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TÍTULO DO CAPÍTULO (TIMES NEW ROMAN, 16)

Subtítulo (Times Nem Roman 14)


2.1. Corpo padrão do parágrafo do texto: Times New Roman 12, espaçamento duplo, com
recuo de parágrafo na primeira linha de um vírgula vinte e cinco (1,25) centímetros.
2.2. O texto é digitado com tinta preta.
2.3.O nome deste estilo é normal.
2.4. As medidas padrão da página são:
2.4.1. Para o papel: Formato A4 (230 x 210 mm);
2.4.2. As margens superiores e inferiores medem cerca de 2,5 cm; a margem da esquerda, 3
cm e a da direita 2 cm.
2.4.3. A distância entre o título e a margem superior é de cerca de 8 cm; e a distância entre o
primeiro parágrafo e o título é de cerca de 3 cm.
2.5. Use os estilos preestabelecidos para formatar automaticamente seu documento. Na régua
de ícones, você pode escolher o estilo Título do capítulo para formatar o título do capítulo; o
1 subtítulo e o 2 subtítulo para formatar os subtítulos e os subtítulos; o estilo citação
formatará o parágrafo com o padrão específico para as citações, e assim por diante.1
2.6. Empregam-se no, texto, diferentes espaços interlineares;
1.6.1. O texto é digitado em espaço duplo;
2.6.2. Nas citações e transcrições isoladas emprega-se espaço simples;
2.6.3. Entre o texto e as citações isoladas, o espaço é triplo.
2.6.4. As notas de rodapé (e de fim de texto) são digitadas em espaço simples;
2.6.5. Após a inserção do número, já na nota ao rodapé, deve-se dar três espaços; a linha
seguinte começa na margem, bem como as demais; exemplo:
Em 1965, Paulo VI deu o nome que, atualmente, conhecemos: Congregação para a Doutrina da Fé, cujo
prefeito é o Cardeal Joseph Ratzinger.

2.7. Os parágrafos começam no quinto toque (1,25 cm);


2.7.1. quando os parágrafos são numerados progressivamente, conserva-se o espaço duplo
entre as linhas.
2.7.2. entre os espaços numerados há quatro espaços;
2

2.7.3. entretanto, quando se trata apenas de desdobramento de parágrafo, o espaço permanece


duplo;
2.7.4. chama-se desdobramento de parágrafo a utilização de dois ou mais números;
2.7.5. as páginas com títulos de capítulos, ou partes, não são numeradas, mas contam para
efeito de seqüência.
2.7.6. As citações de até três linhas são citadas no própria seqüência do texto, entre aspas. As
citações com mais com quatro linhas no mínimo, são isoladas e começam no décimo toque
depois da margem (2 cm), e a margem direita também recebe recuo idêntico de 1 cm,
reduzindo-se a fonte ao tamanho 10. Todas as linhas dessas citações e transcrições obedecem
a mesma orientação. Veja, agora, como inserir uma nota de rodapé.2
Texto padrão para as citações no corpo do trabalho acadêmico: Times New Roman 10,
espaço simples, com recuo de dois centímetros e meio (2 cm), a partir da margem esquerda
e de um centímetro (1 cm), a partir da margem direita. O texto deve ser escrito de modo
normal (sem itálico e sem negrito, a menos que assim esteja no original); somente se
emprega aspas quando o texto assim estiver no original (pois o textos já está destacado em
função do tamanho da fonte e dos recuos). A citação deve ter no mínimo quatro (4) linhas.
A fonte deve ser citada em nota de rodapé.3
2.8. Entre o texto e as citações e transcrições isoladas, o espaço é triplo.
2.9. Quando os parágrafos são numerados progressivamente, conserva-se o espaço duplo entre
as linhas.
2.9.1. Entre os parágrafos numerados há quatro espaços;
2.9.2. Entretanto, quando se trata apenas de desdobramento de parágrafo, o espaço permanece
duplo.
2..9.3. Chama-se o desdobramento de parágrafo a utilização de mais de dois números.
2.10. As páginas são numeradas no canto superior direito, nos limites das margens superior e
direita.
2.11. As páginas com títulos não são numeradas (mas a numeração dela é contada na
seqüência);
2.11.1. neste caso, é sempre melhor que cada capítulo, parte e/ou seção, seja gravado como
2.11.2. um arquivo diferente, o que possibilita reiniciar a numeração sem que o número da
página apareça.
2.12. Os títulos dos capítulos são digitados centralizados, 8 cm abaixo da margem superior da
folha.
2.13. O texto inicia-se 4 cm abaixo do título.
2.14. Quando uma citação iniciar-se após um trecho suprimido, ou suprimido após o texto
digitado, emprega-se (...).
2.15. Quando o texto no original estiver com erro de ortografia, ou de concordâncias
gramaticais, emprega-se [sic]; o mesmo também pode ser feito quando houver uma
discordância muito forte entre o texto do autor e quem está fazendo o trabalho. Normalmente,
[sic] indica anomalia ou erro no texto citado.
2.16. Também pode ser empregado [!] para indicar ênfase ou admiração, [?] para indicar
dúvida quanto a algum pormenor e (!?), para indicar um “estranhamento” quanto a alguma
2.16.1. frase ou afirmação, ou que não faça muito sentido ao que fora dito anteriormente.
3

2.16.2. quando houver necessidade de se ressaltar alguma passagem da citação, não grifada no
original, emprega-se [o grifo é meu], após grifar-se a palavra ou frase (neste caso, grifando-se
em itálico].
1.17. Qualquer citação deve corresponder a um item da lista bibliográfica.
1.18. A citação reproduz fielmente o original, mesmo nos seus erros, ou grafia arcaica.
2.19. Palavras estrangeiras podem ser grafadas entre aspas ou em itálico, devendo-se, porém,
manter o mesmo critério durante todo o texto.
1.19.1. quando houver necessidade de inserir texto em outro idioma, digita-se o texto
traduzido no corpo do texto, inserindo uma nota de rodapé após o mesmo, onde deverá
constar o texto no idioma original.
2.19.2. As partes indispensáveis do trabalho acadêmico são:
• Folha de rosto4
• Sinopse e abstract (quando necessário)
• Sumário
• Introdução
• Desenvolvimento (capítulos)
• Conclusão
• Notas (quando o/a aluno/a preferir notas de fim de texto)5
• Bibliografia
• Anexos (textos por extenso, planilhas, tabelas, figuras fac-símiles etc)
2.19.3. Resumo (Sinopse) é uma breve exposição do argumento principal do trabalho, em
linguagem concisa e clara, capaz de auxiliar o leitor na sua decisão de consultá-lo. Suas frases
são elíticas, embora não repitam títulos de partes, capítulos ou subdivisões.
2.19.4. O resumo (sinopse) situa-se imediatamente após a página de rosto.
2.19.5. A mancha da sinopse é proporcional ao tamanho da página.
2.19.6. As margens superiores e inferiores são estabelecidas de modo simétrico, de tal maneira
que o número de espaços acima do título, “sinopse”, seja aproximadamente igual ao que fica
abaixo da sua última linha;
2.19.6.1. Suas margens laterais, à esquerda e à direita, obedecem 2,5 cm, sendo digitada e o
espaço entre linhas é simples.
2.19.7. Chama-se Abstract a versão do Resumo (Sinopse) para o inglês;
2.19.7.1. Essa versão é digitada da mesma maneira que o Resumo (Sinopse), na página
imediatamente seguinte a esta.
2.19.7.2. Tanto acima do Resumo (Sinopse), quanto de sua versão, dá-se a indicação
bibliográfica constante de SOBRENOME, nome do autor, título do trabalho, localidade, nome
da instituição e a data.
2.19.7.3. Após o Abstract, indicam-se as “Palavras Chave” que contenham o significado
global do contexto, ou que o explique e identifique, e sua versão para o inglês. Vejamos um
exemplo de Resumo (Sinopse) e Abstract, Palavras Chave e Keywords:
4

AUGUSTO DE BARROS, Waldemar Neto. Economia libidinal (de Lyotard a Reich).


Eroticidade e resgate do real sentido dos objetos, à luz da condição pós-moderna. Seminário.
In: Grupo de Pesquisa sobre Religião e Pós-Modernidade. Coordenador: prof. Dr. Jaci
Maraschin. São Bernardo do Campo: Pós-Graduação em Ciências da Religião da
Universidade Metodista de São Paulo, 20 de fevereiro de 2003.

RESUMO

O presente artigo propõe articular as teorias de economia libidinal (Lyotard)


sexual/libidinal (Reich) como ponte metodológica na deconstrução que ambos fazem
dialético de materialismo e fazem freudianismo. Tomando como pressuposto que [ainda]
estamos numa condição pós-moderna, na qual a decretação da morte das grandes narrativas
(especialmente as de emancipação) leva à “perda de objetivos reais e da realidade dos
objetos”, a superação da economia política para uma sexual/libidinal, mediada pelo eixo do
erótico-prazeroso, depende de que o sentido real do objeto seja recuperado para que atinja a
eroticidade em toda sua potência orgástica como resposta à realidade virtual.

ABSTRACT

The present article intends to articulate the theories of libidinal economy (Lyotard) and
sexual/libidinal (Reich) as methodological bridge in deconstruction which both do to the
dialetic materialism and freudianism. Taking the presupposition that we are [still] in a post-
modern condition, on which decreeing the death of the great narratives (the emancipation
ones, especially) it takes to the “loss of real objectives and of the reality of the objects”, to
overcome the political economy for a sexual/libidinal, mediated by erotic-pleasurable axis,
depends on the real sense of the object that will be recovered so that it reaches an
eroticiness in all its orgasmic potency, as answering to the question of virtual reality.

PALAVRAS CHAVE

Condição pós-moderna, economia sexual e libidinal, eixo do erótico-prazeroso, eroticidade,


deconstrução do materialismo dialético e freudianismo; perda de sentido real dos objetivos,
realidade virtual.

KEYWORDS

Postmodern condition, sexual and libidinal economy, erotic-pleasurable axis, eroticiness,


deconstruction of dialectic materialism and freudianism; loss of real sense objectives,
virtual reality.

2.20. A Introdução deve fornecer as informações sobre o tema proposto, o propósito, a


metodologia e o conteúdo do trabalho;
220.1. a introdução não é longa.
2.20.2. Alguns autores consideram importante escrevê-la após a conclusão do trabalho, uma
vez que é possível alguma mudança no esquema original durante o desenvolvimento da
própria pesquisa.
5

2.20.3. A Conclusão deve fornecer um resumo avaliativo das principais implicações da


pesquisa elaborada.
2.20.4. O Desenvolvimento deve se dar de forma simétrica (mesmo espaço e mesma qualidade
entre si e entre os capítulos), interdependente (os capítulos devem sempre deixar evidente sua
ligação com o todo do trabalho) e lógica (fazer sentido naturalmente). A argumentação deve
ser clara, objetiva, bem fundamentada e bem documentada.
2.20.4.1. O Desenvolvimento deve ser dividido em tantas partes quantas forem necessárias
para a sua compreensão. Essas partes obedecem, naturalmente, as exigências da própria
matéria.
2.20.4.1.1. O Desenvolvimento estrutura-se em:
2.20.4.1.2. partes, para as divisões maiores;
2.20.4.1.3. capítulos, para as subdivisões dentro das partes; e
2.20.4.1.4. itens, para as subdivisões dentro dos capítulos.
3. NOTAS
Às vezes, no decorrer do texto, torna-se necessária, para efeito de clareza, ou para
documentar o que está sendo afirmado, a inclusão de certas informações ou explicações
adicionais que, se incorporadas no texto, quebrariam sua continuidade ou fluência.
Recorre-se, então, ao uso do que em editoração se chama de “notas”.
3.1. Situam-se no rodapé.
3.2. As notas podem ser explicativas ou bibliográficas.
3.2.1. As notas explicativas são de diferentes naturezas: comentários que não se encaixam no
desenvolvimento racional da discussão, traduções de termos ou frases estrangeiras,
desdobramento de informações dentro da linha de pesquisa etc.
3.2.2. As notas bibliográficas servem para localizar as fontes de idéias e das citações
utilizadas pelo autor. O único principio válido, a rigor, para a sua elaboração, é o do bom
senso. Assim, a nota bibliográfica não repete sodas as informações bibliográficas já indicadas
na lista bibliográfica inserida no final da dissertação, mas tão somente os elementos
necessários para identificar a fonte citada.
3.2.3. As notas são numeradas em forma consecutiva, por capítulos.
2.3.4. os números são arábicos.
3.3.5. A chamada para a nota de rodapé é feita logo após o termo que a exige, se no meio da
frase, ou logo após o ponto, se no fim, elevando-se a de um espaço.
3.4.5.1. Não deve ficar nenhum toque vazio entre a última letra do termo ou entre o ponto e o
algarismo da chamada.
3.4.5.1.1. Exemplo: Rodapé'
3.4.6. o mesmo número alto é usado no rodapé sem pontuação. A nota começa no terceiro
toque depois da margem.
3.4.7. A segunda linha da nota começa na margem, bem como as demais.
3.4.7.1. Exemplo:
1
A nota de rodapé começa logo após um toque depois do número da nota sobrescrita. O texto
das notas são alinhados, pelas margens normais do texto
6

3.4.7.2. O conteúdo da nota depende, naturalmente, das exigências do texto. Quando o autor
já foi mencionado, a nota apenas indica o título da obra correspondente e o número da página
da citação. Se o livro e o autor Já foram mencionados, a nota indica apenas o número da
página.
3.4.7.3. O termo “página” é abreviado com um “p”, o mesmo símbolo também designa o
plural.
3.4.7.3.1. Exemplo: p. 7
p. 7 a 28.
3.4.7.4. Na indicação de páginas emprega-se a conjunção “e” para duas páginas seqüenciais,
ou no.
3.4.7.3.1. Exemplo: p. 7 e 8
p. 7 e 10
3.4.7.5. Emprega-se a preposição “a” para designar uma seqüência de mais de duas páginas.
3.4.7.5.1. Exemplo: p. 7 a 22
3.4.7.5.2. Este sistema pode ser combinado.
3.7.4.5.2.1. Exemplo: p. 7 a 10 e 15
p. 7 e 10 a 15, ou p. 7 e 10 a 15 e 19
3.7.4.5.3. Quando houver uma seqüência de páginas não consecutivas, emprega-se a virgula
até o penúltimo número que será seguido da conjunção “e”.
3.4.7.5.3.1. Exemplo: p. 7, 9,15, 18,110 e 115.
3.4.7.6. O título da mesma obra citada mais de uma vez, em páginas diferentes seqüenciais,
será indicado na nota de rodapé, de forma abreviada, em lugar da conhecida forma op. cit.
3.4.7.6.1. Quando a mesma obra for citada mais de uma vez na mesma página, indica-se o seu
título no primeira citação, e apenas idem e o número da página, nas citações subseqüentes
dessa mesma página, quando necessário.
4. BIBLIOGRAFIA6
4.1. A bibliografia situa-se no final da dissertação.
4.1.2. A bibliografia é uma lista de obras consultadas para a elaboração da dissertação ou tese
citadas ou não no texto.
4.1.2.1. Essa lista pode ser organizada segundo diversos critérios sempre, porém,
determinados pela conveniência de seu uso pelos interessados.
4.1.2.2. Não importando o critério de sua organização, ela é sempre ordenada alfabeticamente.
4.1.3. Os elementos de referência de livros, folhetos, separatas etc, são retirados da página de
rosto.
4.1.3.1. Ao se tratar de livros, as seguintes especificações e ordem dos elementos são
necessárias:
autor/a(s); título; título original (quando tradução) ou tradução do título (quando em
idioma pouco conhecido); tradutor, prefaciador/a etc, quando necessário; número da edição; .
local da publicação; editora; ano da publicação; número de volumes e/ou número de páginas;
indicação de ilustrações, tabelas etc; e título da série. Exemplo:
7

CASTRO, Cláudio de Moura. Estrutura e apresentação de publicações científicas. São


Paulo: McGraw-Hill, 1976. 70 p.
4.1.3.2. Ao se tratar de artigos de revistas ou de capítulos de coletâneas de diversos autores, as
seguintes especificações e ordem dos elementos são necessárias:
“autor ou autores”; “título da parte referenciada”; “nome do revista ou da coletânea”; “local
da publicação”; “editora”; “data”; “número de páginas e/ou de volumes”; “indicação de
volume”, “tomo”, “parte”, “capítulo e número da página inicial e final do artigo ou capítulo
completo”. Exemplos:
MONTEIRO, Simei. Música evangélica e contexto cultural. Boletim Aste, São Paulo: Aste,
abril de 1979. p. 24.
SCHNERS, Robert. O século XIX; as civilizações não-européias; do limiar do século XX. In:
CROUZET, Maurice, ed. História geral das civilizações. São Paulo: Difusão Européia do
Livro, 1958. t. 6, v. 14, 355 p.
4.1.3.3. Ao se tratar de artigos de jornais, as seguintes especificações e ordem dos elementos
são necessárias:
“autor”; “título do artigo”; “título do Jornal”; “local da publicação”; “data (data, mês e ano)”;
“número ou título de caderno”, “seção”, “suplemento” etc; “página(s)”; e “número de ordem
da coluna” (quando imprescindível). Exemplo:
SANTOS, J. Alves dos. Porque luta Portugal na África. O Estado de São Paulo. São Paulo:
28 de maio de 1967. p. 64.
5. REGRAS DE PONTUAÇÃO
5.1. Nome de autor, título de obra, notas tipográficas (após o local da publicação, emprega-se
dois pontos), notas bibliográficas e notas especiais são separadas entre si por ponto seguido de
um toque.
5.2. Os elementos que compõem as notas tipográficas e bibliográficas são separados entre si
por virgula. Entre o sobrenome e os outros nomes do autor emprega-se também a vírgula.
5.2.1. O nome da série vem entre parênteses. Exemplo:
MARASCHIN, Jaci Correia, ed. Tendências da teologia no Brasil. São Paulo: ASTE, 1977.
115 p. (Teologia no Brasil, 4).
5.2.2. Os elementos que não figuram na obra referenciada são indicados entre colchetes.
5.3. TIPOS E CORPOS
5.3.1. O versal (ou maiúscula) é empregado nos sobrenomes de autores, nos nomes de
entidades coletivas, nos títulos de periódicos e em títulos de obras quando constituem a
entrada da referência.
5.3.2. O versal é empregado também na primeira letra de cada palavra dos títulos das séries,
bem como nos nomes de entidades coletivas e de editores.
5.3.3.3. O itálico (traço sob a palavra ou frase) é empregado nos títulos, de obras e periódicos
quando não iniciam a referência.
5.3.3.4. Dispensa-se o itálico nas expressões e abreviações latinas lá incorporadas ao domínio
comum.
5.3.3.5. Emprega-se o redondo nos demais casos.
8

5.3.3.5.1. Autores
5.3.3.5.2. Pessoas físicas
5.3.3.5.3. Quando a obra tem um único autor, menciona-se o sobrenome do autor, seguido dos
prenomes separados por virgula.
5.3.3.5.4. Quando são dois os autores, mencionam-se ambos, na ordem em que figuram na
página de rosto, ligados por “&”, sempre o sobrenome antecedendo o prenome. Exemplo:
SILVA, João da & RODRIGUES, Mário.
5.3.3.5.5. Quando há mais de dois autores, menciona-se o primeiro, seguido de “et alii.
5.3.5.5.6. Quando for necessário, mencionam-se todos os autores, separados por ponto e
vírgula. Exemplo:
SILVA, João da; RODRIGUES, Mário; ANTUNES, José; SÁ, Paulo.
5.3.5.5.7. Os nomes são transcritos tal como foram impressos no trabalho referenciado.
5.3.5.5.7. Considera-se como autor o editor intelectual ou compilador da obra coletiva, desde
que não se trata de periódico ou publicação seriada, acrescentando-se depois do prenome a
abreviatura correspondente em redondo depois de virgula. Exemplo:
MELO, José Marques de (org.) (ou comp., ou ed. etc.)
5.3.5.5.8. Se o autor usou pseudônimo, este deve ser adotado na referência. O nome
verdadeiro, no entanto, se for bastante conhecido, pode ser indicado entre colchetes depois do
pseudônimo. Indica-se, após o pseudônimo, a abreviatura, “pseud.”, depois de virgula.
Exemplo:
BLAKE, Nicolas, pseud. [LEWIS, Cecil Day].
5.3.5.5.9. Quando uma entidade coletiva assume a responsabilidade por um trabalho, ela é
tratada como autor.
5.3.5.5.10. As obras anônimas são referenciadas pelo título.
5.3.5.5.11. Quando são referenciadas diversas obras do mesmo autor, em seqüência, o nome
do autor é omitido nas referências seguintes à primeira, substituindo-o um travessão simples.
Exemplo:
FREYRE, Gilberto. Casa grande & senzala. Rio de Janeiro etc.
__________. Sobrados e mocambos. São Paulo...
5.4. TÍTULO
5.4.1. Forma do título
5.4.1.1. O título é reproduzido tal como figura na página de rosto.
5.4.1.2. Em títulos demasiadamente longos, as supressões, indicadas por três pontos, não
devem incidir sobre as primeiras palavras, nem obscurecer-lhe o sentido.
5.4.1.3. Os subtítulos, sempre em redondo, podem ser suprimidos.
5.4.1.4. Os títulos são impressos em itálico quando não iniciam a referência.
5.4.1.5. Os títulos de partes de obras coletivas ou não, e de artigos de periódicos devem ser
impressos em redondo, quando não iniciam a referência bibliográfica.
6. DOCUMENTOS TRADUZIDOS
9

6.1. Nos documentos traduzidos, indica-se o título original em redondo e entre colchetes em
seguida ao título, quando mencionado no documento. Exemplo:
AGG, Thomas Radford. Construção de estradas e pavimentações [Constructions of roads
and pavements]. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1957. 519 p., p., il.
6.2. Indica-se o idioma original do texto em nota especial quando não mencionado no
documento, a não ser que esta indicação já apareça na mesma referência bibliográfica.
Exemplo:
HEMINGWAY, Ernest. Por quem os sinos dobram. Trad. Monteiro Lobato. São Paulo: Ed.
Nacional, 1956. Original inglês.
6.3. O nome do diretor, tradutor, ilustrador ou de outros colaboradores da edição, deve ser
acrescentado ao título quando necessário. Exemplo:
TEAD, Ordway. A arte da administração. Trad. Celina R. Collet Selberg, rev. sob a
orientação da Escola Brasileira de Administração Pública por Marina Brandão Machado.
Introd. Benedicto Silva. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1957, 250p.
6.4. Indica-se o número da edição quando mencionado na obra, seguido de ponto e da
abreviatura da palavra “edição” no idioma da publicação.
Exemplo: 2ª ed. 2. Aufl.
6.5. Emendas e acréscimos podem ser indicados com abreviaturas. Exemplo: 2ª ed. rev. aum.
7. NOTAS TIPOGRÁFICAS
7.1. Local de publicação
7.1.1. O nome do local deve ser indicado tal como figura na publicação referenciada.
7.1.2. Aos nomes homônimos de cidades, acrescenta-se o dos respectivos estados ou países,
abreviados, quando conveniente. Exemplo: Cambridge, Mass. Cambridge, Great Britain.
7.1.3. Quando há mais de uma cidade, indica-se a primeira mencionada.
7.1.4. Quando a cidade não aparece na publicação, mas pode ser identificada, indica-se entre
colchetes.
7.1.5. Quando for impossível determinar o local, indica-se “s.l.”.
7.2. Editor ou editora
7.2.1. O nome do editor ou da editora é simplificado sem prejuízo para a sua identificação.
7.2.2. Quando houver duas editoras em cidades diferentes, indica-se a primeira.
7.2.3. Não se indica o nome do editor quando ele é também o autor.
7.2.4. Quando o editor não aparece na publicação, mas pode ser identificado, indica-se entre
colchetes.
7.2.5. Quando não há menção de editor, pode-se indicar o impressor.
7.2.6. Na falta de editor e impressor, indica-se “s.ed.”.
7.2.7. Data
7.3. Indica-se sempre o ano da publicação em algarismos arábicos, sem espacejamento.
Exemplo: 1979.
10

7.3.1. Quando a data não aparece na publicação, mas pode ser determinada, deve ser indicada
entre colchetes.
7.3.2. Sendo impossível determinar a data, indica-se “s.d.”.
7.3.3. Quando o local, editor e data não aparecem na publicação, indica-se “s.n.t.” (sem notas
tipográficas).
7.3.4. Nas referências bibliográficas de artigos de periódicos, substituem-se as abreviaturas
“v.”, “n.” e “p.” pelas seguintes indicações:
número do volume em destaque (grifo ou itálico); número do fascículo, entre parênteses; .
número de páginas, precedido por dois pontos. Exemplo:
BEVILÁQUA, Clóvis. Unificação internacional do direito privado. Revista de Crítica
Judiciária. Rio de Janeiro: 8 (4):235 a 243, out. 1928.
7.3.4.1. OUTROS EXEMPLOS
7.3.4.1.1 LIVROS
SOBRENOME (em ordem alfabética), Nome. Título do livro: subtítulo (se houver). Trad.
Nome do/a tradutor (se houver). #a ed. (a partir da 2a). Local: Editora, data. # p. Coleção.7
SOBRENOME, Nome & SOBRENOME, Nome (até 3 autores). Título do livro: subtítulo (se
houver). Trad. Nome do/a tradutor (se houver). #a ed. (a partir da 2a). Local: Editora, data. # p.
Coleção.
SOBRENOME, Nome et alii (mais de 3 autores). Título do livro: subtítulo (se houver). Trad.
Nome do/a tradutor (se houver). #a ed. (a partir da 2a). Local: Editora, data. # p. Coleção.
7.3.4.1.2 PERIÓDICOS
SOBRENOME (em ordem alfabética), Nome. Título do artigo: subtítulo (se houver). Trad.
Nome do/a tradutor (se houver). Título do periódico. Local: número, páginas inclusivas, data.
SOBRENOME (em ordem alfabética), Nome. Título do artigo: subtítulo (se houver). Trad.
Nome do/a tradutor (se houver). Título do periódico. Local: número, páginas inclusivas, data.
7.3.4.1.3. TESES NÃO PUBLICADAS
SOBRENOME (em ordem alfabética), Nome. Título do trabalho acadêmico: subtítulo (se
houver). Data. # f.8 (Tese de mestrado/doutorado. Nome da Universidade).
BARCELOS, M. P F. Ensaio tecnológico, bioquímico e sensorial de soja e guandu enlatados
no estádio verde e maturação de colheita, 1998, 160 f. Tese (Doutorado em Nutrição) -
Faculdade de Engenharia de Alimentos, Universidade Estadual de Campinas.
7.3.4.1.4. FOLHETOS
IBICT. Manual de normas de editoração do IBICT. 2ª ed. Brasília, DF, 1993, 41p.
7.3.4.1.5. DICIONÁRIO
HOUAISS, Antonio (ed.). Novo dicionário Folha Webster’s: Inglês/português,
português/inglês. São Paulo: Flha da manhã, 1996. Edição exclusiva para o assinante da Folha
de São Paulo.
7.3.4.1.6. CATÁLOGOS
MUSEU DA IMIGRAÇÃO (São Paulo, SP). Museu da Imigração. São Paulo: catálogo. São
Paulo, 1997, 16 p.
11

7.3.4.1.7. VERBETE DE DICIONÁRIO


LIBIDO. In: PIÉRON, Henri. Dicionário de psicologia. RJ: Globo, 1987, p. 313.
7.3.4.1.8. ESCRITOS MIMEOGRAFADOS
SOBRENOME (em ordem alfabética), Nome. Título do trabalho acadêmico: subtítulo (se
houver). Local: Instituição, data. # f. (Mimeografado).
ROXO, Roberto M. História da filosofia: pré-socráticos e Sócrates. São Paulo: Faculdades
Associadas do Ipiranga, s.d. 53 p. (Mimeografado).
7.3.4.1.9. DOCUMENTOS E DADOS DA INTERNET
SOBRENOME (em ordem alfabética), Nome. (data) Título do artigo: subtítulo (se houver).
Trad. Nome do/a tradutor (se houver). Endereço eletrônico <http:/www…>
MOURA, Gevilacio A. C. de. (1996) Citações e referências a documentos eletrônicos.
<http:www.elogica.com.Br/users/gmoura/refere/html>.
BARROS NETO, Waldemar Augusto de. Erotismo e pós-modernidade. (2002). In Revista
Eletrônica Correlatio (2). ISSN 1677-2644.
<http://www.metodista.br/Noticias/correlatio/num_02/a_barros.html>
CORREA, Paulo N, CORREA, Alexandra N. (s.d.) The Specter of Reich.
<http://www.aetherometry.com/Eaintro_specter.html>
7.3.4.1.10. DOCUMENTO SONORO E MUSICAL (INCLUI DISCO, CD, FITA
CASSETE, FITA MAGNÉTICA, PARTITURAS ENTRE OUTROS)
Os elementos essenciais são: compositor/a(s) ou intérprete(s), título, subtítulo (se houver),
outras indicações de responsabilidade (entrevistadores, diretor artístico, produtor etc), local,
gravadora (ou equivalente), data, especificação, suporte em características físicas e duração.
Quando necessário, ao final da referência, acrescentam-se notas relativas a outros dados.
7.3.4.2. “LONG PLAY” (UM INTÉRPRETE, UM COMPOSITOR)
BERÓFF, Michel. Quadros de uma exposição, suítes para piano, 1874 (versão original)
[S.I.]. Modest Mussorgsky. EMIC/VSM, Nº c 167-14.033, p1975, 1 disco sonoro, (34 min),
33 1/3 rpm, estéreo
7.3.4.3. CD (VÁRIOS INTÉRPRETES E UM COMPOSITOR)
EMERSON, Keith, LAKE, Greg, PALMER, Carl. Pictures at an Exhibition. Mussorksgy,
Emerson, Lake & Palmer. Original Music by Modest Mussorksgy. [Recorded at Line New
Castle City Hall, 26 March 1971]. Arranged: Keith Emerson. Produced by Greg Lake; Lyrycs:
Lake, Fraser. Nº 383480018-2, Victory Music Inc/Polygram Group Distribution [Los
Angeles/NY], © 1972, 1 CD, (63”47’).
7.3.4.3. CD (VÁRIOS COMPOSITORES E VÁRIOS INTÉRPRETES)
MPB especial. [Rio de Janeiro]: Globo: Movieplay, c1995, 1 CD (50 min). Globo Collection
(2)
7.3.4.4. CD (UM INTÉRPRETE E VÁRIOS COMPOSITORES)
SIMONE. Face a face {S.d.} EMI-Odeon Brasil, p1977, 1 CD (ca. 40 min). Remasterizado
em digital.
7.3.4.5. FITA CASSETE
12

FAGNER, Raimundo. Revelação. Rio de Janeiro: CBS, 1988. 1 fita cassete (60 min), 3 3/4 pps,
estéreo.

7.3.4.6. ENTREVISTA GRAVADA:


SILVA, Luiz Inácio Lula da: depoimento [abr. 1991]. Entrevistadores: Tremel e M. Garcia.
São Paulo: SENAI-SP, 1991. 2 fitas cassete (120 min), 3 3/4 pps, estéreo. Entrevista concedida
ao Projeto Memória do SENAI-SP.
1.4.10.6. Documento sonoro em parte:
Os elementos essenciais são: compositor/a(s) ou intérpretes( ) da parte (ou faixa de
gravação, título, subtítulo (se houver), indicações de responsabilidade (arranjadores etc),
seguidos da expressão base da referência do documento sonoro todo. No final da referência,
deve-se informar a faixa ou outra forma de individualizar a parte referenciada:
1.4.10.7. Faixa de “Long Play”:
ALCIONE. Toque macio. A. ro [compositor]. In: __________. Ouro e cobre. Direção
artística: Miguel Proeschi. São Paulo: RCA Victor, p. 1988. 1 Disco sonoro (45 min), 33 1/3
rpm, estéreo, 12 pol. Lado A, faixa 8 (4 min e 3 s).
1.4.10.8. Faixa de CD:
SIMON, Paul & GARFUNKEL, Art. The Concert in Central Park. The sounds of silence. Nº
700.057/8, Geffen Records/EPIC:RJ, s.d. 2 CD, Disco 2 (39min). Faixa 9 (4min 11 s).
1.4.11. Partitura:
Os elementos essenciais são: autror/a(s), título, subtítulo (se houver), local, editora, data e
suas características:
BARTÓK, Bela. O mandarim maravilhoso: op. 19. Wien Universal, 1952. 1 Partitura (73 p.).
Orquestra.
VILLA-LOBOS, Heitor. Coleções de quartetos modernos: cordas. Rio de janeiro: [s.n.],
1916. 1 partitura (23 p.). Violoncelo.
1.5. Imagem em movimento (inclui filmes, fitas de vídeo, DVD, entre outros):
Os elementos essenciais são: título, subtítulo (se houve), créditos (diretor, produtor
realizador, roteirista e outros). Elenco relevantes, local, produtora, data, especificação do
suporte em unidades físicas e duração. Os elementos complementares são: sistema de
reprodução, indicadores de som e cor e outras informações relevantes.
1.5.1. Videocassete:
OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. Coordenação de
Maria Izabel Azevedo. Sâo Paulo: CERAVI, 1983. 1 fita de vídeo (30min), VHS, son., color.

1.5.2. Filme de Longa Metragem:


CENTRAL do Brasil. Direção: Walter Salles Júnior. Produção de Martire de Clermont-
Tonnere e Arthur Cohn. Roteiro: Marcos Bernstein, João Emanuel Carneiro e Walter Sales
Júnior. Intérpretes: Fernanda Montenegro, Marília Pera, Vinícius de Oliveira, Sônia Lira,
Othon Bastos; Matheus Nachtengaele e outros. [S.I]: Le Studio Canal; Riofilme; MACT
Productions, 1998. 1 filme (106 min), son., color., 35 mm.
13

1.5.3. Filme de Longa Metragem em DVD:


TATI, Jacques. Playtime. Direção de Jacques Tatis. Produção de: Jacques Tati. Roteiro:
Jacques Tati. Música: James Campbell. Direção de Fotografia: Jean Badal. Produtora, 1967, 1
DVD (120 min), Série 116, NTSC, widescreen, son., color., produzido por Continental Home
Video.
1.5.7. Filme de longa metragem em vídeo:
CLARK, Larry, FITZPATRICK, Leo, PIERCE, Justin. Kids. Direção: Larry Clark. Roteiro:
Korine Harmony. Música: Lou Barlow & John Davis. Diretor de Fotografia: Eric Edwards.
Produtora Cary Woods, 1995, 1 VHS (96 min), MIR-008, NTSC, son., color., produzido por
© N.Y. L.L.C, Independent Pictures & The Guys Upstairs, distribuído por PlayArte Home
Video.
1.5.8. Entrevista (no todo ou em parte) em vídeo
GRANDES NOMES: J. R. R. Tolkien. Produtor: Julian Brikett. BBC. NUC ARTS Co-
production. Vídeo Documentário, RJ: GNT (Globo SAT), c1998, veiculado no 1º semestre de
2002, 1 VHS (48min). Produzido por BBC, London.
1.5.9. Show em Vídeo:
THE DANCES OF MOMIX. Pictures at an exhibition (Composed by Modest Mussorgsky;
orchestrated by Maurice Ravel). Directed by Bernard Hébert. Artist Director and Conductor:
Charles Dutoit. Productor Featuring: Moses Pendleton, Charles Dutoit and The Dances of
Momix - Dancers: Karl Barmann, Jim Capelletti, Kelly Holcombe, Cynthia Quinn and
Rebeca Stern. The Montreal Symphony Orchestra. Director of Photography: Daniel Jobin.
Production Designer: Marc-Andrel Coulombe. Recorded by Decca Records W/NET, for The
CBS/Rhombus Media. Montreal/© 1992. 1 VHS (33”), “picture format”: NTSC, VHS, som,
color. Produzido por Thirteen/Net Canadian Broadcast Corporation, Decca Records Company
and Channel 4 of Canada.
1.5.10. Show em DVD:
WINSTON, George. Seasons in concert. Live perfomance recorded in Nashville, 1996,
Windham Hill Records. Gravado por BMG Entertainment, c1999, 1 DVD (80min), picture
format: NTSC 4:3, son., color. Produzido por Windham Hill Group. © 1999, série 01934-
11471-9.
OLDFIELD, Mike. Art in Heaven. The Millennium Bell - Live in Berlin. Direção de “Art in
Heaven”: Gert Hof. Musicians: Mike Oldfield, guitars; Robyn Smith, MD/Conductor; Adrian
Thomas, MD/keyboards & guitars; Claire Nicholson, keyboards & guitars; Carrie Melbourne,
bass & Chapman stick; Fergus Gerrand, drums & percussions. Jody Linscott, percussions;
Mirian Stockley, Nichola Emmanuelle and Pepsi Domecque, soloists; with David Serame,
vocalist; also appearing The Symphony Orchestras State Academy Capella St Petersburg and
The Gunka State Choir of St. Petersburg. Música: Mike Oldfield. Berlin, Germany,
1990/2000. 1 DVD (80min), picture format: NTSC 4:3, son., color. Produzido por WEA
International Inc. © 2000, série 857388220-2.
1.6. Material gravado em CD-Rom9
CD-ROM DICIONÁRIO ELETRÔNICO HOUAISS DA LÍNGUA PORTUGUESA. Versão
1.0, dezembro de 2001.
BIBLE WORKS FOR WINDONSTM. VersionTM 3.5 026 NT/95, Miachael S. Busell and
Michael Tan © 1996, 1992-1997.
14

1.7. Documento Iconográfico:


Autor, título (quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou a indicação
sem título, entre colchetes), data e características físicas (especificação do suporte, indicação
de cor e dimensões). Quando necessário, ao final da referência acrescentam-se notas relativas
a outros dados necessários para identificar o documento.
1.7.1. Fotografia em papel
KOBAYASHI, K. Doença dos xavantes, 1980. 1 foto, color., 16 cm X 56 cm.
1.7.2. Fotografia publicada em jornal
FRAIPONT, E. Amilcar II. O Estado de São Paulo. São Paulo, 30 de novembro, 1988.
Caderno 2. Visuais. P. D2 1 foto, p&b. Foto apresentada no Projeto ABRA/Coca-cola.
1.7.3. Gravura
SAMU, R. Vitória: 18:35h. 1977. Gravura em serigrafia color., 46 cm X 63 cm. Coleção
particular.
1.7.4. Imagem em arquivo eletrônico
VASO. TIFF. Altura 1083 pixels. Largura 827 pixels. 300 dpi. 32 bit CMYK. 3,5 MB Formato
bitmap. Compactado. Disponível em: <C:\Carol\VASO.TIFF> 1999. Acesso em: 28 de
outubro de 1999.
1.7.5. Conjunto de Transparências
O QUE acreditar em relação à maconha. São Paulo: CERAVI, 1985. 22 transparências,
color., 25cm x 20cm.
1.7.6. Pintura a óleo
MATTOS, M. D. Paisagem Quatro Barras, 1987. 1 original de arte, óleo sobre tela, 40cm x
50 cm. Coleção particular.
1.7.7. Diapositivos (Slides)
O DESCOBRIMENTO do Brasil. Fotografia de Carmem Souza. Gravação de Marcos
Lourenço. São Paulo: CERAVI, 1985. 31 diapositivos: color. + 1 fita cassete sonoro (15 min)
mono.
1.8. Documento Cartográfico
Inclui Atlas, mapa, globo, fotografia aérea entre outros. As referências devem obedecer aos
padrões indicados para os documentos monográficos, acrescidos das informações técnicas
sobre escalas e outras representações utilizadas (latitudes, longitudes, meridianos etc) formato
e/ou outros dados mencionados no próprio item, sempre que necessário para sua identificação.
1.8.1. Atlas
ATLAS Mirador Internacional. Rio de janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil, 1981.
ROWLEY, H. H. Pequeno atlas bíblico. São Paulo: ASTE, 1965.
ATLAS DA BÍBLIA. São Paulo: Paulinas, 1986.
1.8.2. Mapas
BRASIL e parte da América do Sul: mapa político, escolar, rodoviário, turístico e regional.
São Paulo: Michalany, 1981, 1 mapa, color., 79 cm x 95 cm escala 1:600.000.
15

1.9. Sobre a encadernação do trabalho acadêmico


1.9.1. Quando grampeado
• Acrescente uma última folha em branco para servir de quarta capa;
• Use três (3) grampos: um na região mediana superior, outro no centro e o outro na
região mediana inferior da folha;
• Grampeie as folhas fixando os grampos a 1 cm da margem esquerda;
• Recorte uma tira de papel da mesma medida da altura da folha e cole sobre os
grampos (2 cm da margem), dobrando sobre o dorso até a quarta capa (2 cm da
margem) cobrindo as pontas dos grampos.
1.9.2. Quando encadernado em espiral
As encadernadoras que prestam esse tipo de serviço já o fazem dentro das normas e dão
a opção de serem acrescentadas capas plásticas (transparente para a frente e colorida como
quarta capa).

1.9.3. Quando encadernado com capa dura


As encadernadoras que prestam esse tipo de serviço já o fazem dentro das normas
oferecendo a opção de se acrescentar o título e outros dados na primeira capa.
16

BIBLIOGRAFIA

ABNT. Informação e documentação – referências – elaboração. NBR 6023. Rio de Janeiro:


agosto de 2000.
ANDRADE, M.M. de. Como preparar trabalhos para cursos de pós-graduação. Noções
práticas. 2ª edição. São Paulo: Atlas, 1997.
AZEVEDO, Israel Belo. O Prazer da Produção científica: diretrizes para a elaboração de
trabalhos acadêmicos. Piracicaba: UNIMEP, l999.
CASTRO, Cláudio de Moura. Estrutura e apresentação de publicações científicas. São
Paulo: McGraw-HILL, 1976.
CERVO, Amado Luiz & BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. São Paulo:
McGraw-HILL, 1972.
CHASSOT, Attico. A ciência através dos tempos. São Paulo: Moderna, 2000.
CHIZZOTTI. A pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez, 1991, p. 77 a
106.
DUSILEK, Darci. A arte da Investigação criadora. Rio de Janeiro: JUERP, 1978.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Ed. Perspectiva, l977.
FRAGATA, J. Noções de metodologia. Porto: Tavares Martins, 1967.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: FGV, 1978.
GIL, Antonio C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, l991.
__________. Projetos de pesquisa. 3ª edição. São Paulo: Atlas, 1996, p.45 a 61.
HÜBNER, M.M. Guia para elaboração de monografias e projetos de dissertação de
mestrado e doutorado. São Paulo: Pioneira: Mackenzie, 1998.
HÜHNE, Leda Miranda (Org.). Metodologia científica, cadernos de textos e técnicas. Rio de
Janeiro: AGIR, 3ª edição revista, 1989.
HOUAISS, Antônio. Elementos de bibliologia. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro,
1967, 2 v.
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. São Paulo:
Atlas, l991.
LITTON, G. A pesquisa bibliográfica. São Paulo: McGraw-Hill, 1975.
17

LUFT, C. P. O escrito científico: sua estrutura e apresentação. Porto Alegre: Lima, 1974.
MARTINS, J. & CELANI, M. A. A. Subsídio para redação de tese de mestrado e de
doutoramento. São Paulo: Cortez & Moraes, 1979.
PADUA, E.M.M. Metodologia da pesquisa. São Paulo, Papirus Editora, l997.
PASCAL, I. A arte de pensar. SP: Martins Fontes, 1999.
REY, Luis. Como redigir trabalhos científicos. São Paulo: Edgar Blücher/Edusp, 1972.
SELLTIZ, C. WRIGHTSMAN, L.S., COOK, S.W. In: Métodos de pesquisa nas relações
sociais. Vol. 3. São Paulo: EPU, 1987.
SEVERINO, Joaquim Antonio. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2000.
SOLOMON, D. V. Como fazer uma monografia. Belo Horizonte: Interlivros, 1972.
SPINA, Segismundo. Normas gerais para os trabalhos de grau. São Paulo: Fernando
Pessoa, 1974.
TRIVINÕS, A. N.S. Introdução à pesquisa em ciências sociais. A pesquisa qualitativa em
educação. São Paulo: Atlas, 1987.
TURABIAN, K.L. Manual para redação. SP: Martins Fontes, 1999.
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Normas para publicações da UNESP Vol. 4.
Coordenadoria Geral de Bibliotecas. São Paulo: Editora UNESP. 1994.
VERA, A. Metodologia da pesquisa científica. Porto Alegre: Globo, 1976.
VICTORIANO, B.A.D., GARCIA, C.C. Produzindo monografia. Trabalho de conclusão de
curso. 3ª edição. São Paulo: Publisher Brasil, 1996. Série Formação.
WACHOWICZ, Lilian Anna. O método dialético na didática. Campinas: Papirus, 1995.
WILLIANS, E. A arte de Pesquisar. SP: Martins Fontes, 1999.
18

ANEXOS
19

ANEXO I
EXAME DE QUALIFICAÇÃO

1. ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL

1.1. Primeira parte:

1.1.2. Breve biografia do/a aluno/a

1.1.3. Vida acadêmica:

a. Descrição das disciplinas cursadas e de outras atividades acadêmicas relevantes à área de


concentração

b. Resultado das avaliações dos professores e orientador

c. Descrição do conteúdo das disciplinas cursadas e de outras atividades acadêmicas


relevantes à área de concentração

d. Breve descrição do trabalho final de cada disciplina

e. Apreciação crítica do trabalho realizado

1.2. Segunda parte: projeto de pesquisa científica


• Justificativa
• Objetivo Geral
• Objetivos específicos
• Problematização e metodologia
• Fundamentação teórica [Referencial teórico]
• Hipóteses
• Desenvolvimento da pesquisa:
- Titulo
20

- Introdução: elaborar breve introdução do projeto de tese, indicando o que


será tratado nos capítulos.
- Estrutura dos capítulos: desenvolver cada capítulo de tal maneira que o leitor
tenha clareza do conteúdo
- Conclusão: apontar os resultados obtidos na elaboração do projeto de tese.
• Bibliografia
• Anexos
• Cronograma (quando necessário)

1.3. Banca examinadora


2.1. Ao encadernar ou imprimir definitivamente a dissertação de mestrado ou a tese de
doutorado o candidato deverá destinar, antes da página de rosto, uma folha para as assinaturas
dos membros da banca examinadora.

2.2. O título dessa página

BANCA EXAMINADORA

2.3. No caso de exame de (bacharel) mestrado haverá lugar para três assinaturas assim
dispostas:

Presidente _____________________________________________
1º/ª examinador/a __________________________________________________
2º/ª examinador/a __________________________________________________

2.4. No caso de exame de doutorado haverá lugar para cinco assinaturas assim dispostas:

Presidente ___________________________________________________________
1º/ª examinador/a __________________________________________________
2º/ª examinador/a __________________________________________________
3º/ª examinador/a __________________________________________________
4º/ª examinador/a __________________________________________________

(Adaptação, acréscimos e atualizações, de acordo com as Normas da ABNT, por Waldemar


Neto, outono de 2001; revisado no outono de 2003).
1
NOTAS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
[] Inserir espaço extra (enter) para separar o subtítulo do parágrafo anterior.
2
[] Uma nota pode ser inserida através do menu Inserir, Notas (marcar notas de rodapé (ou notas de fim de texto) e, então,
clicar ok (enter). Texto padrão para as notas de rodapé: Times New Roman 10, espaço simples.
3
[] SOBRENOME e Nome. Título da obra, número de página (os dados bibliográficos completos deverão estar presentes
na Bibliografia final); todavia, é preferível oferecer ao/à leitor/a os dados completos. Em artigos e ensaios, é sempre
possível utilizar a regra anterior.
4
[] Em certos casos, pode-se utilizar o sistema de itens com marcadores. Para isso, selecione essa opção na barra de
ferramentas. Para usar entrelinha simples, use o atalho Ctrl+1.
5
[] Neste caso, quando o/ aluno/a optar por notas de fim de texto, estas sempre virão após a parte e/ou capítulo a que se
refere a nota.
6
[] Para inserir uma nova seção (i.e., abrir uma nova página, sem que apareça o número) para um novo capítulo: no menu
inserir, quebra escolher no item tipos de quebra de seção a opção próxima página; ou, gravar cada capítulo e/ou parte,
bibliografia etc em arquivos próprios. Esta opção, inclusive, facilita a quem digita, no caso de perda de trabalho (caso de
desformatação, comum ao Word), pois perde-se apenas um capítulo e não o trabalho todo.
7
[] O sinal # representa o número da página, ou sempre um número.
8
[] Em vez de p, de páginas, emprega-se f, de folhas.
9
[] Para forçar um parágrafo, ao passar à página seguinte, utilize o comando Ctrl+enter; para forçar mudança de linha, mas
no mesmo parágrafo, use shift+enter.