilustrado na Figura 6. Mesmo as situações em que levamos em conta movimento de cargas. em regime estacionário. O estudo geral da eletrodinâmica é bastante complexo. Cargas elétricas podem movimentar-se sob a ação de campos elétricos e magnéticos. algumas vezes retroativamente. Microscopicamente. havendo necessidade do uso da teoria da relatividade restrita. seu movimento é desviado.ufrgs. de modo que o movimento dos elétrons. como no caso dos capacitores.CORRENTE & RESISTÊNCIA MODELO MICROSCÓPICO Até agora.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:08] . ou quase estáticas.6. a corrente elétrica consiste num fluido de elétrons movendo-se ao longo de uma estrutura cristalina. Vamos cuidar de distinguir bem cada um desses casos. quando visto microscopicamente.if. parece caótico. abordamos situações em que cargas elétricas são consideradas estáticas. Neste capítulo vamos iniciar o estudo de situações em que cargas elétricas estão em movimento.

1 estão constantemente mudando de lugar. Esta velocidade define o movimento efetivo do elétron. À medida que a temperatura aumenta vibrações são introduzidas.ufrgs. é semelhante ao de uma pessoa que dá dois passos para a frente e um para trás. na Figura 6.1. Na Figura 6.6. de modo que desordens localizadas impedem mais efetivamente o movimento eletrônico.2 MODELO MICROSCÓPICO sentido do campo elétrico. onde a temperatura é absolutamente nula. como o indicado pela seta .1 deixa de existir na Figura 6. poderiam haver alguns canais de trânsito livre para o elétron.1 eles estão fixos. Veja que o canal que existia na Figura 6. que ilustra uma situação desordenada. Neste caso. Teremos oportunidade de discutir isso mais adiante. a temperatura é um dos mais importantes.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:08] Figura 6.br/tex/fis142/mod06/m_s01. mas é conveniente adiantar uma abordagem qualitativa a esse problema.if. Este aplicativo simula a situação descrita acima. As esferas http://www.1 Entre os vários fatores que afetam o movimento eletrônico num condutor. A relação entre o movimento efetivo e o movimento em zig-zag.2. no final das contas ela vai andar para a frente.2 . o movimento de um elétron e a velocidade de deriva. O primeiro efeito da temperatura é fazer vibrar a rede cristalina. de modo que os obstáculos ilustrados na Figura 6. Figura 6. isso representa uma situação irreal.

br/tex/fis142/mod06/m_s01. Aumente o valor da corrente. deslocando para a direita.2 MODELO MICROSCÓPICO amarelas representam os átomos na rede cristalina.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:08] .if. use uma corrente baixa. o cursor da barra abaixo da modura.ufrgs. http://www. e os pontos vermelhos representam os elétrons livres.6. Para observar com mais precisão.

Isto é.ufrgs. a densidade de cargas no condutor será ‘ne’.3. e a carga total no segmento de condutor será ∆q = neAL Um elétron percorrerá este segmento no intervalo de tempo http://www. como ilustrado na Figura 6. L.1) A corrente elétrica por unidade de área transversal define o módulo do vetor densidade de corrente J. Do ponto de vista microscópico.br/tex/fis142/mod06/m_s02.html Capítulo 6 . por unidade de tempo. (6. Vamos deduzi-la.if. esta é a densidade de portadores do material.CORRENTE & RESISTÊNCIA CORRENTE ELÉTRICA Define-se intensidade de corrente elétrica como a quantidade de cargas que atravessa a seção reta de um condutor.br/tex/fis142/mod06/m_s02. Suponha que existam ‘n’ elétrons por unidade de volume.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .http://www. Portanto. Seja um segmento de condutor. há uma relação muito importante entre a densidade de corrente e a velocidade de deriva. (6.2) Podemos relacionar essas grandezas de outra forma.ufrgs.

br/tex/fis142/mod06/m_s02. obtém-se i = ∆q/∆t = neAVd Da definição de densidade de corrente.br/tex/fis142/mod06/m_s02.html ∆t = L/Vd onde Vd é a velocidade de deriva. Da definição de corrente.ufrgs.ufrgs.3) A corrente é o fluxo da densidade de corrente! Figura 6.http://www.if. http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .3. obtém-se J = neVd (6.if.

5) é E = ρJ (6. R ρ A contrapartida microscópica da resistência é denominada resistividade. http://www. e definida pela relação R = V/i (6.6. para o segmento L da Figura 6. E e J são uniformes. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Os obstáculos impostos ao movimento eletrônico. uma corrente. A forma mais conhecida de (6.CORRENTE & RESISTÊNCIA RESISTÊNCIA. com um voltímetro (para medir V) ou com um amperímetro (para medir i). circulará. V E. de tal modo que a relação (6.br/tex/fis142/mod06/m_s03.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . ρ.5) As grandezas relacionadas em (6.4) são todas macroscópicas e facilmente mensuráveis com um ohmímetro (para medir R). quando se aplica uma diferença de potencial (ddp). conforme discussão qualitativa acima. entre os extremos de um resistor. Cada uma tem uma contrapartida microscópica. denominada resistência.6) No regime estacionário. de modo que. i.if. i J. R. são todos representados por uma propriedade mensurável.4) será satisfeita. V.4) é V = Ri (6.3. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Capítulo 6 .4 RESISTÊNCIA.ufrgs.4) Essa definição significa que. e a relação microscópica correspondente a (6.

E. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE V = LE = LρJ e i = JA Substituindo V e i na relação (6. a carga e a massa do elétron.if. A constante de proporcionalidade.ρ0 = αρ0(T-T0) (6. e inversamente proporcional à sua seção reta. O movimento eletrônico estacionário. ρ.4 RESISTÊNCIA. obtém-se http://www. tem-se que Vd = aτ = eEτ/m Usando a relação (6. e α é o coeficiente de temperatura da resistividade. varia com a temperatura conforme a relação empírica ρ .8) onde ρ0 é a resistividade medida na temperatura T0. e admitindo que a velocidade de deriva é aproximadamente igual à velocidade média entre colisões. respectivamente.7) mostra que a resistência de um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento. obtém-se (6.4).html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .7) A relação (6. com velocidade de deriva.br/tex/fis142/mod06/m_s03. Supondo que o tempo médio entre duas colisões do elétron com a rede cristalina seja τ. é proporcionado pelo campo elétrico.6.3). cada elétron possui aceleração a = eE/m onde ‘e’ e ‘m’ são.ufrgs. possível deduzir a relação entre a resistividade e algumas propriedades microscópicas do material. de tal modo que em média.

com o uso de (6.6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE E = mJ/ne2τ Finalmente.9) http://www.ufrgs.if.br/tex/fis142/mod06/m_s03.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .4 RESISTÊNCIA.6) chega-se à relação (6.

5) Este aplicativo serve para explorar conceitos básicos de um circuito simples. Coloque U=10. Tem-se um resistor (com resistência variável) ligado a uma bateria (força eletromotriz. (6.5). Se o valor superar. Diminua o valor da resistência até ela atingir 9 Ohms.CORRENTE & RESISTÊNCIA LEI DE OHM Costuma-se afirmar. eles podem "queimar". há uma escala para o voltímetro (1 . Tente explicar qual a finalidade das escalas nos aparelhos de http://www. tem-se um amperímetro. Na verdade. equipamento usado para medir diferenças de potencial (por que ele é ligado em paralelo?). ditos materiais ôhmicos. Essas escalas definem os valores máximos que os equipamentos podem medir. a razão entre ‘V’ e ‘i’ é constante. O que a lei de Ohm diz é que para alguns materiais.if. equipamento usado para medir corrente elétrica (por que ele é ligado em série com o resistor?). Vmax>10 V e Imax= 1A. Em série com o resistor. Em paralelo com o resistor.5 LEI DE OHM Capítulo 6 . tem-se um voltímetro. ou voltagem.10 A). que a lei de Ohm é expressa pela eq. esta equação representa simplesmente a definição de resistência. Explique o que acontece.1000 V) e outra para o amperímetro (1 mA . Fixe um determinado valor da voltagem. e tente colocar a "voltagem máx" menor do que esse valor.6.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:17] . V = Ri (6. Explique o que acontece.ufrgs. variável).br/tex/fis142/mod06/m_s04. equivocadamente. Na parte de cima do painel verde.

5 LEI DE OHM medida.br/tex/fis142/mod06/m_s04.if.ufrgs. http://www.6.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .

no condutor da Figura 6.if. quando ele é atravessado por uma corrente. A energia assim transferida.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .11). Na seguinte demostração. é também conhecida como potência Joule. Se uma carga dq é transportada de A para B.6 ENERGIA.4. & POTÊNCIA Capítulo 6 . a bateria terá que fornecer uma energia dU = dqVAB = idtVAB Por definição. manifesta-se sob a forma de calor no resistor. no caso mais geral de metais condutores. isto significa produzir fluxo de elétrons.6. Qual serão os valores certos para que a lampada funcione? http://www. que dá a potência dissipada num resistor. i.11) Figura 6. Isso é feito às custas da energia de uma fonte. a potência é dada por (6. chega-se a uma relação bastante conhecida P= Ri2 (6.10) Fazendo uso da relação (6.br/tex/fis142/mod06/m_s05.5). & POTÊNCIA Para se produzir uma corrente elétrica.4 A expressão (6. podemos mudar o valor de V e R. uma bateria. no caso mais simples.ufrgs. há que se produzir um fluxo de cargas elétricas. R.CORRENTE & RESISTÊNCIA ENERGIA.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .br/tex/fis142/mod06/m_s05.ufrgs.if.6 ENERGIA.6. & POTÊNCIA http://www.

ufrgs.if.metro(Ω.html [13/03/2004 16:23:43] .br/tex/fis142/mod06/m_s06.7 UNIDADES NO SISTEMA SI Capítulo 6 .m) Condutividade Ohm.CORRENTE & RESISTÊNCIA UNIDADES NO SISTEMA SI Grandeza Corrente Resistência Unidade Ampere (A) Ohm (Ω) Resistividade Ohm.6.m)-1 http://www.metro recíproca (Ω.

em cada segundo.5x1018 prótons movem-se em sentidos opostos através de uma seção transversal do tubo? b) Qual é o sentido da corrente? Solução: Corrente de elétrons num sentido é igual a corrente de íons positivos no sentido contrário.html [13/03/2004 16:23:45] . este se ioniza. a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.if. Portanto.88 A.ufrgs. 4x1018 elétrons e 1.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXEMPLO 6.5x1018x1. a corrente será i = 5.br/tex/fis142/mod06/m_s07.8 EXEMPLO Capítulo 6 . http://www.6x10-19 = 0.1 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.6.

os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.br/tex/fis142/mod06/m_ex.7x10-6 m/s.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXERCÍCIOS.if.11 EXERCÍCIOS Capítulo 6 . (b)2. (a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.8 x 1028 elétrons livres por m3. Pergunta 3 q 6. 4 x 1018 elétrons e 1.5. este se ioniza. (b)O sentido do movimentos dos prótons. A prata contém 5.3 A corrente em um fio varia com o tempo segundo a http://www.88 A.ufrgs.html (1 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .1 Um fio de prata de 1 mm de diâmetro conduz uma carga de 90 C em 1h15min. Pergunta 1 q 6. Pergunta 2 q 6. (a) Qual é a corrente no fio? (b) Qual é a velocidade de arrastamento dos elétrons no fio? R:(a)20 mA. em cada segundo.2 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.5 x 1018prótons movemse em sentidos opostos através de uma seção transversal no tubo? (b) Qual é o sentido da corrente? R:(a)0.

Pergunta 4 q 6. marca 1. mas seu diâmetro é o dobro.52 V.1 Ω.5 Enquanto a chave S estiver aberta. (b)9. (a) Qual é a sua resitência? (b) Um segundo fio do mesmo material tem o mesmo peso que o anterior. a leitura do voltímetro cai para 1.html (2 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .ufrgs. o voltímetro V. onde i é dada em ampères e t em segundos. (b)120. ligado aos terminais da pilha seca da figura 6.34 C. (a) Quantos coulombs passam através de uma seção transversal do fio num intervalo de tempo entre t=5 s e t=10 s? (b) Que corrente constante transportaria a mesma carga no mesmo intervalo de tempo? R:(a)603. Figura 6.37 V e o amperímetro A lê 1.5 http://www. Qual é a sua resitência? R:(a)1.br/tex/fis142/mod06/m_ex.5.5 A. R:1.53 Ω.11 EXERCÍCIOS relação i = 4 + 2t2.4 Um fio de 100 m de comprimento e 2 mm de diâmetro tem uma resistividade de 4.25x10-2 Ω Pergunta 5 q 6. Quando se fecha a chave. 0.if.5.67 A. Determine a fem e a resistência interna da pilha.52 V.8 x 10-8 Ωm.

5. (iii) ddp e resistência. quando a ddp entre os terminais é de 60 V.5 V.br/tex/fis142/mod06/m_ex.11 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 6. a ddp torna-se 11 V. Pergunta 9 http://www. Quando a corrente for de 2 A no sentido inverso. (a) Qual é a resistência interna da bateria? (b) Qual é a fem da bateria? R:(a)0.22 A. (b) 90 Ω.6 A ddp entre os terminais de uma bateria é 8. Pergunta 7 q 6.7 A voltagem entre os terminais de uma fonte em circuito aberto é de 10 V e sua corrente em curtocircuito é 4.8 (a) Exprima a taxa de dissipação de energia num resistor em termos de (i) ddp e corrente.ufrgs. Qual é a sua resistência? R:(a)P=Vi=Ri2=V2/R. (ii) resistência e corrente. (b)10 V.0 A. Qual será a corrente quando a fonte for ligada a um resistor linear de 2 Ω? R:2.5 Ω. Pergunta 8 q 6.if. quando existe na mesma uma corrente de 3 A dirigida do terminal negativo para o positivo.html (3 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . (b) Energia é dissipada num resistor a uma taxa de 40 W.

(c) a taxa de dissipação de energia no resistor externo.if.br/tex/fis142/mod06/m_ex. (b)4 W.11 EXERCÍCIOS q 6.9 No circuito da figura 6. (b) a taxa de dissipação de energia na bateria.6.ufrgs. determine: (a) a taxa de conversão de energia interna em energia elétrica dentro da bateria. (c)20 W Figura 6.html (4 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . R:(a)24 W.5.6 http://www.

CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS O que conhecemos como lei dos nós e lei das malhas são. Chama-se “queda de potencial”. Entende-se por malha. por exemplo. o ponto de encontro de três ou mais ramos de um circuito. unindo a malha da esquerda à malha da direita. Na Figura 7. como ilustrado na Figura 7.ufrgs. Entende-se por nó. dois procedimentos para resolver circuitos elétricos simples.1 http://www. entre A e B ou entre A e C.if. Figura 7. tendo cada ramo um ou mais componentes elétricos. o ponto A é um nó. a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito.br/tex/fis142/mod07/m_s01.html [13/03/2004 16:23:51] . incluindo vários componentes elétricos. no caso mais simples.1.1.2 LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS Capítulo 7 .7. um circuito fechado.1. Elas são baseadas em princípios de conservação de energia e de carga. na Figura 7. e suas aplicações são facilitadas se feitas a partir das regras apresentadas abaixo. na realidade. fem e resistências.

html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:54] . e ∆V = . o somatório das quedas de potencial deve ser nulo. a queda de potencial é negativa (Figura 7. vai de ‘a’ para ‘b’. pois os pontos inicial e o final são os mesmos. nas regras seguintes.2a). a queda de potencial é positiva (Figura 7.if. logo ∆V= Vb – Va.2a Σ ∆V = 0 Figura7. ∆V= Va – Vb = Ri > 0 Quando se “atravessa” uma resistência no sentido contrário ao da corrente convencional. é porque os elétrons vão de ‘b’ para ‘a’.2b). Vejamos.Ri Quando se “atravessa” uma resistência no mesmo sentido da corrente convencional.2b http://www. Se a corrente convencional.ufrgs.7. indicada pela seta . Logo. Vb<Va. Figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_s02.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se percorre um circuito fechado.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Capítulo 7 . como cada queda de potencial é usada nesse somatório. indica que o circuito está A seta sendo percorrido no sentido de ‘a’ para ‘b’. Neste caso.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:54] .7.2c).2d http://www.2d).br/tex/fis142/mod07/m_s02.ufrgs. a queda de potencial é positiva (Figura 7.if. Figura 7. Figura 7.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se “atravessa” uma fem do pólo negativo para opositivo. a queda de potencial é negativa (Figura 7.2c Quando se “atravessa” uma fem do pólo positivo para o negativo.

7.4 LEI DOS NÓS

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
LEI DOS NÓS
A segunda regra básica refere-se ao somatório das correntes, e é conhecida como lei dos nós: o somatório das correntes que entram num nó, é igual à soma das correntes que saem.

ΣIentram = ΣIsaem

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s03.html [13/03/2004 16:23:56]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA
Quando um circuito possui ‘n’ malhas, as regras acima são aplicadas a (n-1) delas, arbitrariamente escolhidas. Da mesma forma, a lei dos nós é aplicada em (n-1) nós, arbitrariamente escolhidos. Nas aplicações das regras acima, existem mais duas arbitrariedades importantes:
q

Arbitra-se o sentido em que cada malha será “percorrida”. Arbitra-se o sentido da corrente em cada trecho do circuito. Se ao final determinada corrente tiver valor negativo, é porque o sentido correto é o contrário daquele arbitrado.

q

O circuito apresentado neste aplicativo tem três malhas e dois nós. Os valores das fem's podem ser variados, entre 1 e 10 V, e as resistências variam entre 1 e 10 ohm. Isso é feito simplesmente clicando nas extremidades de cada componente. Quando uma fem atinge 1 V, o próximo clique no terminal negativo (azul) inverte seu sentido. Em cada ramo do circuito há um amperímetro, e um voltímetro é conectado em paralelo com cada resistor. Use o aplicativo para treinar a solução de circuitos com mais de uma malha. Coloque arbitrariamente alguns valores nas fem's e nos resistores e verifique se a solução do circuito coincide com os valores medidos nos amperímetros e nos voltímetros. Lembre que um circuito com 3 malhas e 2 nós implica num sistema de 3 equações e 3 incógnitas. Como temos 3 correntes e 2 voltagens, pelo menos um desses
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

deve ser conhecido.

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7.6 EXEMPLO 7.1

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
EXEMPLO 7.1
O circuito apresenta 2 nós e 3 malhas (ABEF, ACDF e BCDE). Portanto, teremos 1 equação com a lei dos nós e duas equações com a lei de Kirchhoff. Considerando o nó B, vê-se que a corrente I3 “entra”, enquanto I1 e I2 “saem” do nó. Assim, I3=I1+I2 [7.1(a)]

Considerando as malhas ABEF e BCDE sendo percorridas nos sentidos indicados, e as regras sobre as quedas de potencial, teremos as seguintes equações R1I1-ε1-R2I2=0 -R2I2-ε2-R3I3=0 [7.1(b)] [7.1(c)]

Suponha que R1=1 Ω, R2=2 Ω, R3=1/3 Ω, ε1=6 V e ε2=10 V, para mostrar que I1= -2 A, I2= -4 A e I3= -6 A. Como se vê, as intensidades das 3 correntes são negativas, significando que os sentidos arbitrados devem ser invertidos.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:00]

6 EXEMPLO 7.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:00] . bem como as direções em que as malhas são “percorridas”. foram arbitrariamente escolhidas http://www.1 Na figura.br/tex/fis142/mod07/m_s05. as direções das correntes.ufrgs.if.7.

3 Para cada carga dq fornecida pela bateria.ufrgs. Inicialmente.7. esta realiza um trabalho dW=εdq Este trabalho transforma-se em energia dissipada no resistor. onde V é a diferença de potencial entre as placas do http://www.br/tex/fis142/mod07/m_s06. o capacitor está descarregado.CIRCUITOS ELÉTRICOS CIRCUITO RC SÉRIE A figura 7.html (1 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . Ri2dt e em energia acumulada no capacitor.3 mostra um circuito RC série. Vamos usar o princípio da conservação da energia para determinar a equação diferencial que descreve o comportamento deste circuito. A partir deste momento ele começa a ser carregado pela bateria.if. Figura 7. que recebe esta denominação porque o resistor e o capacitor estão em série com a fem. quando a chave S é conectada ao ponto ‘a’.7 CIRCUITO RC SÉRIE Capítulo 7 .

Figura 7. εC.ufrgs. obtém-se (7. denominado constante de tempo capacitiva. (7..3) O crescimento da carga no capacitor (figura 7.4) tem uma componente exponencial.7 CIRCUITO RC SÉRIE capacitor.br/tex/fis142/mod07/m_s06. rigorosamente.4) Decorrido um longo intervalo de tempo (p. t=10RC)).7.ex. τ=RC.2) A eq. Pela conservação de energia. a http://www. A partir de (7.if. ela só atingirá seu valor final.4 Para cada circuito RC há um tempo característico. de modo que.2) tem como solução q(t) = εC(1 – e-t/RC) (7.html (2 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . Quando t=RC. a carga no capacitor atinge 63% do seu valor máximo.3) obtém-se (7. Levando em conta que . num tempo infinito.

html (3 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . q(t) = εCe-t/RC (7.br/tex/fis142/mod07/m_s06. http://www.6) Figura 7. Colocando-se ε=0 na eq. Analise os resultados obtidos e descreva o que observou.7 CIRCUITO RC SÉRIE chave S é desconectada de ‘a’ e conectada em ‘b’.if.5) Por integração direta chega-se à expressão que descreve a variação da carga durante a descarga do capacitor.7.5 Figura 7. Concentre sua atenção no processo de carga e descarga do capacitor. (7.6 O aplicativo acima apresenta o comportamento de um circuito RC. A partir deste momento inicia-se o processo de descarga do capacitor.ufrgs. O resitor tem resistência de 100 kΩ e o capacitor uma capacitância de 100 µF. Quando o capacitor estiver mais de 99% carregado (Quando isto acontece?) mude a posição da chave e passe a descarregar o capacitor. As barras azuis mostram o valor da ddp em cada um dos componentes: bateria. capacitor e resistor. O gráfico apresentado é o da ddp entre as placas do capacitor. Para iniciar o processo clique sobre a chave preta que conecta os diferentes ramos do circuito.2) obtém-se (7.

7.if.7 CIRCUITO RC SÉRIE http://www.html (4 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s06.

br/tex/fis142/mod07/m_ex.1 Três resistores iguais são ligados em série.ufrgs.7 EXERCÍCIOS Capítulo 7 .CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS.7.7 Pergunta 3 http://www. Quando se aplica uma certa ddp a esta combinação. Figura 7.if.7. (b) Que ddp entre ‘a’ e ‘b’ resultará em uma corrente de 1 A no resistor de 4 Ω? R:(a)7 Ω. Pergunta 2 q 7. a potência total consumida é de 10 W. Que potência seria consumida se os três resistores fossem ligados em paralelo à mesma ddp? R:90 W.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .2 (a) Determine a resistência entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da rede mostrada na figura 7. Pergunta 1 q 7. (b)14 V.

(b)0.5 Considere. A chave http://www. (b) Se ‘a’ e ‘b’ forem ligados. R:ε1=18 V.3 Determine as fem ε1 e ε2 no circuito mostrado na figura 7.4 (a) Calcule a ddp entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da figura 7. calcule a corrente na bateria de 12 V.7. C=2 µF. Figura 7.9 Pergunta 5 q 7. R=10 MΩ.3.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .9.br/tex/fis142/mod07/m_ex.8 e a ddp entre ‘a’ e ‘b’. na figura 7. ε=100 V.8 Pergunta 4 q 7. R:(a)Vab=0. O capacitor está inicialmente descarregado. Vab=13 V Figura 7.if.22 V.466 A.ufrgs. ε2=7 V.7 EXERCÍCIOS q 7.

ddp no resistor e ddp no capacitor para um intervalo de tempo de 60 s depois da chave ter sido ligada pela primeira vez.7 EXERCÍCIOS é ligada na posição ‘a’ durante 20 s e depois rapidamente é ligada na posição ‘b’. (a) Construa gráficos para i(t).html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .ufrgs. Pergunta 6 q 7.605 RC http://www.7.0997 J.br/tex/fis142/mod07/m_ex.6 Quantas constantes de tempo devem decorrer antes que um capacitor em um circuito RC esteja carregado com 99% de sua carga de equilíbrio? R: t = 4.if. (b) Quanta energia é dissipada no resistor? R:(b)0. q(t).

o que importa é que dado um campo magnético. trata-se do campo de um ímã permanente. trata-se do campo criado por uma corrente elétrica.8. devemos ter em mente que é impossível tratar cargas elétricas em movimento sem levar em consideração a existência do campo magnético. este exercerá uma força sobre uma carga em movimento. A segunda forma tem a ver com o campo criado por uma carga em movimento.ufrgs. A FORÇA DE LORENTZ Geralmente os textos introdutórios sobre magnetismo iniciam com um histórico da descoberta do fenômeno. Não importa. este exerce uma força sobre uma carga. por volta do ano 121 DC. em movimento. Do ponto de vista formal. A primeira tem a ver com a descoberta do fenômeno.O CAMPO MAGNÉTICO. havendo um campo magnético em determinada região do espaço. ocorrida na cidade de Magnésia. Por outro lado. dada por F = qvxB (8. Existem duas formas básicas de criação de um campo magnético. para o momento. Veremos logo adiante que cargas em movimento criam um campo magnético. Tanto o Halliday-Resnick quanto o Sears-Zemanski fazem esse tipo de abordagem. qual a fonte de criação.1) onde v é a velocidade da carga.br/tex/fis142/mod08/m_s01.2 A FORÇA DE LORENTZ Capítulo 8 . q.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . B.if. A força magnética é nula em duas circunstâncias: http://www.

2) A força expressa em (8.2 A FORÇA DE LORENTZ r r Carga estacionária (v=0).ufrgs.if. a força sobre uma carga em movimento é dada por (8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . e um campo magnético.br/tex/fis142/mod08/m_s01. Velocidade paralela ao vetor campo magnético. http://www.8.2) é conhecida como força de Lorentz. em que temos um campo elétrico. E. No caso geral.

A DESCOBERTA DO ELÉTRON A expressão (8.ufrgs. conforme esquematizado na figura 8. tal que Das expressões acima.1 Pela eq. (8. A velocidade dos elétrons resulta da aceleração através de um potencial V.br/tex/fis142/mod08/m_s02. para desviar o feixe de elétrons num tubo de raios catódicos. descobriu o elétron em 1897.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:14] .1. E. B e v.2) foi usada por Thomson quando este realizava os trabalhos que resultaram na descoberta do elétron.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON Capítulo 8 . Figura 8. Joseph John Thomson (18561940). Controlando-se os parâmetros externos. Thomson usou um campo elétrico perpendicular a um campo magnético. é possível fazer FE=FB eE=evB v=E/B.2) vê-se que a força elétrica é perpendicular à força magnética. obtém-se http://www.O CAMPO MAGNÉTICO.if. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1906.8.

isto é.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:14] .if. de tal forma que a força elétrica equilibre a força magnética. Estes são ajustados de tal forma que o feixe permaneça em linha reta.br/tex/fis142/mod08/m_s02. é calculada através de parâmetros controlados experimentalmente. ou de qualquer partícula carregada que penetre no tubo de raios catódicos.8.ufrgs.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON (8. http://www.3) A razão entre a carga e a massa do elétron.

2 esquematiza o arranjo experimental para o estudo do efeito Hall.4 O EFEITO HALL Capítulo 8 . Com o tempo.ufrgs. Figura 8. resulta numa força magnética na direção perpendicular ao movimento eletrônico. Esta força fará com que o movimento dos elétrons seja desviado para baixo. e cargas positivas na face superior.8. qEH = qvB http://www. funciona como um capacitor de placas paralelas. Tem-se uma fita condutora com seção reta A (=Ld) através da qual circula um feixe de elétrons com velocidade v.O CAMPO MAGNÉTICO.2) também permitiu a descoberta do efeito Hall que. A figura 8. com um campo elétrico conhecido como campo Hall. no sentido de cima para baixo. cargas negativas acumulam-se na face inferior. O EFEITO HALL A expressão (8. Chegará um momento em que a força Hall equilibra a força magnética. conforme indicado na figura 8.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . como veremos. é extremamente útil na indústria microeletrônica.2. O excesso de cargas positivas e negativas.2 Aplicando-se um campo magnético na direção horizontal.if.br/tex/fis142/mod08/m_s03.

br/tex/fis142/mod08/m_s03.if.4) fornece o valor da densidade de portadores. obtém-se Por outro lado.3).4 O EFEITO HALL Usando a eq. a eq. pois permite a fabricação de dispositivos que dependem do tipo (elétrons ou lacunas) e da quantidade de portadores. é possível determinar o sinal da carga dos portadores. bastando medir a diferença de potencial entre as superfícies superior e inferior. Em segundo lugar. (8.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . J=i/A. EH = VH/d. e a definição da densidade de corrente. Esses dois resultados são de extrema importância na indústria eletrônica. http://www. J=nqv. Em primeiro lugar.8. Resulta daí que Tendo em conta que a seção reta é dada por A=Ld. (6. obtémse (8.4) O efeito Hall permite a obtenção de dois resultados importantes.

5b) http://www. Como se vê a força centrípeta. numa região do espaço onde existe um campo magnético.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .1) mostra que se a velocidade da partícula tiver a mesma direção do campo magnético. podemos decompor o vetor velocidade em duas direções: uma na direção de B. é igual à força magnética. Portanto. a força será nula.8.5a) Da relação v=ωr. Por outro lado. Isto é. a partícula movimenta-se num círculo com raio r = mv/qB (8. obtém-se a velocidade angular ω = qB/m (8. o movimento de uma partícula. e outra perpendicular.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Capítulo 8 .if. que proporciona o movimento circular. se o ângulo entre o vetor velocidade e o vetor campo magnético for diferente de zero.br/tex/fis142/mod08/m_s04. (8. Figura 8. MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO A eq.O CAMPO MAGNÉTICO. Este tipo de movimento é esquematizado na figura 8.3.3 Assim. resultando num movimento retilíneo uniforme. é sempre composto de um movimento retilíneo uniforme e de um movimento circular.ufrgs. de massa m e carga q.

br/tex/fis142/mod08/m_s04.8.if. obtém-se a freqüência F = qB/2πm e o período T = 1/f = 2πm/qB (8.ufrgs.5c) http://www.5d) (8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Da relação ω=2πf.

ufrgs. A partir desses resultados.O CAMPO MAGNÉTICO. tem-se que a densidade eletrônica será n=N/LA Sabemos que J=nev. FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Se um campo magnético exerce uma força sobre uma carga em movimento.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:24] .FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Capítulo 8 . A força sobre um elétron é dada por F=evB Supondo que existam N elétrons no segmento L do fio (seção reta A).br/tex/fis142/mod08/m_s05. temos que a força sobre um elétron será Portanto.if. Vejamos como calcular esta força. logo. é óbvio que ele exercerá uma força sobre uma corrente elétrica. a força sobre o segmento de fio será A expressão geral é dada por http://www.

br/tex/fis142/mod08/m_s05.ufrgs. A força sobre o fio é conseqüência da força de Lorentz sobre cada elétron que compõe a corrente.if. No caso da Figura 8. Figura 8.4.6) O sentido da força é obtido pela regra da mão direita para o produto vetorial. Use a equação 8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . a força aponta para baixo. http://www.6 e verifique a força que age sobre o fio em diferentes situações (invertendo o sentido da corrente e a polaridade do ímã.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE (8.4 Neste aplicativo você pode visualizar o efeito de um campo magnético sobre uma corrente elétrica.

http://www. vejamos a figura 8. percorrida por uma corrente i.br/tex/fis142/mod08/m_s06.html Capítulo 8 .ufrgs.6 http://www.5 sob outra perspectiva.br/tex/fis142/mod08/m_s06.if. conforme ilustra a figura 8.6).6. (8. as forças sobre os lados a e b são dadas por F1=iaB F2=ibB Figura 8.if. enquanto as forças F1 produzirão um torque na espira. na direção indicada. Vê-se facilmente que as forças F2 equilibram-se. Figura 8.ufrgs. De acordo com a eq.O CAMPO MAGNÉTICO.5 mostra-se uma espira retangular. FORÇA SOBRE UMA ESPIRA DE CORRENTE Na figura 8.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:29] .5 Forças F1 (F2) atuam em lados opostos a (b). de lados a e b. Para melhor analisar esse torque.

para uma bobina. Da mesma forma.ufrgs. τ=NiABsenθ Para uma espira. Portanto. o torque sobre uma espira ou sobre uma bobina.ufrgs. A=ab e cos θ=senθ.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:29] . define-se seu momento de dipolo magnético µ=iA. com N espiras.if.br/tex/fis142/mod08/m_s06.if.http://www. obtém-se τ=iABsenθ Para o caso de uma bobina com N espiras. será (8.7) http://www. define-se µ=NiA.html O torque será Substituindo F1=iaB.br/tex/fis142/mod08/m_s06.

No capítulo 41. . vejamos o que está escrito em Sears & Zemanski (Vol. na prática. “campo magnético” não é a mesma coisa que “indução magnética”! Esta equivalência é geralmente usada para simplificar. r H está relacionado com a corrente que o produz. Portanto. para a qual torna-se indispensável o uso de um sistema de unidade.8 UNIDADES Capítulo 8 .br/tex/fis142/mod08/m_s07. e mais ainda no caso especial do magnetismo. p. Esse tratamento torna-se mais complicado quando temos de abordar uma situação prática. ao discutir as propriedades magnéticas da matéria.O CAMPO MAGNÉTICO. 3. 534): O campo magnético. O campo magnético é chamado de indução magnética? A confusão vem do fato que. Para avaliarmos esse nível de complexidade. 1a edição. UNIDADES Até aqui utilizamos o conceito genérico de campo magnético. é um campo vetorial e seu valor e orientação em qualquer ponto são especificados por um vetor B chamado indução magnética.ufrgs. Sears & Zemanski coloca a questão no contexto correto. tal como o campo elétrico. mas causa o mistério colocado na definição acima.8. Essa é uma questão bastante complicada no caso do eletromagnetismo em geral. ao qual associamos o símbolo B.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:31] Para materiais paramagnéticos e diamagnéticos: B=µ H µ = permeabilidade magnética Para materiais ferromagnéticos: B=f(H) depende do material e do processo de magnetização. mantém o http://www.

a unidade de B é o Tesla (T). http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s07. sua unidade é o Gauss (G). No sistema SI.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:31] . a unidade de H é A/m no sistema SI e Oersted (Oe) no sistema CGS (1 A/m = 4πx10-3 Oe).8 UNIDADES leitor confuso ao longo de 4 capítulos.ufrgs. Por outro lado. onde 1 T = 104 G = 1 Weber/m2.if.8. r B depende tanto da corrente quanto da magnetização do meio. enquanto no sistema CGS.

7. Antes de penetrar na região do campo magnético. Esta força será igualada à força centrípeta.9 EXEMPLO 8.1 Um exemplo clássico de força magnética sobre uma partícula em movimento é o espectrômetro de massa.8. é acelerada através de um potencial V antes de penetrar numa região onde existe um campo magnético B. a partícula terá adquirido energia pela aceleração através do potencial V. Sob a ação da força magnética a partícula percorrerá o semi-círculo indicado na figura. Como esquematizado na Figura 8. uma partícula de massa m e carga +q. EXEMPLO 8. conforme a eq. de modo que facilmente obtém-se http://www. satisfazendo as seguintes relações: E=qV=½mv2 Ao penetrar na região do campo magnético. (8. Dito de outra forma. a uma distância x do ponto de entrada.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:34] .1).O CAMPO MAGNÉTICO. perpendicularmente dirigido para fora do papel. a partícula estará sujeita à força magnética.7 tocar no anteparo. até Figura 8.1 Capítulo 8 . a partícula terá adquirido velocidade v.ufrgs.br/tex/fis142/mod08/m_s08.

Ao invés de m.9 EXEMPLO 8.br/tex/fis142/mod08/m_s08. B e V.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:34] .ufrgs.8.1 Portanto. a partir da sua carga e de parâmetros experimentais controláveis. x. Este aplicativo simula um espectrômetro semelhante a este que você acabou de estudar no exemplo 8.if. pode-se calcular a massa da partícula. calcule o raio da órbita da partícula no interior do espectrômetro (r=x/2). Este é o princípio de funcionamento do espectrômetro de massa. http://www. Use alguns valores de v e B e cheque seu resultado. medindo-se a distância do impacto.1.

se uma força igual a 0.16cos(30).9. Elas anulam-se e não exercem qualquer torque sobre a espira.12 N.2 Capítulo 8 .O CAMPO MAGNÉTICO. a espira permanecerá na posição indicada. calcule as forças e o torque sobre a espira.2 A espira retangular da Figura 8. for aplicada no lado de 8 cm não-pivotado. Portanto.8 Figura 8.8 é “pivotada” no eixo y e conduz uma corrente de 10 A no sentido indicado. atuam forças F=0.ufrgs. com torque anti-horário.16 N. Sobre os lados de 6 cm. orientadas de acordo com a Figura 8.9 http://www.10 EXEMPLO 8. Figura 8.if. de modo que ela seja mantida na posição indicada.2 T paralelo ao eixo x. EXEMPLO 8. e a inferior orientada na direção –x.8. atuam forças iguais 0. sendo a superior orientada na direção x.html [13/03/2004 16:24:36] . Sobre os lados de 8 cm.br/tex/fis142/mod08/m_s09. Supondo que exista um campo magnético uniforme de 0.

68 x 10-27 kg. R:fe/fα=3.10 tem uma velocidade v0=107 m/s.O CAMPO MAGNÉTICO. EXERCÍCIOS. A massa da partícula α é 6.12 EXERCÍCIOS Capítulo 8 .ufrgs.7x103. R:(a) 1.10 Pergunta 2 q 8.8. Pergunta 1 q 8. Determine: (a) o módulo e a orientação da indução magnética que fará o elétron seguir a trajetória semicircular de A a B.br/tex/fis142/mod08/m_ex. http://www. (b) o tempo necessário para o elétron se mover de A para B. com a mesma velocidade tangencial.14x10-3 T. Figura 8.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:39] . (b)15. perpendicular e entrando no plano da folha.1 Um elétron no ponto A da figura 8. Compare o número de revoluções que eles fazem por segundo.2 Um elétron e uma partícula α (átomo de hélio duplamente ionizado) movem-se ambos em trajetórias circulares em um campo magnético.if.68 ns.

Ele é acelerado através de uma ddp de 500 V e depois penetra perpendicularmente em um campo magnético B=0. (c)0.if.3 (a) Qual é a velocidade de um feixe de elétrons. Pergunta 5 q 8. não produz deflexão alguma nos elétrons? (b) Mostre em um diagrama as orientações relativas dos vetores V. quando a influência simultânea de um campo elétrico de intensidade 34 x 104 V/m e de um campo magnético de intensidade 2 x 10-3 T.br/tex/fis142/mod08/m_ex. E e B.4 Um íon de Li7 com uma carga elementar tem uma massa de 1.4 T. http://www.7x108 m/s. quando o campo elétrico for removido? R:(a) 1. (c) Qual é o raio da órbita eletrônica.4 µV. Qual é a concentração de elétrons livres? R: n = 3. R:21. Quando B=5 T e i=100 A.ufrgs.484 m. Qual é o raio de sua trajetória no campo magnético.29x10-3 m. verifica-se que o potencial Hall é VH=45.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .5 A figura 8.16 x 10-23 g.11 representa uma fita de cobre com as seguintes dimensões: L=2 cm e d=1 mm.8. ambos normais entre si e ao feixe. Pergunta 4 q 8.12 EXERCÍCIOS Pergunta 3 q 8.44 x 1027 elétrons/m3.

8. em um campo uniforme B=0.ufrgs.if.11 Pergunta 6 q 8.br/tex/fis142/mod08/m_ex. R: τ = 3.12 EXERCÍCIOS Figura 8.6 Qual é o torque máximo sobre uma bobina de 600 espiras.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .10 T. quando por ela passa uma corrente de 10-5 A.6 x 10-6 Nm http://www. com dimensão 5 cm x 12 cm.

html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . Vimos que uma das fontes de campo magnético são os ímãs permanentes. a integral é realizada ao longo de uma linha http://www. O sentido do campo é dado pela regra da mão direita: com o polegar no sentido da corrente.2 A DESCOBERTA DE OERSTED Capítulo 9 . i. Em 1819. Figura 9. 9. é dado pela lei que recebeu seu nome (9.1 Logo após a apresentação do trabalho de Oersted. e que para o caso de um fio retilíneo.if. A DESCOBERTA DE OERSTED Já conhecemos o efeito do campo magnético sobre cargas em movimento e sobre correntes em circuitos elétricos. Oersted descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético.br/tex/fis142/mod09/m_s01. em 1820.ufrgs. Ele mostrou que o campo produzido pela corrente.A LEI DE AMPÈRE. Em (9.1) onde µ0=4πx10-7 N/A2 é a permeabilidade magnética do vácuo.9. as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.1). como ilustra a Fig. como a magnetita (Fe3O4). Ampère realizou outras experiências e formalizou a relação entre corrente elétrica e campo magnético. os outros dedos dão o sentido de B.1.

2 http://www. Assim. que alguns autores denominam linha amperiana. pela sua correspondência com a superfície gaussiana no caso da eletrostática. cargas em movimento produzem campo elétrico e campo magnético e podem produzir corrente elétrica.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . no caso estacionário. onde as setas indicam produção. assim como a lei de Gauss está para a eletrostática.2 A DESCOBERTA DE OERSTED fechada arbitrária. É possível agora estabelecer um quadro conceitual relacionando esssas áreas.9.br/tex/fis142/mod09/m_s01. Figura 9. a lei de Ampère está para o magnetismo.ufrgs. Portanto.

ufrgs. Sabemos. das experiências de Oersted.html [13/03/2004 16:24:45] .if. Diz-se que o campo tem simetria axial. Este resultado é consistente com a simetria do problema. Portanto. que as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio. a amperiana apropriada para se calcular o valor de B a uma distância r do fio é o círculo de raio r.br/tex/fis142/mod09/m_s02.if.2) http://www.1) e mostre que o campo é dado por (9.ufrgs.br/tex/fis142/mod09/m_s02.html Capítulo 9 . que também permite-nos afirmar que o campo tem o mesmo módulo em qualquer ponto do círculo.A LEI DE AMPÈRE.http://www. Use (9. CAMPO DE UM FIO RETILÍNEO INFINITO Vamos usar a lei de Ampère para calcular o campo de um fio retilíneo infinito.

2). obtém-se (9.br/tex/fis142/mod09/m_s03. de raio R.3 vemos uma seção reta do cilindro.4 CILINDRO INFINITO Capítulo 9 .A LEI DE AMPÈRE. com duas amperianas.if. Como a densidade de corrente é uniforme.ufrgs. transportando http://www. onde i será a corrente que atravessa a amperiana de raio r.3) Valor de B para pontos externos: r maior ou igual a R É fácil mostrar que este resultado é absolutamente igual a (9. transportando uma corrente io.9. tem-se que Figura 9. com densidade uniforme. Portanto. obtém-se uma expressão igual a . CILINDRO INFINITO Vejamos agora o caso de um cilindo infinito.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .2). uma com r<R. Valor de B para pontos internos: r menor ou igual a R Pelo procedimento anterior.3 Substituindo i em (9. e outra com r>R. para um cilindro com raio R. Na Figura 9. Vamos calcular o valor de B nos dois casos.

4 http://www.4.br/tex/fis142/mod09/m_s03.4 CILINDRO INFINITO uma corrente i.ufrgs. o campo magnético varia com a distância ao eixo do cilindro conforme a figura 9. Figura 9.9.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .

Este campo exercerá a força sobre o segmento L do fio 2. transportando correntes i1 e i2.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Capítulo 9 .br/tex/fis142/mod09/m_s04. Figura 9.9. INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Sejam dois fios infinitos e paralelos. tem-se que o fio 1 cria um campo na posição do fio 2.if. como ilustra a Figura 9.5 Sendo d a distância entre eles.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:52] . Da mesma forma.5. sobre o http://www.A LEI DE AMPÈRE.ufrgs.

quando as corrente circulam no mesmo sentido.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS segmento L do fio 1 agirá uma força F21. mas com sentido contrário.ufrgs.9. com módulo igual a F12.br/tex/fis142/mod09/m_s04. É fácil mostrar que há repulsão quando as correntes circulam em sentidos opostos. os fios atraem-se.if. Portanto.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:52] . http://www.

6(b) temos um corte longitudinal do solenóide. Na discussão que se segue consideraremos o solenóide infinito.ufrgs.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Capítulo 9 . Figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_s05.if. Usando argumentos de simetria é fácil mostrar que são nulos os campos entre os fios e na parte externa do solenóide. CAMPO DE UM SOLENÓIDE Obtém-se um solenóide quando um fio é enrolado sob a forma de uma bobina. Na Figura 9.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .6(a). como ilustra a Figura 9.A LEI DE AMPÈRE.6 http://www. No interior do solenóide o campo tem o sentido indicado (da esquerda para a direita).

if. Como o solenóide tem um número infinito de espiras (na prática. de modo que Portanto. de modo que Na região interna. a corrente que atravessa a amperiana será nLi.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .br/tex/fis142/mod09/m_s05. um número muito grande de espiras).ufrgs.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Vamos usar a lei de Ampère para calcular o módulo de B no interior do solenóide. Supondo que temos n espiras por unidade de comprimento. O sentido do campo magnético no interior do solenóide pode ser determinado pela regra da mão direita: o polegar dará o sentido de B quando os outros dedos indicarem o sentido da corrente A integral fechada pode ser desdobrada. Assim. B=0. multiplicada pelo número de espiras que atravessa a amperiana. A corrente que atravessa o retângulo abcd (a amperiana selecionada) é igual à corrente. a integral que resta resulta em http://www. a corrente que entra na lei de Ampère é calculada em termos da densidade de espiras. resultando Na região externa ao solenóide. i. o campo magnético é perpendicular às linhas ab e cd.

4 foi deduzida supondo-se um solenóide infinito. clique em iniciar e observe atentamente as linhas de campo.5. Qual a principal diferença entre as linhas de campo do solenóide com raio 2.0? http://www. entre 2.ufrgs. A equação 9. isto é. mais próximo do caso ideal.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . Na prática.0.CAMPO DE UM SOLENÓIDE BL=µ0nLi Finalmente.5 e 6.4) Esta simulação permite visualizar o efeito geométrico de um solenóide. e aquelas do solenóide com raio 6. No aplicativo podemos variar o raio do solenóide. Para cada raio.br/tex/fis142/mod09/m_s05. Quanto maior esta relação. o campo no interior do solenóide será B=µ0ni (9. um solenóide em que a razão entre o seu comprimento e o diâmetro da sua seção reta seja tão grande quanto possível. usa-se um solenóide longo. É óbvio que isso é uma idealização. sobre as linhas de campo magnético.

http://www. Se você estiver usando um PC. enquanto oprime a tecla ALT. . q Linhas de campo q Para desenhar uma linha de campo. clique o botão esquerdo do mouse. e azul é fraco. você pode tentar isto. você devera usar naquele caso o botão esquerdo. e possível que você so tenha um mouse de dois-botão. Para desenhar uma seta de campo. Exemplos Instruções Agora que você viu a lei de Ampère. Em resumo: Mouse Buttons Unix Left Middle Right PC Left Alt-Left Right Indicadores de campo q q A seta que acompanha o cursor indica o campo. Para simular o botão do medio.Exemplos Capítulo 9 . O arco-íris de cor ao longo da linha indica a intensidade do campo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . como é achado na maioria computadores Unix.A LEI DE AMPÈRE. Para utilizar os seguintes applets. tecle a letra A. você tem que conhecer: A tabela debaixo assume que você tem um mouse de trêsbotão. tecle shift-controlalt e clique o botão do mouse. Para desenhar todas as setas de campo.if.ufrgs. vermelho é forte.br/tex/fis142/mod09/m_s06.

O aplicativo calcula e imprime a integral de linha do campo ao longo da amperiana traçada. Thin Wires Oh. arraste o botão da esquerda.Exemplos Amperianas q Desenhando uma amperiana: : r Para desenhar um retângulo. arraste o botão da esquerda teclando Ctrl.. http://www.ufrgs. r r q Para apagar a amperiana e a integral. ou Del. the pain. clique o botão esquerdo novamente.. Para desenhar um círculo. tecle a letra E. a tecla backspace.br/tex/fis142/mod09/m_s06. the pain.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:06] ..if. Apagando q Para apagar as linhas.

html (1 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . qual é o campo magnético no plano dos fios em um ponto (a) a meia distância entre eles e (b) a uma distância 'a' acima do fio superior? R:(a)B=µ0i/πa.if. EXERCÍCIOS.ufrgs. perpendicular à linha que une os fios e apontando para a direita de quem olha.1 Dois longos fios retilíneos e paralelos estão separados por uma distância 2a. conforme figura 9.7 Pergunta 2 http://www.7.br/tex/fis142/mod09/m_ex. Pergunta 1 q 9. Se os fios conduzem correntes iguais em sentidos opostos.A LEI DE AMPÈRE. Figura 9. (b)B=µ0i/3πa.EXERCÍCIOS Capítulo 9 .

Uma espira retangular. Pergunta 3 q 9.2x10-4 N.7. conduz uma corrente de 10 A. Determine o módulo e a orientação da força por unidade de comprimento que atua sobre o terceiro fio. paralelo aos outros dois. R:B=µ0ia/ π(a2+x2). http://www. Considere a=30 cm e x=40 cm.if.ufrgs. cujos lados maiores são paralelos ao fio.3 Suponha que na figura 9. apontando para baixo.2 Ainda em relação à figura 9. calcule o campo magnético resultante no ponto P. R:7. Determine o módulo. R:1. apontando para a esquerda de quem olha. a direção e o sentido da força resultante exercida sobre a espira pelo campo magnético do fio. passando pelo ponto P e que cada fio conduza uma corrente I=20 A. se a corrente nele entra no plano da folha.br/tex/fis142/mod09/m_ex. perpendicular ao fio.8 conduz uma corrente de 20 A.7 exista um terceiro fio longo e retilíneo.4 O fio longo e retilíneo da figura 9.92x10-4 N/m.EXERCÍCIOS q 9.html (2 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . Pergunta 4 q 9. perpendicular ao fio.

Encontre expressões para B(r) nas regiões em que: (a) r<c. anti-horário.ufrgs. b. anti-horário. (d)B=0. c) são mostrados na figura.9 mostra um corte transversal de um condutor longo de um tipo denominado cabo coaxial.html (3 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . de valor I. Seus raios (a. (b)B=µ0i/2πr. Correntes uniformes e opostas.5 A figura 9.if. (b) c<r<b. existem nos dois condutores. (c)B=µ0i(a2-r2)/ 2πr(a2-b2). (d) r>a.EXERCÍCIOS Figura 9.8 Pergunta 5 q 9. R:(a)B=µ0ir/2πc2. http://www. anti-horário. (c) b<r<a.br/tex/fis142/mod09/m_ex. se a corrente interna estiver saindo da folha.

9 Pergunta 6 q 9.br/tex/fis142/mod09/m_ex. A camada interna consiste de 300 espiras e a externa.07 T. A corrente é de 3 A no mesmo sentido em ambas as camadas. http://www.html (4 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .EXERCÍCIOS Figura 9.if. de 250.6 Constrói-se um solenóide de 30 cm de comprimento com duas camadas de enrolamento de fio. Qual é o valor do campo magnético em um ponto próximo do centro do solenóide? R:0.ufrgs.

Logo haverá um excesso de carga negativa na parte inferior da placa e uma quantidade igual de carga positiva na parte superior. Os elétrons livres da placa estarão submetidos a uma força magnética dada por F = evB cujo sentido aponta para baixo.ufrgs. Uma placa metálica é deslocada.if.1 http://www. com o sentido indicado (para dentro da folha).A LEI DE FARADAY. Vejamos quanto vale essa fem. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Com a descoberta de Oersted e a lei de Ampère aprendemos que uma corrente elétrica origina um campo magnético. Isso é possível através do surgimento de uma força eletromotriz (fem) induzida. com velocidade uniforme.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . Nesta região do espaço existe um campo magnético.br/tex/fis142/mod10/m_s01. v. Figura 10.1.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Capítulo 10 . Isto é. produzindo uma fem.10. B. por um agente externo qualquer (não importa qual). Diz-se que essa fem foi induzida pelo movimento das cargas. Na década de 1830. um campo magnético pode criar uma corrente elétrica. Vamos examinar essa questão a partir do problema esquematizado na figura 10. Faraday descobriu o inverso.

10. ΦB=Bhx.1). eq. Vamos imaginar que a placa metálica desliza sobre um trilho metálico.2.br/tex/fis142/mod10/m_s01. a corrente induzida tem o sentido indicado na fig.if.2 Como a carga positiva acumula-se na parte superior. http://www. através dela. em relação a t. (10. a variação temporal do fluxo do campo magnético é numericamente igual à força eletromotriz induzida pelo movimento. tem-se Portanto. Quando a placa é deslocada. (10.2) Figura 10. Isto é. 10.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA W=Fh é o trabalho necessário para transportar uma carga de uma extremidade à outra da placa. conforme ilustra a figura 10. Como a fem é dada por ε=W/q segue-se que ε=vBh (10.2.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .1) Analisemos o mesmo problema de outra forma. Derivando o fluxo. variando o fluxo de B.ufrgs. a área hachuriada varia.

br/tex/fis142/mod10/m_s01.2). costuma-se confundir a fem induzida pelo movimento. Por causa disso.10. apresentam resultados idênticos àqueles obtidos com a lei de Faraday.ufrgs.1) e (10. O que discutimos acima foi a fem induzida pelo movimento. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . Vejamos agora a fem induzida pela lei de Faraday.if. com a fem induzida pela lei de Faraday.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA As equações (10.

Numa tradução livre. Na fig.br/tex/fis142/mod10/m_s02. Em 1831.3.3 LEIS DE FARADAY E LENZ Capítulo 10 . Lenz estabeleceu a lei que permite interpretar o significado do sinal negativo em (10.A LEI DE FARADAY. A fem induzida é dada por (10.ufrgs.10. a lei é a seguinte: O sentido da fem induzida é aquele que tende a se opor à variação do fluxo magnético através da espira.if. Em (a) o módulo de B cresce com o tempo.3). 10. a corrente induzida circula no sentido antihorário. uma espira metálica é colocada (imóvel) numa região onde existe um campo magnético variável. LEIS DE FARADAY E LENZ Na fig. Faraday mostrou que no primeiro caso. enquanto no segundo caso ela circula no sentido horário. 10.3(a) o fluxo magnético está http://www. enquanto em (b) ele decresce.3) é a seguinte Em 1834.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:59] .3) Outra forma de apresentar a equação (10.

ufrgs.3(b) o fluxo magnético está decrescendo.br/tex/fis142/mod10/m_s02. A corrente induzida terá o sentido anti-horário para criar um campo magnético contrário ao campo B e oporse à variação do fluxo magnético. Você também pode arrastar a barra arrastando-a com o mouse.3 LEIS DE FARADAY E LENZ crescendo.3 Demonstração Tecle o botão iniciar e observe o movimento da barra. 10.10. http://www. de modo a opor-se à diminuição do seu fluxo. Na fig.if. Figura 10. de modo que a corrente no sentido horário produzirá um campo magnético no mesmo sentido do campo aplicado.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:59] .

o fluxo magnético que atravessa a espira cresce com o tempo de acordo com a expressão ΦB=6t2+7t. onde ΦBé dado em miliwebers e t em segundos. (b)Horário. (b) Determine o sentido da corrente através de R.EXERCÍCIOS Capítulo 10 .if.br/tex/fis142/mod10/m_ex.4. EXERCÍCIOS.A LEI DE FARADAY. Figura 10.4 Pergunta 2 http://www. R:(a)31 mV.html (1 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . Pergunta 1 q 10.1 Na figura 10.0 s.ufrgs. (a) calcule o módulo da fem induzida na espira quando t=2.

br/tex/fis142/mod10/m_ex.5 representa uma espira quadrada (lado igual a 2.ufrgs. Figura 10. sendo B dado em Tesla e t em segundos. cuja resistência interna é desprezível.4. de modo que num instante t o fluxo seja dado por ΦB(t). tanto em módulo quanto em direção.5 http://www.87t.042-0.html (2 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . (a) Mostre que a carga total q(t) que passou através do resistor R no tempo t é q(t) = 1/R [ΦB(0) -ΦB(t)]. O módulo do campo magnético varia de acordo com a relação B=0.0 m) perpendicularmente disposta em relação um campo magnético B. A espira contém uma bateria de 20 V. sendo que metade da espira está no interior da região onde existe o campo. (a) Qual é o sentido da corrente que passa através da bateria? (b) Qual é a fem total através do circuito? R:(a)Anti-horário. na figura 10.2 Seja ΦB(0) o fluxo magnético para t=0.if.74 V. (b)21.EXERCÍCIOS q 10. Pergunta 3 q 10. Suponha que o campo magnético esteja variando de forma contínua mas não especificada.3 A figura 10. independentemente do modo pelo qual B variou neste mesmo intervalo.

8 V. Figura 10. (c) Como a fem induzida no triângulo varia com o tempo? R:(a) 85. (c) ε(t)=2Bv2t.5 mA.35 T aponta para fora da página.5 O campo B na figura 10. (b) 5 mV/m.html (3 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . http://www. (c) 1.1 T/s. como ilustra a figura 10. anti-horário. Calcule: (a) o fluxo magnético através do triângulo isósceles formado pelos trilhos e a barra no instante t=3.ufrgs.if.6.2 Wb.4 Dois trilhos condutores retilíneos formam um ângulo reto no ponto de junção entre suas extremidades.2 m/s de cima para baixo. se sua resistência vale 2 Ω? R:(a) 3 mV.0 s e (b) a fem induzida no triângulo neste instante.6 Pergunta 5 q 10. (a) Qual é a fem induzida no anel condutor circular de raio igual a 10 cm? (b) Quais são o módulo e a orientação do campo elétrico induzido em qualquer ponto desse anel? (c) Qual é a corrente induzida no anel. Uma barra condutora em contato com os trilhos parte do vértice no instante t=0 e se move com velocidade constante v=5.br/tex/fis142/mod10/m_ex.7 decresce à taxa de 0.EXERCÍCIOS Pergunta 4 q 10. Um campo magnético B=0. (b) 56.

através da espira cujas dimensões estão indicadas na figura.ufrgs. e cresce constantemente à razão de 2 A/s. anti-horário.if.br/tex/fis142/mod10/m_ex.7 Pergunta 6 q 10. em determinado tempo t.6 Na figura 10.3µ0I/10π. Figura 10. (a) Qual é o fluxo total. (b) Qual é a fem induzida na espira? R:(a) 2.8 http://www.8 a corrente I percorre o fio infinito na direção indicada.EXERCÍCIOS Figura 10. (b) 4.6µ0/10π.html (4 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .

(11.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s01.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS INDUTÂNCIA Já vimos que o capacitor é um dispositivo apropriado para gerar um campo elétrico. L. assim como o capacitor está para a eletricidade. correspondendo à capacitância. podemos definir a indutância.11. NΦ é o fluxo magnético total através do indutor (denominação também usada para um solenóide).1) Onde N é o número de espiras no solenóide. Assim. Há uma completa analogia entre os dois dispositivos. calculamos o campo magnético de um solenóide. Este dispositivo está para o magnetismo. e i é a corrente que o atravessa.1). http://www. A unidade de indutância no sistema SI é o Henry. 9 vimos que uma corrente elétrica cria um campo magnético. No Cap. definida na eq.1 INDUTÂNCIA Capítulo 11 . (5.html [13/03/2004 16:26:11] . Em particular. Portanto.

2 INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Capítulo 11 . L/l = µ0An2 (11.2) Convém comparar este resultado com aquele obtido para a capacitância de um capacitor de placas paralelas.4).11.br/tex/fis142/mod11/m_s02. de modo que NΦ=nlΦ= nlBA Usando o valor de B para um solenóide infinito. INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Vamos usar um solenóide infinito (ou muito maior do que a área da sua seção reta.if. Figura 11. eq. (5. A densidade linear de espiras é n. eq.html [13/03/2004 16:26:13] .ufrgs.1 http://www. assim como fizemos no Cap. obtém-se a indutância por unidade de comprimento. 9. A). (9.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. L/l.2). Em ambas as equações temos o produto de uma constante universal (µ0 ou ε0) com parâmetros geométricos do respectivo dispositivo.

br/tex/fis142/mod11/m_s03. induz o surgimento de uma fem.11. que deve satisfazer à seguinte relação Como NΦ=Li. AUTO-INDUÇÃO Uma corrente elétrica percorrendo um solenóide origina um fluxo magnético.if. de acordo com a lei de Faraday. Como se trata de uma fem induzida por uma corrente no próprio solenóide. esta. tem-se uma auto-indução.html [13/03/2004 16:26:15] .OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. Portanto.3) http://www. No momento em que se inicia a passagem da corrente. segue-se que (11.3 AUTO-INDUÇÃO Capítulo 11 . diz-se que esta fem é auto-induzida.ufrgs.

Ri .if.2.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:21] . Na verdade.εL = 0 (11. o indutor reagirá. aparentemente o sinal negativo da eq. na figura 11. Imediatamente. tem-se ε .3) não foi levado em conta. No momento em que a chave S. 11. http://www. for ligada na posição ‘a’. (11.4) Figura 11.2 Figura 11. (11. CIRCUITO RL Vamos usar o princípio da auto-indução para estudar o circuito RL em série.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. uma corrente surgirá no circuito.11.ufrgs.3).3 Observe que na equação acima.br/tex/fis142/mod11/m_s04. dada pela eq. ele foi levado em conta quando se definiu o sentido de εL na fig.4 CIRCUITO RL Capítulo 11 . produzindo uma fem εL. Aplicando a regra de Kirchhoff na malha externa (chave ligada em ‘a’).2.

11.4 CIRCUITO RL

Figura 11.4 A eq. (11.4) é formalmente idêntica à eq. (7.2), para o circuito RC série. Assim, a solução para a eq. (11.4) será obtida a partir da eq. (7.2), substituindo-se os elementos correspondentes, de acordo com a tabela abaixo. Circuito RC Circuito RL R 1/C εC RC Portanto, L R ε/R L/R

(11.5) O comportamento da corrente, descrito pela eq. (11.5), é ilustrado na fig. (11.3). Este comportamento é similar ao comportamento da carga no capacitor do circuito RC. A corrente de saturação, ε/R, ocorre quando o indutor entra em “curto”. Em t=0, i=0, o que significa circuito “aberto”. Portanto o comportamento do indutor é o contrário do comportamento do capacitor.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s04.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:21]

11.4 CIRCUITO RL

t=0 Capacitor Indutor “curto-circuito” “circuito aberto”

t0 “circuito aberto” “curto-circuito”

O fator τL=L/R é denominado constante de tempo indutiva. Quando t=τL, a corrente no circuito atinge 63% do valor de saturação. No caso do circuito RC, vimos que à medida que a carga no capacitor aumentava, aumentava a energia acumulada no capacitor (UC=½CV2=q2/2C). No caso do circuito RL, também há acumulação de energia; neste caso, tem-se acumulação de energia no campo magnético. Multiplicandose a eq. (11.4) por i, tem-se

Portanto,

Resulta daí que a energia acumulada no indutor é dada por UL=½Li2 (11.6)

Depois de um longo tempo (p. ex. t>10τL) ligado em ‘a’, a corrente atinge seu valor de saturação. Se nesse instante a chave for ligada em ‘b’, a energia será devolvida pelo indutor e consumida no resistor. Fazendo ε=0 na eq. (11.4), é fácil mostrar que a corrente fluirá de acordo com a relação

(11.7)

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DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

Capítulo 11 - OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.
DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS
A partir das energias acumuladas em campos elétricos e magnéticos, dadas pelas eqs. (5.10) e (11.6), podemos calcular as respectivas densidades de energia, isto é, energia por unidade de volume. Vejamos, inicialmente, o caso do campo elétrico. Consideremos um capacitor de placas paralelas, com área ‘A’ e distância ‘d’ entre elas. Usando a eq. (5.10), obtém-se

Tendo em conta que a capacitância de um capacitor de placas paralelas é dada por C=ε0A/d, e que V=Ed (E é o campo entre as placas do capacitor), obtém-se

Embora tenha sido deduzida para o caso particular de um capacitor de placas paralelas, a expressão acima é absolutamente geral; ela fornece a densidade de energia de um campo elétrico em determinada região do espaço, não importando como ele tenha sido produzido. Então, ao invés de desginá-la uC, convém usar a designação mais geral uE. (11.8) Para calcular a densidade de energia num campo magnético, vamos usar um solenóide infinito. Partindo das expressões
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:23]

DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

(9.4), (11.2) e (11.6), e da definição UB/Al, obtém-se

(11.9)

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passa a se transferir para o indutor. Suponhamos que inicialmente o capacitor encontra-se carregado com um potencial V. O processo atinge um ponto máximo quando toda a energia do capacitor tiver sido transferida para o indutor. No momento que o indutor é ligado.if.CIRCUITO LC Capítulo 11 .br/tex/fis142/mod11/m_s06. e vice-versa. na ausência de qualquer tipo de atrito. energia potencial acumulada na mola é transformada em energia cinética da massa. 11.5 exerce o mesmo papel que o atrito no sistema massa-mola. uma corrente surge no circuito.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.ufrgs. análogo ao apresentado pelo conjunto massa-mola. através do surgimento de uma corrente contrária à corrente inicial. a energia acumulada no indutor passa a se transferir para o capacitor. como ilustrado na fig. ½CV2.5. Resulta daí que a corrente é nula quando a carga no capacitor for máxima. através da qual a energia acumulada no capacitor. Através do efeito Joule. CIRCUITO LC Vamos analisar um circuito LC. Um resistor no circuito da fig. em termos de variação de energia. A partir desse momento. Este circuito apresenta um comportamento. 11. parte da energia transferida do capacitor para o indutor (e vice-versa) será consumida no resistor.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:26] . Neste caso. http://www. e a corrente será máxima quando a carga no capacitor for nula.

ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .CIRCUITO LC Figura 11.5 http://www.if.br/tex/fis142/mod11/m_s06.

ufrgs. e Substituindo essas expressões na eq.if.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . obtém-se a equação diferencial que descreve o comportamento do potencial nas placas do capacitor. Figura 11. (11.6 (11. (11.10) Num instante qualquer. Ele é semelhante ao circuito RL.11) A solução desta equação deve satisfazer duas propriedades: http://www.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. 11.4). onde a fem foi substituída por um capacitor. substituindo-se ε por V. a equação que descreve o comportamento do circuito é igual à eq.CIRCUITO RLC Capítulo 11 .10).br/tex/fis142/mod11/m_s07. (11.6 é um exemplo sim-ples de circuito RLC. Portanto. CIRCUITO RLC A fig.

é a seguinte: V(t)=Ae-αtcos(ωt) Da relação entre i e V. α/ω=0 ou ω>>α Sob esta condição. Uma solução particular que satisfaz tais condições. obtém-se (11.br/tex/fis142/mod11/m_s07.11). deve ter um fator de amortecimento.12) Substituindo (11. http://www. Isso acontece quando a resistência tem um valor muito pequeno.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .14) Vamos analisar os valores de i(t) e V(t) em pontos especiais.12) em (11. resulta que α=R/2L e (11.if.13) Uma situação interessante é aquela em que a oscilação é fracamente amortecida.CIRCUITO RLC r r deve ser oscilatória. i(t)=ACω e-αtsen(ωt) (11.ufrgs. Dito de outra forma.

http://www.CIRCUITO RLC t=0 V(0)=A [valor máximo de V(t)] i(0)=0 t=π/2ω=1/4f=T/4 (1/4 do período de oscilação) V(π/2ω)=0 i(π/2ω)=ACω [valor máximo de i(t)] Portanto. toda a energia está acumulada em L.ufrgs. a energia passa de um dispositivo para o outro. toda a energia está acumulada em C. A cada ¼ de período.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .br/tex/fis142/mod11/m_s07. Quando i(t) é máxima. Quando V(t) é máximo.if. V(t) e i(t) estão defasadas de π/2.

a freqüência natural de um circuito RLC. No limite. FREQÜÊNCIA NATURAL O circuito RLC oscila com a freqüência dada pela eq. o circuito RLC apresenta um comportamento similar ao de um circuito LC.br/tex/fis142/mod11/m_s08.FREQÜÊNCIA NATURAL Capítulo 11 .if. (11.13). Quando R aproxima-se de zero.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. Isto é. a freqüência será Esta freqüência é conhecida como freqüência natural. http://www. R=0.ufrgs.html [13/03/2004 16:26:49] . é a freqüência do circuito LC correspondente.

com ε=100 V.10 s após a conexão ter sido feita. Para 0. Calcule: (a) a densidade de energia magnética e (b) a densidade de energia elétrica na superfície do fio.EXERCÍCIOS Capítulo 11 . (b) 4.0 H e uma resitência de 10 Ω é subitamente conectada a uma bateria de resistência desprezível.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . EXERCÍCIOS.3 Uma bobina com uma indutância de 2.2 Considere o circuito RL da fig. R:(a) 1.5 mm e sua resistência por unidade de comprimento é de 3.2.1 Um determinado comprimento de fio de cobre transporta uma corrente de 10 A uniformemente distribuída. Pergunta 2 q 11.8x10-15 J/m3.23 τL Pergunta 3 q 11. para que instante após a bateria ser ligada.ufrgs.3 Ω/km. Em termos da constante de tempo.br/tex/fis142/mod11/m_ex. 11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. a energia armazenada no campo magnético do indutor terá a metade do seu valor estacionário? R:1. Pergunta 1 q 11. O diâmetro do fio é 2.02 J/m3. qual será a taxa http://www.if.

6 Considere o circuito indicado na fig.if. a corrente atinge um valor de 2.7. L=1. (a) Determine a indutância da bobina.5 W. (c) 393 W.0 µC.0 mA após 5. Calcule: (a) a energia total máxima acumulada. Pergunta 4 q 11. Mostre que quando a chave S3 está fechada e a outras duas estão abertas.5x10-4 J.1 mH e C=4. A carga máxima em C é 3.EXERCÍCIOS com a qual: (a) a energia está sendo armazenada no campo magnético? (b) a energia térmica aparece? (c) a energia está sendo fornecida pela bateria? R:(a) 238.5 W. (b) 154. Quando a chave S1 está fechada e as outras duas chaves abertas. (b)0. o circuito oscila com um período . http://www.5 Num circuito LC oscilante. (b) a corrente máxima que pode circular. Quando uma bateria de 50 V é colocada no circuito.4 Uma bobina é ligada em série a um resistor de 10 kΩ. (b) Qual a energia acumulada na bobina neste momento? R:(a) 125 H.0 µF. Quando a chave S2 está fechada e as outras duas abertas.042 A.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . (b) 2.0 ms. Pergunta 5 q 11. o circuito possui uma constante de tempo τL.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_ex. a constante de tempo vale τC.125 µJ. R:(a) 1. Pergunta 6 q 11. 11.

br/tex/fis142/mod11/m_ex.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .if.ufrgs.7 http://www.EXERCÍCIOS Figura 11.

Leis Experimentais Vimos e estudamos quatro leis experimentais sobre fenômenos elétricos e magnéticos. se a variação do ΦΒ origina um campo elétrico (lei de Faraday). por que não ΦE B? Para manter a simetria. Por exemplo.br/tex/fis142/mod12/m_s01. reproduzidas na tabela abaixo. Lei de Gauss para a eletricidade Lei de Gauss para o magnetismo Lei de Faraday-Lenz Lei de Ampère Maxwell explorou as propriedades matemáticas dessas equações escritas na forma diferencial.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .if. uma tentativa natural seria escrever Há dois erros nessa equação.12.1 LEIS EXPERIMENTAIS Capítulo 11 . O primeiro é que a experiência http://www.ufrgs. Embora esse procedimento esteja fora do nosso alcance.EQUAÇÕES DE MAXWELL. para propor sua teoria eletromagnética. vamos fazer um exercício analítico através da exploração da simetria dessas equações.

Esta corrente.1). Portanto. a “lei” correta deverá ser (12.if. que surgiu devido aos ajustes dimensionais. (12. ε0 relacionava-se com fenômenos elétricos.Maxwell” (12. Portanto. e µ0 relacionava-se com fenômenos magnéticos. de repente “desaparece” entre as placas do capacitor.1 LEIS EXPERIMENTAIS mostra que o sinal deve ser positivo. Ela representa a inclusão da ótica na fenomenologia do eletromagnetismo. que dará origem a um campo magnético (lei de Ampère).ufrgs.1). Vamos analisar melhor a eq. 12. Antes.1) Observe que o fator multiplicativo. É fácil mostrar que o membro da esquerda tem unidades de µ0i.12. aparecendo depois da outra placa.2) É interessante observar que iniciamos tentando escrever uma “lei de Faraday-Lenz” para a indução magnética. http://www.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . não existe uma lei de Lenz para a indução magnética. O segundo é um erro dimensional. O campo E surge quando há uma corrente i carregando o capacitor.1. mas encontramos a eq. é o produto µ0ε0. como ilustrado na fig. (12. É a primeira vez que eles dois aparecem numa única equação. Pode-se mostrar que a velocidade da luz no vácuo é dada por Agora podemos escrever a lei de “Ampère . enquanto o da direita tem unidades de i/ε0. Uma realização experimental possível seria um capacitor com campo elétrico variável. A equação acima tem algo diferente.br/tex/fis142/mod12/m_s01.

conhecida como corrente de deslocamento.br/tex/fis142/mod12/m_s01.if.1 Esse “mistério” é resolvido com a eq.12. A corrente entre as placas.1 LEIS EXPERIMENTAIS Figura 12. é dada pelo termo .html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . http://www. id.ufrgs. (12.2).

2 Mostre que i=id.html Capítulo 12 .ufrgs.2.ufrgs.if.br/tex/fis142/mod12/m_ex.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:27:19] . O capacitor de placas circulares e paralelas. (a) Sabendo que o valor máximo da corrente de http://www.4 Na fig. tem raio R.3 Mostre que a corrente de deslocamento num capacitor de placas paralelas pode ser escrita assim Pergunta 4 q 10.EQUAÇÕES DE MAXWELL. EXERCÍCIOS. 12.br/tex/fis142/mod12/m_ex. a fem é dada por ε=εmsen(ωt).1 Mostre que tem dimensão de corrente q Pergunta 2 q 12. Pergunta 1 12. Pergunta 3 q 12.http://www.

ufrgs. (c) Mostre que o valor máximo do módulo de B entre as placas.if. Figura 12.html deslocamento é I.2 http://www.if.br/tex/fis142/mod12/m_ex.html (2 de 2) [13/03/2004 16:27:19] . calcule o valor máximo de dΦE/dt. a uma distância r do eixo de simetria do capacitor é dado por µ0I/2πr.br/tex/fis142/mod12/m_ex.ufrgs.http://www. (b) Mostre que a distância entre as placas do capacitor é dada por πR2ε0εmω/I.

jsp [13/03/2004 16:28:37] .com/en/index.com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Black Widow Don't get tangled in her web! Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Java Desktop System .The Source for Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.java.Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems. Inc| Legal Notices| License| Developers http://www.

sun. please submit this form.com/webapps/bugreport/contact. If you have a question or need an issue resolved. Windows Service Pack Number 2. If you have written an applet or application using Java technology and would like it featured on Java.com Choose Language We welcome feedback! We want to know how much you like Java software as well as any issues you may encounter. Macintosh OS9) Other Operating System Info http://jal. Note: required information is marked with an * Nature of Feedback* Name* Email If you would like us to contact you regarding your comments/suggestions.com..com.Java Technology. since we cannot respond to questions already answered on Java. Linux Distribution and Version 3. Your Feedback * Select one Your Operating System* Select one Please provide any of the following additional information about your Operating System in the box below if applicable: 1. please fill out the email address field. We will not put you on any mailing list and we will not give your name or address to anyone. you will find many answers in our FAQ or Help sections.jsp?language=en (1 de 2) [13/03/2004 16:29:02] . Contact Us Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. Check carefully through the Help and FAQ pages. Other Operating System & Version (i.e.

this information can be obtained by opening the Control Panel and double clicking the Java Plug-in Control Panel icon. simply write N/A.jsp?language=en (2 de 2) [13/03/2004 16:29:02] .sun. If you're using Solaris™ or Linux. If you're using Macintosh. Click on the "About" tab to find the version number. this information can be obtained by typing "java -version" at your command prompt. See the information in the "About" tab. Java Version* Submit Legal Notices | License | Developers | Sun. Contact Us Your Browser* Internet Explorer Mozilla Netscape Opera Other Browser Version Please provide us with the Java version information in the box below.com/webapps/bugreport/contact.Java Technology.com http://jal. If you don't have a Java plug-in. If you're using Windows. this information can be obtained by going into Applications -> Utilities -> Java -> Java Plugin Settings.

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Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. The JRE enables your computer to run applications and applets that use Java technology.Java Technology FAQ Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. q Related Information: Information for System Administrators Information for Software Developers Learn more about Java Technology JRE for Apple Macintosh Top Reported JRE Issues General Questions » Mobile Java Technology (J2ME) Questions » © Sun Microsystems.java.com Choose Language Welcome to Java™ Runtime Environment Frequently Asked Questions We appreciate your interest in Java™ technology. Java.jsp [13/03/2004 16:29:18] . The FAQ section contains answers to general questions related to Java technology.com/en/download/faq/index. Users may find answers to questions about what Java technology is and what it can do for you. It also includes explanations about different applications of Java technology.com is a consumer-oriented site for download and installation of the Java Runtime Environment (JRE). We highly encourage you to spend some time reading the solutions here and in the Help section.

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gifts. Link to Java. Sun Java Studio The Sun Java Studio integrates Sun's world class developer tools. and industry solutions. Developers Mobile Phones Have you created a mobile application based on Java technology? If so. Your submitted application will be reviewed and. and more. including a detailed technical guide. Don't forget to check out the special values. Java Everywhere Video View a cool video about all the ways Java technology is touching your life.jsp (2 de 3) [13/03/2004 16:30:11] .com/en/learn/developers. click here to submit it. you will be contacted to get approval to feature the application in the Explore section of this Web site. you should get enrolled in the Sun Developer Network Mobility Program and take advantage of the new Go-To-Market Services. Java Wear and Books Online Store Show the world you love Java technology! Buy clothing. and executive items.java. JavaOne Online Experience a virtual JavaOne conference year-round with opportunities for ongoing education. a forum. Other Sites for Developers Java Upgrade Program Read about the benefits of upgrading the MS VM to the official Sun JRE and visit the Upgrade Program Site where you'll find developer resources. Desktops. support. and services into a comprehensive platform for developing and deploying services with the Sun Java Enterprise System. community interaction.com Does your product use Java technology? Then you may want to host the Java Get It Now! button on your Web site and give your customers a free and easy way to get the latest version of the Java software download. if selected. a PDA. Click here to read the "Download Button Permission Application/Agreement" and begin the free button registration process. Applications meeting the industry-driven test criteria can be submitted into the Sun Content Catalog where they will be promoted to top-tier. you will be contacted. or some other cool device. http://www. If selected.Learn about Java Technology. PDAs. global operators and handset manufacturers. and Other Devices If you've created an application for the desktop. Applications in the Sun Content Catalog are automatically candidates to appear in the Explore section of this Web site.

Developers © Sun Microsystems. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.Learn about Java Technology.com/en/learn/developers.jsp (3 de 3) [13/03/2004 16:30:11] .java.

sun.Sun Microsystems sun. end-to-end business solutions with J2EE Web Services.com/ [13/03/2004 16:31:40] .Powered by AMD Opteron processors. A Mobile Media Mogul .com highlights Java technology as a key to the evolution of cell phones. Z for zoom . V for value.Forbes. scalable.com How To Buy | My Sun | Worldwide Sites Search » On this Site Products & Services Support & Training Solutions Downloads Documentation Research & Development News Resources for Developers System Admins Partners Executives Investors Education & Research Learn about Java Java System Sun and AMD Opteron N1 Grid Low Cost Computing © Sun Microsystems 2004 Contact | Company Info | Employment | Privacy | Terms of Use | Trademarks New from Sun Microsystems Press J2EE Platform Web Services: Build robust. the new Sun Fire V20z server delivers extreme performance at a compelling price. see all news and events » see all features » http://www.

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Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com/en/download/manual.Download Java Software © Sun Microsystems.java.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:31:54] .

Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. and information you want most. you'll find Java technology and a great digital experience. and Web sites. It's preinstalled on personal computers. with its well-known cup and steam. it's in PDAs and pagers. Invented by Sun Microsystems in 1995. and Web sites that are powered by Java technology. It's even in cars and on the planet Mars.jsp [13/03/2004 16:32:22] . handsets.java. is also everywhere.com/en/learn/index. © Sun Microsystems. It's embedded in 150 million mobile phones. Java technology lets devices of all kinds run just about any kind of program. TVs. Wherever you find the cup and steam.com Choose Language Java technology is computer software that helps you get connected and makes being connected more exciting. It's one of the most widely recognized technology brands in the world! Look for it on games.Learn about Java Technology. Java technology is everywhere. The Java brand. giving you the cool games. tools. Overview Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. it's inside video games.

jsp [13/03/2004 16:32:55] .com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Black Widow Don't get tangled in her web! Visual CAVE Where virtual reality and biology meet © Sun Microsystems.java. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com/en/explore/index.Explore Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.

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