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Escola Do MinistÉrio TeocrÁtico Recapitulação Oral de Julho de 2008

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ESCOLA DO MINISTÉRIO TEOCRÁTICO RECAPITULAÇÃO ORAL

CARACTERÍSTICA DE ORATÓRIA
be estudo 45 Ilustrações instrutivas (1) Será entendida? Não importa que ilustração você use, ela deve atingir um objetivo específico. Mas isso talvez não aconteça se você deixar de mostrar como ela se aplica ao assunto em consideração. Depois de chamar os discípulos de “a luz do mundo”, Jesus acrescentou alguns comentários sobre como se usa uma lâmpada e qual era a responsabilidade deles nesse caso. (Mat. 5:15, 16) Após contar a ilustração da ovelha perdida, ele falou da alegria que há no céu quando um pecador se arrepende. (Luc. 15:7) E depois de contar a um homem a história do bom samaritano, Jesus fez uma pergunta pertinente seguida de um conselho direto. (Luc. 10:36, 37) Em contraste com isso, Jesus só explicou as ilustrações sobre os vários tipos de solo e sobre o joio no campo àqueles suficientemente humildes para perguntar-lhe o significado, não às multidões. (Mat. 13:1-30, 36-43) Três dias antes de sua morte, Jesus contou a ilustração sobre os vinhateiros assassinos e não deu nenhuma explicação, porque isso não era necessário. “Os principais sacerdotes e os fariseus . . . repararam que falava deles.” (Mat. 21:33-45) De modo que a atitude da assistência, a natureza da ilustração e os seus objetivos determinam se será necessário explicá-la e, se este for o caso, até que ponto. Leva algum tempo para desenvolver a habilidade de usar ilustrações de forma eficaz, mas o esforço vale a pena. Ilustrações bem escolhidas combinam o atrativo intelectual com o impacto emocional. Em resultado, a mensagem é transmitida com uma força que muitas vezes não se obtém pela simples explanação dos fatos. COMO ENCONTRAR ILUSTRAÇÕES APROPRIADAS Leia a Bíblia regularmente; preste atenção às ilustrações encontradas nela; medite no valor dos seus exemplos. Observe o que acontece à sua volta e associe mentalmente as atitudes e o comportamento das pessoas com assuntos sobre os quais costuma falar. Prepare um arquivo de ilustrações eficazes. Pode tirá-las de matérias que lê, de discursos ou de observações pessoais. Use-as quando for oportuno.

(2) be estudo 46 p. 245 pars. 2-4 Ilustrações baseadas em situações conhecidas
Como Jesus e Paulo, você também escolhe com cuidado as ilustrações que usa? Leva em conta a formação e as atividades diárias dos ouvintes? Naturalmente, o mundo mudou desde o primeiro século. Muitas pessoas ficam sabendo das notícias mundiais por meio da televisão e, com freqüência, estão cientes do que está acontecendo em países estrangeiros. Se esse for o caso na sua localidade, não há nenhum inconveniente em basear as ilustrações em algumas dessas notícias. Contudo, o que mais toca as pessoas em geral são coisas diretamente relacionadas à sua vida, como a casa, a família, o trabalho, a comida e o clima da região. Se a sua ilustração precisa de muitas explicações, talvez esteja falando de algo desconhecido para a assistência, o que pode facilmente obscurecer o ponto que deseja ensinar. Em resultado disso, a assistência talvez se lembre da ilustração, mas não da verdade bíblica que você queria transmitir. Em vez de fazer comparações complexas, Jesus falou de assuntos comuns, do cotidiano. Ele usou coisas pequenas ou simples para explicar coisas grandes ou complexas. Comparando eventos cotidianos com verdades espirituais, Jesus ajudou os ouvintes a entendê-las mais facilmente e a lembrar-se delas. Que excelente exemplo para nós!

(3) be estudo 47 p. 247 pars. 1-2 Uso eficaz de recursos visuais
POR QUE usar recursos visuais? Porque tornam o ensino mais eficaz. Jeová Deus e Jesus Cristo usaram esses recursos e podemos aprender do exemplo deles. Quando os recursos visuais são acompanhados de uma explicação oral, as informações são captadas por dois dos nossos sentidos, o que ajuda a prender a atenção da assistência e reforça a impressão causada. Como usar recursos visuais ao apresentar as boas novas? Como saber se os usamos bem?

O exemplo dos maiores Instrutores. Para ensinar lições valiosas, Jeová usou recursos visuais inesquecíveis. Certa noite, ele levou Abraão a um lugar ao ar livre e disse: “Olha para os céus, por favor, e conta as estrelas, se as puderes contar. . . . Assim se tornará o teu descendente.” (Gên. 15:5) Mesmo que aquela promessa parecesse impossível do ponto de vista humano, Abraão ficou profundamente comovido e depositou fé em Jeová. Em outra ocasião, Jeová enviou Jeremias à casa de um oleiro para que o observasse moldando argila. Que maneira notável de ilustrar a autoridade que o Criador exerce sobre os humanos! (Jer. 18:1-6) E como Jonas poderia esquecer-se da lição de misericórdia que Jeová lhe ensinou por meio do cabaceiro? (Jonas 4:6-11) Jeová até mandou que seus profetas encenassem mensagens proféticas utilizando certos objetos. (1 Reis 11:29-32; Jer. 27:1-8; Eze. 4:1-17) Aspectos do tabernáculo e do templo são representações que nos ajudam a entender realidades celestiais. (Heb. 9:9, 23, 24) Deus também usou muitas visões para transmitir informações importantes. — Eze. 1:4-28; 8:218; Atos 10:9-16; 16:9, 10; Rev. 1:1.

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be estudo 47 p. 248 pars. 1-3 Uso eficaz de recursos visuais

Como usar recursos visuais. Ao contrário de Jeová, nós não podemos nos comunicar por meio de visões. Mas nas publicações das Testemunhas de Jeová aparecem muitas gravuras ou fotos que estimulam o raciocínio. Use-as para ajudar os interessados a visualizar o paraíso terrestre, prometido na Palavra de Deus. Durante um estudo bíblico domiciliar, chame a atenção do estudante para uma gravura relacionada com o que estão estudando e pergunte-lhe o que ele observa ali. É interessante que Jeová, quando deu certas visões ao profeta Amós, perguntou: “Que estás vendo, Amós?” (Amós 7:7, 8; 8:1, 2) Poderá fazer perguntas similares ao dirigir a atenção das pessoas a gravuras preparadas com fins didáticos. Colocar cálculos matemáticos por escrito ou traçar uma linha do tempo mostrando uma seqüência de eventos importantes ajudará na compreensão de algumas profecias, como a de Daniel 4:16 sobre os “sete tempos” ou de Daniel 9:24 sobre as “setenta semanas”. Esses recursos visuais aparecem em várias de nossas publicações de estudo. No seu estudo bíblico em família, ficará mais fácil entender aspectos do tabernáculo, do templo de Jerusalém ou do templo da visão de Ezequiel se você usar gravuras ou diagramas. Poderá encontrá-los em Estudo Perspicaz das Escrituras, no apêndice da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências e em vários números de A Sentinela.

(5) be estudo 47 p. 248 par. 4 Uso eficaz de recursos visuais
Ao ler a Bíblia com a família, use mapas. Acompanhe o percurso da viagem de Abraão desde Ur a Harã e depois até Betel. Examine a rota que a nação de Israel tomou ao partir do Egito em direção à Terra Prometida. Localize a área que cada tribo de Israel recebeu como herança. Observe a extensão do domínio de Salomão. Siga o caminho que Elias percorreu ao fugir de Jezreel até o deserto, para além de Berseba, depois de ser ameaçado por Jezabel. (1 Reis 18:46–19:4) Localize as cidades e aldeias onde Jesus pregou. Acompanhe as viagens de Paulo, descritas no livro de Atos.

Designação nº 1 (6) be p. 32 Vale a pena estudar!
Benefícios As pessoas observadoras que não têm entendimento das coisas espirituais podem estudar o Universo, os eventos mundiais e até a si próprias, mas não conseguem compreender o significado real do que vêem. Por outro lado, o espírito de Deus ajuda aqueles que estudam Sua Palavra regularmente a perceber a mão de Deus nessas coisas, e a entender o cumprimento de profecias bíblicas e o desenrolar do propósito de Deus para abençoar humanos obedientes. — Mar. 13:4-29; Rom. 1:20; Rev. 12:12. Por mais maravilhoso que isso possa ser, não devemos tornar-nos orgulhosos. A leitura diária da Palavra de Deus ajuda-nos a manter a humildade. (Deut. 17:18-20) Isso também nos protege do “poder enganoso do pecado”, porque se a Palavra de Deus está viva no coração é menos provável que o pecado consiga atrair-nos e vencer nossa determinação de resistir a ele. (Heb. 2:1; 3:13; Col. 3:5-10) Assim, ‘andaremos dignamente de Jeová, com o fim de lhe agradarmos plenamente, ao prosseguirmos em dar fruto em toda boa obra’. (Col. 1:10) Esse é o nosso objetivo ao estudar a Palavra de Deus e, se conseguirmos alcançá-lo, obteremos o maior de todos os benefícios

(7) be p. 34 par. 4 - p. 35 par. 2 Como pesquisar
Examine o contexto. Pergunte-se: ‘A quem foi dirigido esse texto? O que o contexto diz sobre as circunstâncias que levaram a essa declaração ou a atitude das pessoas envolvidas?’ Esses detalhes

muitas vezes nos ajudam a entender um versículo, e também podem ajudar-nos a enriquecer um discurso. Por exemplo, o texto de Hebreus 4:12 muitas vezes é citado para mostrar que a Palavra de Deus tem o poder de tocar o coração e influenciar pessoas. O contexto ajuda-nos ainda mais a ver como isso realmente pode acontecer. Fala sobre os 40 anos que Israel passou no deserto antes de entrar na terra que Jeová havia prometido a Abraão. (Heb. 3:7–4:13) “A palavra de Deus” — sua promessa de levá-los a um lugar de descanso em harmonia com o pacto que havia feito com Abraão — não estava morta; estava viva e rumo ao cumprimento. Os israelitas tinham todos os motivos para ter fé nessa promessa. Mas à medida que Jeová os conduzia do Egito para o monte Sinai e dali para a Terra Prometida, eles demonstraram falta de fé em várias ocasiões. Assim, sua reação ao modo de Deus cumprir sua Palavra revelou o que tinham no coração. Atualmente, a palavra ou promessa de Deus revela o que o homem tem no coração. Consulte as referências cruzadas. Algumas Bíblias têm referências cruzadas. Você tem uma assim? Se tiver, elas podem ser úteis. Veja um exemplo da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas. O texto de 1 Pedro 3:6 menciona Sara como exemplo digno de ser imitado pelas esposas cristãs. A referência cruzada a Gênesis 18:12 reforça essa idéia dizendo que, “no íntimo”, Sara chamava Abraão de senhor. Isso mostra que sua submissão vinha do coração. Além desses esclarecimentos, as referências cruzadas podem levá-lo a versículos que mostram o cumprimento de uma profecia bíblica ou de um modelo do pacto da Lei. Contudo, é bom estar ciente de que algumas referências cruzadas não têm o objetivo de fornecer explicações. Elas podem simplesmente indicar idéias paralelas ou ainda informações biográficas ou geográficas. Pesquisa com uma concordância bíblica. A concordância bíblica é um índice alfabético de palavras usadas na Bíblia. É usada para encontrar textos que se relacionam com o assunto que está pesquisando. Ao consultá-los, aprenderá outros detalhes práticos. Verá a evidência do “modelo” da verdade contido na Palavra de Deus. (2 Tim. 1:13) A Tradução do Novo Mundo contém um “Índice de Palavras Bíblicas”. A Comprehensive Concordance (Concordância Compreensiva) é muito mais extensiva. Se estiver disponível em seu idioma, ela lhe indicará todos os textos em que aparecem as principais palavras da Bíblia.

(8) si p. 198 par. 32 Livro bíblico número 43 — João
Que dizer da relação de Jesus com seus discípulos? O papel de Jesus como canal exclusivo, por meio do qual as bênçãos de Deus são estendidas a esses e a toda a humanidade, é continuamente mantido em evidência. (14:13, 14; 15:16; 16:23, 24) Ele é mencionado como “o Cordeiro de Deus”, “o pão da vida”, “a luz do mundo”, “o pastor excelente”, “a ressurreição e a vida”, “o caminho, e a verdade, e a vida”, e “a verdadeira videira”. (1:29; 6:35; 8:12; 10:11; 11:25; 14:6; 15:1) É nesta ilustração, da “verdadeira videira”, que Jesus dá a conhecer a maravilhosa união que existe, não apenas entre os seus verdadeiros seguidores e ele, mas também com o Pai. Por dar muito fruto, eles glorificarão a seu Pai. “Assim como o Pai me tem amado e eu vos tenho amado, permanecei no meu amor”, aconselha Jesus. — 15:9.
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(9) si p. 200 pars. 5-7 Livro bíblico número 44 — Atos
Para ilustrarmos a exatidão da narrativa, tão característica dos escritos de Lucas, citamos Edwin Smith, comandante de uma flotilha de navios de guerra britânicos no Mediterrâneo, durante a Primeira Guerra Mundial, que escreveu na revista The Rudder, de março de 1947: “Os antigos navios não eram governados como os dos tempos modernos por meio de um leme único preso ao cadaste, mas mediante dois grandes remos ou pás, um em cada lado da popa; daí a menção deles no plural por S. Lucas. [Atos 27:40] . . . Vimos em nosso exame que toda declaração quanto aos movimentos deste navio, desde o momento em que partiu de Bons Portos até que tocou a praia de Malta, conforme delineado por S. Lucas, foi comprovada pela evidência externa e independente da mais exata e satisfatória natureza; e que as suas declarações quanto ao tempo em que o navio permaneceu no mar correspondem à distância percorrida; e, finalmente, que sua descrição do lugar atingido está em conformidade com o lugar tal como é. Tudo isso contribui para mostrar que Lucas realmente fez a viagem conforme descrita, e mostrou além disso ser um homem cujas observações e declarações podem ser aceitas como fidedignas e dignas de crédito no mais alto grau.” As descobertas arqueológicas também confirmam a exatidão da narrativa de Lucas. Por exemplo, com as escavações feitas em Éfeso, desenterrou-se o templo de Ártemis, também o antigo teatro onde os efésios se amotinaram contra o apóstolo Paulo. (Atos 19:27-41) Foram descobertas inscrições que confirmam a exatidão do título empregado por Lucas, “governantes da cidade”, que era usado para as autoridades em Tessalônica. (17:6, 8) Duas inscrições maltesas mostram que Lucas estava também certo em referir-se a Públio como “homem de destaque” de Malta. — 28:7.
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Outrossim, os diversos discursos feitos por Pedro, Estêvão, Cornélio, Tértulo, Paulo e outros, segundo assentados por escrito por Lucas, são todos diferentes no estilo e na matéria. Até mesmo os discursos que Paulo proferiu perante diferentes audiências mudavam de estilo para se adaptarem à ocasião. Isto indica que Lucas assentou por escrito apenas aquilo que ele próprio ouviu ou o que outras testemunhas oculares lhe contaram. Lucas não foi um escritor de ficção.

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(10) be p. 40 Como elaborar um esboço
COMO ELABORAR UM ESBOÇO • Determine por que o assunto é importante para a assistência e qual é o seu objetivo • Escolha um tema; se o tema já tiver sido escolhido, analise-o • Reúna matéria prática e instrutiva • Identifique os pontos principais • Organize a matéria e use apenas as melhores informações • Prepare uma introdução que desperte interesse • Elabore uma conclusão motivadora • Revise e aprimore o discurso

LEITURA SEMANAL DA BÍBLIA (11) it-3 p. 681 Templo
O Templo Reconstruído por Herodes. Este templo não é descrito em pormenores nas Escrituras. A principal fonte de informações é Josefo, que viu pessoalmente a estrutura e relata a respeito de sua construção em The Jewish War (A Guerra Judaica) e Jewish Antiquities (Antiguidades Judaicas). A Míxena judaica supre alguns dados, e umas poucas informações são obtidas da arqueologia. Portanto, a descrição aqui feita provém dessas fontes, que, em alguns casos, podem estar sujeitas a dúvidas. — GRAVURA, Vol. 2, p. 655. Em The Jewish War (I, 401 [xxi, 1]), Josefo diz que Herodes reconstruiu o templo no 15.° ano de seu reinado, mas, em Jewish Antiquities (XV, 380 [xi, 1]) ele diz que foi no 18.° ano. Esta última data é geralmente aceita pelos peritos, embora o início do reinado de Herodes, ou como Josefo o calculou, não seja confirmado com absoluta certeza. O próprio santuário levou 18 meses para ser construído, mas os pátios, e assim por diante, estavam em construção por oito anos. Quando certos judeus se dirigiram a Jesus Cristo, em 30 EC, dizendo: “Este templo foi construído em quarenta e seis anos” (Jo 2:20), esses judeus falavam, aparentemente, sobre a obra que prosseguia no complexo de pátios e de prédios até então. A obra só foi concluída uns seis anos antes da destruição do templo, em 70 EC.

(12) w79 1/3 pp. 20-21 par. 3 Uma ressurreição de vida e outra de julgamento
Antes de Jesus dizer as palavras que acabamos de citar, ele falou, em João 5:24, 25, sobre outros “mortos”, cuja “hora” para passarem a viver havia começado. Esses indicados foram chamados de “mortos”, mas não estavam “nos túmulos memoriais”. Ouviam até mesmo naquele momento a “palavra” falada pelo Filho de Deus e criam Naquele que o enviara. Assim, estavam passando da morte para a vida e não sofreriam um julgamento adverso. Por terem passado da morte para a vida, estes, que escutavam a voz do Filho de Deus, foram classificados como vivos e como tendo a perspectiva da vida eterna. Devem ser aqueles que hão de tornar-se co-herdeiros celestiais de Jesus Cristo, a saber, os 144.000 que recebem uma ressurreição para o domínio espiritual, a fim de estarem com ele no Reino.
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13 E 14 ver a sentinela 15/04/2008 A Palavra de Desu é Viva (15 rs p. 435 Volta de Cristo
Que significa vir Jesus “da mesma maneira” em que ascendeu para o céu? Atos 1:9-11: “Enquanto [os apóstolos de Jesus] olhavam, foi elevado e uma nuvem o arrebatou para cima, fora da vista deles. E, enquanto fitavam os olhos no céu, durante a partida dele, eis que havia também dois homens em roupas brancas em pé ao lado deles, e estes disseram: ‘Homens da Galiléia, por que estais parados aí olhando para o céu? Este Jesus, que dentre vós foi acolhido em cima, no céu, virá assim da mesma maneira em que o observastes ir para o céu.’” (Note que isto diz “da mesma maneira”, não com o mesmo corpo. Qual foi a “maneira” de sua ascensão? Conforme mostra o versículo 9 , ele

desapareceu da vista, sendo a sua partida observada apenas pelos seus discípulos. O mundo em geral não ficou ciente do que aconteceu. O mesmo se daria com a volta de Cristo.)

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