TOPOGRAFIA CRANIANA

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TOPOGRAFIA CRANIANA

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TOPOGRAFIA CRANIANA 3 .

4 .LINHAS DE POSICIONAMENTO Normalmente são os espaços compreendidos entre dois pontos anatômicos.

2. Também conhecida como: Linha Horizontal Alemã (LHA). Linha Antropológica. OBSERVAÇÕES Há uma diferença média de 7º a 8º entre os ângulos das linhas orbitomeatal e infra-orbitomeatal.LGM (LINHA GLABEOLOMEATAL) Vai da glabela ao meato acústico externo (MAE). Linha InfraÓrbito Meática. Há também uma diferença aproximada de 7º a 8º no ângulo entre as linhas orbitomeatal e glabeolomeatal. 5 .LIOM (LINHA INFRAORBITOMEATAL) Formada pela conexão da metade da margem infra-orbitária ao MAE. Também conhecida como: Linha Órbito-Meática e Linha Horizontal Americana. 3.LOM (LINHA ORBITOMEATAL) Localizada entre o canto externo da órbita e o meato acústico externo (MAE).LINHAS DE POSICIONAMENTO 1. Linha de Frankfurt e Linha Basal de Reid.

8. 6. 7.LLM (LINHA LABIOMEATAL) Conecta a junção dos lábios ao MAE.LGA (LINHA GLABEOLOALVEOLAR) Conecta a glabela a um ponto na região anterior do processo alveolar da maxila.LIAM (LINHA ACANTIOMEATAL) Faz a conexão do acântion com o meato auditivo externo (MAE). 5.LMM (LINHA MENTOMEATAL) Vai do mento ao meato auditivo externo (MAE). Também conhecida como linha interorbitária. 6 .LIP (LINHA INTERPUPILAR) Conecta as pupilas ou os cantos externos dos olhos.LINHAS DE POSICIONAMENTO 4. Também conhecida como linha tragus mentoniana.

2. Inclinação. 7 . Extensão excessiva. 5.CINCO ERROS POTENCIAIS DE POSICIONAMENTO RELACIONADOS ÀS POSIÇÕES DO CRÂNIO 1. Angulação incorreta do RC. 4. Flexão excessiva. Rotação. 3.

SMV. DD.Conduto auditivo externo. //.Linha central do bucky vertical. PMC.Plano mediosagital. ATM.Raio central. RC. PMS.Articulação temporomandibular.Paralelo.Meato acústico externo. LOM.LISTA DE ABREVIATURAS ⊥.Decúbito ventral.Linha central da mesa. 8 .Distância foco-filme.Linha orbitomeatal. DFoFi.Linha infraorbitomeatal. LIOM.Linha glabeoloalveolar. MAE.Perpendicular.Submentovértice. LGA. LIP.Linha interpupilar.Plano mediocoronal. LCM. DV. LCBV. CAE. LAM.Decúbito dorsal.Linha acantiomeatal.

Ponto Anatômico de Incidência do Raio Central. 5. 7. Sentido do Chassi. KV e mAs. 10. 9. DFoFi. Posição do Paciente. 6. Inclinação do Raio Central.INCIDÊNCIAS RADIOLÓGICAS (CRÂNIO) Para descrever uma incidência você deve seguir os seguintes passos: 1. Respiração. 9 . Planos e Linhas utilizados. 4. 2. 3. 8. Numerador. Chassi.

AP Axial (Método de Towne). PA 0º. 3. SENTIDO Perfil: transversal. PA 15º (Método de Caldwell). . 6. 2. 10 FILME 24 X 30 cm. ESPECIAIS 5. AP axial. Restante: longitudinal. ALTERNATIVA 7. Submentovértice (SMV) ou Hirtz. Método de Haas (PA axial). RESPIRAÇÃO Apnéia. 4.INCIDÊNCIAS RADIOLÓGICAS (CRÂNIO) BÁSICAS 1. Perfil (Direito e Esquerdo).

Posição do Paciente. KV e mAs. 9. Sentido do Chassi. Inclinação do Raio Central. Planos e Linhas utilizados. 8. 4. 6.INCIDÊNCIAS RADIOLÓGICAS (CRÂNIO) Para descrever uma incidência você deve seguir os seguintes passos: 1. 3. DFoFi. Chassi. Numerador. 2. 11 . 5. 7. 10. Ponto Anatômico de Incidência do Raio Central. Respiração.

Alinhar o PMS ⊥ à LCM ou à LCBV. OBS: na incidência AP há distorção das órbitas e faz-se necessário uma DFoFi maior (1. RC ⊥ saindo na glabela e // à LOM.CRÂNIO (BÁSICA) 1.50 m). 12 . Cristas petrosas preenchem as órbitas. PA A 0º Apoiar a fronte e o nariz. Alinhar a LOM ⊥ ao filme.

Alinhar o PMS ⊥ à LCM ou LCBV. 13 . Alinhar a LOM ⊥ ao filme.CRÂNIO (BÁSICA) 2. Raio central a 25º ou a 30º caudal: utilizada quando se deseja visualizar fissuras orbitárias superiores. Pirâmides petrosas projetadas no terço inferior das órbitas. o forame redondo e a região da borda orbitária inferior. Angular o RC 15º caudal para sair no násio. PA AXIAL (MÉTODO DE CALDWELL)) Apoiar a fronte e o nariz.

PERFIL (DIREITO E ESQUERDO) Uma rotina de craniana global inclui os perfis tanto direito quanto esquerdo.CRÂNIO (BÁSICA) 3. 14 . Alinhar a LIP ⊥ ao filme. RC ⊥ ao filme e centralizado 5 cm acima do MAE. Colocar a cabeça em uma posição lateral verdadeira. Ajuste o queixo para trazer a LIOM ⊥ à borda anterior do filme (LIOM // ao filme). Alinhar o PMS // ao filme.

Alinhar o PMS ao RC e à LCM ou LCBV. Angular o RC a 30º caudal em relação à LOM ou 37º caudal em relação à LIOM. Worms-Bretton e Reverchon.CRÂNIO (BÁSICA) 4. 15 . centralizado 6 cm acima da glabela. AP AXIAL (MÉTODO DE TOWNE) Também denominado Bretton. Indicada para avaliação da base do crânio. Abaixar o queixo e deixar a LOM ou a LIOM ⊥ ao filme.

hiperestendendo o pescoço se possível.CRÂNIO (ESPECIAL) 5. até que a LIOM esteja // ao filme. Apoiar a cabeça do paciente pelo vértice. Alinhar o PMS ⊥ à LCM ou porta-filme. RC ⊥ à LIOM centralizado 2 cm anterior ao nível dos MAEs (a meio caminho entre os ângulos da mandíbula). Incidência usada para base do crânio. 16 . SMV (HIRTZ) Elevar o queixo do paciente.

Alinhar o PMS ⊥ à linha média da mesa ou LCBV. centralizando o RC ao PMS através do nível dos MAEs. 17 . Não é recomendada quando o osso occipital é a área de interesse devido à ampliação excessiva. Angular o RC 25º cefálico à LOM. Incidência alternativa para pacientes que não podem flexionar o pescoço suficientemente para a incidência AP axial (Towne). Alinhar a LOM ⊥ ao filme. mas resulta em doses menores para as estruturas faciais e glândula tireóide. Há ampliação da área do occipital.CRÂNIO (ESPECIAL) 6. PA AXIAL (MÉTODO DE HASS) Apoiar a fronte e o nariz.

pacientes politraumatizados). posicionando a LOM ⊥ ao filme. AP AXIAL Para pacientes incapazes de serem posicionados para uma incidência PA (por exemplo. uma incidência AP axial pode ser obtida usando uma angulação cefálica de 15°.CRÂNIO (ALTERNATIVA) 7. 18 .

SENTIDO Perfil: transversal. AP Axial (Método de Towne). RESPIRAÇÃO Apnéia.INCIDÊNCIAS RADIOLÓGICAS (SELA TURCA) BÁSICAS 8. Perfil (direito ou esquerdo). 19 . Towne: longitudinal. Towne: 24 X 30 cm. FILME Perfil: 18 x 24 cm. 9.

Alinhar PMS // à mesa ou LCBV. 20 . Situar a LIOM ⊥ à borda anterior do filme (// ao filme). PERFIL (DIREITO OU ESQUERDO) Utilizada para avaliar a estrutura óssea e para a realização de medidas para o cálculo do volume selar. Situar a cabeça do paciente em uma posição lateral verdadeira. Alinhar a LIP ⊥ à LCM ou LCBV.SELA TURCA (BÁSICA) 8. Ideal uso de cones ou cilindros de extensão. Alinhar o RC ⊥ ao filme e centralizado num ponto 2 cm anterior e 2 cm superior ao MAE.

Angular o raio central (RC) a 37º caudal à LIOM ⊥ se o dorso da sela e os processos clinóides posteriores forem o interesse principal. Angular o raio central (RC) 30º caudal para LOM ⊥ se os processos clinóides anteriores forem o interesse principal. AP AXIAL (MÉTODO DE TOWNE) Utilizada para avaliação da estrutura óssea de do dorso da sela e também para realização para o cálculo do volume selar. Centralizar o PMS 4 cm acima do arco superciliar. Ideal uso de cones ou cilindros de extensão ou ainda colimação fechada. 1 1 21 medida .SELA TURCA (BÁSICA) 9. Posicionar o paciente normalmente como já visto anteriormente na incidência para crânio.

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