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Instrumentos e equipamentos eletrônicos

Instrumentos e equipamentos eletrônicos

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Ecossonda

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ecossondas são instrumentos que utilizam os princípios da acústica, principalmente do comportamento das ondas de som na água, para detectar submarinos, peixes, ou outros objectos na coluna de água, no oceano ou em outras massas de água. A penetração do som na água é significativamente maior que a da luz. Instrumentos acústicos activos que, por definição, emitem e recebem ondas sonoras, são, portanto, capazes de detectar peixes ou outros objectos a muito maior distância da que é possível atingir com sistemas visuais. A exploração desta propriedade é evidente nas sofisticadas capacidades de ecolocalização de baleias e golfinhos. Instrumentos acústicos, desenvolvidos ao longo do último século, têm hoje aplicações militares, económicas e científicas. No campo militar, esses aparelhos são utilizados por navios de vários tipos para a detecção de outros navios, particularmente de submarinos e de outras ameaças subaquáticas. No âmbito económico, instrumentos acústicos são fundamentais nos navios de pesca modernos para a detecção de cardumes. É também esse o uso principal deste tipo de instrumentos no campo científico, servindo, na ciência pesqueira, para avaliação de recursos e estudos de desempenho de artes de pesca, e para estudos mais gerais quanto à distribuição e comportamento de peixes, plâncton e outros organismos aquáticos. As ecossondas funcionam pela emissão de um sinal eléctrico que é transformado por um transdutor num pulso acústico que é dirigido para baixo. Quando este pulso atinge algum objecto na coluna de água, parte da energia acústica é reflectida e recebida pelo transdutor sob a forma de um eco, reconvertido em energia eléctrica. O tempo que medeia entre a emissão do pulso e a recepção do eco, conhecida a velocidade do som na água (cerca de 1500 ms-1), fornece a distância a que o objecto se encontra do transdutor.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecossonda

Ecobatímetro
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Esquema de um ecobatímetro em funcionamento.

O ecobatímetro é um aparelho utilizado para sondagem que se baseia na medição do tempo decorrido entre a emissão de um pulso sonoro, de frequência sônica ou ultrasônica, e a recepção do mesmo sinal após ser refletido pelo fundo do mar, lagoa, ou leito de rio. O tempo que o som leva entre o momento de sua emissão e o de sua recepção determina a profundidade entre a superfície da água e o leito do canal. Este método é também empregue na indústria, para efectuar a medição de nível em reservatórios. Leia também: sonar http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecobat%C3%ADmetro

Sonar
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Sonares: Sonar é a sigla em inglês de Sound Navigation And Ranging, ou "navegação e determinação da distância pelo som". É um instrumento auxiliar da navegação marítima. Este sistema inicialmente era empregado na localização de submarinos (em guerras), mas hoje em dia é também usado no estudo e pesquisa dos oceanos (determinação de profundidades ou de depressões) e na pesca, para a localização de cardumes. O princípio básico de funcionamento do sonar é a emissão de ultra-sons (ondas mecânicas de alta frequência) por um aparelho colocado nos navios, acoplado a um receptor de som. O som emitido propaga-se na água, reflete-se no fundo dos oceanos ou nos objetos (peixes), retorna e é captado pelo receptor, que registra a variação de tempo entre a emissão e a recepção do som, fazendo cálculos ele determina a distância e a velocidade do objeto. Na segunda década do século XX foram construídos navios com equipamentos de recolha do eco do fundo oceânico - sonares. Estes emitem ultra-sons que chocam com o fundo oceânico e regressam ao navio permitindo saber a profundidade e a forma do fundo oceânico . Mais tarde foram construídos os side -scan sonar que permitem produzir imagens a preto e branco dos fundos oceânicos , seguiram-se os multibeam sonar que permitem a construção de mapas detalhados do fundo oceânico e atualmente utilizam-se os satélites para desenhar mapas representativos dos fundos oceânicos e também para definir a topografia das zonas inacessíveis aos navios .

[editar] Ecolocalização
A ecolocalização, também chamada de “biosonar”, é uma capacidade natural, encontrada em golfinhos e morcegos, de utilização de emissão de ondas ultra-sons para locomoção e captura de presas. A partir do estudo da mesma, os seres humanos desenvolveram a “ecolocalização artificial”, com o advento do radar, sonar e aparelhos de ultra-sonografia. http://pt.wikipedia.org/wiki/Sonar

de baixa precisão. melhorou e desenvolveu novas tecnologias. A detecção das ondas refletidas permite determinar a localização do objeto.Radar Origem: Wikipédia. conseguiram criar um dispositivo de detecção que funcionou com grande precisão. Watson Watt. iniciou então. Em 1934. História do Radar O primeiro Radar foi construído em 1904. . veja Radar (desambiguação). utilizando o sistema de telemetria fixa e rotatória. Ondas eletromagnéticas que são refletidas por objetos distantes. Simultaneamente. Henri Gutton e Maurice Ponte. revisando teoria eletromagnética. construção difícil. e sistema de detecção de eco ineficiente. No início da Segunda Guerra Mundial (1939). a enciclopédia livre. encontrou o estudo realizado pelo alemão. Pierre David. Esta antena de radar de longo alcance (aproximadamente 40 m de diâmetro) gira de modo a observar actividades no horizonte. eficiente para a localização de aviões. do inglês Radio Detection And Ranging (Detecção e Telemetria pelo Rádio). naquela época não houve utilidade prática para o dispositivo. Em 1935. O radar. é um dispositivo que permite detectar objetos a longas distâncias. experiências para o desenvolvimento de um sistema de detecção por ondas de rádio de alta frequência. Nota: Para outros significados. foi instalado o primeiro sistema de Radiotelemetria no navio Normandie com o objetivo de localizar e prevenir a aproximação de obstáculos. por Christian Hülsmeyer na Alemanha.

pela defasagem de frequência entre o sinal emitido e recebido. retornando para a antena. decodificação. pois os ingleses sabiam com precisão a distância. As Potências do Eixo.milhões de Hertz até centenas de milhões) ou de microondas (de centenas de milhões até GHz. que neste momento é receptora de sinais. a transmissão é um pulso eletromagnético de alta potência. [editar] Construção física do Radar O Equipamento de radar é composto de uma antena transceptora.Os radares foram muito importantes na previsão de ataques inimigos. ou se aproximando da estação. o feixe se alarga em forma de cone. sendo então refletido. também estavam a desenvolver sistema similar. É possível também. processamento e visualização das informações coletadas. O dispositivo precisa produzir uma frequência estável. facilitando o direcionamento dos projéteis ao alvo. tendo tempo de dar o alarme para a população se proteger. pode-se facilmente calcular a distância do objeto. isto é. ou guia de onda. do sistema de recepção. Durante a propagação pelo espaço. além da mesa de interface entre equipamento e operador. [editar] Funcionamento do Radar radar é composto por uma antena transmissora receptora de sinais para Super Alta Freqüência (SHF). O transmissor fornece radiofrequência para a antena em forma de pulsos eletromagnéticos modulados de alta potência que são disparados contra a antena parabólica que remete-os unidirecionalmente em direção ao alvo. . curto período e feixe muito estreito. os radares alemães. velocidade e direção do ataque. saber se o alvo está se afastando. e o próprio transmissor. eram para aumentar a precisão de tiro. [editar] Oscilador A produção do sinal do radar começa no oscilador. [editar] Sistema de Transmissão O sistema de transmissão é composto por 3 elementos principais: o oscilador. pois o radar necessita de precisão para calcular o efeito Doppler. e. A maioria dos radares usa bandas de frequências de rádio (MHz. que é um dispositivo que gera radiofrequência num comprimento de onda desejado. da linha de transmissão. o modulador. de um transmissor de alta potência e alta frequência. porém seu uso era diferente. diminuindo imensamente as baixas civis. e pelo tempo de chegada do eco. até atingir ao alvo que está sendo monitorado. apesar do bombardeio constante efetuado pelos alemães.dezenas de bilhões de Hertz). isto se deve ao Efeito Doppler. Como se sabe a velocidade de propagação do pulso.

as ondas de radar se propagam em direção à parábola e por esta são emitidas em unidirecionalmente ao alvo. é captado pela antena e amplificado novamente. Da estabilidade do sinal gerado no oscilador e da modulação dependerá a qualidade do eco captado após atingir o alvo. Neste momento é captado pela mesma antena. um transmissor pode amplificar a potência de 1 Watt para 1 Megawatt. [editar] Sistema de Recepção O receptor do radar detecta e amplifica os ecos produzidos quando as ondas refletem no alvo. permitindo que o radar faça uma varredura na área ao invés de sempre apontar para a mesma direção. é amplificar o sinal gerado no oscilador e misturado no modulador. bem mais fraco que o emitido. Pois. Disparadas contra a parábola. se propagam para o ambiente. Os radares em geral. pois o transmissor está desligado. Num radar de pulso. principalmente nos radares pulsados. Normalmente as antenas são giratórias. [editar] Transmissor A função do transmissor. o modulador faz a mistura de um comprimento de onda secundário à frequência fundamental. que em alguns radares tem a forma de um prato de metal (Antena Parabólica). ele envia para a antena. depois de geradas e amplificadas. o sinal é ligado e desligado rapidamente no oscilador. Semelhante às ondas luminosas no foco de num espelho parabólico. Dependendo do ganho. O sistema funciona da seguinte forma: • O pulso gerado é disparado contra a antena que o envia ao espaço. [editar] Antena Depois que o transmissor amplifica o sinal no nível desejado. Geralmente a antena de transmissão e recepção é a mesma. que após se propagarem. conforme o caso. neste caso. pode variar o sinal em amplitude ou frequência. para mudar a direção das emissões.[editar] Modulador O modulador. O sinal refletido. atingem o alvo e refletem numa espécie de eco. O extremo de saída da guia de onda é localizado no foco da parabólica. necessitam enviar pulsos de alta potência. As ondas eletromagnéticas. . O sinal bate no alvo e retorna em forma de eco. são levadas por guias de onda em direção ao foco do disco parabólico.

Isso evita que o sinal de grande intensidade vindo do transmissor chegue ao receptor causando sobrecarga. Para o radar de pulso contínuo. de zero a dez milhões. reflete a radiofrequência em direção ao seu foco. recebe o sinal fraco provindo do alvo em direção à antena e amplifica-o. O sinal é captado por um dispositivo localizado no ponto focal. e sim o pulso emitido. Pelo fato de ser parabólica. [editar] Receptor Muitos radares modernos utilizam equipamentos digitais. neste momento. (V) Após a ampliação. [editar] Comutador (ou Duplexador) O comutador possibilita ao sistema de radar emitir sinais e recebê-los na mesma antena. o receptor através de uma cavidade ressonante separa o sinal por frequências automaticamente. devida alta potência. uma de transmissão e outra para recepção desfasada da primeira. é utilizado um dispositivo que comuta o momento de transmissão e recepção. pois este permite o executar funções mais complicadas. demodulado. o receptor e o transmissor operam ao mesmo tempo. Este sistema não opera com comutador. A entrada do sinal analógico pode ser de qualquer valor. atua como um relê entre a antena e o conjunto transmissor/receptor. incluindo frações destes . ou um pré amplificador de baixo ruído numa cavidade ressonante. Para gerenciar a transcepção do radar. os radares de onda contínua têm duas antenas separadas. o sinal é processado. pois o receptor espera por um sinal de retorno de baixa intensidade. O relê comutador conecta o transmissor à antena somente quando o sinal está sendo transmitido. Entre dois pulsos. este pode ser um dipolo.se estivesse ligado. [editar] Antena A antena recebe o eco radioelétrico do sinal emitido no momento em que está comutada para recepção. Em geral. o sistema necessita de um conversor analógico-digital para transitar de uma forma a outra. o receptor não receberia o pulso refletido. a radiofrequência se propaga através da linha de transmissão (No caso do pré amplificador estar localizado no foco) ou pela guia de onda em direção a um préamplificador localizado distante da antena. integrado e enviado para o monitor que é lido pelo operador de radar. o comutador desconecta o transmissor e liga o receptor à antena. Para usar este tipo de equipamento. Neste caso. Como o receptor precisa interpretar sinais fracos ao mesmo tempo que transmissor está operando. Determinando assim quando a antena está ligada ao transmissor ou ao receptor O receptor.

Uma das mais importantes funções para o receptor é o filtro Doppler. assim impede também que o receptor faça alguma leitura enquanto o transmissor está operando. aumentando a área de rastreamento. Após o sinal analógico ser convertido para sinal discreto. Todavia. Seguido do filtro Doppler. baseado no efeito do mesmo nome. ou 0. enquanto que outros processam o sinal antes de exibi-lo e mostram alvos em potencial em forma de símbolos. e entre a emissão de dois pulsos o receptor detecta as reflexões do sinal emitido. uma para o transmissor e outra para o receptor. o receptor executa outras funções como maximizar a força do sinal de retorno. um ponto de sinal forte aparece no lugar da tela que corresponde o alvo distante. O sistema digital pode requerer uma fração de sinal para arredondar números decimais como 0. porém nada entre estes. com uma série de zeros e uns que representam o sinal de entrada. em intervalos regulares. através da analise da diferença do sinal de resposta. o receptor pode executar complexas funções sobre este. mas deixa a desejar em se tratando de medir sua velocidade. Esse tipo de radar requer duas antenas distintas. ou 0. Alguns sistemas simples de radares. O conversor analógico-digital mede o sinal analógico de entrada muitas vezes por segundo e expressa cada sinal como um número binário.667. causada pelo “efeito . enquanto que a distancia do alvo é representado como a distância até o centro do visor. Em alguns sistemas de radares que usam PPI mostra a real amplitude do sinal. [editar] Tipos de Radar [editar] Radar de Pulso Simples Estes são os de funcionamento mais simples. [editar] Radar de pulso Contínuo (CW) Como o próprio nome diz.7. o número será usualmente expresso na forma binária. O radar de pulso simples necessita de precisos contadores em seu alternador para impedir que o transmissor envie algum sinal enquanto o receptor está analisando o sinal de resposta. ou amplitude era função da distância da antena. a informação digital trabalha a valores discretos. estes radares emitem um sinal de rádio contínuo. Esse tipo de radar é eficaz para localizar um alvo. O PPI mostra a direção do alvo em relação ao radar (em relação ao norte) com um ângulo de medida de cima do visor. ou mesmo 1. Antes.66666667. como um beep. Nestes sistemas. A emissão de um sinal contínuo permite que esse radar distinga objetos parados de objetos que estão em movimento. eliminar o ruído e a interferência do sinal. Uma vez que o sinal é digitalizado. para que o sinal emitido não interfira na leitura do sinal de retorno. os sistemas de radares usavam apenas modulação em amplitude – o sinal de força. Ele é usado para diferenciar alvos múltiplos. a antena desse tipo de radar pode rotacionar. como 0 e 1.valores. Um transmissor envia diversos pulsos de rádio. ou 2. [editar] Visor O visor é o resultado final das etapas de conversão do sinal recebido pelo radar em informação útil. para assinalar a presença de um objeto e não sua velocidade ou distância. Mais usual e mais moderno é o visor de plano de indicação posicional (PPI). Normalmente. notificam o controlador com um sinal de áudio.

[editar] Radar de Abertura Sintética . e de uma maneira muito mais rápida que radares convencionais. e tem objetivo de localizar alvos em terra. [editar] Radares secundários São aqueles que. que o tem de fazer mecanicamente. que depende do tamanho da antena. A utilização deste tipo de dispositivo contorna algumas limitações de radares convencionais como baixa refletividade e falta de posicionamento vertical. Esses dispositivos respondem a sinais chamados interrogadores emitidos pelo transmissor do radar secundário. enviando sinais em resposta que podem conter informações codificadas. aquisição e seguimento de alvos. Este tipo de radar. combinando-os como desejado para adquirir uma direção especifica. e também para o controlo de tiro de forma a aumentar a probabilidade de . fazendo parecer que o sinal vem de uma antena grande. Como estas antenas devem ser transportadas por uma aeronave. são essenciais para o controle efetivo do tráfego aéreo. Estes radares podem “mudar a direção do sinal” eletronicamente. para “simular” uma antena bem maior do que ela realmente é. normalmente estes radares são de antena pequena e sinal largo. A habilidade destes radares diferenciarem dois objetos próximos depende da largura do sinal emitido.Doppler”. os radares são utilizados para a navegação. Entretanto. não é bom na detecção da posição exata do alvo. existem radares para a detecção. [editar] Emprego dos Radares [editar] Marinha Na marinha. [editar] Phased-Array Radar Enquanto a maioria dos radares utiliza-se de uma única antena que pode rotacionar para mudar a direção do sinal emitido e assim obter uma leitura de uma área maior. além de possibilitar a distinção de uma aeronave inimiga de uma aliada em seu emprego militar. ao invés de uma pequena. emitidos por dispositivos chamados transponders instalados nos veículos. o sinal recebido é então processado pelo receptor. lêem sinais de resposta. ou satélite. como um automóvel. aeronaves ou embarcações.SAR Os radares SAR (Sinthetic Aperture Radar) estão acoplados a uma aeronave ou a um satélite. aproximadamente. detectando e monitorando obstáculos ou outros navios que possam oferecer riscos até distâncias de 200 km. posição. entretanto. Eles usam o movimento da aeronave. etc. o movimento da aeronave permite que o radar faça leituras consecutivas de diversos pontos. permitindo que este tipo de radar tenha uma resolução capaz de distinguir objetos relativamente pequenos. ao invés de lerem sinais refletidos por objetos. como por exemplo identificação e altitude da aeronave. No caso de navios de guerra. este tipo utiliza-se de “diversas” antenas fixas que recebem sinais de diferentes direções.

e para controlo de lançamento de foguetes. mísseis e torpedos. Nas bases aéreas também são instalados os radares de precisão (PAR). Para o Controle de Tráfego Aéreo em Rota ela emprega radares primários. Neste caso. daí. Existem também radares de controle de tráfego e vigilância aérea de maior alcance. em sua maioria. e sim por muitas . Na área da Amazônia são instalados nas peroximidades dos aeródromos para melhor proteção e apoio. o sistema não se dá por uma única estação de vigilância e rastreamento. instalados em locais que permitam um melhor desempenho. no Controle e Vigilância do Tráfego Aéreo em Rota e em Terminal Aérea. Há também os radares instalados nos aeroportos que controlam o movimento no solo das aeronaves e são instalados em locais onde as condições meteorológicas se tornam adversas. metralhadoras. e alcance de até 30 km para aeronaves voando em baixa altitude. Os radares de direcionamento bélico são utilizados para orientar os mísseis balísticos no momento inicial de arremesso. principalmente. para depois da decolagem. Actualmente os navios de guerra possuem sistemas de combate que recolhem a informação obtida por todos os radares instalados a bordo. Várias aeronaves civis já se utilizaram destes radares no Brasil devido às condições severas de mau tempo reinante na área.até o seu ponto de toque na cabeceira da pista. podendo enviar automaticamente a informação para os sistemas de armas. A defesa aérea e vigilância utiliza radares mais específicos com detecção de alvos até 300 km para aviões em grande altitude. No controle do tráfego aéreo em geral são também instalados juntos com os radares primários. facilitando a apresentação dessa mesma informação aos operadores e aos decisores. De igual forma os radares de aviso de superfície realizam a mesma função para alvos de superfície. quelevam as aeronaves de um determinado ponto -em torno de 6 milhas náuticas da cabeceira da pista. internamente estes artefatos possuem equipamentos de orientação autônomos para dirigi-los até seu alvo. como é o caso de Guarulhos em São Paulo. existem radares de controle de tráfego aéreo. caso estas estejam munidas do equipamento *transponder*. Os radares de Terminal são.atingir o alvo com os projéteis disparados por peças de artilharia. Nos Porta-aviões. não informando a altitude. semelhantes aos dos aeroportos para controlar o lançamento e recolha de aeronaves com segurança e em movimento. os radares secundários que passam a fornecer para o controle de tráfego aéreo a altitude das aeronaves. só fornecem informação de azimute e distância. serem colocados em cima de montanhas. instalados na área do aeroporto e são bidimensionais. Existem os radares de defesa anti-aérea com alcance de até 200 km para detectar aeronaves inimigas orientando as defesas na sua direção. alcance e visualização. [editar] Aeronáutica O emprego de radares na aeronáutica se dá. a aeronave é guiada por um controlador militar habilitado em terra que dispõe de informações precisas de sua posição quer em altitude ou em distância. bi e tridimensionais. Há locais que só dispõem de radares secundários. Hoje seu uso é obrigatório nas terminais de maior movimento de aeronaves. isto é.

entre eles se destacam os Rasura com alcance de 5 km usados pela infantaria. Existe também o radar meteorológico usados nos aviões. O vapor de água não reflete as ondas tão bem quanto gotas de chuva ou cristais de gelo. . até tempestades. Os radares de pequeno alcance estão sendo desenvolvidos para a guerra moderna. para localização das peças de artilharia com alcance de até 10 km. para busca de alvos por sistemas de detecção eletromagnética. Possuem longo alcance e hoje são de suma importância para o monitoramento da atmosfera. anti-artilharia. o Rapace utilizado nos carros de combate blindados com alcance de até cinco quilômetros. [editar] Exército Na força terrestre. Formações de nuvens comuns e mais leves são vistas como manchas verdes e formações mais densas e perigosas são mostradas como manchas vermelhas. que interligados cobrem os 8. Os radares meteorológicos usam o efeito Doppler para determinar a velocidade do vento numa tempestade. vendavais e chuvas de granizo.interligadas e com os sinais processados de forma redundante pela somatória e processamento de todos os dados numa central. pois os sensores de calor são obsoletos e fáceis de ser despistados. Poeira na atmosfera também reflete as ondas do radar. onde existem conjuntos de radares com alcance de até 4000 km. As informações são mostradas em uma tela na cabine de comando para os pilotos como manchas no formato da nuvem e através de cores mostrando a intensidade dessas nuvens. radares de ataque com pulsos eletromagnéticos de alta definição que permitem o voo em baixa altitude sem visão direta do solo. temos os radares de Patrulha aérea. Eles detectam com precisão os movimentos das massas de ar. fazendo assim com o que os pilotos detectem essas formações e façam os desvios necessários em voo evitando assim uma possível entrada inadvertida em tempestades ou nuvens perigosas que podem gerar grande turbulência em voo. no Brasil. dando subsídios aos meteorologistas para prevenir desde geadas. esse por sua vez tem a função de detectar no ar nuvens e até mesmo granizo. [editar] Meteorologia Redes de radares meteorológicos estão espalhadas por uma vasta área em vários países do mundo. de tiro e perseguição de mísseis terra-ar. O alcance desses radares é ajustável. além de radares nos mísseis ar-ar e ar-terra. radares de vigilância terrestre para detectar alvos móveis e regulagem de tiro de alta precisão. e podem detectar se a tempestade é acompanhada de poeira ou de chuva. As aeronaves de combate possuem radares de interceptação. para reconstituição das trajetórias dos projéteis.5 milhões de km² do território nacional. mas o retorno só é significativo se existir uma concentração de poeira maior do que o usual. e. com alcance de até 300 km. variando de 20 a 100 milhas náuticas nos radares mais modernos. radares de aquisição de alcance até 100 km. facilitando assim atividades como a agricultura. além do Ratac utilizado pelas peças de artilharia para detectar alvos à 30 km. o SISCEAB (Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro) possui um sistema que funciona desta forma. o exército. entre outras. aeronáutica. por isso a detecção de chuva e neve aparece mais forte no radar do que as nuvens.

então o sistema automaticamente calcula a velocidade de acordo com este tempo de interrupção utilizando o efeito Doppler. sem que o infrator perceba que foi multado. Isto ajuda os cientistas e engenheiros a vigiar lixo espacial (satélites abandonados. o veículo infrator. Para esta finalidade existem basicamente dois tipos de radares.18 do Regulamento Técnico Metrológico aprovado pela Portaria Inmetro nº 115/98 estabelece que quando dois ou mais veículos com velocidades distintas entrarem na área de medição. partes de foguetes abandonados. Cada conjunto de sensores de uma faixa a identifica no sistema de processamento do medidor de velocidade de veículos automotores. o campo magnético é interrompido até que o mesmo passe pelo segundo sensor. teremos a velocidade. como nas missões da Apollo nas décadas de 1960 e 1970. está associado a uma determinada faixa na via. Reino Unido e Canadá. se medirmos o tempo de passagem de um determinado veículo sobre esses sensores. o medidor de velocidade não deverá fornecer resultado de medida. • Como o medidor de velocidade faz para distinguir qual veículo excedeu a velocidade se muitos passam ao mesmo tempo sobre a via? Os medidores de veículos automotores baseiam-se na medição do tempo de passagem de um veículo entre dois sensores instalados sob o asfalto.[editar] Aplicações científicas Cientistas usam o radar para várias aplicações espaciais. Durante viagens espaciais os radares também são utilizados para medir distâncias precisas.[1] Se a velocidade do veículo for superior a permitida então uma imagem é capturada pela câmera e armazenada no computador. Durante a noite. [editar] Trânsito Autoridades em diversos países fazem uso da tecnologia dos radares para controlar a velocidade dos veículos nas vias públicas. rastreiam objetos em órbitas ao redor da Terra. No Brasil.formando um campo magnético. por exemplo. Quando o veículo passa pelo primeiro sensor. as câmeras funcionam com um sistema infravermelho o qual permite uma boa visualização da placa e do veículo mesmo com pouca luminosidade. sempre é acionado quando em alguma faixa a velocidade limite é ultrapassada.[2] . onde na via são instalados três sensores também chamados de laços detectores. o item 5. O sistema fotográfico ou de registro de imagem. reconhece a faixa onde a velocidade limite da via foi ultrapassada e assim. o sistema de medição. Os Estados Unidos. A sonda espacial US Magellan mapeou a superfície do planeta Vênus com um radar de 1990 a 1994. Como a distância entre esses sensores é fixa e conhecida. de maneira a servir como prova da infração. Portanto. etc). ou seja. Estes sensores são ligados a um computador e a uma câmera que geralmente ficam alocados em um poste na lateral à pista. [editar] Radar Fixo O primeiro e mais utilizado é o radar fixo.

wikipedia. http://pt. os seres humanos desenvolveram a “ecolocalização artificial”.org/wiki/Radar . é uma capacidade natural.e a segunda é um modelo holandês que emite uma micro-onda oblíqua em um ângulo de 20 graus em relação à pista. sonar e aparelhos de ultrassonografia. o computador então calcula o tempo que a onda leva para fazer o percurso.não conseguem registrar a imagem de mais de um veiculo passando pelo ângulo de fiscalização no momento do disparo e durante a noite a câmera utiliza um flash para que a imagem do infrator seja capturada. caso a velocidade medida for superior a permitida. A partir do estudo da mesma. e quando é interrompida calcula a velocidade do veículo da mesma forma que os outros radares. Os radares móveis são capazes de monitorar até três faixas de trânsito ao mesmo tempo . Os dois modelos utilizam uma máquina fotográfica comum e filmes coloridos de 35 mm e 36 poses idênticos ao que usamos no dia-a-dia.[editar] Radar Móvel O segundo tipo de radar utilizado no transito é o móvel. encontrada em golfinhos e morcegos. que pode funcionar de duas formas: a primeira é um modelo italiano que utiliza dois feixes de laser e em função do tempo de interrupção dos feixes o computador dispara a câmera. também chamada de “biossonar”. com o advento do radar. Na realidade. nenhuma dessas “imitações humanas” se compara à qualidade e perfeição da ecolocalização animal.entretanto. [editar] Ecolocalização A ecolocalização. de utilização de emissão de ondas ultrassons para locomoção e captura de presas.

a enciclopédia livre. Existem também dois outros sistemas em implementação: o Galileo da União Europeia e o Compass chinês. . popularmente conhecido por GPS (acrónimo do original inglês Global Positioning System. ou do português "geo-posicionamento por satélite") é um sistema de navegação por satélite que fornece a um aparelho receptor móvel a posição do mesmo. o que resultaria num sério risco para a navegação.Sistema de posicionamento global Origem: Wikipédia. assim como informação horária. estando actualmente disponível para uso civil gratuito. O sistema americano é detido pelo Governo dos Estados Unidos e operado através do Departamento de Defesa. Mais de 50 satélites como este NAVSTAR já foram lançados desde 1979. poucas garantias apontam para que em tempo de guerra o uso civil seja mantido. a qualquer momento e em qualquer lugar na Terra. Inicialmente o seu uso era exclusivamente militar. desde que o receptor se encontre no campo de visão de quatro satélites GPS. Encontram-se em funcionamento dois sistemas de navegação por satélite: o GPS americano e o GLONASS russo. sob todas quaisquer condições atmosféricas. Antena de telhado para GPS O sistema de posicionamento global. No entanto. O GPS foi criado em 1973 para superar as limitações dos anteriores sistemas de navegação.

Os satélites têm a bordo relógios atómicos e constantemente difundem o tempo preciso de acordo com o seu próprio relógio. o receptor calcula a distância a cada um dos quatro satélites pelo intervalo de tempo entre o instante local e o instante em que os sinais foram enviados (esta distância é chamada pseudodistância). e 6 de Novembro de 2004 (o 29º). e ainda o tempo. Consiste numa "constelação" de 28 satélites sendo 4 sobressalentes em 6 planos orbitais. Decodificando as localizações dos satélites a partir dos sinais de microondas (tipo de onda electromagnética) e de uma base de dados interna. uma para cada satélite. junto com informação adicional como os elementos orbitais de movimento. Garmin e Leica. a dispositivos dedicados somente ao GPS como estes das marcas Trimble. O sistema foi declarado totalmente operacional apenas em 1995. . Os satélites GPS. pode situar-se na intersecção de quatro calótes. Cada um circunda a Terra duas vezes por dia a uma altitude de 20200 quilómetros (12600 milhas) e a uma velocidade de 11265 quilómetros por hora (7000 milhas por hora). Então. e sabendo a velocidade de propagação do sinal. construídos pela empresa Rockwell.Descrição técnica Receptores GPS vêm numa variedade de formatos. e relógios. o receptor. Medição com um GPS O receptor não necessita de ter um relógio de tão grande precisão. foram lançados entre Fevereiro de 1978 (Bloco I). telefones. O receptor capta os sinais de quatro satélites para determinar as suas próprias coordenadas. mas sim de um suficientemente estável. Seu desenvolvimento custou 10 bilhões de dólares. de dispositivos integrados dentro de carros. tal como determinado por um conjunto de estações de observação terrestres.

Durante experiências científicas de recolha de dados. o presidente Bill Clinton foi pressionado a assinar uma lei determinando o fim dessa interferência no sinal do sistema [carece de fontes]. como as bombas JDAM (Joint Direct Attack Munition) e os famosos mísseis Tomahawk. [editar] Aplicações Coordenadas com um GPS com Bússola e Altímetro integrado Além de sua aplicação óbvia na aviação geral e comercial e na navegação marítima. encontrar o seu caminho para determinado local (ou de volta ao ponto de partida). . mas existem receptores mais caros com precisão de 1 centímetro. qualquer pessoa que queira saber a sua posição. A recolha de dados por estes receptores é mais lenta. que consistia em um erro induzido ao sinal impossibilitando que aparelhos de uso civil operassem com precisão inferior a 90 metros. Porém. Unidades específicas têm custo aproximado de 3. Atualmente o sistema está sendo muito difundido em automóveis com sistema de navegação de mapas. Agrimensores diminuem custos e obtêm levantamentos precisos mais rapidamente com o GPS. que possibilita uma visão geral da área que você está percorrendo. Naturalmente a localização do ponto onde a amostra foi recolhida também pode ser importante. desse modo entende-se que não há garantias que em tempo de guerra o serviço continue a disposição ou com a atual precisão.000001 segundo) quando a amostra foi obtida. conhecer a velocidade e direção do seu deslocamento pode-se beneficiar com o sistema. A comunidade científica utiliza-o pelo seu relógio altamente preciso. Estas bombas "inteligentes" são guiadas a seus alvos por um sistema inercial em conjunto com um GPS. Este tipo de sistema de guiamento pode ser usado em qualquer condição climática e garante um alto índice de acertos. o GPS é também usado para o direcionamento de diversos tipos de armamentos de precisão.Até meados de 2000 o departamento de defesa dos EUA impunha a chamada "disponibilidade selectiva".000 dólares e precisão de 1 metro. pode-se regist(r)ar com precisão de microsegundos (0. No cenário militar.

O GPS tem-se tornado cada vez mais popular entre ciclistas. geocachers. ecoturistas. ou seja a razão da igualdade entre o dado real do posicionamento. [editar] Tipos de receptores Comparação entre a duração da órbita de um satélite e o período de rotação da Terra Existem diferentes receptores GPS. pescadores. geólogos. até os externos que são ligados por cabo ou ainda por bluetooth. são enormemente beneficiados pela tecnologia do sistema. desde diversas marcas que comercializam soluções "tudo-em-um". que a princípio pode parecer meramente de preço de aquisição é principalmente devido à precisão alcançada. os . tratados por programa específico.Exemplo de um receptor GPS com mapas. com valores na casa dos milímetros. A diferenciação entre essas categorias. As informações permitem também o(p)timizar a aplicação de corre(c)tivos e fertilizantes. bombeiros. Sendo os mais acurados. arqueólogos. balonistas. vôo livre ou por aventureiros que queiram apenas orientação durante as suas viagens. um novo conceito surgiu na agricultura: a agricultura de precisão. trabalhos de prospecção e exploração de recursos naturais. produz um mapa de produtividade da lavoura. Uma máquina agrícola dotada de receptor GPS armazena dados relativos à produtividade em um dispositivo de memória que. Com a popularização do GPS. e o oferecido pelo equipamento. instalado em um carro. Topográficos e de Navegação. Guardas florestais. Geralmente categorizados em termos de demandas de uso em Geodésicos.

Os topográficos. que tem características de trabalho semelhantes à categoria anterior. Maiores informações em http://www. tem inúmeras vantagens como o baixo preço de aquisição e inúmeras aplicações. e características próprias como o pós-processamento. SirfStar III . também possuem elevada precisão. Tempo de duração das baterias(caso se aplique). porém somente captam a portadora L1. tanto aqueles que integram diversos equipamentos como computadores de mão. Estes têm a vantagem de se poder escolher o software que se pretende utilizar com eles.csr. No caso da categoria de maior uso. • • Melhora a estrutura do sinal para melhor desempenho. Mapas disponíveis (caso se aplique). Luminosidade do(a) ecrã/tela (caso se aplique). o que significa que geralmente não informam o posicionamento instantaneamente (excepto os modelos RTK). onde vê-se uma infinidade de modelos. Transmissão superior ao do L1 e L2 sinal. a mídia divulgou o lançamento em âmbito comercial do novo chipset gsd4t ( SirfStar IV). Robustez. a de navegação. etc. Autonomia.. . que substituirá em um futuro próximo o atual .GPS modernização [carece de fontes] • Dia 24 de março 2009 foi lançado o primeiro satélite GPS equipado com uma amostra de hardware funcionando em frequência L5 Entre outras novidades.com/products/25/sirfstariv-gsd4t [editar] Futuro. Ambas as categorias tem aplicações técnicas. geralmente na casa dos centímetros. celulares. Em 2009 . Porque o que conta acima de tudo é a recepção de sinal.receptores Geodésicos são capazes de captar as duas frequências emitidas pelos satélites (L1 e L2). Actualmente com a convergência de dispositivos.45 MHz (±12 GHz). onde também encontramos aplicações para uso do dado de posicionamento em outros equipamentos como notebooks. rastreadores de veículos. [editar] O que ter em conta ao escolher um receptor? • • • • • • Número de canais que o receptor utiliza. possibilitando assim a eliminação dos efeitos da refracção ionosférica. embora possua menor precisão de posicionamento. existem muita variedade de Pocket PCs com GPS interno. conta muito o número de canais que o GPS usa para adquirir o sinal. este satélite será o primeiro a emitir o sinal GPS numa frequência de 1176. Actualmente existem receptores com chip SIRF III que usam 20 canais. etc. como aqueles dedicados exclusivamente ao posicionamento GPS. relógios.

L1C é um sinal de uso civil. que atualmente contém a C/ Um sinal GPS utilizados por todos os atuais usuários.(menos preciso). sendo um para uso civil. o governo dos Estados Unidos perderão o direito de empregar tal frequência em seus projetos militares/civis. • http://pt.wikipedia. chamado de código P. no qual a precisão é centimétrica. é utilizado em trabalhos de cartografia e levantamentos topográficos e geodésicos). Caso esta data seja ultrapassado. no qual é possível alcançar e obter valores de coordenadas mais precisos de todos. etc. O L1C estará disponível com o primeiro bloco III lançamento previsto para 2013. porém. de frotas.org/wiki/Sistema_de_posicionamento_global . E outro mais preciso que o C/A para a obtenção de coordenadas instantâneas. é através de pós-processamento (pode-se chegar a precisões e acurácias centimétricas. a Coreia do Norte e a Síria. e fase da portadora.A data limite para que a força aérea americana coloque um satélite GPS de forma operacional em na frequência L5 é 26 de agosto de 2009. para ser transmitido na mesma frequência L1 (1575. sendo esse último com um código secreto usado somente pelos militares americanos. que é utilizado nos GPS de navegação e para posicionamento global. no qual subdivide-se em L1 e L2. divididos em código C/A.42 MHz). [editar] Curiosidades • Cada satélite GPS transmite dois sinais de rádio.[1] Actualmente há dois países onde o aparelhos receptores de GPS são proibidos. O Egito suspendeu a proibição em Abril de 2009[2].

Texas. Um duto pode se formar aproximadamente 240 km (150 milhas) adiante da frente fria. a enciclopédia livre. a ionosfera não reflete as ondas VHF e as transmissões são restritas à área local. Na maioria dos países. através de um repetidor. embora seja menos sujeita a interferências por edifícios e outros objetos menos substanciais do que em frequências mais elevadas (como na UHF).Very High Frequency Origem: Wikipédia. Missouri. VHF é a sigla para o termo inglês Very High Frequency (Frequência Muito Alta) que designa a faixa de radiofrequências de 30 a 300 MHz. e antenas eficientes para VHF nos primórdios do rádio. e as frequências acima como Ultra Altas (Ultra High Frequencies). com um alcance geralmente além da linha de visada do transmissor (ver a fórmula abaixo). é mais facilmente obstruído pelas características do terreno que em frequências mais baixas (como na HF). comunicações rádio bidirecionais marítimas. em comparação à frequência UHF. Ao contrário das altas frequências (HF). A VHF é comummente utilizada para transmissão de rádio FM (comumente em 88108 MHz) e transmissões televisivas (em conjunto com a faixa de frequência UHF). diretamente. e para Austin. na parte dianteira desta. o espectro de VHF é usado para transmissão de rádio e televisão. . Por exemplo. Era também mais fácil construir transmissores. Por outro lado. similarmente a um duto de ventilação em um prédio. e as radiofrequências de VHF podem se propagar neste duto por centenas de quilômetros. comunicações aéreas (dos aviões) e radioamadorismo. assim como estações bidirecionais comerciais (tais como aqueles operadas por táxis e por polícias). A faixa VHF é menos afetada por ruídos e interferências atmosféricas emitidas por equipamentos elétricos de baixas frequências. O duto troposférico pode ocorrer paralelamente ao avanço de uma frente fria. não interferindo com transmissões realizadas desde milhares de quilômetros. Características de propagação As características de propagação das VHF são ideais para comunicações terrestres de curta-distância. Também é geralmente usada para sistemas de navegação terrestre (VER no detalhe). [editar] Condições de Propagação Incomuns Duas condições de propagação incomuns podem permitir um alcance muito maior do que o normal: duto troposférico e Esporádica-E (muito mais rara de ocorrer). um transmissor FM amador de 50 watts operando em 146 MHz pode se comunicar desde Chicago para Joplin. e rádios de avião. receptores.[1] As frequências abaixo das VHF são conhecidas como Altas Frequências (High Frequencies). especialmente se houver uma diferença marcante nas umidades entre as massas de ar frio e quente.

Houston. Estes "remendos" podem durar segundos. estarem na linha de vista (ou de visão) uma da outra. [editar] Fórmula da Linha de Vista O alcance de VHF é uma função da potência do transmissor. Militares. Brasil Em VHF situam-se os serviços de Radiodifusão Sonora em FM. resgate. Texas e mesmo do México foram ouvidas por várias horas na área central de Illinois durante tal evento. utilitários essenciais (Polícia. que podem permitir a formação de um "remendo" ionizado denso o bastante para refletir de volta frequências de VHF. Estações de FM de Miami. entre outros). e Am é a altura da antena em metros. Texas.A propagação Esporádica-E é assim chamada por se referir à camada E da ionosfera. 5460 MHz) de Midland. Nova Orleães. da sensibilidade do receptor. a emissora de TV KMID (canal 2. Por exemplo. foi sintonizado em Chicago. Aviação. Uma erupção de mancha solar pode lançar na atmosfera superior da terra partículas carregadas. Louisiana. Radiodifusão de Sons e Imagens. e da distância ao horizonte. Esta aproximação somente é válida para antenas cujas alturas são pequenas comparadas ao raio da Terra. Uma aproximação para calcular a distância do horizonte da linha de vista é: onde d é a distância em quilômetros. ou se estender por horas. Radioamadores. bloqueando o sinal da emissora WBBM-TV de Chicago transmitindo no mesmo canal. da mesma forma que as frequências de HF são refletidas (onda espacial). Florida. visto que os sinais de VHF se propagam sob circunstâncias normais como um fenômeno próximo da linha de vista ("line-of-sight"). ou seja. Canais de TV VHF Frequência VHF Baixo • • • • • 2 3 4 5 6 : : : : : 54 60 66 76 82 MHz MHz MHz MHz MHz a a a a a 60 66 72 82 88 MHz MHz MHz MHz MHz VHF Alto • • • • 7 :174 MHz a 180 MHz 8 :180 MHz a 186 MHz 9 :186 MHz a 192 MHz 10 :192 MHz a 198 MHz . Serviço Móvel Marítimo. Marinha. Bombeiros. esta expressão quer dizer que ambas as antenas precisam estar "visuais".

3 metro) Banda de VHF-WFM (radiodifusão) • 87.wikipedia.0 MHz (decimais pares) Frequências de Radioamadores: • • • 50 a 54 MHz (faixa dos 6 metros) 144 a 148 MHz (faixa dos 2 metros) 220 a 225 MHz (faixa dos 1. particularmente nos Estados Unidos e no Canadá. como a transmissão da saída do áudio de tocadores de CD e outras mídias digitais para rádios FM sem o uso de cabos. transmissões limitadas de baixa potência são permitidas na faixa de FM para determinadas finalidades.0 a 117.5 a 108. isto é ilegal em outros países.0 a 136.95 MHz (AM) Frequências de Navegação VHF na Aviação: • • 112. Contudo. como o Reino Unido.• • • 11 :198 MHz a 204 MHz 12 :204 MHz a 210 MHz 13 :210 MHz a 216 MHz Frequências de Radiodifusão Sonora em FM: • 88.0 a 108. http://pt.org/wiki/Very_High_Frequency .0 a 112.9 MHz (decimais pares e ímpares) ou 108.0 MHz [editar] Operação não licenciada Em alguns países.0 MHz Frequências de Comunicação VHF na Aviação: • 118.

áreas.Sensoriamento remoto Origem: Wikipédia. através do registro da interação da radiação eletromagnética com a superfície. No Brasil. A NASA é uma das maiores captadoras de imagens recebidas por seus satélites. Estreito de Dover Sensoriamento remoto (português brasileiro) ou detecção remota (português europeu) ou ainda teledetecção é o conjunto de técnicas que possibilita a obtenção de informações sobre alvos na superfície terrestre (objetos. ou remotos. o principal órgão que atua nesta área é o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais . fenômenos). . Geralmente estes sensores estão presentes em plataformas orbitais ou satélites. a enciclopédia livre. aviões e a nível de campo. realizado por sensores distantes.INPE.

[editar] Histórico A evolução do sensoriamento remoto está ligada a alguns dos principais eventos abaixo: • 1822 .Pesquisas de novas substâncias fotosensíveis • • • • • 1859 .Utilização de uma câmara primitiva • 1839 .Utilização de câmaras fotográficas a bordo de balões 1903 . o Sensoriamento Remoto pode ser definido com maior rigor como uma medida de trocas de energia que resulta da interação entre a energia contida na Radiação Eletromagnética de determinado comprimento de onda e a contida nos átomos e moléculas do objeto de estudo. Por não haver contato físico.Utilização de fotografias aéreas para fins cartográficos 1909 .Desenvolvimento de radiômetros de microondas .Desenvolvimento de equipamentos para radiometria sensíveis à radição infravermelha .Newton: decomposição da luz branca .Primeiros experimentos para utilizar câmaras multi-espectrais 1954 . para detecção de camuflagem • • 1944 .Definição O Sensoriamento Remoto é composto ativamente de diferentes maneiras por diversos autores. por ser esta a única forma de energia capaz de se propagar pelo vácuo.Coberturas sistemáticas do território para fins de levantamento de recursos naturais 1940 . Considerando a Radiação Eletromagnética como uma forma de energia.Desenvolvimento de processamentos ópticos e digitais .Desenvolvimento da teoria da luz .Desenvolvimento de equipamentos ópticos .Tomadas de fotografias aéreas a bordo de aviões 1930 .Utilização de filmes infra vermelho na II Guerra Mundial. Outros autores preferem restringir o conceito à área de aplicação de monitoramento da superfície terrestre. a forma de transmissão dos dados (do objeto para o sensor) só pode ser realizada pela Radiação Eletromagnética.Testes iniciais visando a construção de radares de visada lateral • 1961 . sendo a definição mais usual a adotada por Avery e Berlin (1992) e Meneses (2001): uma técnica para obter informações sobre objetos através de dados coletados por instrumentos que não estejam em contato físico como os objetos investigados.

Radiação Eletromagnética e um Sensor.62 µm e a do vermelho. SIR-A.Surgem outros programas espaciais envolvendo satélites de recursos naturais: SEASAT. parte dela será refletida por esta superfície. quando a radiação eletromagnética incide sobre a superfície de um material.. Landsat • • • • • • 1983 1999 1991 2003 2007 2008 - Lançamento Lançamento Lançamento Lançamento Lançamento Lançamento do do do do do da Landsat 4. A cor azul corresponde ao intervalo de 0. radiação eletromagnética de comprimentos de onda diferentes. SIR-B.70 µm (os intervalos são aproximados. Estes intervalos também são conhecidos como "regiões". e variam segundo a fonte de consulta). está a região do infravermelho. O que nossos olhos percebem como cores diferentes são. obtém imagens nas regiões do visível (azul. MOMS CBERS-1 ERS-1 CBERS-2 CBERS-2B constelação RapidEye [editar] Princípios físicos básicos Três elementos são fundamentais para o funcionamento de um sistema de sensoriamento remoto: Objeto de estudo. A soma desses três componentes (Reflectância. com essas medidas. SPOT. em intensidade. à energia incidente. . de 0.35 a 0. utilizadas principalmente para produzir mapas.Fotografias digitais tiradas pelo programa Gemini . Absortância e Transparência) é sempre igual. e logo acima do azul está o ultravioleta. parte será absorvida e parte pode ser transmitida.Primeira fotografia orbital MA-4-Mercury • 1972 . sub-orbital e orbital.Desenvolvimento de veículos espaciais tripulados e nãotripulados .Primeiros radares de visada lateral • 1962 . a do verde vai de 0. Abaixo do vermelho.50 a 0.62 a 0. [editar] Níveis de Aquisição O sensoriamento remoto pode ser em nível terrestre. na verdade.Lançamento de satélites meteorológicos .50 µm. Os sensores remotos medem as intensidades do Espectro eletromagnético e. Os representantes mais conhecidos do nível sub-orbital são as também chamadas fotografias aéreas. ERS. Pelo princípio da conservação da energia. verde e vermelho) ao infravermelho medem a intensidade da radiação eletromagnética refletida em cada intervalo pré-determinado de comprimento de onda. Neste nível opera-se também algumas câmeras de vídeo e radares. caso a matéria possua alguma transparência.

A resolução temporal é definida em função do tempo de revisita do sensor para um mesmo ponto da superfície terrestre. [editar] Resolução A questão da resolução dos sensores remotos possui grande importância nesta ciência. Quanto melhor a resolução espacial. Já os satélites também podem produzir imagens para uso meteorológico. assim como em previsões do tempo. A resolução espectral caracteriza a capacidade do sensor em operar em varias e estreitas bandas espectrais. refletem e emitem radiação. dividem-se ainda em sistemas de varredura mecânica e sistemas de varredura eletrônica.No nível orbital estão os balões meteorológicos e os satélites. Não deve ser confundida com tamanho de pixel. diferenciar florestas de cidades e de plantações agrícolas e até identificar áreas de vegetação que estejam doentes ou com falta de água. maior o nível de detalhe observado. Os primeiros são utilizados nos estudos do clima e da atmosfera terrestre. • • • . espectral. radiométrica e temporal. avaliando a diferença entre eles (Ex. A resolução radiométrica está relacionada ao nível de quantização ou sensibilidade do sensor em detectar pequenas variações radiométricas. Os sensores imageadores. [editar] Sistemas Sensores Os sistemas sensores presentes em satélites podem ser imageadores ou não imageadores. Os resultados destas pesquisas geram informações sobre como os objetos podem ser identificados pelos sensores orbitais. os sensores passivos funcionam através do registro da radiação eletromagnética refletida pelo Sol. RADAR). dependendo do tipo de produto gerado. Sensores ativos são responsáveis pelo envido de um sinal para a superfície da Terra e registram o sinal refletido. O conceito de resolução está dividido em 4 classes: espacial. Os sensores também podem ser classificados em função da fonte de radiação eletromagnética. Ao nível terrestre são feitas as pesquisas básicas sobre como os objetos absorvem. Desta forma é possível identificar áreas de queimadas numa imagem gerada de um satélite. Os sensores que operam em centenas de bandas são conhecidos como hiperespectrais. • A resolução espacial diz respeito à capacidade do sensor em dividir ou resolver os elementos na superfície terrestre. mas também são úteis nas áreas de mapeamento e estudo de recursos naturais. Por outro lado.

NOVO. Planaltina: Embrapa Cerrados. M.org/wiki/Sensoriamento_remoto .. Sensoriamento Remoto: Reflectância dos alvos naturais. M. T.[editar] Referências AVERY. http://pt. 2002. São Paulo: Oficina de Textos. CAMPBELL. Imagens de Satélite para Estudos Ambientais. R. BERLIN. 1996. ed. G. L. L. São José dos Campos. 2008. NETTO. G. Brasília. P. R. 1992. Introduction to Remote Sensing. 5 ed. Second edition. DF: UnB. In: MENESES. MENESES.. Fundamentos de Radiomentria Óptica Espectral. E. S. M. FLORENZANO. JENSEN. São Paulo: Blucher. Taylor & Francis. T. SP: Parêntese. R.B.wikipedia. Sensoriamento Remoto: Principios e Aplicações. J. E. 2009. Sensoriamento Remoto do Ambiente: Uma perspectiva em recursos terrestres. Fundamentals of Remote Sensing and Airphoto Interpretation. 2001. New Jersey: Prentice Hall. J. J. P.

uma vez que assim se garante que ao soldar os dois metais a solda não irá afectar a medição. o físico Thomas Seebeck descobriu (acidentalmente) que a junção de dois metais gera uma tensão eléctrica em função da temperatura. Os termopares são dispositivos elétricos com larga aplicação para medição de temperatura. Contudo. A leitura desta segunda temperatura. Embora praticamente se possa construir um termopar com qualquer combinação de dois metais. utilizam-se apenas algumas combinações normalizadas. Um exemplo da aplicação de termopares e termopilhas pode ser a medição de temperaturas em linhas de gás. basta que as duas novas junções criadas com a inserção do terceiro metal estejam à mesma temperatura para que não se manifeste qualquer modificação na saída do termopar. na prática as junções dos termopares podem ser construídas soldando os materiais ou por aperto dos mesmos.Termopar Origem: Wikipédia.. logo optou-se por medir a temperatura da junção fria e compensar a diferença para os zero graus Celsius. não basta ligar um voltímetro ao termopar e registrar o valor da tensão produzida. ligações ao aparelho de medida. etc. Contudo a manutenção do gelo nas condições necessárias não era fácil. Uma termopilha é o nome que se dá a um conjunto de termopares ligados em série. Esta lei é também importante na própria construção das junções do termopar. o termopar tipo K com uma temperatura de 300 °C irá produzir 12. isto porque possuem tensões de saída previsíveis e suportam grandes gamas de temperaturas. O funcionamento dos termopares é baseado neste fenómeno. Como Funciona Em 1822. a resposta advém da lei conhecida como lei dos metais intermédios.2 mV. o que é feito recorrendo a uma técnica conhecida por compensação por junção fria (0 °C). Todas as tabelas normalizadas dão os valores da tensão de saída do termopar considerando que a segunda junção do termopar (a junção fria) é mantida a exactamente zero graus Celsius. Antigamente isto conseguia-se conservando a junção em gelo fundente (daqui o termo compensação por junção fria). que é conhecido como Efeito de Seebeck. podem medir uma vasta gama de temperaturas e podem ser substituídos sem introduzir erros relevantes. ligações dentro do próprio aparelho. Para se fazerem medições exactas devemos compensar este efeito. Contudo.). Existem tabelas normalizadas que indicam a tensão produzida por cada tipo de termopar para todos os valores de temperatura que suporta. São baratos. a enciclopédia livre. em conjunto com a leitura do valor da tensão do . que afirma que ao inserirmos um terceiro metal entre os dois metais de uma junção de um termopar.. A sua maior limitação é a exatidão. uma vez que erros inferiores a 1 °C são difíceis de obter. por exemplo. Tipicamente a temperatura da junção fria é medida por um termístor de precisão. uma vez que ao ligarmos o voltímetro estamos a criar uma segunda (e indesejada) junção no termopar. Caso esteja se perguntando porque é que ligando um voltímetro a um termopar não se geram várias junções adicionais (ligações ao termopar.

Desta forma. Também deve-se levar em consideração.. devido à sua popularidade estão disponíveis variadas sondas. combinando o sinal do semicondutor com o do termopar.e. Alguns instrumentos de alta precisão guardam em memória os valores das tabelas dos termopares para eliminar esta fonte de erro. Quando se procede à escolha de um termopar deve-se ponderar qual o mais adequado para a aplicação desejada. É importante a compreensão da compensação por junção fria. desde os modelos com a junção a descoberto que têm baixo custo e proporcionam tempo de resposta rápido. a compensaçao da junção fria é feita por um semicondutor sensor de temperatura. A relação entre a temperatura e a tensão de saída é uma equação polinomial de 5ª a 9ª ordem dependendo do tipo do termopar. Tem um baixo custo e. a construção física do termopar.m.próprio termopar é utilizada para o cálculo da temperatura verificada na extremidade do termopar. produzida: -6. [editar] Tipo K (Cromel / Alumel) O termopar tipo K é um termopar de uso genérico. seja levada em consideração sua construção física externa. [editar] Termopares Os termopares disponíveis no mercado têm os mais diversos formatos. bem como com o fato de a saída do termopar não ser linear. entre outras. além da especificação do tipo de liga.458 mV a 48. tendo uma sensibilidade de aproximadamente 41µV/°C. investigação médica. Para cada processo é necessário uma construção física específica. é imprescindível que na especificação do termopar. Em aplicações menos exigentes. qualquer erro na medição da temperatura da junção fria irá ocasionar igualmente erros na medição da temperatura da extremidade do termopar. etc. a exatidão e a confiabilidade das leituras. Estão disponíveis uma grande variedade de sondas. segundo as características de cada tipo de termopar. até os modelos que estão incorporados em sondas. científicas. [editar] Linearização O instrumento de medida tem de ter a capacidade de lidar com a compensação da junção fria. já que alguns processos agridem o material utilizado. tais como a gama de temperaturas suportada. Cobrem temperaturas entre os -200 e os 1200 °C. adequadas para diferentes aplicações (industriais. • • • • Termoelemento positivo (KP): Ni90%Cr10% (Cromel) Termoelemento negativo (KN): Ni95%Mn2%Si1%Al2% (Alumel) Faixa de utilização: -270 °C a 1200 °C f.838 mV ..). além da liga.

096 mV a 42. contudo. a sua resolução de medida é também reduzida. se a conexão estiver a temperatura diferente do instrumento de processamento do sinal (p. utiliza cabos de extensão de cobre comum desde que a sua conexão com o termopar esteja neste intervalo (0 °C a 50 °C). transmissor) • • • • Termoelemento positivo (BP): Pt70.[editar] Tipo E (Cromel / Constantan) Este termopar tem uma elevada sensibilidade (68 µV/°C) que o torna adequado para baixas temperaturas.919 mV [editar] Tipo N (Nicrosil / Nisil) A sua elevada estabilidade e resistência à oxidação a altas temperaturas tornam o tipo N adequado para medições a temperaturas elevadas. produzida: -9. o que impede a sua utilização abaixo dos 50 °C. produzida: 0.000 mV a 13. São dos termopares mais estáveis. Adequado para medição de temperaturas até aos 1800 °C.m. • • • • Termoelemento positivo (JP): Fe99. este origina a mesma tensão na saída a 0 e a 42 °C. R e S apresentam características semelhantes. sob o risco de formarem com o cobre um "outro termopar". Foi desenhado para ser uma “evolução” do tipo K.m.6% (Ródio-Platina) Termoelemento negativo (BN): Pt93.9%Rh6. Os demais termopares necessitam de cabos de ligação com o mesmo material do termopar. A utilização do tipo J acima dos 760 °C leva a uma transformação magnética abrupta que lhe estraga a calibração. sem recorrer aos termopares que incorporam platina na sua constituição (tipos B. Em compensação.373 mV [editar] Tipo J (Ferro / Constantan) A sua gama limitada (-40 a 750 °C) é a responsável pela sua menor popularidade em relação ao tipo K. devido à sua reduzida sensibilidade (da ordem dos 10 µV/°C).1% (Ródio-Platina) Faixa de utilização: 0 °C a 1820 °C f.e.e.ex. produzida: -8. Aplica-se sobretudo com equipamento já velho que não é compatível com termopares mais ‘modernos’.m. [editar] Tipo B (Platina / Ródio-Platina) Os termopares tipo B.4%Rh29. Note-se que devido à reduzida sensibilidade destes termopares. Contra aquilo que é habitual nos outros termopares. R e S).835 mV a 76.820 mV . • • • • Termoelemento positivo (EP): Ni90%Cr10% (Cromel) Termoelemento negativo (EN): Cu55%Ni45% (Constantan) Faixa de utilização: -270 °C a 1000 °C f.5% Termoelemento negativo (JN): Cu55%Ni45% (Constantan) Faixa de utilização: -210 °C a 760 °C f.e. utilizam-se apenas para medir temperaturas acima dos 300 °C.

m. elevada estabilidade e custo elevado. produzida: -0.wikipedia.e.226 mV a 21.m. Reduzida sensibilidade (10 µV/°C) e custo elevado.e.101 mV [editar] Tipo S (Platina / Ródio-Platina) Adequado para medição de temperaturas até aos 1600 °C.[editar] Tipo R (Platina / Ródio-Platina) Adequado para medição de temperaturas até aos 1600 °C.236 mV a 18. • • • • Termoelemento positivo (TP): Cu100% Termoelemento negativo (TN): Cu55%Ni45% (Constantan) Faixa de utilização: -270 °C a 400 °C f. [editar] Ver também • • • • • Termorresistência Pirómetro Termístor Efeito Seebeck . Reduzida sensibilidade (10 µV/°C). • • • • Termoelemento positivo (SP): Pt90%Rh10% (Ródio-Platina) Termoelemento negativo (SN): Pt100% Faixa de utilização: -50 °C a 1768 °C f.258 mV a 20.693 mV [editar] Tipo T (Cobre / Constantan) É dos termopares mais indicados para medições na gama dos -270 °C a 400 °C.e. produzida: -6.m.Princípio físico-teórico de um termopar de geração de energia Efeito Peltier .Princípio físico-teórico de um termopar de refrigeração http://pt.org/wiki/Termopar .872 mV Note-se que a escolha de um termopar deve assegurar que o equipamento de medida não limita a gama de temperaturas que consegue ser medida. produzida: -0. • • • • Termoelemento positivo (RP): Pt87%Rh13% (Ródio-Platina) Termoelemento negativo (RN): Pt100% Faixa de utilização: -50 °C a 1768 °C f.

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