CP. AUT. PROJ.

PROJETOS INDUSTRIAIS TREINAMENTO E CONSULTORIA TÉCNICA

Volume 8

Elaboração: Proj. Carlos Paladini

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........................................pág............... 7 POTÊNCIA DE LEVANTAMENTO..................................pág.. 2 • • • • • Moitão simples Moitão Gêmeo Cálculo do rendimento do moitão Cálculo da força máxima Exercícios DIMENSIONAMENTO DE TAMBORES...................... 6 • • • • • • DIMENSIONAMENTO DAS FLANGES LATERAIS..........................................pág............................... 4 Cálculo do número de espirais TAMBORES RANHURADOS.................................................pág.......pág.Índice Vol........ 8 DIMENSIONAMENTO DOS PARES RODA/TRILHO.............. 12 • Exercícios ....pág...pág.... 6 • SOLICITAÇÕES NO TAMBOR.....pág..........pág............... 10 • Tabelas POTÊNCIA DE TRANSLAÇÃO. 5 Moitão Gêmeo Verificação do ângulo Verificação da proporcionalidade Materiais utilizados na fabricação de tambores.pág......................................................... 1 TEORIA SOBRE MOITÕES.......pág... 1 CÁLCULOS DOS DIÂMETROS DOS TAMBORES........ 8: • EXERCÍCIOS..

qual o diâmetro do cabo padronizado? 2. tomando o diâmetro nas linhas de centro do cabo. a duração de um cabo de aço depende principalmente do diâmetro de enrolamento dos elementos como polias e tambores. Qual o diâmetro do cabo padronizado? 4.Exercícios: 1. determinar o diâmetro do cabo padronizado. 16 16 16 18 18 20 DP ou T = Valor tabela 02 Pág. o elevador industrial tem no ramal de seu cabo a força máxima de 1500 kg. Obs. 16 18 20 22.0 TABELA PARA VALORES DE H1 Grupo Mecânico Tambores C. A força máxima no cabo é de 9 toneladas. Em uma ponte rolante para 15 toneladas. A. A.5 Polias de Compensação C.4 25 28 C.. Normalmente H2 = 1.1 . o peso máximo no cabo é de 3. dc min Onde: DP ou T = Diâmetro de enrolamento das polias ou tambor. C. o mesmo utilizado para a obtenção do cabo de aço.4 25 C.4 25 28 31. 18 20 22. C. está em plena carga. Uma ponte rolante de fundição para 65 ton. estimando-se que com 30% do tempo em uso a carga útil será de 66% da máxima admissível. sendo utilizado em oficina para pequena capacidade. A. 16 18 20 22.: A normalização dos diâmetros obtidos pelos dois processos se fazem através das tabelas 07 para polias e tabela 08 para tambores. V10-8 O valor da tabela 02 é obtido em função do grupo mecânico. Um guincho reboque será projetado para uma operação diária de 2 horas. H2 .4 25 28 Polias Ativas C. Observando a recomendação do C. Em uma obra. S. mas sempre que em uso. CÁLCULO DOS DIÂMETROS DOS TAMBORES E POLIAS PELA ABNT Como já visto anteriormente. 1MB 1MA 2M 3M 4M 5M PELA DIN 16 16 18 20 22.5 toneladas. Funciona com média de 40 operações / hora. 14 14 14 16 16 18 C. O valor obtido para o diâmetro do cabo só será válido se respeitar a seguinte inequação: DP ou T ≥ H1 . V8 . sendo que se tem preferência pelo uso do cabo antigirtório e a força máxima do cabo estima-se 1600 kgf. C. H1 = Coeficiente tabelado em função do grupo mecânico. sendo que é utilizada para transporte de material em fusão. Qual o diâmetro do cabo personalizado? 3. H2 = Coeficiente tabelado em função do número de flexionamentos do cabo.

04. chegaremos a conclusão que se não tivermos acelerações ou frenagens na subida da carga Q. → Atrito no mancal da polia 02. Idem para o exercício n. Podemos ter dois tipos de moitões: . → Perdas devido a rigidez do cabo de aço. Essas perdas são expressas como rendimento da polia (ηp) que em média vale: → Para mancais de escorregamento (bronze) = 0.º 4.º 1 de cabos. Usando este tipo de moitão. TEORIA SOBRE MOITÕES Denomina-se moitão ao conjunto de polias ativas fixas e móveis. Continuando o exercício n. ou seja. 02. se analisarmos o sistema mecânico apresentado na figura. 03. e possível polia de compensação.º 2. obter: Diâmetro da polia ativa e diâmetro do tambor.Moitão simples . Teoricamente.º 3. F=Q Entretanto no sistema teremos a presença das seguintes perdas: 01. enquanto a outra vai para o tambor de enrolamento. Idem para o exercício n.98 V8 .Exercícios: 01. Idem para o exercício n. No caso do moitão gêmeo sempre o cabo vai para o tambor saindo de polias móveis e sempre as duas pontas do cabo vão para o tambor.Moitão gêmeo MOITÃO SIMPLES É aquele onde uma das extremidades do cabo é amarrada a um ponto fixo. Teremos.2 .96 c Para mancais de rolamento = 0. o sistema está sendo considerado à velocidade constante de levantamento (VL). CÁLCULO DO RENDIMENTO DO MOITÃO Primeiramente vamos verificar o rendimento para uma única polia. MOITÃO GÊMEO No moitão gêmeo tem-se uma construção equivalente a dois moitões simples trabalhando em paralelo. responsáveis pela sustentação de carga e subdivisão do peso desta pelos diversos ramais de cabos do conjunto. ambos padronizados. a menos das perdas a seguinte igualdade. anula-se possível balanço da carga do que se fosse utilizado o moitão simples.

04. Para o primeiro exercício: n n 2 2 η = no lugar de N CÁLCULO DA FORÇA MÁXIMA Fórmula: 1 . Considerar mancais de rolamento. Determinar a força máxima no cabo de aço de um moitão gêmeo de 4 ramais.0. basta procurar na tabela como se fosse um moitão simples de 4 ramais. Determinar a força máxima no cabo de aço de um moitão gêmeo para uma capacidade de 50 ton. 03. Considerar mancais de escorregamento. com capacidade para 20 ton. A carga é Q = 30 ton.3 . e o peso do moitão é go 630 kgf. Utilizar mancal de rolamento. saindo da polia móvel. Exercícios: 01. sendo o peso de cada polia 20 kgf. só trocando “n “ por “n /2 “. “n” é o número de ramais. ou calculando... usamos a mesma fórmula do moitão simples.ηp ) n = número de ramais de cabos →Rendimento de um moitão gêmeo ηMG ↑ Usa-se = ηMS ↑ Usa-se n Ou seja: Quando se quiser saber o rendimento de um moitão gêmeo de 8 ramais.0.98 4 ∴ η= ∴ η = 0. Determinar a força máx.: Para o cálculo da força máxima. Obs. 02. usado na ponte rolante.98 ) ∴ ηMS 4 ramais = ηMG 8 ramais Fmáx = Q + go n . ηmoitão [kgf ] Onde: go = peso do moitão + peso do gancho etc. Adotar mancais de escorregamento. no cabo de uma talha exponencial para capacidade de 25ton..→ Rendimento de um moitão simples: η = 1 . indiferente se o moitão é simples ou gêmeo.ηn p n(1 .η p ) 4(1 . V8 . Determinar a força máxima no ramal mais solicitado de um moitão gêmeo de 8 ramais.ηn p 1 ..97 n(1 .

CÁLCULO DO NÚMERO DE ESPIRAIS E CAMADAS LC = comprimento do cabo LC = n . como por exemplo nos guindastes. Quanto aos tipos que podem ser construídos. que nunca se desenrolam para garantir uma menor força solicitante no prendedor do cabo de aço no tambor. 1º TAMBORES LISOS São utilizados nas montagens onde se tem o problema de espaço. sendo para isso sempre a utilização de cabos com alma de aço para evitar o esmagamento do cabo.DIMENSIONAMENTO DE TAMBORES Os tambores nas máquinas de levantamento são os elementos utilizados para tracionar e armazenar o cabo de aço do mecanismo de levantamento. temos os lisos e os ranhurados. dc Lt ne = número de espiras nc = número de camadas Lt = comprimento útil do tambor Obs: Geralmente todos os tambores das máquinas de levantamento tem de 2 a 3 espiras mortas. H = altura de levantamento ne = Onde: LC π . H Onde: n = número de ramais do moitão simples. Dp nc = ne . pois assim será possível o enrolamento do cabo em mais de uma camada no tambor. sendo somente utilizados para moitão simples. Onde: Dt = Diâmetro do tambor dc = Diâmetro do cabo Pc = Passo Neste caso o passo Pc = dc Dp = Diâmetro primitivo. V8 .4 . ou seja.

a + e VERIFICAÇÃO DO ÂNGULO DE INCLINAÇÃO DAS RANHURAS tgβ = P π . H = Altura do levantamento LC = n 2 . L + 2 .2° TAMBORES RANHURADOS Onde: a = espaço para fixação do cabo ∴a ≅ 60 à 100 mm. H (para cada lado a ser enrolado) ne = número de espiras n = número de ramais Lc = comprimento do cabo ne = LC π .14 . L = ne total . dc (os dois lados) LT = 2 . ne total = ne + 2 a 3 Para cada lado. e = espaço para que os cabos não encostem na polia compensadora. DpT Onde: β ≅ 1º VERIFICAÇÃO DE PROPORCIONALIDADE ENTRE Lt e Dt 2 ≤ Lt ≤ 8 Dt V8 . P P = passo ≅ 1. MOITÃO GÊMEO PARA n RAMAIS DE CABOS. Dp T Para cada lado. Normalmente e ≥ dpc (tabela 07).5 .

verificar este valor adotado na equação III. teremos: τ CR = Fmáx cabo 2p . Fmáx .6 . Loc. compomos as duas solicitações acima: τ CR + τ Flec. ≤ τ . Loc . h I compressão 2º FLEXÃO LOCALIZADA A expressão que determina o valor dessa tensão é empírica: τ Flec . Para resolver as equações acima. SOLICITAÇÕES NO TAMBOR 1º COMPRESSÃO RADIAL Esta tensão é proveniente do enforcamento localizado. Considerando um anel do tambor de espessura “h “ e largura igual ao passo “p “. h6 2 II Para verificação de dimensionamento. III Obs.MATERIAIS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE TAMBORES FºFº com τ = 18kgf / mm2 → GG18 Chapa de aço ABNT –1020 calandrada e costurada com solda Após a solda fazer alívio de tensão e usinagem final. 02. 4 1 D .96 . nas equações I e II e depois. τ = 1000 kgf / cm2 para SAE 1020 τ = 500 kgf / cm2 para GG18 (cuidado com as unidades) 03. Os valores da tensão admissível anterior ( τ ) podem ser aumentadas em até 20% quando se está projetando em grupos mecânicos bastante baixos.: 01. = 0. devido ao enrolamento do cabo de aço no tambor. devemos adotar um valor para “h “. V8 .

2. Altura de levantamento = 10m. Uma ponte rolante será projetada para 5 horas de uso diário. Dimensionar o cabo e o tambor. Fmáx . de capacidade deverá ser construída para moitão gêmeo. Altura de levantamento = 7 metros. 2 → quando o moitão gêmeo 2 d1 H τ flexão = 1. Espaço para fixação do cabo a = 100mm.7 . d d1 = d + 2 .4 . A capacidade de carga é de 10 ton. e o moitão de 4 ramais. e Exercícios: 1. Força Axial H ≅ 0.. Polias com mancal de rolamento. Ponto rolante de oficina para elevação de grande capacidade. - - V8 . Espaço para fixação → a = 100 mm. provenientes da puxada lateral da carga a ser transportada. ) (espessura da flange) 3 D hf 2 flange τ flexão ≤ τ flange τ = 800 kgf / cm2 para SAE 1020 τ = 250 kgf / cm para GG18 2 e ≅ 0. sendo dados: Mancal da polia = rolamentos. sendo que a metade do tempo de funcionamento com 1/3 da carga útil. sendo dados: Peso aproximado do moitão = 480kg.1 .44 ( 1 . Obter as dimensões do tambor para essa ponte. Uma ponte rolante de 25 ton.DIMENSIONAMENTO DAS FLANGES LATERAIS As flanges laterais dos tambores devem ter espessura suficiente para resistir ao flexionamento que será provocado pelas forças na direção axial do tambor.

portanto não iremos considerá-la em nossos cáculos. η transmissão [CV ] Onde: Q [ton. não leva em consideração o fator de escorregamento que é aproximadamente igual a 5%). No momento da patrida. a rotação de placa (síncrona. f 120 .Necessita-se saber a rotação assíncrona do motor. podemos saber quantos pares de engrenagens terá o nosso redutor. existe uma potência de aceleração. o motor já está em sua rotação assíncrona ( movimento uniforme) . considera-se no máximo.Necessita-se saber a velocidade tangencial do tambor: Vcabo = n . mais além de existir por um curto espaço de tempo.98 RENDIMENTO DO MOITÃO Já foi calculado anteriormente ou tabela pg. 1000 60 . uma relação de transmissão de 1:5. Dp do tambor -1n = 2 para moitão de 4 cabos n = 3 para moitão de 6 cabos n = 4 para moitão de 8 cabos -2- Relação de transmissão i= nmotor n tambor -3- Obs.8 . 60 = = 1800 rpm P 4 nas = 0. V8 . 1800 = 1710 rpm que é a rotação real no eixo do motor Obs. ou seja. Tendo a relação de transmissão. Exemplo: Motor de 4 polos: - ns = 120 . a frequência é de 60 Hz.: ns = rotação síncrona nas = rotação assíncrona f = frequência da rede elétrica. devemos calcular da seguinte forma: 1º . 75 . V subida da carga n tambor ← rpm = Vcabo π . no caso do Brasil. da seguinte maneira: Para cada par de engrenagens.] = peso da carga V1 [ m / min] = velocidade de subida da carga η transmissão = η moitão . N= Q .POTÊNCIA DE LEVANTAMENTO A potência que iremos considerar é quando o sistema já se encontra em regime. η tambor . ou seja. 2º . V1 . V11-1 CÁLCULO DO RENDIMENTO DO MOITÃO Esse rendimento é função do número de rolamentos e do número de pares de engrenagens.: Verificar a numeração das fórmulas a serem aplicadas. seu valor não chega a 1% do valor da potência em regime. de retirar a carga do solo por exemplo. η redutor RENDIMENTO DO TAMBOR η tambor = 0.95 . Portanto.

Exemplo: 2 pares de engrenagens: Temos 3 pares de rolamentos. o seguinte: . Logo: ηredutor = η6rolamento . Com esses dados. Dada uma ponte rolante de capacidade 10 ton. temos 6 rolamentos. dimensionar a potência do motor de levantamento.86 ou seja 86% Exercícios: 01.. Idem ao anterior com os seguintes dados: Q = 40 ton.. S.Portanto: Até 1:5 De 1:5 De 1:25 De 1:125 a 1:25 a 1:125 a 1:625 Temos Temos Temos Temos 1 par 2 pares 3 pares 4 pares Tendo o número de pares de engrenagens. utilizando um moitão de 4 ramais e um motor de 4 pólos. η2par de engrenagens Como: ηrolamento = 0. dimensionar pela DIN. a uma velocidade de 10 m/ min. sendo 50 operações por hora através de um motor que deverá ter uma rotação síncrona de 1200 rpm. fazendo um esquema do redutor. .9 .972 Logo: ηredutor = 0. podemos saber o número de rolamentos. que elevará a carga a uma altura de 15 m. São dados: Mancal das polias = rolamento Diâmetro do tambor = 400 mm 02. . ( Vcabo. 0. . as polias a serem utilizadas terão mancal de rolamento. No projeto de uma ponte rolante de capacidade 25 ton. V8 .Diâmetro do cabo de aço. VLev = 10 m/ min Moitão gêmeo de 8 ramais Motor de 4 pólos Mancal de escorregamento Diâmetro do tambor = 500 mm 03.Verificação do C.98566 .Diâmetro do comprimento do tambor.97 Temos: ηredutor = 0.985 ηpar de engrenagens = 0. portanto. ηtambor iP).Potência do motor de levantamento. e com velocidade de subida da carga de 8 m/min.

teremos o seguinte critério de cálculo: P =K . b [mm] Onde: P = carga sobre a roda [kgf] K = coeficiente de carga [kgf /mm] b = largura útil do trilho [mm] O coeficiente K é obtido através da seguinte relação: K = PL .06 3M 0.Ver V8-11 b = largura útil do trilho e V12-1 gráfico D = diâmetro da roda [cm] V8 . 02 – A largura útil do trilho.97 31.10 .65 0.56 0. C1 e C2 são válidos para diâmetros de rodas iguais ou menores que 1250 mm. b Onde: P = carga sobre roda [kgf] K = coeficiente de carga [kgf / cm2] .A tabela de PL é fornecida referindo-se aos Aços Comuns.DIMENSIONAMENTO DOS PARES RODA / TRILHO A expressão que colocaremos a seguir informa o diâmetro da roda em função dos valores da carga sobre esta. . b . visando a economia do custo.50 O FOFO Nodular é usado em equipamentos de baixa capacidade.82 80 0.: 2 rupτ ≅ 0. deve-se usar: PL = 0.12 25 1.03 2M 1.72 125 0. Obs. é fornecida pela fórmula: B = b + 4 . .94 Grupo mecânico C2 40 0.5M 0. C1 .87 50 0. para FOFO Nodular.5 1. quando não tabelada.PELA DIN Utilizando-se a norma Alemã. a largura útil do trilho e um coeficiente que existe devido à pressão existente entre a roda e o trilho e o módulo de elasticidade de ambos.8 10 1.13 Obs.1MB 1.09 4M . C2 Onde: PL = pressão dada em função do material ou da rupτ. D D= P K .66 160 0.72 τR [ kgf / mm2] > 50 > 60 > 70 > 80 rpm C1 200 0.9 16 1.77 100 0.Pela ABNT DR min ≥ P K .35 HB mm TABELAS: PL [ kgf / mm2] 0. r 3 Onde: B = largura do trilho (CSN) b = largura útil do trilho r = raio de arredondamento 03 – Os valores de PL.: 01 .0 1MA .50 0.0 20 1. C1 = coeficiente em função da rpm C2 = coeficiente em função do grupo mecânico.

V8 .9 . subindo na vertical até a curva de dureza da roda e ai retirar o valor de K no eixo das ordenadas. podemos calcular o diâmetro da roda.6 kgf / cm2.8 . o material da roda tem dureza superficial de 170 HB e o trilho será TR – 32. K para serviços médios K = 0. /s No gráfico.peso do corpo completo . V = 1 m /s → K = 54 kgf / cm2 Considerando serviço médio: K = 0. . = 55 m /min. K para serviços pesados Exemplo: Para – Dureza da roda igual a 150 HB Trilho TR – 37 Pela tabela. esta será de valor menor.Para se obter o valor de K . 54 = 48. neste caso. as condições de operação são as seguintes: .Trilhos TR-37 para a P. Na tabela obteremos as durezas de Brinell para vários tipos de trilhos. Comparando este valor com a dureza da roda.G = 48 ton. . HB roda < HB trilho Temos velocidade = 60 m /min = 1. Obs. K para serviços leves K = 0. .Go = 4 ton. . Obter o diâmetro da roda para translação da ponte.: K = 1 . Tendo o valor de K . 02 Uma ponte rolante foi dimensionada visando-se a padronização das rodas pela norma DIN. Exercícios: pela DIN: 01 Feitos os cálculos de resistência dos materiais.peso da ponte rolante . obtemos a dureza do trilho = 210 HB Portanto. .Material da roda dureza 150 HB.carga máxima = 30 ton.R. .Ponte para serviços leves.11 .velocidade de translação da P. R. A ponte rolante funcionará a 80 m /min. basta saber qual a velocidade empregada à roda em (m / s) e entrar no gráfico no eixo das abcissas. para o peso na roda que movimentará uma ponte rolante cuja estimativa é de 6300 horas de vida para uma carga de aproximadamente 30% da total na metade do tempo de uso.9K = 0.11 V8 .9 . recorremos ao gráfico de Tabela . chegou-se ao valor de 10 ton.

na seguinte equação: N = WT . determinar: .Peso do carro Go = 26 ton. .12 .Velocidade de translação = 70 m /min . ηTransmissão = ηRedutor Exercícios: 01.5 ton. V8 .Carro → Go = 29ton. V = Velocidade de translação [ m / min] ∑Pesos = Quando translação do carro → ∑ pesos = carga + peso carro.Dimensionar o motor de translação da ponte rolante cuja velocidade é de 80 m / min e tem as rodas com 1400 mm de diâmetro utilizando mancal de rolamento.Peso da ponte G = 60 ton. .Para esquema da ponte rolante abaixo.Motor para 1800 rpm .Servido pesado . 02. Dados: . Dados: . Σ Pesos 60 . V . . . 75 .Ponte com 8 rodas . O motor a ser utilizado será de 6 rolos.POTÊNCIA DE TRANSLAÇÃO ( carro ou ponte) A potência de translação é considerada com a potência necessária para vencer o momento retilíneo da roda que é composto pelo atrito da roda com o trilho e o atrito do mancal da roda com o eixo resultante.Capacidade Q = 40 ton. η Transmissã o [CV] Onde: WT = É a força necessária no eixo da roda por tonelada de peso nesta.Cabine → G = 1. em função do diâmetro da roda e tipo de mancal.Ponte rolante → G = 62 ton.Trilho TR – 50 .Dureza da roda = 150HB .Capacidade → Q = 45 ton.: Considerar sobre potência calculada um fator de serviço de 25% para dimensionamento do motor. Quando translação da ponte → ∑ pesos = carga + ponte + carro. Consegue-se na pag.Potência do motor de translação.Diâmetro da roda de translação da ponte . Utilizar o sistema de translação com um único redutor. . Obs.

Espaço para fixação é de 70 mm. Peso da ponte G = 60 ton.6 pólos para o sistema de levantamento de uma ponte para materiais em fusão. velocidade de levantamento máxima de 3 m /min. verificar se pode ser utilizado um redutor com 2 pares de engrenagens. 3 m . para confecção do tambor de uma ponte para 30 ton. 3/4 “ . 03 . sendo o moitão com mancais de escorregamento e altura de levantamento de 6 metros. 05 – Verificar se há possibilidade de se utilizar algumas rodas em estoque de diâmetro 630 mm. e a ponte translada com 35 m/min para uma roda de 630 mm. 04 – Verificar se há possibilidade de se utilizar alguns dos motores abaixo: 30 CV . sendo que nos cálculos obteve-se uma reação de 60 ton. sendo que por questões de vibração. O fornecedor especifica por questões de segurança. Especifica-se a dureza da roda de 170 HB e a ponte é para serviços pesados. a velocidade não ultrapasse 30 m/min. Está se utilizando trilhos TR – 37 para uma ponte de 8 rodas. 3 m. é de 60 CV.5 m .Verificar se há possibilidade de se utilizar as seguintes chapas: 1 /2 “ . sabendo-se que: motor de 4 pólos peso do carro e ponte = 60 ton.4 pólos ou 50 CV . Peso do carro Go = 26 ton.13 . 1 m . 06 – Sabendo-se que a potência de translação de uma ponte para 40 ton.- Serviço pesado Capacidade Q = 40 ton. 2 m .. V8 . 1. 6 m . 5/8 “ . Considerar DT = 700 mm e a capacidade da ponte = 30 ton. sabendo que funcionará com 10 ciclos por hora.