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Como Monografar Seguindo a ABNT

Como Monografar Seguindo a ABNT

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  • 1 - INTRODUÇÃO
  • 2.1 - Revisão de Literatura
  • 2.2 - Justificativa
  • 2.3 - Objetivos
  • 3 - A EVOLUÇÃO DA CIÊNCIA
  • 4.1.1 - Fatores internos
  • 4.1.2 - Fatores Externos
  • 4.2.1.2 – Registro de documentos
  • 4.2.1.3 – Organização
  • 4.3 - Problema
  • 4.4 - Hipótese
  • 4.5 - Justificativa
  • 4.6 - Objetivos
  • 4.7 - Metodologia
  • 4.8 - Esquema do Trabalho
  • 5.1.1.2 – Itens de Identificação do Respondente
  • 5.1.1.3.2 – Respostas livres, abertas ou curtas;
  • 5.1.1.3.3 – Formulário de múltipla escolha;
  • 5.1.1.3.4 – Questões mistas
  • 5.2.1.2 – Plano da entrevista e questões a serem perguntadas
  • 5.2.1.3 – Pré-teste
  • 5.2.1.4 – Diante do entrevistado
  • 5.2.1.5 – Relatório
  • 5.3.1.2 – Planejamento de um método de registro
  • 5.3.1.3 – Fenômenos não esperados
  • 5.3.1.4 – Registro fotográfico ou vídeo
  • 5.3.1.5 – Relatório
  • 5.4.1 - A Internet
  • 5.4.2 - Fichamentos
  • 6.1 - Capa
  • 6.2 - Folha de Rosto
  • 6.3 - Dedicatória
  • 6.4 - Agradecimento
  • 6.5.1 - Divisão de um Sumário
  • 6.6.1 - Introdução
  • 6.6.2 - Desenvolvimento do Texto
  • 6.6.3 - Conclusão
  • 6.7 - Anexos ou Apêndices
  • 6.8.1 - Livros
  • 6.8.2 - Artigos de revistas ou jornais
  • 6.8.3 - Publicações Periódicas
  • 6.8.4 - Obras de Referência
  • 6.9 - Glossário
  • 6.10 - Capa
  • 7.1.1 - Citação Direta
  • 7.1.2 - Citação de Citação
  • 7.1.3 - Citação Indireta
  • 7.2 - Localização das Citações
  • 7.3 - Paginação
  • 7.4 - Formato
  • 8.2 - Bibliografia Recomendada
  • 9.1- Palavras utilizadas em pesquisa
  • 9.2- Palavras ou expressões latinas utilizadas em pesquisa

NORMAS ABNT [Conheça as Normas Técnicas

]

Disponibilizamos nesta seção as normas técnicas da ABNT para trabalhos acadêmicos. Além disso, você pode analisar a forma que trabalhamos. Qualquer dúvida entre em contato conosco. SUMÁRIO DAS NORMAS 1 - Introdução 2 - O Projeto deste Trabalho 2.1 - Revisão de Literatura 2.2 - Justificativa 2.3 - Objetivos 2.4 - Metodologia 3 - A Evolução da Ciência 4 - A Montagem da Pesquisa 4.1 - Escolha do Tema 4.2 - Levantamento ou Revisão de Literatura 4.3 - Problema 4.4 - Hipótese 4.5 - Justificativa 4.6 - Objetivos 4.7 - Metodologia 4.8 - Esquema do Trabalho 5 - Técnicas de Coletas de Dados 5.1 - Questionário 5.2 - Entrevista 5.3 - Observação 5.4 - Análise de Conteúdo 5.4.1 - A Internet 5.4.2 - Fichamentos

2 6 - Estrutura de Apresentação do Trabalho 6.1 - Capa 6.2 - Folha de Rosto 6.3 - Dedicatória 6.4 - Agradecimento 6.5 - Sumário 6.5.1 - Divisão de um Sumário 6.6 - Texto 6.6.1 - Introdução 6.6.2 - Desenvolvimento do Texto 6.6.3 - Conclusão 6.7 - Anexos ou Apêndices 6.8 - Referências Bibliográficas 6.8.1 - Livros Autor pessoa física: Até três autores: Mais de três autores: Sem nome do autor: Dissertação / Tese: Autor corporativo: O autor do capítulo citado é também autor da obra: O autor do capítulo citado não é o autor da obra: 6.8.2 - Artigos Artigo de um autor: Artigo não assinado (sem nome de autor): Artigo de jornal assinado: Artigo de jornal não assinado (sem nome de autor): 6.8.3 - Publicações Periódicas Coleções inteiras: Somente uma parte de uma coleção: Decretos-Leis, Portarias etc.: Pareceres, Resoluções etc: Trabalho publicado em anais de congresso e outros eventos: Anais de congresso no todo: 6.8.4 - Obras de Referência Dicionário: Enciclopédia: Anuário: 6.8.5 - Internet

3 6.9 - Glossário 6.10 - Capa 7 - Organização do Corpo do Texto 7.1 - Citações 7.2 - Localização das Citações 7.3 - Paginação (numeração das páginas) 7.4 - Formato 8 - Bibliografia 8.1 - Referências Bibliográficas 8.2 - Bibliografia Recomendada 9 - Glossário 9.1-Palavras utilizadas em pesquisa 9.2- Palavras ou expressões latinas utilizadas em pesquisa Endereço da ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT Av. Treze de Maio, 13 - 28o andar - Centro Rio de Janeiro - RJ - CEP: 20003-900 Tel.: (021) 210-3122 * R.: 131/127/133 - FAX: (021) 532-2143 E-Mail: abnt@embratel.net.br Home Page: http://www.abnt.org.br/ Fonte http://mepeldigitus.com/abnt.html. Capturado em 19 de agosto de 2001. 1 - INTRODUÇÃO Este trabalho não tem a pretensão de abranger todas as questões envolvidas em Metodologia Científica. Trata-se, tão somente, de uma ajuda para consulta por parte dos alunos dos cursos de graduação. Qualquer aprofundamento teórico ou prático deverá ser buscado na bibliografia sugerida no final deste trabalho. Nossa intenção foi apenas facilitar a busca dos alunos no que diz respeito aos trabalhos de pesquisa acadêmica. A estrutura deste trabalho, por si

4 só, serve de modelo para um trabalho realizado em sala de aula. Além disso, procuramos apresentar e explicar as regras para cada parte de um trabalho científico. Baseados em observações próprias, sem conotação científica, notamos que a disciplina de Metodologia Científica é uma das mais rejeitadas pelos alunos em praticamente todos os cursos de graduação. É, mais ou menos, como o velho chavão do "odeio matemática", mesmo que a matemática não seja tão terrível assim. Na verdade, essa rejeição não se dá pela disciplina em si, já que seu conteúdo é simples e até mesmo primário; a rejeição só pode se tornar efetiva, real, por responsabilidade única da didática aplicada pelos professores que ministram as aulas que tratam de métodos de pesquisa. A disciplina Metodologia Científica é iminentemente prática e deve estimular os alunos para que busquem motivações para encontrar respostas as suas dúvidas. Se estamos nos referindo a uma disciplina engajada num curso superior, estamos, concomitantemente, referindo-nos a uma Academia de Ciência e, como tal, as respostas dadas às dúvidas primeiras devem ser buscadas através do rigor científico e apresentadas através das normas acadêmicas vigentes. Dito isto, parece que fica claro que metodologia científica não é um simples conteúdo a ser decorado pelos alunos, para ser verificado num dia de prova; trata-se de fornecer aos alunos um instrumental indispensável para que sejam capazes de atingir os objetivos da Academia, que são o estudo e a pesquisa em qualquer área. Procuramos, na medida do possível, seguir rigorosamente as regras definidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, para elaboração de trabalhos científicos. Caso alguma regra não esteja sendo cumprida, a responsabilidade é da desatenção do autor. Quando falamos de um curso superior, estamos nos referindo, indiretamente, a uma Academia de Ciências, já que qualquer Faculdade nada mais é do que o local próprio da busca incessante do saber científico. Neste sentido, esta disciplina tem uma importância fundamental na formação do profissional. Mas aprender a pesquisar é muito fácil.

Gaston. Livro mais complexo sobre Filosofia das Ciências. PAIXÃO.Revisão de Literatura Muitos livros são escritos sobre a questão dos métodos de pesquisas. Note-se que este livro foi escrito em 1973. GALLIANO. Apresenta também um glossário. BACHELARD. 151 p. O método científico: teoria e prática. (Biblioteca Tempo Universitário. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Este livro pode ser dividido em uma parte teórica e outra prática. FERNANDES. O novo espírito científico. Lucia Monteiro. Livro tradicional. Metodologia da pesquisa científica. 1976: 1). 200 p. O objetivo principal deste livro "é a exposição e análise crítica do significado e dos limites dos métodos e técnicas atuais de investigação" (Vera. Porto Alegre: Globo. os métodos científicos. é um livro próximo do elaborado por Asti Vera. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. teses e .PROJETO DESTE TRABALHO 2. É um excelente livro para os cursos de graduação e oferece alguns capítulos que ajudam no aproveitamento da leitura e técnicas de redação. 1976.5 Vejam só: 2 . É um dos livros escritos por um professor de Filosofia da Ciência da Universidade Nacional de Buenos Aires. entre eles destacamos: VERA. Lília da Rocha. 12).1 . Guilherme. que ajuda aos alunos a compreenderem os termos referentes à Metodologia Científica. Armando Asti. Este livro é mais indicado para os cursos de pós graduação ou ao de graduação em Filosofia. 1968. Lyra. BASTOS. 1986. sendo que um pouco mais valorizado nas questões práticas da Metodologia Científica. De qualquer forma é um livro simples e de fácil entendimento para os cursos de graduação. São Paulo: Harbra. A. que apresenta em forma discursiva.

por conseqüência. embora não concludente e passível de revisão e ampliação. As três professoras da Universidade Federal do Rio de Janeiro propuseram-se a realizar uma obra em estilo de manual. baseando-se nos modelos americanos existentes. podemos notar que quase todas as obras tratam a questão da Metodologia Científica no seu sentido teórico. se bem que possa ser utilizado pelos dos cursos de pósgraduação. A presente obra procura não dificultar as questões que envolvem a elaboração de um projeto e o relatório da pesquisa. 107 p. a necessidade de realizarmos uma obra que oriente os alunos na confecção de trabalhos de sala de aula. Pela sua simplicidade e pela sua intenção de ser um trabalho direto e objetivo.Justificativa Realizada a Revisão de Literatura. 2 ed. É um livro fundamentalmente prático. No entanto.Oferecer aos alunos dos cursos de graduação um material concreto de consulta para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. É um livro dedicado à pesquisa qualitativa em Ciência Social. já que a primeira edição do Manual é do ano de 1979 e as regras foram alteradas no ano de 1989.6 dissertações. É um livro limitado no seu contexto mais geral. é passível de consulta. . deve-se tomar cuidado. Mirian. 1982. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. onde os alunos poderão consultar. 2. 1997. A partir daí notamos. No entanto. Traz no seu bojo as regras de Referências Bibliográficas da ABNT.3 . podendo ser útil numa consulta de termos e aspectos teóricos em qualquer área. portanto.. já que não amplia as abordagens tratadas. pode ser entendida como uma facilitadora da aprendizagem. Rio de Janeiro: Zahar. a qualquer hora. Rio de Janeiro: Record. É um trabalho realizado especificamente para alunos dos cursos de graduação. GOLDENBERG. 2.Objetivos . É também um bom livro no que se refere às questões práticas. torna-se uma obra de real importância. para suprimir suas dúvidas quanto aos procedimentos. Podemos dizer também que trata-se de uma obra singular na literatura sobre Metodologia Científica. técnicas e normas de pesquisa.2 .

a inteligência humana evoluiu do medo para a tentativa de explicação dos fenômenos através do pensamento mágico.Mostrar para nossos clientes como trabalhamos. que procura sempre uma aproximação . 3 . Esta obra tem origem numa apostila feita para consulta dos alunos. . Assim. Desta forma nasceu a ciência metódica.Facilitar a aprendizagem dos alunos dos cursos de graduação. 2. das crenças e das superstições.A EVOLUÇÃO DA CIÊNCIA A evolução humana corresponde ao desenvolvimento de sua inteligência. Era. sem dúvida. Como não conseguiam compreender o que se passava diante deles.7 . A partir daí essa apostila foi revisada e ampliada para que se tornasse mais completa.Metodologia A metodologia adotada nesta obra foi somente a Análise de Textos. Por este motivo. suas reações eram sempre de medo: tinham medo das tempestades e do desconhecido. .4 . não lhes restava outra alternativa senão o medo e o espanto daquilo que presenciavam. as tempestades podiam ser fruto de uma ira divina. as desgraças ou as fortunas eram explicadas através da troca do humano com o mágico. para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa.Esclarecer as regras e as normas estipuladas pela ABNT. Sendo assim podemos definir três níveis de desenvolvimento da inteligência dos seres humanos desde o surgimento dos primeiros hominídeos: a) O medo: Os seres humanos pré-históricos não conseguiam entender os fenômenos da natureza. Vários livros foram consultados e procurou-se encontrar uma maneira de sintetizá-los numa obra que tivesse o caráter de objetividade e riqueza de dados. uma evolução já que tentavam explicar o que viam. b) O misticismo: Num segundo momento. a boa colheita da benevolência dos mitos. c) A ciência: Como as explicações mágicas não bastavam para compreender os fenômenos os seres humanos finalmente evoluíram para a busca de respostas através de caminhos que pudessem ser comprovados.

que.html#projeto. Esta característica permite que os seres humanos sejam capazes de refletir sobre o significado de suas próprias experiências. aproveita-se deste saber para somar outro. Assim evolui a ciência. ou seja.com/intro. O ser humano é o único animal na natureza com capacidade de pensar. Fonte: http://mepeldigitus. Capturado em 19 de agosto de 01 . por sua vez. Assim sendo. é capaz de novas descobertas e de transmiti-las a seus descendentes. O desenvolvimento do conhecimento humano está intrinsecamente ligado à sua característica de viver em grupo.8 com a lógica (em breve evoluiremos para desenvolver este tema). o saber de um indivíduo é transmitido a outro.

.9 4 . .2. fotografias ou outro meio qualquer.O limite de tempo disponível para a conclusão do trabalho.1.A MONTAGEM DA PESQUISA 4.Fatores internos . sua novidade.Fatores Externos .1.Afetividade em relação a um tema ou alto grau de interesse pessoal.2. indivíduos ou acervos deverão ser procurados.2 – Registro de documentos Esteja preparado para copiar os documentos.Escolha do Tema Existem dois fatores principais que interferem na escolha de um tema para o trabalho de pesquisa: 4.1 .Tempo disponível para a realização do trabalho de pesquisa.1. 4.1 .1.2 . agências governamentais ou particulares.2. sua oportunidade e seus valores acadêmicos e sociais.1 .Material de consulta e dados necessários ao pesquisador 4.2. 4.2 . seja através de xerox.1. .1 – Locais de coletas Determine com antecedência que bibliotecas. Este levantamento é realizado junto às bibliotecas ou serviços de informações existentes. instituições.A significação do tema escolhido. .Sugestões para o Levantamento de Literatura 4. 4.Levantamento ou Revisão de Literatura O Levantamento de Literatura é a localização e obtenção de documentos para avaliar a disponibilidade de material que subsidiará o tema do trabalho de pesquisa.3 – Organização Separe os documentos recolhidos de acordo com os critérios .O limite das capacidades do pesquisador em relação ao tema pretendido. 4.

. O trabalho de pesquisa. de ser comprovada. irá confirmar ou negar a hipótese (ou suposição) levantada.10 de sua pesquisa.4 .Problema O problema é a mola propulsora de todo o trabalho de pesquisa. então. b . que será confirmada ou negada através do trabalho de pesquisa. ou seja: tentar responder ou concluir o que vai ser buscado no trabalho de pesquisa.Objetivos A definição dos objetivos determina o que o pesquisador quer atingir com a realização do trabalho de pesquisa.5 . levanta-se uma questão para ser respondida através de uma hipótese.Nível geral do tema a ser tratado. O levantamento de literatura pode ser determinado em dois níveis: a . hipótese é uma afirmação categórica (uma suposição). Deve-se tomar o cuidado. para a sociedade ou para alguns indivíduos. 4. O tema escolhido pelo pesquisador e a hipótese levantada são de suma importância. Os objetivos podem ser separados em Objetivos Gerais e Objetivos Específicos.3 . 4. de não se tentar justificar a hipótese levantada. é o convencimento de que o trabalho de pesquisa é fundamental de ser efetivado.Nível específico a ser tratado.Justificativa A justificativa num projeto de pesquisa. ou justifica a necessidade imperiosa de se levar a efeito tal empreendimento.6 . como o próprio nome indica. Depois de definido o tema. que tente responder ao problema levantado no tema escolhido para pesquisa. fim. 4. Relação de todas as obras ou documentos sobre o assunto. 4. Neste sentido. Objetivo é sinônimo de meta. na elaboração da justificativa. Relação somente das obras ou documentos que contenham dados referentes à especificidade do tema a ser tratado.Hipótese Hipótese é sinônimo de suposição. A justificativa exalta a importância do tema a ser estudado.

2 O mito da Virgem Maria 4 O PROCESSO DE EDUCAÇÃO 5 O PAPEL DA MULHER NA FAMÍLIA 5. rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa.1 A questão da maternidade 5. enfim.1 O mito de Lilith/Eva 3. este Esquema irá se tornar o Sumário do trabalho final.4 Casamento: um bom negócio 5. do instrumental utilizado (questionário. do tempo previsto. de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa.2 Direitos e deveres 5.Esquema do Trabalho O Esquema do Trabalho guia o pesquisador na elaboração do texto final. Exemplo: Título:Educação da Mulher: a perpetuação da injustiça 1 INTRODUÇÃO 2 HISTÓRICO DO PAPEL DA MULHER NA SOCIEDADE 3 O PODER DA RELIGIÃO 3. Este Esquema é um esboço.7 . entrevista etc). podendo ser totalmente alterado durante o desenvolvimento do trabalho.Metodologia A Metodologia é a explicação minuciosa.html. É a explicação do tipo de pesquisa.com/montagem. da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho. Depois de concluída a pesquisa. 4. detalhada. das formas de tabulação e tratamento dos dados.3 A moral da família 5.5 A violência 6 UM CAPÍTULO MASCULINO 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS Fonte http://mepeldigitus.11 4.8 . 21/08/01 .

5. . Não é recomendado o uso de gírias.1 . TELEFONE etc. ENDEREÇO.1 – Formulário de itens sim-não. como para selecionar alguns questionários para uma posterior entrevista (trataremos das técnicas de entrevistas posteriormente).: Bairro onde mora: ______________________________ 5.1. Ex.1.1.2 – Respostas livres. . certo-errado e verdadeirofalso. – Instruções para devolução. abertas ou curtas.1.3 – Formulário de múltipla escolha. . Se sua confecção é feita pelo pesquisador. – Incentivo para o preenchimento e.1.A linguagem utilizada no questionário deve ser simples e direta para que o respondente compreenda com clareza o que está sendo perguntado. 5.TÉCNICAS DE COLETAS DE DADOS 5. por exemplo) .Conteúdo de um questionário: 5..1.2 – Itens de Identificação do Respondente . Ex.O Questionário.3.1.Agradecimento.1.1.1.1 – Carta Explicação A Carta Explicação deve conter: – A proposta da pesquisa.3. num universo reduzido. a não ser que se faça necessário por necessidade de características de linguagem do grupo (grupo de surfistas.Todo questionário a ser enviado deve passar por uma etapa de pré-teste.3. 5.12 5 .1. seu preenchimento é realizado pelo informante. a não ser que haja extrema necessidade.1.1 . para que se possam corrigir eventuais erros de formulação. – Instruções de preenchimento.Questionário . é um instrumento ou programa de coleta de dados.: Trabalha? ( ) Sim ( ) Não 5.1.3 – Itens sobre as questões a serem pesquisadas. A criação dos itens formulário segue as regras abaixo. 5. numa pesquisa.Para que as respostas possam ter maior significação é interessante não identificar diretamente o respondente com perguntas do tipo NOME.

4 – Questões mistas.1 .2 – Plano da entrevista e questões a serem perguntadas Prepare com antecedência as perguntas a serem feitas ao entrevistado e a ordem em que elas devem acontecer. .Entrevista Observações iniciais: . 5.13 Ex. .Sugestões de planejamento para se realizar uma entrevista 5.Não demonstre insegurança ou admiração excessiva diante do entrevistado para que isto não venha prejudicar a relação entre entrevistador e entrevistado. Ex.É necessário ter um plano para a entrevista para que no momento em que ela esteja sendo realizada as informações necessárias não deixem de ser colhidas. .: Renda Familiar: ( ) Menos de 1 salário mínimo ( ) 1 a 3 salários mínimos ( ) 4 a 6 salários mínimos ( ) 7 a 11 salários mínimos ( ) Mais de 11 salários mínimos 5.Estabeleça uma relação amistosa e não trave um debate de idéias. evitando que a entrevista .4 – Diante do entrevistado .1. Se a de caráter exploratório é relativamente estruturada.2.3 – Pré-teste Procure realizar uma entrevista com alguém que poderá fazer uma crítica de sua postura antes de se encontrar com o entrevistado de sua escolha.1. a de coleta de informações é altamente estruturada.1.2. 5.2.1.2.1.3.Deixe que as questões surjam naturalmente.1.1 – Quem deve ser entrevistado Procure selecionar pessoas que realmente têm o conhecimento necessário para satisfazer suas necessidades de informação. 5. 5.2 .As entrevistas podem ter o caráter exploratório ou ser de coleta de informações.: Quem financia seus estudos? ( ) Pai ou mãe ( ) Outro parente ( ) Outra pessoa ( ) O próprio aluno Outro: _____________________________________ 5.2.

5. .Vá anotando as informações do entrevistado. . prepare-os para tal ação.5 – Relatório Procure fazer um relatório o mais cedo possível.3.Caso use um gravador.2 – Planejamento de um método de registro Crie.14 assuma um caráter de uma inquisição ou de um interrogatório policial.3. 5.Procure encorajar o entrevistado para as respostas. Podem ser decretos oficiais.Análise de Conteúdo Os documentos como fonte de pesquisa podem ser primárias ou secundárias.1 – Conhecimento prévio do que observar Antes de iniciar o processo de observação. etc. As fontes secundárias são as obras nas quais as informações já foram elaboradas (livros. teses. sem deixar que ele fique esperando sua próxima indagação. As fontes primárias são os documentos que gerarão análises para posterior criação de informações.3. vídeos etc. 5. Determine que tipo de fenômenos merecerão registros. Lembramos que o uso do 5.3 .Observação 5.1. Eles não devem ser pegos de surpresa.3 – Fenômenos não esperados Esteja preparado para o registro de fenômenos que surjam durante a observação.3.1. apostilas. . 5. 5. filmes. ou ainda que a entrevista se torne um "questionário oral". evitando que ele se sinta falando sozinho. enquanto você escreve. Procure estipular algumas categorias dignas de observação.3.5 – Relatório Mesmo tendo gravado procure fazer um relatório o mais cedo possível.Seja objetivo.4 – Registro fotográfico ou vídeo Para realizar registros iconográficos (fotografias.3.1. não deixe de pedir sua permissão para tal.). monografias.2. . uma espécie de lista ou mapa de registro de fenômenos. caso o objeto de sua observação sejam indivíduos ou grupos de pessoas. já que entrevistas muito longas podem se tornar cansativas para o entrevistado.4 . cartas. procure examinar o local. artigos etc. 5.Sugestões para uma observação satisfatória 5. que não eram esperados no seu planejamento. . fotografias. por exemplo). com antecedência.1.1 ..1. .1.

na verdade. 5. instituições. O importante é que elas estejam bem organizadas e de acesso fácil para que os dados não se percam. todos podem informar a todos. devemos levar em conta que toda e qualquer informação colhida na Internet deverá ser confirmada antes de divulgada. Sem dúvida. a Internet representa uma revolução no que concerne à troca de informação. indivíduos ou acervos deverão ser procurados. b . dizer que o Brasil foi descoberto "por Diogo da Silva.Fichamentos O Fichamento é uma parte importante na organização para a efetivação da pesquisa de documentos.Esteja preparado para copiar os documentos. no ano de 1325". agências governamentais ou particulares.Separe os documentos recolhidos de acordo com os critérios de sua pesquisa.Registro de documentos: . Mas. as informações passadas por essa rede não têm critérios de manutenção de qualidade da informação.4. A partir dela.Organização: . . c . se ela pode facilitar a busca e a coleta de dados. Explicando melhor: qualquer um pode colocar sua "Homepage" (ou sua Página) na rede. seja através de xerox.15 Sugestões para análise de documentos: a .A Internet A Internet representa uma novidade nos meios de pesquisa.Locais de coletas: . Ele permite um fácil acesso aos dados fundamentais para a conclusão do trabalho. ao mesmo tempo oferece alguns perigos. Vamos supor que um indivíduo coloque sua página na "net" (rede) e o objetivo desta página seja falar sobre a História do Brasil: ele pode perfeitamente. fotografias ou outro meio qualquer. Trata-se de uma rede mundial de comunicação via computador. mais modernamente. em qualquer programa de banco de dados de um computador.1 .Determine com antecedência que bibliotecas. onde as informações são trocadas livremente entre todos.2 . Pode ser feita em folhas de papel comum ou. Os registros não são feitas necessariamente nas tradicionais folhas pequenas de cartolina pautada. Os registros e a organização das fichas dependerá da capacidade de oragnização de cada um. Sendo assim.4. sem que ninguém o impeça. 5.

5....................... sem entrar em detalhes da obra analisada (o exemplo acima refere-se a um resumo indicativo)....1 ............Comentários ou anotações do pesquisador sobre a obra registrada...... Nesta ficha pode-se relatar sobre objetivos..Seção secundária e terciária do trabalho (se houver e conforme expresso no item 4... b) Indicativo: são descrições gerais do documento...2.. Exemplo: .... ........ (4) .... (4) .......4. 5......8)..... .2........Título do trabalho (conforme expresso no item 4.... Sua precisão pode substituir a leitura do documento original..8)..Ficha de Resumo ou Conteúdo: é uma síntese das principais idéias contidas na obra..8)... (5) . métodos.... com comentários. (3) Observação: Existem dois tipos de resumos: a) Informativo: são as informações específicas contidas no documento...... O pesquisador elabora esta síntese com suas próprias palavras. (3) Observação: Neste e nos outros exemplos de Fichas os números entre parêteses representam o que está explicado abaixo: (1) . (2) .... dos tópicos abordados em uma obra inteira ou parte dela Exemplo: Histórico do Papel da Mulher na Sociedade (2) . 2...... não sendo necessário seguir a estrutura da obra...3 .......4...2...8).... 2..... o fichamento de resumo ou conteúdo e o fichamento de citações...... 5.Ficha de Citações: é a reprodução fiel das frases que se pretende usar como citação na redação do trabalho.... Exemplo: Histórico do Papel da Mulher na Sociedade (2) . (3) ... resultados e conclusões..4...Seção primária do trabalho (conforme expresso no item 4......Ficha Bibliográfica: é a descrição.... (4) ..2 ......16 Existem três tipos básicos de fichamentos: o fichamento bibliográfico........Numeração do item a que se refere o fichamento (conforme expresso no item 4..............

............. (4) (2) .......... 19/08/01 ..............com/coleta.. Mulher na Sociedade ..........17 Histórico do Papel da ......................html.. (3) Fonte: http://mepeldigitus.............. 2.......

glossário (*) .folha de rosto .anexos ou apêndices (*) . O demais elementos são obrigatórios.ESTRUTURA DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO ESTRUTURA DE UM TRABALHO .capa (*) (*) .agradecimentos (*) .dedicatória (*) . desenvolvimento .Elementos adicionados de acordo com as necessidades (opcionais).18 .texto . introdução .referências bibliográficas .capa (*) . Modelo de estrutura de um trabalho completo: . conclusão .sumário .

para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.19 6.Cidade e ano de conclusão do trabalho (na margem inferior) OBS.Instituição onde o trabalho foi executado (na margem inferior) .Capa Deve conter: .Nome do autor (na margem superior) . Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição.1 .: A Associação Brasileira de Normas Técnicas não determina a disposição destes dados na folha. .Título do trabalho (mais ou menos centralizado na folha) .

Folha de Rosto Deve conter: .As informações essenciais da origem do trabalho .As mesmas informações contidas na Capa .20 Modelo de uma Capa 6.2 .

do Centro Pedagógico. Monografia apresentada como pré-requisito de conclusão do curso de Pedagogia. da Universidade Federal do Rio de Janeiro. ministrada pelo prof. da Universidade Federal do . Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação. do curso de Pedagogia. João da Silva. tendo como orientadora a profa Maria da Silva. da Universidade Federal do Espírito Santo.21 Modelo de uma Folha de Rosto Exemplos de informações essenciais sobre a origem do trabalho: Trabalho apresentado para avaliação do rendimento escolar na disciplina de Metodologia Científica.

6.Dedicatória ..Divisão de um Sumário 1 ..1 .Seção Quinária 2 .É a revelação de gratidão àqueles que contribuíram na elaboração do trabalho. .1. como pré-requisito de conclusão do curso de Mestrado em Educação.5.Seção Quaternária 1. como uma homenagem de gratidão especial. Inciso 4 .6.1 . com o uso de uma linguagem simples. Este item é dispensável.SEÇÃO PRIMÁRIA 6. 6. 6.Introdução . .SEÇÃO SECUNDÁRIA 1.SEÇÃO PRIMÁRIA a) I ..Tem a finalidade de se dedicar o trabalho a alguém. Inciso b) I . 6.6 .5 . tendo como orientadora a profa Isa Chiabai.3 . Inciso II .."Enumeração das principais divisões. .1 .1. ser bem estruturado. seções e outras partes de um documento.Sumário ....1 .1.O texto deve expor um raciocínio lógico. clara e objetiva.Texto ..1.O título de cada seção deve ser datilografado com o mesmo tipo de letra em que aparece no corpo do texto. na mesma ordem em que a matéria nele se sucede" (NBR 6027).22 Espírito Santo.4 . 6. Também é um item dispensável..SEÇÃO PRIMÁRIA 1.É a parte onde todo o trabalho de pesquisa é apresentado e desenvolvido.Seção Terciária 1.1.1. .A indicação das páginas localiza-se à direita de cada seção..1 .1.Agradecimento . Inciso II .SEÇÃO PRIMÁRIA a) alínea ou item b) alínea ou item c) alínea ou item 3 .

8.Devem ser apresentados os objetivos do trabalho. 6. ou S.A.1 .7 . c . As obras são identificadas na seguinte ordem: 6. publicações.Na introdução. roteiro de entrevista ou observação.Autor (ou coordenador.2 .A conclusão é a parte onde o autor se coloca com liberdade científica. após a referência de local deve. d .Título e subtítulo . o tema é apresentado e esclarecido aos leitores as indicações de leitura do trabalho.É o ano em que a obra foi editada.Só se coloca o nome da editora.Deve ser bem explicada toda a metodologia adotada para se chegar às conclusões.Não se usa o sinal de decimal (a).É todo material suplementar de sustentação ao texto (itens do questionário aplicado.É o nome da CIDADE onde a obra foi editada e. 6. .Editora .Desenvolvimento do Texto . b . justificando sua imperiosa necessidade de se realizar tal empreendimento. colocar-se-ia apenas Ática. uma lei discutida no corpo do texto etc. .Conclusão .Livros a . Não se coloca estado ou país. ou editor) . em caixa alta. e. Ltda. . . f . ou organizador.Deve-se mencionar a importância do trabalho. o restante do nome. .).6. após uma separação por vírgulas. a seguir. Não se coloca a palavra Editora. no todo ou em parte.Local da publicação . avaliando os resultados obtidos e propondo soluções e aplicações práticas.Ano da publicação . Por exemplo: da Editora Ática Ltda.Número da edição (a partir da segunda edição) . 6. .As hipóteses a serem testadas devem ser claras e objetivas.23 .Anexos ou Apêndices .6. etc.O corpo do trabalho é onde o tema é discutido pelo autor. ser grafado dois pontos (:).Escreve-se primeiro o sobrenome paterno do autor.3 . 6.8 .O título deve ser realçado por negrito.Referências Bibliográficas É o conjunto de indicações que possibilitam a identificação de documentos. itálico ou sublinhado. e .A revisão de literatura deve resumir as obras já trabalhadas sobre o mesmo assunto.

= organizador (es) ed. Roberto Jarry et al.editor (es) coord. 1991. 10). 211 p.: a) Dois espaços devem separar os diversos campos de uma referência. ou orgs. Beatriz. ou eds. 228 p. . 1975. 287 p. São Paulo: Atlas. (et alli) quer dizer e outros em latim. Petrópolis: Vozes. São Paulo: Loyola. 231 p. Sem nome do autor: O pensamento vivo de Nietzsche. JACCOUD. Até três autores: COSTA.: et al. 1991.. COSTA. Rio de Janeiro: Imago. MARCONI. Hilton F. 2 ed. 2 ed. São Paulo: Atlas.. Adriana Flávia Santos de Oliveira. . O mito da neutralidade científica.Número de volumes (se houver) h . 2 ed. Vera. Eva Maria.Quantidade de páginas da obra.Nome da série. número da publicação na série (entre parênteses) Obs. Pré-escola e alfabetização: uma proposta baseada em Paulo Freire e Jean Piaget. JAPIASSU. 1986. São Paulo: Martin Claret. 1985. Maria Aída B. Petrópolis: Vozes. . b) A 2a linha e as subseqüentes se iniciam em baixo da 3a letra da 1a linha. 110 p. Pesquisa social: métodos e técnicas. Obs. RICHARDSON.Paginação . 125 p. Introdução ao pensamento filosófico. i . Metodologia científica. MEB: uma história de muitos. Armando Serafim et al.24 g . 1986. c) Em obras avulsas são usadas as seguintes abreviaturas: org..coordenador (es) Exemplos: Autor pessoa física: LIMA. (Cadernos de Educação Popular. Mais de três autores: OLIVEIRA. 1989. LAKATOS. ou coords. 3 ed. Marina de Andrade.

Editor: f . 210 p. José Luiz de Paiva.Local da publicação: e . Planejamento educacional. 213-234 In: A escola secundária moderna: organização. 195-239.Título do artigo: c . Vitória.). José Silvério Baía. 1991.8. In: MENDES.2 . 1984. Programa de PósGraduação em Educação / PPGE-UFES. Lauro de Oliveira Lima: um educador brasileiro. 6. Universidade Federal do Espírito Santo. 12.Artigos de revistas ou jornais a . p.Autor(es) do artigo: b .Título da revista: d . Citação de parte de uma obra: O autor do capítulo citado é também autor da obra: LIMA. Lauro de Oliveira.Programa de PósGraduação em Educação PPGE. 1976. Dissertação (Mestrado em Educação) . Rio de Janeiro: Forense-Universitária. Vitória. Ativação dos processos didáticos na escola secundária.25 Dissertação / Tese: BELLO. 1995. p.Indicação do volume: g . PPGE/UFES. Filosofia da Educação Brasileira. 1995. Avaliação educacional: necessidades e tendências.Indicação do número ou fascículo: . Dumerval Trigueiro (org. métodos e processos. O autor do capítulo citado não é o autor da obra: HORTA. 143 p. cap. Autor corporativo: UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.

1982. 1993. v. etc. 31 jan. Entrevista concedida ao Pasquim. out.26 h . 63. 25-27..: No caso de mais de um autor. Obs: A referência de mês é reduzida a apenas três letras e um ponto. p. 1956- . 35-37. 10-17. n. O que é ser mãe? A evolução da condição feminina na maternidade através dos tempos. Viver Psicologia. Rio de Janeiro. com exceção do mês de maio que se escreve com todas as letras (maio) e sem o ponto. (veja o exemplo em artigo não assinado). Mensageiro. n. O mês de janeiro ficaria sendo jan. jul. p. p. Obs. Marisa Cintra. abr. Rio de Janeiro. 1990.Indicação de página inicial e final do artigo: i . Artigo não assinado (sem nome de autor): A ENERGIA dual indígena no mundo dos Aymara (Andes do Peru e Bolívia).3 . uma mulher solar. o de fevereiro fev. n. 6. p. Belém.8. São Paulo: Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais. 1992. Artigo de jornal assinado: DINIZ. Obs.Data: Exemplos: Artigo de um autor: BORTOLETTO. I./maio/jun. Leila Diniz.: Escreve-se em maiúscula até a primeira palavra significativa do título. O Globo.. segue-se a mesma regra das referências dos livros.. especial. 3. Artigo de jornal não assinado (sem nome de autor): MULHERES têm que seguir código rígido. Leila. Almanaque Pasquim. São Paulo.Publicações Periódicas Coleções inteiras: EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS SOCIAIS. 1 caderno. 40.

1/2. Decreto 93. Teorias da aprendizagem. 5. 6. p. Rio de Janeiro. Diário Oficial (da República Federativa do Brasil). 1. Rio de janeiro: Fundação Getúlio Vargas.13. 24 out. Rio de Janeiro: Forum de Ciência e Cultura-UFRJ. Seção 1. 1987.8. n. v. fev. p. 217-220. 1.Obras de Referência Dicionário: . n. Trabalho publicado em anais de congresso e outros eventos: CHAVES. 1981. v. Resoluções etc: CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. reprodução. 1979. Consulta sobre o plano de aperfeiçoamento médico a cargo do Hospital dos Servidores de São Paulo. p. de 15 de janeiro de 1987. execução: direitos autorais. 1996. 1. pt. Documenta. São Paulo. 125. 11-29. 1979. Antônio.406 de 5 out.: Esta citação indica que a revista inteira foi consultada. 1996.. Parecer n.27 Obs. 5 a 10 de jul. out.. Somente uma parte de uma coleção: FORUM EDUCACIONAL. Promulga a convenção sobre conservação dos recursos vivos marinhos antárticos.Anais do I Congresso de Publicações. In: Congresso Brasileiro de Publicações. Relator: Antônio Paes de Carvalho./maio 1989. Anais do V Seminário do Projeto Educação. São Paulo: FEBAP. Decretos-Leis.4 . 793-799.: BRASIL. 9.: Todas as revistas sob este título foram consultadas. Anais de congresso no todo: SEMINÁRIO DO PROJETO EDUCAÇÃO. Obs. Publicação. Brasília. Pareceres. 16 de jan.935. n. 227. Portarias etc. 1981.

6. p. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. In: Enciclopédia Saraiva de Direito. Normas da ABNT: Estrutura de Apresentação do Trabalho.É a explicação dos termos técnicos. 1988.html. No entanto. Marcos Eduardo Costa. é opcional e permanece em branco. p. Fonte. Aurélio Buarque de Holanda. http://mepeldigitus. a proceder da seguinte maneira: A referência desta página: PIMENTEL. segundo as universidades da Federação . 17.Capa . cap.28 Educação. no final das referências possíveis. 107-162.com) Obs. verbalmente.4 .1978-80. 2001. In: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 6. por áreas de ensino. p.9 . Anuário estatístico do Brasil. 185. 1977.Internet Não existem regras estipuladas para referências de "sites" da Internet. 29. Neste momento também foi instruído. 6. 19/01/01 . Minidicionário da língua portuguesa. (http://www.Glossário .10 . Enciclopédia: Divórcio. São Paulo: Saraiva.: O endereço do "site" deve estar entre parênteses. verbetes ou expressões que constem do texto. In: Mepel DIGITUS.8.trabalhosprontos. 2 ed.Serve para proteger a última folha do trabalho. Sua colocação é opcional. Rio de Janeiro. Seção 2. v.ABNT e recebeu a informação que até o final do ano de 1998 as normas já estariam estabelecidas. o autor deste trabalho esteve na Associação Brasileira de Normas Técnicas . In: FERREIRA. 1982.com/apresenta. 230: Ensino. Anuário: Matrícula nos cursos de graduação em universidades e estabelecimentos isolados.

29 .

1988 . moradora da Ladeira do Pelourinho.As margens são recuadas à direita. 7. se revelavam incapazes de ministrar o ensino de primeiras letras. Detalhe pitoresco é que na hora do almoço. 1988: 13).Citação Direta Longa (com 5 linhas ou mais) . incentivando os homens a continuarem a luta. a qualidade do ensino fornecido era duvidosa. enquanto os maridos comiam. uma vez que as mulheres que o ministravam não estavam preparadas para exercer tal função.30 ORGANIZAÇÃO DO CORPO DO TEXTO 7. lastimável era o nível do ensino nas escolas . Este fato levou os europeus a acreditarem que "o baiano ao meio dia vira mulher" (MOTT.Citação Direta Curta (com menos de 5 linhas) . b) . Obs. "A maior dificuldade de aplicação da lei de 1827 residiu no provimento das cadeiras das escolas femininas. Ex.Citações .Quando se quer transcrever o que um autor escreveu.refere-se ao número da página onde o autor fez a citação.: Maria Ortiz.Citação Direta a) .1. Se os próprios homens.1 .Deve ser feita na continuação do texto. as mulheres lutavam em seu lugar.1 . em espaço um (1). 13 .autor que faz a citação. entre aspas. (O texto deve ser digitado em espaço dois).o ano de publicação da obra deste autor na bibliografia. aos quais o acesso à instrução era muito mais fácil. Ex. que de sua janela jogou água fervendo nos invasores holandeses.: Além disso. as poucas que se apresentavam para reger uma classe dominavam tão mal aquilo que deveriam ensinar que não logravam êxito em transmitir seus exíguos conhecimentos. em Salvador.: MOTT . Não obstante sobressaírem as mulheres no ensino das prendas domésticas.

1. no todo ou por capítulo.: apud = citado por.Paginação .: Somente em 15 de outubro de 1827. mas mesmo assim. o ensino da aritmética nas escolas de meninas ficou restrito às quatro operações.31 femininas. Note-se que o ensino da geometria era limitado às escolas de meninos. Ex.A numeração em romanos termina quando começa o texto (sumário).2 .1. 7. mas não recebem números a folha de .Citação de Citação .É a citação que sofre uma interpretação por parte do autor. 1976: 193).Existem dois níveis para numeração das páginas: Antes do Sumário: .3 . .São contadas na numeração.Antes do Sumário conta-se a partir da Folha de Rosto e os números são em algarismos romanos.A citação vem logo após ao texto. d) No final do trabalho . cujas mestras estiveram sempre mais ou menos marginalizadas do saber" (Saffioti. foi concedido às mulheres o direito à educação primária. . Devem ser numeradas em ordem crescente.Localização das Citações a) No texto .Citação Indireta . Obs. conforme nos exemplos acima. 7. depois de longa luta. c) no final de cada parte ou capítulo .As citações aparecem em forma de notas no final do capítulo.3 . 7. Ex.É a citação feita por outro pesquisador.No rodapé da página onde aparece a citação. 7. Neste caso coloca-se um número ou um asterisco sobrescrito que deverá ser repetido no rodapé da página. b) Em nota de rodapé .Todas as citações aparecem no final do trabalho listadas em ordem numérica crescente.: O Imperador Napoleão Bonaparte dizia que "as mulheres nada mais são do que máquinas de fazer filhos" (BONAPARTE apud LOI.2 . 1988: 35).

Tipo da letra: Times News Roman (em computador) 5 .Formato .As páginas são numeradas em algarismos arábicos.Não há uma determinação quanto ao formato do texto na página.A numeração em algarismos arábicos inicia-se a partir do Sumário (página 1). mas não recebem números a folha de rosto. a primeira página do texto (página 1) e as páginas que iniciam um capítulo.Margens de: 3. .branco 2 .0 cm no lado esquerdo 2.Espaço entrelinhas: 2 (duplo) Obs: Não esquecer que o espaço entrelinhas em uma citação longa (mais de cinco linhas) deve ter espaço entrelinhas simples.4 .São contadas na numeração. No entanto é usual as seguintes características: 1 .com/org. 7. Depois do Sumário: .Corpo da letra: 12 4 .0 cm na parte superior 3.0 cm no lado direito 3 . a um espaço duplo acima da primeira linha. a primeira página do texto e as páginas que iniciam um capítulo.html.0 cm na inferior 3. .Papel formato A-4 (210 X 297 mm) . 19/08/2001-08-20 .32 rosto. colocados no canto superior direito. Fonte: http://mepeldigitus.

Maria Lúcia de Barros. Metodologia científica. 1986. Mirian. Lyra. BACHELARD.A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. LOI. p. 6-7. Submissão e resistência: a mulher na luta contra a escravidão. Marina de Andrade. teses e dissertações. São Paulo: Contexto. (Biblioteca Tempo Universitário. 1968. 2 ed.. Isidoro. 8. 200 p. 12). GOLDENBERG.. Heleieth Iara Bongiovani. 86 p. 1988. A mulher. 1998. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. A mulher na sociedade de classe: mito e realidade. 24. VERA. LEHFELD. Gaston. São Paulo: Harbra. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. PAIXÃO. São Paulo: Atlas. 1993. Universitárias. . Gilse. Rio de Janeiro.S. jan. São Paulo: Jabuti. Rio de Janeiro: Record.2 .1 . O método científico: teoria e prática. BARROS. 1991. N. Lucia Monteiro.Referências Bibliográficas COSENZA./mar. 2 ed. 1976. MOTT. BASTOS. 1976. O novo espírito científico. v. 6. A. LAKATOS. A. MARCONI. Petrópolis: Vozes. GALLIANO. São Paulo. 1988. 383 p. Eva Maria.Metodologia da pesquisa científica. Normas ABNT sobre documentação. 107 p./fev. FERNANDES. 53 p. Lília da Rocha. Porto Alegre: Globo. SAFFIOTI. n. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. 1986.Bibliografia Recomendada ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Guilherme.. J. Armando Asti.A. 151 p. P.33 BIBLIOGRAFIA 8. [198_ ]. 231 p. Fundamentos de metodologia. Revista Presença Mulher.

A. Metodologia científica em ciência sociais. 1974. 1983. Rio de Janeiro: Imago. 2 ed. COSTA. Belo Horizonte: Itatiaia. São Paulo: Loyola. 1980. 1977. São Paulo: Edusp. Rio de Janeiro.A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. 1989. 7 ed. CERVO. O mito da neutralidade científica. L. R. São Paulo: Nacional. 211 p. 1982. G. Pedro. Rio de Janeiro: Zahar. 2 ed. KOURGANOFF. Hilton F. 1961. 1998. BERVIAN. HARRÉ. GOLDENBERG.34 3 ed. Mirian. Pesquisa educacional. HATT. Alfonso Trijillo. Metodologia científica: para uso dos estudantes universitários. 2 ed. F.. V. Umberto. 1998. Normas de apresentação tabular. Metodologia das ciências sociais. Guilherme. 3 ed. N.. DIXON. KERLINGER. 1979. Antônio Fernando Gomes da. DEMO. O método científico: teoria e prática. IBGE. JAPIASSU. 1976. 1975.) Pesquisa participante. A pesquisa científica. São Paulo: Atlas. São Paulo: Harbra. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. BRANDÃO. 1988. 1977. Métodos de pesquisa social. 1986. Para que serve a ciência? São Paulo: Nacional. 107 p. GALLIANO. FERRARI.. Carlos Rodrigues. Willian Josian. B. As formas do conteúdo. Guia para elaboração de relatórios de pesquisa: monografia. 1980. Rio de Janeiro: Record.. 22 p. ECO. A ciência como atividade humana. 1974. Amado Luiz. Paul M. Rio de Janeiro: UNITEC. (org. São Paulo: Perspectiva. São Paulo: Difel.. 200 p. Pedro Alcino. GOOD.) Problemas da revolução científica. Metodologia da ciência. Rio de Janeiro: Zahar. Rio de Janeiro: Kennedy. GRESSLER. São Paulo: Brasiliense. F. KNELLER. (org. 1976. 287 p. A. . 218 p.

São Paulo: Atlas. LAMBERT. PIAGET. 1977. GARCIA. s/d. NIETZSCHE. 1978. São Paulo: Atlas. BRITTAN. S. 2 ed. ANDRÉ. 1991. RUIZ. G.. Porto Alegre: Sulina.35 LAKATOS. 1975. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas.) Filosofia da ciência. 231 p. São Paulo: EPU. REY. José Alfredo Américo. Lisboa: Dom Quixote. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. São Paulo: Cultrix. Introdução à filosofia da ciência.. RICHARDSON. Marina de Andrade. São Paulo: Ediouro. SALOMON. Menga. Normas para apresentação de teses e dissertações. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO. João Álvaro. Metodologia científica. Metodologia da elaboração de teses. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia de trabalhos científicos. Planejar e redigir trabalhos científicos. São Paulo: Atlas. 1987. 2 ed. A gaia ciência. A. Rio de Janeiro. D. 1986. Roberto Jarry et al. Friedrich Wilhelm. Angelo Domingos. Délcio Vieira. Luiz. 99 p. . Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. 2 ed. Coordenação Central de Pós-Graduação e Pesquisa . 183 p. Marli E.PUC-/RJ. 1987. 251 p. G. LEITE.. Rolando. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 1972. 1989. Psicogênese e história das ciências. 1974.1980. LÜDKE. São Paulo: Edgar Blucher/Fundação Oswaldo Cruz. MORGENBESSER. SALVADOR. MARCONI. Eva Maria. 1988. São Paulo: Cultrix. 221 p. (org. Belo Horizonte: Interlivros. K. Pesquisa social: métodos e técnicas. Jean. 287 p.

THOMPSON. Armando Asti. Manual de Orientação bibliográfica à pós-graduação. VERA. 19/08/01 . Rio de Janeiro: Zahar. 1976. Fonte: http://mepeldigitus. Metodologia do trabalho científico. 1988. 20 ed. SEVERINO.html. 1996. Escola de Comunicação e Artes. Rio de Janeiro: Forense Universitária. 1981. universidade e ideologia. Manual de orientação para o preparo de monografias. Metodologia da pesquisa científica. Antonio Joaquim. São Paulo: Cortez. Porto Alegre: Globo. São Paulo. Serviço de Biblioteca e Documentação. Simon. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Ciência. Augusto. 1987.36 SCHWARTZMAN.com/biblio.

Entre eles o texto da pesquisa. . Podemos então dizer que o Conhecimento Científico: . Conhecimento Científico: É o conhecimento racional. Citação: É quando se transcreve ou se refere o que um outro autor escreveu. avaliando os resultados obtidos. o título do trabalho e a instituição onde a pesquisa foi realizada. Sem ela não há relatório de pesquisa.1. Nele deve constar o material que contribui para melhor esclarecer o texto do relatório de pesquisa. Apêndice: O mesmo que Anexo. Amostra: É uma parcela significativa do universo pesquisado ou de coleta de dados.37 9 . Coleta de Dados: É a fase da pesquisa em que se reúnem dados através de técnicas específicas. Lembrando que o primeiro capítulo será a Introdução e o último as Conclusões do autor. sistemático. Capa: Serve para proteger o trabalho e dela deve constar o nome do autor.Atém-se aos fatos. Capítulo: É uma das partes da divisão do relatório de pesquisa. exato e verificável da realidade. Anexo: É uma parte opcional de um relatório de pesquisa.Palavras utilizadas em pesquisa Agradecimento: É a manifestação de gratidão do autor da pesquisa às pessoas que colaboraram no seu trabalho. ."É racional e objetivo. Bibliografia: É a lista de obras utilizadas ou sugeridas pelo autor do trabalho de pesquisa. Deve ter a característica de ser curto e objetivo. Análise: É o trabalho de avaliação dos dados recolhidos. Ciência: É um conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado objeto conquistados através de métodos próprios de coleta de informação. propondo soluções e aplicações práticas. Conclusão: É a parte final do trabalho onde o autor se coloca com liberdade científica.GLOSSÁRIO 9. Sua origem está nos procedimentos de verificação baseados na metodologia científica.

ultrapassando os limites formais da ciência. com aprofundamento superior a uma monografia. . para obtenção do grau de Mestre. Dissertação: É um trabalho de pesquisa. por exigência do Parecer 977/65 do então Conselho Federal de Educação. Não pode. É o conhecimento especulativo sobre fenômenos.Requer exatidão e clareza. Depende da formação moral e das crenças de cada indivíduo. Dedicatória: Parte opcional que abre o trabalho homenageando afetivamente algum indivíduo. após inúmeras tentativas. excluindo-se a Introdução e a Conclusão. . por sua origem. Folha de Rosto: É a folha seguinte a capa e deve conter as mesmas informações contidas na Capa e as informações essenciais da origem do trabalho. .38 . Entrevista: É um instrumento de pesquisa utilizado na fase de coleta de dados. .Pode fazer predições. Conhecimento Empírico (ou conhecimento vulgar): É o conhecimento obtido ao acaso.É útil" (Galliano. Experimento: Situação provocada com o objetivo de observar a reação de determinado fenômeno.É aberto. grupos de pessoas ou outras instâncias. .É analítico. 1979: 24-30). Corpo do Texto: É o desenvolvimento do tema pesquisado. Conhecimento Filosófico: É fruto do raciocínio e da reflexão humana. gerando conceitos subjetivos.Transcende aos fatos. . o conhecimento adquirido através de ações não planejadas.Busca e aplica leis.É comunicável. Busca dar sentido aos fenômenos gerais do universo. ser confirmado ou negado. capítulos ou itens.É explicativo. Conhecimento Teológico: Conhecimento revelado pela fé divina ou crença religiosa. . . Dedução: Conclusão baseada em algumas proposições ou resultados de experiências.É verificável. . . . ou seja. dividido em partes. Fichamento: São as anotações de coletas de dados registradas em fichas para posterior consulta.Depende de investigação metódica.

39 Glossário: São as palavras de uso restrito ao trabalho de pesquisa ou pouco conhecidas pelo virtual leitor. Gráfico: É a representação gráfica das escalas quantitativas recolhidas durante o trabalho de pesquisa. A Hipótese pode ser confirmada ou negada. no nosso caso. É o estudo dos caminhos a serem seguidos para se fazer ciência. Método: A palavra método deriva do grego e quer dizer caminho. . Por isso. Metodologia: "Methodo" significa caminho. Alguns autores referem-se a Índice como o mesmo que Sumário. Indução: "Processo mental por intermédio do qual. Resenha: É uma descrição minuciosa de um livro. acompanhadas de definição. Monografia: "Mono" significa um. de um capítulo de um livro ou de parte deste livro. de um artigo. Problema: É o marco referencial inicial de uma pesquisa. É a dúvida inicial que lança o pesquisador ao seu trabalho de pesquisa. apesar do nome Introdução. Marconi. Índice (ou Índice Remissivo): É uma lista que pode ser de assuntos. Premissas: São proposições que vão servir de base para uma conclusão. com a indicação da(s) página(s) no texto onde aparecem. com tratamento escrito individual. Introdução: É o primeiro capítulo de um relatório de pesquisa. onde o pesquisador irá apresentar. "logia" significa estudo. em linhas gerais. É um estudo científico. suficientemente constatados. busca. Pesquisa: É a ação metódica para se buscar uma resposta. de nomes de pessoas citadas. não contida nas partes examinadas" (Lakatos. Hipótese: É a suposição de uma resposta para o problema formulado em realção ao tema. infere-se uma verdade geral ou universal. é a última parte a ser escrita pelo autor. de uma apostila ou qualquer outro documento. de um tema bem determinado e limitado. "grafia" significa escrita. Método então. escrito por um. na busca de uma verdade ou para se chegar a um determinado fim. Instrumento de Pesquisa: Material utilizado pelo pesquisador para colher dados para a pesquisa. ou seja. 1991: 47). é a ordenação de um conjunto de etapas a serem cumprias no estudo de uma ciência. investigação. partindo de dados particulares. que venha contribuir com relevância à ciência. o que o leitor encontrará no corpo do texto.

Helena et al. Nas citações é utilizada para informar que o que foi transcrito de uma obra de um determinado autor na verdade pertence a um outro. distinguindo-se pela efetiva contribuição na solução de problemas. utilizando-se de um instrumental apropriado.2. 1998: 106-107) Tese: É um trabalho semelhante a Dissertação. Maria Cecília Rubinger de Ottoni e Rosana Velloso Montanari escreve-se: SCHIRM. In: Significa "em". Napoleão "citado por" Loi et al. Tópico: É a subdivisão do assunto ou do tema.40 Técnica: É a forma mais segura e ágil para se cumprir algum tipo de atividade. ipsis litteris: Significa "pelas mesmas letras".: (Napoleão apud Loi) ou seja. e para o avanço científico na área em que o tema for tratado. Ex. idem ou id: Significa "igual a anterior". Ex. Utilizase da mesma forma que ipsis litteris ou sic. 9. ibid ou ibdem: Significa "na mesma obra". "literalmente". "textualmente". Universo: É o conjunto de fenômenos a serem trabalhados. mesmo que possa parecer estranho ou esteja reconhecidamente escrita com erros de linguagem. Utilizado quando a obra foi executada por muitos autores.Palavras ou expressões latinas utilizadas em pesquisa apud: Significa "citado por".: Numa obra escrita por Helena Schirm. ipsis verbis: Significa "pelas mesmas palavras". . Utiliza-se para expressar que o texto foi transcrito com fidelidade. Teoria: "É um conjunto de princípios e definições que servem para dar organização lógica a aspectos selecionados da realidade empírica. As proposições de uma teoria são consideradas leis se já foram suficientemente comprovadas e hipóteses se constituem ainda problema de investigação" (Goldenberg. definido como critério global da pesquisa. (et alli): Significa "e outros".

html. supra: Significa "acima". É utilizada quando a citação se repete em mais de um trecho da obra. 19/08/01 . sic: Significa "assim". Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou ipsis verbis.com/glossario.cit. Fonte: http://mepeldigitus. referindo-se a nota imediatamente anterior.41 opus citatum ou op.: Significa "obra citada" passim: Significa "aqui e ali".

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