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RESENHA - O VERBAL E O NÃO VERBAL

RESENHA - O VERBAL E O NÃO VERBAL

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CENTRO UNIVERSITÁRIO METODISTA

Lucas Camargo de Mattos Comunicação Social - Jornalismo Produção Audiovisual Maria Lúcia Pato Melão

RESENHA – Livro “O verbal e o não verbal” – Vera Teixeira de Aguiar Um livro que propõe teorizar a estrutura da comunicação encontra pelo caminho alguns desafios de abordagem. Foi a primeira constatação que tive ao iniciar a leitura dos trechos destacados do livro “O verbal e o não verbal”. Eu não estava errado. Para complementar a didática sobre os elementos que formalizam a comunicação, a autora precisou abordar teorias científicas, literárias, sociólogas e históricas, o que torna o estudo, de certo fato, complexo. O retorno ao principio da comunicação e a suas necessidades é sempre oportuno. O estabelecimento das regras de linguagem foi de claro entendimento. De modo estratégico, a autora aborda as arbitrariedades da comunicação com muita argumentação e exemplos, o que torna o principio da mensagem simples e unificado. A autora regrou a parte teórica do livro seguindo o sistema da Linguagem Arbritária, importante condição para estabelecer as funções científicas do assunto. Vera entende a linguagem arbritária como princípio das regras da comunicação. Explanando esta opinião, sinto que a autora deveria pautar mais sobre a linguagem, de um modo que os leitores também tenham para si, este mesmo princípio. Essa eventualidade ocorre porque Vera utiliza o modo acadêmico mais falível na educação. A imposição de um termo sem complementos e argumentos convincentes não consegue aplicar o que um termo explicado de forma abrangente e, ao mesmo tempo, precisa aplica facilmente. Enfim chegamos à referência da linguagem verbal e não verbal. Para compor uma espécie de defesa do que diz, a autora recorre (o que deveria ter feito na Linguagem Arbritária) aos elementos históricos do signo, significante – significado. Tal atitude ajuda de fato no entendimento do assunto. Achando necessário, Vera continua exemplificando a presença das linguagens verbais e não verbais no lado da ideologia. Expande o raciocínio propondo reflexões sobre o que relatava as teorias de Karl e Napoleão Bonaparte na Idade Moderna e Bush na contemporânea. Principalmente Karl. Articular sobre a relação da comunicação com esses ideais fez com que a autora se deslocasse do assunto principal do texto. Embora os pesares, a leitura foi bastante oportuna para preencher as lacunas vazias que tenho sobre a teoria da comunicação. Mas, acredito que

o aprendizado seria maior.se o texto tivesse uma releitura mais estratégica. Lucas Mattos .

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