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MANUAL BÁSICO DE ROTINAS TRABALHISTAS

MANUAL BÁSICO DE ROTINAS TRABALHISTAS

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  • SIGLAS UTILIZADAS
  • ADMISSÃO DO EMPREGADO – ROTINAS BÁSICAS
  • ABANDONO DE EMPREGO
  • ADVERTÊNCIA E SUSPENSÃO DISCIPLINAR
  • CAGED – CADASTRO GERAL DE EMPREGADOS E DESEMPREGADOS
  • AGENDA DE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS
  • ACORDO DE COMPENSAÇÃO DE HORAS
  • ATESTADO MÉDICO
  • DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO – ASPECTOS GERAIS
  • BANCO DE HORAS
  • CIPA
  • CONTRATO DE TRABALHO POR PRAZO DETERMINADO
  • CONTRIBUIÇÃO SINDICAL DOS EMPREGADOS
  • CONTRATO DE EXPERIÊNCIA
  • CRECHE - OBRIGATORIEDADE
  • DESCONTOS SALARIAIS
  • DIÁRIAS PARA VIAGEM E AJUDA DE CUSTO
  • DESCANSO SEMANAL REMUNERADO - DSR
  • EMPREGADO DOMÉSTICO
  • Empregado Doméstico
  • EMPREGADO ESTUDANTE
  • ESCALA DE REVEZAMENTO
  • ESTABILIDADE PROVISÓRIA
  • ESTÁGIO PROFISSIONAL
  • ESTRANGEIRO
  • FALECIMENTO DO EMPREGADO
  • FALTAS JUSTIFICADAS
  • FALTAS NÃO JUSTIFICADAS – REFLEXOS NA REMUNERAÇÃO
  • FÉRIAS COLETIVAS
  • GUARDA DE DOCUMENTOS – PRAZOS
  • HOMOLOGAÇÃO – RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO
  • HORAS EXTRAS
  • INDENIZAÇÃO ADICIONAL DEVIDA NA DESPEDIDA ANTES DA DATA-BASE
  • INSALUBRIDADE
  • JUSTA CAUSA DO EMPREGADO – RESCISÃO DO CONTRATO
  • LICENÇA MATERNIDADE
  • CONTRATO DE APRENDIZAGEM
  • MENOR DE IDADE – ATIVIDADES DE TRABALHO PROIBIDAS
  • PARCELAS NÃO CONSIDERADAS COMO SALÁRIOS
  • PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO DO TRABALHADOR (PAT)
  • PRAZO DE PAGAMENTO DE VERBAS RESCISÓRIAS
  • SALÁRIOS – VARIAÇÕES NO PONTO E TEMPO DE TRANSPORTE
  • OPTANTES PELO SIMPLES FEDERAL – OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS
  • TRABALHO NOTURNO
  • TRABALHO RURAL
  • VALE-TRANSPORTE
  • CONTRIBUIÇÃO SINDICAL DO EMPREGADOR
  • CONTRATO POR SAFRA
  • DIREITOS CONSTITUCIONAIS DO TRABALHADOR
  • DISCRIMINAÇÃO NO TRABALHO

1- Manual Básico de Rotinas Trabalhistas ©

MANUAL DE ROTINAS TRABALHISTAS ©
Autor: Júlio César Zanluca Distribuição: Portal Tributário® www.GUIATRABALHISTA.com.br
 Atenção: esta obra é atualizável. Recomendamos baixá-la periodicamente em seu computador, utilizando a mesma senha, no endereço www.portaltributario.com.br/downloads

Dica: para pesquisar rapidamente uma palavra, tecle CTRL+L Sumário: (clique no título para acessar o tema desejado) Introdução Siglas Utilizadas Abandono de Emprego Acordo de Compensação de Horas Admissão do Empregado – Rotinas Básicas Advertência e Suspensão Disciplinar Agenda de Obrigações Trabalhistas Arquivos Digitais Atestado Médico Aviso Prévio - Aspectos Gerais Aviso Prévio - Cálculo Banco de Horas CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados Cartão Ponto e Quadro de Horário de Trabalho CIPA Contrato de Experiência Contrato de Trabalho por Prazo Determinado Contrato por Safra Contribuição Sindical – Relação de Empregados Contribuição Sindical do Empregador Contribuição Sindical dos Empregados Creche - Obrigatoriedade Décimo Terceiro Salário – Aspectos Gerais Décimo Terceiro Salário – 1a. Parcela Décimo Terceiro Salário – 2a. Parcela Décimo Terceiro Salário - Salário Variável - Ajuste da Diferença Décimo Terceiro Salário – Rescisão – Recolhimento do INSS Descanso Semanal Remunerado - DSR Descontos Salariais Diárias para Viagem e Ajuda de Custo Direitos Constitucionais do Trabalhador Discriminação no Trabalho Empregado Doméstico www.guiatrabalhista.com.br

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Empregado Estudante Escala de Revezamento Estabilidade Provisória Estágio Profissional Estrangeiro Falecimento do Empregado Faltas Justificadas Faltas Não Justificadas - Reflexos na Remuneração Feriado Coincidente com o Sábado Férias - Abono Férias - Aspectos Gerais Férias - Cálculo em mês de 28, 29 ou 31 dias Férias Proporcionais - Pedido de Demissão de Empregado com menos de 1 ano de Serviço Férias - Remuneração Férias Coletivas Férias em Dobro GFIP/SEFIP Guarda de Documentos - Prazos Homologação – Rescisão do Contrato de Trabalho Horas Extras Indenização Adicional Devida na Despedida antes da Data-Base Insalubridade Intervalos Justa Causa do Empregado – Rescisão do Contrato Licença Maternidade Contrato de Aprendizagem Menor de Idade – Atividades de Trabalho Proibidas Optantes pelo Simples Federal – Obrigações Trabalhistas Parcelas não consideradas como Salários Prazo de Pagamento de Verbas Rescisórias Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) Salário Família Salário Família - Documentação Salários – Prazos de Pagamento Salários – Variações no Ponto e Tempo de Transporte Trabalho Noturno Trabalho Rural Vale Transporte INTRODUÇÃO Neste manual são expostas as rotinas básicas da legislação trabalhista no Brasil. Busca-se uma compreensão direta do assunto, com exemplos e explicações suficientes para que o leitor obtenha domínio a rotina trabalhista comentada.

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 Observar que todos os exemplos são meramente ilustrativos. Em situações reais, verificar a adequação dos cálculos à efetiva realidade ocorrida e legislação vigente à época.  Esta é uma obra com direitos autorais REGISTRADOS, não podendo ser reproduzida, distribuída, comercializada por qualquer meio sem autorização por escrito do detentor dos direitos autorais. Permitida a reprodução de apenas 1 (uma) cópia para uso exclusivo e pessoal do adquirente. LINKS ÚTEIS Para facilitar o acesso à legislação trabalhista e previdenciária, bem como jurisprudências, indicamos os seguintes links: Íntegra da legislação básica http://www.planalto.gov.br/leg.asp trabalhista você poderá encontrar em:

Súmulas do TST você encontra em http://apolo.tst.gov.br/brs/bden.shtml Jurisprudência (decisões dos tribunais trabalhistas): http://apolo.tst.gov.br/jurisprudencia/brs/genep.html Portarias, Ordens de Serviços e demais regulamentações do Ministério do Trabalho: www.mte.gov.br No caso da legislação do INSS, obtenha a mesma em http://www81.dataprev.gov.br/sislex/ Em alguns casos, incluímos referências de conteúdo à internet, bastando clicar sobre a área marcada (neste caso você deverá estar conectado á internet para poder acessar o assunto respectivo). SOBRE O AUTOR Júlio César Zanluca é Contador e mora em Curitiba – PR. Catarinense, foi auditor e consultor de várias empresas no Paraná e Santa Catarina. Atualmente, o autor é coordenador de conteúdo dos sites Portal Tributário e Guia Trabalhista, tendo escrito outras obras na área trabalhista: CLT Anotada e Atualizada, Manual da CIPA, Manual do Empregador Doméstico, Manual do PPP, Gestão de RH, Modelos de Contratos e Termos Trabalhistas e Planejamento de Carreira e Marketing Pessoal. SIGLAS UTILIZADAS CAGED: Cadastro Geral de Empregados e Desempregados CF: Constituição Federal CIPA: Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CLT: Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto-Lei 5.452/1943)

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CPC: Código de Processo Civil (Lei 5.869/1973) CPP: Código de Processo Penal (Decreto Lei 3.689/1941) CTPS: Carteira de Trabalho e Previdência Social DSR: Descanso Semanal Remunerado GFIP: Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social. GPS: Guia da Previdência Social IN: Instrução Normativa INSS: Instituto Nacional de Seguridade Social IR: Imposto de Renda IRF ou IRRF: Imposto de Renda Retido na Fonte LC: Lei Complementar MTb ou MTE: Ministério do Trabalho e Emprego NR: Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho OS: Ordem de Serviço PAT: Programa de Alimentação do Trabalhador PIS: Programa de Integração Social (Lei Complementar 7/70) RPS: Regulamento da Previdência Social (Decreto 3.048/1999) SRF: Secretaria da Receita Federal TST: Tribunal Superior do Trabalho VT: Vale Transporte ADMISSÃO DO EMPREGADO – ROTINAS BÁSICAS CARTEIRA DE TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL A Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) é o documento básico de cada trabalhador, para sua admissão e registro no emprego. Será obrigatoriamente apresentada, contra recibo, pelo trabalhador ao empregador que o admitir, o qual terá o prazo de 48 (quarenta e oito) horas para nela anotar, especificamente: 1) a data de admissão; 2) a remuneração e as condições especiais, se houver. Base Legal: art. 29 da CLT. LIVRO OU FICHA DE REGISTRO DE EMPREGADO Em todas as atividades será obrigatório para o empregador o registro dos respectivos trabalhadores, no livro ou ficha individual respectivo. Base: art. 41 da CLT. EXAME MÉDICO

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168. É vedado exigir atestado ou exame. dele exigirá o empregador a apresentação da prova de quitação da contribuição sindical. de qualquer natureza. IV da CLT.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Será obrigatório exame médico. www.com. serão descontados no primeiro mês subsequente ao do reinício do trabalho. Os empregados que não estiverem trabalhando no mês destinado ao desconto da contribuição sindical.br . assinada pelo empregado. por ocasião de sua admissão . a empresa deve providenciar as devidas anotações na CTPS no campo de “Anotações Gerais”. Celebrado o contrato. dos seus dependentes. deverá ser providenciado a autorização específica. para comprovação de esterilidade ou gravidez.5. I. 601 e 602 da CLT.guiatrabalhista. deve-se proceder ao preenchimento e assinatura do referido contrato.art. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL No ato da admissão de qualquer empregado. deve constar no próprio contrato de trabalho cláusula autorizando os citados descontos. e o empregado queira usufruir dos mesmos. Bases: art.art. estipulando as condições e o prazo de experiência. De igual forma se procederá com os empregados que forem admitidos depois daquela data e que não tenham trabalhado anteriormente nem apresentado a respectiva quitação. 373A. DECLARAÇÃO DE DEPENDENTES Caso a remuneração do empregado supere o valor da isenção da tabela do imposto de renda na fonte. ao empregado. Além dessa autorização. na admissão ou permanência no emprego . fazer a declaração por escrito. O contrato de experiência é utilizado para conhecimento das partes e seu prazo é limitado legalmente em 90 dias. por conta do empregador. da CLT. CONTRATO DE TRABALHO DE EXPERIÊNCIA Na hipótese da contratação envolver experiência. AUTORIZAÇÃO DE DESCONTOS Caso o empregador mantenha convênios. assinado pelo empregado.

então a falta contínua e sem motivo justificado é fator determinante de descumprimento da obrigação contratual. por escrito: . OUTROS DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 1 Foto 3 x 4 CPF Comprovante de Inscrição do PIS (“Cartão PIS”) SALÁRIO FAMÍLIA Se o empregado tiver direito ao salário família. assinado pelo empregado. www. Comprovante de freqüência á escola dos filhos de 7 a 14 anos. deverá ser preenchida a ficha correspondente. onde o mesmo expressará a sua concordância em fazer horas extras ou. conforme a CLT. se individual. ainda. A empresa deverá obter declaração negativa quando o funcionário não exercer a opção deste benefício. por meio de acordo ou convenção coletiva.seu endereço residencial. artigo 482. Tal falta é considerada grave. nos casos de compensação do horário do sábado com outros dias da semana. VALE TRANSPORTE O empregado para passar a receber o Vale-Transporte deverá informar ao empregador. Comprovante de vacinação dos filhos menores de 7 anos (fotocópia). acompanhada da seguinte documentação: Fotocópia da Certidão de Nascimento dos filhos menores de 14 anos.guiatrabalhista.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O acordo deverá ser escrito.os serviços e meios de transporte mais adequados ao seu deslocamento residência-trabalho e vice-versa. .número de vezes utilizados no dia para o deslocamento residência/trabalho/residência. . ACORDO DE COMPENSAÇÃO DE HORAS O Acordo de Compensação é documento necessário para a admissão. o que enseja a rescisão por justa causa do contrato de trabalho. uma vez que a prestação de serviço é elemento básico do contrato de trabalho. alínea "i".6.br .com. ABANDONO DE EMPREGO O abandono de emprego constitui falta grave.

090/87 .RO nº 3. recebe alta da Previdência Social e não retorna ao trabalho.com.Rel. não sendo necessária a publicação em jornal. deverá convocá-lo para justificar as suas faltas.Minas Gerais-II. motivo para rescisão do contrato de trabalho por justa causa quando o empregado. Elemento objetivo ou material: é a ausência prolongada do empregado ao serviço sem motivo justificado. eis que tal atitude demonstra a intenção inequívoca de não mais retornar ao trabalho. de falta de mais de 30 dias ou período inferior se houver circunstâncias evidenciadoras. também.2003) CONTRATO DE TRABALHO COM OUTRO EMPREGADOR O empregado que se ausentar do trabalho. é mister que o empregador comprove a ausência do empregado em período superior a 30 dias.11. PROCEDIMENTO DO EMPREGADOR O empregador. 27. Elemento subjetivo ou psicológico: é a intenção de não mais continuar com a relação empregatícia. sob www.Res. constatando que o empregado está ausente do serviço por longo período.br . sem apresentar qualquer justificativa.11. DJ 21. mas algum meio que justifique o pleno conhecimento do empregado. por estar prestando serviço a outro empregador.7. comete falta grave.guiatrabalhista.87) Enunciado TST nº 32: "Presume-se o abandono de emprego se o trabalhador não retornar ao serviço no prazo de 30 (trinta) dias após a cessação do benefício previdenciário nem justificar o motivo de não o fazer. A jurisprudência trabalhista fixa a regra geral. 121/2003. que estava afastado por benefício previdenciário. Juíza Sônia Maria Ferreira de Azevedo . CESSAÇÃO DE BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO Constitui." (Ac un da 4ª T do TRT da 3ª R . sem justificativa. estando sujeito à dispensa motivada por abandono de emprego. PERÍODO DE AUSÊNCIA A legislação trabalhista não dispõe a respeito do prazo de ausência injustificada para caracterização do abandono de emprego." (Nova redação . "Para que se caracterize o abandono de emprego. de sua ausência sem justificativa.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © CONFIGURAÇÃO O abandono de emprego configura-se quando estão presentes o elemento objetivo ou material e o elemento subjetivo ou psicológico.

.. ao estabelecimento desta Empresa....... Série nº .../....../. EMPRESA (assinatura autorizada) MODELO DE EDITAL "..(especificar nº de dias ou horas)... (nome do empregado) CTPS nº . Cidade .. solicita o comparecimento de . anotando-se na ficha ou no livro de registro de empregados...... (nome completo do empregado)......br ..... .......com.. Prezado empregado: Solicitamos o comparecimento de V. . no prazo de ..... da CLT.......... de ...pessoalmente... no prazo de .... O recibo pode ser firmado pelo empregado ou por pessoa da família. .via cartório com comprovante de entrega. Atenciosamente.guiatrabalhista.....através do correio.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © pena de caracterização de abandono de emprego........ por carta registrada.Sa......... letra "i" da CLT.. mediante recibo na segunda via da carta..... pela impossibilidade de provar a sua leitura pelo empregado. sob pena de caracterização do abandono de emprego previsto no artigo 482...... O empregador deverá manter um comprovante da entrega da notificação.. letra "i"....Estado . .(nome da empresa)........ portador da CTPS nº ........ Série ..... que a tenha recebido. de .. (colocar o número de dias ou horas)...8..... À . procedendo da seguinte maneira: .... exceto quando o empregado se encontrar em lugar incerto e não sabido....... no intuito de justificar suas faltas que vêm ocorrendo desde o dia . MODELO DE CARTA Curitiba. Rua .. ensejando a justa causa do seu contrato de trabalho conforme dispõe o artigo 482..." www.... O empregador deverá notificar o empregado por correspondência registrada ou pessoalmente..... Ressalte-se que a publicação em anúncio de jornal não tem sido aceita pela jurisprudência trabalhista predominante. sob pena de caracterização de abandono de emprego... Sem mais.. com Aviso de Recebimento (AR)..

RESCISÃO CONTRATUAL – AVISO No caso de o empregado não se manifestar dentro do prazo estabelecido na notificação. RESCISÃO INDIRETA – AFASTAMENTO O artigo 483. neste caso a empresa não poderá nem mesmo descontar as faltas. Neste caso.retornar ao trabalho. como motivo de doença mental.9. sem se fazer qualquer menção ao motivo do seu desligamento da empresa. REGISTRO DE EMPREGADOS www. a rescisão do contrato de trabalho é automática (salvo nos casos especiais citados).br .retornar ao trabalho sem justificar suas faltas. como a advertência ou suspensão. após o prazo estabelecido na notificação. deverá a empresa avisar ao empregado da rescisão. pedindo a sua demissão. . poderão ambas as partes manifestar a vontade em não mais continuar o contrato de trabalho estabelecido. computando-as para todos os efeitos legais e sendo descontadas. mediante carta ou edital (no caso de estar em local incerto ou não sabido). mas com justificativa de impossibilidade de reassumir a função. rescindindo-o sem justa causa.retornar e justificar legalmente as suas faltas.retornar ao trabalho sem justificar suas faltas. etc. quando: . e manifestar o seu interesse em não mais continuar o contrato de trabalho estabelecido. mesmo após a convocação da empresa. Neste caso. POSSIBILIDADE DE RETORNO AO SERVIÇO O empregado poderá retornar ao emprego sem caracterizar o abandono de emprego.com. computando-as para todos os efeitos legais e descontando-as. CTPS Na Carteira de Trabalho e Previdência Social do empregado deverá apenas ser dado baixa. Esta opção do empregado pelo afastamento não poderá ser considerada para efeito de abandono de emprego. .. podendo o empregador. . por tratar-se de faltas legais. devido circunstâncias excepcionais. utilizar-se apenas de medida disciplinar. se quiser.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © ÔNUS DA PROVA O artigo 818 da CLT dispõe que a prova das alegações incumbe à parte que as fizer. detenção.guiatrabalhista. "b" da CLT dispõe que o empregado poderá optar por se afastar do serviço quando o empregador não estiver cumprindo com as obrigações do contrato.

o empregador possui a faculdade de aplicar determinadas penalidades. o empregador tem o prazo de 10 dias da data da notificação da demissão. FGTS O recolhimento do FGTS do mês anterior e/ou da rescisão no caso de abandono de emprego ocorre normalmente na conta vinculada do empregado. SUSPENSÃO www. mas recomenda-se. Ele estará tomando ciência que seu contrato de trabalho poderá até ser rescindido por justa causa se não houver uma reiteração do seu comportamento.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Efetivando-se a rescisão do contrato de trabalho do empregado. fazê-la por escrito. nestes podendo-se fazer observação do motivo da rescisão.com. 477. uma vez que a CLT protege o trabalhador contra as arbitrariedades que ocorrer por parte do empregador.10. O empregado não comparecendo no prazo. PRAZO Uma vez que não há aviso prévio neste tipo de rescisão de contrato. depositar em juízo. deverá ser dado baixa na Ficha ou Folha do livro Registro de Empregado. ou se preferir. deverá esta ser comunicada ao Ministério do Trabalho através do CAGED. das verbas a que fizer jus. A advertência poderá ser aplicada verbalmente. ADVERTÊNCIA E SUSPENSÃO DISCIPLINAR Para se manter a ordem e a disciplina no ambiente de trabalho. pois eventualmente poderá necessitar-se de fazer comprovação futura. o empregador deverá depositar em consignação em pagamento em banco oficial o valor devido da rescisão do contrato de trabalho. Tal procedimento se deve no sentido do empregador se proteger da multa pelo atraso do pagamento das verbas rescisórias previstas no art.guiatrabalhista.br . CONCEITOS ADVERTÊNCIA A advertência é um aviso ao empregado para que ele tome conhecimento do seu comportamento ilícito e das implicações que podem advir em caso de reincidência. § 8º da CLT. CAGED No mês seguinte ao da rescisão do contrato de trabalho. por cautela. mas dentro de um senso justo e moderado.

www. 2 .guiatrabalhista.o passado funcional do empregado (se já cometeu outros atos faltosos). uma vez que ele perde a remuneração correspondente aos dias de suspensão e a do descanso semanal remunerado correspondente. etc. .unicidade da pena: o empregador tem o direito de aplicar uma única vez a punição referente a um ato faltoso. e o empregador será prejudicado no que diz respeito à prestação dos serviços.br . Ele nunca diminuirá a quantidade de dias impostos. resgatar o comportamento do empregado conforme as exigências da empresa. não se pode aplicar primeiro uma advertência e depois uma suspensão por uma única falta cometida. através de sentença. O juiz analisará o assunto e determinará ou não o cancelamento da suspensão. pois se trata de falta injustificada.11. Haverá prejuízo salarial ao empregado. SUSPENSÃO – DIREITO A suspensão deve ser aplicada de maneira moderada para ser justa.). REQUISITOS ESSENCIAIS O empregador deverá observar determinados requisitos no momento da aplicação da penalidade: 1 .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A suspensão disciplinar atua como penalidade dada ao empregado como uma medida mais drástica. Havendo rigor na pena ou a advertência mediante humilhação do empregado (na presença de clientes ou colegas). Exemplificando. pois haverá prejuízo ao empregado e ao empregador. A suspensão visa disciplinar. Esta falta terá que ser bastante grave. necessidade. Ela pode ocorrer após advertências ou até mesmo logo após o cometimento de uma falta. poderá o empregado pleitear em juízo seu cancelamento.a condição pessoal do empregado (grau de instrução. poderá ensejar a rescisão indireta do contrato de trabalho.com.os motivos determinantes para a prática da falta. pois os Tribunais não podem interferir nos assuntos disciplinares das empresas. exceto quando a falta cometida requeira apuração de fatos e das responsabilidades para se punir. .proporcionalidade: neste item impera o bom senso do empregador para dosar a pena merecida pelo empregado devido ao ato faltoso. Deve-se considerar o seguinte: . A demora na aplicação da penalidade pode caracterizar perdão tácito do empregador. uma vez que caracteriza falta grave do empregador. Sendo o motivo alegado injusto ou duvidoso. 3 . sem intervir no grau da sanção.atualidade da punição: a punição sempre deve ser imediata.

Após as duas testemunhas ouvirem a leitura.É vedado descontar. de receber a remuneração correspondente. ao receber a penalidade. e nem as transferências punitivas. exceto para atletas profissionais.br .Após cada período de 12 (doze) meses de vigência do contrato de trabalho. deverá se inserir no rodapé da comunicação. o empregado terá direito a férias. quando houver tido de 6 (seis) a 14 (quatorze) faltas. § 1º . na seguinte proporção: I . do período de férias. ou seja: Art.Interrupção: ocorre na hipótese da sentença judicial cancelar a suspensão imposta.12. se recusar a dar ciência. como tempo de serviço. ou do empregado não pleitear em juízo o cancelamento da Suspensão Disciplinar. para todos os efeitos. EFEITOS NO CONTRATO INDIVIDUAL DE TRABALHO A suspensão disciplinar pode acarretar a interrupção ou a suspensão do contrato individual de trabalho. II .penas pecuniárias e transferências: não se admite a instituição de penas pecuniárias (multas). acarreta então a redução do período de gozo de férias. na presença de duas testemunhas.Suspensão: ocorre no caso do Tribunal não proceder ao cancelamento da suspensão. III . quando houver tido de 15 (quinze) a 23 (vinte e três) faltas. § 2º .24 (vinte e quatro) dias corridos. o empregador ou seu representante deverá ler ao empregado o teor da comunicação.30 (trinta) dias corridos.guiatrabalhista. uma observação: www.com. Neste período o contrato de trabalho não vigora. tendo o empregado direito ao salário dos dias parados.12 (doze) dias corridos. o empregado deixará de receber 1/12 referentes ao 13º salário. quando houver tido de 24 (vinte e quatro) a 32 (trinta e duas) faltas. as faltas do empregado ao serviço. 13º SALÁRIO Se o período correspondente à suspensão disciplinar for igual ou superior a quinze dias. RECUSA DO EMPREGADO EM RECEBER A PENALIDADE O empregado que. dentro do mesmo mês. impossibilitando assim o empregado de prestar serviços e.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © 4 . 130 . conforme determina o artigo 130 da CLT.18 (dezoito) dias corridos.O período de férias será computado. em conseqüência. IV . . FÉRIAS Como a Suspensão Disciplinar é tida como ausência injustificada ao serviço. bem como aos repousos respectivos. quando não houver faltado ao serviço mais de 5 (cinco) vezes. sem justo motivo. .

br ..... ....... sob pena de importar na rescisão injusta do contrato de trabalho../.. por sua repetição. é a presente para adverti-lo por escrito de que........) dias a partir desta data.. por parte do empregado (letra "b" do artigo 483 da CLT)... Vimos pela presente informar-lhe que.. não pode ser superior a 30 (trinta) dias consecutivos.. de ..... MODELO DE CARTA DE ADVERTÊNCIA CARTA DE ADVERTÊNCIA Á (nome do empregado): ........ lhe será aplicada uma pena de suspensão de . configurar justa causa para a rescisão do contrato de trabalho.... na sua presença e na das testemunhas abaixo... seu conteúdo foi lido por mim (nome da pessoa).. .....)..13. (data)” DURAÇÃO DA SUSPENSÃO A Suspensão Disciplinar../... por disposição legal (artigo 474 da CLT).. em razão da seguinte ocorrência: (descrever minuciosamente a falta cometida) _____________________________________ _____________________________________ _____________________________________ Esclarecemos que a reincidência em procedimentos análogos poderá.. Atenciosamente.com. ___________________________ Empresa ___________________________ Empregado MODELO DE SUSPENSÃO DISCIPLINAR SUSPENSÃO DISCIPLINAR Nome do Empregador ___________________________ Nome do Empregado ___________________________ CTPS Nº/Série ___________________________ Depto/Seção ___________________________ Vimos pela presente aplicar-lhe a pena de suspensão disciplinar......guiatrabalhista....... em caso de repetirem essas faltas.... .... dias........ (..Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © "em virtude da recusa do empregado em dar ciência do recebimento desta comunicação.. por (.. de .... por .falta cometida. em ................ www.......

com. COMPROVANTE – ARQUIVO O comprovante de entrega será o protocolo emitido pela Internet. A entrega do arquivo referente ao CAGED fora do prazo legal sujeitará a empresa ao pagamento de multa de 4. o recibo de entrega e o Extrato da Movimentação Processada. para evitar que o empregador arque com as penalidades pela entrega fora de prazo.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Reassumindo suas funções em ___ / ___ / ___.MTE.gov. Solicitamos apor o seu ciente na cópia deste.br . PRAZO DE ENTREGA O arquivo do CAGED.14. ___________________________ Empregador Ciente em ____ / ____ / ____ ___________________________ Empregado CAGED – CADASTRO GERAL DE EMPREGADOS E DESEMPREGADOS O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) deverá ser entregue por meio eletrônico. pelo prazo de 36 meses a contar da data do envio.mte. VÁRIOS ESTABELECIMENTOS As empresas que possuam mais de um estabelecimento deverão remeter ao MTE arquivos específicos a cada estabelecimento. devidamente gravado.br. para fins de comprovação perante a fiscalização trabalhista.guiatrabalhista. o entendimento é de que o CAGED deverá ser entregue no primeiro dia útil imediatamente anterior. de tomar as enérgicas medidas que nos são facultadas pela legislação vigente. até o dia 7 do mês subseqüente àquele em que ocorreu movimentação de empregados. O ACI deve ser utilizado para gerar e ou analisar o arquivo do CAGED.6000 UFIRs por empregado.ACI ou outro aplicativo fornecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego . observe as normas reguladoras da relação de emprego. deverão ser mantidos no estabelecimento a que se referem. www. O aplicativo poderá ser baixado no site do Ministério do Trabalho – www. deverá ser encaminhado ao MTE. ____ de _________ de ____. com a utilização do Aplicativo do CAGED Informatizado . ___________ . A cópia do arquivo. para que não tenhamos.2000 a 12. Embora inexista dispositivo legal expresso. recaindo este prazo em dia não útil. no futuro. pelos empregadores nos quais tenha ocorrido movimentação de empregados regidos pela CLT.

inclusive doméstica. inclusive doméstica 13º salário RECOLHIMENTO no dia 2 (dois) do mês subseqüente.com. o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).guiatrabalhista.br . CAGED Encaminhar até o dia 7 do mês subseqüente. se não houver expediente bancário neste dia.com.15.br. se não houver expediente bancário neste dia. se não houver expediente bancário neste dia.Segunda a Sexta 07:00 às 19:00 horas). opção CAGED. com utilização do aplicativo correspondente fornecido pelo MTE. Base: Portaria MTE 235/2003. após o dia 20 de cada mês no endereço www.br. AGENDA DE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS OBRIGAÇÕES MENSAIS SALÁRIOS O empregador deve efetuar o pagamento de salários aos empregados até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente ao vencido. recolher no 1º (primeiro) dia útil posterior até o dia 20 de dezembro. INSS Recolher as contribuições relativas à Previdência Social de acordo com o cronograma abaixo: CONTRIBUIÇÃO Contribuição sobre remuneração e produtos rurais Contribuinte individual (carnês). pelo fone 0800 78 6818 ou e-mail cagedinf@datamec. DÚVIDAS O Ministério do Trabalho mantém uma equipe para solucionar dúvidas relativas ao CAGED (Atendimento . recolher no 1º (primeiro) dia útil anterior www.mte. através de meio eletrônico.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © EXTRATO DA MOVIMENTAÇÃO PROCESSADA O Extrato da Movimentação Processada estará disponível para impressão.gov. na Internet. recolher no 1º (primeiro) dia útil posterior até o dia 15 do mês subseqüente.

se não houver expediente bancário neste dia.guiatrabalhista. Assim como os periódicos no período indicado pelo Médico do Trabalho e os demissionais quando necessário. recolher no 1º (primeiro) dia útil posterior no dia 2 (dois) do mês subseqüente. se não 13º salário pago em rescisão houver expediente bancário neste dia. FGTS Recolher até o dia 7 (sete). SALÁRIO-FAMÍLIA www. Utiliza-se o programa distribuído pela CAIXA – chamado programa SEFIP. recolher no trabalhista 1º (primeiro) dia útil posterior PIS – CADASTRAMENTO Cadastrar. CIPA Realizar as reuniões mensais em local apropriado e durante o expediente de trabalho. se não Extinção de processo houver expediente bancário neste dia. obedecendo ao calendário anual.Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social.br . incidente sobre a remuneração do mês anterior (Lei nº 8. VALE-TRANSPORTE Fornecer o vale-transporte de acordo com a opção exercida pelo empregado. imediatamente após a admissão. EXAME MÉDICO Realizar exame médico admissional dos empregados contratados antes que eles assumam suas atividades.036/90). os empregados ainda não cadastrados no PIS/PASEP.gov.com. O aplicativo é baixado no site da CEF (www. O recolhimento far-se-á mediante GFIP .br). Veja mais detalhes no tópico “GEFIP/SEFIP”.16.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © no dia 2 (dois) do mês subseqüente. ACIDENTE DO TRABALHO Comunicar à Previdência Social os acidentes do trabalho no 1º (primeiro) dia útil subseqüente ao da ocorrência.cef. recolher no 1º (primeiro) dia útil anterior os depósitos relativos ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

relativamente à competência anterior.br . ACIDENTES DO TRABALHO . Para os filhos até 6 anos de idade o empregado deverá apresentar no mês de novembro o atestado de vacinação ou documento equivalente e para os filhos a partir de 7 anos de idade. durante o mês de janeiro.GUIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL O empregador deve encaminhar ao sindicato representativo da categoria profissional mais numerosa entre seus empregados.guiatrabalhista.com. deve ser apresentado atestado médico que confirme este fato. OBRIGAÇÕES EM DETERMINADOS MESES DO ANO JANEIRO 13º SALÁRIO Efetuar.AGENTES DE INSALUBRIDADE www. No caso de menor inválido que não freqüenta a escola por motivo de invalidez. até o dia 10 de cada mês. o ajuste relativo ao 13º salário pago aos empregados com salário variável. comprovante de freqüência escolar nos meses de maio e novembro. juntando a certidão de nascimento ou documentação relativa ao equiparado ou ao inválido.PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO DO TRABALHADOR A adesão ao PAT poderá ser efetuada a qualquer tempo e terá validade a partir da data de registro do formulário de adesão na ECT. PAT . podendo ser cancelada por iniciativa da empresa beneficiária ou pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Os empregados que pretendam receber a metade do 13º salário por ocasião das férias devem requerê-lo à empresa. das contribuições recolhidas ao INSS.DOENÇAS OCUPACIONAIS . GPS .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Preencher a Ficha de Salário-família e o Termo de Responsabilidade para os filhos dos empregados nascidos durante o mês. em razão da execução inadequada do Programa. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL DOS EMPREGADOS Os empregadores devem descontar a contribuição sindical dos empregados admitidos no mês anterior e ainda não recolhida por outra empresa referente ao ano financeiro em curso e recolhê-las até o último dia útil do mês seguinte.17. por prazo indeterminado. até o dia 10 (dez). cópia da GPS.

RESUMO ANUAL As indústrias da construção devem enviar.com.SERVIÇO ÚNICO www.ANEXO II . mapa com avaliação anual dos dados relativos a acidentes do trabalho. associados ou não.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A empresa deve encaminhar.br . deverão renovar sua opção mediante preenchimento do Formulário Autorização de Manutenção de Ensino – FAME. FEVEREIRO CONTRIBUIÇÃO SINDICAL DOS AUTÔNOMOS E PROFISSIONAIS LIBERAIS Os autônomos e profissionais liberais devem no mês de fevereiro efetuar o pagamento da contribuição sindical às respectivas entidades de classe.Resumo Anual da NR 18 (Condições. Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção) até o último dia útil do mês de fevereiro.guiatrabalhista. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL DA EMPRESA As empresas no mês de janeiro devem recolher aos respectivos sindicatos de classe a contribuição sindical. MARÇO CONTRIBUIÇÃO SINDICAL DOS EMPREGADOS Dos salários de março desconta-se a contribuição sindical devida anualmente pelos empregados aos respectivos sindicatos de classe. SALÁRIO-EDUCAÇÃO As empresas optantes pelo sistema de aplicação direta do salário-educação.18. doenças ocupacionais e agentes de insalubridade. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURAL No mês de janeiro recolhe-se a contribuição sindical rural patronal.PLANO DE AÇÃO A entidade beneficente de assistência social deverá apresentar ao INSS. até dia 31 de janeiro. ENGENHARIA E MEDICINA DO TRABALHO . o Plano de Ação das Atividades a serem desenvolvidas durante o ano em curso. ao órgão local do MTb. INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO . via postagem. o Anexo II . ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL . até o dia 31 de janeiro.

relatório circunstanciado de suas atividades no exercício anterior. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL . A relação pode ser substituída por cópia da folha de pagamento. na falta deste. ao sindicato da categoria profissional ou. respectivamente. no prazo estipulado por cronograma de entrega do MTE. dentro de 15 dias.19. até 30 de março. na falta deste.RELAÇÃO – ENTREGA Os empregadores que recolhem a contribuição sindical dos empregados em abril remetem. indicando a função de cada um. ABRIL CONTRIBUIÇÃO SINDICAL DOS EMPREGADOS – RECOLHIMENTO Em abril recolhe-se a contribuição descontada dos empregados em março. o salário e o valor recolhido. MAIO CONTRIBUIÇÃO SINDICAL .com. indicando a função de cada um. relação nominal dos empregados contribuintes. A relação pode ser substituída por cópia da folha de pagamento. ao órgão local do MTb.RELAÇÃO ANUAL DE INFORMAÇÕES SOCIAIS Os empregadores são obrigados a entregar. FEVEREIRO/MARÇO RAIS . anualmente. dentro de 15 dias contados da data do recolhimento.br . no prazo de 90 dias a contar da instalação. ao órgão local do MTb. ao sindicato da categoria profissional ou. www. a RAIS devidamente preenchida. um programa bienal de segurança e medicina do trabalho a desenvolver. o salário e o valor recolhido.RELAÇÃO – ENTREGA Os empregadores que recolhem a contribuição sindical dos empregados em abril remetem. ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL A entidade beneficente de assistência social está obrigada a apresentar. contados da data do recolhimento.guiatrabalhista. As empresas novas instaladas após 30 de março de cada exercício podem constituir e elaborar. ao INSS de sua sede. os citados serviços e programa. relação nominal dos empregados contribuintes. até 30 de abril.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Os empregadores optantes por serviço único com engenharia e medicina do trabalho obrigam-se a elaborar e submeter à aprovação do órgão local do MTb.

deduzindo. o empregador deve pagar a 1ª (primeira) parcela do 13º salário.DOCUMENTAÇÃO A SER APRESENTADA Para o pagamento do salário-família. OBRIGAÇÕES ANUAIS CIPA As empresas. em função do número de empregados e do grau de risco.1ª PARCELA Até o dia 30 de novembro. o empregado deverá apresentar neste mês o comprovante de freqüência à escola das crianças a partir de 7 anos de idade e o atestado de vacinação ou documento equivalente para crianças até 6 anos. SIPAT www. obrigam-se a organizar e a manter em funcionamento. OBRIGAÇÕES SEMESTRAIS SALÁRIO-EDUCAÇÃO .DOCUMENTAÇÃO A SER APRESENTADA Para o pagamento do salário-família. indicando nominalmente os beneficiários atendidos. DEZEMBRO 13º SALÁRIO . salvo se o empregado a recebeu por ocasião das férias. o empregador deverá pagar a 2ª (segunda) parcela do 13º salário. o empregado deverá apresentar neste mês o comprovante de freqüência à escola das crianças a partir de 7 anos. havendo eleições anualmente.guiatrabalhista. por estabelecimento. devidamente atualizado ou preenchido. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURAL No mês de maio recolhe-se a contribuição sindical rural das pessoas físicas.CADASTRO DE ALUNOS Os empregadores enviam ao FNDE o Cadastro de Alunos (CA). após o desconto dos encargos incidentes.br . uma CIPA.com. NOVEMBRO 13º SALÁRIO . o valor referente à 1ª parcela.2ª PARCELA Até o dia 20 de dezembro. SALÁRIO-FAMÍLIA .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © SALÁRIO-FAMÍLIA .20.

155/65 Lei nº 7. fiscal.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © As empresas. desde 01/07/20003.048/99 Lei nº 9.21.265/99 Portaria MTb nº 3. escrituração de livros ou produção de documentos de natureza contábil.br . durante 10 anos. as empresas e equiparados devem arquivar e conservar em meio digital ou assemelhado.214/78. trabalhista e previdenciária. serviços e meios de transporte mais adequados ao deslocamento residência-trabalho e vice-versa. NR 4. VALE-TRANSPORTE O empregado.212/91 Decreto nº 3. devem realizar anualmente a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT). www. a documentação de acompanhamento e as especificações técnicas dos arquivos digitais a serem entregues ao auditor-fiscal da Previdência Social.036/90 Lei nº 8. DISPENSA Estão excluídas da obrigação de arquivamento e conservação em meio digital apenas as empresas optantes pelo Simples Federal. 5 e 7 Artigos 578 a 580 da CLT ARQUIVOS DIGITAIS DOCUMENTAÇÃO . sistemas e arquivos utilizados para registro de negócios e atividades econômicas ou financeiras. estabelece a forma de apresentação.com.guiatrabalhista. obrigadas a constituir CIPA.ARQUIVAMENTO POR 10 ANOS Por determinação da Lei 10. para receber o vale-transporte. por escrito: endereço residencial. As informações devem ser atualizadas anualmente ou sempre que ocorrer alteração das circunstâncias mencionadas. deve informar ao empregador. Bases: Decreto nº 57. FORMA DE APRESENTAÇÃO DOS ARQUIVOS DIGITAIS A Portaria INSS-DIREP 42/2003.418/85 Lei nº 8.666/2003.876/99 Decreto nº 3.

segundas-feiras que antecedem feriados às terças-feiras. nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias. para se evitar maiores problemas com a justiça trabalhista e até mesmo com a fiscalização. o empregador deverá realizar o acordo de compensação de horas mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.primeira parte . DJ 21. sextas-feiras que sucedem feriados às quintas-feiras. O acordo individual para compensação de horas é válido. Através dos Enunciados da Súmula nº 85.Inserida em 08. Normalmente. mas devido à previsão constitucional. 121/2003. sendo devido apenas o respectivo adicional. o excesso de horas em um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia.2003) www. etc.22. de maneira que não exceda.BANCO DE HORAS A exceção à regra geral é o banco de horas. à soma das jornadas semanais de trabalho previstas. por força de acordo ou convenção coletiva de trabalho.com. a compensação de horas tem como objetivo a redução ou supressão do trabalho aos sábados. salvo se houver norma coletiva em sentido contrário. a compensação de horas exige acordo escrito entre empregado e empregador ou contrato coletivo de trabalho. não implica a repetição do pagamento das horas excedentes à jornada normal diária.Res. inclusive quando encetada mediante acordo tácito. 121/2003.2003) II.11.br . dias de carnaval e quarta-feira de cinzas (meio expediente). estabelece que a compensação de horas deve ser realizada mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. nossa lei magna. XIII. no período máximo de um ano.CONTRATO COLETIVO DE TRABALHO Segundo a CLT. sem que essas horas configurem como horas extras. ACORDO .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © ACORDO DE COMPENSAÇÃO DE HORAS Compensação de horas de trabalho corresponde em acrescer a jornada de determinados dias em função de outro suprimido. O mero não-atendimento das exigências legais para a compensação de jornada. mas a Constituição Federal/88. nestes termos: I. (ex-OJ nº 182 . EXCEÇÃO . DJ 21.11. acordo coletivo ou convenção coletiva. no qual poderá ser dispensado o acréscimo de salário se.2000) III. (ex-Súmula nº 85 .11. o TST manifestou-se no sentido de que o acordo para compensação possa ser ajustado apenas em nível individual. em seu artigo 7º. se não dilatada a jornada máxima semanal.guiatrabalhista. O artigo 59 da CLT que estabelece o acordo de compensação de horas individuais não foi revogado. A compensação de jornada de trabalho deve ser ajustada por acordo individual escrito. (ex-Súmula nº 85 .segunda parte.Res.

nas respectivas sedes e estabelecimentos das empresas compreendidas em seu campo de aplicação.Local Visível Contados 5 (cinco) dias da data de entrega. Validade O acordo entra em vigência 3 (três) dias após a entrega.2001) MENORES Em relação aos empregados menores (16 a 18 anos).23.Novas Admissões Quando ocorrer novas admissões de menores no decorrer da vigência do acordo coletivo. deverá ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário.com. Ficha ou Livro Registro – Anotação De acordo com o art. quanto àquelas destinadas à compensação. dentro de 8 dias da assinatura do acordo.guiatrabalhista.06. as horas que ultrapassarem a jornada semanal normal deverão ser pagas como horas extraordinárias e. A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação de jornada. Menores . eles estarão sujeitos às normas estipuladas. dentro deste prazo. a compensação de horas somente poderá ser firmada mediante existência de acordo coletivo celebrado com o sindicato da classe. além de uma destinada a registro. os sindicatos convenentes devem afixar cópia autêntica dos acordos. Nesta hipótese. sem emendas nem rasuras.br . 74. nos órgãos regionais do Ministério do Trabalho. ACORDO COLETIVO Celebração O acordo coletivo é celebrado por escrito. (ex-OJ nº 220 Inserida em 20. o acordo de compensação deve ser anotado no livro ou ficha de registro dos empregados. para fins de registro e arquivo. desde que previamente avisados. § 1º. www. de modo visível. em tantas vias quantos forem os sindicatos convenentes ou as empresas acordantes. Afixação .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © IV. Registro – Arquivo Os sindicatos convenentes ou as empresas acordantes providenciam a entrega de uma via do acordo. com validade por até 2 anos.

4236 Ufir.2847 Ufirs por menor irregular até o máximo de 1. o empregado pode entrar mais cedo do seu horário normal ou sair mais tarde. 227). procederão aos necessários exames locais e à verificação dos métodos e processos de trabalho.LICENÇA PRÉVIA Nas atividades insalubres.telefonistas (CLT.guiatrabalhista.com. Menor Quanto ao trabalho do menor.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © LIMITE DE HORÁRIO Na jornada de trabalho para fins de compensação.891. ACORDO DE COMPENSAÇÃO E PRORROGAÇÃO SIMULTÂNEOS Nada impede de se firmar acordos de compensação e prorrogação simultaneamente. estaduais ou municipais. quanto no seu término. dobrada na reincidência. permite-se prorrogar até o máximo de 2 horas diárias. A compensação pode acontecer tanto no início do período de trabalho. quaisquer prorrogações só podem ser acordadas mediante licença prévia das autoridades competentes em matéria de Medicina do Trabalho. para esse efeito. ou seja. TRABALHO INSALUBRE .br . quer diretamente. MODELO DE ACORDO DE COMPENSAÇÃO DE HORAS www. quer por intermédio de autoridades sanitárias federais.8285 a 3. as quais.ascensoristas (Lei nº 3. aplicada em dobro no caso de reincidência e oposição à fiscalização ou desacato à autoridade. os infratores estarão sujeitos à multa de 378. respeitando-se a duração normal de 44 (quarenta e quatro) horas semanais e o limite máximo diário de 10 (dez) horas. conforme a extensão da infração e a intenção de quem a praticou.270/57). PENALIDADES Os infratores destas normas estarão sujeitos à multa de 37. com quem entrarão em entendimento para esse fim. isto desde que a soma deles não ultrapasse o limite máximo de 10 horas de jornada diária ou 2 horas diárias de acréscimo. PROFISSÕES PROIBIDAS DE CELEBRAR ACORDO Não podem celebrar acordos de compensação de horário de trabalho as seguintes profissões: .8471 Ufirs. art.24.782. .

613. notificar à outra parte. o empregador deverá observar que o empregado não poderá realizar compensação de dia que seja posterior ao término do contrato. uma vez que quando o empregado é dispensado pelo empregador e escolhe a redução de duas horas diárias. CONTRATO A PRAZO – EXTINÇÃO Quando ocorrer a extinção de contrato a prazo (por exemplo: de experiência).25.com. Neste caso. uma vez que determinadas categorias exigem a formalização do referido acordo em modelo específico. Bases: Artigos 59. antecipadamente. Importante observar que as normas coletivas de trabalho podem estipular condições mais benéficas que as previstas na legislação vigente. ele deverá dispensá-lo naquela semana de realizar a compensação. O aviso prévio tem por finalidade evitar a surpresa na ruptura do contrato de trabalho. DEFINIÇÃO www. ou remunerar as horas excedentes às normais (as que eram compensadas) com adicional de extra de no mínimo 50% (cinqüenta por cento). Já quando o empregado escolhe a redução dos 7 (sete) dias. perfazendo então jornada normal. quando uma das partes deseja rescindir. o contrato de trabalho por prazo indeterminado. inclusive no que concerne ao aviso prévio. parágrafo único. 74. ele não pode perfazer horas extras.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O empregador deverá entrar em contato com o sindicato da classe e verificar o modelo a ser adotado. ou remunerar as horas excedentes (as que eram compensadas) com adicional de extra de no mínimo 50% (cinqüenta por cento). sem justa causa. senão será desconsiderado e anulado o aviso prévio. ele deverá dispensá-lo naquela semana de realizar a compensação.br . 60. AVISO PRÉVIO TRABALHADO Quando o empregado estiver cumprindo aviso prévio. o empregador deverá dispensá-lo do cumprimento das horas compensadas na última semana do aviso prévio. AVISO PRÉVIO – ASPECTOS GERAIS Nas relações de emprego. deverá.guiatrabalhista. senão o contrato será considerado por prazo indeterminado. possibilitando ao empregador o preenchimento do cargo vago e ao empregado uma nova colocação no mercado de trabalho. através do aviso prévio. Neste caso. 614 da CLT. A mesma situação vai ocorrer quando o empregado pede a demissão e cumpre o aviso prévio. o empregador deverá observar que o empregado na última semana do aviso prévio não poderá realizar compensação de dia que seja posterior ao término do referido aviso.

pedido de demissão. não havendo redução e nem falta ao trabalho. ou seja. Pode-se conceituá-lo. www. Tendo o empregado rescindido o contrato de trabalho. com a antecedência que estiver obrigada por força de lei. o empregador poderá ou não liberar o empregado do aviso prévio. da mesma forma. quando o empregado pede demissão.br .guiatrabalhista. ocorrerá a redução da jornada de trabalho do empregado ou a falta ao trabalho por 7 (sete) dias corridos. Aviso Prévio Trabalhado É aquele que uma das partes comunica à outra da sua decisão de rescindir o contrato de trabalho ao final de determinado período. por iniciativa do empregador. continuará exercendo as suas atividades habituais. o mesmo cumprirá a jornada de trabalho integral. sem justa causa. empregador ou empregado. a seu critério. sem justa causa. também. que decide extingui-lo. Sendo rescindido o contrato de trabalho por iniciativa do empregador. Considera-se também aviso prévio indenizado quando o empregado se desliga de imediato. com aviso prévio trabalhado. sendo que. poderá solicitar ao empregador a dispensa do cumprimento do aviso prévio. MODALIDADES Ocorrendo a rescisão do contrato de trabalho. Ocorrendo a rescisão do contrato de trabalho por iniciativa do empregado. Esta comprovação se faz através de uma carta do novo empregador em papel timbrado. salvo se o empregado comprovar que obteve novo emprego.26.com. no transcurso do aviso prévio. e o empregador efetua o desconto do valor respectivo. cuja concessão é uma faculdade do empregador. objetivando fixar o seu termo final. ou seja. o pedido de dispensa do cumprimento não exime o empregador de efetuar o pagamento do respectivo aviso prévio. e sendo este um direito irrenunciável do empregado. poderá ele optar pela concessão do aviso prévio trabalhado ou indenizado. Dispensa de Cumprimento do Aviso Prévio Trabalhado Tendo o empregador rescindido o contrato de trabalho. como a denúncia do contrato de trabalho por prazo indeterminado. Aviso Prévio Indenizado Considera-se aviso prévio indenizado quando o empregador determina o desligamento imediato do empregado e efetua o pagamento da parcela relativa ao período de aviso.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Aviso prévio é a comunicação da rescisão do contrato de trabalho por uma das partes.

sendo autorizado ao empregado permanecer durante todo período em casa.br . caso uma das partes se recuse a dar ciência na via da outra. www.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Aviso Prévio Domiciliar O aviso prévio domiciliar seria a situação em que o empregador dispensaria o empregado de cumpri-lo trabalhando. isto porque férias e aviso prévio são direitos distintos.guiatrabalhista.com. PRAZO DE DURAÇÃO Com o advento da Constituição Federal. outra para o empregador e a terceira para o sindicato. concordata ou dissolução da empresa. férias. fica o empregador obrigado ao pagamento do aviso prévio. em 3 (três) vias. INTEGRAÇÃO AO TEMPO DE SERVIÇO O aviso prévio dado pelo empregador. Exige-se também o aviso prévio. CONCESSÃO Sendo o aviso prévio trabalhado. inclusive reajustes salariais. Ainda. Esta modalidade não existe em virtude de falta de previsão legal. nas rescisões motivadas por falência.27. é exigido nas rescisões sem justa causa dos contratos de trabalho por prazo indeterminado ou pedidos de demissão. APLICAÇÕES O aviso prévio. sendo uma para o empregado. independente do tempo de serviço do empregado na empresa e da forma de pagamento do salário. 13º salário e indenizações. Por cautela. O aviso prévio não poderá coincidir simultaneamente com as férias. regra geral. deverá a comunicação ser realizada na presença de duas testemunhas e por elas assinada. nos contratos de trabalho por prazo determinado que contenham cláusula assecuratória do direito recíproco de rescisão antecipada. o seu período de duração integra o tempo de serviço para todos os efeitos legais. não podendo então ser utilizada. a comunicação deve ser concedida por escrito. atualmente a duração do aviso prévio é de 30 (trinta) dias. tanto trabalhado quanto indenizado.

Desta forma. Este empregado irá trabalhar durante o curso do aviso prévio 6 horas diárias.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O aviso prévio trabalhado dado pelo empregado também integra o tempo de serviço para todos os efeitos legais. aplica-se a redução de 2 (duas) horas em qualquer hipótese. caso a rescisão contratual tenha sido por iniciativa do empregador.com.2 Horas Conforme determina o artigo 488 da CLT. diariamente. não fez distinção aos empregados com jornada reduzida. Pagamento do Período de Redução www. sem prejuízo do salário integral. durante o período de aviso prévio. para procurar outro emprego. REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO A forma de redução da jornada de trabalho deve ser escolhida pelo empregado dentro das opções adiante. quando a rescisão tiver sido promovida pelo empregador. este é considerado nulo. optou pela redução de 2 horas diárias durante o curso do aviso prévio. Ausência da Redução Não ocorrendo redução da jornada de trabalho durante o cumprimento do aviso prévio. a duração normal da jornada de trabalho do empregado. sem prejuízo do salário.28. Trabalhador Rural O trabalhador rural. Ressalva-se que temos alguns doutrinadores e membros do Poder Judiciário que entendem que esta redução pode ser proporcional à jornada reduzida. Exemplo: Empregado com jornada normal diária de 8 horas. é reduzida em 2 (duas) horas. ou seja. durante o aviso prévio. O mesmo não ocorre com o aviso prévio indenizado. Redução de 7 Dias O parágrafo único do artigo 488 da CLT faculta ao empregado trabalhar sem a redução das 2 (duas) horas da jornada diária. ao elencar esta redução na CLT. sem justa causa. • Jornada Inferior a 8 Horas ou 7 Horas e 20 Minutos O legislador.guiatrabalhista.br . substituindo-a pela falta ao serviço durante 7 dias corridos. aquele descontado pelo empregador dos haveres do empregado constantes do termo de rescisão. Redução da Jornada Diária . terá direito a 1 (um) dia por semana.

03. isto porque.29.br . Convém ressaltar que até o momento não há uma posição unânime da jurisprudência a respeito da estabilidade do acidentado. não havendo suspensão da respectiva contagem.2002 Auxílio-Doença Acidentário Durante o afastamento por acidente de trabalho. Início do aviso prévio: 01.2002 a 11. Adoeceu em 10.03.2002 a 24.03.2002. continuando em pleno vigor em relação ao tempo de serviço.04.04. cabendo à www.2002. suspendendo-se a contagem a partir do 16º dia de afastamento.2002 (pagos pelo empregador) Auxílio-doença previdenciário: 25. Contudo.04.2002 a 05. ocorre a interrupção do contrato de trabalho. Desta forma.04. INTERRUPÇÃO E SUSPENSÃO Auxílio-Doença Previdenciário No caso de auxílio-doença em virtude de enfermidade. transcorre normal a contagem do aviso prévio.04. Exemplo: Empregado iniciou o aviso prévio no dia 01.guiatrabalhista. sendo do empregador a responsabilidade pelo pagamento dos salários correspondentes.2002 e obteve auxílio-doença do INSS até 05. os 15 (quinze) primeiros dias são computados normalmente no prazo do aviso. em dispor se realmente será considerada a estabilidade quando o empregado durante o prazo do aviso prévio entrar em auxílio-doença acidentário. uma vez que o contrato de trabalho não sofre solução de continuidade.2002 Primeiros 15 dias de afastamento: 10. por motivo de auxílio-doença.com.03.2002 Data da baixa na CTPS: 11. somente a partir da concessão do benefício previdenciário é que se efetiva a suspensão do contrato de trabalho. ou seja.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © É nulo também o aviso prévio quando o período de redução da jornada de trabalho é substituído pelo pagamento das duas horas correspondentes. Sendo assim. durante os 15 (quinze) primeiros dias de afastamento o período é considerado de interrupção do contrato.213/91. com data de término no dia 30. considera-se todo o período de serviço efetivo. ou será totalmente desconsiderada em virtude da concessão do respectivo aviso ter sido anteriormente ao ocorrido.03.2002 Previsão de término do aviso prévio: 30.2002 Período para complementação do aviso prévio: 06. a qual foi introduzida através da Lei nº 8.03. o empregado é considerado em licença não remunerada.03. ocorrendo afastamento do empregado no curso do aviso prévio.2002.03.

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empresa a decisão em manter ou não o vínculo empregatício, lembrando que qualquer que seja a decisão tomada, somente a Justiça Trabalhista poderá dar uma solução definitiva. Exemplo 1: Empregado iniciou o aviso prévio no dia 01.03.2002, com data de término no dia 30.03.2002. Acidentou-se no ambiente de trabalho em 07.03.2002 e se afastou até o dia 18.03.2002. Início do aviso prévio: 01.03.2002 Previsão de término do aviso prévio: 30.03.2002 Afastamento: 07.03.2002 a 18.03.2002 (12 dias pagos pelo empregador) Retorno do afastamento: 19.03.2002 Data da baixa na CTPS: 30.03.2002 Neste caso, se dará o término do aviso prévio no dia 30.03.2002 normalmente como previsto, uma vez que o afastamento por acidente de trabalho se deu em período inferior a 15 dias, não entrando em auxílio-doença, não gerando a controvérsia a respeito da estabilidade provisória. Exemplo 2: Empregado iniciou o aviso prévio no dia 01.03.2002, com data de término no dia 30.03.2002. Sofreu acidente de trabalho em 05.03.2002 e obteve auxílio-doença acidentário do INSS até 26.03.2002. Início do aviso prévio: 01.03.2002 Previsão de término do aviso prévio: 30.03.2002 Primeiros 15 dias de afastamento: 05.03.2002 a 19.03.2002 (pagos pelo empregador) Auxílio-doença acidentário: 20.03.2002 a 26.03.2002 Neste caso, a empresa deverá decidir em continuar o processo rescisório com este empregado, uma vez que com o advento do art. 118 da Lei nº 8.213/91 o empregado que gozar de auxílio-doença acidentário fará jus a estabilidade de 12 meses após o respectivo retorno, uma vez que não há uma posição unânime a respeito até o momento. RECONSIDERAÇÃO Se a parte que concedeu o aviso prévio desejar, antes do término, reconsiderar o ato, à outra é facultado ou não aceitar a reconsideração. Pode a reconsideração ser expressa quando o notificado aceita a reconsideração proposta, ou tácita, caso continue a prestação de serviço após expirado o prazo do aviso prévio. FALTA GRAVE NO CURSO DO AVISO PRÉVIO

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Ocorrendo do empregador ou do empregado cometer, durante o curso do aviso prévio, falta grave, poderá qualquer das partes rescindir imediatamente o contrato de trabalho. No caso do empregador, fica ele obrigado ao pagamento da remuneração correspondente a todo o período de aviso prévio e as demais parcelas de direito. Sendo a falta grave cometida pelo empregado, exceto a de abandono de emprego, perderá o direito ao restante do prazo do aviso prévio. RESCISÃO INDIRETA Ocorrendo a rescisão indireta do contrato de trabalho, ou seja, a rescisão por justa causa, em face de falta grave cometida pelo empregador, o empregado fará jus, também, ao valor correspondente ao período do aviso prévio. INDENIZAÇÃO ADICIONAL Nos termos da legislação vigente, o empregado dispensado dentro do período de 30 (trinta) dias que antecede a sua data-base tem direito a uma indenização equivalente a um salário mensal. O aviso prévio, trabalhado ou indenizado, integra o tempo de serviço para todos os efeitos legais. Por conseguinte, o tempo de aviso será contado para fins da indenização adicional, sendo, no caso de aviso prévio indenizado, considerada a data em que terminaria o aviso, caso houvesse cumprimento. Bases: Art. 7º, XXI da Constituição Federal/88; Arts. 449, 457, 458, 476, 477, 481, 482, 483, 487 a 491, 501 e 502 da CLT; Lei nº 5.889/73; Lei nº 6.708/79; Lei nº 7.238/84; Lei nº 7.712/88; Lei nº 9.036/90; e IN nº 17/00. AVISO PRÉVIO - CÁLCULO Aviso Prévio Trabalhado No caso do aviso prévio trabalhado, a remuneração corresponderá à que o empregado fizer jus durante o respectivo prazo. Aviso Prévio Indenizado O aviso prévio sendo indenizado, a base de cálculo é o último salário percebido pelo empregado. Recebendo o empregado salário fixo mais parcelas variáveis ou somente salário variável, o valor do aviso prévio corresponderá ao salário fixo acrescido da média das parcelas variáveis dos últimos doze meses, ou somente da média dos doze últimos meses ou período

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inferior, no caso de empregado com menos de um ano de serviço dispensado com aviso prévio indenizado. Exemplo: Valor do salário fixo mensal: R$ 800,00 Média da remuneração variável dos últimos 12 meses: R$ 250,00 Total do Aviso Prévio: R$ 800,00 + R$ 250,00 = R$ 1.050,00 ESTIPULAÇÃO DE PERÍODO INFERIOR PARA CÁLCULO DA MÉDIA Observe-se que normas coletivas de trabalho podem estabelecer período inferior para cálculo da média das parcelas variáveis, a qual deverá ser obedecida desde que seja mais vantajosa ao empregado, então o empregador deverá proceder aos dois cálculos, para fazer a devida verificação. ENCARGOS SOCIAIS O aviso prévio trabalhado, que é considerado de natureza salarial, sofre incidência do INSS, IR-Fonte e recolhimento para o FGTS. Sobre o aviso prévio indenizado não há incidência do INSS e IR-Fonte, somente se realiza o recolhimento para o FGTS. AVISO PRÉVIO DURANTE AS FÉRIAS O aviso prévio não poderá ser concedido durante o período das férias, ou seja, simultaneamente, uma vez que tratam-se de direitos distintos. AVISO PRÉVIO DURANTE A GARANTIA DE EMPREGO Por se tratar de dois institutos incompatíveis, o aviso prévio e a estabilidade, é inválida a concessão do aviso prévio, conforme determina o Enunciado TST nº 348. ENUNCIADOS Enunciado TST nº 44: "A cessação da atividade da empresa, com pagamento da indenização, simples ou em dobro, não exclui, por si só, o direito do empregado ao aviso prévio." Enunciado TST nº 163 : "Cabe aviso nas rescisões antecipadas dos contratos de experiência, na forma do art. 481, da CLT."

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Enunciado TST nº 182: "O tempo do aviso prévio, mesmo indenizado, conta-se para efeito da indenização adicional prevista no art. 9º da Lei nº 6.708, de 30.10.1979." Redação dada pela Res. 5/1983, DJ 09.11.1983 Enunciado TST nº 230 : "É ilegal substituir o período em que se reduz da jornada de trabalho, no aviso prévio, pelo pagamento das horas correspondentes." Enunciado TST nº 276: "O direito ao aviso prévio é irrenunciável pelo empregado. O pedido de dispensa de cumprimento não exime o empregador de pagar o valor respectivo, salvo comprovação de haver o prestador dos serviços obtido novo emprego." Enunciado TST nº 348: "É inválida a concessão do Aviso Prévio na fluência da garantia de emprego, ante a incompatibilidade dos dois institutos." ATESTADO MÉDICO A justificação da ausência do empregado ao serviço, por motivo de doença, para não ocasionar a perda da remuneração correspondente, deve ser comprovada mediante Atestado Médico. Ordem preferencial dos atestados médicos (estabelecida em lei e pela jurisprudência): 1. 2. 3. 4. 5. 6. Médico da empresa ou em convênio; Médico do SUS; Médico do SESI ou SESC; Médico a serviço de repartição federal, estadual ou municipal; Médico de serviço sindical; Médico de livre escolha do próprio empregado, no caso de ausência dos anteriores, na respectiva localidade onde trabalha.

Os Tribunais Regionais do Trabalho têm se manifestado no sentido de que os atestados fornecidos pelo INSS ou através do SUS são válidos, mesmo que a empresa possua serviço médico próprio ou em convênio, não havendo necessidade de serem submetidos ao médico da empresa. Validade – Requisito

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Quanto aos empregados vendedores. junto ao sindicato da categoria. VALOR A SER PAGO O 13º salário será pago proporcional ao tempo de serviço do empregado na empresa. Enunciado TST nº 15. A importância paga ao empregado a título de primeira parcela será deduzida do valor do 13º salário devido até o dia 20 de dezembro. o diagnóstico codificado. Decreto 27.1991 . se os valores das comissões deverão ser atualizados e por qual índice.artigo 131 Recurso Ordinário TRT 8.370/84. por extenso e numericamente. com incapacidade até 15 dias.com. considerando-se a fração de 15 dias de trabalho como mês integral.34. em espaço apropriado no atestado. até 31 de janeiro de cada ano). de 24. o trabalhador avulso e o doméstico. Enunciado TST nº 282. início da dispensa e emissão do atestado não poderão ser retroativas e deverão coincidir. artigo 12. Lei 605/49.497/1993. alterada pela Portaria MPAS 3. Quando na composição do salário do empregado envolver parte variável.291/84.213. DATAS DE PAGAMENTO A primeira parcela do 13o. conforme o Código Internacional de Doenças (CID). Acórdão TRT 2. ou por ocasião das férias do empregado (quando este o solicitar. 3. por escrito. §§ 1º e 2º. DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO – ASPECTOS GERAIS QUEM TEM DIREITO Ao pagamento do 13º salário faz jus o trabalhador urbano ou rural. Portaria MPAS 3.048/49. CLT . mediante expressa concordância consignada no documento. devem atender aos seguintes requisitos: 1. Tempo de dispensa concedido ao segurado. Bases legais: Lei 8. se houver solicitação do paciente ou de seu representante legal. www.guiatrabalhista.531/1993. Ao médico somente será permitido fazer constar.br . salário deve ser paga até o último dia de novembro de cada ano. deverá ser calculada a sua média. a empresa deverá verificar. Assinatura do médico ou odontólogo sobre o carimbo do qual conste nome completo e número no registro no respectivo conselho profissional. 2. § 2º. As datas de atendimento.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Os atestados médicos para justificarem as faltas por doenças.artigo 60.07. artigo 6º.

br . . . HORAS EXTRAS E NOTURNAS As horas extras integram o 13º salário. . ascendente. em cada 12 meses de trabalho. São faltas legais e justificadas (dias úteis): . ou de filho.quando for arrolado ou convocado para depor na justiça. do pai ou mãe.os dias em que.até 3 dias consecutivos. desde o dia do acidente até o dia da alta. quando tiver que comparecer em juízo. . descendente. de 1962.no período de tempo em que tiver de cumprir as exigências do Serviço Militar referidas na letra "c" do art. . as faltas verificadas por motivo de gala ou de luto." www. prevista na Lei nº 4.faltas que a empresa. . . conforme se depreende do Enunciado TST nº 45: "A remuneração do serviço suplementar.com. considere justificadas e sem desconto do salário.ausência por motivo de acidente do trabalho.pelo tempo que se fizer necessário.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A segunda parcela do 13º salário deve ser paga até o dia 20 de dezembro. em caso de nascimento de filho. . em caso de falecimento do cônjuge. 65 da Lei nº 4. as faltas legais e as justificadas ao serviço não serão deduzidas. declarada em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social. a seu critério. . As faltas injustificadas só interferirão se em cada mês do ano correspondente do pagamento do 13º salário ocorrer do empregado somar mais de 15 faltas ao trabalho. .guiatrabalhista. integra o cálculo da gratificação natalina.090. . viva sob sua dependência econômica. não tenha havido trabalho.por 5 dias.nos dias em que estiver comprovadamente realizando provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior.INTERFERÊNCIA NO 13º SALÁRIO Para fins de pagamento do 13º salário. relativa aos primeiros 15 (quinze) dias de afastamento. . de 17 de agosto de 1964 (Lei do Serviço Militar).até 2 dias consecutivos ou não para o fim de se alistar eleitor. . irmão ou pessoa que. em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada.375.35.afastamento por licença-maternidade. quando julgado improcedente. . FALTAS . em virtude de casamento.por 1 dia.para os professores no decurso de 9 dias. em conseqüência de falecimento do cônjuge.o tempo de suspensão por motivo de inquérito administrativo. por conveniência da empresa.ausência por motivo de doença atestada pelo INSS. .afastamento por licença remunerada. habitualmente prestado.até 2 dias consecutivos. nos termos da lei respectiva. .

. integra o salário do empregado para todos os efeitos. que poderá ser feita entre os meses de fevereiro a novembro.36. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E DE PERICULOSIDADE Os adicionais de insalubridade e de periculosidade integram o pagamento do 13º salário. no mês de janeiro. O valor referente à 1ª parcela do 13º salário correspondente a 50% do salário do mês anterior ao gozo de férias.090/62.guiatrabalhista." Quando o empregado realizar números variados de horas noturnas ou extras durante o ano. a 1ª parcela do 13º salário. . juntamente com a remuneração de férias.com. o empregador deverá fazer a média das horas.1ª PARCELA .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O adicional noturno também integra o 13º salário por força do Enunciado I da Súmula TST nº 60: "O adicional noturno. que dispõe sobre o pagamento da gratificação natalina prevista na Lei nº 4." PRAZO DE REQUERIMENTO O empregado tem até o dia 31 de janeiro para requerer que lhe seja pago. www. ficará na dependência da liberalidade do empregador sua concessão. sempre que este o requerer no mês de janeiro do correspondente ano. Quando o empregado realizar um determinado número de horas extras ou horas noturnas. 2º .. uma vez que fazem parte da remuneração do empregado..SOLICITAÇÃO POR OCASIÃO DAS FÉRIAS O artigo 2º. pago com habitualidade.749/65: "Art. sem haver variação. apenas deverá incluir-se os valores. prevê que o empregado faz jus ao adiantamento da 1ª parcela do 13º salário por ocasião de suas férias. não precisará fazer a média. sempre que solicitar no mês de janeiro do correspondente ano.. não se faz média.749/65. o qual serve tanto para horas extras quanto para horas noturnas.. Caso o empregado não solicite o pagamento da 1ª parcela do 13º salário na época determinada. como são percentuais aplicados sobre valores determinados (saláriomínimo ou salário-base.br .O adiantamento será pago ao ensejo das férias do empregado. § 2º . Redação do § 2º do artigo 2º da Lei nº 4. § 2º da Lei nº 4. conforme o caso). ou seja. Estes adicionais. 13º SALÁRIO .

junto ao sindicato da categoria. VALOR A SER PAGO O valor do adiantamento do 13o salário corresponderá á metade do salário recebido pelo empregado no mês anterior. Desta forma.155/65. a empresa deverá verificar. e Decreto nº 57. uma faculdade inerente ao empregado.com. _____________. o trabalhador avulso e o doméstico. portanto. que pode realizá-lo na época que melhor convenha a seus interesses. o valor do adiantamento será calculado com base no salário do mês de outubro. se os valores das comissões deverão ser atualizados e por qual índice. venho requerer o pagamento da primeira parcela do 13º salário por ocasião do gozo de minhas férias.br .749/65.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A primeira parcela requerida por ocasião das férias é. deverá ser calculada a sua média. ________________________ assinatura do empregado ________________________ ciente do empregador Base: Lei nº 4. considerando-se a fração de 15 dias de trabalho como mês integral. DATA DE PAGAMENTO A primeira parcela do 13º salário deve ser paga de: www. enquanto que o pagamento efetuado entre os meses de fevereiro e novembro de cada ano corresponde a uma liberalidade do empregador.749/65. sendo pago proporcionalmente ao tempo de serviço do empregado prestado ao empregador. DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO . Em razão do disposto no artigo 2º.37.1ª PARCELA QUEM TEM DIREITO Ao pagamento do 13º salário faz jus o trabalhador urbano ou rural.guiatrabalhista. (nome do empregador) Referência: Solicitação do pagamento da 1ª parcela do 13º salário por ocasião das férias. Quanto aos empregados vendedores. se a primeira parcela for paga no mês de novembro. MODELO DE SOLICITAÇÃO Ao Sr. ____ de ___________ de _____. § 2º da Lei nº 4. Quando na composição do salário do empregado envolver parte variável.

Quando o empregado realizar um determinado número de horas extras ou horas noturnas. por escrito. não precisará fazer a média. deverá requerer no mês de janeiro do correspondente ano ao empregador.br .38. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E DE PERICULOSIDADE Os adicionais de insalubridade e de periculosidade integram o pagamento do 13º salário. integra o salário do empregado para todos os efeitos. RESCISÃO CONTRATUAL Havendo rescisão contratual e já se tenha adiantado a primeira parcela. Após este período. sem haver variação. habitualmente prestado. apenas deverá incluir-se os valores. pago com habitualidade. salário por ocasião das férias. www. HORAS EXTRAS E NOTURNAS As horas extras integram o 13º salário." Quando o empregado realizar números variados de horas noturnas ou extras durante o ano. de 1962.guiatrabalhista. conforme se depreende do Enunciado TST nº 45: "A remuneração do serviço suplementar. A importância paga ao empregado a título de primeira parcela será deduzida do valor da segunda parcela do 13o a ser pago até 20/dezembro. FÉRIAS – ADIANTAMENTO DO 13O." O adicional noturno também integra o 13º salário por força do Enunciado I da Súmula TST nº 60: "O adicional noturno. caberá ao empregador a liberação do referido pagamento ao empregado. prevista na Lei nº 4. o qual serve tanto para horas extras quanto para horas noturnas. o empregador deverá fazer a média das horas.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © - 01/fevereiro a 30/novembro ou por ocasião das férias (se solicitado pelo empregado).090. SALÁRIO Para que o empregado faça jus ao adiantamento da primeira parcela do 13o. uma vez que fazem parte da remuneração do empregado.com. integra o cálculo da gratificação natalina. esta será compensada com o valor da gratificação devida na rescisão.

Recebe adicional de periculosidade.00 . Nota: Os valores de número de horas acima são apenas exemplificativos.155/65. parágrafo único.170. 1º. SALÁRIO FIXO – CÁLCULOS Admitidos Até 17 de Janeiro Para os empregados admitidos até 17 de janeiro. . não se faz média. Exemplo: Empregado admitido em 02 de janeiro.Cálculo: Adicional de periculosidade: R$ 900.br .00 x 50% = R$ 390.00 .00.39. 1º.R$ 900.número de horas correspondente ao descanso semanal remunerado (DSR) = 366. .862.090/62.00 x 30% = R$ 270.00. art.00 b) Horista Empregado horista admitido em 12 de janeiro.00. Porque 17 de janeiro? Conforme a Lei 4.28 horas.1a parcela do 13º salário = R$ 1.8 dividido por 10 = 186. Salário mensal de R$ 900.80. como são percentuais aplicados sobre valores determinados (saláriomínimo ou salário-base.número de horas trabalhadas durante o ano até outubro = 1.00 x 50% = R$ 585.Cálculo: R$ 780. inclusive. assim como as horas do www.00 = R$ 1. §2º e Decreto nº 57. correspondendo a 1/12 avos.com.50 dividido por 10 = 36.guiatrabalhista. o valor da primeira parcela será de 50% do salário do mês anterior ao do seu pagamento. Salário-hora de outubro R$ 4. Salário de outubro: R$ 780. . conforme o caso). a fração igual ou superior a 15 dias será havida como mês integral. Pagamento da primeira parcela em 30 de novembro. Então do dia 17 ao dia 31 de janeiro. art.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Estes adicionais.170.00 + R$ 270. devendo cada empregador verificar o número exato de horas trabalhadas. . temos 15 dias a) Mensalista Empregado mensalista admitido em 10 de janeiro.65 horas (*) o número de horas está sendo considerado em sistema centesimal. Pagamento primeira parcela em 30 de novembro.

.00 : 12 x 5 = R$ 291.número de horas trabalhadas de julho até outubro = 755. uma vez que há variação de número de horas de mês para mês. deve-se considerar para efeito do cálculo o número de horas como se ele tivesse trabalhado o mês todo. para que o mesmo não seja prejudicado. o adiantamento corresponderá à metade de 1/12 (um doze) avos da remuneração por mês de serviço ou fração igual ou superior a 15 dias. salário R$ 145. a) Mensalista Empregado mensalista admitido em 12 de julho.50.85 horas trabalhadas = R$ 660.85 horas . .guiatrabalhista. .80 x 186.Cálculo: O empregado faz jus a: 5/12 avos R$ 3.Cálculo: R$ 4.65 h/DSR = R$ 175. Convém salientar que nos meses em que o empregado foi admitido no curso do mês.28 horas trabalhadas = R$ 894. Consideramos a média por 4.66 : 2 = adiantamento 13. Salário-hora de outubro R$ 3. Convém salientar que nos meses em que o empregado foi admitido no curso do mês.65 horas. pagamento da primeira parcela em 30 de novembro.Cálculo: O empregado faz jus a: 5/12 avos R$ 700.03 Empregados Admitidos Após 17 de Janeiro Para os empregados admitidos no curso do ano. . Consideramos a média por 10.98 www.br .número de horas correspondente ao descanso semanal remunerado (DSR) de julho a outubro = 146.80 x 36. assim como as horas do respectivo DSR em cada mês. salário: R$ 535. pagamento da primeira parcela em 30 de novembro.50 x 188. Salário de outubro R$ 700. uma vez que há variação de número de horas de mês para mês.com.40.66 R$ 291. devendo cada empregador verificar o número exato de horas trabalhadas.92 : 2 = primeira parcela do 13.92 R$ 894. não podendo se estimar exatamente o número do mês em curso (novembro).4 : 4 = 188. deve-se considerar para efeito do cálculo o número de horas como se ele tivesse trabalhado o mês todo. Nota: Os valores de número de horas acima são apenas exemplificativos.14 R$ 4.14 : 2 + 175.83 b) Horista Empregado admitido em 16 de julho.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © respectivo DSR em cada mês. para que o mesmo não seja prejudicado.6 : 4 = 36.00.

16.Comissões recebidas no período de janeiro a outubro: R$ 5. a gratificação será calculada na base da soma das importâncias variáveis devidas nos meses trabalhados até o anterior àquele em que se realizar o adiantamento.Comissões recebidas no período de janeiro a outubro = R$ 5.800.800. Os empregados que receberem parte fixa terão o respectivo valor somado à parte variável.183.16 13º: R$ 290.00 . . Salário fixo de R$ 700.86 : 2 = 1a.98 + 128.00 : 10 = R$ 580.20 : 10 = R$ 118.101.DSR sobre comissões no período de janeiro a outubro = R$ 1. parcela 13. .00 em outubro.00 R$ 580.28 = R$ 789.00 + R$ 59.400.41.br .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © R$ 3.32 : 2 = R$ 59. b) Comissionista Com Parte Fixa Empregado admitido em 13 de janeiro.26 : 12 x 5 = R$ 328. Pagamento da primeira parcela do 13º salário em novembro.86 R$ 328.com.50 x 36.DSR sobre comissões no período de janeiro a outubro: R$ 1.00 : 2 = R$ 290.00 . a qualquer título.16 = R$ 349. Pagamento da primeira parcela em 30 de novembro.43 SALÁRIO VARIÁVEL – CÁLCULOS Para os empregados que recebem salário variável.26 R$ 789.20 Cálculo: Comissões: média das comissões: R$ 5.guiatrabalhista.28 R$ 660. Empregados Admitidos Até 17 de Janeiro Comissionista a) Comissionista Sem Parte Fixa Empregado admitido em 10 de janeiro.32 R$ 118. salário R$ 164.00 DSR: média do DSR sobre comissões: R$ 1.183.60 Cálculo: www.65 h/DSR = R$ 128.

101.00 : 2 = R$ 319. Pagamento da primeira parcela no dia 30 de novembro.60 : 10 = R$ 110.00 : 2 = R$ 270.80 DSR: média do DSR sobre hora extra: 33 : 10 = 3.com.00 13º: R$ 319.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Comissões: média das comissões: R$ 5.00 R$ 540.90 (638.DSR sobre horas extras no período de janeiro a outubro: 33 horas Horas Extras: média das horas extras: 160 : 10 = 16 horas : 2 = 8 horas (50% da média das horas extras) valor da hora extra com 50%: R$ 2.00 : 10 = R$ 540.65h = R$ 7.00 : 220) + 50% = R$ 4.35 x 1.400.horas extras realizadas no período de janeiro a outubro: 160 horas . Salário fixo do mês de outubro R$ 638.80 + 7.08 Horas Extras Empregado admitido em 3 de janeiro.35 valor da média das horas extras: 8 horas x R$ 4. tendo realizado 160 horas extras no período a 50% e 33 horas extras correspondentes ao DSR.65 horas valor do DSR sobre hora extra com 50%: R$ 4.16 : 2 = R$ 55.18 Salário fixo: R$ 638. Cálculo: .08 + R$ 350.00 + 34.98 Empregados Admitidos Após 17 de Janeiro Comissionista a) Comissionista sem Parte Fixa www.br .00 = R$ 675.08 Salário fixo: 700.42.00 DSR sobre comissões: média do DSR sobre comissões: R$ 1.18 = R$ 360.35 = R$ 34.00 (50% do salário fixo) 13º: R$ 270.16 R$ 110.00 + R$ 55.00.00 : 2 = R$ 350.guiatrabalhista.3 horas : 2 = 1.

Salário fixo de R$ 660.80 R$ 40. Pagamento da primeira parcela no dia 30 de novembro.07 : 2 = R$ 21.56 • DSR: média do DSR: R$ 387.com.00 R$ 600.54 = R$ 127.11 R$ 211.00 : 3 = R$ 600. .00 em outubro. Pagamento da primeira parcela em 30 de novembro.34 • 13º: R$ 100.900.20 : 12 x 4 = R$ 43.10 b) Comissionista com Parte Fixa Empregado admitido em 01 agosto.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Empregado admitido em 01 de agosto.00 .900.20 Cálculo: • Comissões: média das comissões: R$ 1.00 : 12 x 4 = R$ 200.40 R$ 122.DSR sobre comissões no período de agosto a outubro: R$ 367.40 • Salário fixo: R$ 560.33 R$ 633. Salário fixo de R$ 560.11 : 2 = R$ 105.33 : 12 x 4 = R$ 211.00 + R$ 20.00 • DSR média do DSR sobre comissões: R$ 367.00 : 12 x 4 = R$ 186.74 Horas Extras Empregado admitido em 03 de julho.00 em outubro.guiatrabalhista.56 + R$ 21.00 .07 R$ 43.40 + R$ 93.00 R$ 200.00 : 3 = R$ 633.20 : 3 = R$ 122.800.60 : 3 = R$ 129.DSR sobre comissões no período de agosto a outubro: R$ 387.00 : 2 = R$ 100.Comissões recebidas no período de agosto a outubro: R$ 1.67 R$ 186.80 : 2 = R$ 20.Comissões recebidas no período de agosto a outubro: R$ 1. .54 • 13º: R$ 105. Pagamento da primeira parcela em 30 de novembro. www. tendo realizado 72 horas extras no período a 50% e 14.40 : 12 x 4 = R$ 40.20 R$ 129.7 horas extras correspondentes ao DSR.60 Cálculo: • Comissões: média das comissões: R$ 1.43.br .34 = R$ 213.67 : 2 = R$ 93.800.

Salário mensal do mês de outubro R$ 550.00 www.50 + R$ 16. Pagamento da primeira parcela do 13º salário no dia 30 de novembro.75 (faz jus a 5/12 avos) : 2 = R$ 16. a Previdência Social assume pagando o 13º salário em forma de abono anual. estendendo-se o tratamento por mais de 15 dias.68 horas .68h x R$ 4.56 . assim como é responsável pelo pagamento do 13º salário até o 15º dia do afastamento e posterior retorno.retorno: 24/08 . .R$ 550.DSR sobre horas extras: 14.7 horas • Horas Extras: . Exemplo 1: Empregado admitido em 01 de junho.R$ 16.90 : 2 = R$ 3.50 = R$ 81.valor da hora extra a 50%: R$ 3.88 (50% dos 5/12 avos a que faz jus) • DSR: .00 + 50% = R$ 4.50 .00 : 12 x 5 = R$ 33.guiatrabalhista.00 : 12 x 6 = R$ 275.valor do DSR sobre hora extra a 50% = 3. O empregado afastou-se por doença dia 03 de agosto.média do DSR sobre hora extra: 14.br . porque o afastamento por motivo de doença não interferiu na contagem dos avos.50 (50% dos 5/12 avos a que faz jus) • 13º: .45 = R$ 157.7 : 4 = 3.R$ 137. com suspensão do contrato de trabalho a partir do 16º dia.83 (50% .18 horas x R$ 4.88 + R$ 3.com.Horas extras realizadas no período: 72 horas .do salário fixo + da hora extra + DSR) AUXÍLIO-DOENÇA PREVIDENCIÁRIO É o afastamento por motivo de doença ou outra incapacidade não decorrente de acidente do trabalho.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Cálculos: .R$ 660.afastamento: 03/08 .44.00 : 12 x 5 = R$ 275. A partir do 16º dia até o retorno ao trabalho. Cálculo: .00 : 2 = R$ 137.número de avos a que faz jus: 50% de 6/12 avos. uma vez que os primeiros 15 (quinze) dias do afastamento que são de responsabilidade da empresa foi suficiente para determinar o avo correspondente a agosto.00. Compete a empresa remunerar o empregado nos 15 (quinze) primeiros dias.50 = R$ 16. retornando dia 24 de agosto.45 (50% dos 5/12 avos a que faz jus) • Salário fixo: .média das horas extras: 72 : 4 = 18 .56 : 12 x 5 = R$ 6.

00 : 12 x 5 = R$ 358.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © - R$ 275.afastamento: 04/05 . Pagamento da primeira parcela do 13º salário em novembro.R$ 860. Salário mensal do mês de outubro. porque no mês de agosto os 15 (quinze) primeiros dias do afastamento deu uma fração e no mês de setembro não preencheu a fração. retornando dia 21 de julho. novembro.00 : 2 = R$ 137. porque no mês de maio deu fração de 15 dias e nos meses de junho e julho a fração foi inferior a 15 dias e como este empregado não esteve a disposição do empregador durante todos os meses do ano. O empregado afastou-se por motivo de doença no dia 03 de agosto.br . Cálculo: .afastamento: 03/08 . afastando-se no mesmo momento. como demonstrado anteriormente no item Auxílio-Doença Previdenciário.auxílio-doença acidentário: 20/05 a 20/07 . Cálculo: www.com. ou seja. ficando o encargo deste mês para o INSS.17 AUXÍLIO-DOENÇA ACIDENTÁRIO A Justiça do Trabalho entende que as faltas ou ausências decorrentes de acidente do trabalho não são consideradas para efeito de cálculo da gratificação natalina (13º salário).R$ 358. Exemplo: Empregado admitido em 04 de janeiro. Pagamento da primeira parcela do 13º salário no dia 30 de novembro.33 .retorno: 21/07 . Este entendimento refletirá apenas no momento do pagamento total do 13º salário. R$ 660. Para pagamento da primeira parcela do 13º salário procede-se normalmente.00.17 .retorno: 22/09 .1ª parcela do 13º salário: R$ 179. ou seja.50 1ª parcela do 13º salário: R$ 137.adiantamento a que faz jus: 50% de 9/12 avos. considerandose na contagem do número de avos a que o empregado faz jus até os primeiros quinze dias do afastamento. O empregado acidentou-se no trabalho dia 04 de maio.adiantamento a que faz jus: 5/12 avos. as frações são consideradas até o mês de pagamento da primeira parcela.50 Exemplo 2: Empregado admitido em 01 de junho. Salário mensal do mês de outubro R$ 860.45.00. neste caso.33 : 2 = R$ 179.guiatrabalhista. . . retornando no dia 22 de setembro.

794/65 em seu artigo 2º impõe o pagamento da 1ª parcela do 13º salário até o mês de novembro. dobrada na reincidência para as infrações contra os dispositivos da Gratificação de Natal (13º). ou seja. Exemplo: Empregado admitido em 03 de janeiro.00 : 2 = R$ 247.00 R$ 495.34 PAGAMENTO CONJUNTO DAS DUAS PARCELAS A Lei nº 4. Salário mensal do mês de outubro R$ 400.67 R$ 66.46. ENCARGOS SOCIAIS INSS Na primeira parcela do 13º salário. A Lei nº 7.34 1ª parcela do 13º salário: R$ 33.67 : 2 = R$ 33.guiatrabalhista.adiantamento a que faz jus: 50% de 2/12 avos (janeiro e fevereiro) Cálculo: R$ 400. correspondente ao período anterior e posterior (se houver) ao afastamento.00 : 12 x 2 = R$ 66. afastando-se para o serviço militar obrigatório dia 01 de março e não tendo retornado. o período de ausência não é computado para fins do 13º salário. FGTS www.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © R$ 660. Pagamento da primeira parcela do 13º salário no dia 30 de novembro. Para o pagamento conjunto das duas parcelas não há previsão legal conforme mencionado acima.00 : 12 x 9 = R$ 495.00.50 1ª parcela do 13º salário: R$ 247.br .com.50 SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO O empregado afastado para o serviço militar obrigatório faz jus ao 13º salário. . não há incidência do INSS.afastamento: 01/03 .855/89 estipulou a multa de 160 Ufirs por empregado.

045.89.00. b) Horista Empregado horista admitido em 10 de janeiro. PARCELA SALÁRIO FIXO – CÁLCULOS Admitidos Até 17 de Janeiro Para os empregados admitidos até 17 de janeiro.00. ou seja. devendo cada empregador verificar o número exato de horas trabalhadas.47.guiatrabalhista. não há incidência do IRRF. Então do dia 17 ao dia 31 de janeiro. se houver.14 : 11 = 36. Porque 17 de janeiro? Conforme a Lei 4. art.com. Salário-hora de dezembro R$ 4. . Consideramos a média por 11.00 Nota: descontar o INSS e o IRF. inclusive.00 .br . §2º e Decreto nº 57. assim como as horas do respectivo DSR em cada mês. junto com a folha de pagamento. o FGTS deverá ser recolhido até o dia 07 de dezembro.número de horas correspondente ao descanso semanal remunerado = 404. DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO .número de horas trabalhadas durante o ano até novembro = 2. 1º. parágrafo único. 1º. se o pagamento da primeira parcela ocorrer em novembro.70.R$ 390. art. a fração igual ou superior a 15 dias será havida como mês integral.00 (1ª parcela) = 2ª Parcela do 13º Salário: R$ 390.12 : 11 = 185.155/65. deduzido o valor da 1ª (primeira) parcela e os encargos. Salário de dezembro R$ 780. pagamento da segunda parcela em 20 de dezembro. IRRF Sobre a primeira parcela do 13º salário. o valor da segunda parcela será do salário do mês de dezembro.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O FGTS incidirá sobre o valor pago. temos 15 dias a) Mensalista Empregado mensalista admitido em 10 de janeiro.2a. Recebeu de 1ª parcela R$ 523.090/62. uma vez que há variação de número de horas de mês para mês. não podendo se estimar exatamente o número do mês www.74 (*) o número de horas está sendo considerado em sistema centesimal. Cálculo: R$ 780. Primeira parcela R$ 390. correspondendo a 1/12 avos. efetivamente. pelo regime de competência. Nota: Os valores de número de horas acima são apenas exemplificativos. Pagamento da segunda parcela em 20 de dezembro.92 .

uma vez que há variação de número de horas de mês para mês. Salário-hora de dezembro R$ 4.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © em curso (dezembro).50. por mês de serviço ou fração igual ou superior a 15 dias. deve-se considerar para efeito do cálculo o número de horas como se ele tivesse trabalhado o mês todo.046. Convém salientar que nos meses em que o empregado foi admitido no curso do mês. se houver.68 R$ 873. para que o mesmo não seja prejudicado.82 + R$ 172. devendo cada empregador verificar o número exato de horas trabalhadas. não podendo se estimar exatamente o número do mês em curso (dezembro).00 .R$ 142. Pagamento da segunda parcela em 20 de dezembro. Consideramos a média por 5. o valor da 2ª (segunda) parcela corresponderá a 1/12 (um doze) avos da remuneração devida em dezembro.74 h/DSR = R$ 172.48.61 Nota: descontar o INSS e o IRF. a) Mensalista Empregado mensalista admitido em 12 de julho.92 horas trabalhadas = R$ 873.número de horas correspondente ao descanso semanal remunerado de julho a novembro = 185 : 5 = 37 Nota: Os valores de número de horas acima são apenas exemplificativos.00.89 = 2ª Parcela do 13º Salário: R$ 522.número de horas trabalhadas de julho até novembro = 945 : 5 = 189 . Primeira parcela R$ 142.00.70 x 185.82 R$ 4.82 + R$ 172. se houver. Salário de dezembro R$ 684. Nota: descontar o INSS e o IRF. b) Horista Empregado admitido em 16 de julho.50.68 = R$ 1. Convém salientar que nos meses em que o empregado foi admitido www.00 R$ 342.00 : 12 x 6 = R$ 342.68 .Cálculo: O empregado faz jus a: 6/12 avos R$ 684. assim como as horas do respectivo DSR em cada mês. .com.50 R$ 873.70 x 36. . Recebeu de 1ª parcela R$ 187. Cálculo: R$ 4.50 = 2ª Parcela do 13º Salário: R$ 199.R$ 523.br . Empregados Admitidos Após 17 de Janeiro Para os empregados admitidos no curso do ano.92. pagamento da segunda parcela em 20 de dezembro.guiatrabalhista.

.br .45 + R$ 119.81 .00 : 11 = R$ 645. Nota: descontar o INSS e o IRF.36 13º: R$ 645.R$ 187.00 + R$ 74.00 x 189.08.ADMITIDOS ATÉ 17 DE JANEIRO Comissionista a) Comissionista Sem Parte Fixa Empregado admitido em 05 de janeiro.70 = 2ª Parcela do 13º Salário R$ 402.00 horas trabalhadas = R$ 756. para que o mesmo não seja prejudicado.Cálculo: O empregado faz jus a: 6/12 avos R$ 4.313.70.00 .R$ 362. SALÁRIO VARIÁVEL – CÁLCULOS Para os empregados que recebem salário variável.36 = R$ 764. Pagamento da segunda parcela em 20 de dezembro.313.Comissões recebidas no período de janeiro a novembro = R$ 7. se houver.92 = 2ª Parcela do 13º Salário: R$ 264.com. PARCELA VARIÁVEL . Primeira parcela R$ 362. Os empregados que receberem parte fixa terão o respectivo valor somado à parte variável.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © no curso do mês.00 R$ 4. www.81 R$ 764.49.00 : 12 x 6 = R$ 74.00 R$ 756.00 : 12 x 6 = 378. .45 DSR : Média do DSR sobre comissões : R$ 1. a qualquer título.00 : 11 = R$ 119.100. deve-se considerar para efeito do cálculo o número de horas como se ele tivesse trabalhado o mês todo.guiatrabalhista.00 . a gratificação será calculada na base da soma das importâncias variáveis devidas nos meses trabalhados até o anterior àquele em que se realizar o pagamento.00 (DSR) R$ 378.00 (horas trabalhadas) R$ 148.00 Cálculo: Comissões: Média das comissões: R$ 7.11 Nota: descontar o INSS e o IRF.00 x 37 h/DSR = R$ 148.DSR sobre comissões no período de janeiro a novembro = R$ 1. se houver.100.

se houver.45 horas x R$ 4. Nota: descontar o INSS e o IRF.73 R$ 800.53 DSR: Média do DSR sobre hora extra: 32 : 11 = 2.508.00 : 11 = R$ 598.50 = R$ 13. Cálculo: Horas Extras: Média das horas extras: 170 : 11 = 15. se houver. . www. DSR sobre horas extras no período de janeiro a novembro: 32 horas.br .90 = 2ª Parcela do 13º salário= R$ 375.218.50 = R$ 69.90. Primeira parcela R$ 727.Comissões recebidas no período de janeiro a novembro: R$ 6.60. Salário fixo de R$ 800. Pagamento da 2ª parcela no dia 20 de dezembro. Salário fixo do mês de dezembro R$ 660.45 horas Valor da hora extra com 50% = R$ 3.00 em dezembro.00 : 220) + 50% = R$ 4.73 = R$ 1.00 .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © b) Comissionista Com Parte Fixa Empregado admitido em 12 de janeiro.91 R$ 1.580.91 x R$ 4. Horas extras realizadas no período de janeiro a novembro: 170 horas.53 + 13.580.com.DSR sobre comissões no período de janeiro a novembro: R$ 1.10 13º: R$ 660.50.91 horas Valor do DSR sobre hora extra com 50% : 2.00 + R$ 598.R$ 366.00 Cálculo: Comissões: Média das comissões: R$ 6. Horas Extras Empregado admitido em 03 de janeiro.00.73.guiatrabalhista.60 = 2ª Parcela do 13º Salário: R$ 781. Pagamento da segunda parcela do 13º salário em dezembro.218. Primeira parcela R$ 366.00 : 11 = R$ 110.00 (R$ 660.91 – R$ 727.508. tendo realizado 170 horas extras no período a 50% e 32 horas extras correspondentes ao DSR.18 + R$ 110.31 Nota: descontar o INSS e o IRF.10 .18 DSR Sobre Comissões Média do DSR sobre comissões: R$ 1.00 + 69.50 Valor da média das horas extras: 15.

00 .R$ 136.00 . Pagamento da segunda parcela em 20 de dezembro.17 DSR Média do DSR sobre comissões: R$ 365.guiatrabalhista. Salário fixo de R$ 640.com.DSR sobre comissões no período de agosto a novembro: R$ 440.00 Cálculo: Comissões: Média das comissões: R$ 2.200.00 : 4 = R$ 650.51.25 R$ 91.51.ADMITIDOS APÓS 17 DE JANEIRO Comissionista a) Comissionista Sem Parte Fixa Empregado admitido em 02 de agosto. Nota: descontar o INSS e o IRF.83 + R$ 45.200. se houver.Comissões recebidas no período de agosto a novembro: R$ 2.02 Salário-fixo: www.Comissões recebidas no período de agosto a novembro: R$ 2.00 : 12 x 5 = R$ 270.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © PARCELA VARIÁVEL . b) Comissionista Com Parte Fixa Empregado admitido em 03 de agosto.25 : 12 x 5 = R$ 38. Primeira parcela R$ 210. .00 : 4 = R$ 91.51 = 2ª Parcela do 13º Salário: R$ 180.600.600.br .15. .67.83 13º: R$ 270.83 .00 R$ 550.00 Cálculo: Comissões: Média das comissões: R$ 2. Primeira parcela do 13º R$ 136. Pagamento da segunda parcela em 20 de dezembro.00 : 12 x 5 = R$ 45.83 DSR: Média do DSR: R$ 440.00 : 4 = R$ 110.00 R$ 110.00 em dezembro.00 R$ 650.00 : 4 = R$ 550.DSR sobre comissões no período de agosto a novembro: R$ 365.00 : 12 x 5 = R$ 229.

com.73. se houver. se houver.52 : 12 x 6 = R$ 5.R$ 166.52 R$ 11.76 Salário-fixo: R$ 704.4 horas Valor do DSR sobre hora extra a 50%: 2.64 + R$ 5.guiatrabalhista. Nota: descontar o INSS e o IRF. Salário fixo de R$ 704.80 = R$ 65. Horas Extras Empregado admitido em 02 de julho.80 = R$ 11. A partir do 16º dia até o retorno ao trabalho a Previdência Social assume. tendo realizado 68 horas extras no período a 50% e 12 horas extras correspondentes ao DSR.R$ 210. www.00. com suspensão do contrato de trabalho a partir do 16º dia.19. pagando o 13º salário em forma de abono anual. estendendo-se o tratamento por mais de 15 dias.28 : 12 x 6 = R$ 32.80 13.00 . por motivo de doença ou outra incapacidade.br .6 horas x R$ 4.00 13º: R$ 32.20 + 50% = R$ 4.64 DSR : Média do DSR sobre hora extra: 12 : 5 = 2.6 Valor da hora extra a 50%: R$ 3.52.67 .17 + R$ 38.76 + R$ 352. assim como é responsável pelo pagamento do 13º salário até o 15º dia do afastamento e posterior retorno. Pagamento da segunda parcela no dia 20 de dezembro. não decorrente de acidente do trabalho.00 : 220) Cálculo: Horas Extras: Média das horas extras: 68 : 5 = 13.00 : 12 x 5 = R$ 266.02 + R$ 266. Primeira parcela R$ 166. AUXÍLIO-DOENÇA PREVIDENCIÁRIO É o afastamento. Nota: descontar o INSS e o IRF.67.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © R$ 640.4 x R$ 4.67 = 2ª Parcela do 13º Salário R$ 223.67 = 2ª Parcela do 13º Salário: R$ 323.67 13º R$ 229.20 (704.00 : 12 x 6 = R$ 352. Horas Extras realizadas no período: 68 horas DSR sobre horas extras: 12 horas valor da hora normal: R$ 3. Compete à empresa remunerar o empregado nos 15 (quinze) primeiros dias.

50. retornando dia 20 de julho. Exemplo 2: Empregado admitido em 01 de junho.br . . caso não tivesse se afastado pela Previdência Social.afastamento: 03 de agosto . porque o afastamento por motivo de doença não interferiu na contagem dos avos. retornando no dia 21 de setembro.retorno: 21 de setembro . AUXÍLIO-DOENÇA ACIDENTÁRIO A Justiça do Trabalho entende que as faltas ou ausências decorrentes de acidente do trabalho não são consideradas para efeito de cálculo da gratificação natalina (13º salário). diminuindo o valor que o empregado recebeu de abono anual.número de avos a que faz jus: 7/12 avos. porque no mês de agosto os 15 (quinze) primeiros dias do afastamento deu uma fração e no mês de setembro não preencheu a fração.retorno: 31 de agosto . Exemplo: Empregado admitido em 04 de janeiro. O empregado afastou-se por motivo de doença no dia 03 de agosto.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Exemplo 1: Empregado admitido em 05 de junho. O empregado acidentou-se no trabalho dia 04 de maio. www. Salário mensal do mês de dezembro R$ 620.00. O empregado afastou-se por doença dia 06 de agosto. as faltas decorrentes de acidente do trabalho não influem no cálculo do 13º salário.guiatrabalhista. A empresa calculará o valor integral." Em virtude do exposto. . afastando-se no mesmo momento.com. Primeira parcela R$ 232. Enunciado TST nº 46: “As faltas ou ausências decorrentes de acidente do trabalho não são consideradas para os efeitos de duração de férias e cálculo da gratificação natalina. Pagamento da segunda parcela do 13º salário em 20 de dezembro. uma vez que os primeiros 15 (quinze) dias do afastamento que são de responsabilidade da empresa foi suficiente para determinar o avo correspondente a agosto.afastamento: 06 de agosto .Faz jus a 6/12 avos de 13o salário. ficando o encargo deste mês para o INSS. complementando o valor a pagar caso na soma dos valores não resulte no valor a que teria direito o empregado. retornando dia 31 de agosto.53.

com. c) a parcela referente ao décimo-terceiro salário proporcional ao período de licença maternidade corresponde ao produto da multiplicação do resultado da operação descrita no item “b” pelo número de dias de gozo de licença-maternidade no ano. SALÁRIO-MATERNIDADE O salário-maternidade pago pela empresa ou equiparada. se houver. .00 .00 R$ 620.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © afastamento: 04 de maio retorno: 20 de julho abono anual recebido do INSS: R$ 90. .guiatrabalhista. inclusive a parcela do 13º salário correspondente ao período da licença. exceto das destinadas a outras entidades e fundos.br . Nota: descontar o INSS e o IRF.faz jus a 2/12 avos (janeiro e fevereiro).o valor exato deve ser consultado junto ao empregado ou ao INSS) Cálculo: R$ 620. SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO O empregado afastado para o serviço militar obrigatório faz jus ao 13º salário. ou seja.R$ 232.00 R$ 530.00 (valor aleatório .00 .54. o período de ausência não é computado para fins do 13º salário. Exemplo: Empregado admitido em 03 de setembro afastando-se para o serviço militar obrigatório dia 04 de março do ano seguinte. poderá ser deduzido quando do pagamento das contribuições sociais previdenciárias devidas.00 : 12 x 12 = R$ 620. e não tendo retornado.50. proceder-se-á da seguinte forma: a) a remuneração correspondente ao décimo-terceiro salário deverá ser dividida por trinta.50 = 2ª Parcela do 13º salário: R$ 297.afastamento: 04 de março.R$ 90. PAGAMENTO CONJUNTO DAS 2 PARCELAS www. b) o resultado da operação descrita no item “a” deverá ser dividido pelo número de meses considerados no cálculo da remuneração do décimo-terceiro.00 (abono anual) = 530. correspondente ao período anterior e posterior (se houver) ao afastamento. Para fins da dedução da parcela do 13º salário pago.

AJUSTE DA DIFERENÇA Até o dia 10 de janeiro do ano seguinte.07. de 13. Portanto. IN SRF nº 25/96. ENCARGOS SOCIAIS INSS No pagamento da segunda parcela há incidência do INSS sobre o valor total do 13º salário. PENALIDADES A empresa que cometer infrações relativas ao 13º salário será penalizada com multa de 160 Ufir por empregado prejudicado.: As empresas que estiverem obrigadas a recolher a contribuição social adicional de 0. o cálculo do 13º salário será revisto para 1/12 (um doze avos) do total devido no ano anterior. artigo 419. processando-se a correção do valor da respectiva gratificação com o pagamento ou compensação das diferenças verificadas.65. ou seja. 473 e 822 da CLT. art. Decreto nº 57.com. Decreto nº 3. A Lei nº 7.5% deverão fazê-la inclusive sobre o 13º salário. e Enunciado TST nº 155. Decreto nº 27.048/49. em seu artigo 2º.11. de 12. IN/MTE nº 17/00. parágrafo único do CPC.62. computada a parcela do mês de dezembro.794/65.090. 216. Obs. para o pagamento conjunto das duas parcelas não há previsão legal.08. Bases: Lei nº 4. § 1º.55. § 3º. www. O FGTS deverá ser recolhido até o dia 07 de janeiro junto com a folha de pagamento de dezembro.guiatrabalhista. art. FGTS O FGTS incidirá sobre o valor bruto pago efetivamente. Lei nº 4.155.048/99.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A Lei nº 4. dobrada na reincidência. DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO .12.749.855/89 estipulou a multa de 160 Ufir por empregado.65.br . IRRF No pagamento da segunda parcela do 13º salário há incidência do IRRF sobre o total. de 03. dobrada na reincidência para as infrações contra os dispositivos da Gratificação de Natal (13º). impõe o pagamento da 1ª parcela do 13º salário até o mês de novembro. artigos 320. artigo 14. referente ao pagamento da 2ª (segunda) parcela.SALÁRIO VARIÁVEL . pelo regime de competência.

00 de DSR.R$ 720.17 horas www.600.00 .horas extras realizadas no período de janeiro a dezembro = 144 horas .comissões recebidas no período de janeiro a dezembro = R$ 9.00 13º Salário: comissões: R$ 800.56.DSR sobre comissões no período de janeiro a dezembro = R$ 1. sendo R$ 62.00 DSR: média do DSR sobre comissões: R$ 1. o valor da diferença do 13º salário poderá ser favorável ou não ao empregado. DIFERENÇA DO VALOR DO PAGAMENTO Diferença a Favor do Empregado Empregado comissionista admitido em 10 de janeiro.DSR sobre horas extras no período de janeiro a dezembro = 26 horas Cálculo: Horas Extras: . .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Após efetuada a revisão.00 – R$ 130.80 = R$ 57.00 : 220) + 50% = R$ 4. Salário fixo do mês de dezembro R$ 704.média do DSR sobre hora extra: 26 : 12 = 2.br .00 de comissões e R$ 130.valor da hora extra com 50%: R$ 3.guiatrabalhista.728. Recebeu de 13º salário até o dia 20 de dezembro R$ 777.00 Diferença a Favor do Empregador Empregado admitido em 04 de janeiro.600.20 (704.valor da média das horas extras: 12 horas x R$ 4.00 = R$ 14.00 : 12 = R$ 144.00.média das horas extras: 144 : 12 = 12 horas .63. Recebeu de 13º salário até o dia 20 de dezembro R$ 1.00 Cálculo: Comissões: média das comissões: R$ 9.23 de DSR. R$ 720.80 .728.00 diferença a favor do empregado: R$ 94.00. tendo realizado horas extras no período a 50%. sendo salário fixo R$ 180. a empresa efetuará a compensação.00 : 12 = R$ 800.60 DSR: .00.00 DSR: R$ 144.40 de horas extras e R$ 11. . descontando o valor correspondente em folha de pagamento.030.com. Sendo favorável ao empregador.00 = R$ 80.00 .

61 .030.diferença do recolhimento: R$ 113.00. 216.INSS devido pelo valor recalculado: R$ 772. 25 e art. www.63 x 11% = R$ 85.com.80 .030.02 x 11% = R$ 84.valor do DSR sobre hora extra com 50%: R$ 4. art.00 x 11% = R$ 113.60 = R$ 4.INSS devido pelo valor recalculado: R$ 1.684/90.diferença a ser compensada na GPS da competência dezembro e devolvida ao empregado: R$ 0.INSS recolhido no dia 20. Então: .124.40 . campo 9.92 .64 = R$ 10. Diferença a Favor da Empresa Pagamento de 13º salário ao empregado até o dia 20 de dezembro R$ 777. Então: . deve ser pedida a restituição.12: R$ 777. uma vez que é proibida a compensação.63.INSS recolhido no dia 20.00 x 11% = R$ 123.diferença do recolhimento: R$ 85. e no que diz respeito ao valor recolhido a "Outras Entidades".R$ 84.61. Bases: Decreto nº 3.valor a ser recolhido na GPS da competência dezembro e descontado do empregado: R$ 10.30 .64 .17h = R$ 10. 27 do Decreto nº 99.92 = R$ 0.34 + os percentuais devidos pela empresa (inclusive terceiros) sobre a diferença da remuneração do 13o R$ 94.12: R$ 1. FGTS O valor a ser recolhido para o FGTS referente à 2ª (segunda) parcela do 13º salário deve ser calculado sobre o valor.30 .diferença a favor do empregador: R$ 5.80 x 2. além da compensação do valor recolhido no campo 6 (parte patronal).Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © .53 .02.23 – R$ 10.00. DIFERENÇA DO VALOR A SER RECOLHIDO AO INSS Diferença a Favor do INSS Pagamento de 13º salário ao empregado até o dia 20 de dezembro R$ 1.00.53 . Recalculado o 13º salário resultou no valor de R$ 1. Recalculado o 13º salário resultou no valor de R$ 772.57.81 .br .42 13º Salário: .048/99.DSR: R$ 11. já incluídos os valores variáveis do mês de dezembro.61 O valor acima deverá ser compensado (descontado) na folha de pagamento do empregado do mês de dezembro.42 = R$ 0.R$ 57.123.124.34 .guiatrabalhista.horas extras: R$ 62.

independentemente da modalidade de contratação. sem redução do salário. e o 1/12 (um doze avos) devido no período de aviso prévio trabalhado. por exemplo. § 3º do Decreto nº 3. inclusive em caso de rescisão. prorroga-se o vencimento para o primeiro dia útil subsequente).com. em seu art. A contribuição incide sobre o décimo terceiro salário. em seu § 2º. inclusive proporcional. I. inclusive no mês de dezembro. vigente a partir da Lei nº 9. CARACTERÍSTICAS As pessoas estão chamando esse sistema de "banco de horas" porque ele pode ser utilizado.601/1998.58. 6. será calculada mediante aplicação em separado das alíquotas normais de contribuição. BANCO DE HORAS O chamado "banco de horas" é uma possibilidade admissível de compensação de horas. nos momentos de pouca atividade da empresa para reduzir a jornada normal dos empregados durante um período. INCIDÊNCIA A contribuição do empregado. o recolhimento referente ao décimo terceiro salário pago na rescisão deverá ocorrer até o dia 2 do mês de dezembro (se não houver expediente bancário. Exemplo: Rescisão do contrato de trabalho no mês de novembro. 216. que alterou o artigo 59 da CLT.048/99. Trata-se de um sistema de compensação de horas extras mais flexível. com pagamento do décimo terceiro salário proporcional e pagamento das verbas rescisórias no mês de novembro. possibilitando à empresa adequar a jornada de trabalho dos empregados às suas necessidades de produção e demanda de serviços. Vale esclarecer que a inovação do "banco de horas" abrange todos os trabalhadores. que trata da compensação.guiatrabalhista.br . Base: art.RESCISÃO CONTRATUAL . Neste caso. permanecendo um crédito de www.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO . se por prazo determinado ou indeterminado. o recolhimento do décimo terceiro salário pago deverá obedecer ao regime de competência normal. e inseriu o § 3º.RECOLHIMENTO DO INSS COMPETÊNCIA DE RECOLHIMENTO DO INSS Havendo rescisão do contrato de trabalho. mas que exige autorização por convenção ou acordo coletivo.

a soma das jornadas semanais de trabalho previstas.Poderá ser dispensado o acréscimo de salário se. fará o trabalhador jus ao pagamento das horas extras não compensadas.em período máximo de 1 ano." www.2001. Nesse caso.br . DOU 27. em número não excedente de 2 (duas). que será.Na hipótese de rescisão do contrato de trabalho sem que tenha havido a compensação integral da jornada extraordinária. à soma das jornadas semanais de trabalho previstas. sem que tenha havido a compensação das horas extras trabalhadas. 50% (cinqüenta por cento) superior à da hora normal. o empregado tem direito ao pagamento destas horas. o excesso de horas em um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia. não podendo ultrapassar. no prazo negociado no Acordo Coletivo . em vigor conforme o art. as horas extras não serão remuneradas. A cada período fixado no Acordo.A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares. mas o limite será sempre de 10 horas diárias trabalhadas.guiatrabalhista. mediante acordo escrito entre empregador e empregado ou mediante contrato coletivo de trabalho. aumenta-se a jornada de trabalho (no máximo de 2 horas extras por dia) durante um período. nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias. de maneira que não exceda. RESCISÃO DO CONTRATO ANTES DA COMPENSAÇÃO DAS HORAS A compensação das horas extras deverá ser feita durante a vigência do contrato. 2º da EC nº 32/2001) § 3º .08. (Redação dada ao parágrafo pela Medida Provisória nº 2. ou seja. § 2º . como compensação. de 24. § 1º . fica assim disposto: "Art. O sistema pode variar dependendo do que for negociado nas convenções ou acordos coletivos. na forma do parágrafo anterior. a importância da remuneração da hora suplementar. recomeça o sistema de compensação e a formação de um novo "banco de horas". obrigatoriamente.08. ressalvado o que for passível de negociação coletiva (convenção ou acordo coletivo). 59 . por força de convenção ou acordo coletivo de trabalho. ARTIGO 59 DA CLT (ALTERADO PELA LEI 9601/98) O artigo 59 da CLT. folgas correspondentes ou sendo reduzida a jornada de trabalho até a "quitação" das horas excedentes. com o acréscimo previsto na convenção ou acordo coletivo.Do acordo ou do contrato coletivo de trabalho deverá constar. Se o sistema começar em um momento de grande atividade da empresa.164-41.2001. que não poderá ser inferior a 50 % da hora normal.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © horas para utilização quando a produção crescer ou a atividade acelerar. pelo menos.com. sendo concedidas. no período máximo de um ano. calculadas sobre o valor da remuneração na data da rescisão.59. na hipótese de rescisão de contrato (de qualquer natureza).

Informação de aumento ou diminuição de jornada 2. dias de antecedência.. nesse dia.. com pelo menos .. De acordo com a lei 9601. www.(nome do sindicato dos empregados) e Empresa ...601. 2.guiatrabalhista. estipulam: Cláusula primeira . assim como o gozo integral dos períodos de feriado sem a interrupção dos trabalhos da organização.60.... por forte motivo de compromisso. poderá informar a diminuição ou o aumento de jornada... dias entre feriados e compensação 3.. 2.. ao permitir a compensação acumulada de dias de repouso. Cláusula segunda . de 21 de janeiro de 1998.1 A empresa .... promoverá calendário para otimização do trabalho em dias de feriados e dias entre feriados.. visando à otimização do horário de trabalho e ao benefício dos empregados. para que a maior parte de seus empregados possa aproveitar integralmente o repouso e compense em dias úteis normais a jornada não laborada. a empresa .Trabalho em feriados.. não poder estender a jornada...... eventualmente...Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © MODELO DE ACORDO COLETIVO DE BANCO DE HORAS Acordo Coletivo de Trabalho para Instituição de Banco de Horas Instrumento de acordo coletivo de trabalho que celebram Sindicato . de 21 de janeiro de 1998. para os empregados da empresa . com base no artigo 6° da lei 9.. informará antecipadamente aos seus empregados quando irá efetuar a extensão ou a redução da jornada.1 A empresa .. o mesmo não sofrerá punição...br .3 Levando em consideração as exigências de serviço..Objeto 1.1 O objetivo deste instrumento é estabelecer as regras normativas para constituição do Banco de Horas.4 Não valerá como hora a ser compensada aquela que o empregado prestar sem a prévia aprovação de sua chefia imediata.. até no mesmo dia.2 Quando se tratar de compensação de dias entre um feriado e outro ou entre um feriado e dia já compensado. No caso do empregado.... a Associação Hipotética envidará esforços no sentido de informar aos seus empregados. Cláusula terceira . 2.com...

para que produza os seus efeitos jurídicos e legais. 4.. mediante solicitação do empregado. E.. devendo haver pré-assinalação do período de repouso.. assim. 4. compensados em outros dias. 3.3. assim como os atrasos injustificados. por estarem justas e acertadas.br .1 Será feito. (no máximo... assinam as partes o presente Acordo Coletivo de Trabalho em 3 (três ) vias de igual teor e forma. em média. www. sempre condicionada à aprovação da chefia. o balanço das horas individuais por empregado.1 Este acordo tem vigor da data de sua assinatura até . o qual deverá ser mantido conforme legislação trabalhista vigente. de tal forma que. Cláusula Quarta . valendo igualmente para tanto a fração de horas que não chegar a computar um dia. o acúmulo de dias a serem compensados por mais de 1 (um) mês do evento que motivou a compensação.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © 3. evitando. dois anos).1 Para cômputo dos dias de férias a serem acrescentados. não sejam ultrapassadas as 44 horas semanais. 3.9 As faltas.com. serão descontados conforme legislação aplicável ou. serão consideradas oito horas acumuladas por dia de férias a mais. em dias programados da compensação. dentro do possível.61. o controle do Banco de Horas.2 Será evitado.Vigência do Contrato 5. ausências prolongadas e cansaço acumulado pelo funcionário.guiatrabalhista. dependendo de aprovação da chefia. mensalmente. CARTÃO PONTO E QUADRO HORÁRIO DE TRABALHO OBRIGATORIEDADE DO CARTÃO PONTO Para os estabelecimentos de mais de dez trabalhadores será obrigatória a anotação da hora de entrada e de saída.2 Compete à empresa .Do Banco de Horas 4. conforme instruções a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho. Cláusula Quinta . mecânico ou eletrônico.3 As horas não compensadas no mês em que prestadas serão acumuladas para que sejam concedidas em dias a mais de gozo de férias. em registro manual. mediante o cabível registro.. ANOTAÇÃO DO HORÁRIO DE TRABALHO O horário de trabalho será anotado em registro de empregados com a indicação de acordos ou convenções coletivas porventura celebrados..

sociedades de economia mista. organizado conforme modelo expedido pelo Ministro do Trabalho. públicas. órgãos da administração direta e indireta.br .CIPA . conforme o caso. com o objetivo de harmonizar as políticas de segurança e saúde no trabalho. através de membros de CIPA ou designados. www. por estabelecimento.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © MÉTODO DE CONTROLE DO PONTO Inexiste previsão legal especifica no sentido de proibir a diversificação do controle de jornada através dos métodos eletrônico e manual dentro da mesma empresa.62. Assim. QUADRO DE HORÁRIO DE TRABALHO O horário do trabalho constará de quadro. CIPA DO OBJETIVO A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes . As empresas instaladas em centro comercial ou industrial estabelecerão.tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. mecanismos de integração com objetivo de promover o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes e doenças decorrentes do ambiente e instalações de uso coletivo. de ficha ou papeleta em seu poder. associações recreativas. bem como outras instituições que admitam trabalhadores como empregados. e mantê-la em regular funcionamento as empresas privadas. podendo contar com a participação da administração do mesmo. 74 da CLT.com. é admissível que se controle a entrada dos funcionários da produção por sistema eletrônico computadorizado e dos funcionários da administração mediante anotação manual. cooperativas. Base: art. instituições beneficentes. DA CONSTITUIÇÃO Devem constituir CIPA. explicitamente. deverá garantir a integração das CIPA e dos designados. o horário dos empregados constará. por exemplo. TRABALHO FORA DO ESTABELECIMENTO Se o trabalho for executado fora do estabelecimento. de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. e afixado em lugar bem visível. A empresa que possuir em um mesmo município dois ou mais estabelecimentos.guiatrabalhista. Esse quadro será discriminativo no caso de não ser o horário único para todos os empregados de uma mesma seção ou turma.

titulares e suplentes serão por eles designados. O empregador deverá garantir que seus indicados tenham a representação necessária para a discussão e encaminhamento das soluções de questões de segurança e saúde no trabalho analisadas na CIPA. sendo vedada a transferência para outro estabelecimento sem a sua anuência.com. do qual participem.63. podendo ser adotados mecanismos de participação dos empregados. Serão garantidas aos membros da CIPA condições que não descaracterizem suas atividades normais na empresa. O empregador designará entre seus representantes o Presidente da CIPA. exclusivamente os empregados interessados.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © DA ORGANIZAÇÃO A CIPA será composta de representantes do empregador e dos empregados.guiatrabalhista. e os representantes dos empregados escolherão entre os titulares o vice-presidente.br . titulares e suplentes. ressalvadas as alterações disciplinadas em atos normativos de setores econômicos específicos. Os representantes dos empregados. O número de membros titulares e suplentes da CIPA. serão eleitos em escrutínio secreto. a empresa designará um responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR. ressalvado o disposto nos parágrafos primeiro e segundo do artigo 469. O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de um ano. da CLT. www. É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para cargo de direção de Comissões Internas de Prevenção de Acidentes desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato. através de negociação coletiva. observará o dimensionamento previsto no Quadro I desta NR. Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I. considerando a ordem decrescente de votos recebidos. ressalvadas as alterações disciplinadas em atos normativos para setores econômicos específicos. permitida uma reeleição. Os representantes dos empregadores. independentemente de filiação sindical. Os membros da CIPA. de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I desta NR. eleitos e designados serão empossados no primeiro dia útil após o término do mandato anterior.

cópias das atas de eleição e de posse e o calendário anual das reuniões ordinárias. de que trata o art." As partes estabelecerão. antes do término do mandato de seus membros.64.com. de comum acordo com os membros da CIPA. As convenções e os acordos coletivos de trabalho poderão instituir contrato de trabalho por prazo determinado. exceto no caso de encerramento das atividades do estabelecimento. 443 da CLT (a seguir transcrito). em até dez dias.601/1998.Considera-se por prazo determinado o contrato de trabalho cuja vigência dependa de termo prefixado ou da execução de serviços especificados ou ainda da realização de certo acontecimento suscetível de previsão aproximada. bem como não poderá ser desativada pelo empregador. § 1º . a CIPA não poderá ter seu número de representantes reduzido. ainda que haja redução do número de empregados da empresa. CONTRATO DE TRABALHO POR PRAZO DETERMINADO O contrato de trabalho por prazo determinado.490/1998. b) de atividades empresariais de caráter transitório. § 2º .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Será indicado. a empresa deverá protocolizar. c) de contrato de experiência. independentemente das condições estabelecidas em seu § 2º. em qualquer atividade desenvolvida pela empresa ou estabelecimento.O contrato por prazo determinado só será válido em se tratando: a) de serviço cuja natureza ou transitoriedade justifique a predeterminação do prazo. entre os componentes ou não da comissão. Empossados os membros da CIPA. foi regulamentado pelo Decreto 2. para admissões que representem acréscimo no número de empregados: "Art. um secretário e seu substituto. verbalmente ou por escrito e por prazo determinado ou indeterminado. na unidade descentralizada do Ministério do Trabalho. instituído pela Lei 9. Protocolizada na unidade descentralizada do Ministério do Trabalho e Emprego.br . sendo neste caso necessária a concordância do empregador. na convenção ou acordo coletivo: www. 443 .O contrato individual de trabalho poderá ser acordado tácita ou expressamente. Base: NR 5.guiatrabalhista.

apurar-se-á a média semestral pela soma das médias mensais dividida por seis. . que dispõe: "Art. permitindo-se.com. sofrer sucessivas prorrogações. . para substituição de pessoal regular e permanente contratado por prazo indeterminado. 451 . passará a vigorar sem determinação de prazo.a indenização para as hipóteses de rescisão antecipada do contrato. abrangerá o período de 1º de julho a 31 de dezembro de 1997.O contrato de trabalho por prazo determinado que. não se aplicando a multa disposta nos artigos 479 e 480 da CLT (50% dos dias faltantes para o término do contrato).guiatrabalhista. da Lei nº 9. Considerar-se-á a contagem de todos os dias do mês. PRORROGAÇÃO A esta modalidade de contrato de trabalho por prazo determinado não se aplica o disposto no artigo 451 da CLT. o contrato por prazo determinado será de.depósitos mensais vinculados. for prorrogado mais de uma vez. no máximo." Em relação ao mesmo empregado. somando-se o número de empregados com vínculo empregatício por prazo indeterminado de cada dia do mês e dividindo-se o seu somatório pelo número de dias do mês respectivo. . adotar-se-ão os seguintes procedimentos: .65. parágrafo único. SUBSTITUIÇÃO DE PESSOAL REGULAR E PERMANENTE – VEDAÇÃO É vedada a contratação de empregados por prazo determinado. ou os que não possuíam empregados contratados por prazo indeterminado a partir de 1º de julho de 1997. na forma do contrato em questão. dentro deste período. tácita ou expressamente. por iniciativa do empregador ou do empregado. NÚMERO DE EMPREGADOS A média aritmética prevista no art.as multas pelo descumprimento de suas cláusulas. terão sua média aritmética aferida contandose o prazo de seis meses a começar do primeiro dia do mês subseqüente à data da primeira contratação por prazo indeterminado.br . Para se alcançar a média aritmética. Os estabelecimentos instalados.apurar-se-á a média mensal.601/98. trabalhados ou não. Número Máximo de Empregados – Percentuais www. 3º. 2 (dois) anos.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © .

Prorrogação www. considerando-se o número inteiro.para estabelecimentos com média semestral até 49 empregados. proceder-se-á da seguinte forma: . o interessado apresentará os seguintes documentos: . o número de inscrição do trabalhador no PIS e as datas de início e de término do contrato especial por prazo determinado.relação dos empregados contratados. .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Fixada a média semestral. subtrair-se-á 199 empregados e aplicar-se-á o percentual de 20% (vinte por cento) sobre o remanescente. . . que conterá.br . que no momento da contratação se encontra adimplente junto ao INSS e FGTS e que as admissões representam acréscimo no número de empregados e obedecem aos percentuais legais.para estabelecimentos com média semestral igual ou superior a 200 empregados. as frações decimais até quatro décimos serão desprezadas. aplicando-se o percentual de 35% (trinta e cinco por cento) sobre o remanescente. dentre outras informações. e para as frações decimais iguais ou superiores a cinco décimos considerar-se-á o número inteiro imediatamente superior.3 (três) cópias da convenção ou acordo coletivo que autorizou a contratação.66. em formulário próprio dirigido ao Delegado Regional do Trabalho. somando-se ao resultado 24. somando-se ao resultado 77 empregados. Para efetuar o depósito. sob as penas da lei. .com. em 3 (três) vias. em 3 (três) vias.para estabelecimentos com média semestral de 50 a 199 empregados. para se alcançar o número máximo de empregados que poderão ser contratados na modalidade do contrato por prazo determinado.requerimento para depósito. . No resultado obtido.segunda via dos contratos de trabalho por prazo determinado. o número da CTPS. aplicar-seá o percentual de 50% (cinqüenta por cento). em formulário próprio.guiatrabalhista. onde o empregador declarará. subtrair-se-á 49 empregados. DEPÓSITO DO CONTRATO NO MINISTÉRIO DO TRABALHO A redução de alíquotas das contribuições ao FGTS e INSS/terceiros será assegurada mediante depósito no órgão regional do Ministério do Trabalho do contrato escrito firmado entre empregado e empregador.5 empregados.

depósitos mensais www. QUADRO DE AVISOS DA EMPRESA – OBRIGAÇÃO O empregador deverá afixar. Sest (1.5%).8. o número de inscrição do trabalhador no PIS e as datas de início e de término do contrato por prazo determinado.3% conforme o caso).outras informações relevantes da convenção ou acordo coletivo. número da CTPS e número do PIS do empregado. Senac (1. Incra (0. obrigação de o empregador efetuar. no quadro de avisos da empresa. sem prejuízo do disposto na letra "b". Sebrae (0.5%). por intermédio de cada Delegacia Regional do Trabalho. a sua condição de contratado por prazo determinado. número da CTPS. tais empregados. SAT E FGTS . .7% para o FPAS 795).br .Comunicação ao INSS e FGTS O Ministério do Trabalho.cuja vigência irá até a competência janeiro/2003.164-41.2001 . Senai (1. de 24. TERCEIROS. comunicará mensalmente ao órgão regional do INSS e ao agente operador do FGTS. . 2% ou 3%). o nome do empregado. exigir-se-á depósito do novo instrumento no órgão regional do Ministério do Trabalho. a alíquota da contribuição para o FGTS. As partes estabelecerão.5%) e SAT (1%.0%).6% e 0. e discriminar em separado.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Para a prorrogação do contrato de trabalho. para fins de controle do recolhimento das contribuições do FGTS e INSS/terceiros. contados a partir de 22.com. Ministério do Trabalho .data de início e de término dos contratos de trabalho. ANOTAÇÕES NA CTPS/FOLHA DE PAGAMENTO O empregador é obrigado a anotar na Carteira de Trabalho e Previdência Social . . principalmente: .guiatrabalhista. na folha de pagamento.5%). Sesc (1. b) para 2% (dois por cento). os dados disponíveis nos contratos depositados. cópias do instrumento normativo e da relação dos contratados que conterá.CTPS do empregado.qualificação da empresa. 10 da Medida Provisória nº 2. na convenção ou acordo coletivo.conforme art.nome.0%).1998: a) a 50% as alíquotas destinadas ao Sesi (1. Salário Educação (2. serão reduzidas por 60 (sessenta) meses .CONTRIBUIÇÃO REDUZIDA ATÉ JANEIRO/2003 Para esta modalidade de contrato.2% e 2. dentre outras informações. com indicação do número da lei de regência. Senat (1.0%).01.67.

e dividindo-se pelo número total de dias do mês.guiatrabalhista.br . A folha salarial média semestral será calculada somando-se as folhas salariais relativas aos empregados contratados por prazo indeterminado existentes no estabelecimento dos meses considerados para cálculo da média de empregados.o quadro de empregados e a respectiva folha salarial. levando-se em conta todos os dias.68. uma vez que a Lei nº 9. As referidas reduções subsistirão enquanto: . deverá ser superior à folha salarial média semestral. Nota: Deve-se obedecer os parâmetros conforme os itens a seguir. Folha Salarial – Média A folha salarial relativa aos empregados contratados por prazo indeterminado. a favor do empregado. deixou divergências que foram esclarecidas pela Portaria MTb nº 207/98.o empregador esteja adimplente junto ao INSS e ao FGTS. 4º ao elencá-los.ser calculado somando-se o número de empregados contratados por prazo indeterminado existentes no estabelecimento durante o mês. no momento da contratação: . Quadro de Empregados – Média O quadro de empregados contratados por prazo indeterminado. Requisitos Obrigatórios As reduções previstas serão asseguradas. dividindo-se por 6 (seis). no § 1º do art. . com periodicidade determinada de saque. existentes no estabelecimento no mês de referência. em estabelecimento bancário. . www.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © vinculados. deverá: . as cópias do instrumento normativo e da relação dos contratados tenham sido depositados no Ministério do Trabalho.manter-se igual ou superar a média semestral de empregados contratados por prazo indeterminado. desde que. existente no estabelecimento no mês de referência.601/98.o contrato de trabalho por prazo determinado. trabalhados ou não.com. obedecerem as médias previstas na Lei 9601/98.

descaracteriza o contrato por prazo determinado. DENÚNCIA AO MINISTÉRIO DO TRABALHO Os sindicatos ou empregados prejudicados poderão denunciar ao órgão regional do Ministério do Trabalho situações de descumprimento da Lei nº 9. SUCESSÃO O contrato por prazo determinado poderá ser sucedido por outro.601/98 e no Decreto nº 2.601/98. por prazo indeterminado. a periodicidade de saque e as demais condições inerentes. DEPÓSITOS MENSAIS VINCULADOS Os depósitos mensais vinculados serão estipulados pelas partes nas convenções ou acordos coletivos.com. do empregado eleito para cargo de direção de comissões internas de prevenção de acidentes. O pacto acerca dos depósitos mensais vinculados não desonera o empregador de efetuar os depósitos para o FGTS . abono pecuniário. do empregado acidentado (acidente de trabalho). FISCALIZAÇÃO Caberá à fiscalização do Ministério do Trabalho e do INSS. e a folha salarial do mês de referência incluem os valores referentes à remuneração paga aos empregados e excluem os referentes ao terço constitucional.601/98 e Decreto nº 2. observar o fiel cumprimento das disposições contidas na Lei nº 9. que passa a gerar os efeitos próprios dos contratos por prazo indeterminado.69. no âmbito de suas competências. ainda que suplente.guiatrabalhista.br . durante a vigência do contrato por prazo determinado. As partes deverão pactuar sobre o valor dos depósitos mensais vinculados. do dirigente sindical.Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. ESTABILIDADES PROVISÓRIAS – GARANTIA São garantidas as estabilidades provisórias da gestante. gratificação natalina e verbas rescisórias indenizatórias. www.490/98. o estabelecimento bancário receptor.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A folha salarial média semestral. que não poderá ser rescindido antes do prazo estipulado pelas partes. DESCARACTERIZAÇÃO DO CONTRATO A inobservância de quaisquer dos requisitos previstos na Lei nº 9.490/98. Os depósitos mencionados não têm natureza salarial.

Na inexistência dessa categoria.FAT. nos seguintes termos: "Art. e sem prejuízo do previsto no art. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas. relativamente às contribuições a que alude o dispositivo. 582. cobrada de seus servidores. pelos que participem das categorias econômicas ou profissionais ou das profissões liberais representadas pelas referidas entidades. mas todas pertencem a uma categoria.Os Estados. letras "a" e "b" da CLT. o Distrito Federal e os municípios poderão instituir contribuição. § 1º." Os artigos 578 e 579 da CLT prevêem que as contribuições devidas aos sindicatos. inclusive o dissídio. FILIAÇÃO – OBRIGATORIEDADE Ninguém é obrigado a filiar-se a sindicato. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL DOS EMPREGADOS O artigo 149 da Constituição Federal prevê a Contribuição Sindical.com. CONTRIBUIÇÃO DOS EMPREGADOS A Contribuição Sindical dos empregados será recolhida de uma só vez e corresponderá à remuneração de um dia de trabalho. A Contribuição Sindical é devida por todos aqueles que participarem de uma determinada categoria econômica ou profissional. em favor do sindicato representativo da mesma categoria ou profissão. em benefício destes.Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais. considera-se um dia de trabalho o equivalente a: www. 591 da CLT). 149 . 146.70. o recolhimento será feito à federação correspondente à mesma categoria econômica ou profissional (art. I e III. Parágrafo único . de sistemas de previdência e assistência social. por trabalhador contratado nesta modalidade. ou de uma profissão liberal. em virtude disso fazem jus a todos os direitos dispostos na convenção coletiva. Nos termos do art. tanto que são obrigadas a contribuir anualmente. observado o disposto nos arts. 195. que se constituirá receita adicional do Fundo de Amparo ao Trabalhador . têm a denominação de "Contribuição Sindical".guiatrabalhista. § 6º.br . sujeita-o à multa de 500 (quinhentas) Ufir. qualquer que seja a forma de pagamento. III e 150.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © MULTA O descumprimento pelo empregador das suas obrigações relativas ao contrato por prazo determinado na forma da Lei 9601/98 e Decreto 2490/98. como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas. para o custeio. Algumas pessoas utilizam-se da terminologia "imposto sindical" para referir-se a esta obrigatoriedade.

ou nos casos em que o empregado receba. pode-se ter aquele empregado admitido no mês de abril. semana.br .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © a) uma jornada normal de trabalho. habitualmente. Salário Pago em Utilidades Quando o salário for pago em utilidades. para recolhimento em abril.71. Como exemplo. Referida hipótese deverá ser anotada na ficha de Registro de Empregados. b) 1/30 (um trinta avos) da quantia percebida no mês anterior. § 2º da CLT). Admissão Antes do Mês de Março Empregado admitido no mês de janeiro ou fevereiro. dia. ou seja. Admissão Após o Mês de Março Os empregados que forem admitidos depois do mês de março serão descontados no primeiro mês subseqüente ao do início do trabalho.guiatrabalhista. Admissão no Mês de Março Deve-se verificar se o empregado não sofreu o desconto respectivo na empresa anterior. O desconto da contribuição sindical corresponde a um dia normal de trabalho. DESCONTO Os empregadores são obrigados a descontar da folha de pagamento de seus empregados. se a remuneração for paga por tarefa. a Contribuição Sindical por estes devida aos respectivos sindicatos. Assim. se o pagamento ao empregado for feito por unidade de tempo (hora. sem que tenha havido em outra empresa o desconto da Contribuição Sindical. terá o desconto da Contribuição Sindical também no mês de março. no mês destinado ao desconto. vai ser composta da remuneração que corresponda à jornada diária normal do empregado. caso em que este não poderá sofrer outro desconto. no mês de janeiro para a contribuição do empregado à Previdência Social (art. ou seja. relativa ao mês de março de cada ano. o seu desconto será efetuado em maio e o respectivo recolhimento será em junho (art. as horas extras não irão compor. Caso não tenha ocorrido qualquer desconto. uma vez que estas horas são realizadas além da jornada normal. quinzena ou mês). a Contribuição Sindical corresponderá a 1/30 avos da importância que tiver servido de base. 602 da CLT). o mesmo deverá ocorrer no próprio mês de março. gorjetas.com. 582. www. empreitada ou comissão.

Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Empregado Afastado O empregado que se encontra afastado da empresa no mês de março. ainda que. na firma ou empresa e. Neste caso. efetivamente. PROFISSIONAL LIBERAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO . no salário do contribuinte. fica sujeito normalmente ao desconto da Contribuição Sindical. 582 da CLT. www. O desconto da Contribuição Sindical deverá ser efetuado em julho e recolhido em agosto. sejam nelas registradas. deverá sofrer o desconto da Contribuição Sindical no primeiro mês subseqüente ao do reinício do trabalho. e só retornou à atividade em junho. acidente do trabalho ou licença não remunerada. o desconto a que se refere o art. fora da empresa.Lei 8. 8º. Os profissionais liberais poderão optar pelo pagamento da Contribuição Sindical unicamente à entidade sindical representativa da respectiva profissão.72.OAB ficam isentos da Contribuição Sindical ((Estatuto da OAB . inciso VII da Constituição Federal determina também que o aposentado filiado tem direito de votar e ser votado nas organizações sindicais.NÃO EXERCÍCIO DA ATIVIDADE EQUIVALENTE A SEU TÍTULO Os empregados que. simultaneamente. desde que a exerça.br . embora liberais. PROFISSIONAL LIBERAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO Considera-se profissional liberal aquele que exerce com independência ou autonomia profissão ligada à aplicação de seus conhecimentos técnicos e para a qual possua diploma legal que o autorize ao exercício da respectiva atividade. exerça sua atividade liberal e efetue a respectiva Contribuição Sindical. O art. APOSENTADO O aposentado que retorna à atividade como empregado e. portanto. é incluído em folha de pagamento. não exerçam na empresa atividade equivalente a seu título.906/94). deverão contribuir à entidade sindical da Categoria Profissional preponderante da empresa. o profissional deverá exibir a prova da quitação da contribuição.com. como tal. sem percepção de salários.guiatrabalhista. Exemplo: Empregado sofreu acidente de trabalho em fevereiro. dada por sindicato de profissionais liberais. ADVOGADOS EMPREGADOS Os advogados empregados que contribuem para a Ordem dos Advogados do Brasil . onde o empregador deixará de efetuar. por motivo de doença.

3. 13.exerçam efetivamente na empresa a respectiva profissão. Estatísticos.guiatrabalhista. 24. 25. Nutricionistas. 10.sejam registrados na respectiva profissão. Atuários.exibam prova de quitação da contribuição concedida pelo Sindicato dos Contabilistas. 15. Farmacêuticos. 19.024/92. desde que observem os seguintes requisitos: . Médicos Veterinários. eletricistas. www. Bibliotecários. Enfermeiros. Arquitetos. Assistentes Sociais. .73.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © TÉCNICOS EM CONTABILIDADE De acordo com o Despacho do Ministro do Trabalho no processo MTb nº 325. .opção em poder do empregador. QUADRO DAS PROFISSÕES LIBERAIS 1. ANOTAÇÕES EM FICHA OU LIVRO DE REGISTRO A empresa deverá anotar na ficha ou na folha do livro de Registro de Empregados as informações relativas à Contribuição Sindical paga. Economistas. químicos industriais agrícolas e engenheiros químicos). industriais e agrônomos). 8. Médicos. 18. Atores Teatrais. 9. Professores (privados). Engenheiros (civis. Compositores Artísticos. 14. mecânicos. Escritores. Contabilistas. não exige as referidas anotações. 17. Odontologistas. 7. 20. Musicais e Plásticos. 22.com. 4.br . . 21. A citada anotação deve ser feita para efeitos de controle da empresa. Jornalistas. Químicos (químicos industriais. 6. Advogados. Administradores. alterada pela Portaria MTb nº 3. os técnicos em contabilidade têm direito à opção para efeito da Contribuição Sindical unicamente ao Sindicato dos Contabilistas. de minas. uma vez que a Portaria MTb nº 3. 11. 5.626/91. Parteiros. 12. 23.719/82. Psicólogos. 2. 16. Protéticos Dentários.

Fisioterapeutas. Técnicos Agrícolas de nível médio (2º grau). . Auxiliares de Fisioterapia e Auxiliares de Terapia Ocupacional. Tradutores. Contribuição Sindical . www. ou seja. Relação das Categorias Profissionais Diferenciadas . Referida Contribuição Sindical (categoria diferenciada) é recolhida separadamente dos demais empregados. 37. Profissionais Liberais de Relações Públicas. . portanto.Práticos de Farmácia.com. . . .Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões (cenógrafos e cenotécnicos. 33.Agenciadores de Publicidade. Geólogos. 35. inclusive corpos de corais e bailados. . Fonoaudiólogos. Terapeutas Ocupacionais. 31. daqueles pertencentes à categoria preponderante. . 27. atores teatrais. Sociólogos. Biomédicos. Técnicos Industriais de nível médio (2º grau). 28. Corretores de Imóveis. 29.Aeroviários. 36.Operadores de Mesas Telefônicas (telefonistas em geral). Zootecnistas.br .Professores.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © 26.Aeronautas. 34.Oficiais Gráficos. . onde se estabelece que essa categoria é aquela "que se forma dos empregados que exercem profissões ou funções diferenciadas por força do estatuto profissional especial ou em conseqüência de condições de vida singulares". CATEGORIA DIFERENCIADA O conceito de categoria profissional diferenciada encontra-se disposto no § 3º do art. manequins e modelos). Técnico em Biblioteconomia. 30.Recolhimento Separado A Contribuição Sindical de trabalhadores enquadrados em categoria diferenciada destina-se às entidades que os representem. 513 da CLT). a qual. atores cinematográficos e trabalhadores circenses.74. o enquadramento dos demais empregados da empresa onde trabalhem. quando organizada e reconhecida como sindicato na forma da lei. 32. 511 da CLT.Cabineiros (ascensoristas). desconsiderando.guiatrabalhista. detém todas as prerrogativas sindicais (art.

. . RECOLHIMENTO www. Projetistas Técnicos e Auxiliares. . CONCORRÊNCIA PÚBLICA – PARTICIPAÇÃO O art. Técnicos.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © .75. etc.Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral.Radiotelegrafistas da Marinha Mercante.guiatrabalhista. . .Músicos Profissionais.Jornalistas Profissionais (redatores. ESTABELECIMENTOS DISTINTOS Nas empresas que possuam estabelecimentos localizados em base territorial sindical distinta da matriz.Profissionais de Relações Públicas. . .Trabalhadores em Atividades Subaquáticas e Afins. fotógrafos.Vendedores e Viajantes de Comércio. Propagandistas-Vendedores e Vendedores de Produtos Farmacêuticos. RELAÇÃO DE EMPREGADOS As empresas deverão remeter dentro de 15 dias contados do recolhimento. .Classificadores de Produtos de Origem Vegetal.br . . 607 da CLT estabelece que "é considerado como documento essencial ao comparecimento às concorrências públicas ou administrativas e para fornecimento às repartições paraestatais ou autárquicas. Artísticos. Duchistas. a prova da quitação da respectiva Contribuição Sindical. relativamente a todos os contribuintes. em sua ausência.).Tratoristas (excetuados os rurais). Massagistas e Empregados em Hospitais e Casas de Saúde.Radiotelegrafistas (dissociada). descontada dos respectivos empregados". revisores.Secretárias. uma relação com nome. . .Maquinistas e Foguistas (de geradores termoelétricos e congêneres.Técnicos de Segurança do Trabalho.Profissionais de Enfermagem. . Copistas.Condutores de Veículos Rodoviários (motoristas). repórteres.com.Propagandistas. Industriais. o recolhimento da contribuição sindical urbana devida por trabalhadores e empregadores será efetuado por estabelecimento. . ao sindicato da categoria profissional ou. . . função.Empregados Desenhistas Técnicos. salário no mês a que corresponde a contribuição e o seu respectivo valor.Carpinteiros Navais.Trabalhadores em Agências de Propaganda. . ao órgão regional do Ministério do trabalho. exclusive marítimos). . . . A relação poderá ser substituída por cópia de folha de pagamento.Publicitários.

quando espontâneo.5657 a 7. no caso de empregados admitidos após março de cada ano e que não comprovarem o recolhimento da contribuição sindical respectiva.guiatrabalhista. a fiscalização do trabalho pode aplicar multas de 7. de 29 de dezembro de 1983. Base: Portaria MTE 488/2005.br).com. A Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical.gov.565. PENALIDADES De acordo com o art.br . seguir instruções do sindicato respectivo.mte. aprovada pela Portaria nº 3. RECOLHIMENTO FORA DO PRAZO O pagamento da contribuição sindical fora do prazo.br) e da CAIXA (www.gov. verificará se adapta-se à estrutura hierárquica dos empregadores. www. juros e atualização monetária. 598 da CLT. na vigência do referido contrato. 217). visto não ser uniforme o entendimento quanto à correta aplicação dos acréscimos legais. CONTRATO DE EXPERIÊNCIA O contrato de experiência é uma modalidade do contrato por prazo determinado. Da mesma forma. ou até o último dia útil do mês subseqüente ao do desconto. bem como em todos os canais da Caixa Econômica Federal .76. bem como às condições de trabalho a que está subordinado.MTE (www. é acrescido de multa. art. PRESCRIÇÃO O direito à ação para cobrança da Contribuição Sindical prescreve em 5 anos (Código Tributário Nacional. correspondentes bancários. até o dia 30 de abril. o empregado. Bases: artigos 578 a 593 da CLT e os citados no texto. A GRCSU estará disponível para preenchimento no endereço eletrônico do Ministério do Trabalho e Emprego . unidades lotéricas. Na elaboração dos cálculos. postos de auto-atendimento).caixa. poderá ser utilizada até o dia 31 de dezembro de 2005. cuja finalidade é a de verificar se o empregado tem aptidão para exercer a função para a qual foi contratado. A CAIXA disponibilizará terminais em suas agências para o preenchimento da guia para os contribuintes que não tiverem acesso a internet.CAIXA (agências.233.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A contribuição sindical urbana poderá ser recolhida em qualquer agência bancária.6943 Ufir pelas infrações a dispositivos relacionados à Contribuição Sindical.

2003 31. Sobre o assunto temos também o seguinte Enunciado: Enunciado TST nº 188 Contrato de Experiência .2003 www. o contrato de experiência não poderá exceder 90 dias. Empregado admitido em 02. e prorrogado posteriormente por mais 60 dias.08.2003 Término 30 dias 13.05. temos que o contrato de experiência não poderá ultrapassar 90 dias.06.77.com.07.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © DURAÇÃO Conforme determina o artigo 445. Início do contrato 15.guiatrabalhista.2003 Início da prorrogação 14. PRORROGAÇÃO O artigo 451 da CLT determina que o contrato de experiência só poderá sofrer uma única prorrogação.05.07.br . Desta forma.Prorrogação até 90 dias O contrato de experiência pode ser prorrogado.06.2003 Término da prorrogação 28. parágrafo único da CLT. Início do Término 30 contrato dias 02.2003 Início da prorrogação 01. Empregado admitido em 15.09. Exemplo 1: Contrato de experiência de 90 dias.2003 com contrato de experiência firmado por 30 dias.07.2003 Término da prorrogação 29.06.2003 com contrato de experiência de 30 dias.2003 Exemplo 2: Contrato de experiência de 45 dias. prorrogados por mais 15 dias. e nem sofrer mais de uma prorrogação. respeitado o limite máximo de 90 (noventa) dias. sob pena de ser considerado contrato por prazo indeterminado.

. CUIDADOS QUE DEVEM SER TOMADOS a) Contrato de experiência que termina na sexta-feira..Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A prorrogação do contrato de experiência deverá ser expressa. não podendo ficar contida na subjetividade do empregador.com.O contrato de experiência que termina no sábado não dá direito ao empregado de receber o domingo.. conforme contrato assinado em separado... Recife.. uma vez que não há coerência alguma em se testar o desempenho da mesma pessoa na mesma função antes testada... www.78.. no mínimo.... pois desta forma passa a ser contado como de prazo indeterminado.. c) Contrato de experiência que termina em dia que não há expediente: . SUCESSÃO DE NOVO CONTRATO Para celebração de novo contrato de experiência...A compensação do sábado fará com que o contrato de experiência se transforme em contrato por prazo indeterminado.. O novo contrato justifica-se somente para nova função... bem como nas folhas de "Anotações Gerais".. as horas trabalhadas para a compensação do sábado como extras. que deverá comparecer no primeiro dia útil ao término no departamento pessoal da empresa para recebimento das verbas rescisórias.... sendo que a empresa trabalha em regime de compensação dos sábados: . de . deve-se aguardar um prazo de 6 meses.br ..O término do contrato de experiência em dia que não há expediente deve ser pré-avisado ao empregado no último dia trabalhado e já comunicado.A empresa que trabalha em regime de compensação deve pagar na semana do término do contrato de experiência. Exemplo: O(a) portador(a) desta trabalha em caráter de experiência pelo prazo de ..... b) Contrato de experiência que termina no sábado: .. sob pena do contrato ser considerado por tempo indeterminado. de .. OBRIGATORIEDADE DA ANOTAÇÃO NA CARTEIRA DE TRABALHO O contrato de experiência deve ser anotado na parte do "Contrato de Trabalho"... ou dispensar o empregado do cumprimento da referida compensação. .guiatrabalhista. A falta de assinatura do empregado na prorrogação do contrato de experiência será considerado contrato por prazo indeterminado. ...

www. O contrato de experiência contou seu prazo de cumprimento até o dia 12.79.01. dia 15.10.atestado médico dos primeiros 15 dias: 15.10.01.01.10.01 por 60 dias. completando-se o cumprimento do contrato de experiência quando o empregado retornar. .10. faltando então 29 dias para o término do contrato de experiência.08. .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © carimbo e assinatura da empresa AUXÍLIO-DOENÇA O empregado.01. e após o 16º dia fica suspenso.09.01. serão contados normalmente como dias trabalhados para efeito da contagem do cumprimento do contrato de experiência.retorno ao trabalho: 15.10.01 a 12. durante o período que fica afastado percebendo auxílio-doença previdenciário.atestado médico dos primeiros 15 dias: 29.01 a 29.01.01.10.01.08.09. retornando ao trabalho dia 15. o prazo do contrato de experiência flui normalmente durante os 15 primeiros dias.10.com.01.09.09. .auxílio-doença: 13.01.01 a 11.10.br .08. Desta forma.contrato de experiência: 01. após obter alta do INSS.01 a 29. ou seja.08.09.01.guiatrabalhista. iniciando o auxílio-doença (16º dia) dia 13.01.10. que é a data de retorno deste empregado. O contrato de experiência deste empregado extinguiria dia 11. .01. Exemplo 1: Empregado admitido em contrato de experiência em 01. fato este que não ocorreu devido ao auxílio-doença.contrato de experiência: 13.08. como já esclarecido anteriormente. . os quais serão cumpridos a partir do dia 15. porque a partir do dia 13.01). Os primeiros 15 (quinze) dias de afastamento caracterizam interrupção do contrato de trabalho. O contrato de experiência deste empregado será extinto normalmente na data prevista (29.01 por 90 dias.10. até os primeiros 15 (quinze) dias do atestado médico. tem seu contrato suspenso. iniciando o auxílio-doença (16º dia) dia 30. afasta-se por doença.01 o seu contrato foi suspenso.10.01.01 a 14. Exemplo 2: Empregado admitido em contrato de experiência em 13. porque o atestado médico dos primeiros 15 (quinze) dias comportam os dias faltantes para o término do contrato e por eles contarem como período trabalhado.08. afasta-se por doença dia 29. .10.

01 a 29.retorno ao trabalho: 20.11.01 por 60 dias.08. liberado para retorno ao trabalho a partir do dia 05.atestado médico dos primeiros 15 dias: 20.09.08.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O contrato de experiência deste empregado será extinto somente no dia 12.09.01 por 60 dias.contrato de experiência: 01.10. ocorre a interrupção do contrato de trabalho. . .09. devido tratar-se de um contrato por prazo determinado.09.01. vigorando plenamente em relação ao tempo de serviço. Se o período de afastamento do empregado resultar superior ao prazo estabelecido no contrato de experiência.08.br .08.com.09. No caso do contrato de experiência não haverá problemas quanto a estabilidade provisória.01 a 05. www. retornando ao trabalho dia 20.08.09. pois ele retornou no dia 20. . considerando-se todo o período de efetivo serviço.01. então. .09.01 a 03.01.80. Exemplo 2: Empregado admitido em contrato de experiência em 01.01.01.01.09.01 a 03.01. . .01 a 19.09. acidenta-se no trabalho dia 20.01. O contrato de experiência deste empregado extinguirá normalmente no dia 29. após a alta médica o empregado continua o cumprimento.01. se não houver interesse na continuidade da prestação dos serviços do empregado. continuando o cumprimento.01 a 29.09. tornandose por tempo indeterminado se a prestação de serviço ultrapassar esta data. iniciando o auxílio-doença dia 04.09. Conclui-se. será extinto na data pré-estabelecida.09.01.01.01.01. .auxílio-doença: 04. que se o período de afastamento do empregado resultar menor que o prazo estabelecido no contrato de experiência. acidenta-se no trabalho dia 20.01. Exemplo 1: Empregado admitido em contrato de experiência em 01.08. iniciando o auxílio-doença dia 04. o citado contrato.10. O contrato não sofrerá solução de descontinuidade.08.guiatrabalhista.auxílio-doença: 04.atestado médico do dia do acidente e dos primeiros 15 dias seguintes: 20.09.08.contrato de experiência: 01. ACIDENTE DO TRABALHO No afastamento por acidente do trabalho.01.

pelo prazo mínimo de 12 meses a contar da cessão do auxílio-doença acidentário.2001. independentemente da concessão de auxílio-acidente." RESCISÃO MOTIVADA PELO EMPREGADOR SEM JUSTA CAUSA Não havendo cláusula recíproca de direito de rescisão.Aos contratos por prazo determinado.81.09. despedir o empregado. do dirigente sindical e membro da CIPA. uma vez que houve apenas interrupção do contrato em virtude do acidente do trabalho e não uma suspensão e pela empresa não ter interesse em mantê-lo. RESCISÃO ANTECIPADA DO CONTRATO Qualquer das partes pode rescindir antes do prazo o contrato de experiência.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O contrato de experiência deste empregado extinguiu-se normalmente no dia 29. só haverá aviso prévio se houver no contrato cláusula recíproca de rescisão antecipada (artigo 481 da CLT): "Art.br . ao dispensar o empregado antes do término." Exemplo: Empregado admitido com salário de R$ 500. a estabilidade por acidente de trabalho não altera a natureza do contrato de experiência.09.01. caso seja exercido tal direito por qualquer das partes. 481 . a remuneração a que teria direito até o termo do contrato. sem justa causa. 479 da CLT): "Art. por contrato de experiência de 30 dias. que é incompatível com qualquer forma de estabilidade. o empregador que.guiatrabalhista. o empregador. 479 . inclusive a da gestante.com. fica obrigado ao pagamento de indenização igual à metade da remuneração que o empregado teria direito até o final do contrato (art. Contudo.20 dias trabalhados: 10 dias www.00 em 01. e por metade. foi dispensado sem justa causa após ter trabalhado 20 dias. ESTABILIDADE PROVISÓRIA A legislação previdenciária determina que o empregado que sofrer acidente do trabalho terá assegurada a manutenção de seu contrato de trabalho. Cálculo da indenização: contrato de experiência: 30 dias 30 dias . que contiverem cláusula assecuratória do direito recíproco de rescisão antes de expirado o termo ajustado aplicam-se. será obrigado a pagar-lhe.Nos contratos que tenham termo estipulado. Contudo. a título de indenização. os princípios que regem a rescisão dos contratos por prazo indeterminado.

708/79 e 7. além da indenização citada no art.00 R$ 500. www. porém. sob pena de ser obrigado a indenizar o empregador dos prejuízos que desse fato lhe resultarem.70 : 2 = R$ 83.com.35 indenização a ser paga ao empregado: R$ 83. ou seja.708/79 e 7. não será devida quando houver a extinção do contrato de experiência. § 1º . Esse prejuízo deverá ser comprovado materialmente. este instituto é pouco usual. 480 . ou seja.70 R$ 166. VERBAS RESCISÓRIAS Extinção Normal do Contrato: a) saldo de salário. (art.br . b) salário-família. A indenização não poderá exceder a que receberia em idênticas condições.00 : 30 = R$ 16.238/84. Rescisão Antecipada Ocorrendo rescisão antecipada do contrato de trabalho. deverá indenizar o empregador dos prejuízos que resultarem desse fato. quando houver rescisão do contrato de trabalho no período de 30 dias que antecede a data-base da categoria do empregado. uma vez que em reclamatórias trabalhistas os juízes têm exigido documentos comprobatórios do prejuízo causado pelo empregado ao empregador devido à rescisão antecipada do contrato.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © faltam 10 dias salário: R$ 500. não poderá exceder àquela a que teria direito o empregado em idênticas condições.Havendo termo estipulado. na prática." INDENIZAÇÃO ADICIONAL Extinção do Contrato A indenização adicional prevista no artigo 9º das Leis 6. 479 da CLT.67 R$ 16. 480 da CLT).35 RESCISÃO MOTIVADA PELO EMPREGADO O empregado.67 x 10 = R$ 166. ao rescindir o contrato de experiência antecipadamente. uma vez que a rescisão antecipada é uma rescisão sem justa causa.guiatrabalhista. entende-se que o empregado fará jus à indenização adicional do art.82. sem justa causa.A indenização. o empregado não se poderá desligar do contrato. 9º das Leis 6. "Art.238/84. uma vez que ela só é devida quando ocorre rescisão sem justa causa.

Rescisão antecipada. e a multa sobre o FGTS. f) indenização do art. se for o caso. quando for o caso. com justa causa .guiatrabalhista.83. sem justa causa . e) liberação do FGTS .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © c) férias proporcionais. d) 13º salário proporcional. e) multa de 40% sobre FGTS. quando for o caso. em GFIP. g) liberação do FGTS . d) 13º salário proporcional. acrescidas de 1/3 constitucional.iniciativa do empregado: a) saldo de salário.CD ao empregado. f) indenização do artigo 479 da CLT (50% dos dias faltantes para o término do contrato de experiência).com.código 04. se este comprovar o prejuízo. c) férias proporcionais acrescidas de 1/3 constitucional. d) 13º salário proporcional. Rescisão antecipada. h) liberação do FGTS . g) indenização adicional. e) multa 40% sobre FGTS. h) indenização adicional. se houver previsão em convenção coletiva (veja também nota específica). em GRFP. i) seguro-desemprego: deve ser fornecida a Comunicação de Dispensa .iniciativa do empregado (rescisão indireta): a) saldo de salário.código 01. se for o caso.br .código 01. b) salário-família. c) férias proporcionais.CD ao empregado. b) salário-família. Deposita-se o FGTS do mês da rescisão e do mês anterior. Deposita-se o FGTS do mês da rescisão e do mês anterior. acrescidas de 1/3 constitucional. b) salário-família. Rescisão antecipada.iniciativa do empregador: a) saldo de salário. em GRFP. e) indenização ao empregador. Deposita-se o FGTS do mês da rescisão e do mês anterior se for o caso. i) seguro-desemprego: deve ser fornecida a Comunicação de Dispensa . www. 479 da CLT (50% dos dias faltantes para o término do contrato de experiência). d) 13º salário proporcional. c) férias proporcionais acrescidas de 1/3 constitucional. sem justa causa .

ou . PENALIDADES A infração às proibições do Título IV da CLT.até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato.2003). acarreta multa de 378. b) salário-família. e) liberação do FGTS . acrescidas de 1/3 constitucional. reformulado pela Resolução 121/2003 (DOU 19. contado da data da notificação da demissão.” Portanto. quando da ausência do aviso prévio. se for o caso. indenização do mesmo ou dispensa de seu cumprimento. faz-se o pagamento das verbas rescisórias no primeiro dia útil imediato ao término do contrato.com. NOTA ESPECÍFICA SOBRE FÉRIAS PROPORCIONAIS – PEDIDO DE DEMISSÃO DE EMPREGADO COM MENOS DE 1 ANO DE SERVIÇO O Enunciado 261 do TST.11. Deposita-se o FGTS do mês da rescisão e do mês anterior. em GFIP. d) 13º salário proporcional. PRAZO PARA PAGAMENTO DAS VERBAS RESCISÓRIAS O § 6º do artigo 477 da CLT dispõe que o pagamento das parcelas constantes do instrumento de rescisão ou recibo de quitação deverá ser efetuado nos seguintes prazos: . se houver previsão em convenção coletiva. Em virtude do exposto. artigos 442 a 510 da CLT.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Deposita-se o FGTS do mês da rescisão e do mês anterior. dobrada na reincidência. apesar de constar da CLT o não direito á percepção de férias proporcionais.código 23. e a multa sobre o FGTS. quando há extinção do contrato de experiência. para não haver prejuízo ao empregado.2847 Ufirs.guiatrabalhista. no pedido de demissão pelo empregado com menos de 12 meses de serviço.até o décimo dia. Quando ocorrer rescisão antecipada do contrato de experiência. assim dispõe: “O empregado que se demite antes de completar 12 (doze) meses de serviço tem direito a férias proporcionais. Falecimento do Empregado: a) saldo de salário. c) férias proporcionais.br . deverá se analisar o prazo faltante para o término do contrato de experiência para ver se comporta o prazo de 10 dias. em GRFP. os tribunais www.84. se for o caso.

www. CRECHE . O número de leitos no berçário obedecerá à proporção de 1 (um) leito para cada grupo de 30 (trinta) empregadas entre 16 e 40 anos de idade. baseados na Convenção 132 da OIT (ratificada pelo Brasil através do Decreto 3. ou a cargo do Sesi. com mais de 16 (dezesseis) anos de idade.a creche distrital deverá estar situada. diretamente ou mediante convênios.197/1999).br . Local Apropriado Para Amamentação – Requisitos O local para amamentação deverá obedecer aos seguintes requisitos: a) berçário com área mínima de 3 m2 (três metros quadrados) por criança. do Sesc. exceto dilatação deste período por prescrição médica. reconhecem este direito. OBRIGAÇÃO Toda empresa. a nossa legislação estabeleceu determinados critérios para o cumprimento desta obrigação. para que as mulheres possam amamentar seus filhos em adequadas condições de higiene e conforto. c) cozinha dietética para o preparo de mamadeiras ou suplementos dietéticos para a criança ou para as mães. nas proximidades da residência das empregadas ou dos estabelecimentos ou em vilas operárias. para amamentar. da LBA ou de entidades sindicais. em regime comunitário. b) saleta de amamentação provida de cadeiras ou bancos-encosto. com outras entidades públicas ou privadas.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © trabalhistas. pelas próprias empresas.50 m (cinqüenta centímetros).com. até que o próprio filho complete 6 (seis) meses de idade. e) instalações sanitárias para uso das mães e do pessoal da creche. é obrigada a ter local apropriado onde seja permitido às empregadas guardar sob vigilância e assistência os seus filhos no período de amamentação. de meia hora cada um. a dois descansos especiais.OBRIGATORIEDADE A mulher tem o direito. Para isto. devendo haver. nos estabelecimentos em que trabalharem pelo menos 30 (trinta) mulheres. a distância mínima de 0. SUBSTITUIÇÃO ALTERNATIVA A exigência pode ser suprida por meio de creches distritais mantidas. de preferência. As entidades citadas deverão obedecer às seguintes condições: . d) o piso e as paredes deverão ser revestidos de material impermeável e lavável.85. entre os berços e entre estes e as paredes.guiatrabalhista.

com a afixação de avisos em locais visíveis e de fácil acesso para os empregados. A exigência não se aplica aos órgãos públicos e às instituições paraestatais referidas no "caput" do art. e sem prejuízo do cumprimento dos demais preceitos de proteção à maternidade. pela empregada-mãe. pelo menos até os seis meses de idade da criança. bem como a habilitação do pessoal que nela trabalha. ainda que em caráter provisório ou eventual. que possuam creche. sem ônus para as empregadas.o Reembolso-Creche deverá cobrir. UTILIZAÇÃO DA CRECHE PARA OUTROS FINS – PROIBIÇÃO É proibida a utilização de creches para quaisquer outros fins. REEMBOLSO-CRECHE A exigência de creche nos moldes pode ser substituída pelo sistema de Reembolso-Creche.o benefício deverá ser concedido a toda empregada-mãe. .br . desde que os estabelecimentos ou as instituições forneçam transporte.as empresas e empregadores deverão dar ciência às empregadas da existência do sistema e dos procedimentos necessários para a utilização do benefício. obedecendo a proporção estipulada. . Os estabelecimentos regidos pela CLT.deverá constar das cláusulas do convênio: a) o número de berços que a creche mantiver à disposição de cada estabelecimento. . a quem cabe orientar e fiscalizar as condições materiais de instalação e funcionamento. cabe à autoridade regional competente a faculdade de exigir que os estabelecimentos celebrem convênios com outras creches. b) a comprovação de que a creche foi aprovada pela Coordenação de Proteção MaternoInfantil ou pelos órgãos estaduais competentes.o Reembolso-Creche deverá ser efetuado até o 3º (terceiro) dia útil da entrega do comprovante das despesas efetuadas.com.guiatrabalhista. 566 da CLT. com a mensalidade da creche. independente do número de mulheres do estabelecimento.nos casos de inexistência das creches distritais. www. Previsão em Acordo ou Convenção Coletiva – Obrigatório A implantação do sistema de Reembolso-Creche dependerá de prévia estipulação em acordo ou convenção coletiva. .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © . poderão efetuar contrato com outros estabelecimentos desde que preencham os requisitos exigidos.86. integralmente. obedecendo-se as seguintes exigências: . as despesas efetuadas com o pagamento da creche de livre escolha da empregada-mãe.

DESCONTOS SALARIAIS Pode o empregador efetuar descontos nos salários dos empregados. remetendo-lhe cópia do documento explicativo do seu funcionamento. CONSTITUIÇÃO FEDERAL/88 A atual Constituição Federal/88 contempla no artigo 7º. Assim dispõem os incisos IV. não integram o salário-de-contribuição do empregado. VI e X da CF/88: "Art. não implicará em prejuízo.com. com a devida anuência do primeiro.048/99. Bases: § 1º e 2º do inciso IV do art. Portaria MTb nº 3. inciso XXIII do art. § 9º.296/86. Portaria DNSHT nº 01/71. As partes (empregado e empregador) deverão pactuar. 389 da CLT. incisos IV. princípios de proteção salarial. salvo quando este resultar de adiantamentos. 462 .guiatrabalhista. www. não acarretando assim alteração unilateral do contrato individual de trabalho. quando devidamente comprovadas as despesas realizadas. Não Integração no Salário-de-Contribuição O Reembolso-Creche pago em conformidade com a legislação trabalhista. qualquer desconto sofrido pelo empregado. se legalmente previsto. prevista no artigo 468 da CLT.. garantindo ao trabalhador a remuneração devida e os descontos previstos em Lei. 7º . 396 da CLT Portaria DNSHT nº 01/69.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Comunicação à DRT As empresas e empregadores deverão comunicar à DRT a adoção do sistema de Reembolso-Creche. Art. desde que observado o disposto no artigo 462 da CLT. VI e X.Ao empregador é vedado efetuar qualquer desconto nos salários do empregado. 214 do Decreto nº 3. além de outros que visem à melhoria de sua condição social: ." Portanto. de dispositivos de lei ou de contrato coletivo. que assim dispõe: "Art.br . constituindo crime sua retenção dolosa.São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais..87. alteração contratual ou fraude às leis trabalhistas.

ocorrência de dolo. nos casos de ação culposa por imprudência. Temos. X . nacionalmente unificado.guiatrabalhista. deliberadamente e por sua própria vontade. saúde. negligência e imperícia. contra as atividades da empresa ou a quem possa prejudicar. dois requisitos a serem observados: . 462. § 1º da CLT). lazer.cláusula contratual dispondo sobre eventual possibilidade de dano causado pelo empregado. vestuário. capaz de atender as suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia. .com. constituindo crime sua retenção dolosa.." Quebra de Material www. sendo vedada sua vinculação para qualquer fim. praticar ato de natureza dolosa. fixado em lei. Proíbe-se o desconto no salário do empregado dos valores de cheques não compensados ou sem fundos. faz-se necessária a comprovação da intenção do empregado e. caso contrário o risco é do empregador. desde que pactuado entre as partes (empregado e empregador) e constante em cláusula contratual. salvo se não cumprir as resoluções da empresa." CASO DE DANO Em caso de dano causado pelo empregado.88. então.. com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo. somente neste caso poderá se descontar do empregado o valor de cheque recebido sem fundo. salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo. Precedente Normativo TST nº 014: “Desconto do Salário. ou . alimentação..Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © IV . educação. .proteção do salário na forma da lei. ou na ocorrência de dolo do empregado (art. Cheques Sem Fundo Conforme prevê o Precedente Normativo TST nº 014. A permissão legal refere-se apenas aos casos de atitudes do empregado motivadas por dolo.salário mínimo. higiene.irredutibilidade do salário. Dolo No caso de dolo. a possibilidade de desconto ficará sujeita ao prévio acordo entre as partes (empregado e empregador).br . A vontade do agente (empregado) é elemento caracterizador da ocorrência do dolo.. o desconto no salário será lícito. VI . transporte e previdência social. se o empregado não cumprir com as normas da empresa para recebimento de cheques.

em cada caso.860/94). os vestuários. www. § 4º . visando que as mercadorias sejam vendidas e os serviços prestados a preços razoáveis. em qualquer hipótese." DIFÍCIL ACESSO DOS EMPREGADOS/ARMAZÉNS OU SERVIÇOS NÃO MANTIDOS PELA EMPRESA Sempre que não for possível o acesso dos empregados a armazéns ou serviços não mantidos pela empresa. Precedente Normativo TST nº 118 “Quebra de Material. § 2º da CLT). é lícito à autoridade competente determinar a adoção de medidas adequadas. Em caso algum será permitido o pagamento com bebidas alcoólicas ou drogas nocivas. § 2º . § 3º . respectivamente.Não serão considerados como salário. a 25% (vinte e cinco por cento) e 20% (vinte por cento) do salário-contratual (redação da Lei nº 8. para a prestação dos respectivos serviços. sem intuito de lucro e sempre em benefício dos empregados (art.Tratando-se de habitação coletiva.Além do pagamento em dinheiro. os dos percentuais das parcelas componentes do salário mínimo (arts. equipamentos e outros acessórios fornecidos ao empregado e utilizados no local de trabalho. 458 . o valor do salário-utilidade a ela correspondente será obtido mediante a divisão do justo valor da habitação pelo número de co-ocupantes. fornecer habitualmente ao empregado. não podendo exceder. a utilização da mesma unidade residencial por mais de uma família (redação da Lei nº 8. vestuário ou outras prestações "in natura" que a empresa. § 1º . para todos os efeitos legais. habitação. Não se permite o desconto salarial por quebra de material. ou ainda. 462.A habitação e a alimentação fornecidas como salário-utilidade deverão atender aos fins a que se destinam e não poderão exceder. 462. § 3º da CLT).860/94). compreende-se no salário.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Ocorrendo do empregado quebrar material utilizado para realizar o seu trabalho.Os valores atribuídos às prestações "in natura" deverão ser justos e razoáveis. de culpa comprovada do empregado. Sobre prestações salariais "in natura" temos: "Art. não poderá se descontar dele.guiatrabalhista. vedada.br . por força do contrato ou do costume.com." EMPRESA COM ARMAZÉNS/VENDA DE MERCADORIAS E/OU PRESTAÇÕES "IN NATURA" – COAÇÃO É vedado à empresa que mantiver armazéns para venda de mercadorias aos empregados ou serviços destinados a proporcionar-lhes prestações "in natura" exercer qualquer coação ou induzimento no sentido de que estes se utilizem do armazém ou dos serviços (art. para os efeitos previstos neste artigo. exceto se o mesmo se recusar a apresentar os objetos danificados. havendo previsão contratual.89. salvo nas hipóteses ou recusa de apresentação dos objetos danificados. 81 e 82). a alimentação.

90.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © EMPREGADO/DIREITO DE DISPOR DO SALÁRIO O artigo 462 da CLT dispõe em seu § 4º da proibição às empresas de limitar. observando tabela oficialmente divulgada. constituindo crime sua retenção dolosa. Contribuição Sindical. Assistencial e Confederativa A contribuição sindical anual. cabendo ao empregador o seu desconto e recolhimento ao sindicato respectivo da categoria profissional do empregado. odontológica. ou de entidade cooperativa. na forma da lei. Art. correspondente a um dia de salário por ano. DESCONTOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA.65. SEGURO OU ASSOCIAÇÃO O desconto. não afrontam o disposto no art.00%. desde que autorizado anteriormente pelo empregado. com a autorização prévia e por escrito do empregado. ODONTOLÓGICA. conforme determina o Enunciado TST nº 342. consagrado o princípio de proteção ao salário percebido pelo empregado. seguro de previdência privada ou até mesmo de entidade cooperativa. www. 462 da CLT.00 e 11. CLT. para ser integrado em planos de assistência odontológica. portanto. Enunciado TST nº 342. salvo se ficar demonstrada a existência de coação ou de outro defeito que vicie o ato jurídico. independentemente de autorização. 8. é considerado lícito pelos nossos tribunais. a liberdade dos empregados de dispor do seu salário. mediante a aplicação das alíquotas de 7.65. é obrigatória. 462. 9. em seu benefício e dos seus dependentes. médicohospitalar.guiatrabalhista. conforme tabela divulgada pela Previdência Social.com. de seguro de previdência privada. “Descontos salariais efetuados pelo empregador. cultural ou recreativa associativa de trabalhadores em benefício deles. Está. Imposto de Renda na Fonte Sobre as remunerações pagas aos empregados há incidência do Imposto de Renda na Fonte. incidente sobre o salário-de-contribuição de cada um. Descontos Salariais. por qualquer forma.br . contrária à sua vontade e aos critérios legais. cultural ou recreativa associativa dos seus trabalhadores." DESCONTOS SALARIAIS OBRIGATÓRIOS E REGULAMENTADOS Previdência Social Cabe aos empregadores o desconto relativo às contribuições previdenciárias de seus empregados. de valores referentes à assistência médica. mediante aplicação das alíquotas progressivas.

A contribuição confederativa. a quem por direito for obrigado a pagá-la. o desconto. mediante deliberação da assembléia geral da respectiva representação profissional: Precedente Normativo TST nº 119 . em seus arts. somente poderá ser descontada do empregado desde que este seja filiado à entidade sindical. deu seu entendimento pelo não-desconto das contribuições confederativa ou taxa assistencial dos não-filiados ao sindicato profissional. acordo ou sentença normativa de dissídio coletivo. muitas vezes denominada contribuição assistencial. enquanto que remuneração são as demais parcelas que o integram. conforme prevê o Precedente Normativo TST nº 119.91. obrigando trabalhadores não sindicalizados. prevista em convenção. XX e 8º.br . V. é aplicável tão-somente aos trabalhadores associados ao sindicato. através do Precedente Normativo nº 119. nos termos do Parecer Normativo TST nº 119. “A Constituição da República. se o empregado optar por este benefício. tornando-se passíveis de devolução os valores irregularmente descontados. para determinação de pensão alimentícia. 5º. do empregado filiado ao sindicato. desde que autorizada pelo empregado.Contribuições Sindicais . DIÁRIAS PARA VIAGEM E AJUDA DE CUSTO Salário é a parte fixa estipulada como contraprestação de serviço. Sendo nulas as estipulações que inobservem tal restrição. o Tribunal Superior do Trabalho (TST). É ofensiva a essa modalidade de liberdade cláusula constante de acordo. A reversão salarial. respeitará os termos judicialmente determinados pelo juiz. revigoramento ou fortalecimento sindical e outras da mesma espécie. assistencial.Inobservância de Preceitos Constitucionais.com.guiatrabalhista. convenção coletiva ou sentença normativa estabelecendo contribuição em favor de entidade sindical a título de taxa para custeio do sistema confederativo." Em resumo.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A mensalidade sindical. quando a empresa por este noticiada deverá ser descontada e recolhida normalmente. assegura o direito de livre associação e sindicalização. Pensão Alimentícia No caso de sentença judicial transitada em julgado. www. excluídos quaisquer adicionais ou vantagens. Vale Transporte Cabe ao empregador o desconto do percentual de 6% (seis por cento) incidente sobre o salário-base ou vencimento do empregado. em ofício endereçado à empresa.

além de outras verbas que não dizem respeito a este trabalho. consoante determina o art. .com.Integram o salário não só a importância fixa estipulada.br . .92. para todos os efeitos legais além do salário devido e pago diretamente pelo empregador. AJUDA DE CUSTO www. as ajudas de custo e as diárias para viagem que não excedam a 50% do salário recebido pelo empregado. percentagens. pelo seu valor total e para efeitos indenizatórios. quando excedentes a 50% do valor do salário. . 457. as diárias para viagem que excedam a 50% (cinqüenta por cento) do salário do empregado." Não integram remuneração: . gratificações ajustadas.ajuda de custo. comissões.. gratificações ajustadas. . como também as comissões.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Integram a remuneração do empregado não só a importância fixa estipulada como as gorjetas. as gorjetas que receber. diárias para viagem e abonos pagos pelo empregador.abonos e outras denominações que deverão ser analisadas separadamente conforme o caso em específico.comissões.diárias para viagem que não excedam de 50% do salário percebido pelo empregado.Diária de Viagem . § 2º da CLT e Enunciado TST nº 101: "Art. § 2º . § 1º da CLT que diz: "Compreendem-se na remuneração do empregado. § 1º .gorjetas. . diárias para viagem e abonos pagos pelo empregador... VERBAS QUE NÃO INTEGRAM REMUNERAÇÃO Não incluem.Integração ao Salário “Integram o salário.percentagens (adicionais). consoante determina o artigo 457." VERBAS QUE INTEGRAM REMUNERAÇÃO Integram a remuneração do empregado: . .gratificações ajustadas. assim como as diárias para viagem que não excedam de 50% do salário percebido pelo empregado.. como contraprestação do serviço. nos salários.diárias para viagem. percentagens.guiatrabalhista. 457 .Não se incluem nos salários as ajudas de custo." Enunciado TST 101 . ..

inclusive. DIÁRIA PARA VIAGEM As diárias para viagem são valores pagos habitualmente ao empregado para cobrir despesas necessárias. www.00 x 2 = 500. Exemplo 2: Empregado que percebe R$ 1.com.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A ajuda de custo não tem natureza salarial.50% do salário: R$ 750. qualquer que seja o valor pago. Exemplo: Empregado é transferido definitivamente para a filial da empresa em que presta serviço. A despesa resultante da mudança que corre por conta do empregador. mas sim indenizatório. em outra cidade.00 em cada viagem.Salário do empregado: R$ 1. para realização de serviços externos. a remuneração para todos os efeitos legais. alojamento. tais como: alimentação.00 em cada viagem. recebendo R$ 350. no valor total. recebendo R$ 250.Diárias para viagem: R$ 250.00 de salário mensal e realiza 3 viagens por mês. integra salário para todos os efeitos legais. portanto.500. Na hipótese da "ajuda de custo" ser paga mês a mês para o empregado. nos termos do artigo 470 da CLT.00 . integrarão. as diárias para viagem não integrarão a remuneração do empregado. hotéis.guiatrabalhista.00 de salário mensal e realiza 2 viagens no mês. transporte.93. não tem caráter salarial.br . a referida denominação é imprópria.700.500.00 . a todas as incidências. Exemplo 1: Empregado que percebe R$ 1. . sujeita. por se tratar de verba indenizatória com a finalidade específica de cobrir despesas do empregado em decorrência de mudança do local de trabalho. A ajuda de custo é paga de uma única vez. Quando os valores pagos a título de diárias para viagens excederem a 50% do valor do salário.00 Neste caso.

00 .00 = R$ 200.COMISSÕES A jurisprudência trabalhista também consolidou o direito ao repouso semanal remunerado para o comissionista. inciso XV. preferencialmente aos domingos. os valores recebidos a título de diárias para viagem integrarão a remuneração do empregado. DESCANSO SEMANAL REMUNERADO . portanto. ao pagamento de despesas de alimentação e pousada." FORMA DE CÁLCULO www.Salário do empregado: R$ 1. o valor recebido não terá natureza salarial e.700. exclusivamente. juntamente com o artigo 67 da CLT e o artigo 1º da Lei nº 605/49.050.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © .050. ainda que pracista.50% do salário: R$ 850.guiatrabalhista.94.048/49. através do Enunciado TST nº 27.R$ 850. inciso II). ou seja. não integrará salário.00). INCIDÊNCIAS VERBA Ajuda de Custo Diárias p/viagem até 50% do salário Superior a 50% do valor do salário INSS não não sim FGTS não não sim IR não não não* *As diárias destinadas.com. mas houver comprovação das despesas através de apresentação de Notas Fiscais. REEMBOLSO DE DESPESAS Quando o empregado receber valor superior a 50% (cinqüenta por cento) do seu salário. Bases: Constituição Federal. art.00 Neste caso.050. não apenas a diferença (R$ 1.br . inclusive o comissionista.00 farão parte da sua remuneração. pelo valor integral (R$ 1.00). em seu artigo 7º.713/88. DSR .050. os R$ 1. por serviço eventual realizado em município diferente do da sede de trabalho (Lei nº 7.00 x 3 =R$ 1. 6º. que dispõe: "É devida remuneração do repouso semanal e dos dias feriados ao empregado comissionista.00 .00 . regulamentada pelo Decreto nº 27.Diárias para viagem: R$ 350.DSR Todo empregado tem direito ao repouso semanal remunerado de 24 horas consecutivas.

somam-se as comissões auferidas no mês.00 2.00 x 5 (4 domingos e 1 feriado) 26 DSR = R$ 60.00 x 5 (4 domingos e 1 feriado) DSR = R$ 300.00.Rel. A fórmula de cálculo fica: DSR = comissões x domingos e feriados do mês número de dias úteis * Importante: O sábado é considerado dia útil.1ª . Empregado comissionista auferiu no mês de maio/2001 um total de comissões de R$ 1.INTEGRAÇÃO DAS HORAS EXTRAS A Lei nº 7." (TRT .768.multiplica-se pelo número de domingos e feriados.Ac.259 da 2ªT. FORMA DE CÁLCULO www.114/74 .00 x 5 (4 domingos e 1 feriado) 26 DSR = R$ 68.00.00 x 5 (domingos) DSR = R$ 340. Seu DSR corresponderá: DSR = R$ 1.br .DSR.com. Em resumo: . exceto se recair em feriado. de 27. Empregado auferiu no mês de maio/2001 um total de comissões de R$ 1. 1.RO 2.560. e o Enunciado TST nº 172 determinam que as horas extraordinárias habitualmente prestadas devem ser computadas no cálculo do Descanso Semanal Remunerado .R . Seu DSR corresponderá: DSR = R$ 1. Juiz Gustavo Câmara Simões Barbosa).560. de 9 de dezembro de 1985. além do Enunciado do TST mencionado: "Para a fixação do valor do repouso de comissionista. . divide-se o produto mensal das comissões pelo número dos dias úteis do mês em causa. uma vez que do salário fixo mensal já está incluído nele mesmo.74 .415.08.00 e tem um salário fixo de R$ 430. EXEMPLOS 1.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Para a determinação do cálculo nos utilizamos de outro acórdão. .divide-se pelo número de dias úteis.95. DESCANSO SEMANAL REMUNERADO .768.guiatrabalhista.00 Observação: Só é devido DSR das comissões.

5 horas x R$ 7. .00.br .80 .guiatrabalhista. Durante o mês o empregado realizou 39 horas extras no mês de maio/01 com adicional de 50% (cinqüenta por cento).50 .Horas extras a 50% www.somam-se as horas extras do mês. .50 26 dias úteis 1.número de horas extras a 50%: 13 .número de domingos e feriados no mês de maio/01: 5 DSR = 39 h x 5 (4 domingos e 1 feriado) x R$ 7.multiplica-se pelo valor da hora extra atual. exceto se recair em feriado. Fórmula: DSR = valor total das horas extras do mês x domingos e feriados do mês número de dias úteis x valor da hora extra atual O sábado é considerado dia útil.00 + 50% = R$ 7.00 .5 horas x 5 x R$ 7.com. Caso as horas extras feitas durante o mês tenham percentuais diferentes. .00.divide-se o resultado pelo número de dias úteis do mês.50 = DSR 7. .número de domingos no mês de maio/01: 5 . EXEMPLOS 1. a média terá que ser feita separadamente.valor da hora extra: R$ 5. . Durante o mês o empregado realizou 13 horas extras no mês de maio/01 com adicional de 50% (cinqüenta por cento) e 18 horas extras no mês de maio/01 com adicional de 80% (oitenta por cento). Valor da hora normal R$ 5.valor da hora extra a 50%: R$ 6.número de horas extras a 80%: 18 .25 2.96.valor da hora extra a 80%: R$ 6.00 + 50% = R$ 9.número de horas extras realizadas: 39 .00 + 80% = R$ 10.50 = R$ 56. calcula-se da seguinte forma: . Valor da hora normal R$ 6.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A integração das horas extras no descanso semanal remunerado.multiplica-se pelo número de domingos e feriados do mês.

A fórmula é a seguinte: DSR = soma das horas noturnas normais x nº de domingos e feriados nº dias úteis x valor da hora normal x valor do adicional noturno www. dispõe que à remuneração do trabalho noturno deve ser superior à do trabalho diurno.guiatrabalhista. A CLT assegura em seu artigo 73 um adicional para o trabalho noturno de no mínimo 20%.Horas extras a 80% DSR = 18 h x 5 (domingos e 1 feriado) x R$ 10.divide-se pelo número de dias úteis.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © DSR = 13 h x 5 (domingos e 1 feriado) x R$ 9.00 = R$ 22. normalmente 20%.5 x 5 (domingos) x R$ 9. . . sendo devido o respectivo no DSR. uma vez que esta pode trazer um adicional superior.69 x 5 (domingos) x R$ 10. Para se ter certeza do adicional a ser aplicado deve ser consultada a Convenção Coletiva da respectiva Categoria.97. o qual deve ser obedecido. inciso IX. .80 = R$ 37.048/49 preceituam que a remuneração do descanso semanal corresponde a um dia normal de trabalho. trabalhando o empregado em horário noturno. . em seu artigo 7º. DESCANSO SEMANAL REMUNERADO .multiplica-se pelo valor da hora normal. uma vez que a própria Constituição Federal de 1988. Em consequência. FORMA DE CÁLCULO O descanso semanal remunerado referente ao adicional noturno calcula-se da seguinte forma: .multiplica-se pelo número de domingos e feriados.26 ADICIONAL DE SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO A Constituição Federal no seu artigo 7º.br .multiplica-se pelo valor do adicional noturno.50 . inciso XVI determina que a remuneração do serviço extraordinário deve ser acrescida de no mínimo 50% (cinqüenta por cento) à do normal.00 26 (dias úteis) 0. mas a empresa antes de aplicar nos cálculos da sua folha de pagamento deverá conferir com a Convenção Coletiva de Trabalho se tal percentual não é superior.80 26 (dias úteis) DSR = 0.com.somam-se as horas noturnas normais realizadas no mês. o adicional correspondente faz parte da sua jornada normal.HORA NOTURNA Como o artigo 7º da Lei nº 605 e o artigo 10 do Decreto nº 27.

Empregado realizou no mês de maio/01.00 x 25% DSR = R$ 180.somam-se as horas normais realizadas no mês. 104 horas noturnas.00 2.00 x 20% 26 DSR = 4 x 5 x R$ 5. DSR = 156 x 5 x R$ 6.multiplica-se pelo número de domingos e feriados. Exemplos: www. exceto se recair em feriado.HORISTA A Lei nº 605/49. EXEMPLOS 1.multiplica-se pelo valor da hora normal. Empregado realizou no mês de maio/01. Valor da hora normal R$ 6.00 x 25% 26 DSR = 6 x 5 x R$ 6.00. A fórmula é s seguinte: DSR = soma das horas normais do mês x domingos e feriados x valor número de dias úteis da hora normal Nota: O sábado é considerado dia útil.00 DESCANSO SEMANAL REMUNERADO . 156 horas noturnas. . .00 x 20% DSR = 20 x R$ 5.guiatrabalhista. elenca em seu artigo 7º que a remuneração do mencionado repouso corresponderá a um dia de serviço.com.00 x 25% DSR = R$ 45. Adicional noturno 20%. Valor da hora normal R$ 5.00 x 20% DSR = R$ 100. DSR = 104 x 5 x R$ 5. que trata do repouso semanal remunerado.00 x 20% DSR = R$ 20. O descanso semanal remunerado do empregado horista calcula-se da seguinte forma: . exceto se recair em feriado.00 x 25% DSR = 30 x R$ 6. .divide-se o resultado pelo número de dias úteis.98.00.br . Adicional noturno estipulado pela Convenção Coletiva de Trabalho 25%.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © * Nota: Considera-se sábado como dia útil.

1667 x 7 x R$ 3. pois a habitualidade caracteriza-se prontamente.38 x 5 x R$ 4.00.00 24 DSR = 7. O número de domingos do mês é 5.859/1972.00 DSR = R$ 150. CONCEITOS Empregado Doméstico Entende-se por empregado doméstico aquele que presta serviços de natureza contínua e de finalidade não lucrativa à pessoa ou à família no âmbito residencial destas.9 x R$ 4.00 = R$ 516.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © 1.172 horas trabalhadas x R$ 3.guiatrabalhista.192 horas trabalhadas x R$ 4. "Doméstica: trabalho em dias alternados. no âmbito residencial das mesmas. destacamos os seguintes elementos: a) prestação de serviço de natureza não lucrativa.60. Empregado horista trabalhou no mês de segunda a sexta-feira 8 (oito) horas diárias em 22 dias e nos sábados 4 horas em 4 sábados.1667 x R$ 3.com. Empregado horista trabalhou no mês de segunda a sexta-feira 8 (oito) horas diárias em 19 dias e no sábado 4 (quatro) horas em 5 sábados. 2. Seu DSR corresponderá: . na medida em www.00.00 DSR = 192 x 5 x R$ 4.50. Valor da hora normal R$ 3.00 DSR = 36.00 26 DSR = 7. Valor da hora normal R$ 4.00 DSR = 50. Deste conceito.99. fazendo serviços próprios de manutenção de uma residência.br . Doméstica que trabalha duas ou três vezes por semana.00 = R$ 768.00 DSR = 172 x 7 (5 domingos e 2 feriados) x R$ 3. Seu DSR corresponderá: .00 DSR = R$ 147. Houve 5 domingos e 2 feriados no mês. é empregada e não trabalhadora eventual. b) à pessoa física ou à família. EMPREGADO DOMÉSTICO O empregado doméstico é regido pela Lei 5. regulamentada pelo Decreto 71885/1973. tendo seus direitos previstos na Constituição Federal/1988 no parágrafo único do artigo 7º. c) continuadamente. bem como sua integração à Previdência Social.

ADMISSÃO O empregado doméstico. estando plenamente caracterizada a habitualidade. verificando-se uma intermitência no labor. filiação. .CPF . a critério do empregador doméstico. Carteira de Trabalho e Previdência Social . motorista. de frente. ou por pessoa idônea. pagamento de salário e pessoalidade.12. .guiatrabalhista. portando os seguintes documentos: .carteira de identidade. declara-se. .br . subscrito por autoridade médica responsável.Cadastro de Pessoa Física. Turma: 07 . e d) apresentar o número da inscrição junto ao INSS para os devidos recolhimentos previdenciários na GPS. Relator: Rosa Maria Zuccaro) Empregador Doméstico Considera-se empregador doméstico a pessoa ou família que admita a seu serviço empregado doméstico. mas não uma descontinuidade.TRT 2ª Região.certidão de nascimento ou casamento. logo. Processo: 02980599829. no qual possam ser colhidos dados referentes ao nome completo. b) qualquer documento oficial de identificação pessoal do interessado. conforme o caso. c) atestado de saúde. jardineiro.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © que seu trabalho é desenvolvido em dias alternados.assinada como doméstico (babá. deverá apresentar a seguinte documentação: a) carteira de Trabalho e Previdência Social.com." (Acórdão: 19990632513. o vínculo empregatício. sem muito esforço. no momento da sua admissão.100.Aquisição O empregado doméstico que não possuir a CTPS deverá se dirigir à DRT . data pub. .1999. etc. b) atestado de boa conduta.título de eleitor. emitido por autoridade policial. portando: a) 2 fotos. data e lugar de nascimento.Delegacia Regional do Trabalho. subordinação. www. a juízo do empregador.: 17.).ECT para preenchimento do documento de cadastramento do trabalhador/contribuinte individual.CTPS . 3 x 4. Inscrição na Previdência Social – Documentação O empregado doméstico deverá dirigir-se ao posto do INSS ou à Agência da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos .

d) cozinheiro: 5132-10. então poderá se utilizar do seu número do PIS como número de inscrição perante a Previdência Social. DIREITOS TRABALHISTAS www.com. babá. h) remuneração.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Tendo o empregado doméstico já trabalhado anteriormente cadastrado no PIS e ainda não tenha efetuado a sua inscrição junto ao INSS.O g) data de admissão. e i) assinatura do empregador.101.B. e) cargo: empregada doméstica. O contrato de experiência pode ser firmado por períodos breves..br . h) caseiro: 5121-05. c) endereço completo. O período do contrato é pré-determinado.B. podendo ser prorrogado uma única vez. O período de experiência deve ser contratado em documento assinado pelo empregador e pelo empregado . de acordo com o interesse das partes.C. como 30. mas não pode ser superior a 90 (noventa) dias. d) espécie de estabelecimento: residencial. o empregado doméstico. pois as partes sabem qual seu limite de vigência. etc. devendo ser entregue ao empregado uma via do contrato.O’s mais comuns: a) empregada doméstica: 5121-20. c) mordomo e governanta: 5131-05. f) faxineiro: 5121-15. durante o qual suas aptidões poderão ser melhor avaliadas. g) arrumador: 5121-10. Anotações na CTPS Na CTPS do empregado deverão ser anotados: a) nome do empregador.guiatrabalhista. pode ser contratado em caráter experimental. e) motorista de carro de passeio: 7823-05. b) babá: 5162-05. . f) C. b) CPF do empregador.não é válido acerto verbal. CONTRATO DE EXPERIÊNCIA Conforme a cartilha do MTE. como qualquer outra categoria de trabalhadores. 45 ou 60 dias.

uma vez que há controvérsias a respeito do assunto e algumas jurisprudências têm se manifestado neste sentido. d) repouso semanal remunerado. artigo 7º. se o empregador fizer a opção. ampara o pedido de pagamento. assim como anotar na CTPS o período referente ao gozo das férias. na cessação do contrato de trabalho do empregado doméstico. nesses diplomas. nos termos da lei. incide a regra geral da conversibilidade da obrigação de fazer em dar (art. PROC: RR NUM: 490223 ANO: 1998 REGIÃO: 02 RECURSO DE REVISTA TURMA: 05) EMPREGADO DOMÉSTICO . no caso também deverão ser acrescidas de 1/3 constitucional. FÉRIAS PROPORCIONAIS. Na falta de previsão específica na lei especial que dispõe sobre a categoria dos empregados domésticos. ou seja férias anuais remuneradas. direito que tem origem no tempo de serviço. Não há. se o empregador fizer opção pelo FGTS. das proporcionais. Os direitos assegurados aos empregados domésticos estão previstos na Lei nº 5859/72 e na Constituição da República. consoante dispõe o artigo 7º. aplicada por analogia (art. matéria disciplinada pela CLT (artigos 146 e 147). 4º da Lei de Introdução ao Código Civil).102. A mesma observação se faz no que diz respeito a férias em dobro. JURISPRUDÊNCIAS – FÉRIAS PROPORCIONAIS EMPREGADA DOMÉSTICA. 879. h) seguro-desemprego. inaplicável aos empregados domésticos. entretanto. fixado em lei. Também deverá pré-avisar o empregado doméstico quando sairá de férias. 159 do Código Civil. recusar. (TRIBUNAL: TST DECISÃO: 20 11 2002 PROC: RR NUM: 704375 ANO: 2000 REGIÃO: 17 RECURSO DE REVISTA TURMA: 03) f) vale transporte. i) aviso prévio. "a". Ocorrendo rescisão imotivada. c) décimo terceiro salário. CCB). por cautela. pelo empregador.br . preferencialmente aos domingos. previsão expressa férias proporcionais. DIREITO. parágrafo único.FÉRIAS PROPORCIONAIS ACRESCIDAS DE 1/3. a norma do art. Não é possível. por iniciativa do empregador. e) férias anuais (20 dias úteis). empregada doméstica. vez que o ato patronal frustra a aquisição de um direito em vias de ser concretizado. g) FGTS. a título de indenização.guiatrabalhista. www. o empregador.com.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O doméstico faz jus: a) ao salário-mínimo. No que se refere a férias proporcionais quando o doméstico for demitido sem justa causa ou quando pedir demissão com mais de 1 (um) ano. (TST DECISÃO: 09 10 2002. acrescidas de 1/3 constitucional. b) irredutibilidade do salário. da CLT. deverá pagar. sem justa causa.

TRT 4ª Região. b) à estabilidade provisória no emprego (gestante). DIREITOS PREVIDENCIÁRIOS O doméstico faz jus: a) ao salário-maternidade. b) à aposentadoria.3ªT .: 30. inciso XVIII). alínea "b". ao elencar os direitos dos empregados domésticos. do texto constitucional. O doméstico e seus dependentes fazem jus: a) à reabilitação profissional. Relator: Silvia Regina P. c) ao auxílio-doença.DJ 06.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © j) licença-maternidade de 120 dias (a empregada doméstica não faz jus à estabilidade contada da confirmação da gravidez até 5 meses após o parto).com.691/90 .103. "À empregada doméstica. não incluindo no rol a proteção contra a despedida arbitrária ou sem justa causa prevista no mesmo artigo. inciso I. www.guiatrabalhista. no parágrafo único do artigo 7º. também mencionada no art. b) ao auxílio-reclusão. inciso I. pago diretamente pela Previdência Social. Processo: 02970330681. Empregada doméstica .Gestante .Rel.1998. não a contemplando com a pretendida estabilidade provisória prevista no art. dos ADCT". d) ao seguro-desemprego.Inexistência de garantia à estabilidade provisória gestacional.12. Garantia de emprego que se indefere. se o empregador não fizer opção pelos depósitos do FGTS. DIREITOS A QUE NÃO FAZ JUS O empregado doméstico não faz jus: a) ao PIS. 10. a que se refere o art. Juiz Alfio Amaury dos Santos . l) licença-paternidade. dos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias. a Constituição Federal/88 somente garantiu a concessão de licença gestante (art. não incluiu entre os mesmos o inciso I.Estabilidade Provisória . (Acórdão: 02980320174." (TRT 3ª R . 10 do ADCT. data pub. limitou os direitos concedidos aos trabalhadores domésticos. do artigo sétimo. Galvão Devonald) "Doméstica . Turma: 03.91) c) ao FGTS. inciso II. 10. Seus dependentes fazem jus: a) à pensão por morte.RO 6.br . Nota-se que o parágrafo único. se o empregador não fizer a opção. alínea "b".A CF/88.06. 7º.

949. parágrafo único. TRIBUNAL: 4ª Região DECISÃO: 01 07 1998 TIPO: RO NUM: 00554. tem direito á remuneração em dobro: JURISPRUDÊNCIA – FERIADOS REPOUSOS E FERIADOS TRABALHADOS. também aos domingos não gozados. g) ao adicional de insalubridade.TURMA: Segunda Turma. TRIBUNAL: 3ª Região DECISÃO: 22 08 2000 TIPO: RO NUM: 5156 ANO: 2000 NÚMERO ÚNICO PROC: RO . Com a extensão ao doméstico.RSR NÃO GOZADO . Portanto. l) às férias proporcionais e em dobro. pela Constituição Federal.DIREITO À DOBRA. f) ao adicional noturno.guiatrabalhista. impõe-se o pagamento da dobra legal. Caso trabalhar neste dia. conforme previsto em seu artigo 9o. JORNADA DE TRABALHO A Constituição Federal. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA A contribuição previdenciária.104. sem pagamento de horas extras. a ser aplicada também a esta categoria. por analogia.861/94-1 ANO: 1994 NÚMERO ÚNICO PROC: RO . TURMA EMPREGADO DOMÉSTICO .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © e) ao adicional de hora extra. assegura aos domésticos determinados direitos previstos para os demais empregados. 7. parte do empregado doméstico.TURMA: 4a. entende-se ser possível que a jornada do empregado doméstico seja superior a 44 horas semanais e 8 horas diárias. j) aos benefícios referentes a acidente do trabalho. i) ao salário-família. facultada a compensação de horários e a redução da jornada. Não tendo sido afastada a alegação de que a obreira trabalhava em domingos e feriados. do direito ao repouso semanal remunerado. trabalhadores Entretanto no referido parágrafo não consta como direito o inciso XIII (duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais. passou a Lei 605. obedecerá a tabela de contribuição do segurado empregado. de 05 de janeiro de 1.com. de tal forma que tem ela direito ao recebimento dobrado dos feriados trabalhados. e. FERIADOS Alguns tribunais têm decidido que o empregado doméstico tem direito ao descanso em feriado. www. art. mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho).br . h) ao adicional de periculosidade.

Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A contribuição previdenciária.br . O referido direito aos depósitos do FGTS é uma opção do empregador doméstico. o empregado deverá cumprir a jornada semanal integral. quando neste dia não houver expediente bancário. Algumas informações importantes que deverão constar no preenchimento da GFIP: . FGTS O Decreto nº 3. conferido a partir da competência março/2000. os empregados domésticos fazem jus ao repouso semanal remunerado. Após o primeiro depósito na conta vinculada.CNAE: 9500100 SALÁRIO-MATERNIDADE – NECESSIDADE DE VIGÊNCIA DE RELAÇÃO DE EMPREGO www. não poderá deixar de efetuá-los referente a este empregado.FPAS: 868 . Prazo O prazo para recolhimento da contribuição previdenciária do segurado empregado doméstico é até o dia 15 do mês seguinte à competência. parte do empregador. REPOUSO SEMANAL REMUNERADO Com o advento da Constituição Federal/88.guiatrabalhista.361/2000 regulamentou o direito do empregado doméstico ao FGTS.0 . para isto. através da Circular nº 187/2000. normatizou a forma do recolhimento.SAT: 0.105.Código Terceiros: 0000 . uma vez que o empregador tenha optado em realizar o referido recolhimento a um determinado empregado. a Caixa Econômica Federal. Para a realização dos recolhimentos o empregador doméstico deverá estar inscrito no CEI e o empregado possuir o cadastro de identificação de contribuinte individual (inscrição na Previdência Social).com. o empregado doméstico será automaticamente incluído no FGTS. prorroga-se para o primeiro dia útil. ou seja. A inclusão do empregado doméstico no FGTS é irretratável com relação ao respectivo vínculo contratual.Simples: 1 . corresponde a 12% sobre o salário-decontribuição do empregado doméstico.

O empregado doméstico também faz jus ao adiantamento do 13º salário entre os meses de fevereiro a novembro.00 x 12%) AUXÍLIO-DOENÇA O empregado doméstico faz jus ao auxílio-doença a partir da data do início da incapacidade (não há aquele prazo de 15 dias. . o qual a Previdência Social pagará diretamente à empregada. Durante o afastamento o empregador doméstico fica desobrigado do recolhimento da contribuição previdenciária.00.contribuição do empregador: R$ 36. ou seja. de fração de 1/12 avos da remuneração devida em dezembro por mês de serviço do ano correspondente. parte do empregado e do empregador (Decreto nº 3. Exemplo: Empregada doméstica iniciou a licença-maternidade em agosto/2005. 214. Salário Mensal R$ 300.048/99. art. ou seja. parcela esta que será descontada do valor integral correspondente ao www.00 . Empregador O empregador doméstico durante a licença-maternidade da empregada doméstica deverá recolher apenas a contribuição a seu cargo.salário mensal: R$ 300.106. o empregador não terá que pagar os primeiros quinze dias de afastamento). Fração igual ou superior a 15 dias de trabalho considera-se como mês integral. Valor O salário-maternidade corresponderá a uma renda mensal igual ao seu último salário-decontribuição. apenas 12% sobre o salário-decontribuição.com. LICENÇA-PATERNIDADE A Constituição Federal/88 estendeu ao trabalhador doméstico o direito à licençapaternidade. a qual consiste no direito de faltar 5 dias (úteis) por motivo de nascimento de filho. 13º SALÁRIO O pagamento do 13º salário segue os critérios já conhecidos.guiatrabalhista.00 (300.br . § 1º).Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O salário-maternidade só será devido pela Previdência Social enquanto existir a relação de emprego.

.guiatrabalhista. . como empregado doméstico. Neste caso.comprovantes do recolhimento da contribuição previdenciária e do FGTS. Ao empregado doméstico não se aplica no caso de rescisão sem justa causa a faculdade do empregado escolher sobre a redução de 2 horas diárias ou de faltar 7 dias corridos. . por um ou mais empregadores.br . na condição de empregado doméstico. durante pelo menos quinze meses nos últimos vinte e quatro meses. . durante o período do vínculo empregatício. O trabalhador doméstico deverá apresentar ao órgão competente do Ministério do Trabalho e Emprego para se habilitar ao seguro-desemprego: . . SEGURO-DESEMPREGO O empregado doméstico ao fazer jus aos depósitos do FGTS.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © 13º salário quando do seu pagamento em dezembro ou anteriormente no caso de rescisão do contrato de trabalho.seja dispensado sem justa causa.declaração de que não possui renda própria de qualquer natureza. www.107. e . de modo a comprovar o vínculo empregatício. podendo ser proporcional ao tempo de serviço conforme vier a ser determinado em lei.Carteira de Trabalho e Previdência Social. passa-lhe a ser estendido o direito ao seguro-desemprego em caso de dispensa sem justa causa. AVISO PRÉVIO A Constituição Federal estendeu este direito ao doméstico.com.tenha vínculo empregatício por um período de pelo menos 15 (quinze) meses nos últimos 24 (vinte e quatro) meses.termo de rescisão do contrato de trabalho atestando a dispensa sem justa causa. na qual deverá constar a anotação do contrato de trabalho doméstico e a data da dispensa. há a obrigação de concedê-lo ao empregador no caso de um pedido de demissão.esteja inscrito no FGTS. em nome do trabalhador como empregado doméstico. Para efeito da contagem do tempo de serviço. suficiente à sua manutenção e de sua família. sendo no mínimo de 30 dias. exceto auxílio-acidente e pensão por morte. serão considerados os meses em que foram efetuados depósitos no FGTS. Considera-se um mês de atividade a fração igual ou superior a quinze dias. além do direito ao aviso prévio. Para que o empregado doméstico faça jus ao benefício do seguro-desemprego é imprescindível que ele: .declaração de que não está em gozo de nenhum benefício de prestação continuada da Previdência Social.

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O seguro-desemprego deverá ser requerido de 7 (sete) a 90 (noventa) dias contados da data da dispensa. O valor do benefício do seguro-desemprego do empregado doméstico corresponderá a um salário mínimo e será concedido por um período máximo de três meses, de forma contínua ou alternada, a cada período aquisitivo de dezesseis meses. RESCISÃO CONTRATUAL – DIREITOS DISPENSA SEM JUSTA CAUSA Ocorre quando não há nenhum motivo agravante para a dispensa do empregado. O empregado fará jus: - saldo de salário; - aviso prévio; - 13º salário proporcional; - férias vencidas acrescidas de 1/3 constitucional; - férias proporcionais; - FGTS - depósito do mês da rescisão e anterior se for o caso (quando o empregador tiver optado em depositar o FGTS); - multa de 40% do FGTS; - requerimento do Seguro-Desemprego - Comunicação de Dispensa-CD, quando o empregador tiver optado em depositar o FGTS. PEDIDO DE DEMISSÃO DO EMPREGADO Quando o próprio empregado solicita ao empregador a rescisão de seu contrato de trabalho, deverá conceder aviso prévio ao empregador com antecedência de 30 dias. Por ocasião da rescisão, receberá: saldo de salário; 13º salário proporcional; férias vencidas acrescidas de 1/3 constitucional. HOMOLOGAÇÃO Não há necessidade de homologar-se as rescisões contratuais de Empregados Domésticos, por não estarem sujeitos às disposições sobre o assunto contidas na Consolidação das Leis do Trabalho - CLT. RECIBOS DE PAGAMENTO O empregador doméstico deverá exigir recibo devidamente assinado de todas as verbas trabalhistas que forem pagas ao seu empregado doméstico.

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Não há modelo padrão de recibo a ser adotado, o importante são as verbas trabalhistas e a incidência do INSS estarem discriminadas. Ressalta-se que quando o empregador tenha feito a opção pelos depósitos do FGTS numa rescisão sem justa causa, as verbas rescisórias deverão ser pagas no Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho - TRCT. Modelos de Recibo Recibo de Salário Eu _______________________________ (nome do empregado doméstico), portador da Carteira de Trabalho nº _________ série ______ recebi do Sr. _____________________ (nome do empregador), a quantia de R$ ____________________ (valor do salário), referente ao meu salário líquido do mês de ____________ de 20_________________. Valor bruto do salário: R$ 0,00 Desconto do INSS: R$ 0,00 Desconto de vale transporte: R$ 0,00 Total líquido a receber: R$ 0,00 ______, ____ de __________ de ____ ___________________________________ Assinatura do Empregado Doméstico Férias Eu _________________ (nome do empregado doméstico), portador da Carteira de Trabalho nº ________ série ______ recebi do Sr. _____________ (nome do empregador) a importância líquida de R$ _______________________, referente as minhas férias do período de ___/___/___ a ___/___/___, acrescida de 1/3 da Constituição Federal. Valor bruto das férias: R$ 0,00 1/3 artigo 7º, inciso XVI, da Constituição Federal R$ 0,00 Desconto do INSS: R$ 0,00 Total líquido a receber: R$ 0,00 ___________, ____ de ______________ de ____. _________________________________ Assinatura do Empregado Doméstico 13º Salário - 1ª Parcela Eu ________________ (nome do empregado doméstico), portador da Carteira de Trabalho nº _______ série _____ recebi do Sr. ___________ (nome do empregador) a importância de R$ ______________, referente à 1ª parcela do 13º salário referente ao ano de ___. ____________, ____ de ______________ de ____. _________________________________ Assinatura do Empregado Doméstico 13º Salário - 2ª Parcela

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Eu _________________ (nome do empregado doméstico), portador da Carteira de Trabalho nº ________ série ______ recebi do Sr. _____________ (nome do empregador) a importância líquida de R$ _______, referente ao 13º salário referente ao ano de ___. Valor bruto do 13º salário: R$ 0,00 Desconto da 1ª Parcela: R$ 0,00 Desconto do INSS: R$ 0,00 Total líquido a receber: R$ 0,00 ___________, ____ de ______________ de ____. _________________________________ Assinatura do Empregado Doméstico Recibo de Quitação de Verbas Rescisórias Eu _________________ (nome do empregado doméstico), recebi do Sr. _____________ (nome do empregador) a quantia líquida de R$ _________, referente às seguintes verbas pagas: a) Aviso Prévio: R$ 0,00 b) Férias vencidas do período de ___ a ___: R$ 0,00 c) Férias proporcionais do período de __ a __: R$ 0,00 d) 1/3 da Constituição Federal sobre férias vencidas: R$ 0,00 e) 1/3 da Constituição Federal sobre férias proporcionais: R$ 0,00 f) 13º Salário proporcional: R$ 0,00 g) saldo de salário: R$ ,00 Total Bruto R$ 0,00 Desconto: INSS: R$ 0,00 INSS sobre 13º salário: R$ 0,00 Total de descontos: R$ 0,00 Total Líquido: R$ 0,00 ____________, ____ de ______________ de ____. _________________________________ Assinatura do Empregado Doméstico Bases: Lei nº 5.859/72; Decreto nº 71.885/73; Artigo 16 da CLT; Artigos 97, 101, 211, 214 do Decreto nº 3.048/00 EMPREGADO ESTUDANTE Do artigo 402 ao 441 da CLT trata do Trabalho do Menor, estabelecendo as normas a serem seguidas por ambos os sexos no desempenho do trabalho. A nossa Constituição Federal, em seu artigo 7º, inciso XXXIII considera menor o trabalhador de 16 (dezesseis) a 18 (dezoito) anos de idade.

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DETERMINAÇÃO DO TEMPO PARA SAÍDA ANTECIPADA O artigo 427 da CLT determina que todo empregador que empregar menor será obrigado a conceder-lhe o tempo que for necessário para a freqüência às aulas. Como a CLT não determina a quantidade de tempo que poderia ser considerada como necessária para a freqüência às aulas, o empregador deverá adaptar o horário de trabalho de cada trabalhador menor que estuda, de acordo com as informações fornecidas pelo próprio empregado. FIXAÇÃO DO HORÁRIO – INFORMAÇÕES Para a fixação do horário de saída do empregado menor estudante, o empregador poderá exigir a apresentação de declaração da escola que o mesmo freqüenta, com as seguintes informações: - horário de início das aulas; - endereço da escola; - comprovação de freqüência do curso. EXCEÇÕES A nossa CLT faz menção apenas aos trabalhadores menores, mas já temos algumas Convenções Coletivas de Trabalho que têm dado o mesmo direito a todos os trabalhadores estudantes, independente de idade. No que diz respeito às ausências do empregado para prestação de exames vestibulares, elas são consideradas faltas abonadas, conforme preceitua o artigo 473, VII da CLT. ESCALA DE REVEZAMENTO As empresas legalmente autorizadas a funcionar nos domingos e feriados devem organizar escala de revezamento ou folga, para que seja cumprida a determinação do artigo 67 e seu parágrafo único da CLT: "Art. 67 - Será assegurado a todo empregado um descanso semanal de vinte e quatro horas consecutivas, o qual, salvo motivo de conveniência pública ou necessidade imperiosa do serviço, deverá coincidir com o domingo, no todo ou em parte. Parágrafo único - Nos serviços que exijam trabalho aos domingos, com exceção quanto aos elencos teatrais, será estabelecida escala de revezamento, mensalmente organizada e constando de quadro sujeito à fiscalização." DIA MAIS APROPRIADO Para a legislação trabalhista, o domingo é considerado o dia mais apropriado para o descanso do empregado. O descanso semanal, além de obrigatório, é necessário, pois www.guiatrabalhista.com.br

não sofra solução de continuidade no período de 24 (vinte e quatro) horas. O domingo. pois algumas prevêem um período máximo de quatro semanas de trabalho. Ressalte-se que o empregador deverá consultar a Convenção Coletiva da Categoria. é a ocasião em que o empregado pode ter tempo para seu lazer e recreação. Em virtude do exposto. No intuito de garantir ao empregado o repouso semanal no domingo. mediante organização da escala de revezamento. o descanso instituído pela CLT é de cunho social.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © propicia ao empregado a oportunidade de revitalizar suas forças através do convívio com seus familiares e amigos. bem como propiciar ao empregado o conhecimento de suas folgas com tempo razoável para programar suas atividades. Devido ao fato do empregado de determinadas atividades ser obrigado a trabalhar nos domingos e feriados é que a legislação manda a empresa organizar a escala de revezamento. c) que o revezamento seja ininterrupto. a Portaria MTPS nº 417/66 determinou que. TURNO ININTERRUPTO DE REVEZAMENTO As empresas que trabalhem em turnos ininterruptos de revezamento deverão obedecer jornada de seis horas diárias. ou turmas de empregados. Salienta-se que o artigo 386 da CLT estabelece que para a mulher que laborar em escala de revezamento. mediante negociação coletiva. Este tipo de jornada dependerá da concorrência concomitante de vários fatores: a) existência de turnos: isso significa que a empresa mantém uma ordem ou alteração dos horários de trabalho prestado em revezamento.com. periodicamente. NECESSIDADE DA ESCALA DE REVEZAMENTO A escala de revezamento semanal é necessária a fim de que todo empregado possa. a oportunidade de usufruir pelo menos um domingo de folga. FORMULÁRIO www. o seu descanso dominical deverá ser organizado quinzenalmente.112. independentemente de haver ou não trabalho aos domingos. portanto. o empregado tivesse em um período máximo de sete semanas de trabalho. b) que os turnos sejam em revezamento: isso quer dizer que o empregado. admite-se o máximo de 2 (duas) horas extras por dia. Nesse caso. É permitida. a prorrogação da jornada de 6 (seis) horas. isto é. trabalha alternadamente para que se possibilite. o descanso de outro empregado ou turma.br . gozar o descanso. salvo negociação coletiva. em face da interrupção do trabalho.guiatrabalhista.

ESTABILIDADES PREVISTAS EM LEI CIPA De acordo com o artigo 10.Até que seja promulgada a Lei Complementar a que se refere o artigo 7º. podendo a empresa escolher o modelo que mais se adapte às suas necessidades. uma vez que não há modelo oficial. II.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A escala de revezamento pode ser anotada em qualquer impresso ou formulário..1994 e ex-OJ nº 25 . "Art.Res. .. art.. não pode ser dispensado arbitrariamente ou sem justa causa. "a". salvo por justa causa..guiatrabalhista..04. 10 . ESTABILIDADE PROVISÓRIA Estabilidade provisória é o período em que o empregado tem seu emprego garantido. não podendo ser dispensado por vontade do empregador. DJ 20.1996) www. que reconhece a referida estabilidade aos empregados eleitos como suplentes. desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato.O suplente da CIPA goza da garantia de emprego prevista no art.113. GARANTIA DE EMPREGO. CF/1988.Res. 39/1994. A referida estabilidade encontra-se expressa em lei ou em acordos e convenções coletivas de trabalho. 10. (ex-Súmula nº 339 . desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato. o empregado eleito para o cargo de direção de comissões internas de prevenção de acidentes..DJ 20." Quanto à controvérsia estabelecida em função da estabilidade provisória dos membros da Cipa.. Instrução Normativa SRT nº 01/88. 7º.fica vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa: a) do empregado eleito para cargo de direção de comissões internas de prevenção de acidentes. II . 129/2005 .br .12. I. Base: Constituição Federal.2005 I . do ADCT a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988. (incorporadas as Orientações Jurisprudenciais nos 25 e 329 da SDI-1) . SUPLENTE. inciso II. o Órgão Especial do Tribunal Superior do Trabalho expediu a Resolução nº 39/1994.com. alínea "a" do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal/88. da Constituição: I .03. Enunciados da Súmula nº 339 do TST: CIPA.Inserida em 29.

mas garantia para as atividades dos membros da CIPA." De acordo com a jurisprudência dominante.br . desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto.GESTANTE . sem que o empregador fique obrigado a celebrar um contrato por prazo indeterminado ou efetuar qualquer indenização em razão ao período de gestação.S 09. bem como da aptidão pelo empregado ao cargo almejado. "b". Extinto o estabelecimento.1 Real. não se verifica a despedida arbitrária. não é aplicada à doméstica a estabilidade. prevista no artigo 10 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da CF/88.DJU 01.guiatrabalhista. Sobre a matéria temos o seguinte acórdão: EMPREGADA DOMÉSTICA .2003) GESTANTE O artigo 10.91 PP9305/6)" No tocante à categoria dos empregados domésticos.fica vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa: a) . que tem sua relação jurídica www. Min. II .91 . mesmo assim não está este obrigado a celebrar um contrato por prazo indeterminado (AC. II. entende-se que se a gestante estiver em contrato de experiência. a Constituição Federal/88 assegura licença de 120 dias. Sobre a matéria temos o seguinte acórdão: "Da estabilidade provisória da gestante.ESTABILIDADE . Contudo.A estabilidade provisória do cipeiro não constitui vantagem pessoal. até 5 meses após o parto. 10.. sendo impossível a reintegração e indevida a indenização do período estabilitário. José Francisco da Silva . um da 2º T do TST .05.114.07.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © II . "b" do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal/88 confere à empregada gestante a estabilidade provisória. O objetivo principal do contrato de experiência é propiciar por um prazo determinado de tempo a adaptação.RR 2663/88. esta poderá ser desligada no último dia do contrato.A garantia de emprego assegurada à empregada gestante. não alcança a empregada doméstica.. desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. I da Constituição: I . "Art. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.DJ 09.. por força do art.. b) da empregada gestante. (ex-OJ nº 329 .. tanto pelo empregado. às condições propostas pelo empregador. 10 . Findo o contrato de experiência.12.. II.com. sem prejuízo do emprego e do salário. mesmo sendo alcançados pelo empregado os objetivos e condições propostas pelo empregador. que somente tem razão de ser quando em atividade a empresa.Até que seja promulgada a Lei Complementar a que se refere o artigo 7º.DIREITO NÃO ASSEGURADO PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL . desde a confirmação da gravidez.

o segurado que sofreu acidente do trabalho tem garantida. parágrafo 1º da Lei nº 8.com. 543 da CLT” – ou seja. só poderá ocorrer após a contratação de substituto de condição semelhante. da Constituição Federal.br . Artigo 93 . ao dispôs sobre a garantia de emprego à empregada gestante.A dispensa de trabalhador reabilitado ou deficiente habilitado ao final do contrato por prazo determinado de mais de 90 (noventa) dias. II.213/91: "§ 1º . salvo se cometer falta grave devidamente apurada nos termos da legislação. no contrato por prazo indeterminado. considerando-se a expressa especificação de seus direitos pelo art. DIRIGENTE SINDICAL De acordo com o artigo 543. desde o registro da candidatura até um ano após o término de seu mandato. 55. até que seja promulgada a lei complementar a que se refere o art. 7º. parágrafo 3º da CLT. pelo prazo de 12 meses. a dispensa do trabalhador reabilitado ou deficiente habilitado só pode ocorrer após a contratação de substituto de condição semelhante." ACIDENTE DO TRABALHO De acordo com o artigo 118. www. o art. caso seja eleito.213/91. I. 7º.115.§ 1º da Lei nº 8. 7º. e artigo 8º da Constituição Federal. inclusive como suplente. de 11/12/72). Parágrafo Único.213/91. após a cessação do auxílio-doença acidentário. não pode ser dispensado do emprego o empregado sindicalizado ou associado. de entidade sindical ou associação profissional. "b". a manutenção de seu contrato de trabalho na empresa.859. EMPREGADO REABILITADO Consoante determina o artigo 93. art. razão pela qual inviável o direito pleiteado pela reclamante. "caput" da Lei nº 8.764/71. da Constituição Federal não foi objeto de acolhimento pelo Parágrafo Único do art. a partir do momento do registro de sua candidatura a cargo de direção ou representação. Recurso de revista parcialmente conhecido e não provido (TST .QUARTA TURMA). da Constituição Federal.DECISÃO: 15 10 2003 PROC: RR NUM: 712664 ANO: 2000 REGIÃO: 02 RECURSO DE REVISTA TURMA: 04 ÓRGÃO JULGADOR . e a imotivada. 10. independente de percepção de auxílio-acidente. Efetivamente. até um ano após o final do seu mandato.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © disciplinada por lei específica (Lei nº 5. prevê que “os empregados de empresas que sejam eleitos diretores de sociedades cooperativas por eles mesmos criadas gozarão das garantias asseguradas aos dirigentes sindicais pelo art. DIRIGENTE DE COOPERATIVA A Lei nº 5.guiatrabalhista.

independentemente de percepção de auxílio-acidente. "c".213/91. com a intenção de assegurar aos empregados garantia de emprego e salário. inexistindo pactuação no sentido de transformá-lo em contrato por prazo indeterminado ao seu término. encerrando-se quando do seu termo (art. www. 443. O contrato de experiência é forma de contrato por tempo determinado.guiatrabalhista.T-Relator ROSEMARIE DIEDRICHS PIMPÃO . determinam em Acordos e Convenções algumas estabilidades.DJPr. Sobre a matéria temos o seguinte acórdão: "CONTRATO DE EXPERIÊNCIA.br . Estabilidade da Gestante Empregada gestante desfrutará de estabilidade provisória superior ao período concedido pela Constituição Federal/88. as garantias asseguradas à categoria profissional a que pertencem os seus empregados. o acidente de trabalho ocorrido durante o período de experiência não confere ao obreiro o direito à estabilidade provisória prevista no art.TRT-PR-RO-9133/1999-PR-AC 00954/2000-4a. da CLT). Dessa forma. visto que as situações apresentadas podem não contemplar todas as hipóteses. pelo prazo mínimo de doze meses.com.116. junto ao sindicato. após a cessação do auxílio-doença acidentário.)" ESTABILIDADES PREVISTAS EM ACORDOS EM CONVENÇÃO COLETIVA Os sindicatos. tais como: Garantia ao Empregado em Vias de Aposentadoria Empregados não podem ser dispensados se estiverem em período de pré-aposentadoria." A jurisprudência entende que o empregado contratado com contrato de experiência que sofre acidente do trabalho neste período não goza de estabilidade.O segurado que sofreu acidente do trabalho tem garantida.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © "Art. da Lei nº 8. Aviso Prévio Empregados. 118. 118 . terão direito a um período superior a 30 dias de Aviso Prévio. A empresa deverá verificar. § 2º. a partir da alta. após determinada idade. a um período de estabilidade igual ao do afastamento. ESTABILIDADE PROVISÓRIA. ACIDENTE DE TRABALHO. Complementação de Auxílio-Doença Empregados afastados do serviço por motivo de doença farão jus. a manutenção do seu contrato de trabalho na empresa. (TRT 9ª R .

é atividade de competência da instituição de ensino a quem cabe a decisão sobre a matéria.carga horária. . supervisão e avaliação do estágio curricular. efetivamente.com. cursos vinculados à estrutura do ensino público e particular. . uma vez que os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem a serem planejados. O estágio curricular. acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos. proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais de vida e trabalho de seu meio. oferecendo oportunidade e campos de estágio.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © ESTÁGIO PROFISSIONAL A Lei nº 6. programas e calendários escolares.guiatrabalhista. de ensino médio. profissional e cultural.117. INSTITUIÇÕES DE ENSINO .br .inserção do estágio curricular na programação didático-pedagógica. nos níveis superior.497/82 (posteriormente alterada pelo Decreto 2. de aperfeiçoamento técnico-cultural. sendo realizada na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado. CONCESSÃO DE ESTÁGIO www. e dele participam pessoas jurídicas de direito público e privado. que não poderá ser inferior a 1 (um) semestre letivo. outras formas de ajuda. científico e de relacionamento humano.080/96). como procedimento didático-pedagógico. duração e jornada de estágio curricular. executados. alunos regularmente matriculados e que venham freqüentando. e colaborando no processo educativo.494/77 instituiu as normas quanto à contratação de estudantes na condição de estagiários e foi regulamentada pelo Decreto nº 87. profissionalizante de 2º grau e supletivo".sistemática de organização. . Os atos legais dispõem que o empregador pode "aceitar como estagiários.condições imprescindíveis para caracterização e definição dos campos de estágios curriculares. Os alunos devem comprovar estar freqüentando cursos de educação superior. a fim de se constituírem em instrumento de integração. em termos de treinamento prático. orientação. de educação profissional de nível médio ou superior ou escolas de educação especial. ESTÁGIO – CONCEITOS Consideram-se estágio curricular as atividades de aprendizagem social. sob responsabilidade e coordenação da instituição de ensino.DISPOSIÇÕES As instituições de ensino regularão e disporão sobre: .

se possível. oferecendo oportunidades.facilitar o ajuste das condições de estágios curriculares a constarem do instrumento jurídico mencionado no início deste item. periodicamente reexaminado. mediante condições acordadas em instrumento jurídico adequado. onde estarão acordadas todas as condições de realização do estágio.prestar serviços administrativos de cadastramento de estudantes. JORNADA DE ATIVIDADE EM ESTÁGIO www. no esforço de captação de recursos para viabilizar estágios curriculares. e outros solicitados pela instituição de ensino. com a finalidade de complementar o processo educativo do estudante. mencionando.118. entre o sistema de ensino e os setores de produção. a existência de instrumento jurídico. entre a instituição de ensino e pessoas jurídicas de direito público e privado. com a interveniência da instituição de ensino. inclusive a transferência do valor da bolsa de estágio à instituição de ensino. No Termo de Compromisso de Estágio deverão estar estabelecidas as condições de realização do estágio. o nome da companhia seguradora e número da apólice. Os citados agentes de integração atuarão com a finalidade de: . A realização do estágio dependerá de Termo de Compromisso celebrado entre o estudante e a parte concedente da oportunidade do estágio curricular.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Somente pessoas jurídicas de direito público e privado podem ter estagiários. . campos e oportunidades de estágios curriculares. A instituição de ensino poderá recorrer aos serviços de agentes de integração públicos e privados. de preferência. quando for o caso. bem como de execução do pagamento de bolsas. inclusive transferências de recursos à instituição de ensino.com. e constituirá comprovante exigível pela autoridade competente. constar do Termo de Compromisso de Estágio. e que deverá ser repassado ao aluno-estagiário. através de estágio escolar e qualquer forma de ajuda.br .identificar para a instituição de ensino as oportunidades de estágios curriculares junto a pessoas jurídicas de direito público e privado.guiatrabalhista. da inexistência de vínculo empregatício. quando for o caso. SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS A instituição de ensino ou a entidade pública ou privada concedente da oportunidade de estágio curricular. diretamente ou através da atuação conjunta com agentes de integração.co-participar. comunidade e governo. CARACTERIZAÇÃO – CELEBRAÇÃO Para caracterização e definição do estágio curricular é necessária. . O seguro de acidentes pessoais deverá. deverão providenciar seguro de acidentes pessoais em favor do estudante. serviços. . com a instituição de ensino.

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A jornada de atividade em estágio, a ser cumprida pelo estudante, deverá compatibilizar-se com o seu horário escolar e com o horário da parte em que venha a ocorrer o estágio. Nos períodos de férias escolares, a jornada de estágio será estabelecida de comum acordo entre o estagiário e a parte concedente do estágio, sempre com a interveniência da instituição de ensino. DURAÇÃO DO ESTÁGIO O estágio pode perdurar pelo prazo mínimo de 1 (um) semestre letivo e pelo prazo máximo de 4 (quatro) semestres letivos. No entanto, nada impede que o Termo de Compromisso de Estágio seja rompido a qualquer tempo, sem ônus, por qualquer das partes. ANOTAÇÃO NA CTPS Não há obrigatoriedade legal de anotação do estágio na Carteira de Trabalho. Porém, nada impede que tal anotação seja efetuada. A anotação do Termo de Compromisso de Estágio será feita nas páginas destinadas às "Anotações Gerais" da Carteira de Trabalho e Previdência Social do estudante, contendo o nome do curso, ano e instituição de ensino a que pertence o estudante, nome da empresa e as datas de início e término do estágio. Exemplo: Adiante, um exemplo de anotação a ser feita na Carteira de Trabalho do estagiário: ANOTAÇÕES GERAIS (Atestado médico, alteração do contrato do trabalho, registros profissionais e outras anotações autorizadas por lei) TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CURSO: Direito ANO: 6º Período INSTITUIÇÃO: Universidade Federal do Paraná - UFPR EMPRESA: Portal Tributário Editora Ltda. INÍCIO DO ESTÁGIO: 01.05.2002 TÉRMINO: 01.11.2002 ____________________________ Carimbo e Assinatura TERMO DE ACORDO, COMPROMISSO E CONVÊNIO O Ofício-Circular II, de 09.09.85, determinou que as empresas em geral, que admitem estagiários-estudantes, devem manter em seus arquivos, para fins de fiscalização da Delegacia Regional do Trabalho, os contratos abaixo:

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a) Termo de Acordo de Cooperação Este é um tipo de contrato que deve ser feito entre a empresa que concede o estágio e a instituição de ensino, no qual o estudante-estagiário está devidamente matriculado. b) Termo de Compromisso de Estágio Este contrato deve ser feito entre a empresa que está admitindo o estagiário e o próprio estagiário, porém, com a assinatura obrigatória da instituição de ensino. c) Termo de Convênio Quando a empresa preferir contratar um agente de integração, que intermediará as relações entre empresa-estagiário-escola, deverá firmar um Termo de Convênio, conforme modelo que o próprio agente utilizar. Caso o Termo de Compromisso de Estágio já contenha todas as regras que regerão o estágio, o Termo de Cooperação é desnecessário. REMUNERAÇÃO A remuneração paga ao estagiário é chamada "Bolsa de Complementação Educacional", podendo ser estipulada por mês, por hora, por dia, etc. Não existe valor mínimo nem limite. O estágio poderá, inclusive, ser gratuito. VALE-TRANSPORTE Não há obrigação da empresa em fornecer vale-transporte ao estagiário, uma vez que não há previsão na Lei nº 7.418/85, que trata do Vale-Transporte. ENCARGOS SOCIAIS INSS O Decreto nº 3.048/99, em seu artigo 214, § 9º, IX, não sujeita a incidência da contribuição previdenciária à "Bolsa de Complementação Educacional de Estagiário", uma vez que não integra o salário-de-contribuição. FGTS No que diz respeito aos depósitos do FGTS, o artigo 27 do Decreto nº 99.684/90 isenta a empresa de efetuar esse crédito ao estagiário. IRRF

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As importâncias pagas aos estagiários são classificadas como rendimentos de trabalho assalariado e devem compor a base de cálculo para apurar a renda mensal sujeita à incidência na fonte. A tabela a ser utilizada é a mesma dos empregados. VÍNCULO EMPREGATÍCIO O estágio curricular não acarreta vínculo empregatício de qualquer natureza e o estagiário poderá receber bolsa de complementação educacional, ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada. O estágio deve propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem a serem planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. Em vista disso, deve haver diferenciação entre o trabalho prestado pelo estagiário e aquele prestado em caráter indeterminado pelos empregados da pessoa jurídica contratante. Não havendo diferenciação, fica caracterizada a relação empregatícia. FISCALIZAÇÃO Sendo obedecidas todas as normas descritas, estará caracterizado o estágio profissional. Porém, caso a fiscalização da Delegacia Regional do Trabalho concluir que a empresa descumpriu algumas obrigações típicas da relação empresa-estagiário, esta deverá regularizar a situação do estagiário que será registrado como empregado. PRECEDENTE ADMINISTRATIVO Nº 61 ESTÁGIO. REQUISITOS LEGAIS. DESCUMPRIMENTO. I - A existência de termo de compromisso e a compatibilidade da jornada de estágio com o horário escolar do aluno não são elementos suficientes para a configuração da regularidade do contrato de estágio, uma vez que devem ser atendidos todos os requisitos legais, em especial a complementação do ensino e da aprendizagem. II - Os estágios devem ser planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares. III - Presentes os elementos da relação de emprego sob a roupagem do contrato de estágio, procede a descaracterização dessa contratação especial. ESTRANGEIRO A pessoa jurídica interessada na chamada de mão-de-obra estrangeira, em caráter permanente ou temporário, solicitará autorização de trabalho junto à Coordenação-Geral de Imigração, órgão do Ministério do Trabalho e Emprego. www.guiatrabalhista.com.br

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O requerimento será mediante preenchimento do formulário constante do Anexo I da Portaria MTE 132/2002, assinado e encaminhado por seu representante legal, ou procurador, instruído com os documentos especificados nos demais Anexos que integram a Portaria MTE 132/2002. A instrução do pedido deverá observar ainda as normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Imigração para os casos específicos. A juízo da Coordenação-Geral de Imigração poderão ser solicitados outros documentos necessários ao esclarecimento de fatos relacionados ao processo. A falta de qualquer dos documentos bem como eventuais deficiências na instrução do processo implicará a colocação do pedido em exigência, tendo o requerente o prazo de 60 (sessenta) dias para cumprimento da mesma, contados da data de juntada do Aviso de Recebimento - AR ao processo. O não cumprimento do exigido acarretará o arquivamento do pleito, na forma da Lei nº 9.784/99, art. 40. PRAZO DE INSCRIÇÃO NO PIS/PASEP E CPF/MF E ÓRGÃOS REGULADORES DA PROFISSÃO O estrangeiro terá o prazo de 90 (noventa) dias, contados de seu ingresso no País, para comprovar junto à Coordenação-Geral de Imigração sua inscrição no PIS/PASEP e no CPF/MF, bem como no Órgão de Classe, quando se tratar de atividade regulamentada e sujeita à fiscalização do exercício profissional. Concluída a instrução do processo, a autoridade competente decidirá no prazo de até 30 (trinta) dias, salvo prorrogação por igual período expressamente motivada, na forma da Lei nº 9.784/99, art. 49. RECURSO DA DECISÃO NEGATÓRIA Da decisão que denegar a Autorização de Trabalho caberá recurso, no prazo de 10 (dez) dias contados da data de publicação no Diário Oficial da União, o qual será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, que se não a reconsiderar no prazo de 5 (cinco) dias a encaminhará à autoridade superior, na forma da Lei nº 9.784/99, art. 56. Constatados indícios de fraude na documentação ou omissão na apresentação de documentos exigíveis após a entrada do estrangeiro no País, a Coordenação-Geral de Imigração oficiará imediatamente os órgãos competentes do Ministério da Justiça para as providências de sua alçada. Base: Portaria MTE 132/2002.

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o cônjuge. menor de 21 anos ou inválido. indicados em alvará judicial. de qualquer condição. aos sucessores previstos na lei civil. pela separação judicial ou divórcio.br .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © FALECIMENTO DO EMPREGADO O falecimento do empregado constitui um dos meios de extinção do contrato individual de trabalho. Para os dependentes em geral: . . independentemente de inventário ou arrolamento. a companheira. ao completarem 21 anos de idade ou pela emancipação. menor de 21 anos ou inválido.os pais. salvo se inválidos. de qualquer condição. . . Os valores não recebidos em vida pelo empregado. na sua falta. exclui do direito às prestações os das classes seguintes.o irmão não emancipado. Equiparam-se aos filhos.pela cessação da invalidez. serão pagos em quotas iguais aos dependentes habilitados perante a Previdência Social ou. .com. enquanto não lhe for garantida a prestação de alimentos. pela anulação do casamento.para a companheira ou companheiro. Perda da Qualidade A perda da qualidade de dependente ocorre: . DEPENDENTES São beneficiários do Regime Geral da Previdência Social. mediante declaração escrita do segurado e desde que comprovada a dependência econômica. na condição de dependentes do segurado: .para o cônjuge. pela cessação da união estável com o segurado ou segurada.pelo falecimento. pelo óbito ou por sentença judicial transitada em julgado. sem aviso prévio. o companheiro e o filho não emancipado. extinguindo automaticamente o contrato. Na existência de dependente de qualquer das classes. de qualquer condição. .para o filho e o irmão.guiatrabalhista. Para determinação do cálculo das verbas rescisórias considera-se esta rescisão do contrato de trabalho como um pedido de demissão.123. enquanto não lhe for assegurada a prestação de alimentos. o enteado e o menor que esteja sob sua tutela e não possua bens suficientes para o próprio sustento e educação. DIREITOS TRABALHISTAS www.

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Os dependentes ou sucessores deverão receber do empregador do falecido as seguintes verbas rescisórias: a) Empregado com menos de 1 ano: - saldo de salário; - 13º salário; - férias proporcionais e seu respectivo adicional de 1/3 constitucional, se houver previsão na Convenção Coletiva de Trabalho; - salário-família; - FGTS do mês anterior; - FGTS da rescisão; - saque do FGTS - código 23; b) Empregado com mais de 1 ano: - saldo de salário; - 13º salário; - férias vencidas; - férias proporcionais; - 1/3 constitucional sobre férias vencidas e proporcionais; - salário-família; - FGTS do mês anterior; - FGTS da rescisão; - saque do FGTS - código 23. O FGTS deverá ser recolhido normalmente na GFIP - Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social. PAGAMENTO DAS VERBAS RESCISÓRIAS – PROCEDIMENTO O pagamento das verbas rescisórias deve ser em quotas iguais aos seus dependentes habilitados ou sucessores. Para isto os dependentes deverão apresentar para a empresa a Certidão de Dependentes Habilitados à Pensão Por Morte ou, no caso dos sucessores, a Certidão de Inexistência de Dependentes Habilitados à Pensão Por Morte, além de alvará judicial. Tais certidões devem ser requisitadas nos órgãos de execução do INSS. As quotas atribuídas a menores deverão ser depositadas em Caderneta de Poupança, rendendo juros e correção monetária, e só serão disponíveis após o menor completar 18 (dezoito) anos, salvo autorização do juiz para aquisição de imóvel destinado à residência do menor e de sua família ou a dispêndio necessário à subsistência e educação do menor. DEPENDENTES - DIREITO A OUTROS VALORES Segundo o artigo 1º do Decreto nº 85.845/81, os dependentes ou sucessores, conforme o caso, além das verbas rescisórias, têm direito aos seguintes valores:

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- quaisquer valores devidos, em razão de cargo ou emprego, pela União, Estado, Distrito Federal, Territórios, Municípios e suas autarquias, aos respectivos servidores; - saldos das contas individuais do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e do Fundo de Participação PIS/Pasep; - restituições relativas ao imposto sobre a renda e demais tributos recolhidos por pessoas físicas; - saldos de contas bancárias, saldos de cadernetas de poupança e saldos de contas de Fundos de Investimento, desde que não ultrapassem o valor de 500 (quinhentas) Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional e não existam, na sucessão, outros bens sujeitos a inventário. FGTS Para levantamento do saldo da conta vinculada do FGTS, os herdeiros ou sucessores devem solicitar junto aos órgãos de execução do INSS: - Certidão de Dependentes Habilitados à Pensão Por Morte, da qual conste, obrigatoriamente: . nome completo do segurado; . número do documento de identidade; . número do benefício; . último empregador; . data do óbito do segurado; . nome completo e filiação dos dependentes, grau de parentesco ou relação de dependência com o falecido e respectivas datas de nascimento. - Certidão de Inexistência de Dependentes Habilitados à Pensão Por Morte (sucessores). Caixa Econômica Federal – Saque A Caixa Econômica Federal deverá emitir a Solicitação para Movimentação de Conta Ativa - SMCA, para fins de pagamento do saque, mediante apresentação de: - Certidão de Dependentes Habilitados; ou - Alvará Judicial. Dependentes - Valor a Receber O valor referente ao FGTS será rateado em partes iguais aos dependentes. Aos maiores de 18 anos serão efetuados os pagamentos, e aos menores de 18 anos, as quotas serão depositadas em Caderneta de Poupança, rendendo juros e correção monetária, podendo ser movimentada apenas quando os respectivos menores completarem 18 anos, salvo autorização judicial para aquisição de imóvel destinado à residência do menor e sua família, ou para o dispêndio necessário à subsistência e educação do menor. SEGURO-DESEMPREGO

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O seguro-desemprego é um direito pessoal e intransferível do trabalhador, em virtude deste motivo, os dependentes ou sucessores não fazem jus. PIS/PASEP A solicitação de pagamento do saldo da conta do PIS/Pasep do empregado falecido (cadastrado anteriormente a 05.10.88) deve ser apresentada juntamente com: - Habilitação fornecida pela Previdência Social; ou - Indicação constante em alvará judicial. A autorização de pagamento será dada pela Regional CEF/PIS após a agência pagadora ter encaminhado os documentos acima mencionados. INEXISTÊNCIA DE DEPENDENTES OU SUCESSORES Inexistindo dependentes ou sucessores, os valores das verbas rescisórias e os demais valores reverterão em favor, respectivamente, do Fundo de Previdência e Assistência Social, do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço ou do Fundo de Participação PISPasep, conforme se tratar de quantias devidas pelo empregador ou de contas de FGTS e do Fundo PIS-Pasep. ASSISTÊNCIA DA DRT OU SINDICATO O sindicato ou a DRT prestam assistência, sem caráter homologatório, por ocasião do pagamento dos direitos do empregado falecido aos respectivos dependentes ou sucessores, independentemente do tempo de serviço na empresa. É conveniente a empresa se utilizar deste procedimento. MORTE DEVIDO A ACIDENTE DO TRABALHO – COMUNICAÇÃO A empresa deve comunicar o acidente do trabalho à Previdência Social, até o 1º (primeiro) dia útil seguinte ao da ocorrência e, em caso de morte, de imediato, à autoridade competente, sob pena de multa variável entre os limites mínimo e máximo do salário-decontribuição, aumentada na reincidência, sendo aplicada e cobrada nos termos do artigo 286 do Decreto nº 3.048/99. BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO Os dependentes do segurado falecido fazem jus à pensão por morte. Bases: Decreto nº 85.845/81; Decreto nº 3.048/99, art. 22 e os citados no texto. FALTAS JUSTIFICADAS

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127- Manual Básico de Rotinas Trabalhistas ©

Quando o legislador trata das faltas justificadas, ele é claro em dizer que o empregado poderá deixar de comparecer ao serviço, sem prejuízo do salário, ou seja, as dispensas legais são contadas em dias de trabalho, dias úteis para o empregado, então, não entrará na contagem (sábado que não é trabalhado, domingos e feriados), quando ele menciona "consecutivos", este é no sentido de seqüência de dias de trabalho. Exemplo: Falecimento do pai do empregado na quinta-feira à noite, este empregado não trabalha aos sábados, então poderá faltar, sem prejuízo do salário, a sexta-feira e a segunda-feira. O empregado poderá deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do salário: - até 2 (dois) dias consecutivos, em caso de falecimento do cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que, declarada em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social, viva sob sua dependência econômica; - até 3 (três) dias consecutivos, em virtude de casamento; - por 5 (cinco) dias, em caso de nascimento de filho, no decorrer da primeira semana; - por um dia, em cada 12 (doze) meses de trabalho, em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada; - até 2 (dois) dias consecutivos ou não, para o fim de se alistar eleitor, nos termos da lei respectiva; - no período de tempo em que tiver de cumprir as exigências do Serviço Militar referidas na letra "c" do art. 65 da Lei nº 4.375, de 17 de agosto de 1964 (Lei do Serviço Militar); - quando for arrolado ou convocado para depor na Justiça; - faltas ao trabalho justificadas a critério do empregador; - período de licença-maternidade ou aborto não criminoso; - paralisação do serviço nos dias que, por conveniência do empregador, não tenha havido trabalho; - afastamento por motivo de doença ou acidente de trabalho (primeiros 15 dias); - período de afastamento do serviço em razão de inquérito judicial para apuração de falta grave, julgado improcedente; - durante a suspensão preventiva para responder a inquérito administrativo ou de prisão preventiva, quando for impronunciado ou absolvido; - comparecimento como jurado no Tribunal do Júri; - nos dias em que foi convocado para serviço eleitoral; - nos dias em que foi dispensado devido à nomeação para compor as mesas receptoras ou juntas eleitorais nas eleições ou requisitado para auxiliar seus trabalhos (Lei nº 9.504/97); - os dias de greve, desde que haja decisão da Justiça do Trabalho, dispondo que, durante a paralisação das atividades, ficam mantidos os direitos trabalhistas (Lei nº 7.783/89); - os dias em que estiver comprovadamente realizando provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior; - as horas em que o empregado faltar ao serviço para comparecimento necessário como parte na Justiça do Trabalho (Enunciado TST nº 155); - período de freqüência em curso de aprendizagem; - licença remunerada; www.guiatrabalhista.com.br

419. 473. e Arts. e podem resultar em falta leve ou grave.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © . DESCANSO SEMANAL REMUNERADO O empregado perde a remuneração do dia de repouso quando não tiver cumprido integralmente a jornada de trabalho da semana. Art. 430 e 434 do CPP. FALTAS NÃO JUSTIFICADAS – REFLEXOS NA REMUNERAÇÃO As faltas não justificadas por lei não dão direito a salários e demais conseqüências legais. § 1º da Constituição Federal/88. 12 do Decreto nº 27.737/65. conforme as circunstâncias ou repetição. Base: art. vedará a punição. e a redação do § 2º do art. porque a Lei 605/1949 não privilegia os mesmos. parágrafo único do CPC. Art.048/49. Lei nº 4. se seriamente considerada. Daí. amigo íntimo.outras faltas dispostas em acordos ou convenções coletivas. II. 7 da referida Lei considera que o mensalista e o quinzenalista são remunerados pelo DSR na própria remuneração mensal ou quinzenal. ou outra hipótese de força maior. 495 e 822 da CLT. 6 da Lei 605/1949.com. e . em conseqüência de falecimento do cônjuge.guiatrabalhista. Bases: Arts. Art. têm direito: . mãe ou filho.até 9 (nove) dias. comprovados mediante atestado da empresa concessionária. salvo se as faltas forem consideradas justificadas. salvo se a falta for considerada justificada. nas faltas por motivo de casamento e falecimento. EXCEÇÃO – PROFESSOR Os professores.br . 10. se deduz que o desconto do dia de falta abrangerá também o DSR da respectiva semana. ou de luto. 6º da Lei nº 605/49. mas podem ter justificativa imperiosa que. pai. É o caso de doença grave em pessoa da família. DESCONTO DO DIA DE TRABALHO A falta do trabalhador ao serviço enseja o desconto do dia respectivo em sua remuneração. Art. FERIADO www.atrasos decorrentes de acidentes de transportes. Entendemos que o desconto do DSR se estende ao empregado mensalista ou quinzenalista.128. por motivo de gala.

Quando o empregado tiver mais de 32 faltas no período aquisitivo.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Se na semana em que houve a falta injustificada.br . desta forma. computando-se este período inclusive como tempo de serviço. sendo vedado. Base: § 1º do art. por um período de 12 meses. a lei não permite a conversão de todo o período em pecúnia. As férias devem ser concedidas dentro dos 12 meses subseqüentes à aquisição do direito. sem prejuízo da remuneração. Em virtude disto.5 dias 15 dias 16.5 dias 10 dias 12. na seguinte proporção: Férias Proporcionais 1/12 2/12 3/12 4/12 5/12 6/12 7/12 8/12 9/12 10/12 11/12 12/12 Até 5 faltas 2.5 dias 25 dias 27.guiatrabalhista. ocorrer feriado.5 dias 9 dias 10.5 dias 30 dias 6 a 14 faltas 2 dias 4 dias 6 dias 8 dias 10 dias 12 dias 14 dias 16 dias 18 dias 20 dias 22 dias 24 dias 15 a 23 faltas 1. período este denominado "aquisitivo". ou seja.5 dias 15 dias 17.5 dias 18 dias 24 a 32 faltas 1 dia 2 dias 3 dias 4 dias 5 dias 6 dias 7 dias 8 dias 9 dias 10 dias 11 dias 12 dias É proibido o desconto de faltas do empregado ao serviço do período de férias. período este chamado de "concessivo". 7 da Lei 605/1949.5 dias 12 dias 13. que deve ser concedido ao empregado após o exercício de atividades por um ano. DIREITO ÁS FÉRIAS Todo empregado terá direito anualmente ao gozo de um período de férias.5 dias 3 dias 4.com.129. www. ou seja.5 dias 20 dias 22. este perderá o direito às férias. FÉRIAS – ASPECTOS GERAIS Férias é o período de descanso anual. "vender as férias". este perderá o direito á remuneração do dia respectivo. O objetivo do direito do empregado a férias é de lhe conceder um justo e reparador descanso.5 dias 5 dias 7. apenas autoriza que 1/3 do direito a que o empregado fizer jus seja convertido em pecúnia. a permuta de faltas por dia de férias.5 dias 6 dias 7.

nos dias em que estiver comprovadamente realizando provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior.greve lícita.br .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © FALTAS AO SERVIÇO NÃO CONSIDERADAS São faltas legais e justificadas. www. . em caso de nascimento de filho. . . .783/89).o dia que tenha faltado para servir como jurado (arts.504/97). irmão ou pessoa que. desde que haja decisão da Justiça do Trabalho dispondo que durante a paralisação das atividades ficam mantidos os direitos trabalhistas (Lei nº 7. do pai ou mãe. viva sob sua dependência econômica.quando for arrolado ou convocado para depor na Justiça. em caso de falecimento do cônjuge. . de 17 de agosto de 1964 (Lei do Serviço Militar).nos dias em que não tenha havido serviço. em cada 12 meses de trabalho. as reivindicações formuladas total ou parcialmente.justificada pela empresa. ascendente. se deferidas.as horas em que o empregado faltar ao serviço para comparecimento necessário como parte na Justiça do Trabalho (Enunciado TST 155). . . em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada.os dias de greve. entendendo-se como tal a que não tiver determinado o desconto do correspondente salário.até 2 dias consecutivos.576/89).durante a suspensão preventiva para responder a inquérito administrativo ou de prisão preventiva. .os dias em que foi dispensado devido à nomeação para compor as mesas receptoras ou juntas eleitorais nas eleições ou requisitado para auxiliar seus trabalhos (Lei nº 9. .período de freqüência em curso de aprendizagem (DL nºs 4. ou de filho. 430 e 434 CPP). . exceto se estiver afastado por período maior que 6 (seis) meses. quando tiver que comparecer em juízo. . observados os requisitos para percepção do salário-maternidade custeado pela Previdência Social. . .com.por 5 dias.até 2 dias consecutivos ou não para o fim de se alistar eleitor.130. .guiatrabalhista. 65 da Lei nº 4. nos termos da lei respectiva. embora descontínuos. em virtude de casamento.para os professores no decurso de 9 dias. declarada em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social. . dentro do período aquisitivo. .por motivo de acidente do trabalho ou enfermidade atestada pelo INSS.481/42 e 9.durante o licenciamento compulsório da empregada por motivo de maternidade ou aborto. .outras convencionadas em acordo.até 3 dias consecutivos.737/65).375. as faltas verificadas por motivo de gala ou de luto.os dias que foi convocado para serviço eleitoral (Lei nº 4.por 1 dia. em conseqüência de falecimento do cônjuge. . com percepção de salários. . pelo empregador ou pela Justiça do Trabalho. . descendente. considerando-se dias úteis: .pelo tempo que se fizer necessário. quando for impronunciado ou absolvido. salvo quando durante o período aquisitivo o empregado tenha deixado de trabalhar. . convenção coletiva ou dissídio coletivo.no período de tempo em que tiver de cumprir as exigências do Serviço Militar referida na letra "c" do art. por mais de 30 (trinta) dias. .

Isto para não haver a dupla penalidade ao empregado. conta-se 1 (um) dia e não 2 (dois).permanecer em gozo de licença. por mais de 30 (trinta) dias. . na terça-feira.deixar o emprego e não for readmitido dentro de 60 (sessenta) dias subseqüentes à sua saída. no curso do período aquisitivo: . Para fins de cálculo das faltas não justificadas para cômputo do direito de férias. A interrupção da prestação de serviços deverá ser anotada na Carteira de Trabalho e Previdência Social. perdeu o DSR da semana correspondente. e . retornar ao serviço.tiver percebido da Previdência Social prestações de acidente do trabalho ou de auxíliodoença por mais de 6 (seis) meses. Para fins de cálculo das faltas não justificadas para cômputo do direito de férias. por ocasião do desconto do repouso DSR durante o ano e outra vez para computar o desconto na proporcionalidade de férias. não se somando o desconto do DSR. as datas de início e fim da paralisação total ou parcial dos serviços da empresa. Por inexistência de previsão legal. Exemplo 2: O empregado atrasou-se ½ hora. trabalhando o período remanescente. não se descontará como falta tal evento.br .guiatrabalhista. nem se somam horas de atraso quebradas ou meio-período. com antecedência mínima de 15 dias. Novo período aquisitivo iniciará quando o empregado. as horas quebradas ou meioperíodo também não podem ser considerados dias inteiros ou “somados” a outros períodos de ocorrências semelhantes. uma vez. www. em igual prazo. Neste caso a empresa comunicará ao órgão local do Ministério do Trabalho. PERDA DO DIREITO Perderá o direito a férias o empregado que.deixar de trabalhar. Exemplo 1: Empregado faltou na segunda-feira. embora descontínuos. sem motivo justificado. ao sindicato representativo da categoria profissional. Em decorrência.com. com percepção de salários.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © CRITÉRIO DE FALTAS A CONSIDERAR NA PROPORÇÃO DE FÉRIAS As faltas não justificadas se computam individualmente. comunicará nos mesmos termos. bem como afixará aviso nos respectivos locais de trabalho. com percepção do salário por mais de 30 (trinta) dias em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa. perdeu o DSR da semana e sofreu o desconto proporcional do período de atraso.131. . Em decorrência. ou seja. sem justificativa. após o implemento de quaisquer das condições previstas anteriormente. e.

2002 .início do auxílio-doença: 19.11. se afastou por acidente do trabalho em 25.2002 Neste caso o afastamento do empregado não foi superior a 6 meses dentro do período aquisitivo.04.2002. retornando dia 05.2001. menor de 18 (dezoito) anos. perdendo assim o direito às férias.11.2002 Neste caso o afastamento do empregado foi superior a 6 meses dentro do período aquisitivo. Os membros de uma família.02.2002.2002 .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Exemplo 1: Empregado admitido em 05.02.11.com. Então: . salvo as exceções. com início do pagamento do benefício em 19.08.2002 .11.2002.11. FRACIONAMENTO DO PERÍODO As férias deverão ser concedidas por ato do empregador.admissão: 20.11. www.guiatrabalhista. Entretanto. que trabalharem no mesmo estabelecimento ou empresa.2002 . Exemplo 2: Empregado admitido em 20. há exceções. Então: .início do auxílio-doença: 08. em um só período.07.retorno: 31. ÉPOCA DA CONCESSÃO A época da concessão das férias corresponderá ao melhor período de interesse do empregador. com início do auxílio-doença acidentário em 08. terão direito a gozar férias no mesmo período.início de novo período aquisitivo: 31. iniciando seu período concessivo referente ao período aquisitivo 2001/2002 no dia 20.admissão: 05.2001 .2002 (16º dia de afastamento).07. retornando ao trabalho em 31. durante o período concessivo.término do período aquisitivo: 19.04. desde que não haja prejuízo para o serviço.03.retorno: 05.08.2002 . terá direito a fazer coincidir suas férias com as férias escolares.02. O empregado estudante.2001 que se afastou por doença em 04.br .2002 (16º dia de afastamento).08. a seguir descriminadas.2002.132.2002.

com antecedência mínima de 30 dias. mediante "aviso de férias" em 2 vias. caberá ao empregador aceitar ou não a solicitação do empregado de converter 1/3 do seu direito em abono pecuniário. o empregador. As anotações na CTPS podem ser feitas também com o uso de etiquetas gomadas. dando o empregado ciência. no qual deverão constar as datas de início e término do respectivo período. se a empresa assim o adotar. a anotação devida no livro ou nas fichas de registro de empregado ou ainda no sistema informatizado. Carteira de Trabalho e Previdência Social – Apresentação A legislação trabalhista determina que o empregado antes de entrar em gozo de férias deverá apresentar sua CTPS ao empregador para que seja anotada a respectiva concessão. O abono de férias deverá ser requerido até 15 (quinze) dias antes do término do período aquisitivo. o empregado dará quitação do pagamento.guiatrabalhista.br . inclusive de microempresa e empresa de pequeno porte. deverá efetuar. Neste momento. Menores de 18 Anos e Maiores de 50 Anos É proibido ao empregador fracionar o período de férias dos empregados menores de 18 (dezoito) anos e maiores de 50 (cinqüenta) anos. do adicional de 1/3 (um terço) constitucional e do abono pecuniário deverá ser feito até dois dias antes do início do período de férias. www. mencionando o período aquisitivo a que se referem e os dias em que serão gozadas. por escrito. um dos quais não poderá ser inferior a 10 (dez) dias corridos. Após este prazo. Registro de Empregados Quando da concessão das férias. FÉRIAS .com. FORMALIDADES PARA A CONCESSÃO Comunicação ao Empregado A concessão das férias deverá ser comunicada ao empregado.133.ABONO PECUNIÁRIO O empregado tem a faculdade de converter 1/3 (um terço) do período de férias em abono pecuniário. também. em recibo.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Apenas em casos excepcionais as férias poderão ser concedidas em 2 (dois) períodos. PRAZO PARA PAGAMENTO O pagamento das férias. autenticadas pelo empregador ou seu representante legal.

iniciando-se novo período aquisitivo dia 01. se o empregado continuar doente.02.12. PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DURANTE O PERÍODO DE FÉRIAS O empregado em gozo de férias não poderá prestar serviços a outro empregador.03. O empregado que quiser receber a primeira parcela do 13º salário deverá requerê-la no mês de janeiro do ano correspondente. afastando-se para o serviço militar obrigatório em 01. Neste caso o empregado já tinha adquirido 8/12 avos de férias quando se afastou. desde que o empregado compareça à empresa dentro de 90 dias contados da respectiva baixa. SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO Durante o período de afastamento para o serviço militar obrigatório não será computado o tempo para efeito de férias. o gozo das mesmas ficará suspenso e será concedida a licença-maternidade.03. trabalhará mais 4 meses. durante as férias da empregada gestante. até 31. Após o término das férias.00.07.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © ADIANTAMENTO DA 1ª PARCELA DO 13º SALÁRIO Fazem jus ao adiantamento da primeira parcela do 13º salário os empregados que gozarem férias a partir do mês de fevereiro do correspondente ano. efetuando-se o pagamento das diferenças salariais ocorridas durante o período da licença-maternidade. as férias serão retomadas. Exemplo: Empregado admitido em 01.br . retornando dia 01. Será computado o período anterior ao afastamento.01 (dentro do prazo legal). começará a contar a partir dali os 15 dias para a empresa efetuar o pagamento. ocorrer o nascimento da criança. ou seja.guiatrabalhista. exceto quando já exista contrato de trabalho regularmente mantido com aquele. se for o caso. como retornou dentro do prazo legal. FÉRIAS E PARTO Se.01.com. www.02.134. FÉRIAS E DOENÇA O empregado que ficar doente durante as férias não terá seu período de gozo suspenso ou interrompido.04. para adquirir o direito às férias. Após o término do respectivo benefício. competindo à Previdência Social conceder o auxílio-doença previdenciário após referido período.

1996.00 = 2 anos .99 = 3 anos . 7º da CF/88).99 a 09.guiatrabalhista.01 a 09.de 10.02. ou após 2 anos da extinção do contrato (art.02.97 a 09.00 a 09.02.de 10.de 10. Exemplo 1: Empregado admitido em 10.94.02.135.02.97 = 1 ano .02.97 a 09.02.de 10. em virtude da incompatibilidade entre os objetivos de cada um desses institutos.02. conforme determina o artigo 487.02.02.2001.01 = 3 anos . www.94 a 09.período concessivo: 10.de 10.de 10.98 = 2 anos .br .02.02.02.03 = 5 anos O direito ao período aquisitivo 96/97 prescreve em 10. parágrafo 1º da CLT. período aquisitivo: 10.02.02. Exemplo 2: Empregado admitido em 10.96 a 09.99 a 09.95 .período concessivo: 10.02.02.02.02.98 a 09.02.de 10.02.98 a 09.contagem da prescrição: .96 a 09.98 .99 = 1 ano . período aquisitivo: 10. não tirou férias referente ao período aquisitivo 96/97. O aviso prévio também não poderá ser concedido durante o período de férias. 149 da CLT e art.02.contagem da prescrição: .01 = 5 anos O direito ao período aquisitivo 94/95 prescreveu em 10.00 a 09.de 10.2003.02.95 a 09.02.96 .de 10. PRESCRIÇÃO Empregado Urbano e Rural As férias para empregados urbanos e rurais prescrevem no prazo de 5 anos contados do término do período concessivo.02.02.com.02.02.00 = 4 anos .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © FÉRIAS E AVISO PRÉVIO O empregador deverá computar como tempo de serviço para efeito de férias o prazo do aviso prévio trabalhado e do indenizado.02.02.02 a 09.97 .02. uma vez que férias é um período para descanso do empregado e aviso prévio é um período para que o empregado procure um novo emprego no caso de demissão sem justa causa e pedido de demissão é um prazo para que o empregador encontre novo profissional para substituí-lo.02.de 10.02 = 4 anos . não tirou férias referente ao período aquisitivo 94/95.

048/99.com. Caso o direito seja de 24. e os citados no texto. ao empregador é facultado atender ou não o pedido.guiatrabalhista. Base: Artigos 129 a 145 e 153. FÉRIAS . respectivamente. independente da concordância do empregador. até 15 (quinze) dias antes do término do período aquisitivo. 12 ou 8 dias de férias. Lei nº 8. É uma opção ao empregado. desde que requerido no prazo estabelecido na legislação trabalhista. emprego de artifício ou simulação com o objetivo de fraudar a lei. FÉRIAS COLETIVAS No caso de férias coletivas.136. por escrito. Conversão em Abono Se o empregado tem direito a 30 dias de férias.br . 440 da CLT). a conversão de 1/3 (um terço) das férias em abono pecuniário deverá ser objeto de acordo coletivo entre o empregador e o sindicato representativo da www. embaraço ou resistência à fiscalização.ABONO PECUNIÁRIO Abono pecuniário é a conversão em dinheiro. 18 ou 12 dias. 6 ou 4 dias em abono pecuniário e gozará 16. PRAZO DE REQUERIMENTO O empregado que desejar converter 1/3 (um terço) de suas férias em abono pecuniário deverá requerê-lo ao empregador. PENALIDADES As infrações aos dispositivos que regulam a matéria serão punidas com multa de 160 (cento e sessenta) Ufir por empregado em situação irregular. Quando o requerimento do abono pecuniário de férias ocorrer após o prazo legal. poderá converter 10 dias em dinheiro e gozar 20 dias de férias. Em caso de reincidência. a multa será dobrada. o empregado poderá converter 8. de 1/3 (um terço) dos dias de férias a que o empregado tem direito. Decreto nº 3.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Empregado Menor Contra empregado menor de 18 anos de idade não corre nenhum prazo prescricional (art.036/90.

137. de . RECIBO DE PAGAMENTO DO ABONO O valor correspondente ao abono pecuniário deverá constar do recibo de férias.. os dias trabalhados em parte do mês de concessão das férias.com. quando mais favorável.. em face de não concessão das férias no prazo legal. ENCARGOS SOCIAIS Sobre o valor do abono pecuniário de férias não há incidência de contribuição previdenciária e FGTS. de .. Contudo...... na rubrica própria.guiatrabalhista... não importando a vontade individual do empregado... o abono pecuniário também será em dobro. o abono deverá ser adicionado à remuneração das férias para cálculo do Imposto de Renda na Fonte.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © respectiva categoria profissional..... tendo em vista que a base de cálculo é a remuneração das respectivas férias. mesmo que tenha requerido a conversão na época oportuna..br . Ao Departamento de Pessoal da Empresa .. Prezados Senhores: www.. até 2(dois) dias antes do início do período de fruição das férias. .... PRAZO DE PAGAMENTO O abono pecuniário deverá ser pago juntamente com a remuneração das férias.... MODELO DE REQUERIMENTO DO ABONO Local e data: .... deverão ser quitados no prazo previsto na legislação trabalhista para pagamento de salários ou em norma coletiva da categoria.... FÉRIAS EM DOBRO Quando ocorrer pagamento em dobro... VALOR DO ABONO O valor do abono pecuniário deve ser calculado sobre a remuneração das férias já acrescidas do terço constitucionalmente garantido..... quando for o caso... Todavia...

00 Bases: Constituição Federal de 1988. conforme me faculta o artigo 143 da CLT.br . Atenciosamente.00 R$ 300.Sas.138. artigo 7º.00. a conversão de 1/3 (um terço) das minhas férias referentes ao período aquisitivo de 01/07/2003 a 30/06/2004 em abono pecuniário.00.F.00 R$ 400.00 R$ 120.guiatrabalhista.00 R$ 100. Abono Pecuniário . gozará 20 dias de férias. gozará 12 dias de férias.00 b) Empregado com direito a 18 dias de férias e salário mensal de R$ 600.20 dias Adicional de 1/3 C.00 R$ 600. ___________________________________ Nome/Assinatura do Empregado Data __/__/___ Ciente do Empregador: EXEMPLOS DE CÁLCULOS a) Empregado com direito a 30 dias de férias e salário mensal de R$ 450. inciso XVII.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Venho pela presente. Total Bruto R$ 450.10 dias Adicional de 1/3 C.00 R$ 480.00 R$ 160. solicitar a V.F.00 R$ 240.00 R$ 320.00 R$ 200.00 R$ 40. FÉRIAS COLETIVAS www. Base de Cálculo Férias . Total Bruto R$ 600.com. artigos 129 a 145. tendo em vista que converteu 1/3 das férias em abono pecuniário.00 R$ 80. Abono Pecuniário . Base de Cálculo Férias ..00 R$ 150. CLT.6 dias Adicional de 1/3 C.00 R$ 50.F. tendo em vista as faltas injustificadas no período aquisitivo e a conversão de 1/3 das férias em abono pecuniário.F.12 dias Adicional de 1/3 C.

Não havendo tal previsão.indicar os departamentos ou setores abrangidos. cópia da comunicação aos sindicatos da categoria profissional. Microempresas As microempresas. MODELOS DE COMUNICAÇÃO Comunicação à DRT www.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © São férias coletivas as concedidas. para concederem férias coletivas deverão observar as determinações da legislação trabalhista. ou apenas aos empregados de determinados estabelecimentos ou setores de uma empresa. inclusive as microempresas.comunicar aos empregados com antecedência mínima de 15 (quinze) dias. de forma simultânea.br .comunicar ao órgão local do Ministério do Trabalho. não estão mais dispensadas de efetivar as notificações relativas ás férias coletivas. independentemente de terem sido completados ou não os respectivos períodos aquisitivos. a adoção do regime. O empregador deverá: . ou seja. e . Menores de 18 Anos e Maiores de 50 Anos É proibido ao empregador fracionar o período de férias dos empregados menores de 18 (dezoito) anos e maiores de 50 (cinqüenta) anos. . a todos os empregados de uma empresa. com antecedência mínima de 15 (quinze) dias.guiatrabalhista. REQUISITOS PARA A CONCESSÃO As empresas.841/99. FRACIONAMENTO As férias coletivas podem ser gozadas em 2 (dois) períodos anuais desde que nenhum deles seja inferior a 10 (dez) dias corridos.enviar.com. com o advento da Lei nº 9. no prazo de 15 (quinze) dias.139. ÉPOCA DA CONCESSÃO As férias coletivas serão gozadas na época fixada em acordo ou convenção coletiva de trabalho. cabe ao empregador a adoção do regime e a determinação da época de sua concessão. . na seqüência das férias coletivas o empregado deve gozar férias individuais para quitar o seu período aquisitivo. as datas de início e fim das férias. mediante a afixação de aviso nos locais de trabalho. com as datas de início e término das férias e quais os setores e departamentos abrangidos.

. de . Aviso Aos Empregados das Férias Coletivas AVISO Em atendimento ao disposto no parágrafo 3º do artigo 139 da CLT...... concederá férias coletivas a (discriminar se a todos os empregados ou quais os setores ou departamentos.140..: CONCESSÃO DE FÉRIAS COLETIVAS ..... os empregados que não completaram ainda o período aquisitivo ficam impedidos de prestar serviços............/. Exemplo: Empregado contratado em 02.01 até o dia 05........ iniciando-se....guiatrabalhista... _______________________________ carimbo e assinatura da empresa Comunicação ao Sindicato Enviar cópia da comunicação remetida ao órgão local do Ministério do Trabalho para o Sindicato dos trabalhadores da categoria..... com sede na Rua ..... inscrita no CNPJ nº .. comunica que no período de ../.......de . a . novo período aquisitivo............ da CLT..02 férias coletivas.(nome da empresa).. a ............. .. se parcial)./.com... www..... § 2º.... férias proporcionais ao tempo de serviço......./.../.... em atendimento ao disposto no artigo 139.......01..... Delegado Regional do Trabalho no Estado de . de ..../.... então./.. na oportunidade.Inscrição Estadual nº .... ...... Assim..nesta cidade. comunicamos que a empresa concederá férias coletivas a (discriminar quem está abrangido pela medida) no período de ...... de.../... ________________________________ carimbo e assinatura da empresa EMPREGADOS COM MENOS DE 12 MESES DE SERVIÇO O empregado só fará jus às férias após cada período completo de 12 meses de vigência do contrato de trabalho..o direito adquirido do empregado constitui 8/12 avos....... que acarrete paralisação das atividades da empresa ou de determinados estabelecimentos ou setores da mesma..... Ref....01... Sr..... o empregador irá conceder a partir do dia 17..05.br ...nº.. o que corresponde a 20 dias.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Ilmo.... o artigo 140 da CLT estabelece que os empregados contratados há menos de 12 meses gozarão.. ..... .12............ Quando se tratar de férias coletivas...

01. Serão pagos como férias coletivas 10 dias e os 5 dias restantes serão pagos como licença remunerada. Serão pagos como férias coletivas 20 dias e os 05 dias restantes deverão ser concedidos posteriormente.01 a 05.01. Férias Proporcionais Inferiores às Férias Coletivas Sendo as férias proporcionais do empregado que ainda não tenha 12 meses de trabalho concedido pela empresa. Exemplo: Empregado contratado em 01.guiatrabalhista. na ocasião das férias coletivas. dentro do período concessivo.01 até o dia 04. ou seja. iniciando novo período aquisitivo a partir do dia 17.as férias coletivas de 03. ou se o empregador preferir. . o empregador deverá considerar como licença remunerada os dias que excederem àqueles correspondentes ao direito adquirido pelo empregado. . Este valor não poderá ser descontado dele posteriormente.12.br . . o empregado direito às férias proporcionais superiores ao período de férias coletivas concedido pela empresa. Férias Proporcionais Superiores às Férias Coletivas Tendo. o empregador irá conceder a partir do dia 17. para que haja quitação total. na folha de pagamento normal. ou ainda conceder ao empregado. O período aquisitivo desse empregado ficará quitado. o empregador irá conceder a partir do dia 20.01. . o que corresponde a 25 dias.09.01.as férias coletivas de 17.01 até o dia 05.01. O período aquisitivo desse empregado ficará quitado.02 férias coletivas.01.02 = 20 dias.01 a 04.02 férias coletivas.01.as férias coletivas de 17.141. o que corresponde a 10 dias. poderão ser concedidas na seqüência das férias coletivas. integralmente. Exemplo: Empregado contratado em 03. www. dentro do período concessivo. o período de férias adquirido. e ainda na impossibilidade de ser excluído da medida.12.12.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © . iniciando novo período aquisitivo a partir do dia 20.01.01 a 05. seja em rescisão ou concessão de férias do próximo período aquisitivo. o empregador deverá conceder o período de férias coletivas ao empregado e complementar os dias restantes em outra época.02 = 20 dias.02 = 15 dias.12.03.o direito adquirido do empregado constitui 4/12 avos.12.09.12.com.01.o direito adquirido do empregado constitui 10/12 avos.

o valor pago pelo empregador. ABONO PECUNIÁRIO O empregado tem a faculdade de converter 1/3 (um terço) do período de férias em abono pecuniário. não poderá ser descontado quando da quitação dos valores devidos ao empregado.5 cm por 7 cm. a empresa poderá realizar as anotações mediante carimbo.br .com.142. RESCISÃO DO CONTRATO DE EMPREGADO COM MENOS DE 12 MESES Ocorrendo a rescisão do contrato de trabalho do empregado beneficiado com as férias coletivas. para que seja anotada a respectiva concessão. O referido adicional é calculado sobre a remuneração das férias. e pago juntamente com as mesmas. inclusive abono pecuniário. Carteira de Trabalho e Previdência Social A legislação trabalhista determina que o empregado deverá apresentar a sua Carteira de Trabalho ao empregador antes de entrar em gozo de férias. o empregador deverá proceder as anotações devidas na Carteira de Trabalho e Previdência Social e no Livro ou Ficha de Registro de Empregados.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O novo período aquisitivo desse empregado inicia-se dia 17. Aposição de Carimbo ou Etiqueta Gomada Quando o número de empregados contemplados com as férias coletivas for superior a 300 (trezentos). independente de solicitação do empregado. ADICIONAL DE 1/3 CONSTITUCIONAL SOBRE AS FÉRIAS O adicional de 1/3 sobre as férias é um direito atribuído aos trabalhadores empregados pela Constituição Federal de 1988.guiatrabalhista. nas medidas de 4. Essa conversão nas férias coletivas deverá ser objeto de acordo coletivo entre o empregador e o sindicato representativo da respectiva categoria profissional. Modelo: FÉRIAS COLETIVAS www.12. a título de licença remunerada.01. ANOTAÇÕES No momento da concessão das férias coletivas. quando contava com menos de 12 meses de serviço na empresa.

...... a remuneração base para o cálculo das férias é a obtida pela média aritmética dos valores recebidos nos 12 (doze) meses anteriores à concessão das férias.. Diferente quando tratamos do salário fixo mensal.. E quando tratar-se de férias em número de dias inferior a 30..guiatrabalhista. resolvemos este problema sem maiores complicações. o empregador deverá efetuar. Setor .. Registro de Empregados Quando da concessão das férias.. senão teríamos que realizar também a média do número de dias para ficar exato... Quando temos salário variável... As microempresas estão dispensadas dessa obrigação..... ao empregador anotar.. o salário fixo corresponde ao número de dias que tem o mês.. mas quando da cessação do contrato de trabalho convém.... __________________________________ carimbo e assinatura da empresa As anotações e as atualizações da Carteira de Trabalho e Previdência Social poderão ser feitas com o uso de etiquetas gomadas.... então o seu divisor será o número exato do mês que corresponder às férias............ realizamos as devidas médias... www. Estabelecimento..143....... Empregados Comissionistas Para os empregados que recebem comissões ou percentagem sobre vendas. também............. para efeitos de controle...... para que não haja prejuízo ao empregado. conforme determinação constitucional...... Utilizando-se então do divisor 30........... a respectiva média deverá ser dividida por 30. Empregados Com Salário Fixo Os empregados que recebem salário fixo terão a remuneração das férias calculada sobre o salário que percebem no momento da sua concessão......com. acrescido de 1/3 (um terço). VALOR DA REMUNERAÇÃO DAS FÉRIAS O valor a ser pago para o empregado a título de remuneração de férias será determinado de acordo com o salário da época da concessão... uma vez como própria denominação determina........Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Início. autenticadas pelo empregador ou seu representante legal........br . da duração do período de férias e da forma de remuneração percebida pelo empregado.... Término. a anotação devida no Livro ou Ficha de Registro de Empregados.

o empregado não estiver percebendo o mesmo adicional do período aquisitivo. é a obtida pela multiplicação da média das tarefas do período aquisitivo pelo seu valor na data da concessão. PRAZO PARA PAGAMENTO www. utilizada para o cálculo das férias. Se.5 dias 2 dias 1. DURAÇÃO DAS FÉRIAS – DIREITO Após cada período de 12 (doze) meses de vigência do contrato de trabalho.5 dias 7 dias 20 dias 16 dias 12 dias 8 dias 22.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Quando o empregado percebe salário fixo mais comissões.5 dias 18 dias 13.com. noturno. Empregados Que Recebem Adicionais Os adicionais por trabalho extraordinário.5 dia 1 dia 5 dias 4 dias 3 dias 2 dias 7. nas seguintes proporções: Férias Proporcionais 1/12 2/12 3/12 4/12 5/12 6/12 7/12 8/12 9/12 10/12 11/12 12/12 30 dias até 24 dias de 6 a 18 dias de 15 a 12 dias de 24 a 5 faltas 14 faltas 23 faltas 32 faltas 2.5 dias 10 dias 7.5 dias 6 dias 4. no momento das férias. após apurar a média das comissões.5 dias 9 dias 25 dias 20 dias 15 dias 10 dias 27.br .5 dias 14 dias 10.guiatrabalhista.5 dias 5 dias 15 dias 12 dias 9 dias 6 dias 17. ou quando o valor deste não tiver sido uniforme. à mesma deverá ser adicionado o salário fixo. Empregados Tarefeiros A remuneração.5 dias 3 dias 10 dias 8 dias 6 dias 4 dias 12. o empregado terá direito a férias. será computada a média duodecimal (12 meses) recebida naquele período.5 dias 22 dias 16.144. insalubre ou perigoso serão computados no salário que servirá de base ao cálculo da remuneração de férias.5 dias 11 dias 30 dias 24 dias 18 dias 12 dias Somente poderão ser consideradas no cálculo as faltas não justificadas (o DSR não entra na contagem) e descontadas no salário do empregado.

53* .01 a 05.00 = R$ 440. obedecendo regime de competência do gozo das férias.145. do adicional de 1/3 (um terço) e do abono pecuniário deverá ser feito até dois dias antes do início do período de férias. Exemplo: Período de férias 01. independente da data do pagamento da remuneração (prazo trabalhista).04 .2002.67 x 11% = R$ 64.gozo das férias.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O pagamento das férias. sendo do dia 01.00 : 31 = R$ 22.14 www.total bruto: R$ 586.67 . se for o caso. do adicional de 1/3 constitucional e do salário do mês. uma vez que o artigo 145 da CLT dispõe que o pagamento da remuneração das férias e.00 .desconto do INSS 11% = R$ 586.04 a 10. Neste momento o empregado dará quitação do pagamento.guiatrabalhista.00 Remuneração das férias: . Exemplo: Empregado com mais de um ano de serviço e salário mensal de R$ 682.Total líquido: R$ 522.00.br .67 . em recibo. do abono pecuniário será efetuado até 2 dias antes do início do respectivo período de férias.04.período de gozo (20 dias): 20 x R$ 22.abono pecuniário e a partir do dia 11. sairá de férias coletivas no dia 17. A composição do salário-de-contribuição para se determinar a alíquota a ser aplicada inclui a remuneração do gozo das férias.com.02 (20 dias).1/3 constitucional: R$ 440. no qual deverão constar as datas de início e término do respectivo período. A remuneração das férias deverá ser paga até o dia 30.2002.04 .12.04. INCIDÊNCIAS INSS Sobre a remuneração do gozo de férias e do seu respectivo adicional constitucional (1/3) incide o INSS conforme a faixa em que se enquadre.00 : 3 = R$ 146. Cumpre ressaltar que mesmo que o abono pecuniário inicie-se antes do período de gozo das férias. a remuneração das férias deverá ser paga até dois dias antes do início delas.03.01.2002 a 30. R$ 682. Nota: Sobre o abono pecuniário e seu respectivo adicional constitucional (1/3) não incide INSS.

uma vez que o total do salário-de-contribuição resulta em R$ 792.12 (valor a ser recolhido na competência 12/01.04 (valor a ser recolhido na competência janeiro/02 descontada do empregado) FGTS Haverá incidência normal do FGTS sobre a remuneração do gozo das férias e do seu respectivo adicional constitucional.01.1/3 constitucional s/férias: R$ 7.12. do adicional de 1/3 constitucional e do salário do mês. . obedecendo o regime de competência conforme o gozo das férias.00 15 dias de férias: R$ 330.R$ 682.com.01 a 05.00 www.00.02 (20 dias).146.R$ 689.33 x 9% = R$ 62.00 1/3 constitucional s/férias: R$ 110. descontada do empregado) Salário-de-Contribuição de Janeiro: .Total: R$ 689.guiatrabalhista. Sobre o abono pecuniário e seu respectivo adicional constitucional (1/3) não incide FGTS. sairá de férias coletivas no dia 17. uma vez que o total do salário-decontribuição resulta em R$ 689.33 * O desconto do INSS deve obedecer à alíquota de 9%.30 dias de salário: R$ 660.00 * O desconto do INSS deve obedecer o teto máximo do salário-de-contribuição. Exemplo: Empregado com mais de um ano de serviço e salário mensal de R$ 682. INSS . A base de incidência do FGTS é composta da remuneração do gozo das férias.00 Total: R$ 792.00.00 x 11% = R$ 87.00 .00 : 31 = R$ 22. INSS .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Salário-de-Contribuição de Dezembro: 16 dias de salário: R$ 352.R$ 792.33 .00 .1 dia de férias: R$ 22.br .33. independente da data do pagamento da remuneração das férias (prazo trabalhista).

00 .1 dia de férias: R$ 22.Total: R$ 689.04 (valor a ser recolhido na competência janeiro/02 descontada do empregado) FGTS .67 .67 .Total: R$ 792.R$ 792.R$ 689.Dezembro .33 .12 (valor a ser recolhido na competência 12/01.00 . compreendidos nesse o abono pecuniário e o adicional de 1/3 constitucional.00 . uma vez que o total do salário-decontribuição resulta em R$ 689.00 .1/3 constitucional s/férias: R$ 110.00 .1/3 constitucional: R$ 440.53* .00.00 * O desconto do INSS deve obedecer ao teto máximo do salário-de-contribuição. A tributação ocorrerá separadamente do salário do mês.guiatrabalhista.Janeiro .67 x 11% = R$ 64.desconto do INSS 11% = R$ 586.30 dias de salário: R$ 660. uma vez que o total do salário-de-contribuição resulta em R$ 792.00 = R$ 440.33 x 8% = R$ 55.com.00 x 11% = R$ 87.16 dias de salário: R$ 352.R$ 792.689.00 : 3 = R$ 146.33.147.Dezembro .36 (valor a ser recolhido na competência 12/01) Salário-de-Contribuição de Janeiro: . INSS .00 .período de gozo (20 dias): 20 x R$ 22.total bruto: R$ 586.1/3 constitucional s/férias: R$ 7.Janeiro .33 x 9% = R$ 62. INSS .00 x 8% = R$ 63.33 O desconto do INSS deve obedecer a alíquota de 9%.14 Salário-de-Contribuição de Dezembro: .15 dias de férias: R$ 330. descontada do empregado) FGTS .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Remuneração das férias: .14 (valor a ser recolhido na competência 01/02) IRRF O Imposto de Renda na Fonte incidirá sobre o total pago a título de férias.Total líquido: R$ 522.br . PENALIDADES www.

Esta dobra ocorre apenas em relação a remuneração.1999 . embaraço ou resistência à fiscalização. Decreto nº 99." Exemplo 1: .2001 .2001 a 30.término do concessivo: 31.gozo das férias: 17.admissão: 01.2000 . a multa será dobrada. quando elas forem concedidas após o término do período concessivo.2001 a 16.guiatrabalhista.684/90.12.admissão: 01.11.12. emprego de artifício ou simulação com o objetivo de fraudar a lei. www. então: o empregado faz jus a 30 dias de descanso e 46 dias remunerados.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © As infrações aos dispositivos que regulam a matéria serão punidas com multa de 160 (cento e sessenta) Ufir por empregado em situação irregular. Em caso de reincidência. gozadas após o período legal de concessão.048/99.11.2001 . Assim o empregado goza 30 dias de descanso e recebe pecuniariamente 60 dias.1999 . Instrução Normativa CEF nº 17/00 e os citados no texto.2001 Neste caso o empregado faz jus a 60 dias de remuneração e 30 dias de descanso.br .10.gozo das férias: 01.2000 . deverão ser remunerados em dobro.11.10. Decreto nº 3.11. FÉRIAS EM DOBRO O empregado faz jus ao pagamento das férias em dobro. O Enunciado TST nº 81 dispõe: "Os dias de férias.término do aquisitivo: 30.término do concessivo: 30.término do aquisitivo: 31.com.148. Bases: Artigos 129 a 145 da CLT. Exemplo 2: .12.2001 Neste caso: 14 dias estão dentro do período concessivo (14 dias em pecúnia) 16 dias estão fora do período concessivo (32 dias em pecúnia).12.

que ultrapassarem 12 meses após o período aquisitivo. Isto porque a CLT não dispensa o gozo das férias pelo funcionário. podem ser reclamadas novamente pelo funcionário. sem que o empregador tenha concedido as férias. para fins de aplicação da multa de caráter administrativo.149. Veja maiores detalhes.sobre o valor correspondente a não não dobra da remuneração AJUIZAMENTO DE RECLAMAÇÃO O empregado após o vencimento do prazo de concessão.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © INCIDÊNCIAS Férias INSS FGTS em dobro . o empregador está sujeito a pena diária de 5% (cinco por cento) do salário mínimo. FÉRIAS INDENIZADAS E NÃO GOZADAS As férias indenizadas e não gozadas (conhecidas como "acordo de férias"). mesmo que já pagas. prevendo multas pelo não cumprimento dessa norma. por sentença.br . o TST tem decidido que o terço constitucional deve ser calculado e pago sobre o valor dobrado das férias. PENALIDADES Até que seja cumprida a sentença. devida ao empregado.com. da época de gozo das mesmas.sobre o valor simples da sim sim remuneração em dobro . 137 da CLT.SEFIP IR sim sim www.guiatrabalhista. nos doze meses subsequentes à data em que o empregado tiver direito adquirido. Base Legal: art. conforme dispõe em seu artigo 129. poderá ajuizar reclamação pedindo a fixação. GFIP . Cópia da decisão transitada em julgado será remetida ao órgão local do Ministério do Trabalho. Ainda o artigo 134 da CLT determina que as férias serão concedidas em um só período. TERÇO CONSTITUCIONAL Além do pagamento das férias em dobro.

pelo segurado.guiatrabalhista. trazendo novas informações de interesse da Previdência Social. oferecendo informações para montar um cadastro eficiente de vínculos e remunerações dos segurados da Previdência Social. O Decreto 2.br).150. Além do mais. As informações deverão ser apresentadas por meio magnético. BASE LEGAL A Lei n° 9.disponível para download no site da Caixa Econômica Federal .cef. sendo a alternativa mais eficiente para o governo e para as empresas. de 19 de outubro de 1998.CNIS. Entretanto.CEF (www. do tempo de contribuição e das remunerações recebidas.GRE. a utilização de um documento já existente (GRE/FGTS) reduz sensivelmente os custos de coleta de informações. Dificuldades de comprovação muitas vezes fazem com que o trabalhador perca seu direito ao benefício.br .212/91. e a Circular CEF 151. de 20 de outubro de 1998. apesar do grande avanço que esse cadastro representou. Por esse motivo o Ministério da Previdência e Assistência Social. gerado pelo programa SEFIP . visto que esse documento já possui grande parte das informações necessárias. OBJETIVOS Viabilizar o recolhimento/individualização de valores do FGTS e permitir à Previdência Social: www.gov. ao alterar a Lei n° 8.528. trazem normas e instruções acerca da obrigação e necessidade de apresentação da GFIP. MEIO DE COMPROVAÇÃO A concessão de benefícios pelo INSS está condicionada à comprovação. A Previdência Social retirou esse ônus do segurado quando passou a utilizar a base de dados registrados no Cadastro Nacional de Informações Sociais . o Ministério do Trabalho e a CEF resolveram adaptar a GRE para também atender à Previdência Social e ao CNIS.803.com. ele não supre todas as necessidades de informações da Previdência Social. A GFIP substituiu a Guia de Recolhimento do FGTS .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © GFIP é a Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social. de 10 de dezembro de 1997. obrigou as empresas a prestarem ao INSS informações relativas aos fatos geradores de contribuições previdenciárias e outras que comporão a base de dados para fins de cálculos e concessão de benefícios previdenciários.

no momento em que requerer seus benefícios. ONDE ENTREGAR Deverá ser entregue pela internet.com. gradativamente. a partir de 01 de fevereiro de 1999.cef. contribuinte individual sem empregado.br). PRAZO DE ENTREGA A GFIP deverá ser entregue até o dia 7 do mês seguinte ao da competência. apenas informações à Previdência Social. COMO INFORMAR As informações poderão ser apresentadas por meio magnético. O aplicativo é baixado no site da CEF (www. apenas recolhimento ao FGTS.guiatrabalhista. mediante aplicativo específico. denominado "Conectividade Social". desobrigar o segurado. Caso não haja expediente bancário no dia 7. gerado por programa distribuído pela CAIXA .gov. Estão desobrigados de informar: • • • empregador doméstico. segurado especial. PERIODICIDADE A GFIP deverá ser entregue mensalmente. a remuneração e a exposição a agentes nocivos.br .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © • • • • tornar mais ágil o acesso e aumentar a confiabilidade das informações referentes à vida laboral do segurado possibilitando melhor atendimento nos postos do INSS.151. do ônus de comprovar o tempo de contribuição. a entrega deverá ser antecipada para o dia de expediente bancário imediatamente anterior. distinguir o sonegador do inadimplente e tratá-los de forma diferenciada. CONTEÚDO DAS INFORMAÇÕES www. melhorar o controle da arrecadação das contribuições previdenciárias.programa SEFIP. OBRIGAÇÃO São obrigadas a informar todas as pessoas físicas ou jurídicas sujeitas ao recolhimento do FGTS ou às contribuições/informações à Previdência Social. quando houver: • • • recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social.

sujeitarão o responsável às multas previstas na Lei n° 8. FÉRIAS . independentemente do número. quando da carga de retorno da CEF para o empregador. a despesa com patrocínios a clubes de futebol profissional.NOC . independentemente do recolhimento das contribuições em GRPS. as empresa podem solicitar informações e orientações junto a Central de Telemarketing e agências da CAIXA (Rede de Atendimento). apresentá-la com dados não correspondentes aos fatos geradores e com erro de preenchimento nos dados não relacionados aos fatos geradores. o SEFIP é destinado às empresas que mantenham empregados. se for o caso.152. SEFIP É um aplicativo que permite a qualquer empregador gerar a GFIP . no que tange à Previdência Social e às sanções previstas na Lei nº 8.Guia de Recolhimento da Previdência Social. consultar e imprimir o saldo de todos os trabalhadores informados. PREVFONE 0800-78-0191 e agências bancárias. da Previdência Social. Núcleo de Orientação ao Contribuinte . VANTAGENS DA SEFIP O Sistema gera e imprime a GFIP. para efeito de rescisão do contrato de trabalho. a receita bruta decorrente dos espetáculos desportivos.br . PENALIDADES Deixar de apresentar a GFIP.com. a Relação de Empregados . de 10 dezembro de 1997. com contrato de trabalho regido pela CLT. de 11 de maio de 1990. Postos do INSS. a partir do layout da folha de pagamento.RE.212. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Para evitar transtornos no preenchimento da nova Guia.REC. estabelecido no programa.guiatrabalhista.Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social.528. de 24 de julho de 1991.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © As empresas deverão informar os vínculos. O SEFIP permite informar alterações cadastrais. quando for o caso. a Relação dos Estabelecimentos Centralizados . e a GRPS.036. no que se refere ao FGTS. os trabalhadores expostos a agentes nocivos. Deverão informar também. além de outras informações específicas: • • • • valor da comercialização da produção rural. gerar arquivo contendo as individualizações do recolhimento do FGTS. e a GRPS . detectando qualquer inconsistência nas informações em sua origem. com as alterações introduzidas pela Lei n° 9. Desenvolvido pela CAIXA. remunerações e movimentações de seus trabalhadores.REMUNERAÇÃO www.

na média das comissões será adicionado o valor do salário. A Constituição Federal.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Durante as férias o empregado perceberá a remuneração que lhe for devida na data da sua concessão. 7º.00 : 31 = R$ 16.00 : 31 = R$ 30. Remuneração das férias: . .670.média das comissões: R$ 9. Exemplo: Empregado com mais de um ano de serviço e salário mensal de R$ 930.média do DSR: R$ 1. inciso XVII. pelo menos.00/dia) . salário fixo de R$ 496.00 Total bruto: R$ 1.00 = R$ 480.153.salário fixo: R$ 496.00 : 12 = R$ 760.00 www.00 (R$ 496. um terço a mais do salário normal (1/3 constitucional).00 EMPREGADOS COMISSIONISTAS Para os empregados que recebem comissões ou percentagem sobre vendas. assegura o gozo de férias anuais com.670. EMPREGADOS COM SALÁRIO FIXO Os empregados que recebem salário fixo terão a remuneração das férias calculada sobre o salário que percebem no momento da sua concessão.120.R$ 930. Quando o empregado percebe salário fixo mais comissões. Exemplo: Empregado com mais de um ano de serviço.00 : 12 = R$ 139.com. sairá de férias no dia 02/01 a 31/01.00 : 3 = R$ 300.br .00 .00.00.200.120. .17/mês Remuneração das férias: . sairá de férias no dia 02/01 a 31/01.guiatrabalhista. a remuneração base para o cálculo das férias é a obtida pela média aritmética dos valores recebidos nos 12 (doze) meses anteriores à concessão das férias.00/mês .00 mensais mais comissões que nos últimos 12 meses somaram R$ 9.00/dia.1/3 constitucional: R$ 900.salário fixo: 30 x 16. em seu art.período de gozo (30 dias): 30 x R$ 30.00 = R$ 900.00 e DSR somaram R$ 1.

22 Total bruto: R$ 1. noturno.guiatrabalhista. utilizada para o cálculo das férias. ou quando o valor deste não tiver sido uniforme. insalubre ou perigoso serão computados no salário que servirá de base ao cálculo da remuneração de férias.horas extras: 312 h : 12 = 26 . Sairá de férias de 02/01 a 31/01.85 x 26 = R$ 152.valor das horas extras: R$ 858.89 EMPREGADOS QUE PERCEBEM ADICIONAIS Os adicionais por trabalho extraordinário.25 Remuneração das férias: . o valor da tarefa é de R$ 35. Exemplo: Empregado com mais de um ano de serviço.salário fixo: R$ 858. no momento das férias.DSR s/comissões: R$ 139.379. Se.85 x 5 = R$ 29. realizou no período aquisitivo 780 tarefas e de DSR 142 tarefas.17 .comissões: R$ 760.1/3 constitucional: R$ 1.média das horas extras =R$ 5.89 EMPREGADOS TAREFEIROS A remuneração.17 : 3 = R$ 459.00 : 31 x 30 = R$ 830.838.154.00 mensais. Remuneração das férias: www. o empregado não estiver percebendo o mesmo adicional do período aquisitivo.10 .5h = R$ 29.média das horas extras .10 .348.011.1/3 constitucional: R$ 1.25 .85 .DSR s/horas extras . Exemplo: Empregado com mais de um ano de serviço. Sairá de férias no período de 02/01 a 31/01.72 Total bruto: R$ 1. durante o período aquisitivo realizou horas extras a 50% que somaram 312 horas e de DSR sobre horas extras 60 horas. é obtida pela multiplicação da média das tarefas do período aquisitivo pelo seu valor na data da concessão. será computada a média dos 12 meses recebida naquele período.00 .DSR sobre horas extras/média: 60h : 12 = 5h R$ 5.00 : 220 = R$ 3.00 . .00.67 : 3 = R$ 337.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © .32 .br . salário fixo de R$ 858.com.90 + 50% = R$ 5.salário fixo: R$ 858.26 h = R$ 152.

Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © . compreendidos nessas a remuneração do gozo. Nota: Sobre o abono pecuniário e seu respectivo adicional constitucional (1/3) não incide FGTS.1/3 constitucional: R$ 2.com. o abono pecuniário e o adicional de 1/3 constitucional.35 . XXIX . 8.R$ 35.R$ 35.585.00 .total bruto: R$ 3.05 : 3 = R$ 896.155.guiatrabalhista.média das tarefas: 780 : 12 = 65 .00 x 11. Nota: Sobre o abono pecuniário e seu respectivo adicional constitucional (1/3) não incide INSS. 7º.65.40 INCIDÊNCIAS INSS Sobre a remuneração do gozo de férias e do respectivo adicional constitucional (1/3) incide o INSS conforme a faixa em que se enquadre .689.65.7. FGTS Haverá incidência normal do FGTS sobre a remuneração do gozo das férias e do seu respectivo adicional constitucional.média do DSR: 142 : 12 = 11. GUARDA DE DOCUMENTOS – PRAZOS Documento Acordo de Compensação Acordo de Prorrogação Período 5 anos durante o emprego. IMPOSTO DE RENDA O Imposto de Renda na Fonte incidirá sobre o total pago a título de férias. A base de incidência do FGTS é composta da remuneração do gozo das férias. até 2 anos após a rescisão 5 anos durante o emprego. até 2 anos após a rescisão www.83 tarefas . 9 ou 11%.00 x 65 = R$ 2. A tributação ocorrerá separadamente do salário do mês. art. do adicional de 1/3 constitucional e do salário do mês. art. XXIX CF. 7º.br Base Legal CF.275.83 = R$ 414.05 . do adicional de 1/3 constitucional e do salário do mês. A composição do salário-de-contribuição para se determinar a alíquota a ser aplicada inclui a remuneração do gozo das férias.

178 IN INSS 118/2005 www.214/78. até 2 lei anos após a rescisão Atestado Médico Aviso Prévio CAGED . Ficha de Salário-Família. art. XXIX CF. 7º.Lei 5.048/99.Perfil Profissiográfico Previdenciário 2 anos 3 anos a contar da data da postagem 10 anos 10 anos Indeterminado 7 anos 20 anos. arts. NR 5 CTN .052/83.GFIP . recibos.214/78.com.br . XXIX CF. MTb nº 2.172/66. art. 174 10 anos.GRFP Folha de votação de eleição da CIPA GRCS . fraude ou simulação.Portaria 3. 7º. guia de recolhimento) Livro de Atas da CIPA Livro de Inspeção do Trabalho Mapa Anual de Acidente de Trabalho Pedido de Demissão PPP .Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical GPS e toda documentação previdenciária quando não tenha havido levantamento fiscal. XXIX § 11 Art. art. após o desligamento do empregado 30 anos 5 anos 5 anos CF. NR 4 CF. art. exceto na hipótese de Decreto nº dolo. XXIX Port.156. Atestados médicos. art.214/78. NR 7 Decreto nº 99.115/99. § 2º Dec. 7º.214/78) Documentação sobre imposto de renda na fonte Exames Médicos FGTS . no mínimo. 174 do CTN Portaria nº 3.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © 5 anos durante o emprego. o 3.684/90 Portaria nº 3. 1º. art. (Folha de pagamento. até 2 anos após a rescisão * vide GPS Autorização para desconto não previsto em 5 anos durante o emprego. 3º e 10 Art.guiatrabalhista. INSS poderá a qualquer tempo 348 apurar e constituir seus créditos Indeterminado Indeterminado 5 anos 2 anos 20 anos não há não há Portaria nº 3.Cadastro Geral de Empregados e Desempregados Comprovante de Cadastramento PIS/PASEP Comprovante de Retenção do INSS Contribuintes Individuais Declaração de Instalação (NR-2 .-lei nº 2. art. 7º. 81 § 6º da IN SRP 3/2005 não há Art.

art. 7º. § 3º CF. art. HOMOLOGAÇÃO – RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO A homologação da rescisão do contrato de trabalho deve ser assistida gratuitamente. 7º. 7º. www. sistemas e arquivos utilizados para registro de negócios e atividades econômicas ou financeiras. Para maiores detalhes. até 2 anos após a rescisão * vide GPS 5 anos 5 anos durante o emprego. durante o emprego até 2 anos após a rescisão * vide GPS 5 anos durante o emprego. art.422/75.157. XXIX CF. assim como zelar pelo efetivo pagamento das parcelas devidas. XXIX CF.br .-lei nº 2.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © RAIS Recibo de abono de férias Recibo de adiantamento salarial Recibo de entrega da Comunicação de Dispensa . art.052/83. XXIX CF. art. até 2 anos após a rescisão Dec. art. 1º. 3º e 10 CF.2003.guiatrabalhista. 7º.com. escrituração de livros ou produção de documentos de natureza contábil. XXIX Resolução CODEFAT 392/2004 CF. art.07.CD (Seguro-Desemprego) Recibo de gozo de férias Recibo de pagamento de salário Registro de Empregados Registro de segurança de caldeiraria Salário-Educação .Documentos de convênios Solicitação de abono de férias Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho Vale-transporte 10 anos 5 anos. arts. XXIX CF.-lei nº 1. durante 10 anos. trabalhista e previdenciária. acesse o tópico Arquivos Digitais. art. 7º. XXIX não há não há Dec. fiscal. 7º. XXIX NOTA: A partir de 01. até 2 anos após a rescisão * vide GPS 5 anos durante o emprego. e consiste em orientar e esclarecer empregado e empregador sobre o cumprimento da lei. É vedada a cobrança de qualquer taxa ou encargo pela prestação da assistência na rescisão contratual. até 2 anos após a rescisão 2 anos * vide GPS 5 anos durante o emprego. A assistência é devida na rescisão do contrato de trabalho firmado há mais de 1 (um) ano. até 2 anos após a rescisão * vide GPS Indeterminado Indeterminado 10 anos 5 anos durante o emprego. as empresas e equiparados devem arquivar e conservar em meio digital ou assemelhado. 7º.

com. a assistência somente poderá ser prestada pelo sindicato profissional ou federação respectiva e. são competentes: Na falta das entidades sindicais ou da autoridade prevista no inciso II.recusa do sindicato na prestação da assistência. No pedido de demissão de empregado estável. onde houver. e II . e no pedido de demissão de empregado amparado por garantia provisória de emprego. a assistência será prestada pela federação respectiva. COMPETÊNCIA São competentes para assistir o empregado na rescisão do contrato de trabalho: I . bem como empregador doméstico. II . pela entidade sindical. 500 da CLT. ASSISTÊNCIA – ORDEM DE PREFERÊNCIA A assistência será prestada.cobrança indevida pelo sindicato para a prestação da assistência. nos termos do art.158. habilitados perante o órgão previdenciário ou reconhecidos judicialmente.o sindicato profissional da categoria. reservando-se aos órgãos locais do Ministério do Trabalho e Emprego o atendimento aos trabalhadores nos seguintes casos: I .o representante do Ministério Público ou. os estados. pela autoridade do Ministério do Trabalho e Emprego ou da Justiça do Trabalho. Faltando alguma das entidades ou órgão referidos. preferencialmente. PRESENÇA OBRIGATÓRIA www. e III . ainda que optante do FGTS. hipótese em que será realizada por intermédio de seus beneficiários.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © LIMITAÇÃO DA ASSISTÊNCIA Não é devida a assistência à rescisão de contrato de trabalho em que figurem a União. são competentes: I .o Juiz de Paz. e II .br . Em caso de categoria não organizada em sindicato.a autoridade local do Ministério do Trabalho e Emprego. suas autarquias e fundações de direito público que não explorem atividade econômica. na falta ou impedimento das autoridades referidas. na sua falta. os municípios.guiatrabalhista.categoria que não tenha representação sindical na localidade. o Defensor Público. APOSENTADORIA OU MORTE DO EMPREGADO É devida a assistência na rescisão contratual decorrente de aposentadoria por tempo de serviço ou de morte do empregado.

Atestado de Saúde Ocupacional Demissional.prova bancária de quitação.com. quando no prazo de validade.demonstrativo de parcelas variáveis consideradas para fins de cálculo dos valores devidos na rescisão contratual. para fins de habilitação. e XI . excepcionalmente.comprovante do aviso prévio ou do pedido de demissão. IX .Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS. aprovada pela Portaria 3. de 8 de junho de 1978.Comunicação da Dispensa – CD e Requerimento do Seguro Desemprego. com as anotações atualizadas.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O ato da rescisão assistida exigirá a presença do empregado e do empregador.extrato analítico atualizado da conta vinculada do empregado no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS e guias de recolhimento dos meses que não constem no extrato. de 11 de maio de 1990. e do art. a procuração será pública. por procurador legalmente constituído. www.ato constitutivo do empregador com alterações ou documento de representação. 18 da Lei nº 8. 1º da Lei Complementar nº 110. VIII . também será obrigatória a presença e a assinatura de seu representante legal. atendidas as formalidades especificadas na Norma Regulamentadora 5. de 29 de junho de 2001. ou Periódico. VI .br . que comprovará esta qualidade. EMPREGADO ADOLESCENTE Tratando-se de empregado adolescente. e alterações. II . No caso de empregado analfabeto.guiatrabalhista.036. quando for o caso.214. IV . X . III . quando devido. com poderes expressos para receber e dar quitação.guia de recolhimento rescisório do FGTS e da Contribuição Social.cópia da convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa aplicáveis. V . O empregador poderá ser representado por preposto formalmente credenciado e o empregado. em 4 (quatro) vias. VII .Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho – TRCT. nas hipóteses do art. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA Os documentos necessários à assistência à rescisão contratual são: I .159.

É facultada a comprovação do pagamento por meio de transferência eletrônica disponível. não configura mora do empregador. excluindo-se o dia do começo e incluindo-se o do vencimento. PRAZO PARA HOMOLOGAÇÃO Ressalvada a disposição mais favorável prevista em acordo. é dispensada a apresentação de CD ou Requerimento de SeguroDesemprego. O pagamento complementar de valores rescisórios. ainda que indenizado.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Quando a rescisão decorrer de adesão a Plano de Demissão Voluntária ou quando se tratar de empregado aposentado. o trabalhador tenha sido informado do fato e os valores tenham sido efetivamente disponibilizados para saque nos prazos do § 6º do art. ou II . do valor equivalente ao seu salário. 477 da CLT.160. Multa A inobservância dos prazos previstos neste artigo sujeitará o empregador à autuação administrativa e ao pagamento. o termo final será antecipado para o dia útil imediatamente anterior. em favor do empregado. quando decorrente de reajuste coletivo de salários (data-base) determinado no curso do aviso prévio. ordem bancária de pagamento ou ordem bancária de crédito.o primeiro dia útil imediato ao término do contrato. indenização deste ou dispensa do seu cumprimento. § 6º.com. subseqüente à data da comunicação da demissão. Os prazos são computados em dias corridos. em moeda corrente ou em cheque visado. comprovadamente. corrigido monetariamente. desde que o estabelecimento bancário esteja situado na mesma cidade do local de trabalho. quando o aviso prévio for trabalhado. salvo quando. a formalização da rescisão assistida não poderá exceder: I .o décimo dia. salvo se houver quitação das diferenças no prazo legal. 487. depósito bancário em conta corrente do empregado. nos termos do art. domingo ou feriado.guiatrabalhista. da CLT. convenção coletiva de trabalho ou sentença normativa. o trabalhador tiver dado causa à mora. no caso de ausência de aviso prévio. Se o dia do vencimento recair em sábado.br . O pagamento das verbas rescisórias em valores inferiores aos previstos na legislação ou nos instrumentos coletivos constitui mora do empregador. www. FORMAS DE PAGAMENTO O pagamento das verbas salariais e indenizatórias constantes do TRCT será efetuado no ato da assistência.

a quarta via para o empregador. III . incorreção ou omissão de parcela devida.a regularidade dos documentos apresentados. o assistente tentará solucionar a falta ou a controvérsia. as vias do TRCT terão a seguinte destinação: I .a existência de causas impeditivas à rescisão. e II . para arquivo. conforme consta do Enunciado nº 330 do TST. ou na realizada pelo Grupo Móvel de Fiscalização. orientando e esclarecendo as partes. Se for constatado.as 3 (três) primeiras vias para o empregado. O assistente não poderá impedir ou obstar que a rescisão seja formalizada. IV .a regularidade da representação das partes. no ato da assistência. deverá ser examinada: I . FORMALIZAÇÃO DA RESCISÃO No ato da assistência.com. na medida em que essa concordância vale como quitação relativamente ao exato valor de cada verba especificada no Termo de Rescisão.161. e se o valor consignado da parcela for insuficiente. impedimento legal para a rescisão. DESTINAÇÃO DAS VIAS DO TRCT Homologada a rescisão contratual e assinadas pelas partes. se o assistente for Auditor-Fiscal do Trabalho. o pagamento das verbas rescisórias somente será realizado em dinheiro.a correção das parcelas e valores lançados no TRCT e o respectivo pagamento. de 14 de junho de 1995.comunicação do fato ao setor de Fiscalização do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.lavratura do respectivo auto de infração. sendo uma para sua documentação pessoal e as outras 2 (duas) para movimentação do FGTS. e II .br . Não sanadas as incorreções constatadas quanto aos prazos.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Na assistência à rescisão contratual de empregado adolescente ou analfabeto. quando o empregado com ela concordar. II . valores e formas de pagamentos ou recolhimentos devidos. www. insuficiência documental. instituído pela Portaria MTb nº 550. deve-se colocar ressalva expressa a respeito.guiatrabalhista. serão adotadas as seguintes providências: I .a observância dos prazos legais. e V .

do acordo. PRECEDENTE ADMINISTRATIVO Nº 33: JORNADA. do TST: "A remuneração do serviço suplementar é composto do valor da hora normal. protegendo-lhe a saúde e o bem-estar. 477 da CLT. § 7º da CLT). ocorrendo necessidade imperiosa. independentemente de sua licitude.com. Excepcionalmente. acordo coletivo. REMUNERAÇÃO DO SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO A remuneração do serviço extraordinário. integrado por parcelas de natureza salarial e acrescido do adicional previsto em Lei. 18 e Lei Complementar 110/2001. para efeito de serviço extraordinário. acordo. Consideram-se extras as horas trabalhadas diariamente além da jornada legal ou contratual.CLT. Instrução Normativa SRT/MTE 03. será. O pagamento do adicional por serviço extraordinário não elide a infração pela prorrogação de jornada além dos limites legais ou convencionais. Lei 8036/90. Isso porque as normas limitadoras da jornada visam a evitar males ao trabalhador. mediante acordo individual. REFERÊNCIA NORMATIVA: Art. salvo os casos especiais. contrato.162. poderá a jornada diária de trabalho dos empregados maiores ser acrescida de horas suplementares. uma vez que o serviço extraordinário deve ser remunerado. de 21 de junho de 2002. HORAS EXTRAS A legislação trabalhista vigente estabelece que a duração normal do trabalho.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © COBRANÇA PELA ASSISTÊNCIA É vedada a cobrança de qualquer taxa ou encargo pela prestação da assistência na rescisão contratual tanto ao trabalhador quanto ao empregador (artigo 477. não se prestando a retribuição pecuniária como substituta da proteção ao bem jurídico. convenção coletiva ou sentença normativa. art. convenção coletiva ou sentença normativa. convenção ou sentença normativa. poderá ser prorrogada além do limite legalmente permitido. no máximo. que deverá constar. 50% (cinqüenta por cento) superior à da hora normal.br . é de 8 (oito) horas diárias e 44 (quarenta e quatro) semanais. EFEITOS DO PAGAMENTO RELATIVO AO TRABALHO EXTRAORDINÁRIO." TRABALHO DA MULHER www. Enunciado nº 264. obrigatoriamente. em número não excedentes a duas. PRORROGAÇÃO. Bases: art.guiatrabalhista. no mínimo. Todavia. desde a promulgação da Constituição Federal/1988. 59 da Consolidação das Leis do Trabalho . no máximo.

Os serviços inadiáveis ou cuja inexecução possa acarretar prejuízos manifestos autorizam a prorrogação da jornada apenas até 12 horas. devendo a hora extra ser superior. 50% (cinqüenta por cento) superior à da hora normal. por motivo de força maior. II .CLT. ser comunicado à Delegacia Regional do Trabalho no prazo de 10 (dez) dias no caso de empregados maiores e 48 (quarenta e oito) horas no caso de empregados menores. I . por motivo de força maior e desde que o trabalho do menor seja imprescindível ao funcionamento do estabelecimento. pelo menos. a remuneração da hora excedente não será inferior à da hora normal (artigo 61. 59. e que homens e mulheres são iguais em direito e obrigações. NECESSIDADE IMPERIOSA. por impossibilidade decorrente de sua própria natureza. devendo.com. independentemente de acordo ou contrato coletivo. no que diz respeito ao serviço extraordinário. 50% (cinqüenta por cento) ao da hora normal. por acarretar atrasos ou outros transtornos. NECESSIDADE IMPERIOSA Ocorrendo necessidade imperiosa. aplica-se à mulher maior de idade. PRECEDENTE ADMINISTRATIVO Nº 31: JORNADA. e art. REFERÊNCIA NORMATIVA: Art. a necessidade de continuação do trabalho não se caracteriza como imperiosa e o excesso de jornada não se justifica. o mesmo tratamento dispensado ao homem. nesse caso. não podem ser paralisados num dia e retomados no seguinte. 61 da Consolidação das Leis do Trabalho . realização ou conclusão de serviços inadiáveis cuja inexecução possa acarretar prejuízo manifesto. a duração do trabalho poderá exceder ao limite legal ou convencionado.guiatrabalhista. SERVIÇO EXTERNO www. sem ocasionar prejuízos graves e imediatos. caput . contudo. PRORROGAÇÃO. devendo a remuneração da hora suplementar ser. caracterizando-se como tais aqueles que. Na hipótese de serviços inadiáveis. a jornada de trabalho não poderá exceder de 12 (doze) horas.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Tendo a Constituição Federal disposto que todos são iguais perante a lei e que não deve haver distinção de qualquer natureza. A duração normal diária do trabalho. No caso de força maior. fica limitada a 12 (doze) horas.163.br . § 2º da CLT). pelo menos.Se a paralisação é apenas inconveniente. TRABALHO DO MENOR A prestação de serviço extraordinário pelo empregado menor somente é permitida em caso excepcional.

pois há o controle de jornada. determina que quando a jornada de trabalho for executada integralmente fora do estabelecimento do empregador. 72 § 2º da Consolidação das Leis do Trabalho . SALÁRIO COMPLESSIVO Salário complessivo é aquele que engloba uma importância fixa ou proporcional ao ganho básico. comissões. o empregado fará jus a horas extras. quando laboradas. Enunciado nº 91. O empregador não está desobrigado de controlar a jornada de empregado que detenha simples título de gerente. não fazem jus à remuneração pelo serviço extraordinário. O entendimento da Justiça do Trabalho. aos quais se equiparam os diretores e chefes de departamentos ou filial.guiatrabalhista.CLT. adicional de periculosidade. CONTROLE. que ficará em poder do empregado. parágrafo único. papeleta ou registro de ponto. com finalidade de remunerar vários direitos. mas que não possua poderes de gestão nem perceba gratificação de função superior a 40% do salário efetivo. Desta forma. devem ser discriminadas nas rubricas próprias." www. por ocasião da elaboração da folha de pagamento. etc. adicional noturno. Observe-se que a Portaria MTB 3626/91. PRECEDENTE ADMINISTRATIVO Nº 49: JORNADA.com. GERENTES. o horário de trabalho constará também da ficha. assim considerados os exercentes de cargos de gestão. pois não lhes aplicam as normas relativas à duração normal do trabalho. adicional de insalubridade. as horas extras e outras parcelas. com registro de tal condição na CTPS e na ficha ou livro de registro de empregados.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Os empregados que prestam serviços externos incompatíveis com a fixação de horário.164. horas extras. REFERÊNCIA NORMATIVA: Art. é no sentido de que é nula a cláusula contratual que dispõe sobre o salário complessivo. for inferior ao salário efetivo acrescido de 40% (quarenta por cento). Neste caso. 62. se houver. Contudo. II e parágrafo único e art. tais como. no entanto. CARGO DE CONFIANÇA – GERENTE Os gerentes. se o salário do cargo de confiança mais a gratificação de função. têm direito ao pagamento de horas extras. do TST: "Nula é a cláusula contratual que fixa determinada importância ou percentual para atender englobadamente vários direitos legais ou contratuais do trabalhador.br . pela prestação do serviço suplementar. não têm direito a horas extras. no seu artigo 13.

tem direito. em 20% (vinte por cento) e 50% (cinqüenta por cento). no mínimo.2003.00 e em horário extraordinário R$ 500. o adicional de horas extras deverá incidir sobre o valor da hora normal acrescida do respectivo adicional de insalubridade. O total de horas trabalhadas no mês foi de 160 horas normais e 40 extras.50 Adicional de horário extraordinário: R$ 7." Nova redação .00. somente poderá ser realizada mediante licença das autoridades competentes em matéria de segurança e medicina do trabalho. no mínimo. à hora normal. a remuneração do trabalho noturno e do serviço extraordinário deve ser superior. Adicional de hora extra é de 50%: Base de cálculo das horas extras = total de comissões no mês dividido por número de horas trabalhadas.50 x 50% x 40 horas extras = R$ 150.00) : (160 + 40 = 200) = R$ 7. tem direito ao adicional de. salvo no caso de microempresas. ao adicional de horas extras de no mínimo 50% (cinqüenta por cento).165. Exemplo: Empregado que no horário normal de trabalho auferiu comissões de R$ 1.000.00 = R$ 1.br . ATIVIDADE INSALUBRE A prorrogação do horário de trabalho nas atividades insalubres. durante o mês. DJ 21. calculado sobre o valor-hora das comissões recebidas no mês.guiatrabalhista. do TST: "O empregado. remunerado à base de comissões.000. calculado sobre as comissões referentes ao período laborado além da jornada normal.11. HORA EXTRA NOTURNA Nos termos da legislação vigente.com. 50% (cinqüenta por cento) pelo trabalho em horas extras.00 + R$ 500. Base de cálculo das horas extras = (R$ 1. respectivamente.00.Res. quando prestar serviço extraordinário.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © COMISSIONISTA O empregado que recebe salário somente à base de comissões e sujeito a controle de horário.500. sujeito a controle de horário. 121/2003. Enunciado nº 340. Quando prestado serviço extraordinário em local insalubre. apenas. considerando-se como divisor o número de horas efetivamente trabalhadas. pois o trabalho extraordinário já é remunerado pelas próprias comissões. www.

00) R$ 2. Exemplo: Salário-hora normal Adicional Noturno Adicional de hora extra Valor da hora extra noturna R$ 4. Logo.12.00) R$ 7.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Quando o serviço suplementar for prestado durante o horário noturno.A incompatibilidade entre os horários de início e término da jornada do empregado e os do transporte público regular é circunstância que também gera o direito às horas “in itinere”. salvo quando. até o local de trabalho de difícil acesso.br . § 2º da CLT: "§ 2º O tempo despendido pelo empregado até o local de trabalho e para o seu retorno." Neste sentido. DJ 21. 58.11.02.1993) www. de difícil acesso e não servido por transporte público regular.DJ 20.166.2005).20 (R$ 4. o empregado fará jus aos adicionais noturno e extra (20% + 50%. não será computado na jornada de trabalho.com. de ida e retorno. (ex-Súmula nº 90 .00 R$ 0. em condução fornecida pelo empregador. (ex-Súmula nº 324 . Art.guiatrabalhista. deve ser computado na jornada de trabalho. (ex-OJ nº 50 . adiante transcritos: I .A mera insuficiência de transporte público não enseja o pagamento de horas "in itinere”.Inserida em 01.1978) II . 129/2005 . vide convenção ou acordo coletivo da categoria. o excesso deverá ser remunerado como serviço extraordinário.50) HORA "IN ITINERE" O tempo gasto pelo empregado em transporte fornecido pelo empregador.O tempo despendido pelo empregado. o empregador fornecer a condução.RA 16/1993. tratando-se de local de difícil acesso ou não servido por transporte público. se o tempo de percurso mais as horas efetivamente trabalhadas exceder a jornada normal de trabalho. do TST (Res.00 x 1. para os percentuais).80 (20% de R$ 4. cumulativamente.RA 80/78. até o local da prestação dos serviços.00 (50% de R$ 4.1995) III. DJ 10. por qualquer meio de transporte.04. relativo às horas "in itinere". Caso haja transporte público regular em parte do trajeto percorrido em transporte do empregador.20 x 1. e para o seu retorno é computável na jornada de trabalho. ou não servido por transporte público regular. os enunciados da Súmula nº 90. o pagamento das horas "in itinere" se limita apenas ao percurso não servido por transporte público.

2005: www. não afasta o direito à percepção do pagamento das horas "in itinere". 12. tem gerado polêmica.ERR 9. conforme redação dada na Res. referido regime de trabalho. Enunciados da Súmula nº 85. o tempo que extrapola a jornada legal é considerado como extraordinário e sobre ele deve incidir o adicional respectivo. do TST.guiatrabalhista. destaque-se o teor do Enunciado nº 320. computando-se como extra. havendo decisões nos seguintes sentidos: .167.Considerando que as horas “in itinere” são computáveis na jornada de trabalho. as horas "in itinere" remuneradas limitam-se ao trecho não alcançado pelo transporte público. desde que excedente a 5 minutos (Acórdão unânime . antes e após a jornada de trabalho. é no sentido de que o tempo despendido pelo empregado para a marcação de cartão ponto. adotado em determinadas áreas.06. 129/2005 .720) JORNADA DE 12 X 36 O regime de trabalho de 12 (doze) horas de trabalho por 36 (trinta e seis) de descanso.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © IV . importância pelo transporte fornecido.Rel.com. Min. Os Tribunais do Trabalho têm manifestado entendimentos divergentes sobre a matéria. (ex-OJ nº 236.O regime de 12 por 36 pode ser adotado. p.São devidas as horas de trabalho excedentes da oitava diária." MINUTOS EXTRAS O entendimento da sessão de dissídios individuais do T.É devido apenas o adicional de horas extras relativamente às horas trabalhadas após a oitava hora. vem estabelecida em norma coletiva da categoria.Se houver transporte público regular em parte do trajeto percorrido em condução da empresa.DJ 20.2001) Ainda. Armando de Brito . de 25/06/93.502/90 .br . do TST: "O fato de o empregador cobrar. .04. tais como nos setores de saúde e vigilância. para local de difícil acesso.J.T. . é considerado como à disposição do empregador.Inserida em 20. ou não.U. parcialmente. por violar norma de ordem pública. Todavia.D.12. ou não servido por transporte regular. (ex-Súmula nº 325 RA 17/1993. normalmente. DJ 21.S. por falta de previsão legal. desde que previsto em norma coletiva da categoria e a jornada de trabalho semanal não exceda o limite legal.1993) V .

não dá direito a qualquer ressarcimento ao obreiro. salvo se houver norma coletiva em sentido contrário. tal como intervalo para lanche.11. (ex-Súmula nº 85 .11. Enunciado nº 118.168. as horas que ultrapassarem a jornada semanal normal deverão ser pagas como horas extraordinárias e. (ex-OJ nº 182 . INTERVALO NÃO PREVISTO EM LEI Os intervalos concedidos pelo empregador.com. era no sentido de que "o desrespeito ao intervalo mínimo entre dois turnos de trabalho. não implica a repetição do pagamento das horas excedentes à jornada normal diária.2001) INTERVALO PARA REPOUSO OU ALIMENTAÇÃO Com o advento da Lei nº 8. acordo coletivo ou convenção coletiva. sem importar em excesso na jornada efetivamente trabalhada.guiatrabalhista. 121/2003.segunda parte.2003) II. Antes da edição da referida Lei. na jornada de trabalho. A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação de jornada.11." PERÍODO ENTRE JORNADAS www. A compensação de jornada de trabalho deve ser ajustada por acordo individual escrito. remunerados como serviço extraordinário. O mero não-atendimento das exigências legais para a compensação de jornada. DJ 21. se acrescidos ao final da jornada. se não dilatada a jornada máxima semanal. durante a jornada de trabalho. ficará obrigado a remunerar o período correspondente com um acréscimo de no mínimo 50% (cinqüenta por cento) sobre o valor da hora normal de trabalho. 121/2003. representam tempo à disposição da empresa. quanto àquelas destinadas à compensação. o empregador que não conceder ao empregado o intervalo legal para repouso e alimentação.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © I.923/1994. do TST: "Os intervalos concedidos pelo empregador. sendo devido apenas o respectivo adicional.Inserida em 08. O acordo individual para compensação de horas é válido. caracterizam serviços extraordinários.Res.2000) III. (ex-OJ nº 220 Inserida em 20. se compensados pelos empregados. o entendimento do Tribunal Superior do Trabalho. DJ 21.2003) IV. Nesta hipótese.br .06.primeira parte . (ex-Súmula nº 85 . por tratar-se apenas de infração sujeita à penalidade administrativa".Res. deverá ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário. que acrescentou o parágrafo quarto ao artigo 71 da CLT. inclusive quando encetada mediante acordo tácito. consubstanciado no revogado Enunciado nº 88. não previstos em Lei.

REPOUSO SEMANAL REMUNERADO As horas extraordinárias trabalhadas deverão ser computadas no cálculo do repouso semanal remunerado.somam-se as horas extras do mês. Enunciado nº 172. .multiplica-se pelo número de domingos e feriados do mês. deverá ser de no mínimo 35 (trinta e cinco) horas.50 = R$ 37. Além disso.com. Caso ocorra a absorção mútua das horas de descanso entre jornadas e as horas de repouso semanal. Valor da hora normal R$ 5.00 + 50% = R$ 7.guiatrabalhista. as horas que faltarem para completar o intervalo de 35 (trinta e cinco) horas deverão ser remuneradas como extraordinárias.10) em outubro/2002: 5 Cálculo: DSR = 26h/26 dias úteis x 5 (domingos e feriados em outubro/2002) x R$ 7. o intervalo entre o término de uma jornada diária de trabalho e o início de outra. o cálculo é o seguinte: . exceto se recair em feriado. a média terá que ser feita separadamente. Exemplo: Durante o mês de outubro/2002 o empregado prestou 26 horas extras. com adicional de 50%. .número de domingos e feriado (do dia 12. Nota: o sábado é considerado dia útil. Caso as horas extras feitas durante o mês tenham percentuais diferentes. preferencialmente aos domingos.169.br .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Entre duas jornadas de trabalho deve haver um intervalo mínimo de 11 (onze) horas consecutivas. todo empregado tem direito a um repouso semanal remunerado de 24 (vinte e quatro) horas consecutivas.00. .valor da hora extra: R$ 4. do TST: "Computam-se no cálculo do repouso remunerado as horas extras habitualmente prestadas.multiplica-se pelo valor da hora extra atual." Para elaboração do cálculo do repouso semanal remunerado.divide-se o resultado pelo número de dias úteis do mês.50. Desta forma. INTEGRAÇÃO AO SALÁRIO www.50 . . quando da concessão do repouso semanal remunerado.

multiplicada pelo valor do salário-hora da época do pagamento." Férias Média do número de horas do período aquisitivo.170. observados o salário e o adicional vigentes por ocasião do pagamento de cada direito. as horas extraordinárias prestadas com habitualidade. durante pelo menos um ano.guiatrabalhista. mas sempre através de convenção ou acordo coletivo. determinando que a compensação das horas extras realizadas deve acontecer no prazo de um ano. multiplicada pelo valor do salário-hora da época da concessão.br . respeitada a jornada de 10 horas diárias. se suprimidas. que não poderá ser inferior a 50% do valor da hora normal. as férias vencidas são calculadas pela média do período aquisitivo e as férias proporcionais pelas médias do período proporcional.090. Esta regra é válida para qualquer modalidade de contrato de trabalho. pela média aritmética dos períodos correspondentes. Enunciado 45. habitualmente prestado. Observação: nos casos de rescisão de contrato de trabalho quando há férias vencidas e proporcionais. Em caso de rescisão. 13º salário e férias. assegura ao empregado o direito a uma indenização correspondente ao valor de um mês das horas suprimidas para cada ano ou fração igual ou superior a seis meses de prestação de serviço acima da jornada normal. acrescido do adicional de hora extra. será apurada a média de janeiro até o mês anterior ao da rescisão. BANCO DE HORAS A Lei 9601/1998 alterou a redação do art. 59 da CLT. integra o cálculo da gratificação natalina prevista na Lei nº 4. Na hipótese de rescisão de contratos (de qualquer natureza) antes que a compensação das horas extras trabalhadas ocorra. TST: "A remuneração do serviço suplementar. o empregado terá direito ao pagamento das horas extras com o acréscimo previsto na convenção ou acordo coletivo. EMPREGADO DOMÉSTICO www. SUPRESSÃO DAS HORAS EXTRAS Nos termos do Enunciado 291 do TST. Décimo Terceiro Salário Média do número de horas do respectivo ano. acrescido do adicional de hora extra. inclusive aviso prévio.com. de 1962.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © As horas extras prestadas com habitualidade integram o salário para todos os efeitos legais.

e desde que ocorra dentro do prazo de 30 dias antecedentes à data-base. INDENIZAÇÃO ADICIONAL DEVIDA NA DESPEDIDA ANTES DA DATA-BASE A Lei nº 6.238/1984: Art. Art. em qualquer outra situação de dispensa não será devida. . XVI. QUEM TEM DIREITO Apenas tem direito aquele empregado que for dispensado sem justa causa pelo empregador. www. limitado a dois anos após a extinção do contrato. 66.238/84. do MTb. 67. no caso de empregados maiores. e.171. no período de 30 (trinta) dias que antecede a data de sua correção salarial.O empregado dispensado.Lei nº 605/1949. 192. incisos IX. Por conseguinte. sem justa causa. determinam uma indenização adicional. o empregado doméstico não faz jus a horas extras. em ambas no artigo 9º. artigo 5º.708/79 e a Lei nº 7. PRESCRIÇÃO O prazo prescricional para pleitear pagamento de horas extras e seus reflexos em outras verbas. seja ele optante ou não pelo Fundo de Garantia por Tempo de Serviço .com. parágrafo único. 142.CLT. não se encontram a duração do trabalho e remuneração por serviço extraordinário. entre eles.FGTS. 9º . até dois anos após a extinção do contrato de trabalho. XIII.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Os direitos concernentes aos trabalhadores domésticos estão previstos no parágrafo único do artigo 7º da Constituição Federal e na Lei nº 5. para o trabalhador rural.Instrução Normativa nº 01/88. artigos 58 a 62. terá direito à indenização adicional equivalente a 1 (um) salário mensal. artigo 7º. OBJETIVO A indenização adicional foi instituída visando proteger o empregado economicamente quando dispensado sem justa causa às vésperas do mês de negociação da sua categoria.br . Fundamentos Legais: . no caso de dispensa sem justa causa. . 9 da Lei nº 7. é de cinco anos para o trabalhador urbano. equivalente a um salário mensal. XXIX.859/1972. 411 e 413. XV.guiatrabalhista. se não houver acordo entre empregador e empregado estabelecendo jornada de trabalho e pagamento por serviço extraordinário. e.Constituição Federal. . XXIII.

03 a 31." Redação dada pela Res. será considerada a data em que terminaria o aviso. trabalhado ou indenizado.1979.2000 www. conta-se para efeito da indenização adicional prevista no art. a sua data-base ocorrerá no mês de maio.2002 .guiatrabalhista.data-base: abril/2002 . integra o tempo de serviço para todos os efeitos legais (§ 1º do artigo 487 da CLT).03.2002 .2002 .03.com. de 30.03. caso houvesse cumprimento. AVISO PRÉVIO O aviso prévio.os 30 dias antecedentes à data-base são: 01.2002.1983.02. Enunciado TST nº 182: "O tempo do aviso prévio. 9º da Lei nº 6.02. .término do aviso prévio: 30.11.2002 . Exemplo 2: Um empregado cumprirá aviso prévio concedido pelo empregador a partir do dia 01.708. pois o aviso prévio termina dentro dos 30 (trinta) dias antecedentes à data-base.2002.data-base: maio/2002 . Por conseguinte.172.início do aviso prévio: 10.03.04 a 30.início do aviso prévio: 01. mesmo indenizado.término do aviso prévio: 10. EXEMPLOS PRÁTICOS Exemplo 1: Um empregado iniciou o cumprimento do aviso prévio concedido pelo seu empregador dia 10.03.br . DJ 09.os 30 dias antecedentes à data-base são: 02. a sua data-base ocorrerá no mês de abril.10.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © VALOR DA INDENIZAÇÃO A indenização adicional será equivalente a um salário mensal do empregado. Aviso Prévio Indenizado No caso de aviso prévio indenizado.2002 Neste caso.04. este empregado fará jus à indenização adicional. 5/1983. o tempo do aviso prévio será contado para fins da indenização adicional. .

03.2002 Neste caso.com. mesmo o aviso prévio indenizado contando como tempo de serviço. este empregado não fará jus à indenização adicional. a sua data-base ocorrerá no mês de junho.2002 .04.guiatrabalhista.173.projeção do aviso prévio indenizado: 21. este empregado não fará jus à indenização adicional.05. pois. Exemplo 4: Um empregado recebeu a comunicação do seu empregador que a partir do dia 14.2002 Neste caso. este empregado fará jus à indenização adicional. Exemplo 6: www. projetando a data de seu término dentro dos 30 (trinta) dias antecedentes à data-base.data-base: maio/2002 .br .2002 ele está de aviso prévio indenizado (último dia trabalhado .03.05 a 31. Exemplo 3: Um empregado recebeu a comunicação do seu empregador que a partir do dia 21.04. pois o aviso prévio termina antes dos 30 (trinta) dias antecedentes à data-base.04.03.03.03 a 19. Exemplo 5: Um empregado cumprirá aviso prévio concedido pelo empregador a partir do dia 16.2002 Neste caso.03 a 12. .04 a 30. o seu término projeta-se antes dos 30 (trinta) dias antecedentes à sua data-base.data-base: junho/2002 .término do aviso prévio: 14.04. .03.início do aviso prévio: 16.03. a sua data-base ocorrerá no mês de abril.projeção do aviso prévio indenizado: 14. este empregado não fará jus à indenização adicional. a sua data-base ocorrerá no mês de maio. com as verbas rescisórias corrigidas pelo percentual estipulado na Convenção Coletiva da respectiva categoria. pois o aviso prévio termina dentro do mês da data-base. .03 a 31.2002).2002 .os 30 dias antecedentes à data-base são: 01.os 30 dias antecedentes à data-base são: 02.20.data-base: abril/2002 .2002.2002 .2002 estará em aviso prévio indenizado.os 30 dias antecedentes à data-base são: 02.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Neste caso. pois o aviso prévio indenizado conta como tempo de serviço. mas este empregado fará jus à rescisão complementar.2002 .

INSALUBRIDADE São consideradas atividades ou operações insalubres as que se desenvolvem: www.05.04.INDENIZAÇÃO E CORREÇÃO DAS VERBAS RESCISÓRIAS O Enunciado TST nº 314 dispõe: "Ocorrendo a rescisão contratual no período de 30 dias que antecede à data-base.238/84.com. pois a projeção do aviso prévio que conta como tempo de serviço termina dentro do mês da data-base. mas esta interpretação é incorreta.data-base: maio/2002 . este empregado não fará jus à indenização adicional.guiatrabalhista. a correção será considerada liberalidade da empresa. se o aviso prévio terminar ou a sua projeção recair dentro dos 30 dias que antecedem a data-base do empregado dispensado sem justa causa. ENUNCIADO TST Nº 314 . Então. é devida apenas a indenização adicional.708/79 e 7.2002 . o pagamento das verbas rescisórias com o salário já corrigido não afasta o direito à indenização adicional prevista nas Leis nºs 6.br .174." Este enunciado visa esclarecer que a indenização adicional é devida sempre que ocorrer a dispensa sem justa causa do empregado no período de 30 dias que antecede a data-base.2002 Neste caso. Se a empresa corrigiu o salário para o pagamento das verbas rescisórias e o término do aviso prévio ou a sua projeção recair no período mencionado.04 a 03.projeção do aviso prévio indenizado: 04.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Um empregado recebeu a comunicação do seu empregador que a partir do dia 04.os 30 dias antecedentes à data-base são: 01. uma vez que não havia a obrigatoriedade do pagamento das verbas rescisórias com a correção salarial. o pagamento corrigido não exime a empresa do pagamento da indenização adicional. observado o Enunciado nº 182 do TST. uma vez que o citado enunciado veio apenas uniformizar jurisprudências que já existiam neste sentido.04 a 30. .2002 estará em aviso prévio indenizado. independentemente da empresa ter pago as verbas rescisórias com o salário já corrigido. mas este empregado fará jus à rescisão complementar.04. Este enunciado tem levado alguns sindicatos a exigirem o pagamento das verbas rescisórias corrigidas e a indenização adicional. a sua data-base ocorrerá no mês de maio. não veio ampliar o direito. com as verbas rescisórias corrigidas pelo percentual estipulado na Convenção Coletiva da respectiva categoria.

. fixar adicional devido aos empregados expostos à insalubridade quando impraticável sua eliminação ou neutralização. com o objetivo de caracterizar e classificar ou determinar atividade insalubre. O perito descreverá no laudo a técnica e a aparelhagem utilizadas. 2 (Limites de Tolerância para Ruídos de Impacto).guiatrabalhista. ATIVIDADE INSALUBRE – CARACTERIZAÇÃO Cabe à autoridade regional competente em matéria de segurança e saúde do trabalhador. através das DRT’s. 12 (Limites de Tolerância para Poeiras Minerais). relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente. 14 (Agentes Biológicos). LIMITE DE TOLERÂNCIA Entende-se por Limite de Tolerância a concentração ou intensidade máxima ou mínima. constantes dos anexos nºs: 7 (Radiações Não Ionizantes). ADICIONAL DE INSALUBRIDADE www. 13 (Agentes Químicos).175.br . comprovada a insalubridade por laudo técnico de engenheiro de segurança do trabalho ou médico do trabalho. É facultado às empresas e aos sindicatos das categorias profissionais interessadas requererem ao Ministério do Trabalho. 10 (Umidade). desde que comprovada a insalubridade. 11 (Agentes Químicos cuja Insalubridade é caracterizada por Limite de Tolerância e Inspeção no Local de Trabalho).com.nas atividades mencionadas nos anexos nºs: 6 (Trabalho sob Condições Hiperbáricas). a realização de perícia em estabelecimento ou setor deste.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © . O disposto não prejudica a ação fiscalizadora do MTb. Nas perícias requeridas às Delegacias Regionais do Trabalho. quando solicitado pela Justiça. nem a realização "ex-officio" de perícia.acima dos limites de tolerância previstos nos anexos à NR 15 nºs: 1 (Limites de Tolerância para Ruído Contínuo ou Intermitente). 3 (Limites de Tolerância para Exposição ao Calor).comprovadas através de laudo de inspeção do local de trabalho. durante a sua vida laboral. 8 (Vibrações). 9 (Frio). o perito do Ministério do Trabalho indicará o adicional devido. 5 (Limites de Tolerância para Radiações Ionizantes). devidamente habilitado. . nas localidades onde não houver perito. que não causará dano à saúde do trabalhador.

incidente sobre o salário mínimo. INTERVALOS PARA DESCANSO Em qualquer trabalho contínuo. A eliminação ou neutralização da insalubridade deverá ocorrer: a) com a adoção de medidas de ordem geral que conservem o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância. será apenas considerado o de grau elevado. não estiverem sob regime de trabalho prorrogado a horas suplementares.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O exercício de trabalho em condições de insalubridade assegura ao trabalhador a percepção de adicional. obrigatório um intervalo de 15 minutos quando a duração ultrapassar 4 horas. entretanto. salvo acordo escrito ou convenção coletiva em contrário. o qual será. POSSIBILIDADE DE REDUÇÃO DO INTERVALO MÍNIMO PARA DESCANSO O limite mínimo de 1 hora para repouso ou refeição poderá ser reduzido por ato do Ministério do Trabalho. Base: NR 15 da Portaria MTb nº 3.br .40% (quarenta por cento). quando ouvida a Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalhador (SSMT). cuja duração exceda de 6 horas. sendo vedada a percepção cumulativa.guiatrabalhista. se verificar que o estabelecimento atende integralmente às exigências concernentes à organização dos refeitórios e quando. b) com a utilização de equipamento de proteção individual. para insalubridade de grau médio. não poderá exceder de 2 horas. para insalubridade de grau máximo. Os intervalos de descanso não serão computados na duração do trabalho. Não excedendo de 6 horas o trabalho. os respectivos empregados.com. para efeito de acréscimo salarial. equivalente a: . No caso de incidência de mais de um fator de insalubridade. de 1 hora e.20% (vinte por cento). . ou previsão mais benéfica em Convenção Coletiva de Trabalho.176. RESTRIÇÃO DA REDUÇÃO www.10% (dez por cento). Eliminação ou Neutralização da Insalubridade A eliminação ou neutralização da insalubridade determinará a cessação do pagamento do adicional respectivo. é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação. no mínimo.214/78. para insalubridade de grau mínimo. . será.

RESUMO www. escrituração ou cálculo). 7º. este ficará obrigado a remunerar o período correspondente com acréscimo de. Validade. mesmo que esteja constante em cláusula de acordo coletivo. garantido por norma de ordem pública (art. 71 da CLT e Portaria/MTb nº 3. Previsão em norma coletiva. a cada período de 90 minutos de trabalho consecutivo corresponderá um repouso de 10 minutos não deduzidos da duração normal do trabalho. conforme Precedente Administrativo 63 do MTE.116.guiatrabalhista. saúde e segurança do trabalho. A existência de acordo coletivo com previsão de intervalo para repouso ou alimentação inferior ao limite mínimo legal não é suficiente para que seja considerada regular a jornada de trabalho. SERVIÇOS PERMANENTES DE MECANOGRAFIA Nos serviços permanentes de mecanografia (datilografia. de 5 de abril de 1989. Não concessão ou redução. "É inválida cláusula de acordo ou convenção coletiva de trabalho contemplando a supressão ou redução do intervalo intrajornada porque este constitui medida de higiene. pelo Ministro do Trabalho e Emprego ou autoridade delegada. O acordo coletivo é apenas um dos requisitos para a imprescindível autorização. ou autoridade delegada. no mínimo. REDUÇÃO DO INTERVALO INTRAJORNADA. infenso à negociação coletiva". adiante reproduzido: PRECEDENTE ADMINISTRATIVO Nº 63 JORNADA. 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O TST. PENALIDADE Quando o intervalo para repouso e alimentação não for concedido pelo empregador. AUTORIZAÇÃO DO MTE Sem expressa autorização do Ministério do Trabalho e Emprego. XXII. da CF/1988).177.com. da redução do intervalo para menos de uma hora. 71 da CLT e art. nestes termos: Intervalo intrajornada para repouso e alimentação. através da Orientação Jurisprudencial nº 342/SDI-1. a previsão de intervalo para repouso ou alimentação inferior ao limite mínimo legal não é considerada válida.br . restringiu a possibilidade de redução ou concessão do intervalo mínimo para descanso. REFERÊNCIA NORMATIVA: art.

Mau procedimento é gênero do qual incontinência é espécie. Bases: artigos 71 e 72 da CLT. desrespeito aos colegas de trabalho e à empresa.923/1994 e Portaria MTE 3. Penalidades: acréscimo de. ATOS QUE CONSTITUEM JUSTA CAUSA Com base no artigo 482 da CLT. tornando indesejável o prosseguimento da relação empregatícia. abuso de confiança.116/1989. visando a uma vantagem para si ou para outrem. é toda ação ou omissão desonesta do empregado. fraude ou má-fé. Ato de Improbidade Improbidade. Trabalho contínuo de mecanografia .intervalo mínimo de 1 hora e máximo de 2 horas. adulteração de documentos pessoais ou pertencentes ao empregador. que ofendam a www. através da prática de atos que firam a discrição pessoal. Lei 8. Mau procedimento caracteriza-se com o comportamento incorreto. Os atos faltosos do empregado que justificam a rescisão do contrato pelo empregador tanto podem referir-se às obrigações contratuais como também à conduta pessoal do empregado que possa refletir na relação contratual. regra geral. que revelam desonestidade. etc. pornografia ou obscenidade. Exceções: Acordo coletivo ou Autorização especial da Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalhador. pela imoderação de linguagem ou de gestos.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Trabalho contínuo de mais de 4 horas e menos de 6 horas . irregular do empregado.: furto.guiatrabalhista. mas não são sinônimas.a cada 90 minutos intervalo de 10 minutos para descanso.178. 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho.br .com. relaciona-se a seguir os atos que constituem justa causa para a resolução do contrato de trabalho pelo empregador.intervalo de 15 minutos. o respeito. Observação especial: Os intervalos de descanso não serão computados na duração do trabalho. A incontinência revela-se pelos excessos ou imoderações. Ex. no mínimo. Ocorre quando o empregado comete ofensa ao pudor. entendendo-se a inconveniência de hábitos e costumes. JUSTA CAUSA DO EMPREGADO – RESCISÃO DO CONTRATO Justa causa é todo ato faltoso do empregado que faz desaparecer a confiança e a boa-fé existentes entre as partes. Incontinência de Conduta ou Mau Procedimento São duas justas causas semelhantes. Trabalho contínuo de mais de 6 horas .

sendo bastante que o indivíduo se apresente embriagado no serviço ou se embebede no decorrer dele. Negociação Habitual Ocorre justa causa se o empregado. Os elementos caracterizadores são o descumprimento pelo empregado da obrigação de maneira diligente e sob horário o serviço que lhe está afeito.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © dignidade. é irrelevante o grau de embriaguez e tampouco a sua causa. uma vez que. ou exerce outra atividade que. Violação de Segredo da Empresa www. Embriaguez Habitual ou em Serviço A embriaguez deve ser habitual. porém. ou seja. Isto não quer dizer que uma só falta não possa configurar desídia. o empregado não poderá exercer atividade na empresa. as faltas injustificadas ao serviço. que se vão acumulando até culminar na dispensa do empregado. e que não se enquadre na definição das demais justas causas. São elementos materiais. atividade concorrente. consiste na repetição de pequenas faltas leves.179. prejudique o exercício de sua função na empresa. sem autorização expressa do empregador. De qualquer forma. a pouca produção.br . por escrito ou verbalmente. a embriaguez deve ser comprovada através de exame médico pericial. Para a configuração da justa causa.com. cumprindo pena criminal. na maioria das vezes. Condenação Criminal O despedimento do empregado justificadamente é viável pela impossibilidade material de subsistência do vínculo empregatício. patológico ou não. O álcool é a causa mais freqüente da embriaguez.guiatrabalhista. tornando impossível ou sobremaneira onerosa a manutenção do vínculo empregatício. não pode ser recorrível. Só haverá embriaguez habitual quando o trabalhador substituir a normalidade pela anormalidade. de forma habitual. tornando-se um alcoólatra. Nada obsta. a produção imperfeita e outros fatos que prejudicam a empresa e demonstram o desinteresse do empregado pelas suas funções. explorando o mesmo ramo de negócio. os atrasos freqüentes. que esta seja provocada por substâncias de efeitos análogos (psicotrópicos). A condenação criminal deve ter passado em julgado. ainda. exerce. embora não concorrente. Desídia A desídia é o tipo de falta grave que.

conforme entendimento jurisprudencial. constitui ato típico de insubordinação. no entanto. capaz de causar prejuízo à empresa. o empregado é surpreendido trabalhando em outra empresa durante o período em que deveria estar prestando serviços na primeira empresa. Ato de Indisciplina ou de Insubordinação Tanto na indisciplina como na insubordinação existe atentado a deveres jurídicos assumidos pelo empregado pelo simples fato de sua condição de empregado subordinado. Jogos de Azar www.180. As agressões contra terceiros. repele injusta agressão. a desobediência a uma norma genérica constitui ato típico de indisciplina. Existem. grau de educação do empregado e outros elementos que se fizerem necessários. É o caso do empregado que demonstra intenção de não mais voltar ao serviço. estranhos à relação empregatícia. Abandono de Emprego A falta injustificada ao serviço por mais de trinta dias faz presumir o abandono de emprego. atual ou iminente. por razões alheias à vida empresarial. A legítima defesa exclui a justa causa. origem territorial do empregado. verbal ou escrita.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A revelação só caracterizará violação se for feita a terceiro interessado. Ofensas Físicas As ofensas físicas constituem falta grave quando têm relação com o vínculo empregatício. praticadas em serviço ou contra superiores hierárquicos. Lesões à Honra e à Boa Fama São considerados lesivos à honra e à boa fama gestos ou palavras que importem em expor outrem ao desprezo de terceiros ou por qualquer meio magoá-lo em sua dignidade pessoal. usando moderadamente os meios necessários. Na aplicação da justa causa devem ser observados os hábitos de linguagem no local de trabalho. Por exemplo.com. constituirão justa causa se estiverem relacionadas ao fato de ocorrerem em serviço.br . ambiente onde a expressão é usada. ou a possibilidade de causá-lo de maneira apreciável. circunstâncias que fazem caracterizar o abandono antes dos trinta dias. a direito seu ou de outrem. mesmo fora da empresa.guiatrabalhista. a forma e o modo em que as palavras foram pronunciadas. quem. A desobediência a uma ordem específica. Considera-se legítima defesa.

sem pagamento da obrigação. justa causa para resolução contratual os subtópicos a seguir: Bancários . é motivo justificado para a rescisão contratual. de ganhar um bem economicamente apreciável. Atos Atentatórios à Segurança Nacional A prática de atos atentatórios contra a segurança nacional. Aprendiz . constituem. observando-se os elementos a seguir. Ferroviário Constitui falta grave quando o ferroviário se negar realizar trabalho extraordinário. será preciso averiguar se a habitualidade existiu ou não.Falta Contumaz no Pagamento de Dívidas Legalmente Exigidas Basta a dívida. Para que o jogo de azar constitua justa causa. cabe ao empregador.181. Elementos da Punição www. quer pela execução judicial das dívidas. quer pelo protesto.com. nos casos de urgência ou de acidentes. levando-se em conta o número de dívidas que não foram pagas e o período de ocorrência. em decorrência das obrigações contratuais assumidas pelo empregado e do poder e responsabilidade do empregador na direção dos trabalhos. PUNIÇÃO – PRINCÍPIO No caso de cometimento de falta grave.br . Por ser a legislação omissa.guiatrabalhista. no que se refere à contumácia do não pagamento.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Jogo de azar é aquele em que o ganho e a perda dependem exclusiva ou principalmente de sorte. o direito de puni-lo. sua exigibilidade legal e o vencimento.Faltas Reiteradas A falta reiterada do menor aprendiz sem motivo justificado constitui justa causa para a rescisão contratual. Pode-se comprovar a reiteração através da movimentação dos credores. também. capazes de afetar a segurança ou regularidade do serviço. desde que apurados pelas autoridades administrativas. OUTROS MOTIVOS QUE CONSTITUEM JUSTA CAUSA Além das hipóteses acima elencadas no artigo 482 da CLT. é imprescindível que o jogador tenha intuito de lucro.

e . Gravidade A penalidade aplicada deve corresponder ao grau da falta cometida. Ao juiz cabe manter ou descaracterizar a penalidade.gravidade.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © São três elementos que configuram a justa causa: .182. .guiatrabalhista. devido a isto o empregador deve usar a coerência e a justiça ao aplicar a pena. rompimento do vínculo empregatício. Havendo excesso na punição. à vinculação direta entre a falta e a punição. em conseqüência modificar a medida punitiva aplicada pelo empregador. será fator determinante na descaracterização. deve-se utilizar às faltas que impliquem em violação séria e irreparável das obrigações contratuais assumidas pelo empregado. sob pena de incorrer o empregador no perdão tácito. ou seja. quando retorna é advertido por escrito pelo empregador e em seguida o empregador aplica-lhe a pena de suspensão pelo motivo da mesma falta ao trabalho. ou para os casos de prática com mais afinco de faltas consideradas leves. No que diz respeito ao espaço de tempo. A pena maior. DUPLICIDADE NA PENALIDADE O empregado não pode ser punido mais de uma vez por uma mesma falta cometida. O empregador deve usar de bom senso no momento da dosagem da pena.com. Imediação A imediação diz respeito à relação entre causa e efeito.br . Por exemplo: o empregado falta um dia de trabalho.imediação. deve-se adotar o critério de punir. DOSAGEM DA PENALIDADE A jurisprudência trabalhista tem entendimento firmado. Atualidade A punição deve ser aplicada em seguida à falta. entre a falta e a punição não deve haver período longo. DIREITOS DO EMPREGADO NA RESCISÃO O empregado demitido por justa causa tem direito apenas a: www.atualidade. ou seja. tão logo se tome conhecimento do ato ou fato praticado pelo trabalhador. no sentido de que o juiz não pode dosar a penalidade.

Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © . VALOR O salário-maternidade para a segurada empregada consiste numa renda mensal igual à sua remuneração integral. AUMENTO DO PERÍODO DE REPOUSO – ATESTADO MÉDICO Em casos excepcionais.saldo de salários. notificar o seu empregador da data do início do afastamento do emprego. e . no mínimo. logo após o retorno ao trabalho. § 2º. seis consultas médicas e demais exames complementares. LICENÇA MATERNIDADE A empregada gestante tem direito á licença-maternidade de 120 dias. os períodos de repouso anterior e posterior ao parto podem ser aumentados de mais duas semanas. quando as condições de saúde o exigirem. que poderá ocorrer entre o 28o dia antes do parto e a ocorrência deste. sem prejuízo do emprego e do salário.br . sem prejuízo do salário e demais direitos: I – transferência de função.183. PERÍODO DE PERCEPÇÃO O salário-maternidade é devido à segurada da previdência social. durante cento e vinte dias.salário-família (quando for o caso). www. com início vinte e oito dias antes e término noventa e um dias depois do parto. 342. GARANTIAS Á EMPREGADA GESTANTE É garantido à empregada. 482.com. . II – dispensa do horário de trabalho pelo tempo necessário para a realização de. PARTO ANTECIPADO Em caso de parto antecipado.guiatrabalhista. podendo ser prorrogado. durante a gravidez. mediante atestado médico.férias vencidas. com acréscimo de 1/3 constitucional. a mulher terá direito aos 120 dias previstos na Lei. Bases: Artigos 240. mediante atestado médico específico. NOTIFICAÇÃO AO EMPREGADOR A empregada deve. assegurada a retomada da função anteriormente exercida. 508 da CLT e os citados no texto.

Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Durante o período de 120 dias. O salário-maternidade devido à trabalhadora avulsa será pago diretamente pela Previdência Social. calculado de acordo com a média dos 6 (seis) últimos meses de trabalho. tendo em vista a vigência da Lei 10710/2003.br .com. de modo que a quitação fique plena e claramente caracterizada. sendo-lhe ainda facultado reverter à função que anteriormente ocupava.guiatrabalhista. COMPENSAÇÃO DO VALOR DO SALÁRIO MATERNIDADE A empresa que pagar o salário maternidade fará a compensação do respectivo pagamento. para os casos que a segurada adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança. desde que este seja prejudicial à gestação. Para os benefícios requeridos até 01. quando variável. COMPROMISSO DE CONTRATO DE TRABALHO QUE PREJUDIQUE A GESTAÇÃO Mediante atestado médico. quando do recolhimento das contribuições do INSS incidentes sobre a folha de salários e demais rendimentos pagos ou creditados. à pessoa física que lhe preste serviço. o salário-maternidade continua sendo pago diretamente pela Previdência Social. a mulher terá direito ao salário integral e. INÍCIO DE AFASTAMENTO O início do afastamento do trabalho da segurada empregada será determinado com base em atestado médico ou certidão de nascimento do filho. A segurada aposentada que retornar à atividade fará jus ao pagamento do saláriomaternidade. à mulher grávida é facultado romper o compromisso resultante de qualquer contrato de trabalho. A empregada deve dar quitação à empresa dos recolhimentos mensais do saláriomaternidade na própria folha de pagamento ou por outra forma admitida.2003. PAGAMENTO DO SALÁRIO-MATERNIDADE Para os benefícios requeridos a partir de 01. cabe à empresa pagar o salário-maternidade devido à respectiva empregada gestante.2003.09. www.09. o pagamento do salário-maternidade é feito diretamente pela previdência social. Entretanto. a qualquer título.184. bem como os direitos e vantagens adquiridos.

. A licença-maternidade só será concedida mediante apresentação do termo judicial de guarda á adotante ou guardiã.em caso de salário fixo o valor mensal será igual à sua remuneração integral. . para a empregada doméstica o benefício tem valor mensal igual ao do seu último salário de contribuição. MÃE ADOTIVA A partir de 16. em se tratando da segurada especial o valor do salário maternidade é de um salário mínimo mensal.720.com.04.00.guiatrabalhista.2002 a Lei 10421/2002 estendeu á mão adotiva o direito á licençamaternidade de forma escalonada. GUARDA DE DOCUMENTOS www.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © ABORTO NÃO CRIMINOSO Em caso de aborto não criminoso. VALOR DO BENEFÍCIO • para segurada empregada: . ficando-lhe assegurado o direito de retornar à função que ocupava antes de seu afastamento.em caso de salário maior que o teto máximo de benefício.em caso de salário variável o valor mensal será igual à média dos 6 (seis) últimos meses de trabalho.185. para a segurada empregada. RETENÇÃO DO INSS Observar que. de acordo com a Resolução 236 do Supremo Tribunal Federal de 19 de julho de 2002. será retido do salário maternidade a contribuição do INSS devida segundo a tabela de contribuição. A partir de 1 ano até 4 anos de idade: 60 dias. A partir de 4 anos até 8 anos de idade: 30 dias. a mulher terá um repouso remunerado de 2 (duas) semanas. para a contribuinte individual e a segurada facultativa: em 1/12 da soma dos 12 últimos salários de contribuição apurados em um período não superior a 15 meses. comprovado por atestado médico oficial. o valor mensal será até o limite de R$ 12.br . observado o limite mínimo e máximo. sujeito ao limite máximo do salário-de-contribuição. dependendo da idade da criança adotada: Até 1 ano de idade: 120 dias. • • • • para trabalhadora avulsa: valor mensal igual a sua remuneração equivalente a um mês de trabalho não sujeito do limite máximo no salário-de-contribuição.

as tarefas necessárias a essa formação. cujas funções demandem formação profissional. 432 da CLT. A idade máxima no contrato de aprendizagem não se aplica a aprendizes com deficiência. inscrito em programa de aprendizagem. dos trabalhadores existentes em cada estabelecimento. Base: art. O contrato de aprendizagem não poderá ser estipulado por mais de 2 (dois) anos. CONTRATO DE APRENDIZAGEM Contrato de aprendizagem é o contrato de trabalho especial. ajustado por escrito e por prazo determinado. e quinze por cento. darão lugar à admissão de um aprendiz.guiatrabalhista. www. compatível com o seu desenvolvimento físico. no mínimo. 80 da CLT). na nova redação dada pela MP 251/2005.com. OBRIGATORIEDADE DE CONTRATAÇÃO DE APRENDIZES Os estabelecimentos de qualquer natureza são obrigados a empregar e matricular nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem número de aprendizes equivalente a cinco por cento.186. moral e psicológico. e se nelas forem computadas as horas destinadas à aprendizagem teórica. formação técnicoprofissional metódica. uma vez que foi revogada a disposição legal (art. podendo chegar ao limite de 8 horas diárias desde que o aprendiz tenha completado o ensino fundamental. JORNADA DE TRABALHO A jornada de trabalho do aprendiz é de máximas 6 horas diárias. Ao menor aprendiz foi garantido o salário mínimo hora.br . que dispunha que na primeira metade do contrato de aprendizagem ao aprendiz era garantido meio salário mínimo e na segunda metade 2/3 do salário mínimo. Base: art. e o aprendiz.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A empresa deverá conservar durante 10 (dez) anos os comprovantes dos pagamentos e os atestados ou certidões correspondentes para exame pela fiscalização da Previdência Social. que tenha por objetivo a educação profissional. ficando vedado prorrogação e a compensação de jornada. no máximo. em que o empregador se compromete a assegurar ao maior de quatorze e menor de vinte e quatro anos. O limite fixado não se aplica quando o empregador for entidade sem fins lucrativos. a executar com zelo e diligência. As frações de unidade. artigos 93 a 103 do Regulamento da Previdência Social e os citados acima. Bases: artigos 392 a 395 da CLT. 428 da CLT. no cálculo da percentagem.

429 da CLT. MENOR DE IDADE – ATIVIDADES DE TRABALHO PROIBIDAS A classificação dos locais ou serviços como perigosos ou insalubres decorre do princípio da proteção integral à criança e ao adolescente. Na rescisão antecipada do contrato de aprendizagem não haverá a indenização de 50% dos dias faltantes para o término do contrato constante nos artigos 479 e 480 da CLT. ou IV . caso não haja concluído o ensino fundamental.guiatrabalhista. e inscrição em programa de aprendizagem desenvolvido sob a orientação de entidade qualificada em formação técnico-profissional metódica. assinado por profissional legalmente habilitado em segurança e saúde no trabalho. A proibição poderá ser elidida por meio de parecer técnico circunstanciado. EXTINÇÃO DO CONTRATO DE APRENDIZAGEM O contrato de aprendizagem extinguir-se-á no seu termo ou quando o aprendiz completar 24 (vinte e quatro) anos (exceto quanto a aprendizes com deficiência). desde que realizados fora das áreas de risco à saúde e à segurança. 433 da CLT.falta disciplinar grave. VALIDADE A validade do contrato de aprendizagem pressupõe anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social. FGTS – CONTRATO DE APRENDIZ Os depósitos do FGTS nos contratos de aprendizagem tiveram a alíquota reduzida de 8% para 2%.com. Base: art. não sendo extensiva aos trabalhadores maiores de 18 anos.a pedido do aprendiz. III .187.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Base: art. na nova redação dada pela MP 251/2005. ou antecipadamente quando ocorrer uma das seguintes hipóteses: I . Os trabalhos técnicos ou administrativos serão permitidos. www. II . o qual deverá ser depositado na unidade descentralizada do Ministério do Trabalho e Emprego da circunscrição onde ocorrerem as referidas oportunidades. que ateste a nãoexposição a riscos que possam comprometer a saúde e a segurança dos adolescentes.ausência injustificada à escola que implique perda do ano letivo. matrícula e freqüência do aprendiz à escola.br .desempenho insuficiente ou inadaptação do aprendiz.

7. www. rebolo ou esmeril. 9. trabalhos de afiação de ferramentas e instrumentos metálicos em afiadora. 13. moinhos. 3. beneficiamento ou industrialização do fumo.188. prateação. a saber: tratores e máquinas agrícolas. exceto em processos enclausurados. o mesmo será objeto de análise por AuditorFiscal do Trabalho. operação. anodização de alumínio. que tornará as providências legais cabíveis.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Sempre que houver controvérsia quanto á efetiva proteção dos adolescentes envolvidos nas atividades constantes do referido parecer. 11. trabalhos em tecelagem. trabalhos de douração. trabalhos no preparo de plumas ou crinas. esmeris. trabalhos no plantio. trabalhos com utilização de instrumentos ou ferramentas de uso industrial ou agrícola com riscos de perfurações e cortes. colheita. trabalhos na construção civil ou pesada. forja e de corte de metais. manutenção ou limpeza de máquinas ou equipamentos. trabalhos no plantio. 10. plástico ou metal. máquinas de padaria como misturadores e cilindros de massa. cortadores e misturadores. niquelação. equipamentos em fábricas de papel. serras de fita e guilhotinas. sendo permitido o trabalho em veículos. serras circulares. trabalhos em fundições em geral. trabalhos de jateamento em geral. 4.guiatrabalhista.com. com exceção da limpeza. guindastes ou outros similares. 6. 8. trabalhos de direção de veículos automotores e direção. máquinas em trabalhos com madeira. 14. máquinas de fatiar. 12. na colheita. sem proteção coletiva contra partículas volantes. nivelamento de solo e desbrote. 2. sem proteção capaz de controlar o risco. máquinas de laminação.br . 5. beneficiamento ou industrialização do sisal. quando motorizados e em movimento. trabalhos na operação industrial de reciclagem de papel. banhos metálicos ou com desprendimento de fumos metálicos. máquinas ou equipamentos parados. quando possuírem sistema que impeça o seu acionamento acidental. QUADRO DESCRITIVO DOS LOCAIS E SERVIÇOS CONSIDERADOS PERIGOSOS OU INSALUBRES PARA MENORES DE 18 (DEZOITO) ANOS 1. trabalhos em cantarias ou no preparo de cascalho. trabalhos na lixa nas fábricas de chapéu ou feltro. galvanoplastia.

pedras preciosas. asbestos. 27. trabalhos com exposição a ruído contínuo ou intermitente. 31. ou substâncias cancerígenas conforme classificação da Organização Mundial de Saúde.com. fósforo e seus compostos. desengraxantes ácidos ou básicos ou outros produtos derivados de óleos minerais. 28.guiatrabalhista. semipreciosas ou outros bens minerais. bromídrico. trabalhos que exijam mergulho. granitos. trabalhos com exposição ou manuseio de arsênico e seus compostos. carvão mineral. trabalhos com animais portadores de doenças infecto-contagiosas. pêlos ou dejeções de animais. couros. ossos. cromo e mercúrio) e seus compostos. 23. raspagem a seco ou queima de pinturas. trabalhos com exposição ou manuseio de álcalis cáusticos. trabalhos com exposição a radiações ionizantes. nítrico. 19. ou a ruído de impacto. armazenamento. trabalhos em condições hiperbáricas. metais pesados (cádmio. chumbo. trabalhos em atividades industriais com exposição a radiações não-ionizantes (microondas. 25. 21. descontaminação.189.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © 15. 26. 22. seleção ou beneficiamento de lixo. trabalhos na fabricação de fogos de artifícios. trabalhos em contato com resíduos de animais deteriorados ou com glândulas. 29. silicatos. sulfúrico. processamento. acima do nível de ação previsto na legislação pertinente em vigor. www. vísceras. 18. inflamáveis líquidos. sangue. trabalhos na extração ou beneficiamento de mármores. gasosos ou liquefeitos. ultravioleta ou laser). trabalhos com retirada.br . trabalhos no manuseio ou aplicação de produtos químicos de uso agrícola ou veterinário. óleo diesel. 16. manuseio ou carregamento de explosivos. 24. disposição ou retorno de recipientes vazios. trabalhos na coleta. 20. 30. hidrocarbonetos ou outros compostos de carbono. trabalhos de lavagem ou lubrificação de veículos automotores em que se utilizem solventes orgânicos ou inorgânicos. 17. transporte. trabalhos com exposição ou manuseio de ácido oxálico. fosfórico e pícrico. incluindo limpeza de equipamentos. trabalhos na produção. benzeno.

41. trabalhos na fabricação de cortiças. transmissão ou distribuição de energia elétrica. 36. quando energizados. 35. trabalhos em escavações. trabalhos na fabricação de farinha de mandioca. de uso industrial. 39.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © 32. 45. 38. feijão ou soja) e de vegetais (cana. trigo. trabalhos em sistemas de geração. louças. 50. sorgo. aveia. centeio. 51.190. trabalhos em fábricas de cimento ou cal. 49. 34.guiatrabalhista. trabalhos em peleterias. linho. trabalhos em curtumes ou industrialização do couro. 43. trabalhos de manutenção e reparo de máquinas e equipamentos elétricos. 46. trabalhos na fabricação de porcelanas ou produtos químicos.br . trabalhos de direção e operação de máquinas ou equipamentos elétricos de grande porte. 47. trabalhos em locais em que haja livre desprendimento de poeiras de cereais (arroz. trabalhos em indústrias cerâmicas. milho. www. trabalhos em matadouros ou abatedouros em geral. trabalhos em olarias nas áreas de fornos ou com exposição à umidade excessiva. trabalhos de processamento ou empacotamento mecanizado de carnes. vidros ou vernizes. gesso. cristais. trabalhos na fabricação de artefatos de borracha.com. cevada. trabalhos em colchoarias. 48. 44. 40. 37. chifre ou osso. trabalhos em locais em que haja livre desprendimento de poeiras minerais. estopas. algodão ou madeira). esmaltes. pedreiras garimpos ou minas em subsolo ou a céu aberto. trabalhos em destilarias ou depósitos de álcool. subterrâneos. trabalhos na fabricação de botões ou outros artefatos de nácar. 33. 42.

com. trabalhos em salinas. cavalariças. 67. 65. 58. trabalhos na fabricação de bebidas alcoólicas. quando em contato com animais. trabalhos em carvoarias. estrebarias ou pocilgas.guiatrabalhista. desengraxantes ácidos ou básicos ou outros produtos derivados de óleos minerais. trabalhos em borracharias ou locais onde sejam feitos recapeamento ou recauchutagem de pneus. 61. 69. 63. ambulatórios. fornos ou alto-fornos. serrarias ou corte de madeira. postos de vacinação ou outros estabelecimentos destinados ao cuidado da saúde humana em que se tenha contato direto com os pacientes ou se manuseie objetos de uso destes pacientes não previamente esterilizados. trabalhos em laboratórios destinados ao preparo de soro. trabalhos em cemitérios. óleo diesel. 68. sem condições adequadas de higienização. de vacinas ou de outros produtos similares. trabalhos em câmaras frigoríficas. 60. quando em contato direto com os animais.br . currais. trabalhos em hospitais. 54. serviços de emergências. enfermarias. trabalhos em estábulos. trabalhos em indústria de móveis. casas de máquinas. trabalhos no interior de resfriadores. 66. 53. trabalhos em tinturarias ou estamparias. 59. 56. trabalhos em madeireiras. trabalhos em lavanderias industriais. trabalhos em esgotos. ambulatórios ou postos de vacinação de animais. 57. trabalhos em oficinas mecânicas em que haja risco de contato com solventes orgânicos ou inorgânicos.191. ou junto de aquecedores. 55. 64. trabalhos em serralherias. www.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © 52. 62. trabalhos em hospitais.

trabalhos no interior ou junto a silos de estocagem de forragem ou grãos com atmosferas tóxicas. III .br . não serão consideradas como salário as seguintes utilidades concedidas pelo empregador: I . www. livros e material didático. trabalhos como sinalizador na aplicação aérea de produtos ou defensivos agrícolas. 78. 79. mensalidade. trabalhos em alturas superiores a 2. quando realizado raramente. 458. parágrafo 2 (alterado pela Lei 10243/2001). 80.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © 70.vestuários. 71. em estabelecimento de ensino próprio ou de terceiros. explosivas ou com deficiência de oxigênio. compreendendo os valores relativos a matrícula. 81. para a prestação do serviço. Base: Portaria SIT/MTE nº 20/2001 e 4/2002. II . 74. em percurso servido ou não por transporte público. trabalhos em espaços confinados. 72. trabalhos em porão ou convés de navio.transporte destinado ao deslocamento para o trabalho e retorno. 76. trabalhos com levantamento. anuidade.educação. equipamentos e outros acessórios fornecidos aos empregados e utilizados no local de trabalho. transporte ou descarga manual de pesos superiores a 20 quilos para o gênero masculino e superiores a 15 quilos para o gênero feminino. trabalhos de desmonte ou demolição de navios e embarcações em geral. beneficiamento ou industrialização da cana-de-açúcar.192. colheita.guiatrabalhista.com. quando realizado freqüentemente. art. trabalhos na colheita de cítricos ou de algodão. 73. trabalhos com exposição a vibrações localizadas ou de corpo inteiro. trabalhos no beneficiamento da castanha de caju. 75. ou superiores a 11 quilos para o gênero masculino e superiores a 7 quilos para o gênero feminino. trabalhos em manguezais ou lamaçais.0 (dois) metros. trabalhos no plantio. 77. PARCELAS NÃO CONSIDERADAS COMO SALÁRIOS Segundo a CLT.

mantendo o comprovante de postagem da agência ou o comprovante de adesão via internet. 2 da Portaria SIT 3/2002. hospitalar e odontológica.mte.gov. convênio e cesta de alimentos).guiatrabalhista.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © IV .br). fornecedor.br . O formulário é adquirido nas agências da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). devidamente preenchido e instruído com os seguintes elementos: 1) identificação da empresa beneficiária. VI . 2 da Portaria SIT 3/2002. GUARDA DOS DOCUMENTOS DO PAT www. 6) termo de responsabilidade e assinatura do responsável pela empresa. 10 da Lei 9.mte. FORMA E PRAZO DE ADESÃO E VALIDADE DO PROGRAMA A adesão ao PAT consiste na apresentação do formulário oficial. Base: Art.gov. 2. parágrafo 1 da Portaria Interministerial MTPS/MF/MS 5/1999. V .000 não precisam renovar o formulário.193. prestada diretamente ou mediante seguro-saúde.seguros de vida e de acidentes pessoais. devem renovar o mesmo. e art.br). que a partir dessa renovação será válido por prazo indeterminado. aquelas que o fizeram antes. a pessoa jurídica deve apresentar e registrar formulário junto ao ECT ou enviar via internet constante no "site" do MTE (www. Base: Art. As empresas que firmarem o termo de adesão a partir de 2.532/97 e art.com. 3) modalidade de serviços de alimentação e percentuais correspondentes (próprio. 5) número de trabalhadores beneficiados por faixas salariais. A inscrição também pode ser efetuada por meio eletrônico utilizando o formulário constante da página do Ministério do trabalho e Emprego na INTERNET (www. 4) número de trabalhadores beneficiados por UF.assistência médica. Estes documentos têm validade por prazo indeterminado. 2) número de refeições maiores e menores. no entanto. O PAT fica automaticamente aprovado mediante a apresentação e registro do formulário na ECT.previdência privada. PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO DO TRABALHADOR (PAT) Para cadastrar-se no PAT.

Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A cópia do formulário e o respectivo comprovante oficial da postagem ou o comprovante de adesão via INTERNET deverá ser mantida nas dependências da empresa. TEOR NUTRITIVO DA ALIMENTAÇÃO As pessoas jurídicas beneficiárias que participam do PAT. inclusive não preparados (cestas básicas) e 3) firmar convênios com entidades que forneçam ou prestem serviços de alimentação coletiva. no mínimo. ceia) deverão conter 1.desjejum e merenda deverão conter um mínimo de trezentas calorias e 6% de percentual protéico-calórico (NDpCal). a pessoa jurídica poderá oferecer aos seus trabalhadores uma ou mais refeições diárias.600 calorias. por meio de serviços próprios ou de terceiros. cada um. II .com. no caso de atividade leve. A documentação relacionada aos gastos com o Programa e aos incentivos dele decorrentes deve ser mantida à disposição da fiscalização.194. de 6%. para qualquer tipo de atividade. jantar. ou acréscimo para 1.as cotas das cestas de alimentos deverão conter o total dos valores diários citados nos itens I e II acima. condição que deverá constar expressamente do texto do convênio entre as partes interessadas. FORMAS DE EXECUÇÃO DO PAT Para a execução do PAT. de modo a possibilitar seu exame e confronto com os registros contábeis e fiscais exigidos pela legislação pertinente. deverão assegurar que a refeição produzida ou fornecida contenha o seguinte valor nutritivo.200 calorias. 2) distribuir alimentos. Bases: parágrafo 2. Base: art.br . no caso de atividade intensa. 5 da Portaria SIT 3/2002. mediante justificativa técnica. o percentual protéico-calórico (NDpCal) deverá ser. www. art. a pessoa jurídica beneficiária poderá: 1) manter serviço próprio de refeições. Independentemente da modalidade adotada.As refeições principais (almoço. observando-se que. 2 da Portaria SIT 3/2002. observado o percentual protéico-calórico estabelecido.400 calorias cada uma.guiatrabalhista. admitindo-se uma redução para 1. matriz e filiais. 4 da Portaria Interministerial MTPS/MF/MS 5/1999 e § 1 e 2 do art. á disposição da fiscalização federal. desde que essas entidades sejam credenciadas pelo Programa e se obriguem a cumprir o disposto na legislação do PAT e na Portaria SIT 3/2002. III . cabendo-lhes a responsabilidade pela fiscalização permanente dessas condições: I .

Nos documentos de legitimação deverão constar: a) razão ou denominação social da pessoa jurídica beneficiária. para fins de determinação do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro (IN SRF 11/96. FORNECIMENTO DE CESTA BÁSICA Independentemente da existência de Programa de Alimentação do Trabalhador os gastos com a aquisição de cestas básicas. c) valor em moeda corrente no País. não inferior a 30 dias nem superior a 15 meses. magnéticos ou outros oriundos de tecnologia adequada) que permitam a aquisição de refeições ou de gêneros alimentícios em estabelecimentos comerciais. e www. limitada a extensão ao período de seis meses.195. Quando a pessoa jurídica beneficiária fornecer a seus trabalhadores documentos de legitimação (impressos. parágrafo único).101/96. para transporte individual. e f) a expressão “válido somente para pagamento de refeições” ou “válido somente para aquisição de gêneros alimentícios".Instituto Nacional de Metrologia. b) numeração continua.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © As empresas produtoras de cestas de alimentos e similares. cartões eletrônicos. no período de transição para novo emprego. e art.para esta finalidade. art.com. em seqüência ininterrupta. deverão ser adotados mecanismos que assegurem proteção contra falsificação. e) prazo de validade. 27. 8. d) nome.guiatrabalhista.br . o valor do documento deverá ser suficiente para atender às exigências nutricionais do PAT. através de organismo designado pelo INMETRO . endereço e CGC/CNPJ da prestadora do serviço de alimentação coletiva. 9 e 10 da Portaria SIT 3/2002. distribuídas indistintamente a todos os empregados da pessoa jurídica. Na emissão dos documentos de legitimação. Bases: Decreto 2. conforme o caso. fornecedoras de componentes alimentícios devidamente embalados e registrados nos órgãos competentes. vinculada à empregadora. Normalização e Qualidade Industrial . são dedutíveis do lucro liquido. deverão comprovar atendimento à regulamentação técnica da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e do Abastecimento. EXTENSÃO DO PROGRAMA Empregados dispensados ou com contrato suspenso O beneficio do PAT pode ser estendido pela pessoa jurídica: a) aos trabalhadores por ela dispensados.

50 = R$ 0.196.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © b) aos empregados que estejam com o contrato de trabalho suspenso para participação em curso ou programa de qualificação profissional. limitada essa extensão ao período de cinco meses. O benefício concedido aos trabalhadores que percebem até 5 salários mínimos não poderá. sob qualquer pretexto. Exemplo: Valor do Custo Direto da Refeição: R$ 3. 2 do Decreto 05/1991 e art. INCLUSÃO DOS TRABALHADORES DE RENDA MAIS ELEVADA NO PROGRAMA — CONDIÇÃO Os trabalhadores de renda mais elevada podem ser incluídos no Programa de Alimentação do Trabalhador. PARTICIPAÇÃO DO TRABALHADOR NO CUSTO DIRETO DA REFEIÇÃO A participação do trabalhador no PAT é limitada a 20% (vinte por cento) do custo direto da refeição. Bases: parágrafo 2o do artigo 585 do Regulamento IR/99 e art. 4 da Portaria SIT 3/2002. independentemente da duração da jornada de trabalho.70 por refeição.guiatrabalhista.50 Limite de participação do trabalhador: 20% x R$ 3.com. 3 da Portaria SIT 3/2002. ter valor inferior àquele concedido aos de renda mais elevada. Bases: art. Empregados de subempreiteira De acordo com o Parecer Normativo CST 08/82. a empresa empreiteira pode estender o PAT aos empregados de subempreiteira que para ela trabalhem no mesmo canteiro de obras. a parcela paga in natura pela empresa não tem natureza salarial.br . não constitui base de incidência de contribuição previdenciária ou do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nem se configura como rendimento tributável do trabalhador (art. PRAZO DE PAGAMENTO DE VERBAS RESCISÓRIAS www. não se incorpora á remuneração para quaisquer efeitos. INEXISTÊNCIA DE REFLEXOS NA REMUNERAÇÃO DO TRABALHADOR É importante ressaltar que no PAT previamente aprovado pelo Ministério do Trabalho. 6 do Decreto 05/1991). desde que esteja garantido o atendimento da totalidade dos trabalhadores que percebam até 5 salários mínimos.

O citado parágrafo sujeita também o empregador. MULTAS O parágrafo 8º do artigo 477 da CLT prevê a multa a favor do empregado no valor equivalente ao seu salário. quando da ausência de aviso prévio.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O artigo 477. Nota: valor atualizado. à multa de 160 Ufir. sendo obrigatória. SALÁRIO FAMÍLIA É o benefício previdenciário que têm direito o segurado empregado. e ao trabalhador avulso que tenham salário-de-contribuição inferior ou igual a R$ 654.guiatrabalhista. PRAZOS DE PAGAMENTO São os seguintes os prazos a serem observados pelo empregador: a) até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato.com. ou b) até o décimo dia. Pagamento Será pago mensalmente: • • Pela empresa ao empregado e deduzido quando do recolhimento das contribuições sobre a folha de salário. pela Portaria MPS 119/2006. quando de uma fiscalização. exceto o doméstico. bem como valores de multa superiores aos demonstrados. Pelo sindicato ou órgão gestor de mão-de-obra ao trabalhador avulso mediante convênio com INSS. CLÁUSULAS MAIS FAVORÁVEIS AO EMPREGADO NAS CONVENÇÕES COLETIVAS – OBEDIÊNCIA Existem convenções coletivas de trabalho que determinam prazos para pagamento de verbas rescisórias menores do que os que constam da CLT. a sua observância. § 6º da CLT.61. contado da data da notificação da demissão. a partir de 1º de abril de 2006. por trabalhador.br . por parte das empresas.197. www. estipula os prazos para o pagamento das verbas rescisórias constantes do Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho. elas prevalecem sobre o que é determinado em Lei. Como as mencionadas cláusulas são mais benéficas para o empregado. indenização do mesmo ou dispensa de seu cumprimento.

guiatrabalhista.09 de 01/05/2005 a 31/03/2006 (Portaria MPS 822/2005) de 01/05/2004 a 30/04/2005 (MP 182/2004) até R$ 560.48 até R$ 376.60 até R$ 360.br .74 R$ 21.52 De R$ 435.27 R$ 14.00 até R$ 324.99 R$ 20.46 até R$ 324.00 de R$ 390.00 até R$ 398.45 R$ 13.19 de 01/06/2003 a 30/04/2004 de 01/06/02 a 31/05/03 de 01/06/01 a 31/05/02 de 01/06/00 a 31/05/01 de 01/06/99 a 31/05/00 de 01/01/99 a 31/05/99 de 01/12/98 a 31/12/98 de 01/06/98 a 30/11/98 SALÁRIO FAMÍLIA R$ 22.58 R$ 9. A partir do dia em que o segurado empregado ou o segurado trabalhador avulso comprovarem o nascimento.65 R$ 1.65 R$ 1. na proporção do respectivo número de filhos ou equiparados.26 R$ 10.45 acima R$ 324. Documentos que devem ser apresentados para recebimento do salário-família Leia maiores detalhes no tópico Salário Família . Valor do Salário Família Esse valor é calculado com base em cotas.198.48 R$ 11. TABELA DE QUOTAS DO SALÁRIO FAMÍLIA VIGÊNCIA A partir de 01/04/2006 (Portaria MPS 119/2006) REMUNERAÇÃO Até R$ 435.81 até R$ 468.61 até R$ 414.05 R$ 8.com.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Carência Não existe carência para conceder esse benefício.Documentação Quando o salário-família começa a ser pago A partir da comprovação dos documentos mencionados será pago junto com o salário do mês.53 a R$ 654. O segurado tem direito a tantas cotas quantos forem os filhos menores de 14 anos ou inválidos.07 www.79 a R$ 623.07 R$ 8.78 de R$ 414.01 a R$ 586.45 acima de R$ 324.47 até R$ 429.31 R$ 9.33 R$ 15.44 até R$ 390.00 R$ 14.65 R$ 8.

582.57 acima de Cr$ 50 .05 Cr$ 38.86 Até URV 174.27 até R$ 287.459.59 acima de Cr$ 4.536.31 Cr$ 86.74 Cr$ 1.13 Cr$ 30.00 acima de Cr$ 1.86 até Cr$ 115.54 Cr$ 11.978.434.728.56 acima de R$ 309.419.29 Até Cr$ 1.83 R$ 4.93 Até Cr$ 12.67 Até Cr$ 25.guiatrabalhista.728.27 acima de R$ 287.10 Cr$ 865.28 Cr$ 241.11 Cr$ 923.183.58 Cr$ 3.59 Até Cr$ 3.199.00 Cr$ 168.58 acima de Cr$ 88.183.616.69 Até Cr$ 4.616.84 Cr$ 7.924.793.66 R$ 0.625.95 R$ 6.02 acima de Cr$ 115.90 Cr$ 50.052.793. www.25 Até Cr$ 9.738.71 Cr$ 26.064.48 Até Cr$ 15.259.58 até Cr$ 50.731.27 acima de R$ 287.87 Cr$ 42.080.br .459.625.83 acima de Cr$ 276.95 R$ 7.02 R$ 7.93 acima de Cr$ 15.66 R$ 0.80 acima de R$ 249.738.082.924.13 acima de Cr$ 40.26 Proporcionalidade .256.13 até Cr$ 32.760.532.58 URV 4.o valor da cota para o segurado empregado será proporcional nos meses de admissão e demissão.31 Cr$ 108.60 Cr$ 339.29 acima de Cr$ 3.259.56 até R$ 287.718.978.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © de 01/06/97 a 31/05/98 de 01/01/97 a 31/05/97 de 01/05/96 a 31/12/96 de 01/05/95 a 30/04/96 de 01/07/94 a 30/04/95 de 01/03/94 a 30/06/94 01/02/94 01/01/94 01/12/93 01/11/93 01/10/93 01/09/93 01/08/93 01/07/93 de 01/05/93 a 30/06/93 de 01/03/93 a 30/04/93 de 01/01/93 a 28/02/93 de 01/09/92 a 31/12/92 de 01/05/92 a 31/08/92 de 01/01/92 a 30/04/92 até R$ 309.83 R$ 8.67 R$ 0.257.72 Cr$ 1.25 acima de Cr$12.449.514.95 Cr$ 4.40 Cr$ 404.15 Cr$ 691.66 URV 0.731.19 Cr$ 366.434.86 Cr$ 17.76 Cr$ 2.536.582.75 até Cr$ 276.com.69 acima de Cr$ 9.00 Até Cr$ 638.350.86 acima de R$ 174.246.449.01 Cr$ 15.33 Cr$ 295.80 até R$ 174.386.48 acima de Cr$ 25.75 acima de Cr$ 638.85 Cr$ 92.064.15 Cr$ 385.214.257.087.95 Cr$ 135.02 até Cr$ 88.67 acima de Cr$ 32.27 até R$ 249.014.86 acima de URV 174.57 até Cr$ 40.126.780.419.66 R$ 0.052.439.25 R$ 1.

com.br/sislex/paginas/97/trcsf3040.guiatrabalhista.2006. V .dataprev. II . por exemplo).br .CP ou CTPS. independentemente do número de dias trabalhados.htm APRESENTAÇÃO DE COMPROVANTES www. contados a partir de 2000. III . quando dependente maior de quatorze anos.DOCUMENTAÇÃO O salário-família será devido a partir do mês em que for apresentada à empresa ou ao órgão gestor mão-de-obra ou ao sindicato dos trabalhadores avulsos ou ao INSS. contados a partir de 2000.04.o valor da cota para o trabalhador avulso será integral.61. sendo obrigatória nos meses de novembro.gov. nos meses de maio e novembro. para efeito de definição do direito à cota de salário-família. quando dependente menor de sete anos.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © . Se a remuneração ultrapassar este valor (decorrente de reajuste ou de horas extras. Clique aqui para obter o modelo oficial da Previdência Social.certidão de nascimento do filho (original e cópia). quando dependente a partir de sete anos.comprovante de freqüência à escola. a documentação abaixo: I . Ou então acesse a página: http://www81.comprovação de invalidez.200. a cargo da Perícia Médica do INSS. naquele mês não haverá direito ao benefício. Todas as importâncias que integram o salário de contribuição são consideradas como parte integrante da remuneração do mês. o salário família só é devido até o valor de remuneração mensal de R$ 654.caderneta de vacinação ou equivalente. REMUNERAÇÃO RECEBIDA ACIMA DO LIMITE A partir de 01. exceto o 13º salário e o adicional de férias (1/3 constitucional). DECLARAÇÃO E TERMO DE RESPONSABILIDADE Preencher a Declaração correspondente. IV . Isto porque o artigo 81 do Regulamento da Previdência Social estabelece o teto em relação a "salário de contribuição" e não ao "salário base". SALÁRIO-FAMÍLIA .

ainda que fora de prazo. até que a documentação seja apresentada Não é devido salário-família no período entre a suspensão do benefício motivada pela falta de comprovação da freqüência escolar e o seu reativamento.br . nas datas fixadas. em nome do aluno. No caso de menor inválido que não freqüenta a escola por motivo de invalidez.com. SUSPENSÃO DO BENEFÍCIO A empresa. circulares e até mesmo uma mensagem no contra-cheque do empregado. NOVEMBRO No mês de novembro. deve ser apresentado atestado médico que confirme este fato. Esta obrigação ocorre desde o ano de 2000. para agilizar o processo documentário. o segurado comprovar a vacinação do filho. salvo se provada a freqüência escolar regular no período. na forma de legislação própria.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © MAIO O empregado deverá apresentar no mês de maio o comprovante de freqüência à escola. deve ser apresentado atestado médico que confirme este fato. o empregado deverá apresentar: 1. atestando a regularidade da matrícula e freqüência escolar do aluno. Caderneta de vacinação ou documento equivalente. Comprovante de freqüência à escola. 2. por exemplo). para crianças a partir de 7 anos de idade. para crianças a partir de 7 anos de idade.201. A comprovação de freqüência escolar será feita mediante apresentação de documento emitido pela escola. caberá o pagamento das cotas relativas ao período suspenso. o órgão gestor de mão-de-obra ou o sindicato de trabalhadores avulsos ou o INSS suspenderá o pagamento do salário-família se o segurado não apresentar o atestado de vacinação obrigatória e a comprovação de freqüência escolar do filho ou equiparado. para dependentes menores de 7 anos. www. no qual consta o registro de freqüência regular ou de atestado de estabelecimento de ensino. Referida comunicação pode ser feita através de editais (no quadro de avisos. No caso de menor inválido que não freqüenta a escola por motivo de invalidez. Se após a suspensão do pagamento do salário-família.guiatrabalhista. COMUNICAÇÃO É importante que o empregador comunique tais regras aos seus empregados com antecedência.

a seu rogo (em dinheiro). deve ser efetuado até o 5º (quinto) dia após o vencimento. se esta não for possível. dentro do horário do serviço ou imediatamente após o encerramento deste. QUINZENALISTAS E SEMANALISTAS Quando tratar-se de pagamento estipulado por quinzena ou semana. Por Meio de Cheque www. mediante sua impressão digital. para exame pela fiscalização do INSS. o mais tardar. inclusive o municipal.202. durante 10 (dez) anos.br .contra-recibo. excluindo o domingo e feriado. salvo critério mais favorável previsto em documento coletivo de trabalho da respectiva categoria profissional.em dia útil e no local do trabalho. Bases: Art. deve ser considerado na contagem dos dias o sábado. CONTAGEM DOS DIAS Para efeito de determinar o prazo de pagamento dos salários. até o 5º (quinto) dia útil. por força do art. 465 da CLT. PAGAMENTO O pagamento de salário deve ser efetuado: . em se tratando de analfabeto. assinado pelo empregado. . Para a legislação trabalhista o sábado é considerado dia útil.guiatrabalhista.com. ou. 84 do Decreto nº 3. Caso o 5º dia útil seja um sábado e a empresa não trabalhe aos sábados. o pagamento deverá ser efetuado na sexta feira. Sistema Bancário O empregador que utilizar o sistema bancário para o pagamento dos salários. os valores deverão estar à disposição do empregado.PRAZO DE PAGAMENTO MENSALISTAS O pagamento do salário mensal deve ser efetuado o mais tardar até o 5º dia útil do mês subseqüente ao vencido.048/99 e artigos 232 a 235 da IN INSS 118/2005.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © GUARDA DOS DOCUMENTOS A empresa deverá conservar. os comprovantes dos pagamentos e as cópias das certidões correspondentes. SALÁRIOS .

Entretanto. deve ser assegurado ao empregado: . através da Lei 10243/2001. TEMPO DE TRANSPORTE O tempo despendido pelo empregado até o local de trabalho e para o seu retorno. . 58 da CLT teve acréscimo de parágrafos. 459. por qualquer meio de transporte. existem dois tipos de microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP): as optantes pelo SIMPLES FEDERAL (Lei 9.317/1996) e as enquadradas conforme o Estatuto da Micro Empresa e da Empresa de Pequeno Porte (Lei 9.855/89. Lei nº 7. dispondo sobre as parcelas não integrantes dos salários. A empresa poderá ser enquadrada. Observar que determinadas prescrições previdenciárias (como dispensa de recolhimento do INSS patronal) vigoram somente para as empresas optantes no Simples Federal. o empregador fornecer a condução. e Instrução Normativa SRT/MTb nº 01/89.br . não será computado na jornada de trabalho. 465. tratando-se de local de difícil acesso ou não servido por transporte público. § 1º. VARIAÇÕES DE HORÁRIO NO REGISTRO DE PONTO Não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário no registro de ponto não excedentes de cinco minutos.841/1999). aproveitando-se dos benefícios de ambas as legislações. OPTANTES PELO SIMPLES FEDERAL – OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS Na legislação. 464. relativos a variações no ponto e tempo de transporte do trabalhador. caberá ao Fiscal do Trabalho a lavratura de auto de infração.transporte. Bases: Art. PENALIDADES Constatada a inobservância das disposições mencionadas neste trabalho.203. observado o limite máximo de dez minutos diários.horário que permita o desconto imediato do cheque. salvo quando. no Simples Federal e no Estatuto da ME ou EPP.guiatrabalhista.com. deverá www. SALÁRIOS – VARIAÇÕES NO PONTO E TEMPO DE TRANSPORTE O art. caso o acesso ao estabelecimento de crédito exija a sua utilização. simultaneamente. O empregador se sujeitará à multa administrativa de 160 UFIR por trabalhador prejudicado. 501 da CLT.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Se o pagamento for efetuado por meio de cheque.

00 (dois milhões e quatrocentos mil reais). o preço dos serviços prestados e o resultado nas operações em conta alheia. RECEITA BRUTA Considera-se receita bruta o produto da venda de bens e serviços nas operações de conta própria.00 (dois milhões.guiatrabalhista. Empresa de Pequeno Porte (Simples): a pessoa jurídica que tenha auferido.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © observar as restrições próprias das respectivas legislações.2005.00 (um milhão e duzentos mil reais). não enquadrada como microempresa. receita bruta superior a R$ 240.com.755. para enquadramento em cada um dos regimes. no anocalendário.400.2004. duzentos e vinte e dois reais). Nota: até 31.br .12.14 (quatrocentos e trinta e três mil.00 (duzentos e quarenta mil reais). OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS DISPENSA .2005. tiver receita bruta anual superior a R$ 433. EMPRESAS ENQUADRADAS PELO ESTATUTO DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE (limites a partir de 01. LIMITE DE RECEITAS EMPRESAS OPTANTES PELO SIMPLES FEDERAL Microempresa (Simples): a pessoa jurídica que tenha auferido no ano-calendário. e o limite de receita bruta.12.000. cento e trinta e três mil.000.000. o limite era de R$ 120.04.204. setecentos e cinqüenta e cinco reais e quatorze centavos) e igual ou inferior a R$ 2. o limite era receita bruta superior a R$ 120.00 (duzentos e quarenta mil reais) e igual ou inferior a R$ 2. setecentos e cinqüenta e cinco reais e quatorze centavos).028/2004) Microempresa (Estatuto): a pessoa jurídica e a firma mercantil individual que tiver receita bruta anual igual ou inferior a R$ 433.00 (cento e vinte mil reais). Nota: até 31.755.222.14 (quatrocentos e trinta e três mil.200.133. fixados pelo Decreto 5.00 (cento e vinte mil reais) e igual ou inferior a 1. excluídos as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos.ENQUADRADAS NO ESTATUTO As microempresas e as empresas de pequeno porte que estejam enquadradas no Estatuto respectivo estão dispensadas do cumprimento das seguintes obrigações acessórias previstas na legislação trabalhista: www.000.000. Empresa de Pequeno Porte (Estatuto): a pessoa jurídica e a firma mercantil individual que. receita bruta igual ou inferior a R$ 240.000.

mensalmente. por ocasião da rescisão do contrato de trabalho. • anotações das férias dos empregados em livros ou ficha de registro no momento da concessão. Nos casos de rescisão contratual.com. • manutenção do livro de inspeção do trabalho.guiatrabalhista. Arquivamento de Documentos Os documentos comprobatórios de cumprimento das obrigações trabalhistas e previdenciárias devem ser arquivados enquanto não prescreverem.) devem ser efetivadas. • empregar e matricular menores de 18 anos (aprendizes) nos cursos especializados mantidos pelo Senai.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © afixação de quadro de horário de trabalho dos empregados. até o dia 7 (sete) do mês seguinte à competência através da GFIP. saídas e transferências de empregados CONTRIBUIÇÃO SINDICAL www. a anotação deve ser feita. estão obrigadas ás demais obrigações trabalhistas. etc. FGTS Estão obrigadas a recolher o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. exceto do menor.205. o recolhimento deve ser realizado através da GRFP. alteração salarial. dependentes. no entanto. as demais (contrato de trabalho. em especial: Anotações na CTPS Com exceção das anotações referentes a concessão das férias (para as empresas enquadradas no Estatuto). RAIS Existe a obrigatoriedade da entrega da RAIS dentro dos prazos estabelecidos em dispositivo legal. • OBRIGAÇÕES EXIGIDAS Tanto as empresas optantes pelo SIMPLES FEDERAL quanto as enquadradas no Estatuto da ME e EPP. CAGED Também é obrigatório o envio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados ao Ministério do Trabalho até o dia 15 do mês seguinte àquele em que ocorreu entradas.br . em prazos próprios.

resistência ou embaraço à fiscalização. inciso IX. na GPS mensal só deverá ser recolhida a contribuição ao INSS descontada dos empregados após feitas as deduções cabíveis (ex.com.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © De acordo com a Instrução Normativa SRF 355/2003. FISCALIZAÇÃO As microempresas e as empresas de pequeno porte são passíveis de fiscalização. ou anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social . existe controvérsia. inclusive. prestarão. sem prejuízo da sua ação específica. TRABALHO NOTURNO A Constituição Federal. ou ainda na ocorrência de reincidência. Em virtude do exposto. além de outros. O campo 3 da GPS deve ser preenchido com o código 2003. Quando for realizada a fiscalização trabalhista.: salário família). salvo quando for constatada infração por falta de registro de empregado. quanto ao cumprimento das obrigações inerentes à Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. o trabalho realizado entre as 22:00 horas de um dia às 5:00 horas do dia seguinte.guiatrabalhista. estabelece que são direitos dos trabalhadores. Bases: Leis 9. 2% ou 3%.841/1999 e as citadas no texto. www. o recolhimento é normal. RECOLHIMENTO PREVIDENCIÁRIO A Lei 9.SAT (1%.206. no seu artigo 7º. 5.317/1996 e 9. e às contribuições que custeiam as prestações por acidente de trabalho . As fiscalizações trabalhista e previdenciária. No que diz respeito à contribuição sindical dos empregados. fraude.br . § 7º. terceiros. art. prioritariamente. as microempresas e empresas de pequeno porte inscritas no SIMPLES FEDERAL estão dispensadas da Contribuição Patronal Sindical. remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. Dispensa também da contribuição que incide sobre a remuneração paga aos contribuintes individuais. Contudo.CTPS. pois há quem entenda que a Secretaria da Receita Federal não teria competência para fazer tal isenção. orientação à microempresa e à empresa de pequeno porte. será utilizado o critério da dupla visita para lavratura de autos de infração.317/1996 dispensa as empresas optantes pelo SIMPLES FEDERAL da contribuição referente aos 20%. HORÁRIO NOTURNO Considera-se noturno. nas atividades urbanas. conforme o grau de risco) incidentes sobre a folha de pagamento.

TABELA E CÁLCULO PRÁTICO DE HORAS NOTURNAS A tabela seguinte se faz prática para uma visualização da determinação da jornada de trabalho.guiatrabalhista. temos 7 (sete) horas-relógio que correspondem a 8 (oito) horas de trabalho. Assim sendo.jornada de trabalho de até 4 horas: sem intervalo.jornada de trabalho superior a 4 horas e não excedente a 6 horas: intervalo de 15 minutos. Nas atividades rurais a hora noturna é considerada como de 60 (sessenta) minutos. Intervalo No trabalho noturno também deve haver o intervalo para repouso ou alimentação. . é computada como sendo de 52 (cinqüenta e dois) minutos e 30 (trinta) segundos. é considerado noturno o trabalho executado na lavoura entre 21:00 horas de um dia às 5:00 horas do dia seguinte. sendo: . portanto. . deve-se utilizar o cálculo prático na seqüência apresentada: Das 22:00 horas até 22:30 23:00 23:30 24:00 00:30 01:00 01:30 02:00 Horas 35' 1:10' 1:45' 2:20' 2:50' 3:25' 4:00' 4:35' www. nas atividades urbanas. e na pecuária. por disposição legal.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Nas atividades rurais. prevalecendo para esse efeito a de 60 minutos.jornada de trabalho excedente a 6 horas: intervalo de no mínimo 1 (uma) hora e no máximo 2 (duas) horas. Ao intervalo para repouso ou alimentação não se aplica a redução da hora. HORA NOTURNA A hora normal tem a duração de 60 (sessenta) minutos e a hora noturna. considerando o horário das 22:00 às 5:00 horas.207. Para cálculos.br . não havendo. entre 20:00 horas às 4:00 horas.com. a redução como nas atividades urbanas.

6 horas noturnas TRABALHO NOTURNO DA MULHER Desde a promulgação da vigente Constituição Federal.br . deve ser paga com um acréscimo de no mínimo 20% (vinte por cento) sobre o valor da hora diurna. TRABALHO NOTURNO DO MENOR O trabalho noturno dos menores de 18 (dezoito) anos é expressamente proibido pela Constituição Federal e pela CLT. o acréscimo deve ser de no mínimo 25% (vinte e cinco por cento) sobre o valor da hora diurna.com. Nas atividades rurais.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © 02:30 03:00 03:30 04:00 04:30 05:00 Cálculo Prático 5:10' 5:45' 6:20' 6:50' 7:25' 8:00' Para se calcular as horas noturnas.5 x 60 = 4. nas atividades urbanas.208. exceto condições mais benéficas previstas em acordo. utilize o seguinte raciocínio: divida o número de horasrelógio por 52. convenção coletiva ou sentença normativa. ADICIONAL NOTURNO A hora noturna.5 (corresponde a 52’30") e multiplique por 60': nº de horas : 52. é permitido às mulheres trabalharem no período noturno. aplicando-se ao trabalho noturno feminino os dispositivos que regulam o trabalho masculino. qualquer que seja a atividade da empresa.5 x 60 = 8 horas noturnas 4 horas relógio 4 : 52.guiatrabalhista. CESSAÇÃO DO DIREITO www.5 x 60 = nº de horas noturnas Exemplos: 7 horas relógio 7 : 52.

o mesmo perde o direito ao adicional.com.Adicional Noturno A integração do adicional noturno no descanso semanal remunerado se obtém através da média diária do número de horas noturnas realizadas na semana. Dessa forma.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O adicional noturno. multiplicando-se o resultado obtido pelo número de domingos e feriados. quinzena ou mês. pago com habitualidade.00 x 20% x 7 DSR = R$ 2.00 x 20% x 7 (5 domingos e 2 feriados) = DSR 23 DSR = 2 horas noturnas x R$ 6.46 horas noturnas no mês de abril/01 .40 x 7 DSR = R$ 16.Hora Extra Noturna www." Descanso Semanal Remunerado .guiatrabalhista. pagos com habitualidade. Enunciado TST nº 265: "A transferência para o período diurno de trabalho implica na perda do direito ao adicional noturno." INTEGRAÇÃO AO SALÁRIO O adicional noturno.valor da hora normal R$ 6. integra o salário do empregado para todos os efeitos. multiplicada pelo adicional de 20%. Enunciado I da Súmula TST nº 60: "O adicional noturno. bem como as horas extras noturnas. é devido em razão do trabalho ser desenvolvido em horário noturno. o empregado sendo transferido para o período diurno. Fórmula: Horas noturnas mês x valor hora normal x 20% x domingos e feriados = DSR dias úteis Exemplo: .209.00 46 horas noturnas x R$ 6.00 x 20%x 7 DSR = R$ 12. pago ao empregado. multiplicando-se pelo valor da hora normal.br . integram o salário para todos os efeitos legais.80 Descanso Semanal Remunerado .

multiplicada pelo número de domingos e feriados do mês. Fórmula: DSR = (número de horas extras noturnas / dias úteis no mês) x valor da hora extra noturna x número de domingos e feriados Exemplo: 11. multiplicando-se pelo valor da hora extra noturna.com. multiplicado pelo adicional de 20%.00 = R$ 31. Fórmula: horas noturnas período 13º x valor hora dezembro x 20% nº meses período 13º www.00 240 horas noturnas x R$ 6. multiplicando-se ao resultado o adicional de 20%.50 Férias Calcula-se a média duodecimal das horas noturnas realizadas durante o período aquisitivo.00 x 20% = 20 horas noturnas x R$ 1.20 = R$ 24. se proporcional) Exemplo: .00 (R$ 5. Fórmula: Horas noturnas aquisitivo x valor hora normal atual x 20% 12 (ou período inferior.guiatrabalhista.00 valor da hora extra noturna: R$ 9.5 horas extras noturnas no mês de abril/01 valor da hora normal: R$ 5.00 + 20% + 50%) DSR = (11.00 x 7 (5 domingos e 2 feriados) = 0.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A integração da hora extra noturna no descanso semanal remunerado far-se-á mediante a média diária das horas extras noturnas realizadas. multiplicando-se o resultado obtido pelo valor hora de dezembro.valor da hora normal atual = R$ 6.5/23) x R$ 9.210.5 x R$ 63.br .durante o período aquisitivo foram realizadas 240 horas noturnas . aplicando-se o valor-hora do salário referente ao período de concessão das férias.00 12 13º Salário As horas noturnas integrarão a remuneração do 13º salário da seguinte forma: .determinando-se a média das horas noturnas realizadas durante o período a que se refere a remuneração do 13º salário.

o empregado fará jus aos adicionais noturno e extra (20% + 50%.o empregado tem direito a 12/12 avos de 13º salário . cumulativamente. assim.br . Salário mensal R$ 880.00 x 20% 12 20 x R$ 1.60 = R$ 19.00 x 20% 12 12 horas noturnas x R$ 1.guiatrabalhista.valor da hora normal: R$ 6.20 Aviso Prévio Indenizado As horas noturnas integrarão o aviso prévio indenizado.horas extras noturnas realizadas: 6 horas . Fórmula: horas noturnas 12 meses x hora normal x 20% = API 12 (ou período inferior.00 240 x R$ 6.00: .00 FORMALIZAÇÃO DO PAGAMENTO O pagamento do adicional noturno é discriminado formalmente na folha de pagamento e no recibo de pagamento de salários. se for o caso. multiplicando-se pelo valor da hora normal. servindo. se for o caso) Exemplo: .valor da hora normal no mês de dezembro = R$ 8.80 (R$ 4.com.Empregado realizou no mês 6 horas extras noturnas.o empregado nos últimos 12 meses realizou 240 horas noturnas .00 + 20%) www. fazendo-se a média duodecimal dos últimos 12 meses ou período inferior.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Exemplo: .valor da hora normal: R$ 4.valor da hora noturna: R$ 4. multiplicada pelo adicional noturno de 20%.20 = R$ 24.00 .00 144 horas noturnas x R$ 8. HORA EXTRA NOTURNA Havendo prestação de horas extras no horário noturno.211.horas noturnas realizadas no período do 13º = 144 horas . de comprovação de pagamento do direito. Abaixo segue exemplo de cálculo: . vide convenção coletiva no que diz respeito ao valor dos percentuais).

00 + 20% + 50%) .782. artigo 7º.valor a pagar de horas extras noturnas: R$ 43.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © . Enunciado TST nº 65: "O direito à hora reduzida para 52 (cinqüenta e dois) minutos e 30 (trinta) segundos aplica-se ao vigia noturno. 214.8472 Ufir’s por infração. e . em caráter permanente ou temporário.br .IRRF. regulamentado pelo Decreto nº 73. Instrução Normativa SRT nº 01/88. TRABALHO RURAL O trabalho rural está regulado pela Lei nº 5.valor da hora extra noturna: R$ 7. devendo-se observar o piso salarial da categoria a que pertencer o empregado." ENCARGOS SOCIAIS Sobre as parcelas referentes ao adicional noturno e seus reflexos incidem: .626/74. proprietária ou não.guiatrabalhista. Bases: Constituição Federal de 1988. diretamente ou através de prepostos e com auxílio de empregados.889/73.889/73.com. o direito ao respectivo adicional. que explore atividade agroeconômica. sujeito ao trabalho noturno.FGTS. . Ao trabalhador rural é assegurado no mínimo o salário mínimo." Enunciado TST nº 140: "É assegurado ao vigia. Instrução Normativa FGTS nº 17/00.212. PENALIDADES Os infratores dos preceitos relativos ao trabalho noturno de trabalhadores maiores de 18 anos sujeitam-se à multa de 37.048/99. www.INSS.626/74 e no artigo 7º da Constituição Federal/88.20 (R$ 4. Inclui-se também neste caso a exploração industrial em estabelecimento agrário. artigos 73 e 404 da CLT. Decreto nº 3.20 x 6) VIGIAS E VIGILANTES É assegurado ao vigia e vigilante noturno os mesmos direitos assegurados aos demais trabalhadores noturnos. Lei nº 5. Decreto nº 73. EMPREGADOR RURAL Considera-se empregador rural a pessoa física ou jurídica. incisos IX e XXXIII.20 (R$ 7. art.8285 a 3.

Equipara-se ao empregador rural a pessoa física ou jurídica que. de acordo com o uso e costume do local. EMPREGADO RURAL Empregado rural é toda a pessoa física que.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Considera-se como exploração industrial em estabelecimento agrário as atividades que compreendem o primeiro tratamento dos produtos agrários "in natura" sem transformá-los em sua natureza como: a) o beneficiamento.guiatrabalhista. habitualmente. referidas no item anterior. Não é considerado empregado rural. mesmo guardando cada uma sua autonomia. Grupo Econômico ou Financeiro – Solidariedade Sempre que uma ou mais empresas. A duração do trabalho diário não poderá ser superior a 8 horas. execute serviços de natureza agrária. www. sob a dependência deste e mediante salário. Este intervalo não será computado na duração do trabalho. Em qualquer trabalho contínuo de duração superior a 6 (seis) horas será necessária a concessão de um intervalo mínimo de 1 (uma) hora para repouso ou alimentação. JORNADA DE TRABALHO A jornada de trabalho é de 44 horas semanais e 220 horas mensais. mediante utilização do trabalho de outrem.com. a primeira modificação e o preparo dos produtos agropecuários e hortifrutigranjeiros e das matérias-primas de origem animal ou vegetal para posterior venda ou industrialização. Entre duas jornadas deve-se estabelecer um período mínimo de 11 (onze) horas consecutivas para descanso. retirando-lhe a condição de matéria-prima. serão responsáveis solidariamente nas obrigações decorrentes da relação de emprego. aquele que presta serviços de natureza contínua em chácara ou sítio de lazer e recreação.br . controle ou administração de outra. em caráter profissional. estiverem sob direção. sem finalidade lucrativa. b) o aproveitamento dos subprodutos oriundos das operações de preparo e modificação dos produtos "in natura". mas empregado doméstico.213. presta serviços de natureza não eventual a empregador rural. altere a sua natureza. ou ainda quando. Não será considerada indústria rural aquela que. integrem grupo econômico ou financeiro rural. em propriedade rural ou prédio rústico. embora tendo cada uma delas personalidade jurídica própria. operando a primeira transformação do produto agrário. e por conta de terceiros.

Considera-se serviço intermitente aquele que. entre uma e outra parte da execução da tarefa.guiatrabalhista. sem prejuízo daquela comunicação. a remuneração será acrescida de no mínimo 50% à da hora normal. dentro de 10 (dez) dias. a remuneração da hora excedente não será inferior à da hora normal. e que seja suscetível de afetar a situação econômica e financeira da empresa. Esse excesso poderá ser exigido independentemente de acordo ou contrato coletivo e deverá ser comunicado. conforme o artigo 501 da CLT.com.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Prorrogação A jornada normal de trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares.br . observando-se o intervalo interjornada. seja normalmente executado em duas ou mais etapas diárias distintas. Interrupções Decorrentes de Causas Acidentais – Compensação A empresa poderá compensar interrupções do trabalho decorrentes de causas acidentais ou força maior. como de efetivo exercício. desde que a jornada diária não exceda a 10 (dez) horas. antes desse prazo. devendo esta característica ser expressamente ressalvada na CTPS.214. 50% sobre a hora normal. Compensação www. Nos serviços intermitentes não serão computados. ou para fazer face a motivo de força maior. em no máximo 2 (duas) horas. Esta prorrogação não poderá exceder a 45 (quarenta e cinco) dias por ano. e para a realização do qual este não concorreu direta ou indiretamente. mediante acordo escrito entre o empregador e o empregado ou mediante contrato coletivo de trabalho. no mínimo. em relação a vontade do empregador. condicionada à prévia autorização da autoridade competente. A duração da jornada de trabalho poderá exceder do limite legal ou convencionado para terminar serviços que. os intervalos entre uma e outra parte da execução da tarefa diária. não possam ser adiados. no mínimo. todo acontecimento inevitável. até o máximo de 2 (duas) horas. Nos casos de excesso de horário por motivo de força maior. podendo a jornada normal de trabalho exceder o limite legal ou convencionado. pela sua natureza. Nos demais casos de excesso. Entende-se por força maior. por sua natureza. ou. 5 (cinco) horas. As horas suplementares deverão ser pagas com o acréscimo de. justificado aos agentes fiscais. desde que haja interrupção do trabalho de. e o trabalho não poderá exceder de 12 (doze) horas. à DRT.

os seguintes: .na pecuária: o trabalho executado entre as 20 (vinte) horas de um dia e as 4 (quatro) horas do dia seguinte.na lavoura: o trabalho executado entre as 21 (vinte e uma) horas de um dia e as 5 (cinco) horas do dia seguinte. Ao menor é devido no mínimo o salário mínimo federal. somente poderão ser efetuados no salário do empregados. preferentemente aos domingos e. inclusive ao menor aprendiz é garantido o salário mínimo hora. pela ocupação da morada. ficando vedado prorrogação e compensação de jornada. TRABALHADOR MENOR Ao menor de 16 anos de idade é vedado qualquer trabalho. . . desde que autorizados por ele. Ao menor de 18 (dezoito) anos é vedado o trabalho noturno. www.guiatrabalhista. .Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Poderá haver a compensação do excesso de horas de um dia pela correspondente redução em outro dia. O trabalho noturno será acrescido de 25% (vinte e cinco por cento) sobre a remuneração normal da hora diurna. DESCONTOS Além dos descontos legais ou decisão judicial. Descanso Semanal Remunerado Ao trabalhador rural é devido o descanso semanal remunerado. pelo fornecimento de alimentação. TRABALHO NOTURNO É considerado trabalho noturno: . de 24 (vinte e quatro) horas consecutivas. de acordo com a tradição local (decretados pelo Município).com.215. nos feriados civis e religiosos. e se nelas forem computadas as horas destinadas à aprendizagem teórica. salvo na condição de aprendiz a partir de 14 anos. uma vez que sua jornada de trabalho será de no máximo 6 horas diárias.até o limite de 20% (vinte por cento) do salário mínimo.br . de modo que não exceda o horário normal da semana. Neste caso será dispensado o acréscimo de salário.valor de adiantamentos em dinheiro.até o limite de 25% (vinte e cinco por cento) do salário mínimo. desde que conste em acordo ou contrato coletivo. podendo chegar ao limite de 8 horas diárias desde que o aprendiz tenha completado o ensino fundamental.

pelo menos. a qual.guiatrabalhista. assim como bens destinados à produção para sua subsistência e de sua família.férias proporcionais com o devido acréscimo de 1/3 constitucional. Residindo na mesma morada mais de um empregado. pelo código 04.Não Integração no Salário Quando o empregador ceder ao empregado. sendo vedada a moradia coletiva de famílias. . . assim entendidas as tarefas normalmente executadas no período compreendido entre o preparo do solo para o cultivo e a colheita.13º salário proporcional.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © É considerado morada a habitação fornecida pelo empregador. Moradia e Bens Destinados à Produção Para Sua Subsistência . O empregado será obrigado a desocupar a morada fornecida pelo empregador dentro de 30 (trinta) dias da data da rescisão ou findo o contrato de trabalho. . SAFRISTA É considerado safreiro ou safrista o trabalhador que se obriga à prestação de serviços mediante contrato de safra. assim como proceder a anotação da CTPS antes do início do gozo e também do livro ou fichas de registro de empregados.salário-família proporcional. Contrato de safra é aquele que tenha sua duração depedente de variações estacionais das atividades agrárias. moradia e sua infraestrutura básica. . 1/3 a mais do que o salário normal. o empregado fará jus aos seguintes direitos trabalhistas: .br . com testemunhas e notificação obrigatória ao respectivo sindicato de trabalhadores rurais. desde que caracterizados como tais. atendendo às condições peculiares de cada região. www. FÉRIAS O empregado rural terá direito a 30 dias de férias com.saldo de salário.216.com.saque dos depósitos do FGTS. .FGTS mês rescisão e mês anterior (recolhido em GRFP). O empregador deverá comunicar o empregado da concessão das férias com antecedência mínima de 30 dias. satisfaça os requisitos de salubridade e higiene estabelecidos pela DRT. caso ainda não tenha sido depositado. o valor correspondente ao percentual do desconto acima será dividido igualmente pelo número total de ocupantes. não integram o salário do trabalhador rural. em contrato escrito celebrado entre as partes. Expirado o contrato de safra.

na proporção de 1/12 avos por mês de serviço ou fração de 15 dias. o empregador pagará. no valor da remuneração que lhe seria devida nos dias correspondentes. metade do salário. durante o ano. qualquer que seja a forma de pagamento.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O empregado que for dispensado sem justa causa. sempre que este requerer no mês de janeiro do correspondente ano. antes de completar 12 meses de serviço. sem prejuízo do salário integral. Nos casos de empregados admitidos no curso do ano. por mês de serviço ou fração de 15 dias. se a rescisão tiver sido promovida pelo empregador. como adiantamento da gratificação. a uma gratificação natalina correspondente a 1/12 (um doze avos) da remuneração devida em dezembro por mês de serviço do ano correspondente. ou. SEGURO-DESEMPREGO www. recebido pelo empregado no mês anterior. 13º SALÁRIO O empregado rural fará jus.guiatrabalhista.217. O adiantamento será pago ao ensejo das férias do empregado. de uma só vez.br . O empregador não está obrigado a fazer o adiantamento a todos os seus empregados no mesmo mês. o empregado terá o valor da remuneração em dobro. o adiantamento corresponderá à metade de 1/12 avos da remuneração. É facultado ao empregado converter 1/3 do período de férias a que tiver direito em abono pecuniário. para procurar outro emprego. Durante o prazo do aviso prévio. ou cujo contrato de trabalho se extinguiu em prazo determinado. não permanecer à disposição do empregador durante todos os meses.com. no mês de dezembro de cada ano. A fração igual ou superior a 15 dias de trabalho será havida como mês integral. Entre os meses de fevereiro a novembro de cada ano. Sendo as férias concedidas fora do período concessivo. o empregado rural terá direito a 1 (um) dia por semana. AVISO PRÉVIO Tratando-se de um contrato por prazo indeterminado. terá direito à remuneração relativa ao período incompleto de férias. a parte que rescindir o contrato de trabalho sem justo motivo deverá comunicar a outra de sua resolução com no mínimo 30 dias de antecedência.

até o limite de 2 (dois) anos após a extinção do contrato de trabalho.guiatrabalhista. mais de 50 (cinqüenta) trabalhadores de qualquer natureza. FGTS O trabalhador rural faz jus aos depósitos do FGTS a partir da competência outubro/88. Isto se deu com o advento da Constituição Federal/88. assim como a multa rescisória de 40% em caso de rescisão sem justa causa. limitado aos últimos 5 (cinco) anos. Direito este normatizado pela Lei nº 7.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Com o advento da Constituição Federal/88. o trabalhador rural também foi atingido pelo direito ao Seguro-Desemprego.com. inteiramente gratuita.br . LICENÇA-MATERNIDADE Considerando-se que a trabalhadora rural é uma segurada da previdência social. nos limites de sua propriedade. SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO O empregador e o trabalhador rural devem observar as normas de segurança e higiene do trabalho aprovadas pelo Ministério do Trabalho. com tantas classes quantos sejam os grupos de 40 (quarenta) crianças em idade escolar. quando ocorrer uma despedida sem justa causa. para os menores dependentes. desde a competência 11/1991. O salário-maternidade da empregada consistirá numa renda igual à sua remuneração integral. O afastamento da empregada será determinado com base em atestado médico. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA O trabalhador rural tem o desconto da contribuição previdenciária sobre a sua remuneração constante em folha de pagamento. esta faz jus à licença-maternidade de 120 dias. Contra o menor de 18 (dezoito) anos não corre qualquer prescrição. PRESCRIÇÃO TRABALHISTA O empregado rural tem direito de ação.218. ESCOLA PRIMÁRIA – OBRIGATORIEDADE O empregador rural que tiver a seu serviço.998/90 e a Resolução CODEFAT 392/2004. é obrigado a possuir e conservar em funcionamento escola primária. www. sendo paga diretamente pelo INSS. dos créditos trabalhistas. com família.

conforme determina o inciso I do art. 1º . SALÁRIO-FAMÍLIA Ao empregado rural com remuneração compatível ao estabelecido pela previdência social é devido na proporção do número de filhos ou equiparados até o mês em que completarem 14 (quatorze) anos. proprietário ou não. mesmo que da mesma empresa ou empregador produtor rural pessoa física. Quando o pai e a mãe são segurados empregados. na importância correspondente à remuneração de um dia de trabalho. c) os proprietários de mais de um imóvel rural.219. foi alterado pela Lei nº 9.do salário-maternidade.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Juntamente com a última parcela paga em cada exercício. explore imóvel rural que lhe absorva toda a força de trabalho e lhe garanta a subsistência e progresso social e econômico em área superior a dois módulos rurais da respectiva região. conforme tratam os artigos 473 da CLT e art. O Decreto-lei nº 1. atividade econômica rural.trabalhador rural: a) pessoa física que presta serviço a empregador rural mediante remuneração de qualquer espécie. 10. em regime de economia familiar. trabalhe individualmente ou em regime de economia familiar. considera-se: I . 580 da CLT. anualmente. em seu artigo 1º. b) quem. ambos têm direito ao salário-família.701/98. passando o mencionado artigo a vigorar com a seguinte redação: "Art. ainda que com ajuda eventual de terceiros.Para efeito da cobrança da contribuição sindical rural prevista nos arts.guiatrabalhista. será pago o abono anual . empreende. II . § 1º do ADCT da CF/88. desde que a soma de suas áreas seja superior a dois módulos rurais da respectiva região. a qualquer título. proprietário ou não.empresário ou empregador rural: a) a pessoa física ou jurídica que.166/71. art. LICENÇA-PATERNIDADE Ao trabalhador rural é estendido o direito à licença-paternidade de 5 dias úteis consecutivos." PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS www. tendo empregado. o salário-família correspondente.br .com. b) quem.décimo terceiro salário . 149 da Constituição Federal e 578 a 591 da Consolidação das Leis do Trabalho. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL O trabalhador rural contribuirá de uma só vez. indispensável à própria subsistência e exercido em condições de mútua dependência e colaboração. proporcional ao período de duração do benefício. 5º. assim entendido o trabalho dos membros da mesma família. e mesmo sem empregado.

os empregados domésticos. qualquer que seja o regime jurídico. . para os efeitos dela. www. Não existe determinação legal de distância mínima para que seja obrigatório o fornecimento do Vale-Transporte. conforme determina o artigo 455 da CLT. Entende-se como deslocamento a soma dos segmentos componentes da viagem do beneficiário.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Os trabalhadores rurais empregados de empresas pessoas jurídicas fazem jus a participação nos lucros ou resultados da empresa. por um ou mais meios de transporte.626/74.048/99. Decreto nº 3. Lei nº 5. Decreto nº 73.220. em relação a este e ao empreiteiro principal.889/73. intermunicipal e interestadual com características semelhantes ao urbano. Lei nº 8. dos Territórios e suas autarquias. percepção de salários e os necessários ao desenvolvimento das relações com o empregador. para os deslocamentos indispensáveis à prestação do trabalho. o empregador é obrigado a fornecê-los. quando nela determinou que pessoa física não se equipara à empresa.101/00.os atletas profissionais. a forma de remuneração e da prestação de serviços. ainda. UTILIZAÇÃO O Vale-Transporte é utilizável em todas as formas de transporte coletivo público urbano ou. Bases: Artigo 7º da CF/88. . tais como: . entre sua residência e o local de trabalho. .os empregados do subempreiteiro.212/91. Excluem-se das formas de transporte mencionadas os serviços seletivos e os especiais. . operado diretamente pelo poder público ou mediante delegação.guiatrabalhista. . do Distrito Federal.br . conforme determina a Lei nº 10.os trabalhadores de empresas de trabalho temporário. A mencionada Lei não estendeu tal direito para os empregados de pessoa física. VALE-TRANSPORTE O Vale-Transporte constitui benefício que o empregador antecipará ao trabalhador para utilização efetiva em despesas de deslocamento residência-trabalho e vice-versa. BENEFICIÁRIOS São beneficiários do Vale-Transporte os trabalhadores em geral e os servidores públicos federais.os empregados definidos pela CLT. . em linhas regulares e com tarifas fixadas pela autoridade competente. então.os empregados a domicílio. o empregado utilizando-se de transporte coletivo por mínima que seja a distância.com.os servidores da União.

continua proibido substituir o Vale-Transporte por antecipação em dinheiro ou qualquer outra forma de pagamento. quando tiver efetuado. residência-trabalho e vice-versa. o beneficiário poderia ser ressarcido pelo empregador. o deslocamento. necessário ao atendimento da demanda e ao funcionamento do sistema. vedada a concessão cumulativa com o Vale-Transporte. conclui-se que os servidores públicos estaduais e municipais não têm o direito ao benefício do Vale-Transporte. EMPREGADOR – DESOBRIGAÇÃO O empregador que proporcionar.02. na folha de pagamento imediata. Essas informações deverão ser atualizadas anualmente ou sempre que ocorrer alteração em um dos dados. salvo se a respectiva Constituição. REQUISITOS PARA O EXERCÍCIO DO DIREITO DE RECEBER O empregado para passar a receber o Vale-Transporte deverá informar ao empregador. os serviços e meios de transporte mais adequados ao seu deslocamento residênciatrabalho e vice-versa. FORNECIMENTO EM DINHEIRO A MP 280/2006 permitia.2006. Neste caso. este dispositivo foi revogado pela MP 283. por escrito: seu endereço residencial. a despesa para seu deslocamento. exceto se houver falta ou insuficiência de estoque de Vale-Transporte (dos fornecedores).2006.221. de seus trabalhadores. em veículos adequados ao transporte coletivo. publicada no Diário Oficial da União em 24. por conta própria.com. Entretanto. está desobrigado do Vale-Transporte. por meios próprios ou contratados. da parcela correspondente. NÃO COBERTURA DE TODO TRAJETO O empregador que fornece ao beneficiário transporte próprio ou fretado que não cubra integralmente todo o trajeto deverá fornecer Vale-Transporte para os segmentos da viagem que não foram abrangidos pelo transporte fornecido. sob pena de suspensão do benefício até o cumprimento dessa exigência.guiatrabalhista. A empresa deverá obter declaração negativa quando o funcionário não exercer a opção deste benefício. o pagamento do benefício em pecúnia. Lei ou norma estadual ou dispositivo municipal assim o conceder. a partir de 01.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS E MUNICIPAIS Pela leitura da Lei e da regulamentação.br .02. Portanto. O www. número de vezes utilizados no dia para o deslocamento residência/trabalho/residência.

222. excluídos quaisquer adicionais ou vantagens. A concessão do Vale-Transporte autoriza o empregador a descontar. mensalmente.pelo empregador.guiatrabalhista. o Parecer Normativo SFT/MT nº 15/92.00 x 50% = R$ 15. considerando o mês completo de junho.00 = R$ 30. salvo estipulação em contrário.00 Desconto proporcional: R$ 30. Falta Grave O beneficiário que se utilizar de declaração falsa ou usar indevidamente o Vale-Transporte estará sujeito a demissão por justa causa. é de 40. Custo do vale transporte em junho: R$ 1. CUSTEIO O Vale-Transporte será custeado: . Para efeito da base de cálculo do desconto de 6%. no que exceder à parcela referida no item anterior. em Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho que favoreça o beneficiário.pelo beneficiário. uma vez que constitui falta grave. Utilizará 20 passes no período de 15 a 30 de junho. o valor da parcela equivalente a 6% (seis por cento) do seu salário básico ou vencimento.00 6% x R$ 500. do beneficiário que exercer o respectivo direito.br .75. O desconto é proporcional nos casos de admissão. O total de passes. desligamento e férias. PROPORCIONALIDADE DO DESCONTO O valor da parcela a ser suportada pelo beneficiário será descontada proporcionalmente à quantidade de Vale-Transporte concedida para o período a que se refere o salário ou vencimento e por ocasião de seu pagamento. Custo do vale transporte individual: R$ 1. . na parcela equivalente a 6% (seis por cento) de seu salário básico ou vencimento. Salário-base mensal: R$ 500. Exemplo: Empregado admitido em 15 de junho. Proporção de vale-transporte no mês da admissão: 20 divididos por 40 = 50%.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © beneficiário se comprometerá a utilizar o Vale-Transporte exclusivamente para o seu efetivo deslocamento residência-trabalho e vice-versa.00.00 www. esclareceu que toma-se como o seu salário inteiro e não apenas os dias úteis do mês calendário.com.75 x 20 = 35.

percentagens.nº de dias de trabalho no mês de julho: 23 . Neste caso. integralmente do salário do empregado.00): R$ 30.00 www.00 = R$ 20. devendo devolver os VT não utilizados ou ser descontado o valor equivalente. logo ocorrendo uma demissão no curso de um mês com aviso prévio indenizado. ou então se procede ao desconto do valor real dos passes não utilizados.223. gratificações.o salário básico ou vencimento.valor dos Vales-Transporte: R$ 161. a empresa poderá deduzir os vales não utilizados no mês anterior.guiatrabalhista. para os trabalhadores remunerados por tarefa ou serviço feito ou quando se tratar de remuneração constituída exclusivamente de comissões.6% do salário básico (R$ 500.00 (1.00 – R$ 15. O desconto do Vale-Transporte somente poderá ser feito em relação ao salário pago. gorjetas ou equivalentes. e descontá-los.95 a título de horas extras a 50%. Isto porque o empregador entrega antecipadamente ao empregado os vales que adquiriu.com.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Encargo de VT do empregador no mês de junho: R$ 35.00 + R$ 50.br . Havendo ausências do empregado ao trabalho (mesmo justificadas. c) multiplicar os vales não utilizados pelo valor real dos mesmos. excluídos quaisquer adicionais ou vantagens.75 x 92) . Salário mensal de agosto R$ 500. Exemplo: O empregado utiliza 4 Vales-Transporte para o seu deslocamento residência-trabalho e vice-versa.nº de Vales-Transporte necessários: 92 . FALTAS/AFASTAMENTOS – DEVOLUÇÃO O vale-transporte é para uso exclusivo no deslocamento casa-trabalho e vice-versa. b) no mês seguinte. de imediato não mais faz jus o empregado ao benefício concedido. quando da concessão do vale.o montante percebido no período. se a empresa paga por quinzena não poderá descontar no pagamento da 1ª quinzena os vales correspondentes ao mês todo. Por exemplo.00. e . a empresa somente poderá descontar o valor dos vales relativos à remuneração da quinzena que está sendo paga. Na demissão do empregado este deve devolver os passes que sobraram. BASE DE CÁLCULO PARA O DESCONTO A base de cálculo para determinação da parcela a ser descontada do beneficiário será: . como o caso de doença). a empresa poderá optar por uma das situações abaixo: a) exigir que o empregado devolva os vales-transporte não utilizados. .

A aquisição deve ser feita antecipadamente e à vista. QUANTIDADE E TIPO DE VALE-TRANSPORTE . . uma das quais ficará com a compradora.nº de Vales-Transporte necessários: 46 . Exemplo: O empregado utiliza 2 Vales-Transporte para o seu deslocamento residência-trabalho e vice-versa. .50 e não R$ 84.400. EMPREGADO QUE UTILIZA VEÍCULO PRÓPRIO www.br . Salário mensal do mês de agosto R$ 1.75 x 46) .do empregado será descontado: R$ 30.00.a empresa custeará: R$ 131.o nome.o período a que se referem. o empregado poderá optar pelo recebimento antecipado do Vale-Transporte.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Portanto: . proibidos quaisquer descontos e limitada à quantidade estritamente necessária ao atendimento dos beneficiários.6% do salário: R$ 84.00 (6% do salário) devido o valor integral dos Vales-Transporte ser inferior aos 6% do salário.com.a quantidade de Vale-Transporte vendida e de beneficiários a quem se destina.OBRIGAÇÃO DO EMPREGADOR A concessão do benefício obriga o empregador a adquirir Vale-Transporte em quantidade e tipo de serviço que melhor se adequar ao deslocamento do beneficiário. do empregado será descontado: R$ 80. endereço e número de inscrição da compradora no CNPJ.00 VALOR INFERIOR A 6% Sendo a despesa com o deslocamento do beneficiário inferior a 6% (seis por cento) do salário básico ou vencimento.valor dos Vales-Transporte: R$ 80. .guiatrabalhista.50 (1.nº de dias de trabalho no mês de julho: 23 . contendo: . Comprovação da Compra A venda de Vale-Transporte será comprovada mediante recibo seqüencialmente numerado.00 Portanto.00 .224. emitido pela vendedora em duas vias. cujo valor será integralmente descontado por ocasião do pagamento do respectivo salário ou vencimento.

não tem natureza salarial. o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir contribuição.Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais. de sistemas de previdência e assistência social. III e 150. . deverá ser complementada pelo VT. para o custeio. a parte não coberta do trajeto. www. e sem prejuízo do previsto no art. § 6º.247/87.247/1987 e os citados no texto. Decreto 95. NATUREZA SALARIAL O Vale-Transporte no que se refere à contribuição do empregador: . Se parcial.Os Estados. Caso venha a optar pelo recebimento do benefício e passar a utilizá-lo de forma irregular.guiatrabalhista. 5º e 7º do Decreto nº 95.247/1987). Bases: Lei 7. relativamente às contribuições a que alude o dispositivo. O transporte particular cedido pelo empregador ao empregado também não constitui remuneração. cobrada de seus servidores. 3º. que não seja o deslocamento residência-trabalho e vice-versa. 149 da Constituição Federal/88: Art. Parágrafo único . estará cometendo falta grave nos termos do § 3º.não é considerado para efeito de pagamento da Gratificação de Natal (13º salário).247/87).225. art. em benefício destes. observado o disposto nos arts. cobrindo todo o trajeto. . Do empregado pode ser descontado até 6% sobre o seu salário (artigos 33 e 34 do Decreto 95. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas.não configura rendimento tributável do beneficiário.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O trabalhador que utiliza veículo próprio para seu deslocamento não terá direito ao vale transporte. 149 .com. não estará obrigado a fornecer o VT. (artigos 2º. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL DO EMPREGADOR A Contribuição Sindical é prevista constitucionalmente no art. 146.não constitui base de incidência de contribuição previdenciária ou do FGTS.418/1985. I e III. III da CLT. como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas. sob pena de ter seu contrato de trabalho rescindido por justa causa. 195. nem se incorpora à remuneração do beneficiário para quaisquer efeitos. TRANSPORTE FORNECIDO PELO EMPREGADOR Se o empregador concede o transporte próprio. .br . 7º do Decreto nº 95. 458. deve ser orientado pelo empregador para alterar o termo de opção do vale transporte. § 2º. conforme determina o art.

guiatrabalhista. nos jornais de maior circulação local e até dez dias da data fixada para depósito bancário. mediante a aplicação de alíquotas. é necessário consulta à respectiva entidade sindical. 605 da CLT dispõe que: As entidades sindicais são obrigadas a promover a publicação de editais concernentes ao recolhimento da contribuição sindical.br . A GRCSU é composta de duas vias: uma destinada ao contribuinte.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © EDITAIS . conforme prevê o art. 587 da CLT. para comprovação da regularidade da arrecadação e outra à entidade arrecadadora. inciso III. o MTE através da Portaria MTE nº 488/05. (Redação dada pela Lei nº 6.br). da firma ou empresa. para os empregadores.386/76) VALOR O valor da contribuição sindical. aprovou a nova guia para recolhimento da contribuição sindical. está disponível nos sites do MTE (www.PUBLICAÇÃO PELA ENTIDADE SINDICAL O art. para cálculo e recolhimento da contribuição sindical. da CLT): www. A nova guia .br) e da Caixa Econômica Federal (www.caixa. durante três dias. PRAZO DE RECOLHIMENTO A Contribuição Sindical deve ser recolhida no mês de janeiro de cada ano (de uma só vez). aos respectivos sindicatos de classe.com.226. registrado nas respectivas Juntas Comerciais ou órgãos equivalentes. é o único documento para recolhimento da contribuição.gov. PREENCHIMENTO DA GUIA A partir de Janeiro de 2006. bastar conectar-se à internet e acessar o preenchimento on line da CGCSU da Caixa. 580. Para preencher a guia. recolhem a contribuição sindical no mês em que requeiram às repartições o registro ou a licença para o exercício da respectiva atividade. Portanto. Para visualizar as instruções de preenchimento abra o link INSTRUÇÕES. EMPRESAS CONSTITUÍDAS APÓS O MÊS DE JANEIRO Para as empresas que venham a estabelecer-se após o mês de janeiro. conforme a seguinte tabela (art. será em importância proporcional ao capital social.gov.GRCSU.mte.

De R$ 0.46 até R$ 2.01 em diante Alíquota (%) Contribuição Mínima de: 0. TABELA PRÁTICA DIVULGADA PELO MTB Utilizando o MVR encontrado acima para converter tais valores em real.02% desse montante mais a parcela calculada até a faixa de capital anterior).640.326.425.25 3 . dentre outros.177/91.95 Capital Social 1.26 até R$ 28.1% 0. A contribuição máxima é devida por empresas com capital superior a 800.367.245.000 vezes o MVR Contribuição Mínima e Máxima ALÍQUOTA 0.000 MVR (0.01 até R$ 15.De R$ 28. o Maior Valor de Referência (MVR) e demais unidades de conta assemelhada que são atualizadas por índice de preços.45 4 .0083.245.guiatrabalhista. O Ministério do Trabalho.8% 0.851.425.De R$ 2.02 Contribuição Máxima de www. temos a seguinte tabela prática: Parcela a Adicionar à Contribuição Sindical Calculada R$ 11. inciso III.00 5 .00 6 – De R$ 15.01 a R$ 1.640.11 R$ 45.000 o MVR acima de 150.br .206.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © CLASSES DE CAPITAL até 150 vezes o maior valor de referência (MVR) acima de 150 até 1500 vezes o MVR acima de 150.206.62 2 – De R$ 1.2 0.851.com.851.8 0.851. art. Extinção do Valor de Referência A Lei nº 8. desde 01.227.000 até 800. 3º. extinguiu.512. através da Nota Técnica/CGRT/SRT 05/2004.1 0.91.62 R$ 5.512.02.02% A contribuição mínima é fixada em 60% (sessenta por cento) do maior valor de referência. fixou o valor do MVR em real para atualização dos valores expressos na CLT em R$ R$ 19.40 __ R$ 17.De R$ 2.2% 0.62 R$ 2.63 a R$ 2.

97.00 X 0. relativo à linha do enquadramento do capital.750.000. FILIAIS OU AGÊNCIAS O art.35 + R$ 45. Exemplo: Capital da empresa: R$ 920.guiatrabalhista. SUCURSAIS.512.00 2 – alíquota correspondente à linha: 0.000 .63 a R$ 2.851.46 até R$ 2. desde que localizadas fora da base territorial da entidade sindical representativa da atividade econômica do estabelecimento principal.000. terá um capital proporcional de R$ 736.br . na proporção das correspondentes operações econômicas.00 x 80%). para fins de enquadramento na tabela de contribuição do sindicato respectivo (o de Curitiba).00 . 3 – Adicione ao resultado encontrado o valor constante da coluna “parcela a adicionar”. 2 – Multiplique o capital social pela alíquota correspondente à linha onde for enquadrado o capital.25 2 – alíquota correspondente à linha: 0.851.00 X 0.62 = 105.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © MODO DE CALCULAR A CONTRIBUIÇÃO SINDICAL 1 – Enquadre o Capital Social na “classe de capital” correspondente.000.00 2º) Capital Social de R$ 60.000.00 .245.350.1% Então: R$ 60.00 Faturamento da matriz em Curitiba (Sindicato Curitiba) R$ 800.350.8% Valor da Contribuição Sindical: R$ 1.100% A matriz Curitiba. sucursais. 581 da CLT dispõe que as empresas atribuirão parte do respectivo capital às suas sucursais.80% Faturamento na filial em Londrina (Sindicato de Londrina) R$ 200.8% = R$ 14. Considera-se base territorial a área geográfica na qual se situa a categoria econômica ou profissional representada pelo sindicato. filiais ou agências.1% = R$ 60. fazendo a devida comunicação às Delegacias Regionais do Trabalho.750.com. com percentual de faturamento em 80%.425. conforme a localidade da sede da empresa. www.000.00: 1 – classe de enquadramento: de R$ 28. Exemplos Práticos de Cálculos: 1º) Capital Social de R$ 1.000.00 (R$ 920.35 3 – parcela a adicionar: R$ 45.000.228.00: 1 – classe de enquadramento: de R$ 1.20% Total R$ 1.62 Valor da Contribuição Sindical: R$ 60. filiais ou agências.

sem atividade preponderante. § 1º da CLT). a contribuição é destinada aos sindicatos correspondentes a cada atividade.000 vezes o Maior Valor de Referência. em regime de conexão funcional. mas tão-somente paralisação das operações econômicas. EMPRESAS NÃO OBRIGADAS A REGISTRAR O CAPITAL SOCIAL As entidades ou instituições. com percentual em 20%. para referido enquadramento. operação ou objetivo final.com.guiatrabalhista. cada uma dessas atividades será incorporada à respectiva categoria econômica. sucursais ou agências que pertencem ao mesmo sindicato e estão localizadas na mesma base territorial da matriz. Com relação às sucursais.br . Assim. exclusivamente. BASE TERRITORIAL IDÊNTICA No caso de filiais. Deverão ser observados os limites mínimos de 60% do Maior Valor de Referência e máximo mediante aplicação da tabela progressiva ao capital equivalente a 800.00 x 20%. que não estejam obrigadas ao registro de capital social para efeito do cálculo da contribuição sindical.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © A filial Londrina. entende-se por atividade preponderante a que caracterizar a unidade de produto.229. terá um capital proporcional de R$ 184.000. procede-se da mesma forma (art. FILIAIS PARALISADAS Na hipótese de não ter sido feito juridicamente encerramento das atividades da filial situada em outra base territorial. 581. para cuja obtenção todas as demais atividades convirjam. é recomendável que se recolha a contribuição sindical mínima. ENTIDADES OU INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS www. 581.00 (R$ 920. EMPRESAS COM VÁRIAS ATIVIDADES ECONÔMICAS Quando a empresa realizar diversas atividades econômicas sem que nenhuma delas seja preponderante. não será aplicado o princípio da atribuição de capital. § 5º da CLT). sendo a contribuição sindical devida à entidade sindical representativa da mesma categoria.000. agências ou filiais. deverão considerar o valor resultante de 40% sobre o movimento econômico registrado no exercício anterior (artigo 580. ATIVIDADE PREPONDERANTE Conforme dispõe o art. § 2º da CLT.

. e proporcional ao capital da empresa e a época para pagamento é janeiro.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O art..com... PRESCRIÇÃO O prazo de cobrança da contribuição sindical prescreve em cinco anos. III e 587 da CLT. ou seja... estabelece que as entidades que não exercem atividades econômicas com fins lucrativos excluem-se da regra mencionada acima. as mesmas estão dispensadas da contribuição sindical.. porém não pacífico. o entendimento predominante.. é no sentido de que as modificações do capital social durante o ano não implicam em complementação da contribuição sindical.. ELEVAÇÃO DO CAPITAL APÓS JANEIRO A contribuição sindical dos empregadores.. A relação nominal pode ser substituída por cópia da folha de pagamento...RELAÇÃO DE EMPREGADOS Os empregadores deverão remeter.565. visto que está vinculada às normas do sistema do Código Tributário Nacional.. à respectiva entidade sindical profissional.6943 Ufir.. conforme dispõem os artigos 580.guiatrabalhista.. tanto dos empregadores como dos empregados. salário percebido no mês a que corresponder a contribuição e valor recolhido.. Para comprovação desta condição....012/2003. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL . indicando função de cada um. relação nominal dos empregados contribuintes.230. CONCORRÊNCIA PÚBLICA O art. 580.. § 6º da CLT.. Modelo: RELAÇÃO DOS EMPREGADOS CONTRIBUINTES EMPRESA : . Assim... CNPJ: ........ 607 da CLT dispõe que para a participação em concorrências públicas ou administrativas e para o fornecimento às repartições paraestatais ou autárquicas... é essencial a apresentação da guia de contribuição sindical quitada.. no prazo de 15 (quinze) dias contados da data de recolhimento da contribuição sindical. por infração aos dispositivos relativos à contribuição sindical. PENALIDADES A fiscalização do trabalho pode aplicar a multa de 7.....5657 a 7.br . www... as entidades deverão obedecer ao disposto na Portaria MTE 1...

também. na lavoura. Durante a vigência do contrato terá todos os direitos trabalhistas e previdenciários. f) adicional noturno (a hora noturna não é reduzida. c) férias acrescidas de 1/3 da Constituição Federal.233/83. d) FGTS.00 660.33 6. b) 13º salário.br . O contrato de safra é uma modalidade do contrato de trabalho por prazo determinado.00 26.00 750.00 800.00 200. no mínimo. ser inscrito no Programa de Integração Social (PIS). assim entendidas as tarefas normalmente executadas no período compreendido entre o preparo do solo para o cultivo e a colheita.00 900.67 262.00 30. correspondendo a 60 minutos). e www. Deve. no mínimo. DOS DIREITOS DO SAFRISTA O safrista deve ser registrado em Carteira de Trabalho e em Livro ou Ficha de Registro. o salário mínimo vigente.800.231.00 Helena da Silva João Adalberto Anita Flores Santos Valmir Dantas Carlos dos Santos José Henrique Silva Flávia Conte Eugênio Telles TOTAIS Gerente Chefe de Seção Coordenadora Auxiliar de Escritório Auxiliar de Escritório Auxiliar Servente Office-boy Valor da Contribuição (R$) 83.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Exercício: 2003 Folha nº 001 Nome Função Salário (R$) 2.00 1.guiatrabalhista.500. 50%. CONTRATO POR SAFRA Contrato de safra é aquele que tem sua duração dependente de variações estacionais das atividades agrárias. O trabalho noturno é executado entre as 21h de um dia as 05h do dia seguinte. art. com acréscimo de.00 22. tais como: Direitos Trabalhistas a) salário de.00 Base: Portaria MTb nº 3.33 60. sendo que a data do encerramento está vinculada ao término do plantio ou da colheita.00 250. 2º e parágrafo único.860.67 8. e) horas extraordinárias.00 7.00 25.com.

em relação à vontade do empregador. d) auxílio-doença. e) salário-família. g) licença paternidade. O referido acordo deve ser preferencialmente coletivo.232. em número não excedente de 2 (duas). devido a melhor aceitação pelo nosso judiciário. no mínimo. b) auxílio-reclusão. Direitos Previdenciários 1 . e h) reabilitação profissional. desde que não exceda a 12 horas. não podendo ultrapassar a 08 horas diárias. pelo menos. na pecuária. b) aposentadoria por idade aos 60 anos para o homem e 55 para as mulheres. mediante acordo de prorrogação de horas entre empregado e empregador. 44 horas semanais. 25% sobre a hora diurna. 50% (cinqüenta por cento) da hora normal. c) aposentadoria por tempo de contribuição. ou seja.br . Serviços Inadiáveis ou Força Maior A duração da jornada poderá exceder o limite legal ou convencionado para terminar serviços.com. www.Quanto aos dependentes: a) pensão por morte.Quanto ao segurado: a) aposentadoria por invalidez. Jornada Extraordinária A duração normal de trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares. será acrescida de. ou para fazer face a motivo de força maior. que pela sua natureza não possam ser adiados. A importância da remuneração da hora suplementar. Entende-se por força maior todo acontecimento inevitável. g) auxílio-acidente.guiatrabalhista. e para a realização do qual este não concorreu direta ou indiretamente.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © entre as 20h de um dia e as 04h do dia seguinte. c) reabilitação profissional. JORNADA DE TRABALHO A jornada de trabalho do safrista é a mesma aplicada aos demais empregados. 2 . O adicional noturno rural é de. f) salário-maternidade.

pelo empregador. para cada uma deve ser firmado um contrato próprio. fará jus a: a) saldo de salário. Não haverá aviso prévio. condicionada à prévia autorização da autoridade competente. O empregado. a remuneração será pelo menos 50% superior a da hora normal.guiatrabalhista. A prorrogação em questão não poderá exceder de 45 (quarenta e cinco) dias por ano. o excesso de um dia for compensado pela correspondente redução em outro dia. cana-de-açúcar ou laranja. a não ser que haja uma cláusula recíproca de direito de rescisão antecipada. até o máximo de 2 (duas) horas. www. além da indenização. este responderá com indenização equivalente a 50% da remuneração do empregado até o final do contrato. durante o número de dias necessários. para compensar interrupções de trabalho decorrentes de causas acidentais ou força maior. dentro de 10 (dez) dias à Delegacia Regional do Trabalho. d) salário-família.br . por força de acordo ou convenção coletiva. A remuneração da hora excedente nos casos de força maior não será inferior a da hora normal. CONTRATO PARA CADA SAFRA Na hipótese do empregador explorar várias culturas como soja. Nos demais casos. b) 13º salário proporcional. poderá ser exigido independentemente de acordo ou contrato coletivo e deverá ser comunicado. RESCISÃO DO CONTRATO Iniciativa do Empregador Sendo o contrato rescindido antes do prazo. acima mencionada. f) saque do FGTS pelo código 01. neste caso. de maneira que não exceda o horário normal da semana. se fizer jus. Compensação de Horas Poderá ser dispensado o acréscimo de salário se.com. c) férias proporcionais acrescidas de 1/3 da Constituição Federal.233.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © O excesso de horas. e) indenização de 40% do FGTS. desde que a jornada diária não exceda de 10 (dez) horas. Interrupções Por Causas Acidentais A duração da jornada de trabalho poderá igualmente exceder do limite legal ou convencionado.

048/99 e os citados no texto. o Ministério do Trabalho expediu o Precedente Normativo 65. Com o advento da Constituição da República. Decreto nº 3. III. prevê que. estendeu aos trabalhadores rurais o regime do FGTS. onde expôs o entendimento que tal indenização deve ser cumulada com o percentual do FGTS devido na dispensa.889/73.mesmo que de forma proporcional.234. EXTINÇÃO DO CONTRATO No término normal do contrato são devidas ao empregado as seguintes verbas: a) saldo de salário.626/74.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Entende-se. se fizer jus.br . se houver a previsão em Convenção Coletiva. Iniciativa do Empregado No caso da rescisão antecipada ser efetuada pelo empregado. b) 13º salário proporcional. ao término normal do contrato de safra. tinha-se entendido que essa indenização foi substituída pelo saque dos depósitos do FGTS.com. c) 13º salário proporcional. A Lei nº 5. se fizer jus. será devido ao safrista. que em seu artigo 7º. a título de indenização do tempo de serviço. d) salário-família. importância correspondente a 1/12 (um doze avos) do salário mensal. em 1988. e) saque do FGTS pelo código 04. em seu artigo 14. também. Base: Lei nº 5. importância correspondente a 1/12 (um doze avos) do salário mensal. por mês de serviço ou fração superior a 14 dias. d) salário-família. além de outros que visem à melhoria de sua condição social: www. conforme artigo 14 da Lei 5. Decreto nº 73. este fará jus a: a) saldo de salário. b) férias proporcionais acrescidas de 1/3 da Constituição Federal. Entretanto. por mês de serviço ou fração superior a 14 dias.889/1973 e Precedente Normativo MTE 65.889/73. c) férias proporcionais acrescidas de 1/3 Constitucional Federal. DIREITOS CONSTITUCIONAIS DO TRABALHADOR São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. que é devido a indenização do tempo de serviço. Isto porque a falta ou ausência de tal indenização proporcional implicaria em retirar do trabalhador um direito legalmente previsto .guiatrabalhista.

desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. 5 – piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. Notas: Dispositivo regulamentado pela Lei 8716/1993.235. 6 – irredutibilidade do salário. 7 – garantia de salário. para os que percebem remuneração variável. com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo. Desta forma. Nota: até que seja promulgada a lei complementar a que se refere o artigo 7º. para quatro vezes. saúde. que preverá indenização compensatória.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © 1 – relação de emprego protegida contra despedida arbitrária ou sem justa causa. em caso de desemprego involuntário. higiene.guiatrabalhista. nunca inferior ao mínimo. fixado em lei. desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato. prevalecerão sobre as estipuladas em Acordo. transporte e previdência social. salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo. 3 – fundo de garantia do tempo de serviço. 4 – salário mínimo. educação. O artigo 620 da CLT estabelece que as condições estabelecidas em Convenção. nos termos de lei complementar. de 13 de setembro de 1966. dentre outros direitos. a citada garantia constitucional será o valor do piso salarial da categoria do empregado quando for maior que o salário mínimo vigente.com. nacionalmente unificado. www. 8 – décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposentadoria. 2 – seguro-desemprego. da Constituição: I – fica limitada a proteção nele referida ao aumento. II – fica vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa: a) do empregado eleito para cargo de direção de comissões internas de prevenção de acidentes. sendo vedada sua vinculação para qualquer fim. quando mais favoráveis.107.br . vestuário. da Lei nº 5. conhecida como “Indenização de 40% do FGTS”. caput e § 1º. da porcentagem prevista no artigo 6º. I. b) da empregada gestante. alimentação. lazer. capaz de atender as suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia.

participação na gestão da empresa.guiatrabalhista. 16 – remuneração do serviço extraordinário superior. 13 – duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais. ou resultados. 24 – aposentadoria. um terço a mais do que o salário normal. na forma da lei. nos termos da lei. 21 – aviso prévio proporcional ao tempo de serviço. 10 – proteção do salário na forma da lei. com a duração de cento e vinte dias. e. 25 – assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até seis anos de idade em creches e pré-escolas.236.salário-família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei. 23 – adicional de remuneração para as atividades penosas. mediante incentivos específicos. 18 – licença à gestante. nos termos da lei. facultada a compensação de horários e a redução da jornada. conforme definido em lei. insalubres ou perigosas. higiene e segurança.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © 9 – remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. no mínimo. www. salvo negociação coletiva.com. 12 . por meio de normas de saúde. em cinqüenta por cento à do normal. 15 – repouso semanal remunerado. desvinculada da remuneração. pelo menos.br . preferencialmente aos domingos. 14 – jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento. 19 – licença-paternidade de 5 dias. excepcionalmente. sem prejuízo do emprego e do salário. sendo no mínimo de trinta dias. 11 – participação nos lucros. 17 – gozo de férias anuais remuneradas com. constituindo crime sua retenção dolosa. 22 – redução dos riscos inerentes ao trabalho. 20 – proteção do mercado de trabalho da mulher. mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.

com. a partir de quatorze anos. de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo. 28 – seguro contra acidentes de trabalho. já trouxe a proibição da discriminação por motivo de sexo: www. 31 – proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência. salvo na condição de aprendiz. Base: art. 21 e 24. a cargo do empregador. 33 – proibição de trabalho noturno. inciso XXX da Constituição Federal proíbe a diferença de salários. ou nos períodos pré-contratuais. "caput". 30 – proibição de diferença de salários. cor ou estado civil.br . DISCRIMINAÇÃO NO TRABALHO O artigo 7º. na forma da lei. de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo. cor ou estado civil. 27 – proteção em face da automação. 19. com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais. 7. TRABALHADORES DOMÉSTICOS – DIREITOS ASSEGURADOS São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos tópicos 4.guiatrabalhista. 17. quando incorrer em dolo ou culpa. 6.237. 29 – ação. DISCRIMINAÇÃO PELO SEXO A CLT em seus artigos 5º e 461. bem como a sua integração à previdência social. 34 – igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso. 32 – proibição de distinção entre trabalho manual. quer nas relações do trabalho. sem excluir a indenização a que este está obrigado. 15. técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos. Neste inciso constitucional vigora o princípio da igualdade. perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos. quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho. 7 da Constituição Federal/1988. 18.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © 26 – reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho. que deve ser observado. idade. até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho. idade.

SUS. realizados através de instituições públicas ou privadas.a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível.guiatrabalhista. XLII . inciso XXX da Constituição Federal assegura aos trabalhadores em geral a proibição de ato discriminatório por motivo de cor.A todo trabalho de igual valor corresponderá salário igual.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © "Art 5º ." DISCRIMINAÇÃO DE RAÇA OU COR A Constituição Federal em seu artigo 5º. b) promoção do controle de natalidade. sem distinção de sexo. prestado ao mesmo empregador.716/89 define os crimes resultantes de preconceitos de raça ou de cor. na mesma localidade." O artigo 7º.a adoção de quaisquer medidas." (grifo nosso) Como já citado anteriormente. www. 461 . na relação de emprego. submetidas às normas do Sistema Único de Saúde .029/95 previu como crime as seguintes práticas discriminatórias: "Art. No que tange às relações do trabalho. por motivo de sexo.a lei punirá qualquer discriminação atentatória aos direitos e liberdades fundamentais. perícia.com. a Lei nº 9. o artigo 4º da lei mencionada prevê pena de reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.a exigência de teste. exame. declaração ou qualquer outro procedimento relativo à esterilização ou a atestado de gravidez. Caracteriza-se ato discriminatório vedado constitucionalmente as restrições ao trabalho da mulher. atestado.238. assim considerado o oferecimento de serviços e de aconselhamento ou planejamento familiar. sujeito à pena de reclusão. de iniciativa do empregador. laudo. Trabalho da Mulher No que diz respeito ao trabalho da mulher. a todo trabalho de igual valor. II . sem distinção de sexo.Constitui crime as seguintes práticas discriminatórias: I . A Lei nº 7. nos termos da Lei. ou do homem. incisos XLI e XLII. na hipótese em que em empresa privada se negue ou obste emprego por preconceito de raça ou de cor. ou ainda na rescisão contratual. de exercício de funções e de critérios de admissão. dispõem: "XLI .br . também. o inciso XXX do artigo 7º da Constituição Federal proíbe. corresponderá igual salário. a diferença de salários. (grifo nosso) Art. que configurem: a) indução ou instigamento à esterilização genética. tanto no período admissional (pré-contratação). 2º . nacionalidade ou idade.Sendo idêntica a função.

inciso XXX da Constituição Federal proíbe a diferença de salários. consideram motivo impeditivo para a manutenção da relação de emprego. poderão não ser caracterizados como ato discriminatório. de responder por danos morais. como também criminalmente. os argumentos pela recusa na contratação ou até mesmo dispensa ou remanejamento do cargo em razão da capacidade física deverão ser acompanhados de avaliação decorrente de testes aplicados.br . muitas vezes.com. uma vez que ela.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Conclui-se então. Do exposto. estabelece que não constitui justo motivo para a rescisão do contrato de trabalho. a previsão constitucional e a previsão celetista são argumentos suficientes para a caracterização do ato discriminatório. se tal discriminação for comprovada. portanto. durante a relação de emprego. sendo a mulher uma das maiores vítimas desse preconceito. tanto no período de précontratação (recrutamento e seleção). o fato de a mesma haver contraído matrimônio. nas referidas dispensas poderá ser poupado. pelo critério de idade. enquanto que o homem solteiro tradicionalmente não traça esse perfil. de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de idade. dentre outros. DISCRIMINAÇÃO POR MOTIVO DE IDADE O artigo 7º. que nos casos de discriminação por raça ou cor. mas alguns empregadores quando o matrimônio ocorre durante a vigência do contrato. tem maiores possibilidades para a maternidade. ou ainda na rescisão contratual. Exemplo disso. www. Não só por este motivo. Entretanto as não-contratações por capacidade física insuficiente para determinados cargos.239. é o fato de o empregador ser casado ou solteiro. não fundamentando.guiatrabalhista. Desta forma. A CLT em seu artigo 391. Estado Civil do Homem O estado civil do homem muitas vezes é considerado para tomada de decisões por parte dos empregadores. podendo vir a ser dispensado. DISCRIMINAÇÃO PELO ESTADO CIVIL Estado Civil da Mulher O artigo 7º. em que um dos critérios adotados. quando casada. inciso III da Constituição Federal/88 determina que a discriminação pelo estado civil é violação ao preceito constitucional. O homem casado é considerado o esteio familiar e. ocorre nas situações de dispensas coletivas de empregados por dificuldades financeiras da empresa. o empregador correrá risco.

Obviamente." O feriado pode coincidir com o sábado. mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. o empregador poderá ser responsabilizado penalmente... Nestes casos. a fim de responsabilizar civilmente o empregador. Por último. no período máximo de um ano.. facultada a compensação de horários e a redução da jornada.. 461 da CLT. parágrafo 2º. conforme dispõe o artigo 7º.com. dispõe que por força de acordo ou convenção coletiva de trabalho.. FERIADO COINCIDENTE COM SÁBADO A CLT. inciso XXXI da Constituição Federal trouxe a proibição de qualquer ato discriminatório no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência..Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Ressalte-se que tal critério pode ser equivocado. pois muitas vezes. de maneira que não exceda. nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias. "Artigo 7º .. dispõe que o trabalho de igual valor será o que for feito com igual produtividade e com a mesma perfeição técnica. deverá ser respeitado o preceito previsto no § 1º do art.duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais. ainda que solteiro. à soma das jornadas semanais de trabalho previstas. o excesso de horas em um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia. RESPONSABILIDADE DO EMPREGADOR Como os atos discriminatórios podem causar prejuízos morais... quando a deficiência física não dificulta o exercício da função. trabalhando-se então de segunda a sexta-feira 8 (oito) horas e 44 (quarenta e quatro) horas semanais. em seu artigo 59.br . É muito usual utilizar-se dessa prerrogativa para suprimir a jornada de trabalho do sábado.240. o salário do homem. . XIII . a pessoa poderá ingressar com ação perante a Justiça Comum objetivando a reparação do dano. entre pessoas cuja diferença de tempo de serviço não for superior a dois anos... além da responsabilidade civil.. nos casos de funções intelectuais.guiatrabalhista. caracterizando assim a discriminação. uma vez que dia de feriado é considerado repouso semanal remunerado. pode ser fundamental no orçamento familiar. a compensação não deve ser realizada. Nos casos de discriminação do trabalho da mulher ou ainda por motivo de raça ou cor. PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FÍSICA O artigo 7º... www.. a deficiência física não poderá ser argumento para a não contratação. XIII da Constituição Federal de 1988.

00. o qual terá que ser de no mínimo 50% (cinqüenta por cento). 121/2003. se não observado. deve ser pago em dobro.2003 a 02. as horas ou minutos trabalhados além da jornada deverão ser remuneradas como horas extras. R$ 500. sem prejuízo da remuneração relativa ao repouso semanal. fazer a divisão do salário por 28.2003. Procedimento que.00 : 31 = R$ 16. CÁLCULOS PRÁTICOS Mês de 28 Dias Empregado entra em gozo de férias do dia 01.74 www.03. faltando assim a complementação de 2 dias do mês de março para se determinar o valor total das férias (o salário do mês de março será dividido por 31 e multiplicado por 2.11. não compensado. 30 ou 31 conforme o caso. No caso de trabalho no feriado.Res. 29 OU 31 DIAS Quando temos no mês de gozo de férias número de dias diferente de 30 (trinta) devemos proceder ao cálculo pelo número exato do mês.2003 Base Legal: Lei nº 605/49.00. ou seja.048/49.26 Total = R$ 532. 29. corresponde a 28 dias." Nova redação . irá gerar pagamentos incorretos de férias. o adicional a ser aplicado deverá ser consultado junto à Convenção Coletiva de Trabalho.00 : 28 = R$ 17. conforme preceitua a Constituição Federal de 1988.129 x 2 dias = R$ 32.857 x 28 dias = R$ 500.00 R$ 16.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Caso ocorra o trabalho além da jornada nas semanas que houver o feriado coincidente com o sábado.CÁLCULOS EM MÊS DE 28.br . Neste caso o salário do mês de fevereiro. para serem somados ao valor dos outros 28 dias): R$ 500.129 x 29 dias = R$ 467.26 O saldo de salário desse empregado no mês de março será correspondente a 29 dias: R$ 16. a remuneração deve ser paga em dobro conforme determina o Enunciado TST nº 146: "O trabalho prestado em domingos e feriados.241. DJ 21.857 R$ 500. Salário mensal de R$ 500.02. Decreto nº 27.com.guiatrabalhista. FÉRIAS .129 R$ 17.

paga-se 30 dias de férias e 1 dia de salário.35 Total = R$ 619.00. faltando assim a complementação de 1 dia do mês de março para se determinar o valor total das férias (o salário do mês de março será dividido por 31 e multiplicado por 1 para ser somado ao valor dos outros 29 dias): R$ 600.02.2000 a 01.00. Ou seja. Neste caso.br . R$ 700.00 : 31 = R$ 22. se o mês tem 31 dias.58 x 1 dia = R$ 22.03.00 : 29 = R$ 20.2000 (o ano de 2000 foi bissexto).Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Mês de 29 Dias Empregado entra em gozo de férias do dia 01.2003 a 30.354 R$ 20.58 CONCLUSÃO O que deve ser entendido é que as férias correspondem a 30 dias e não a um mês.354 x 1 dia = R$ 19. Salário mensal de R$ 600.242.58 x 30 dias = R$ 677.03. Salário mensal de R$ 700.com.62 Mês de 31 Dias Empregado entra em gozo de férias do dia 01.00.354 x 30 dias = R$ 580.03.00 R$ 19. o salário do mês de agosto.40 total das férias O saldo de salário desse empregado no mês de março será correspondente a 1 dia: R$ 22.guiatrabalhista.35 O saldo de salário desse empregado no mês de março será correspondente a 30 dias: R$ 19.00 : 31 = 19. www. Depois de encontrado o valor correspondente aos dias de férias calcular-se-á o um terço constitucional e os encargos sociais. corresponde a 29 dias.58 R$ 22.2003.00.689 x 29 dias = R$ 600. Bases: artigos 130 e 142 da CLT. Devemos dividir o valor do salário mensal por 31 e multiplicarmos por 30. Neste caso o salário do mês de fevereiro.689 R$ 600. corresponde a 31 dias. em conseqüência reflete-se na sua remuneração também. para obtermos o valor total das férias e pagarmos 1 dia de salário em folha de pagamento: R$ 700. R$ 600.

br CONHEÇA OUTRAS PUBLICAÇÕES ATUALIZÁVEIS – PORTAL TRIBUTÁRIO EDITORA: Guia Tributário On Line: um manual dos principais tributos brasileiros.br/obras.com.com.htm Manual Básico de Direito Tributário.Manual Básico de Rotinas Trabalhistas © Sugestões e apreciações: os leitores que desejarem remeter comentários sobre o conteúdo desta obra.portaltributario.br/guia.guiatrabalhista.br/clt.portaltributario.htm Manual da CIPA: www.com.com.htm PORTAL TRIBUTÁRIO® EDITORA LTDA – todos os direitos reservados © www.com.br/cipa.htm 100 Idéias Práticas de Economia Tributária: www.com.br/mbdt.portaltributario.br/100ideias.htm A relação completa de nossas obras eletrônicas está em www.br CLT atualizada e anotada: www.guiatrabalhista.guiatrabalhista. através do e-mail julio@portaltributario.com.br Legislação TRABALHISTA comentada: www.243.br . Acesse www.com.com.htm MODELOS DE CONTRATOS – acesse www.portaltributario.com.portaldoscontratos. Acesse: www. poderão fazê-lo diretamente com o autor.guiatrabalhista.

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