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Processo Decisório a Importância Do Gestor Na Estrategia Tributária

Processo Decisório a Importância Do Gestor Na Estrategia Tributária

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Possibilitar a identificação das oportunidades tributárias e ameaças fiscais, de como preparar-se para a dinâmica da engenharia tributária, como explorar as oportunidades e neutralizar as ameaças, antecipar e visualizar os problemas e as prioridades e, principalmente, canalizar recursos para o patrimônio, são alguns dos principais objetivos de uma empresa que podem ser atingidos através do Planejamento Tributário. Neste artigo demonstra-se que é possível distinguir suas etapas decisórias, através de fluxogramas, evidenciando o papel do gestor empresarial neste processo. Em um país com uma alta carga tributária, este tipo de planejamento é essencial podendo ainda ser considerado um importante diferencial competitivo, levando a empresa a um controle dos dispêndios tributários, buscando operacionalizar dentro de sua atividade suportando a menor carga tributária possível e legal.
Possibilitar a identificação das oportunidades tributárias e ameaças fiscais, de como preparar-se para a dinâmica da engenharia tributária, como explorar as oportunidades e neutralizar as ameaças, antecipar e visualizar os problemas e as prioridades e, principalmente, canalizar recursos para o patrimônio, são alguns dos principais objetivos de uma empresa que podem ser atingidos através do Planejamento Tributário. Neste artigo demonstra-se que é possível distinguir suas etapas decisórias, através de fluxogramas, evidenciando o papel do gestor empresarial neste processo. Em um país com uma alta carga tributária, este tipo de planejamento é essencial podendo ainda ser considerado um importante diferencial competitivo, levando a empresa a um controle dos dispêndios tributários, buscando operacionalizar dentro de sua atividade suportando a menor carga tributária possível e legal.

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CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ – CESUMAR JULIANO BATHKE

PROCESSO DECISÓRIO NO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: a importância do gestor na estratégia tributária.

MARINGÁ 2007

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ – CESUMAR JULIANO BATHKE

PROCESSO DECISÓRIO NO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: a importância do gestor na estratégia tributária.

Artigo apresentado ao Centro Universitário de Maringá, como requisito parcial à obtenção do título de especialista em Gestão Empresarial – MBA Executivo. Orientação: Professora MS Angela Augusta Lopes da Silva

MARINGÁ 2007

RESUMO

Possibilitar a identificação das oportunidades tributárias e ameaças fiscais, de como prepararse para a dinâmica da engenharia tributária, como explorar as oportunidades e neutralizar as ameaças, antecipar e visualizar os problemas e as prioridades e, principalmente, canalizar recursos para o patrimônio, são alguns dos principais objetivos de uma empresa que podem ser atingidos através do Planejamento Tributário. Neste artigo demonstra-se que é possível distinguir suas etapas decisórias, através de fluxogramas, evidenciando o papel do gestor empresarial neste processo. Em um país com uma alta carga tributária, este tipo de planejamento é essencial podendo ainda ser considerado um importante diferencial competitivo, levando a empresa a um controle dos dispêndios tributários, buscando operacionalizar dentro de sua atividade suportando a menor carga tributária possível e legal. Palavras-chave: dispêndio, tributo, estratégia, planejamento, tributário.

ABSTRACT

Allow the identification from the chances taxpayer and threats inspectors, of if prepare for dynamics from engineering taxpayer, like exploiting the opportunities and neutralize the threats, anticipate and display the trouble and the priorities and, principally, channel resources about to the patrimony some from the principal objectives from a company that can be achieved with the Planning Taxpayer. In the accompanying story she demonstrates what it is possible differentiate his stage for decision, from one side to the other flowchart, make evident the part of the handler business community in this sue. In a country with an upswing tax burden, this type of planning is essential can you again be considerate a important differential to race, taking the business to a control from the expenditures taxpayers, picking to operate inside of she sweats activity supporting the smaller tax burden possible and inside from law. Key-words: expenditure, tax, strategy, planning, taxpayer.

JULIANO BATHKE COMPETITIVIDADE ATRAVÉS DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: A IMPORTÂNCIA DO GESTOR NA ESTRATÉGIA TRIBUTÁRIA

Artigo apresentado ao Centro Universitário de Maringá – CESUMAR como requisito para obtenção do título de Especialista em Gestão Empresarial – MBA Executivo, sob orientação da Professora MS Angela Augusta Lopes da Silva, aprovada em 07 de dezembro de 2007.

BANCA EXAMINADORA

Orientadora:

____________________________ Professora Angela Augusta L. da Silva

Membro:

____________________________ Professor Ms. Juliano Mario da Silva

Membro:

____________________________ Professor Silvio César de Castro

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO....................................................................................................................... 8 2. DISPÊNDIO EMPRESARIAL ..............................................................................................9 2.1 As Despesas Administrativas e Comerciais ....................................................................... 10 3. TRIBUTOS NO BRASIL..................................................................................................... 11 3.1 Determinação do Valor do Tributo..................................................................................... 12 3.2 Principais Tributos Incidentes Sobre a Atividade da Pessoa Jurídica ................................ 12 4 PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO NA ADMINISTRAÇÃO .............................................13 4.1 Tomada de Decisões em um Planejamento Tributário....................................................... 13 4.2 Definições Iniciais do Planejamento Tributário ................................................................. 15 4.3 Condução do Planejamento Tributário – Opção Pela via Administrativa de Discussão.... 16 4.4 Condução do Planejamento Tributário – Opção Pela Via Judicial de Discussão .............. 17 4.5 Condução do Planejamento Tributário – Materialização do Lançamento por Parte do Fisco (lavratura de auto de infração).................................................................................................. 19 4.6 Condução de Planejamento Tributário – Anulação de Lançamento Fiscal na Esfera Judicial...................................................................................................................................... 20 5 IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROCESSO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO ......... 22 5.1 Aplicabilidade aos Interesses da Empresa.......................................................................... 22 5.2 Perfil da Entidade ............................................................................................................... 22 5.3 Valor Envolvido ................................................................................................................. 22 5.4 Via Processual Adequada ................................................................................................... 22 5.5 Garantia de Instância .......................................................................................................... 23 5.6 Efeitos Contábeis................................................................................................................ 23 5.7 Efeitos Financeiros ............................................................................................................. 23 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................................24 7 REFERÊNCIAS .................................................................................................................... 25

LISTA DE ILUSTRAÇÕES Ilustração 1 – Bases iniciais do Planejamento Tributário......................................................... 15 Ilustração 2 – Condução do Planejamento Tributário pela via administrativa......................... 17 Ilustração 3 – Condução do Planejamento Tributário pela via Judicial ................................... 18 Ilustração 4 – Condução do Planejamento Tributário – Lavratura do Auto de Infração.......... 19 Ilustração 5 – Condução do Planejamento Tributário – Anulação do Lançamento Fiscal na Esfera Judicial .......................................................................................................................... 21

1 INTRODUÇÃO No Brasil, uma correta avaliação dos custos tributários pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso empresarial. A escolha da incorreta forma tributária de uma empresa pode levá-la ao pagamento de uma carga tributária excessiva, ou seja, além que lhe compete legalmente. O assunto merece destaque devido à importância do gestor nas decisões do planejamento tributário, pois além de buscar uma redução ou controle significativo dos tributos pagos, deve-se ainda analisar o contexto geral das operações empresariais, a fim de avaliar o real custo-benefício da estratégia que será seguida. Primeiramente, analisam-se as considerações sobre a importância da gestão de custos, no que tange aos conceitos e classificações dos dispêndios empresarias. Após, procura-se demonstrar a lógica tributária brasileira, sem a intenção de se aprofundar na engenharia dos regimes possíveis e formas societárias, pois se entende ser essa a competência de outros profissionais. Não é pretensão deste artigo apresentar um estudo exaustivo de todas as atividades da área de decisão estratégica, mas sim destacar aqueles procedimentos de gestão com maior impacto na área administrativo-financeira das empresas. A intenção do presente texto é demonstrar que uma estratégia, bem elaborada, na busca de operacionalizar dentro do que a lei permite, pode-se obter um custo menor no pagamento de tributos, a certeza de que a empresa realmente paga a menor carga tributária possível ou, ainda, uma correta interpretação fiscal sobre suas operações.

2. DISPÊNDIO EMPRESARIAL Pode-se classificar o dispêndio empresarial como tudo aquilo que uma organização gasta e/ou consome, ou seja, toda e qualquer despesa oriunda de sua existência. Saber o que se gastou, o que se gasta e o que se gastará é de fundamental importância para a manutenção da competitividade. Para Passarelli e Bomfim (2004), gastos são os valores monetários de todos os desembolsos e compromissos assumidos pela empresa no desempenho e apoio de suas operações produtivas. Um padrão de gastos precisos deve ser uma busca constante, pois é de grande importância para um adequado planejamento e controle orçamentário. Segundo Hoji (2004), geralmente os padrões de gastos são estabelecidos através de levantamentos e estudos técnicos e buscam demonstrar o nível desejável de eficiência na utilização dos recursos organizacionais (humanos, materiais e financeiros). Conforme Passarelli e Bomfim (2004), os gastos empresariais compreendem os custos e as despesas, divididos ainda em diretos e indiretos. São diretos quando identificados de forma objetiva como pertencente a um determinado produto ou departamento, respectivamente, comercial ou administrativo. São indiretos os gastos gerais incorridos dentro da empresa e que são apropriados aos produtos e departamentos através do uso de rateios. Segundo Passarelli e Bomfim (2004), além da relação de dispêndio (diretos e indiretos), os gastos podem ser classificados conforme seu comportamento em relação à intensidade da produção e tempo. Os gastos proporcionais à intensidade ou natureza da produção são conhecidos como variáveis. Os dois melhores exemplos são o material direto e a mão-de-obra direta. Os gastos que não variam com a atividade de produção são chamados de fixos, que variam conforme o tempo e não de acordo com o nível de atividade, ou seja, ocorrerão durante determinado período de tempo, mesmo que não haja atividade produtiva. Exemplos: aluguéis, seguros, impostos, depreciação, salário dos supervisores etc. Para Passarelli e Bomfim (2004), existem três tipos de gastos fixos: gastos fixos da capacidade instalada (depreciação), gastos operacionais fixos (seguros, impostos) e gastos fixos programados (programas de publicidade, melhoria de qualidade).

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Ainda segundo o comportamento por força da produção e tempo, os dispêndios podem ser classificados como semivariáveis ou semifixos, que não variam proporcionalmente às mudanças na atividade de produção (PASSARELLI E BOMFIM, 2004). Portanto, como já identificado, os dispêndios empresariais relacionados a tributos, são considerados operacionais fixos, ou ainda, semifixos. 2.1 As Despesas Administrativas e Comerciais Essas despesas referem-se exclusivamente às praticas administrativas e comerciais da empresa, sem vínculo direto com a atividade produtiva da empresa. Segundo a classificação das funções empresariais de Fayol (apud Passarelli e Bomfim, 2004), pode-se dizer que as despesas de fabricação correspondem à função TÉCNICA, assim como as despesas administrativas correspondem à função ADMINISTRATIVA e as despesas comerciais relacionam-se com a sua função COMERCIAL. Para Passarelli e Bomfim (2004) as Despesas Administrativas derivam do esforço empresarial desenvolvido para cumprir eficazmente as suas funções administrativas de PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇÃO, DIREÇÃO e CONTROLE, e as Despesas Comerciais resultam da atividade empresarial desenvolvida com o objetivo de colocar produtos e serviços ao alcance do consumidor, influenciando, ao mesmo tempo, as suas decisões de compra.

3. TRIBUTOS NO BRASIL Para se manterem competitivas, as empresas devem manter um constante controle eficiente dos seus dispêndios. Uma parcela importante desses dispêndios empresariais é resultante das obrigações tributárias e fiscais (RIBEIRO, 2006). Para Ribeiro (2006), é de fundamental importância a gestão da incidência tributária através de um planejamento, além de resultar na maximização do cumprimento das obrigações tributárias, contribui para a redução de seu efeito sobre o patrimônio da empresa, colaborando, assim, para a conservação da competitividade. Através do Planejamento Tributário busca-se a distinção das diferentes alternativas de tomada de decisão, de médio e longo prazo, envolvendo decisões para o devido cumprimento das obrigações tributárias, facilitando a análise dos impactos econômicos e financeiros (RIBEIRO, 2006). A fim de satisfazer as necessidades da coletividade, o Estado necessita de recursos, originários ou acessórios. Os tributos são as receitas originárias do Estado, enquanto as receitas oriundas do mercado financeiro, participação em empresas, etc., são classificadas como acessórias (LEMES JUNIOR, CHEROBIN e RIGO, 2002). Legalmente, conceitua-se tributo através do que dispõe o Artigo 3.º do Código Tributário Nacional – CTN:
Art. 3 – Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.

Os tributos são classificados em impostos, taxas, contribuição de melhoria, empréstimos compulsórios e contribuições. O imposto tem caráter geral, destina-se a cobrir as despesas do Estado e tem característica não-vinculada, ou seja, não está vinculado a uma prestação de serviço específica. As taxas, ao contrário do imposto, estão vinculadas a prestação de serviços públicos, tendo caráter remunerativo. Contribuição de melhoria está vinculada à execução de obras públicas que agregam valor econômico a imóveis ou patrimônio privado. Têm como limite total a despesa realizada e como limite individual a valorização proporcionada individualmente. Os empréstimos compulsórios são tributos instituídos para atender calamidades ou estados de emergência (LEMES JUNIOR, CHEROBIN e RIGO, 2002).

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As contribuições possuem previsão legal através do Artigo 149 da Constituição Federal de 1988 – CF/88, têm as mais diferentes finalidades, base de calculo distintas, identificação específica e deve ser efetuada de acordo com a previsão constitucional (LEMES JUNIOR, CHEROBIN e RIGO, 2002). 3.1 Determinação do Valor do Tributo Segundo Lemes Junior, Cherobin e Rigo (2002), para uma adequada determinação do valor do tributo, há que se verificar os seguintes principais conceitos: Competência tributária. O legislador utiliza-se deste título para designar a quem compete normatizar ou cobrar determinado tributo, basicamente distribuídos entre os seguintes poderes: União, Estados e Municípios. Campo de Incidência. É o delimitador da área de incidência do tributo. Fato gerador. É a origem da obrigação tributária. Base de cálculo. É a base tributada, que juntamente com a alíquota correspondente, proporciona a característica de valor do tributo. 3.2 Principais Tributos Incidentes Sobre a Atividade da Pessoa Jurídica Os tributos no Brasil são instituídos através da Constituição Federal de 1988 – CF/88, em seu Artigo 145.
Art. 145. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir os seguintes tributos: I - impostos; II - taxas, em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição; III - contribuição de melhoria, decorrente de obras públicas.

No Brasil foram instituídos, até a redação deste artigo, 81 (oitenta e um) tributos (impostos, taxas e contribuições) (TRIBUTÁRIO, 2000). A seguir aborda-se como o gestor pode desenvolver sua estratégia para administrar a carga tributária acima, através do Planejamento Tributário.

4 PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO NA ADMINISTRAÇÃO O escopo deste artigo é exemplificar as etapas de decisão de um gestor dentro de um Planejamento Tributário, demonstrando-se os momentos que são necessários o

direcionamento da estratégia, considerando-se os reais objetivos organizacionais. A origem deste escopo surgiu da experiência prática do autor deste texto, desenvolvido por meio de suas atividades como contabilista, economista e executivo de gestão e finanças, e que, na busca da afirmação do seu pensamento indutivo, utilizou-se da pesquisa bibliográfica existente para consolidá-lo. Sobre o método indutivo, esclarece-se:
[...] o conhecimento é fundamentado na experiência, não levando em conta princípios preestabelecidos. No raciocínio indutivo a generalização deriva de observações de casos da realidade concreta. As constatações particulares levam à elaboração de generalizações (SILVA, 2005 apud GIL, 1999; LAKATOS; MARCONI, 1993).

Através de fluxogramas, estrutura-se de forma gráfica e objetiva uma consolidação sintética das possíveis rotinas decisórias que podem estar presentes na condução do Planejamento, evidenciando-se as diversas fases e principais reflexos financeiros inerentes aos processos judiciais e administrativos (LEMES JUNIOR, CHEROBIN e RIGO, 2002). 4.1 Tomada de Decisões em um Planejamento Tributário O planejamento consiste na tomada de decisões sobre o que fazer antes da ação ser necessária (CHIAVENATO, 2004). Através da formulação estratégica pelo processo formal prescritivo 1 , instituída pela Teoria Neoclássica da Administração (CHIAVENATO, 2004), o planejamento tributário busca a economia legal de tributos, podendo formar uma verdadeira engenharia tributária, enriquecida por projetos de elevada complexidade, envolvendo fatores externos que incluem aspectos fiscais, contábeis, financeiros, societários e jurídicos (LEMES JUNIOR, CHEROBIN e RIGO, 2002).

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Modelo que aborda cinco estágios da estratégia: formulação dos objetivos, análise externa, análise

interna, formulação e escolha de alternativas e desenvolvimento de planos táticos e operacionais (CHIAVENATO, 2004).

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No zelo dos recursos financeiros da empresa e exercendo o direito do contribuinte (que é a busca de procedimentos não defesos em lei, visando adequar a empresa à alternativa operacional mais conveniente), o gestor deve conduzir um planejamento tributário valendo-se de procedimentos legais, com o principal objetivo de uma maior economia tributária, devido a influência destes elementos sobre a formação do preço do seu produto ou serviço (LEMES JUNIOR, CHEROBIN e RIGO, 2002). Neste artigo, a condução do Planejamento Tributário se faz através do processo decisório, que devido sua complexidade, pode variar devido às características individuais do gestor, da situação em que ele está envolvido e da maneira que o mesmo perceberá a situação (CHIAVENATO, 2004). Segundo a Teoria das Decisões, decisão é o processo de análise e escolha entre as alternativas disponíveis de curso de ação que se deverá seguir (CHIAVENATO, 2004). Para Chiavenato (2004), o processo decisório envolve sete etapas: a) Percepção da situação que envolve algum problema; b) Análise e definição do problema; c) Definição dos objetivos; d) Procura de alternativas de solução ou de cursos de ação; e) Escolha (seleção) da alternativa mais adequada ao alcance dos objetivos; f) Avaliação e comparação das alternativas; e g) Implementação da alternativa escolhida. As oportunidades de um planejamento tributário devem ser avaliadas constantemente devido a dinâmica legislativa brasileira (LEMES JUNIOR, CHEROBIN e RIGO, 2002). Lemes Junior, Cherobin e Rigo (2002) afirmam ainda que o Planejamento Tributário, quando realizado dentro das formas lícitas, é um ramo da administração tributária e deve ser considerado também como uma atividade empresarial muito importante. A adequada aplicação e interpretação não-econômica dos fatos, para afastar a insegurança e contingência das operações, também são relevantes. A única limitação ao contribuinte é a simulação, tal como prevista no Artigo 102 do Código Civil. A pequena distância entre os entendimentos sobre Planejamento Tributário e evasão fiscal eleva a responsabilidade do gestor que o decide, devendo analisar com cautela e

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responsabilidade determinadas práticas, limitadas pelos conceitos de fraude, simulação ou evasões fiscais (LEMES JUNIOR, CHEROBIN e RIGO, 2002). Antes de adotar procedimentos contrários à conclusão do planejamento, o gestor deve obter opinião formal de profissional especializado na área tributária (advogado, contabilista, etc.), visando à prevenção de reservas futuras e a decisão quanto a constituição ou não de provisão correspondente (LEMES JUNIOR, CHEROBIN e RIGO, 2002). 4.2 Definições Iniciais do Planejamento Tributário Lemes Junior, Cherobin e Rigo (2002) chamam de Planejamento Tributário “absolutamente pacífico” os procedimentos de simples ordem operacional, que não são questionados pelas autoridades fiscais porque possuem previsão específica e evidente interpretação na legislação. Exemplifica-se aqui um planejamento que constitua risco fiscal à empresa, estando sujeito a tratamento preventivo mais específico.

Elisão Fiscal Absolutamente Pacífico Junto ao Fisco Início do Planejamento Tributário Não é Pacífico Junto ao Fisco Sem Qualquer Medida Preventiva Interposição de Medida Preventiva

Fim

Escolha da Via Administrativa

1

Escolha da Via Judicial

2

Posterior Autuação Fiscal

3

Prazo Decadencial Transcorrido

Fim

Ilustração 1 – Bases iniciais do Planejamento Tributário (LEMES JUNIOR, CHEROBIN E RIGO, 2002)

Demonstra-se na Ilustração 1, que Lemes Junior, Cherobin e Rigo (2002) dividem inicialmente o Planejamento Tributário em duas formas de implementação: absolutamente pacífico e não pacífico. Este último segue duas formas seguintes de implementação: Com a Interposição de Medida Preventiva e Sem Qualquer Medida Preventiva:

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Com a interposição de medida preventiva – O gestor deve estar atento a desvantagem de que nem sempre obtém-se opinião favorável das autoridades administrativas ou judiciais, podendo até se reverter em passivo contingente 2 caso a empresa tenha se utilizado de imediato do suposto direito fiscal. Recomenda-se mesmo assim, evitando passivos contingentes futuros, pois, enquanto suspenso sua exigibilidade, por autorização judicial ou administrativa, não expõe a empresa à multa moratória, tampouco por infração. Sem qualquer Medida Preventiva – Tem-se o aproveitamento do suposto crédito tributário por conta e risco da empresa, sem interposição de medida preventiva, podendo até conseguir obter uma eventual decadência do tributo correspondente. No entanto, o gestor decidindo por esta alternativa expõe a entidade ao risco de eventual multa por infração fiscal, caso o Fisco venha a efetuar o lançamento da obrigação tributária (auto de infração) antes de decorrido o prazo decadencial 3 . 4.3 Condução do Planejamento Tributário – Opção Pela via Administrativa de Discussão Na seqüência do fluxograma, verifica-se que Lemes Junior, Cherobin e Rigo (2002) expõem que a aprovação administrativa do Planejamento é discutida preventivamente, a saber: Apresentação de consulta específica. Consulta sujeita à legislação de cada tributo. Instrumento legal para admitir determinado entendimento da empresa sobre algo que não se encontra claro nas normas do tributo. A consulta normalmente suspende a exigibilidade do tributo, portanto, o contribuinte, após a consulta, pode adotar o entendimento que percebe ser mais adequado; no caso de resposta desfavorável em última instância, terá 30 (trinta) dias para se regularizar, sem a incidência de multa moratória;

2 3

Passivo que pode ou não ocorrer. Incerto (HOUAISS, 2001). Extinção de um direito por não ter sido exercido no prazo legal (HOUAISS, 2001).

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Resposta Favorável ao Planejamento Apresentação de Consulta Específica Resposta não Favorável ao Planejamento

Fim Recolhe o Tributo Posterior Autuação Fiscal Não Recolhe e não Interpõe Medida Judicial Interpõe Medida Judicial 3

Decurso do Prazo Decadencial 2

Fim

1

Homologação do Pedido Compensação/ Restituição INSRF n.º 600/05 Não Homologação do Pedido

Fim Recolhe o Tributo Posterior Autuação Fiscal Não Recolhe e não Interpõe Medida Judicial Interpõe Medida Administrativa Interpõe Medida Judicial 3

Decurso Do Prazo Decadencial 4

Fim

6

Ilustração 2 – Condução do Planejamento Tributário pela via Administrativa (LEMES JUNIOR, CHEROBIN E RIGO, 2002)

Compensação ou restituição com base na IN-SRF n.º 600/2005 4 . O gestor poderá optar por esta decisão somente quando relacionado aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal, quando do Pedido de Restituição, do Pedido de Ressarcimento – PER ou da Declaração de Compensação – DCOMP. 4.4 Condução do Planejamento Tributário – Opção Pela Via Judicial de Discussão

4

Alterada pela IN SRF nº 728, de 20 de março de 2007.

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Lemes Junior, Cherobin e Rigo (2002), demonstram que a interposição de medida judicial para julgar a legitimidade do Planejamento Tributário tem as seguintes principais considerações a serem mais bem analisadas pelo gestor:
5

Fisco Constituiu o Lançamento Utilizou o Efeito Fiscal Imediatamente O Fisco não Constituiu o Lançamento 2 4

Provável Autuação Fiscal

Processos Jud e Adm em Conjunto

3

Decurso do Prazo Decadencial

Encerramento do Processo Judicial

Fim

Decisão Final Desfavorável Conservadoram ente não Utilizou os B.F. Curso do Processo Judicial Decisão Final Favorável

Plabejamento Tributário Inviabilizado

Fim

Fim

Ilustração 3 – Condução do Planejamento Tributário pela via Judicial (LEMES JUNIOR, CHEROBIN E RIGO, 2002)

Instrumento processual. Uma vez decidido pela esfera judicial, é importante que o gestor discuta amplamente as opções processuais que se apresentam no momento da interposição da medida com o assessor jurídico responsável pela condução da demanda, devido as particularidades e efeitos financeiros específicos (como a possibilidade de utilização imediata do pretenso benefício fiscal, custas, dentre outras). Decisão judicial. O gestor deve, ainda, considerar que, até que ocorra o trânsito em julgado da ação, as autorizações judiciais obtidas em primeira instância, especialmente nos casos de liminar em mandado de segurança ou antecipação de tutela em ação ordinária, não têm ainda a apreciação definitiva do mérito da questão, portanto, a suspensão da exigibilidade do crédito tributário ou a autorização de compensação de créditos fiscais pode ser cassada a qualquer momento, implicando no recolhimento ou no depósito judicial da totalidade da

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exação, sem a incidência de multa moratória em no máximo 30 dias da publicação da respectiva decisão judicial. 4.5 Condução do Planejamento Tributário – Materialização do Lançamento por Parte do Fisco (lavratura de auto de infração) Depois da ciência do auto de infração, Lemes Junior, Cherobin e Rigo (2002) esclarecem que o gestor pode decidir para que se efetue o recolhimento do tributo, normalmente obtendo algum desconto na multa, ou que se apresente recurso administrativo, pedindo a anulação do lançamento efetuado pela autoridade fiscal.
Utilização da Via Judicial Fim Utilização da Via Judicial Recolhimento do Tributo Recolhimento do Tributo

6

Fim

3

Utilização da Via Administrativa

Decisão Desfavorável

Utilização da Via Judicial

Decisão Desfavorável

Pedido de Impugnação do Auto de Infra.

Utilização da Via Administrativa Decisão Favorável Fim

5

Ilustração 4 – Condução do Planejamento Tributário – Lavratura do Auto de Infração (LEMES JUNIOR, CHEROBIN E RIGO, 2002)

O gestor tem ainda a possibilidade de decidir pela interposição de ação judicial utilizando-se da ação chamada “anulatória do débito fiscal”, pouco utilizada na prática porque impede a discussão na esfera administrativa e deve ser precedida do depósito judicial da totalidade do auto de infração. Eleito o foro administrativo, inicialmente é apresentado um pedido de impugnação do auto de infração junto à autoridade fiscal da própria jurisdição do contribuinte. No caso de

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decisão desfavorável, voltam as três opções presentes quando da autuação: recolhimento do tributo, ação judicial (anulatória de débito fiscal) ou a apresentação de recurso administrativo ao Conselho de Contribuintes. Lemes Junior, Cherobin e Rigo (2002) alertam, ainda, que “o rito administrativo acima deve ser apreciado à luz da legislação específica de cada tributo, podendo ser diverso do aqui apresentado, especialmente pela limitação à análise da legislação aplicável aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal”. 4.6 Condução de Planejamento Tributário – Anulação de Lançamento Fiscal na Esfera Judicial Em um último recurso, Lemes Junior, Cherobin e Rigo (2002), expõem que caso o gestor decida pelo não recolhimento da exação e uma vez encerrada todos os recursos na esfera administrativa de discussão, cabem, ainda, duas novas opções de discussão na esfera judicial: Ação Anulatória de Débito Fiscal, propositura que tem como objetivo suspender a exigibilidade do crédito tributário, mas traz como encargo a necessidade do prévio depósito judicial da totalidade do tributo. Embargos à Execução Fiscal, após ação de execução por parte da Fazenda, quando a empresa possa permanecer com a exigibilidade não suspensa, ou seja, sem emissão da Certidão Negativa de Débitos), para oferecimento de garantias no montante total da exação, em vez do depósito judicial. A desvantagem presente nos Embargos é de que a empresa pode ficar determinado tempo sem a CND, pois só é possível o oferecimento de Embargos a partir da Ação de Execução Fiscal proposta pela Procuradoria da Fazenda.

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Ação Anulatória de Débito Fiscal Decisão Final Desfavorável 6 Curso do Processo Judicial Decisão Final Favorável Embargos à Execução Fiscal Fim Planejamento Tributário Inviabilizado Fim

Ilustração 5 – Condução do Planejamento Tributário – Anulação do Lançamento Fiscal na Esfera Judicial (LEMES JUNIOR, CHEROBIN E RIGO, 2002)

Na prática, Lemes Junior, Cherobin e Rigo (2002) explicam que comumente são oferecidos Embargos à Execução Fiscal, pois “as garantias podem ser constituídas com diversas espécies de bens, tais como: imóveis, máquinas, equipamentos, dentre outras”.

5 IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROCESSO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Para Lemes Junior, Cherobin e Rigo (2002), a cada dia mais atento a tentativa de economia de tributos pelas empresas, o Estado torna-se mais moderno e atento à blindagem legal para uma possível elisão por parte dos contribuintes. Nesse sentido, Lemes Junior, Cherobin e Rigo (2002) recomendam procedimentos mínimos ao gestor empresarial que se encontra diante da implementação de um processo de Planejamento Tributário. 5.1 Aplicabilidade aos Interesses da Empresa O gestor deve ter certeza da aplicação prática antes de iniciar a condução de qualquer procedimento na empresa, inclusive, antecipando-se à determinação dos efeitos sobre o perfil financeiro e sobre a continuidade do seu objetivo social e econômico. 5.2 Perfil da Entidade Cabe ao gestor, também, identificar o perfil da empresa: conservadora, moderada ou arrojada. Isso devido as varias alternativas de implementação do planejamento, que vão desde posicionamentos mais recomendados e conservadores até alguns mais inovadores devido à dinâmica legal dos tributos brasileiros. 5.3 Valor Envolvido No aspecto do valor envolvido, o custo benefício fala mais alto. No caso de interposição de medidas judiciais, encontram-se situações em que, após anos de discussão litigiosa, conclui-se, que na apuração de haveres, o efeito fiscal era irrelevante ou, até mesmo, contrário à situação específica da empresa. 5.4 Via Processual Adequada O gestor deve estar adequadamente bem orientado para a condução das demandas tributárias, objetivando prevenir a administração de prováveis efeitos financeiros negativos.

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5.5 Garantia de Instância A forma de condução do Planejamento Tributário também deve ser verificada à luz da necessidade ou não de Certidão Negativa de Débitos (CND), pois, algumas das opções de condução do planejamento podem inviabilizar, ainda que temporariamente, a obtenção de CND, podendo prejudicar a participação em licitações, importação e exportação, obtenção de determinadas linhas de crédito, venda de bens imóveis, dentre outras. 5.6 Efeitos Contábeis Diversos são os reflexos contábeis de um Planejamento Tributário: registro de provisão, reconhecimento ou não de ativo fiscal, contabilização à conta de lucros ou prejuízos acumulados ou a resultado do exercício, dentre outras. Diante desse quadro, também é necessário o acompanhamento de profissionais da área contábil, fazendo-os participar de todas as informações disponíveis sobre o planejamento conduzido pela empresa. 5.7 Efeitos Financeiros Especificamente no caso da interposição de medida judicial preventiva, o contribuinte tem várias opções no momento de propor a ação: depósito judicial, não recolhimento ou recolhimento regular da obrigação. Cada uma dessas situações tem efeitos financeiros diversos para a empresa, recomendando-se, por tanto, que seja efetuada uma análise prévia juntamente com o assessor jurídico da respectiva ação.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS Através do presente artigo verifica-se que, como os tributos compõem os dispêndios empresariais, e conseqüentemente alteram o valor final dos produtos e serviços, um Planejamento Tributário adequado, que busca a constante economia tributária e uma menor incidência de contingência, pode ser um instrumento administrativo de grande valia para qualquer empresa, independente do segmento de mercado que atua, pois a cada dia cresce a concorrência, se tornando mais acirrada a disputa por consumidores, e diferenciais que enaltecem a competitividade são cada vez mais necessários. O papel do gestor empresarial evidencia-se através do processo decisório, onde utiliza suas capacidades administrativas na maximização dos recursos financeiros e a solução de conflitos junto ao fisco, conduzindo e mantendo uma estreita relação com seus colaboradores da contabilidade e o do jurídico, a fim de fundamentar e tomar as melhores decisões possíveis. Como o presente artigo não tem a intenção de apresentar todos os caminhos existentes de um Planejamento Tributário, acredita-se que este contribui para uma inicial discussão e esclarecimento de administradores, gestores e empresários, principalmente em relação ao papel de cada na busca de objetivos adequados aos fins das empresas. Por fim, fica claro que em cada etapa que é necessária a tomada de decisão, visando o rumo que o planejamento seguirá, são necessários conhecimentos que vão além da competência do gestor, mas se este tiver como incumbência a sua realização deverá desenvolver suas competências na busca do conhecimento ou na formação de uma equipe preparada para atender essa importante ferramenta administrativa, considerando,

principalmente, os reais objetivos da organização.

7 REFERÊNCIAS OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. 23. ed. São Paulo: Atlas, 2007. SILVA, Edna Lucia da. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação/ Edna Lucia da Silva, Estera Muszkat Menezes. 4. ed. Florianópolis: UFSC, 2005. HOJI, Masakazu. Administração financeira: uma abordagem prática: matemática financeira aplicada, estratégias financeiras, análise, planejamento e controle financeiro. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2004. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações: edição compacta. 3. ed. rev. e atualizada Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. PASSARELLI, João; BOMFIM, Eunir de Amorin. Custos: análise e controle. 3. ed. São Paulo: IOB-Thomson, 2004. LEMES JUNIOR, Antonio Barbosa; CHEROBIN, Paula; RIGO, Cláudio Miessa. Administração Financeira: princípios, fundamentos, e práticas brasileiras. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. HOUAISS Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Versão 1.0. [S.l.]: Instituto Antonio Houaiss, 2001. 1 CD-ROM. BRASIL. Constituição Federal de 1988. República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 5 out. 1988. RIBEIRO, Robson. A administração tributária nas empresas. Administradores.com.br, o portal da administração, Portal Administradores Negócios Digitais, Paraíba, 05 ago. 2006. Disponível em:

<http://www.administradores.com.br/artigos/a_administracao_tributaria_nas_empresas/12498 >. Acesso em: 05 nov. 2007. TRIBUTÁRIO, Portal. Os tributos no Brasil. Portal Tributário Editora, Curitiba, out. 2000. Disponível em: <http://www.portaltributario.com.br/tributos.htm>. Acesso em: 05 nov. 2007.

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