EXERCÍCOS ED

UNIDADE I

EXERCÍCIO 1
Quadrilha João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história. ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. Rio de Janeiro: Record, 1980.
Quadrilha da sujeira João joga um palitinho de sorvete na rua de Teresa que joga uma latinha de refrigerante na rua de Raimundo que joga um saquinho plástico na rua de Joaquim que joga uma garrafinha velha na rua de Lili. Lili joga um pedacinho de isopor na rua de João que joga uma embalagenzinha de não sei o que na rua de Teresa que joga um lencinho de papel na rua de Raimundo que joga uma tampinha de refrigerante na rua de Joaquim que joga um papelzinho de bala na rua de J. Pinto Fernandes que ainda nem tinha entrado na história. AZEVEDO, Ricardo. Você diz que sabe muito, borboleta sabe mais! São Paulo: Moderna, 2007.

Apesar do título e dos nomes semelhantes, não existe intertextualidade na relação entre os dois poemas, uma vez que o texto de Azevedo não recupera tematicamente o poema de Drummond. II. Azevedo trata de uma problemática da nossa sociedade: a falta de cuidado com o planeta ao criarmos muito lixo. III. Ambos os poemas têm a mesma estrutura na distribuição das frases.
A. B. C. D. E. Apenas I está correta. Apenas II está correta. Apenas III está correta. I e II estão corretas. II e III estão corretas.

EXERCÍCIO 1
Quadrilha João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história. ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. Rio de Janeiro: Record, 1980.
Quadrilha da sujeira João joga um palitinho de sorvete na rua de Teresa que joga uma latinha de refrigerante na rua de Raimundo que joga um saquinho plástico na rua de Joaquim que joga uma garrafinha velha na rua de Lili. Lili joga um pedacinho de isopor na rua de João que joga uma embalagenzinha de não sei o que na rua de Teresa que joga um lencinho de papel na rua de Raimundo que joga uma tampinha de refrigerante na rua de Joaquim que joga um papelzinho de bala na rua de J. Pinto Fernandes que ainda nem tinha entrado na história. AZEVEDO, Ricardo. Você diz que sabe muito, borboleta sabe mais! São Paulo: Moderna, 2007.

I.Apesar do título e dos nomes semelhantes, não existe intertextualidade na relação entre os dois poemas, uma vez que o texto de Azevedo não recupera tematicamente o poema de Drummond. II. Azevedo trata de uma problemática da nossa sociedade: a falta de cuidado com o planeta ao criarmos muito lixo. III. Ambos os poemas têm a mesma estrutura na distribuição das frases.
A. B. C. D. E. Apenas I está correta. Apenas II está correta. Apenas III está correta. I e II estão corretas. II e III estão corretas.

Exercício 2
Analise a figura abaixo e assinale a alternativa correta:

A. B. C. D. E.

A figura não pode ser considerada um texto por não se constituir de palavras distribuídas em orações e em parágrafos. Trata-se de um texto, porque é uma unidade de sentido com linguagem e permite aos indivíduos a comunicação. É um texto apesar de seu contexto econômico. A figura não é um texto, porque não possui informação suficiente; tem apenas o valor, o nome da moeda corrente e o país de origem. A mistura de imagens, palavras e números não cria um texto, tornando a figura, na verdade, confusa.

palavras e números não cria um texto. A figura não pode ser considerada um texto por não se constituir de palavras distribuídas em orações e em parágrafos. . A figura não é um texto. tem apenas o valor. A mistura de imagens. o nome da moeda corrente e o país de origem. porque é uma unidade de sentido com linguagem e permite aos indivíduos a comunicação. C. É um texto apesar de seu contexto econômico. B. na verdade.Exercício 2 Analise a figura abaixo e assinale a alternativa correta: A. Trata-se de um texto. E. D. porque não possui informação suficiente. confusa. tornando a figura.

Exercício 3 Para ler e produzir um texto. II. são necessários alguns conhecimentos. Apenas III está correta. que consiste em saber como e em que situação um texto pode ser veiculado. que consiste em saber assuntos que nos rodeiam. III. conhecimento interacional. Apenas II está correta. A. que é saber ouvir/falar. E. I e II estão corretas. Todas as afirmações estão corretas. Apenas I está correta. tais como: I. B. conhecimento linguístico. C. D. conhecimento de mundo. ler/escrever com base em uma língua. .

conhecimento de mundo. A. que consiste em saber assuntos que nos rodeiam. ler/escrever com base em uma língua. tais como: I. D. I e II estão corretas. que é saber ouvir/falar. Apenas II está correta. III. são necessários alguns conhecimentos.Exercício 3 Para ler e produzir um texto. conhecimento linguístico. Apenas III está correta. C. Todas as afirmações estão corretas. II. conhecimento interacional. B. Apenas I está correta. . E. que consiste em saber como e em que situação um texto pode ser veiculado.

oralmente ou por escrito . C.Exercício 4 Dentro do conhecimento da língua. B. E. A. há o conhecimento do léxico¹. Revólver trinta e oito Gol mil dois litros Ouro dezoito Álcool noventa 1 Léxico pode ser definido como o acervo de palavras de um determinado idioma: todo o universo de palavras que as pessoas de uma determinada língua têm à sua disposição para expressarse. Indique a expressão em que o numeral indica quantidade. D.

B. A. E. há o conhecimento do léxico¹. oralmente ou por escrito .Exercício 4 Dentro do conhecimento da língua. C. Revólver trinta e oito Gol mil dois litros Ouro dezoito Álcool noventa 1 Léxico pode ser definido como o acervo de palavras de um determinado idioma: todo o universo de palavras que as pessoas de uma determinada língua têm à sua disposição para expressarse. D. Indique a expressão em que o numeral indica quantidade.

D. Assim. 2 Morfologia é o estudo da estrutura. As minuta estão pronta. B. o conhecimento linguístico estabelece-se pela padronização culta da língua. o colorido é fundamental para as crianças.Exercício 5 Em uma situação formal de comunicação. da formação e da classificação das palavras . Já é três horas. Na fabricação dos pipas. C. Os relatórios estão complexos e completos. Abundamento de vendas de pipas. A reunião comecará. E. qual das expressões abaixo o nível morfológico² atende ao padrão culto da língua? A.

Os relatórios estão complexos e completos.Exercício 5 Em uma situação formal de comunicação. E. qual das expressões abaixo o nível morfológico atende ao padrão culto da língua? A. C. A reunião comecará. D. Na fabricação dos pipas. Já é três horas. Abundamento de vendas de pipas. o colorido é fundamental para as crianças. B. Assim. o conhecimento linguístico estabelece-se pela padronização culta da língua. . As minuta estão pronta.

B. E o sol da Liberdade. E. Não é possível identificar o sujeito das orações na ordem indireta.. A ordem direta da segunda versão do HN não facilita o entendimento do texto. em raios fúlgidos. D.. e na ordem direta As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heroico. em raios fúlgidos. o sujeito da primeira oração é “um povo heroico”. • . o sol da Liberdade brilhou. Na versão original.. Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heroico o brado retumbante.. A ordem indireta é um recurso poético e causa dificuldade para o entendimento do texto. Sobre as duas versões acima podemos considerar: A. Os sujeitos (as margens plácidas/ o sol da Liberdade) das orações são facilmente identificáveis em ambas as versões. Brilhou no céu da Pátria nesse instante. C. . no céu da Pátria. e. nesse instante.Exercício 6 O início do Hino Nacional encontra-se na versão original e na ordem direta: • A versão no original.

Os sujeitos (as margens plácidas/ o sol da Liberdade) das orações são facilmente identificáveis em ambas as versões..Exercício 6 O início do Hino Nacional encontra-se na versão original e na ordem direta: • A versão no original. e na ordem direta As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heroico. o sujeito da primeira oração é “um povo heroico”. no céu da Pátria. E o sol da Liberdade. B. • . D. A ordem direta da segunda versão do HN não facilita o entendimento do texto. Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heroico o brado retumbante.. o sol da Liberdade brilhou. Brilhou no céu da Pátria nesse instante. e.. A ordem indireta é um recurso poético e causa dificuldade para o entendimento do texto. em raios fúlgidos. em raios fúlgidos.. nesse instante. E. Não é possível identificar o sujeito das orações na ordem indireta. Sobre as duas versões acima podemos considerar: A. . Na versão original. C.

Exercício 7 Leia o poema: Cidadezinha qualquer Casas entre bananeiras mulheres entre laranjeiras pomar amor cantar. D. Carlos Drummond de. Antologia poética.. Um cachorro vai devagar. Ou seja. O efeito seria o mesmo se as três orações se tornassem uma só: um homem. A repetição sintática é desvinculada do conteúdo do poema. Um homem vai devagar. um burro e um cachorro vão devagar. meu Deus. A repetição sintática é apenas para mostrar os diferentes sujeitos (homem/ burro/ cachorro) do texto. 1980. Rio de Janeiro: Record. as janelas olham. . consideramos correta a seguinte afirmação: A. A descrição da cidade monótona e a estrutura sintática do poema não têm relação.. A estrutura sintática é repetida três vezes (Um homem vai devagar/ um cachorro vai devagar/ Um burro vai devagar) mostrando a mesmice da cidade. B. Devagar. Um burro vai devagar. E. ANDRADE. o assunto é independente da estrutura no texto. Sobre a segunda estrofe do poema. C. Eta vida besta.

consideramos correta a seguinte afirmação: A. A estrutura sintática é repetida três vezes (Um homem vai devagar/ um cachorro vai devagar/ Um burro vai devagar) mostrando a mesmice da cidade. A descrição da cidade monótona e a estrutura sintática do poema não têm relação. B. A repetição sintática é apenas para mostrar os diferentes sujeitos (homem/ burro/ cachorro) do texto. Um homem vai devagar.. D. Eta vida besta. um burro e um cachorro vão devagar. meu Deus. Devagar. A repetição sintática é desvinculada do conteúdo do poema. O efeito seria o mesmo se as três orações se tornassem uma só: um homem. 1980. Ou seja. o assunto é independente da estrutura no texto. .Exercício 7 Leia o poema: Cidadezinha qualquer Casas entre bananeiras mulheres entre laranjeiras pomar amor cantar. Um cachorro vai devagar. Carlos Drummond de. C. Um burro vai devagar. as janelas olham. Sobre a segunda estrofe do poema. E.. ANDRADE. Antologia poética. Rio de Janeiro: Record.

Sobre ela afirmamos: I. D. II e III estão corretas. B. Apenas III é correta.Exercício 8 A tirinha abaixo é de autoria do paulistano Salvador. Apenas II é correta. E. Apenas I é correta. uma vez que a palavra rede assume dois significados no texto: lugar de descanso e ferramenta virtual. Não existe polissemia no texto devido ao emprego do termo específico “Aol” em relação ao termo rede. Polissemia" é o nome que se dá quando uma palavra pode ter mais de uma significação . Todas as afirmações estão corretas. III. Trata-se de um texto claro sem nenhum tipo de dupla interpretação. A. O texto é polissêmico. II. C.

Apenas II é correta. B. II e III estão corretas. Trata-se de um texto claro sem nenhum tipo de dupla interpretação. III. uma vez que a palavra rede assume dois significados no texto: lugar de descanso e ferramenta virtual. C. Polissemia" é o nome que se dá quando uma palavra pode ter mais de uma significação . Sobre ela afirmamos: I. Todas as afirmações estão corretas. Não existe polissemia no texto devido ao emprego do termo específico “Aol” em relação ao termo rede. Apenas III é correta. E. A. II. Apenas I é correta.Exercício 8 A tirinha abaixo é de autoria do paulistano Salvador. O texto é polissêmico. D.

o motorista deve seguir em frente depois de sair do viaduto Cdor Elias Nagib Breim. D. quando alguém enuncia uma sentença. Diante dessa concepção. Para chegar à rua Roma. B. E. Os nomes de ruas no entorno da estação ferroviária Lapa são uma mistura de várias línguas. ligados ao mundo. identifique a sentença falsa com base no mapa: A.Exercício 9 Para a semântica. É interessante como alguns nomes de ruas da Lapa recuperam a história da Antiguidade. C. Essa relação da referência a situações externas à língua sugere que os significados estão. . não existe referência à religiosidade do povo local. de alguma forma. Entre os nomes de ruas da Lapa. nós sabemos em que situações a sentença seria verdadeira. Há uma rua perto da estação ferroviária com o nome Engenheiro Aubertin.

. nós sabemos em que situações a sentença seria verdadeira. o motorista deve seguir em frente depois de sair do viaduto Cdor Elias Nagib Breim.Exercício 9 Para a semântica. D. Os nomes de ruas no entorno da estação ferroviária Lapa são uma mistura de várias línguas. B. E. quando alguém enuncia uma sentença. Há uma rua perto da estação ferroviária com o nome Engenheiro Aubertin. É interessante como alguns nomes de ruas da Lapa recuperam a história da Antiguidade. Entre os nomes de ruas da Lapa. C. Para chegar à rua Roma. ligados ao mundo. de alguma forma. identifique a sentença falsa com base no mapa: A. Diante dessa concepção. Essa relação da referência a situações externas à língua sugere que os significados estão. não existe referência à religiosidade do povo local.

Exercício 10 Assinale a alternativa em que não ocorre polissemia: .

Exercício 10 Assinale a alternativa em que não ocorre polissemia: .

Informações Implícitas 4a .

O pressuposto de que o mensalão não era praticado.Exercício 1 Na frase: “O caso do mensalão tornou-se público”. temos: A .Não há pressuposto. . D . E .O pressuposto de que o mensalão era uma estratégia de distribuição de renda.O pressuposto de que o mensalão era uma estratégia de política social C .O pressuposto de que o mensalão não era do conhecimento público até então. B .

O pressuposto de que o mensalão não era do conhecimento público até então.O pressuposto de que o mensalão não era praticado.O pressuposto de que o mensalão era uma estratégia de distribuição de renda. B .O pressuposto de que o mensalão era uma estratégia de política social C . . E .Exercício 1 Na frase: “O caso do mensalão tornou-se público”. temos: A .Não há pressuposto. D .

. do I Grande Prêmio Central de Outdoor. em 1991.Exercício 2 Observe atentamente o cartaz vencedor.

pois a rosquinha não tem nada a ver com os buracos da cidade. C .nos textos de modo geral não há necessidade de trabalhar com pressuposição.o autor exagerou no uso do marcador. A partir dessa informação você diria que: A . D .o autor subentende que já há muitas rosquinhas esburacadas na cidade. B . . E.o autor marca com a palavra um conhecimento que o leitor já possui: há muitos buracos na cidade e apareceu mais um. pois o autor deve sempre dizer tudo para facilitar a compreensão do leitor.Nele observamos que o autor trabalha utilizando como marcador de pressuposição: a palavra “mais”.o autor indica para o leitor o surgimento de mais uma rosquinha com buraco na cidade.

pois o autor deve sempre dizer tudo para facilitar a compreensão do leitor. pois a rosquinha não tem nada a ver com os buracos da cidade.o autor exagerou no uso do marcador. .o autor indica para o leitor o surgimento de mais uma rosquinha com buraco na cidade. A partir dessa informação você diria que: A .o autor marca com a palavra um conhecimento que o leitor já possui: há muitos buracos na cidade e apareceu mais um. E. D .Nele observamos que o autor trabalha utilizando como marcador de pressuposição: a palavra “mais”. C .o autor subentende que já há muitas rosquinhas esburacadas na cidade.nos textos de modo geral não há necessidade de trabalhar com pressuposição. B .

nos Planos Brasilprev. bem como mais de uma vantagem. quanto ao aspecto verbal.há um erro de concordância. além de vantagem. antes. e o veiculador do subentendido é a palavra “uma”. há mais de um Plano Brasilprev. e o veiculador da pressuposição é a palavra “Mais”. em desacordo com a palavra determinante. A .há o pressuposto de que. no Banco do Brasil. B . vírgula ( .Exercício 3 Com relação ao cartaz abaixo. ). antes. E . nos Planos Brasilprev. que está no plural. pois a palavra Brasilprev está no singular. pois entre frases nominais não se deve usar ponto (. sim. . várias opções de tributação e outras vantagens.há o subentendido de que. já havia. Planos. D -há um erro no emprego da pontuação.há o pressuposto de que. C . havia. opção de tributação.) e.

Planos. antes. nos Planos Brasilprev. E . antes. .há o subentendido de que.) e. opção de tributação. A . D -há um erro no emprego da pontuação.há o pressuposto de que. vírgula ( . havia. nos Planos Brasilprev. no Banco do Brasil. há mais de um Plano Brasilprev. sim. ). bem como mais de uma vantagem.há um erro de concordância. e o veiculador da pressuposição é a palavra “Mais”. já havia. quanto ao aspecto verbal.há o pressuposto de que. pois entre frases nominais não se deve usar ponto (. C . pois a palavra Brasilprev está no singular. e o veiculador do subentendido é a palavra “uma”. além de vantagem.Exercício 3 Com relação ao cartaz abaixo. várias opções de tributação e outras vantagens. B . em desacordo com a palavra determinante. que está no plural.

a palavra "agora" indica que antes as mulheres não se preocupavam com a beleza das mãos. B . por isso a escolha da palavra "agora" não interfere na argumentatividade do referido texto.o autor indica para o leitor a responsabilidade que a mulher sempre teve com a beleza. E.o autor deve sempre dizer tudo para facilitar a compreensão do leitor. .Exercício 4 Faça uma leitura da seguinte peça publicitária: Nela observamos que o autor trabalha utilizando como marcador de pressuposição: a palavra “agora”. D . C . A partir dessa informação e sua relação com o produto anunciado. você diria que: A.o autor subentende que antes a beleza não estava nas mãos das mulheres.a palavra "agora" indica que antes não havia um produto que proporcionava beleza para as mãos.

você diria que: A. por isso a escolha da palavra "agora" não interfere na argumentatividade do referido texto. . E.o autor indica para o leitor a responsabilidade que a mulher sempre teve com a beleza. A partir dessa informação e sua relação com o produto anunciado.o autor subentende que antes a beleza não estava nas mãos das mulheres. B .a palavra "agora" indica que antes as mulheres não se preocupavam com a beleza das mãos.Exercício 4 Faça uma leitura da seguinte peça publicitária: Nela observamos que o autor trabalha utilizando como marcador de pressuposição: a palavra “agora”.a palavra "agora" indica que antes não havia um produto que proporcionava beleza para as mãos. D .o autor deve sempre dizer tudo para facilitar a compreensão do leitor. C .

apresenta: A. que serve como marcador de um pressuposto: “fumar” C.um nome. que serve como marcador de um pressuposto: “deixou” D .um adjetivo que serve como marcador de um pressuposto: “deixou” B .um verbo. .Exercício 5 A frase: “Pedro deixou de fumar”.um advérbio. que serve como marcador de um pressuposto: “deixou” E .um verbo. que serve como marcador de um pressuposto: “Pedro”.

que serve como marcador de um pressuposto: “deixou” E .um verbo. que serve como marcador de um pressuposto: “fumar” C. que serve como marcador de um pressuposto: “Pedro”. apresenta: A.um advérbio. que serve como marcador de um pressuposto: “deixou” D .um nome.Exercício 5 A frase: “Pedro deixou de fumar”.um verbo. .um adjetivo que serve como marcador de um pressuposto: “deixou” B .

Informações Implícitas 4b .

. Pode-se detectar no enunciado dessa peça publicitária uma associação texto-imagem que leva o interlocutor a um subentendido.se você não usar Sundown vai ficar vermelho e ardido como um pimentão.se você quer se parecer com um pimentão.você pode escolher entre usar Sundown ou ficar como um pimentão: vermelho e ardido. C. tem-se o outdoor vencedor do II Grande Prêmio Central de Outdoor. Qual é esse subentendido.Sundown.Exercício 1 Na figura a seguir.os pimentões devem usar Sundown quando vão à praia. deve usar Sundown. em 1992. B. praia e pimentão são combinações ideais. considerando que esse é um anúncio publicitário? A . D . E .

tem-se o outdoor vencedor do II Grande Prêmio Central de Outdoor. E . D .se você quer se parecer com um pimentão. B.Sundown. considerando que esse é um anúncio publicitário? A . C. .se você não usar Sundown vai ficar vermelho e ardido como um pimentão. Qual é esse subentendido.você pode escolher entre usar Sundown ou ficar como um pimentão: vermelho e ardido. Pode-se detectar no enunciado dessa peça publicitária uma associação texto-imagem que leva o interlocutor a um subentendido.os pimentões devem usar Sundown quando vão à praia. deve usar Sundown. em 1992. praia e pimentão são combinações ideais.Exercício 1 Na figura a seguir.

o leitor pode subentender que: A -o presidente Lula é um homem calmo e que realiza tudo sem pressa.até uma tartaruga é mais rápida do que o presidente Lula. inseridas num contexto marcado preferencialmente pela atualidade. da autoria de Paixão. Combinando-se as informações novas (visuais) com o contexto de informações mentais.O presidente Lula não está tendo um desempenho satisfatório em suas ações governamentais. B . pois não está fazendo o que prometeu ao povo brasileiro. D .o autor da charge faz uma crítica às viagens realizadas pelo presidente Lula. ativado pelas imagens da charge.Exercício 2 O texto que segue é uma charge publicada no jornal Gazeta do Povo (PR). C . em 12 de abril de 2004. E . . Tratase de uma peça comunicativa que geralmente apresenta um fato cotidiano com pinceladas de humor ou ironia e forte dependência de informações.O presidente Lula possui uma tartaruga como animal de estimação.

ativado pelas imagens da charge.até uma tartaruga é mais rápida do que o presidente Lula. D . da autoria de Paixão. em 12 de abril de 2004.O presidente Lula possui uma tartaruga como animal de estimação. . B . C . Tratase de uma peça comunicativa que geralmente apresenta um fato cotidiano com pinceladas de humor ou ironia e forte dependência de informações.o autor da charge faz uma crítica às viagens realizadas pelo presidente Lula. Combinando-se as informações novas (visuais) com o contexto de informações mentais. pois não está fazendo o que prometeu ao povo brasileiro.O presidente Lula não está tendo um desempenho satisfatório em suas ações governamentais. E .Exercício 2 O texto que segue é uma charge publicada no jornal Gazeta do Povo (PR). o leitor pode subentender que: A -o presidente Lula é um homem calmo e que realiza tudo sem pressa. inseridas num contexto marcado preferencialmente pela atualidade.

um subentendido: a influência das emoções na saúde humana.um pressuposto: a importância do psicólogo no tratamento do câncer. E . principalmente em decorrência da depressão e seus efeitos”. B .um subentendido: a atividade médica deve encarar a saúde e a doença como fenômenos apenas biológicos. . em decorrência disso. C.um pressuposto: a atitude psicológica pode desempenhar um papel relevante para enfrentar a moléstia.um subentendido: somente conflitos conjugais interferem na saúde.Exercício 3 No relato: “Ela diz ter certeza da relação do seu câncer com problemas emocionais que enfrentou durante a vida. a importância da inclusão dos psicólogos nos grupos terapêuticos. é possível identificar: A . D.

um subentendido: somente conflitos conjugais interferem na saúde. D.um pressuposto: a importância do psicólogo no tratamento do câncer. C.Exercício 3 No relato: “Ela diz ter certeza da relação do seu câncer com problemas emocionais que enfrentou durante a vida. a importância da inclusão dos psicólogos nos grupos terapêuticos.um pressuposto: a atitude psicológica pode desempenhar um papel relevante para enfrentar a moléstia. B . é possível identificar: A . E . . em decorrência disso. principalmente em decorrência da depressão e seus efeitos”.um subentendido: a influência das emoções na saúde humana.um subentendido: a atividade médica deve encarar a saúde e a doença como fenômenos apenas biológicos.

. IV – Os pressupostos são marcados por meio de vários indicadores lingüísticos. III – A interpretação do subentendido é de responsabilidade do ouvinte.Apenas as afirmações I.Exercício 4 Sobre informações implícitas. . -Todas as afirmações estão incorretas.Os pressupostos são aquelas idéias não expressas de maneira explícita.Apenas a afirmação II não está correta. tais como: certos advérbios.A interpretação do subentendido é de responsabilidade do falante. -Apenas a afirmação III não está correta. V – Os subentendidos são as insinuações escondidas por trás de uma afirmação. II e III estão corretas. considere: I . mas que o leitor pode perceber a partir de certas palavras ou expressões contidas nas frases. orações adjetivas. -Todas as afirmações estão corretas. A B C D E . II . certos verbos.

Os pressupostos são aquelas idéias não expressas de maneira explícita.A interpretação do subentendido é de responsabilidade do falante. mas que o leitor pode perceber a partir de certas palavras ou expressões contidas nas frases. III – A interpretação do subentendido é de responsabilidade do ouvinte. IV – Os pressupostos são marcados por meio de vários indicadores lingüísticos. -Todas as afirmações estão corretas.Apenas as afirmações I. certos verbos. . II e III estão corretas. V – Os subentendidos são as insinuações escondidas por trás de uma afirmação. A B C D E . tais como: certos advérbios. -Todas as afirmações estão incorretas. considere: I .Apenas a afirmação II não está correta. II . orações adjetivas. . -Apenas a afirmação III não está correta.Exercício 4 Sobre informações implícitas.

. Decorre de algum elemento linguístico (marcador). mas não utilizando-se de recursos argumentativos que levam o leitor a aceitar determinadas ideias.Exercício 5 Entendemos como elementos implícitos subtendidos numa frase ou num conjunto de frases quando: A. O subtendido diz sem dizer.estes elementos não são marcados linguisticamente mas sugerem alguma coisa de modo sutil.estes elementos são marcados linguísticamente.estes elementos são marcados linguisticamente e utilizam-se de recursos argumentativos que levam o leitor a aceitar certas ideias.uma informação é estabelecida como indiscutível tanto para o falante quanto para o ouvinte. E . O falante esconde-se atrás do sentido literal (real) das palavras. B . sugere. mas não diz.o falante não pode esconder-se atrás do sentido literal (real) das palavras e negar o que o ouvinte depreendeu de suas palavras. transformando o ouvinte em cúmplice. D. C. uma ideia implícita nunca é posta em discussão.

estes elementos são marcados linguisticamente e utilizam-se de recursos argumentativos que levam o leitor a aceitar certas ideias.o falante não pode esconder-se atrás do sentido literal (real) das palavras e negar o que o ouvinte depreendeu de suas palavras. C.uma informação é estabelecida como indiscutível tanto para o falante quanto para o ouvinte.Exercício 5 Entendemos como elementos implícitos subtendidos numa frase ou num conjunto de frases quando: A. transformando o ouvinte em cúmplice.estes elementos não são marcados linguisticamente mas sugerem alguma coisa de modo sutil. D. . mas não diz. uma ideia implícita nunca é posta em discussão. E .estes elementos são marcados linguísticamente. sugere. O subtendido diz sem dizer. mas não utilizando-se de recursos argumentativos que levam o leitor a aceitar determinadas ideias. Decorre de algum elemento linguístico (marcador). B . O falante esconde-se atrás do sentido literal (real) das palavras.

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