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NORMA ABNT NBR
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15527
Primeira edição
24.09.2007
Válida a partir de
24.10.2007
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Água de chuva - Aproveitamento de
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coberturas em áreas urbanas para fins não
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potáveis - Requisitos
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Rainwater - Catchment of roofs in urban areas for non-potable
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Requirements
Palavras-chave: Água de chuva. Não potável. Aproveitamento.
Descriptors: Rainwater. Non-potable. Catchment.
ICS 91.060.20; 91.060.99
ISBN 978-85-07-00668-8
Número de referência
ASSOClAÇAo
BRASILEIRA
ABI\lT NBR 15527:2007
DE NORMAS
8 páginas
TÉCNICAS
©ABNT 2007
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~ ABNT NBR 15527:2007
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© ABNT 2007
Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida
ou por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por escrito pela ABNT.
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Impresso no Brasil
©ABNT 2007 - Todos os direitos reservados
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Sumário Página l!)
Prefácio iv "0
1 Escopo 1
2 Referências normativas 1
3 Termos e definições 1
4 Condições gerais 2
4.1 Concepção do sistema de aproveitamento de água de chuva 2
4.2 Calhas e condutores 2
4.3 Reservatórios 3
4.4 Instalações prediais 3
4.5 Qualidade da água 4
4.6 Bombeamento 4
5 Manutenção 5
Anexo A (informativo) Métodos de cálculos para dimensionamento dos reservatórios 6
A.1 Método de Rippl 6
A.2 Método da simulação 6
A.3 Método Azevedo Neto 7
A.4 Método prático alemão 7
A.5 Método prático ingles 7
A.6 Método prático australiano 8
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©ABNT 2007 - Todos os direitos reservados iii
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2l ABNT NBR 15527:2007
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(f)
(f)
~
c.
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~ Prefácio
o
N
Ln
o
"O
'õ A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras,
(1)
~ cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos de Normalização
di Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais Temporárias (ABNT/CEET), são elaboradas por
8 Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores,
o
~ consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
O'J
co
N
o Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretivas ABNT, Parte 2.
~
("")
("")
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) chama atenção para a possibilidade de que alguns dos
(f)
~ elementos deste documento podem ser objeto de direito de patente. A ABNT não deve ser considerada
5 responsável pela identificação de quaisquer direitos de patentes.
•(1)

<Il
(f)
A ABNT NBR 15527 foi elaborada pela Comissão de Estudo Especial Temporária de Aproveitamento de Água
E
o
de Chuva (ABNT/CEET-00.001.77). O seu 1º Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 01,
z
(1)
de 31.01.2007, com o número de Projeto 00:001.77-001.0 seu 2º Projeto circulou em Consulta Nacional conforme
"O
~
Edital nº 05, de 23.04.2007 a 21.05.2007, com o número de 2º Projeto 00:001.77-001.
~
(f)
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NORMA BRASILEIRA
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Água de chuva - Aproveitamento de coberturas em áreas urbanas para 'fins
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não potáveis - Requisitos
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~ 1 Escopo
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o:!
Esta Norma fornece os requisitos para o aproveitamento de água de chuva de coberturas em áreas urbanas para
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o
'Q) fins não potáveis.

li)
o:!
E
Esta Norma se aplica a usos não potáveis em que as águas de chuva podem ser utilizadas após tratamento
z
o
adequado como, por exemplo, descargas em bacias sanitárias, irrigação de gramados e plantas ornamentais,
Q)
"tJ lavagem de veículos, limpeza de calçadas e ruas, limpeza de pátios, espelhos d'água e usos industriais.
~
~
'Ui
~
(IJ
2 Referências normativas
o
'o:!

o:!
'u
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referências datadas,
o
li)
aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do
~
,
referido documento (incluindo emendas).
o
>
Ui
~
13
Portaria nº 518, de 25 de março de 2004, do Ministério da Saúde (norma de qualidade de água para consumo
x
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humano)
o
li)
~
o:!
ro
ABNT NBR 5626:1998, Instalação predial de água fria
n.
ro
Ci ABNT NBR 10844: 1989, Instalações prediais de águas pluviais
E
Q)
x
Ll.J
ABNT NBR 12213: 1992, Projeto de captação de água de superficie para abastecimento público
ABNT NBR 12214:1992, Projeto de sistema de bombeamento de água para abastecimento público
ABNT NBR 12217:1994, Projeto de reservatório de distribuição de água para abastecimento público
3 Termos e definições
Para os efeitos desta norma, aplicam-se os seguintes termos e definições.
3.1
água de chuva
água resultante de precipitações atmosféricas coletada em coberturas, telhados, onde não haja circulação de
pessoas, veículos ou animais
3.2
água não potável
água que não atende à Portaria nO 518 do Ministério da Saúde
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(J)
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N ABNT NBR 15527:2007
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V)
~
n.

3.3
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área de captação (J)
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área, em metros quadrados, projetada na horizontal da superfície impermeável da cobertura onde a água é
o captada
-a
iJ
Q)
~ 3.4
di coeficiente de escoamento superficial
~ coeficiente de runoff
~ C
N
~ coeficiente que representa a relação entre o volume total de escoamento superficial e o volume total precipitado,
~ variando conforme a superfície
~
C')
,
C')
3.5
V)
co
conexão cruzada
ü
'c
qualquer ligação física através de peça, dispositivo ou outro arranjo que conecte duas tubulações das quais uma ü
-Q)

conduz água potável e a outra água de qualidade desconhecida ou não potável
V)
co
E
~ 3.6
Q) demanda
-a
~ consumo médio (mensal ou diário) a ser atendido para fins não potáveis
]1
V)
~ 3.7
~ escoamento inicial
'co
~ água proveniente da área de captação suficiente para carregar a poeira, fuligem, folhas, galhos e detritos
'u
o
V)
~ 3.8
~ suprimento
. ~ fonte alternativa de água para complementar o reservatório de água de chuva
:::>
"13
x
Q)
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V)
~ 4
Condições gerais
co
n.
{ 4.1 Concepção do sistema de aproveitamento de água de chuva
E
Q)
x
w 4.1.1 A concepção do projeto do sistema de coleta de água de chuva deve atender às ABNT NBR 5626
e ABNT NBR 10844. No caso da ABNT NBR 10844, não deve ser utilizada caixa de areia e sim caixa de inspeção.
4.1.2 No estudo devem constar o alcance do projeto, a população que utiliza a água de chuva e a determinação
da demanda a ser definida pelo projetista do sistema.
4.1.3 Incluem-se na concepção os estudos das séries históricas e sintéticas das precipitações da região onde
será feito o projeto de aproveitamento de água de chuva.
4.2 Calhas e condutores
4.2.1 As calhas e condutores horizontais e verticais devem atender à ABNT NBR 10844.
4.2.2 Devem ser observados o período de retorno escolhido, a vazão de projeto e a intensidade pluviométrica.
4.2.3 Devem ser instalados dispositivos para remoção de detritos. Estes dispositivos podem ser, por exemplo,
grades e telas que atendam à ABNT NBR 12213.
4.2.4 Pode ser instalado no sistema de aproveitamento de água de chuva um dispositivo para o descarte da
água de escoamento inicial. É recomendado que tal dispositivo seja automático
4.2.5 Quando utilizado, o dispositivo de descarte de água deve ser dimensionado pelo projetista. Na falta de
dados, recomenda-se o descarte de 2 mm da precipitação inicial.
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4.3 Reservatórios
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N
4.3.1 Os reservatórios devem atender à ABNT NBR 12217. Iíl
~
4.3.2 Devem ser considerados no projeto: extravasor, dispositivo de esgotamento, cobertura, inspeção,
ventilação e segurança.
Deve ser minimizado o turbilhonamento, dificultando a ressuspensão de sólidos e o arraste de materiais flutuantes.
A retirada de água do reservatório deve ser feita próxima à superfície. Recomenda-se que a retirada seja feita a
15 cm da superfície.
4.3.3 O reservatório, quando alimentado com água de outra fonte de suprimento de água potável, deve possuir
V>
dispositivos que impeçam a conexão cruzada.
ro
ü
C
ü
4.3.4 O volume de água de chuva aproveitável depende do coeficiente de escoamento superficial da cobertura,

bem como da eficiência do sistema de descarte do escoamento inicial, sendo calculado pela seguinte equação:
.Q)
V>
ro
~
o
Z v = P x A x C X Ilfator de captação
Q)
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~ onde:
~
.U;
~
V é o volume anual, mensal ou diário de água de chuva aproveitável;
co
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P é a precipitação média anual, mensal ou diária;
·u
o
(/)
«
V>
,
A é a área de coleta;
o
.::::
V>
C é o coeficiente de escoamento superficial da cobertura; ::J
U
><
Q)
o
Ilfator de captação é a eficiência do sistema de captação, levando em conta o dispositivo de descarte de sólidos e
V>
::J
ro
desvio de escoamento inicial, caso este último seja utilizado.
ro
a.
ro
4.3.5 O volume dos reservatórios deve ser dimensionado com base em critérios técnicos, economlcos e
a.
E ambientais, levando em conta as boas práticas da engenharia, podendo, a critério do projetista, ser utilizados os
Q)
><
UJ
métodos contidos no Anexo A ou outro, desde que devidamente justificado.
4.3.6 Os reservatórios devem ser limpos e desinfetados com solução de hipoclorito de sódio, no mínimo uma
vez por ano, de acordo com à ABNT NBR 5626.
4.3.7 O volume não aproveitável da água de chuva pode ser lançado na rede de galerias de águas pluviais, na
via pública ou ser infiltrado total ou parcialmente, desde que não haja perigo de contaminação do lençol freático, a
critério da autoridade local competente.
4.3.8 O esgotamento pode ser feito por gravidade ou por bombeamento.
4.3.9 A água de chuva reservada deve ser protegida contra a incidência direta da luz solar e do calor, bem
como de animais que possam adentrar o reservatório através da tubulação de extravasão.
4.4 Instalações prediais
4.4.1 As instalações prediais devem atender à ABNT NBR 5626, quanto às recomendações de separação
atmosférica, dos materiais de construção das instalações, da retrossifonagem, dos dispositivos de prevenção de
refluxo, proteção contra interligação entre água potável e não potável, do dimensionamento das tubulações,
limpeza e desinfecção dos reservatórios, controle de ruídos e vibrações.
4.4.2 As tubulações e demais componentes devem ser claramente diferenciados das tubulações de água
potável.
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ABNT NBR 15527:2007
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4.4.3 O sistema de distribuição de água de chuva deve ser independente do sistema de água potável,
não permitindo a conexão cruzada de acordo com ABNT I\IBR S626.
o
N
LO
4.4.4 Os pontos de consumo, como, por exemplo, uma torneira de jardim, devem ser de uso restrito
""O
e identificados com placa de advertência com a seguinte inscrição "água não potável" e identificação gráfica.
e:­
di 4.4.5 Os reservatórios de água de distribuição de água potável e de água de chuva devem ser separados.
N
o
o
o
§ 4.5 Qualidade da água
co
N
4.5.1 Os padrões de qualidade devem ser definidos pelo projetista de acordo com a utilização prevista.
g Para usos mais restritivos, deve ser utilizada a Tabela 1.
,
(/J

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Tabela 1 - Parâmetros de qualidade de água de chuva para usos restritivos não potáveis ü
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IParâmetro T I
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IColiformes I Ausência em 100 mL I
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I ISemestral em 100-mL --l
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"iji residual livre a ------------------------1 Mensal IO,S a -I
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I Turbidez I Mensal I < 2,0 uT b, para usos menos
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ro I < 5,0 uT I I
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Cor aparente (caso não utilizado Mensal 1-<-1-S-u-H----- _. l

, corante, ou antes da sua utilização)
r
I
o
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-iji
I I de pH para proteção das redes de i mensal I pH de 6,0 a 8,0 no c_ aso de de
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x
distribuição, caso necessário I I aço carbono ou galvanizado
Ql
o
(/J I"NOTA usados outros processos de desinfecção além do cloro, como a aplicação de raio ultravioleta
::::l

ro

I utilizados de
ro
li
c.
E
b uT é a unidade de turbidez.
Ql
x
W
c uH é a unidade Hazen.
4.5.2 Para desinfecção, a critério do projetista, pode-se utilizar derivado c1orado, raios ultravioleta, ozônio e
outros. Em aplicações onde é necessário um residual desinfetante, deve ser usado derivado c1orado.
4.5.3 Quando utilizado o cloro residual livre, deve estar entre 0,5 mg/L e 3,0 mg/L.
4.6 Bombeamento
4.6.1 Quando necessário o bombeamento, este deve atender à ABNT NBR 12214.
4.6.2 Devem ser observadas as recomendações das tubulações de sucção e recalque, velocidades mínimas
de sucção e seleção do conjunto motor-bomba.
4.6.3 Pode ser instalado, junto à bomba centrífuga, dosador automático de derivado clorado, o qual convém ser
enviado a um reservatório intermediário para que haja tempo de contato de no mínimo 30 mino
T E:lY\ S \J-ç, a CLeQ.Ç)
C 'f'.

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©ABNT 2007 - Todos os direitos reservados
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a.
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5 Manutenção
co
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o
("J
LO
5.1 Deve-se realizar manutenção em todo o sistema de aproveitamento de água de chuva de acordo com a
Tabela 2,
Tabela 2 - Freqüência de manutenção
I íFreqüência de manutenção I
I Dispositivo--d-e-d-e-s-'c-a-rt-e-de-d-e--tr-it-o-s-------ir Inspeção mensal 1i
Limpeza trimestral
IDispositivo de descarte do escoamento inicial Limpeza mensal I
Cll
CJ
.C'
li)
ICalhas, condutores verticais e horizontais Semestral I
CJ
'Q)

IDis'positivos de desinfecção ._- I Mensal
li)
Cll
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o IBombas' I Mensal I
z
Q)
"O
=J Limpeza e desinfecção anual I

]!
'u;
Cll
cri
5.2 Quando da utilização de produtos potencialmente nocivos à saúde humana na área de captação, o sistema
o
1Cll
u­ deve ser desconectado, impedindo a entrada desses produtos no reservatório de água de chuva, A reconexão
Cll

deve ser feita somente após lavagem adequada, quando não haja mais risco de contaminação pelos produtos
o
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utilizados,

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©ABNT 2007 - Todos os direitos reservados
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Anexo A
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(informativo)
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Métodos de cálculos para dimensionamento dos reservatórios
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'<t Para o cálculo do dimensionamento do reservatório de água de chuva, pode-se usar um dos métodos descritos
C'"l
C; em A.1 a A.6.
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11l
. ~
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ü
~ A.1 Método de Rippl
li)
ê
~ Neste método podem-se usar as séries históricas mensais ou diárias.
Q)
"O
~ S (I) = O (I) - Q (I)
~
·w
J6 Q (I) = C x precipitação da chuva (I) x área de captação
o
.11l
á5" V = ~ S (I) , somente para valores S (t) > O
·ü
o
li)
~ Sendo que: ~ O (I) < ~ Q (I)
o
. ~ onde:
:J
ti
><
Q)
S (I) é o volume de água no reservatório no tempo t;
o
li)
:J
11l
ro
Q (I) é o volume de chuva aproveitável no tempo t;
o.
11l
o..
0(1) é a demanda ou consumo no tempo t;
E
Q)
><
W
V é o volume do reservatório;
C é o coeficiente de escoamento superficial.
A.2 Método da simulação
Neste método a evaporação da água não deve ser levada em conta. Para um determinado mês, aplica-se a
equação da continuidade a um reservatório finito:
S (t) = Q (I) + S (1-1) - O (I)
Q (I) =C x precipitação da chuva (t) x área de captação
Sendo que: O:5 S (I) :5 V
onde:
S (t) é o volume de água no reservatório no tempo t;
S (1-1) é o volume de água no reservatório no tempo t - 1;
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6
(J)
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N ABNT NBR 15527:2007
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o
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(J)
(J)
~
Q.
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Q (I) é o volume de chuva no tempo t;
<O
(J)
o
N
D(I) é o consumo ou demanda no tempo t; L!'l
o
"O
'6
O)
v é o volume do reservatório fixado;
o...
(J)
r-­
C é o coeficiente de escoamento superficial.
N
o
o
o
NOTA Para este método, duas hipóteses devem ser feitas, o reservatório está cheio no início da contagem do tempo "f',
N
(J)
os dados históricos são representativos para as condições futuras.
OC!
N
o
"":
C'"J
C'"J
A.3 Método Azevedo Neto (J)
u'"
C
.0)
u
o volume de chuva é obtido pela seguinte equação:

(J)
'" v = 0,042 x P x A x T
E
o
z
O)
onde: "O
~
]i
'(ii
P é o valor numérico da precipitação média anual, expresso em milímetros (mm);
~
ro
,'"
o
u-
T é o valor numérico do número de meses de pouca chuva ou seca;
'u'"
o
(J)
(J)
A é o valor numérico da área de coleta em projeção, expresso em metros quadrados (m\
«
,
~ V é o valor numérico do volume de água aproveitável e o volume de água do reservatório, expresso em
. ~ litros (L).
u
><
O)
o
(J)
::::l
~ A.4 Método prático alemão
a.
n;
a. Trata-se de um método empírico onde se toma o menor valor do volume do reservatório; 6 % do volume anual de
~ consumo ou 6 % do volume anual de precipitação aproveitável.
w
Vadotado = mínimo de (volume anual precipitado aproveitável e volume anual de consumo) x 0,06 (6 %)
Vadotado= mín (V; O) x 0,06
onde:
V é o valor numérico do volume aproveitável de água de chuva anual, expresso em litros (L);
D é o valor numérico da demanda anual da água não potável, expresso em litros (L);
Vadotado é o valor numérico do volume de água do reservatório, expresso em litros (L).
A.S Método prático ingles
o volume de chuva é obtido pela seguinte equação:
V = 0,05 x P x A
onde:
P é o valor numérico da precipitação média anual, expresso em em milímetros (mm);
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o
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~
N ABNT NBR 15527:2007
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Lrl
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Cll
a.
E
A é o valor numérico da área de coleta em projeção, expresso em metros quadrados (m\
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(J)
o
N
V é o valor numérico do volume de água aproveitável e o volume de água da cisterna, expresso em litros (L). Lrl
~
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""O
'6
Cll
;:- A.6 Método prático australiano
(J)
N
g o volume de chuva é obtido pela seguinte equação:
~
(J)
~ Q= A x C x (P - I)
o
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~ onde:
,
fi)
ro
C é o coeficiente de escoamento superficial, geralmente 0,80;
"c
()
()
·Cll

P é a precipitação média mensal;
fi)
ro
E
z
o
é a interceptação da água que molha as superficies e perdas por evaporaçao, geralmente 2 mm;
Cll
""O
~
A é a área de coleta;
2
"00
ro
Q é o volume mensal produzido pela chuva.
àS
o
·ro
~ O cálculo do volume do reservatório é realizado por tentativas, até que sejam utilizados valores otimizados de
g confiança e volume do reservatório.
fi)
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«
,
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"00
::::l
li onde:
x
Cll
o
fi)
é o volume mensal produzido pela chuva no mês t;
::::l
~
ro

é o volume de água que está no tanque no fim do mês t;
ro
n.
E
V
I
_, é o volume de c'lgua que está no tanque no início do mês t;
~
w
DI é a demanda mensal;
NOTA Para o primeiro mês, considera-se o reservatório vazio.
Quando (V
I
_, + QI - D) < O, então o VI = O
O volume do tanque escolhido será T.
Confiança:
P
r
= Nr / N
onde:
P
r
é a falha;
Nr é O número de meses em que o reservatório não atendeu à demanda, isto é, quando VI = O;
N é o número de meses considerado, geralmente 12 meses;
Confiança = (1 - P
r
)
Recomenda-se que os valores de confiança estejam entre 90 % e 99 %.
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8

br www. eletrônico ou mecânico.org.28° andar 20031-901 . 13 . cu Ci.: + 55 21 3974-2300 Fax: + 5521 2220-1762 abnt@abnt.Rio de Janeiro . ~ É (O l!l N o CJl cu u 'Ql t­ V) c: u cu E (.br Impresso no Brasil ii ©ABNT 2007 .Todos os direitos reservados .org.N o o CJl i?5 o o V) V) ~ ABNT NBR 15527:2007 o.Treze de Maio.abnt. Z Ql ""O V) ]1 ~ ·ü V) 'cu o cu o V) o m o cu Ui <{ > ·Ui ::l Ü Ql >< o V) ~ ::l LU cu o. sem permissão por escrito pela ABNT. E Ql >< ~ © ABNT 2007 Todos os direitos reservados. nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida ou por qualquer meio. incluindo fotocópia e microfilme. Sede da ABNT AV. A menos que especificado de outro modo.RJ Tel.

6 5 Anexo A...Todos os direitos reservados iii .3 A.1 A.6 Escopo Referências normativas Termos e definições Condições gerais Concepção do sistema de aproveitamento de água de chuva Calhas e condutores Reservatórios Instalações prediais Qualidade da água Bombeamento Manutenção A (informativo) Métodos de cálculos para dimensionamento dos reservatórios Método de Rippl Método da simulação Método Azevedo Neto Método prático alemão Método prático ingles Método prático australiano "0 Página iv 1 1 1 2 2 2 3 3 4 4 5 6 6 6 7 7 7 8 > Ou. (3 Q) o x ro 0­ ro o.5 A.N o in o o (/) (/) N o o Q) ABNT NBR 15527:2007 [1! O­ É <D Ol l!) N o Sumário Prefácio 1 2 3 4 4. :.2 A.4 A.3 4. 11l o (/) E x W ©ABNT 2007 . Q) :.1 4.4 4.2 4.5 4.

> "Ui ::l o X C3 (1) o (f) ::l <Il ~ C. laboratórios e outros). delas fazendo parte: produtores. de 23.2007. com o número de 2º Projeto 00:001.05. E N o ~ o Prefácio A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização.0 seu 2º Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 05.77-001. Parte 2.77-001.01. com o número de Projeto 00:001.2007. O seu 1º Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 01. dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais Temporárias (ABNT/CEET). n.001. Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretivas ABNT. A ABNT não deve ser considerada responsável pela identificação de quaisquer direitos de patentes.04.2007 a 21. formadas por representantes dos setores envolvidos. de 31. o l> "u o (f) <Il ~ . são elaboradas por Comissões de Estudo (CE). Ln "O 'õ ~ (1) 8 o ~ di co N o ~ O'J ("") ("") (f) •(1) 5 (f) ~ f­ <Il E A ABNT NBR 15527 foi elaborada pela Comissão de Estudo Especial Temporária de Aproveitamento de Água o (1) z "O ~ (f) ~ aJ '<Il ~ de Chuva (ABNT/CEET-00. E (1) Cu LU x iv ©ABNT 2007 . cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB).N o o O'J in o (f) (f) 2l o ~ ABNT NBR 15527:2007 c. As Normas Brasileiras. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) chama atenção para a possibilidade de que alguns dos elementos deste documento podem ser objeto de direito de patente.Todos os direitos reservados . consumidores e neutros (universidades.77).

Aproveitamento de coberturas em áreas urbanas para 'fins não potáveis . 3.N o o O"l o ~ o ir.Todos os direitos reservados 1 . Projeto de captação de água de superficie para abastecimento público ABNT NBR 12214:1992. onde não haja circulação de pessoas. por exemplo. Instalação predial de água fria ABNT NBR 10844: 1989. Instalações prediais de águas pluviais ABNT NBR 12213: 1992.. aplicam-se os seguintes termos e definições. veículos ou animais 3.. limpeza de calçadas e ruas.1 água de chuva água resultante de precipitações atmosféricas coletada em coberturas. do Ministério da Saúde (norma de qualidade de água para consumo humano) ABNT NBR 5626:1998. Projeto de reservatório de distribuição de água para abastecimento público 13 x Q) li) ~ o Ci Q) ro n.J 3 Termos e definições Para os efeitos desta norma. Projeto de sistema de bombeamento de água para abastecimento público ABNT NBR 12217:1994.Requisitos N o o o O"l ~ N o '<l: co ~ li) 1 Escopo 'c o I­ o o:! 'Q) li) Esta Norma fornece os requisitos para o aproveitamento de água de chuva de coberturas em áreas urbanas para fins não potáveis.2 água não potável água que não atende à Portaria nO 518 do Ministério da Saúde ©ABNT 2007 . espelhos d'água e usos industriais. limpeza de pátios.() "tJ '6 Q) e:­ r-­ O"l Água de chuva . telhados. descargas em bacias sanitárias. lavagem de veículos. Para referências datadas. de 25 de março de 2004. aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas). Para referências não datadas. Ui ~ o > Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Portaria nº 518.. o z Q) E o:! "tJ ~ ~ ~ 'Ui (IJ 'o:! o:! o 2 Referências normativas o­ 'u o li) ~ . aplicam-se somente as edições citadas. ro E x o:! Ll.. irrigação de gramados e plantas ornamentais. o l. li) li) NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 15527:2007 o o. Esta Norma se aplica a usos não potáveis em que as águas de chuva podem ser utilizadas após tratamento adequado como. E <O O"l Q) N o .

2. No caso da ABNT NBR 10844.1 Condições gerais Concepção do sistema de aproveitamento de água de chuva { E Q) x w 4.~ :::> "13 V) x Q) o ~ co n. galhos e detritos 3.1 4.1. a vazão de projeto e a intensidade pluviométrica.5 conexão cruzada qualquer ligação física através de peça.2. por exemplo.7 Q) 'co ~ ~ escoamento inicial água proveniente da área de captação suficiente para carregar a poeira.3 Devem ser instalados dispositivos para remoção de detritos. Devem ser observados o período de retorno escolhido.3 Incluem-se na concepção os estudos das séries históricas e sintéticas das precipitações da região onde será feito o projeto de aproveitamento de água de chuva. dispositivo ou outro arranjo que conecte duas tubulações das quais uma conduz água potável e a outra água de qualidade desconhecida ou não potável ~ ~ C') C') .2.§ N n. É recomendado que tal dispositivo seja automático 4. a população que utiliza a água de chuva e a determinação da demanda a ser definida pelo projetista do sistema. grades e telas que atendam à ABNT NBR 12213. Na falta de dados. 4.3 área de captação área.2.2 No estudo devem constar o alcance do projeto.N o o (J) ~ o V) V) N o ABNT NBR 15527:2007 . 2 ©ABNT 2007 . projetada na horizontal da superfície impermeável da cobertura onde a água é captada 3.6 demanda consumo médio (mensal ou diário) a ser atendido para fins não potáveis 3.4 Pode ser instalado no sistema de aproveitamento de água de chuva um dispositivo para o descarte da água de escoamento inicial.4 coeficiente de runoff ~ di coeficiente de escoamento superficial N ~ ~ ~ C coeficiente que representa a relação entre o volume total de escoamento superficial e o volume total precipitado.2. 4. fuligem. 4.1.2 4. ~ <O o (J) LO -a iJ o Q) 3.Todos os direitos reservados . 4. o dispositivo de descarte de água deve ser dimensionado pelo projetista. Estes dispositivos podem ser. folhas.2 Calhas e condutores As calhas e condutores horizontais e verticais devem atender à ABNT NBR 10844.5 Quando utilizado. não deve ser utilizada caixa de areia e sim caixa de inspeção.1 A concepção do projeto do sistema de coleta de água de chuva deve atender às ABNT NBR 5626 e ABNT NBR 10844. 4.8 suprimento fonte alternativa de água para complementar o reservatório de água de chuva V) ~ 'u o ~ ~ . 4 4.1. em metros quadrados. recomenda-se o descarte de 2 mm da precipitação inicial. V) co ü ü 'c -Q) l­ V) co ~ -a ~ ]1 V) E 3. variando conforme a superfície 3.

©ABNT 2007 . é o coeficiente de escoamento superficial da cobertura.3. no mínimo uma vez por ano. inspeção.7 O volume não aproveitável da água de chuva pode ser lançado na rede de galerias de águas pluviais. dos materiais de construção das instalações. ser utilizados os métodos contidos no Anexo A ou outro.Q) l­ ro Z V> ~ o ~ ~ v= P onde: V P A C xA x C X Ilfator de captação -o . de acordo com à ABNT NBR 5626. . limpeza e desinfecção dos reservatórios. do dimensionamento das tubulações.3 4. é a precipitação média anual.5 O volume dos reservatórios deve ser dimensionado com base em critérios técnicos.3. mensal ou diária. 4.3.2 As tubulações e demais componentes devem ser claramente diferenciados das tubulações de água potável. bem como da eficiência do sistema de descarte do escoamento inicial.1 As instalações prediais devem atender à ABNT NBR 5626. UJ ro Ilfator de captação é a eficiência do sistema de captação. E Q) >< 4.3.3.U. Deve ser minimizado o turbilhonamento. a critério do projetista. 4.4 O volume de água de chuva aproveitável depende do coeficiente de escoamento superficial da cobertura. 4. 4. mensal ou diário de água de chuva aproveitável. caso este último seja utilizado. Q) ~ co 'ro <> ro é o volume anual. na via pública ou ser infiltrado total ou parcialmente. podendo. ro a. proteção contra interligação entre água potável e não potável.4. A retirada de água do reservatório deve ser feita próxima à superfície. dos dispositivos de prevenção de refluxo.3.3. a critério da autoridade local competente. deve possuir dispositivos que impeçam a conexão cruzada.6 Os reservatórios devem ser limpos e desinfetados com solução de hipoclorito de sódio. da retrossifonagem.3.N !2 Iíl o N o o cr> ABNT NBR 15527:2007 o (/) (/) ~ J.9 A água de chuva reservada deve ser protegida contra a incidência direta da luz solar e do calor. tO cr> N Iíl ~ 4. cobertura. quanto às recomendações de separação atmosférica. levando em conta o dispositivo de descarte de sólidos e desvio de escoamento inicial. levando em conta as boas práticas da engenharia. V> ro ü ü 4.1 Reservatórios Os reservatórios devem atender à ABNT NBR 12217. bem como de animais que possam adentrar o reservatório através da tubulação de extravasão. quando alimentado com água de outra fonte de suprimento de água potável. o ·u o (/) V> « . ventilação e segurança. 4. 4. economlcos e ambientais. 4.4 Instalações prediais 4.:::: V> ::J o U >< Q) V> o ::J ro a.2 Devem ser considerados no projeto: extravasor.4. dispositivo de esgotamento.3. é a área de coleta. Recomenda-se que a retirada seja feita a 15 cm da superfície. dificultando a ressuspensão de sólidos e o arraste de materiais flutuantes.8 O esgotamento pode ser feito por gravidade ou por bombeamento. 4.3 O reservatório. desde que devidamente justificado.Todos os direitos reservados 3 . o a. sendo calculado pela seguinte equação: C . controle de ruídos e vibrações. desde que não haja perigo de contaminação do lençol freático.

deve ser utilizada a Tabela 1.6. ~-CS C 'f'.~~~~~fec~~~~-uT é a unidade de turbidez. -iji ::::l Mensal 1-<-1-S-u-H-..0 uT I < 5. utilizado corante. velocidades mínimas de sucção e seleção do conjunto motor-bomba.Todos os direitos reservados .6.-prever_a_juste I pH de 6.0 mg/L. como.~.5. ou antes da sua utilização) I Mensal I I < 2.3 Pode ser instalado. uH é a unidade Hazen..6 4. 4.Ql 4. 4.. ozônio e outros.2 Devem ser observadas as recomendações das tubulações de sucção e recalque. como a aplicação de raio ultravioleta ~l li W x c 4. dosador automático de derivado clorado. este deve atender à ABNT NBR 12214. raios ultravioleta.S a 3.3 Quando utilizado o cloro residual livre.. ~\o\:J.6.5 mg/L e 3. § co N 4..~~os de c~. Para usos mais restritivos. Tabela 1 Parâmetros de qualidade de água de chuva para usos restritivos não potáveis "c ü (/J ~ I­ o Z Ql E ro ""O ]! "iji ~ IParâmetro TAnáli~ IColiformes tot~i~----------------------TS~estral Ausência em 100 mL IColif.4. o qual convém ser enviado a um reservatório intermediário para que haja tempo de contato de no mínimo 30 mino T E:lY\ S \J-ç. -I Turbidez Cor aparente (caso não s~-. 4.~ ~1'::k~ a CLeQ. LO ~ ~ e:­ o o o di 4. devem ser de uso restrito e identificados com placa de advertência com a seguinte inscrição "água não potável" e identificação gráfica.4 Os pontos de consumo. Pode~-ser usados outros processos de desinfecção além do cloro.1 Bombeamento Quando necessário o bombeamento.1 Os padrões de qualidade devem ser definidos pelo projetista de acordo com a utilização prevista. 4.- > o r I l I I l5 x Ql o (/J ::::l I" NOTA I b de pH para proteção das redes de i mensal distribuição.0 uT c para usos menos _.4.N o o O) ~ i:õ o o (/J (/J ABNT NBR 15527:2007 O­ ~ E N ~ o ""O 4. a critério do projetista..5. Em aplicações onde é necessário um residual desinfetante.~~~j~S . caso necessário I De~. uma torneira de jardim.-.Ç) 0~~~..5 N Os reservatórios de água de distribuição de água potável e de água de chuva devem ser separados.0-~9/L--b.3 O sistema de distribuição de água de chuva deve ser independente do sistema de água potável. restritivo~ ~ .5.0 no c_ aso de I aço carbono ou galvanizado tub~lação de I 0­ ro ~ c.5 Qualidade da água ~ (/J g .2 Para desinfecção. deve ser usado derivado c1orado. junto à bomba centrífuga. não permitindo a conexão cruzada de acordo com ABNT I\IBR S626. .4. E Ql ro :P:C::::od:eO::~~: utilizados c~.termotolerantes ISemestral rA~~~a em 100-mL I I I o ·ro Ü' ro -u o (/J co ~ 1C'~~o residual livre I a ------------------------1 nenhu~--l Mensal I --l O. 4 ©ABNT 2007 . pode-se utilizar derivado c1orado.0 a 8. deve estar entre 0. por exemplo.~~. 4.

condutores verticais e horizontais Semestral IDis'positivos de desinfecção .("J o o cn N o L?5 o ABNT NBR 15527:2007 o li) li) E ("J a.Todos os direitos reservados 5 . A reconexão deve ser feita somente após lavagem adequada. Tabela 2 I Freqüência de manutenção íFreqüência de manutenção I 1i Co~ponente I Dispositivo--d-e-d-e-s-'c-a-rt-e-de-d-e--tr-it-o-s-------ir Inspeção mensal li) Cll . impedindo a entrada desses produtos no reservatório de água de chuva.C' f­ CJ CJ 'Q) li) Cll E z o Q) "O ]! 'u. E Q) x LU ©ABNT 2007 . quando não haja mais risco de contaminação pelos produtos utilizados. Q) o co cn LO 5 Manutenção 5. Cll a. Cll ~ IDispositivo de descarte do escoamento inicial Limpeza mensal ICalhas. ::::l 5._I Mensal ··--·~l IB o m b a s ' I Mensal I [R~servató~i~ =J Limpeza e desinfecção anual Limpeza trimestral I I I cri 1Cll Cll o o u­ 'ü li) ~ . o sistema deve ser desconectado. 'u. > x o t3 Q) o li) ::::l Cll Oi n.2 Quando da utilização de produtos potencialmente nocivos à saúde humana na área de captação.1 Deve-se realizar manutenção em todo o sistema de aproveitamento de água de chuva de acordo com a Tabela 2.

é a demanda ou consumo no tempo t. E >< W 11l 0(1) V C A. é o volume do reservatório.6. .2 Método da simulação Neste método a evaporação da água não deve ser levada em conta. pode-se usar um dos métodos descritos em A. é o coeficiente de escoamento superficial. Q) o. li) 11l c ü ~ ~ li) A.Todos os direitos reservados . Para um determinado mês. aplica-se a equação da continuidade a um reservatório finito: S (t) = Q Q (I) (I) +S (1-1) - O (I) =C x precipitação da chuva (t) x área de captação Sendo que: O :5 S (I) :5 V onde: S (t) é o volume de água no reservatório no tempo t.1 Método de Rippl ê Neste método podem-se usar as séries históricas mensais ou diárias.11l á5" ·ü V= S (I) ..1.~ C'"l Para o cálculo do dimensionamento do reservatório de água de chuva.Ol ~ in o N o o ABNT NBR 15527:2007 o li) li) E Ol LO ~ c. :J 11l ro o. S (1-1) é o volume de água no reservatório no tempo t . é o volume de chuva aproveitável no tempo t. Q) co N o Anexo A (informativo) Métodos de cálculos para dimensionamento dos reservatórios o :9 "O Q) e:.1 a A.~ o :J ti >< Q) li) S (I) Q (I) é o volume de água no reservatório no tempo t. r-­ Ol N N co N o '<t o o o Ol C. somente para valores S (t) > O ~ Q (I) Sendo que: onde: ~ O (I) < o . 6 ©ABNT 2007 . S (I) Q) "O ·w ~ ~ =O (I) - Q (I) J6 o o li) ~ Q (I) = C x precipitação da chuva ~ (I) x área de captação .

expresso em em milímetros (mm).05 x P x A onde: P é o valor numérico da precipitação média anual.4 Método prático alemão ~ Trata-se de um método empírico onde se toma o menor valor do volume do reservatório.S Método prático ingles o volume de chuva é obtido pela seguinte equação: V = 0. expresso em litros (L). duas hipóteses devem ser feitas.06 (6 %) Vadotado= mín (V. ~ E (J) Q (I) é o volume de chuva no tempo t. <O N o L!'l "O D(I) o '6 O) o. o reservatório está cheio no início da contagem do tempo "f'..(J) N o o N o o ABNT NBR 15527:2007 in o (J) (J) Q. é o coeficiente de escoamento superficial.~ u (J) ~ V é o valor numérico do volume de água aproveitável e o volume de água do reservatório. é o volume do reservatório fixado. expresso em metros quadrados (m\ '" E z o O) "O ]i '(ii ~ o .0) o volume de chuva é obtido pela seguinte equação: v = 0. é o valor numérico do número de meses de pouca chuva ou seca. . expresso em litros (L).3 Método Azevedo Neto u u I­ 'C " (J) . é o valor numérico da área de coleta em projeção. r-­ v C (J) N N (J) OC! N o C'"J C'"J o o o NOTA Para este método. ~ A. "": (J) A.Todos os direitos reservados 7 .042 x P x A x T onde: P T A é o valor numérico da precipitação média anual. ©ABNT 2007 . é o consumo ou demanda no tempo t. é o valor numérico do volume de água do reservatório. >< O) o ::::l n.'u" ro ~ 'u o (J) (J) '" « . os dados históricos são representativos para as condições futuras. expresso em litros (L). é o valor numérico da demanda anual da água não potável.. Vadotado = mínimo de (volume anual precipitado aproveitável e volume anual de consumo) x 0. A. expresso em litros (L). 6 % do volume anual de consumo ou 6 % do volume anual de precipitação aproveitável.06 onde: V D Vadotado é o valor numérico do volume aproveitável de água de chuva anual. expresso em milímetros (mm). O) x 0. w a. a.

onde: C fi) "c t­ fi) () () ro é o coeficiente de escoamento superficial. até que sejam utilizados valores otimizados de confiança e volume do reservatório. Confiança = (1 . geralmente 2 mm. expresso em metros quadrados (m\ é o valor numérico do volume de água aproveitável e o volume de água da cisterna. w E ~ é a demanda mensal. é o volume de c'lgua que está no tanque no início do mês t. DI NOTA o fi) ::::l ~ 0­ ro ro n. geralmente 12 meses.A.:.6 (J) Método prático australiano N (J) g ~ o volume de chuva é obtido pela seguinte equação: Q= A x C x (P . Cll A V é o valor numérico da área de coleta em projeção. geralmente 0.o o ()) Lrl N e ABNT NBR 15527:2007 ~ o o fi) fi) E N Lrl ~ a. 8 ©ABNT 2007 . é o volume de água que está no tanque no fim do mês t.80. é a interceptação da água que molha as superficies e perdas por evaporaçao. o (O (J) o ""O '6 Cll . Para o primeiro mês. 2 "00 àS o ro ·ro ~ g fi) fi) O cálculo do volume do reservatório é realizado por tentativas. Quando (VI_.I) ~ o '<l: ~ . ·Cll E ro P z o ~ Cll ""O A Q é a área de coleta. quando VI = O. expresso em litros (L). é a precipitação média mensal. é O Nr N número de meses em que o reservatório não atendeu à demanda. então o VI = O O volume do tanque escolhido será T. é o volume mensal produzido pela chuva. VI_. + QI .D) < O. considera-se o reservatório vazio. isto é.Pr ) Recomenda-se que os valores de confiança estejam entre 90 % e 99 %. Confiança: P r = Nr / N onde: Pr é a falha. é o número de meses considerado.Todos os direitos reservados . > "00 ::::l o x li Cll onde: é o volume mensal produzido pela chuva no mês t. « .

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