P. 1
CAPACITAÇÃO EM SALA DE VACINA TEXTO

CAPACITAÇÃO EM SALA DE VACINA TEXTO

|Views: 904|Likes:
Publicado porPaulo Fernandes

More info:

Published by: Paulo Fernandes on Oct 14, 2011
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

05/20/2012

pdf

text

original

CAPACITAÇÃO EM SALA DE VACINA

O QUE EU PRECISO SABER PARA ABRIR UMA SALA DE VACINA? Conhecer a população, a clientela Quem são - Quantos são - Onde estão - Condição ou estado vacinal PLANEJAMENTO IMUNIZAÇÃO - aquisição de proteção imunológica contra uma doença infecciosa. Tem como objetivo aumentar a resistência de um indivíduo contra infecções. Imunização passiva (soros e imunoglobulinas) Imunização ativa (vacinas) VACINAS-São substâncias produzidas a partir de agentes patogênicos (vírus ou bactérias), ou ainda de toxinas, previamente enfraquecidos. Ao inserir no organismo, fazemos com que o corpo combata o agente estimulando a síntese de anticorpos, que protegem o nosso organismo, além de desenvolver a chamada memória imunológica, tornando mais fácil o reconhecimento do agente patogênico em futuras infecções e aumentando a eficiência do sistema imune em combatê-lo. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES PNI Ações descontínuas Caráter episódico Cobertura reduzida 1973 PNI instituído Estabelece normas de: - conservação - transporte - administração dos imunobiológicos aspectos de programação e avaliação REDE DE FRIO Os imunobiológicos são produtos termolábeis processo de recebimento, armazenamento, conservação, manipulação, distribuição e transporte dos imunobiológicos do laboratório produtor até sua utilização Temperatura ideal: entre +2°C e +8°C CONTROLE E MONITORAMENTO DA TEMPERATURA Refrigerador doméstico com capacidade mínima de 280 l Termômetro digital de momento, máxima e mínima Termômetro analógico de momento, máxima e mínima (capela) Anotação diária no mapa no início e no final da jornada de trabalho Caixas térmicas de poliuretano Termômetro analógico de cabo extensor SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA Interrupção no fornecimento de energia Manter o refrigerador fechado e monitorar a temperatura Se não restabelecer num prazo de 2 h ou a temp. se aproximar de +8°C transferir os imunos para outro equipamento na temperatura recomendada (refrigerador ou caixa térmica) Idem para falha no equipamento Nas situações de emergência é necessário que a unidade comunique a instância superior imediata para as devidas providências. ORGANIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS REFRIGERADOR Afixar o mapa de controle diário de temperatura Usar EXCLUSIVAMENTE para imunobiológicos Ligar em tomada exclusiva Instalar distante de fonte de calor ou luz solar direta Instalar um termômetro digital na porta e um analógico na segunda prateleira Colocar gelox no congelador primeira prateleira: armazenar as vacinas que podem ser submetidas à temperatura negativa – VOP, SR, SCR, FA

manter a caixa térmica fora do alcance da luz solar direta e distante de fontes de calor. lavar a caixa térmica. Ficha em anexo CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA IDADE Ao nascer 1 mês 2 meses 3 meses VACINAS BCG . VIP. deixando-os circundados pelos gelox (preparo do gelox). DTPa. ROTAVÍRUS. Limpeza – pg 7 apostila CAIXAS TÉRMICAS manter a temperatura interna da caixa entre +2ºC e +8ºC. BCG. apresentar alterações no aspecto físico-químico. permanecer fora da faixa de temperatura recomendada. TETRAVALENTE. arrumar os imunobiológicos no centro da caixa. Hep B. Não substiruir as garrafas por bobinas de gelo reutilizável. enxugá-la e guardá-la sem tampa. monitorando-a com termômetro de cabo extensor trocando as bobinas de gelo reutilizável sempre que necessário. em qualquer das instâncias. Colocar mínimo de três garrafas de 1 litro com água e corante na gaveta de legumes. Imunobiológico sob suspeita todo aquele que. Organização da caixa térmica para uso nas atividades extramuros: caracterizar a população a ser vacinada para definir a quantidade de imunobiológicos a ser transportada.segunda prateleira: armazenar as vacinas que NÃO podem ser submetidas a temperatura negativa – dT. DTP. INFLUENZA. CONTRA RAIVA HUMANA. recomenda-se que sejam utilizadas caixas separadas para o estoque de imunobiológicos.ID Vacina contra hepatite B (1) Vacina contra hepatite B Vacina tetravalente (DTP + Hib) (2) VOP (vacina oral contra pólio) VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano)(3) PNEUMO 10 Vacina Meningocócica C Conjugada Vacina tetravalente (DTP + Hib) 4 meses 5 meses 6 meses 9 meses 12 meses 15 meses 4 .6 anos 10 anos VOP (vacina oral contra pólio) VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano)(4) PNEUMO 10 Vacina Meningocócica C Conjugada Vacina tetravalente (DTP + Hib) VOP (vacina oral contra pólio) Vacina contra hepatite B PNEUMO 10 Vacina contra febre amarela SRC (tríplice viral) Vacina Meningocócica C Conjugada VOP (vacina oral contra pólio) DTP (tríplice bacteriana) DTP (tríplice bacteriana SRC (tríplice viral) Vacina contra febre amarela DOSES dose única 1ª dose 2ª dose 1ª dose 1ª dose 1ª dose 1ª dose 1ª dose 2ª dose 2ª dose 2ª dose 2ª dose 2ª dose 3ª dose 3ª dose 3ª dose 3ª dose dose inicial dose única reforço reforço 1º reforço 2º reforço reforço reforço CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DO ADOLESCENTE IDADE De 19 anos (na primeira visita ao serviço de saúde) VACINAS Hepatite B DOSES 1ª dose . bobinas e outra para o acondicionamneto das vacinas em uso. provocar eventos adversos graves provavelmente associados a lotes. terceira prateleira diluentes e/ou soros. tendo o cuidado de permitir a circulação do ar entre os mesmos e entre as paredes das geladeiras. PNEUMOCOCO. ao final da jornada de trabalho retornar os gelox ao congelador.

1 mês após a 1ª dose contra Hepatite B 6 meses após a 1ª dose contra Hepatite B 2 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano 4 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano a cada 10 anos.) gravidez. presença de neoplasia. por toda a vida dT (Dupla tipo adulto) (2) Febre amarela SCR (Tríplice viral) (3) Hepatite B Hepatite B dT (Dupla tipo adulto) dT (Dupla tipo adulto) dT (Dupla tipo adulto) (4) Febre amarela 1ª dose Reforço dose única 2ª dose 3ª dose 2ª dose 3ª dose reforço reforço CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DO ADULTO E DO IDOSO IDADE A partir de 20 anos VACINAS dT (Dupla tipo adulto)(1) Febre amarela SCR (Tríplice viral) (2) 2 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano 4 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano a cada 10 anos. Nesse caso agendar a vacinação para três meses depois do final do tratamento. SITUAÇÕES PARA ADIAMENTO DA VACINAÇÃO tratamento com imunodepressores ou com corticóides em dose imunossupressora.Bacilos vivos a partir de cepas atenuadas do Mycobacterium bovis com glutamato de sódio. Apresentação .criança com menos de 2 quilos devido a escassez de tecido cutâneo Composição . pode receber todas as vacinas previstas no esquema básico de vacinação). História de hipersensibilidade aos componentes de qualquer dos produtos Para as vacinas de bactéria atenuada ou vírus vivos atenuados: presença de imunodeficiência congênita ou adquirida ( a criança infectada pelo vírus da imunodeficiência humana HIV. febre amarela. vigência de tratamento com corticóides em dose imunossupressora por mais de uma semana. vigência de outras terapêuticas imunossupressoras (quimioterapia antineoplásica. INFORMAÇÕES TÉCNICAS SOBRE AS VACINAS DO CALENDÁRIO BÁSICO VACINA CONTRA TUBERCULOSE BCG –ID Indicação -prevenir formas graves da tuberculose em crianças menores de um ano -contatos domiciliares de pacientes com hanseníase Contra indicação . durante a evolução de doenças agudas febris graves. por toda a vida 60 anos ou mais dT (Dupla tipo adulto) dT (Dupla tipo adulto) dT (Dupla tipo adulto) (3) Febre amarela Influenza (4) Pneumococo (5) DOSES 1ª dose dose inicial dose única 2ª dose 3ª dose reforço reforço dose anual dose única CONTRA-INDICAÇÕES GERAIS hipersensibilidade (reação anafilática) após recebimento de qualquer dose. radioterapia etc. exceto quando a gestante estiver sob alto risco de exposição a algumas doenças virais imunopreviníveis como por exemplo.Liófilo + diluente específico . assintomática. para que seus sinais e sintomas não sejam confundidos ou atribuídos com possíveis eventos adversos relacionados à vacinação.

grupos de risco. Esquema . . mal-estar. na inserção inferior do músculo deltóide. Via de administração . Via de administração e dose .Crianças menores de 1 ano com indicação da vacina DTPa (Tríplice acelular) deverão receber as doses da vacina Hib com a apresentação tradicional Vacinação Simultânea .IM profunda (agulha 20 X 5. com intervalo de 60 dias (mínimo de 30 dias).Dose e volume ..Dor no local .A vacina Tetravalente pode ser administrada simultaneamente com qualquer outra vacina recomendada pelo PNI Contra-indicações Considerando-se que esta vacina contém o componente pertussis de células inteiras ela está contra-indicada nas mesmas situações da vacina DTP. Sendo: 2 – 4 – 6 meses.até o final do prazo de validade. no vasto lateral da coxa.0.IM profunda.maiores de 20 anos a dose é 1.forma líquida (tampa metálica). Apresentação . para evitar complicações. a partir de 2 meses de idade. qualquer das seguintes manifestações: .2 frascos: um frasco com componente Hib – liófilo (tampa e coloração laranja) e um frasco com o componente DTP. Eventos adversos mais comuns . RECONSTITUIÇÃO A vacina DTP será utilizada como diluente da vacina Hib. Vacina contra Hepatite B Composição -obtida por engenharia genética.condições especiais (prematuros.3 doses. o produto poderá ser utilizado por 5 (cinco) dias desde que conservado sob temperatura adequada e não haja contaminação. pode ser aplicada na região deltóide. ou seja: crianças com quadro neurológico em atividade. Cada frasco contém 5 doses.Vacina Tríplice (DTP): Toxóide diftérico. Não utilizar outro tipo de diluente.Vacina conjugada contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib): polissacarídeo capsular poliribosil-ribitol fosfato purificado (PRP) do Haemophilus influenzae tipo b (Hib) conjugado a aproximadamente 30 mg de toxóide tetânico . crianças que tenham apresentado. febre baixa . Na ausência da cicatriz é indicada a revacinação seis meses após a primeira dose. contêm cinco a 40mg/ml de antígeno (AgHBs).forma líquida em frasco-ampolas com múltiplas doses. na face externa do braço direito. desde que tenha sido manipulada com técnicas corretas de assepsia. toxóide tetânico e vacina pertussis (coqueluche) Apresentação . Via de administração e dose . adsorvidos em hidróxido de alumínio.) .. em crianças com mais de dois anos de idade.Uma dose a partir do nascimento.O volume de cada dose é de 0. . Não deve ser aplicada na região glútea.1ml.5 ml com agulhas 20 X 5. . . preferencialmente no vasto lateral da coxa (crianças menores de 1 ano).Via intradérmica.São três doses 0 – 30 – 180 dias . após aplicação de dose anterior.0 ml Esquema . Após a reconstituição. Cada dose da vacina reconstituída corresponde a 0.5 ou 25 X 6). cefaléia e fadiga podem ocorrer. Contra-indicações . utilizando-se o timerosal como conservante. Não deverão ser utilizados em separado.5 ml. rigorosamente.5 em crianças e 25 X 6 ou 25 X 7 em adolescentes e adultos.gerais Vacina Tetravalente ( DTP + Hib) Composição .falhas no esquema Conservação e validade .

edema) e.quadro agudo febril moderado a grave . _ Colapso circulatório. apresentada em seringas de vidro monodose previamente preenchidas Idade de Aplicação e Esquema intervalo mínimo admissível é de 4 semanas entre as doses Via de administração . até 48 horas após a administração da vacina.3 doses . Encefalopatia nos primeiros sete dias após a administração da vacina. VACINA CONTRA POLIOMIELITE (VOP) Composição e apresentação.vírus vivos atenuados. contendo 20 ou 25 doses.febre e manifestações locais (dor. Via de administração e dose -A vacina contra poliomielite deve ser administrada por via oral (2 gotas). A criança deve estar sentada em uma posição reclinada. Eventos Adversos . moldados em plástico maleável e resistente. Eventos adversos . está contra indicada qualquer dose subsequente.podem ocorrer quatro a 40 dias após a vacinação acidentes pós-vacinais (paralisias flácidas) Vacina Contra Rotavírus (VORH) Composição .A forma farmacêutica da VORH é líquida.vírus isolados de humanos e atenuados para manter a capacidade imunogênica. Adiamento da Vacinação .diarréia aguda e vômitos VACINA CONTRA FEBRE AMARELA Composição e apresentação . Preencher ficha de notificação e solicitar vacina dupla infantil (DT). Contra-indicações (Pedir VIP) .forma líquida em frasco aplicador e tampa rosqueável.A VOP quando não aplicada no mesmo dia da vacina contra Rotavírus. com estado tipo choque ou com episódio hipotônico-hiporresponsivo (EHH).crianças imunodeprimidas (com deficiência imunológica congênita ou adquirida) não-vacinadas ou que receberam esquema incompleto de vacinação contra poliomielite -crianças que estejam em contato domiciliar com pessoa imunodeficiente suscetível e que necessitem receber vacina contra poliomielite Eventos adversos . 2 – 4 – 6 – meses. . com estado tipo choque ou com episódio hipotônico-hiporresponsivo (EHH). Associação com outras vacinas . com menor freqüência (devido ao componente pertussis): _ Convulsões até 72 horas após administração da vacina. indisposição e diminuição do apetite Contra-indicação . preencher ficha de notificação e solicitar vacina DTPa (acelular). acompanhada de diluente. em cima da língua. _ encefalopatia.Encefalopatia nos primeiros sete dias após a administração da vacina. Apresentação . O intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias.5 ml) POR VIA ORAL (dentro da cavidade oral no canto da boca). é a única vacina que deve se aguardar um intervalo de 15 dias. porém não patogênica. Esquema . Uma quarta dose (reforço) deve ser aplicada aos 15 meses de idade.todo o conteúdo da vacina (1. . OBS: _ convulsão e EHH. -Colapso circulatório.vírus vivos atenuados . seja com a tríplice bacteriana de células inteiras ou acelular.de três a cinco dias após a administração da vacina : febre (quase sempre inferior a 39ºC). até 48 horas após a administração da vacina.-Convulsões até 72 horas após administração da vacina. apresentada sob a forma liofilizada em frasco de múltiplas doses. irritabilidade. No caso da criança regurgitar após a administração de uma das doses da vacina não se recomenda a administração de dose adicional compensatória.A vacina não deve ser administrada a crianças com história de alguma doença gastrintestinal crônica ou má-formação congênita do trato digestivo ou história prévia de invaginação intestinal. eritema.

em crianças com mais de dois anos de idade pode ser aplicada na região deltóide.idem tetravalente . . que pode ser aplicada simultaneamente ou com qualquer intervalo. Via de administração . que aparece duas a três semanas depois da vacinação. Contra-indicações -As estabelecidas nas contra-indicações gerais para as vacinas de vírus vivos atenuados e alergia anafilática ao ovo.5 ml. choro prolongado e incontrolável.Dose única de 0.5) no deltóide.5 ml Esquema . Via de administração de dose . Evitar aplicação simultânea com PNEUMO 10.Conservar entre +2ºC e +8ºC. Vacinação Simultânea .Subcutânea (agulha 13 X 4. no máximo até 6a 11m e 29d.deve ser aplicada simultaneamente ou com intervalo de duas semanas para as outras vacinas virais vivas.Idade de aplicação . utilizar no prazo máximo de 6 horas. mantida nas condições mencionadas. Contra-indicações.Subcutânea (agulha 13 X 4.A partir de seis meses de idade nas áreas endêmicas (onde há casos humanos).com a introdução da vacina tetravalente. Idade de aplicação . Contra-indicações reação anafilática após a ingestão de ovo de galinha . Nas regiões onde há casos de febre amarela entre macacos (áreas enzoóticas ou epizoóticas). Eventos adversos mais comuns . OBS:-o intervalo mínimo entre a 3ª dose do esquema para crianças e o primeiro reforço é de 6 meses. sudorese fria e diminuição de resposta a estímulos). caso o segundo reforço seja feito após 7 anos. . mal-estar geral e irritabilidade nas primeiras 24 a 48 horas.5 ml aos 9 meses de idade.Dor local. cefaléia e febre. Após a diluição. após a diluição.IM profunda (agulha 25 X 6 ou 25 X 7). Esquema e dose . Reforço a cada dez anos.5) no deltóide. a caxumba e a rubéola (SCR . ocorrendo habitualmente entre o quinto e o 10º dia depois da vacinação.A partir dos 12 meses. 0. mantendo-se a conservação da temperatura VACINA CONTRA SARAMPO.5 ml aos 12 meses e um reforço entre 4 e 6 anos de idade.tríplice viral). Excetua-se a vacina oral contra poliomielite. Idade de aplicação -A partir de dois meses. em frasco-ampola com múltiplas doses.vírus vivos atenuados contra o sarampo.Não se usa a vacina tríplice DTP a partir de sete anos de idade. A dose é de 0.Artralgias e artrites. toxóide tetânico e Bordetella pertussis inativada em suspensão sob a forma liquida em frasco-ampola com múltiplas doses. de evolução em geral benigna. mais freqüentes nas mulheres adultas.Febre e erupção cutânea de curta duração. TÉTANO E COQUELUCHE (TRÍPLICE BACTERIANA – DTP) Composição e apresentação . no vasto lateral da coxa. a vacina é utilizada a partir dos nove meses. sangue total ou plasma nos três meses anteriores Conservação e validade . convulsões e síndrome hipotônicohiporresponsiva (hipotonia. utilizar a vacina dT (dupla adulto) Eventos adversos . Eventos adversos mais comuns . . apresentada sob a forma liofilizada.Administração de imunoglobulina humana normal (gamaglobulina). CAXUMBA E RUBÉOLA (TRÍPLICE VIRAL – SCR) Composição e apresentação . vermelhidão e enduração locais. Conservação e validade . Exceto em caso de surto e/ou bloqueio vacinal. deve ser aplicada em prazo máximo de 6 horas AS MESMAS ORIENTAÇÕES SERVEM PARA A VACINA DUPLA VIRAL (SR) – SARAMPO E RUBÉOLA VACINA CONTRA DIFTERIA. Via de administração .Dor.Gravidez . febre. mas não em seres humanos.Meningite. Esquema -Dose única 0. Com menor freqüência podem ocorrer sonolência.toxóide diftérico.entre +2ºC e +8ºC. esta vacina tem sido utilizada apenas como 1° reforço aos 15 meses e 2° reforço aos 5 anos de idade.

a partir de 7 anos de idade Via de administração . . VACINA CONTRA INFLUENZA (GRIPE) Composição e apresentação .toxóide diftérico e toxóide tetânico. se incompleto.Dor local. febre. Esquema. Depois de aberto poderá ser utilizada até o final do prazo de validade. Duas doses garantem a imunidade para o feto. calor. desde que tenha sido manipulada com técnicas corretas de assepsia. não exige que se reinicie o esquema. . Vacinação da Gestante . Não pode ser congelada. com duração de até dois dias.Gestante não-vacinada.Reação anafilática sistêmica grave seguindo-se à aplicação de dose anterior.Conservação e validade . tendo como adjuvante hidróxido ou fosfato de alumínio. com doença pulmonar ou cardiovascular crônicas e graves. Idade de aplicação .0 – 60 .iniciar a vacinação em qualquer momento da gestação. Conservação e validade .entre +2°C e +8ºC. portanto. imunocomprometidos ou VIH-positivos. Notas: 1) O aumento do intervalo entre as doses não invalida as anteriores e. obtidas a partir de culturas em ovos embrionados de galinha . . Depois de aberto poderá ser utilizada até o final do prazo de validade.Reforços: de dez em dez anos.completar o esquema. Via de administração . com base nas informações recebidas de todo o mundo sobre a prevalência das cepas circulantes.5). Conservação e validade -Deve ser conservada entre +2ºC e +8ºC. após aberta usar até acabar. 20 dias antes do parto. mal-estar e mialgias Indicações . insuficiência renal crônica.Vacinas trivalentes. sendo o intervalo mínimo entre as doses de 30 dias. VACINA CONTRA TÉTANO E DIFTERIA (dT – DUPLA ADULTO) Composição e apresentação . ou mais. independente da época .Dor.A partir dos seis meses de idade.adultos e crianças com seis meses de idade ou mais.O congelamento inativa a vacina.entre +2°C e +8°C. de pequena intensidade. . mas a mãe precisa terminar o esquema após o parto.Intramuscular (agulha 25 X 6 ou 25X7) ou subcutânea (agulha13X4. desde que tenha sido manipulada com técnicas corretas de assepsia.adultos e crianças com seis meses de idade ou mais. Esquema A vacina contra influenza pode ser aplicada simultaneamente com qualquer das outras vacinas do PNI. Idade de aplicação . diabetes melito insulinodependente.na presença de distúrbios graves de coagulação.pacientes submetidos a transplantes.120 dias. 2) Devem-se considerar válidas as doses da vacina tríplice DTP ou da vacina dupla do tipo infantil DT aplicadas anteriormente Eventos adversos mais comuns . vermelhidão e enduração local. Eventos adversos mais comuns . sob a forma líquida em frasco-ampola com múltiplas doses. o mais precoce possível .esquema (0 – 60 – 120 dias) . antecipar a dose de reforço se ocorrer nova gravidez cinco anos.a composição da vacina é recomendada anualmente pela OMS.lembrando que o intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias e que a última dose deve ser administrada no. cirrose hepática e hemoglobinopatias. depois da aplicação da última dose.IM profunda(agulhas 25 X 6 ou 25 X 7) na região do deltóide. O congelamento inativa a vacina. febre. Síndrome de Guillain-Barré nas seis semanas após a vacinação contra difteria e/ou tétano anterior. Contra-indicações .Gestante vacinada. máximo. por toda a vida. Reforços: de dez em dez anos.

com fosfato de alumínio como adjuvante.  recomenda-se priorizar a vacina de febre amarela em áreas de risco para FA e adiar a vacina pneumo10v por 30 dias Contra-indicações.febre.exclusivamente pela via intramuscular preferencialmente profunda com agulha 20 X 5. apresentada em monodose (em seringas ou frasco-ampolas de vidro) e pronta para injeção intramuscular. fosfato de sódio dibásico heptaidratado. Contra-indicações .a vacina meningocócica c(conjugada-crm197) é composta por dois frascos ampolas : 1.outro frasco ampola contendo um líquido branco opaco.Hidróxido de alumínio: 0.pessoas de 60 anos e mais. HIB (PENTA DE CÉLULAS INTEIRAS)  DPTA. Volume de 0.reação anafilática a proteínas do ovo ou a outros componentes da vacina. A vacina não contém conservante. VOP E VACINA ROTAVIRUS.5 em crianças .profissionais de saúde e familiares que estejam em contato com os pacientes mencionados anteriormente.refrigeração entre 2ºc e 8ºc – não pode ser congelada Uso com outras vacinas . VACINA PNEUMOCÓCICA 10 VALENTE CONJUGADA Composição e apresentação . Apresentação. 2.5 a 25. Doenças leves e afebris não contra-indicam a aplicação da vacina.2 – 4. o diluente.frasco-ampola contendo uma dose da vacina liofilizada acompanhada de um frasco-ampola com 0.5 ml. O intervalo entre as doses é de 2 meses.3 a 0. VHB.retirar o diluente e utilizar para reconstituir o pó do frasco ampola com o liófilo .Cada dose de 0.HIB (HEXAVALENTE)  DPTW HBV.0μg . HIB. Contém os seguintes sorogrupos: 1 4 5 6B 7F 9V 14 18C 19F 23F Idade de aplicação . Atentar para o esquema de implantação.reconstituir o diluente contendo o hidróxido de alumínio agitando suavemente o frasco ampola ..5 mL da vacina reconstituída contém: .6 meses e um reforço entre 12 e 15 meses. por ocasião das campanhas anuais. VACINA MENINGOCÓCICA C CONJUGADA Composição. -a vacina deve ser preparada imediatamente antes da administração da seguinte forma: .a partir de 2 meses de idade Via e local de administração .4 mg Al3+ .pode ser administradas concomitantemente com as seguintes vacinas:  DPTA. principalmente se administrada simultaneamente com DTP ou TETRA .local: de preferência no músculo vasto lateral da coxa (face ântero lateral) Como preparar a vacina.Oligossacarídeo meningocócico C: 10 μg Conjugado com proteína CRM197 de Corynebacterium diphteriae: 12.Excipientes: manitol.suspensão líquida sem conservantes. Conservação.intramuscular profunda com agulha 20 X 5. TRIVIRAL. cloreto de sódio e água para injeção.um contendo um pó liofilizado branco ou esbranquiçado.8 de diluente com hidróxido de alumínio Local e via de administração.5 no vasto lateral da coxa Esquema. IPV. VACINA VARICELA. -doenças febris agudas. HBV.  até o momento não há estudos que indicam que a vacina pode ser administrada simultaneamente com a vacina da Febre Amarela. . IPV. fosfato de sódio monobásico monoidratado.recomenda-se o uso de antitérmico somente em crianças que apresentem temperatura superior a 38ºC após a vacinação.gerais Eventos adversos. .

Observar esquema de implantação da vacina Reações Adversas vermelhidão  inchaço  dor no local da aplicação  febre ocorre em aproximadamente 1/4. purificados e estabilizados com albumina humana. Não deve ser congelada Indicação. .hipersensibilidade aos componentes da vacina. no mínimo.proteger da luz Esquema-3 – 5 meses e um reforço aos 12 meses. os vírus são concentrados.5 ml do produto reconstituído. no final do dia comparar o que foi registrado no boletim com o registro de enfermagem.após a reconstituição. É importante.3 dos vacinados. . sonolência. assegurando que não ocorra bolhas de ar. incolor ou amarelo claro e livre de partículas estranhas. febre.liófilo + diluente em frascos monodose Conservação.agitar suavemente o frasco-ampola contendo o pó e o diluente até que a vacina esteja dissolvida garantindo que.não pode ser congelada . Dose.profilaxia da raiva humana em pré-exposição e pós-exposição Esquema. prostração.pós-exposição: o esquema vai depender do tipo e gravidade da exposição (vide tabela) Via de administração e dose. cultivados sobre células VERO (uma linhagem contínua de células de rim de macaco verde africano).deve ser armazenada e transportada entre 2ºC e 8ºC. o antígeno esteja vinculado ao adjuvante. evitar abri-la desnecessariamente Nunca esquecer de verificar a temperatura Preparar as caixas térmicas e verificar a temperatura regularmente Manter o arquivo de cartão espelho sempre organizado PSF – fazer arquivo de cartão espelho para toda a clientela. Não administrar no glúteo Contra indicação. maltose e liofilização. na maioria das vezes nas primeiras 48 horas após a vacinação  Manifestações purpúricas no local da aplicação ou disseminadas  Convulsão febril ou afebril nas primeiras 72 horas _ “síndrome de reação sistêmica precoce” (SRSP) o aparecimento dentro de 3 horas após aplicação da vacina de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas: tremores. .pré-exposição : 0-7-28 dias (importante colher sorologia. pois requer atenção Manter a geladeira sempre organizada e limpa. incluindo o toxóide diftérico . Apresentação . cefaléia intensa. organizado.Em virtude da evolução fatal da infecção pelo vírus rábico. Conservação. . principalmente.IM profunda no deltóide ou vasto lateral em crianças menores de 2 anos. cianose perioral ou de dedos. sem tumulto. as quais foram adaptadas para cultivo em grande escala sobre microcarreadores. a vacinação curativa (profilaxia pós-exposição) não apresenta contra-indicação Rotina da sala de vacina Ambiente tranquilo.. cepa WISTAR PM/WI 38-1503-3M. adolescentes e idosos Orientar os ACS para fazer busca ativa de faltosos Registrar todas as vacinas administradas nos boletins corretamente. a vacina é uma suspensão homogênea levemente opaca. Após o crescimento em cultura de células. É NORNAL QUE UMA PEQUENA QUANTIDADE DE LÍQUIDO RESIDUAL PERMANEÇA NO FRASCO APÓS A RETIRADA DA DOSE. vômitos.deve ser conservado sob refrigeração entre 2ºC e 8ºC.retirar 0. calafrios. 14 dias após a 3ª dose e anualmente para acompanhar titulação) . crianças. inativados pela betapropiolactona. _ Episódio Hipotônico Hiporresponsivo Contra Indicação.deve ser adiada em indivíduos que apresentam estado febril grave e agudo VACINA ANTIRRÁBICA HUMANA Composição A vacina é preparada a partir de vírus da raiva.

chegou no Brasil há 5 dias. perdeu o cartão de vacina. não tem cartão de vacina. bem como suas possíveis reações adversas CASOS Cça. não sabe se vacinou. .Registrar as vacinas no cartão do paciente e a data do retorno Orientar o acompanhante ou o vacinado acerca da vacina administrada. B. Cça de 3m e 10 dias. veio de outra cidade. A mãe diz que ela não tomou nenhuma vacina. de 10m tem registradas no cartão apenas BCG e 1ª dose de Hep. A mãe garante que o cartão estava em dia. Cça de 5m. nasceu nos EUA. Gestante no 6° mês. Ela tem 16 anos. Você viu que ela tem a cicatriz da BCG.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->