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1 Estrutura Projeto Pesquisa

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ESTRUTURA PARA PROJETOS DE PESQUISA

1. ESTRUTURA BÁSICA

Texto Elementos Pós-Textuais
REF. BIBLIOGR. e/ou BIBLIOG. ANEXOS 6. ORÇAMENTO 5. RECURSOS MAT. E HUM. 4. CRONOGRAMA 3. METODOLOGIA 2. REVISÃO DE LITERAT. 1. INTRODUÇÃO SUMÁRIO

Elementos Preliminares ou Pré-Textuais

LISTAS

As páginas Preliminares são contadas (com

exceção da Capa), mas não são numeradas.
FOLHA DE ROSTO CAPA

As páginas do Texto e do Pós– Texto são numeradas (em nº arábicos) computando-se, porém, na contagem, as páginas preliminares ao Texto.

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2. O PROJETO DE PESQUISA
A pesquisa é uma atividade voltada para a solução de problemas, através do emprego de processos científicos. Ela parte de uma ou mais dúvidas ou problemas e, com o uso de métodos científicos adequados, busca respostas e soluções. A solução somente poderá ocorrer quando o problema levantado tiver sido trabalhado com instrumentos científicos e procedimentos adequados. Ao se desenvolver um projeto de pesquisa, deverá ser levada em consideração a sua inovação científica e tecnológica e a sua condução por pesquisador qualificado, contribuindo para geração de novos conhecimentos. O projeto de pesquisa deverá compreender as seguintes partes:

2.1. PRELIMINARES OU PRÉ-TEXTOS 1 - Capa A capa refere-se à proteção externa do trabalho, reunindo um conjunto de informações sobre o projeto de pesquisa.

FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE MINAS GERAIS – FAPEMIG / Unileste-MG
PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PROBIC

TÍTULO

. Bolsista(s): . Orientador: . Pesquisador(es):

Local / Data

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2 - Folha de Rosto É a fonte principal de identificação, devendo conter informações complementares à identificação do projeto de pesquisa.
FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE MINAS GERAIS – FAPEMIG / Unileste-MG
PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PROBIC

Curso: Área do Conhecimento: Linha de Pesquisa:

TÍTULO

. Bolsista(s): . Orientador: . Pesquisador(es):

Local / Data

3 - Listas Envolvem as ilustrações, abreviaturas, siglas e símbolos, devendo ser relacionadas na mesma ordem em que são citadas no trabalho científico. As listas de ilustrações incluem tabelas, gráficos, fórmulas, lâminas, desenhos, mapas, figuras, etc. Exemplo: Figura 1, Figura 2, ...; Tabela 1, Tabela 2, .... 4 - Sumário É a enumeração das principais divisões, seções e capítulos de uma publicação, na mesma ordem em que se encontram na obra, com a indicação da página inicial correspondente. Não devem constar no sumário as partes que o antecedem. O mesmo não deve ser confundido com o Índice. 1
__________________________________________________________________________________________________ 1 Segundo Cervo, A. Luiz e Bervian, P. Alcino (1996: 143), o índice é utilizado frequentemente para facilitar ainda mais a comparação entre elementos de uma série. Para Garcia, E. A. Cadavid (1998: 296), o índice (opcional) é constituído de entradas ordenadas, segundo determinado critério, que localizam e remetem ao leitor informações ou assuntos contidos no relatório.

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2.2. TEXTO O Texto deverá ser organizado em capítulos, conforme a natureza do assunto, seguindo a sequência: Introdução, Revisão de Literatura, Metodologia, Recursos Humanos e Materiais, Orçamento e Cronograma. As páginas deverão ser enumeradas somente a partir da Introdução, em números arábicos, como é demonstrado a seguir: 1 - Introdução 1.1 Objetivos 1.2 Justificativa 1.3 Delimitação 1.4 Hipóteses (se for o caso) 1.5 Definição de Termos 2 - Revisão de Literatura 2.1 2.2 2.3 ...... 3 - Metodologia 3.1 Tipo de Pesquisa 3.2 Amostra 3.3 Instrumentos 3.4 Procedimentos 3.5 Tratamento dos Dados 3.6 Cuidados Éticos 4 - Recursos Humanos e Materiais 5 - Orçamento 6 - Cronograma

1 – Introdução
A Introdução deve fornecer uma visão global da pesquisa a ser realizada, apresentando o que se pretende investigar, enfatizando os objetivos e a importância do trabalho. É necessário especificar o problema da pesquisa, justificando a sua abordagem, assim como delimitar o campo de atuação e informar as limitações do estudo e as hipóteses (caso estas sejam aplicáveis). Deste modo, o autor deve apresentar:
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a) a definição do assunto, expondo de modo claro e preciso qual é a idéia central do estudo; b) a delimitação do assunto, esclarecendo o ponto de vista sobre o qual ele será enfocado no desenvolvimento do relatório; c) a situação do tema no tempo e no espaço, ou seja, o tema deve ser cuidadosamente situado no conjunto dos conhecimentos ou atividades já desenvolvidas por outros autores; d) a importância do tema, com especial cuidado em sua elaboração, norteando o leitor para a relevância do estudo em questão e despertando sua atenção para a leitura da pesquisa. O autor deve justificar a escolha e seleção do tema a ser estudado. e) a definição de termos, empregando termos especializados ou palavras antigas com sentido novo, palavras com dupla interpretação, especificando o real sentido que se quer dar àquela terminologia, em seu estudo. A introdução do projeto de pesquisa deve ser escrita numa linguagem simples e concisa, buscando-se responder às questões: quem, o que, por que, quando, onde e como. Em inglês esta parte é conhecida pelos 5 W e 1 H (who, what, why, when, where and how). Após a Introdução, mas dentro deste mesmo capítulo, devem ser apresentados os seguintes itens: 1.1 Objetivos Os objetivos compreendem os propósitos do estudo, ou seja, que tipos de informações se pretende divulgar através da pesquisa. O autor deve estabelecer os objetivos através de frases concisas, redigidas de forma impessoal. Em algumas pesquisas poderão ser apresentados mais de um objetivo, classificados quanto à sua abrangência e definidos como objetivos gerais e específicos. 1.2 Justificativa É o motivo que leva o pesquisador a escolher e estudar o tema. A justificativa aborda a razão pela qual se escolheu o tema e a sua importância para o desenvolvimento da área pesquisada. 1.3 Delimitação Na delimitação o pesquisador deve apresentar o escopo de seu estudo, isto é, os itens que serão investigados e analisados. 1.4 Hipóteses São suposições que antecedem a constatação dos fatos, com características de formulações provisórias, que serão testadas através da análise da evidência dos dados coletados. As hipóteses propõem explicações para certos fatos e, ao mesmo tempo, orientam a busca de outras informações.
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O processo de elaboração de hipótese é de natureza criativa. Sendo assim, não é possível determinar regras para elaboração de hipóteses. Para que uma hipótese possa ser considerada logicamente aceitável, deve apresentar as seguintes características: a) deve ser conceitualmente clara, particularmente os referentes a variáveis, devendo-se preferir as definições operacionais, isto é, aquelas que indicam as operações particulares que possibilitam o esclarecimento do conceito; b) deve ser específica. Muitas hipóteses são conceitualmente claras, mas são expressas em termos tão gerais, que não podem ser verificadas. Sendo assim, deve-se dar preferência às hipóteses que de fato se pretende verificar; c) deve ter referências empíricas. As hipóteses que envolvem julgamentos de valor não podem ser adequadamente testadas. Palavras como “bom”, “mau”, “deve” e “deveria” não conduzem à verificação empírica e devem ser evitadas na construção de hipóteses; d) deve ser parcimoniosa. Uma hipótese simples é sempre preferível a uma mais complexa, desde que tenha o mesmo poder explicativo; e) deve estar relacionada com as técnicas disponíveis. Nem sempre uma hipótese teoricamente bem elaborada pode ser testada. É necessário que haja técnicas adequadas para a coleta dos dados exigidos para seu teste. Quando não forem encontradas técnicas adequadas para o teste das hipóteses, o mais conveniente passa a ser a realização de estudos voltados para a descoberta de novas técnicas; ou, então, a reformulação da hipótese com vistas ao seu adequamento às técnicas disponíveis; f) deve estar relacionada com uma teoria, uma vez que vem possibilitar a generalização de seus resultados. Em muitas pesquisas sociais este critério não é considerado. 1.5 Definição de Termos/Glossário Inclui a relação de termos técnicos, palavras especiais ou de significação dúbia contidas no documento, acompanhadas dos significados que lhes foram atribuídos. O glossário objetiva facilitar a compreensão e o sentido do texto.

2 - Revisão de Literatura
É a apresentação da literatura básica, com os possíveis itens sobre o assunto pesquisado. A Revisão de Literatura faz especificação detalhada e criticamente articulada sobre todos os pontos chaves das perguntas que a pesquisa pretende responder, os quais fornecerão subsídios necessários para as discussões e conclusão do estudo. Nesse capítulo, o autor deve demonstrar conhecimento da literatura básica sobre o assunto, resumindo os resultados de estudos feitos por outros autores. A literatura citada deve ser apresentada preferencialmente em ordem cronológica, em blocos de assuntos, mostrando a evolução do tema de maneira integrada. Todo documento analisado deve constar na listagem da referência bibliográfica, de acordo com as normas técnico-científicas.

3 - Metodologia
Este capítulo deve levar em consideração a relação entre problema, teoria, método e resultados a serem alcançados. Assim, deverão ser abordados os seguintes itens:
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3.1 Tipos de pesquisa O interesse do homem pelo saber levam-no a investigar a realidade sob os mais diversos aspectos e dimensões, através de diferentes níveis de aprofundamento e enfoques específicos, conforme o objeto de estudo. Daí a existência de vários tipos de pesquisa, possuindo, cada uma delas, além dos fundamentos e procedimentos comuns, suas próprias características. Toda e qualquer classificação de pesquisa se faz mediante algum critério. Assim, é usual a classificação de pesquisas com base em seus objetivos gerais, podendo ser classificadas em três grandes grupos: exploratória, descritiva e explicativa. A pesquisa exploratória é vista como o primeiro passo de todo o trabalho científico. Este tipo de pesquisa tem por finalidade, especialmente quando se trata de pesquisa bibliográfica, proporcionar maiores informações sobre determinado assunto; facilitar a delimitação de uma temática de estudo; definir os objetivos ou formular as hipóteses de uma pesquisa ou, ainda, descobrir um novo enfoque para o estudo que se pretende realizar. Pode-se dizer que a pesquisa exploratória tem como objetivo principal o aprimoramento de idéias ou a descoberta de intuições. Na maioria dos casos, a pesquisa exploratória envolve: a) levantamento bibliográfico; b) entrevistas com pessoas que tiveram experiências práticas com o problema pesquisado; c) análise de exemplos que estimulem a compreensão do fato estudado. Através da pesquisa exploratória avalia-se a possibilidade de se desenvolver um estudo inédito e interessante, sobre uma determinada temática. Sendo assim, este tipo de pesquisa tem como objetivo proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explícito. De um modo geral, esta pesquisa constitui um estudo preliminar ou preparatório para outro tipo de pesquisa. Embora o planejamento da pesquisa exploratória seja bastante flexível, quase sempre ela assume a forma de pesquisa bibliográfica ou de estudo de caso. A pesquisa bibliográfica procura explicar um problema a partir de referências teóricas publicadas em documentos. Pode ser realizada independentemente ou, também, como parte da pesquisa descritiva ou experimental, quando é feita com o intuito de recolher informações e conhecimentos prévios acerca de um problema para o qual se procura resposta ou acerca de uma hipótese que se quer experimentar. Em ambos os casos, busca-se conhecer e analisar as contribuições culturais ou científicas existentes sobre um determinado assunto, tema ou problema. A pesquisa bibliográfica abrange toda a bibliografia já tornada pública em relação ao tema de estudo, desde publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros, pesquisas, monografias, teses, material cartográfico e meios de comunicação como rádio, gravações em fita magnética e audiovisuais (filmes e televisão). O estudo de caso é caracterizado pelo estudo profundo e exaustivo de um ou de poucos objetos, de maneira que permita a investigação de seu amplo e detalhado conhecimento. Por essa razão cabe lembrar que, embora este tipo de estudo se processe de forma relativamente simples, pode exigir do pesquisador nível de capacitação mais elevado que o
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requerido para outros tipos de delineamento, devido à dificuldade de generalização dos resultados obtidos, quando a unidade escolhida para a investigação for bastante anormal em relação às muitas de sua espécie. Este estudo caracteriza-se por grande flexibilidade, sendo impossível estabelecer um roteiro rígido que determine com precisão como deverá ser desenvolvida a pesquisa. Porém, na maioria dos estudos de caso, é possível distinguir as seguintes fases: delimitação da unidade-caso; coleta de dados; análise e interpretação dos dados; e redação do relatório. A difusão deste tipo de estudo está ligada à prática psicoterapêutica, caracterizada pela reconstrução da história do indivíduo, bem como ao trabalho dos assistentes sociais junto a indivíduos, grupos e comunidades. Atualmente, o estudo de caso é adotado na investigação de fenômenos das mais diversas áreas do conhecimento. A pesquisa descritiva procura observar, registrar, analisar, classificar e interpretar os fatos ou fenômenos (variáveis), sem que o pesquisador interfira neles ou os manipule. Este tipo de pesquisa tem como objetivo fundamental a descrição das características de determinada população ou fenômeno. Ou, então, o estabelecimento de relações entre variáveis, isto é, aquelas que visam estudar as características de um grupo: sua distribuição por idade, sexo, procedência, nível de escolaridade, estado de saúde física e mental, e outros. Procura descobrir, com a precisão possível, a frequência com que um fenômeno ocorre, sua relação e conexão com os outros, sua natureza e características. São inúmeros os estudos que podem ser classificados como pesquisa descritiva e uma de suas características mais significativas é a utilização de técnicas padronizadas de coletas de dados, tais como o questionário e a observação sistemática, e instrumentos como a observação e o formulário. Algumas pesquisas descritivas vão além da simples identificação da existência de relações entre variáveis, objetivando determinar a natureza dessa relação aproximando-se, assim, da pesquisa explicativa. A pesquisa descritiva pode assumir diversas formas e, de um modo geral, assume a forma de um levantamento, sendo mais realizada por pesquisadores das áreas de ciências humanas e sociais, preocupados com a atuação prática. É também utilizada por instituições educacionais, partidos políticos, empresas, e outras organizações. A pesquisa explicativa, além de registrar, analisar e interpretar os fenômenos estudados, tem como preocupação primordial identificar os fatores que determinam ou que contribuem para a ocorrência dos fenômenos, isto é, suas causas. Este é o tipo de pesquisa que mais aprofunda o conhecimento da realidade, porque explica a razão e o porquê das coisas. O que caracteriza a pesquisa experimental é a manipulação e o controle das variáveis, com o objetivo de identificar qual a variável independente* que determina a causa da variável dependente** ou do fenômeno em estudo.
________________________________________________________________________________________________________ (* e **) De acordo com Lakatos, Eva Maria ; Marconi, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1985. p. 138. * Variável independente (X) é aquela que influencia, determina ou afeta outra variável; é fator determinante, condição ou causa para determinado resultado, efeito ou consequência; é o fator manipulado pelo investigador, na sua tentativa de assegurar a relação do fator com um fenômeno observado ou a ser descoberto, para ver que influência exerce sobre um possível resultado. Numa pesquisa é vista como o antecedente. Os estudiosos fazem predições a partir de variáveis independentes para dependentes.

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Porém, ao contrário, quando querem explicar um fato ou fenômeno encontrado—variável dependente—procuram a causa— variável independente. ** Variável dependente (Y) consiste naqueles valores (fenômenos, fatores) a serem explicados ou descobertos, em virtude de serem influenciados, determinados ou afetados pela variável independente; é o fator que aparece, desaparece ou varia à medida que o investigador introduz, tira ou modifica a variável independente. Numa pesquisa é vista como o consequente.

Em algumas Ciências, como por exemplo a Psicologia, nem sempre se torna possível a realização de pesquisas rigidamente explicativas, embora apresentem elevado grau de controle. Por isso são chamadas de pesquisas “quase experimentais”. A maioria das pesquisas explicativas podem ser classificadas como experimentais e ex-post-facto.. A pesquisa experimental caracteriza-se por manipular diretamente as variáveis relacionadas com os objetos de estudo. A manipulação das variáveis proporciona o estudo da relação entre causas e efeitos de um determinado fenômeno. Interfere-se diretamente na realidade, manipulando-se a variável independente, a fim de observar o que acontece com a dependente. Este tipo de pesquisa inicia-se com algum tipo de problema ou indagação e pretende dizer de que modo ou por que causas o fenômeno é produzido. Essencialmente, a pesquisa experimental consiste em determinar um objeto de estudo, selecionar as variáveis que seriam capazes de influenciá-lo e definir as formas de controle e de observação dos efeitos que a variável produz no objeto. A pesquisa experimental exige que o problema seja colocado de maneira clara, precisa e objetiva, devendo o seu planejamento incluir os seguintes passos: formulação do problema; construção das hipóteses; operacionalização das variáveis; definição do plano experimental; determinação dos sujeitos; determinação do ambiente; coleta de dados; análise e interpretação dos dados; e apresentação das conclusões. A pesquisa ex-post-facto tem seu planejamento semelhante ao da pesquisa experimental. Contudo, não é possível fazer a manipulação de variáveis independentes, que chegam ao pesquisador já prontas. O pesquisador, necessitará, portanto, localizar grupos de indivíduos que sejam bastante semelhantes entre si, isto é, que tenham aproximadamente a mesma idade, as mesmas condições de saúde, que pertençam à mesma classe social, e outros. 3.2 Amostra A amostra determina os elementos que serão pesquisados. O universo ou população de uma pesquisa depende do assunto a ser investigado, e a amostra, porção ou parcela do universo, que realmente será submetida à verificação, é obtida ou determinada por uma técnica específica de amostragem. 3.3 Instrumentos Neste item devem ser apresentados os instrumentos a serem utilizados na pesquisa, como serão empregados, para quem ou para que. 3.4 Procedimentos Os procedimentos apresentam, em detalhes, todos os passos que foram utilizados para a coleta de dados.

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3.5 Tratamento dos Dados Indica como será feita a coleta de dados, quais os métodos estatísticos a serem utilizados na análise de dados e como esta será feita. 3.6 Cuidados Éticos As pesquisas que envolvem a participação de seres humanos devem especificar os cuidados que foram tomados para a preservação sigilosa destes e de algumas informações específicas.

4 - Cronograma
Apresenta as diversas etapas do projeto, indicando o tempo necessário para realização de cada uma delas. O cronograma deve conter: as atividades a serem desenvolvidas, de acordo com as descrições dos capítulos e demais itens; e a especificação, por mês, das referidas atividades.

5 - Recursos Humanos e Materiais
Neste item devem ser apresentados, de forma separada, os recursos em questão, especificando os tipos, a quantidade e demais referências aos mesmos.

6 - Orçamento
Refere-se aos valores financeiros associados aos recursos humanos e materiais. 2.3. PÓS-LIMINARES OU PÓS-TEXTO Estes itens não recebem numeração dentro do corpo do Projeto de Pesquisa. 3. ANEXOS Abrangem as partes de extensão do texto. Devem ser indicados por letra, em ordem alfabética e na ordem em que aparecem no texto. Os ANEXOS devem ser citados no texto entre parênteses, quando vierem no final da frase. Se inserido na redação, o termo ANEXO vem livre dos parênteses. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E/OU BIBLIOGRAFIA As Referências Bibliográficas ou Bibliografia referem-se ao conjunto de elementos que identificam os documentos impressos mencionados no corpo do trabalho. Elas objetivam apresentar ao leitor as obras e os autores que serviram de base para a elaboração do mesmo. Também oferecem uma idéia geral da documentação consultada e possibilitam ao leitor aprofundar o tema, mediante consulta pessoal às fontes originais. As Referências Bibliográficas são muito importantes na comunicação técnica e científica, sendo sua elaboração regida por normas estabelecidas pela Associação Brasileira de
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Normas Técnicas – ABNT, desde 1970, e que devem ser rigorosamente obedecidas. Para maiores detalhes, ver: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS-ABNT, Rio de Janeiro. AGO 1989/ NBR/ 6023. Referências bibliográficas. Rio de Janeiro, 1990. OBS.: Alguns projetos de pesquisa poderão ter outra estrutura, de acordo com o objetivo a ser alcançado e a metodologia empregada para tal, desde que dentro de estruturas aprovadas pelo PROBIC, ou de padrões reconhecidos cientificamente.

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