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Livro Estruturas_Metalicas

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Estruturas Metálicas
Antonio Carlos da Fonseca Bragança Pinheiro

Lançamento 2005
ISBN: 9788521203698 Páginas: 316 Formato: 21x28 cm Peso: 0.728 kg

VII

CONTEÚDO

Notações e Unidades. ..................................................................XI Capítulo 1 — Introdução
1.1 — 1.2 — 1.3 — 1.4 — 1.5 — 1.6 — Vantagens e desvantagens do aço estrutural ..................... 1 Produtos siderúrgicos......................................................... 2 Produtos metalúrgicos........................................................ 2 Designação dos perfis ....................................................... 3 Entidades normativas para o projeto e cálculo de estruturas metálicas...................................................... 4 Aplicação das estruturas metálicas .................................... 5

Capítulo 2 — Ações estruturais
2.1 — 2.2 — 2.3 — Diagrama Tensão x Deformação de aços dúcteis ................ 6 Propriedades mecânicas do aço estrutural ......................... 7 Propriedade dos aços estruturais ..................................... 10

Capítulo 3 — Características geométricas das seções transversais
3.1 — 3.2 — 3.3 — 3.4 — 3.5 — 3.6 — 3.7 — 3.8 — Cálculo de áreas de figuras planas (A) ............................. 11 Centro de gravidade de áreas planas (CG) ...................... 12 Momento de inércia de áreas planas (I) .......................... 14 Produto de inércia de área plana (Ixy) ............................. 17 Raio de giração de uma área plana (r) ............................ 26 Momento resistente elástico (w) ..................................... 28 Módulo de resistência plástico (z) ................................... 28 Exemplo de cálculo de características geométricas de perfil tê soldado ......................................................... 29

Capítulo 4 — Métodos dos estados limites
4.1 — 4.2 — Carregamentos ................................................................ 31 Coeficientes de majoração dos esforços atuantes ............ 31

Capítulo 5 — Barras tracionadas
5.1 — 5.2 — 5.3 — 5.4 — 5.5 — 5.6 — Dimensionamento de barras à tração............................... 35 Determinação de áreas da seção transversal para cálculo ..................................................................... 36 Disposições construtivas .................................................. 37 Índice de esbeltez limite .................................................. 38 Barras compostas tracionadas ......................................... 38 Exemplos de cálculo do esforço normal de tração suportado por peças ........................................................ 40

abertura.indd VII

11.10.05 16:53:37

......................................................................5 — Carga crítica de flambagem (Pcr).............2 — 6.............. 71 Capítulo 8 — Barras flexionadas 8...................................................... 44 Dimensionamento de ligações parafusadas ........Parafusos A307 ........................... 94 Capítulo 9 — Ligações soldadas 9................. 54 Caso 2 .....3 — 10..................... 55 Capítulo 7 — Barras comprimidas 7..... 111 Solda de tampão .....................4 — 7.....................................Parafusos A325-f .......... 139 Dimensionamento das colunas ..............................5 — 8................................. 104 Designação de eletrodos ........................ 119 Capítulo 10 — Projeto de mezanino e escada de acesso em aço 10.............. 81 Dimensionamento de vigas à flexão .....Máxima reação de apoio para cada tipo de parafuso .......................................7 — 9................9 — 9........... 56 Dimensionamento de barras comprimidas .........4 — 8................5 — 10.............................10................... 146 Ligações .............................................3 — Tipos de parafusos ........................................5 — 9....................................VIII Capítulo 6 — Ligações parafusadas 6..........2 — 10.... 44 Exercícios sobre ligações parafusadas ..............2 — 8.......... 112 Exemplos de aplicação da simbologia de solda . 101 Principais processos de soldagem..1 — 9......3 — 9.....6 — Classificação da flexão em barras....... 63 Exercícios sobre barras comprimidas . 78 Classificação das vigas ......................................... 113 Exercícios sobre ligações soldadas ..................................... 78 Casos de flambagem em vigas................. 79 Pré-dimensionamento de vigas à flexão ................................. 106 Simbologia de solda ............. 101 Tipos de solda .. 149 abertura... 58 Barras sujeitas a flambagem por flexo-torção ....05 16:53:37 ....2 — 9........ 131 Cálculo das vigas do mezanino ........... 103 Anomalias do processo de soldagem ......................3 — 8.indd VIII 11......8 — 9........................................3 — 7.............1 — 7.......6 — 9. 57 Dimensionamento de barras compostas comprimidas......................... 48 Caso 1 ...1 — 6.....................2 — 7......11 — Tecnologia de execução .1 — 10........ 54 Caso 3 .... 106 Dimensionamento de ligações soldadas ....... 107 Soldas de entalhe.......................................................... 129 Dimensionamento da escada de acesso ........................4 — 10.6 — Dados preliminares do projeto ....................................4 — 9.......... 144 Verificação da estabilidade do corrimão .................................................................1 — 8................ 81 Exercícios de flexão de vigas ................................................................10 — 9..........

......... 164 Cálculo da tesoura ................................................. 215 Carregamentos ................................................................ 295 Apêndice D — Múltiplos e submúltiplos decimais ................IX Capítulo 11 — Projeto de um galpão com estrutura em aço 11...3 — 11...........................................4 — 11................ 286 Apêndices Apêndice A — Características geométricas das seções planas transversais .................... 155 Cálculo da ação do vento ............ 269 Anexo E — Perfis laminados ... 195 Contraventamento do galpão......................................................7 — Dados preliminares do projeto ....10........... 275 Anexo G — Cálculo de contraflecha de treliças ..6 — 12.............................5 — 11................... 204 Dimensionamento das calhas...... 301 abertura............. 293 Apêndice C — Dimensionamento de calhas e condutores de águas pluviais .................................2 — 11.................................. 216 Dimensionamento das terças e correntes ......... 220 Cálculo da viga trave ...... 269 Anexo F — Perfis soldados................ 260 Anexo B — Contraventamento das vigas mestras em Shed .........1 — 12.........05 16:53:38 .......................................................................... 224 Cálculo da viga mestra .3 — 12...................... 155 Dimensionamento do fechamento lateral e terças ................... 251 Dimensionamento dos apoios das vigas mestras sobre os consoles dos pilares de concreto ......... 258 Anexos Anexo A — Exemplo de dimensionamento de terças.............................. 213 Capítulo 12 — Projeto de uma cobertura em Shed 12................................7 — Dados do projeto......................... 169 Cálculo das colunas .....................................................indd IX 11..6 — 11................ 263 Anexo C — Detalhamento de nós em estruturas treliçadas .. 255 12............2 — 12.................. 266 Anexo D — Telha de aço .....5 — 12...... 234 Contraventamento das vigas mestras..................1 — 11..........................4 — 12....8 — Dimensionamento das calhas............................ 290 Apêndice B — Tabela de determinações de flechas em vigas ........................................................................................................................................

Fabricação das estruturas com precisão milimétrica. No Brasil o início de sua fabricação foi no ano de 1812. Em caso de necessidade. 2. é possível citar: 1. têm indicadores de sua utilização em escala industrial a partir de 1750. Necessidade de tratamento superficial das peças contra oxidação.1 — Vantagens e desvantagens do aço estrutural Como vantagens. sobras de obra. 7. Possibilidade de execução de obras mais rápidas e limpas. 6.10. Necessidade de mão-de-obra e equipamentos especializados para sua fabricação e montagem. Alta resistência estrutural. possibilitando a execução de estruturas leves para vencer grandes vãos. possibilita a desmontagem das estruturas e sua posterior montagem em outro local. em função do transporte até o local de sua montagem final. 2. sendo que o grande avanço na fabricação de perfis em larga escala ocorreu com a implantação das grandes siderúrgicas. ou mesmo.Capítulo 1 — Introdução 1 INTRODUÇÃO Capítulo 1 As estruturas metálicas. 4. Possibilidade de reaproveitamento dos materiais em estoque. 1. 3.05 16:54:28 . Limitação de fornecimento de perfis estruturais. devido ao contato com o ar atmosférico.indd 1 11. Material resistente a vibração e a choques. Limitação de execução em fábrica. 3. Como desvantagens. Como exemplo. 4. é possível citar: 1. que começou a operar em 1946. tem-se a Companhia Siderúrgica Nacional — CSN. Capitulo 01. 5. Garantia das dimensões e propriedades dos materiais. possibilitando um alto controle de qualidade do produto acabado.

por exemplo (Fig. aba. peso corrido (lb/pé) Exemplos de letras latinas: S (Standard): perfil I de abas inclinadas W (Wide Flange Shape): perfil I de abas largas paralelas HP Perfil H de abas paralelas C (Channel): perfil canal. os perfis laminados são designados como: Tipo (letra latina). altura de 12”. abas paralelas. altura nominal. série média. espessura ¾” 40 40 3 L 40 40 3 Chapa dobrada 2 200 C 200 60 20 Chapa dobrada 2 20 60 C 200 40 2 Chapa dobrada 1.10.indd 3 11. peso 53 lb/pé C 12 20.4. 1. com altura de 400 mm — perfil H.8 — perfil I.Capítulo 1 — Introdução 3 1. com altura de 100 mm — perfil U. peso (kg/m) Exemplos de códigos literais: L I H U T cantoneira de abas iguais ou desiguais perfil de seção transversal parecida com I perfil de seção transversal parecida com H perfil de seção transversal parecida com U perfil de seção transversal parecida com T Exemplos de designação de perfis: I 100 IP 500 HPP 500 HPM 400 HPL 100 U 100 L 50 3 L 50 30 — perfil I. abas paralelas. série leve. altura (mm). série pesada.7 lb/pé PL 8 ¾ — chapa de largura 8”.05 16:54:27 . altura de 12”. peso 31.2): CS VS CVS PS perfil coluna soldada (d/bf ≅ 1) perfil viga soldada (d/bf ≅ 2) perfil coluna-viga soldada (d/bf ≅ 1.1 – Perfis laminados ou perfis conformados a quente No Brasil.1 — Exemplos de perfis em chapas dobradas 400 VS 400 49 Perfil VS com altura de 400 mm e peso 49 kg/m Figura 1. abas iguais a 50 mm e espessura 3 mm 3 — perfil L. 1. altura de 12”. abas desiguais (50 e 30 mm) e espessura 3 mm Nos Estados Unidos. abas inclinadas com altura de 100 mm — perfil I. peso 20. altura. dobra.4.podendo ser acrescentada a designação “chapa dobrada” para diferenciar dos perfis laminados (Fig. altura de 40”. peso 328 lb/pé HP 12 53 — perfil HP. espessura . os perfis laminados são designados como: Código literal.4 — Designação dos perfis 1.7 — perfil canal. com altura de 500 mm — perfil H. abas inclinadas com altura de 100 mm — perfil L.1).8 lb/pé W 40 328 — perfil W. abas paralelas. abas paralelas com altura de 500 mm — perfil H.3 – Perfis soldados Os tipos já padronizados podem ter designação dos fabricantes.2 — Exemplo de perfil soldado Capitulo 01.4. U ou C PL (Plate): chapa Exemplos de perfis: S 12 31.5) perfil soldado Figura 1. 200 40 2 1.2 – Perfis de chapa dobrada ou perfis conformados a frio São designados como: Tipo.

indd 5 11.Capítulo 1 — Introdução 5 1.6 — Aplicação das estruturas metálicas Dentre as inúmeras aplicações das estruturas metálicas.05 16:54:25 .10. pode-se citar: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) l) m) n) o) telhados edifícios industriais e comerciais residências hangares pontes e viadutos pontes rolantes e equipamentos de transporte reservatórios torres guindastes postes passarelas indústria naval escadas mezaninos Capitulo 01.

1 — Diagrama tensão x deformação de aços dúcteis Quando um corpo de prova é solicitado ao esforço normal de tração. A escolha do tipo de aço a ser utilizado em uma estrutura.1).6 Estruturas metálicas Capítulo 2 AÇOS ESTRUTURAIS Os aços estruturais são fabricados conforme as características mecânicas e/ou químicas desejáveis no produto final. 2.Tensão no material ⎜f = ⎟ onde: N — força normal ⎜ ⎜ ⎟ A — área da seção transversal A⎟ ⎝ ⎠ { fu .1 — Diagrama tensão deformação de aços dúcteis εu ε Onde: ⎛ N⎞ ⎟ f . 2.05 16:55:07 .Deformação específica ⎜ε = ⎟ onde: L — comprimento do corpo de prova L ⎠ ⎝ { u y p - Deformação específica quando ocorre a última tensão Deformação específica limite quando ocorre a tensão de escoamento Deformação específica quando ocorre a tensão de proporcionalidade Ângulo de inclinação da reta da região elástica Capitulo 02.indd 6 11. (Fig. no caso de aços dúcteis (aços que possuem patamar de escoamento) é possível obter valores importantes para a determinação das propriedades mecânicas dos aços estruturais.Tensão última f y .10. f Região elástica 1 Região elastoplástica 2 fu fy fp Patamar de escoamento α εp εy Deformação permanente Figura 2. será determinante no dimensionamento dos elementos que a compõem.Tensão de escoamento fp .Tensão de proporcionalidade ⎛ ∆L ⎞ ∆L — deformação unitária .

t ≤ 19: f y = 345 MPa.indd 10 11. Os aços podem ter características de elementos frágeis em baixas temperaturas ambientes. 40 < t ≤ 100: f y = 290 MPa.10 Estruturas metálicas NBR 5008 .10. alta resistência mecânica e baixa liga. resistência a carregamentos repetitivos. é a capacidade do material de absorver energia mecânica em regime elástico. Fragilidade: Resiliência: Tenacidade: Dureza: Fadiga: é o oposto da ductibilidade.05 16:55:10 .3 — Propriedades dos aços estruturais As propriedades dos aços estruturais são: Ductibilidade: é a capacidade do material de se deformar sob a ação de cargas. Capitulo 02. resistência ao risco ou abrasão. é a capacidade do material de absorver energia mecânica com deformações elásticas e plásticas. fu = 480 MPa fu = 460 MPa fu = 435 MPa 2.(EB 564) Chapas espessas. resistentes à corrosão atmosférica. 19 < t ≤ 40: f y = 315 MPa.

momento resistente plástico. além da determinação da estabilidade do conjunto e dos esforços internos solicitantes.13 mm 2 2 2 Figura 3.1 — Cálculo de áreas de figuras planas (A) O cálculo para a determinação de uma área plana (A) (Fig.2 150 I 18 II onde o elemento de área é d A = b dy Para facilitar o cálculo de áreas deve-se. sempre que possível.1 – Cálculo de área de um perfil I soldado (Fig.200 = 5. Exemplos: 3. 3. 57 ⎜ R + ⎟ t = ⎢do setor de círculo ⎥ 2⎠ ⎦ 2⎠ ⎝ ⎦ ⎣ ⎣ 4 ⎝ ⎛ 5⎞ = 1. 57 × ⎜ 10 + ⎟ × 5 = 98. Como características geométricas principais tem-se: ● ● ● ● ● ● ● área.200 + 1.2) sua área pode ser representada com (3.1) por: A= h d dy x ∫ dA = ∫ A h 0 bdy = by = bh 0 (3.1. é necessário a determinação de algumas características geométricas da seção plana transversal.3) A = AI + AII + AIII A = (18 × 150) + (300 × 4) + (12 × 100) A = 2.4 Capitulo 03. raio de giração momento resistente elástico. centro de gravidade.4) A = AI + AII + AIII AI = [a − (R + t )]t = [100 − (10 + 5)]5 = 425 mm 2 ⎡ 2π ⎛ ⎛ t ⎞⎤ t⎞ AII = ⎡ comprimento ⎤ t = ⎢ ⎜ R + ⎟ ⎥ t = 1.13 + 325 = 848.10. momentos de inércia.indd 11 11.05 17:40:42 . 3. 3. 2 Comprimento do setor de círculo com raio médio= 2 X (Raio médio) 4 a = 100 I R = 10 III II b = 80 t=5 AIII = [b − (R + t )] t = [80 − (10 + 5)] × 5 = 325 mm ∴ A = 425 + 98.3 3.100 mm2 4 300 III 100 12 Figura 3.2 – Cálculo de área de um perfil em chapa dobrada (Fig.13 mm 2 2⎠ ⎝ Raio médio = R + t.1) No caso de um retângulo (Fig.2) b Figura 3.1 y A A= ∫ dA A h (3.Capítulo 3 — Características geométricas das seções transversais 11 CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS DAS SEÇÕES TRANSVERSAIS Capítulo 3 Para o dimensionamento de peças estruturais.1) é definido como: Figura 3. desmembrar a figura plana em figuras geométricas cujas áreas são conhecidas.1.700 + 1. y dA x 3. 3. produto de inércia.

Os eixos nessas direções são denominados “eixos principais de inércia”.20) x1 Então verifica-se que.88 cm4 i y1 1 2 y 3.9 137. tem-se (Figs.18) (3. o produto de inércia para os eixos paralelos x1 e y1 pode ser calculado como na Fig.11 1. 3.24 girarem em torno de 0 em 90° no sentido horário. Devem existir determinadas direções para as quais o produto de inércia se anula.40 17.9 76.11 —— –1.2 x 6.10.19) Ix 1y1 = ∫ A x 1 y 1dA = − ∫ A yx dA = −I xy x (3. O produto de inércia varia de modo contínuo com o ângulo de rotação.40 + 35. o produto de inércia é nulo.1 = 15. o produto de inércia para as novas coordenadas será: (3. Figura 3.21 e 3.20 35.2 16. Portanto. As relações entre as antigas coordenadas de um elemento de área (dA) e suas novas coordenadas serão: y dA –x +x CG dA x Figura 3. se a área plana tem um eixo de simetria e um eixo normal a esse eixo pelo centro de gravidade.11 kg/m Figura 3.74 35. igual e simétrico.2 4.05 17:40:47 . 3.17) Figura 3.32 y CG A = 7.25. sempre existe um outro elemento de área dA. pois para qualquer elemento de área dA com abscissa e/ou ordenada positiva. Se o produto de inércia de uma área plana é conhecido para os eixos x e y.48 68.1 Ix1 = Iy1 = Ixi = 137.2 cm 4 x 6.74 17. é sempre possível determinar dois eixos ortogonais.3).4 — Produto de inércia de área plana (Ixy) É definido como sendo: d x = x1 d = 8 + 11.78 cm2 68. Caso os eixos y e x da Fig.2 8.51 1.23 y 0 y1 y1 = x x1 = –y Portanto.78 15.11 cm Tabela 3.20).23).1 Se a área possuir um eixo de simetria.90 cm4 8. Das características geométricas do perfil (Tabela E.1 – 2 I xy = ∫ yx dA A (3.78 7. pois o produto de inércia em relação a tais eixos será nulo.48 = 51.78 cm 2 Ix = 68.51 —— Iyi (cm4) Ai dx2i (cm4) Ixi (cm4) 8. as novas posições desses eixos serão y1 e x1.22): x = x1 A= Ix = Iy = x= 7. 3. com abscissa e/ou ordenada negativa (Fig.21 11.24 y1 a y dA A CG x b x1 Figura 3.9 cm 4 Iy = 8.3 8 C 76. tais que o produto de inércia seja nulo.22 8 11. eles serão os eixos principais de inércia dessa área plana.Capítulo 3 — Características geométricas das seções transversais 17 y1 y Exemplo: ● Calcular os momentos de inércia Ix1 e Iy1 que passam pelo centro de gravidade da seção composta por dois perfis canal laminados (Fig 3.9 68. o produto de inércia troca de sinal.20 cm4 1.indd 17 11. 3.56 1.80 Figura 3. que passam pelo seu centro de gravidade.25 Capitulo 03. No caso geral.80 cm4 Iyi + Aidx2 = 16.8 Figura 1 2 total Ai (cm2) xCGi (cm) dix = xCGi – xCG (cm) 7. durante a rotação.

60 CG 50.18 cm 4 ry conjunto = rx conjunto = ou: mas: ⎛ 0. Solução: Wx Wy superior = Wx inferior = Figura 3.40 kg/m (Tabela E.4 ⎝ 2 ⎠ I y conjunto 2A = = 42. 3.28) Figura 3. 402 ] 1.4.44) 3.).80 67.6 2 Estruturas metálicas x1 = xconjunto ou (Fig.45) I y conjunto = 2[I y + Ad 2 ] = 2[3. 3.4 0.46). tem-se de levar em consideração que esses regimes pressupõem leis diferentes de distribuição de tensões.4 1.28 y1 yconjunto d 0.indd 28 11. 02 cm 2 × 3.10.05 17:40:50 .6 2 2 I y conjunto = 42.6 × 11. 61 cm 2 × 3. determinar o módulo resistente elástico (w) em relação aos eixos x e y (Fig. 38 cm 3 6. isto é. a partir das respectivas linhas neutras.6 ⎞ d = 2⎜ + 1 ⎟ = 2. 30 = 2.10 (3.40 cm .6 — Momento resistente elástico (w) Wsuperior = I distância do centro de gravidade até a extremidade superior da seção (3. 7 = = 9.60 x Para o perfil I 101. Ao se trabalhar com estruturas no regime elástico e no regime plástico. 61 cm 3 5.45) Winferior = I distância do centro de gravidade até a extremidade inferior (3.10 25. 23 + 3.18 = 2. 30 cm 4 I x conjunto = 2 I x 1 = 2 × 12. Capitulo 03.7 — Módulo de resistência plástico (z) O módulo de resistência plástico é uma característica geométrica importante das seções transversais dos elementos estruturais.10 × 2.7 cm4 101. 76 2 3. 08 31. 59 = 25. linha neutra elástica (LNE) e linha neutra plástica (LNP).45 I x conjunto 2A Ix + Iy = Ix1 + Iy1 Ix1 = Ix conjunto Ix + Iy = Ix conjunto + Iy1 como: r= I ⇒ I = r 2A A 1 2 rx2 = rx2 conjunto + ry2 rx t conjunto = 2rx2 − ry2 1 (3.46 esquerdo = Wy direito 252 = 49.46) Exemplo y Ix = 252 cm4 Iy = 31.

mobília. tem-se a inclusão dos estados elástico e plástico na formação de mecanismos nas peças estruturais.2) fγ ≤ φ fcr Onde: γ .Capítulo 4 — Métodos dos estados limites 31 MÉTODOS DOS ESTADOS LIMITES Capítulo 4 Por estados limites.8) No método dos estados limites deve-se fatorar as cargas nominais decorrentes das diversas ações a que a estrutura está sujeita. Excepcionais (E): Explosões.coeficiente de ponderação das ações f .Coeficiente de minoração da resistência do material Tem-se: Sd ≤ φ Rn Pode-se trabalhar com as tensões: (4.2 — Coeficientes de majoração dos esforços atuantes 4.05 16:58:16 . vento em coberturas.coeficiente de ponderação das ações Sd . Chamando: S . entende-se a ruptura mecânica do elemento estrutural ou seu deslocamento excessivo. abalo sísmico etc. de revestimentos.solicitação de cálculo tem-se: Sd = γ S (4.1 – Fatoração dos carregamentos (NB 14 . também. que tornem a estrutura imprestável. As ações são estipuladas pelas normas apropriadas e são conseqüência das condições estruturais. choque de veículos.1 — Carregamentos As cargas que atuam nas estruturas são. divisórias. chamadas de ações.Tensão crítica ou de colapso do material 4. empuxo de terra.Item 4. variação de temperatura etc. acabamentos.Tensão em geral fcr .indd 31 11.Solicitação de cálculo Rn .esforço nominal γ .1) (4.1) Capitulo 04. Variáveis (Q): Sobrecargas de ocupação da edificação. Chamando: Sd .10. equipamentos etc.Resistência nominal do material φ .2. pisos. As ações podem ser classificadas em: 1) 2) 3) Permanentes (G): Peso próprio da estrutura. No método dos estados limites. 4.

1.indd 37 11. deve-se desenvolver o perfil para determinar as seções ziguezague entre as duas abas das cantoneiras (Fig.espaçamento transversal entre dois furos consecutivos t . • Seção Crítica — É a seção de menor área líquida An entre as seções I. dispensando-se a condição de número mínimo de parafusos na direção da força. Ae = Ct An Valores de Ct (5. Os valores de Ct são aplicáveis às ligações soldadas.5).85 – Para perfis I e H em que bf < 3 d . no caso de ligações parafusadas.13) Ct = 1. Ct = 0. 5. o número de parafusos ≥ 3 por linha de furação na direção da solicitação.5 — Cantoneira desdobrada. escoamento e/ou rupturas prematuras.Item 5. torquímetros etc. 5.Capítulo 5 — Barras tracionadas 37 Onde: s .05 17:19:39 . porcas ou cabeças de parafusos apóiem-se em regiões curvas de perfis laminados ou dobrados.10.11) s g bg = a + b – t ou bn = b g – Σ d ′ + ∑ s2 → An = bn t 4g (5.1. 4 . o número de parafusos ≥ 3 por linha de furação na direção da solicitação. 2 . Portanto: An = Ag − Σ Afuros + ∑ s2 t 4g (5. tendo. incluindo barras compostas.espessura da peça Obs. deve-se adotar um coeficiente de redução Ct. Capitulo 05.: No caso de cantoneiras. Ct = 0.12) Figura 5. evitando-se concentração de tensões. no caso .3 — Disposições construtivas A localização de parafusos nas peças deve ter em conta: 1 . de ligações parafusadas. perfis T cortados desses perfis e todos os demais perfis. 3 . tendo.Facilitar ou possibilitar o manejo de chaves fixas. 2 Ct = 0. Onde bf é a largura da mesa e d a altura do perfil.Evitar a interferência de parafusos.3) Quando a distribuição de tensões não é uniforme. • Área Líquida Efetiva (Ae) — (NB-14 . com 3 ligações nas mesas.Uma distribuição mais uniforme das tensões. II e III.0 – Quando a transmissão de esforços é feita por todos os elementos da peça.75 – Todos os casos quando houver apenas 2 parafusos por linha de furação na direção da solicitação.Evitar que as arruelas.9 – Para perfis I e H onde bf ≥ 2 d e perfis T cortados desses perfis.espaçamento longitudinal entre dois furos consecutivos g .

sob esforço normal de tração.22 × 1. Pede-se (Fig.11): A) Determinar o maior esforço de cálculo suportado (Nd) pela peça. 1) Cálculo da área bruta (Ag) = 24.35) = ↑ø1” _ Largura líquida bn = Área líquida → An = bn t = 18.6 — Exemplos de cálculo do esforço normal da tração suportado por peças Exemplo 1 Uma barra chata.22 27.40 Estruturas metálicas A espessura das chapas ≥ 1/50 da distância entre essas linhas (≥ b/50). possui uma emenda com dois cobrejuntas. 5.50 = 24.33 cm cm cm cm2 2) (Seção I) Capitulo 05. B) Determinar a maior carga nominal suportada pela peça (N).50 = 36.00 cm2 Largura bruta (bg) Espessura (t) = 1. 5.10. II e III • Seção I (seção reta) = Largura bruta (bg) Furos (2 furos) d ʹ =–2 × (2.00 – 5. fu = 400 MPa I C L 2 x 3 Ø 1” 50 70 Nd = ? 240 70 Nd = ? 50 III 70 90 Folga II 70 5 70 90 70 Cobrejunta: 2 x chapa # 12 Chapa # 15 465 Figura 5.54 + 0.indd 40 11.00 cm2 Cálculo das áreas líquidas nas seções I. γ = 1.05 17:19:38 . Dados: Furos padrão.50 cm2 Área bruta → Ag = bg t = 24 × 1.4 Chapas de aço MR-250 — f y = 250 MPa. O espaçamento longitudinal entre parafusos ou soldas intermitentes ≤ 150 mm L /r ≤ 240.11 — Exemplo 1 Solução: Será feita a verificação dos esforços apenas na peça que está sendo ligada.78 18. pois a espessura da peça =15 mm < 2 × 12 = 24 mm (espessura dos cobrejuntas).

Friction) Neste tipo de parafuso (F) tem-se uma protensão no parafuso.2). Figura 6. são usados para pequenas treliças. verificar os itens (A) e (B) como se fosse parafuso do tipo (N).2 — Dimensionamento de ligações parafusadas Para o dimensionamento de ligações parafusadas. sua resistência será menor que a do parafuso tipo (X) (Fig. estruturas leves etc.1 Por contato: A325-N e A490-N (N . plataformas simples. 6. 6. Nota: Para os parafusos do tipo (F) deve-se verificar a resistência ao deslizamento e. porém também têm baixa resistência. isto é.1). que é medida pelo torque dado na porca. Capitulo 06. A protensão. A325-X e A490-X (X .1 — Tipos de parafusos • Parafusos Comuns Fabricados em aço-carbono.indd 44 11.3).2 Neste tipo de parafuso (X) a rosca do parafuso está fora do plano de cisalhamento do corpo do parafuso (Fig. a rosca está no plano de cisalhamento do parafuso. designados como ASTM A307. furos) e: Figura 6. Possuem um baixo custo.Normal) N V=N V=N N Neste tipo de parafuso (N) a rosca do parafuso está no plano de corte.10. ou apenas como A307. faz com que as chapas a serem ligadas tenham uma grande resistência ao deslizamento relativo (Fig.05 17:01:24 .eXcluded) Figura 6. 6. terças. passadiços.44 Estruturas metálicas Capítulo 6 LIGAÇÕES PARAFUSADAS Para as obras de estruturas metálicas pode-se ter parafusos comuns e parafusos de alta resistência. e sem. B) a pressão de contato nos furos (esmagamento e rasgamento). é necessário determinar a menor resistência entre a peça (na região com. caso essa resistência seja superada. vigas de tapamento. Como a área da seção transversal do parafuso na região da rosca é menor que a área do corpo. 6. V=N V=N N N 6. • Parafusos de Alta Resistência Por atrito: N atrito atrito N A325-F e A490-F (F .3 A) o cisalhamento no corpo do parafuso.

φ = 0.4 Resistência da cantoneira à tração na seção com furos Nn = Ae fu.75 (NB-14 . no projeto tem-se: b = 40 mm a.75) × (400 × 106) = 117.9 × (5.3 + 0. c ≥ 2 d = 2 × 13 = 26 mm.23 × 10–4 × 0.9 φ Nn = 0.13) (NB-14 .3 — Exercícios sobre ligações parafusadas Exercício 1 Determinar o máximo esforço nominal (N) suportado pela ligação da Figura 6. L 63.5 N x = 47.3.5 a = 40 b = 40 c = 40 z = 300 N Figura 6.23 cm2 1.4: φ Nn = 117.476 = 126.35) = 12.5 – 0.13 — Exercício 1 Área líquida → An = bn t = 11. a resistência à tração na cantoneira é o menor valor obtido nos itens 1.75 × (5. 6.1. Ct = 0.1.476 b 5.35) – 0.76 2 Ø 13 . φ = 0.500 N 1.6) φ Nn = 0.80 × 10–4) × (250 × 106) = 130.1 Cálculo da área bruta da cantoneira desenvolvida (Fig.48 Estruturas metálicas 6.65 cm b = 2 x 63.item 5.476 = 5.10.675 N Capitulo 06.00 cm Figura 6.00 × 0.5 x 4. no projeto tem-se: a = c = 40 mm Solução: 1) Tração na cantoneira 1.65 cm = –1.1. fu = 400 MPa Ação permanente normal: γg = 1.75 Ae = An Ct.12.indd 48 11.3 Resistência da cantoneira à tração na seção bruta Nn = Ag f y .1) Ag = [2 (aba) – t]t = [2 × (6.item 5.1.5 Largura líquida bn = 11.A307 Gusset # 15 Chapa # 15 y = 17.12 — Exercício 1 Dados: Aço A-36: fy = 250 MPa.05 17:01:22 .2 Cálculo da área líquida na seção normal Largura bruta (bg = b) Furos (1 furo) d ʹ = – (1.476] × 0.3 e 1.4 Disposições construtivas: b ≥ 3 d = 3 × 13 = 39 mm.80 cm2 1.675 N Portanto.

6 × 250 × 106) = 248.54 = 1.6 f y.Capítulo 6 — Ligações parafusadas 55 • Pressão de contato Rnv = α Ab fu.63 × 2.227.6 × 10–4) × (400 × 106) = 96 kN > 56.9 Rn = 0.00 kN O menor valor é 96 kN → R máxima = R = 160 kN — F = 56.57 kN Rmáxima — F = 96 kN 160 × 96 ≅ 271 kN 56. 49 ⎠ ⎝ 25.9 × (292 × 6. 4 ⎟ ⎠ – Esmagamento → = 3. pois este tem a menor área ao cisalhamento.05 17:01:18 .).48 kN Cisalhamento (F) .75 × 2. o rasgamento total das cantoneiras ou da alma do perfil VS (NB-14 .Item 7.34 kN > 160 kN Capitulo 06. 5 = 2.96. 4 ⎟ ⎝d⎠ Rasgamento entre furo e borda ⎛e⎞ ⎛ 51 ⎞ e = 51 → α e = ⎜ ⎟ – n2 = ⎜ = 2. Será verificado neste caso a alma do perfil VS. φ = 0.indd 55 11.00 φ Rn = 0. 57 Para este item é necessário verificar.1.00 Portanto: = 2. 57 O menor valor é 96 kN → R máxima = Parafuso A325-F Deslizamento .Item 7.10.80 kN Pressão de Contato (F) .114.77 kN . φ = 0.96. que foi recortada e tem altura resultante do corte de 292 mm. 00 ⎝d⎠ ⎝ 25.57 kN Rmáxima — F = 96 kN 160 × 96 ≅ 271 kN 56. • Escoamento por tensões de cisalhamento (NB-14 .75 Ab = t d = 0.5.105.3.b) Na seção bruta Rn = Aw 0.57 kN Assim.00 × (1. CASO 3 — Máxima reação de apoio para cada tipo de parafuso Parafuso A307 Cisalhamento Pressão de Contato .00 kN R = 160 kN — F = 56.3 × 10–6) × (0. também.5.60 cm2 – Rasgamento Rasgamento entre dois furos consecutívos ⎛ 76 ⎞ ⎛s⎞ S = 76 → α s = ⎜ ⎟ – n1 = ⎜ – 0. o parafuso A325-F resiste ao esforço da reação de apoio.

Item 7. 9) × 6. 75 d ′ = 25.81 kN Portanto. 3 × 10 −6 ⎤× (0.56 Estruturas metálicas • Ruptura por tensões de cisalhamento (NB-14 .10. 6 × 400 × 10 6 ) = ⎣ ⎦ = 232.3.d) Na seção com furos R n = Aw 0. 4 + 3. 81 kN>160 kN • Conclusão do Caso 3 Parafuso A307 → Rmáxima = 271 kN Parafuso A325-F → Rmáxima = 271 kN Material → Rmáxima = 232.5. φ = 0.05 17:01:17 . a reação máxima que a ligação suporta é: Rmáxima = 232. 5 = 28. 6 fu .indd 56 { área líquida d 11.81 kN Capitulo 06. 75 × ⎡(292 − 3 × 28. 9 mm φ R n = 0.1.

que irá fornecer valores de Q menores que 1. Obs.0. O parâmetro de esbeltez (λ) é limitado a um valor máximo: λmáx = 200 (NB-14 .6) Caso tenha-se uma barra com o parâmetro de esbeltez maior que o valor limite deve-se trocar a barra. devido às solicitações indicadas na Tabela 7. translação impedida Rotação impedida. φc = 0.3) (Fig. podendo.Item 5.Tabela 1).65 7.9.Comprimento da barra (7.2.0 1.2 — Dimensionamento de barras comprimidas Para o dimensionamento de barras à compressão.3.5). deve-se levar em conta as condições de vínculo das barras que determinam o parâmetro de flambagem (k) (NB-14 .2) Classe 1 — Seções que permitem seja atingido o momento de plastificação e a subseqüente redistribuição de momentos fletores. Para valores maiores que os permitidos por esta tabela ver Anexo E da NB-14.Tabela 1). Pode-se então definir: Classes 1 e 2 — Seções compactas (λ ≤ λp) Classe 3 — Seções semicompactas (λp < λ ≤ λr) Classe 4 — Seções esbeltas (λ > λr) • Valores teóricos de K •• Valores recomendados para o dimensionamento Códigos para condição de apoio Rotação e translação impedidos Rotação livre.8) Q ..1.0 1.2 •• 0.2 – Resistência de cálculo de barras comprimidas (NB-14 . Anexos H e I) r — Menor raio de giração da barra L fL = k L L .Item 4. sofrer flambagem inelástica (NB-14 .1 (NB-14 Tabela 1).7 0. quando sujeitas às solicitações indicadas na Tabela 7. Classe 2 — Seções que permitem seja atingido o momento de plastificação.: Para as classes 1 e 2 as ligações entre flanges e alma têm de ser contínuas.0 .1 (NB-14 .80 1.58 Estruturas metálicas Onde: Sendo: Onde: k — Parâmetro de flambagem (NB-14 .2) em (7.1.5 0.1 2.1 – Relações largura/espessura em elementos comprimidos (NB-14 .Coeficiente de redução que considera a flambagem local Q =1.indd 58 11. Classe 3 — Seções cujos elementos componentes não sofrem flambagem local no regime elástico.0 2. translação livre Rotação e translação livres Figura 7.4) Nn = ρ Q Ny = ρ Q Ag fy. mas não a redistribuição de momentos fletores. 7.3.0 2.Item 5.5 — Parâmetros de flambagem 7. Capitulo 07.4) fcr = π2 E λ2 (7.10.0 2.90 ρ = fcr /fy (7. • •• 1.Item 5.Item 5.05 17:02:33 . entretanto.5) (7.1): π2 E I π2 E r2 A π2 E A Pcr = = = λ2 r 2 λ2 (k L )2 A tensão crítica é então definida por: (7.7) (7. • 0.5) 7.2.3) e (7.3) Com (7.Para relações de b/t menores que as apresentadas na Tabela 7.2.0 Classe 4 — Seções cujos elementos componentes podem sofrer flambagem no regime elástico.

7. 60 < 200 ry 1.10. portanto o cálculo da flambagem será neste eixo. 9 × 1. λy = k L 1 × 300 = = 167.6 mm 9. 79 bf 84. sujeita a um esforço normal de compressão (Fig. 7. Determinar o máximo esforço da cantoneira L 2” × 2” × 1/4” (tabela E. 60 < 16 → Q = 1. 6 λ= ∴ φc N n = φc Q Ag ρ f y = 0. 60 = 1.5 kg/m (tabela E. 0111λ = × π E π 205 × 109 λ = 0.14 — Exercício 2 Capitulo 07. 236 × 250 × 106 φc N n = 125.13 — Exercício 1 Este perfil tem o menor raio de giração em torno do eixo Y. 32 kN > 80 kN Exercício 2 Uma viga treliçada tem uma diagonal com 2. Dados: Perfil I 152. 6 × 10 –4 × 0.2 mm 152. 2 1.84 d = 152.2 A ry bf tf d tw = = = = = = 23. 0111 × 167.13).79 cm 84.4 × 18.1).4 mm 5.50 m de comprimento.. Figura 7. 0 = t t 9.316 N = 125.6 tf = 9.indd 71 11. 4 = = 1. 0 × 23. 86 d 152.5 — Exercícios sobre barras comprimidas Exercício 1 Para a barra dada verificar sua resistência ao esforço normal de compressão (Fig. para as seguintes disposições: a) Singela b) Duas cantoneiras dispostas lado a lado c) Duas cantoneiras opostas pelo vértice d) Duas cantoneiras formando um quadrado a) b) c) d) Figura 7. 6 b 2 = 2 = 4.Capítulo 7 — Barras comprimidas 71 7.60 cm2 1.000 mm.05 17:02:38 .84 mm tw = 5.4) bf = 84.4 Aço EB-583/MR-250 Nd = 80 kN.14).236 b 84. Barra bi-rotulada Solução: fy = 250 MPa fu = 400 MPa k = 1.0 L = 3. 80 como t < 40 mm → yy → curva b → ρ = 0. 0 × 250 × 106 λ Q fy λ = 0.

é possível ter os seguintes casos de flambagem (NB-14 . Será feita então.1 para seções classe 2. a NB-14 é aplicável ao dimensionamento de barras prismáticas em seções tranversais I. quando o plano de carregamento deve passar pelo centro de torção (NB-14 . H e caixão duplamente simétricas. é aplicável ao dimensionamento de seções cheias. tem-se atuante na barra apenas o momento fletor.1 — Classificação da flexão em barras Flexão Pura — Neste caso. 8.Flambagem local da alma (Fig. A flexão pura pode ser dividida em: y Plana — Neste caso. tem-se como esforço interno solicitante apenas o momento fletor e a força cortante.indd 78 11. 8.Anexo D): x Figura 8. todas as barras contendo apenas elementos com relações b/t iguais ou inferiores às dadas na Tabela 7. também. o plano de atuação do momento fletor é inclinado em relação aos planos principais de inércia (Fig.05 16:03:14 .2 — Casos de flambagem em vigas No caso de barras fletidas. ou sem.parâmetro de esbeltez da FLA Capitulo 08. sendo combinado com a força normal.2 y y FLA .3 Onde: h . podendo ser redondas. (NB-14 . O carregamento deverá sempre estar em um plano de simetria. exceto no caso de perfis U fletidos em relação ao eixo perpendicular à alma.3) λa = x tw h h tw (8. o plano de atuação do momento fletor coincide com um dos planos principais de inércia (Fig.Tabela 1). 8. 8.10. U simétrica em relação ao eixo perpendicular à alma.1) Figura 8. além do momento fletor. Figura 8. a força cortante. M 8. Na flexão de vigas I.altura da alma t w .item 5. Nesse capítulo será abordado o dimensionamento de barras fletidas com seção tranversal I. é necessário determinar quais esforços internos solicitantes atuam na barra.1).espessura da alma λa .78 Estruturas metálicas Capítulo 8 BARRAS FLEXIONADAS Para o dimensionamento de barras à flexão. M x Oblíqua — Neste caso.1 y Flexão Composta — Neste caso. Nesses casos. quadradas ou retangulares. Flexão Simples — Neste caso. ou ambos. o momento fletor atua com. a classificação da flexão em barras segundo esses esforços atuantes. tubulares de seção circular.2).4 e Anexo D). A NB-14. ou o momento torsor.

no estado limite plástico.8) (8.9) em (8.9) Md = M γ φb Mn ≥ Md Onde: Md .05 16:03:17 .5) (8. Então adota-se: λ ≤ λp → Mn = Mpl = Z f y Mas: e: (8.5) e (8.coeficiente de segurança para a flexão Mn .13). serão feitos os cálculos para o perfil I.3.momento fletor atuante fy .momento fletor correspondente ao início do escoamento Mpl .: O maior valor de Mn deve ser ≤ 1.4 — Pré-dimensionamento de vigas à flexão Para o pré-dimensionamento de uma barra a flexão deve-se partir da condição que a mesma estará trabalhando. Deve-se então.tensão limite de escoamento para o aço Z . no máximo. relativo ao eixo de flexão γ .13) 8.8): (8. Como citado anteriormente.5 — Dimensionamento de vigas à flexão Para o dimensionamento de vigas à flexão devemos verificar qual a menor resistência da viga levando em conta a FLA. a FLM e a FLT.1) (8.coeficiente de majoração de esforços φb .25 W f y (NB-14 .momento de plastificação M .4. uma seção transversal que tenha um valor de Z conforme a equação (8.: A determinação da equação para o campo do estado limite elastoplástico é dada por: (Mpl – Mr) – (λr – λp) (Mpl – Mn) – (λ – λp) ⎛ λ − λp ⎞ (M pl − M n ) = M pl − M r ⎜ ⎟ ⎝ λr − λp ⎠ Portanto: ( ) M n = M pl − (M pl − M r ) ⎜ ⎜ ⎛ ⎝ λr λ − λp ⎞ ⎟ ⎟ − λp ⎠ (8.1.Capítulo 8 — Barras flexionadas 81 Obs.6) 8.Item 5.11) Então: (8. deve-se adotar como pré-dimensionamento de uma viga à flexão. Capitulo 08.momento de dimensionamento Mn .10) Md = φb Z fy ≥ M γ = Md Z≥ Md φb f y (8.módulo resistente plástico da seção.10.9 Portanto com (8.indd 81 11. procurar uma seção transversal para a viga que possa atender à condição limite de utilização. Obs.momento fletor resistente da barra φb = 0.12) Portanto.

225 × 10–6 × 250 × 106 = 31.4 × 18. 8.84 E 205 ×109 = 3.12 W ⇒ W ≅ y 84.6 — Exercícios de flexão de vigas Exercício 1 Dimensionar uma viga em perfil I de abas inclinadas para um vão de 3. q = 12 kN/m f y = 250 MPa fu = 400 MPa A mesa comprimida não é travada.5 a λa < λpa — a viga é compacta quanto à alma. 94 ⎞ ⎛ 136.9 × 31.10. 9 × 250 × 106 Z ≅ 75 cm 3 1.6 cm3 > W = 75 cm3 006. 84 × 2 ⎟ × ⎜ 2 ⎠ ⎝ 2 ⎠⎦ ⎠ ⎝ ⎝ 2 ⎣ Z = 2 × [4.94 Estruturas metálicas 8.605.000 Nm c) Verificação da flambagem local da mesa λm = bf / 2 84.37 tw 5.84 x Adotado: I 152. 0001 m 3 ≅ 84 cm 3 φb f y 0.12 Para perfis I → Z ≅ 1. 52 ⎞ ⎛ 136.36 mm3 Z = 124.850. 4 − 2 × 7.4 7.4) A= Ix = Wx = rx = Iy = Wy = ry = b) 023.60 cm2 907.25 cm 074. 88 fy 250 × 106 λp = 0.00 m.225.94) = = 23.58 7. 58 × 7. 38 × = 10.83 cm Figura 8.22 fy 250 ×106 λp = 3.15 + 13. Solução: a) Pré-dimensionamento do perfil Adotando: λ ≤ λp → φb Mn = φb MpL = φb Z x f y = Md Z= Md 19 × 103 = = 0. Cb = 1.50 kg/m (Fig. Dados: Md = 19 kNm.3 cm4 119.056 = 27. 52 / 2 ⎞ ⎤ Z = 2 × ⎢(84.12) (tabela E.12 — Exercício 1 Verificação da flambagem local da alma λa = h (152. Vd = 25 kN. 94) × ⎜ − ⎟⎥ ⎟ + ⎜ 5. 33 tf 7. 38 m λm < λpm — A viga é compacta quanto à mesa Capitulo 08.94 152.indd 94 11.5 × = 100. 94 E 205 × 109 = 0. 58 / 2 = ≅ 5.4 5.05 16:03:23 .53] = 124.950 Nm > Md = 19.92 cm4 018. Mna = Mpl = Z f y ⎡ ⎛d t ⎞ ⎛ h ⎞ ⎛ h/2⎞ ⎤ Z = ΣAi d i = 2 ⎢(bf t f ) ⎜ − f ⎟ + ⎜ tw ⎟ ⎜ ⎥ 2⎠ ⎝ 2 ⎟ ⎦ ⎠⎥ ⎝2 2⎠ ⎝ ⎢ ⎣ ⎡ ⎛ 152.056 Nm φb Mna = 0.225 cm3 Mna = 124.02 cm3 001.

10. 9.Tampão Em furos (Fig. Utilizar eletrodos de qualidade. Para um maior controle de qualidade das ligações soldadas deve-se. 9.4 Figura 9.A forma correta do entalhe. quando possível. 2 . As construções em aço onde a solda é utilizada exigem que o operário (soldador) seja especializado.3) 3 .2 Corte A A A A A Corte A A A Figura 9.indd 101 11.5 Capitulo 09. 9.Perfeição entre o metal depositado e o metal base. 9. 9.05 16:09:48 .2 — Tipos de solda Pode-se ter os seguintes tipos de solda: 1 . Para que a solda seja de qualidade deve-se: 1 2 3 4 Empregar soldadores qualificados.4) Em rasgos (Fig. 3 . 9.5) Figura 9.1 Figura 9. Trabalhar com materiais perfeitamente soldáveis. 9. Controle das soldas executadas através de raio-X e ultra-som.2) 2 .Capítulo 9 — Ligações soldadas 101 LIGAÇÕES SOLDADAS Capítulo 9 A solda é a união de materiais.1 — Tecnologia de execução Para se obter uma união soldada eficaz deve-se observar: 1 . utilizá-las apenas na fábrica.1) Penetração Parcial (Fig.Entalhe (Solda de chanfro) Penetração Total (Fig. conforme indicado no desenho. onde tem-se melhores mecanismos de controle e utilizar em campo (na obra) apenas ligações parafusadas.Filete (Cordão) (Fig.3 Figura 9. obtida por fusão das partes adjacentes.Homogeneidade do metal depositado.

Símbolo do acabamento Abertura da raiz ou profundidade da solda de tampão Ambos os lados Símbolo do contorno F A Garganta R Ângulo do entalhe Comprimento e espaçamento.05 16:09:47 .American Welding Society (Fig.33 Obs. devendo ter resistência de cálculo maior que a do metal base (metal a ser soldado).5 — Designação de eletrodos O eletrodo a ser utilizado em uma ligação soldada deve ser compatível com o metal base. referências T S (t) Extremidade (omitir quando não houver referência) Linha de referência Símbolo básico da solda ou referência do entalhe Esquema simbólico do corte transversal do cordão B Figura 9.106 Estruturas metálicas 9.indd 106 11. Tabela 9.6 — Simbologia de solda A simbologia de solda adotada nos desenhos de estruturas metálicas é a da AWS .1 — Símbolos básicos de solda Chanfro e topo Trazeira Filete Tampão Topo em V Bisel em U em J Curva V Curva bisel Tabela 9. tipo de eletrodo Representa a resistência à ruptura por tração fw em ksi (kilo pound/in2) = (kilo libra/polegada2) Exemplo: E70xx → fw = 70 ksi = 485 MPa E60xx → fw = 60 ksi = 415 MPa Na soldagem manual o eletrodo mais comum é o E70xx. centro a centro do cordão (solda intermitente) Solda de campo Outro lado Lado da flecha A C–E Solda de contorno A flecha indica o lado da solda na junta As versões A e B servem para o elemento com chanfro Lado do filete ou profundidade da preparação Especificação. independentemente da seta. 9.33 e Tabelas 9. Os eletrodos são referenciados genericamente por: E xx xx Posição de soldagem.: .1 e 9.2).10. 9.2 — Símbolos suplementares Backing Espaçador Contorno De montagem Reto Contorno Convexo Capitulo 09.A leitura é feita da esquerda para a direita. processo.

podem ser classificadas em: • • • • • Junta Junta Junta Junta Junta de topo (Fig. Todavia. 9.9.46 • Solda de filete (Fig. segundo o tipo de junta.1 — Exemplos de soldas de filetes • Solda de filete (Fig.47): contínua dois lados perna com espessura de 5 mm Figura 9.45 b) de canto (Fig. tampão em furos ou rasgos). utilizando-se nos cálculos apenas a resistência das últimas.2.10.3) Se numa mesma ligação forem usados dois ou mais tipos de solda (entalhe.45 e 5 5 5 5 5 5 Solda desejada Planta Seção transversal Elevação Figura 9. 9.05 16:09:44 .45 e) a 9. 9.45 a) em “tê” (Fig. 9. 9. a resistência de cálculo de cada um desses tipos deve ser determinada separadamente e referida ao eixo do grupo.45 d) de borda (Fig.45 c) com transpasse ou sobreposta (Fig. filete.10 — Exemplos de aplicação da simbologia de solda As ligações soldadas. 9.indd 113 11.10.Item 7. 9. esse método de compor resistências individuais de soldas não é aplicável a soldas de filete superpostas a soldas de entalhe.Capítulo 9 — Ligações soldadas 113 9.3 – Combinação de tipos diferentes de soldas (NB-14 . a fim de se determinar a resistência de cálculo da combinação.46): contínua apenas um lado perna com espessura de 5 mm b 5 5 5 c 5 d 5 Solda desejada Planta Seção transversal Elevação Figura 9. 9.47 Capitulo 09.

Escada de aço com degraus em chapa dobrada. Como anteprojeto de arquitetura. 10. 10. Piso em chapa de aço.500 B Capitulo 10.1.000 Escada 3 A B 3.1 — Dados preliminares do projeto Os parâmetros para a execução deste projeto são: • • • • • • • Mezanino com dimensões de 3. em perfil C laminado.10.000 mm × 5. Vigas secundárias em perfil C laminado.indd 129 11. Vigas principais em perfil I laminado. tem-se as Figs.05 16:17:16 . A distância do piso inferior acabado ao piso do mezanino acabado é 3.310 mm.Capítulo 10 — Projeto de mezanino e escada de acesso em aço 129 PROJETO DE MEZANINO E ESCADA DE ACESSO EM AÇO Capítulo 10 10. Vigas longarinas da escada de aço.2 e 10.500 Figura 10.3 A Parede divisória B A C 1 2 3.000 mm com escada de aço para acesso.1 — Planta do mezanino 1.

38 = 15.10 cm2 = 5.4 × 7.610.00 V4 Escada Vs Vs Vs Vs Vs 1.864.50 C1 0.695 = 10.70 kg/m (Fig.485 0.900 N φv Vn > γ V = 1. 08 KE 5. 34 × 205 × 109 = 71.89 Nm Nd = 1.6 Aw f y Aw = dt w = 20.50 0.409.3 — Cálculo das vigas do mezanino 0. 53 + = 0.48 < 1.351. 89 15.53 Nm 5.20) (Tabela E. v6.9 × 2.00 V5 C4 C5 Figura 10.4 × 10. v2.34 cm = 287.05 16:17:21 . 08 fy 250 × 106 λa < λPV compacta para o cisalhamento Vn = VpL = 0.901.50 0.87 12.773 N 10.50 V1 0.21 = 5.4 × 3.32 × 0.00 cm4 = 399.4.351. v4.081.000 N φv Vn = 0.6 × (19.Capítulo 10 — Projeto de mezanino e escada de acesso em aço 139 Nd = 1.indd 139 11. 46 280.16 cm3 = 2.34 cm2 Vn = 0.156 0.46 cm Vs V7 Vs Vs Vs Vs Vs Vs 254 tw = 7.17 tw λPv = 1. 47 = 1.19 — Esquema estrutural • Vigas principais — (v1.80 cm3 = 10.20 Capitulo 10.20 cm4 = 2 49.10.00 OK! Verificação do cisalhamento: h λa = = 20.404.50 0.50 C2 1.000 = 2. v3.50 0.965. 271) A Ix Nx rx Iy wy ry = 48. 10.34 × 10–4) × 250 × 106 = 2.50 0. p.9 ⋅ 37.02 + 0.901.00 V2 V3 V8 Vs Vs Vs Vs Vs Vs Vs Vs C3 V6 1.50 0.30 x Figura 10. v7 e v8) y Adotado perfil I 254 × 37. v5.952 = 19.70 118.50 0.

25 Nm φv Vn = 45.00 × 0.4 × 400 = 560 N 0. 10.60 N φb Nn = 2.864. 4 × 340 = 0. 10. fy k = 5.00 N P 800 N/m 5.85 P1 Fixação: 10% × P1 Total Sobrecarga → 2.67 × 0.18 < 1. 10. 25 e φv Vn = 45.85 Figura 10.8 × 6. 00 + = + φ N n φb M n 160.6.34 = 71.17 = 0.4 × 10–4)] 250 × 106 Vn = 50.10. 01+ 0.797.84 N = 14.000 N 1.67 N 48.67 × 0.5 = 400 N 1.200 N • Esquema de carregamento (Fig.17 N 38.9 × 50.28 N ≅ = ≅ 160 N 1.34) 400 N N = 1200 N V = 400 N Mf = 400 × 0.33) (barras de perfil quadrado 50 × 50 × 4) 2 barras 50 × 50 × 4 1 montante Barra chata → → → 2 × 56.60[2 × (4.5 56. 200 1.1 – Fixação de degraus Os degraus da escada serão fixados nas vigas longarinas mediante apoio em cantoneiras L 50.08 λpv = 1.Capítulo 10 — Projeto de mezanino e escada de acesso em aço 149 λpv = 1.85 = 340 Nm Como verificado anteriormente.33 P • Carga horizontal H = 800 × 0.360 N Portanto: Nd Md 1. 47 250 ×106 λa < λpu → é compacta para o cisalhamento Vn = Vpl = 0.60 An f y Vn = 0.2 × 0.08 K E .400 N φv Vn = 0.34 × 205 ×109 0.50 = 142. 60 2.34 10.indd 149 11. 4 × 1.360 N φv Vn > γV = 1.4 × 533 = 746.000 × 0.360 N > γV = 1.8 × 50.35 (Fig.400 = 45.864.35) Capitulo 10.85 76.200 N Figura 10. φc Nn = 160.6 — Ligações 10.20 N Dimensionamento dos montantes do corrimão • Composição da carga Normal P (Fig.797.50 = = = 56.05 16:17:25 .

38 kN/m2 Capitulo 11. 98 ⎪ z = 10. 40 mm Declividade da cobertura 15° = 27% As colunas serão compostas com perfis metálicos Os fechamentos das faces transversais são de telhas de aço Segundo a NBR 6123.1 — Dados preliminares do projeto • • • • • • • • • • • • • Cobertura em duas águas com tesoura em estrutura metálica A cobertura será em telhas de aço trapezoidal. 76 Fr = 0. 11.00 Velocidade característica do vento Vk = V0 S1S2S3 h ≤ 3. 00 m → S 2 = 0.0 = 21.0 Fator de rugosidade: S2 Rugosidade = 4 Classe da edificação = B S2 = b Fr (Z/10)P b = 0.2 — Cálculo da ação do vento O cálculo será feito segundo a NBR 6123 — Forças devidas ao vento em edificações.32 kN/m2 h ≤ 10.0 m → Vk = 30 × 1.125⎬ z = 5.72 × 1. 00 m → S 2 = 0.0 m → q = 0.29 kN/m2 h ≤ 5. Cidade de Manaus ⇒ velocidade básica do vento = 30 m/s • • Fator topográfico: S1 = 1.indd 155 11.613 V2 k h ≤ 3. 00m → S 2 = 0. 83 ⎭ • • Fator estatístico: S3 = 1.Capítulo 11 — Projeto de um galpão com estrutura em aço 155 PROJETO DE UM GALPÃO COM ESTRUTURA EM AÇO Capítulo 11 11.80 m/s h ≤ 10.60 m/s h ≤ 5.76 × 1.0 = 22.0 m → q = 0.83 × 1.0 m → Vk = 30 × 1.0 × 0.10. 85 ⎫ z ≤ 3.0 = 24. a construção será considerada permeável Os perfis serão laminados: ASTM-A36 Serão utilizados parafusos comuns: ASTM A-307 Será utilizado para solda: eletrodo E60XX AWS Local da construção: cidade de Manaus Rugosidade do local = 4 Pé direito: 5.0 × 0.90 m/s • Pressão dinâmica: q = 0. 72 ⎪ p = 0.05 16:34:16 .0 m → q = 0.0 m → Vk = 30 × 1.1 11.0 × 0.0 m Largura da construção: 20 m O anteprojeto esta apresentado na Fig.

952 mm d 3 = 2.5002 + 2.500 tg15° = 1.570 mm v 3 = 900 + 5.2402 = 3.766 ≅ 3.588 e4 2.240 mm 0 v 4 = 900 + 7.500 20.5002 + 3.25 m1 = m2 = m3 = m4 = 2. 11.4.588 e3 6.3. 9 × 2284 Verificação do cisalhamento φv Vn = 104.000 Figura 11.indd 169 11.580 mm d1 = 2. 21 = 0.490 > γ V = 1.500 d4 Figura 11.000 tg15° = 2.5002 + 1.5802 = 4.1 – Carregamento 1) Peso próprio (Fig. 00 0.960 + = 0. 4 × 310 1. será adotado d = 1/2” Correntes 2.5702 = 1.24 m4 2.90 v1 d1 m1 2.3 × (1 + 0.4 — Cálculo da tesoura A geometria das tesouras é apresentada na Fig. 52 < 1.952 mm d 2 = 2. 2.33 × 20) = 17.5702 = 2.10.5.076 0. 11.25.5002 + 1.500 v2 d 2 v3 m2 2. 31+ 0. 0 φb M n φb M n x y 1.500 d 3 v4 m3 2.500 2.24) Como o esforço de tração nos tirantes será menor que nos existentes para as terças.05 16:34:21 .33 L) = 2.3 – Verificação do esforço combinado Md Md y x + ≤ 1.588 e1 2.258 mm v 1 = 900 mm v 2 = 900 + 2.4 × 2.500 tg15° = 2.Capítulo 11 — Projeto de um galpão com estrutura em aço 169 11.873 N Correntes (Fig.3(1 + 0.357 mm d 4 = 2.000 tg15° = 3.26) Estimativa do peso próprio da tesoura pela fórmula de Pratt: gT = 2.500 mm e1 = e 2 = e 3 = e 4 = 2.367 mm 11.500 11. 11.000 v5 α = 15° 0.5 kgf/m2 ≅ 180 N/m2 Tesouras Terças Contraventamento + correntes Telhas = 180 N/m2 = 61 N/m2 = 10 N/m2 PPestrutura = 251 N/m2 = 120 N/m2 PPtotal = 380 N/m2 Capitulo 11.910 mm v 5 = 900 + 10. 9 × 20.588 e2 2. 4 × 3.

77 • Ce (a = 0°) (Fig.8 C L Ce = 0.77) Ce = 0.204 Estruturas metálicas 11.05 16:34:30 .6.2 Figura 11.8 Ce = 0.10.4 Figura 11. 11.2 Ci = 0. 11.1 – Contraventamento no plano da cobertura • Ação frontal do vento na parede do oitão Coeficiente de pressão (Cpe) e de forma externas (Tabela 10.indd 204 11.4 C L Ce = 0.78 Coeficiente de pressão (Cpi) e de forma internas • Ci (+ 0.79) C L Ci = 0.78) Ce = 0.6 — Contraventamento do galpão 11.7 Figura 11. 11.2) (Fig.79 Capitulo 11.4 Ce = 0.1) • Ce (a = 90°) (Fig.

000 A A B 5. O eletrodo para solda será E60 XX AWS.000 25.750 14. incluindo os consolos.750 1.indd 215 CORTE BB 5.000 5.750 1. dispensando-se as treliças nas extremidades da construção. oferece iluminação e ventilação naturais.750 1. As colunas são de concreto e encontram-se prontas no local. Os parafusos das ligações serão comuns.10. (Fig. Os perfis deverão ser laminados.000 11.350 mm Figura 12. O Shed possibilita a eliminação de colunas internas. conforme a necessidade operacional da indústria.1 — Dados do projeto ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ Cobertura metálica em Shed ou Dente de Serra.000 Viga trave θ = 15° (27%) Coluna de concreto (20x40 cm) H = 27% 5. A relação de permeabilidade da construção não é bem definida.: A construção em Shed iniciou-se nas fábricas de tecidos da Inglaterra.000 = 1. Pode haver aberturas para a passagem de veículos.000 5. ASTM A-307.750 1. PLANTA BAIXA 1 A 2 B 3 4 5 6 1.05 16:44:13 . 12.000 CORTE AA H Viga mestra 6. exceto o topo das mesmas.750 1.A36. havendo portanto liberdade de detalhamento dos chumbadores dos apoios das vigas mestras (fck = 20 MPa).1 Capitulo 12.750 1. ASTM . Os fechamentos das faces transversais são de alvenaria.Capítulo 12 — Projeto de uma cobertura em Shed 215 PROJETO DE UMA COBERTURA EM SHED Capítulo 12 12. A inclinação do telhado é φ = 15° (27%).750 1. pesando 50 N/m2.1) Obs. A cobertura será em telhas de aço.000 H B 14.000 5.

000 N P2 4.100 N P3 = 3.000 N 700 N 20.000 Figura 12.75 × 5.100 N P2 3.669 ≅ 3.000 N P2 4.000 N P2 4.000 N 1.3. 75 5.000 N P1 = 160 × P1 2.750 1.750 1.750 1.000 N P2 P2 P2 P2 P2 P2 P2 P2 P2 1.350 4.750 1.000 N 4.100 N P1 1.33 L) = 23 × (1 + 0.100 N P2 3.100 N P2 3.5 — Cálculo da viga mestra Estimativa do peso próprio da viga treliçada pela fórmula de Pratt: gt = 23 × (1 + 0.750 14.000 N 4.000 N P2 4.100 N P2 3.383 × 5.100 + 25.750 14.5.383 ≅ –4.00 — 5.000 N 4. 12.000 N P2 4.100 N 3.750 1.750 1.750 1.20 ● Carregamento 2 (PP + vento) (Fig.indd 234 11.000 N P2 4. 00 − ≅ −2.750 1.00 + 1.05 16:44:22 .21) 1.100 N 3.75 × 5.100 N 1.75/2 × 5 + 1.1) PT = 20.700 × 1.750 1.100 N P2 3.1.550 N P1 P2 P2 P2 P2 P2 P2 P2 P1 1.000 = 28.20 ≅ 25.100 N 3.350 1.100 N 3.000 N 4.550 N 3.000 N 4.669/2 ≅ 1.550 N 1.000 N P2 4.000 N 2.20) P1 = 160 × 1.100 N 28.750 1.550 N P2 = 160 × 1.100 N P1 1.1 – Carregamento no plano da viga mestra ● Carregamento 1 (PP + SC + talha) (Fig.234 Estruturas metálicas 12.750 1.750 1.700 N Majoração da carga (NB 14 . 12.item B.Anexo B .000 N 2 2 P2 = 160 × 1.550 N P2 3.750 1.000 N 2.100 N 3.000 N P1 2.000 N 12.750 1.000 Figura 12.000 N 4.5.33 × 14) ≅ 130 N/m2 Adotado Contraventamento gT = 150 N/m2 gc = 110 N/m2 = 160 N/m2 Peso próprio da estrutura g Talha Carga: PP: Total: 20.21 Capitulo 12.10.100 N P2 3.

25W f y .258 Estruturas metálicas • Resistência à flexão da barra de cisalhamento Md = Hd × 5 5 = 9. 12.00 ≅ 73 m2 Calha retangular: B = 15 cm × = 7.0 = 3. 8 cm 3 4 4 H 2b 1. iremos utilizar o apêndice sobre águas pluviais (apêndice C).5 cm Área de telhado coberta: 65 m2 > 36 m2 Condutores verticais → d = 50 mm Pode-se adotar as calhas com quedas apenas para um lado. 12.9 × 225 = 202.5 cm (Fig.5 × 7. 2 cm 3 = W= 6 6 M n = 10. conforme apresentado na Fig.8 — Dimensionamento das calhas Para o dimensionamento de calhas e condutores. será adotada a precipitação de 150 mm/h × m2 Calha retangular: B = 10 cm × h = 5 cm (Fig. 22 × 30 = = 10.000 B AP-6 Declividade das calhas: 0.5 kNcm > Md = 23 kNcm 12.12.00 ≅ 36 m 2 2 As calhas terão caimento para os dois lados. H 2b 1.53 Área de influência 1 A 2 AP-1 3 AP-2 4 AP-3 5 AP-4 6 AP-5 calha calha calha calha C L calha 14. 2 × 25 = 225 kNcm Z= então: Mn = 225 kNcm φ Mn = 0.178 × 14. 22 × 30 = 7.53 Para a cidade de São Paulo.54 Capitulo 12. conforme a Fig.indd 258 11.178 × 14. Área de telhado = 5. 25 × 7. 8 × 25 = 270 kNcm < 1.54) Queda total: 0.56) h = 5 cm B = 10 cm Figura 12. 9 M n = Z f y ≤ 1.5% AP-7 AP-8 AP-9 AP-10 AP — Condutor de águas pluviais Figura 12. 12.10.55.05 16:44:29 . 2 × = 23 kN cm 2 2 φ = 0. Neste caso tem-se: Área do telhado: 5.

2 – Terças e correntes Terças (pp) .5 cos 15°) = 604 N/m • (Vento .Pressão) = 150 × 2.00 m Distância entre Terças .5 = 100 N/m (PP) = 200 N/m • (SC) = 250 × (2.750 N/m • (Vento .5 = 100 N/m (Telhas) → 40 × 2.3 – Carregamentos Vão das Terças .1 A.260 Estruturas metálicas ANEXOS ANEXO A — EXEMPLO DE DIMENSIONAMENTO DE TERÇAS A.500 2.–1.indd 260 11.500 cos 15° α = 15° α = 15° Figura A.6 × 6 = Tirantes 36 N/m2 4 N/m2 40 N/m2 (Terças + Tirantes) → 40 × 2.4 – Cargas atuantes Terças .3 a 5 N/m2 (O valor adotado deverá ser verificado após o dimensionamento) A.1 – Ações atuantes nas telhas da cobertura (Fig.10.500 α = 15° α = 15° 2.L = 6.5 = 375 N/m anexos.6 L N/m2 (Este valor deverá ser verificado após o dimensionamento.500 2.05 16:48:30 .Sucção) = –1500 × 2. L = vão) Correntes (pp) .2.1) peso próprio (PP) sobrecarga (SC) Vento (sucção) Vento (pressão) 40 N/m2 250 N/m2 (Valor em projeção horizontal) .500 N/m2 (Este valor deverá ser verificado pela Norma de Vento) 150 N/m2 (Este valor deverá ser verificado pela Norma de Vento) A. A.50 m Peso próprio (PP) terças + correntes + telhas Sobrecarga (SC) Vento — sucção Vento — pressão 2.5 = –3.

1 — Detalhe de Apoio de Tesoura Montante Diagonal Banzo inferior Diagonal Gusset C.10.05 16:48:33 .3 — Detalhe de Nó de Cumeeira anexos.indd 266 11.2 — Detalhe de Nó de Banzo Inferior Terça Banzo superior Gusset Diagonal Diagonal C. Banzo superior Banzo inferior Gusset Chumbador Barra de ancoragem C.266 Estruturas metálicas ANEXO C — DETALHAMENTO DE NÓS EM ESTRUTURAS TRELIÇADAS Fazer coincidir nos nós as linhas neutras de cada barra.

calculado em relação ao eixo situado no plano da alma IT momento de inércia à torção ec espessura do cordão de solda S superfície para pintura.650 Séries CVS 200 .950 e 1.400.indd 275 11.650 Séries VS 200 .450 e 500 . não incluindo a solda área da seção transversal altura total espessura da alma altura da alma espessura da mesa largura da mesa (eixo) linha paralela à mesa que passa pelo centro de gravidade da seção transversal do perfil Y-Y (eixo) linha perpendicular ao eixo X-X.000 .500 Abreviaturas usadas nas tabelas massa nominal do perfil. 600 . mais 1/3 da área comprimida da alma.10.550.1.05 16:48:37 . 450 . que passa pelo centro de gravidade da seção transversal do perfil Ix momento de inércia em relação ao eixo X-X Wx módulo de seção em relação ao eixo X-X rx raio de giração em relação ao eixo X-X Iy momento de inércia em relação ao eixo Y-Y Wy módulo de seção em relação ao eixo Y-Y ry raio de giração em relação ao eixo Y-Y rT raio de giração da seção formada pela mesa comprimida.500 e 600 .Anexos 275 ANEXO F — PERFIS SOLDADOS Séries CS 200 . por metro linear de perfil M A d tw h tf bf X-X bf Y tf d X CG X h tw ec tf Y anexos.

50 Este livro está à venda nas seguintes livrarias e sites especializados: .R$ 98.

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