NORMAS ABNT [Conheça as Normas Técnicas

]

Disponibilizamos nesta seção as normas técnicas da ABNT para trabalhos acadêmicos. Além disso, você pode analisar a forma que trabalhamos. Qualquer dúvida entre em contato conosco. SUMÁRIO DAS NORMAS 1 - Introdução 2 - O Projeto deste Trabalho 2.1 - Revisão de Literatura 2.2 - Justificativa 2.3 - Objetivos 2.4 - Metodologia 3 - A Evolução da Ciência 4 - A Montagem da Pesquisa 4.1 - Escolha do Tema 4.2 - Levantamento ou Revisão de Literatura 4.3 - Problema 4.4 - Hipótese 4.5 - Justificativa 4.6 - Objetivos 4.7 - Metodologia 4.8 - Esquema do Trabalho 5 - Técnicas de Coletas de Dados 5.1 - Questionário 5.2 - Entrevista 5.3 - Observação 5.4 - Análise de Conteúdo 5.4.1 - A Internet 5.4.2 - Fichamentos

2 6 - Estrutura de Apresentação do Trabalho 6.1 - Capa 6.2 - Folha de Rosto 6.3 - Dedicatória 6.4 - Agradecimento 6.5 - Sumário 6.5.1 - Divisão de um Sumário 6.6 - Texto 6.6.1 - Introdução 6.6.2 - Desenvolvimento do Texto 6.6.3 - Conclusão 6.7 - Anexos ou Apêndices 6.8 - Referências Bibliográficas 6.8.1 - Livros Autor pessoa física: Até três autores: Mais de três autores: Sem nome do autor: Dissertação / Tese: Autor corporativo: O autor do capítulo citado é também autor da obra: O autor do capítulo citado não é o autor da obra: 6.8.2 - Artigos Artigo de um autor: Artigo não assinado (sem nome de autor): Artigo de jornal assinado: Artigo de jornal não assinado (sem nome de autor): 6.8.3 - Publicações Periódicas Coleções inteiras: Somente uma parte de uma coleção: Decretos-Leis, Portarias etc.: Pareceres, Resoluções etc: Trabalho publicado em anais de congresso e outros eventos: Anais de congresso no todo: 6.8.4 - Obras de Referência Dicionário: Enciclopédia: Anuário: 6.8.5 - Internet

3 6.9 - Glossário 6.10 - Capa 7 - Organização do Corpo do Texto 7.1 - Citações 7.2 - Localização das Citações 7.3 - Paginação (numeração das páginas) 7.4 - Formato 8 - Bibliografia 8.1 - Referências Bibliográficas 8.2 - Bibliografia Recomendada 9 - Glossário 9.1-Palavras utilizadas em pesquisa 9.2- Palavras ou expressões latinas utilizadas em pesquisa Endereço da ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT Av. Treze de Maio, 13 - 28o andar - Centro Rio de Janeiro - RJ - CEP: 20003-900 Tel.: (021) 210-3122 * R.: 131/127/133 - FAX: (021) 532-2143 E-Mail: abnt@embratel.net.br Home Page: http://www.abnt.org.br/ Fonte http://mepeldigitus.com/abnt.html. Capturado em 19 de agosto de 2001. 1 - INTRODUÇÃO Este trabalho não tem a pretensão de abranger todas as questões envolvidas em Metodologia Científica. Trata-se, tão somente, de uma ajuda para consulta por parte dos alunos dos cursos de graduação. Qualquer aprofundamento teórico ou prático deverá ser buscado na bibliografia sugerida no final deste trabalho. Nossa intenção foi apenas facilitar a busca dos alunos no que diz respeito aos trabalhos de pesquisa acadêmica. A estrutura deste trabalho, por si

4 só, serve de modelo para um trabalho realizado em sala de aula. Além disso, procuramos apresentar e explicar as regras para cada parte de um trabalho científico. Baseados em observações próprias, sem conotação científica, notamos que a disciplina de Metodologia Científica é uma das mais rejeitadas pelos alunos em praticamente todos os cursos de graduação. É, mais ou menos, como o velho chavão do "odeio matemática", mesmo que a matemática não seja tão terrível assim. Na verdade, essa rejeição não se dá pela disciplina em si, já que seu conteúdo é simples e até mesmo primário; a rejeição só pode se tornar efetiva, real, por responsabilidade única da didática aplicada pelos professores que ministram as aulas que tratam de métodos de pesquisa. A disciplina Metodologia Científica é iminentemente prática e deve estimular os alunos para que busquem motivações para encontrar respostas as suas dúvidas. Se estamos nos referindo a uma disciplina engajada num curso superior, estamos, concomitantemente, referindo-nos a uma Academia de Ciência e, como tal, as respostas dadas às dúvidas primeiras devem ser buscadas através do rigor científico e apresentadas através das normas acadêmicas vigentes. Dito isto, parece que fica claro que metodologia científica não é um simples conteúdo a ser decorado pelos alunos, para ser verificado num dia de prova; trata-se de fornecer aos alunos um instrumental indispensável para que sejam capazes de atingir os objetivos da Academia, que são o estudo e a pesquisa em qualquer área. Procuramos, na medida do possível, seguir rigorosamente as regras definidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, para elaboração de trabalhos científicos. Caso alguma regra não esteja sendo cumprida, a responsabilidade é da desatenção do autor. Quando falamos de um curso superior, estamos nos referindo, indiretamente, a uma Academia de Ciências, já que qualquer Faculdade nada mais é do que o local próprio da busca incessante do saber científico. Neste sentido, esta disciplina tem uma importância fundamental na formação do profissional. Mas aprender a pesquisar é muito fácil.

Este livro é mais indicado para os cursos de pós graduação ou ao de graduação em Filosofia. É um dos livros escritos por um professor de Filosofia da Ciência da Universidade Nacional de Buenos Aires.PROJETO DESTE TRABALHO 2. BACHELARD. A. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. BASTOS. É um excelente livro para os cursos de graduação e oferece alguns capítulos que ajudam no aproveitamento da leitura e técnicas de redação. O objetivo principal deste livro "é a exposição e análise crítica do significado e dos limites dos métodos e técnicas atuais de investigação" (Vera. São Paulo: Harbra. Gaston. 1968. Porto Alegre: Globo.Revisão de Literatura Muitos livros são escritos sobre a questão dos métodos de pesquisas. Livro tradicional. Apresenta também um glossário. 1976: 1). sendo que um pouco mais valorizado nas questões práticas da Metodologia Científica. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Lyra. Este livro pode ser dividido em uma parte teórica e outra prática. 1986. é um livro próximo do elaborado por Asti Vera. De qualquer forma é um livro simples e de fácil entendimento para os cursos de graduação. os métodos científicos. FERNANDES. 200 p. 1976. Lucia Monteiro. 12). O novo espírito científico. Lília da Rocha. entre eles destacamos: VERA. Guilherme. O método científico: teoria e prática. que apresenta em forma discursiva. que ajuda aos alunos a compreenderem os termos referentes à Metodologia Científica. Armando Asti. Livro mais complexo sobre Filosofia das Ciências. Metodologia da pesquisa científica. GALLIANO. teses e . Note-se que este livro foi escrito em 1973.1 . 151 p. PAIXÃO. (Biblioteca Tempo Universitário.5 Vejam só: 2 .

Rio de Janeiro: Record. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Zahar.3 .Objetivos . se bem que possa ser utilizado pelos dos cursos de pósgraduação. É um livro dedicado à pesquisa qualitativa em Ciência Social. já que não amplia as abordagens tratadas. É um trabalho realizado especificamente para alunos dos cursos de graduação. É um livro limitado no seu contexto mais geral.Oferecer aos alunos dos cursos de graduação um material concreto de consulta para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. 2. Traz no seu bojo as regras de Referências Bibliográficas da ABNT. 2 ed. . Mirian. No entanto. 1982. No entanto. A partir daí notamos. 1997. portanto. torna-se uma obra de real importância. técnicas e normas de pesquisa. GOLDENBERG. a qualquer hora.Justificativa Realizada a Revisão de Literatura. Podemos dizer também que trata-se de uma obra singular na literatura sobre Metodologia Científica. É também um bom livro no que se refere às questões práticas. As três professoras da Universidade Federal do Rio de Janeiro propuseram-se a realizar uma obra em estilo de manual. embora não concludente e passível de revisão e ampliação. deve-se tomar cuidado. A presente obra procura não dificultar as questões que envolvem a elaboração de um projeto e o relatório da pesquisa. onde os alunos poderão consultar. 107 p.. já que a primeira edição do Manual é do ano de 1979 e as regras foram alteradas no ano de 1989. é passível de consulta. a necessidade de realizarmos uma obra que oriente os alunos na confecção de trabalhos de sala de aula. pode ser entendida como uma facilitadora da aprendizagem.2 .6 dissertações. baseando-se nos modelos americanos existentes. 2. É um livro fundamentalmente prático. podemos notar que quase todas as obras tratam a questão da Metodologia Científica no seu sentido teórico. por conseqüência. Pela sua simplicidade e pela sua intenção de ser um trabalho direto e objetivo. para suprimir suas dúvidas quanto aos procedimentos. podendo ser útil numa consulta de termos e aspectos teóricos em qualquer área.

7 . c) A ciência: Como as explicações mágicas não bastavam para compreender os fenômenos os seres humanos finalmente evoluíram para a busca de respostas através de caminhos que pudessem ser comprovados. a inteligência humana evoluiu do medo para a tentativa de explicação dos fenômenos através do pensamento mágico. as desgraças ou as fortunas eram explicadas através da troca do humano com o mágico. a boa colheita da benevolência dos mitos. Vários livros foram consultados e procurou-se encontrar uma maneira de sintetizá-los numa obra que tivesse o caráter de objetividade e riqueza de dados.Facilitar a aprendizagem dos alunos dos cursos de graduação. A partir daí essa apostila foi revisada e ampliada para que se tornasse mais completa.Mostrar para nossos clientes como trabalhamos. as tempestades podiam ser fruto de uma ira divina. 2.A EVOLUÇÃO DA CIÊNCIA A evolução humana corresponde ao desenvolvimento de sua inteligência. uma evolução já que tentavam explicar o que viam. Era. . das crenças e das superstições. b) O misticismo: Num segundo momento. Esta obra tem origem numa apostila feita para consulta dos alunos. Desta forma nasceu a ciência metódica.4 . Assim.Esclarecer as regras e as normas estipuladas pela ABNT. sem dúvida.Metodologia A metodologia adotada nesta obra foi somente a Análise de Textos. . Por este motivo. para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. 3 . que procura sempre uma aproximação . suas reações eram sempre de medo: tinham medo das tempestades e do desconhecido. Como não conseguiam compreender o que se passava diante deles. Sendo assim podemos definir três níveis de desenvolvimento da inteligência dos seres humanos desde o surgimento dos primeiros hominídeos: a) O medo: Os seres humanos pré-históricos não conseguiam entender os fenômenos da natureza. não lhes restava outra alternativa senão o medo e o espanto daquilo que presenciavam.

Capturado em 19 de agosto de 01 . Esta característica permite que os seres humanos sejam capazes de refletir sobre o significado de suas próprias experiências. que. aproveita-se deste saber para somar outro.com/intro. O ser humano é o único animal na natureza com capacidade de pensar. Assim sendo. o saber de um indivíduo é transmitido a outro. O desenvolvimento do conhecimento humano está intrinsecamente ligado à sua característica de viver em grupo. por sua vez. é capaz de novas descobertas e de transmiti-las a seus descendentes.8 com a lógica (em breve evoluiremos para desenvolver este tema). ou seja. Fonte: http://mepeldigitus. Assim evolui a ciência.html#projeto.

1 .A MONTAGEM DA PESQUISA 4. fotografias ou outro meio qualquer. . sua novidade. seja através de xerox. sua oportunidade e seus valores acadêmicos e sociais.1.3 – Organização Separe os documentos recolhidos de acordo com os critérios .1 . 4.1.9 4 .Fatores internos .1 – Locais de coletas Determine com antecedência que bibliotecas. 4. instituições. agências governamentais ou particulares.1.2. 4.1.Fatores Externos . . .1. 4.2.Escolha do Tema Existem dois fatores principais que interferem na escolha de um tema para o trabalho de pesquisa: 4.O limite de tempo disponível para a conclusão do trabalho.Afetividade em relação a um tema ou alto grau de interesse pessoal.2.A significação do tema escolhido.2 .1 .Tempo disponível para a realização do trabalho de pesquisa.Material de consulta e dados necessários ao pesquisador 4.2 .Levantamento ou Revisão de Literatura O Levantamento de Literatura é a localização e obtenção de documentos para avaliar a disponibilidade de material que subsidiará o tema do trabalho de pesquisa. Este levantamento é realizado junto às bibliotecas ou serviços de informações existentes.2. .2 – Registro de documentos Esteja preparado para copiar os documentos.O limite das capacidades do pesquisador em relação ao tema pretendido. indivíduos ou acervos deverão ser procurados.Sugestões para o Levantamento de Literatura 4.

levanta-se uma questão para ser respondida através de uma hipótese. 4.6 .Justificativa A justificativa num projeto de pesquisa. como o próprio nome indica.10 de sua pesquisa. O tema escolhido pelo pesquisador e a hipótese levantada são de suma importância. Deve-se tomar o cuidado. Objetivo é sinônimo de meta. 4. O trabalho de pesquisa. Depois de definido o tema. A justificativa exalta a importância do tema a ser estudado. O levantamento de literatura pode ser determinado em dois níveis: a . de ser comprovada. Os objetivos podem ser separados em Objetivos Gerais e Objetivos Específicos. para a sociedade ou para alguns indivíduos. ou seja: tentar responder ou concluir o que vai ser buscado no trabalho de pesquisa.Problema O problema é a mola propulsora de todo o trabalho de pesquisa.4 . irá confirmar ou negar a hipótese (ou suposição) levantada. é o convencimento de que o trabalho de pesquisa é fundamental de ser efetivado. hipótese é uma afirmação categórica (uma suposição).Hipótese Hipótese é sinônimo de suposição. de não se tentar justificar a hipótese levantada.Nível específico a ser tratado. 4. Neste sentido. fim.3 . que tente responder ao problema levantado no tema escolhido para pesquisa. Relação de todas as obras ou documentos sobre o assunto.5 . 4. na elaboração da justificativa. ou justifica a necessidade imperiosa de se levar a efeito tal empreendimento. b . então. que será confirmada ou negada através do trabalho de pesquisa. .Nível geral do tema a ser tratado. Relação somente das obras ou documentos que contenham dados referentes à especificidade do tema a ser tratado.Objetivos A definição dos objetivos determina o que o pesquisador quer atingir com a realização do trabalho de pesquisa.

Exemplo: Título:Educação da Mulher: a perpetuação da injustiça 1 INTRODUÇÃO 2 HISTÓRICO DO PAPEL DA MULHER NA SOCIEDADE 3 O PODER DA RELIGIÃO 3. Depois de concluída a pesquisa.1 A questão da maternidade 5. entrevista etc).2 O mito da Virgem Maria 4 O PROCESSO DE EDUCAÇÃO 5 O PAPEL DA MULHER NA FAMÍLIA 5. 4.html. do tempo previsto. podendo ser totalmente alterado durante o desenvolvimento do trabalho. das formas de tabulação e tratamento dos dados. Este Esquema é um esboço. da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho. detalhada.5 A violência 6 UM CAPÍTULO MASCULINO 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS Fonte http://mepeldigitus.7 .3 A moral da família 5.1 O mito de Lilith/Eva 3. de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa.2 Direitos e deveres 5.com/montagem. 21/08/01 .Esquema do Trabalho O Esquema do Trabalho guia o pesquisador na elaboração do texto final.4 Casamento: um bom negócio 5.8 . este Esquema irá se tornar o Sumário do trabalho final.Metodologia A Metodologia é a explicação minuciosa. É a explicação do tipo de pesquisa. rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa. enfim. do instrumental utilizado (questionário.11 4.

5. Ex.2 – Itens de Identificação do Respondente .Para que as respostas possam ter maior significação é interessante não identificar diretamente o respondente com perguntas do tipo NOME.1.1.TÉCNICAS DE COLETAS DE DADOS 5.1 – Carta Explicação A Carta Explicação deve conter: – A proposta da pesquisa.3. 5. numa pesquisa.Conteúdo de um questionário: 5. . Ex. 5. abertas ou curtas.. TELEFONE etc. ENDEREÇO. a não ser que haja extrema necessidade.1 – Formulário de itens sim-não.1.1. como para selecionar alguns questionários para uma posterior entrevista (trataremos das técnicas de entrevistas posteriormente). Não é recomendado o uso de gírias.A linguagem utilizada no questionário deve ser simples e direta para que o respondente compreenda com clareza o que está sendo perguntado.3.1.1.1.Todo questionário a ser enviado deve passar por uma etapa de pré-teste. a não ser que se faça necessário por necessidade de características de linguagem do grupo (grupo de surfistas.1. Se sua confecção é feita pelo pesquisador. por exemplo) . . – Incentivo para o preenchimento e.3 – Itens sobre as questões a serem pesquisadas. num universo reduzido.: Trabalha? ( ) Sim ( ) Não 5. – Instruções de preenchimento.: Bairro onde mora: ______________________________ 5. para que se possam corrigir eventuais erros de formulação.1. certo-errado e verdadeirofalso.1. – Instruções para devolução.O Questionário.3 – Formulário de múltipla escolha.1.1. é um instrumento ou programa de coleta de dados.1 . seu preenchimento é realizado pelo informante.1.2 – Respostas livres. .Questionário . A criação dos itens formulário segue as regras abaixo.Agradecimento. 5.12 5 .1 .3.

. 5.2 – Plano da entrevista e questões a serem perguntadas Prepare com antecedência as perguntas a serem feitas ao entrevistado e a ordem em que elas devem acontecer.1.2.13 Ex.: Quem financia seus estudos? ( ) Pai ou mãe ( ) Outro parente ( ) Outra pessoa ( ) O próprio aluno Outro: _____________________________________ 5.1.4 – Diante do entrevistado . .1.: Renda Familiar: ( ) Menos de 1 salário mínimo ( ) 1 a 3 salários mínimos ( ) 4 a 6 salários mínimos ( ) 7 a 11 salários mínimos ( ) Mais de 11 salários mínimos 5.Entrevista Observações iniciais: .1.3.2.Não demonstre insegurança ou admiração excessiva diante do entrevistado para que isto não venha prejudicar a relação entre entrevistador e entrevistado. 5.Estabeleça uma relação amistosa e não trave um debate de idéias.As entrevistas podem ter o caráter exploratório ou ser de coleta de informações. evitando que a entrevista .2.1 – Quem deve ser entrevistado Procure selecionar pessoas que realmente têm o conhecimento necessário para satisfazer suas necessidades de informação.É necessário ter um plano para a entrevista para que no momento em que ela esteja sendo realizada as informações necessárias não deixem de ser colhidas. Se a de caráter exploratório é relativamente estruturada.Sugestões de planejamento para se realizar uma entrevista 5. Ex.Deixe que as questões surjam naturalmente.1. .1 . 5. a de coleta de informações é altamente estruturada.2.1.2.3 – Pré-teste Procure realizar uma entrevista com alguém que poderá fazer uma crítica de sua postura antes de se encontrar com o entrevistado de sua escolha.2 . 5.4 – Questões mistas.

. Eles não devem ser pegos de surpresa. sem deixar que ele fique esperando sua próxima indagação.1 – Conhecimento prévio do que observar Antes de iniciar o processo de observação. por exemplo). 5. Determine que tipo de fenômenos merecerão registros.1.3. com antecedência. apostilas. Podem ser decretos oficiais. 5.1. fotografias. 5.3 – Fenômenos não esperados Esteja preparado para o registro de fenômenos que surjam durante a observação.Seja objetivo.). não deixe de pedir sua permissão para tal. Lembramos que o uso do 5.4 – Registro fotográfico ou vídeo Para realizar registros iconográficos (fotografias. enquanto você escreve. Procure estipular algumas categorias dignas de observação.1. teses.4 .1. vídeos etc. prepare-os para tal ação. As fontes secundárias são as obras nas quais as informações já foram elaboradas (livros.1..1 . . procure examinar o local.1.3.Procure encorajar o entrevistado para as respostas. monografias. .Caso use um gravador.Observação 5.3 . .5 – Relatório Procure fazer um relatório o mais cedo possível. As fontes primárias são os documentos que gerarão análises para posterior criação de informações.5 – Relatório Mesmo tendo gravado procure fazer um relatório o mais cedo possível.3. filmes. 5. artigos etc. . etc. que não eram esperados no seu planejamento. .3. uma espécie de lista ou mapa de registro de fenômenos. ou ainda que a entrevista se torne um "questionário oral".3.2 – Planejamento de um método de registro Crie.Sugestões para uma observação satisfatória 5.2. 5. já que entrevistas muito longas podem se tornar cansativas para o entrevistado.Vá anotando as informações do entrevistado.14 assuma um caráter de uma inquisição ou de um interrogatório policial. caso o objeto de sua observação sejam indivíduos ou grupos de pessoas.3. cartas.Análise de Conteúdo Os documentos como fonte de pesquisa podem ser primárias ou secundárias. evitando que ele se sinta falando sozinho. 5.

A Internet A Internet representa uma novidade nos meios de pesquisa. as informações passadas por essa rede não têm critérios de manutenção de qualidade da informação. fotografias ou outro meio qualquer. se ela pode facilitar a busca e a coleta de dados. A partir dela.1 . Pode ser feita em folhas de papel comum ou. seja através de xerox.Separe os documentos recolhidos de acordo com os critérios de sua pesquisa. Vamos supor que um indivíduo coloque sua página na "net" (rede) e o objetivo desta página seja falar sobre a História do Brasil: ele pode perfeitamente. todos podem informar a todos. devemos levar em conta que toda e qualquer informação colhida na Internet deverá ser confirmada antes de divulgada.Locais de coletas: . b . c . Os registros e a organização das fichas dependerá da capacidade de oragnização de cada um. onde as informações são trocadas livremente entre todos. Mas. na verdade. 5. Sem dúvida. agências governamentais ou particulares.Organização: . no ano de 1325". Ele permite um fácil acesso aos dados fundamentais para a conclusão do trabalho.Registro de documentos: .Esteja preparado para copiar os documentos. ao mesmo tempo oferece alguns perigos. instituições. a Internet representa uma revolução no que concerne à troca de informação. Trata-se de uma rede mundial de comunicação via computador. sem que ninguém o impeça. Os registros não são feitas necessariamente nas tradicionais folhas pequenas de cartolina pautada.Fichamentos O Fichamento é uma parte importante na organização para a efetivação da pesquisa de documentos.4. Explicando melhor: qualquer um pode colocar sua "Homepage" (ou sua Página) na rede. em qualquer programa de banco de dados de um computador. . Sendo assim. dizer que o Brasil foi descoberto "por Diogo da Silva.2 .15 Sugestões para análise de documentos: a . mais modernamente. O importante é que elas estejam bem organizadas e de acesso fácil para que os dados não se percam. indivíduos ou acervos deverão ser procurados.4. 5.Determine com antecedência que bibliotecas.

. 5.Seção primária do trabalho (conforme expresso no item 4..3 ... 5... sem entrar em detalhes da obra analisada (o exemplo acima refere-se a um resumo indicativo).........2. (5) .Seção secundária e terciária do trabalho (se houver e conforme expresso no item 4.Numeração do item a que se refere o fichamento (conforme expresso no item 4........ .. b) Indicativo: são descrições gerais do documento.........2 ..... ....... (4) ......4.2.... não sendo necessário seguir a estrutura da obra.. Sua precisão pode substituir a leitura do documento original......2.. métodos.......... Nesta ficha pode-se relatar sobre objetivos... (3) Observação: Existem dois tipos de resumos: a) Informativo: são as informações específicas contidas no documento.. (3) .. 5... (4) ....8)....Título do trabalho (conforme expresso no item 4.....1 .. dos tópicos abordados em uma obra inteira ou parte dela Exemplo: Histórico do Papel da Mulher na Sociedade (2) .Ficha de Citações: é a reprodução fiel das frases que se pretende usar como citação na redação do trabalho.........8)........ o fichamento de resumo ou conteúdo e o fichamento de citações...Ficha de Resumo ou Conteúdo: é uma síntese das principais idéias contidas na obra...... O pesquisador elabora esta síntese com suas próprias palavras.. com comentários.... (2) .........8)...Ficha Bibliográfica: é a descrição......Comentários ou anotações do pesquisador sobre a obra registrada. resultados e conclusões....... 2.. (3) Observação: Neste e nos outros exemplos de Fichas os números entre parêteses representam o que está explicado abaixo: (1) . Exemplo: ..4.....4.. Exemplo: Histórico do Papel da Mulher na Sociedade (2) .. (4) .......8).........16 Existem três tipos básicos de fichamentos: o fichamento bibliográfico... 2.....................

.................................... 19/08/01 ......html.......... (3) Fonte: http://mepeldigitus.......... (4) (2) ...... 2.......17 Histórico do Papel da .. Mulher na Sociedade .............com/coleta....

capa (*) (*) . introdução .referências bibliográficas . conclusão .glossário (*) .anexos ou apêndices (*) .18 .capa (*) . Modelo de estrutura de um trabalho completo: .folha de rosto . desenvolvimento .dedicatória (*) .ESTRUTURA DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO ESTRUTURA DE UM TRABALHO .agradecimentos (*) .texto .Elementos adicionados de acordo com as necessidades (opcionais).sumário . O demais elementos são obrigatórios.

Título do trabalho (mais ou menos centralizado na folha) .1 .Instituição onde o trabalho foi executado (na margem inferior) . Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição.Capa Deve conter: . .: A Associação Brasileira de Normas Técnicas não determina a disposição destes dados na folha.19 6. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.Nome do autor (na margem superior) .Cidade e ano de conclusão do trabalho (na margem inferior) OBS.

20 Modelo de uma Capa 6.As informações essenciais da origem do trabalho .Folha de Rosto Deve conter: .As mesmas informações contidas na Capa .2 .

da Universidade Federal do Espírito Santo.21 Modelo de uma Folha de Rosto Exemplos de informações essenciais sobre a origem do trabalho: Trabalho apresentado para avaliação do rendimento escolar na disciplina de Metodologia Científica. João da Silva. do Centro Pedagógico. Monografia apresentada como pré-requisito de conclusão do curso de Pedagogia. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação. da Universidade Federal do . do curso de Pedagogia. da Universidade Federal do Rio de Janeiro. tendo como orientadora a profa Maria da Silva. ministrada pelo prof.

SEÇÃO PRIMÁRIA a) I .4 ..1 .3 . . Inciso 4 . na mesma ordem em que a matéria nele se sucede" (NBR 6027).6.1.A indicação das páginas localiza-se à direita de cada seção.1 ..1.22 Espírito Santo.1 .1.5 . Inciso b) I .Seção Terciária 1.1.Agradecimento . 6.SEÇÃO PRIMÁRIA 1... como uma homenagem de gratidão especial.1.Seção Quinária 2 .1 . 6. Também é um item dispensável. .Introdução . 6.Divisão de um Sumário 1 ..Seção Quaternária 1.Dedicatória . Inciso II .Sumário .. .É a revelação de gratidão àqueles que contribuíram na elaboração do trabalho. Este item é dispensável. com o uso de uma linguagem simples.SEÇÃO PRIMÁRIA a) alínea ou item b) alínea ou item c) alínea ou item 3 ..5. clara e objetiva..Texto ..6 . Inciso II .SEÇÃO PRIMÁRIA 6. seções e outras partes de um documento."Enumeração das principais divisões. tendo como orientadora a profa Isa Chiabai.1. como pré-requisito de conclusão do curso de Mestrado em Educação.Tem a finalidade de se dedicar o trabalho a alguém.1. 6. 6.1 .O título de cada seção deve ser datilografado com o mesmo tipo de letra em que aparece no corpo do texto.SEÇÃO SECUNDÁRIA 1.. ser bem estruturado.É a parte onde todo o trabalho de pesquisa é apresentado e desenvolvido. .O texto deve expor um raciocínio lógico.

3 . Por exemplo: da Editora Ática Ltda.Título e subtítulo .1 . Ltda.O corpo do trabalho é onde o tema é discutido pelo autor.Número da edição (a partir da segunda edição) .8. avaliando os resultados obtidos e propondo soluções e aplicações práticas. As obras são identificadas na seguinte ordem: 6. c .A revisão de literatura deve resumir as obras já trabalhadas sobre o mesmo assunto.8 . 6. f . roteiro de entrevista ou observação.Livros a .É o nome da CIDADE onde a obra foi editada e. . em caixa alta.Deve-se mencionar a importância do trabalho.Deve ser bem explicada toda a metodologia adotada para se chegar às conclusões. ou editor) . uma lei discutida no corpo do texto etc.Na introdução.Não se usa o sinal de decimal (a). ser grafado dois pontos (:).Desenvolvimento do Texto .). após a referência de local deve. 6.7 . e. colocar-se-ia apenas Ática. itálico ou sublinhado. d . Não se coloca estado ou país.23 . .A.Autor (ou coordenador. 6. 6.Local da publicação .2 .Referências Bibliográficas É o conjunto de indicações que possibilitam a identificação de documentos.6. .Ano da publicação . .O título deve ser realçado por negrito. no todo ou em parte.É todo material suplementar de sustentação ao texto (itens do questionário aplicado.Editora .As hipóteses a serem testadas devem ser claras e objetivas.Só se coloca o nome da editora.Anexos ou Apêndices . ou organizador. publicações.É o ano em que a obra foi editada. b . . ou S. etc. Não se coloca a palavra Editora. o restante do nome. a seguir. . e .Escreve-se primeiro o sobrenome paterno do autor. após uma separação por vírgulas. o tema é apresentado e esclarecido aos leitores as indicações de leitura do trabalho.A conclusão é a parte onde o autor se coloca com liberdade científica.Devem ser apresentados os objetivos do trabalho.Conclusão . justificando sua imperiosa necessidade de se realizar tal empreendimento.6.

Vera. 2 ed. Metodologia científica. MEB: uma história de muitos. 1975. i . São Paulo: Martin Claret. Sem nome do autor: O pensamento vivo de Nietzsche. (et alli) quer dizer e outros em latim.Número de volumes (se houver) h . Beatriz. ou orgs. (Cadernos de Educação Popular. Hilton F. Roberto Jarry et al. São Paulo: Loyola. 1991. RICHARDSON. 231 p. 1986. 1989. Rio de Janeiro: Imago. Armando Serafim et al.Nome da série. ou coords. 3 ed. Petrópolis: Vozes. = organizador (es) ed. .24 g . b) A 2a linha e as subseqüentes se iniciam em baixo da 3a letra da 1a linha. 10). JAPIASSU. número da publicação na série (entre parênteses) Obs. 1986. 287 p. Adriana Flávia Santos de Oliveira.. ou eds. c) Em obras avulsas são usadas as seguintes abreviaturas: org. 211 p. São Paulo: Atlas.: a) Dois espaços devem separar os diversos campos de uma referência.Paginação . 2 ed. LAKATOS. Maria Aída B. 110 p. Até três autores: COSTA.coordenador (es) Exemplos: Autor pessoa física: LIMA. São Paulo: Atlas. Eva Maria. JACCOUD. Pesquisa social: métodos e técnicas.editor (es) coord.: et al. Petrópolis: Vozes. Obs. O mito da neutralidade científica.Quantidade de páginas da obra. Mais de três autores: OLIVEIRA. . MARCONI. Marina de Andrade. 125 p. COSTA. Pré-escola e alfabetização: uma proposta baseada em Paulo Freire e Jean Piaget. 2 ed. 228 p. Introdução ao pensamento filosófico. 1985.. 1991. ..

José Silvério Baía.Indicação do volume: g . 1984. PPGE/UFES.Artigos de revistas ou jornais a . 195-239. Ativação dos processos didáticos na escola secundária. Programa de PósGraduação em Educação / PPGE-UFES. cap. Vitória.25 Dissertação / Tese: BELLO. 12. 143 p. 1995.8.Editor: f . p. Vitória. Universidade Federal do Espírito Santo.Local da publicação: e . p.Título da revista: d .2 .).Título do artigo: c . métodos e processos.Autor(es) do artigo: b . Planejamento educacional. Rio de Janeiro: Forense-Universitária.Programa de PósGraduação em Educação PPGE. 1991. Filosofia da Educação Brasileira. Autor corporativo: UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO. In: MENDES. 213-234 In: A escola secundária moderna: organização. Lauro de Oliveira Lima: um educador brasileiro. José Luiz de Paiva.Indicação do número ou fascículo: . Dumerval Trigueiro (org. Avaliação educacional: necessidades e tendências. 1976. 1995. Lauro de Oliveira. O autor do capítulo citado não é o autor da obra: HORTA. Dissertação (Mestrado em Educação) . 210 p. 6. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Citação de parte de uma obra: O autor do capítulo citado é também autor da obra: LIMA.

35-37. abr. Entrevista concedida ao Pasquim. etc. Obs.Data: Exemplos: Artigo de um autor: BORTOLETTO. p. Obs: A referência de mês é reduzida a apenas três letras e um ponto. 6. Artigo de jornal assinado: DINIZ. n. jul.8. 1982. 63. p. (veja o exemplo em artigo não assinado). Almanaque Pasquim. p. Artigo de jornal não assinado (sem nome de autor): MULHERES têm que seguir código rígido.. Artigo não assinado (sem nome de autor): A ENERGIA dual indígena no mundo dos Aymara (Andes do Peru e Bolívia). Leila. Obs. com exceção do mês de maio que se escreve com todas as letras (maio) e sem o ponto. Marisa Cintra. Belém./maio/jun.3 . especial.Publicações Periódicas Coleções inteiras: EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS SOCIAIS. n. uma mulher solar. 1 caderno. São Paulo: Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais. 1990. Leila Diniz. O Globo. O mês de janeiro ficaria sendo jan. segue-se a mesma regra das referências dos livros. Mensageiro. n. 10-17. o de fevereiro fev. Viver Psicologia.26 h . I. 25-27.: Escreve-se em maiúscula até a primeira palavra significativa do título. out. 1956- .. O que é ser mãe? A evolução da condição feminina na maternidade através dos tempos.Indicação de página inicial e final do artigo: i . Rio de Janeiro.: No caso de mais de um autor.. 1992. São Paulo. p. 40. v. 1993. 31 jan. 3. Rio de Janeiro.

935.406 de 5 out. Rio de Janeiro.8.. 1996. In: Congresso Brasileiro de Publicações. São Paulo: FEBAP. 1981. 1. 227. 9. p. v. n. Resoluções etc: CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Anais de congresso no todo: SEMINÁRIO DO PROJETO EDUCAÇÃO. fev.4 .: Todas as revistas sob este título foram consultadas. Brasília. Diário Oficial (da República Federativa do Brasil).: BRASIL. Decretos-Leis. 1. 217-220. 125. 6. Publicação. Seção 1.. 1996. execução: direitos autorais. Promulga a convenção sobre conservação dos recursos vivos marinhos antárticos. Pareceres. Anais do V Seminário do Projeto Educação. 16 de jan. 793-799. Somente uma parte de uma coleção: FORUM EDUCACIONAL. 1987.Anais do I Congresso de Publicações. reprodução.1/2. São Paulo. v. 1979. p. 24 out. Parecer n. Rio de janeiro: Fundação Getúlio Vargas.27 Obs. Teorias da aprendizagem. Portarias etc. p. Documenta. n.: Esta citação indica que a revista inteira foi consultada.13. 5. pt. out. n. 1981. Antônio. Rio de Janeiro: Forum de Ciência e Cultura-UFRJ. Obs. de 15 de janeiro de 1987. Consulta sobre o plano de aperfeiçoamento médico a cargo do Hospital dos Servidores de São Paulo. 1./maio 1989. 5 a 10 de jul.Obras de Referência Dicionário: . Trabalho publicado em anais de congresso e outros eventos: CHAVES. 11-29. Decreto 93. 1979. Relator: Antônio Paes de Carvalho.

ABNT e recebeu a informação que até o final do ano de 1998 as normas já estariam estabelecidas.É a explicação dos termos técnicos. 107-162. 185.Capa . In: FERREIRA.com) Obs. Minidicionário da língua portuguesa.trabalhosprontos. no final das referências possíveis.4 .html. 6. Fonte. o autor deste trabalho esteve na Associação Brasileira de Normas Técnicas . 19/01/01 .Glossário . cap. 1982. Normas da ABNT: Estrutura de Apresentação do Trabalho.8. p. 2 ed. Rio de Janeiro. 2001. Enciclopédia: Divórcio. Sua colocação é opcional.com/apresenta. In: Enciclopédia Saraiva de Direito. por áreas de ensino. São Paulo: Saraiva. 6. Seção 2. v. verbetes ou expressões que constem do texto. In: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. In: Mepel DIGITUS. Aurélio Buarque de Holanda. Marcos Eduardo Costa. é opcional e permanece em branco. 6.Internet Não existem regras estipuladas para referências de "sites" da Internet. (http://www. p. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 29. Neste momento também foi instruído. Anuário: Matrícula nos cursos de graduação em universidades e estabelecimentos isolados.9 . verbalmente. a proceder da seguinte maneira: A referência desta página: PIMENTEL. http://mepeldigitus. segundo as universidades da Federação . 1988. Anuário estatístico do Brasil. p.: O endereço do "site" deve estar entre parênteses.10 . 17. 230: Ensino. 1977.Serve para proteger a última folha do trabalho.28 Educação. No entanto.1978-80.

29 .

moradora da Ladeira do Pelourinho.Citação Direta Longa (com 5 linhas ou mais) . (O texto deve ser digitado em espaço dois). Obs.Citação Direta Curta (com menos de 5 linhas) . 7.1 .1.: Além disso.1 . aos quais o acesso à instrução era muito mais fácil. em espaço um (1). enquanto os maridos comiam. Detalhe pitoresco é que na hora do almoço.refere-se ao número da página onde o autor fez a citação. Não obstante sobressaírem as mulheres no ensino das prendas domésticas. as poucas que se apresentavam para reger uma classe dominavam tão mal aquilo que deveriam ensinar que não logravam êxito em transmitir seus exíguos conhecimentos.autor que faz a citação. Se os próprios homens.: MOTT .Deve ser feita na continuação do texto. em Salvador. Ex.Quando se quer transcrever o que um autor escreveu. b) . 13 . que de sua janela jogou água fervendo nos invasores holandeses. uma vez que as mulheres que o ministravam não estavam preparadas para exercer tal função.30 ORGANIZAÇÃO DO CORPO DO TEXTO 7. se revelavam incapazes de ministrar o ensino de primeiras letras.o ano de publicação da obra deste autor na bibliografia. incentivando os homens a continuarem a luta. Ex. entre aspas.Citação Direta a) .As margens são recuadas à direita. 1988: 13). as mulheres lutavam em seu lugar.Citações .: Maria Ortiz. 1988 . a qualidade do ensino fornecido era duvidosa. "A maior dificuldade de aplicação da lei de 1827 residiu no provimento das cadeiras das escolas femininas. lastimável era o nível do ensino nas escolas . Este fato levou os europeus a acreditarem que "o baiano ao meio dia vira mulher" (MOTT.

cujas mestras estiveram sempre mais ou menos marginalizadas do saber" (Saffioti. 7.3 .É a citação que sofre uma interpretação por parte do autor. d) No final do trabalho .Todas as citações aparecem no final do trabalho listadas em ordem numérica crescente. conforme nos exemplos acima. foi concedido às mulheres o direito à educação primária.Antes do Sumário conta-se a partir da Folha de Rosto e os números são em algarismos romanos. Note-se que o ensino da geometria era limitado às escolas de meninos.São contadas na numeração.: Somente em 15 de outubro de 1827.Localização das Citações a) No texto .A citação vem logo após ao texto. mas não recebem números a folha de .2 .1.Existem dois níveis para numeração das páginas: Antes do Sumário: .Citação Indireta . depois de longa luta. 7. Obs.É a citação feita por outro pesquisador. 7. Devem ser numeradas em ordem crescente.2 . Ex.: apud = citado por. Neste caso coloca-se um número ou um asterisco sobrescrito que deverá ser repetido no rodapé da página.Paginação .Citação de Citação . b) Em nota de rodapé . o ensino da aritmética nas escolas de meninas ficou restrito às quatro operações. c) no final de cada parte ou capítulo . . 1988: 35). 1976: 193).As citações aparecem em forma de notas no final do capítulo. no todo ou por capítulo. Ex.31 femininas.No rodapé da página onde aparece a citação.: O Imperador Napoleão Bonaparte dizia que "as mulheres nada mais são do que máquinas de fazer filhos" (BONAPARTE apud LOI.1.3 . mas mesmo assim.A numeração em romanos termina quando começa o texto (sumário). . 7.

Não há uma determinação quanto ao formato do texto na página. colocados no canto superior direito.0 cm no lado direito 3 . a primeira página do texto (página 1) e as páginas que iniciam um capítulo.Formato .0 cm na parte superior 3.Corpo da letra: 12 4 .As páginas são numeradas em algarismos arábicos.4 .0 cm na inferior 3.Tipo da letra: Times News Roman (em computador) 5 .São contadas na numeração.branco 2 .A numeração em algarismos arábicos inicia-se a partir do Sumário (página 1). 7.0 cm no lado esquerdo 2.32 rosto.Margens de: 3. No entanto é usual as seguintes características: 1 .com/org. a primeira página do texto e as páginas que iniciam um capítulo. Depois do Sumário: . mas não recebem números a folha de rosto. 19/08/2001-08-20 . .Papel formato A-4 (210 X 297 mm) .html. . Fonte: http://mepeldigitus.Espaço entrelinhas: 2 (duplo) Obs: Não esquecer que o espaço entrelinhas em uma citação longa (mais de cinco linhas) deve ter espaço entrelinhas simples. a um espaço duplo acima da primeira linha.

Referências Bibliográficas COSENZA. A. O método científico: teoria e prática. N. 200 p. LAKATOS.. São Paulo: Harbra. [198_ ]. GOLDENBERG.Bibliografia Recomendada ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Gilse. 107 p. Submissão e resistência: a mulher na luta contra a escravidão. SAFFIOTI. Isidoro. BACHELARD. PAIXÃO. Maria Lúcia de Barros. Armando Asti. 1986. 2 ed. LEHFELD. A mulher.Metodologia da pesquisa científica. 1998. 53 p. 1976. LOI. Rio de Janeiro: Record.A. 1991. n. MOTT. São Paulo. 6. 1976.33 BIBLIOGRAFIA 8. 6-7. O novo espírito científico. J. São Paulo: Contexto. . 231 p.. 2 ed. 1968. Rio de Janeiro. São Paulo: Jabuti. São Paulo: Atlas. 8. Guilherme. P. BASTOS. A. FERNANDES. BARROS. Gaston.. Lucia Monteiro.A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais./fev. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Universitárias. p. 383 p. jan. 1986. A mulher na sociedade de classe: mito e realidade. 24. Normas ABNT sobre documentação. 1988. Fundamentos de metodologia. Heleieth Iara Bongiovani. Revista Presença Mulher. 151 p. 1988.2 ./mar. GALLIANO. Lyra. 1993. MARCONI. (Biblioteca Tempo Universitário. Marina de Andrade. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. Porto Alegre: Globo. VERA. Mirian. Petrópolis: Vozes. v.1 .S. 86 p. 12). Metodologia científica. Eva Maria. teses e dissertações. Lília da Rocha. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.

1975. Rio de Janeiro: Kennedy. (org. Mirian. N. 1980. FERRARI. A. GRESSLER.. A. Pedro. 3 ed. DEMO. Rio de Janeiro: Zahar. Normas de apresentação tabular. 1998. Metodologia científica em ciência sociais. Rio de Janeiro: Record. São Paulo: Harbra.. 1976. Amado Luiz.) Problemas da revolução científica. 287 p. 1989. Rio de Janeiro. Alfonso Trijillo. São Paulo: Edusp. G. GALLIANO. 1977. 1998. 1988. JAPIASSU. Rio de Janeiro: Imago. KERLINGER. V. F. IBGE. (org.. GOOD. F. 2 ed. A pesquisa científica. São Paulo: Nacional. São Paulo: Difel. As formas do conteúdo. Paul M. São Paulo: Brasiliense. Métodos de pesquisa social. 1982. DIXON. BRANDÃO. 2 ed. 1974. HATT. Pedro Alcino. Metodologia das ciências sociais. 1979. Hilton F. 1976. 1983.. São Paulo: Loyola. R. . Willian Josian.) Pesquisa participante. Guia para elaboração de relatórios de pesquisa: monografia. HARRÉ. 1980.34 3 ed. 2 ed. KOURGANOFF. Antônio Fernando Gomes da. O mito da neutralidade científica. B. Rio de Janeiro: Zahar. Rio de Janeiro: UNITEC. São Paulo: Atlas. Metodologia da ciência. 1974. Belo Horizonte: Itatiaia. Para que serve a ciência? São Paulo: Nacional. São Paulo: Perspectiva. 218 p. A ciência como atividade humana. L. GOLDENBERG. COSTA.A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. Guilherme. Metodologia científica: para uso dos estudantes universitários. 211 p. 7 ed. KNELLER. CERVO. 22 p. BERVIAN. O método científico: teoria e prática. Carlos Rodrigues. 1961. Umberto. 1977. 200 p. 107 p. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. 1986. Pesquisa educacional. ECO..

NIETZSCHE.1980. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia de trabalhos científicos. RUIZ.. 1989. Friedrich Wilhelm. Angelo Domingos. Coordenação Central de Pós-Graduação e Pesquisa . São Paulo: Cultrix. Lisboa: Dom Quixote. Rolando. Porto Alegre: Sulina. São Paulo: Cultrix. Psicogênese e história das ciências. 251 p.. 1987. José Alfredo Américo. 1986. 231 p. GARCIA. São Paulo: Atlas. LEITE. Roberto Jarry et al. (org. São Paulo: EPU. Délcio Vieira. SALVADOR. A gaia ciência. 221 p. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. 2 ed. Normas para apresentação de teses e dissertações. 1978. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO. 99 p.35 LAKATOS. Introdução à filosofia da ciência. s/d. São Paulo: Atlas. 287 p. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. LAMBERT. 1975. 1977. Rio de Janeiro. 1987. Pesquisa social: métodos e técnicas. Marina de Andrade. Planejar e redigir trabalhos científicos. Menga. Luiz. São Paulo: Atlas. LÜDKE. PIAGET. 1972.) Filosofia da ciência. 1974. Metodologia da elaboração de teses.PUC-/RJ. 183 p.. 1991. MORGENBESSER. SALOMON. . ANDRÉ. 1988. Marli E. BRITTAN. D. Metodologia científica. Eva Maria. S. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. G. São Paulo: Edgar Blucher/Fundação Oswaldo Cruz. 2 ed. João Álvaro. Jean. São Paulo: Ediouro. 2 ed. A. G. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. MARCONI. REY. Belo Horizonte: Interlivros. RICHARDSON. K.

Manual de orientação para o preparo de monografias. Ciência. VERA. Fonte: http://mepeldigitus. Serviço de Biblioteca e Documentação. Augusto. Rio de Janeiro: Zahar. São Paulo. 19/08/01 . 1987. Rio de Janeiro: Forense Universitária. Metodologia da pesquisa científica. Simon. 1996. Manual de Orientação bibliográfica à pós-graduação. São Paulo: Cortez. Armando Asti. THOMPSON. universidade e ideologia. Porto Alegre: Globo. Antonio Joaquim.36 SCHWARTZMAN. 1981. 1988. 20 ed.com/biblio. SEVERINO. Escola de Comunicação e Artes. Metodologia do trabalho científico.html. 1976. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.

37 9 . Bibliografia: É a lista de obras utilizadas ou sugeridas pelo autor do trabalho de pesquisa. Coleta de Dados: É a fase da pesquisa em que se reúnem dados através de técnicas específicas. o título do trabalho e a instituição onde a pesquisa foi realizada. Sua origem está nos procedimentos de verificação baseados na metodologia científica.Palavras utilizadas em pesquisa Agradecimento: É a manifestação de gratidão do autor da pesquisa às pessoas que colaboraram no seu trabalho. Lembrando que o primeiro capítulo será a Introdução e o último as Conclusões do autor. Nele deve constar o material que contribui para melhor esclarecer o texto do relatório de pesquisa. Podemos então dizer que o Conhecimento Científico: .1. Análise: É o trabalho de avaliação dos dados recolhidos. Anexo: É uma parte opcional de um relatório de pesquisa. Capítulo: É uma das partes da divisão do relatório de pesquisa. propondo soluções e aplicações práticas. . Deve ter a característica de ser curto e objetivo. Sem ela não há relatório de pesquisa. Amostra: É uma parcela significativa do universo pesquisado ou de coleta de dados."É racional e objetivo. .Atém-se aos fatos. Apêndice: O mesmo que Anexo. Capa: Serve para proteger o trabalho e dela deve constar o nome do autor. sistemático. Conclusão: É a parte final do trabalho onde o autor se coloca com liberdade científica. Ciência: É um conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado objeto conquistados através de métodos próprios de coleta de informação. exato e verificável da realidade. avaliando os resultados obtidos. Citação: É quando se transcreve ou se refere o que um outro autor escreveu. Conhecimento Científico: É o conhecimento racional. Entre eles o texto da pesquisa.GLOSSÁRIO 9.

.É analítico. 1979: 24-30). para obtenção do grau de Mestre. Corpo do Texto: É o desenvolvimento do tema pesquisado. . . por exigência do Parecer 977/65 do então Conselho Federal de Educação. . . com aprofundamento superior a uma monografia. Entrevista: É um instrumento de pesquisa utilizado na fase de coleta de dados. capítulos ou itens.É verificável.Requer exatidão e clareza. ser confirmado ou negado.É útil" (Galliano. após inúmeras tentativas.Transcende aos fatos. Conhecimento Teológico: Conhecimento revelado pela fé divina ou crença religiosa. o conhecimento adquirido através de ações não planejadas.Pode fazer predições. ultrapassando os limites formais da ciência.38 . por sua origem.É explicativo. dividido em partes. Dedução: Conclusão baseada em algumas proposições ou resultados de experiências. . Busca dar sentido aos fenômenos gerais do universo. Experimento: Situação provocada com o objetivo de observar a reação de determinado fenômeno. gerando conceitos subjetivos. Dedicatória: Parte opcional que abre o trabalho homenageando afetivamente algum indivíduo. ou seja. Dissertação: É um trabalho de pesquisa. Fichamento: São as anotações de coletas de dados registradas em fichas para posterior consulta. Depende da formação moral e das crenças de cada indivíduo. Não pode. Conhecimento Filosófico: É fruto do raciocínio e da reflexão humana. É o conhecimento especulativo sobre fenômenos. .Depende de investigação metódica.É aberto. grupos de pessoas ou outras instâncias.Busca e aplica leis. . . . excluindo-se a Introdução e a Conclusão.É comunicável. Folha de Rosto: É a folha seguinte a capa e deve conter as mesmas informações contidas na Capa e as informações essenciais da origem do trabalho. . Conhecimento Empírico (ou conhecimento vulgar): É o conhecimento obtido ao acaso.

de uma apostila ou qualquer outro documento. é a ordenação de um conjunto de etapas a serem cumprias no estudo de uma ciência. com tratamento escrito individual. Instrumento de Pesquisa: Material utilizado pelo pesquisador para colher dados para a pesquisa. Índice (ou Índice Remissivo): É uma lista que pode ser de assuntos. onde o pesquisador irá apresentar. infere-se uma verdade geral ou universal. Marconi. É o estudo dos caminhos a serem seguidos para se fazer ciência. Alguns autores referem-se a Índice como o mesmo que Sumário. Indução: "Processo mental por intermédio do qual. ou seja. suficientemente constatados. com a indicação da(s) página(s) no texto onde aparecem. Gráfico: É a representação gráfica das escalas quantitativas recolhidas durante o trabalho de pesquisa. Método: A palavra método deriva do grego e quer dizer caminho. . na busca de uma verdade ou para se chegar a um determinado fim. Hipótese: É a suposição de uma resposta para o problema formulado em realção ao tema. que venha contribuir com relevância à ciência. Introdução: É o primeiro capítulo de um relatório de pesquisa. Método então. apesar do nome Introdução. "grafia" significa escrita. de um artigo. de um capítulo de um livro ou de parte deste livro. A Hipótese pode ser confirmada ou negada. investigação. Monografia: "Mono" significa um. Resenha: É uma descrição minuciosa de um livro. acompanhadas de definição. escrito por um. Por isso. não contida nas partes examinadas" (Lakatos. busca. É a dúvida inicial que lança o pesquisador ao seu trabalho de pesquisa. 1991: 47).39 Glossário: São as palavras de uso restrito ao trabalho de pesquisa ou pouco conhecidas pelo virtual leitor. partindo de dados particulares. o que o leitor encontrará no corpo do texto. é a última parte a ser escrita pelo autor. no nosso caso. de um tema bem determinado e limitado. Problema: É o marco referencial inicial de uma pesquisa. Metodologia: "Methodo" significa caminho. Pesquisa: É a ação metódica para se buscar uma resposta. É um estudo científico. "logia" significa estudo. Premissas: São proposições que vão servir de base para uma conclusão. de nomes de pessoas citadas. em linhas gerais.

utilizando-se de um instrumental apropriado. .40 Técnica: É a forma mais segura e ágil para se cumprir algum tipo de atividade. 9. idem ou id: Significa "igual a anterior". Ex. In: Significa "em".: Numa obra escrita por Helena Schirm. Ex. ibid ou ibdem: Significa "na mesma obra". As proposições de uma teoria são consideradas leis se já foram suficientemente comprovadas e hipóteses se constituem ainda problema de investigação" (Goldenberg. (et alli): Significa "e outros". Teoria: "É um conjunto de princípios e definições que servem para dar organização lógica a aspectos selecionados da realidade empírica. Utilizado quando a obra foi executada por muitos autores. e para o avanço científico na área em que o tema for tratado. 1998: 106-107) Tese: É um trabalho semelhante a Dissertação. Utilizase da mesma forma que ipsis litteris ou sic.: (Napoleão apud Loi) ou seja. "literalmente". distinguindo-se pela efetiva contribuição na solução de problemas. Tópico: É a subdivisão do assunto ou do tema. Maria Cecília Rubinger de Ottoni e Rosana Velloso Montanari escreve-se: SCHIRM. Utiliza-se para expressar que o texto foi transcrito com fidelidade. Nas citações é utilizada para informar que o que foi transcrito de uma obra de um determinado autor na verdade pertence a um outro.2.Palavras ou expressões latinas utilizadas em pesquisa apud: Significa "citado por". Universo: É o conjunto de fenômenos a serem trabalhados. "textualmente". mesmo que possa parecer estranho ou esteja reconhecidamente escrita com erros de linguagem. Helena et al. Napoleão "citado por" Loi et al. ipsis verbis: Significa "pelas mesmas palavras". definido como critério global da pesquisa. ipsis litteris: Significa "pelas mesmas letras".

Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou ipsis verbis. 19/08/01 .html. referindo-se a nota imediatamente anterior. sic: Significa "assim".41 opus citatum ou op. Fonte: http://mepeldigitus. É utilizada quando a citação se repete em mais de um trecho da obra.com/glossario.: Significa "obra citada" passim: Significa "aqui e ali". supra: Significa "acima".cit.

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