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Colégio Diocesano Seridoense Sistema Objetivo de Ensino

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APOSTILA DE EDUCAÇÃO FÍSICA – ENSINO FUNDAMENTAL

AAttlleettiissmmoo

O atletismo surgiu com a própria atividade natural do homem, que por necessidade, defesa ou prazer, corria, saltava e lançava. Entretanto, foi na Grécia Antiga, onde as atividades atléticas tinham também um cunho educativo, que surgiram aos antigos Jogos Olímpicos, no ano 776 a.c. O atletismo é um dos esportes base de qualquer competição esportiva. Tanto os Jogos Pan-americanos quanto as Olimpíadas tem sua duração dividida entre atletismo e natação. Parte das competições de atletismo é composta por modalidade de saltos e corridas.

SALTOS – Salto em altura, Salto em distância, Salto triplo e Salto com vara.

CORRIDAS – Provas de: Curtas, Médias, de fundo e com Obstáculos.

Salto em Altura

É a passagem de um atleta sobre um sarrafo apoiado sobre dois suportes.

Os estilos usados e suas evoluções

TESOURA SIMPLES – O atleta passava sentado sobre a barra.

ROLO PARA O INTERIOR – Criado pelo Irlandês Michael Swenney.

ROLO LATERAL – Criado pelo Americano George horine – 1912, que conseguiu superar a barreira de 2 metros.

ROLO VENTRAL – Criado por David Albitton- Americano-1936, usado até os anos 60.

FLOP – Criado por Richard Fosbury, usado até hoje. Que consiste em passar de costas sobre o sarrafo.

REGRAS - Cada saltador tem o direito a escolher em qual altura deseja que o sarrafo esteja em seu 1º salto. Cada competidor tem direito a três tentativas para ultrapassar cada obstáculos, que sobe no mínimo 2cm a cada tentativa bem sucedida.

Salto em Distância

É uma prova que requer do seu praticante velocidade, coordenação, flexibilidade e rápida reação nervosa. A corrida é feita numa pista de aproximadamente 40m de comprimento que chama corredor. È uma das provas mais tradicionais do atletismo, com seus fenômenos como: O Americano Jessé Owens em 1935, ultrapassando os 8m, Bob Seamom nas Olimpíadas de 68, com 8,90m e o fantástico Carl Lewis, em Atlanta 1996.

REGRAS - Cada atleta tem direito a SEIS tentativas para atingir sua melhor marca.

OBS: Alguns casos em que o salto é invalidado: Tocar o solo o solo após a linha-limite, Tocar o lado da tábua de impulsão, Toque o solo fora da caixa de areia, caminhe pela caixa de areia, etc.

Corridas

PROVAS CURTAS – Com origem na Grécia Antiga, a exceção dos 100m que foram criados na Inglaterra.

TODAS AS PROVAS: (100m, 200m 400m e os Revezamentos – 4x100m e 4x400m) são disputadas sob as mesmas regras.

REGRAS - Os atletas devem alinhar-se na linha de largada, sem que nenhuma parte dos seus corpos toquem a linha. A largada só é permitida após o tiro e só é permitido queimar UMA largada.

PROVAS MÉDIAS – ( 800m e 1500m).

REGRAS - As duas provas possuem a mesma regra. A largada é dada da mesma forma que as provas rasas, mas as RAIAS só são respeitadas por UMA volta na pista ou 400m. Depois, os competidores podem se colocar em qualquer RAIA.

PROVAS LONGAS OU PROVAS DE FUNDO – (5.000m, 10.000m, Maratona – 42.195m de distância e Marcha atlética de 20km e de 50km)

PROVAS COM OBSTÁCULOS – Foram criadas na Inglaterra: ( 100m, 110m e 400m com barreiras)

REGRAS - Todas têm regras idênticas. Em todas as provas há barreiras distribuídas uniformemente pela pista. As barreiras das provas FEMININAS são mais baixas que a do MASCULINO – ( 0,84m contra 1,067m)

Arremessos e Lançamentos

ARREMESSOS – Peso e Martelo.

PESO – Deve ser arremessado partindo do ombro com uma mão. Peso mínimo: 4.000g (4kg) – 5.000g (5kg) – 6.000g (6kg) – 7260g. (7,260kg)

LANÇAMENTOS – Pelota, Disco, Dardo.

Dardo – Consiste em três partes: Cabeça, Corpo e Empunhadura. Peso do Dardo: 600g -- 700g -- 800g. Pelota – É lançada livremente pelo atleta em uma área demarcada por uma fita. Seu peso: 250g -- 400g. Disco – Todos os lançamentos de Disco devem ser efetuados dentro de uma proteção. O mesmo será lançado com as mãos. Seu peso: 1000g (1kg) -- 1500g (1,5kg) -- 1750g (1,75kg) -- 2000g (2kg)

RReeggrraass OOffiicciiaaiiss ddoo FFuuttssaall AA HHiissttóórriiaa ddoo FFuuttssaall

Brasileiro ou uruguaio? É com esta dúvida que se começa a explicar o nascimento do futsal, que surgiu com o nome de futebol de salão e em 1989, quando passou para a tutela da Fifa, ganhou o nome de futsal. Alguns contam que o futsal apareceu na década de 30 na ACM (Associação Cristã de Moços)de Montevidéu e que seu criador teria sido o professor Juan Carlos Ceriani Gravier, falecido no ano de 1996. Outra corrente afirma que a modalidade surgiu foi na ACM de São Paulo, praticada por alguns jovens em quadras de basquete. O certo é que o futsal foi regulamentado e começou a ser praticado realmente no Brasil. Em São Paulo surgiu a primeira entidade da modalidade da qual se tem notícia até hoje, a Liga de Futebol de Salão da ACM, criada pelo paulista Habid Maphuz, em 1952. Dois anos depois foi fundada a primeira federação deste esporte no mundo, a Federação Metropolitana de Futebol de Salão, atualmente com o nome de Federação de Futebol de Salão do Estado do Rio de Janeiro (FFSRJ). Já a Federação Uruguaia só surgiu em 1965. A criação e regulamentação das regras é outra prova que faz diminuir as dúvidas quanto a nacionalidade brasileira do futsal. O primeiro livro de regras foi lançado em 1956 pelo paulista Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandes, posteriormente adotado pela entidade que comandava o futsal mundial na época, a Fifusa (Federação Internacional de Futebol de Salão), com algumas modificações.

Jogadores de Futsal: posições e funções básicas

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As posições dos jogadores de futsal são as seguintes: o goleiro, os alas (podendo haver o ala direito e o ala

esquerdo), o fixo, que também pode ser denominado de beque, e finalmente o pivô, que pode ser chamado frente. No entanto, por motivos os mais variados possíveis, poderá haver, por opção do técnico ou por conseqüência de exclusão na partida, a presença em quadra de dois fixos, dois pivôs ou de uma ala e até mesmo a ausência do goleiro, quando o técnico optar por substituí-lo por outro que tenha o chute forte, fato que acontece principalmente nos últimos minutos de jogo, se a equipe está em desvantagem no placar.

Goleiro – O atleta mais significativo em uma equipe de futsal. Para Mutti o goleiro não pode falhar. Ele possui uma visão de jogo muito ampla e pode orientar o seu time. Fixo ou Central – deve ter bom manejo de bola, saber marcar, antecipar e desarmar, ter precisão de passes e perfeito entrosamento com os alas e o goleiro. Os Alas – São os encarregados das construções das jogadas e possuem as tarefas de atacar e defender. Pivô – Tem quase que exclusiva ação na quadra adversária. Recebe marcação constante por parte do adversário e, se deseja livrar-se dessa marcação, deve ser extremamente rápido, com um bom controle de bola.

Fundamentos técnicos do Futsal

As técnicas esportivas do futsal são: passe, domínio, condução, chute, drible, finta, marcação e cabeceio. Passe – É a ação de interligar-se com os integrantes de uma equipe. É o fundamento técnico mais importante. É o elo de ligação num jogo. Em iniciantes ou escolas de séries iniciais, deverá ser dada ênfase a esse gesto. Sem o passe, o jogo não acontece. Domínio – Ação consciente que ocorre a partir do recebimento da bola, muitas vezes entregue por um companheiro de equipe, em mantê-la sob controle e, assim, poder realizar movimentos técnicos a fim de dar seqüência à jogada. Essa ação poderá ser feita com qualquer parte do corpo, exceto com aquelas não permitidas pela regra. Condução – É o movimento de levar a bola próximo aos pés, de maneira que ela esteja sempre ao alcance do condutor, que assim poderá agir prontamente, quer seja caminhando ou em velocidade. De fato, requer as inteligências motoras amplas, espacial e temporal a fim de ser bem-sucedido nos jogos. Chute – Ação de golpear a bola parada ou em movimento. Drible – Trata-se de uma série de movimentos e ações que culmina com a superação do adversário e a seqüência da jogada com a posse da bola. A principal diferença entre o drible e a finta reside no fato de que no primeiro há o controle da bola, enquanto no segundo a bola não está presente. Finta – É uma ação de inteligência motora e cognitiva que ocorre no espaço e no tempo apropriados. Seu objetivo maior é o de levar o adversário (geralmente é o marcador) a pensar que quem faz a finta irá para um lugar quando este vai para outro. Marcação (individual, proximal e de zona) – Trata-se da ação de evitar que o adversário receba a bola ou, quando este a possui, impedir ou dificultar suas ações técnicas de condução, passe, chute ou drible. Cabeceio – É a ação de golpear a bola com a cabeça. Dependendo do lugar da cabeça onde ocorre o contato com bola, esta ganhará maior ou menor velocidade ou direção. Há vários tipos de cabeceio. O cabeceio poderá ter propósito defensivo quando usado para afastar a bola da zona de defesa. Há o cabeceio de passe, que ocorre quando a bola é impulsionada até um colega de equipe.

Algumas regras básicas do Futsal

Regra 8 – O tempo de duração de uma partida oficial de futsal (adulto, juvenil e infanto-juvenil) é de 40 minutos cronometrados e divididos em 2 períodos de 20 minutos, com intervalo de 10 minutos para descanso. Regra 3 – Cada equipe, para poder iniciar uma partida oficial, terá de estar em quadra com cinco atletas; é obrigatório que um destes seja o goleiro. Regra 8 – Os pedidos de tempo (um em cada período para cada equipe) poderão ser feitos pelo capitão ou pelo técnico somente quando a equipe estiver de posse de bola (e estiver fora de jogo). Cada tempo tem a duração de um minuto. Se houver prorrogação, só terá direito a pedido de tempo aquela equipe que não o solicitou no segundo tempo. Regra 5 – Uma equipe de arbitragem é composta de: dois árbitros atuando em quadra (o árbitro principal e o auxiliar) mais dois mesários (um anotador e um cronometrista); em alguns jogos, essa equipe tem , ainda, um delegado. Na discordância da aplicação da regra entre os árbitros, permanecerá a decisão do árbitro principal.

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Regra 16 e 18 – Laterais e escanteios devem ser cobrados com o uso dos pés, e a bola precisa ser posicionada sobre a linha limítrofe. Compete ao adversário respeitar a distancia de cinco metros da bola. Regra 12 – Nas cobranças de falta, a distância é de cinco metros para formação da barreira. A partir da sexta falta acumulativa, não será permitida a formação de barreira. Regra 12 – A partir da sexta falta, a equipe que a sofreu poderá optar por cobrá-la da marca de 10 metros ou do local onde houve a infração. Regra 17 – A execução do tiro de meta somente poderá ser realizada pelo goleiro e através da(s) mão(s), com o tempo máximo de quatro segundos após autorização do árbitro. Nesse ato, o goleiro poderá pôr em jogo em qualquer parte da quadra. Regra 3 – Durante a partida, cada equipe poderá realizar ilimitadas substituições, sem precisar parar o jogo, inclusive diante da troca de goleiro. Regra 1 – Marcações da quadra Para partidas oficiais de futsal no Brasil, as quadras deverão ter comprimento mínimo de 36 metros por 17 metros de largura. Área: 6 metros Pênalti: 6 metros Tiro livre sem barreira (a partir da sexta falta): 10 metros Linha pontilhada para distância da cobrança de lateral: 5 metros Marca limite para atuação do goleiro: 5 metros (dentro da área) Zona de substituição: 5 metros Trave: 2 metros de altura por 3 metros de distância entre as traves

Círculo central: 6 metros de diâmetro (3 metros de distância para saída da bola após gol, começo ou reinício).

Regra 3 – No banco de reservas, poderão ficar 7 (sete) atletas, 1 (um) técnico, 1 (um) massagista, 1 (um) preparador físico e 1 (um) médico.

(um) massagista, 1 (um) preparador físico e 1 (um) médico. O O b b s s

OObbsseerrvvaaççõõeess ssoobbrree oo VVoolleeiibbooll bbaasseeaaddaass nnaass RReeggrraass OOffiicciiaaiiss ddee 22000011 22000044

Criado em 1895 por Willian G. Morgan nos Estados Unidos. Em 1947 surge a Federação Internacional de voleibol (FIBV);

Cada equipe é formada por no máximo 12 jogadores, 1 é o capitão, exceto o líbero. Lembrando que 6 jogam e 6 ficam na reserva;

Uniforme: camisa, calção, meias e tênis. O número existe na frente e nas costas da camisa, podendo ser de 1 a

18. Somente o líbero é diferente. O capitão usa tarja e é encarregado de falar com o árbitro (caso precise), como

também protestar em súmula;

Fundamentos: recepção, passe, toque, manchete, saque, ataque, mergulho, bloqueio e cobertura.

Fica proibido o uso de qualquer objeto que cause lesão ou favoreça o jogador;

A quadra mede 18m de comprimento e 9m de largura, com zonas de ataque, de saque e de substituição ( a tracejada). A rede mede a altura de 2,43m para jogos masculinos e 2,24m para jogos femininos.

Para marcar um ponto: caindo a bola no campo adversário, a equipe adversária cometendo 1 erro, a equipe adversária comete penalidade;

Um set é ganho quando a equipe atinge 25 pontos, com uma vantagem mínima de 2 pontos. Ganhando 3 sets á campeã. Empatando, irá para o 5º set. Este irá a 15 pontos com vantagem de 2 pontos. Ao chegar no 8º ponto as equipes mudam de quadra e mantém-se o placar;

A posse de bola é feita por sorteio no 1º e 5º set. Nos demais, a bola fica com a equipe que recebeu o saque;

Vencendo o rally, marca ponto e continua sacando. Caso a equipe adversária vença, passará a sacar e efetuará o rodízio;

Errando o rodízio, a equipe perderá o rally;

Duas faltas são cometidas sucessivamente, somente a 2ª é registrada;

Se duas ou mais faltas são cometidas por oponentes, simultaneamente, isto é chamada falta dupla e o rally é repetido;

O jogador substituto substitui sempre o mesmo jogador no set;

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Bola fora quando fica totalmente fora das linhas de delimitações da quadra, tocar em objeto fora ou em pessoas fora do jogo, antenas, cordas, postes, rede fora das faixas laterais, por baixo da rede;

Cada equipe toca somente 3x na bola antes de passar para a equipe adversária;

Caso os jogadores da mesma equipe toquem na bola simultaneamente, consideram-se dois toques;

Dois adversários prendem a bola, repete o rally;

Faltas de toque: 4 toques, toque apoiado, condução, duplo contato;

Saque: tem até 8 segundos após o apito (sacando antes, é cancelado e repetido);

Um jogador de defesa pode efetuar 1 ataque desde que não ultrapasse a linha de dois metros. Podendo também fintar;

Não é permitido atacar a bola dentro da quadra adversária, ou seja, ultrapassando a linha central;

Nenhum jogador pode efetuar um ataque ao saque adversário dentro da zona de ataque e acima da borda superior da rede;

Somente os jogadores de ataque podem bloquear;

Dois ou mais jogadores podem ser substituídos numa interrupção de jogo;

Tempos técnicos – 30 segundos;

Intervalo entre os sets, 3 minutos. Entre o 2º e 3º sets podem ser de 10 minutos a pedido do organizador;

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Uniforme diferenciado. Substitui qualquer jogador de defesa, sendo o mesmo com quem trocara. Levanta a bola dentro da zona de defesa. As trocas são ilimitadas quando a bola estiver fora de jogo. Não lhe é permitido atacar, bloquear, levantar dentro da zona de ataque, nem sacar.

Os participantes devem conhecer as regras e cumpri-las e manter um comportamento respeitoso não só com a arbitragem, mas com os adversários, expectadores, etc.

a arbitragem, mas com os adversários, expectadores, etc. H H a a n n d d

HHaannddeebbooll A quadra de jogo

- A quadra de jogo é um retângulo com 40 m de comprimento por 20 m de largura e consiste em duas (2) áreas de gol e uma (1) área de jogo com duas (2) linhas laterais e duas (2) linhas de fundo com uma (1) linha central.

- A baliza (trave) deve ser firmemente fixada ao solo, medem 2 m de altura por 3 m de largura no seu interior. Os postes e o travessão dever ter secção quadrada de 8 cm como também sua linha demarcatória. As demais linhas que compõem a quadra devem ter 5 cm de largura.

Uma partida de handebol tem duração de (1) uma hora sendo (2) dois tempos (período) de 30 min. com (10) dez de intervalo.

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partida de handebol tem duração de (1) uma hora sendo (2) dois tempos (período) de 30

A bola

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- A bola é feita de couro ou material sintético e suas medidas, ou seja, circunferência e o peso que são usados pelas diferentes categorias são:

58 – 60 cm e 425 – 475 g – tamanho H3L – para homens e equipes femininas jovens acima de 16 anos;

54 – 56 cm e 325 – 375 g feminino – tamanho – H2L – para mulheres e equipes femininas jovens acima de 14 anos;

50 – 52 cm e 290 – 330 g – tamanho H1L – para equipes jovens entre 8 e 14 anos e equipes masculinas jovens entre 8 e 12 anos.

A equipe, as substituições e os equipamentos:

Equipe

- Uma equipe de handebol é composta de 12 jogadores sendo 7 jogadores presentes na quadra, sendo um goleiro (início de uma partida) e cinco (5) jogadores no banco de reservas ou suplentes.

- Uma equipe deve ter, pelo menos, 05 (cinco) jogadores na quadra para que possa iniciar uma partida.

Substituições

- Os suplentes ou reservas podem entrar ou sair a qualquer momento e repetidamente, sem notificar ao secretário, cronometrista, desde que os jogadores que eles irão substituir já tenham deixado a quadra.

- Obs.: Os jogadores devem sempre sair e entrar na quadra através da sua zona de substituição.

O tiro de 7 metros

- Um tiro de 7 metros é marcado quando:

* uma clara chance de marcar um gol for impedida em qualquer parte da quadra;

* interferência de alguém não participante do jogo;

* O tiro de sete (7) metros será executando com um arremesso ao gol dentro de 3 segundos após o apito do árbitro;

* Quando da execução de um tiro de 7 metros, o adversário deve permanecer fora da linha de tiro livre a pelo menos 3 metros da linha de 7 metros.

Os árbitros

- (2) dois árbitros com igual autoridade devem ser encarregados de apitar cada jogo, eles são auxiliados por (1) um cronometrista e (1) um secretário.

Fundamentos

DEFESA:

1. Deslocamentos: frontal, costa, lateral, diagonal.

2. Formas de defender – quadra toda, meta quadrante, meia quadra.

Ataque

1. Manejo de bola – movimentos com vivência motora.

2. Arremessos

3. Passe / recepção = peito, ombro e baixo ou anca.

4. Fintas – giros

Passes

- Ombro – o braço faz um ângulo de 90°com o ombro

- Peito – a bola sai diretamente do peito com as duas mãos e termina com os braços estendidos.

- Anca ou baixo – a bola sai da altura do quadril, mais próximo da coxa.

CC TT BB CCóóddiiggoo ddee TTrrâânnssiittoo BBrraassiilleeiirroo CC TT BB

O C T B é composto de 20 capítulos e originalmente tinha 341 Artigos, dos quais 17 foram vetados pelo Presidente da República e um foi revogado.

Nesta obra analisamos e interpretamos a Leis e Resoluções sob o ponto de vista do usuário das vias, com ênfase para o

condutor.

ambiente.

Direitos e Deveres do cidadão no trânsito

O C T B fundamenta seu conteúdo na segurança do trânsito, no respeito pela vida e na defesa do meio

È SEU DEVER:

Transitar sem constituir perigo ou obstáculo para os demais elementos do trânsito.

SÃO SEUS DIREITOS:

Utilizar vias seguras e sinalizadas. Em caso de sinalização deficiente ou inexistente, a autoridade com jurisdição sobre a via deve responder e ser responsabilizado.

Sugerir alterações a qualquer Artigo ou norma do C T B e receber resposta, bem como solicitar alterações em sinalização, fiscalização e equipamentos de segurança e ser atendido ou receber resposta.

Cobrar das autoridades a Educação para o Trânsito (Art. 74), que é prioridade definida pelo C T B.

ÓRGÃOS EXECUTIVOS DO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO

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DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito.

DNIT – Departamento Nacional de infra-estrutura e Transportes.

PRF – Polícia Rodoviária Federal.

DETRAN – Departamento Nacional de Trânsito.

CIRETRAN – Circunscrição Regional de Trânsito.

DER – Departamento Estadual de Estradas e Rodagem.

PM – Polícia Militar

Departamento Estadual de Trânsito – com jurisdição sobre estacionamento dentro do perímetro urbano.

JARI – Junta Administrativa de Recursos de Infrações.

Todos os assuntos relativos a condutor e veículo, inclusive documentação, registro, fiscalização autuação de infrações, são de responsabilidade dos Órgãos Estaduais de Trânsito, representados pelo DETRAN e suas CIRETRANS, que prestam atendimento direto ao público. Nas cidades integradas ao SNT (Art. 333 do CTB), é de responsabilidade das prefeituras, através dos Órgãos Municipais de Trânsito, fiscalizarem as Infrações de CIRCULAÇÃO, PARADA E ESTACIONAMENTO, além de construir, manter e sinalizar as vias urbanas.

AS VIAS

VIA TERRESTRE: É a superfície por onde transitam veículos, pessoas e animais, compreendendo pista de rolamentos, acostamentos, calçadas ou passeios públicos, ilhas e canteiros centrais.

AS VIAS PODEM SER: Vias internas de condomínio, Ruas, Avenidas, Logradouros, Caminhos, Passagem, Estradas, Rodovias e Praias Abertas a Visitação.

VIAS RURAIS:

RODOVIAS – Definidas pelo CTB como vias rurais pavimentadas.

ESTRADAS – Vias rurais não pavimentadas.

VIAS URBANAS: (Art. 60)

VIAS DE TRÂNSITOS RÁPIDOS – Não possuem cruzamentos, não possuem semáforos e nem passagem direta para pedestres. O acesso se faz por pistas paralelas, que permitem entrar com velocidade compatível com a do fluxo de trânsito.

VIAS ARTERIAIS – Ligam diferentes regiões de uma cidade, com cruzamentos ou interseções controladas por semáforos.

VIAS COLETORAS – Coletam e distribuem o trânsito dentro das regiões da cidade, dão acesso a vias de maior porte.

VIAS LOCAIS – Para trânsito local, com cruzamentos geralmente sem semáforos.

VELOCIDAE MÁXIMA NAS VIAS

EM VIAS URBANAS

30km/h nas vias locais

40km/h nas vias coletoras

60km/h nas vias arteriais

80km/h nas vias de trânsito rápido

EM RODOVIAS:

110km/h para automóveis, caminhonetes e motocicletas

90km/h para ônibo0us e microônibus

80km/h para os demais veículos

EM ESTRADAS:

60km/h

VELOCIDADE MÍNIMA (Art. 62)

Não poderá ser inferior à metade da máxima permitida no local. A lição que podemos aproveitar é que o CONDUTOR precisa dirigir em velocidade compatível com as condições locais de tráfego, do clima, da via, do veículo, da carga, etc.

IDENTIFICAÇÃO DO CONDUTOR

DOCUMENTOS – O condutor deverá portar, além dos documentos do veículo, alguns dos seguintes documentos obrigatórios.

PERMISSÃO PARA DIRIGIR – PPD – Documento válido por um ano. O condutor deve portar o original.

Autorização para dirigir ciclo motores – ACC – O original.

Carteira Nacional de Habilitação – CNH – O condutor deve conduzir o original, de categoria compatível com o veículo. A CNH atual contém fotografia e os números principais dos documentos do condutor.

Documento de Identificação – Obrigatório para condutores portadores de CNH sem foto.

NORMAS DE CIRCULAÇÃO PARA CICLOS

CONDUTORES DE MOTOCICLETAS, MOTONETAS E CICLOMOTORES:

Conduzir sempre utilizando as duas mãos.

Usar vestiário de proteção de acordo com especificações do CONTRAN.

Manter o farol ligado mesmo durante o dia.

Condutor e passageiro devem usar obrigatoriamente capacete com viseira.

NORMAS DE CIRCULAÇÃO PARA CICLISTAS

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Utilizar, sempre que existentes, ciclo faixas, ciclovias ou acostamentos, quando não houver, utilizar o lado direito da pista, na mesma mão dos demais veículos.

È proibida a circulação de ciclistas sobre calçadas de pedestres.

NORMAS DE CIRCULAÇÃO PARA PEDESTRES

Ciclistas desmontados empurrando bicicletas são considerados pedestres.

Em vias urbanas, pedestres devem utilizar calçadas e passeios.

Em vias rurais, deverão utilizar o acostamento, onde não houver, deverão circular em sentido contrário ao fluxo de veículos, em fila única.

Travessias devem ser feitas na faixa de segurança, sob sinal favorável.

Quando houver faixa de pedestre, mas não houver semáforo, pedestre terão preferência sobre veículos.

ENSINO MÉDIO

INFRAÇÕES DE TRÂNSITO:

PENALIDADES – São sanções aos infratores, aplicadas pelo DETRAN, PREFEITURA, POLÍCIA RODOVIÁRIA e órgãos com jurisdição sobre a via.

ADVERTÊNCIA POR ESCRITO – Impostas com finalidade educativa aos que cometerem infração leve ou média, não reincidentes e que tenham boa conduta.

MULTAS – São penalidades impostas a quase totalidade das infrações.

SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR – Aplicadas em certos crimes e infrações ou quando exceder o numero de pontos.

APREENSÃO DO VEÍCULO – Em depósito do órgão responsável, ônus do proprietário, por até trinta dias. A restituição se fará após pagas as multas, taxas e despesas com a remoção.

CASSAÇÃO DA CNH.

CASSAÇÃO DA PERMISSÃO PARA DIRIGIR – PPD – Ocorre após infração gravíssima ou grave.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS IMPOSTAS PELO AGENTE DE TRÂNSITO NOS LOCAIS DAS INFRAÇÕES:

Retenção do veículo

Remoção do veículo

Recolhimento do documento – CNH e PPD

Recolhimento do certificado de registro

Recolhimento do certificado de licenciamento anual

Transbordo do excesso de carga

Teste de alcoolemia ou perícia

Realização de exames.

SINALIZAÇÃO

ANEXO II DO CTB – RESOLUÇÃO – 160/04 Os sinais de trânsito são usados para orientar, advertir e disciplinar a circulação dos elementos do trânsito ao longo

das vias.

DIREITOS E DEVERES QUANTO A SINALIZAÇÃO

Todo cidadão tem o DEVER de conhecer, proteger, respeitar e obedecer a sinalização de trânsito.

Temos DIREITO a vias sinalizadas e seguras, claramente expresso em alguns Artigos do CTB.

COLOCAÇÃO – A sinalização deverá ser colocada onde seja facilmente visível e legível, tanto de dia quanto de noite, em distância compatível com a segurança (Art. 80).

VISIBILIDADE – É proibido colocar luzes, anteparos, construções, vegetação, publicidade e inscrições, que possam confundir, interferir ou prejudicar a interpretação ou a visibilidade. (Art. 81)

APLICAÇÃO DAS PENALIDADES – As penalidades das infrações de sinalização não serão aplicadas aos condutores se a sinalização for inexistente ou deficiente (Art. 90).

RESPONSABILIDADE – O órgão com jurisdição sobre a via é que deverá sinalizá-la, podendo ser responsabilizado em caso de insuficiência, falta ou erros de sinalização.

CLASSIFICAÇÃO DA SINALIZAÇÃO

1. Sinalização Vertical

2. Sinalização Horizontal

3. Dispositivos Auxiliares

4. Sinalização semafórica

5. Sinalização de Obras

6. Gestos

7. Sinais sonoros

SINALIZAÇÃO VERTICAL - Os sinais viários, normalmente placas, estão fixados, na posição vertical, ao lado da via ou suspensos sobre ela.

PODEM SER:

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1. SINALIZAÇÃO DE REGULAMENTAÇÃO – Informam as proibições, obrigações ou restrições. Com exceção das placas R-1 e R-2, elas são redondas. Açor VERMELHA indica OBRIGAÇÃO OU PROIBIÇÃO. Os detalhes estão em preto e o fundo branco.

2. SINALIZAÇÃO DE ADVERTÊNCIA – São colocados antes dos perigos das vias, alertando os condutores

e pedestres. Geralmente são quadradas.

3. SINALIZAÇÃO DE INDICAÇÃO – Têm caráter informativo ou educativo. Servem para indicar vias, locais

de interesse, distâncias e orientar condutores sobre percursos, destinos e serviços auxiliares.

4. SINALIZAÇÃO HORIZONTAL – Estes sinais se apresentam ao condutor, pintados ou desenhados sobre o

piso, na posição horizontal, na forma de faixas, símbolos ou inscrições. Servem para orientar a circulação

e direcionar o fluxo de veículos e pedestres e para complementar a sinalização vertical.

DIREÇÃO DEFENSIVA -- ENSINO MÉDIO

As estatísticas demonstram, a cada ano, são centenas de milhares a vítimas de acidentes de trânsito. Todos nós somos usuários diários do trânsito, seja, como passageiros pedestres ou condutores. Somos responsáveis por este bem estar social. Porém, quando, à segurança no trânsito, sem dúvida a maior responsabilidade cabe aos condutores.

DIREÇÃO DEFENSIVA – É dirigir ou pilotar defensivamente e evitar acidentes ou diminuir as conseqüências de um acidente inevitável, apesar dos erros dos outros.

PROCEDIMENTOS QUE SALVAM VIDAS

Os acidentes geralmente são causados pela combinação de diversos fatores:

# -- Excesso de velocidade

# -- Erros nas ações de outros motoristas

# -- Desrespeito à sinalização ou normas de trânsito

# -- Negligência nas ações adversas

# -- Falta de habilitação para conduzir com segurança, etc.

O condutor defensivo altera conscientemente o encadeamento dos fatores que resultariam em um

acidente. Motorista Defensivo – É aquele que utiliza constantemente as técnicas de direção e pilotagem defensiva,

enquanto dirige seu veículo.

- É importante saber que, em qualquer acidente, ocorre pelo menos uma destas três falhas humanas:

1. NEGLIGÊNCIA – É o descaso, displicência ou desleixo, ou do órgão com jurisdição sobre a via, ou do proprietário do veículo, ou ainda do condutor quando não obedecem as leis do trânsito.

2. IMPRUDÊNCIA – O motorista imprudente é aquele que:

Expõe a si próprio e as demais pessoas, a riscos desnecessários. Dirigir perigosamente, sem observar as condições adversas existentes no momento em que trafega. Imperícia – falta de habilidade, geralmente é proveniente de má formação ou treinamento inadequado do condutor que, não está capacitado para dirigir, não sabe reagir em situações adversas.