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Capítulo 1 - A PSICOLOGIA OU AS PSICOLOGIAS

Capítulo 1 - A PSICOLOGIA OU AS PSICOLOGIAS

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Published by: Jota Júnior on Oct 11, 2011
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A PSICOLOGIA OU AS PSICOLOGIAS

 SENSO COMUM: CONHECIMENTO DA REALIDADE DEFINIÇÃO: Conhecimento acumulado no cotidiano que permite-nos saber e entender determinadas coisas, como fazer uma dor de barriga melhorar, o tempo que precisamos para a atravessar a rua se que o carro que se aproxima nos alcance, etc. ALGUMAS CARACTERÍSTICAS: 1) É subjetivo (exprimem sentimentos e opiniões individuais e de grupos, variando de um para o outro); 2) É qualitaivo (nós e que julgamos as coisas como boas ou ruins, doces ou azedas, etc); 3) É individualizador (cada coisa nos aparece como um individuo ou ser autonomo: a seda é macia, a pedra é rugosa); dentre outros. - A ciência afasta-se da realidade, transformando-a em objeto de investigação, o que permite a construção do conhecimento científico sobre o real.  SENSO COMUM: UMA VISÃO DE MUNDO - Senso comum integra de um modo precário o conhecimento humano; - Termos como “rapaz complexado”, “menina histérica”, “ficar neurótico”, são termos definidos pela Psicologia Científica.  CIÊNCIA: DEFINIÇÃO: Conjunto de conhecimentos sobre fatos ou aspectos da realidade, expresso por meio de uma linguagem precisa e rigorosa.  OBJETIVOS DE ESTUDO DA PSICOLOGIA: - APsicologia estuda o ser humano. Dentro desse objeto, nos deparamos com o comportamento humano, o inconsciente, a consciência humana, ou até mesmo a personalidade.  SUBJETIVIDADE: DEFINIÇÃO: Mundo de idéias, significados e emoções construídos internamente pelo sujeito à parti de suas relações sociais, de suas vivências e de sua constituição biológicas, e também, fonte de suas manifestações afetivas e comportamentais. É a maneira de sentir, pensar, fantasiar, se comportar, sonhar, e amar de cada um. Não é só produzida, moldada, mas também é automoldável, ou seja, o homem pode promover novas formas de subjetividade, recusando-se ao assujeitamento e a perda de memória, importa pela fugacidade da informação recusando a massificação que exclui e estigmatiza o diferente, a aceitação social condicionada ao consumo, a medicalização do sofrimento. Retoma-se a utopia de que ser humano pode participar na construção de seu destino e de sua colevidade.

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