P. 1
cochonilhas

cochonilhas

|Views: 97|Likes:
Publicado por123osv

More info:

Published by: 123osv on Oct 09, 2011
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

05/29/2013

pdf

text

original

ISSN 0103-9334

Cochonilhas ocorrentes em cafezais de Rondônia

110
Circular Técnica
Porto Velho, RO Outubro, 2009

Introdução
As cochonilhas, em sua maioria, são de especial importância para a agricultura porque são ectoparasitas de plantas cultivadas, tanto da parte aérea como da subterrânea. Têm-se verificado surtos de cochonilhas no Estado de Rondônia, antes esporádicos, porém nos últimos anos mais frequentes e com maior incidência nas diversas regiões cafeeiras do Estado. Na década de 90, Veneziano (1996) já citava as cochonilhas como pragas de potencial importância para cafeicultura rondoniense e, mais recentemente, Teixeira e Costa (2005) relataram sobre a ocorrência e nível populacional de cochonilha-da-roseta (Planococcus citri) e cochonilha-verde (Coccus viridis) no estado. Outras cochonilhas têm sido observadas quando de visitas técnicas a cafezais e, geralmente, se constatam infestações de uma ou mais espécies diferentes. Ainda são bastante escassas as informações relacionadas a essas pragas e seus controles. As cochonilhas, também conhecidas e citadas como coccídeos e escamas, situam-se taxonomicamente na ordem Hemiptera, subordem Sternorrhyncha e superfamília Coccoidea. Anteriormente eram classificadas na ordem Homoptera porém, com base em estudos filogenéticos esses insetos passaram à ordem Hemiptera (GALLO et al., 2002).

Descrição das principais espécies ocorrentes em Rondônia
Cochonilha-da-raiz (Dysmicoccus sp.) (Hemiptera: Coccidae)
Descrição e biologia Cochonilhas verificadas em cafeeiros da cultivar Conilon (Coffea canephora) no Município de Ouro Preto do Oeste, RO, em lavoura inspecionada em 2006. A Cochonilha-da-raiz apresenta corpo oval, com cerca de 2,5 mm de comprimento e 17 apêndices de cada lado do corpo. A coloração de ninfas e adultos é rosada, e são revestidas por uma camada de secreção cerosa branco-pulverulenta (GALLO et al., 2002; SOUZA et al., 2001). As fêmeas são ápteras, de corpo mole, possuindo a cabeça e o tórax fundidos. Reproduzem-se por partenogênese, ou seja, as fêmeas adultas, sem serem copuladas, colocam ovos férteis. O ciclo continua com a eclosão de formas jovens denominadas de ninfas, que após 40 dias transformam-se em cochonilhas adultas, as quais vivem aproximadamente 60 dias. O seu ciclo completo é de aproximadamente 100 dias, ocorrendo gerações sobrepostas, ou seja, em uma mesma colônia são observadas ninfas e adultos. Podem ocorrer até cinco gerações anuais do inseto, sendo elevado o seu potencial de reprodução (NAKANO, 1972). Injúrias e danos Inicialmente a infestação da praga pode ser constatada na raiz principal do cafeeiro, logo abaixo do colo da planta. Nessa fase, não causa prejuízos irreversíveis à planta, como também não causa sintomas na parte aérea. Posteriormente, o inseto coloniza todo o sistema radicular do cafeeiro, juntamente com o fungo Bornetina, resultando no comprometimento de suas raízes, prejudicando a absorção de água e nutrientes do solo (GALLO et al., 2002; NAKANO, 1972; SOUZA et al., 2001). Como resultado, as plantas atacadas amarelecem e depois morrem. No período seco os cafeeiros ficam

Autores
José Nilton Medeiros Costa Engenheiro Agrônomo, D.Sc., em Entomologia, pesquisador da Embrapa Rondônia, Porto Velho, RO, jnilton@cpafro.embrapa.com.br César Augusto Domingues Teixeira Engenheiro Agrônomo, D.Sc., em Entomologia, pesquisador da Embrapa Rondônia, Porto Velho, RO, cesar@cpafro.embrapa.com.br Lunalva Aurélio Pedroso Sallet Bióloga, Doutoranda da Universidade de Brasília – UnB, lunalva@yahoo.com.br Farah de Castro Gama Doutoranda da Universidade Federal de Viçosa – UFV, analista da Embrapa Semiárido, Petrolina, PE, farah.gama@cpatsa.embrapa.br

5 Kg/ha Fonte: Ministério da Agricultura. sob a saia do cafeeiro./ha.. Pecuária e Abastecimento – MAPA. sendo relatadas reduções da ordem de 0. 1889) (Hemiptera: Coccidae) Descrição e biologia Em amostragem procedida por Teixeira e Costa (2005). no local de maior concentração radicular em ambos os lados da linha de plantio do cafeeiro. 4) lavouras com mais de três anos. A aplicação deve ser feita em esguicho (drench) no colo da planta.c. Green. tanto em anos anteriores como mais recentemente. para cochonilha-da-raiz (Dysmicoccus sp. 280 g p. aplicar a dose recomendada em oito pontos ao redor da planta (MINISTÉRIO. apesar disso. 1972).. para cafeeiros nas seguintes idades e respectivas dosagens: 1) lavouras com até um ano de idade. por defender as cochonilhas contra os inimigos naturais. enquadrados nas classes toxicológicas III ou IV. .84 kg de café beneficiado/ cova (NAKANO.. Os inseticidas de nova geração neonicotinoides. de cor esbranquiçada (CAMARGO. 280 455 g p. Entretanto. tendo 2 mm a 3 mm de comprimento. Controle Controle biológico Em condições naturais podem ser encontrados diversos inimigos naturais que podem controlar eficientemente as cochonilhas. pois já são registrados em vários países. não lhes causando prejuízo. Somente o macho é alado. FORNAZIER et al. 2007). 1953). Cochonilha verde (Coccus viridis. Inseticidas registrados no Ministério da Agricultura.c. Os fungos citados recobrem as cochonilhas em qualquer estádio de desenvolvimento. 2007)./ha. incorporado ao solo./ha. TELLES JÚNIOR. situados nos municípios de Candeias do Jamari. sabe-se de sua ocorrência em outros municípios. TELLES JÚNIOR. As formigas do gênero Brachymyrrmex percorrem ativamente a planta em todos os sentidos. Injúrias e danos Após a fixação na planta. Souza et al. pulverulenta. sendo também o principal meio de dispersão de fumagina (CAMARGO. O produto deve ser utilizado em lavouras que seguem corretamente as recomendações de nutrição/adubação. Apenas inseticidas de princípio ativo Dissulfoton e Dissulfoton + Triadimenol estão registrados para o controle da cochonilha-da-raiz. podem ser uma boa alternativa para o controle de cochoniha-da-raiz.5 a 37. 805 g p. o inseto perfura o tecido vegetal com seu aparelho bucal e succiona a seiva. A cochonilha-da-raiz pode causar prejuízos à produção. Tabela 1. 2002) e propicia o desenvolvimento do fungo fumagina (Capnodium sp). podendo ocorrer também a sexuada (CAMARGO. mas são nocivas indiretamente. locomovendo-se continuamente sobre os ramos e as folhas do cafeeiro. em cafeeiros Conilon.. Nome comercial e formulação Baysiston GR Ingrediente ativo Dosagem Classe Carência toxicológica (dias) III III 90 90 Dissulfotom 30 a 70 kg/ha Disyston GR 100 Dissulfotom 22. com granuladeiras tipo "matraca" ou tratorizadas.. (2009).c. O inseto é ovovivíparo e reproduz-se por partenogênese. 1). É encontrada geralmente em ramos e folhas novas. constatou-se a presença de cochonilha-verde apenas no último município relacionado. inclusive Brasil.c. São. Ariquemes. A cochonilha verde deve ocorrer com maior frequência no período chuvoso. com porcentagem média de 2 % de plantas afetadas. 1953). Controle químico Recomenda-se a aplicação de inseticidas sistêmicos granulados./ha. 2002). 2) lavouras de um a dois anos. para o controle de insetospragas sugadores e mastigadores. Esse coccídeo excreta um líquido açucarado que atrai formigas (GALLO et al. GALLO et al. ao longo da nervura principal (Fig. 1953. e. 3) lavouras de dois a três anos. As larvas da joaninha são cobertas por uma substância filamentosa branca que lhe dá a aparência de flocos de algodão. Quando se emprega a matraca. dentre eles destacam-se as joaninhas Azia luteipes e Pentilia egenea e os fungos Verticillium. Na Tabela 1 são relacionados os inseticidas registrados para o controle da cochonilha-da-raiz. nos meses de novembro a fevereiro.2 Cochonilhas ocorrentes em cafezais de Rondônia mais depauperados em decorrência do ataque do inseto em suas raízes. com uma camada fina. TELLES JÚNIOR. (2003). Uredinella e Myriangium (GALLO et al. sugerem os inseticidas neonicotinóides Imidacloprid 700 GrDA e Thiamethoxam 250 WG. Jaru e Ouro Preto do Oeste. 2002. 455 – 630 g p. sendo feita a aplicação em solo úmido. A cochonilha verde apresenta forma oval achatada..). muito ágeis.

Cochonilha verde (C. 2002).1 % das plantas apresentavam cochonilha-da-roseta. como Acrostalagmus albus. Controle Controle biológico A joaninha (Azia luteipes). Jaru e Ouro Preto do Oeste.. atacando-a em todos os estádios de desenvolvimento (Fig..5 litro/ 100 L de água 1 litro/ 100 L de água 1 litro/ 100 L de água Carência Classe toxicológica (dias) I IV I IV III IV III IV IV IV 21 1 NE 90 NE 90 NE 15 NE NE NE NE – Não Estabelecido. com de 3 mm a 4 mm de comprimento e. luteipes). sugam seiva Fig. Inseticidas registrados no MAPA. As ninfas dos machos distinguem-se porque formam um pequeno casulo ao transformar-se em adultos (GALLO et al. Nome comercial e formulação Agritoato 400 Assist Diafuran 50 Dytrol Furadan 50 GR Iharol Malathion 500 CE Sultox Spinner Sunspray Triona 1 Ingrediente ativo Dimetoato Óleo mineral Carbofuran Óleo Mineral Carbofuran Óleo mineral Malationa Óleo Mineral Óleo Mineral Óleo Mineral Dosagem 125 ml/100 L água 20 L/ha 10 g/cova 1 litro/ 100 L e água g/cova 1 litro/ 100 L de água 5 litros/ha 1 litro a 1. em média. 1813) (Hemiptera: Pseudococcidae) Descrição e biologia Em amostragem procedida por Teixeira e Costa (2005). Em ataques severos. As fêmeas adultas vivem cerca de 90 dias. Muda de cafeeiro atacada por cochonilha-verde (C. O inseto adulto possui forma oval.. 2005). SOUZA. . Fonte: Ministério da Agricultura. A reprodução é sexuada. Fig. servindo também de proteção aos ovos. 2. do tipo oviparidade. Sabese de sua ocorrência em outros municípios. é o principal predador da cochonilha. 1986). que envolve completamente o corpo do inseto. 1953) e Verticilium lecanii (REIMER. 2). de coloração branca-pulverulenta e outros dois apêndices terminais maiores que os laterais (Fig. TELLES JÚNIOR. Controle químico A praga pode ser controlada eficientemente por inseticidas à base de óleos emulsionáveis adicionados a inseticidas fosforados. 3). tanto em anos anteriores como mais recentemente. As formas jovens possuem coloração rosada e as adultas castanho-amarelada (REIS. Alguns fungos. Ariquemes. em média. 3. Sua capacidade de oviposição é de 200 a 400 ovos e seu ciclo evolutivo completo é de 30 dias. por apresentar lateralmente. Foto: Flávio de França Souza Cochonilha-da-roseta (Planococcus citri. viridis) e larva de joaninha (A. viridis). 1992) são agentes de controle das cochonilhas em qualquer estádio de desenvolvimento. Myriangium duriaei (CAMARGO. Injúrias e danos As cochonilhas vivem em colônias constituídas por indivíduos em vários estádios de desenvolvimento e. (2009). Antes de iniciar a postura movimenta-se na planta. SANTA-CECÍLIA et al. tanto as ninfas como as fêmeas adultas. 17 apêndices de cada lado. o controle deve ser feito com inseticidas sistêmicos (GALLO et al. folhas e frutos. após sua fixação nos ramos. começa a excretar uma substância lanuginosa branca. caracteriza-se.Cochonilhas ocorrentes em cafezais de Rondônia 3 Foto: José Nilton Medeiros Costa Tabela 2.. BEARDSLEY. para cochonilha verde. em cafeeiros Conilon de Candeias do Jamari. 2002. tanto na forma larval como adulta. 1. Risso. Na Tabela 2 são relacionados os inseticidas registrados para o controle da praga. constataramse em todos estes municípios que.

(SILVA et al. 4. Cochonilha ortézia (O. Leptomastidea abnormis e Pachyneuron sp. Aphicus alboclavatus. as cochonilhas podem ser controladas eficientemente com o emprego de inseticidas à base de óleos emulsionáveis adicionados a inseticidas fosforados. Atinge no máximo 2 mm de largura (GALLO et al. com as primeiras estiagens. A fêmea de cochonilha ortézia apresenta o corpo coberto por placas cerosas de cor branca. Têm-se conhecimento de surtos desta praga em variáveis níveis de infestação. RO. CASSINO. Estes. e no Brasil. A época de maior incidência tem sido a partir de março. (2002). podendo em alta infestação. verificou-se um caso isolado de ataque desta cochonilha em um talhão de cerca de 5 ha de café Conilon. totaliza 4. os mais importantes estão incluídos nos três grupos seguintes: a) predadores . Apanteles paraguayensis. de onde emergem os adultos. O ataque muitas vezes prolonga-se até o início da estação chuvosa. Nos primeiros instares. Controle químico Geralmente recomenda-se não fazer intervenção com inseticidas.. a partir do segundo instar. de onde emergem as ninfas que aí permanecem até a primeira ecdise. apresentando apenas duas asas e uma longa cauda. Douglas.. tórax e abdome). empregando-se inseticidas específicos para a praga.. Em ataques severos. praelonga). Anagyrus coccidivorus. 1891) (Hemiptera: Ortheziidae) Descrição e biologia Em 2006. SUPLICY FILHO et al. . citri). denominado de ovissaco (Fig. causar prejuízos próximos a 100 % (SANTA-CECÍLIA et al. Foto: José Nilton Medeiros Costa Cochonilha ortézia (Orthezia praelonga. Porém. c) patógenos . pois os inimigos naturais da cochonilha mantêm sua população em equilíbrio. com 100 % de plantas afetadas. 2005). tanto neste município. Os frutos atacados caem prematuramente. na parte posterior um saco céreo.fungos Verticillium lecanii e Neozygites fumosa (GRAVENA. Atualmente não há nenhum produto registrado para a cochonilha-da-roseta na cultura do café. Controle Controle biológico A cochonilha-da-roseta (P. citri) é um inseto atacado por diversos inimigos naturais. Thysanus niger. o controle deve ser feito com inseticidas sistêmicos. O comprimento do corpo é de 2 mm. Fig. b) parasitóides . situado em Ouro Preto do Oeste. reentrâncias e depressões (RODRIGUES FILHO et al. pseudococci. formada por fios de cera (GONÇALVES.joaninha Azya luteipes e bicho-lixeiro Ceraeochrysa cubana. 2003). Os machos adultos são bem menores do que as fêmeas e têm os corpos bem definidos (cabeça. Conforme Gallo et al. 1978). Evoluem para uma fase intermediária. semelhante a uma cauda. 2002. Coccophagus caridei. 4 e 5). Cochonilha-da-roseta (P. A.5 mm. 1980). os machos apresentam quatro instares.Leptomastix dactylopii. machos e fêmeas são semelhantes.4 Cochonilhas ocorrentes em cafezais de Rondônia em botões florais e frutos em desenvolvimento. dirigem-se ao solo ou tronco. Foto: José Nilton Medeiros Costa Fig. porém as fêmeas têm três instares e se desenvolvem sobre as folhas e. constituindo. como em alguns outros do Estado de Rondônia. se observado um desequilíbrio ecológico e houver perspectivas da praga atingir o nível de dano econômico. 3. localizando-se em grupos ou colônias nas fendas. pode ser utilizado o controle químico. 1983). e com o ovissaco. semelhante a um pupário envolvido por numerosos fios de cera. ocasionando danos nas rosetas desde a floração até a colheita. No interior do ovissaco se encontram os ovos. simetricamente dispostas sobre o corpo. 1968).

1981). no Espírito Santo.S. A. Estudos Brasileiros.. As excreções açucaradas da cochonilha servem de substrato para o desenvolvimento do fungo Capnodium sp.fungos Fusarium sp. praelonga). 68-81. 1965.. Rio de Janeiro: Serviço de Informação Agrícola.. Azia Luteipes. GRAVENA. 2. Fig.J. E. FORNAZIER. para cochonilha ortézia (O. 1980..Cochonilhas ocorrentes em cafezais de Rondônia 5 Injúrias e danos Tanto as fêmeas adultas como as ninfas se movimentam no cafeeiro. In: COSTA. Manual técnico para a cultura do café no Estado do Espírito Santo. Foto: José Nilton Medeiros Costa Tabela 3. que cobre a superfície do órgão vegetativo atacado.R. (1995). BENASSI.. (Embrapa – CNPMF. atacando ramos. R. (SIA. (1983) e Gallo et al. 5. Pragas. V. 6).B. PRATES. Chrysopa sp (Neuroptera: Chrysopidae) (Fig.).L. Controle químico Vide controle cochonilha-da-roseta. Salpingogaster conopida (Diptera: Syrphidae). Nome comercial e formulação Agritoato 400 Danimen 300 EC Meothrin 300 Ingrediente ativo Dimetoato Fenpropatrina Fenpropatrina Dosagem 125 ml/100 L água 200 mL/ha 200 mL/ha Grupo tóxico I I I Carência (dias) 21 14 14 Fonte: Ministério da Agricultura. Fornazier et al. Inseticidas registrados no MAPA. R. devido a baixa frequência de ocorrência. praelonga). Folha de cafeeiro com fumagina (Capnodium sp) em decorrência da associação com ortézia (O. (Coord. inimigo natural de cochonilhas. 2006. M. Folha de cafeeiro atacada por cochonilha ortézia (O. relataram sobre elevados níveis de incidência e abrangência de disseminação dessa cochonilha em municípios produtores de café Conilon. 1963. 82).M. conhecida por “fumagina”. MARTINS D. que predam os ovos no ovissaco. SILVA et al.S. (2009). de Q. b) predadores – Gitona brasiliensis (Diptera: Drosophilidae) e Scymnus sp. predam formas jovens e adultas (CARVALHO. GONÇALVES. Vitória: SEAG. 4). Segundo Suplicy Filho et al. praelonga). provocando o definhamento e até a morte da planta. 7). 720 p. . o dano causado pelo inseto manifesta-se diretamente pela sucção contínua da seiva e injeção de toxinas. CARVALHO. 7. 2006. v.. Foto: José Nilton Medeiros Costa b a Fig.). Foto: José Nilton Medeiros Costa Controle Controle biológico Vários inimigos naturais já foram constatados atuando sobre O. folhas e até frutos. conforme relacionados a seguir: a) patógenos . de. (2002). O café no Brasil: sua aclimatação e industrialização. (Coleoptera: Coccinellidae).. 6p. Fig. 6. praelonga. 1953. Bicho-lixeiro (Chrysopa sp. A praga ainda é considerada de pouca importância para a cultura do café em Rondônia. Heza insignis (Hemiptera: Reduvidae). comprometendo os processos de respiração e fotossíntese (Fig. Circular Técnica.. a) vista dorsal. p. responsável pela formação de uma camada preta. Controle integrado da Ortézia em pomares e hortos comerciais. Verticillium lecanii e Colletotrichum gloeosporioides. 1995. Referências CAMARGO. Ambracius dufourei (Hemiptera: Miridae). Crua das Almas: Embrapa – CNPMF. TELLES JR. b) vista ventral. principalmente folha. SILVA. Na Tabela 3 são relacionados os inseticidas registrados para o controle da cochonilha ortézia. Pentilia egena (Coleoptera: Coccinellidae).

SOUZA. Hawaii.C. Cochonilha-da-raiz: cafeicultor. Pragas do café Conilon. Lavras. 4p. S.. BATISTA. M... Porto velho. Fone: (69)3901-2510. Acesso em: 30 jun. L. Circular Técnica. DOS S..5. D. SOUZA. Circular Técnica. Agroquimica.. (Homoptera: Pseudococcidae). 4p. (Ed. L. 2007. A. GRAVENA. 130p.agricultura. 2001.. SANTA-CECÍLIA.. B. ALVES.. SILVEIRA NETO. Bragança. In: SIMPÓSIO DE PESQUISAS DOS CAFÉS DO BRASIL. 920p. 2005.. Cafeicultura em Rondônia: situação atual e perspectivas. Piracicaba: FEALQ. C. O. Lavras. MG: EPAMIG.R. Cochonilha-da-raiz do cafeeiro: aspectos biológicos. p.. J. J. n.. p. Tese (Livre Docência) . Circular Técnica. SANTA-CECÍLIA. 1992.12. 136).. S. LOPES.P. W. 1891(Mom. PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. BEARDSLEY. J. CARVALHO. Proceedings of the Hawaiian Entomological Society. 24p. REIS. Defesa Vegetal & Animal. RO.11-13. S. G.L. C. Piracicaba. L. C. G. SOUZA. de A.S. SILVA. 1972. FANTON. H. de.. J. Fonseca.. M. OMOTO. Boletim de Campo. Porto Velho: Embrapa Rondônia.. R.J. 166.M. MG: EPAMIG. COSTA. Estudo da cochonilha da raiz do cafeeiro. 189). 1996. 121-123. A. (EPAMIG. C. 1981. and effectiveness of insecticides on Coccus viridis (Green) (Homoptera: Coccidae) on coffee at Kona. RIBEIRO.. GALLO.br>. J. Blenco. 73-82.N. M. J.S.. de. M. VENEZIANO. Londrina.D.gov. Honolulu.embrapa. FORNAZIER. NJ. L. 4p.V. 407-449. E.).19. V.. Lavras. C. Salpingogaster conopida (Phillpi. MARTINS.. p. 12-16. F. G. n.C. J. DAUM. BERTI FILHO. SOUZA. v. São Paulo. Verticillium lecanii (Zimmerman). P. Dysmicoccus cryptus (Hempel.. J. O. Ortheiidae). Entomologia agrícola. Universidade de São Paulo. 2009. H. Piolho branco.. 1 CD-ROM. C. de. 4p. PRADO. Cochonilhas-farinhentas em cafeeiros: reconhecimento e controle. J. In: Ferrão. R... MINISTÉRIO DA AGRICULTURA.V.A. 110 Exemplares desta edição podem ser adquiridos na: Embrapa Rondônia BR 364 km 5. 4. n. J. A. NAKANO. M.cpafro. De Muner.A. Anais.. REIMER. R. conheça e saiba como controlar esta praga com inseticidas neonicotinóides.B. Caixa Postal 406. JW. R.br 1ª edição 1ª impressão (2009): 100 exemplares Comitê de Publicações Presidente: Cléberson de Freitas Fernandes Secretária: Marly de Souza Medeiros Membros: Abadio Hermes Vieira André Rostand Ramalho Luciana Gatto Brito Michelliny de Matos Bentes-Gama Vânia Beatriz Vasconcelos de Oliveira Normalização: Daniela Maciel Revisão de texto: Wilma Inês de França Araújo Editoração eletrônica: Marly de Souza Medeiros Expediente . 2005. 2005. ZUCHI. p. Disponível em: <http://www. TEIXEIRA. 2002.. 1980. PARRA. MG: EPAMIG. 162). Brasília. C. S. DF: Embrapa Café. 1919) comb.. VENDRAMIN. R.C de. Ferrão. Ocorrência e nível populacional de cochonilhas (Hemiptera) no Coffea Canephora Pierre ex Froehner em Rondônia .6 Cochonilhas ocorrentes em cafezais de Rondônia FORNAZIER. NAKANO.. E. L. 31. Epizootic of white halo fungus. Vitória: INCAPER. L. p. S.A.. 3225-9384/9387 Telefax: (69)3222-0409 www. dano e controle.D.C. 2003..R.S. a praga dos citros. D. da. 1963. BENASSI. M. (EPAMIG. CEP 76815-800. (Embrapa Rondônia. Procedimento da Orthezia na Baixada Fluminense e o seu combate racional. Documentos. Aracaju. (EPAMIG. v. SOUZA. GONÇALVES.Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. MARCHINI. Café Conilon. Agrofit.P.M. PRATES.R. Anais da Estação Experimental de Boquim. Circular Técnica.1865) (Diptera: Syrphidae) novo predador de Orthezia praelonga Dougla. 30).

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->