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Sophia de Melo Breyner

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Escola Tecnológica do litoral alentejano

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Escola Tecnológica do litoral alentejano

Escola: Escola Tecnológica do litoral alentejano Disciplina: Português Professor: Isabel Tojinha

Trabalho elaborado por: - João de Brito nº 606

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Escola Tecnológica do litoral alentejano

Introdução Biografia Obras Características da Poesia Poemas Análise do poema “Porque” Anexos Conclusão Bibliografia

3 4,5 6,7,8,9,10 11,12 13,14,15,16,17,18,19 20,21,22,23 24,25,26,27,28,29,30 31 32

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Escola Tecnológica do litoral alentejano O trabalho contém informação sobre esta grande poetisa portuguesa. 3 . Sophia de Mello Breyner. esta poetisa adquiriu bastante conhecimento e também bastante reconhecimento para a nossa Literatura Portuguesa. Ao longo dos conteúdos abordados neste trabalho revelam-se factores biográficos e factores complementares. O trabalho escrito envolve todas as obras. publicações e outros dados adicionais ao qual.

Presidiu ao Centro Nacional de Cultura e à Assembleia Geral da Associação Portuguesa de Escritores. A civilização grega é igualmente uma presença recorrente nos versos de Sophia. a sua educação decorreu num ambiente católico e culturalmente privilegiado que influenciou a sua personalidade. Veio a tornar-se uma das figuras mais representativas de uma atitude política liberal. O ambiente da sua infância reflecte-se em imagens e ambientes presentes na sua obra. 4 . Os verões passados na praia da Granja e os jardins da casa da família ressurgem em evocações do mar ou de espaços de paz e amplitude. a 6 de Novembro de 1919. provinda da tradição bíblica e cristã. nasceu no Porto. após o 25 de Abril. e aí viveu até aos dez anos. Frequentou o curso de Filologia Clássica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. como deputada. tal como outra dimensão da religiosidade. em consonância com o seu fascínio pelo mundo grego (que a levou igualmente a viajar pela Grécia e por toda a região mediterrânica). sobretudo nos livros para crianças. onde fez amizades com autores influentes e reconhecidos: Rui Cinatti e Jorge de Sena. apoiando o movimento monárquico e denunciando o regime salazarista e os seus seguidores e também. no seio de uma família aristocrática.Escola Tecnológica do litoral alentejano Poetisa e contista portuguesa. através da sua crença profunda na união entre os deuses e a natureza. não tendo todavia chegado a concluí-lo. altura em que se mudou para Lisboa. Colaborou na revista Cadernos de Poesia. De origem dinamarquesa por parte do pai.

liberdade e integridade moral. Desde 2005. da Associação Portuguesa de Escritores e. onde o orphismo está. num ano em que o prémio foi excepcionalmente alargado a poetas de língua estrangeira. Em Outubro publicou o livro O Colar. estreou-se com Poesia (1944) e na prosa. Em Agosto do mesmo ano. a atenção permanente aos problemas e à tragicidade da vida humana são reflexo de uma formação clássica. a presença constante da Natureza. o equilíbrio e a limpidez da linguagem poética. escreveu O Rapaz de Bronze (1956). que a autora recupera num sentido diverso do instaurado pela tradição helénica Sophia de Melo Breyner faleceu. como poetisa e figura da cultura portuguesa. O seu valor. os seus poemas com ligação forte ao Mar foram colocados para leitura permanente nas zonas de descanso da exposição. Colaborou nas revistas Cadernos de Poesia (1940). 5 . Em 2001. bem como o amor entre Orpheu. o Prémio Petrarca. saiu a obra poética Orpheu e Eurydice. em 1999. Távola Redonda (1950) e Árvore (1951) e conviveu com nomes da literatura como Miguel Torga. foi distinguida com o Prémio Max Jacob de Poesia. de Homero. foi lançada a antologia poética Mar. foi também reconhecido através da atribuição do Prémio Camões. Na lírica. mais uma vez. da Associação de Editores Italianos. e Eurídice. símbolo dos poetas. com leituras. Em 1994 recebeu o Prémio Vida Literária. no Oceanário de Lisboa. A depuração. durante a juventude. presente.Escola Tecnológica do litoral alentejano A sua actividade literária (e política) pautou-se sempre pelas ideias de justiça. no ano seguinte. Em Dezembro. no dia 2 de Julho de 2004 no Hospital da Cruz Vermelha. aos 84 anos. por exemplo. Ruy Cinatti e Jorge de Sena. permitindo aos visitantes absorverem a força da sua escrita enquanto estão imersos numa visão de fundo do mar.

Grades . Lisboa. Lisboa. Porto.l. Moraes Editores (3ª ed. Ática. Lisboa. 1950. Lisboa. s. Porto. Lisboa.. Salamandra... 1968. 1970. ed.l. aumentada com prefácio de Eduardo Lourenço.. ilustrada por Escada. Publicações D. Portugália (5ª ed. 1978).l. Portugália. Lisboa. Tempo Dividido. Lisboa.. 1972. Ática (3ª ed. Dia do Mar. 6 . Coimbra... Coral. Moraes. Lisboa. Cristo Cigano. s. Dual. s. Figueinhas). 3ª ed. 1975). Mar Novo.Antologia de Poemas de Resistência. 1961. Quixote. Lisboa. Lisboa.Escola Tecnológica do litoral alentejano  Poesia Poesia. Lisboa. [Lisboa]... 1967. 1947. Lisboa. Salamandra. ilustrado por Júlio Pomar.d. Livro Sexto. s.). 1954. Movimento. Minotauro (2ª ed. Antologia. Lisboa. 1971. da autora (3ª ed. 11 Poemas. 1962. 1958. Ática. Livraria Simões Lopes (2ª ed. 1944. 1986). Salamandra). Guimarães Editores. Guimarães Editores. Geografia.1968.

Salamandra. 1990. 2ª ed. Casa Pessoa.. Poemas Escolhidos.. Caminho. 1983. Caminho. 1981. vol. Porto. Obra Poética II. Lisboa. Caminho. 1997. 1977. 1992. Lisboa. Lisboa. Musa. Caminho. Caminho). I. Caminho. Signo . Círculo de Leitores. Lisboa.Escolha de Poemas. Lisboa. Lisboa. Lisboa. 1989. 1994. Lisboa. Obra Poética. revista e ampliada. Antologia. 1994. Figueirinhas. 1991. Obra Poética. Lisboa. No Tempo e Mar Novo. Ilhas.Escola Tecnológica do litoral alentejano O Nome das Coisas. II. Salamandra. Moraes Editores (2ª ed. Lisboa. 1985. 1991. Navegações. Lisboa. 1985. Lisboa. III. Círculo de Leitores. 1992.. Imprensa Nacional Casa da Moeda (2ª ed. Texto Editora. Obra Poética. Círculo de Leitores. O Búzio de Cós e Outros Poemas. Obra Poética I. vol. Lisboa. Lisboa. 1986). 7 . vol. Lisboa.

. Lisboa. 1958. 1962. Tesouro. 1960. Menina do Mar. 1956. Moraes. 1989). 1983). 1984)... Porto. Minotauro (2ª ed. Figueirinhas (16ª ed. 1978). 1979. Cavaleiro da Dinamarca.. Os Três Reis do Oriente. Floresta. Porto. Figueirinhas (21ª ed. Figueirinhas. Era Uma Vez Uma Praia Lusitana. 1965. Lisboa. Lisboa. Salamandra (3ªed. 1964. Galeria São Mamede. s.. Contos Exemplares. Lisboa. Lisboa. 1985. Noite de Natal.Escola Tecnológica do litoral alentejano  Prosa Rapaz de Bronze. Porto. Figueirinhas (l2ªed. Porto. Figueirinhas (3ª ed.. Árvore. Porto. Contos: 1979. 1990). 1958. Lisboa. ilust. 1997. 1968. Figueirinhas (17ªed. Porto. Histórias da Terra e do Mar.l. 1983). Figueirinhas. Lisboa. Moraes (23ªed. desenhos de Manuel Lapa. Texto Editora.. A Fada Oriana.. Porto.. prefácio de António Ferreira Gomes. Lisboa. 8 . 1984). 1978. 1984. 1987). de Vieira da Silva. Expo 98. Ática. Estúdio Cor.

Estudos Italianos em Portugal. 4ª série. Boletim da Secretaria de Estado da Cultura.. 3ªed. O Nu na Antiguidade Clássica. [revista]. "Hölderlin ou o lugar do poeta".. 1992). Caminho. Ensombramentos e Descobrimentos". Estúdios Cor (2ª ed.Escola Tecnológica do litoral alentejano  Ensaio "A poesia de Cecíla Meireles". nº 45/47. (col. "Torga. Dezembro. Cadernos de Literatura. "Poesia e Realidade". 30 de Dez. Novembro. 1980. 1975. 1967. Cidade Nova. os homens e a terra".Revista de Artes e Letras. 9 . nº 6. "A escrita (poesia)". Lisboa. 1956. Jornal de Comércio. Colóquio . 1982/1984. 1960. nº 8. "Luís de Camões. nº 5. Portugália. 1976. Lisboa. O Nu e a Arte) Lisboa.

Poesia Sempre II [Antologia de poesia portuguesa seleccionada pela Autora]. Livraria São Mamede. 1991. 1979. Lisboa. Livraria Sampedro. Livraria Sampedro.Escola Tecnológica do litoral alentejano  Intervenções Poesia Sempre I [Antologia de poesia portuguesa seleccionada pela Autora e Alberto de Lacerda] . 1964. Primeiro Livro de Poesia: Poemas em Língua Portuguesa para a Infância e a Adolescência. Publicações Dom Quixote. Caminho. 1991. 2ª série. Lisboa. Grande Reportagem. nº 5. Ano II. "Sicília".] Catálogo da Exposição de Escada. 1964. Lisboa. [Introdução. Lisboa. ilustrado por Júlio Resende. 10 .

com Terra e toda a vegetação.Escola Tecnológica do litoral alentejano Sophia apresenta-nos uma poesia de grande fidelidade à realidade do mundo. ou seja. com o vento. Não celebra os deuses para que os homens sejam como eles. Abre os seus sentidos. a transparência. de conflitos e desencontros. Sophia na sua poesia conserva e reforça continuamente uma relação privilegiada com o mar. A sua poesia estabelece uma relação com as coisas e com o mundo. na captação das sensações da natureza. O acto poético é um acto mágico capaz de projectar. Poesia das origens. a modelação do caos para a criação do cosmos. mas celebra os Deuses 11 . na sua obra. Sophia busca a perfeição e a harmonia de um ser humano que saiba erguer-se a partir das suas limitações e imperfeições. com o Universo. A poetisa procura. Sophia criou uma literatura de empenhamento social e político. acima de tudo. negativos. com o sol e a luz. fugindo da cidade. por palavras mágicas a realidade e a relação intima com as coisas . de compromisso com o seu tempo e de denúncia das injustiças e da opressão. A natureza é um espaço primordial. busca a ordem do mundo. a natureza e as coisas é uma constante. o universo organizado. da ordem e do equilíbrio do Universo. A palavra assume-se como um agente de transfiguração da realidade que revela o divino e o terreno. Segundo Sophia as cidades são espaços dessacralizados. dai a reconstrução da aliança entre os homens. onde o Eu se reencontra com a sua nudez e beleza plena. Esta busca a ordem e o equilíbrio do universo.

mas também a perfeição e a unidade ou o tempo absoluto que procura. Figura 1. O mundo antigo.Escola Tecnológica do litoral alentejano para tornar os homens mais divinos.Estátua de Sophia de Mello Bareyner Andresen. 12 . a que recorre a poetisa. simboliza não só as origens. Miradouro da Graça. mas capazes de avançar para a margem do Bem e da Verdade.

Escola Tecnológica do litoral alentejano 13 .

Escola Tecnológica do litoral alentejano Retrato de uma princesa desconhecida Para que ela tivesse um pescoço tão fino Para que os seus pulsos tivessem um quebrar de caule Para que os seus olhos fossem tão frontais e limpos Para que a sua espinha fosse tão direita E ela usasse a cabeça tão erguida Com uma tão simples claridade sobre a testa Foram necessárias sucessivas gerações de escravos De corpo dobrado e grossas mãos pacientes Servindo sucessivas gerações de príncipes Ainda um pouco toscos e grosseiros Ávidos cruéis e fraudulentos Foi um imenso desperdiçar de gente Para que ela fosse aquela perfeição Solitária exilada sem destino Sophia de Mello Breyner Andresen 14 .

in “Obra Poética” 15 .Escola Tecnológica do litoral alentejano Assim o Amor Assim o amor Espantado meu olhar com teus cabelos Espantado meu olhar com teus cavalos E grandes praias fluidas avenidas Tardes que oscilam demoradas E um confuso rumor de obscuras vidas E o tempo sentado no limiar dos campos Com seu fuso sua faca e seus novelos Em vão busquei eterna luz precisa Sophia de Mello Breyner Andresen.

in "O Nome das Coisas" 16 .Escola Tecnológica do litoral alentejano Liberdade O poema é A liberdade Um poema não se programa Porém a disciplina — Sílaba por sílaba — O acompanha Sílaba por sílaba O poema emerge — Como se os deuses o dessem O fazemos Sophia de Mello Breyner Andresen.

Escola Tecnológica do litoral alentejano Os Erros A confusão a fraude os erros cometidos A transparência perdida — o grito Que não conseguiu atravessar o opaco O limiar e o linear perdidos Deverá tudo passar a ser passado Como projecto falhado e abandonado Como papel que se atira ao cesto Como abismo fracasso não esperança Ou poderemos enfrentar e superar Recomeçar a partir da página em branco Como escrita de poema obstinado? Sophia de Mello Breyner Andresen. in "O Nome das Coisas" 17 .

Que nenhuma estrela queime o teu perfil Que nenhum deus se lembre do teu nome Que nem o vento passe onde tu passas. in “Obra Poética” 18 . Sophia de Mello Breyner Andresen. Para ti eu criarei um dia puro Livre como o vento e repetido Como o florir das ondas ordenadas.Escola Tecnológica do litoral alentejano Terror de Te Amar Terror de te amar num sítio tão frágil como o mundo Mal de te amar neste lugar de imperfeição Onde tudo nos quebra e emudece Onde tudo nos mente e nos separa.

quando A noite cada nó em si deslaça. A hora da partida soa quando As árvores parecem inspiradas Como se tudo nelas germinasse.Escola Tecnológica do litoral alentejano A Hora da Partida A hora da partida soa quando Escurecem o jardim e o vento passa. Sophia de Mello Breyner Andresen 19 . Soa quando no fundo dos espelhos Me é estranha e longínqua a minha face E de mim se desprende a minha vida. Estala o chão e as portas batem.

Escola Tecnológica do litoral alentejano 20 .

(Sophia de Mello Breyner Andresen) 21 .Escola Tecnológica do litoral alentejano Porque Porque os outros se mascaram e tu não Porque os outros usam a virtude Para comprar o que não tem perdão Porque os outros têm medo mas tu não Porque os outros são os túmulos calados Onde germina calada podridão Porque os outros se calam mas tu não Porque os outros se compram e se vendem E os seus gestos dão sempre dividendo Porque os outros são hábeis mas tu não Porque os outros vão à sombra dos abrigos E tu vais de mãos dadas com os perigos Porque os outros calculam mas tu não.

dando uma imagem de hipocrisia.Escola Tecnológica do litoral alentejano Este poema está inserido numa das linhas temáticas da poesia de Sophia de Mello Breyner Andersen. O próprio título “Porque” reforça. Deste modo. a astúcia “Porque os outros usam a virtude/Para comprar o que não tem perdão” (o sujeito poético poderá referirse à honra. a qual denuncia as injustiças e desigualdades sociais. nomeadamente no primeiro e segundo versos. Os outros são hipócritas ao oferecerem apenas a aparência. ao contrário do tu. onde está mais explicita esta critica é no segundo verso da segunda estrofe. honestidade. o que nos leva a pensar poder tratar-se de um amigo íntimo. etc. Enquanto os outros se disfarçam para esconder os seus defeitos e pecados. a ideia desenvolvida ao longo do poema. Na segunda estrofe é reforçada a ideia da corrupção. verifica-se uma atitude muito contrastante em relação aos outros e à pessoa amada. assim como no último verso das estrofes seguintes. Deste modo verifica-se que todo o poema é de intervenção social. através da anáfora. O sujeito poético denuncia a falsidade. o tu confronta as pessoas com a verdade sem 22 . Deste modo. nomeadamente através da conjunção adversativa “mas”. “Porque os outros se mascaram”. assim sendo simbolizam os segredos. parece haver um diálogo entre o sujeito poético e um “tu”. uma vez que os túmulos caiados significam o disfarce. O sujeito poético põe em evidência as virtudes e qualidades do outro. mostrando um verdadeiro sentimento de admiração.). que aparece no primeiro e último versos da primeira estrofe. logo é referido o receio que os outros têm em demonstrar o verdadeiro eu.

Na terceira estrofe verifica-se novamente uma enumeração e oposição de atitudes. pois não tem receio de denunciar as injustiças. para enumerar os defeitos dos outros. a atitude do tu é contrastante com a dos outros. visto estas serem feitas às escondidas. logo existe uma crítica ao oportunismo. dai que o verso diga “E tu vais de mãos dadas com os perigos” O último verso da quarta estrofe reforça a ideia expressa onde os outros planeiam para atingir lucros ao contrário do tu. A figura de estilo mais marcante é a repetição anafórica da conjunção “porque”. visto este não planear as suas acções independentemente do resultado. O tu é corajoso. “Porque os outros se compram e se vendem” e ao calculismo “ E os seu gestos dão sempre dividendo”. O vocábulo “abrigo” existente no primeiro verso da quarta estrofe simboliza a dissimulação das acções.Escola Tecnológica do litoral alentejano medo de represálias. este tem uma atitude honesta ao longo de todo o poema. Verifica-se ainda no terceiro verso da terceira estrofe novamente a astúcia dos outros que planeiam sempre as suas acções com vista ao lucro. Assim sendo o tu pode representar aquele que denuncia as injustiças sociais. 23 . as antíteses para mostrar as diferenças entre o comportamento dos outros e do tu e ainda a metáfora “os outros são os túmulos caiados”.

Cesário Verde. 1965. Paris. Aster. Lisboa. de William Shakespeare (inédito). de William Shakespeare. Livros do Brasil. "A última noite faz-se estrela e noite" (Vasko Popa). Colóquio Revista de Artes e Letras. de Dante. Minotauro. Muito Barulho por Nada. O Purgatório. 1962. Fernando Pessoa. de Leif Kristianson. O Tempo e o Modo. "Os reis Magos". "imagens morrendo no gesto da".Escola Tecnológica do litoral alentejano  Traduções pela Autora A Anunciação de Maria. nº 22. 24 . Lisboa. 1980. "Gosto de te encontrar nas cidades estrangeiras" (Edouard Maunick). Lello. nº 43. Lisboa. "Canto LXVI" (Pierre Emmanuel). [1979]. 1967. Lisboa. 1964. [1964]. 1970.d. Presença. Hamlet. "Canto LI". 2ª ed. s. Porto. Quatre Poètes Portugais: Camões.. de Paul Claudel. Ser Feliz. "A Hera". A Vida Quotidiana no Tempo de Homero. "Às cinzas". de Émile Mireaux. Presses Universitaires de France e Fundação Calouste Gulbenkian. 1962. tradução de um poema do Eré Frene. Mário de SáCarneiro.

25 .Escola Tecnológica do litoral alentejano Um Amigo. de Leif Kristianson. 1981. Medeia. Presença. Lisboa. de Eurípedes (inédito) [199-].

(não se apurou o nome do tradutor. 38. 7 de Set.. Declaração sobre a literatura portuguesa depois de 25 de Abril. 1998. 1985. 10 de Jun.Escola Tecnológica do litoral alentejano Registo Áudio  Declarações e Leitura de Poemas pela Autora "25 de Abril de 1974" . 1983. 1980. (7''). 1995. Rádio Difusão Portuguesa.Personalidade humana e literária: o significado da sua poesia". Declaração sobre o Dia Mundial da Criança. trad. 26 . Rádio Difusão Portuguesa. Imprensa Nacional Casa da Moeda. "Portrait of an unknown princess" e "Morning walk".. Winter-Spring. "The house by the sea". MVSARVUM OFFICIA.) The Prague Revue. nº 5. Declaração sobre o significado de uma condecoração. Rádio Difusão Portuguesa. 1974. Summer. 9 de Mai. "Declamação do poema 'No nosso e no vosso coração'" (Manuel Beira) e declaração sobre a "beleza". Lisboa.. 1980. Rádio Difusão Portuguesa.Significado cultural e declamação de Mário de Andrade: "Canção de Sabaú". The Literary Review. Sophia de Mello Breyner Andresen diz Navegações. (Com Melo e Castro e Vasco Graça Moura. 25 de Abr. gravado em 28-51980 pela Rádio Sueca e posteriormente difundido pela Rádio Difusão Portuguesa. "Sophia de Mello Breyner . 1974. Rádio Difusão Portuguesa. 30 de Mai. vol..).. Alexis Levitin. 1980.

nº 1.Antologia de Inéditos de Autores Portugueses Contemporâneos. Jan.Revista Portuguesa de Cultura.Revista Mensal de Cultura. 1943.. Poesia I]. nº 41. Unicórnio . 1940. vol. [1963?]. Poesia I]. editado por Costa Barreto). No Tempo Dividido]. s. "Poema" [Idem. "Manuel Bandeira" [idem. nº 3. "Assassinato de Simoneta Vespucci" [Idem. nº 1. nº 12. ed. nº 6. "Camões e a Tença" [Idem. Porto. Poesia I]. Cadernos de Poesia. 1957. Novembro. nº 415. Critério . Mar Novo]. "Poeta em Lisboa" ["'Fernando Pessoa ou Poeta em Lisboa'". Dual]. 1951.Escola Tecnológica do litoral alentejano  Primeiras Edições "Poesia" ["Senhor". nº 1. "O vidente e outro Poema" ["O vidente". Colóquio . Aventura Revista Bimestral de Cultura. Variante. 1972. Maio.. Coral]. Estada Larga (Antologia do Suplemento "Cultura e Arte" de O Comércio do Porto. O Nome das Coisas]. 1976. 1942. Europa . Ocidente . "As Três Parcas" [Idem. 1966.d. O Nome das Coisas]. 1964. 1975. "A civilização em que estamos" ["O rei de Ítaca". O Nome das Coisas ]. Unicórnio Antologia de Inéditos de Autores Portugueses Contemporâneos. Maio.Jornal de Cultura. Geografia]. 27 . Inverno. Herberto Hélder. "Soneto a Eurídice" [Idem.Revista de Artes e Letras. Nova . Maio. "Cíclades" [Idem.Magazine de Poesia e Desenho. Abr. No Tempo Dividido]. 1948. Porto Editora. "Aos outros dei aquilo que não eram" ["Saga". LXXXII. Inverno. O Tempo e o Modo. "Poema" ["Sinto os mortos". Geografia].

Março/Abril. "A viagem" [Fragmento do poema inédito "Naufrágio"]. Dezembro.Escola Tecnológica do litoral alentejano  Poemas não incluídos na Obra Poética "Juro que venho pra mentir". "D. 16 Jun.1958. Jornal de Letras. "História improvável". 1982. 1984. nº 5/6. "A veste dos fariseus".Folhas de Poesia. Janeiro. nº 6. Janeiro. 28 . "Poema". 1999. Março. 1972. 3ª série. "Oblíquo Setembro de equinócio tarde". "O mar rolou sobre as suas ondas negras". 1950. Sete Poemas para Júlio (Biblioteca Nacional. "Brasil 77". "Inverno". 2ª série. 1995. Távola Redonda . nº 4. "No meu Paiz". Bispo do Porto". "És como a Terra-Mãe que nos devora". 1988. Escritor.Mensário de Divulgação Cultural. "Gráfico". Cidade Nova. cota nº L39709). suplemento dos nº 4-5. A Cidade Nova. Julho. "Naquele tempo" ["Dois poemas inéditos"]. nº 8. A Serpente . Fevereiro . nº 7. "Reza da manhã de Maio". "Caminho da Índia". 1951. "Canção do Amor Primeiro". Loreto 13 . Portugal Socialista. "Na minha vida há sempre um silêncio morto".Textos de Poesia. 5ª série. "Novembro". Coimbra. Jornal dos Poetas e Trovadores . nº 1.Fascículos de Poesia.. António Ferreira Gomes. 1983.Revista Literária da Associação Portuguesa de Escritores. 1958.

Primavera. COSTA. "Sophia: a luz dos versos". 5 de Fev. GUERREIRO. 13 de Out. TOMÉ. 25 de Jun. Miguel Serras. PASSOS. Nova Iorque. 1990. Lúcia. 12 Jun. Ilhas]. 24 de Nov. 16 de Mar. Maria Armanda. Translation: Portugal. Diário de Notícias. 1995. Julho. Vida Mundial.. 15 de Jul.. VASCONCELOS.Escola Tecnológica do litoral alentejano  Entrevistas COELHO. SILVA.. Expresso.. Público. ZENITH. Independente. Vergílio de. Sérgio S.Revista Literária da Associação Portuguesa de Escritores. COELHO. Diário de Lisboa. Soledade Martinho. nº 7. 1982. Jornal de Letras. Sérgio. Jan.. 1990. Diário de Notícias. 1991. 1989. nº 6. 7 de Jan.... 29 . 1978. Círculo de Leitores. Loreto 13 . LEMOS. vol. nº 1. Eduardo Prado. 1979. José Carlos de. Ler. Richard.... 1989. 31 de Jan. PEREIRA. LEMOS. Luís Figueiredo. 1989. Elisabete. Ago. 20 de Dez. 1994. Jornal de Letras. 1999. COIMBRA. "No jardim de Sophia". ICALP Revista. SIGALHO. Oceanos. 31 de Mai. Alexandra Lucas. "Sophia de Mello Breyer Andresen fala a Eduardo Prado Coelho". "Destruição" ["Tempo de não". Jornal de Letras.. 1986. FRANÇA. 1991. Semanário. Vergílio de. XXV./Dez.. António.. 1987. 1985.

nº 56. Jornal de Letras. "Salgueiro Maia". "Fidelidade". "Fragmento de Os Gracos" [Idem. 1994. "À Maneira de Horácio" [Musa]. 23 Fev.. "Tão Grande a Dor". Ilhas]. 1980.Escola Tecnológica do litoral alentejano "Persona" [Idem.Colóquio-Letras. Ilhas] . 30 .

que me despertaram bastante interesse e que me cativaram. Pode-se concluir ainda que foi uma figura importante na época Salazarista e no pós 25 de Abril. 31 . Tem uma característica constante na sua poesia. As várias pesquisas realizadas levaram a concluir que Sophia de Mello Breyner é uma poetisa muito talentosa e que fez muito pela Literatura Portuguesa. Sophia de Mello Breyner foi assim uma grande mulher e um grande exemplo a seguir.Escola Tecnológica do litoral alentejano Neste trabalho obti informações que desconhecia. a fidelidade á realidade do mundo.

pt/SophiaMBreyner.htm  www.com  www.mulheres-ps20.wikipédia.google.ipp.Escola Tecnológica do litoral alentejano  www.htm  http://www.pt 32 .com/andresen.astormentas.

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