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8. Apostila Tempos e Metodos-Revisar

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Gestão de Processos Industriais

Tempos e Métodos
2o. Módulo

....................2 1...........................................................SISTEMA RWF (READ WORK FACTOR) ............................................................................................... 6 8................................................. 10 11................................................................................................... 13 BIBLIOGRAFIA ......................... 3 5....... 2 3.............................................................................................................................................................................EQUIPAMENTOS PARA ESTUDO DE TEMPOS ..................... 9 9. 3 4...................................... 5 7..........................................................................................................................................Tempos e Métodos Waldir A..........................................................SISTEMA MTM (METHODS – TIMES MEASUREMENT)...............................................................................................................TEMPO PADRÃO PARA UM LOTE DE UMA MESMA PEÇA .......................................TEMPOS PREDETERMINADOS (TEMPOS SINTÉTICOS)...TEMPOS CRONOMETRADOS ...................... 2 2...............................................................................FINALIDADES DO ESTUDO DE TEMPOS .DIVISÃO DA OPERAÇÃO EM ELEMENTOS .......................................................................................................................16 1 .................................................................................................. 4 6.............................................DETERMINAÇÃO DO NÚMERO DE CICLOS A SEREM CRONOMETRADOS .......................................ETAPAS A SEREM SEGUIDAS PARA DETERMINAÇÃO DO TEMPO PADRÃO DE UMA OPERAÇÃO .................................................................................................................. 9 10............. Munhoz Índice ESTUDO DE TEMPOS ................................................................................................. CÁLCULO DO TEMPO NORMAL E PADRÃO .

2.Tempos e Métodos Waldir A.Finalidades do estudo de tempos As principais finalidades são:  Estabelecer padrões para os programas de produção  Fornecer dados a determinação dos custos padrões  Estimar o custo de um produto novo  Fornecer dados para o estudo de balanceamento de estruturas de produção 2 . objetivando medir a eficiência individual. Taylor estruturou a Administração Científica e o Estudo de Tempos Cronometrados. essa metodologia continua sendo muito utilizada para que sejam estabelecidos padrões para a produção e para os custos industriais.Tempos Cronometrados A cronometragem é o método mais empregado na indústria para medir o trabalho. Munhoz ESTUDO DE TEMPOS Etapas do estudo dos tempos  Determinação dos tempos padrões através da cronometragem  Metodologias dos tempos predeterminados e da amostragem do trabalho  Determinação do número de ciclos a serem cronometrados  Construção de gráficos de controle  Avaliação de ritmos (ou velocidade) nos estudos de tempo  Cálculo das permissões para a determinação do tempo padrão  Tempo sintéticos  Amostragem do trabalho 1. Em que pese o fato de o mundo ter sofrido consideráveis modificações desde a época em que F. W.

Tempos e Métodos Waldir A. É o cronômetro utilizado. auxiliando o trabalho a verificar se o método do trabalho foi integralmente respeitado pelo operador e auxiliando na verificação da velocidade com que a operação foi realizada.Etapas a serem seguidas para determinação do tempo padrão de uma operação  Discutir com os envolvidos o tipo de trabalho a ser executado. contudo ser utilizados outros tipos de cronômetros.  Cronômetros de hora sexagesimal.Equipamentos para estudo de tempos Os principais equipamentos para estudo de tempos são:  Cronômetros de hora centesimal.  Anotar na folha de observações todos os dados adicionais necessários. 3 . É o cronômetro mais utilizado. e uma volta do ponteiro maior correspondente a 1/60 de hora.  Treinar o operador para que ele desenvolva o trabalho de acordo com o método estabelecido.  Elaborar um desenho esquemático da peça e do local de trabalho. e uma volta do ponteiro maior correspondente a 1/100 de hora. Para que os tempos e demais informações relativas à operação cronometrado possam ser adequadamente registrados. Podem. É necessário para que se apóie nela a folha de observações e o cronômetro.  Prancheta para observação. 4. inclusive cronômetros comuns.  Definir o método da operação e dividir a operação em elementos. ou 36 segundos.  Folhas de observações. Este é um equipamento auxiliar que apresenta a vantagem de registrar fielmente os diversos movimentos executados pelo operador. procurando obter a colaboração dos encarregados e dos operadores do setor.  Filmadora. ou 36 segundos. Munhoz 3.

Exemplo Você está sentado no sofá da sala ouvindo música e toca a campainha da porta. (Determinação do número de ciclos a serem cronometrados). dado o tempo pequeno que demandam. A porta se situa a 10m de onde você esta sentado.  Determinar o número de ciclos a serem cronometrados (n)  Realizar as n cronometragens e determinar o tempo médio (TM)  Avaliar o fator de ritmo (velocidade) da operação e determinar o tempo normal (TN).  Determinar as tolerâncias para a fadiga e para as necessidades pessoais  Colocar os dados em gráfico de controle para verificar sua qualidade  Determinar o tempo padrão da operação (TP) 5. O tempo de cada elemento será anotado separadamente na folha de observações. colocá-la na porta e abrir a porta. Em que elementos essa atividade poderia ser dividida? Solução Caso tivessem de ser cronometradas. pegar a chave. as atividades dificilmente conseguiriam ser medidas. 4 . Você deve levantar do sofá. Munhoz  Realizar uma cronometragem preliminar (5 observação são. Poderíamos dividir as atividades em: *Elemento 1: levantar do sofá e pegar a chave. andar até onde está a chave da porta (5m). Essa divisão tem por principal finalidade a verificação do método de trabalho e deve ser compatível com a obtenção de uma medida precisa.Tempos e Métodos Waldir A. tomando-se o cuidado de não dividir a operação em muitas ou em demasiadamente poucos elementos.Divisão da operação em elementos Os elementos de uma operação são as partes em que a operação pode ser dividida. em geral. suficientes) para obter os dados necessário à determinação do número necessário de cronometragens.

96 R = amplitude da amostra Er = erro relativo da medida d2 = coeficiente em função do número de cronometragens realizadas preliminarmente x = média da amostra =2. Munhoz *Elemento 2: andar até a porta. resultando na expressão: n = ZXR Er X d 2 X x 2 Onde: n = número de ciclos a serem cronometrados z = coeficiente da distribuição normal para uma probabilidade determinada=1.Determinação do número de ciclos a serem cronometrados A maneira mais correta de determinar o número de ciclos n a serem cronometrados é deduzida da expressão do intervalo de confiança de uma media de uma variável distribuída normalmente. colocar a chave e abrir a porta 6. 5 .74 (Utilizamos a expressão aproximada s = Rd2’ sendo s o desvio padrão da amostra da cronometragem preliminar). obtendo-se um tempo médio de 1 minuto a 34 segundos e uma amplitude de 20 segundos. Determinar o número de cronometragens para uma confiança de 95% e um erro relativo máximo de 5%.Tempos e Métodos Waldir A. Exemplo Uma operação foi inicialmente cronometrada 7 vezes. Na prática costumam-se utilizar probabilidades entre 90% e 95% e erro relativo variando entre 5% e 10%.

10 cronometragens devem ser realizados 7. obtendo-se o tempo cronometrado (TC).  Calcular o tempo normal (TN): TN = TC X V  Calcular o tempo padrão (TP): TP = TN X TF Exemplo Uma operação de furar uma chapa foi cronometrada 10 vezes.95 = 4. Munhoz Solução 2 n= 1.05s 6 . obtendo-se o tempo médio com ciclo de 4. Calcular o tempo padrão da operação.5 segundos.5 Ou seja.28s TP = tempo padrão = TN X TF = 4.704 X 94 = 9. Solução TC = tempo cronometrada = 4.Tempos e Métodos Waldir A.5s TN = tempo normal = TM X V = 4.28 X (1 + 0.18) = 5.96 X 20 0. ou tempo médio (TM). O cronometrista avaliou a velocidade média do operador em 95% e foi atribuído ao trabalho um fator de tolerâncias totais (pessoais e para fadiga) de 18%.05 X 2.5 X 0. Cálculo do tempo Normal e padrão Calcular a média nas n cronometragens.

teríamos outro setup. ou preparação. Essas atividades ocorreriam a cada lote de produto a serem embrulhados. que é produção das primeiras peças para verificar se o equipamento pode ser liberado para a produção normal. porque ocorre cada vez que é produzindo um lote de peças e não somente uma peça. Caso o rolo de papel terminasse. Entende-se por setup. Ainda deve-se verificar a ocorrência de atividade de setup e de finalização. as atividades relativas ao setup poderiam ser: a) pegar o rolo de papel de presente. b) posicionar o rolo na mesa. No processo anterior. O tempo de setup é o tempo gasto na nova preparação do equipamento até o instante em que a produção é liberada. a finalização consistira nas seguintes atividades: 7 . b) Somar todos os tempo padrões. O setup costuma ser visto como uma atividade acíclica dentro do processo de produção. Por exemplo.Tempos e Métodos Waldir A. e assim sucessivamente até finalizar o lote de produtos a serem embrulhados. Inclui-se nesse tempo o que se costuma chamar de try-out. Munhoz DETERMINAÇÃO DO TEMPO PADRÃO PARA UMA PEÇA A fabricação de uma peça geralmente depende da execução de uma seqüência de operações. se cada 12 objetos embrulhados fossem colocados em uma caixa de papelão que devesse ser fechada e colocada ao lado da massa. o trabalho feito para se colocar o equipamento em condição de produzir um nova peça em produção normal. A finalização é constituída por atividade acíclicas que ocorrem quando se produz um determinado número de peças. Nesse caso procedimento a ser seguido é: a) Determinar o tempo padrão de cada operação em que a peça é processada. em um processo de “embrulhar um objeto com papel de presente”.

Essas atividade ocorreriam a cada 10 produtos processados. O tempo padrão do setup é de 5.50 min. Exemplo Um produto industrial é processado em 3 operações cuja a soma dos tempos padrões é de 3. Calcular o tempo padrão para cada peça.0/1.0 min para 1.50 min. b) colocar a caixa ao lado da mesa.5/100) = 3. O tempo necessário para essa atividade é de 1.520 min 8 .5 + (1. que quando cheio é fechado e colocado ao lado.000 peças.000) + 3. Solução Tempo padrão = (5. As peças produzidas são colocadas em um contêiner com capacidade para 100 peças.Tempos e Métodos Waldir A. O tempo padrão necessário para o produtos e: Tempo padrão do produto = (TS/q) + Tpi +( TF/n ) Onde: TS = tempo padrão de setup q = quantidade de peças para as quais o setup é suficiente Tpi = tempo padrão da operação i TF = tempo padrão das atividades da finalização ln= lote de peças para que ocorra a finalização Os tempos de setup (preparação) ou de finalização de uma operação devem ser separados do tempo de operação propriamente dito e devem ser objeto de cronometragens distintas. Munhoz a) fechar a caixa.

50 = 5. 9.Tempo padrão para um lote de uma mesma peça No caso deve-se verificar o número de vezes em que deve ser feito o setup e o número de finalizações que são feitas para o lote de peças. O tempo padrão é: Tempo padrão para um lote = (n * TS) + p * Tpi) + (f * TF) Onde: n = número de setups que devem ser feitos f = número de finalização que devem ser feitas p = quantidade de peças do lote. Exemplo Com os dados do exemplo anterior.500 peças.282. principalmente.Tempos Predeterminados (Tempos Sintéticos) A maior vantagem dos tempos sintéticos em relação à cronometragem é a possibilidade de calcular um tempo padrão para um trabalho ainda não iniciado.500 3. Existem dois sistemas principais de tempos sintéticos: o work-factor (fator de trabalho) e o sistema MTM (Methods-Time Measuremet – métodos e medida de tempos). Munhoz 8. A utilização dos diversos sistemas de tempos sintéticos está restrita.50 + 15 1. resultando: Tempo padrão para o lote de 1.0 + 1. à verificação dos tempos padrões obtidos por cronometragem direta. Solução São necessários 2 setups e 15 finalizações. calcular o tempo para um lote de 1. Esses sistemas identificam inicialmente os micro movimentos que um operador executa 9 .500 peças = 2 5.Tempos e Métodos Waldir A. nos dias de hoje. além do caso anterior.50 min.

Agarrar um objeto  Posicionar. B e C. O tempo padrão da operação é obtido somando-se os tempo de todos os micro movimentos. B. Levar a mão em direção a um objeto. 10 . D e E.Sistema MTM (Methods – Times Measurement) O sistema MTM classifica os micro movimentos em:  Alcançar. C. Munhoz para fazer uma operação. Há três classes de mover: A. Mover um objeto. Tempo para que os olhos se voltem a um determinado ponto. que vale 0.  Desmontar. Girar a mão  Agarrar. Para cada micro movimento foram determinados tempo em função da distância e da dificuldade do movimento. A unidade dos tempos para cada micro movimento é o TMU (time measuremet unit – unidade de medida de tempo). Desmontar um objeto  Tempo para os olhos. Soltar um objeto. que se encontram tabelas. ou .  Identificar todos os micro movimentos e caracterizá-los de acordo com a dificuldade  Medir as distâncias  Selecionar os valores de tempo nas tabelas respectivas  Obter o tempo padrão 10.Tempos e Métodos Waldir A.  Soltar.  Movimentar. Montar um objeto ou posicioná-lo. Realização de um estudo de tempo sintéticos  Selecionar a operação a ser estudada  Desenvolver um local de trabalho piloto e treinar o operador  Filmar a operação para que nenhum micro movimento seja perdido.00001h.0006 min. Há cinco classes de alcançar: A.  Girar.

A – 9.1 + 5. 2. Munhoz Exemplo Uma caneta se encontrada sobre a mesa. Em direção ao corpo na mesa (30cm) Agarrar o corpo Em direção à tampa (10cm) Posicionar o corpo na tampa Parada Parada Mão direita Em direção ao corpo na mesa (30cm) Agarrar a tampa Em direção ao corpo (10cm) Posicionar a tampa no corpo Em direção ao bolso (40cm) Colocar no bolso A partir das tabelas temos: Movimento 1. Determinar o tempo padrão da operação utilizando o sistema sintéticos MTM.6TMU Total = 9. 5.3TMU Ou 40.45s 11 . 4.6 = 40. A – 6 6.6 + 11.4TMU Posicionar: 5. Em direção ao corpo na mesa (30cm) Agarrar o corpo Em direção à tampa (10cm) Posicionar o corpo na tampa Em direção ao bolso (40cm) Colocar no bolso Micro movimento tabelado Alcançar: 12 polegadas. Solução Os micro movimentos realizados pelas mãos são: Mão esquerda 1.1TMU Posicionar: 5. 6.3 X 0.6TMU Alcançar: 1A – 2.Tempos e Métodos Waldir A. 2.0TMU Alcançar: 4 polegadas.6 + 2. Desejamos tampá-la no bolso.6TMU Alcançar: 16 polegadas.0006min X 60s = 1.0 + 6.4 + 5. 4. 5. A – 11. 6. 3. 3.

2 16.3 objeto facilmente agarrado objetos muito pequenos objetos misturados com outros (É necessário procurar) Tabela 4.9 16.7 2.1 B 2.0 a 48.6 6.8 15.6 5.8 18.0 Tabela de Agarrar Caso 1A 1B 4A TMU 2.9 10.5 7.4 11.6 TMU C 3.0 Tabela de soltar Caso Normal Por contato TMU 2.2 a 21. Justo 3.2 TMU B 2.2 16.5 14. Exato (Simetria tipo S) Tabela 6.1 12.6 5.0 11.Tempos e Métodos Waldir A.8 14.4 10.5 3.6 6.4 15.0 19.4 11.8 9.7 22. Frouxo 2.7 7.9 8.0 0. Munhoz MTM (Tabelas resumidas) Tabela 1.5 a 11.1 9.1 Tabela 3.5 4.0 Tabela de alcançar Distância (polegadas 1 2 4 8 12 16 20 A 2.0 6.7 TMU 5. Justo 3.0 Tabela 7.9 15.2 18.5 4.0 3.1 7.6 Tabela 5.9 9.2 17.4 13.7 Tabela 2.4 3.6 a 11.5 14.4 5.0 6.9 8.9 4.8 43.0 19.6 11.3 TMU 12 .0 Tabela de posicionar Classe de ajuste 1.8 18.0 a 5.6 13.0 Tabela de movimentar Distância (polegadas 1 2 4 8 12 16 20 A 2.3 11.2 17.8 E 2.8 22.9 a 34.0 Tabela de desmontar Classe de ajuste 1. Frouxo 2.2 8.8 D 3.0 Tempo de focalização dos olhos Valor máximo 7.8 6. Apertado TMU 4.2 C 3.0 19.

etc. a distribuição do trabalho o planejamento. derivam da técnica original e estão baseadas consequentemente em um minucioso estudo.W.W. e por definição e o tempo que um operador médio. para uma operação.W. o calculo de custo e demão de obra.U.F. = 0. capaz e treinado no 13 . Os tempos no sistema R.06 Segundos. Munhoz Alcançar Caso A: Alcançar um objeto que está em posição fixa Caso B: Alcançar um objeto cuja posição pode variar ligeiramente em cada ciclo Caso C: Alcançar um objeto que está dentro de um grupo de objetos Caso D: Alcançar um objeto muito pequeno Caso E: Alcançar um objeto em posição não definida Movimentar Caso A: Objeto para outra mão Caso B: Objeto com posição não definida Caso C: Objeto para localização definida 11.F.F.001 minuto = 0.Tempos e Métodos Waldir A.U.Sistema RWF (Read Work Factor) Um sistema de tempos predeterminados O sistema Read Work Factor derivou do sistema Work Factor com o objetivo de estabelecer uma técnica de análises menos complicada e portanto adequada. que se obtém somando os diversos tempos parciais. No sistema R. O tempo standart R. .). sendo que: 1 R. os tempos se expressa em Ready Units (R. para verificar os métodos de trabalhos e determinar os tempos respectivos como requer o balanceamento de linha.

Tempos e Métodos Waldir A. Munhoz seu trabalho necessita para executar sua tarefa em condições normais. Os suplementos tais como “descanso” “atenção pessoal” etc. não estão incluídos no tempo standard. 12.ELEMENTOS STANDART ELEMENTOS PADRÕES COM MOVIMENTOS E FINS CLARAMENTE VISIVEIS Alcançar TRANSPORTAR Mover PEGAR   PREPOSICIONAR Mecânica MOMTAR Superfície USAR U DESMONTAR SOLTAR Focalizar PROCESSO 14 .

Tempos e Métodos Waldir A. Munhoz MENTAL Inspecionar Reagir ! 15 .

Americana – São Paulo: Edgard Blucher. 1977 16 . Munhoz Bibliografia Barnes. Ralph Mosser Estudo de Movimentos e de tempos: projeto e medida do trabalho/ Ralph Mosser Barnes.Tempos e Métodos Waldir A. tradução da 6ª ed.

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