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Livro de Daniel Cap 2

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Publicado porFrancisco Sousa
Comentário verso a verso do capitulo 2 do livro do profeta Daniel
Comentário verso a verso do capitulo 2 do livro do profeta Daniel

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Resumo Capitulo 1

Eu assisto: a TV NOVO TEMPO

Profeta – significa basicamente uma pessoa que fala em nome de outra. O profeta da Bíblia falava em nome de Deus. Ele tinha de comunicar a outros qualquer mensagem que através do Espírito santo, Deus lhes enviasse.

Nos dias de Daniel, 4 nações principais dominavam o oriente:

Lídia

Média Babilônia Egito

Nabucodonosor invadiu 3 vezes Jerusalém, em 605 a.C, 597 a.C e em 586 a.C, sendo desta vez quando ele arrasou toda a cidade e levou o restante dos habitantes como escravos (II Reis Cap. 24 e 25).
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Mas apesar da desobediência, e do caminho errado tomado pelos judeus, Deus mandou uma mensagem de esperança para os exilados (Jer 29:1-10), E escolheu um homem para ser libertador de seu povo na Babilônia, que foi Ciro, o Persa. (Isa 44: 28, 45: 1-6)

1:12 Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias, e que se dez dias nos dêem legumes a comer, e água a beber.

1:15 E, ao fimfim dez dias, apareceram os ao dos dos dez dias seus semblantes melhores, e eles estavam mais gordos de carne do que todos os jovens que comiam das iguarias do rei.

1:20 E em toda a matéria de sabedoria e de discernimento, sobre o que o rei lhes perguntou, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos astrólogos que havia em todo o seu reino.

Livro de Daniel
Capitulo 2

Um jovem, tentando entender sobre a existência de Deus, procurou um cristão e disse: "Vou lhe dar uma hora para você me provar que Deus existe!" O cristão, sem vacilação, o levou a Daniel 2. Quando terminou, o jovem confessou: "Agora sei que existe um Deus no Céu!"

2:1 E no segundo ano do reinado de Nabucodonosor, Nabucodonosor teve sonhos; e o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono.

O objeto dos pensamentos de Nabucodonosor ao recolher-se para dormir, tornou-se objeto de seus sonhos. Os pensamentos dele giravam entorno do futuro e bem estar de seu reino.

2:1 E no segundo ano do reinado de Nabucodonosor, Nabucodonosor teve sonhos; e o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono.

Deus aproximou-se de Nabucodonosor através de um sonho, porque este era o meio mais eficiente de impressionar a sua mente com a importância da mensagem a ser comunicada e assim assegurar sua cooperação e ganhar sua confiança.

2:2 Então o rei mandou chamar os magos, os astrólogos, os encantadores e os caldeus, para que declarassem ao rei os seus sonhos; e eles vieram e se apresentaram diante do rei.

Um grupo de homens poderosos se reuniu em volta do rei! Eles representavam a sabedoria e a erudição de todas as nações. Eram sacerdotes e profetas dos deuses de Babilônia, que eram considerados os maiores de todos os deuses.

2:2 Então o rei mandou chamar os magos, os astrólogos, os encantadores e os caldeus, para que declarassem ao rei os seus sonhos; e eles vieram e se apresentaram diante do rei. magos - diziam ser capazes de revelar os segredos dos deuses através de mágica e adivinhação. astrólogo - eles diziam ser capazes de predizer o futuro através do estudo da posição das estrelas e planetas. Eles acompanharam os governantes, dizendo-lhes o momento propício para tomada de decisões. encantadores - eram responsabilidades deles proteger o povo, repelindo espíritos maus. Caldeus – Grupo dominante em Babilônia, o pai de Nabucodonosor era oriundo dessa tribo, e é compreensível que o rei os chamasse em situações de emergência.

2:3 E o rei lhes disse: Tive um sonho; e para saber o sonho está perturbado o meu espírito.

Ainda que o rei estivesse bastante impressionado pelo sonho, quando acordou lhe foi impossível recordar-se dele.

2:4 E os caldeus disseram ao rei em aramaico: Ó rei, vive eternamente! Dize o sonho a teus servos, e daremos a interpretação.

A família real e a classe dominante eram caldeus de fala aramaica originários do sul da Mesopotâmia. Por isso eles não falaram em babilônico, língua da população nativa da Babilônia. Deste verso até o fim do cap 7, o relatório é em aramaico e não em hebraico como a parte restante deste livro.

2:4 E os caldeus disseram ao rei em aramaico: Ó rei, vive eternamente! Dize o sonho a teus servos, e daremos a interpretação.

Como Deus tinha um plano para este rei, certamente o sonho foi propositadamente tirado do rei para que os sábios não lhe dessem uma interpretação falsa. O rei normalmente relatava o sonho, e esses homens sábios retiravam-se para supostamente, consultar os deuses. Mas, na verdade, iam discutir entre sim uma interpretação que satisfizessem o orgulho e as fantasias do rei.

2:5 Respondeu o rei, e disse aos caldeus: O assunto me tem escapado; se não me fizerdes saber o sonho e a sua interpretação, sereis despedaçados, e as vossas casas serão feitas um monturo.

Uma tal crueldade como aqui é mencionada, era comum no mundo antigo, os assírios e os babilônios foram notórios pela severidade e barbaridade do seu tratamento aos ofensores. Assurbanipal relata que cortou governadores rebeldes em pedaços.

2:6 Mas se vós me declarardes o sonho e a sua interpretação, recebereis de mim dádivas, recompensas e grande honra; portanto declarai-me o sonho e a sua interpretação.

o rei estava impressionado com o sonho, que estava disposto a premiar os sábios com riquezas e honras, caso revelassem o que sonhara.

Agora os sábios estavam aterrorizados e novamente rogaram ao rei revelar-lhes o sonho para que pudessem interpretar.

o rei os acusou de quererem ganhar tempo. É possível que eles esperassem que se pudessem ganhar um pouco de tempo, o rei pudesse lembrar se do sonho ou talvez perdesse o interesse no que sonhara. E com mais tempo talvez pudesse achar outro jeito de escapar.

Com o seu repetido pedido para revelar-lhes o sonho, já estava imaginando que estes combinaram palavras mentirosas e perversas para dizerem.

Os Caldeus foram obrigados a reconhecer a sua incapacidade de revelar o sonho.

O rei percebeu a fragilidade do argumento. Eles diziam está em contato com os deuses e que suas interpretações vinham deles. Se os deuses podiam interpretar, porque não podia revelar o sonho para os sábios que estavam em contato com eles? Os sábios estavam admitindo que não estão em contato com os deuses. Deus estava preparando Nabucodonosor para aceitar o verdadeiro Deus, o único que podia interpretar o sonho.

A severidade da sentença não estava fora da harmonia com os costumes do tempo. Foi, contudo um passo imprudente do rei, pois os homens cuja a morte ele ordenou, constituíam a classe douta da sociedade.

Este fato revela que Daniel, Azarias, Mizael e Hananias já pertenciam à classe dos sábios. O fato que tivessem sido graduados recentemente é suficiente para explicar o porque não foram chamados para interpretar o sonho. O monarca dever ter chamado somente os mais altos lideres da classe.

Uma das coisa que enfureceu o rei foi os sábios procurarem adiar a resposta. Obviamente o rei ainda se achava perturbado pelo sonho, e deve ter sido propício a nova perspectiva de achar a solução para o mistério que esta assolando o seu espírito. No seu contato anterior com este jovem judeu, Nabucodonosor ficou impressionado com sua sinceridade e habilidade. A anterior fidelidade de Daniel nas coisa mínimas abriu-lhe a porta para encarar as coisas máximas.

Daniel e os seus amigos podiam aproximar-se de Deus com um forte fé e confiança porque, para o melhor do seu conhecimento e capacidade, estavam vivendo em harmonia com Sua vontade revelada. Tinham a consciência de que estavam no lugar onde Deus queria que estivessem, e de que estavam fazendo a obra que os céus designaram que fizessem. Se na sua experiência anterior tivessem transigido contra os princípios e cedidos as tentações que constantemente lhes circundavam na corte real, não poderia ter esperando uma notável intercessão divina nesta crise.

Em recebendo a revelação divina, o primeiro pensamento de Daniel foi render o devido louvor ao Revelador dos segredos, um digno exemplo do que todos quantos receberam bênçãos do Senhor deviam fazer.

Aqui esta retrata a verdadeira filosofia da história humana. Reis e governadores se acham definitivamente sob a direção e controle de um Potentado todo Poderoso. “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e serlhe-á dada.” Tiago 1:5 O Senhor deleita-se em conceder sabedoria aos que usam sabiamente. Ele fez isto para com Daniel, e fá-lo-á hoje para com cada pessoa que confia plenamente nEle.

Ainda que o sonho tivesse sido revelado a Daniel, este não tomou toda a honra, mas incluiu os seus companheiros que oram com ele.

O primeiro cuidado de Daniel foi pleitear pelos sábios de Babilônia, para que a sentença de morte proferida sobre eles fosse cancelada. Não fizeram nada para conseguir a suspensão da sua pena, mas foram salvos por causa da presença de um homem justo no meio deles. Freqüentemente acontece assim. Os justos são o “sal da terra” . Têm um cordão preservador. Por causa da presença de Paulo no navio, os marinheiros e todos os que estavam a bordo foram salvos (Atos 27:24).

Os ímpios não sabem quanto deve aos justos. Contudo, freqüentemente ridicularizam e perseguem os mesmos a quem deviam agradecer pela preservação da sua vida.

Naturalmente, quando Daniel se apresentava diante do rei Nabucodonosor, assumia o seu nome babilônico Beltesazar. ( Bel proteja a vida do rei).

Daniel não desejava exaltar-se acima dos sábios. Pretendia, antes, impressionar o rei quanto a futilidade de confiar nos seus sábios para deles obter conselhos e ajuda. Deseja voltar os olhos do rei para o grande Deus dos céus, o Deus a quem Daniel adorava. O Deus dos hebreus, cujo povo tinha sido conquistado pelo rei.

A mensagem foi para instrução de Nabucodonosor, bem como para a dos governadores e do povo até o fim dos tempos. O esboço da profecia transporta-nos dos dias de Nabucodonosor até o fim do mundo e a segunda vinda de Cristo. Deus revelou-lhe o futuro, não para lhe satisfazer a curiosidade, mas para suscitar na sua mente um senso de responsabilidade pessoal para com o programa do céu.

Neste sonho estão retratados desenvolvimentos futuros que começam no tempo de Daniel e Nabucodonosor e se entendem até o fim do mundo.

Nabucodonosor tinha estado meditando sobre impérios passados e como eles sumiram e ficou com presságios ansiosos em relação ao futuro de seu reino.

O sonho tão ansiosamente esperando pelo rei, lhe volta à mente agora pelas palavras de Daniel. Uma exuberante estátua de esplendor excelente e “aparência terrível” . Uma estátua de metais preciosos. 

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Cabeça de Ouro Peito e braços de prata Ventre e coxas de bronze Pernas de ferro Pés e dedos ferro/barro

Este plural bem pode indicar que Daniel classificou os seus companheiros consigo mesmo. Tinham-se unido em fervorosa oração para que a interpretação pudesse ser revelada, e Daniel deve ter desejado confessar a parte deles no assunto.

Nas suas inscrições Nabucodonosor atribuiu o seu sucesso ao seu deus Marduque, mas Daniel de maneira benigna, corrige a sua idéia errada. Afirma que é o Deus do Céu quem lhe concedeu tal poder
O território sobre o qual Nabucodonosor reinou tinha tido uma história longa e agitada e tinha estado sob a liderança de diferentes povos e reinos. De acordo com Gênesis, a cidade de Babilônia fez parte do reino fundado por Ninrode, o bisneto de Noé (Gen 10:8-10).

Uma apresentação apropriada do domínio de Babilônia no tempo de Nabucodonosor. A maneira pela qual os reis antigos incluíam o animal do campo na sua esfera de domínio é ilustrada por um relatório de Samanasar III que diz: “ Ninurta e Palil, que amam o meu sacerdócio, têmme dado todos os animais do campo”.

Grande abundancia de ouro foi usado no embelezamento de Babilônia. Heródoto descreve em termos como o ouro brilhava nos templos sagrados da cidade. A imagem de Marduque, o trono em que era assentado, a mesa e o altar eram feitos de ouro. O profeta Jeremias compara Babilônia a um copo de ouro (Jer 51:7) .

Seu reino dominou cerca de 609 a 539 a.C, cerca de 70 anos.

Em 539 a.C. mediante um estratagema de guerra, os medo-persas, comandado por Ciro, o persa, conquistam Babilônia.

Muito antes do nascimento de Ciro, temos uma profecia que além de citar o seu nome, menciona detalhes de como ele conquistaria a cidade de babilônia.

Ciro, a caminho de babilônia, desvia o rio Gindes, afluente do rio tigre. Ele espalhou o rio por 360 canais, atrasando o ataque por um ano. E 60 anos antes, Jeremias escreveu:

“E para que porventura não se enterneça o vosso coração, e não temais pelo rumor que se ouvir na terra; porque virá num ano um rumor, e depois noutro ano outro rumor; e haverá violência na terra, dominador contra dominador”. Jer 51:46

Ciro atrasou-se uma ano no rio Gindes. Veio, então um segundo rumor e, não demorou muito: Babilônia caiu e houve violência na terra. A Mão de Deus estava nisso. Foi às margens do Gindes que Ciro e seu exercito conseguiram a prática necessária para entra na cidade de Babilônia. Outra vez começaram a cavar para baixar o nível do rio Eufrates até o ponto em que pudessem passar por baixo dos muros.

Invasão da cidade 174 anos antes desse evento, Deus dissera:

Assim diz o SENHOR ao seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações diante de sua face, e descingir os lombos dos reis, para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão. Isa 45:1

O peito representa o Império MedoMersa. Os braços representam a aliança entre povos irmãos, os medos e os persas, unificado por Ciro. Em todas as línguas semíticas a palavra “prata”, também era usada para “dinheiro”. Eles desenvolveram um abrangente sistema de tributação, em que os impostos eram pagos com prata.

Seu reino dominou de 539 a 331 a.C, cerca de 208 anos.

A Grécia foi representado na profecia como o império de bronze. Os soldados gregos usavam capacete de bronze, peitoral de bronze, escudo de bronze e espada de bronze. Eram conhecidos como “gregos forrados de bronze”. Alexandre Magno estabeleceu a Grécia como o terceiro Império Mundial.

Seu reino dominou de 331 a 168 a.C, cerca de 163 anos.

Armadura de bronze

As batalhas decisivas foram a de Grânico em 334 aC, Iso em 333 aC e Arbela ou Gaugamela em 331 aC que deram a vitória aos gregos encerrando o domínio persa no mundo. Os gregos se distinguiam por usar armadura de bronze

Roma, a monarquia de ferro, a senhora do mundo. Este quarto reino foi o mais duradouro e extenso dos quatro, estendendo-se da Bretanha ao Eufrates. Roma foi o maior e o mais forte império que o mundo conhecera até então.

Seu reino dominou de 168 a.C a 476 d.C, cerca de 644 anos.

Na batalha de Pidna, em 168 a.C., o férreo império romano esmagou o que tinha restado do Império Grego.

Assim como a estátua tinha duas pernas, Roma se dividiu no terceiro século em duas unidades administrativas; no oriente com sede em Constantinopla e no ocidente em Roma.

Como as pernas são os membros mais extensos do corpo, o Império Romano foi o que mais tempo reinou.

A profecia aponta para divisão do império Romano do ocidente, até o tempo do fim. Em 476 d.C. com a invasão dos hérulos, chefiados por Odoacro, é deposto o último imperador romano, Rômulo Augusto. Sendo, o Império Romano dividido entre as tribos germânicas.

EUROPA DIVIDIDA
1. Anglos Inglaterra 2. Francos França 3. Visigodos Norte Espanha

6. Germanos
Alemanha

7. Burgundos
Suiça

8. Ostrogodos
Áustria

9. Lombardos Norte Itália

4. Suevos Portugal

5. Vândalos Sul Espanha

10. Hérulos Sul Itália

Os pés da estátua, de ferro misturado com barro, representam as modernas nações da Europa.

Roma perdera sua tenacidade e sua resistência férrea, seus sucessores foram manifestados fracos como a mistura de barro e ferro.

Roma continuará com sua força, bem que reduzida, mas influenciando a muitos até o fim dos tempos.

O quarto poder, que sobe depois da Grécia, continua sendo o mesmo poder (pois o ferro continua existindo, ao contrário dos outros poderes cujo metal desaparece quando surge um novo império), embora em algum momento haja mudado de forma. Assim, é Roma desde o tempo da Grécia até o fim do mundo. Por incrível que pareça, Roma ainda existe hoje como poder mundial, embora sua forma seja radicalmente diferente daquela que possuía quando surgiu pela primeira vez depois da Grécia.

Assim como o barro não se mistura com o ferro, surgiriam nações e reinos fortes como o ferro e outros fracos como o barro, na historia que envolve este quarto reino de Daniel 2.

A Europa em guerra pode ser comparada a uma briga em família. As casas reais, especialmente os países mais fortemente relacionados à guerra, são praticamente do mesmo tronco germânico (Alemanha), e quase do mesmo sangue. Estadista iludidos obcecados com a idéia de que, se misturassem o sangue, isso faia com que as nações se unissem. Se todos na Europa se tornassem parentes, não poderia haver discórdias que levassem a guerra. “parentes nunca brigam” – argumentavam eles.

Essa frase profética nos garantem que nunca haverá uma fusão completa do que resultou da divisão do antigo império romano. Eles continuarão a se dividir até a vinda de Cristo. Houve sete grandes tentativas para provar que essa profecia não era verdadeira:

1ª - No dia de Natal do ano 800 d.C, Carlos Magno foi coroado pelo papa como imperador do Santo Império Romano. Na realidade era não era romano, mas franco. E só conseguiu expandir o reino franco. Sua tentativa de unir os países da Europa ocidental falhou.

2ª - Carlos V , em 1519 foi eleito santo imperador de Roma. Embora fosse poderoso governante da Europa, ele foi incapaz de conter a expansão do Luteranismo. Gastou muito tempo lutando contra Francisco I, da França. Abdicou em dividiu o império entre seus irmãos.

3ª - Luís XIV, “O Grande”, subiu ao trono da frança em 1643, com cinco anos de idade. Sob seu comando, a França foi o poder militar mais poderoso da Europa. Grandes países se aliaram contra ele, sofreu grandes derrotas militares.

4ª - Napoleão – tentou conquistar a Europa, quase consegue.

5ª - Kaiser Guilherme – tentou conquistar a Europa na 1ª Guerra Mundial, Kaiser falhou.

6ª - Adolf Hitler assombrou o mundo e marchou sobre a Europa como um relâmpago. A Bíblia diz: “mas não se ligarão”.

Neste momento uma 7ª tentativa esta sendo feita.

Comenta-se que se os países da Europa se unirem tendo como base o MERCADO COMUM EUROPEU, formam um novo poder mundial. Esse poder mundial teria mais gente e dinheiro que os Estados Unidos. Nenhum se humano pode prever exatamente quais serão os resultados desse tentativa. Porém, a Bíblia afirma que os países da Europa jamais formarão um império mundial.

Cabeça de Ouro = Babilônia

Peito e braços de prata = Medo-Persa

Ventre e coxas de bronze = Grécia

Pernas de ferro = Roma

Pés e dedos ferro/barro = Europa Ocidental

Daniel define com absolta clareza a vinda de Jesus em Glória para estabelecer Seu reino eterno nesta Terra que será renovada pela a ação do fogo. Esta pedra, é um símbolo visível do Reino de Deus a ser implantado entre os redimidos. “Um reino que jamais será destruído”, porque “subsistirá para sempre”.

A Bíblia se refere a Jesus como a rocha, ou a pedra. Paulo nos fala, em I Cor 10:4 que a rocha da qual os filhos de Israel recebera sua água, representa Cristo. Isaias 28:16, se refere a Ele como “a pedra preciosa de esquina, que esta bem firme e fundada.”

E beberam todos de uma mesma bebida
espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo.
(I Cor. 10:4).

Jesus entendeu as profecias do Antigo Testamento e as aplicou para si mesmo:

“Mas Jesus, fitando-os disse: Que quer dizer, pois, o que esta escrito: a pedra que os construtores rejeitaram, esta veio a ser a pedra principal, angular? Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços, e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó. (Luc 20:17 18).

Isto é uma demonstração de respeito e reverência muito comum no velho testamento. Nabucodonosor estava em silencio, ouvindo impressionado a descrição feita por Daniel e agora rompe o silencio numa demonstração de respeito ao Deus de seu súdito hebreu.

Certamente a sinceridade do coração do rei naquele momento tomado de admiração, foi adorar o Deus verdadeiro através de Daniel.

Nabucodonosor chamava a seu deus Marduque de ‘senhor dos deuses’, agora reconhece que o Deus de Daniel é infinitamente superior a qualquer dos assim chamados deuses dos babilônicos.

O rei ficou profundamente comovido e emocionado, após as dramáticas revelações feitas por Daniel, que tomou a imediata decisão de torná-lo o seu governador, bem como o “chefe de todos os sábios de Babilônia.”

Deve ter sido uma ocasião de júbilo para o povo hebreu, ver o nome de Deus sendo louvado pelo o rei do grande império babilônico. A revelação da historia futura do mundo fez com que o rei pagão se prostasse em reverência ao mensageiro de Deus. Ao vermos as evidências do cumprimento profético, também devíamos nos prostar diante de Deus e reconhecê-lo como o Deus dos deuses. Ainda mais, devíamos consagrar a vida a Ele, em devoção e serviços.

O fato de que o sonho do rei seu cumpriu ao pé da letra dá-nos a garantia de que a parte que ainda falta se cumprirá. O próximo grande evento é a vinda do Senhor Jesus Cristo. O reino de Cristo irá cobrir a Terra inteira.

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Breve o Senhor Jesus voltará

Prepara-te

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