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Apostila Operação e Manutenção de Cabine primaria 2008

Apostila Operação e Manutenção de Cabine primaria 2008

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OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE CABINE PRIMÁRIA

CONCEITOS BÁSICOS

Operação e Manutenção de subestação;

Créditos

Introdução......................................................................................................................02 Tipos de Subestações...................................................................................................04 Equipamentos................................................................................................................07 - Ramal de Entrada.....................................................................................................07 - Pára-Raios............................................................................................................... 07 - Disjuntores................................................................................................................08 - Chaves Seccionadoras.............................................................................................14 - Transformador........................................................................................................... 6 1 Transformadores para Instrumentos.............................................................................31 Instrumentos de Medição..............................................................................................36 Procedimentos de Segurança para Manobras............................................................. 37 Seqüência de operação de uma subestação............................................................... 38 Procedimento de Segurança em Manutenção Elétrica.................................................40 - Planejamento............................................................................................................41 - Aterramento Temporário...........................................................................................41 Procedimento Prático para Manutenção de Cabine......................................................42 - Manutenção Preventiva / Corretiva...........................................................................42 - Procedimentos, Verificações e ensaios....................................................................43 - Pára-Raios................................................................................................................43 - Seccionador..............................................................................................................43 - Disjuntores................................................................................................................43 - Transformador........................................................................................................... 4 4 Ensaios.....................................................................................................................44 Bibliografia.....................................................................................................................46 Anexos...........................................................................................................................47

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Operação e Manutenção de subestação;

Créditos
Curso de Operação e Manutenção de Subestação. L&B CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO -SP, 2008. Trabalho editado a partir de conteúdos, conforme Bibliografia. Equipe responsável: Coordenação Técnica: Coordenação pedagógica: Elaboração e Adequação: Professor Benjamim Ferreira de Barros Professora Luciene Veloso Professor Benjamim Barros Material retirado conforme bibliografia, Internet e Intranet Professor Engenheiro Ricardo Luis Gedra Professor Engenheiro Reinaldo Borelli Professor Engenheiro Paulo Dias Digitação: Irene Bueno Karen Regina de Barros Em busca da melhoria contínua, críticas e sugestões podem ser direcionados para: treinamento@lbenergia.com.br L&B Capacitação e Treinamento Rua Aragoiania Nº 153 - Sala 03 Vila Barros - Guarulhos / SP CEP 07193 - 120 Fone: (11) 6407-1281 / 95053480 E-mail Home page treinamento@lbenergia.com.br http://www.lbenergia.com.br
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Conteúdo Técnico:

Revisão:

a energia elétrica é tratada nas estações. originadas pela queda d’água. TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO E CONSUMO. Basicamente as atividades em alta tensão neste setor estar restrita a estação de alta tensão entre 69 a 138 KV e as estações primaria e secundaria (cabines) em tensão de distribuição de 3. A energia elétrica que alimenta as indústrias. e finalmente entregue aos clientes Industriais. dutos subterrâneos e seus acessórios). Introdução DEFINIÇÃO DO SETOR DE ELÉTRICA: GERAÇÃO. comércio e nossos lares é gerada principalmente em usinas hidrelétricas. Já na fase de DISTRIBUIÇÃO. torres. cabos elétricos e transformadores para novos rebaixamentos. comerciais. montagem. constituídas por estruturas (postes. Dependendo da concessionária Os serviços são basicamente projeto. em energia elétrica. 11% por termoelétricas e o restante por outros processos. No Brasil a GERAÇÃO de energia elétrica é 80% produzida a partir de hidrelétricas.Operação e Manutenção de subestação. serviços. a elevados níveis de tensão e transportada em corrente alternada (60 Hertz) através de cabos elétricos. nas proximidades dos centros de consumo. delimitando a fase de TRANSMISSÃO. até as estações rebaixadoras. sendo transportada por redes elétricas aéreas ou subterrâneas. com seu nível de tensão rebaixado e sua qualidade controlada. operação e manutenção dos equipamentos das estações. de acordo com a capacidade instalada de cada cliente consumidor. serviços e residências em níveis de tensão variáveis. representados pela indústria. em estações elétricas. As atividades pertencentes aos setores de CONSUMO.8 a 36 KV. 3 . onde a passagem da água por turbinas geradoras transforma as energias mecânicas. comércio. A partir da usina a energia é transformada.

Operação e Manutenção de subestação. Caminho da energia da geração ao consumo 4 .

5 . Este conjunto de componentes deve atender a demanda da empresa.Operação e Manutenção de subestação. quanto à manutenção corretiva e preventiva. proteção e facultativamente à transformação. ETC Estação consumidora indústria basicamente alta tensão Posto primário em media tensão é o conjunto de componentes de entrada consumidora em tensão primária de distribuição. confiabilidade quanto à proteção e a operação.2KV. Entrada do consumidor ponto de recebimento da concessionária. acessibilidade. compreendendo instalações elétricas e civis. e segurança tanto para os equipamentos quanto para o pessoal envolvido. proteção e a transformação. analizando-se sempre a flexibilidade (modificações do sistema). destinada a alojar a medição. Tipos de Subestações Estação primária de consumidor industrial é o conjunto de componentes de entrada consumidora em tensões acima de 36. destinada a alojar a medição. compreendendo instalações elétricas e civis.

Posto Primário Simplificado alvenaria Posto Primário Simplificado em Pontalete Convencional: Quando a unidade consumidora tiver potência total instalada superior a 75kw devem possuir medição do lado da alta tensão. A medição é efetuada na baixa tensão e a proteção geral das instalações. Podendo ser abrigada em alvenaria ou conjunto blindado. e acionamento através de relés. esta proteção pode ser através de fusível sem necessidade. no lado de alta tensão. (ao tempo. (abrigada alvenaria) externas. Tipos de Postos Primários Quanto ao tipo o posto primário pode ser classificado de: Simplificado: Com previsão para demanda máxima final 300 kVA. Cabine convencional alvenaria 6 . Elas podem ser internas. e com apenas um único transformador trifásico com potência máxima de 300 KVA.Operação e Manutenção de subestação. a proteção geral através de disjuntor com desligamento automático. as entradas podem ser aéreas ou subterrâneas. portanto de relé. planta forma) ou Conjunto blindado.

Operação e Manutenção de subestação. Cabine Primaria convencional chapa Cabine secundaria posto de distribuição 7 .

Gaiola de faraday). ▪ Para-raio tipo haste reta (Franklin. Equipamentos Ramal de Entrada É o conjunto de condutores. com respectivos materiais necessários a sua fixação e interligação elétrica do ponto de entrega aos terminais da subestação do consumidor. ▪ Para-raio tipo válvula. e/ou eventos e anomalias. ▪ Ramal de entrada subterrâneo: É aquele constituído de condutores isolados instalados dentro de eletroduto diretamente enterrado no solo. Tipos: ▪ Cabo para-raio. em função do tipo de subestação. 8 . ▪ Ramal de entrada aéreo: É aquele constituído de condutores nus suspensos em estruturas para instalações aéreas. O ramal de entrada pode ser definido diferentemente.Operação e Manutenção de subestação. Cabo de media tensão Pára-Raios: É destinado a proteger os equipamentos de um circuito contra surto de tensão transitória provocado por descargas elétricas atmosféricas.

Que em condições normais isola a linha a terra.Operação e Manutenção de subestação. Com um tubo isolante que internamente possui elementos de proteção. Instalado nas partes mais altas das construções o pára-raio tipo hastes retas. Estes fatores são fundamentais para a definição do tipo do disjuntor. Para raio Tipo válvula. sopro magnético. Tipos: Definimos um disjuntor pelo seu meio de extinção do arco elétrico. de óleo. composto por cilindros metálicos (centelhadores). Situado acima dos condutores de uma linha aérea o cabo para-raio tem a finalidade de protegê-la contra descargas atmosféricas diretas e atenuar a indutância da linha. vácuo. em condições normais ou anormais (subcorrente ou curto-circuito). o resfriamento deste arco e o restabelecimento da rigidez dielétrica. os pára-raios tipo válvula são os utilizados nas estações. 9 . Qualquer que seja este meio devem-se analisar as seguintes situações: aumento rápido do arco elétrico. e gás. Conectado a terra e em paralelo com o circuito. ou gaiola de Faraday tem a função de proteger a instalação civil contra descargas elétricas atmosféricas. com objetivo de proteger os equipamentos elétricos do circuito. provocado por descarga elétrica atmosférica ou eventual anomalia (surto de tensão) ele forma um caminho de baixa impedância a terra descarregando-se e protegendo os equipamentos do circuito. constituídas por uma haste metálica reta mais captor. são eles: grande volume (gvo). isolados entre si e o elemento zinco. Ao receber um valor de tensão superior. Disjuntores São equipamentos destinados a interromper a corrente elétrica de um circuito. pequeno volume de óleo (pvo).

Operação e Manutenção de subestação. grande volume de óleo e pequeno volume de óleo. Disjuntor a óleo em media tensão. Disjuntores a óleo: São disjuntores que utilizam óleo isolante como elemento de extinção do arco elétrico. o tamanho físico e alguns detalhes construtivos. Disjuntor óleo alta tensão Pólo Varão de acionamento Caixa de comando 1 cabeçote metálico 2 contato fixo 3 câmara de extinção 4 contato móvel 5 bucha isolante 6 alavanca de ligar e desligar 7 varão de acoplamento 8 compartimento de sustentação 9 óleo isolante 10 . o que os diferencia são a quantidades do óleo utilizado. Existem dois tipos de disjuntores a óleo.

Disjuntores a vácuo: São disjuntores que utilizam o vácuo para a extinção do arco elétrico. Sem a queima e sem as oxidações dos contatos é garantida uma resistência de contato baixa. mantendo dielétrico permanente. para a extinção do arco elétrico. direciona o arco para dentro de uma câmara de amianto (câmara corta arco). Disjuntores á sopro magnético: São disjuntores que utilizam um campo magnético e ar comprimido. Podemos dizer que este sistema é um dos mais econômicos em função de: No vácuo não há decomposição de gases. e as câmaras hermeticamente fechadas sobre pressão eliminam o efeito do meio ambiente.Operação e Manutenção de subestação. onde o mesmo é fracionado e extinto. 11 . Uma bobina é introduzida no caminho do arco e como conseqüência limita a corrente elétrica. prolongando a vida útil do equipamento. que com a ajuda de um sopro de ar comprimido (conseguida através do acionamento de um pistão). formando um campo eletromagnético.

Operação e Manutenção de subestação. isto torna o disjuntor mais eficaz. um gás que em condições normais é altamente dielétrico. os custos com manutenção. compactando as estações. inerte. não tóxico e inodoro. Geralmente este gás é o Hexafluoreto de Enxofre (SF6). A câmara de extinção é um recipiente vedado de porcelana ou vidro vitrificado. o gás SF6 quando colocada em tubos sobre pressão diminui a distância entre as parte energizadas. já que não há desgaste dos contatos. Não é possíveis a manutenção destes contatos. diminuindo. não inflamável. e a duração controlada deles é em torno de vinte anos ou trinta mil operações (dependendo do fabricante). assim. Outro ponto importante é com a característica dielétrica. Disjuntores a gás: São disjuntores que utilizam gás para extinção de arco elétrico. auxiliado por dois foles. 12 . com dois contatos internos que ao serem acionados fecham-se. Disjuntor a vácuo.

Operação e Manutenção de subestação. portanto o disjuntor pronto para desligar. deixando o disjuntor em condições de ser ligado. Caixa de comando 13 . deixando. deixando a mesma tencionada e em condições de desligar o disjuntor. hidráulico. através do comando elétrico ou trip mecânico. a mola de desligar se tencionará. através do comando elétrico ou pelo ligar manual. Já em alta tensão os disjuntores podem ter seus acionamentos através de mola. Nesse sistema existe um motor que se encarrega de comprimir a mola de ligar. Dessa forma todas as vezes que ligarmos um disjuntor. bastando para isto liberarmos sua trava (bico de papagaio). Ao ligarmos o disjuntor a mola de ligar descarrega. pneumático. Acionamento dos disjuntores: Basicamente os disjuntores de media tensão são acionados por meio de molas. fechando o disjuntor e carregando a mola de desligar.

que por sua vez liberará a mola de desligar forçando a abertura do contato do disjuntor. podendo ser local (no cubículo ou próprio disjuntor). eletricamente e automaticamente. O controle automático é realizado por relés de proteção. O controle manual elétrico é feito através de manopla ou botoeiras. O controle manual mecânico feito no próprio disjuntor através do mecanismo de ligar ou desligar manual (devemos evitar este acionamento por questão de segurança). Controle: O disjuntor pode ser controlado de três maneiras distintas: manualmente. liberando em seguida e desligando o disjuntor. teremos a energização da bobina de desligar.Operação e Manutenção de subestação. O desligar manual quando acionado. ou remoto (telecomando). atua diretamente na trava de sustentação do bastão de acionamento. Uma vez operado o relé. Comando manual mecânico Painel sinótico para Comando manual elétrico e Comando automático 14 .

elas devem ser capazes de manter a condução de sua corrente nominal. que quando acionado através de alavanca manual. para a sustentação do contato fixo e outro para sustentação do braço de acionamento (varão). sem sobre-aquecimento. Os seccionadores podem ser: Tripolar comando único. Chaves Seccionadores São dispositivos destinados a realizar manobras de seccionar e isolar um circuito elétrico sem cargas (sem corrente). Normalmente seu controle é manual. cada faca é munida de um isolador. Em condições normais e com seus contatos fechados.Operação e Manutenção de subestação. Basicamente o seccionador é uma extensão do condutor que se desloca quando acionado abrindo e fechando. (varão provoca o fechamento ou abertura simultânea das três facas contato móvel em alta tensão elas podem ser com controle manual ou motorizado). um eixo rotativo. através de alavanca ou bastão ou varão. inclusive de curto-circuito. Seccionadora Tripolar Media tensão Seccionadora tripolar Alta tensão 15 . bastão. através dos contatos fixo e móvel.

o arco elétrico é extinto dentro de uma câmara os contatos são acionados com auxilio de molas para acelerar a abertura e o fechamento. pela queima do fusível. A operação desta chave é idêntica a chave faca unipolar. Que em condições normais também. quanto à de proteção perante um curto circuito. Seccionador com abertura em carga Chave fusível (para media tensão) também conhecida como Chave Mattews. faz a vez de contato móvel. Tais chaves executam tanto a função normal de comando sem carga. possui um dispositivo destinado a abrir e fechar um circuito sob carga é projetado para ser instalado em ambiente abrigado. ou seja. Já o Seccionador interruptor tripolar de media tensão.Operação e Manutenção de subestação. 16 . em cubículos.

Quanto à classificação os transformadores podem ser classificados de elevador. Temos ainda chaves faca unipolares (em media tensão) nesta. Transformador É uma máquina estática que por meio de indução eletromagnética. a operação de abertura e fechamento é realizada manualmente. Quanto aos tipos podem ser monofásico ou trifásico. os transformadores são trifásicos. Quanto à ligação os transformadores podem ser ligados em estrela. cada fase é acionada individualmente. eleva a tensão do enrolamento secundário em relação ao primário. transfere energia elétrica de um circuito (primário). abaixador. Transformador trifásico a óleo mineral isolante 17 .Operação e Manutenção de subestação. Eles podem ser a óleo ou a seco. abaixadores e suas ligações são em triângulo (enrolamento primário) e estrela (enrolamento secundário). mantendo a mesma freqüência. através de um bastão isolante. Normalmente nas estações primárias. para outros circuitos (secundário e/ou terciário). mas geralmente com valores de tensões e correntes diferentes. abaixa a tensão do enrolamento secundário em relação ao enrolamento primário. triângulo (delta) ou zig-zag.

Bobinas. (Primário e secundário) são condutores elétricos enrolados ordenadamente sobre um núcleo de ferro.Operação e Manutenção de subestação. Transformador a óleo Transformador seco Seus Principais Componentes são: Enrolamento. já o enrolamento secundário é sempre conectado a carga e sua fonte de energia é induzida do primário. 18 . O enrolamento primário está sempre conectado a fonte de energia. Na pratica a relação de transformação depende exclusivamente do número de espiras na bobina primaria (N1) e secundaria (N2).

madeira. e para sua sustentação. para isto são empregados papel. devem estar isoladas entre si. 19 . papelão e verniz. É composta de chapas de ferrosilicio isolada sobreposta uma sobre a outra formando um bloco de ferro concentrado. Tanto as bobinas como o núcleo. Núcleo A importância do núcleo no transformador é grande. pois é através dele que flui o fluxo magnético do enrolamento primário para o secundário. todo este material deve esta bem fixo e prensado para evitar ruídos e vibração.Operação e Manutenção de subestação.

e como transferência de calor do núcleo para o exterior do tanque. devido à agressão que o mesmo provoca ao meio ambiente). O calor excessivo das partes sólidas ou liquidas do transformador pode trazer redução de sua vida útil ma rentabilidade e desgastes das partes isolantes do transformador. silicone e o óleo isolante mineral derivado do petróleo. Isto acelera a deterioração do óleo e das partes sólidas diminuindo seu poder dielétrico.Refrigerar Tipos: . São considerados valores aceitáveis para operação do transformador: 35 ppm para transformadores até 69 KV. Usado para qualquer classe de tensão 20 . Os principais agentes de contaminação do óleo para o transformador são: o calor excessivo. água e contaminação metálica. Calor. 25ppm para transformadores entre 69KV ate 238KV e 20 ppm acima desta classe de tensão. A água. Óleo Isolante Em geral os transformadores de média e alta tensão são imersos em óleo isolante. os principais líquidos usados como meio isolante são o ascarel. São consideradas criticas temperatura acima de 60ªC para o óleo e 110 ªC as partes sólidas.Cor amarelada embranquecido quando novo. A umidade no óleo ou nas partes isolantes do transformado (papel.Naftênico Tipo A Mais estável a oxidação. que tem a finalidade de proporcionar um meio isolante entre as partes energizadas. falha na vedação ou respiração.Parafinico Tipo B Necessita de um tratamento inicial Usado ate 88 KV no Brasil e até 460KV na Europa .Isolar . Característica do óleo isolante derivado do petróleo . (hoje proibido seu uso.Operação e Manutenção de subestação. Função do Óleo no Transformador . madeira) e gerada pelo desgaste com a decomposição da celulose dos componentes das partes viva.

Fluido Isolante mineral derivado do petróleo.Umidade Presença de água . as respectivas unidades e os limites recomendados pela norma ABNT.Inibido Óleo acrescido de agente antioxidante.Acidez Presença de contaminantes ácidos e minerais .Cor Deterioração e contaminação do óleo .Ponto De Fulgor Presença de contaminantes combustíveis e voláteis . . . 21 .Rigidez Dielétrica Contaminates condutivos: água. sujeiras partícula condutoras sabão metálico.Operação e Manutenção de subestação. e sua influência na velocidade das partes móveis.Tensão Interfacial Contaminantes solúveis ou outros produtos de deterioração no óleo . Normas e Limites Adotados: Observamos que os valores são validos para óleo Mineral em uso A relação abaixo define os métodos utilizados nos ensaios.Ensaios Físico-Químicos . NBR 10576. .Viscosidade Capacidade do óleo em transferir calor.

0mn mx 35 0. Enxofre corrosivo Inibidor DBPC (teor) Rigidez dielétrica Fator de dissip a 25ºC Constante dielet. NBR 10576. quantidade e qualidade de gases dissolvidos no óleo. UNIDADE ----g/cm^3 cst cst dyn/cm --------ppm mgKOH/g ºC ºC ºC ºC --------% KV/0.1 % Er METODO Visual NBR-7148 MB-293 ----NBR-6234 NBR-5778 ASTM-D 1500 NBR-5755 ASTM D-974 ABNTMB50 BM MB MB NB AS AS NB AS IEC -50 -820 -299 R-5779 TM-D1275 TM-D1473 R-6869 TM-D924 V.5 Resultado Detecta presença. Fluido Isolante mineral derivado do petróleo. 22 . A formação de gases no óleo pode-sedar devido ao processo de envelhecimento natural ou falha de operação. as respectivas unidades e os limites recomendados pela norma ABNT. Normas e Limites Adotados: Observamos que os valores são validos para óleo Mineral em uso A relação abaixo define os métodos utilizados nos ensaios.Operação e Manutenção de subestação.05 0. 25ºC Índice de refração a 20ºC Cor Água (teor) Índice de neutral (col) Ponto de fulgor Ponto de Combustão Ponto de fluidez Ponto de anilina Cloretos de Sulf.Inorgan.ESP Normal (2)+ 16 ----mn 20 ----4.5 . ENSAIOS Aspecto visual Densidade a 20ºC Viscosidade a 25ºC Cinemática a 40ºC Tensão inter. a 25ºC mn= mínimo/mx= máximo (*) Classe 15 KV-Maximo 0.10 150 ------------------------mn35 Mx 0.Ensaios Cromatográficos.

Operação e Manutenção de subestação. transferindo o calor para fora do tanque. ENSAIOS H2 (Hidrogênio) O2 (Oxigênio) N2 (Nitrogênio) C2H2 (Acetileno) CH4 (Metano) C2H4 (Etileno) CO2 (Dióxido de Carbono) CO (Monóxido de Carbono) C2H6 (Etano) Total PPM Combustível OBSERVAÇÕES: RESULTADO DA AMOSTRA 7 36879 82605 0 2 0 2186 64 20 88563 49 V. Radiadores Os radiadores são fixados na parte externa do tanque.Mesmo que os valores encontrados sejam inferiores aos de referencia.em relação os valores anteriores houve uma evolução positiva do óleo Tanque principal É através do tanque que o calor transferido do núcleo e do enrolamento através do óleo isolante. é liberado. São confeccionados em chapas. 23 . C . e retornando o óleo com temperatura menor pela parte inferior. já que sua função também é de sustentação da parte ativa do transformador. e tem como finalidade ajudar na refrigeração do óleo isolante. recebendo o óleo com temperatura mais elevada na parte superior. avaliar a taxa de crescimento dos gases. o que possibilita o movimento do óleo em seu interior. com paletas abertas em suas extremidades. Os tanques são confeccionados em chapas de ferro reforçados.Os valores encontrados deverão ser acompanhados com os de referencia. B .ESPERADO (PPM) 200 20000 80000 0 100 60 5000 500 100 975 A .O = não detectado D .

Indicador de nível de óleo Tem a finalidade de indicar o volume de óleo no interior do tanque. O balonete é utilizado com a finalidade de compensar as variações do volume do óleo no tanque. Instalado na parte externa e no ponto mais alto do transformador. em função da carga e a temperatura ambiente. (Balonete). Pode ser instalado na extremidade do balonete ou no próprio tanque (quando o transformador não possuir balonete). para o tanque. Indicador de nível 24 . Em transformadores com balonete o nível do óleo vem acompanhado de um contato (tipo micro-chave). ajudado pelo deslocamento do óleo. com finalidade de sinalizar com alarme. através de gravidade (geralmente o volume do óleo no balonete deve ficar em torno de 25 a 50% de sua capacidade). e o libera após sua contração.Operação e Manutenção de subestação. em decorrência da mudança de temperatura no interior do transformador. Tanque de Expansão. o balonete recebe o volume de óleo após sua dilatação. caso o volume do óleo atinja ponto critico para a operação do transformador.

acompanhando as variações do volume de óleo. Já a sujeira. pela absorção da umidade. O secador de ar é um tubo que vai até a parte superior do balonete. podendo ser recuperada após ser aquecida em estufas.Operação e Manutenção de subestação. Secador de Ar (Tubo de Silica-Gel) O ar que entra e sai do balonete. Secador de ar tubo de sílica-gel Tubo de sílica gel Reservatório de óleo 25 . deixando nele a umidade. traz consigo umidade e sujeira. passa pelo secador de ar. que possui a propriedade de absolver a umidade. ela muda de cor. Quando em condições normais a silica-gel é de cor azul. esta não deve chegar até o óleo para não contamina-lo. é retida em outro recipiente com óleo localizado na parte inferior do tubo. e com uma quantidade de cristais de silicagel. O ar que entra vem do meio ambiente. adquirindo a tonalidade rosa. vindo a diminuir sua propriedade dielétrica. após sua saturação.

para acionar os ventiladores. outro com contato. que ao sofrer aquecimento se expande através de um tubo capilar pressionando os ponteiros que registram a temperatura. Como o óleo é um elemento de transmissão da temperatura no interior do transformador. Termômetro Como já vimos. (caso o transformador tenha refrigeração forçada). o transformador como máquina tende a sofrer aquecimento durante seu funcionamento. este controle é feito através do termômetro de óleo.Operação e Manutenção de subestação. Esta temperatura deve ser acompanhada e controlada para não provocar um desgaste maior nas partes internas do mesmo. O termômetro consiste de um bulbo contendo mercúrio. Normalmente no termômetro de temperatura do óleo existe um ponteiro para registrar a temperatura. Indicador de temperatura 26 .

Imagem Térmica (Termômetro do Enrolamento) É uma proteção contra alta temperatura nos enrolamentos do transformador. É instalado um transformador de corrente (TC) em série com o enrolamento principal do transformador. 27 . dilatando o mercúrio do tubo capilar.Operação e Manutenção de subestação. e o que mais rápido aquece (esta temperatura é relacionada à carga do transformador). portanto o deslocamento do ponteiro no termômetro. está no processo de medição desta temperatura. pela leitura indireta através da relação carga/temperatura. caso a temperatura persista em aumentar. a corrente elétrica que circula no enrolamento tende a aumentar. Imagem térmica. vez aquecem a resistência e o óleo da cuba. Quando esta temperatura atinge valores elevados. um contato é acionado emitindo alarmes. como o custo da leitura direta é alto. que por sua. aumentando também no TC. seus terminais secundários estão ligados também em série com uma resistência. como vimos anteriormente. opinou-se. a diferença fundamental. É fundamental o controle desta temperatura. o transformador é desligado através de um outro contato. Como é no enrolamento que o processo de transformação da tensão acontece. Com o aumento de carga no transformador. já que quando ela atinge valores elevados deteriora o material isolante. A resistência fica dentro de uma cuba com óleo. também é lá o ponto mais quente do equipamento. que aciona o sistema de proteção desligando o disjuntor e isolando o transformador. O termômetro assim como o bulbo e o tubo capilar são idênticos ao de óleo. provocando.

vindo a despressurizar o tanque. devido à Formação de um arco elétrico. Tubo de Explosão – Válvula de alivio O tubo de explosão tem como finalidade proteger o transformador contra sobre pressões excessivas que possam ocorrer no seu interior.Operação e Manutenção de subestação. Atualmente nos transformadores de alta tensão estes tubos estão sendo substituídos por válvula de segurança (válvula de alivio). Tubo de explosão Válvula de alivio 28 .consiste de um tubo curvado. o tipo mais simples e mais utilizado.montado na tampa superior do transformador que ao sofrer a pressão interna rompe uma membrana de vidro.ou queima de isolante.

a outra bóia quando acionada pelo alto e constante fluxo de gases ou ar. Localizado entre o tanque e o balonete. dentro do transformador. o qual aciona um alarme sonoro ou luminoso. a uma queima do material isolante.Operação e Manutenção de subestação. que se fazem sentir por movimento brusco do óleo ou curto-circuito. isolando e evitando sua queima. Reler de Gás. desliga o transformador através do disjuntor. 29 . Relê de Gás (Buchholz) É um dispositivo com a finalidade de proteger os transformadores imersos em óleo e com conservador (balonete). Com o curto-circuito. gerando bolha de gases (algumas vezes inflamável). o relé é equipado com duas bóias (balancim) uma para registrar baixo e passageiro fluxo de gases ou ar. contra defeitos internos.

Buchas. com resfriamento por ventilação. Quanto à forma eles são: isolador de pino. Os materiais mais empregados na sua construção são porcelana e vidro.Operação e Manutenção de subestação. circulação forçada do óleo (OFAF) e refrigeração à água (OFWF). que é feita pela circulação natural do óleo. pedestal. nestes casos existem ventiladores fixos nos radiadores. E o transformador é classificado como transformador a banho de óleo. Quanto as característica podem ser: rígidos e de suspensão. os sistemas. aumentando a transferência do calor do óleo para o exterior do tanque. tais como: refrigeração natural (ONAN). Este processo é chamado “Líquido com ventilação forçada” (ONAF) e o transformador é classificado como transformador á banho de óleo. com a finalidade de aumentar a circulação do ar nos radiadores. A função básica das buchas ou isoladores nos equipamentos elétricos é proporcionar um isolamento elétrico entre o condutor energizado e a carcaça do equipamento. Este processo é chamado “liquido natural” (ONAN). que retira o calor do conjunto núcleo-bobina. 30 . mais usados são: refrigeração natural. ventilação forçada (ONAF). Isoladores. Sistema de Refrigeração Para evitar que a temperatura nos transformadores atinja valores perigosos aos isolamentos. O outro sistema é a ventilação forçada. ou auto-refrigeração. suporte e de passagem. utilizam-se processos de resfriamento. Nos transformadores de média tensão. transferindo-o ao meio ambiente.

Transformador Trifásico a seco em resina No interior dos seus três enrolamentos.Operação e Manutenção de subestação. protegendo o transformador. Quando a temperatura do transformador aumentar. Este relé fica monitorando estas informações. são instalados sensores PT-100 medindo a temperatura do transformador. sua primeira função é de alertar. que é o desligamento do disjuntor de Média tensão. PT. o relé tem a segunda função. Esta informação da temperatura dos enrolamentos chega ao relé de temperatura.100 Rele de temperatura do Transformador 31 . se a temperatura continuar aumentando.

já os transformadores de potencial são ligados em paralelo com o circuito. Transformador de corrente.).Operação e Manutenção de subestação. Os transformadores de corrente estão ligados em série com a rede. 120 ou 220 v. amperímetro. São transformadores abaixadores de tensão (TP) e corrente (TC). 32 . e proteção (relés). Transformador de potencial. e seus valores secundários normalmente são de cinco ampéres. etc. Transformadores para Instrumentos São transformadores especiais cuja finalidade é alimentar os aparelhos de medição (voltímetro. os quais recebem tensão e corrente da rede e baixa para valores de leitura dos instrumentos e alimentação dos relés. wattímetro. Estas tensões normalmente estão entre 110.

chamado proteção de retaguarda. Noções de Proteção O objetivo básico da instalação de um sistema de proteção nos equipamentos elétricos consiste em detectar os defeitos e isolá-los o mais rápido possível. Rapidez de operação O relê deve operar o mais rapidamente possível de modo a diminuir os danos que são causados pela permanência do defeito na rede circuito Relê de Proteção A finalidade principal do relê é detectar uma anomalia (defeitos) e comandar os dispositivos de proteção.Operação e Manutenção de subestação. Um bom sistema de proteção sempre esta coberto por outro sistema de apoio. Sua identificação é por numero que vai de 1 a 100. chamado relé de proteção. fora disso. Elemento de comparação. Sensibilidade de operação A proteção deve atuar de modo a visualizar a anomalia dentro das situações impostas (predefinida) sem aliteração de valores. Elemento de comando. etc. que executa os comandos. Os sistemas elétricos exigem dispositivos de proteção com altíssimo grau de confiabilidade e precisão. que compara a grandeza controlada. sempre ligado a um transformador de corrente (TC) ou de tensão (TP). ex. Os componentes internos do relê são: Elementos sensíveis. 33 . com o valor de ajuste. Seletividade de operação A atuação da proteção só deve acontecer de modo a selecionar o equipamento ou a zona de proteção com anomalia isolando-os do resto do sistema sem perturbar os outros equipamentos não defeituosos. Exatidão na operação A proteção só deve atuar de uma maneira definitiva. desligando e isolando a área protegida. Toda a proteção deve prever os seguintes requisitos. ela permanece inativa e não deve ser afetada por condições perturbadoras. desarme do disjuntor. quando as condições do sistema que foram impostas para sua operação ocorrerem. que percebe a grandeza a ser controlada. Os relês são ajustados para valores nominal de tensão e corrente. sem perturbar outros equipamentos não defeituosos. sinalização.

Baixo custo de manutenção. 34 . Baixo custo de aquisição. Estático Bons recursos para funções mais complexas. interface e serial/paralelo. Impossibilidade de autodiagnóstico. Alto custo de manutenção. Recursos para otimização. Simplicidade construtiva para funções simples.Operação e Manutenção de subestação. Maior fragilidade ao meio ambiente. Maior fragilidade. Quanto a sua construção os relés podem ser: Eletromecânico Robustez. Menor dimensão. Maior custo de aquisição. Ausência de autodiagnóstico. Autodiagnóstico. Baixo tempo de operação e rearme. Durabilidade (40 a 50 anos). Dificuldade construtiva para funções mais complexas. Bom desempenho global. Microprocessador Baixo custo de manutenção.

contendo internamente algumas funções de relés vistos anteriormente. 47 etc . . .Robustez. E sendo assim. ou seja. 51. ele consegue atender as diversas faixas de escalas.Baixa exatidão. tecnologia que conta com determinadas programações de acordo com a peculiaridade de cada estação.Dificuldade construtiva para funções mais complexas.Alto custo de manutenção.Impossibilidade de autodiagnóstico. Relé Micro processado A norma NBR – 14039 exige a proteção indireta da subestação. com: Relés 50. Ação direta: A) Sobre-corrente Primária Seu principio de funcionamento acontece em função de um campo eletromagnético criado pela corrente que circula na bobina localizada no pólo do disjuntor. Este tipo de proteção é usado como padrão das concessionárias de energia elétrica. é um dispositivo Micro processado. . .Operação e Manutenção de subestação. 27. o relé deve ser instalado fora do disjuntor.Baixo custo de aquisição. Além disso. . . 35 .Simplicidade construtiva para funções simples.59. Quando circula uma corrente alta pela bobina haverá atração do núcleo com intensidade suficiente para movimentar o mecanismo de desligar o disjuntor B) Fluidodinâmico (Relé de ação direta com retardo a liquida) . O rele exigido pela norma.

▪ ▪ ▪ ▪ ▪ 27 .Relé de Subtensão. Temporizado. fazendo girar e fechando os contatos (quando eletromecânico). (Sobrecorrente Primário) usando fluido ou liquido para retardo em função do pico de corrente no momento de ligar o disjuntor. Opera quando a temperatura excede um valor pré-determinado. 49 .Relé térmico. 26 . Nas estações primárias. 36 .Relé de sobrecorrente temporizado em circuito de CA. são instantâneos quando circula uma corrente suficiente na bobina. ou para uma dada taxa de variação destes valores. gás ou vácuo. Opera para um dado valor de temperatura acima daquele predeterminado. Nos relés microprocessados a contagem do tempo é feita por meio de um timer. 51 . Opera para um dado valor de tensão abaixo daquele predeterminado. Opera para um dado valor de pressão de liquido ou gás. neste o fechamento dos contatos é feito através do sistema indutivo que aciona um relógio ou um disco. os principais relés são: ▪ ▪ 50 .Operação e Manutenção de subestação.Relé de pressão de líquido. quando a corrente ultrapassa o pré-fixado em circuito de corrente alternada. 63 . Sua atuação é idêntica ao reler acima.Relé de sobrecorrente instantâneo. Opera com uma característica de tempo definida ou uma característica de tempo inverso.Relé térmico para máquina ou transformador. e seus contatos fecham rapidamente e automaticamente. Opera instantaneamente para uma corrente acima de um valor predeterminado. Quanto à classificação e tempo de atuação. 59 . Exemplo Relé Buchholz.Rele de sobre tensão. Opera para um dado valor de tensão acima daquela predeterminada.

Opera para religar automaticamente um circuito através de chave. medidas nos pontos extremos da área protegida. 86 . Opera para selecionar automaticamente certas fontes e condições de em um equipamento ou ▪ ▪ ▪ 59 . Opera eletricamente. ainda para realizar automaticamente uma operação de transferência.Relé diferencial. de modo a desligar e bloquear um equipamento no caso de ocorrência de condições anormais.Relé de controle seletivo / transferência automática. Atua para uma determinada seqüência de fase estabelecida Obs Ver nomenclatura dos reler anexo 37 . Opera em função das diferenças provenientes do desequilíbrio existente entre duas ou mais corrente ou outras grandezas elétricas quaisquer.Relé de Sobre Tensão: Opera para um dado valor de tensão acima daquele Predeterminado 79 .Relé de nível de gás ou líquido. ▪ ▪ 71 . ▪ 87 . 47 – Seqüência de fase.Operação e Manutenção de subestação. Opera para determinados valores de nível de gás ou liquido ou para taxa de variação destes valores. com rearme manual ou elétrico.Relé de bloqueio de religamento. ▪ 83 .Rele de religamento automático.

freqüência. frequencímetros). Podem ser de leitura direta ou registrador gráfico. etc. (Medidor de energia ativa e reativa).Operação e Manutenção de subestação. ampliação do sistema. voltímetro. Os instrumentos podem ser classificados como: Acumuladores. Os instrumentos de medição são aparelhos utilizados para medirem diversas grandezas elétricas. corrente. Indicadores. Instrumentos de Medição A uma necessidade do acompanhamento das medidas elétricas. conferencia de desligamento. (Amperímetro. Através delas são resolvidos problemas. Normalmente nas estações são conectados a TP’s e ou TC’s em virtude dos valores medidos. fasímetro. tais como tensão. São aqueles que em qualquer momento indicam o valor nominal ou pico da grandeza medida. sobrecargas. Indicador de grandezas elétricas Acumulador de grandezas elétricas 38 . sobre-tensão. São aqueles que registram valor acumulado de grandezas medidas. etc. desde o momento de sua instalação ou de tempo predeterminado. exemplos: remanejamento de cargas.

7. 1.2 da NR-10 do M.E. Com exceção da manobra de emergência. De acordo com a norma. B . 39 . itens 7. visando garantir a segurança do equipamento e pessoal envolvido. Quando no caso de emergência após a manobra os responsáveis devem ser informados através de relatório citando os motivos da manobra e as condições dos equipamentos.11. de segurança NR-10.8. Há dois tipos básicos de operação: A . Procedimento de Segurança para Manobras Objetivo O principal objetivo é apresentar conceitos básicos no procedimento correto do planejamento. em media e alta tensão é essencial que seja feita uma programação prévia e uma lista de procedimentos á serem executados. e que estejam familiarizados com o sistema energético. a operação de subestação deverá ser efetuada por pessoas Qualificadas e autorizadas com treinamento prévio de NR-10 curso básico e complementar Itens 10. e 10.4 e 10. execução das tarefas de manobra e operação de uma estação de energia. este Procedimento e de responsabilidade da empresa e deve ser assinado por um profissional legalmente habilitado e com a participação do serviço especializado de engenharia segurança do trabalho o (SEESMT) e o responsável pelas estações e pessoal envolvido. Programações para Manobras de subestação. para assegurar que a operação de manobra será feita corretamente.Operação programada. Operação de subestações De acordo com a NR-10.Operação de emergência.Operação e Manutenção de subestação.T.

Se há interrupção.Responsável(s) pela manobra(s) (operador).Abrir seccionadora do poste. (Esta operação é realizada pela concessionária). 12 . 3. 11 . placas. e os reles operados.Verificar equipamentos.Abrir seccionadora na proteção e travá-la na posição desligada. 10 . o motivo do desligamento. 2 . 9 . 3 .Sinalizar (Avisos de perigo com: barreiras. 5 .Desligar disjuntor principal através do acionamento elétrico. 10.Operação e Manutenção de subestação. 6 .Solicitante da manobra. 9.Se a interrupção é total ou parcial.Tempo total de duração.Horário de inicio da manobra. 40 . 7 . 8. 14 . na falta.Planejamento. acionamento mecânico. Na operação de emergência Depois de concluída a manobra de emergência deverá ser emitido relatório constando todas as seqüências de operação já realizadas.Quais diagramas a serem consultados para manobra. 7. 2. Seqüência de operação de uma subestação: Desligamento completo (Programado) 1.Condições operativas dos equipamentos que serão manobrados.Em caso de entrega para manutenção quem da manutenção irá executá-la. Nos caso de curto circuito indicar o local em que este aconteceu e quais as medidas adotadas. 5. 4.Responsável que irar liberar o circuito.Quais os EPI e EPC que serão usados. 13 .Quais os setores afetados. etc.Abrir seccionadora na medição da concessionária e travá-lo conforme item anterior.Data e horário que o circuito será devolvido para religamento. Na autorização deve constar: 1 . 4 . 6.Conferir equipamento.). 15 . 8 . quando necessário.Conferir equipamento.Motivo da manobra.Elaborar relatório.Quais componentes (equipamentos) e seqüência que serão manobrados.

Verificar Equipamentos.Fechar seccionador na medição da concessionária e travá-la na posição ligada.Fechar o seccionador do poste. 4 . 5 . ▪ Execução da Manobra 1 .Os equipamentos e o sistema de proteção estão em ordem.Ligar os disjuntores secundários ou os de BT’s. estes deverão preferencialmente ser desligados primeiro e por último o principal. OBS: Desligar os circuitos de AT e BT sempre pelos disjuntores e nunca pelas seccionadoras.Fechar seccionadora da proteção e travá-la conforme item anterior. caso tenha sido aberta.Conferir equipamento. Quando há diversos disjuntores de Alta Tensão.Ligar o disjuntor principal através do acionamento elétrico. a operações devem ser inversas ao desligamento seguindo passo a passo. na falta acionamento mecânico.Todas as ferramentas. ▪ Religamento completo (Programado) No Religamento completo programado. 3 . B . Isolar a área. (Verificar Item.Conferir equipamento. e fechadas. Os disjuntores são feitos para suportar surto de carga e até curtos circuitos. 6 . Caso seja para manutenção deve-se: ABCExecutar teste de tensão usando o testador de tensão Executar Aterramento temporário. D .Operação e Manutenção de subestação. C . portanto é elemento responsável pelo perfeito desligamento ou religamento de toda carga da subestação. 8 . equipamentos e pessoal foram retirados do local. 2 . deve-se verificar se: A . 7 .As telas de proteção ou todas as portas estão no local.O Aterramento temporário foi retirado. 41 . Procedimentos de segurança para manutenção). Caso o desligamento seja para manutenção.

▪ Nenhum operador será obrigado a religar uma subestação. 2 .3) 42 . recorrer ao Engenheiro ou responsável o qual autorizará ou não o religamento. 2 . ▪ Desligamento Automático Nas subestações pode haver desligamentos automáticos por diversos motivos como segue: 1 . desde que os seguintes pontos sejam verificados: 1 . ou seja.Segurança para o operador. ▪ Não é permitido efetuar sozinho as manobras de subestações.Aquecimento do transformador. Qualquer desligamento desta natureza requer um religamento o qual é considerada operação de emergência. quando estiverem energizadas. 4 . (NR – 10 item 10.Operação e Manutenção de subestação. se as condições de segurança não forem satisfeitas e deverá.Falta de fase no circuito de alimentação. O religamento poderá ser feito por qualquer operador devidamente credenciado. em caso de dúvidas.Curto-circuito. 6 . 4 . 3 – Sobre-corrente na subestação. ▪ É proibido efetuar quaisquer serviços de reparos nas partes vivas de uma subestação. 5 .Falta de óleo no transformador.Existência dos equipamentos auxiliares da manobra.Condições do equipamento. em seus componentes de média. 7 . Poderão ser efetuados reparos nos equipamentos auxiliares de manobra.7.Gás inflamável no transformador. sempre deverá haver mais de uma pessoa autorizada no recinto durante as manobras.Segurança absoluta da possibilidade de religamento (vide item cuidados especiais no religamento de subestações).Interrupção total do circuito de alimentação. o que deverá ser feito com procedimento e autorização do engenheiro ou responsável. 3. e deve-se dar cuidados especiais de trabalho e segurança.Motivo de desligamento. 5 . OBS.

Operação e Manutenção de subestação. bastões. e acondicionada em local apropriado. Todos estes equipamentos devem ter resistência dielétrica de conforme a classe de tensão e estar de acordo com a NR-6 as luvas de segurança devem estar com luvas de proteção mecânica. os disjuntores de media/alta tensão deverão ter acionamento por molas pré-carregadas manualmente ou por motor. ▪ De conformidade com os novos regulamentos internacionais. isolantes e tapetes de borracha. ▪ É proibido fazer manobras em subestações sem o equipamento de proteção (luvas.). 43 . etc.

não portar relógio. sinalizados.1. A estação primária e secundaria durante a manutenção. 10. deve estar desobstruído de peças alheias ao serviço. só é considerado desenergizado para efeito de manutenção quando o mesmo estiver: desligado. verificando se os equipamentos sob suas responsabilidade estão isolados. assim como ter recebido treinamentos técnicos. Após receber a comunicação da conclusão da manobra pelo operador. Na execução de trabalhos que envolvam serviços de risco por choque elétrico. se as partes condutivas dos equipamentos não e destinada à condução da corrente estar aterrada (equipotencialização com a terra). as pessoas devem esta qualificada e autorizada.3. ou adornos pessoas. do planejamento e execução das tarefas em manutenção de uma subestação primária e secundária. e se os mesmos estão nos locais adequados. o responsável pelo serviço de manutenção deve conferir a manobra com todos da equipe.7. ter conhecimento: dos riscos do choque elétrico. se as portas de emergências e ou de acesos estão livres. (Esta conferência deve ser acompanhada do diagrama da estação).). Todo equipamento seccionado dentro de um posto primário. visando garantir a segurança dos equipamentos e pessoal envolvido. 44 .Operação e Manutenção de subestação. É necessário verificação. (NR-10 item 10. e 10. anéis. (Itens. e se necessário afastado. travado (mecanicamente e eletricamente). Procedimento de Segurança em Manutenção Elétrica Objetivo O principal objetivo é apresentar conceitos básicos no procedimento correto. pulseira.T. deve usar vestimentas adequada. dos equipamentos de proteção coletiva (EPC) e proteção individual (EPI). dos EPC. isolado. 8. sinalizado.8. e de primeiros socorros. bloqueado elétrico e mecânico. e se os extintores de incêndio (CO2 ou pó químico) estão carregados e dentro do período de uso.5). testado e aterrado.1. treinamento da norma de segurança NR-10 do M.E.

As ferramentas a serem usadas devem ser adequadas às tarefas e estarem em condições de uso. Em consumidor primário. Verificar o uso e condições dos EPI. definindo um plano ou roteiro das diversas etapas. para que fazer.Operação e Manutenção de subestação. Obs. como fazer. devem ser adotados especiais cuidados contra risco de acidentes de corrente de retorno. e diversos postos de transformador e ou geradores particulares. ter a certeza que toda equipe esta a par do que fazer. a execução de um mesmo serviço. Planejamento É o ato de preparar antecipadamente a execução dos serviços a serem realizados. Nos equipamentos travados com cadeado as chaves devem ficar com o responsável pelo serviço e em local visível a todos. quando fazer. Máquinas girantes devem ter proteção evitando contato com o corpo e a roupa. analisando sempre a necessidade do serviço com o numero de profissional. Cabe ao responsável o planejamento do serviço a ser executado. porque fazer. Após o desligamento total da cabine é necessária a espera para serem descarregados as correntes capacitivas. o que fazer. de que maneira fazer. para se ter conhecimento clara sobre. 45 . e que as tarefas fora de rotina devem ter uma atenção especial. distribuindo as tarefas. Lembra sempre que. nem sempre será a mesma. o local deve estar limpo e com ventilação e iluminação adequada. com circuitos internos. e longe de fogo. e quem devem fazer. principalmente as estações com capacitores. Solvente e matérias abrasivos devem ser tratados e estocados com cuidados.

Nestes casos o aterramento temporário. Aterramento temporário A manutenção em equipamentos desligados nos apresenta a primeira vista. desviando a corrente elétrica por um caminho de resistência ôhmica menor que a do ser humano. Entretanto estes equipamentos podem ser energizado indevidamente por diversos fatores. Detector de tensão por contato Detector de tensão Conjunto de aterramento 46 . protege o homem de manutenção contra fatores a cima. Obs.Operação e Manutenção de subestação. Antes do aterramento deve-se fazer o teste de tensão usando o detector de tensão. tais como: Tensões estáticas. e religamento acidental. como uma condição aparentemente segura para os trabalhos a ser realizado. tensões capacitavas. erro na manobra. Esta proteção é oferecida pelo conjunto de aterramento. contato acidental com outro ponto energizado. que ao ser instalado de forma adequada e com as especificações e seqüência correta. tensões indutiva. se constitui como a principal proteção das pessoas envolvida na manutenção. descargas atmosféricas.

pelo fabricante e o setor de engenharia da empresa. condições físico-químico. 47 . prolongando sua vida útil.Operação e Manutenção de subestação. quantidade de operação. para que os mesmo possam estar sempre disponíveis. e restauração em um item programado seguindo os critérios pré-estabelecidos. Esta manutenção deve obedecer a critérios pré-estabelecidos. Local de instalação dos equipamentos. A manutenção corretiva Pode ser: . É todo serviço de controle.Manutenção corretiva de emergência. È toda a intervenção de um item com finalidade de corrigir de imediato as condições normas de operação. e com a finalidade de mantê-los em condições satisfatórias de operações ou contra possíveis ocorrências que possam aumentar sua indisponibilidade. A manutenção pode ser: Manutenção preventiva É todo controle. conservação e restauração de um item ou instalação com objetivo de mate-las em condições satisfatórias de uso e de prevenir contra possível anomalia tornando indisponível. conservação. Manutenção. Procedimento Prático para Manutenção de Cabine Introdução Nos equipamentos elétricos se faz necessária a manutenção. tensão e carga dos equipamentos. periodicidade. Manutenção corretiva É toda manutenção em um item indisponível ou não com ou sem restrição que vise reparar falha ou defeito. Nestes critérios deve-se considerar.

ensaios e seqüência básica. analisando-se o estado dos equipamentos e os valores de ensaios físico-químicos. Na manutenção preditiva depois de detectada anomalia deve-se ter uma freqüência maior no acompanhamento.Manutenção corretiva de urgência. Cada fabricante pode ter seu procedimento diferenciado. as alterações detectadas em relação aos relatórios anteriores. evitando aquecimento. É todo controle.Manutenção corretiva de programada. pois o mesmo pode estar energizado. devem ser analisadas se estão dentro dos valores pré-estabelecidos. . Pára-raios. verificações e ensaios.Operação e Manutenção de subestação. se não existe trincas ou rachaduras. Verificações: Nos pára-raios è necessário verificarmos as condições dos isoladores. Em todas as manutenções deve ser constituído um relatório. É toda a intervenção de um item com finalidade de corrigir falha ou defeito o mais breve possível tornado a condição normas de operação. verificações e conservação em um item programado seguindo os critérios pré-estabelecidos. os conectores devem ser reapertados. Manutenção preditiva. verificações. È toda a intervenção de um item com finalidade de corrigir falha ou defeito a qualquer tempo voltando às condições normas de operação. . 48 . o que vamos passar são os procedimentos. e com a finalidade de diaguinosticar as condições de operações. O cuidado deve ser redobrado caso o para-raio esteja próximo do cabo da concessionária. podendo ser usado para todos os equipamentos. Obs. Procedimento.

Nas câmaras de extinção. indicadores de posição. reapertados e lubrificados. varão partes rotativas e contatos. os mesmos devem estar limpos e bem fixos. motor. e o indicador de nível de óleo. tomando cuidado com a lubrificação para não haver excesso. 49 . É necessário também à verificação nos blocos de terminas. Caso o disjuntor seja a óleo verifica o respiro. Caso tenha acesso verificar o estado dos contatos e sua simultaneidade. deve-se verificar o estado geral das molas. Os ensaios elétricos trazem um diagnostico bem mais técnico do equipamento por isto se faz necessário o seu acompanhamento. desligar e de mínima tensão. Verificações: No mecanismo de acionamento. é necessário verificar se existe trinca ou rachaduras. fiações e isoladores. engrenagem. (Ver anexo instrumento de ensaios). os contatos também devem ser limpos. contador de operação. Deve-se reapertar. travas. O mecanismo deve ser limpo e lubrificado. limpar e lubrificar. as articulações. Nos isoladores verificar se não existe trinca ou rachadura. e se os mesmos não possuem trincas ou rachaduras. Ensaios: Os ensaios mecânicos consistem basicamente da abertura e fechamento. (Ver anexo instrumento de ensaios). Ele consiste de: Resistência dielétrica Para o ensaio de resistência se isolação o instrumento é o megômetro. Resistência de contato Para ensaios de resistência de contato o instrumento usado é o ôhmimetro. Os contatos de rolete devem ser limpos e lubrificados. bobina de ligar. Seccionador. articulações. dispositivo de carregamento de mola. Verificações: No seccionador é necessário verificar a simultaneidade das fases o estado dos contatos: fixo e móvel.Operação e Manutenção de subestação. Disjuntores.

Ensaios: Os ensaios mecânicos consistem basicamente da abertura e fechamento. os alarmes de temperatura. Via de regra os indicadores de níveis de óleo e composto de uma bóia e uma micro-chave. Ele consiste de: Resistência de contato Da o diagnostico condições dos contatos: móvel e fixo no disjuntor Simultaneidade dos contatos Para ensaios de simultaneidade percursos e penetração dos contatos o instrumento usado oscilógrafo Obs. condições da silica-gel (caso esteja rosada substituí-la). local e remoto.Operação e Manutenção de subestação. e o desligamento do disjuntor. ligações a terra. mecânico e elétrico. Os ensaios elétricos trazem um diagnostico bem mais técnico do equipamento por isto se faz necessário o seu acompanhamento. Nos disjuntores a pequeno volume de óleo. para referencia. ao fecharmos a mesma emitirá alarme. o óleo deve ser substituído. pois é através dele que vamos detectar problema de falta de óleo no balonete. Neste ensaio verifica-se também. Verifica-se. e reapertar os blocos de fiação. É feita a comparação da evolução da temperatura entre os dois. chaves térmicas e contadores. fica difícil definirmos uma regra básica para este ensaio por mais. Vale salientar sua importância. ventiladores. Transformador Verificações: Nos transformadores deve-se verificar: se não existem vazamentos. Nível de óleo Em função da diversidade de fabricante e de sua forma construtiva. isoladores (buchas). simples que seja. limpar. o automatismo dos ventiladores. radiadores e balonete) e se os registros dos mesmos estão abertos. Termômetro O ensaio consiste no aquecimento de óleo em uma cuba onde deve ser colocados o bulbo capilar e um outro termômetro. 50 . o nível do óleo do balonete. (na caixa. Na caixa de fiação é necessário verificar.

acidez. ligações a terra. lâmpadas de sinalização. e substituído quando necessários. amperímetro. fusível e chaves termomagnéticas. viscosidade. Mais e possível verificar a atuação das duas bóias (balancim de alarme e o de desligamento). Nos barramentos deve-se verificar a isolação. Os mesmos devem ser limpos reapertados.Operação e Manutenção de subestação. umidade. se não existem indícios de aquecimentos e corrosões. Rele buchholz Não é possível detectar gases inflamáveis. e pode contaminar o óleo da amostra trazendo um resultado diferente no ensaio. tensão interfacial. o alarme é acionado. (o mesmo utilizado para retirar amostra de gases para ensaios). Os ensaios feitos em laboratórios são: rigidez dielétrica. em seguida ocorre o desligamento do disjuntor. wattímetro. já que o óleo no transformador está com a temperatura mais elevada que a do meio ambiente. blocos de ligações. reles e contadores. o local (registro) da retirado de amostras deve ser limpo. verificar se está fechando e abrindo corretamente. e esterilizados e sem umidade. o frasco e seringa de amostra devem estar limpos. deixando escorrer um pouco ate sair o óleo do cano. Relação de transformação Para este ensaio o instrumento utilizado é o TTR (ver anexo instrumento de medição). cromatografia. Os ensaios com o óleo Deve ser feito em laboratórios. se necessário fazer ensaio de resistência dielétrica. contatos de rolete. voltímetro. ponto de fulgor. Ensaio de resistência dielétrica Para este ensaio os instrumentos utilizados são o megômetro e o fator de potência (Doble) (ver anexo instrumento de medição). Caso tenha guilhotina. 51 . plug de controle. Após o esvaziamento de uma parte do óleo no relé. Este ensaio é feito no esvaziamento do óleo no rele que pode ser conseguido através de bombeamento de ar no rubinete superior. cor. em uma manutenção preventiva já que na manutenção preventiva pré supunha que o transformador esteja sem gases. estado geral da pintura. Cabine (cubículo) Verificações: Nos cubículos é necessário verificar: resistência de aquecimento. o ensaio de regidez pode ser feito de forma preliminar de acordo com norma da ABNT NBR-7070 na sua retirada deve-se ter o cuidado de verificar: a temperatura ambiente. (corrosão).

confere-se as conexões das fases e terra. e bem fixado as estruturas.Operação e Manutenção de subestação. ou com indícios de vazamentos. O operador deve fazer sempre uma inspeção visual antes da manobra. Verificações finais Deve-se verificar se todos os pontos desconectados foram conectados. e esta deve ser feita de forma inversa ao desligamento. secundários e terra. indícios de aquecimento. devem esta bem fixo. Os TP e TC devem ser limpos. Ensaios: Resistência dielétrica. 52 . as grades de proteção e tampas dos cubículos devem estar fixas conectadas ao aterramento e bem ajustadas evitando vibrações. estopas. condições da isolação. os isoladores devem estar. retirar o aterramento temporário. sujeiras. Obs. e bem fixados. Todas estas verificações. instrumentos de ensaios. e ensaios devem constar da folha de inspeção. Ensaios: Ensaios de resistência dielétrica (megômetro) Cabos de alimentação Verificações: Nos cabos verifica-se. e resto de matérias e peças. deve-se verificar se não estão trincados. As pessoas não envolvidas na manobra devem ser retiradas do local. Transformadores de instrumentos (TC) (TP) Verificações: Nos TP e TC. limpos. (megômetro). os terminais primários. retirar as ferramentas. condições das terminações.

buchas e enrolamento primário e secundário. Anexo: Instrumentos de Ensaios Micro-Ôhmimetro É usado para medir baixa resistência de contato. (1 e 2). O ôhmimetro por sua vez nos traz a situação destas conexões. juntas e conexões. Megômetro. após os ensaios deve-se esperar descarregar os cabos. Já no transformador. (entrada e saída) e entre bucha e câmaras ao corpo do disjuntor. baseado nestes fatores o megger nos trás uma leitura precisa dos valores de resistência dielétrica do material isolante. aplicando-se uma tensão de corrente continua a um isolante. Nos disjuntores os ensaios são feitos para detectar fuga de corrente entre buchas e câmaras. (3 e 4). que. Nos cabos e barramentos os ensaios são em relação à terra e entre fases. um significando fuga através da superfície do material e o outro do próprio isolante. E a corrente de fuga através do isolante. Por este motivo deve-se ter o cuidado com choques elétricos. é verificada através do megômetro a resistência dielétrica entre. Corrente de absorção dielétrica circula através do corpo do material. Seu principio de funcionamento tem como base. Megger é o instrumento usado para medir resistência de isolação. e entre os enrolamentos primários e secundários. Outro fato é verificar a tensão nominal do equipamento sob ensaio deve ser compatível a do instrumento. diagnosticar e evitar falhas nos equipamentos elétricos. esta corrente tem dois componentes importante. por outro lado. já que neste ponto a dificuldade da passagem da corrente elétrica é maior. No entanto os condutores elétricos não requerem ensaios quando estão em serviços. a corrente que circula através do mesmo tem três componentes distintas: A corrente de carga de capacitância. O seu princípio de funcionamento é baseado no fato que quando uma corrente percorre um condutor. A tensão de ensaio e acima de 2500 V.Operação e Manutenção de subestação. permitindo detectar. 53 . (5 e 6) e com o disjuntor desenergizado e fechado . principalmente nos cabos devido à corrente capacitiva. natural do material sob ensaio. ha perda devido ao aquecimento. Nos disjuntores suas leituras são entre as buchas. com o tanque. oferecem problemas.

Analisador de Potência (Doble) O analisador de isolação elétrica (doble) é projetado para teste de isolação no campo pela medida dos voltamperes e perdas de watts. disjuntores. etc. cabos. podemos pela medição da relação entre os mesmos avaliar como esta à situação dos enrolamentos. TTR O TTR è o instrumento utilizado para medir com precisão relação entre espiras de um transformador. sob uma tensão aplicada. potheads. simula-se a realidade de um arco elétrico dentro de um equipamento. analisando a continuidade deste. Sendo o transformador uma máquina magnética e que trabalha com uma proporção entre enrolamentos. (Teste de Óleo) A rigidez dielétrica exprime a capacidade de um material de suportar esforços da corrente elétrica sem sofrer danos. óleo isolantes. 54 . Através de dois eletrodos. utilizando de uma única amostragem dentro de uma cuba Medir por cinco vezes a tensão de ruptura do dielétrico observando intervalo de 1 (um) minuto entre cada medição o valor médio encontrado entre as cinco leitura e o valor da rigidez dielétrica Normas Utilizada IEC -156/63. Assim como o megger. Teste de Rigidez Dielétrica. O método utilizado e o D877 da ASTM que vale ao método utilizado pela ABNT PMB 330 Este instrumento analisa esta rigidez no óleo.Operação e Manutenção de subestação. Seu resultado é obtido em volt. sua finalidade é: detectar falhas ocasionais na isolação com uma maior precisão. para raios. transformadores. ASTM – D877/67. em condições especificas. O aparelho verifica a isolação elétrica de buchas.

B6 Guard Massa Massa Massa Teste de Resistência Ôhmica de Contato Instrumento Fabricante: Valores satisfatórios: <100 µ Contatos (Polo) 1X2 3X4 5X6 Rua Aragoiania. 541 – sl. ANEXO: Folhas de Relatório DISJUNTOR TESTES E VERIFICAÇÕES Fl 1/2 Cliente: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL Endereço: Data: Identificação Tipo: Corrente nominal: Tensão nominal: Fabricante: Meio de extinção: Capac. Interr.CEP 07193-120 Fone: 6407-1281/ 9505-3480 www.: Temperatura do óleo Tipo: Temp.br 55 Tipo: Obs: Barra Valores antes Valores depois .B4 Ver .B3 Ver . Fabricante.B2 Bra .Operação e Manutenção de subestação. ambiente: 23° C Tensão de ensaio: 5000 V Valor aceitável: > 100 M Disjuntor Contato Fechado Valores Ponto de ensaios / Conexões Linha Terra Guard ------------------Valores Disjuntor contatos aberto Ponto de ensaios / Conexões Linha Mar .Vila Barros Guarulhos / SP .com. 03 .: Volt mínimo ajustado reler: N° de série: Volume do óleo: Data de fabricação Ajustado corrente: Teste de Resistência Ôhmica de Isolação Instr.lbenergia.B5 Terra Mar .com.B1 Bra .br E-mail energia@lbenergia.

lbenergia. Abertura elétrica local/remoto Bobina Carregamento manual de mola Indicador de nível de óleo Indicador de posição Câmara de extinção Contato móvel e fixo Isoladores Cabo de controle Lâmpadas de sinalização Contatos auxiliares (rolete) Condição geral do mecanismo Óleo isolante Relê de acionamento Primário Fl 2/2 Condições Providencias tomadas ou recomendadas Rua Aragoiania.Operação e Manutenção de subestação.br E-mail energia@lbenergia. 03 .com. 541 – sl.com.br 56 .CEP 07193-120 Fone: 6407-1281/ 9505-3480 www. DISJUNTOR TESTES E VERIFICAÇÕES Verificações Limpeza e lubrificação Abertura e fechamento mecân.Vila Barros Guarulhos / SP .

5 % ENSAIOS Taps Nº Ligações dos terminas TR sobre ensaio H –H / X -X0 H -H / X -X0 H–H / X-X0 Desvio Condições Rua Aragoiania.Operação e Manutenção de subestação.CEP 07193-120 Fone: 6407-1281/ 9505-3480 www. Atual n° Tensão Nominal BT. 541 – sl.lbenergia.: de serie Volume do óleo.: Tipo de ligação primário: Tensão de placa: Tipo de ligação secundário: Teste de relação de transformação Ligação enrolamento Primário H1 X1 X2 H2 H3 Tipo.: N. Tensão nominal AT. Primário AT Desvio admitido 0.: V. Tipo de insolação: Data de fabricação. 03 .com. : SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL Endereço: Data: Identificação Tipo: Potência: Fabricante.: Tap. TRANSFORMADOR DE FORÇA TESTES E VERIFICAÇÕES Fl 1/2 Cliente.br 57 .Vila Barros Guarulhos / SP .com.br E-mail energia@lbenergia. Secundário BT Valor calculado X0 X3 Ligação enrolamento secundário INSTRUMENTO: Fabricante Biddle Tap Nº V.

Buchas: primaria e secundaria Termômetro Conexões Nível do óleo Caixa de fiação Terra Massa Secundário Massa Guard Secundário Massa Primário 2 minutos 3 minutos 4 minutos Condições Providencias tomada e ou recomendadas Obs. Secante Silicagel Juntas Vedações vazamento Indicador de nível de óleo Ventiladores funcionamento Registros. 541 – sl. Rua Aragoiania. pintura.com.000V Valor aceitável: > 7 M / 100 M Ponto de ensaios / Conexões Linha Primário Primário Secundário Verificações Válvula de alivio Elet. radiadores.Operação e Manutenção de subestação.lbenergia.com. vibrações. neutro. Corrosão. Temperatura do óleo: 28 *C Tipo Temp.br 58 . TRANSFORMADOR DE FORÇA TESTES E VERIFICAÇÕES Teste de resistência ôhmica da isolação Instum. Ambiente: 30*C 1 minuto Fl 2/2 Tensão de ensaio: 500 V / 5. 03 . Aterramento. Fabrac.Vila Barros Guarulhos / SP . tanque.br E-mail energia@lbenergia.CEP 07193-120 Fone: 6407-1281/ 9505-3480 www. Relê de gás alarme desligam.

Benjamim Ferreira de Barros Digitação e diagramação Irene Bueno Karen Regina de Barros Esta apostila faz parte do curso operação e manutenção de estação sendo elaborada com os conceitos básicos de orientação para o curso. Noções de Proteção do Sistema Elétrico. Fornecimento de energia elétrica em tensão primaria de distribuição. Bibliografia Manual de Equipamentos Elétrico João Mamede. Apostila Eletropaulo. Eletropaulo .14039 2005 Segurança em instalações e Serviços com eletricidade NR-10 M. Apostila Eletropaulo Benjamim Ferreira de Barros. 07\12\2004 Catálogos de Fabricantes. ela por si só não satisfaz todas as necessidades dos profissionais da área na execução das tarefas acima. Megabrás Siemens Beghim Manutenção de Estações.Operação e Manutenção de subestação.T. Westinghouse. General Electric. 59 . Tecnologia dos Equipamentos de Estações. Apostila curso cabine primaria SENAI Jorge Mahfuz Prof. ABB.E.LIG – 2004 Instalações elétricas de media tensão NBR . portanto.

09 10 11 12 . Dispositivo desligador de circuito do controle (control power disconnecting device). 03 Relé de verificação de intertravamento (cheking or interlocking relay). 06 07 08 Disjuntor em caixa moldada usado para proteção dos circuitos de comando CC. Chave de controle para disjuntores. seccionador. mas exclui a função de travamento elétrico em condições anormais (ver função 86). Dispositivo desligador. 60 Exemplo 01 Elemento pricipal (master element). Dispositivo usado nos circuitos de anodo de um retificador de potência. 04 Contactor mestre (master contactor). seja diretamente ou por intermédio de outros dispositivos. Dispositivo de partida (starting circuit breaker). Dispositivo de anodo (anode circuit breaker). disjuntor. para permitir o prosseguimento ou a interrupção de uma seqüência de operações ou para efetuar uma verificação da posição destes dispositivos ou destas condições. Dispositivo de inversão (reversing device). tais como relés de proteção e relés de tempo. 05 Dispositivo de parada (stopping device). Anexos N° Nome da Função Descrição Geral Dispositivo iniciador que serve. de acoplamento direto. Chave usada em equipamentos constituídos de diversas unidades. chave fusível. Contator usado para controlar o número de elementos de uma beteria a serem ligados ao circuito consumidor. para alterar a sequência na qual as mesmas são colocadas ou retiradas de funcionamento. 62. com a finalidade principal de interromper o circuito do retificador se ocorrer um arco de retorno. Este dispositivo pode ser acionado manual ou eletricamente. NOTA: Uma fonte auxiliar que alimenta equipamentos. Dispositivo de acoplamento direto (over speed device). or closing-relay). tal como chave de faca. 79. Relé de verificação da posição dos seccionadores. embora possa também ser usado para um dispositivo elétrico ou mecânico para o qual nenhum outro número de função é adequado.Operação e Manutenção de subestação. é considerada também como” fonte de alimentação de controle”. Dispositivo que realiza uma temporização antes ou depois de qualquer ponto de operação em uma seqüência de manobra ou em um sistema de relés de proteção. usado com a finalidade de ligar e desligar barras e equipamentos de controle à fonte. como pequenos motores e aquecedores. para colocar ou retirar um equipamento de operação. NOTA: Este número é normalmente usado para um dispositivo operado manualmente. Chave de velocidade. Dispositivo que serve para fechar e abrir os circuitos de controle necessários para colocar um equipamento em funcionamento sob as condições desejadas e retirá-lo de operação sobre outras condições. Dispositivo cuja principal função é ligar uma máquina á sua fonte de tensão de partida. Dispositivo de controle usado principalmente para desligar um equipamento e mantê-lo fora de funcionamento. Chave de sequência da unidades (unit sequence switch). Relé que opera em resposta a posição de um certo número de outros dispositivos (ou a um certo número de condições predeterminadas) em um equipamento. 02 Relé de tempo de partida ou fechamento (time-delay starting. exceto quando especificamente previsto pelas funções 48. Dispositivo usado com a finalidade de inverter o campo de uma máquina ou de realizar quaisquer outras funções de inversão. Reservada para futura aplicação. seccionadores. etc. que atua sobre a velocidade da máquina.

Dispositivo de transição partida – funcionamento (starting – to – running transition contactor). Dispositivo que atua quando a temperatura de um equipamento ou parte dele. que serve para a manobra de resistores. Dispositivo usado para fechar ou cusar o fechamento de circuitos utilizados para aumentar ou reduzir a velocidade de uma máquina. igual ou aproximadamente igual à de uma outra máquina. Dispositivo de carga para bateria com controle automático de tensão. Dispositivo térmico do equipamento (apparatus thermal device). Disjuntore que serve para controlar ou para abrir ou para fechar as ligações equalizadoras ou de equilíbrio de corrente para o campo de uma máquina ou equipamento de regulação.Operação e Manutenção de subestação. Relé que atua quando a sua tensão de entrada é menor do que um valor predeterminado. Chave de velocidade centrifuga. Chave que serve para abrir ou fechar um circuito de contorno em paralelo com qualquer parte do equipamento (exceto resistor). Válvula operada. Dispositivo de carga para bateria. quando sua temperatura for maior ou menor do que um valor predeterminado . Dispositivo de sincronização ou de verificação de sincronismo (synchronizing. Relé que atua quando a admitância. para permitir ou efetuar a sincronização destes dois circuitos. Rele de subtansão (under voltage relay). controlada e monitorada eletricamente. 22 23 24 Termostato. Dispositivo que atua aproximadamente á velocidade sincrona de uma máquina. Válvula operada eletricamente (electrically operated valve). Dispositivo que opera para iniciar ou causar a transferência automática da ligação de uma máquina da fonte de partida para a de funcionamento. Dispositivo de subvelocidade (under speed device). or discharge. 14 15 16 17 Chave de contorno ou de descarga (shunting. Disjuntor equalizador (equalizer circuit breaker). Dispositivo que funciona para equalizar e manter a velocidade ou a freqüência de uma máquina ou de um sistema. armadura de máquina. relé de frequência de escorregamento. com contatos. e também exclui a função 73. 26 Relé de verificação de sincronismo para religamento automático de disjuntor. capacitor ou reator. em uma instalação de unidades múltiplas. or synchronism-check. Dispositivo que atua para elevar ou abaixar a temperatura de uma máquina ou outro equipamento. relé de tensão e relé de sobrecorrente. ou de um meio de transferência de calor. ângulo de fase e tensão. switch). 13 Dispositivo de velocidadesíncrona (synchronous speed device). sai de limites predeterminados. Dispositivo de controle de temperatura (temperature control device). usada em um duto para fluído. Indicador de temperatura do óleo de um transformador. Dispositivo que funciona quando a velocidade de uma máquina cai abaixo de um valor predeterminado. tal como campo da máquina. Relé de distância (distance relay). 25 Dispositivo que opera quando dois circuitos de CA estão dentro dos limites desejados de freqüência. device). Reservado para futura aplicação. 27 61 . 18 19 20 21 Dispositivo de aceleração ou desaceleração (accelerating ou decelerating device). NOTA: Isto exclui dispositivos que realizam operações de derivação que possam ser necessárias no processo de partida de uma máquina pelos dispositivos 06 ou 42. a impedância ou a reatância do circuito aumenta ou diminui em relação a valores predeterminados. fonte ou sistema. ou seus equivalentes. Dispositivo equalizador de velocidade ou de freqüência (speed ou frequency matching device).

Disjuntor (contator) funcionamento (running circuit breaker). Controladores lógicos programáveis. Chave de transferência de proteção. Seccionador (isolador contactor). Dispositivo de verificação da polaridade ou da tensão de polarização (polarity device). Dispositivo usado expressamente para isolar um circuito de outro em caso de operação de emergência. 32 33 Atuação do dispositivo quando da motorização de um gerador. Monitor de condição mecânica. coberta pela função 38. 30 31 Dispositivo que detecta a presença de chama piloto ou da principal em equipamentos. Relé de subcorrente ou subpotência (undercorrent or under power relay). manutenção ou ensaio. Chave de posição (position switch). Dispositivo que estabelece ou determina a sequência de operação dos dispositivos principais em operações sequênciais de manobra. voltímetro. ou para engatar ou desengatar os contatos de um retificador mecâncico. a uma fonte de excitação separada durante a sequência de partida. Disjuntor de campo (field circuit breaker). Dispositivo que atua por ocorrência de uma condição mecânica anormal (exceto aquela associada com mancais. tal como o enrolamento de campo de um conversor síncrono. ou que energiza os circuitos de excitação e de disparo de um retificador de potência. Relé de campo (field relay). 34 35 Dispositivo para levantar. Dispositivo mestre de sequência (motor-operated sequence switch). Chave fim de curso. Dispositivo para posicionamento das escovas ou para curto-circuitar os anéis coletores (brushoperating. Caldeiras. Chave motorizada do contatos múltiplos. Dispositivo que atua quando a temperatura do mancal excede um valor predeterminado ou por outras condições mecânicas anormais a ele associadas. Relé anunciador (annunciator relay). 62 . abaixar ou deslocar as escovas de uma máquina. Dispositivo que aciona ou permite o acionamento de um outro. Relé que atua por perda de corrente de excitação de campo de uma máquina. Dispositivo que liga um circuito. turbinas a gás Chave faca. 43 Chaves à óleo para bancos de capacitores. de sincronismo de religameto. Relé que opera quando a corrente ou a potência forem inferiores a um valor predeterminado. Chave seletor para amperímetro . podendo ainda ser utilizado para desempenhar a função de travamento. Dispositivo que opera para aplicar ou remover a excitação do campo de uma máquina. Relé que atua quando um fluxo de potência circula no sentido contrário ao predeterminado. Dispositivo cuja principal função é ligar uma máquina à sua fonte de tensão de funcionamento.Operação e Manutenção de subestação. ou verifica a presença de uma tensão de polarização em um equipamento. Relé direcional de potência (directional power device). or slipring shortcircuiting device). somente com uma polaridade predeterminada. Dispositivo de excitação em separado (separate excitation device). 36 37 38 39 40 41 42 Vibração. Dispositivo de proteção de mancal (bearing-protective device). Dispositivo de rearme não automático que dá um certo número de indicações visuais separadas quando da atuação de dispositivos de proteção. excentricidade e falha de vedação. 28 29 Detector de chama. Dispositivo ou seletor de transferência manual (manual transfer or selector device). para curto-circitar seus anéis coletores. Chave que atua quando o dispositivo controlado atinge uma dada posição. após ter sido conduzida a velocidade desejada. Dispositivo operado manualmente que transfere os circuitos a fim de modificar o modo de operação do equipamento de manobra ou de outros dispositivos.

quando sua corrente de entrada excede a um valor predeterminado. or transformer. 44 45 Relé de partida seqüêncial de unidade (unit sequence starting relay). 58 59 . ou por falha de um modo em conduzir ou bloquear corretamente. Relé que atua quando sua tensão de entrada for maior do que um valor predeterminado. Relé de excitação de gerador CC (exciter or d-c generator relay). thermal relay). Relé que liga a excitação de campo de uma máquina CC. fumaça ou fogo. Relé que atua quando as correntes polifásicas estiverem em sequência inversa de fase ou quando estiverem desequilibradas. 63 57 Chave de aterramento. misturas explosivas. 53 54 55 56 Relé que atua quando o fator de potência sai de limites predeterminados. por falha ou disponibilidade da unidade precedente. Relé de seqência de fase de tensão (phase-sequênce voltage relay). assim como estabelecer. Relé que atua quando a temperatura de um equipamento excede um valor predeterminado. 46 Relé que atua para dar partida à unidade seguinte em um equipamento de unidades múltiplas. 47 48 49 Controlador de temperatura de um retificador de potência. Relé de sequência incompleta (incomplete sequence relay). Relé que atua com retardo intencional de tempo. Relé que geralmente retorna o equipamento para a posição normal ou desliga e o bloqueia se a sequência normal de partida. Relé qua automaticamente controla a aplicação de excitação ao campo de um motor de CA em algum valor predeterminado de escorregamento. para que sua tensão se desenvolva durante a partida. Relé de sobrecorrente instantâneo (instantaneous over current. ou contiverem componentes de sequência negativa acima de um dado valor. Monitor de condição atmosférica. Relé de aplicação de campo (field application relay). tal como gases nocivos. Relé de sobretensão (overvoltage relay). Relé de subrecorrente-tempo CA (a-c time over current relay). Dispositivo de manobra e proteção capaz de estabelecer. operação ou parada não for completa adequadamente dentro de um tempo predeterminado. Dispositivo que atua se um ou mais anodos de um retificador de potência falharem no disparo. tais como as de curto-circuito. Disjuntor de corrente contínua. alta velocidade (high-speed d-c circuit breaker). Dispositivo que opera de modo a curto-circuitar ou aterrar um circuito ou equipamento sob ação de um comando manual ou automático. current relay). ou phasebalance.Operação e Manutenção de subestação. Relé de falha de retificação(power rectifier misfire relay). or rate-of-rise relay). Relé que atua instantâneamente por valor de corrente superior a um limite predeterminado. Relé de sobrecorrente de sequência negativa. Relé de corrente de sequência negativa (reversephase. Dispositivo que atua na ocorrência de condição ambiental anormal. 50 51 52 Disjuntor de corrente alternada (a-c circuit breaker). Relé térmico de equipamento (machine. e no qual a corrente de entrada e o tempo de operação são relacionados de modo definido ou inverso. ou na detecção de um arco de retorno. Dispositivo de aterramento ou curto-circuito (shortcircuiting or grounding device). Relé que atua para um valor predeterminado de tensão polifásica na sequência de fase estabelecida. conduzir por tempo especificado e interromper correntes alternadas em condições anormais especificadas do circuito. conduzir e interroperm correntes alternadas em condições normais do circuito. Relé de fator de potência (power factor relay). e atue quando a tensão da máquina atingir um valor predeterminado. Detector de fumaça.

e na outra bloqueia a operação do disjuntor ou equipamento. vapor ou outro fluído para o motor primário. Revistor variável ou conjunto unitário de resistores variáveis. or jogging. ou um número escpecificado de operações sucessivas com intervalo predeterminado. conduzir por tempo especificado e interromper correntes contínuas em condições anormais especificadas do circuito. (1) Dispositivo que atua para permitir somente um número especificado de operações de um certo dispositivo ou equipamento. em banco de capacitores. Relé de tempo. Chave seletora de bloqueio e fechamento do disjuntor. or flow relay). que numa posição permite o fechamento de um disjuntor. parada ou abertura em uma sequência automática ou em um sistema de relés de proteção. ou que é usado para permitir aceleração ou avanço intermitente de uma máquina a baixas velocidades para posicionamento mecânico. Relé que atua por um valor predeterminado de pressão.Operação e Manutenção de subestação. 70 71 Indicador com contatos de nível do óleo do transformador. pressure. device). Relé que atua por falha do isolamento para terra de máquina ou outro equipamento. level. Dispositivo que manobra a proteção capaz de estabelecer. Relé que atua por um valor predeterminado de sobrecorrente CA fluindo em um sentido predeterminado. 67 Relé direcional de sobrecorrente CA (a-c directional overcurrent relay). Reostato eletricamente operado (electrically operated rheostat). Relé de balanço de corrente (current balance relay). 64 . elétricos ou mecânicos de controle usados para regular o fluxo ou vazão de água. 60 61 62 Relé de equilíbrio de tensão ou de corrente (voltage or current balance relay). 63 64 Relé detector de terra no campo do gerador ou na bateria. Relé de tempo que opera um conjunto com o dispositivo que inicia a operação de desligamento. usado no circuito de proteção por falha do disjuntor. 65 66 Dispositivo de atuação intermitente (notching. Chave de duas posições. 68 69 Dispositivo de controle permissível (permissive control device). ou coopera com outros dispositivos para bloquear abertura ou religamento por perda de sincronismo ou por oscilações de potência. tais como as de curto-circuito. Regulador de floxo ou vazão (governor). ou por uma dada taxa de sua variação. Relé que atua por uma dada diferença na tensão ou na corrente. Relé detector de terra (ground protective relay). 72 Disjuntor de corrente contínua (d-c circuit breaker). Relé de nível. de dois circuitos. (2) Dispositivo que atua para energizar um circuito periódicamente ou por tempo especificado. Conjunto de equipamentos hidráulicos. ou a colocação de um equipamento em operção. Relé de pressão de nível ou de fluxo. Relé detector de falha de capacitor. or opening. Dispositivo que atua por valores ou por taxas de variação de nível predeterminados. Relé que inicia um sinal para bloqueio de abertura por faltas externas em uma linha de transmissão ou em outro equipamento sob condiçoes predeterminadas. de líquido ou gás (liquid or gaz. relay). Relé de bloqueio de abertura (blocking relay). Relé de tempo de parada ou de abertura (time-delay stopping.

Mecanismo ou servomecanismo elétrico completo. inclusive o motor de acionamento. Seccionadora com acionamento elétrico(line switch). 74 75 76 77 Relé de alarme (alarm relay). rotativos. excitatrizes. tais como bombas. regulador de tensão por indução ou qualquer componente similar de equipamento. Contator usado para derivar ou inserir um estágio de resistência de limitação de deslocamento ou de indicação de carga em um circuito de potência. para um comutador de derivação. or pilot-wire. Dispositivo de proteção de fluxo de óleo utilizado em comutador sob carga. Dispositivo que opera quando a frequência (ou sua taxa de variação) está fora de limites determinados. Relé de sobrecorrente CC (d-c overcurrent relay). lampada ou um resistor de carga regenerativa de um retificador de potência ou de outra máquina. Relé de bloqueio de operação (locking-out relay). ou de proteção contra falta de sincronismo (phase angle measuring. como o da função 30. Relé de controle seletivo ou de transferência automática (automatic selective control. Motor auxiliar ou motor gerador (auxiliary motor. etc. Relé de frequência (frequency relay). 73 Contactor de resistencia de carga (load-resistor contactor). Dispositivo de proteão que atua por diferença percentual entre duas ou mais grandezas elétricas. chaves de posição. Mecanismo usado para deslocar um dispositivo principal de uma posição para outra ewm um equipamento. ou entre tensão e corrente. Relé que atua para um ângulo de fase predeterminado entre duas tensões ou entre duas correntes. Dispositivo operado eletricamente. or tranfer relay). Transmissor de pulsos (pulse transmitter). Relé de religamento CA (a-c reclosing relay). 84 85 86 87 88 89 Seccionadora com trava magnética.Operação e Manutenção de subestação. usado para acionar ou operar em conjunto com um alarme visual ou sonoro. usado para desligar e manter inoperante dispositivos e equipamentos. Dispositivo que opera para selecionar autmaticamente uma dentre várias fontes ou condições em um equipamento e permite realizar em uma operação de transferência. Dispositivo que controla o fechamento e religamnto automático de um disjuntor de CC. receiver relay). ou chave de isolação de um circuito de ptência de CA ou CC. ou motor generator). etc. ou a fio piloto. Relé receptor de ondaportadora ou fio-piloto (carrier. Dispositivo usado como seccionador. Relé diferente de um anunciador. Relé que controla o religamento e o bloqueio automático de um disjuntor de CA. geralmente em respostaàs condições de carga do circuito. Dispositivo para gerar e transmitir pulsos através de um circuito de telemedição. Chave que atua a um valor ou uma taxa de variação de fluxo predeterminada. Relé que atua quando a corrente em um circuito de CC excede um valo predeterminado. Dispositivo cuja ação é liberada ou bloquada por um sinal transmitido por uma onda portadora ou fio piloto de CC. interruptor de carga. solenóides. para um dispositivo remoto de indicação ou de recepção. Relé de medição de ângulo de fase. 78 79 80 81 82 83 Relé de transferência para fontes de serviços auxiliares. que não tenha número de função. Mecanismo de acionamento (operating mechanism). Mecansimo de extração de disjuntor. Relé de fluxo. ventiladores. Mecanismo de mudança de posição (position changing mechanism). Relé de proteção diferencial (differential protective relay). 65 . Dispoistivo usado para acionar equipamentos auxiliares. para ligar e desligar um aquecedor de ambiente. or out-of-step pretective relay). Relé de religamento CC (d-c reclosing relay). amplificadores magnéticos.

Relé que atua para abrir um disjuntor. 93 94 95. . temperatura e carga em máquinas. corrente.. Dispositivo que permite ou causa a ligação de dois circuitos. Dispositivo que opera para aumentar ou reduzir. potência. 91 92 Dispositivo que opera para regular uma ou mais grandezas. Contactor de variação de campo (field changing contactor). não cobertos pelos números anteriores. or tripfree. Regulador de tensão. frequência. Relé direcional de tensão e potência (voltage and power directional relay). ou para permitir abertura imediata por outros dispositivos. contator. o valor da excitação do campo de uma máquina. linhas de interligação ou outros equipamentos. de um passo. velocidade. ou equipamento. Usados para aplicxações específicos. quando a diferença de tensão entre eles excede um valor predeterminado em um dado sentido. e causa desligamento destes dois circuitos quando o fluxo de potência entra eles excede um valor predeterminado no sentido oposto. Relé direcional de tensão (voltage directional relay). tais com tensão. ou para impedir o religamento imediato de uma chave caso ela deva abrir automaticamente.Operação e Manutenção de subestação. Dispositivo que atua quando a tensão através de um disjuntor ou contator aberto excede um valor prdeterminado em um dado sentido. Relé de desligamento. 90 Dispositivo de regulação (regulating device).99 66 . ou de disparo livre (tripping. relay).

Metas corporativas: Implantar.Operação e Manutenção de subestação. Programa 2: para redução do consumo ou substituição de produtos com substâncias restritivas. Qualidade Ambiental Centro de Treinamento SENAI “Jorge Mahfuz” Política da Qualidade e Meio Ambiente O SENAI-SP. por materiais alternativos. reciclagem e destino adequado. 67 . •Prevenção da poluição e de acidentes no trabalho. três programas para redução de resíduos: Programa 1: para redução do volume dos resíduos perigosos gerados. Controle do Consumo de Recursos Naturais Estabelecer programas de redução do uso de recursos naturais em níveis aceitáveis aos processos da organização. •Atendimento às necessidades e expectativas dos clientes. promove o contínuo aprimoramento dos serviços educacionais e tecnológicos. até dezembro de 2008.2008 Controle da poluição e destinação de resíduos Controlar o volume de resíduos gerados no SENAI-SP. Julho de 2006 Objetivos e metas para o Meio Ambiente / 2006 . direcionando esforços para: •Atendimento à legislação aplicável aos seus processos. no cumprimento da sua missão. Programa 3: para coleta seletiva.

A quantidade de água que cai no Sudeste não vai diminuir. mesmo com a irrigação. maior incidência de doenças tropicais e queda de produção na agricultura.Operação e Manutenção de subestação. de tronco mais fino. Haverá grandes temporais e períodos de seca irregulares. porque têm poucos meios de se adaptar à situação. inclusive São Paulo e Rio de Janeiro. Cerca de 60% do que restou da Mata Atlântica deverá desaparecer. RELATÓRIO DIVULGADO PELO PAINEL INTERGOVERNAMENTAL DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS – IPCC(sigla em inglês) organização científica que traça os cenários decorrentes do aquecimento global. escassez de água. pesca e atividades florestais em algumas regiões”. A área remanescente poderá ter menos espécies de árvores. serão os mais atingidos. programa para o controle e a redução do consumo de recursos naturais.” SE NADA FOR FEITO. “Os pobres. Mas as precipitações deverão se concentrar em períodos menores. até dezembro de 2008. A região oriental da floresta amazônica poderá secar. A escassez de chuvas deverá prejudicar a produção de grãos no cerrado. A área plantável de soja seria reduzida em até 60%. O aumento da temperatura no Oceano Atlântico poderá trazer ciclones extratropicais ao litoral do Sul e Sudeste. A GEOGRAFIA DO BRASIL PODERÁ TER MUDANÇAS DRÁSTICAS ATÉ O FIM DO SÉCULO. A garoa paulistana deverá acabar. principalmente em regiões de clima tropical. Meta corporativa: Implantar. 68 . convovada pela ONU (Organização nas Nações Unidas) 6/04/2007 PREVISÕES DOS IMPACTOS DO AQUECIMENTO EM CADA REGIÃO DO GLOBO ATÉ 2100 ESTUDOS REVISADOS POR 2300 CIENTISTAS DE 130 PAÍSES Cenários: “Extinção de espécies.

Deverá haver extinção de 90% das espécies comerciais dos mares. poderão secar. como tartarugas e baleias. como as ostras. redução de oferta de alimentos e desaparecimento de praias. “ 69 . Os depósitos de água subterrâneos. que alimentam poços da região do semi-árido. como camarões. Os refugiados da Amazônia e do semi-árido também deverão levar doenças endêmicas para os centros urbanos. Espécies como atum e salmão são as primeiras na lista de extinção. Também afetará crustáceos. tendo como base o respeito dos valores das partes.Operação e Manutenção de subestação. poderão aumentar com as enxurradas. 15. As doenças causadas pela água contaminada. Uma área de 900. O aumento da acidez na água dos oceanos é uma ameaça às espécies que formam conchas. 80% das espécies migratórias. poderão ser extintas por alterações nas correntes marítimas.7 do território nacional. Qualidade Ambiental O que se pode fazer para recuperar o meio ambiente? BENJAMIN FRANKLIN “As divergências entre as pessoas devem ser resolvidas com o diálogo. como a leptospirose.000 quilômetros. caranguejos e lagostas. poderá virar um deserto. Cerca de 32 milhões de pessoas do agreste do Nordeste e de Minas Gerais poderão ter problemas de falta d’água.

Operação e Manutenção de subestação. QUALIDADE AMBIENTAL EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUALIDADE DE VIDA Qualidade Ambiental AÇÃO CONSCIENTIZAÇÃO SATISFAZER ÀS NECESSIDADES CAPTAR TRATAR .PRODUZIR RESERVAR QUALIDADE DISTRIBUIR 70 .

teríamos as seguintes reduções: . plásticos.substituir .EVITAR Eliminar .74% poluição do ar .tratar . industrial.reduzir . DESAFIO Administrar os recursos hídricos para que todos tenham acesso água com qualidade e em quantidade para atender às nossas necessidades. •Preste atenção às s embalagens dos produtos que você consome. agrícola.64% de energia no processo de produção •Observe o que você joga fora todos os dias e pense como pode diminuir esse lixo. vidros e metais fossem reciclados. biodiversidade) RECICLAGEM Se todos os papéis.Operação e Manutenção de subestação. •Não use apenas um lado da folha de papel. veja se trazem algum símbolo para reciclagem.35% poluição da água . o que pode ser reaproveitado e o que pode ser encaminhado para a reciclagem.reaproveitar: reutilizar – reciclar . aproveite também o outro lado para fazer rascunhos. Identifique o material de que são feitas.dispor QUALIDADE DE VIDA 71 . saneamento. (potável. MINIMIZAR .

Operação e Manutenção de subestação;

PENSE GLOBALMENTE

ATUE LOCALMENTE Os problemas que enfrentamos são o resultado de pequenas ações feitas regularmente por muitas pessoas ao longo de muitas décadas. Só é possível recuperar parte do que se perdeu se nos conscientizarmos que as pequenas ações feitas por todos fazem diferença.

PARADIGMAS “O mundo que nós criamos como resultado de nossas idéias de então, apresenta problemas, que não podem ser resolvidos pensando da mesma forma que pensávamos quando o criamos”. ALBERT EINSTEIN

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CONCLUSÃO

Não é a TERRA que pertence à humanidade, mas sim a humanidade que faz parte dela. Trate a TERRA com respeito. Ela não foi legada por seus pais, mas emprestada a você por seus descendentes. “O que vier a acontecer com a terra recairá sobre os filhos da terra”. “Não foi o homem que fez o tecido da vida. Ele é simplesmente um de seus fios”. “O que quer que faça ao tecido estará fazendo a si mesmo”. Chefe de Seattle

“A natureza fez tudo a nosso favor, nós, porém pouco ou nada temos feito a favor da natureza. Nossas terras estão ermas e as poucas que temos roteado são mal cultivadas; nossas preciosas matas vão desaparecendo, vítimas do fogo e do machado destruidor, da ignorância e do egoísmo; nossos montes e encostas vão se escalvando diariamente e com andar do tempo faltarão as chuvas ecundantes, que favoreçam a vegetação e alimentem nossas fontes e rios, sem o que o nosso belo Brasil em menos de dois séculos ficará reduzido aos páramos e desertos áridos da Líbia. Virá então esse dia (dia terrível e fatal), em que a ultrajada natureza se ache vingada de tantos erros e crimes cometidos.” José Bonifácio - 1822

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Operação e Manutenção de subestação;

EXERCER CIDADANIA

PENSAR QUESTIONAR PARTICIPAR

Está na hora de agirmos para mudar a realidade. Esta tarefa só poderá ser levada avante com a participação de todos. Vamos tratar o meio ambiente como cliente. Convite para ser “O importante não é estar aqui ou ali, mas ser. E ser é uma pequena ciência delicada, feita de pequenas grandes observações do cotidiano dentro e fora da gente. Se não executamos essas observações, não chegamos a ser. Apenas estamos e desaparecemos”. Carlos Drummond de Andrade Nossos filhos e netos tem o direito de ver o mundo como nós o conhecemos. Precisamos fazer nossa parte.

Qualidade Ambiental Centro de Treinamento SENAI “Jorge Mahfuz”.
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Operação e Manutenção de subestação. 75 .

127 V 5 1500 kVA 1 INTERTRAVAMENTO ELÉTRICO 4 1 1 4 26 49 LEGENDA 1 2 3 4 5 6 7 8 9 PARA RAIOS POLIMÉRICO CHAVE MATHEUS BUCHAS DE PASSAGEM CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR DE ABERTURA SIMULTANEA TRANSFORMADOR DE CORRENTE TRANSFORMADOR DE POTENCIAL .800 VA RELE DE SOBRE CORRENTE DE AÇÃO INDIRETA DISJUNTOR A ÓLEO .ELETROPAULO PROTEÇÃO 15 Kv .2 X 3 Ø 35 mm2 13200 / 220 V .127 V 27 59 1000 kVA POSTO DE TRANSFORMAÇÃO 2 6 7 1 4 4 MEDIDORES KWH KVArH N 26 49 63 63 9 9 3 ELETROPAULO 2 6 1 3 3 4 4 8 13200 / 220 .Operação e Manutenção de subestação. LINHA DE TRANSMISSÃO SUBTERRANEA PONTO DE ENTREGA (POSTE) MEDIÇÃO .15 KV TRANSFORMADOR DE POTENCIA 76 POSTO DE TRANSFORMAÇÃO 1 71 CARGA 71 CARGA 1 .

.MARIO AUGUSTO 77 .5 / 9.REINALDO BORELLI .5 / 9.br BENJAMIM BARROS . RAC FORD .com.São Paulo .2 RAC RAC KW VArh KWh cos ϕ A 0. NACIONAL DE APREND IND.Vila Barros .TR-2 63 87 50 N 3 71 TR-2 ITEL Nº 37074 7.8 A 86 1 .lbenergia.Operação e Manutenção de subestação.RICARDO GEDRA .TR-1 27 86 1 .TR-1 26 49 63 87 50 N 3 71 TR-1 ITEL Nº 37074 7.Tel: 6401-6965 CENTRO DE TREINAMENTO SENAI "JORGE MAHFUZ" SERV.8 A Vn = 15 KV In = 800 A 500 MVA V 27 3 BARRA DE In = 600 A 13.8 KV LB SERVIÇOS E COMERCIO DE EQUIPAMENTOS ELETRICOS LTDA Rua Aragoiânia 541 sala 3 .SENAI DIAGRAMA UNIFILAR DE ALTA TENSÃO BENJAMIM BARROS – REINALDO BORELLI – VALDECIR PALARO – PAULO DIAS – RICARDO GEDRA WWW.375 MVA 3 3 3 3 KW VArh KWh cos ϕ A SBC .TR-2 Vn = 15 KV In = 800 A 500 MVA V 3 0.Guarulhos .375 MVA 86 1 .1 V V 27 27 7401 Intertravamento Eletrico Vn = 138 KV In = 600 A 3 3 86 1 TR 1 e 2 86 1 BA 88 N 7402 Intertravamento Eletrico Intertravamento Eletrico Vn = 138 KV In = 600 A 3 83 86 BA 88 86 1 BA 88 N 3 86 1 TR 1 e 2 86 1 BA 88 1 Intertravamento Eletrico SIEMENS Vn = 145 KV In = 2000 A Intertravamento Eletrico 2 SIEMENS Vn = 145 KV In = 2000 A RDTD MEDIÇÃO ELETROPAULO RDTD BARRA DE 88 KV Vn = 138 KV In = 600 A ISOLADA PARA 138 KV Vn = 138 KV In = 600 A 26 49 86 1 .SBC 1 e 2 SBC .

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