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ALICIA ACHILLES e o Segredo dos Fundadores

Baseado nos personagens e universos de J. K. Rowling.

Richie C. G.

Alicia Achilles e o Segredo dos Fundadores é uma Fan Fiction da série Harry Potter e não foi criado pela autora original da história, J.K. Rowling, nem responde aos seus patrocinadores. Nos casos em que a marca registrada da série (os “Direitos do Autor”) são usadas na Obra, tal uso é eventual e não contém propósitos de indicação de fonte. Estes tipos de marcas comerciais são e continuarão sendo propriedade da Sra. Rowling e seus agentes. Pela presente, o autor renuncia a qualquer interesse de Direitos de Propriedade.

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DRACO DORMIENS NUNQUAM TITILLANDUS

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CAPÍTULO UM:

O Acontecimento

O s seus pais não acreditavam quando ela dizia que havia algo ruim no

guarda-roupa. Desde pequena Alicia Achilles ouvia eles tagarelarem sobre como monstros e bichos-papões não existem enquanto passavam a mão pelo seu cabelo escuro e a olhavam como se achassem fofo vê-la apavorada. Mas eles nunca entenderiam o que se passa em seu quarto quando as luzes da casa estão apagadas e a sólida e imponente porta está fechada. Bom, mas nem ela mesmo entendia o que acontecia, mas pelo menos ela acreditava naquilo que via o seu guarda-roupa fazer. Não, não o guarda-roupa, mas o que estava dentro dele. Alicia possuía apenas onze anos e uma habilidade incrível na música e no desenho, mas suas competências paravam por ai. Ela nunca admitira a Candy, sua melhor amiga, que vivia a dois quarteirões de distância, que todas as noites quando ia dormir, sua vida estava correndo perigo. Tudo começou a seis semanas atrás quando após uma terrível e espontânea praga de cupins, seu pai, Arnold, teve que trocar o móvel por um comprado em algum lugar que ela nem queria saber o nome, para não piorar a situação ainda mais pois o guarda-roupa era enorme, antigo e desgasto. Essa noite é diferente das outras, pensou Alicia enquanto aguardava algo incomum acontecer. Sua coberta estava puxada até pouco acima da sua boca, o que fazia seus pés vestidos de meias rosas ficarem descobertos e vulneráveis. Então começou. Primeiramente com uma leve batida, e então uma pausa. Os olhos da menina correram para o seu guarda-roupa, já amedrontada e sentindo-se indefesa, ela sabia que não tinha escolha. A noite, já fugira dali algumas vezes, sempre acabando o trajeto de fuga no quarto dos seus pais, que a levavam de volta a sua cama quase imediatamente. Outra batida, agora mais forte.

~em edição.

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