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Bula_Xarelto

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®

Xarelto® (rivaroxabana) deve ser administrado da seguinte forma:
Oral

rivaroxabana
Forma farmacêutica:
Comprimido revestido

Uso Adulto

Composição:
Cada comprimido revestido contém 10 mg de rivaroxabana. Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, hipromelose, lactose monoidratada, estearato de magnésio, laurilsulfato de sódio, óxido férrico vermelho, macrogol, dióxido de titânio 2

Apresentação:
Cartucho com blister contendo 10 ou 30 comprimidos revestidos 1

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Informações ao paciente:
Antes de iniciar o uso de um medicamento, é importante que você leia as informações contidas na bula, verifique fi o prazo de validade, o conteúdo e a integridade da embalagem. Mantenha a bula do produto sempre em mãos para qualquer consulta que se faça necessária.

Por que Xarelto® (rivaroxabana) foi indicado?
Xarelto® (rivaroxabana) é usado para prevenir a formação de coágulos de sangue nas suas veias após cirurgia de substituição da articulação em seus joelhos ou quadril. Seu médico lhe prescreveu este medicamento porque após uma operação você tem risco aumentado de ter um coágulo de sangue.

Como Xarelto® (rivaroxabana) funciona?
A substância ativa de Xarelto® (rivaroxabana) é a rivaroxabana, que pertence a um grupo de medicamentos chamados de agentes antitrombóticos e inibe o fator de coagulação Xa, reduzindo assim a tendência do sangue formar coágulos. 3

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Quando não devo usar Xarelto® (rivaroxabana)?
Contra-indicações
Você não deve utilizar Xarelto® (rivaroxabana): o - se você for alérgico (hipersensível) à rivaroxabana ou a qualquer outro componente de Xarelto® (rivaroxabana). Os o componentes do produto estão listados no início da bula; - se você tem sangramento excessivo; - se você tem doença hepática grave, que leva a um aumento de risco de sangramento; - se você está grávida ou amamentando. 5

Não use Xarelto® (rivaroxabana) e fale com seu médico se o qualquer um dos eventos acima aplica-se a você.

Precauções e Advertências
Deve-se ter cuidado especial na administração de Xarelto® o (rivaroxabana): - se você tem doença renal grave ou moderada; - se você tem risco aumentado de sangramento, tais como: - distúrbios hemorrágicos; - pressão sanguínea muito aumentada, não controlada por tratamento médico; - úlcera ativa ou recente no estômago ou intestino; - um problema nos vasos sanguíneos da parte de trás de seus olhos (retinopatia); 6

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- sangramento recente em seu cérebro (hemorragia intracraniana ou intracerebral); - problemas nos vasos do cérebro ou medula; - operação recente em seu cérebro, medula ou olhos. Se alguma das condições acima aplica-se a você, converse com seu médico antes de usar Xarelto® (rivaroxabana). Seu o médico poderá decidir mantê-lo sob cuidadosa observação. Se sua operação envolver um cateter ou uma injeção na sua medula espinal (por exemplo para anestesia epidural ou espinal ou redução da dor): - é muito importante usar Xarelto® (rivaroxabana) antes e após o a injeção ou remoção do cateter, exatamente nos horários informados por seu médico; 7

- fale imediatamente para seu médico se você sentir anestesia ou fraqueza nas suas pernas ou problemas com seu intestino ou bexiga após o final da anestesia, pois são necessárias medidas urgentes. - Gravidez e lactação Se você está grávida ou amamentando, não use Xarelto® o (rivaroxabana). Caso exista uma possibilidade de você ficar grávida, use um método contraceptivo enquanto estiver usando Xarelto® (rivaroxabana). Se você engravidar enquanto estiver o usando Xarelto® (rivaroxabana), fale imediatamente com seu o médico. Ele irá decidir como você deverá ser tratada. - Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas 8

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fadiga. continuar tomando o comprimido uma vez ao dia. 266 Se você esquecer de tomar um comprimido. Tome o primeiro comprimido 6 a 10 horas após a operação. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. como antes. 11 A dose usual é um comprimido (10 mg) uma vez ao dia. Isso irá ajudá-lo a se lembrar de tomar o comprimido.sangramento pós operação.fraqueza anormal. embora nem todas as pessoas apresentem estas reações.” Interações medicamentosas Informe seu médico se você está usando ou usou recentemente qualquer outro medicamento. . respeitando sempre os horários. “Este medicamento não pode ser partido ou mastigado. Seu médico poderá decidir mantê-lo o sob cuidadosa observação. . . que pode ser potencialmente fatal. Procure ingerir o comprimido mais ou menos no mesmo horário de cada dia. Não descontinue o uso de Xarelto® (rivaroxabana) sem conversar antes com seu médico. 266 Como devo usar Xarelto® (rivaroxabana)? Aspecto Físico Comprimido revestido vermelho claro Características Organolépticas Sem cheiro (odor) específico Dosagem Ver texto presente em “Como usar”. “Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. pois Xarelto® (rivaroxabana) previne o desenvolvimento de condições graves. Não dobre a dose para compensar um comprimido esquecido. Não existe informação suficiente sobre o uso deste medicamento em crianças e adolescentes.Crianças e adolescentes 13 14 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. você normalmente irá tomar os comprimidos por 2 semanas. as doses e a duração do tratamento. As seguintes reações adversas foram relatadas com Xarelto® o (rivaroxabana): Reações adversas frequentes (afetam de 1 a 10 em cada 100 pessoas): . Assim como outros medicamentos similares (agentes antitrombóticos).” “Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. Converse com seu médico caso você tenha alguma dúvida sobre o uso do produto.náusea.sangramento extenso ou excessivo. O comprimido pode ser ingerido com ou sem alimentos.algum medicamento para infecções fúngicas (por exemplo cetoconazol). 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. Ingerir o comprimido preferencialmente com água. Caso você não esteja certo.” Não administre Xarelto® (rivaroxabana) a pessoas com menos de 18 anos. 16 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. Informe seu médico antes de usar Xarelto® (rivaroxabana) o caso você esteja usando: . Como usar Sempre use Xarelto® (rivaroxabana) exatamente como informado por seu médico.” “Siga a orientação de seu médico. 15 .outros medicamentos para reduzir a coagulação sanguínea (por exemplo enoxaparina ou clopidogrel). Xarelto® (rivaroxabana) pode causar o sangramento. Seu médico poderá decidir mantê-lo sob cuidadosa observação ou mudar o seu tratamento. Antes de usar. Fale com seu médico. . 9 10 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. “Não use medicamento com prazo de validade vencido. Pode ser perigoso para a sua saúde. se você sentir qualquer uma das reações adversas a seguir: . Se você passou por uma cirurgia de grande porte do joelho. . deverá tomá-lo assim que se lembrar e.medicamentos antivirais para HIV / AIDS (por exemplo ritonavir). deve verificar com seu médico. dor de cabeça ou inchaço sem explicação.” “Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. palidez.” Populações especiais de pacientes .anemia. Pois estes medicamentos podem aumentar o efeito de Xarelto® (rivaroxabana). 12 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.antinflamatórios e medicamentos para alívio da dor (por exemplo naproxeno ou ácido acetilsalicílico). no dia seguinte. . você normalmente irá tomar os comprimidos por 5 semanas. 266 .APPROVED Não há evidência do efeito da rivaroxabana sobre a capacidade de dirigir veículos ou de operar máquinas.os testes sanguíneos podem mostrar um aumento em algumas enzimas hepáticas. Se você passou por uma cirurgia de grande porte do quadril. Em alguns casos esse sangramento pode não ser perceptível. incluindo medicamentos de venda sem prescrição médica. observe o aspecto do medicamento. Então tome um comprimido por dia até que seu médico lhe peça para parar. tontura. a menos que seja apenas para aplicação sobre a pele. 266 Quais os males que Xarelto® (rivaroxabana) pode causar? Como todos os medicamentos. Xarelto® (rivaroxabana) pode o ocasionar reações adversas.

os percentis 5/95 para TP (Neoplastin®) 2-4 horas depois da ingestão do comprimido (por 24 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. “Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.” O que fazer se alguém usar uma grande quantidade de Xarelto® (rivaroxabana) de uma só vez? Informe seu médico imediatamente em caso de ingestão de grande quantidade de Xarelto® (rivaroxabana). . algumas enzimas pancreáticas ou no número de plaquetas (trombocitopenia). . dor nos membros. . a taxa de reação do FXa ligado à protrombinase aumenta 300. finalmente. tontura. dispepsia.mal estar (fraqueza. 20 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. 266 Onde e como devo guardar Xarelto® (rivaroxabana)? Xarelto® (rivaroxabana) deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30 °C). 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.sangramento em um órgão crítico (por exemplo: cérebro). . indigestão (constipação. e causa uma descarga explosiva de geração de trombina. vômito). os testes de coagulação específicos e globais são afetados pela rivaroxabana. Se você tiver qualquer reação adversa grave ou se você notar qualquer reação não mencionada nesta bula. 18 - PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.” Informações Técnicas aos Profissionais de Saúde: Características Farmacológicas: Farmacodinâmica A rivaroxabana é um inibidor direto altamente seletivo do fator Xa com biodisponibilidade oral. . “Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. dor de cabeça.dor de estômago. Consequentemente.000 pessoas): . Os inibidores seletivos de FXa podem encerrar a descarga amplificada de geração de trombina. inchaço nos membros (edema). . 266 de protrombinase e. os testes sanguíneos podem mostrar um aumento na bilirrubina. . sangramento no nariz. urticária. erupção cutânea. fadiga). esta reação leva à formação do coágulo de fibrina e à ativação das plaquetas pela trombina. equimose.98) se for usado o reagente Neoplastin® (tromboplastina liofilizada obtida a partir de cérebro de coelho) para a realização deste ensaio. diarréia. inchaço localizado.sangramento da glândula adrenal. A ativação do Fator X a Fator Xa (FXa) por meio das vias intrínseca e extrínseca desempenha um papel central na cascata da coagulação sanguínea. Uma molécula de FXa é capaz de gerar mais de 1. falta de força.APPROVED Reações adversas pouco frequentes (afetam de 1 a 10 em cada 1. coceira na pele. febre. embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização. Outros reagentes proporcionariam resultados diferentes.amarelamento da pele e olhos (icterícia).” 19 “Atenção: este é um medicamento novo e.reações alérgicas na pele.pressão baixa. . função renal alterada. 23 O tempo de protrombina (TP) é influenciado pela rivaroxabana de um modo dose-dependente com uma correlação estreita com as concentrações plasmáticas (o valor de r é igual a 0. em comparação à do FXa livre. Em pacientes submetidos a cirurgia ortopédica de grande porte.hipersensibilidade. A leitura do TP deve ser feita em segundos porque o CIN (Coeficiente Internacional Normatizado) é calibrado e validado somente para cumarínicos e não pode ser usado para qualquer outro anticoagulante. 266 Reações adversas de frequência desconhecida (a frequência não pode ser estimada com os dados disponíveis) .alteração na função hepática. efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer.secreção nas feridas cirúrgicas. .000 moléculas de trombina pela natureza de amplificação da cascata da coagulação. Neste caso.sangue na urina. 17 boca seca. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. O FXa converte diretamente a protrombina em trombina por meio do complexo 22 21 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.tosse com sangue. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.sangramento do branco dos olhos. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.000 vezes. Além disso.hematoma. .sangramento em seu estômago ou intestino. sangramento genital. informe seu médico.000 pessoas): . Foi observada inibição dose-dependente da atividade do Fator Xa em humanos. pois isso aumenta o risco de sangramento. . . 266 .batimento cardíaco aumentado (taquicardia). informe seu médico. . Reações adversas raras (afetam de 1 a 10 em cada 10.

em média). com metade sendo eliminada via renal e a outra metade.Alteração hepática O efeito de alterações hepáticas na farmacocinética da rivaroxabana foi estudado em indivíduos categorizados de acordo com a classificação Child Pugh. hispânicos. RECORD 2 e RECORD 3 demonstraram que existe uma tendência a aumento do risco de sangramento em pacientes com peso corpóreo acima de 110 Kg. 266 Idosos (acima de 65 anos de idade): Pacientes idosos apresentaram concentrações plasmáticas mais altas que pacientes mais jovens.Crianças (do nascimento aos 18 anos) Não existem dados disponíveis para pacientes nesta população (ver item “Posologia”).Diferentes categorias de peso: Pesos corpóreos extremos (< 50 kg vs >120 kg) tiveram s pequena influência nas concentrações plasmáticas de rivaroxabana (menos de 25%) (ver item “Posologia”). via fecal. A degradação oxidativa da parte morfolinona e a hidrólise das ligações amida são os principais locais de biotransformação.2 vezes da AUC.Diferenças étnicas Não foram observadas diferenças clinicamente relevantes entre pacientes caucasianos. aproximadamente de 92% a 95%. principalmente por secreção renal ativa. . A rivaroxabana é contra-indicada em pacientes com doença hepática associada à coagulopatia. o risco de sangramentos em pacientes pode não ser 31 claramente correlacionado com esta classificação. rapidamente absorvida. devido principalmente à redução (aparente) da depuração total e renal (ver item “Posologia”). com variabilidade interindividual (CV%) de 30 a 40%. Nenhuma diferença relevante nas propriedades farmacodinâmicas foi observada entre estes grupos. Populações e condições especiais . A rivaroxabana inalterada é o composto mais importante no plasma humano. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. um procedimento padrão no desenvolvimento clínico. A decisão de tratar os pacientes com anticoagulantes deve ser. o aspecto crítico da alteração hepática é a redução da síntese de fatores de coagulação normais no fígado. Em pacientes nos quais o uso de anticoagulantes é pretendido. Distribuição: A ligação às proteínas plasmáticas em humanos é alta. a rivaroxabana pode ser classificada como um fármaco de baixa depuração. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. com valores médios de AUC aproximadamente 1. 266 . Com uma depuração sistêmica de cerca de 10 L/h. Os demais 1/3 da dose administrada são diretamente excretados pelos rins como fármaco inalterado na urina. sendo Vss de aproximadamente 50 L. atingindo concentrações máximas (Cmáx) 2 a 4 horas após a ingestão do comprimido. 28 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. japoneses ou chineses em relação à farmacocinética e farmacodinâmica (ver item “Posologia”). 32 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. 30 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. não existe padrão para calibração. . Metabolismo e Eliminação: Da dose administrada de rivaroxabana. O propósito original da classificação Child Pugh é avaliar o prognóstico da doença hepática crônica. não estando presentes metabólitos maiores ou ativos circulantes. CYP 2J2 e de mecanismos independentes do CYP. sendo a albumina sérica o 26 Farmacocinética Absorção e Biodisponibilidade: A biodisponibilidade absoluta da rivaroxabana é alta (80%-100%) para a dose de 10 mg. exceto no dia da cirurgia e no dia seguinte. Pacientes cirróticos com alteração hepática leve (classificados como Child Pugh A) apresentaram apenas pequenas alterações na farmacocinética da rivaroxabana (aumento de 1. a rivaroxabana é um substrato das proteínas transportadoras P-gp (P-glicoproteína) e Bcrp (proteína de resistência ao câncer de mama). levando a um risco de sangramento clinicamente relevante. aproximadamente 2/3 sofre degradação metabólica. todavia. Não há diferenças clinicamente relevantes da farmacocinética entre pacientes homens e mulheres (ver item “Posologia”). A atividade anti-Fator Xa também é influenciada pela rivaroxabana. tomada independentemente da classificação Child Pugh. A rivaroxabana é 25 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. A rivaroxabana é metabolizada por meio de CYP 3A4. 266 principal componente de ligação. próximas das de seu respectivo grupo controle saudável. quando a variabilidade na exposição é alta (70%).APPROVED exemplo. Não há necessidade de monitorar os parâmetros de coagulação durante o tratamento com rivaroxabana. Devido ao fato de que este aspecto é considerado em apenas um dos cinco medidores clínicos/bioquímicos que compõem o sistema de classificação Child Pugh. A eliminação da rivaroxabana do plasma ocorreu com meias-vidas terminais de 5 a 9 horas em indivíduos jovens e com meias-vidas terminais de 11 a 13 horas em idosos. 27 Com base em investigações in vitro. O volume de distribuição é moderado. A ingestão com alimentos não afeta a AUC ou o Cmáx de rivaroxabana na dose de 10 mg. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. principalmente cirrose.5 vezes maiores. entretanto. no momento de efeito máximo) variaram de 13 a 25 segundos. A dose de 10 mg de rivaroxabana pode ser tomada com ou sem alimento (ver item “Posologia”). afro-americanos. não são recomendados para avaliar o efeito farmacodinâmico da rivaroxabana. 29 Dados agrupados obtidos dos estudos clínicos RECORD 1. A variabilidade da farmacocinética da rivaroxabana é moderada. portanto. O tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa) e o Hep Test® t também se prolongam dependendo da dose. 266 .

toxicidade de dose única e de doses repetidas. com base em estudos de farmacologia de segurança. toxicidade de doses repetidas e genotoxicidade. moderadas ou graves. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. função hepática. 37 A rivaroxabana foi testada em estudos de doses repetidas por até 6 meses em ratos e por até 12 meses em cães. Em cães com exposições muito altas.APPROVED Em pacientes cirróticos com alteração hepática moderada (classificados como Child Pugh B). Não há dados disponíveis para pacientes Child Pugh C (ver item “Posologia”). As glândulas mamárias tinham uma AUC aproximadamente equivalente à 40 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. Todos os achados adversos.3. 266 maiores. V. A inibição da atividade do fator Xa foi aumentada por um fator de 2. não se pôde estabelecer NOEL (Nível de efeito não observado) em razão dos efeitos sobre o tempo de coagulação. a exposição.5 e 1. Devido à doença de base. respectivamente. os dados préclínicos não revelam prejuízo especial para humanos. Não há dados em pacientes com ClCr < 15 mL/min. o que indica uma significante doença hepática. 38 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. Portanto. moderada (ClCr: < 50-30 mL/min) ou grave (ClCr: < 30-15 mL/min). X. Toxicologia para a reprodução A rivaroxabana foi testada em estudos de toxicidade para o desenvolvimento em níveis de exposição de até 38 vezes 39 (rato) e de até 89 vezes (coelho) acima da exposição terapêutica em humanos.5 mg/kg em ratos e 5 mg/kg em cães. Não foram observados efeitos clinicamente revelantes na motilidade gastrintestinal. devido à importante insuficiência na depuração do fármaco.4. . função renal e níveis de glicose sanguínea. baseada na AUC (0-24). não se identificou potencial teratogênico primário (ver item “Gravidez e Lactação”). Em nenhum dos órgãos e tecidos fetais. II e I que 33 são sintetizados no fígado. foram observados sangramentos espontâneos graves. Em indivíduos com alteração da função renal leve (ClCr: 80-50 mL/min). Dados de segurança pré-clínicos Exceto pelos efeitos relacionados a um modo de ação farmacológico exacerbado (sangramentos).6 vezes. Pacientes com alteração hepática moderada foram mais sensíveis à rivaroxabana.Alteração renal Houve um aumento na exposição à rivaroxabana inversamente correlacionada com a diminuição da função renal. como avaliado pela medida da depuração de creatinina. ensaio citogenético in vitro com células V9) e o ensaios in vivo (Micronúcleo) não revelaram qualquer evidência o de potencial genotóxico. O uso não é recomendado em pacientes com depuração de creatinina < 15 mL/min. O teste global de coagulação TP avalia a via extrínseca que compreende os fatores de coagulação VII. camundongos e cães.9 e 2. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. a inibição total da atividade do fator Xa foi aumentada por um fator 1. não puderam ser relacionados a um modo de ação farmacológico exagerado do composto. chegou a cerca de 20% da exposição no sangue materno. Em indivíduos com alterações renais leves.0.6 vezes 34 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. A rivaroxabana deve ser utilizada com cautela em pacientes com alteração renal grave 35 (depuração de creatinina 15-30 mL/min) (ver itens “Posologia” e “Advertências”).1. resultando em uma acentuada relação PK/PD entre concentração e TP. Aumentos correspondentes nos efeitos farmacodinâmicos foram mais pronunciados (ver itens “Posologia” e “Advertências”). excedeu a exposição sanguínea materna. Toxicidade aguda e de doses repetidas A rivaroxabana mostrou baixa toxicidade aguda em ratos e camundongos. Com base no modo de ação farmacológico. 1.6 quando comparada a voluntários sadios. 2. A rivaroxabana foi testada para avaliação de segurança nãoclínica em estudos convencionais e apropriados de farmacologia de segurança. 266 Carcinogenicidade Estudos de mutagenicidade in vitro (ensaio microssomal de o Salmonella. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. prolongamento TP foi similarmente aumentado por um fator de 1. Até a dose mais alta testada. 266 . não foram considerados necessários estudos de carcinogenicidade para apoiar a indicação de uso apenas a curto prazo. o prolongamento TP foi similarmente aumentado por um fator de 2.3 vezes comparada com voluntários sadios. Não se observou potencial pró-arrítmico. as alterações na concentração plasmáticas de rivaroxabana (AUC) foram 1. exceto uma discreta redução do ganho de peso corporal em ratos e cães. 36 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.5.2 e 2. respectivamente quando comparada com voluntários sadios. respectivamente. O perfil toxicológico se caracteriza principalmente por toxicidade materna causada por efeitos farmacodinâmicos exagerados. não se observaram lesões neoplásicas em estudos de toxicidade de dose repetida realizados com ratos. respiratória e do SNC não foram afetadas. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. A radioatividade relacionada a [C14] rivaroxabana penetrou na barreira placentária em ratos. Não se observou toxicidade organoespecífica da rivaroxabana até a dose mais alta testada. em termos de concentrações máximas ou AUC. Farmacologia de Segurança As funções cardiovascular. comparadas com voluntários sadios (ver itens “Posologia” e “Advertências”). Os NOAELs (Níveis de efeitos adversos não observados) depois de exposição crônica são 12. A exposição média nos fetos. pacientes com alteração renal grave apresentam risco aumentado de sangramento e trombose. Não há dados em pacientes com alteração hepática grave. A AUC da fração não-ligada foi aumentada em 2. a média da AUC de rivaroxabana foi significantemente aumentada em 2. fototoxicidade e toxicidade para a reprodução. Além disso. 1. 266 genotoxicidade.4.

de 32 horas depois da administração (ver item “Gravidez e Lactação”). iniciada no mínimo 6 horas após a cirurgia. 266 RECORD 1 População do Estudo Dosagem e Duração do Tratamento Taxa de TEVs maiores TEVs sintomáticos 4. Genotoxicidade Não se observou genotoxicidade num teste para mutação genética em bactérias (Teste de Ames). 266 O programa clínico da rivaroxabana foi elaborado para demonstrar a eficácia da rivaroxabana para a prevenção de eventos tromboembólicos venosos (TEV). 266 O desfecho principal de segurança.531 em cirurgia de artroplastia total do joelho) foram estudados em estudos clínicos de fase III controlados. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.7%) p <0. programa RECORD. mostrou taxas comparáveis para pacientes tratados com 10 mg de rivaroxabana. Mais de 9.2%) 6 (0.050 em cirurgia de artroplastia total do quadril e 2. Em todos os três estudos de fase III (ver Tabela 1).0%) 11 (0.001 45 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.12% da dose materna no prazo 41 Resultados de eficácia: Prevenção de eventos tromboembólicos venosos (TEV) em pacientes submetidos a cirurgia ortopédica de grande porte dos membros inferiores. EP não-fatal ou morte) e de TEV maior (TVP proximal. A radioatividade relacionada a [C14] rivaroxabana foi secretada no leite da ratas lactantes somente num grau baixo em relação à dose administrada: A quantidade estimada de radioatividade excretada com o leite foi de 2.541 pacientes submetidos a cirurgia de artroplastia total do quadril rivaroxabana 10 mg 1x/d 35 ± 4 dias 18 (1. morte relacionada a um TEV) foi mais baixa nos pacientes tratados com rivaroxabana.7%) 48 p População do Estudo Dosagem e Duração do Tratamento Sangramentos maiores RECORD 1 4. os desfechos de eficácia primária e secundária maior pré-especificados. num teste in vitro para aberrações cromossômicas ou no teste in vivo do o micronúcleo. a taxa de TEV sintomático (TVP sintomática. Lactação Administrou-se [C14] rivaroxabana por via oral a ratas Wistar (dia 8 a 10 do pós-parto) em dose oral única de 3 mg/kg de peso corporal. Tabela 1: Resultados de eficácia e segurança dos estudos fi clínicos de fase III RECORD 1 População do Estudo Dosagem e Duração do Tratamento TEVs totais 4. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. iniciada em 12 horas antes da cirurgia. em comparação a 40 mg de enoxaparina.4%) 47 enoxaparina 40 mg 1x/d 35 ± 4 dias 33 (2. 42 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. o que indica secreção de radioatividade no leite (ver item “Gravidez e Lactação”). randomizados. duplocegos. em comparação aos pacientes tratados com enoxaparina. A rivaroxabana. 44 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. EP não-fatal. a rivaroxabana reduziu significativamente a taxa de TEV total (qualquer TVP venograficamente detectada ou sintomática. por exemplo. sangramento maior. EP não-fatal e morte relacionada ao TEV). Além disso.1%) 46 enoxaparina 40 mg 1x/d 35 ± 4 dias 58 (3.1%) p <0.541 pacientes submetidos a cirurgia de artroplastia total do quadril rivaroxabana 10 mg 1x/d 35 ± 4 dias 6 (0. trombose venosa profunda (TVP) proximal e distal e embolia pulmonar (EP) em pacientes submetidos a cirurgia ortopédica de grande porte dos membros inferiores. 266 .541 pacientes submetidos a cirurgia de artroplastia total do quadril rivaroxabana 10 mg 1x/d 35 ± 4 dias 4 (0. em dose de 10 mg uma vez ao dia. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.3%) enoxaparina 40 mg 1x/d 35 ± 4 dias 2 (0. em todos os três estudos.APPROVED do sangue. A rivaroxabana não mostrou efeito sobre a fertilidade masculina ou feminina até 200 mg/kg (ver item “Gravidez e Lactação”). foi comparada a 40 mg 43 de enoxaparina uma vez por dia.001 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.500 pacientes (7.

0%) 6 (0.509 pacientes submetidos a cirurgia de artroplastia total do quadril rivaroxabana 10 mg 1x/d 35 ± 4 dias 3 (0.5%) p <0. Contra-indicações: Xarelto® (rivaroxabana) é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade à rivaroxabana ou a qualquer outro componente do produto. em pacientes com sangramento ativo clinicamente significativo (por exemplo.0%) 7 (0. Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto: Ver item “Posologia”.1%) 50 enoxaparina 40 mg 1x/d 12 ± 2 dias 15 (1.001 <0.APPROVED RECORD 2 População do Estudo Dosagem e Duração do Tratamento TEVs totais Taxa de TEVs maiores 2. 266 RECORD 3 População do Estudo Dosagem e Duração do Tratamento TEVs totais Taxa de TEVs maiores 2.531 pacientes submetidos a cirurgia de artroplastia total do joelho rivaroxabana 10 mg 1x/d 12 ± 2 dias 79 (9.9%) 24 (2.4%) 1 (0.0%) 51 enoxaparina 40 mg 1x/d 12 ± 2 dias 166 (18. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.6%) 52 enoxaparina 40 mg 1x/d 12 ± 2 dias 24 (2.1%) p <0.531 pacientes submetidos a cirurgia de artroplastia total do joelho rivaroxabana 10 mg 1x/d 12 ± 2 dias 8 (1. Dados em animais indicam que a rivaroxabana é secretada no leite materno. A duração do tratamento depende do tipo de cirurgia ortopédica.6%) 9 (1. Dados em animais mostram que a rivaroxabana atravessa a barreira 54 Indicações: Xarelto®(rivaroxabana) é indicado para a prevenção de tromboembolismo venoso (TEV) em pacientes adultos submetidos a cirurgia eletiva de artroplastia de joelho ou quadril.6%) p População do Estudo Dosagem e Duração do Tratamento TEVs sintomáticos Sangramentos maiores RECORD 3 2. de TEVs maiores e de TEVs sintomáticos com 10 mg de rivaroxabana uma vez ao dia. em comparação a 40 mg de enoxaparina uma vez ao dia. Não existem dados disponíveis para o uso de rivaroxabana em mulheres lactantes. os pacientes devem ser tratados por 5 semanas. hemorragia gastrintestinal). o uso da rivaroxabana é contraindicado durante toda a gravidez (ver itens “Gravidez e Lactação” e “Dados de Segurança Pré-Clínicos”). 56 55 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. 266 A análise dos resultados agrupados dos ensaios clínicos de fase III corroborou os dados obtidos nos estudos individuais referentes à redução de TEVs totais. Portanto.7%) 1 (0.01 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. hemorragia fi intracraniana.7%) 6 (0.3%) 49 (5. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. Portanto. 266 . com ou sem alimento.1%) p População do Estudo Dosagem e Duração do Tratamento TEVs sintomáticos Sangramentos maiores RECORD 2 2.001 0. e ainda em pacientes com doença hepática associada à coagulopatia. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.001 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. 266 placentária.509 pacientes submetidos a cirurgia de artroplastia total do quadril rivaroxabana 10 mg 1x/d 35 ± 4 dias 17 (2. a rivaroxabana só pode ser administrada depois que for descontinuada a amamentação (ver itens “Gravidez e Lactação” e “Dados de Segurança Pré-Clínicos”). levando a um risco de sangramento clinicamente relevante. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. 53 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. Não existem dados disponíveis em humanos para o uso de rivaroxabana em mulheres grávidas. Após cirurgia de grande porte do quadril. Posologia: A dose recomendada para prevenção de TEV em cirurgia ortopédica é um comprimido de 10 mg uma vez ao dia.6%) 49 enoxaparina 40 mg 1x/d 12 ± 2 dias 81 (9.

266 (Child Pugh C) (ver itens “Contra-indicações” e “Características Farmacológicas”). 62 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. hipoestesia ou fraqueza dos membros inferiores. disfunção intestinal ou vesical). continuar tomando o comprimido uma vez ao dia. 57 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. . Alteração renal A rivaroxabana deve ser utilizada com cautela em pacientes com alteração renal moderada (depuração de creatinina 30-49 mL/min) que estejam recebendo co-medicações que 64 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. o paciente deverá tomá-lo assim que se lembrar e. Qualquer queda de hemoglobina ou da pressão arterial sem explicação deve levar à investigação de um local com hemorragia. . 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.Pacientes com alteração da função renal Não é necessário ajuste de dose se a rivaroxabana for administrada em pacientes com alteração renal leve (ClCr: 80-50 mL/min) ou moderada (ClCr: < 50-30 mL/min) (ver item “Características Farmacológicas”). 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. 266 . gênero e peso corporal Não é necessário ajuste de dose para estas populações de pacientes (ver item “Características Farmacológicas”). . no dia seguinte. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. fi Um cateter epidural não deve ser retirado antes de 18 horas após a última administração de rivaroxabana. hipertensão arterial grave não controlada. como os antiinflamatórios não-esteroidais fl 61 (AINEs). contanto que tenha sido estabelecida a hemostasia. tais como: 60 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. retinopatia vascular.Crianças (do nascimento aos18 anos) Não existem dados clínicos para crianças. levando a um risco de sangramento clinicamente relevante. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. os inibidores da agregação plaquetária ou outros antitrombóticos (ver item “Interações Medicamentosas”). anormalidades vasculares intraespinais ou intracerebrais. Não existem dados clínicos disponíveis para pacientes com alteração hepática grave 58 Populações especiais de pacientes . O médico deve considerar o benefício em potencial em relação ao risco antes da intervenção neuraxial em 63 pacientes anticoagulados ou que vão ser anticoagulados para tromboprofilaxia. 59 O uso de rivaroxabana não é recomendado para pacientes com ClCr <15 mL/min (ver itens “Advertências” e “Características Farmacológicas”).Diferenças étnicas Não é necessário ajuste de dose com base em diferenças étnicas (ver item “Características Farmacológicas”). serão necessários diagnóstico e fi tratamento urgentes. como outros antitrombóticos. Anestesia neuraxial (epidural/espinal) Quando a anestesia neuraxial (epidural/espinal) ou uma punção espinal é realizada. 266 - distúrbios hemorrágicos adquiridos ou congênitos. doença gastrintestinal ulcerativa ativa. ulcerações gastrintestinais recentes. Em caso de esquecimento da tomada de um comprimido. a administração de rivaroxabana deverá ser adiada por 24 horas. Se forem observados déficits neurológicos. os pacientes tratados com antitrombóticos para prevenção de complicações tromboembólicas correm risco do desenvolvimento de um hematoma epidural ou espinal que possa resultar em paralisia a longo prazo. 266 O risco destes eventos é ainda mais aumentado com o uso de cateteres epidurais de demora ou pelo uso concomitante de fármaco que afetem a hemostasia.Idosos (acima de 65 anos). Dados clínicos limitados para pacientes com alteração renal grave (ClCr: < 30-15 mL/min) indicam que os níveis plasmáticos de rivaroxabana aumentam significativamente nesta população de pacientes. A dose inicial deve ser tomada 6 a10 horas após a cirurgia. Se ocorrer punção traumática. os pacientes devem ser tratados por 2 semanas. hemorragia intracraniana ou intracerebral recente. Portanto. Não é necessário ajuste de dose em pacientes com outras doenças hepáticas (ver item “Características Farmacológicas”). Advertências: Risco de sangramento A rivaroxabana. deve ser utilizada com cautela em pacientes com risco aumentado de sangramento.logo após cirurgia cerebral. medular ou oftalmológica. A rivaroxabana deve ser administrada no mínimo 6 horas após a remoção do cateter.Pacientes com alteração da função hepática A rivaroxabana é contra-indicada em pacientes com doença hepática associada à coagulopatia. O risco também pode estar aumentado por punção epidural ou espinal traumática ou repetida. Deve-se ter cuidado se os pacientes forem tratados concomitantemente com fármacos que interferem na hemostasia. Os pacientes devem ser frequentemente monitorados para sinais e sintomas de alteração neurológica (por exemplo. a rivaroxabana deve ser utilizada com cautela nestes pacientes. Dados clínicos limitados em pacientes com alteração hepática moderada (Child Pugh B) indicam aumento significativo da atividade farmacológica. . como antes. .APPROVED Após cirurgia de grande porte do joelho.

Dados em fi animais mostraram pronunciada toxicidade materna de rivaroxabana relacionada ao seu modo de ação farmacológico (por exemplo. Gravidez e lactação Não existem dados disponíveis em humanos sobre o uso de rivaroxabana em mulheres grávidas. Mulheres em idade fértil A rivaroxabana deve ser utilizada em mulheres em idade fértil somente com uma contracepção eficaz. o que pode levar a um aumento do fi risco de hemorragia. estes pacientes têm um aumento do risco de sangramento e de trombose. os pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à lactose ou à galactose (por exemplo. complicações hemorrágicas). 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. CYP 2J2) e por excreção renal do fármaco inalterado. deficiência de lactase de fi Lapp ou má absorção de glicose-galactose) não devem tomar este medicamento. 266 Uso em idosos. Portanto. Em pacientes com alteração renal grave (ClCr: < 30 mL/ min). Devido ao risco intrínseco de sangramentos e a evidência que a rivaroxabana atravessa a placenta. com alterações placentárias relacionadas ao seu modo de ação farmacológico (por exemplo. 266 Em ratas e coelhas. estes fármacos podem aumentar as concentrações plasmáticas de rivaroxabana até um grau clinicamente relevante. Em virtude dos dados clínicos limitados. fi Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas Não se relatou nenhum efeito da rivaroxabana sobre a capacidade de dirigir veículos ou de operar máquinas. complicações hemorrágicas) levando à toxicidade reprodutiva (ver item “Dados de Segurança Pré-Clínicos”). Portanto. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. crianças e outros grupos de risco: Ver item “Posologia”. cetoconazol) ou inibidores das proteases do HIV (por exemplo. seu uso na gravidez é contra-indicado (ver itens ( “Contra-Indicações” e “Dados de Segurança Pré-Clínica”). envolvendo sistemas de transportadores P-glicoproteína 71 Indução do CYP A rivaroxabana não induz o CYP 3A4 nem qualquer outra isoforma de CYP. ritonavir). 68 67 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. a rivaroxabana mostrou pronunciada toxicidade materna. a rivaroxabana é secretada no leite. 266 Medicação concomitante A rivaroxabana não é recomendada em pacientes recebendo tratamento sistêmico concomitante com antimicóticos do tipo azólico (por exemplo. o que pode levar ao aumento no risco de sangramentos (ver item “Interações Medicamentosas”). os pacientes com alteração renal grave ou risco aumentado de sangramentos e aqueles que recebem tratamento sistêmico concomitante com antimicóticos azólicos ou inibidores das proteases do HIV devem ser cuidadosamente monitorados quanto a sinais de complicações hemorrágicas. Interações medicamentosas: Interações Farmacocinéticas A rivaroxabana é eliminada principalmente pelo metabolismo hepático mediado pelo citocromo P450 (CYP 3A4.APPROVED levam ao aumento da concentração de rivaroxabana no plasma (ver item “Interações Medicamentosas”). 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. Prolongamento QTc Não foi observado efeito de prolongamento do QTc com a rivaroxabana. Estes fármacos são potentes inibidores de CYP 3A4 e de P-gp. Inibição do CYP A rivaroxabana não inibe o CYP 3A4 nem qualquer outra isoforma de CYP. (P-gp) / proteína de resistência ao câncer de mama (Bcrp). Em razão da doença de base. 66 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. os níveis plasmáticos de rivaroxabana podem elevarse significativamente. 69 Não existem dados disponíveis em humanos sobre o uso de rivaroxabana em lactantes. Portanto. Não há dados clínicos disponíveis para pacientes com alteração renal grave (ClCr < 15 mL/min). Em ratas. a rivaroxabana deve ser usada com cautela nos pacientes com ClCr <30-15 mL/min. 70 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. Não se identificou potencial teratogênico primário. Informação sobre os excipientes Como este medicamento contém lactose. Isto pode ser feito por exame físico regular dos pacientes. 266 . a rivaroxabana só pode ser administrada depois de descontinuada a amamentação (ver itens “Contra-indicações” e “Dados de Segurança Pré-Clínicos”). 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. Efeitos da rivaroxabana O uso concomitante de rivaroxabana com inibidores potentes do CYP 3A4 e inibidores de P-gp pode levar à 72 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. observação estreita da drenagem da ferida cirúrgica e dosagens periódicas da hemoglobina. Após início do tratamento. o uso 65 de rivaroxabana não é recomendado nestes pacientes (ver itens “Posologia” e “Características Farmacológicas”).

A eritromicina (500 mg três vezes ao dia). 266 P-gp. e esse efeito não se correlacionou à agregação plaquetária. levou a um aumento de 1. é esperado que o aumento das concentrações plasmáticas de rivaroxabana seja de menor extensão. era permitido o consumo de álcool pelos pacientes em doses de até 40 g por dia. fi A co-administração de rivaroxabana com cetoconazol. é considerado clinicamente irrelevante. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. 266 A co-administração do antagonista do receptor H2 ranitidina. mas foi observado um aumento relevante dos tempos de sangramento num subgrupo de pacientes. rifampicina.5 vezes da AUC média da rivaroxabana 73 e a um aumento de 1. à P-selectina ou aos níveis de receptores de GPIIb/IIIa (ver item “Advertências”). uma vez que interação farmacocinética não é prevista. Interações com tabaco e álcool Não foi realizado estudo formal sobre a interação com tabaco ou ácool. deste modo. que está próximo à magnitude da variabilidade normal da AUC e Cmáx. 78 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. com elevações significativas de seus fi efeitos farmacodinâmicos. O abuso de álcool foi um critério de exclusão em todos os estudos de fase III. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. O clopidogrel (300 mg em dose de ataque. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.APPROVED redução da depuração hepática e renal e. Teste Hep®) são afetados como esperado pelo modo de ação da rivaroxabana. A enoxaparina não afetou a farmacocinética da rivaroxabana (ver item “Advertências”). A co-administração de rivaroxabana com o indutor potente de CYP 3A4 e de P-gp. A diminuição das concentrações plasmáticas de rivaroxabana é considerada clinicamente irrelevante. foi observado um fator aditivo sobre a 76 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. Nos estudos de fase III (RECORD 1. 2 e 3) não houve restrição quanto ao consumo de tabaco.4 vezes da Cmáx. levou a um aumento de 2. ” Para outros fármacos que inibam potentemente apenas uma das vias de eliminação de rivaroxabana.6 vezes da AUC média da rivaroxabana no estado de equilíbrio e um aumento de 1. levou ao aumento de 1. 266 atividade anti fator Xa sem qualquer efeito adicional sobre os testes de coagulação (TP. fenitoína. Era permitido fumar durante o ensaio. 80 Interações com parâmetros laboratoriais Os testes de parâmetros da coagulação (TP.3 vezes da AUC e da Cmáx média da rivaroxabana. Interações Farmacodinâmicas Após administração combinada de enoxaparina (40 mg em dose única) com rivaroxabana (10 mg em dose única). clopidogrel ou enoxaparina não afetou a biodisponibilidade e a farmacocinética da rivaroxabana. um potente inibidor do CYP3A4 e do P-gp. 266 . havendo diminuições paralelas em seus efeitos farmacodinâmicos. fenobarbital ou Erva de São João) também pode levar a uma diminuição da concentração plasmática de rivaroxabana. A claritromicina (500 mg. Não foi observado prolongamento clinicamente relevante do tempo de sangramento após administração concomitante 77 de rivaroxabana e 500 mg de naproxeno. TTPa. levou a um aumento de 2. Alimentos e Laticínios A dose de 10 mg de rivaroxabana pode ser tomada com ou sem alimentos (ver item “Características Farmacológicas”).7 vezes da Cmáx média de rivaroxabana. não era permitido o consumo de álcool pelos pacientes. a rivaroxabana não é recomendada em pacientes que estejam recebendo tratamento sistêmico concomitante com antimicóticos do tipo azólicos ou inibidores de proteases do HIV (ver item ( “ “Advertências”). Durante a fase ambulatorial. Este aumento está dentro da magnitude de variabilidade normal de AUC e Cmáx e é considerado clinicamente irrelevante. Não foram observadas interações farmacocinéticas ou farmacodinâmicas clinicamente significativas quando a fi rivaroxabana foi co-administrada com 500 mg de ácido acetilsalicílico. ritonavir (600 mg duas vezes ao dia). considerada um potente inibidor da CYP 3A4 e inibidor moderado da 74 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. TTPa). Portanto. carbamazepina. Todavia. a aumento significativo da exposição sistêmica. 79 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. duas vezes ao dia). antimicótico tipo azólico (400 mg uma vez ao dia).6 vezes de Cmáx média de rivaroxabana. Este aumento. digoxina (substrato de P-glicoproteína) ou atorvastatina (substrato de CYP 3A4 e P-gp). um potente inibidor de CYP 3A4 e de P-gp.5 vezes da AUC média de rivaroxabana e de 1. mas não foram utilizadas restrições adicionais nos ensaios. que inibe moderadamente CYP 3A4 e P-gp. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. seja CYP3A4 ou P-gp. seguida por 75 mg de dose de manutenção) não mostrou uma interação farmacocinética. levou a uma diminuição aproximada de 50% da AUC média da 75 rivaroxabana. Durante os estudos de fase I. naproxeno. A co-administração de rivaroxabana com o inibidor de protease do HIV. pode haver indivíduos com resposta farmacodinâmica mais pronunciada (ver item “Advertências”). o antiácido hidróxido de alumínio / hidróxido de magnésio. O uso concomitante de rivaroxabana com outros indutores potentes do CYP 3A4 (por exemplo. com elevações significativas de fi seus efeitos farmacodinâmicos. Interações cuja existência não foi demonstrada Não houve interações farmacocinéticas mútuas entre rivaroxabana e midazolam (substrato de CYP 3A4).

Traumas. deve-se considerar a possibilidade de uma hemorragia ao avaliar as condições de qualquer paciente anticoagulado. o que pode resultar em anemia pós-hemorrágica. hematêmese). hemorragia (incluindo hematoma e casos raros de hemorragia muscular).000) Muito rara: <0.01% (<1/10.1% (≥1/10. aumento da GGT e aumento nas transaminases. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. boca seca e vômitos foram pouco frequentes.000 a <1/100) 82 Reações adversas a medicamentos: A segurança de 10 mg de rivaroxabana foi avaliada em três estudos de fase III que incluíram 4. febre e edema periférico foram pouco frequentes. aumento da amilase. 87 Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo • Prurido (incluindo casos raros de prurido generalizado). hemorragia no trato gastrintestinal (incluindo sangramento gengival. diarréia. aumento da bilirrubina no sangue. Distúrbios vasculares • Hemorragia pós-procedimento (incluindo anemia pósoperatória e hemorragia na incisão) foi frequente. 266 • Aumento da bilirrubina conjugada (com ou sem aumento concomitante de ALT) foi rara. Distúrbios gastrintestinais • Náuseas foram frequentes. O risco de sangramentos pode ser aumentado em certos grupos de pacientes. Os sinais. Pacientes foram ambulatoriais durante algum tempo. cefaléia e síncope (incluindo perda de consciência) foram pouco frequentes. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. 266 . do tecido conjuntivo e dos ossos • Dor nas extremidades foi pouco frequente. sintomas e gravidade (incluindo possível resultado fatal) variam de acordo com a localização e o grau ou extensão do sangramento. 266 • Trombocitopenia (incluindo aumento da contagem de plaquetas) foi pouco frequente. As reações adversas relatadas pelos investigadores nos três estudos de fase III (estudos 11354. astenia. urticária (incluindo casos raros de urticária generalizada) e contusão foram pouco frequentes. 11357 e 11356) estão listadas abaixo por classificação por sistema fi corpóreo (em MedDRA) e frequência.1% a <1% (≥1/1. cefaléia ou edema inexplicável.000 a <1/1. Outras reações adversas comuns são náusea. 266 Rara: ≥0. Distúrbios sanguíneos e do sistema linfático • Anemia (incluindo os respectivos parâmetros laboratoriais) foi frequente. do quadril ou do joelho) tratados por até 39 dias. intoxicações e complicações do procedimento • Secreção nas incisões foi pouco frequente. submetidos a uma cirurgia ortopédica de grande porte nos membros inferiores (artroplastia total 81 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. • Hipotensão (incluindo diminuição da pressão arterial e hipotensão pelo procedimento). 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. 88 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. tontura.000) Em razão do modo de ação farmacológico. Sangramentos ocorreram em aproximadamente 3% e anemia. as reações adversas devem ser interpretadas dentro do ambiente cirúrgico. por exemplo. naqueles com hipertensão arterial grave nãocontrolada e/ou com medicação concomitante que afete a homeostase (ver item “Advertências”). dor abdominal e gastrintestinal (incluindo dor abdominal alta e desconforto gástrico). 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.APPROVED Cerca de 50% dos 4657 pacientes no grupo da rivaroxabana submetidos à artroplastia de joelho ou quadril nos estudos de fase III relataram em seu histórico médico o consumo de álcool ao menos eventualmente. 85 Distúrbios hepatobiliares • Função hepática anormal foi rara. 86 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. No total de cerca de 14% dos pacientes tratados. Podem estar 83 presentes complicações hemorrágicas como fraqueza. Distúrbios do sistema imune • Dermatite alérgica foi rara. a rivaroxabana pode estar associada a um risco aumentado de sangramento oculto ou manifesto em qualquer tecido ou órgão. palidez. em aproximadamente 1% dos pacientes.01% a <0. As frequências são definidas como: fi Frequente: ≥1% a <10% (≥1/100 a <1/10) Pouco frequente: ≥0. Portanto. aumento de DHL e aumento de fosfatase alcalina foram pouco frequentes. apresentaram reações adversas. As reações adversas são apresentadas dentro de cada grupo de frequência por classificação por sistema fi corpóreo. erupção cutânea. Distúrbios do sistema nervoso • Tontura.571 pacientes expostos à rivaroxabana. mal-estar (incluindo fadiga e astenia). mas não há disponível nenhuma informação adicional sobre o uso concomitante de álcool e tabaco. Distúrbios músculo-esqueléticos. 84 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. hemorragia retal. Distúrbios cardíacos • Taquicardia foi pouco frequente. Investigações • Aumento de GGT e aumento das transaminases (incluindo aumento de ALT e de AST) foram frequentes. • Constipação. dispepsia (inclui desconforto epigástrico). Distúrbios renais e urinários • Alteração renal (incluindo aumento da creatinina e da uréia no sangue) foi pouco frequente. • Aumento da lipase. Distúrbios gerais e condições no local de administração • Edema localizado.

APPROVED hematúria (incluindo presença de sangue na urina). Braulio Lordêllo CRF-SP n° 9496 Fabricado por: Bayer HealthCare AG Leverkusen – NRW . n° 18. 266 Pode-se considerar o uso de carvão ativado para reduzir a absorção no caso de superdosagem de rivaroxabana. informe seu médico. Portanto. atualmente não há experiência com o uso destes produtos em pacientes recebendo rivaroxabana. ácido tranexâmico. 90 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.628/0001-15 www. embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança fi aceitáveis para comercialização. transfusão de hemoderivados ou componentes. Foram reportados sangramentos intracraniais (especialmente em pacientes com hipertensão arterial e/ou sob agentes antihemostáticos concomitantemente) que em casos isolados podem ser potencialmente fatais.br 94 Armazenagem: Xarelto® (rivaroxabana) deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). MS – 1. 266 Não se espera que o sulfato de protamina e a vitamina K afetem a atividade anticoagulante da rivaroxabana. por exemplo.com. 89 “Atenção: este é um medicamento novo e.: Dr. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. Não há fundamentação científica de benefício ou experiência com hemostáticos sistêmicos (por exemplo. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. . A rivaroxabana tem meia-vida de aproximadamente 5 a 13 horas (ver item “Características Farmacológicas”). conforme apropriado. compressão mecânica (como na epistaxe intensa). . foram relatados casos isolados de hemorragia da adrenal e hemorragia conjuntival. 1.Deve ser considerado o tratamento sintomático apropriado. intervenções cirúrgicas.” Superdose: A superdosagem após a administração de rivaroxabana pode levar a complicações hemorrágicas por suas propriedades farmacodinâmicas. Neste caso. Rua Domingos Jorge. reposição de líquidos e suporte hemodinâmico. aprotinina. além de hemorragia fatal em úlcera gastrintestinal. hemorragia do trato genital (incluindo menorragia) e epistaxe foram pouco frequentes.A. data de fabricação e validade: vide cartucho. foram raros os casos de icterícia e de hipersensibilidade e hemoptise foi pouco frequente. VE0209-0608 U 95 96 79807988 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. desmopressina. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.N.concentrado de complexo de protrombina ativada (CCPA). Caso ocorra sangramento.459. o controle da hemorragia pode incluir as seguintes etapas: . efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Resp. Devido à alta ligação da rivaroxabana às proteínas plasmáticas.Socorro 04779-900 .com y Venda sob prescrição médica Lote.P. 266 SAC 0800 7021241 sac@bayerhealthcare. Em outros estudos clínicos com rivaroxabana.fator VIIa recombinante (rF VIIa). ácido aminocapróico) em indivíduos que estejam recebendo rivaroxabana.0048 Farm. Se o sangramento não puder ser controlado pelas medidas mencionadas acima.concentrado de complexo de protrombina (CCP). 266 . A administração de carvão ativado até 8 horas após a superdosagem pode reduzir a absorção de rivaroxabana.100 . 93 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz. 92 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.bayerscheringpharma. 266 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Schwarz.J. Não está disponível um antídoto específico para os efeitos farmacológicos da rivaroxabana. pode-se considerar a administração de um dos seguintes procoagulantes: . não se espera que seja dialisável.Alemanha Importado e distribuído por: Bayer S.São Paulo – SP C. 91 .7056.Atraso da administração seguinte de rivaroxabana ou descontinuação do tratamento.

J.100 .Alemanha Importado e distribuído por: Bayer S. 1.A. Schwarz.br SAC 0800 7021241 sac@bayerhealthcare.com 79807988 ® rivaroxabana Bayer Schering Pharma 0 PMR 79807988 (67/02) Pantone: Cyan.N. 266 .São Paulo – SP C. Cool Gray 10.P. n° 18.Socorro 04779-900 .APPROVED Fabricado por: Bayer HealthCare AG Leverkusen – NRW . Magenta.459.bayerscheringpharma.com. Rua Domingos Jorge. Yellow.628/0001-15 www.

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