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imunologia_relatorio_vdrl_floculação

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RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA

Disciplina: Imunologia Curso: Farmácia Modelo: Relatório de Grupo Alunos: 1. Bruna 2. Itamar 3. Janaína 4. Paula Data: 26 / 09 / 2011 Elabore o relatório de acordo com o roteiro a seguir: 1. Nome do Teste: VDRL (Venereal Disease Research Laboratory)

2. Método realizado: reação de floculação em lâmina.

3. Tipo(s) de amostra(s) que pode(m) ser utilizado(s): soro

4. Critérios de rejeição de amostra: Soros hemolisados ou lipêmicos, pois podem produzir aglutinação inespecífica.

5. Princípio do Teste: A combinação de lecitina, colesterol e cardiolipina possui semelhança imunológica com antígenos da bactéria Treponema pallidum, consistindo em um antígeno não treponêmico. A interação das reaginas da amostra com este antígeno produz floculação que pode ser detectada ao microscópio óptico.

6. Resultado(s) encontrado(s): Amostra 1 Amostra 2 Não reagente Não reagente

transplacentária. Pesquise artigos científicos para este embasamento teórico. 2005).. de 14 de junho de 2004. Baseado no diagnóstico laboratorial realizado em aula descreva qual a finalidade do teste.6. Esses testes sorológicos detectam somente cerca de 70 a 80 % dos casos de sífilis primária. apresenta evolução crônica. Foi utilizado controle de qualidade? Quais? Foi feito o uso de um controle negativo e de um controle negativo. A sífilis é uma doença infecciosa sistêmica causada pela espiroqueta Treponema pallidum. mas um extrato de coração de boi (cardiolipina) que parece conter lipídios similares aos que estimularam a produção de anticorpos do tipo reagina. pela saliva e contato com exsudatos de lesões recentes da pele ou mucosas (SANTANA et al. Esta ratifica que o sangue total e seus componentes não podem ser transfundidos antes da obtenção de resultados finais não reagentes nos testes de detecção para hepatite B. dentre as quais a sífilis apresenta grande representatividade (DE OLIVEIRA. No estágio secundário quando a espiroqueta já invadiu quase todos os órgãos do corpo os testes sorológicos são reativos.. Limitações do método: Testes não treponêmicos detectam 70 % a 80 % dos casos de sífilis primária (TORTORA. 2006). 2006). 2008). a estimativa é de aproximadamente 12 milhões de novos casos de pessoas infectadas por ano com alguma doença sexualmente transmissível.1 Valores de referência (de acordo com a bula do KIT) Não reagente 7. 8. Os anticorpos do tipo reaginas aparentemente são uma resposta a materiais lipídicos que o corpo forma como uma resposta indireta à infecção pela espiroqueta. VERDASCA e CHAGAS. sífilis e HTLV (LUNARDELLI et al. hepatite C. De acordo com a Organização Mundial de Saúde. 9. Deste modo o antígeno usado nesse teste não é a espiroqueta da sífilis. HIV. 2007). FUNKE e CASE. doença de Chagas. A profilaxia da transmissão por transfusão de sangue é definida segundo a RDC n° 153. Outras formas de transmissão também podem ser observadas: transfusões sanguíneas. . bem como a importância no diagnóstico e interpretação clínica. que ocupa uma importância significativa entre os problemas mais frequentes de saúde pública em todo o mundo (SANTANA et al.

ALENCAR. RBAC. vol. 8 ed. que permite seu uso em larga escala na maioria dos laboratórios de unidades de atenção primária de saúde (SANTANA et al. Um exemplo de teste. FACCIO MELLO. 10. 39(2): 139-141. FUNKE. A prova do VDRL é utilizada rotineiramente no imunodiagnóstico da sífilis. PARAHYBA. VERDASCA. Adriana. Porto Alegre: 2005. Karina. Simone Alves Zeferino. Artmed. Izabel Cristina. . Detecção de sífilis por ensaios de ELISA e VDRL em doadores de sangue do Hemonúcleo de Guarapuava. um teste de floculação em lamina (TORTORA. 2008. Gerard J. Maria José. Marília Joffily Pereira da Costa. jul-ago. RBAC.. Microbiologia. Estado do Paraná. FUNKE e CASE. Viviane Matoso. 38(2): 71-73.mas detectam 99 % dos casos de sífilis secundária. 2005). PIRES BORGES. Teste VDRL para o diagnóstico da sífilis: avaliação dos resultados em uma unidade de atenção primária de saúde. LUNARDELLI. Liduina Ribeiro. Christine L. 2006. Soroprevalência da doença de Chagas em candidatos a doadores de sangue. devido ao baixo custo e praticidade quanto à sua realização. Um teste não treponêmico é o teste VDRL. CHAGAS. Marta Monteiro. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 41(4):428-430. DE OLIVEIRA. Referências Bibliográficas. Berdell R. TORTORA. 2007 SANTANA.. 2006).. CASE. vol. Fernanda. Dayan de Araújo. Adroaldo. MARQUES.

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