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Relatório de pipetagem

Relatório de pipetagem

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Introdução:


São inumeras as praticas laboratoriais que requerem a utilização de pipetas, sendo
estas das mais diversas Iormas e aplicabilidade. Cada pipeta deve ser utilizada de acordo com
a natureza da pratica a ser desenvolvida no laboratorio, por isso, hoje são encontradas no
mercado, pipetas que se ajustam perIeitamente a necessidade do laboratorista e permitem que
suas praticas estejam no mais perIeito padrão de Iidelidade das medidas. Pelo criterio de
volume a ser trabalhado, costuma se classiIicas as pipetas em três tipos:
Pipeta volumetrica, usada para transIerir uma quantidade exata de liquidos possuindo
uma grande precisão de medida exatamente por medir um unico volume;
Pipeta graduada, usada para medir pequenas quantidades de liquidos, em volumes
variados, não apresenta uma boa precisão nas medidas e não pode ser aquecida;
Micropipeta ou pipeta automatica, utilizada par medir pequenos volumes, da ordem de
microlitros, mas com precisão e exatidão geralmente inIeriores as obtidas pelas pipetas
graduadas e volumetricas de maior volume. Este tipo de pipeta utiliza ponta descartaveis
Ieitas de polipropileno.
Na aula sobre tecnicas de pipetagem ministrada pelo proIessor Pedro na disciplina de
praticas em biomedicina I pode ser esclarecido alguns Iundamentos a respeito de como
prepara e manusear devidamente as pipetas, para que se tenha uma melhor precisão e exatidão
nos processos de medidas e transIerências de liquidos.


Metodologia:


Para aula Ioram utilizadas pipetas graduadas (tubo de vidro graduado em que permite
ser Ieito varias medidas com volumes diIerentes), peras de sucção manuais e automaticas,
(estruturas que são anexadas as pipetas para que se tenha a sucção e o controle do volume do
liquido a ser transIerido de um recipiente para outro), beckers e Erlenmeyers para contenção
do liquido a ser pipetado




Objetivos:


Demonstrar quais as melhores Iormas de manuseio das pipetas, como preparar uma
pipeta para os procedimentos de pipetagem, quais os tipos e estados Iisicos das substâncias
que podem ser manipulados atraves de pipetas e de acordo com essas especiIicidades, saber
escolher qual o tipo de pipeta a ser utilizada no procedimento. E um ponto muito importante,
que e aprender a Iazer a devida distinção que cada pipeta possui com relação a precisão e a
exatidão nos procedimentos laboratoriais e sua aplicação na tecnica sem ter prejuizo
econômico ou nos resultados das praticas.


Resultado:


Durante a pratica Ioi abordado principalmente as tecnicas de pipetagem com pipetas
de vidro graduadas, cujo procedimento sera descrito a seguir:
Prepara-se a pipeta, ambientalizando a com o liquido que vai ser pipetado e anexando
a ela uma pêra de sucção na extremidade superior, esse procedimento permite ter controle da
quantidade de liquido a ser captado pela pipeta e tambem evita a pipetagem com a boca, o que
não e seguro, pois em casos de acidentes o laboratorista pode se contaminar causando ate
mesmo sua morte.
Depois de preparada, segura-se a pipeta entre o polegar e os 3 ultimos dedos da mão,
coloca-se a pipeta no liquido e com o correto manuseio da pêra de sucção, aspira-se
cuidadosamente ate que a coluna do liquido esteja um pouco acima da marca a qual representa
o volume a ser retirado do becker, lembrando que no caso de pipetas volumetricas o volume e
a ser retirado sempre o mesmo, depois com o dedo indicador Iecha-se a abertura da pêra e
retira-se a pipeta da solução, agora cuidadosamente movimenta-se o dedo Iazendo entrar na
pêra uma certa quantidade de ar, o suIiciente para Iazer com que o liquido escorra ate a linha
que delimita o volume a ser transportado, lembrando que e necessario manter a marca na
posição vertical e ao nivel dos olhos, evitando um erro chamado de 'erro de Paralaxe¨. Em


seguida remove-se o liquido aderente a parede externa da pipeta com um papel absorvente
para evitar que o volume transIerido seja alterado por esse excesso, coloca-se então a ponta da
pipeta junto a parede interna do recipiente destinado a receber o liquido, deixando escoar
lentamente o conteudo da pipeta ate o nivel desejado, e importante remover para o recipiente
a ultima gota que Iica na pipeta, isso e Ieito encostando a pipeta na parede do recipiente.


Conclusão:


Em qualquer laboratorio de ensino ou pesquisa o uso de pipetas e Iundamental paras as
mais diversas praticas, então considera-se essencial que o laboratorista tenha uma perIeita
intimidade com esse tipo de instrumento, por que são as pipetas as responsaveis pelas
medidas exatas dos liquidos utilizados nos experimentos laboratoriais.
O uso adequado das pipetas requer algumas normas como, por exemplo, ao pipetar
soluções cujo Irasco contem deposito de soluto, introduzir a pipeta no sobrenadante, nunca
introduzir pipetas sujas nos Irascos que contenham soluções ou reativos quimico e puros,
deve-se sempre usar pipetas secas para não diluir o liquido. No caso de pipetas volumetricas
de vidro,a existência de duas listras signiIica que quando o liquido e despejado, o que restar
dentro da pipeta não deve ser extraido (ou soprado), ja ao contrario acontece justamente com
as pipetas que possuem uma so listra.
Tambem e importante saber qual a natureza do liquido na pipeta, viscosidade e tensão
superIicial, logo isso ira reIletir no momento da descida do liquido, se liquido Ior viscoso,
quanto mais rapida a descida maior sera o excesso que Iicara na parede interna da pipeta e
uma pipetagem previa do liquido e aconselhavel para minimizar problemas de tensão
superIicial.
Depois de se ter o controle pratico e metodologico de toda tecnica de pipetagem, o
trabalhador do laboratorio pode usar suas tecnicas padronizadas ao experimento com um grau
maior de conIiabilidade, mas sem desconsiderar os erros existentes nas medidas.









BIBLIOGRAFIA:




BARKER, Kathy. Na Bancada: Manual de iniciação científica em laboratório de
pesquisas biomédicas; trad. Cristina Maria Moriguchi Jeckel. Porto Alegre: Artmed, 2002.

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