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CPC 2 Semest 2011 Lilian Macial.docprova

CPC 2 Semest 2011 Lilian Macial.docprova

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Evolução do conceito do direito de ação art.

463 CPC
Art. 463. Publicada a sentença, o juiz só poderá alterá-la: (Redaço dada pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
( - para ()e corri*ir, de o+,cio ou a re-ueri.ento da parte, ine/atid0es .ateriais, ou
()e reti+icar erros de cálculo1
(( - por .eio de e.bar*os de declaraço.
Filtragem: interpretação do processo civil sobre a ótica da constituição
republicana:
-Principio do contraditório
-Principio ampla deesa
-Eetividade da !urisdição "o processo deve ter uma duração ra#o$vel%

Art 5, LXXVIII Razoabilidade: LXXVIII a todos, no âmbito judicial e administrativo, são
assegurados a razoável duraão do !rocesso e os meios "ue garantam a celeridade de sua
tramitaão# ((nclu,do pela 2.enda 3onstitucional n" 4&, de $%%4'
&ireito e garantia do cidadão: não ' norma program$tica( ' uma regra
para ser concreti#ada.
-)eali#acao de pretensão do cidadão
-* processo ' o campo de atuação do estado como garantia de um
direito.
-+ecanismos para eetivação de um resultado ,til
- -ão basta recon.ecer um direito do cidadão: busca de resultados
eetivos no processo.
Principio da inaastabilidade da !urisdição: não e poss/vel o impedimento
da busca da !urisdição( deve .aver um amplo acesso do cidadão a !ustiça
" gratuidade da própria !ustiça% 0ei 12.232462 -5 se o autor da demanda perde
ele paga as custas( .onor$rios advocat/cios-. 67ueles 7ue são declaradamente
pobres( dispensados da verba de sucumb8ncia
-9nstrumentos coletivos
-0egitimacoes ativas e:traordin$rias
-6cao civil publica
- +andado de segurança
- ;utelas coletivas:<iabili#ar o acesso a !ustica atrav's de instrumentos
processuais:
-;utelas antecipadas: antecipação em carater liminar de um direito
material
Fase automista: &.P.C ' dierente do &. Privado
=tilitarista: dar eetividade de orma celebre
Processo !usto: processo ,til
Escopo social: o processo visa a participação entre as partes
Escopo pol/tico: com o provimento !urisdicional veriica-se o
ortalecimento do estado " orca das decis>es%
Escopo !ur/dico: criação dos mecanismos processuais 7ue visam a
eetivação do direito postulado. E:: tutelas antecipadas
?o!e tudo se desenvolve em ases procedimentais
@incretismo processual:)econ.ecimento de um direito numa decisão
interlocutória
6 capacidade de determinado instituto processual( recon.ecer um direito
e reali#ar esse direito.
;utela antecipada:E uma e:ecução "reali#ação de um direito antes da
sentença%
* ato de con.ecer e e:ecutar estão aglutinados
Auando o !ui# deere esta tutela( .$ uma atividade cognitiva( atendente
6rt BC3
Art. $43. 5 juiz poderá, a re-ueri.ento da parte, antecipar, total ou parcial.ente, os
e+eitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde -ue, e/istindo pro6a
ine-u,6oca, se con6ença da 6erossi.il)ança da ale*aço e: (Redaço dada pela
!ei n" 7.8&$, de #884'
( - )aja +undado receio de dano irrepará6el ou de di+,cil reparaço1 ou ((nclu,do pela
!ei n" 7.8&$, de #884'
(( - +i-ue caracterizado o abuso de direito de de+esa ou o .ani+esto propósito
protelatório do r9u. ((nclu,do pela !ei n" 7.8&$, de #884'
: #
o
;a deciso -ue antecipar a tutela, o juiz indicará, de .odo claro e preciso, as
raz0es do seu con6enci.ento. ((nclu,do pela !ei n" 7.8&$, de #884'
: $
o
;o se concederá a antecipaço da tutela -uando )ou6er peri*o de
irre6ersibilidade do pro6i.ento antecipado. ((nclu,do pela !ei n" 7.8&$, de #884'
: 3
o
A e+eti6aço da tutela antecipada obser6ará, no -ue couber e con+or.e sua
natureza, as nor.as pre6istas nos arts. &77, 46#, :: 4
o
e &
o
, e 46#-A. (Redaço dada
pela !ei n" #%.444, de $%%$'
: 4
o
A tutela antecipada poderá ser re6o*ada ou .odi+icada a -ual-uer te.po, e.
deciso +unda.entada. ((nclu,do pela !ei n" 7.8&$, de #884'
: &
o
3oncedida ou no a antecipaço da tutela, prosse*uirá o processo at9 +inal
jul*a.ento. ((nclu,do pela !ei n" 7.8&$, de #884'
: 6
o
A tutela antecipada ta.b9. poderá ser concedida -uando u. ou .ais dos
pedidos cu.ulados, ou parcela deles, .ostrar-se incontro6erso. ((nclu,do pela !ei
n" #%.444, de $%%$'
: 4
o
<e o autor, a t,tulo de antecipaço de tutela, re-uerer pro6id=ncia de natureza
cautelar, poderá o juiz, -uando presentes os respecti6os pressupostos, de+erir a
.edida cautelar e. caráter incidental do processo ajuizado. ((nclu,do pela !ei n"
#%.444, de $%%$'
?$ duas modalidades de t/tulos e:ecutivos: Ducidiais:
sentenças(:tra!udiciais: 7ue não são sentença( somente a lei l.e deu orca
e:ecutória
@e tratando de um c.e7ue e um processo autEnomo e independente
Cumprimento da sentença e igual e:ecução da sentença
;/tulos !udiciais:sentença
* direito de obtenção de um resultado decorre da sentença " resultado
pratico%
6o publicar a sentença tem 7ue dar cumprimento da sentença.
;/tulos e:tra!udicias: Processo autEnomo: C.e7ue "abrir mão de um
pr'vio processo de con.ecimento%
E:. 6 : F"devedor% se propor embargos de devedor e uma outra ação e
não uma mera peca( ica em apenso.
6ção e:ecutória G embargos de devedor: e uma ação onde a cognição a
ser eita pelo !ui# e ampla( o devedor se torna o autor "embargante%( ele pode
alegar o 7ue 7uiser( pois nunca .ouve pr'vio processo de con.ecimento( por
isso não pode limitar a deesa( ele pode alegar o 7ue 7uiser( dierente da
impugnação 7ue !$ .ouve processo de con.ecimento e a cognição e parcial.
* credor !$ pode iniciar uma ação e:ecutória o titulo e:tra!udicial !$
autori#a
@e o credor pede desist8ncia da ação( vai ter 7ue ter autori#ação do
devedor( pois o embargo termina em sentença de m'rito
&esist8ncia não e renuncia de direito( nada impede 7ue aman.ã ele
retorne a esse direito
-o caso de embargo de devedor( tra#er só 7uest>es processuais( não .$
e:ecução de sentença.E:: &evedor não 7uer o !ui#( então o credor pode pedir
desist8ncia( não .$ necessidade de concordHncia do devedor. * credor paga a
conta relativa o embargo de devedor 36ICPC( pois não esta ocorrendo
pre!u/#o para o devedor.
E:: devedor interp>e uma impugnação "peca de deesa% ela e interposta
dentro da ase e:ecutória( e como e incidente processual não .$ custas para
o devedor( igual no embargo de devedor
* código de -apoleão uniicou o sistema:
- @entenças e ;/tulos e:tra!udiciais tin.am 7ue iniciar uma nova ação de
e:ecução.
- ?o!e a e:ecução de sentença e tratada como um incidente processual
"restabeleceu o sistema dual%
Evolução no conceito de ação: vide art. 463 CPC com a redação dada
pela 0ei 11.B3B423
Art. 463. Publicada a sentença, o juiz só poderá alterá-la: (Redaço dada pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
( - para ()e corri*ir, de o+,cio ou a re-ueri.ento da parte, ine/atid0es .ateriais, ou
()e reti+icar erros de cálculo1
(( - por .eio de e.bar*os de declaraço
$rinc%!ios in&ormativos da tutela e'ecutiva:
() *a autonomia: e tão somente !ara os t%tulos e'trajudiciais "ue não e sentena, não
justi&icava o mesmo tratamento#
-ão .$ e:ecução sem titulo
B- &o titulo e:ecutivo 6rt. 4C3 - e 3J3 CPC
rt. 44&-;. <o t,tulos e/ecuti6os judiciais: ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
( > a sentença pro+erida no processo ci6il -ue recon)eça a e/ist=ncia de obri*aço
de +azer, no +azer, entre*ar coisa ou pa*ar -uantia1 ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de
$%%&'
(( > a sentença penal condenatória transitada e. jul*ado1 ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
((( > a sentença )o.olo*atória de conciliaço ou de transaço, ainda -ue inclua
.at9ria no posta e. ju,zo1 ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
(? > a sentença arbitral1 ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
? > o acordo e/trajudicial, de -ual-uer natureza, )o.olo*ado judicial.ente1
((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
?( > a sentença estran*eira, )o.olo*ada pelo <uperior @ribunal de Austiça1
((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
?(( > o +or.al e a certido de partil)a, e/clusi6a.ente e. relaço ao in6entariante,
aos )erdeiros e aos sucessores a t,tulo sin*ular ou uni6ersal. ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
Art. &7&. <o t,tulos e/ecuti6os e/trajudiciais: (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de
#".#%.#843'
( - a letra de cB.bio, a nota pro.issória, a duplicata, a deb=nture e o c)e-ue1
(Redaço dada pela !ei n" 7.8&3, de #3.#$.#884'
(( - a escritura pCblica ou outro docu.ento pCblico assinado pelo de6edor1 o
docu.ento particular assinado pelo de6edor e por duas teste.un)as1 o
instru.ento de transaço re+erendado pelo Dinist9rio PCblico, pela Ee+ensoria
PCblica ou pelos ad6o*ados dos transatores1(Redaço dada pela !ei n" 7.8&3, de
#3.#$.#884'
((( - os contratos *arantidos por )ipoteca, pen)or, anticrese e cauço, be. co.o os
de se*uro de 6ida1 (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
(? - o cr9dito decorrente de +oro e laud=.io1 (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de
$%%6'.
? - o cr9dito, docu.ental.ente co.pro6ado, decorrente de alu*uel de i.ó6el, be.
co.o de encar*os acessórios, tais co.o ta/as e despesas de condo.,nio1
(Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
?( - o cr9dito de ser6entuário de justiça, de perito, de int9rprete, ou de tradutor,
-uando as custas, e.olu.entos ou )onorários +ore. apro6ados por deciso
judicial1 (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
?(( - a certido de d,6ida ati6a da Fazenda PCblica da Gnio, dos 2stados, do
Eistrito Federal, dos @erritórios e dos Dunic,pios, correspondente aos cr9ditos
inscritos na +or.a da lei1 (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
?((( - todos os de.ais t,tulos a -ue, por disposiço e/pressa, a lei atribuir +orça
e/ecuti6a. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: #
o
A propositura de -ual-uer aço relati6a ao d9bito constante do t,tulo e/ecuti6o
no inibe o credor de pro.o6er-l)e a e/ecuço. (Redaço dada pela !ei n" 7.8&3,
de #3.#$.#884'
: $
o
;o depende. de )o.olo*aço pelo <upre.o @ribunal Federal, para sere.
e/ecutados, os t,tulos e/ecuti6os e/trajudiciais, oriundos de pa,s estran*eiro. 5
t,tulo, para ter e+icácia e/ecuti6a, )á de satis+azer aos re-uisitos de +or.aço
e/i*idos pela lei do lu*ar de sua celebraço e indicar o Hrasil co.o o lu*ar de
cu.pri.ento da obri*aço. (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
-ula e:ecução sem titulo. Esta +itigado 4C3-
6 e:ecução sempre se lastreia em sentença( mais .o!e a decis>es
interlocutórias 7ue são dotadas de e:ecutórias.
-ão posso pensar 7ue t/tulos !udiciais se!a so sentença
E:: tutela antecipada
3- &a Patrimonialidade
;oda e:ecução atinge o patrimEnio do devedor e "e:ceto alimentos 7ue da
reclusão%
*bs.1- )esponsabilidade patrimonial e:: 3 um iador( o seu patrimEnio
tamb'm e atingido
*bs.B-)E 34IC23 e 466343
4- &a disponibilidade:* credor tem a livre iniciativa e disponibilidade
de continuar ou não a e:ecução
Formas do devedor se opor: "mecanismo processual% a cumprimento de
sentença e a impugnação. " no c.e7ue a orma se da atrav's de embargo
de devedor( a partir da lei de B223%
6rt. 4CC D 6rt. 36I"livre disponibilidade% CPC
Art. 475-J. Caso o devedor, condenado ao pagamento de quantia certa ou já
fixada em liquida!o, n!o o efetue no pra"o de quin"e dias, o montante da
condena!o será acrescido de multa no percentual de de" por cento e, a
requerimento do credor e o#servado o disposto no art. $%4, inciso &&, desta
'ei, expedir-se-á mandado de pen(ora e avalia!o. )&nclu*do pela 'ei n+
%%.,-,, de ,..5/
0 %
o
1o auto de pen(ora e de avalia!o será de imediato intimado o
executado, na pessoa de seu advogado )arts. ,-$ e ,-7/, ou, na falta deste, o
seu representante legal, ou pessoalmente, por mandado ou pelo correio,
podendo oferecer impugna!o, querendo, no pra"o de quin"e dias. )&nclu*do
pela 'ei n+ %%.,-,, de ,..5/
0 ,
o
Caso o oficial de justia n!o possa proceder 2 avalia!o, por depender
de con(ecimentos especiali"ados, o jui", de imediato, nomeará avaliador,
assinando-l(e #reve pra"o para a entrega do laudo. )&nclu*do pela 'ei n+
%%.,-,, de ,..5/
0 -
o
3 exeq4ente poderá, em seu requerimento, indicar desde logo os #ens a
serem pen(orados. )&nclu*do pela 'ei n+ %%.,-,, de ,..5/
0 4
o
5fetuado o pagamento parcial no pra"o previsto no caput deste artigo, a
multa de de" por cento incidirá so#re o restante. )&nclu*do pela 'ei n+ %%.,-,,
de ,..5/0 5
o
6!o sendo requerida a execu!o no pra"o de seis meses, o jui"
mandará arquivar os autos, sem preju*"o de seu desarquivamento a pedido
da parte. )&nclu*do pela 'ei n+ %%.,-,, de ,..5/
Art. 5$7. 3 credor tem a faculdade de desistir de toda a execu!o ou de
apenas algumas medidas executivas.
Da tipicidade dos atos executivos:
Obs. Atipicidade em algumas modalidades executórias
Da máxima utilidade da execução:Art. 620 Art.65 s2 !"!
Art. $,.. 8uando por vários meios o credor puder promover a execu!o,
o jui" mandará que se faa pelo modo menos gravoso para o devedor.
Art. $57. A pen(ora deverá incidir em tantos #ens quantos #astem para o
pagamento do principal atuali"ado, juros, custas e (onorários
advocat*cios. )9eda!o dada pela 'ei n+ %%.-:,, de ,..$/.
0 ,
o
6!o se levará a efeito a pen(ora, quando evidente que o produto da
execu!o dos #ens encontrados será totalmente a#sorvido pelo
pagamento das custas da execu!o.
Da me#or o#erosidade:Art. 62$ 6%$ &%5 a !"!
Art. $47. ;!o a#solutamente impen(oráveis<
& - os #ens inalienáveis e os declarados, por ato voluntário, n!o sujeitos 2
execu!o=
&& - os m>veis, pertences e utilidades dom?sticas que guarnecem a resid@ncia
do executado, salvo os de elevado valor ou que ultrapassem as necessidades
comuns correspondentes a um m?dio padr!o de vida= )9eda!o dada pela
'ei n+ %%.-:,, de ,..$/.
&&& - os vestuários, #em como os pertences de uso pessoal do executado,
salvo se de elevado valor= )9eda!o dada pela 'ei n+ %%.-:,, de ,..$/.
&A - os vencimentos, su#s*dios, soldos, salários, remuneraBes, proventos de
aposentadoria, pensBes, pecClios e montepios= as quantias rece#idas por
li#eralidade de terceiro e destinadas ao sustento do devedor e sua fam*lia, os
gan(os de tra#al(ador autDnomo e os (onorários de profissional li#eral,
o#servado o disposto no 0 -
o
deste artigo= )9eda!o dada pela 'ei n+ %%.-:,,
de ,..$/.
A - os livros, as máquinas, as ferramentas, os utens*lios, os instrumentos ou
outros #ens m>veis necessários ou Cteis ao exerc*cio de qualquer profiss!o=
)9eda!o dada pela 'ei n+ %%.-:,, de ,..$/.
A& - o seguro de vida= )9eda!o dada pela 'ei n+ %%.-:,, de ,..$/.
A&& - os materiais necessários para o#ras em andamento, salvo se essas
forem pen(oradas= )9eda!o dada pela 'ei n+ %%.-:,, de ,..$/.
A&&& - a pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que
tra#al(ada pela fam*lia= )9eda!o dada pela 'ei n+ %%.-:,, de ,..$/.
&E - os recursos pC#licos rece#idos por instituiBes privadas para aplica!o
compuls>ria em educa!o, saCde ou assist@ncia social= )9eda!o dada pela
'ei n+ %%.-:,, de ,..$/.
E - at? o limite de 4. )quarenta/ salários m*nimos, a quantia depositada em
caderneta de poupana. )9eda!o dada pela 'ei n+ %%.-:,, de ,..$/.
XI - os recursos públicos do fundo partidário recebidos, nos termos da lei, por partido
político. (Incluído pela Lei nº 11.69, de !""#$
0 %
o
A impen(ora#ilidade n!o ? opon*vel 2 co#rana do cr?dito concedido
para a aquisi!o do pr>prio #em. )&nclu*do pela 'ei n+ %%.-:,, de ,..$/.
0 ,
o
3 disposto no inciso &A do caput deste artigo n!o se aplica no caso de
pen(ora para pagamento de presta!o aliment*cia. )&nclu*do pela 'ei n+
%%.-:,, de ,..$/.
0 -
o
(%&'()*$. )&nclu*do pela 'ei n+ %%.-:,, de ,..$/.
Art. $7,. 6!o será aceito lano que, em segunda praa ou leil!o, oferea
preo vil. )9eda!o dada pela 'ei n+ :.75-, de %-.%,.%774/
Art. 745-A. 6o pra"o para em#argos, recon(ecendo o cr?dito do exeq4ente e
comprovando o dep>sito de -.F )trinta por cento/ do valor em execu!o,
inclusive custas e (onorários de advogado, poderá o executado requerer seja
admitido a pagar o restante em at? $ )seis/ parcelas mensais, acrescidas de
corre!o monetária e juros de %F )um por cento/ ao m@s. )&nclu*do pela 'ei n+
%%.-:,, de ,..$/.
0 %
o
;endo a proposta deferida pelo jui", o exeq4ente levantará a quantia
depositada e ser!o suspensos os atos executivos= caso indeferida, seguir-se-
!o os atos executivos, mantido o dep>sito. )&nclu*do pela 'ei n+ %%.-:,, de
,..$/.
0 ,
o
3 n!o pagamento de qualquer das prestaBes implicará, de pleno direito,
o vencimento das su#seq4entes e o prosseguimento do processo, com o
imediato in*cio dos atos executivos, imposta ao executado multa de %.F )de"
por cento/ so#re o valor das prestaBes n!o pagas e vedada a oposi!o de
em#argos. )&nclu*do pela 'ei n+ %%.-:,, de ,..$/.
&a e:ecução e7uilibrada :t. 6J1 CPC
Art. $:%. 3 laudo da avalia!o integrará o auto de pen(ora ou, em caso de
per*cia )art. $:./, será apresentado no pra"o fixado pelo jui", devendo conter<
)9eda!o dada pela 'ei n+ %%.-:,, de ,..$/.
& - a descri!o dos #ens, com os seus caracter*sticos, e a indica!o do estado
em que se encontram=
&& - o valor dos #ens.
Garágrafo Cnico. 8uando o im>vel for suscet*vel de cDmoda divis!o, o
avaliador, tendo em conta o cr?dito reclamado, o avaliará em partes,
sugerindo os poss*veis desmem#ramentos. )9eda!o dada pela 'ei n+
%%.-:,, de ,..$/.
Caracter/stica da tutela e:ecutiva:
- 9ne:istencia propriamente da lide -5 cognição
- 9ne:ist8ncia de analise de m'rito
Principio da tipicidade dos atos e:ecutivos:
Pode .aver sentença não somente de pagamentos( mais obrigação de
a#er. E:: entrega de medicamentos( sentença obrigatoria da entrega da
coisa( se não .$ entrega( não .$ m'todo t/pico de e:ecução de sentença
para entrega de coisa( ica a crit'rio do !ui#( ele veriica ao caso
contrario. E uma atipicidade em algumas modalidades e:ecutórias.
Cada obrigação tem uma e:ecução especiica( tem m'todo especiico.
&a m$:ima utilidade da e:ecução:art.64I parag B CPC
Art# +,-# .ão absolutamente im!en/oráveis: 0 1
o
2 dis!osto no inciso IV do ca!ut deste artigo
não se a!lica no caso de !en/ora !ara !agamento de !restaão aliment%cia# ((nclu,do pela !ei
n" ##.37$, de $%%6'.
6 e:ecução tem 7ue ser ,til para o credor.E:: Pen.ora on-line( entes e
ato blo7ueio on-line( outro E:: instituto ad!udicao- credor receber como
orma de pagamento próprio bem pen.orado
&a menor onerosidade art 6B2K6IBK64IKC43 alcac
Art. 6$%. Iuando por 6ários .eios o credor puder pro.o6er a e/ecuço, o juiz
.andará -ue se +aça pelo .odo .enos *ra6oso para o de6edor.
Art. 68$. ;o será aceito lanço -ue, e. se*unda praça ou leilo, o+ereça preço 6il.
(Redaço dada pela !ei n" 7.8&3, de #3.#$.#884'
Pará*ra+o Cnico. <erá suspensa a arre.ataço lo*o -ue o produto da alienaço
dos bens bastar para o pa*a.ento do credor. ((nclu,do pela !ei n" 7.8&3, de
#3.#$.#884'
Art. 44&-A. ;o prazo para e.bar*os, recon)ecendo o cr9dito do e/e-Jente e
co.pro6ando o depósito de 3%K (trinta por cento' do 6alor e. e/ecuço, inclusi6e
custas e )onorários de ad6o*ado, poderá o e/ecutado re-uerer seja ad.itido a
pa*ar o restante e. at9 6 (seis' parcelas .ensais, acrescidas de correço
.onetária e juros de #K (u. por cento' ao .=s. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de
$%%6'.
: #
o
<endo a proposta de+erida pelo juiz, o e/e-Jente le6antará a -uantia
depositada e sero suspensos os atos e/ecuti6os1 caso inde+erida, se*uir-se-o os
atos e/ecuti6os, .antido o depósito. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: $
o
5 no pa*a.ento de -ual-uer das prestaç0es i.plicará, de pleno direito, o
6enci.ento das subse-Jentes e o prosse*ui.ento do processo, co. o i.ediato
in,cio dos atos e/ecuti6os, i.posta ao e/ecutado .ulta de #%K (dez por cento'
sobre o 6alor das prestaç0es no pa*as e 6edada a oposiço de e.bar*os.
((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
Art. 446. L l,cito ao e/ecutado, no prazo de & (cinco' dias, contados da adjudicaço,
alienaço ou arre.ataço, o+erecer e.bar*os +undados e. nulidade da e/ecuço,
ou e. causa e/tinti6a da obri*aço, desde -ue super6eniente M pen)ora,
aplicando-se, no -ue couber, o disposto neste 3ap,tulo. (Redaço dada pela !ei n"
##.37$, de $%%6'.
: #
o
5+erecidos e.bar*os, poderá o ad-uirente desistir da a-uisiço. ((nclu,do pela
!ei n" ##.37$, de $%%6'.
: $
o
;o caso do : #
o
deste arti*o, o juiz de+erirá de plano o re-ueri.ento, co. a
i.ediata liberaço do depósito +eito pelo ad-uirente (art. 684, : #
o
, inciso (?'.
((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: 3
o
3aso os e.bar*os seja. declarados .ani+esta.ente protelatórios, o juiz
i.porá .ulta ao e.bar*ante, no superior a $%K (6inte por cento' do 6alor da
e/ecuço, e. +a6or de -ue. desistiu da a-uisiço. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de
$%%6'.
+enos sacriicante para o devedor E:: principio da dignidade da pessoa
.umana. E:: veiculo e imóvel para ser pen.orado( sempre a orma menos
onerosa.
<ender o veiculo( não pode o bem ser arrematado por preço vil. E:: vale
1222(22 e vende por 122(22.
&a e:ecução e7uilibrada art 66Jcpc
667. Art. 5 e/ecutado pode, no prazo de #% (dez' dias após inti.ado da pen)ora,
re-uerer a substituiço do be. pen)orado, desde -ue co.pro6e cabal.ente -ue a
substituiço no trará preju,zo al*u. ao e/e-Jente e será .enos onerosa para ele
de6edor (art. #4, incisos (? e ?(, e art. 6$%'. (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de
$%%6'.
Pará*ra+o Cnico. ;a )ipótese pre6ista neste arti*o, ao e/ecutado incu.be:
((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
( - -uanto aos bens i.ó6eis, indicar as respecti6as .atr,culas e re*istros, situá-los
e .encionar as di6isas e con+rontaç0es1 ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
(( - -uanto aos .ó6eis, particularizar o estado e o lu*ar e. -ue se encontra.1
((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
((( - -uanto aos se.o6entes, especi+icá-los, indicando o nC.ero de cabeças e o
i.ó6el e. -ue se encontra.1 ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
(? - -uanto aos cr9ditos, identi+icar o de6edor e -uali+icá-lo, descre6endo a ori*e.
da d,6ida, o t,tulo -ue a representa e a data do 6enci.ento1 e ((nclu,do pela !ei n"
##.37$, de $%%6'.
? - atribuir 6alor aos bens indicados M pen)ora. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de
$%%6'.
Auando o devedor 7uer substituir bem pen.orado( tem 7ue demostrar
7ue não tra# pre!u/#o ao credor e ' menos oneroso a ele.
E:: devedor trabal.a com m$rmore( re7uer por base no 66J CPC por
deb8ntures da vale do rio doce( mais o credor ac.a 7ue não cobre a
divida integral
Caracter/stica da tutela e:ecutiva
- 9ne:ist8ncia propriamente da lide: cognição rareeita
6 lide em si mesma i decidida na ação de embargo de devedor" a
cognição ' ampla%
9mpugnação: orma de deesa do devedor: não se discuti 7uest>es de
undo( e preciso o embargo de devedor.
Embargo de devedor: t/tulos e:tra!udiciais
9ne:ist8ncia de analise de m'rito( observação:Processo de e:ecução inda
com uma sentença"aspecto meramente ormal%( não .$ analise de m'rito(
não !ulga procedente ou improcedente. &o contrario no embargo de
devedor( a sentença e de m'rito( !ulga procedente ou improcedente. 6rt
CI3CPC
Art. 48&. A e/tinço só produz e+eito -uando declarada por sentença.
Art. 484. 2/tin*ue-se a e/ecuço -uando:
( - o de6edor satis+az a obri*aço1
(( - o de6edor obt9., por transaço ou por -ual-uer outro .eio, a re.isso total da
d,6ida1
((( - o credor renunciar ao cr9dito.
Especiidade 4 @ubsidiariedade
;oda obrigação inadimplida( desemboca numa e:ecução especiica na
obrigação de a#er. E: pagamento entrega de coisa
Cada obrigação ter$ uma orma( mais tem a orma própria.
E:: 6 comprou um 7uadro de artista e ela se recusa a pintar( '
personal/ssimo( só esta artista pode pintar( então .$ perdas e
danos" apurar pre!u/#os e e:ecuta-la em modalidade de pagamento de
7uantia certa.
&a e:ecução deinitiva: 7uando transita em !ulgado não cabe mais
recurso
&a e:ecucao provisória: &ierente( o devedor se protege com a
impugnação "se processa igual L deinitiva( provisória e a sentença%
-asce 7uando tem sentença su!eita a apelacao recebida so no eeito
devolutivo( não .avendo eeito suspensivo( na apelação a sentença tem
eeitos( então .$ a e:ecucao provisória( o 7ue distingue e garantia 7ue o
devedor possuir.
-os t/tulos !udiciais: 6rt 4C3 9 par$grao 1 4CPC art 4C3M 14
Art. 44&. 2stá sujeita ao duplo *rau de jurisdiço, no produzindo e+eito seno
depois de con+ir.ada pelo tribunal, a sentença: (Redaço dada pela !ei n" #%.3&$,
de $%%#'
( > pro+erida contra a Gnio, o 2stado, o Eistrito Federal, o Dunic,pio, e as
respecti6as autar-uias e +undaç0es de direito pCblico1
: #
o
;os casos pre6istos neste arti*o, o juiz ordenará a re.essa dos autos ao
tribunal, )aja ou no apelaço1 no o +azendo, de6erá o presidente do tribunal
a6ocá-los. ((nclu,do pela !ei n" #%.3&$, de $%%#'
9mpropriedade do termo"6ra7u'm de 6ssis%
E:ecução ope legis: -ão ' o !ui# 7uem da e:ecutoriedade deinitiva ou
e:ecuta e sim a lei
e:ecução open Dudicis:Auando deere tutela antecipada( e:ecuç>es
provisórias como e:ecuta: regras de e:ecução provisória BC3 parag 3
Art. $43. 5 juiz poderá, a re-ueri.ento da parte, antecipar, total ou parcial.ente, os
e+eitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde -ue, e/istindo pro6a
ine-u,6oca, se con6ença da 6erossi.il)ança da ale*aço e: (Redaço dada pela
!ei n" 7.8&$, de #884'
: 3
o
A e+eti6aço da tutela antecipada obser6ará, no -ue couber e con+or.e
sua natureza, as nor.as pre6istas nos arts. &77, 46#, :: 4
o
e &
o
, e 46#-A.
(Redaço dada pela !ei n" #%.444, de $%%$'
Eetivação da tutela antecipada art BC3 parag 3 CPC
Art. $43. 5 juiz poderá, a re-ueri.ento da parte, antecipar, total ou parcial.ente, os
e+eitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde -ue, e/istindo pro6a
ine-u,6oca, se con6ença da 6erossi.il)ança da ale*aço e: (Redaço dada pela
!ei n" 7.8&$, de #884'
: 3
o
A e+eti6aço da tutela antecipada obser6ará, no -ue couber e con+or.e sua
natureza, as nor.as pre6istas nos arts. &77, 46#, :: 4
o
e &
o
, e 46#-A. (Redaço dada
pela !ei n" #%.444, de $%%$'
Princ/pios 7ue regem a e:ecução provisória: art 4C3 * e incisos
Art. 44&-5. A e/ecuço pro6isória da sentença +ar-se-á, no -ue couber, do .es.o
.odo -ue a de+initi6a, obser6adas as se*uintes nor.as: ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
( > corre por iniciati6a, conta e responsabilidade do e/e-Jente, -ue se obri*a, se a
sentença +or re+or.ada, a reparar os danos -ue o e/ecutado )aja so+rido1 ((nclu,do
pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
(( > +ica se. e+eito, sobre6indo acórdo -ue .odi+i-ue ou anule a sentença objeto
da e/ecuço, restituindo-se as partes ao estado anterior e li-uidados e6entuais
preju,zos nos .es.os autos, por arbitra.ento1 ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de
$%%&'
((( > o le6anta.ento de depósito e. din)eiro e a prática de atos -ue i.porte.
alienaço de propriedade ou dos -uais possa resultar *ra6e dano ao e/ecutado
depende. de cauço su+iciente e idNnea, arbitrada de plano pelo juiz e prestada
nos próprios autos. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
I o credor não e obrigado a iniciar e'ecuão !rovisoria, uma vez iniciada, o risco corre !or
conta dele, a res!onsabilizaão e objetiva e tem "ue ressarcir todos os !reju%zos#
II) "uando a relaão entre as !artes retorna ao estado "uo antes, se o terceiro não !ode#
III) 3ão se !rocessa a nen/uma alienaão se não /ouver sido !restado cauão id4neo:
garantia !or estimativa, !reju%zos "ue o devedor !ossa ter#
$arágra&o 1) I: a cauão !ode ser dis!ensada#
: $
o
A cauço a -ue se re+ere o inciso ((( do caput deste arti*o poderá ser
dispensada: ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
( > -uando, nos casos de cr9dito de natureza ali.entar ou decorrente de ato il,cito,
at9 o li.ite de sessenta 6ezes o 6alor do salário-.,ni.o, o e/e-Jente de.onstrar
situaço de necessidade1 ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
(( > nos casos de e/ecuço pro6isória e. -ue penda a*ra6o de instru.ento junto
ao <upre.o @ribunal Federal ou ao <uperior @ribunal de Austiça (art. &44', sal6o
-uando da dispensa possa .ani+esta.ente resultar risco de *ra6e dano, de di+,cil
ou incerta reparaço. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&' (?ide !ei n" #$.3$$, de
$%#%'
<ença !ulga procedente 12.222(22( r'u apela( sentença conirma( seu recurso
especial4 recurso e:traordin$rio: eeito devolutivo 34B par$grao B: e:ecução
provisória Art. &4$. Recebida a petiço pela secretaria do tribunal, será inti.ado o
recorrido, abrindo-se-l)e 6ista, para apresentar contra-raz0es. (Redaço dada pela
!ei n" #%.3&$, de $%%#'
: $
o
5s recursos e/traordinário e especial sero recebidos no e+eito de6oluti6o.
((nclu,do pela !ei n" 7.8&%, de #884'
;D recurso e:traordin$rio( nega segmento a recurso e:traordin$rio( cabe
agravo de instrumento( .$ dispensa de caução 4C3 * par$grao B 99 (( > +ica
se. e+eito, sobre6indo acórdo -ue .odi+i-ue ou anule a sentença objeto da
e/ecuço, restituindo-se as partes ao estado anterior e li-uidados e6entuais
preju,zos nos .es.os autos, por arbitra.ento1 ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de
$%%&'
&&& H o levantamento de dep>sito em din(eiro e a prática de atos que
importem aliena!o de propriedade ou dos quais possa resultar grave
dano ao executado dependem de cau!o suficiente e idDnea, ar#itrada de
plano pelo jui" e prestada nos pr>prios autos. )&nclu*do pela 'ei n+ %%.,-,,
de ,..5/
0 ,
o
A cau!o a que se refere o inciso &&& do caput deste artigo poderá ser
dispensada< )&nclu*do pela 'ei n+ %%.,-,, de ,..5/
&& H nos casos de execu!o provis>ria em que penda agravo de
instrumento junto ao ;upremo Iri#unal Jederal ou ao ;uperior Iri#unal de
Justia )art. 544/, salvo quando da dispensa possa manifestamente
resultar risco de grave dano, de dif*cil ou incerta repara!o. )&nclu*do pela
'ei n+ %%.,-,, de ,..5/ )Aide 'ei n+ %,.-,,, de ,.%./
@entenças su!eitas $ e:ecução provisória art 3B2 CPC
Art. 5,.. A apela!o será rece#ida em seu efeito devolutivo e suspensivo. ;erá, no
entanto, rece#ida s> no efeito devolutivo, quando interposta de sentena que< )9eda!o
dada pela 'ei n+ 5.7,5, de %77-/
& - (omologar a divis!o ou a demarca!o= )9eda!o dada pela 'ei n+ 5.7,5, de %77-/
&& - condenar 2 presta!o de alimentos= )9eda!o dada pela 'ei n+ 5.7,5, de %77-/
&&& - )9evogado pela 'ei n+ %%.,-,, de ,..5/
&A - decidir o processo cautelar= )9eda!o dada pela 'ei n+ 5.7,5, de %77-/
A - rejeitar liminarmente em#argos 2 execu!o ou julgá-los improcedentes= )9eda!o
dada pela 'ei n+ :.75., de %774/
A& - julgar procedente o pedido de institui!o de ar#itragem. )&nclu*do pela 'ei n+ 7.-.7,
de %77$/
A&& H confirmar a antecipa!o dos efeitos da tutela= )&nclu*do pela 'ei n+ %..-5,, de ,..%/
Art. 5,%. 9ece#ida a apela!o em am#os os efeitos, o jui" n!o poderá inovar no
processo= rece#ida s> no efeito devolutivo, o apelado poderá promover, desde logo, a
execu!o provis>ria da sentena, extraindo a respectiva carta.
0eis especiais:
0ei JB434I1 art 3J( 99 C4C art 63 paragrao 4 - 0ei das locacoes
0ei 1B.21642I art 14 paragrao 3
0ei C34C4J3 art 14 6cao Civil publica
Art. %4. 5 juiz poderá con+erir e+eito suspensi6o aos recursos, para e6itar dano
irrepará6el M parte
0ei I2II4I3 art 43 &os !ui#ados especiais
Art. 4-. 3 recurso terá somente efeito devolutivo, podendo o Jui" dar-l(e efeito
suspensivo, para evitar dano irreparável para a parte.
*bs revogação do inciso 999 do art 3B2
*bs e:ecução provisória e a#enda publica 346 paragrao B CPC
Como barrar e:ecução provisóriaN
&a e:ecução deinitiva e provisória nos t/tulos e:tra!udiciais:
6rt 3JC antes da lei 11.3JB Oa e:ecução e deinitiva 7uando undada em
sentença transitada em !ulgado ou em titulo e:tra!udicialK E provisória
7uando a sentença oi impugnada mediante recurso recebido so no eeito
devolutivoP
6rt 3JC com a lei 11.3JB:
OE deinitiva a e:ecução undada em titulo e:tra!udicial.E provisória
en7uanto pendente apelação da sentença de improced8ncia dos embargos
da e:ecutada 7uando recebidos com eeitos suspensivo. 6rt C3I
Art. 438. 5 juiz rejeitará li.inar.ente os e.bar*os:
( - -uando inte.pesti6os1 (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
(( - -uando inepta a petiço (art. $8&'1 ou (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de
$%%6'.
((( - -uando .ani+esta.ente protelatórios. (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de
$%%6'.
: #
o
(Re6o*ado pela !ei n" ##.37$, de $%%6'
: $
o
(Re6o*ado pela !ei n" ##.37$, de $%%6'
: 3
o
(Re6o*ado pela !ei n" ##.37$, de $%%6'
Art. 438-A. 5s e.bar*os do e/ecutado no tero e+eito suspensi6o. ((nclu,do pela
!ei n" ##.37$, de $%%6'.
: #
o
5 juiz poderá, a re-ueri.ento do e.bar*ante, atribuir e+eito suspensi6o aos
e.bar*os -uando, sendo rele6antes seus +unda.entos, o prosse*ui.ento da
e/ecuço .ani+esta.ente possa causar ao e/ecutado *ra6e dano de di+,cil ou
incerta reparaço, e desde -ue a e/ecuço já esteja *arantida por pen)ora,
depósito ou cauço su+icientes. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: $
o
A deciso relati6a aos e+eitos dos e.bar*os poderá, a re-ueri.ento da parte,
ser .odi+icada ou re6o*ada a -ual-uer te.po, e. deciso +unda.entada,
cessando as circunstBncias -ue a .oti6ara.. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: 3
o
Iuando o e+eito suspensi6o atribu,do aos e.bar*os disser respeito apenas a
parte do objeto da e/ecuço, essa prosse*uirá -uanto M parte restante. ((nclu,do
pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: 4
o
A concesso de e+eito suspensi6o aos e.bar*os o+erecidos por u. dos
e/ecutados no suspenderá a e/ecuço contra os -ue no e.bar*ara., -uando o
respecti6o +unda.ento disser respeito e/clusi6a.ente ao e.bar*ante. ((nclu,do
pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: &
o
Iuando o e/cesso de e/ecuço +or +unda.ento dos e.bar*os, o e.bar*ante
de6erá declarar na petiço inicial o 6alor -ue entende correto, apresentando
.e.ória do cálculo, sob pena de rejeiço li.inar dos e.bar*os ou de no
con)eci.ento desse +unda.ento. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: 6
o
A concesso de e+eito suspensi6o no i.pedirá a e+eti6aço dos atos de
pen)ora e de a6aliaço dos bens. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
*bs: @. 31C @;D
+', +úmula nº -1. - "/01"0!""/ - ), 1#.1".!""/
&1ecu23o de 'ítulo &1tra4udicial - 5endente (pela23o 6ontra +enten2a 7ue ,ul8ue Improcedente
os &mbar8os
9 definiti:a a e1ecu23o de título e1tra4udicial, ainda 7ue pendente apela23o contra senten2a 7ue
4ul8ue improcedentes os embar8os .
*bs: art C3I- a par$grao 1 CPC
Art. 7-7-A. 3s em#argos do executado n!o ter!o efeito suspensivo. )&nclu*do pela 'ei n+
%%.-:,, de ,..$/.
: #
o
5 juiz poderá, a re-ueri.ento do e.bar*ante, atribuir e+eito suspensi6o aos
e.bar*os -uando, sendo rele6antes seus +unda.entos, o prosse*ui.ento da
e/ecuço .ani+esta.ente possa causar ao e/ecutado *ra6e dano de di+,cil ou
incerta reparaço, e desde -ue a e/ecuço já esteja *arantida por pen)ora,
depósito ou cauço su+icientes. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
6 regra e 7ue não .a!a e:ecução provisória art 3B2 caput 9
Art. &$%. A apelaço será recebida e. seu e+eito de6oluti6o e suspensi6o. <erá, no
entanto, recebida só no e+eito de6oluti6o, -uando interposta de sentença -ue:
(Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
( - )o.olo*ar a di6iso ou a de.arcaço1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
6ção divisória: 7uando 7uer dividir algo indiviso ou demarcatória: ação
entre propriet$rios( visa demarcar( deinir limites( entre propriedades.
@e veriicar se e caso de divisão ou de demarcar
-a primeira ase cognitiva veriica-se se cabe ação divisória ou
demarcatória.
6 primeira ase e recebida em eeito devolutivo e suspensivo.
?ouve apelação( !ulgou procedente a primeira etapa de demarcar.
6 B etapa se caracteri#a por atos concretos de demarcar ou dividir( o !ui#
pede um perito( o perito a# um laudo 7ue e ob!eto de .omologação ou
não 3B2 9( a segunda sentença e recebida so no eeito devolutivo.
* !ui# e:ecuta provisoriamente. * autor pode e:ecuta provisoriamente.
6 1 sentenca e cognitiva para veriicar se pode .aver ação demarcatória
@e não tiver no )ol e leis especiais não cabe e:ecução provisória.
3B2(99 @e o !ui# !ulga procedente ação de alimetos( ele !ulga procedente a
sentença e e:ecutada imediatamente.
Art. &$%. A apelaço será recebida e. seu e+eito de6oluti6o e suspensi6o. <erá, no
entanto, recebida só no e+eito de6oluti6o, -uando interposta de sentença -ue:
(Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
(( - condenar M prestaço de ali.entos1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
IV )decidir o !rocesso cautelar:
Processo cautelar: * !ui# não avalia se a7uele autor procede ou não( ele
ob!etiva garantir a eetividade de um outro processo E:: bateram no
carro( a ,nica pessoa 7ue viu oi uma vel.in.a( pode ser 7ue ela morra(
então o !ui# ouve .o!e a testemun.a para garantir a eetividade do
processo. 6 analise e de perigo na demora e umaça do bom direito-
Fumus Foni 9uri( a pe7uena analise e muito singela para dar garantia de
um outro processo.
E: emitir c.e7ue pelo devedor e o credor descobre 7ue ele esta dispondo
o patrimEnio( o c.e7ue não venceu( .$ uma ação cautelar( vincular os
bens do devedor para garantir o outro processo.-ao .$ analise de m'rito
e sim garantir o ouro processo.
;utela antecipada: ela e instituto processual 7ue visa antecipar o m'rito(
o 7ue o !ui# so deiniria no inal
6 prova tem 7ue ser ine7u/voca( direito probilissimo" 7uase certe#a 7ue
o autor esta correto%
0iminar:momento processual em 7ue se a# a analise do pedido( analise
in limine "logo de plano%
+omento logo de inicio 7ue a# analise do pedido. )e7uer liminarmente
7ue o !ui# conceda a ordem.
3B2(9< Periculun in mora se ele !ulga procedente uma acão cautelar
3B2( <99 a sentença 7ue conirma
Art. &$%. A apelaço será recebida e. seu e+eito de6oluti6o e suspensi6o. <erá, no
entanto, recebida só no e+eito de6oluti6o, -uando interposta de sentença -ue:
(Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
?(( > con+ir.ar a antecipaço dos e+eitos da tutela1 ((nclu,do pela !ei n" #%.3&$, de
$%%#'
E::0iminar era tutela antecipada( o !ui# concede a sentença !ulga procedente
a ação. * !ui# na sentença conirma a tutela antecipada( 7uando .ouver a
apelação e recebida so no eeito devolutivo( !$ tem eeito imediato( a
sentença( pois não .$ eeito suspensivo.
Art. &$%. A apelaço será recebida e. seu e+eito de6oluti6o e suspensi6o. <erá, no
entanto, recebida só no e+eito de6oluti6o, -uando interposta de sentença -ue:
(Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
? - rejeitar li.inar.ente e.bar*os M e/ecuço ou jul*á-los i.procedentes1
(Redaço dada pela !ei n" 7.8&%, de #884'
?( - jul*ar procedente o pedido de instituiço de arbitra*e.. ((nclu,do pela !ei n"
8.3%4, de #886'
?(( > con+ir.ar a antecipaço dos e+eitos da tutela1 ((nclu,do pela !ei n" #%.3&$, de
$%%#'
<9- E a ,nica sentença 7ue não emana do poder !udici$rio e ' considerada
titulo !udicial( o titulo !$ tem orca e:ecutória.
0eis especiais: JB434I1"in7uilinato% 3J(99 C4C 63 paragra 4
0ei 1B216424 "mandado de segurança% art 14 para 3 ?$ perigo na
demora( se a ordem não or concedida( autori#a 7ue a sentença se!a
e:ecutada imediatamente( se não or possivel liminar. 6nalise( se não
pode .aver liminar não pode e:ecutar provisoriamente. E:: lei I4I44IC
0eiC34C4J3 art 14 " ação civil publica% de regra !$ são dotadas de eic$cia
imediata.
0ei I2II4I3 art 43 !ui#ado especial( ter$ o eeito devolutivo( podendo dar
suspensivo.
@ão dotadas de eic$cia imediata.
*bs revogação do inciso 999 art 3B2
9nciso 999 revogado:
6ntes da reorma: sentença antes tin.a 7ue passar por li7uidação de
sentença como processo 7ue terminaria com outra sentença. ?o!e ' ase
processual( ,nico 7ue desenvolve etapa( a li7uidação de sentença tornou-
se ase( vai ser decisão interlocutória 7ue cabe agravo de instrumento
E:ecuçao provisórias e a#enda publica art 34B : B CPC
Art. &4$. Recebida a petiço pela secretaria do tribunal, será inti.ado o recorrido,
abrindo-se-l)e 6ista, para apresentar contra-raz0es. (Redaço dada pela !ei n"
#%.3&$, de $%%#'
: $
o
5s recursos e/traordinário e especial sero recebidos no e+eito de6oluti6o.
((nclu,do pela !ei n" 7.8&%, de #884'
@entença----------------apelacao------------------)E interposto recurso
e:traordinario ou
Especial: e:ecução provisória nao consegue por causa de uma
regra constitucional Qa#enda publica não paga antes de sentença
transitada em !ulgado
6pelação: duplo eeito suspensivo e devolutivo( conirmou sentença.
E:: @e or entrega de rem'dio( obrigação de a#er ou entrega de coisa
não .$ esta vedação art 422 parag 1 Q pagamento de 7uantia certa.
Qnada 7ue di# respeito L .ierar7uia publica( em pagamento( só em
transito em !ulgado.
Como barrar a e:ecução provisóriaNCom interposição de agravo de
instrumento, de dar efeito suspensivo aquele que não tem
art 527,III + 558 CPC
Art. &$4. Recebido o a*ra6o de instru.ento no tribunal, e distribu,do incontinenti, o
relator: (Redaço dada pela !ei n" #%.3&$, de $%%#'
((( > poderá atribuir e+eito suspensi6o ao recurso (art. &&7', ou de+erir, e.
antecipaço de tutela, total ou parcial.ente, a pretenso recursal, co.unicando ao
juiz sua deciso1 (Redaço dada pela !ei n" #%.3&$, de $%%#'
. Art. &&7. 5 relator poderá, a re-ueri.ento do a*ra6ante, nos casos de priso ci6il,
adjudicaço, re.iço de bens, le6anta.ento de din)eiro se. cauço idNnea e e.
outros casos dos -uais possa resultar leso *ra6e e de di+,cil reparaço, sendo
rele6ante a +unda.entaço, suspender o cu.pri.ento da deciso at9 o
pronuncia.ento de+initi6o da tur.a ou cB.ara. (Redaço dada pela !ei n" 8.#38, de
3%.##.#88&'
* agravo de instrumento e interposto na decisão interlocutória 7ue recebe a
apelação nos seus regulares eeitos art 3B2( 9<( <99
Art. &$%. A apelaço será recebida e. seu e+eito de6oluti6o e suspensi6o. <erá, no
entanto, recebida só no e+eito de6oluti6o, -uando interposta de sentença -ue:
(Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
(? - decidir o processo cautelar1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
?(( > con+ir.ar a antecipaço dos e+eitos da tutela1 ((nclu,do pela !ei n" #%.3&$, de
$%%#'
6 apelação( vista( e esta decisão 7ue autori#a o autor a iniciar a decisão
interlocutória( e apelação 7ue interp>e agravo de instrumento com eeito
suspensivo para a e:ecução provisória.
6rt 3B2 6 apelação ser$ recebida em seu eeito devolutivo e suspensivo(
será no entanto receida so no efeito devolutivo, quando
interposta de sentença que! I" decidir processo cautelar#
"II confirmar a antecipação dos efeitos da tutela
&a e:ecução deinitiva e provisória nos t/tulos e:tra!udiciais:
6rt 3JC antes da lei 11.3JB426 O6 e:ecução e deinitiva 7uando undada
em senteca transitada em !ulgado ou em titulo e:tra!udicial. E provisória
7uando a sentença or impugnada mediante recurso recebido so no eeito
devolutivo art 3B2(< : 6rt 3JC e sumula 31C4@;D
6rt 3JC com a lei 11.3JB426
6rt 3JC e deinitiva a e:ecução undada em titulo e:tra!udicial( e
provisória en7uanto pendente apelação da sentença de improced8ncia
dos embargos do e:ecutado( 7uando recebidos com eeito suspensivo art
C3I
*bs art C3I 6 parag 1 CPC:
Art. 438-A. 5s e.bar*os do e/ecutado no tero e+eito suspensi6o. ((nclu,do pela
!ei n" ##.37$, de $%%6'.
: #
o
5 juiz poderá, a re-ueri.ento do e.bar*ante, atribuir e+eito suspensi6o aos
e.bar*os -uando, sendo rele6antes seus +unda.entos, o prosse*ui.ento da
e/ecuço .ani+esta.ente possa causar ao e/ecutado *ra6e dano de di+,cil ou
incerta reparaço, e desde -ue a e/ecuço já esteja *arantida por pen)ora,
depósito ou cauço su+icientes. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
* !ui# poder$ a re7uerimento do embargante( atriuir o efeito
suspensivo aos emargos quando, sendo relevantes seus
fundamentos, o prosseguimento da e$ecução manifestamente
possa causar ao e$ecutado grave dano de dif%cil ou incerta reparação
e desde que a e$ecução &á este&a garantida por pen'ora, deposito ou
caução suficientes(
&a e:ecução em geral
Pressupostos espec/icos: - ormal -Pratico
)e7uisito: - certe#a( 0i7uide# e e:igibilidade
,55, 2, !arag 6Art. 44&-5. A e/ecuço pro6isória da sentença +ar-se-á, no -ue
couber, do .es.o .odo -ue a de+initi6a, obser6adas as se*uintes nor.as:
((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: 3
o
Ao re-uerer a e/ecuço pro6isória, o e/e-uente instruirá a petiço co. cópias
autenticadas das se*uintes peças do processo, podendo o ad6o*ado declarar a
autenticidade, sob sua responsabilidade saber)se do dis!osto na !arte &inal do art
5,,,!arag (7 Art. &44. ;o ad.itido o recurso e/traordinário ou o recurso especial,
caberá a*ra6o nos próprios autos, no prazo de #% (dez' dias. (Redaço dada pela
!ei n" #$.3$$, de $%#%' : #
o
5 a*ra6ante de6erá interpor u. a*ra6o para cada
recurso no ad.itido. (Redaço dada pela !ei n" #$.3$$, de $%#%'
Q4C3( *( paragr 3 re7uer e:ecução provisória( tem 7ue ter isicamente altos
suplementares
;/tulos e:tra!udiciais: Art 585 Art. &74. L de+initi6a a e/ecuço +undada e.
t,tulo e/trajudicial1 9 pro6isória en-uanto pendente apelaço da sentença de
i.proced=ncia dos e.bar*os do e/ecutado, -uando recebidos co. e+eito
suspensi6o (art. 438'. (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'. titulos
e'trajuduciais
C.e7ue: embargos de devedor: sentença !ulga improcedente a apelação e
recebida so no devolutivo( então .$ e:ecução provisória .
A sumula 6(59 .:; .:; .<mula n= 6(5 ) >59(>91>>5 ) *; (8#(>#1>>5
?'ecuão de :%tulo ?'trajudicial ) $endente A!elaão @ontra .entena "ue ;ulgue
Im!rocedente os ?mbargos
A de&initiva a e'ecuão de t%tulo e'trajudicial, ainda "ue !endente a!elaão contra sentena "ue
julgue im!rocedentes os embargos#
6 e:ecução continua sendo em car$ter deinitivoPe deinitiva a
e:ecução do titulo e:tra!udicial( ainda 7ue pendente apelação contra
sentença 7ue !ulgue improcedente os embargosP" começa e termina
deinitiva( mesmo a apelação ser só no eeito devolutivo%
* art 3JC ala 7ue pode .aver e:ecução provisória em t/tulos
e:tra!udicias:
Art. &74. L de+initi6a a e/ecuço +undada e. t,tulo e/trajudicial1 9 pro6isória
en-uanto pendente apelaço da sentença de i.proced=ncia dos e.bar*os do
e/ecutado, -uando recebidos co. e+eito suspensi6o (art. 438'. (Redaço dada
pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
ER: e:ecução: se o !ui# da embargo suspensivo( a e:ecução e provisória(
se o !ui# não da embargo suspensivo a e:ecução e deinitiva.
Embargos de devedor:--------sentenca: !ulgou improcedente( interp>e
apelação e prossegue com eeito suspensivo.* !ui# da ou não eeito
suspensivo no embargo
Embargos de devedor---sentenca---improcedencia----apelacao: .$
possibilidade da e:ecução provisória "e provisória en7uanto pendente
apelação( sentença de improced8ncia de embargos 7uando recebida com
eeito suspensivo( desde 7ue recebida os embargos com eeito
suspensivo.
* art 3JC 7ue resolve o embargo do devedor suspensivo e não o 3B2.
Art. &74. L de+initi6a a e/ecuço +undada e. t,tulo e/trajudicial1 9 pro6isória
en-uanto pendente apelaço da sentença de i.proced=ncia dos e.bar*os do
e/ecutado, -uando recebidos co. e+eito suspensi6o (art. 438'. (Redaço dada pela
!ei n" ##.37$, de $%%6'.
Art. &$%. A apelaço será recebida e. seu e+eito de6oluti6o e suspensi6o. <erá, no
entanto, recebida só no e+eito de6oluti6o, -uando interposta de sentença -ue:
(Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
( - )o.olo*ar a di6iso ou a de.arcaço1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
(( - condenar M prestaço de ali.entos1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
((( - (Re6o*ado pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
(? - decidir o processo cautelar1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
? - rejeitar li.inar.ente e.bar*os M e/ecuço ou jul*á-los i.procedentes1
(Redaço dada pela !ei n" 7.8&%, de #884'
?( - jul*ar procedente o pedido de instituiço de arbitra*e.. ((nclu,do pela !ei n"
8.3%4, de #886'
?(( > con+ir.ar a antecipaço dos e+eitos da tutela1 ((nclu,do pela !ei n" #%.3&$, de
$%%#'
6 e:ecução pode prosseguir mesmo estando discutindo os embargos( ope
i!udicis( o !ui# 7ue pode dar com base no art C3I 6 paragr 1( se preenc.er os
re7uisitos do embargante.
Art. 438-A. 5s e.bar*os do e/ecutado no tero e+eito suspensi6o. ((nclu,do pela
!ei n" ##.37$, de $%%6'.
: #
o
5 juiz poderá, a re-ueri.ento do e.bar*ante, atribuir e+eito suspensi6o aos
e.bar*os -uando, sendo rele6antes seus +unda.entos, o prosse*ui.ento da
e/ecuço .ani+esta.ente possa causar ao e/ecutado *ra6e dano de di+,cil ou
incerta reparaço, e desde -ue a e/ecuço já esteja *arantida por pen)ora,
depósito ou cauço su+icientes. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
-ão e autom$tico o eeito suspensivo( e open !udicis( o !ui# 7ue da.
E:: Dui# !ulga procedente embargos----eeito suspensivo--- o credor
embargado apela desta sentença art 3B2CPC " e recebida em ambos
eeitos%---- paralisa o eeito de proced8ncia----entao doutrinariamente da o
eeito. *pe !udicis so devolutivo e e:ecuta a sentença procedente.
Pressuposto ormal: se reporta ao titulo( toda e:ecução tem 7ue se lastrear
em um titulo.
Pressuposto pratico: e o inadimplemento por parte do devedor
• todos os t/tulos tem 7ue ter concomitantemente 3 re7uisitos. @e alta
7ual7uer deles( não serve como titulo e:ecutivo.
• 1- Certe#a: não pode .aver duvida 7uanto a e:istencia deste titulo
E:: art 3J3 99- titulo e:ecutivo e:tra!udicial "999 contratos garantidos por
.ipoteca( pen.or( anticrese e caução( bem como os de seguro de vida%
&ocumento particular assinado por devedor e B testemun.as" ele não
guarda re7uisito certe#a% não revela inadimplencia do devedor pois '
sinalagmatico"rec/proco%( direitos e obrigacoes.
Art. &7&. <o t,tulos e/ecuti6os e/trajudiciais: (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de
#".#%.#843'
( - a letra de cB.bio, a nota pro.issória, a duplicata, a deb=nture e o c)e-ue1
(Redaço dada pela !ei n" 7.8&3, de #3.#$.#884'
(( - a escritura pCblica ou outro docu.ento pCblico assinado pelo de6edor1 o
docu.ento particular assinado pelo de6edor e por duas teste.un)as1 o
instru.ento de transaço re+erendado pelo Dinist9rio PCblico, pela Ee+ensoria
PCblica ou pelos ad6o*ados dos transatores1(Redaço dada pela !ei n" 7.8&3, de
#3.#$.#884'
B- 0i7uide#:
;odo titulo tem 7ue ter deinição 7uanto ao valor ou ob!eto.
Para os t/tulos !udiciais( .$ possibilidade de sentença ili7uida( isso não
torna o titulo nulo( tem 7ue passar por a#e previa de li7uidação de
sentença.
* titulo e:tra!udicial tem 7ue ter li7uide#( ou ele ' li7uido ou não ' e não
serve.
;itulo e:ta!udicial .$ impugnação da sentença
Processo autEnomo: C.e7ue
E:: 6 : F"devedor% se prop>e embargos de devedor e uma mera ação e
não uma mera peca( ica em a penso
6ção e:ecutória G embargos de devedor:
E uma acão onde a cognição a ser eita pelo !ui# e ampla( o devedor 7ue
se torna o autor"embargante% ele pode alegar o 7ue 7uiser( pois nunca
.ouve pr'vio processo de con.ecimento( por isso não pode limitar a
deesa( pode alegar o 7uiser dierente da impugnação( 7ue !$ .ouve
pr'vio processo de con.ecimento e a cognição e parcial.
;utela e:tra!udicial: !$ autori#a ação e:ecutória( se o credor pede
desist8ncia da ação( vai ter 7ue ter autori#ação do devedor( pois o
embargo termina em sentença de m'rito.
&esist8ncia não e renuncia de direito( nada impede 7ue aman.a ele
retorne a esse direito.
-o caso de embargo de devedor( tra#er só 7uestoes processuais( não .$
e:ecução de sentença.
E:: devedor não 7uer a7uele !ui# no caso( o credor pode pedir desist8ncia(
não .$ necessidade de concordHncia do devedor. * credor paga a conta
relativa( a embargos de devedor 36I4CPC 'Art. &68. 5 credor te. a
+aculdade de desistir de toda a e/ecuço ou de apenas al*u.as
.edidas e/ecuti6as.(( pois não esta tendo pre!u/#o para o devedor
E: devedor interp>e uma impugnação "peca de deesa%( ela interposta
dentro da ase e:ecutória e como e incidente processual não .$ custas
para o devedor( igual no embargo de devedor.
Principio da tipicidade dos atos e:ecutivos:
Pode .aver sentença não somente de pagamentos( mais obrigação de
a#er.E: entrega de medicamentos.
Principio da m$:ima utilidade da e:ecução: Elementos ob!etivos e
sub!etivos da e:ecução" as partes 7ue podem igurar a e:ecução%
&os legitimados ativos:
6rt 366 credor origin$rio: &66. Pode. pro.o6er a e/ecuço +orçada:
( - o credor a -ue. a lei con+ere t,tulo e/ecuti6o1
(( - o Dinist9rio PCblico, nos casos prescritos e. lei.
6rt.36C credor derivado ou superveniente: Art. &64. Pode. ta.b9. pro.o6er a
e/ecuço, ou nela prosse*uir:
( - o espólio, os )erdeiros ou os sucessores do credor, se.pre -ue, por .orte
deste, ()es +or trans.itido o direito resultante do t,tulo e/ecuti6o1
(( - o cessionário, -uando o direito resultante do t,tulo e/ecuti6o ()e +oi trans+erido
por ato entre 6i6os1
((( - o sub-ro*ado, nos casos de sub-ro*aço le*al ou con6encional.
0egitimados passivos: art 36J S devedor origin$rio( superveniente( apenas
respons$veis. Art. &67. <o sujeitos passi6os na e/ecuço:(Redaço dada pela !ei
n" &.8$&, de #".#%.#843'
( - o de6edor, recon)ecido co.o tal no t,tulo e/ecuti6o1 (Redaço dada pela !ei n"
&.8$&, de #".#%.#843'
(( - o espólio, os )erdeiros ou os sucessores do de6edor1 (Redaço dada pela !ei n"
&.8$&, de #".#%.#843'
((( - o no6o de6edor, -ue assu.iu, co. o consenti.ento do credor, a obri*aço
resultante do t,tulo e/ecuti6o1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
(? - o +iador judicial1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
? - o responsá6el tributário, assi. de+inido na le*islaço própria. (Redaço dada
pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
9< e < iador !udicial e: art 4C3-* 9 Art. 44&-5. A e/ecuço pro6isória da
sentença +ar-se-á, no -ue couber, do .es.o .odo -ue a de+initi6a, obser6adas as
se*uintes nor.as: ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
( > corre por iniciati6a, conta e responsabilidade do e/e-Jente, -ue se obri*a, se a
sentença +or re+or.ada, a reparar os danos -ue o e/ecutado )aja so+rido1 ((nclu,do
pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
IB3( Art. 8$&. <e o r9u pro6ar, e. -ual-uer te.po, -ue o autor pro6isoria.ente
.antido ou reinte*rado na posse carece de idoneidade +inanceira para, no caso de
decair da aço, responder por perdas e danos, o juiz assinar-l)e-á o prazo de &
(cinco' dias para re-uerer cauço sob pena de ser depositada a coisa liti*iosa.
I42 CPC Art. 84%. 5 nunciado poderá, a -ual-uer te.po e e. -ual-uer *rau
de jurisdiço, re-uerer o prosse*ui.ento da obra, desde -ue preste cauço e
de.onstre preju,zo resultante da suspenso dela.
: #
o
A cauço será prestada no ju,zo de ori*e., e.bora a causa se encontre no
tribunal.
: $
o
2. nen)u.a )ipótese terá lu*ar o prosse*ui.ento, tratando-se de obra no6a
le6antada contra deter.inaço de re*ula.entos ad.inistrati6os.
)espons$vel tribut$rio: art 1B1 C4C art 134 e 133C;-
Art. #34. ;os casos de i.possibilidade de e/i*=ncia do cu.pri.ento da obri*aço
principal pelo contribuinte, responde. solidaria.ente co. este nos atos e. -ue
inter6iere. ou pelas o.iss0es de -ue +ore. responsá6eis:
( - os pais, pelos tributos de6idos por seus +il)os .enores1
(( - os tutores e curadores, pelos tributos de6idos por seus tutelados ou
curatelados1
((( - os ad.inistradores de bens de terceiros, pelos tributos de6idos por estes1
(? - o in6entariante, pelos tributos de6idos pelo espólio1
? - o s,ndico e o co.issário, pelos tributos de6idos pela .assa +alida ou pelo
concordatário1
?( - os tabelies, escri6es e de.ais ser6entuários de o+,cio, pelos tributos de6idos
sobre os atos praticados por eles, ou perante eles, e. razo do seu o+,cio1
?(( - os sócios, no caso de li-uidaço de sociedade de pessoas.
Pará*ra+o Cnico. 5 disposto neste arti*o só se aplica, e. .at9ria de penalidades,
Ms de caráter .oratório.
Art. #3&. <o pessoal.ente responsá6eis pelos cr9ditos correspondentes a
obri*aç0es tributárias resultantes de atos praticados co. e/cesso de poderes ou
in+raço de lei, contrato social ou estatutos:
( - as pessoas re+eridas no arti*o anterior1
(( - os .andatários, prepostos e e.pre*ados1
((( - os diretores, *erentes ou representantes de pessoas jur,dicas de direito
pri6ado.
rediricionamento da ação iscal
B-iador e:tra!udicials @ B6J @;D .:; .<mula n= 1+8 ) 119>591>>1 ) *;
1-#>5#1>>1
Biador não Integrante da Relaão $rocessual ) Aão de *es!ejo ) ?'ecuão do ;ulgado )
Res!onsabilidade
2 &iador "ue não integrou a relaão !rocessual na aão de des!ejo não res!onde !ela e'ecuão
do julgado#
3-beneicio de ordem art 3I6 e 3IC CPC Art. &86. 5s bens particulares dos
sócios no responde. pelas d,6idas da sociedade seno nos casos pre6istos e.
lei1 o sócio, de.andado pelo pa*a.ento da d,6ida, te. direito a e/i*ir -ue seja.
pri.eiro e/cutidos os bens da sociedade.
: #
o
3u.pre ao sócio, -ue ale*ar o bene+,cio deste arti*o, no.ear bens da
sociedade, sitos na .es.a co.arca, li6res e dese.bar*ados, -uantos baste.
para pa*ar o d9bito.
: $
o
Aplica-se aos casos deste arti*o o disposto no pará*ra+o Cnico do arti*o
anterior.
Art. &84. 5 espólio responde pelas d,6idas do +alecido1 .as, +eita a partil)a, cada
)erdeiro responde por elas na proporço da parte -ue na )erança ()e coube.
&a responsabilidade patrimonial art 3I1 e 3IB CPC
Art. &8#. 5 de6edor responde, para o cu.pri.ento de suas obri*aç0es, co. todos
os seus bens presentes e +uturos, sal6o as restriç0es estabelecidas e. lei.
Art. &8$. Fica. sujeitos M e/ecuço os bens:
( - do sucessor a t,tulo sin*ular, tratando-se de e/ecuço +undada e. direito real ou
obri*aço reipersecutória1 (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
(( - do sócio, nos ter.os da lei1
((( - do de6edor, -uando e. poder de terceiros1
(? - do cNnju*e, nos casos e. -ue os seus bens próprios, reser6ados ou de sua
.eaço responde. pela d,6ida1
? - alienados ou *ra6ados co. Nnus real e. +raude de e/ecuço.
?ipoteses legais:
1- bens do sucessor a titulo singular
B- bens do sócio
3- bens em poder de terceiros
4-bens do cEn!uge @ 1344@;D .:; .<mula n= (6, ) 1+9>,9(--5 ) *; >5#>5#(--5
Intimaão ) $en/ora ) @4njuges ) ?mbargos de :erceiro ) Ceaão
?mbora intimado da !en/ora em imDvel do casal, o c4njuge do e'ecutado !ode o!or embargos
de terceiro !ara de&esa de sua meaão#
Elementos sub!etivos da e:ecução:
6rt 366 CPC Art. &66. Pode. pro.o6er a e/ecuço +orçada:
( - o credor a -ue. a lei con+ere t,tulo e/ecuti6o1
(( - o Dinist9rio PCblico, nos casos prescritos e. lei
Credor origin$rio: pode igurar na e:ecução e +P art 36C( CPC( 9:
Art. &64. Pode. ta.b9. pro.o6er a e/ecuço, ou nela prosse*uir:
( - o espólio, os )erdeiros ou os sucessores do credor, se.pre -ue, por .orte
deste, ()es +or trans.itido o direito resultante do t,tulo e/ecuti6o1
B-Pode ser 7ue o credor ven.a a alecer e pode surgir os credores derivados
su-ervenientes
Art. $6&. <uspende-se o processo:
( - pela .orte ou perda da capacidade processual de -ual-uer das partes, de seu
representante le*al ou de seu procurador
B63( 9 suspende-se o processo" espolio( 7uando .$ inventario( ente
despersonalisado%
6rt 36C(99 * Cession$rio
Art. &64. Pode. ta.b9. pro.o6er a e/ecuço, ou nela prosse*uir:
(( - o cessionário, -uando o direito resultante do t,tulo e/ecuti6o ()e +oi trans+erido
por ato entre 6i6os1
999- * @ub-rogado: e: locat$rio e iador condenados( credor a!u/#a e:ecução
contra o iador( o iador e e:ecutado e paga( e se torna credor superveniente e
agora cobra do devedor. ((( - o sub-ro*ado, nos casos de sub-ro*aço le*al ou
con6encional.
6rt 4B paragr 1 ad7uirente ou o cession$rio
Art. 4$. A alienaço da coisa ou do direito liti*ioso, a t,tulo particular, por ato entre
6i6os, no altera a le*iti.idade das partes.
: #
o
5 ad-uirente ou o cessionário no poderá in*ressar e. ju,zo, substituindo o
alienante, ou o cedente, se. -ue o consinta a parte contrária
0egitimados passivos:
E:: devedor superveniente 7ue assume debito do devedor origin$rio( o credor
tem 7ue concordar( sessão de debito( 9<(< apenas respons$veis
E: *brigação:g8nero: elemento pessoal remete a divida
Patrimonial: remete a responsabilidade
E:: * tabelião pode ser responsabili#ado pelo pagamento do 9;F9( vendo
imóvel para F e vamos para o tabelionato de notas para lavrarmos a escritura
publica( surge o ato gerador o 9;F9( b tem 7ue pagar 9;F9( não paga e o
tabelião se omite 7uanto a e:ig8ncia( lavrou a escritura publica. * isco pode
ir contra o tabelião( por orca de lei( esta omissão o torna respons$vel
tribut$rio "responsabilidade patrimonial%
Fiador !udicial: igura eminentemente processual art 4C3 C(IB3( I42 CPC
Art. 44&-3. Far-se-á a li-uidaço por arbitra.ento -uando: ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
( > deter.inado pela sentença ou con6encionado pelas partes1 ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
(( > o e/i*ir a natureza do objeto da li-uidaço. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
Art. 8$&. <e o r9u pro6ar, e. -ual-uer te.po, -ue o autor pro6isoria.ente .antido
ou reinte*rado na posse carece de idoneidade +inanceira para, no caso de decair
da aço, responder por perdas e danos, o juiz assinar-l)e-á o prazo de & (cinco'
dias para re-uerer cauço sob pena de ser depositada a coisa liti*iosa.
Art. 84%. 5 nunciado poderá, a -ual-uer te.po e e. -ual-uer *rau de jurisdiço,
re-uerer o prosse*ui.ento da obra, desde -ue preste cauço e de.onstre preju,zo
resultante da suspenso dela.
Caução"sempre idEnea%idei!usoria- caucao pessoal S iador !udicial
Caucao real".ipoteca(pen.or(anticrese%
E: se eu 7uero vcender patrimEnio( !ui# 7uer 7ue preste caução( eu posso
alar para F ser iador "idei!usoria%( eu sem din.eiro vou contra o
patrimEnio de F.
)espons$vel ;ribut$rio: art 1B14C;- paragrao ,nico
Art. #$#. <ujeito passi6o da obri*aço principal 9 a pessoa obri*ada ao pa*a.ento
de tributo ou penalidade pecuniária.
Pará*ra+o Cnico. 5 sujeito passi6o da obri*aço principal diz-se:
( - contribuinte, -uando ten)a relaço pessoal e direta co. a situaço -ue
constitua o respecti6o +ato *erador1
(( - responsá6el, -uando, se. re6estir a condiço de contribuinte, sua obri*aço
decorra de disposiço e/pressa de lei.
6rt 134 responsabilidade de terceiros: Art. #34. ;os casos de i.possibilidade
de e/i*=ncia do cu.pri.ento da obri*aço principal pelo contribuinte, responde.
solidaria.ente co. este nos atos e. -ue inter6iere. ou pelas o.iss0es de -ue
+ore. responsá6eis:
( - os pais, pelos tributos de6idos por seus +il)os .enores1
(( - os tutores e curadores, pelos tributos de6idos por seus tutelados ou
curatelados1
((( - os ad.inistradores de bens de terceiros, pelos tributos de6idos por estes1
(? - o in6entariante, pelos tributos de6idos pelo espólio1
? - o s,ndico e o co.issário, pelos tributos de6idos pela .assa +alida ou pelo
concordatário1
?( - os tabelies, escri6es e de.ais ser6entuários de o+,cio, pelos tributos de6idos
sobre os atos praticados por eles, ou perante eles, e. razo do seu o+,cio1
?(( - os sócios, no caso de li-uidaço de sociedade de pessoas.
Pará*ra+o Cnico. 5 disposto neste arti*o só se aplica, e. .at9ria de penalidades,
Ms de caráter .oratório.
9 *s pais(99 tutores(999 os administradores(9< o inventariante( < o sindico(
<9(<99."igura do gestor%
6rt 133 responsabilidade por inração:
Art. #3&. <o pessoal.ente responsá6eis pelos cr9ditos correspondentes a
obri*aç0es tributárias resultantes de atos praticados co. e/cesso de poderes ou
in+raço de lei, contrato social ou estatutos:
( - as pessoas re+eridas no arti*o anterior1
(( - os .andatários, prepostos e e.pre*ados1
((( - os diretores, *erentes ou representantes de pessoas jur,dicas de direito
pri6ado
9(99(999 mais comum"agem com e:cesso%
O patrimônio responde pelo pagamento do tributo
ER: iscal autua empresa( lavrou auto de inracao( a pessoa
!ur/dica( a a#enda publica utili#a lei 6J324J2 lei de e:ecução
iscal com titulo e:tra!udicial C&6"certidão divida ativa%
Consta na C&6 pessoa !ur/dica devedora( ec.a o negocio(
sócio gerente tem patrimEnio particular vinculado ao
pagamento.
6 a#enda publica a# o rediricionamento da ação iscal para
pessoa /sica sócio gerente( e o nome de pessoa !ur/dica art
133( rediricionado para o sócio gerente.
)e7uer citação do sócio gerente como pessoa /sica( responde
por e:ecução iscal.
Fiador e:tra!udicial @ B6J4@;D .:; .<mula n= 1+8 ) 119>591>>1 ) *; 1-#>5#1>>1
Biador não Integrante da Relaão $rocessual ) Aão de *es!ejo ) ?'ecuão do ;ulgado )
Res!onsabilidade
2 &iador "ue não integrou a relaão !rocessual na aão de des!ejo não res!onde !ela e'ecuão
do julgado#
* logado e:ecuta iador do Ctt" ' nula de pleno direito% não pode ir contra o
iador pois não responde pela e:ecução do !ulgado( pois não .ouve sentença
condenatória contra o iador( pode ser e:ecutado se participa do
processo"não integrou a relação processual%
Feneicio de ordem: art 3I3 e 3I6 CPC pedir 7ue antes pen.orado o iador(
se!a pen.ora credor prinicipal( iador levanta beneicio de ordem( mais o
credor não esta impedido. Art. &8&. 5 +iador, -uando e/ecutado, poderá no.ear
M pen)ora bens li6res e dese.bar*ados do de6edor. 5s bens do +iador +icaro,
por9., sujeitos M e/ecuço, se os do de6edor +ore. insu+icientes M satis+aço do
direito do credor.
Pará*ra+o Cnico. 5 +iador, -ue pa*ar a d,6ida, poderá e/ecutar o a+iançado nos
autos do .es.o processo.
Art. &86. 5s bens particulares dos sócios no responde. pelas d,6idas da
sociedade seno nos casos pre6istos e. lei1 o sócio, de.andado pelo pa*a.ento
da d,6ida, te. direito a e/i*ir -ue seja. pri.eiro e/cutidos os bens da sociedade.
: #
o
3u.pre ao sócio, -ue ale*ar o bene+,cio deste arti*o, no.ear bens da
sociedade, sitos na .es.a co.arca, li6res e dese.bar*ados, -uantos baste.
para pa*ar o d9bito.
: $
o
Aplica-se aos casos deste arti*o o disposto no pará*ra+o Cnico do arti*o
anterior.
?ipóteses legais: 3I1 bens uturos respondem pela e:ecução 9 sucessor a
titulo singular( Art. &8#. 5 de6edor responde, para o cu.pri.ento de suas
obri*aç0es, co. todos os seus bens presentes e +uturos, sal6o as restriç0es
estabelecidas e. lei 5-6, @$@ Art. &83. 3onsidera-se e. +raude de e/ecuço a
alienaço ou oneraço de bens:
( - -uando sobre eles pender aço +undada e. direito real1
(( - -uando, ao te.po da alienaço ou oneraço, corria contra o de6edor de.anda
capaz de reduzi-lo M insol6=ncia1
((( - nos de.ais casos e/pressos e. lei.
Art. &8$. Fica. sujeitos M e/ecuço os bens:
( - do sucessor a t,tulo sin*ular, tratando-se de e/ecuço +undada e. direito real ou
obri*aço reipersecutória1 (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
(( - do sócio, nos ter.os da lei1
((( - do de6edor, -uando e. poder de terceiros1
(? - do cNnju*e, nos casos e. -ue os seus bens próprios, reser6ados ou de sua
.eaço responde. pela d,6ida1
? - alienados ou *ra6ados co. Nnus real e. +raude de e/ecuço
3IB su!eita a e:ecução os bens( ad7uirente do bem art 32 CC re7uisitos 999 do
devedor 7uando em poder de terceiro( 9< cEn!uge não devedor veriicar cada
caso concreto( se a divida beneiciou o cEn!uge ele responde se não
beneiciou não responde art 1663 paragra 1 Art. #.663. A ad.inistraço do
patri.Nnio co.u. co.pete a -ual-uer dos cNnju*es.3itado por 7%
: #o As d,6idas contra,das no e/erc,cio da ad.inistraço obri*a. os bens co.uns
e particulares do cNnju*e -ue os ad.inistra, e os do outro na razo do pro6eito
-ue )ou6er au+erido.3itado por 48
Fens do cEn!uge @ 134 @;D .:; .<mula n= (6, ) 1+9>,9(--5 ) *; >5#>5#(--5
Intimaão ) $en/ora ) @4njuges ) ?mbargos de :erceiro ) Ceaão
?mbora intimado da !en/ora em imDvel do casal, o c4njuge do e'ecutado !ode o!or embargos
de terceiro !ara de&esa de sua meaão#
6ção de embargos de terceiro( pois não são partes na
e:ecução art 1246 CPC Art. #.%46. Iue., no sendo parte no
processo, so+rer turbaço ou esbul)o na posse de seus bens por
ato de apreenso judicial, e. casos co.o o de pen)ora, depósito,
arresto, se-Jestro, alienaço judicial, arrecadaço, arrola.ento,
in6entário, partil)a, poderá re-uerer ()e seja. .anutenidos ou
restitu,dos por .eio de e.bar*os embora
intimado"litisconsórcio necess$rio% e:: 633 CPC ) 2
o
Recaindo
a pen)ora e. bens i.ó6eis, será inti.ado ta.b9. o cNnju*e do
e/ecutado. (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
Fens alienados em raude a e:ecução art 3I3" Art. &83. 3onsidera-se e. +raude
de e/ecuço a alienaço ou oneraço de bens:
( - -uando sobre eles pender aço +undada e. direito real1
(( - -uando, ao te.po da alienaço ou oneraço, corria contra o de6edor de.anda
capaz de reduzi-lo M insol6=ncia1
((( - nos de.ais casos e/pressos e. lei.'
Encidentalmente decretada não demanda ação própria.
?istórico da raude: restabelecer a garantia patrimonial
Finalidade: preservação de responsabilidade patrimonial sobre
a7uele bem 7ue oi alienado
Da fraude contra credores art 158 e segs CC: o autor credor demonstra
conc Ea Fraude 3ontra 3redores
Art. #&7. 5s ne*ócios de trans.isso *ratuita de bens ou re.isso de d,6ida, se os praticar o
de6edor já insol6ente, ou por eles reduzido M insol6=ncia, ainda -uando o i*nore, podero ser
anulados pelos credores -uiro*ra+ários, co.o lesi6os dos seus direitos. 3itado por $.#77
: #o (*ual direito assiste aos credores cuja *arantia se tornar insu+iciente.3itado por 4$
: $o <ó os credores -ue já o era. ao te.po da-ueles atos pode. pleitear a anulaço
deles.3itado por $%
Art. #&8. <ero i*ual.ente anulá6eis os contratos onerosos do de6edor insol6ente, -uando a
insol6=ncia +or notória, ou )ou6er .oti6o para ser con)ecida do outro contratante.3itado por
$%.3$4
Art. #6%. <e o ad-uirente dos bens do de6edor insol6ente ainda no ti6er pa*o o preço e este +or,
apro/i.ada.ente, o corrente, desobri*ar-se-á depositando-o e. ju,zo, co. a citaço de todos
os interessados. 3itado por #.&8$
Pará*ra+o Cnico. <e in+erior, o ad-uirente, para conser6ar os bens, poderá depositar o preço -ue
l)es corresponda ao 6alor real.3itado por 3&
Art. #6#. A aço, nos casos dos arts. #&7 e #&8, poderá ser intentada contra o de6edor insol6ente,
a pessoa -ue co. ele celebrou a estipulaço considerada +raudulenta, ou terceiros ad-uirentes
-ue )aja. procedido de .á-+9.3itado por #.&%4
Art. #6$. 5 credor -uiro*ra+ário, -ue receber do de6edor insol6ente o pa*a.ento da d,6ida ainda
no 6encida, +icará obri*ado a repor, e. pro6eito do acer6o sobre -ue se ten)a de e+etuar o
concurso de credores, a-uilo -ue recebeu.3itado por #.&$&
Art. #63. Presu.e.-se +raudatórias dos direitos dos outros credores as *arantias de d,6idas -ue
o de6edor insol6ente ti6er dado a al*u. credor.3itado por 48
Art. #64. Presu.e.-se, por9., de boa-+9 e 6ale. os ne*ócios ordinários indispensá6eis M
.anutenço de estabeleci.ento .ercantil, rural, ou industrial, ou M subsist=ncia do de6edor e de
sua +a.,lia.3itado por $6
Art. #6&. Anulados os ne*ócios +raudulentos, a 6anta*e. resultante re6erterá e. pro6eito do
acer6o sobre -ue se ten)a de e+etuar o concurso de credores.3itado por #46
Pará*ra+o Cnico. <e esses ne*ócios tin)a. por Cnico objeto atribuir direitos pre+erenciais,
.ediante )ipoteca, pen)or ou anticrese, sua in6alidade i.portará so.ente na anulaço da
pre+er=ncia ajustada.3itado por 3
1- omitantemente elemento ob!etivo e sub!etivo
;eoria da anulabilidade e da ineic$cia
Eeito pós eicaci#acao" Tusse @aid Cabali% Oo 7ue era
ineica# perante o credor pode se tornar eica#P. E:: 6lienei
bem a 6 e F pode ir contra. 6( C paga F o 7ue era ineica# para
F( tornou-se eica# Q ;eoria da ineic$cia
O* bem responde pelo pagamento da dividaP
0er sobre a teoria da eic$cia" doutrin$rio%
Elementos: *b!etivo: eventus domini: o devedor 7ue desauca
patrimEnio e cria dano concreto ao credor.
@ub!etivo: Consitum Fraudis: * autor" credor% tem 7ue
demonstrar 7ue e:iste um coluio devedor alienante e 3
ad7uirente"de ma '% intencao de raudar.
&a raude na e:ecução: 6rt 3I3 CPC
Art. &83. 3onsidera-se e. +raude de e/ecuço a alienaço ou oneraço de bens:
( - -uando sobre eles pender aço +undada e. direito real1
(( - -uando, ao te.po da alienaço ou oneraço, corria contra o de6edor de.anda capaz de
reduzi-lo M insol6=ncia1
((( - nos de.ais casos e/pressos e. lei.
-ão e ação de con.ecimento( e incidente processual( acontece
7uando o ato e:iste. OEspeciali#ação da 6ção PaulianaP
Elementos:
0itispend8ncia "doutrinaria( ins espec/icos deste elemento%
Fraude: atentou a !ustica
622(9 oi com ci8ncia por isso .ouve a raude na e:ecução
Art. 6%%. 3onsidera-se atentatório M di*nidade da Austiça o ato do e/ecutado -ue:
(Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
( - +rauda a e/ecuço1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
Pr' e:ist8ncia da demanda 7uando de pratica de ato considerado raudulento:
E:: 6 : F bateu carro B242J e 142I 6 entra contra F( F 3242I e
citado( no curso da demanda F aliena para C imóvel( sentença
!ulga procedente pedido de 6( F paga 3222(22 de indeni#ação(
6 inicia e:ecução( na .ora 7ue o oicial vai pen.orar o bem(
constata 7ue não tem bem para pen.orar( raude na e:ecução(
atentou a !ustiça( oi com ci8ncia art 622(9( pois devedor não
tem bem para pen.orar e observa 7ue 7uando da ação no curso
devedor aliena bem e rusta a e:ecução
Frustacao do meio e:ecutório mais ma Fe de terceiro
Durisprud8ncia em torno do tema: @ 3C34@;D .:; .<mula n= 655 ) (89>691>>- ) *;e
6>9>691>>-
Recon/ecimento da Braude E ?'ecuão ) Registro da $en/ora ) $rova de Cá)BF do :erceiro
Ad"uirente
2 recon/ecimento da &raude E e'ecuão de!ende do registro da !en/ora do bem alienado ou da
!rova de má)&F do terceiro ad"uirente
Forma de ilidir a alegação de boa-e de terceiros pelo credor primeiro pode
promover o registro das citaç>es art 16C( 9( B1 da lei 62134C3
Art. 167 - No Registro de Imóveis, além da matrícula, serão feitos. (Reumerado do
art. 16! com ova reda"ão #ela $ei 6%16, de 1&7'(.
I - o registro) (Reda"ão dada #ela $ei 6%16, de 1&7'(.
1(G das citaHes de aHes reais ou !essoais rei!ersecutDrias, relativas a imDveisI
)egistro de citaç>es se trata de ação real ou reipersecutória "ligada a imóvel%
registra ato de citação no registro de imóveis( pois assim o terceiro não pode
alegar descon.ecimento pois esta registrado
)egistro de averbacao da pen.ora: art 63I paragrao 4 CPC
: 4
o
A pen)ora de bens i.ó6eis realizar-se-á .ediante auto ou
ter.o de pen)ora, cabendo ao e/e-Jente, se. preju,zo da i.ediata
inti.aço do e/ecutado (art. 6&$, : 4
o
', pro6idenciar, para
presunço absoluta de con)eci.ento por terceiros, a respecti6a
a6erbaço no o+,cio i.obiliário, .ediante a apresentaço de
certido de inteiro teor do ato, independente.ente de .andado
judicial. (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
)egistra a pen.ora " só em ato de e:ecução% ato processual só
acontece em e:ecução de 7uantia certa din.eiro%. <incula
patrimEnio do devedor a pagamento de 7uantia certa. @e cai em
bem imóvel pode registrar no cartório de imóvel a pen.ora. @e
terceiro compra bem pen.orado .$ a ma e absoluta.
6verbação premonitoria de cautela art 613 64 CPC par$grao
3:
Art. 6#&-A. 5 e/e-Jente poderá, no ato da distribuiço, obter certido
co.probatória do ajuiza.ento da e/ecuço, co. identi+icaço das partes e 6alor
da causa, para +ins de a6erbaço no re*istro de i.ó6eis, re*istro de 6e,culos ou
re*istro de outros bens sujeitos M pen)ora ou arresto. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$,
de $%%6'.
: #
o
5 e/e-Jente de6erá co.unicar ao ju,zo as a6erbaç0es e+eti6adas, no prazo de
#% (dez' dias de sua concretizaço. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: $
o
For.alizada pen)ora sobre bens su+icientes para cobrir o 6alor da d,6ida, será
deter.inado o cancela.ento das a6erbaç0es de -ue trata este arti*o relati6as
M-ueles -ue no ten)a. sido pen)orados. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: 3
o
Presu.e-se e. +raude M e/ecuço a alienaço ou oneraço de bens e+etuada
após a a6erbaço (art. &83'. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: 4
o
5 e/e-Jente -ue pro.o6er a6erbaço .ani+esta.ente inde6ida indenizará a
parte contrária, nos ter.os do : $
o
do art. #7 desta !ei, processando-se o incidente
e. autos apartados. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
@e tiver e:ecução em curso pode .aver esta ação destribu/da
6!ui#ar na e:ecução
6ção indeni#atória não da e so na e:ecução
6ção"raude na al8ncia%
)evocatória alencial art 1BI e 132 da lei 11.121423 Hmbito da
al8ncia%
Jes!eci&icamente do Art. #$8. <o ine+icazes e. relaço M .assa +alida, ten)a ou no
o contratante con)eci.ento do estado de crise econN.ico-+inanceira do de6edor,
seja ou no intenço deste +raudar credores:
( > o pa*a.ento de d,6idas no 6encidas realizado pelo de6edor dentro do ter.o
le*al, por -ual-uer .eio e/tinti6o do direito de cr9dito, ainda -ue pelo desconto do
próprio t,tulo1
(( > o pa*a.ento de d,6idas 6encidas e e/i*,6eis realizado dentro do ter.o le*al,
por -ual-uer +or.a -ue no seja a pre6ista pelo contrato1
((( > a constituiço de direito real de *arantia, inclusi6e a retenço, dentro do ter.o
le*al, tratando-se de d,6ida contra,da anterior.ente1 se os bens dados e. )ipoteca
+ore. objeto de outras posteriores, a .assa +alida receberá a parte -ue de6ia caber
ao credor da )ipoteca re6o*ada1
(? > a prática de atos a t,tulo *ratuito, desde $ (dois' anos antes da decretaço da
+al=ncia1
? > a renCncia M )erança ou a le*ado, at9 $ (dois' anos antes da decretaço da
+al=ncia1
?( > a 6enda ou trans+er=ncia de estabeleci.ento +eita se. o consenti.ento
e/presso ou o pa*a.ento de todos os credores, a esse te.po e/istentes, no
tendo restado ao de6edor bens su+icientes para sol6er o seu passi6o, sal6o se, no
prazo de 3% (trinta' dias, no )ou6er oposiço dos credores, após sere.
de6ida.ente noti+icados, judicial.ente ou pelo o+icial do re*istro de t,tulos e
docu.entos1
?(( > os re*istros de direitos reais e de trans+er=ncia de propriedade entre 6i6os,
por t,tulo oneroso ou *ratuito, ou a a6erbaço relati6a a i.ó6eis realizados após a
decretaço da +al=ncia, sal6o se ti6er )a6ido prenotaço anterior.
Pará*ra+o Cnico. A ine+icácia poderá ser declarada de o+,cio pelo juiz, ale*ada e.
de+esa ou pleiteada .ediante aço própria ou incidental.ente no curso do
processo.
Art. #3%. <o re6o*á6eis os atos praticados co. a intenço de prejudicar credores,
pro6ando-se o conluio +raudulento entre o de6edor e o terceiro -ue co. ele
contratar e o e+eti6o preju,zo so+rido pela .assa +alida.
6rt 1BI e:clui 7ual7uer indagação a certe#a do terceiro
"a boa não e 7uestionada% pouco importa a intenção do
terceiro
Fa# menção de per/odo suspeito
9< ato oneroso I2 dias( gratuito ate B anos < antes
6rt 1BI elemento ob!etivo( presunção de raude
6rt 132 elemento ob!etivo: tem 7ue demostrar
@ituação tamb'm de raude e acontecimento ora do per/odo
suspeito( antes dos I2 dias do primeiro protesto( sobra para o
credor ou massa alida.
Auem interp>e tem 7ue demonstrar ma Fe
6rt 136 paragrao B esta de boa Fe ou não se torna irrelevante
Art. #36. Recon)ecida a ine+icácia ou jul*ada procedente a aço re6ocatória, as
partes retornaro ao estado anterior, e o contratante de boa-+9 terá direito M
restituiço dos bens ou 6alores entre*ues ao de6edor.
: $
o
L *arantido ao terceiro de boa-+9, a -ual-uer te.po, propor aço por perdas e
danos contra o de6edor ou seus *arantes
Fraude na e:ecução iscal
E: pessoa !ur/dica : 9C+@ processo tribut$rio P;6 administrativo(
recon.ecendo pessoa !ur/dica tem 7ue pagar undo e passado o pra#o para
pagamento se o contribuinte não paga e eito inscrição do debito em divida
ativa B21 C;- a#enda publica e:trai a C&6 titulo e:tra!uducial. Art. $%#.
3onstitui d,6ida ati6a tributária a pro6eniente de cr9dito dessa natureza,
re*ular.ente inscrita na repartiço ad.inistrati6a co.petente, depois de es*otado
o prazo +i/ado, para pa*a.ento, pela lei ou por deciso +inal pro+erida e. processo
re*ular.
Pará*ra+o Cnico. A +lu=ncia de juros de .ora no e/clui, para os e+eitos deste
arti*o, a li-uidez do cr9dito.
6rt 1J34 C;- a raude contra o isco entes de ter a demanda( escrevendo a
divida( !$ pode sem a e:ecução e não 7uando a demonstra esta no !udici$rio
Art. #7&. Presu.e-se +raudulenta a alienaço ou oneraço de bens ou rendas, ou
seu co.eço, por sujeito passi6o e. d9bito para co. a Fazenda PCblica por cr9dito
tributário re*ular.ente inscrito co.o d,6ida ati6a e. +ase de e/ecuço.
Pará*ra+o Cnico. 5 disposto neste arti*o no se aplica na )ipótese de tere. sido
reser6ados pelo de6edor bens ou rendas su+icientes ao total pa*a.ento da d,6ida
e. +ase de e/ecuço.
Elemento especiico:
- 7uanto ao su!eito ativo de ato raudulento:
- 7uanto ao momento da inscrição do debito: a raude pode ser
caracteri#ada desde o momento da inscrição e não no
a!ui#amento !udicial( retroativo( antes da e:ecução iscal"n/vel
administrativo%
0C 11J423 alteracao do art 1J34C;-
)esp. 1.141 II24P)@;D - PE;9C6* &E )EC=)@*
E@PEC960: )Esp 1141II2 &ecisão
R23GR<5 2<P23(A! ;" #.#4#.88% - PR ($%%8O%%887%8-%'
R2!A@5R : D(;(<@R5 !G(P FGQ
R235RR2;@2 : FAP2;EA ;A3(5;A!
PR53GRAE5R : PR53GRAE5R(A-R2RA! EA FAP2;EA ;A3(5;A!
R235RR(E5 : A5<L AR;A!E5 E2 D5RA2<
AE?5RAE5 : EA;(2!2 AG;R!2< 3AR?A!S5
E23(<T5
5 presente recurso especial +oi a+etado M 3orte 2special co.o
Urecurso representati6o da contro69rsiaU, sujeito ao procedi.ento do
art. &43-3 do 3P3. 2ntretanto, 6eri+ica-se -ue o t)e.a iudicandu. 9
de interesse da Pri.eira <eço, -ual seja, a con+i*uraço ou no de
+raude M e/ecuço +iscal diante da boa-+9 do terceiro ad-uirente, e.
+ace da ine/ist=ncia de re*istro de pen)ora do be. alienado, tendo
e. 6ista a <C.ula 34& do <@A, por isso -ue deter.ino a a+etaço do
jul*a.ento deste recurso M Pri.eira <eço, desa+etando-o da 3orte.
Hras,lia , %4 de abril de $%#%.
D(;(<@R5 !G(P FGQ
Relator (EF'
*utras raudes art 4 da lei J22I4I2: Art. 4" ;o se bene+iciará do disposto nesta
lei a-uele -ue, sabendo-se insol6ente, ad-uire de .á-+9 i.ó6el .ais 6alioso para
trans+erir a resid=ncia +a.iliar, des+azendo-se ou no da .oradia anti*a.
E:: +ora em uma sala( muda de resid8ncia para imóvel mais
valioso com a intensao de raudar( elemento
sub!etivo:impen.orabilidade cai no bem de maior valor
*bservaç>es necess$rias a e:ecução:
- in'rcia do devedor e irrelevante na e:ecução
1- revelia:
- na e:ecução: irrelevante
-nos embargos: ação e:ecutória
6ção embargos
Q@e o credor se mantem inerte pode aplicar a prescriçãoN -ão(
aplica a revelia no embargo( o devedor tem 7ue derrubar a
presunção no titulo. * Enus de desconstituir o titulo e do
devedor
@ 1I64@;D: devedor r'u( revel( citado( por edital se nomeia curador oicial
para embargo de devedor .:; .<mula n= (-+ ) >(9(>9(--5 ) *; >-#(>#(--5
?'ecuão ) @itaão !or ?dital ou Kora @erta ) Revelia ) A!resentaão de ?mbargos )
Legitimidade
Ao e'ecutado "ue, citado !or edital ou !or /ora certa, !ermanecer revel, será nomeado curador
es!ecial, com legitimidade !ara a!resentaão de embargos.
art I CPC Art. 8
o
5 juiz dará curador especial:
( - ao incapaz, se no ti6er representante le*al, ou se os interesses deste colidire.
co. os da-uele1
(( - ao r9u preso, be. co.o ao re6el citado por edital ou co. )ora certa.
Pará*ra+o Cnico. ;as co.arcas onde )ou6er representante judicial de incapazes
ou de ausentes, a este co.petirá a +unço de curador especial.
9ntervenção de terceiros e litisconsórcio:
0itisconsórcio: dividir a mesma sorte
- 6tivo: acultativo: sempre poss/vel e:: 6 e F contra
estado(sentença avor$vel( sempre a igura e ativo e acultativo(
não necess$rio.
-ecess$rio: não
- Passivo: acultativo: se a condenação e contra locat$rio e
iador( o credor escol.e 7uem 7uer e:ecutar( não e obrigado a
demandar os dois.
- -ecess$rio:.$ na e:ecução.E:: cEn!uge não devedor art 633
paragrao B CPC( ser$ intimado tamb'm o cEn!uge"gera
nulidade% E:: terceiro ad7uirente de raude de credores na
e:ecução
Art. 6&&. A pen)ora obser6ará, pre+erencial.ente, a se*uinte orde.:
(Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: $
o
Recaindo a pen)ora e. bens i.ó6eis, será inti.ado ta.b9. o
cNnju*e do e/ecutado. (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
Q 6 e:ecução não e poss/vel( não admite elastecimento( não
pode ter na e:ecução so em outro processo.
9ntervenção de terceiro:
- &enunciação da lide c.ama m'rito ao processo : art C2 CPP
assegurar direito de regresso do valor 7ue desembolsar.
Art. 4%. A denunciaço da lide 9 obri*atória:
( - ao alienante, na aço e. -ue terceiro rei6indica a coisa, cujo do.,nio +oi
trans+erido M parte, a +i. de -ue esta possa e/ercer o direito -ue da e6icço ()e
resulta1
(( - ao proprietário ou ao possuidor indireto -uando, por +orça de obri*aço ou
direito, e. casos co.o o do usu+rutuário, do credor pi*norat,cio, do locatário, o
r9u, citado e. no.e próprio, e/erça a posse direta da coisa de.andada1
((( - M-uele -ue esti6er obri*ado, pela lei ou pelo contrato, a indenizar, e. aço
re*ressi6a, o preju,zo do -ue perder a de.anda
-oposicao: o terceiro 7uando 7uer se opor a oposição a via e
sempre embargos de terceiro
-narracao a autora:
-assistencia: assiste uma das partes( au:ilia
Q 0ide secundaria não cabe na e:ecução( so cabe embargos de
devedor
Eu posso 7uestionar elemento sub!etivo contra o iscoN @im
-os )esp. 1141.II24P)
Fraude E:ecução iscal " não e:ig8ncia de prova de ma Fe% lei
especial prevalece lei geral
6 sumula não se aplica: .:; .<mula n= 655 ) (89>691>>- ) *;e 6>9>691>>-
Recon/ecimento da Braude E ?'ecuão ) Registro da $en/ora ) $rova de Cá)BF do :erceiro
Ad"uirente
2 recon/ecimento da &raude E e'ecuão de!ende do registro da !en/ora do bem alienado ou da
!rova de má)&F do terceiro ad"uirente#
Q 6 raude e tratada pelo ato em si( inaplicabilidade da sumula 3C3 no
Hmbito da e:ecução iscal
Processo Cumulativo
- )e7uisitos: art 3C34CPC
Art. &43. L l,cito ao credor, sendo o .es.o o de6edor, cu.ular
6árias e/ecuç0es, ainda -ue +undadas e. t,tulos di+erentes, desde
-ue para todas elas seja co.petente o juiz e id=ntica a +or.a do
processo.
1% identidade das partes:
;r8s re7uisitos para acumular duas aç>es e:ecutórias em curso:
1- Aue as partes se!am as mesmas
B- * mesmo !u/#o se!a competente para essa decisão
6 compet8ncia varia titulo !udicial e titulo e:tra!udicial art 4C3 P( 99:
Art. 44&-P. 5 cu.pri.ento da sentença e+etuar-se-á perante: ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
(( > o ju,zo -ue processou a causa no pri.eiro *rau de jurisdiço1 ((nclu,do pela !ei
n" ##.$3$, de $%%&'
* !u/#o 7ue processou a causa no primeiro grau de !urisdição
34 vara civil e não tribunal "compet8ncia uncional(
compet8ncia absoluta: o !ui# 7ue processou a causa 7ue
e:ecutou a e:ecução%
;itulo e:tra!udicial: a compet8ncia e relativa( veriica
competencia para ver se da para acumular acoes : se or dois
!u/#os competentes não .$ como reunir esses processos
@e tem mesma partes 34 vara civil( 1 c.e7ue outra B obrigacao
de a#er
;em 7ue .aver identidade 7uanto ao procedimento
- Compet8ncia do mesmo !u/#o
- 9dentidade de orma do processo e:ecutório
*bs regras de compet8ncia
*bs concorr8ncia eletiva de oros"art 4C3 paragrao ,nico(CPC%
Art. 44&-P. 5 cu.pri.ento da sentença e+etuar-se-á perante: ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
(( > o ju,zo -ue processou a causa no pri.eiro *rau de jurisdiço1 ((nclu,do pela !ei
n" ##.$3$, de $%%&'
Pará*ra+o Cnico. ;o caso do inciso (( do caput deste arti*o, o e/e-Jente poderá
optar pelo ju,zo do local onde se encontra. bens sujeitos M e/propriaço ou pelo
do atual do.ic,lio do e/ecutado, casos e. -ue a re.essa dos autos do processo
será solicitada ao ju,zo de ori*e.. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
@ BC @;D Q pode a e:ecução undada em mais um titulo e:tra!udicial no
mesmo negocio
.:; .<mula n= 15 ) (19>+9(--( ) *; 1>#>+#(--(
?'ecuão ) Cais de Lm :%tulo ) Cesmo 3egDcio
$ode a e'ecuão &undar)se em mais de um t%tulo e'trajudicial relativos ao mesmo negDcio#
E:: escritura publica "titulo e:tra!udicial% G nota promissoria: pode iniciar
uma ,nica e:ecução baseada nos B titulos e com B obrigados( so não pode
desmembrar( o negocio !ur/dico e ,nico
?ipóteses:
- titulo !udicial : titulo !udicial:
34 vara F? : B2 vara F? : competencia absoluta( por ser em
F? o par$grao ,nico do art.4C3 P não se aplica
<ara ponte nova : vara F? compet8ncia absoluta ( pode pedir
para remeter na ponte nova e reunir os dois processos
-+esmo procedimento
- +esmas partes
;itulo !udicial : titulo e:tra!udicial
;itulo !udicial: Compet8ncia absoluta B2 vara civil
;itulo e:tra!udicial: " c.e7ue%compet8ncia relativa F?( pede
para 7ue se!a distribu/do.
Qnão pode aglutinar c.e7ue e:tra!udicial com titulo !udicial(
por causa da dierença de rito processual 999 re7uisito( alta
identidade da orma do processo e:ecutório
;itulo e:tra!udicial : titulo e:tra!udicial
6mbos c.e7ue( compet8ncia relativa:
-mesmas partes
-mesmo rito
-mesma compet8ncia relativa
Q0er principio especiicidade
6rt 3I44CPC Art. &84. 5 credor, -ue esti6er, por direito de
retenço, na posse de coisa pertencente ao de6edor, no poderá
pro.o6er a e/ecuço sobre outros bens seno depois de e/cutida a
coisa -ue se ac)ar e. seu poder. Oe:ceptio escrimiorus realis
positivaP
art 6J1 C4C Art. 67#. 5 .andatário te. sobre a coisa de -ue ten)a
a posse e. 6irtude do .andato, direito de retenço, at9 se
ree.bolsar do -ue no dese.pen)o do encar*o despendeu.
6644C4C Art# ++,# 2 mandatário tem o direito de reter, do objeto da o!eraão "ue l/e &oi
cometida,
"uanto baste !ara !agamento de tudo "ue l/e &or devido em conse"MNncia do mandato#
-a .ora 7ue pen.ora( pen.ora primeiro o bem 7ue ' a garantia do negocio
!ur/dico. E:: ctt de mandato art 6J1C4C direito de retancao 633 paragrao 1
e:: banco e:tra!udicial G .ipoteca( cai primeiro na .ipoteca
+edidas acautelatoris: art 613(999 CPC
Art. 6#&. 3u.pre ainda ao credor:
((( - pleitear .edidas acautelatórias ur*entes*
E:: art 1J3-64C;-( art 63B e 633( 633 64CPC
Art. 6&$. 5 e/ecutado será citado para, no prazo de 3 (tr=s' dias, e+etuar o
pa*a.ento da d,6ida. (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
Art. 6&3. 5 o+icial de justiça, no encontrando o de6edor, arrestar-l)e-á tantos
bens -uantos baste. para *arantir a e/ecuço.
Art. 6&&-A. Para possibilitar a pen)ora de din)eiro e. depósito ou aplicaço
+inanceira, o juiz, a re-ueri.ento do e/e-Jente, re-uisitará M autoridade
super6isora do siste.a bancário, pre+erencial.ente por .eio eletrNnico,
in+or.aç0es sobre a e/ist=ncia de ati6os e. no.e do e/ecutado, podendo no
.es.o ato deter.inar sua indisponibilidade, at9 o 6alor indicado na e/ecuço.
((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
+(5,III @$@ !leitear medidas acautelatDria urgentes, situaão "ue !revNem risco !rocesso
5-8 @$@ não !recisa medida cautelatDria !revista
Art. 487. Al9. dos procedi.entos cautelares espec,+icos, -ue este 3ódi*o
re*ula no 3ap,tulo (( deste !i6ro, poderá o juiz deter.inar as .edidas
pro6isórias -ue jul*ar ade-uadas, -uando )ou6er +undado receio de -ue u.a
parte, antes do jul*a.ento da lide, cause ao direito da outra leso *ra6e e de
di+,cil reparaço
6rt 1J3-64C;- medida de cautela "indisponibilidade do bem%
6rt 63B paragrao 1(B(3(4(3 :* devedor e citado por mandado"oicial de
!ustiça% no CPC( oicial posse de duas vias do mandado( 1 ato para pagar
em tres dias( ele aguarda 3 dias para ver se .ouve pagamento( se não
.ouve pagamento ele pen.ora bem do devedor( o devedor pode não ser
locali#ado( o oicial medida acautelatória proceder ao arresto art
J13(9(99(a dos bens dele 7uando a não locali#acao e intencional
Art. 6&$. 5 e/ecutado será citado para, no prazo de 3 (tr=s' dias, e+etuar o
pa*a.ento da d,6ida. (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: #
o
;o e+etuado o pa*a.ento, .unido da se*unda 6ia do .andado, o o+icial de
justiça procederá de i.ediato M pen)ora de bens e a sua a6aliaço, la6rando-se o
respecti6o auto e de tais atos inti.ando, na .es.a oportunidade, o e/ecutado.
(Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: $
o
5 credor poderá, na inicial da e/ecuço, indicar bens a sere. pen)orados (art.
6&&'. (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: 3
o
5 juiz poderá, de o+,cio ou a re-ueri.ento do e/e-Jente, deter.inar, a
-ual-uer te.po, a inti.aço do e/ecutado para indicar bens pass,6eis de pen)ora.
((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: 4
o
A inti.aço do e/ecutado +ar-se-á na pessoa de seu ad6o*ado1 no o tendo,
será inti.ado pessoal.ente. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: &
o
<e no localizar o e/ecutado para inti.á-lo da pen)ora, o o+icial certi+icará
detal)ada.ente as dili*=ncias realizadas, caso e. -ue o juiz poderá dispensar a
inti.aço ou deter.inará no6as dili*=ncias. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
Art. 7#3. 5 arresto te. lu*ar:
( - -uando o de6edor se. do.ic,lio certo intenta ausentar-se ou alienar os bens
-ue possui, ou dei/a de pa*ar a obri*aço no prazo estipulado1
(( - -uando o de6edor, -ue te. do.ic,lio:
+edida acautelatória na e:ecução:
E: 633-a blo7ueio não ' pen.ora
Art. 6&&-A. Para possibilitar a pen)ora de din)eiro e. depósito ou aplicaço
+inanceira, o juiz, a re-ueri.ento do e/e-Jente, re-uisitará M autoridade
super6isora do siste.a bancário, pre+erencial.ente por .eio eletrNnico,
in+or.aç0es sobre a e/ist=ncia de ati6os e. no.e do e/ecutado, podendo no
.es.o ato deter.inar sua indisponibilidade, at9 o 6alor indicado na e/ecuço.
((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
6udi8ncia e:ecução art 3II(9 CPC
Art. &88. 5 juiz pode, e. -ual-uer .o.ento do processo:(Redaço dada pela !ei
n" &.8$&, de #".#%.#843'
( - ordenar o co.pareci.ento das partes1(Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de
#".#%.#843'
6udi8ncia no !ui#ado especial e obrigatória lei I2II4I3"conciliação%
3II(9 !ui# pode a todo momento determinar 7ue as partes compareçam e
!u/#o "audienca%Q mais para !u/#o de conciliação
&o contempt o caut art 622 e 6214CPC
Art. 6%%. 3onsidera-se atentatório M di*nidade da Austiça o ato do e/ecutado -ue:
(Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
( - +rauda a e/ecuço1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
(( - se op0e .aliciosa.ente M e/ecuço, e.pre*ando ardis e .eios arti+iciosos1
(Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
((( - resiste injusti+icada.ente Ms ordens judiciais1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&,
de #".#%.#843'
(? - inti.ado, no indica ao juiz, e. & (cinco' dias, -uais so e onde se encontra.
os bens sujeitos M pen)ora e seus respecti6os 6alores. (Redaço dada pela !ei n"
##.37$, de $%%6'.
Art. 6%#. ;os casos pre6istos no arti*o anterior, o de6edor incidirá e. .ulta +i/ada
pelo juiz, e. .ontante no superior a $%K (6inte por cento' do 6alor atualizado do
d9bito e. e/ecuço, se. preju,zo de outras sanç0es de natureza processual ou
.aterial, .ulta essa -ue re6erterá e. pro6eito do credor, e/i*,6el na própria
e/ecuço.(Redaço dada pela !ei n" 7.8&3, de #3.#$.#884'
Pará*ra+o Cnico. 5 juiz rele6ará a pena, se o de6edor se co.pro.eter a no .ais
praticar -ual-uer dos atos de+inidos no arti*o antecedente e der +iador idNneo, -ue
responda ao credor pela d,6ida principal, juros, despesas e )onorários
ad6ocat,cios. (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
"desacato a corte%( atos atentatorios a !ustice e:: devedor tenta nao
indicar o bem( rauda a e:ecucao( aplica-se a multa
Elementos sub!etivos do orgao !udicial art 4C3-p
Art. 44&-P. 5 cu.pri.ento da sentença e+etuar-se-á perante: ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
( > os tribunais, nas causas de sua co.pet=ncia ori*inária1 ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
(( > o ju,zo -ue processou a causa no pri.eiro *rau de jurisdiço1 ((nclu,do pela !ei
n" ##.$3$, de $%%&'
((( > o ju,zo c,6el co.petente, -uando se tratar de sentença penal condenatória, de
sentença arbitral ou de sentença estran*eira. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
Pará*ra+o Cnico. ;o caso do inciso (( do caput deste arti*o, o e/e-Jente poderá
optar pelo ju,zo do local onde se encontra. bens sujeitos M e/propriaço ou pelo
do atual do.ic,lio do e/ecutado, casos e. -ue a re.essa dos autos do processo
será solicitada ao ju,zo de ori*e.. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
-os t/tulos !udicias:
6rt 4C3 p(9( par$grao ,nico prev8 compet8ncia uncional( absoluta"pode
optar por outro oro%
9 e: mandado de segurança: compet8ncia originaria do ;D
999 @entença penal e titulo !udicial( aspecto civil com o dever de
indeni#ar( o !ui# criminal não tem compet8ncia
6s decis>es emana do !u/#o arbitral( torna-se titulo !udicial( a!ui#ados no
!u/#o civil( !u/#o arbitral não tem compet8ncia para a!ui#ar
@entença estrangeira: 1- .omologado( c.ance-la de 7ue pode ser
e:ecutado no nosso território"tem 7ue .aver receptividade% uma ve#
.omologado ela se torna titulo !udicial( pass/vel de e:ecução: !u/#o civil
competente e a !ustiça comum ederal 12I( CF(R.
-os titulo !udiciais art 4C3 Sp4CPC
Art. 44&-P. 5 cu.pri.ento da sentença e+etuar-se-á perante: ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
( > os tribunais, nas causas de sua co.pet=ncia ori*inária1 ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
(( > o ju,zo -ue processou a causa no pri.eiro *rau de jurisdiço1 ((nclu,do pela !ei
n" ##.$3$, de $%%&'
((( > o ju,zo c,6el co.petente, -uando se tratar de sentença penal condenatória, de
sentença arbitral ou de sentença estran*eira. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
Pará*ra+o Cnico. ;o caso do inciso (( do caput deste arti*o, o e/e-Jente poderá
optar pelo ju,zo do local onde se encontra. bens sujeitos M e/propriaço ou pelo
do atual do.ic,lio do e/ecutado, casos e. -ue a re.essa dos autos do processo
será solicitada ao ju,zo de ori*e.. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
;/tulos !udicias estrangeiros art 123(R CF
;itulo e:tra!udicial nacionai art 3C6 CPC: não tin.a regra de
compet8ncia absoluta( e territorial e relativa
Art. &46. A e/ecuço, +undada e. t,tulo e/trajudicial, será processada perante
o ju,zo co.petente, na con+or.idade do disposto no !i6ro (, @,tulo (?,
3ap,tulos (( e (((.
;itulo e:tra!udicial estrangeiro: 3J3 paragrao B4CPC
Art. &7&. <o t,tulos e/ecuti6os e/trajudiciais: (Redaço dada pela !ei n" &.8$&,
de #".#%.#843'
: $
o
;o depende. de )o.olo*aço pelo <upre.o @ribunal Federal, para
sere. e/ecutados, os t,tulos e/ecuti6os e/trajudiciais, oriundos de pa,s
estran*eiro. 5 t,tulo, para ter e+icácia e/ecuti6a, )á de satis+azer aos re-uisitos
de +or.aço e/i*idos pela lei do lu*ar de sua celebraço e indicar o Hrasil
co.o o lu*ar de cu.pri.ento da obri*aço. (Redaço dada pela !ei n" &.8$&,
de #".#%.#843'
-ão dependem de .omologação do @;D( c.ancela de algum órgão( para
7ue ten.a validade no Frasil.Ele se e:ecuta onde o titulo e:tra!udicial
consignar 7ue ten.a a e:ecução.Competencia puramente relativa
&os elementos ob!etivos dos t/tulos !udicias e e:tra!udicias
1- &os t/tulos !udicias art 4C3(-4CPC não e ta:ativo( não e so sentença
pass/vel de e:ecução. 6 sentença arbitral não emana do poder
!udici$rio( mais ' classiicada como titulo !udicial por orca da lei(
as decis>es tem orca de sentença
Art. 44&-;. <o t,tulos e/ecuti6os judiciais: ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
( > a sentença pro+erida no processo ci6il -ue recon)eça a e/ist=ncia de obri*aço
de +azer, no +azer, entre*ar coisa ou pa*ar -uantia1 ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de
$%%&'
(( > a sentença penal condenatória transitada e. jul*ado1 ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
((( > a sentença )o.olo*atória de conciliaço ou de transaço, ainda -ue inclua
.at9ria no posta e. ju,zo1 ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
(? > a sentença arbitral1 ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
? > o acordo e/trajudicial, de -ual-uer natureza, )o.olo*ado judicial.ente1
((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
?( > a sentença estran*eira, )o.olo*ada pelo <uperior @ribunal de Austiça1
((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
?(( > o +or.al e a certido de partil)a, e/clusi6a.ente e. relaço ao in6entariante,
aos )erdeiros e aos sucessores a t,tulo sin*ular ou uni6ersal. ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
Pará*ra+o Cnico. ;os casos dos incisos ((, (? e ?(, o .andado inicial (art. 44&-A'
incluirá a orde. de citaço do de6edor, no ju,zo c,6el, para li-uidaço ou
e/ecuço, con+or.e o caso. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
;r8s esp'cies de obrigaç>es: pagamento( a#er( entregar
*bservação 7uanto ao inciso 9:
Classiicação 7uinaria das sentenças: t/tulos !urisdicionais intransitiva:
não demanda complemento: a e:ecução( satisação( pois se auto
satisa#em E:: 6 divorcia de F
-&eclaratoria pode ter orca e:ecutória
- Constitutivas
Classiicação 7uinaria das sentencas: declaratória( condenatória(
constitutiva U e:ecutiva lato sensu mandamentais sentença insine
intervalo:não demanda nada( !$ ' ordem autom$tica
;utelas !urisdicionais transitivas art 4C3(94CPC demanda complemento(
pagamento e entrega de coisa
Art. 44&-(. 5 cu.pri.ento da sentença +ar-se-á con+or.e os arts. 46# e 46#-A desta
!ei ou, tratando-se de obri*aço por -uantia certa, por e/ecuço, nos ter.os dos
de.ais arti*os deste 3ap,tulo. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: #
o
L de+initi6a a e/ecuço da sentença transitada e. jul*ado e pro6isória -uando
se tratar de sentença i.pu*nada .ediante recurso ao -ual no +oi atribu,do e+eito
suspensi6o. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: $
o
Iuando na sentença )ou6er u.a parte l,-uida e outra il,-uida, ao credor 9
l,cito pro.o6er si.ultanea.ente a e/ecuço da-uela e, e. autos apartados, a
li-uidaço desta. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
;utela condenatória stricto sensu art 4C3 D4CPC:
Art. 44&-A. 3aso o de6edor, condenado ao pa*a.ento de -uantia certa ou já +i/ada
e. li-uidaço, no o e+etue no prazo de -uinze dias, o .ontante da condenaço
será acrescido de .ulta no percentual de dez por cento e, a re-ueri.ento do
credor e obser6ado o disposto no art. 6#4, inciso ((, desta !ei, e/pedir-se-á
.andado de pen)ora e a6aliaço. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: #
o
Eo auto de pen)ora e de a6aliaço será de i.ediato inti.ado o e/ecutado, na
pessoa de seu ad6o*ado (arts. $36 e $34', ou, na +alta deste, o seu representante
le*al, ou pessoal.ente, por .andado ou pelo correio, podendo o+erecer
i.pu*naço, -uerendo, no prazo de -uinze dias. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de
$%%&'
: $
o
3aso o o+icial de justiça no possa proceder M a6aliaço, por depender de
con)eci.entos especializados, o juiz, de i.ediato, no.eará a6aliador, assinando-
l)e bre6e prazo para a entre*a do laudo. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: 3
o
5 e/e-Jente poderá, e. seu re-ueri.ento, indicar desde lo*o os bens a
sere. pen)orados. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: 4
o
2+etuado o pa*a.ento parcial no prazo pre6isto no caput deste arti*o, a .ulta
de dez por cento incidirá sobre o restante. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: &
o
;o sendo re-uerida a e/ecuço no prazo de seis .eses, o juiz .andará
ar-ui6ar os autos, se. preju,zo de seu desar-ui6a.ento a pedido da parte.
((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
@tricto sensu: so pagamento de 7uantia certa( m'todo t/pico( ingessado na
atividade do !ui#( tem todo procedimento a ser seguido
;utela e:ecutivas latu sensu: generali#adas 461( 461V o !ui# valora a mel.or
orma
Art. 46#. ;a aço -ue ten)a por objeto o cu.pri.ento de obri*aço de +azer ou
no +azer, o juiz concederá a tutela espec,+ica da obri*aço ou, se procedente o
pedido, deter.inará pro6id=ncias -ue asse*ure. o resultado prático e-ui6alente
ao do adi.ple.ento. (Redaço dada pela !ei n" 7.8&$, de #884'
: #
o
A obri*aço so.ente se con6erterá e. perdas e danos se o autor o re-uerer
ou se i.poss,6el a tutela espec,+ica ou a obtenço do resultado prático
correspondente. ((nclu,do pela !ei n" 7.8&$, de #884'
: $
o
A indenizaço por perdas e danos dar-se-á se. preju,zo da .ulta (art. $74'.
((nclu,do pela !ei n" 7.8&$, de #884'
: 3
o
<endo rele6ante o +unda.ento da de.anda e )a6endo justi+icado receio de
ine+icácia do pro6i.ento +inal, 9 l,cito ao juiz conceder a tutela li.inar.ente ou
.ediante justi+icaço pr96ia, citado o r9u. A .edida li.inar poderá ser re6o*ada ou
.odi+icada, a -ual-uer te.po, e. deciso +unda.entada. ((nclu,do pela !ei n"
7.8&$, de #884'
: 4
o
5 juiz poderá, na )ipótese do pará*ra+o anterior ou na sentença, i.por .ulta
diária ao r9u, independente.ente de pedido do autor, se +or su+iciente ou
co.pat,6el co. a obri*aço, +i/ando-l)e prazo razoá6el para o cu.pri.ento do
preceito. ((nclu,do pela !ei n" 7.8&$, de #884'
: &
o
Para a e+eti6aço da tutela espec,+ica ou a obtenço do resultado prático
e-ui6alente, poderá o juiz, de o+,cio ou a re-ueri.ento, deter.inar as .edidas
necessárias, tais co.o a i.posiço de .ulta por te.po de atraso, busca e
apreenso, re.oço de pessoas e coisas, des+azi.ento de obras e i.pedi.ento
de ati6idade noci6a, se necessário co. re-uisiço de +orça policial. (Redaço dada
pela !ei n" #%.444, de $%%$'
: 6
o
5 juiz poderá, de o+,cio, .odi+icar o 6alor ou a periodicidade da .ulta, caso
6eri+i-ue -ue se tornou insu+iciente ou e/cessi6a. ((nclu,do pela !ei n" #%.444, de
$%%$'
Art. 46#-A. ;a aço -ue ten)a por objeto a entre*a de coisa, o juiz, ao conceder a
tutela espec,+ica, +i/ará o prazo para o cu.pri.ento da obri*aço. ((nclu,do pela
!ei n" #%.444, de $%%$'
: #
o
@ratando-se de entre*a de coisa deter.inada pelo *=nero e -uantidade, o
credor a indi6idualizará na petiço inicial, se l)e couber a escol)a1 cabendo ao
de6edor escol)er, este a entre*ará indi6idualizada, no prazo +i/ado pelo juiz.
((nclu,do pela !ei n" #%.444, de $%%$'
: $
o
;o cu.prida a obri*aço no prazo estabelecido, e/pedir-se-á e. +a6or do
credor .andado de busca e apreenso ou de i.isso na posse, con+or.e se tratar
de coisa .ó6el ou i.ó6el. ((nclu,do pela !ei n" #%.444, de $%%$'
: 3
o
Aplica-se M aço pre6ista neste arti*o o disposto nos :: #
o
a 6
o
do art. 46#.
((nclu,do pela !ei n" #%.444, de $%%$'
9nsini intervalo
;utelas mandamentais: determina um a#er parte do devedor
+'todo at/pico de e:ecução:
-não .$ orma prevista no CPC como e:ecuta esse tipo de sentença: a#er ou
não a#er( a orma 7ue mel.or provem ao !ui#
6rt 461( caput trata de tutela especiica e e:ecução de sentença condenatória
6rt 461 6 entrega de coisa o m'todo at/pico.
• o 7ue as distingue e ter ou não ter m'todo t/pico de e:ecução
art 4C3(-(99: eeito 7ue emerge de toda sentença penal: eeito civil de
tornar certo o poder de indeni#ar.
Art. 44&-;. <o t,tulos e/ecuti6os judiciais: ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
(( > a sentença penal condenatória transitada e. jul*ado1 ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
6rt. I1 CP( 9: eeitos e:tra penais da sentença: tornar certa a obrigação de
indeni#ar o dano causado pelo crime.
Art# -( ) .ão e&eitos da condenaão:
I ) tornar certa a obrigaão de indenizar o dano causado !elo crimeK
@e tem sentença penal( e certo o devedor de indeni#ar( não precisa passar
por pr'vio processo de con.ecimento
)e7uisito certe#a e e:igibilidade: sentensa transitada em !ulgado( alta
li7uide#( valor a ser indeni#ado.
&a sentença penal condenatória:
E inerente a ele eeito e:trapenal( art 63 p. unic4CPP
Art. 63. @ransitada e. jul*ado a sentença condenatória, podero pro.o6er-l)e a
e/ecuço, no ju,zo c,6el, para o e+eito da reparaço do dano, o o+endido, seu
representante le*al ou seus )erdeiros.3itado por 4%&
Pará*ra+o Cnico. @ransitada e. jul*ado a sentença condenatória, a e/ecuço
poderá ser e+etuada pelo 6alor +i/ado nos ter.os do inciso (? do caput do art. 374
deste 3ódi*o se. preju,zo da li-uidaço para a apuraço do dano e+eti6a.ente
so+rido. ((nclu,do pela !ei n" ##.4#8, de $%%7'.
6rt I1(9(CP tornar certo o dever de indeni#ar" o 7ue ' devido an
deb8nture%
6rt 3JC(9< CPP4 de 11.C1I42J autori#a 7ue !ui# criminal na sentença
criminal i:e um valor m/nimo indeni#atório:li7uide# 3J6(<99 CPP
Art. 376. 5 juiz absol6erá o r9u, .encionando a causa na parte dispositi6a, desde
-ue recon)eça:3itado por $6.6#3
(( - no )a6er pro6a da e/ist=ncia do +ato13itado por #.67&
VII ) não e'istir !rova su&iciente !ara a condenaão# JInclu%do !ela Lei n= ((#+->, de
1>>8G@itado !or 6#,(,
6rt I334CC instancias independentes e: processo criminal e:tingue
punibilidade presunção( não .$ relu:o na ação civil
Art# -65# A res!onsabilidade civil F inde!endente da criminal, não se !odendo "uestionar
mais sobre a e'istNncia do &ato, ou sobre "uem seja o seu autor, "uando estas
"uestHes se ac/arem decididas no ju%zo criminal#
6rt 1124CPC" art B63cpc(9<(a(prg.3% suspende acao civil( por conta do
processo criminal onde se apura o reu condenado.
Art. 110. Nas exceções de litispendência, ilegitimidade de parte e coisa julgada,
será observado, no que !es "or aplicável, o disposto sobre a exceç#o de
incompetência do ju$%o.
$6&. <uspende-se o processo:
(? - -uando a sentença de .9rito:
a' depender do jul*a.ento de outra causa, ou da declaraço da e/ist=ncia ou
ine/ist=ncia da relaço jur,dica, -ue constitua o objeto principal de outro processo
pendente1
: &
o
;os casos enu.erados nas letras a, b e c do n
o
(?, o per,odo de suspenso
nunca poderá e/ceder # (u.' ano. Findo este prazo, o juiz .andará prosse*uir no
processo.
6rt 64 a 6CCPC
Art. 64. 2. a.bos os casos, o r9u re-uererá a no.eaço no prazo para a de+esa1 o
juiz, ao de+erir o pedido, suspenderá o processo e .andará ou6ir o autor no prazo
de & (cinco' dias.
Art. 6&. Aceitando o no.eado, ao autor incu.birá pro.o6er-l)e a citaço1
recusando-o, +icará se. e+eito a no.eaço.
Art. 66. <e o no.eado recon)ecer a -ualidade -ue ()e 9 atribu,da, contra ele
correrá o processo1 se a ne*ar, o processo continuará contra o no.eante.
Art. 64. Iuando o autor recusar o no.eado, ou -uando este ne*ar a -ualidade -ue
()e 9 atribu,da, assinar-se-á ao no.eante no6o prazo para contestar.
6rt 6BBCPP art 3C44CPC
Art. 6$$. A re6iso poderá ser re-uerida e. -ual-uer te.po, antes da e/tinço da
pena ou após.3itado por 6#%
Pará*ra+o Cnico. ;o será ad.iss,6el a reiteraço do pedido, sal6o se +undado e.
no6as pro6as.3itado por 444
Art. &44. 5 credor ressarcirá ao de6edor os danos -ue este so+reu, -uando a
sentença, passada e. jul*ado, declarar ine/istente, no todo ou e. parte, a
obri*aço, -ue deu lu*ar M e/ecuço
&emais titulos do artigo 4C3-4CPC
Art. 44&-;. <o t,tulos e/ecuti6os judiciais: ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
( > a sentença pro+erida no processo ci6il -ue recon)eça a e/ist=ncia de obri*aço
de +azer, no +azer, entre*ar coisa ou pa*ar -uantia1 ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de
$%%&'
(( > a sentença penal condenatória transitada e. jul*ado1 ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
((( > a sentença )o.olo*atória de conciliaço ou de transaço, ainda -ue inclua
.at9ria no posta e. ju,zo1 ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
(? > a sentença arbitral1 ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
? > o acordo e/trajudicial, de -ual-uer natureza, )o.olo*ado judicial.ente1
((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
?( > a sentença estran*eira, )o.olo*ada pelo <uperior @ribunal de Austiça1
((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
?(( > o +or.al e a certido de partil)a, e/clusi6a.ente e. relaço ao in6entariante,
aos )erdeiros e aos sucessores a t,tulo sin*ular ou uni6ersal. ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
Pará*ra+o Cnico. ;os casos dos incisos ((, (? e ?(, o .andado inicial (art. 44&-A'
incluirá a orde. de citaço do de6edor, no ju,zo c,6el, para li-uidaço ou
e/ecuço, con+or.e o caso. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
Aual7uer acordo reali#ado pelas partes com c.ancela do poder !udici$rio
torna-se titulo !udicial.
Processo em rumo tra#ido ao poder !udici$rio
C43( n(9< sentença arbitral não emana do poder !udici$rio e sim !u/#o
arbitral"t/tulos !udicias%
< acordo e:tra!udicial: 7uest>es postas e não postas em !u/#o
<9 sentença estrangeira .omologada @;D art 12I(<(CF
Art. #%8. Aos ju,zes +ederais co.pete processar e jul*ar
? - os cri.es pre6istos e. tratado ou con6enço internacional, -uando,
iniciada a e/ecuço no Pa,s, o resultado ten)a ou de6esse ter ocorrido no
estran*eiro, ou reciproca.ente
<99 pagamento eito a .erdeiros para ser posto aos demais .erdeiros(
titulo restrito as partes
&a li7uidação da sentença: antes art 623 a 611 .o!e art 4C3 6 a 4C3 ?
CPC
Art. 44&-A. Iuando a sentença no deter.inar o 6alor de6ido, procede-se M sua
li-uidaço. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: #
o
Eo re-ueri.ento de li-uidaço de sentença será a parte inti.ada, na pessoa
de seu ad6o*ado. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: $
o
A li-uidaço poderá ser re-uerida na pend=ncia de recurso, processando-se
e. autos apartados, no ju,zo de ori*e., cu.prindo ao li-uidante instruir o pedido
co. cópias das peças processuais pertinentes. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de
$%%&'
: 3
o
;os processos sob procedi.ento co.u. su.ário, re+eridos no art. $4&, inciso
((, al,neas VdW e VeW desta !ei, 9 de+esa a sentença il,-uida, cu.prindo ao juiz, se +or o
caso, +i/ar de plano, a seu prudente crit9rio, o 6alor de6ido. ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
Art. 44&-H. Iuando a deter.inaço do 6alor da condenaço depender apenas de
cálculo arit.9tico, o credor re-uererá o cu.pri.ento da sentença, na +or.a do art.
44&-A desta !ei, instruindo o pedido co. a .e.ória discri.inada e atualizada do
cálculo.
: #
o
Iuando a elaboraço da .e.ória do cálculo depender de dados e/istentes e.
poder do de6edor ou de terceiro, o juiz, a re-ueri.ento do credor, poderá re-uisitá-
los, +i/ando prazo de at9 trinta dias para o cu.pri.ento da dili*=ncia.
: $
o
<e os dados no +ore., injusti+icada.ente, apresentados pelo de6edor,
reputar-se-o corretos os cálculos apresentados pelo credor, e, se no o +ore.
pelo terceiro, con+i*urar-se-á a situaço pre6ista no art. 36$.
: 3
o
Poderá o juiz 6aler-se do contador do ju,zo, -uando a .e.ória apresentada
pelo credor aparente.ente e/ceder os li.ites da deciso e/e-Jenda e, ainda, nos
casos de assist=ncia judiciária.
: 4
o
<e o credor no concordar co. os cálculos +eitos nos ter.os do : 3
o
deste
arti*o, +ar-se-á a e/ecuço pelo 6alor ori*inaria.ente pretendido, .as a pen)ora
terá por base o 6alor encontrado pelo contador.
Art. 44&-3. Far-se-á a li-uidaço por arbitra.ento -uando:
( > deter.inado pela sentença ou con6encionado pelas partes1
(( > o e/i*ir a natureza do objeto da li-uidaço.
Art. 44&-E. Re-uerida a li-uidaço por arbitra.ento, o juiz no.eará o perito e +i/ará
o prazo para a entre*a do laudo.
Pará*ra+o Cnico. Apresentado o laudo, sobre o -ual podero as partes .ani+estar-
se no prazo de dez dias, o juiz pro+erirá deciso ou desi*nará, se necessário,
audi=ncia.
Art. 44&-2. Far-se-á a li-uidaço por arti*os, -uando, para deter.inar o 6alor da
condenaço, )ou6er necessidade de ale*ar e pro6ar +ato no6o.
Art. 44&-F. ;a li-uidaço por arti*os, obser6ar-se-á, no -ue couber, o procedi.ento
co.u. (art. $4$'.
Art. 44&-R. L de+eso, na li-uidaço, discutir de no6o a lide ou .odi+icar a sentença
-ue a jul*ou.
Art. 44&-S. Ea deciso de li-uidaço caberá a*ra6o de instru.ento.U (;R'
-certe#a( e:igibilidade e li7uide#( e:iste so para t/tulos !udiciais
Fase no processo ,nico( li7uidacao incidente processual S cun.o
meritorio valor
)a#ão da alteração topológica
Fundamento da li7uidação art BJ64CPC(9(99(999 P(,nico do art 43I4CPC e
@ 31J @;D
Art. $76. 5 pedido de6e ser certo ou deter.inado. L l,cito, por9., +or.ular pedido
*en9rico: (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
( - nas aç0es uni6ersais, se no puder o autor indi6iduar na petiço os bens
de.andados1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
(( - -uando no +or poss,6el deter.inar, de .odo de+initi6o, as conse-J=ncias do
ato ou do +ato il,cito1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
((( - -uando a deter.inaço do 6alor da condenaço depender de ato -ue de6a ser
praticado pelo r9u. (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #843'
Art. 4&8. 5 juiz pro+erirá a sentença, acol)endo ou rejeitando, no todo ou e. parte,
o pedido +or.ulado pelo autor. ;os casos de e/tinço do processo se.
jul*a.ento do .9rito, o juiz decidirá e. +or.a concisa.
Pará*ra+o Cnico. Iuando o autor ti6er +or.ulado pedido certo, 9 6edado ao juiz
pro+erir sentença il,-uida
.:; .<mula n= 6(8 ) >59(>91>>5 ) *; (8#(>#1>>5
$edido @erto e *eterminado ) Interesse Recursal ) ArgMião de V%cio da .entena Il%"uida
Bormulado !edido certo e determinado, somente o autor tem interesse recursal em argMir o v%cio
da sentena il%"uida#
* embasamento e o ato de 7ue o autor pode ormular pedidos genericos
"e: :7ual valorN Então e gen'rico%( decisão ili7uida não ala 7ual valor a
pagar( então passa pela ase de li7uidação da sentença. @e o pedido or
certo e não gen'rico e vedado ao !ui# proerir sentença ili7uida @umula
31J @;D( o autor levanta o vicio da sentença.* ideal e 7ue não .a!a
li7uidação de sentença( o ideal e sentença li7uida.
*b!etivo 6rt 4C36
Art. 44&-A. Iuando a sentença no deter.inar o 6alor de6ido, procede-se M sua
li-uidaço. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
*F@ consideracoes 7uanto a redação anterior do art 6234CPC
Procede-se a li7uidação 7uando a sentanca não determinar o valor ou não
individuali#ar o ob!eto da condenação
9novaç>es introdu#idas pela lei 11.B3B423 ao instituto
1- aus8ncia de nova citação
B- possibilidade do seu inicio antes do transito em !ulgado
3- necessidade de li7uide# em algumas situaç>es
4- decisão agrav$vel
+odalidades:
- Por c$lculos art 4C3 g Art. 44&-R. L de+eso, na li-uidaço, discutir de no6o
a lide ou .odi+icar a sentença -ue a jul*ou. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de
$%%&'
- Por arbitriamento 4C3 C e &
Art. 44&-3. Far-se-á a li-uidaço por arbitra.ento -uando: ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
( > deter.inado pela sentença ou con6encionado pelas partes1 ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
(( > o e/i*ir a natureza do objeto da li-uidaço. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
Art. 44&-E. Re-uerida a li-uidaço por arbitra.ento, o juiz no.eará o perito e +i/ará
o prazo para a entre*a do laudo. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
Pará*ra+o Cnico. Apresentado o laudo, sobre o -ual podero as partes .ani+estar-
se no prazo de dez dias, o juiz pro+erirá deciso ou desi*nará, se necessário,
audi=ncia. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
Por artigos art 4C3-e
Art. 44&-2. Far-se-á a li-uidaço por arti*os, -uando, para deter.inar o 6alor da
condenaço, )ou6er necessidade de ale*ar e pro6ar +ato no6o. ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
*b!etivos art 4C3(a CPC
Art. 44&-A. Iuando a sentença no deter.inar o 6alor de6ido, procede-se M sua
li-uidaço. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
*bs redação anteriorart 6234CPC: procede-se a li7uidação 7uando a
sentença não determinar o valor ou não individuar o ob!eto da
condenação.
Qservia para individuar o incerto tornando-o certo:ideal e sentanca
li7uida( art BJ6 autori#a pedidos gen'ricos ili7uidos
9novação introdu#ida pela lei 11.B3B423
1- aus8ncia de nova citação: torna a li7uidação um simples incidente
processual( basta intimação re7uerendo a li7uidação art 43Caparg
1.Processo ,nico( ase de li7uidação de sentença( para
con.ecimento sentença ili7uida.
Art. 44&-A. Iuando a sentença no deter.inar o 6alor de6ido, procede-se M sua
li-uidaço. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: #
o
Eo re-ueri.ento de li-uidaço de sentença será a parte inti.ada, na pessoa
de seu ad6o*ado. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
0i7uidação provisória: e: acima lucros cessantes: pelo par$grao B e
poss/vel 7ue a autora inicie o incidente de li7uidação de sentença"gan.a
tempo%( pois a C*P6@6 apelou eeito suspensivo e devolutivo par$grao
B(4C3( 6
Art. 44&-A. Iuando a sentença no deter.inar o 6alor de6ido, procede-se M sua
li-uidaço. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: $
o
A li-uidaço poderá ser re-uerida na pend=ncia de recurso, processando-se
e. autos apartados, no ju,zo de ori*e., cu.prindo ao li-uidante instruir o pedido
co. cópias das peças processuais pertinentes. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de
$%%&'
0i7uide# do titulo a pressupostoda e:ecução provisória e e:ecutiva
ER:6 com ação contra C*P6@6( F( e# varioa danos( ormulou 3
pedidos( danos materiais( lucros cessantes e morais( prova pericial
danos(sentença li7uidade 7uantiicada(danos morais o !ui# !$ arbitria
valoraco do !ui# próprio processo de con.ecimento( lucro cessantes(
Cabeleireiraimóvel e teve 7ue mudar( perdeu clientela( 7ual valor dei:ou
de gan.arN Esse pedido e !ulgado procedente( o valor vai ser apurado em
li7uidação.
Possibilidade do seu inicio antes do transito em !ulgado
Obrigatório, duas únicas modalidaes de ação a sentença
obrigatoriamente liuidas:
! acidente de transito e "ia terrestre
!acidente de seguro
BC3(99( & e E art 4C3 6( par$grao 3( art 3B(9
Art. 44&-A. Iuando a sentença no deter.inar o 6alor de6ido, procede-se M sua
li-uidaço. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: 3
o
;os processos sob procedi.ento co.u. su.ário, re+eridos no art. $4&, inciso
((, al,neas VdW e VeW desta !ei, 9 de+esa a sentença il,-uida, cu.prindo ao juiz, se +or o
caso, +i/ar de plano, a seu prudente crit9rio, o 6alor de6ido. ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
Art. $4&. 5bser6ar-se-á o procedi.ento su.ário: (Redaço dada pela !ei n" 8.$4&,
de #88&'
(( - nas causas, -ual-uer -ue seja o 6alor (Redaço dada pela !ei n" 8.$4&, de #88&'
d' de ressarci.ento por danos causados e. acidente de 6e,culo de 6ia terrestre1
(Redaço dada pela !ei n" 8.$4&, de #88&'
e' de cobrança de se*uro, relati6a.ente aos danos causados e. acidente de
6e,culo, ressal6ados os casos de processo de e/ecuço1 (Redaço dada pela
!ei n" 8.$4&, de #88&'
3--ecessidade de li7uides em algumas sentenças
4- &ecisão agrav$vel
+odalidades: por c$lculos: art 4C3b-( antes era ase procedimental( .o!e
so para li7uidação com calculo(não precisa de ase para li7uidação dessa
sentença( simples calculotor pode encerra de plano com a planil.a( então
tin.a uma aglutinação E:: sentença condena r'u B2.222(22( com !uro de
mora( simples calculo aritimetico( !$ começa a e:ecução com a planil.a(
se o calculo tiver incorreto .$ impugnação( o devecor comum se op>e a
e:ecução de sentença com impugnação.
Art. 44&-H. Iuando a deter.inaço do 6alor da condenaço depender apenas de
cálculo arit.9tico, o credor re-uererá o cu.pri.ento da sentença, na +or.a do art.
44&-A desta !ei, instruindo o pedido co. a .e.ória discri.inada e atualizada do
cálculo. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: #
o
Iuando a elaboraço da .e.ória do cálculo depender de dados e/istentes e.
poder do de6edor ou de terceiro, o juiz, a re-ueri.ento do credor, poderá re-uisitá-
los, +i/ando prazo de at9 trinta dias para o cu.pri.ento da dili*=ncia. ((nclu,do
pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: $
o
<e os dados no +ore., injusti+icada.ente, apresentados pelo de6edor,
reputar-se-o corretos os cálculos apresentados pelo credor, e, se no o +ore.
pelo terceiro, con+i*urar-se-á a situaço pre6ista no art. 36$. ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
: 3
o
Poderá o juiz 6aler-se do contador do ju,zo, -uando a .e.ória apresentada
pelo credor aparente.ente e/ceder os li.ites da deciso e/e-Jenda e, ainda, nos
casos de assist=ncia judiciária. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
: 4
o
<e o credor no concordar co. os cálculos +eitos nos ter.os do : 3
o
deste
arti*o, +ar-se-á a e/ecuço pelo 6alor ori*inaria.ente pretendido, .as a pen)ora
terá por base o 6alor encontrado pelo contador. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de
$%%&'
-Por arbitramento:art 4C3-C(& ( esta ase procedimental ten.o 7uando
estou diante de simples calculo aritimetico.E: adicional noturno precisa
de todos os espel.os de contas( para saber prova pericial para apenas o
valor. * 7ue caracteri#a e a necessidade de prova
Art. 44&-3. Far-se-á a li-uidaço por arbitra.ento -uando: ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
( > deter.inado pela sentença ou con6encionado pelas partes1 ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
(( > o e/i*ir a natureza do objeto da li-uidaço. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
Art. 44&-E. Re-uerida a li-uidaço por arbitra.ento, o juiz no.eará o perito e +i/ará
o prazo para a entre*a do laudo. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
Pará*ra+o Cnico. Apresentado o laudo, sobre o -ual podero as partes .ani+estar-
se no prazo de dez dias, o juiz pro+erirá deciso ou desi*nará, se necessário,
audi=ncia. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
-Por artigos:art 4C3(e: ase procedimental tamb'm tem 7ue ter prova
t'cnica( audi8ncia.
Art. 44&-2. Far-se-á a li-uidaço por arti*os, -uando, para deter.inar o 6alor da
condenaço, )ou6er necessidade de ale*ar e pro6ar +ato no6o. ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
* 7ue caracteri#a( distingue 7uando o autor tiver a necessidade de provar
ato novo. -ão pode ser superveniente a sentença( pois se não ere o
principio da idelidade ao titulo( art 4C3(g( o ato novo( são atos pr'
e:istentes ao tempo da demanda e não são descutidos.articulados os itens
7ue vão ser demostrados( não tin.a para a composição do 7uanto
indeni#atório.
Art. 44&-R. L de+eso, na li-uidaço, discutir de no6o a lide ou .odi+icar a sentença
-ue a jul*ou. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
*bs conceituação de ato novo
Principio da idelidade ao titulo art 4C3(g
Art. 44&-R. L de+eso, na li-uidaço, discutir de no6o a lide ou .odi+icar a sentença
-ue a jul*ou. ((nclu,do pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
*bs @ 3444@;D li7uidação: o ato da sentença !$ ter determinado uma das
modalidades "calculo( arbitramento( artigo%( não impede 7ue uturamente
.a!a alteração dessas modalidades
.:; .<mula n= 6,, ) >59((91>>5 ) *; 189((91>>5
Li"uidaão *iversa da .entena ) 2&ena E @oisa ;ulgada
A li"uidaão !or &orma diversa da estabelecida na sentena não o&ende a coisa julgada#
@entença 7ue !ulga li7uidacao:
6 decisão interlocutoria 7ue !ulga a li7uidação de sentença cabe agravo
de instrumento
&ecisão 7ue tem toda nature#a !ur/dica de sentença( a li7uidação (
sentença( ob!etiva complementar( e uma sentenca complementar(decisão
interlocutória a# coisa !ulgada material. E: da cabeleireira: se ela não
prova lucro cessantes e !ulgada improcedente a li7uidação de sentença(
como a# coisa !ulgada material( não pode reabrir( a 7uestão esta
sacramentada.
*bs li7uidação #ero:
?$ duas situaç>es: se a cabeleireira não prova lucro cessante( !ulga
improcedente( li7uidação #ero.
Por7ue e poss/velN e:iste em potencial um dano( mais não a# !u/#o de
certe#a e sim de probabilidade.
E:: sentença penal condenatória( condenou r'u por lesão corporal(
prop>e li7uidação de danos emergentes e lucros cessantes( não deu
despesa para a vitima( atendimento publico( enao teve desconto no
sal$rio( li7uidação #ero( não c.egou a nen.um dano.
&os t/tulos e:tra!udiciais:art 3J34CPC
Art. &7&. <o t,tulos e/ecuti6os e/trajudiciais: (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de
#".#%.#843'
( - a letra de cB.bio, a nota pro.issória, a duplicata, a deb=nture e o c)e-ue1
(Redaço dada pela !ei n" 7.8&3, de #3.#$.#884'
(( - a escritura pCblica ou outro docu.ento pCblico assinado pelo de6edor1 o
docu.ento particular assinado pelo de6edor e por duas teste.un)as1 o
instru.ento de transaço re+erendado pelo Dinist9rio PCblico, pela Ee+ensoria
PCblica ou pelos ad6o*ados dos transatores1(Redaço dada pela !ei n" 7.8&3, de
#3.#$.#884'
((( - os contratos *arantidos por )ipoteca, pen)or, anticrese e cauço, be. co.o os
de se*uro de 6ida1 (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
(? - o cr9dito decorrente de +oro e laud=.io1 (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de
$%%6'.
? - o cr9dito, docu.ental.ente co.pro6ado, decorrente de alu*uel de i.ó6el, be.
co.o de encar*os acessórios, tais co.o ta/as e despesas de condo.,nio1
(Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
?( - o cr9dito de ser6entuário de justiça, de perito, de int9rprete, ou de tradutor,
-uando as custas, e.olu.entos ou )onorários +ore. apro6ados por deciso
judicial1 (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
?(( - a certido de d,6ida ati6a da Fazenda PCblica da Gnio, dos 2stados, do
Eistrito Federal, dos @erritórios e dos Dunic,pios, correspondente aos cr9ditos
inscritos na +or.a da lei1 (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
?((( - todos os de.ais t,tulos a -ue, por disposiço e/pressa, a lei atribuir +orça
e/ecuti6a. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: #
o
A propositura de -ual-uer aço relati6a ao d9bito constante do t,tulo e/ecuti6o
no inibe o credor de pro.o6er-l)e a e/ecuço. (Redaço dada pela !ei n" 7.8&3,
de #3.#$.#884'
: $
o
;o depende. de )o.olo*aço pelo <upre.o @ribunal Federal, para sere.
e/ecutados, os t,tulos e/ecuti6os e/trajudiciais, oriundos de pa,s estran*eiro. 5
t,tulo, para ter e+icácia e/ecuti6a, )á de satis+azer aos re-uisitos de +or.aço
e/i*idos pela lei do lu*ar de sua celebraço e indicar o Hrasil co.o o lu*ar de
cu.pri.ento da obri*aço. (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
&ocumentos 7ue a lei 7ue da orca e:ecutória e decide 7uias os t/tulos
são e:tra!udiciais
-ascimento dos ttulos e:tra!udicias: a orca e id8ntica a uma sentença( o
7ue distingue e o rito processual( a orca e:ecutória e id8ntica( ele
propicia nos titulures do documento( inicia a aço e:ecutória( sem p
pr'vio processo de con.ecimento( o credor não precisa entrar com ação
de con.ecimento
-ecessidades sociai senciveis "rotonPiran%
0egislador 7ue escol.e seguimento as sociedade( ele 7uer presentear o
titulo e:ecutivo e:tra !udicial
* legislador 7uer presentear o isco( a a#enda publica
Encargo de aluguel: ele 7uer presentear o propriet$rio
&uplicata( c.e7ue: 7uer presentear os comerciantes( empres$rios art
3J1(99 CPC o documento particular assinado por duas
testemun.as"contratos%( democrati#ação( mais não tem segurnaca.
Conlito: democrati#ação e segurança:
-ão .$ segurança" principal argumento% principio da suici8ncia do
titulo( não presta por7ue não garante 7ue o contrato esta adimplente
&a polemica em torno do inciso 99 do 3J3 CPC
Art. &7&. <o t,tulos e/ecuti6os e/trajudiciais: (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de
#".#%.#843'
(( - a escritura pCblica ou outro docu.ento pCblico assinado pelo de6edor1 o
docu.ento particular assinado pelo de6edor e por duas teste.un)as1 o
instru.ento de transaço re+erendado pelo Dinist9rio PCblico, pela Ee+ensoria
PCblica ou pelos ad6o*ados dos transatores1(Redaço dada pela !ei n" 7.8&3, de
#3.#$.#884'
Contrato como titulo e:tra!udicial( não tra# ao tr8s elementos e:igidos
para o titulo( o elemeto certe#a 7ue o devedor não e inadimplente
-ão guarda elemento da suici8ncia do titulo( não gera a suici8ncia do
titulo
C;; acórdão lesing resp 12.J2 )D
-o embargo de devedor( levantar alegando 7ue este documento não e
titulo !udicial
Principio da suicienciaa do titulo:
* titulo deve conter os re7uisitos necess$rio: certe#a( li7uide#(
e:igibilidades( para por si so veriicar a segurança do titulo( prova a
certe#a 7ue não .$ inadimplemento.
* titulo deve conter os re7uisitos necess$rios para por si so veriicar a
e:ist8ncia da obrigação e do direito correspondente.
-a !urisprud8ncia vide @ B33( B3J( 322"instrumento de conissão de
divida e contraditório. @ B33 Ctt abertura de conta corrente @ B3J nota
promissória(9( atrelado ao ctt de abertura de credito( ela se desnatura
.:; .<mula n= 166 ) (69(19(--- ) *; >8#>1#1>>>
@ontrato de Abertura de @rFdito ) :%tulo ?'ecutivo
O contrato de abertura de cr#dito, ainda ue acompan$ado de e%trato da conta!corrente, não
# t&tulo e%ecuti"o'
.:; .<mula n= 158 ) (19>-91>>( ) *; 1,#>-#1>>(
3ota $romissDria ) @ontrato de Abertura de @rFdito ) Autonomia
( nota promissória "inculada a contrato de abertura de cr#dito não go)a de autonomia em
ra)ão da iliuide) do t&tulo ue a originou'
.:; .<mula n= 6>> ) (89(>91>>, ) *; 11#((#1>>,
Instrumento de @on&issão de *%vida ) @ontrato de Abertura de @rFdito ) :%tulo ?'ecutivo
?'trajudicial
2 instrumento de con&issão de d%vida, ainda "ue originário de contrato de abertura de crFdito,
constitui t%tulo e'ecutivo e'trajudicial#
0ei da duplicata: como tornar duplicata em titulo e:tra!udicialN Entrega da
mercadoria mais o processo( emite duplicata( e:trai titulo( se deu aceite !$ se
torna titulo
;itulo e:ecutivo prescreve em 6meses( c.e7ue ' ordem de pagamento a
vista( discussão e aposteriori( e: c.e7ue assinatura dierente( embargo de
devedor( 7do esta sendo e:ecutado.
999 .ipoteca( pen.or( seguro de vida... o contrato acessório 7ue institui
direito real de garantia( 7ue são t/tulos e:ecutivos e:: .ipoteca
9< credito decorrente de oro e laud8mio: aluguel( percentual de 7ual7uer
venda de direito real de eniteuse.
< credito :não e para o condom/nio e entre partes
<9-redito de serventu$rio: titulo 7ue no entanto parte de uma decisão
!udicial e:: .onor$rios periciais: não .ouve adiantamento da despesa(
credito da decisão !udicial( e:trai certidão como titulo e:ecutivo 7ue a
parte incidente tem 7ue pagar( se a parte sucumbente assistida pela
gratuidade e ine:ig/vel a cobrança contra ela( o credor pode cobrar de
7uem tem 7ue dar assist8ncia( o estado( tem 7ue entrar com ação de
cobrança contra o estado com a via de ação de cobrança.
E: advogado dativo cobra do estado(" estado de +inas e# lei processual
e o advogado 7uer receber do estado% não pode pois e inconstitucioanl.
Art. $$. 3o.pete pri6ati6a.ente M Gnio le*islar sobre:
( - direito ci6il, co.ercial, penal, processual, eleitoral, a*rário, .ar,ti.o,
aeronáutico, espacial e do trabal)o1
*utras leis &0 16C46C cedula de credito rural( &0 414463 cedula de
credito industrial e comercial &0I1146I cria alienação iduci$ria em
garantia( lei C.34C4J3 acao civil publica( lei 12.I31424 garantia
promitente compradores( c'dulas de credito banc$rio e imobili$rio( art
C1( pragurao3 da CF4JJ multas aplicadas pelo tribunal de contas da
união
Art. 4#. 5 controle e/terno, a car*o do 3on*resso ;acional, será e/ercido co.
o au/,lio do @ribunal de 3ontas da Gnio, ao -ual co.pete
: 3" - As decis0es do @ribunal de -ue resulte i.putaço de d9bito ou .ulta
tero e+icácia de t,tulo e/ecuti6o.
Par$grao 1 do art 3J34CPC ação .eterotopica e e:ecução:
Art. &7&. <o t,tulos e/ecuti6os e/trajudiciais: (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de
#".#%.#843'
: #
o
A propositura de -ual-uer aço relati6a ao d9bito constante do t,tulo e/ecuti6o
no inibe o credor de pro.o6er-l)e a e/ecuço. (Redaço dada pela !ei n" 7.8&3,
de #3.#$.#884'
E poss/vel 7ue a oposição do devedor entre com ação de con.ecimento
pedindo anulação do titulo e:tra!udicial.* credor esta e:ecutando o
titulo( @olução Processual: 1- ação .eterotopica vara civil"outra via 7ue
não e embargos de desconstituir titulo e:tra!udicial%
@e !$ oi !ulgado esta ação não consegue reunir os eitos( @ B33...
pendente apelação( ele pode aguardar o resultado inal da ação de
con.ecimento( para continuar o embargo( e:: perder pra#o de embargos(
entra com ação .eterotopica de con.ecimento
.:; .<mula n= 165 ) >(9>191>>> ) *; (>#>1#1>>>
@one'ão ) Reunião de $rocessos ) @oisa ;ulgada
A cone'ão não determina a reunião dos !rocessos, se um deles já &oi julgado#
6ção e:ecutória devedor embarga a e:ecução e usa o mesmo ato e
undamento da ação .eterotopica( então o !ui# a# uma decisão ,nica( o
devedor re7uer 7ue os atos se!am reunidos.
&isposiç>es gerais de e:ecução: art 61B segs4CPC:
EA< E(?2R<A< 2<PL3(2< E2 2Q23GXT5
3APY@G!5 (
EA< E(<P5<(XZ2< R2RA(<
Art. 6#$. Ressal6ado o caso de insol6=ncia do de6edor, e. -ue te. lu*ar o
concurso uni6ersal (art. 4&#, (((', realiza-se a e/ecuço no interesse do credor, -ue
ad-uire, pela pen)ora, o direito de pre+er=ncia sobre os bens pen)orados.
Art. 6#3. Recaindo .ais de u.a pen)ora sobre os .es.os bens, cada credor
conser6ará o seu t,tulo de pre+er=ncia.
Art. 6#4. 3u.pre ao credor, ao re-uerer a e/ecuço, pedir a citaço do de6edor e
instruir a petiço inicial:
( - co. o t,tulo e/ecuti6o e/trajudicial1 (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
(( - co. o de.onstrati6o do d9bito atualizado at9 a data da propositura da aço,
-uando se tratar de e/ecuço por -uantia certa1 (Redaço dada pela !ei n" 7.8&3,
de #3.#$.#884'
((( - co. a pro6a de -ue se 6eri+icou a condiço, ou ocorreu o ter.o (art. &4$'.
((nclu,do pela !ei n" 7.8&3, de #3.#$.#884'
Art. 6#&. 3u.pre ainda ao credor:
( - indicar a esp9cie de e/ecuço -ue pre+ere, -uando por .ais de u. .odo pode
ser e+etuada1
(( - re-uerer a inti.aço do credor pi*norat,cio, )ipotecário, ou anticr9tico, ou
usu+rutuário, -uando a pen)ora recair sobre bens *ra6ados por pen)or, )ipoteca,
anticrese ou usu+ruto1
((( - pleitear .edidas acautelatórias ur*entes1
(? - pro6ar -ue adi.pliu a contraprestaço, -ue ()e corresponde, ou -ue ()e
asse*ura o cu.pri.ento, se o e/ecutado no +or obri*ado a satis+azer a sua
prestaço seno .ediante a contraprestaço do credor.
Art. 6#&-A. 5 e/e-Jente poderá, no ato da distribuiço, obter certido
co.probatória do ajuiza.ento da e/ecuço, co. identi+icaço das partes e 6alor
da causa, para +ins de a6erbaço no re*istro de i.ó6eis, re*istro de 6e,culos ou
re*istro de outros bens sujeitos M pen)ora ou arresto. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$,
de $%%6'.
: #
o
5 e/e-Jente de6erá co.unicar ao ju,zo as a6erbaç0es e+eti6adas, no prazo de
#% (dez' dias de sua concretizaço. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: $
o
For.alizada pen)ora sobre bens su+icientes para cobrir o 6alor da d,6ida, será
deter.inado o cancela.ento das a6erbaç0es de -ue trata este arti*o relati6as
M-ueles -ue no ten)a. sido pen)orados. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: 3
o
Presu.e-se e. +raude M e/ecuço a alienaço ou oneraço de bens e+etuada
após a a6erbaço (art. &83'. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: 4
o
5 e/e-Jente -ue pro.o6er a6erbaço .ani+esta.ente inde6ida indenizará a
parte contrária, nos ter.os do : $
o
do art. #7 desta !ei, processando-se o incidente
e. autos apartados. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: &
o
5s tribunais podero e/pedir instruç0es sobre o cu.pri.ento deste arti*o.
((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
Art. 6#6. ?eri+icando o juiz -ue a petiço inicial está inco.pleta, ou no se ac)a
aco.pan)ada dos docu.entos indispensá6eis M propositura da e/ecuço,
deter.inará -ue o credor a corrija, no prazo de #% (dez' dias, sob pena de ser
inde+erida.
Art. 6#4. A propositura da e/ecuço, de+erida pelo juiz, interro.pe a prescriço,
.as a citaço do de6edor de6e ser +eita co. obser6Bncia do disposto no art. $#8.
Art. 6#7. L nula a e/ecuço:
( - se o t,tulo e/ecuti6o e/trajudicial no corresponder a obri*aço certa, l,-uida e
e/i*,6el (art. &76'1 (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
(( - se o de6edor no +or re*ular.ente citado1
((( - se instaurada antes de se 6eri+icar a condiço ou de ocorrido o ter.o, nos
casos do art. &4$.
Art. 6#8. A alienaço de be. a+orado ou *ra6ado por pen)or, )ipoteca, anticrese ou
usu+ruto será ine+icaz e. relaço ao sen)orio direto, ou ao credor pi*norat,cio,
)ipotecário, anticr9tico, ou usu+rutuário, -ue no )ou6er sido inti.ado.
Art. 6$%. Iuando por 6ários .eios o credor puder pro.o6er a e/ecuço, o juiz
.andará -ue se +aça pelo .odo .enos *ra6oso para o de6edor.
)espeito a pen.ora e sua preer8ncia.Pen.ora ato processual( e:clusivo
de pagamento de 7uantia certa( não se conundem com direito real.
Como tem a ormali#ação da pen.oraN * 7ue indica apen.oraN 6
lavratura de um alto ou termo de pen.ora( 63I paragr I.6lto: ato e:terno(
praticado pelo oicial de !ustiça( pen.ora bens 7ue encontrar esta
reali#ado a pen.ora. ;ermo:credor indica bem do devedor( não precisa
e:pedir carta precatória para bens de outros estados( com o numero da
matricula( certidão( o escrivão lavra termo de pen.ora( ato interno do
escrivão.
Art. 6&8. A pen)ora de6erá incidir e. tantos bens -uantos baste. para o
pa*a.ento do principal atualizado, juros, custas e )onorários ad6ocat,cios.
(Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
&ireito de preer8ncia gerado pela pen.ora:
6rt 61B prior tempore patior !ure- 7uem primeiramnete no tempo
Art. 6#$. Ressal6ado o caso de insol6=ncia do de6edor, e. -ue te. lu*ar o
concurso uni6ersal (art. 4&#, (((', realiza-se a e/ecuço no interesse do credor,
-ue ad-uire, pela pen)ora, o direito de pre+er=ncia sobre os bens pen)orados
Pode .aver mais de uma pen.ora sobre o mesmo bemN
&ireito de preer8ncia ao credor 7ue primeiramente pen.orou( lavrou ato
te termo de pen.ora e não a7uele 7ue pen.orou primeiro.
Pode recair varias pen.ora sobre o mesmo bem
@ede diante de uma situação de insolv8ncia civil( não vai .aver a
preer8ncia de 7uem lavrar o termo de pen.ora( vai ser por rateio entre
credores. Pode .aver pen.ora cobre bem gravado com Enus real( e:
.ipoteca( pen.or. * credor .ipotec$rio não pode perder garantias real
para credor 7uirogra$rio de pen.ora. * credor .ipotec$rio tem a
preerencial pois e direito material
6 pen.ora pode servir sobre bem gravado com Enus realN 6rt 613(99 C4C
art 61I CPC( art 3334CC mesmo 7ue o credor .ipotec$rio não ten.a
re7uerido a preer8ncia primeiro 7ue o credor 7uirogra$rio( o credor
garantia real sempre ter$ preer8ncia. E:iste independente 7ue ele mova
a e:ecução( tem 7ue .aver a intimação do credor .ipotec$rio.
Art. 6#&. 3u.pre ainda ao credor:
( - indicar a esp9cie de e/ecuço -ue pre+ere, -uando por .ais de u. .odo pode
ser e+etuada1
(( - re-uerer a inti.aço do credor pi*norat,cio, )ipotecário, ou anticr9tico, ou
usu+rutuário, -uando a pen)ora recair sobre bens *ra6ados por pen)or, )ipoteca,
anticrese ou usu+ruto1
Art. 6#8. A alienaço de be. a+orado ou *ra6ado por pen)or, )ipoteca, anticrese ou
usu+ruto será ine+icaz e. relaço ao sen)orio direto, ou ao credor pi*norat,cio,
)ipotecário, anticr9tico, ou usu+rutuário, -ue no )ou6er sido inti.ado.
Art# 666# Ao credor assistirá o direito de cobrar a d%vida antes de vencido o !razo
esti!ulado no contrato ou marcado neste @Ddigo:
I O no caso de &alNncia do devedor, ou de concurso de credoresI
II O se os bens, /i!otecados ou em!en/ados, &orem !en/orados em e'ecuão
!or outro credorI
III O se cessarem, ou se se tornarem insu&icientes, as garantias do dFbito,
&idejussDrias, ou reais, e o devedor, intimado, se negar a re&orá)las#
$arágra&o <nico# 3os casos deste artigo, se /ouver, no dFbito, solidariedade
!assiva, não se re!utará vencido "uanto aos outros devedores solventes#
@ituação em relação ao credor com garantia real:
-ão intimado: teoria da ineic$cia: credor 6( bem de F( aliena para
C(credor E .ipotec$rio(não intimado( c compra bem com .ipoteca(pois o
E não oi intimado da .ipoteca( art1321. credor com garantia real tem
7ue ser intimada( sob pena de ineic$cia 613(99 C4C
Art# (#5>(# 3ão e'tinguirá a /i!oteca, devidamente registrada, a arremataão ou adjudicaão,
sem "ue ten/am sido noti&icados judicialmente os res!ectivos credores /i!otecários,
"ue não &orem de "ual"uer modo !artes na e'ecuão#
Art. 6#&. 3u.pre ainda ao credor:
(( - re-uerer a inti.aço do credor pi*norat,cio, )ipotecário, ou anticr9tico, ou
usu+rutuário, -uando a pen)ora recair sobre bens *ra6ados por pen)or, )ipoteca,
anticrese ou usu+ruto1
((( - pleitear .edidas acautelatórias ur*entes1
ntimado:
6 .ipoteca se e:tingue( o credor .ipotec$rio tem preer8ncia no preço
pago pelo c e depois o credor 7uirogra$rio
9ntimado se op>e art 124C(99 C4C art 12344CPC
Art. #.%44. Ad.ite.-se ainda e.bar*os de terceiro:
(( - para o credor co. *arantia real obstar alienaço judicial do objeto da )ipoteca,
pen)or ou anticrese.
Art. #.%&4. 3ontra os e.bar*os do credor co. *arantia real, so.ente poderá o
e.bar*ado ale*ar -ue:
( - o de6edor co.u. 9 insol6ente1
(( - o t,tulo 9 nulo ou no obri*a a terceiro1
((( - outra 9 a coisa dada e. *arantia.
@e credor .ipotec$rio intimado se op>e com embargos de terceiro
124C(99C4C para evitar alienação do bem 7ue ele tem preer8ncia. Aual a
ra#ão para interpor embargo de 3N 6contece na situação em 7ue o
devedor tiver outros bens para ser alienado( se o devedor or insolvente
não !ustiica este embargo de terceiro( e !ulgado improcedente.
Art. #.%44. Ad.ite.-se ainda e.bar*os de terceiro:
(( - para o credor co. *arantia real obstar alienaço judicial do objeto da )ipoteca,
pen)or ou anticrese.
*bs da pr'-pen.ora art 6344CPC &ireito de preer8ncia art 61B
Art. 6&4. 3o.pete ao credor, dentro de #% (dez' dias, contados da data e. -ue
+oi inti.ado do arresto a -ue se re+ere o pará*ra+o Cnico do arti*o anterior,
re-uerer a citaço por edital do de6edor. Findo o prazo do edital, terá o
de6edor o prazo a -ue se re+ere o art. 6&$, con6ertendo-se o arresto e.
pen)ora e. caso de no-pa*a.ento
Art. 6#$. Ressal6ado o caso de insol6=ncia do de6edor, e. -ue te. lu*ar o
concurso uni6ersal (art. 4&#, (((', realiza-se a e/ecuço no interesse do credor, -ue
ad-uire, pela pen)ora, o direito de pre+er=ncia sobre os bens pen)orados.
* credor pode re7uerer a 7ual7uer momento as medidas acautelatórias
613( arresto de em do devedor não locali#ado intencional( citação
editalicia( não pagou bem arrrestado se corrola em bem pen.orado(
medida cautelar e não do processo de e:ecução.
Art. 6#&. 3u.pre ainda ao credor:
( - indicar a esp9cie de e/ecuço -ue pre+ere, -uando por .ais de u. .odo pode
ser e+etuada1
(( - re-uerer a inti.aço do credor pi*norat,cio, )ipotecário, ou anticr9tico, ou
usu+rutuário, -uando a pen)ora recair sobre bens *ra6ados por pen)or, )ipoteca,
anticrese ou usu+ruto1
((( - pleitear .edidas acautelatórias ur*entes1
(? - pro6ar -ue adi.pliu a contraprestaço, -ue ()e corresponde, ou -ue ()e
asse*ura o cu.pri.ento, se o e/ecutado no +or obri*ado a satis+azer a sua
prestaço seno .ediante a contraprestaço do credor.
Pode retroagir a datas 7ue .ouve a lavratura do auto de arresto633( auto
de arresto serve como marco de arresto para gerar preer8ncia( a data do
auto do arresto.
Art. 6&3. 5 o+icial de justiça, no encontrando o de6edor, arrestar-l)e-á tantos bens
-uantos baste. para *arantir a e/ecuço.
Pará*ra+o Cnico. ;os #% (dez' dias se*uintes M e+eti6aço do arresto, o o+icial de
justiça procurará o de6edor tr=s 6ezes e. dias distintos1 no o encontrando,
certi+icará o ocorrido.
Prescrição art 61C4CPC @ 132 4@;F :
Art. 6#4. A propositura da e/ecuço, de+erida pelo juiz, interro.pe a
prescriço, .as a citaço do de6edor de6e ser +eita co. obser6Bncia do
disposto no art. $#8.
Súmula 150;&+6;&%& ( &X&6<=>* ?* @&+@* 5;(A* )& 5;&+6;I=>* )( (=>*.
@entença transitou em 1C42I426-----3anos---1142I411
6to il/cito prescreve em 3 anos @ 132 @;F( tempo 7ue tem para e:ecutar(
mesmo tempo 7ue tem para pretender a ação
@o e imprescrit/vel ação declaratória art B23 CC
Art# 1>5# A !rescrião ocorre em dez anos, "uando a lei não l/e /aja &i'ado !razo
menor#
Prescrição intercorrente art B2B paragrao ,nico4CC art 42 paragrao 4 lei
6J324J2 e @ 3144 @;D
Art. $%$. A interrupço da prescriço, -ue so.ente poderá ocorrer u.a 6ez,
dar-se-á:
Pará*ra+o Cnico. A prescriço interro.pida reco.eça a correr da data do ato
-ue a interro.peu, ou do Clti.o ato do processo para a interro.per.
Eisp0e sobre a cobrança judicial da E,6ida Ati6a da Fazenda PCblica !ei
6738O7%
Art. 4% - 5 Auiz suspenderá o curso da e/ecuço, en-uanto no +or localizado o
de6edor ou encontrados bens sobre os -uais possa recair a pen)ora, e, nesses
casos, no correrá o prazo de prescriço.
: 4
o
<e da deciso -ue ordenar o ar-ui6a.ento ti6er decorrido o prazo
prescricional, o juiz, depois de ou6ida a Fazenda PCblica, poderá, de o+,cio,
recon)ecer a prescriço intercorrente e decretá-la de i.ediato. ((nclu,do pela !ei n"
##.%&#, de $%%4'
.:; .<mula n= 6(5 ) >59(>91>>5 ) *; (8#(>#1>>5
?'ecuão de :%tulo ?'trajudicial ) $endente A!elaão @ontra .entena "ue ;ulgue
Im!rocedente os ?mbargos
A de&initiva a e'ecuão de t%tulo e'trajudicial, ainda "ue !endente a!elaão contra sentena "ue
julgue im!rocedentes os embargos#
6contece 7uando !$ tem a e:ecução em curso
@entença 1C411426 pra#o 3 anos e:ecução 1C41142C---------passou G 3
anos----1C411411 .ouve a prescrição interiormente lei iscal 6J324J2 art
42 paragrao 4( lei 11J4B223 s 314 @;D
.:; .<mula n= 6(, ) (19(191>>5 ) *; >8#>1#1>>+
?'ecuão Biscal ) 3ão Localizados Pens $en/oráveis ) .us!ensão do $rocesso ) $razo da
$rescrião QMin"Menal Intercorrente
?m e'ecuão &iscal, não localizados bens !en/oráveis, sus!ende)se o !rocesso !or um ano,
&indo o "ual se inicia o !razo da !rescrião "Min"Menal intercorrente#
E:: a#enda publica pra#o 3 anos( se a e:ecução icar es7uecida por 3 anos
.$ a prescrição interiormente" se não praticar atos processuais( pois os atos
processuais interrompem a prescrição% art B2B paragurao ,nico C4C
Art. $%$. A interrupço da prescriço, -ue so.ente poderá ocorrer u.a 6ez,
dar-se-á:
Pará*ra+o Cnico. A prescriço interro.pida reco.eça a correr da data do ato
-ue a interro.peu, ou do Clti.o ato do processo para a interro.per.
-ão locali#ado o devedor( suspende por 1 ano o processo art 42(
par$grao 4
Citaç>es:
-os titulos e:tra!udiciais:art 63B4CPC
Art. 6&$. 5 e/ecutado será citado para, no prazo de 3 (tr=s' dias, e+etuar o
pa*a.ento da d,6ida. (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: #
o
;o e+etuado o pa*a.ento, .unido da se*unda 6ia do .andado, o o+icial de
justiça procederá de i.ediato M pen)ora de bens e a sua a6aliaço, la6rando-se o
respecti6o auto e de tais atos inti.ando, na .es.a oportunidade, o e/ecutado.
(Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: $
o
5 credor poderá, na inicial da e/ecuço, indicar bens a sere. pen)orados (art.
6&&'. (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: 3
o
5 juiz poderá, de o+,cio ou a re-ueri.ento do e/e-Jente, deter.inar, a
-ual-uer te.po, a inti.aço do e/ecutado para indicar bens pass,6eis de pen)ora.
((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: 4
o
A inti.aço do e/ecutado +ar-se-á na pessoa de seu ad6o*ado1 no o tendo,
será inti.ado pessoal.ente. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
: &
o
<e no localizar o e/ecutado para inti.á-lo da pen)ora, o o+icial certi+icará
detal)ada.ente as dili*=ncias realizadas, caso e. -ue o juiz poderá dispensar a
inti.aço ou deter.inará no6as dili*=ncias. ((nclu,do pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
6 rt BBB(d(CPC
Art. $$$. A citaço será +eita pelo correio, para -ual-uer co.arca do Pa,s,
e/ceto: (Redaço dada pela !ei n" 7.4#%, de #883'
d' nos processos de e/ecuço1 ((nclu,do pela !ei n" 7.4#%, de #883'
E:ceç>es art J da lei J6324J2 e
art 1J da lei I.2II"0E9 &*@ D=9W6&*@ E@PEC969@%
Art# (8# A citaço +ar-se-á:
( - por correspond=ncia, co. a6iso de recebi.ento e. .o própria1
(( - tratando-se de pessoa jur,dica ou +ir.a indi6idual, .ediante entre*a
ao encarre*ado da recepço, -ue será obri*atoria.ente identi+icado1
((( - sendo necessário, por o+icial de justiça, independente.ente de
.andado ou carta precatória.
: #" A citaço conterá cópia do pedido inicial, dia e )ora para
co.pareci.ento do citando e ad6ert=ncia de -ue, no co.parecendo
este, considerar-se-o 6erdadeiras as ale*aç0es iniciais, e será pro+erido
jul*a.ento, de plano.
: $" ;o se +ará citaço por edital.
: 3" 5 co.pareci.ento espontBneo suprirá a +alta ou nulidade da citaço.
Citação pen.ora certa
6 par$grao ,nico( 633 paragrao ,nico 634
Art. 6&3. 5 o+icial de justiça, no encontrando o de6edor, arrestar-l)e-á tantos bens
-uantos baste. para *arantir a e/ecuço.
Pará*ra+o Cnico. ;os #% (dez' dias se*uintes M e+eti6aço do arresto, o o+icial de
justiça procurará o de6edor tr=s 6ezes e. dias distintos1 no o encontrando,
certi+icará o ocorrido.
Art. 6&4. 3o.pete ao credor, dentro de #% (dez' dias, contados da data e. -ue +oi
inti.ado do arresto a -ue se re+ere o pará*ra+o Cnico do arti*o anterior, re-uerer a
citaço por edital do de6edor. Findo o prazo do edital, terá o de6edor o prazo a -ue
se re+ere o art. 6&$, con6ertendo-se o arresto e. pen)ora e. caso de no-
pa*a.ento.
Elementos ob!etivos e sub!etivos da e:ecução:" as partes 7ue podem igurar a
e:ecução%
&os legitimados ativos: 6rt. 366- credor origin$rio
Art. &66. Pode. pro.o6er a e/ecuço +orçada:
( - o credor a -ue. a lei con+ere t,tulo e/ecuti6o1
(( - o Dinist9rio PCblico, nos casos prescritos e. lei
6rt. 36C credor derivado ou superveniente
Art. &64. Pode. ta.b9. pro.o6er a e/ecuço, ou nela prosse*uir:
( - o espólio, os )erdeiros ou os sucessores do credor, se.pre -ue, por .orte
deste, ()es +or trans.itido o direito resultante do t,tulo e/ecuti6o1
(( - o cessionário, -uando o direito resultante do t,tulo e/ecuti6o ()e +oi trans+erido
por ato entre 6i6os1
((( - o sub-ro*ado, nos casos de sub-ro*aço le*al ou con6encional.
&os legitimados passivos: 6rt. 36J devedor origin$rio
devedor superveniente(
apenas respons$veis
Art. &67. <o sujeitos passi6os na e/ecuço:(Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de
#".#%.#843'
( - o de6edor, recon)ecido co.o tal no t,tulo e/ecuti6o1 (Redaço dada pela !ei n"
&.8$&, de #".#%.#843'
(( - o espólio, os )erdeiros ou os sucessores do de6edor1 (Redaço dada pela !ei n"
&.8$&, de #".#%.#843'
((( - o no6o de6edor, -ue assu.iu, co. o consenti.ento do credor, a obri*aço
resultante do t,tulo e/ecuti6o1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
(? - o +iador judicial1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
? - o responsá6el tributário, assi. de+inido na le*islaço própria. (Redaço dada
pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
9< e < iador !udicial e: art. 4C3- * 9
Art. 44&-5. A e/ecuço pro6isória da sentença +ar-se-á, no -ue couber, do .es.o
.odo -ue a de+initi6a, obser6adas as se*uintes nor.as: ((nclu,do pela !ei n"
##.$3$, de $%%&'
( > corre por iniciati6a, conta e responsabilidade do e/e-Jente, -ue se obri*a, se a
sentença +or re+or.ada, a reparar os danos -ue o e/ecutado )aja so+rido1 ((nclu,do
pela !ei n" ##.$3$, de $%%&'
IB3( I42 CPC
Art. 8$&. <e o r9u pro6ar, e. -ual-uer te.po, -ue o autor
pro6isoria.ente .antido ou reinte*rado na posse carece de
idoneidade +inanceira para, no caso de decair da aço, responder
por perdas e danos, o juiz assinar-l)e-á o prazo de & (cinco' dias
para re-uerer cauço sob pena de ser depositada a coisa liti*iosa
Art. 84%. 5 nunciado poderá, a -ual-uer te.po e e. -ual-uer *rau de jurisdiço,
re-uerer o prosse*ui.ento da obra, desde -ue preste cauço e de.onstre preju,zo
resultante da suspenso dela.
: #
o
A cauço será prestada no ju,zo de ori*e., e.bora a causa se encontre no
tribunal.
: $
o
2. nen)u.a )ipótese terá lu*ar o prosse*ui.ento, tratando-se de obra no6a
le6antada contra deter.inaço de re*ula.entos ad.inistrati6os
)espons$vel tribut$rio art 1B1 C4C art 134 e 133 C;-
Art. #$#. 3onsidera-se condiço a cláusula -ue, deri6ando
e/clusi6a.ente da 6ontade das partes, subordina o e+eito do
ne*ócio jur,dico a e6ento +uturo e incerto.
Art. #34. ;os casos de i.possibilidade de e/i*=ncia do cu.pri.ento da obri*aço
principal pelo contribuinte, responde. solidaria.ente co. este nos atos e. -ue
inter6iere. ou pelas o.iss0es de -ue +ore. responsá6eis:
( - os pais, pelos tributos de6idos por seus +il)os .enores1
(( - os tutores e curadores, pelos tributos de6idos por seus tutelados ou
curatelados1
((( - os ad.inistradores de bens de terceiros, pelos tributos de6idos por estes1
(? - o in6entariante, pelos tributos de6idos pelo espólio1
? - o s,ndico e o co.issário, pelos tributos de6idos pela .assa +alida ou pelo
concordatário1
?( - os tabelies, escri6es e de.ais ser6entuários de o+,cio, pelos tributos de6idos
sobre os atos praticados por eles, ou perante eles, e. razo do seu o+,cio1
?(( - os sócios, no caso de li-uidaço de sociedade de pessoas.
Pará*ra+o Cnico. 5 disposto neste arti*o só se aplica, e. .at9ria de penalidades,
Ms de caráter .oratório.
Art. #3&. <o pessoal.ente responsá6eis pelos cr9ditos correspondentes a
obri*aç0es tributárias resultantes de atos praticados co. e/cesso de poderes ou
in+raço de lei, contrato social ou estatutos:
( - as pessoas re+eridas no arti*o anterior1
(( - os .andatários, prepostos e e.pre*ados1
((( - os diretores, *erentes ou representantes de pessoas jur,dicas de direito
pri6ado.
)edirecionamento da ação iscal
Fiador e:tra!udicial @ B6J @;D
.:; .<mula n= 1+8 ) 119>591>>1 ) *; 1-#>5#1>>1
Biador não Integrante da Relaão $rocessual ) Aão de *es!ejo ) ?'ecuão do ;ulgado )
Res!onsabilidade
2 &iador "ue não integrou a relaão !rocessual na aão de des!ejo não res!onde !ela e'ecuão
do julgado#
Feneicio de ordem art 3I6 e 3IC CPC
Art. &86. 5s bens particulares dos sócios no responde. pelas d,6idas da
sociedade seno nos casos pre6istos e. lei1 o sócio, de.andado pelo pa*a.ento
da d,6ida, te. direito a e/i*ir -ue seja. pri.eiro e/cutidos os bens da sociedade.
: #
o
3u.pre ao sócio, -ue ale*ar o bene+,cio deste arti*o, no.ear bens da
sociedade, sitos na .es.a co.arca, li6res e dese.bar*ados, -uantos baste.
para pa*ar o d9bito.
: $
o
Aplica-se aos casos deste arti*o o disposto no pará*ra+o Cnico do arti*o
anterior.
Art. &84. 5 espólio responde pelas d,6idas do +alecido1 .as, +eita a partil)a, cada
)erdeiro responde por elas na proporço da parte -ue na )erança ()e coube
&a responsabilidade patrimonial art 3I1 e 3IB CPC
Art. &8#. 5 de6edor responde, para o cu.pri.ento de suas obri*aç0es, co. todos
os seus bens presentes e +uturos, sal6o as restriç0es estabelecidas e. lei.
Art. &8$. Fica. sujeitos M e/ecuço os bens:
( - do sucessor a t,tulo sin*ular, tratando-se de e/ecuço +undada e. direito real ou
obri*aço reipersecutória1 (Redaço dada pela !ei n" ##.37$, de $%%6'.
(( - do sócio, nos ter.os da lei1
((( - do de6edor, -uando e. poder de terceiros1
(? - do cNnju*e, nos casos e. -ue os seus bens próprios, reser6ados ou de sua
.eaço responde. pela d,6ida1
? - alienados ou *ra6ados co. Nnus real e. +raude de e/ecuço.
?ipoteses legais:
1- Fens do sucessor a tutela singular
B- Fens do sócio
3- Fens em poder de terceiros
4- Fens do cEn!uge @ 134 @;D
.:; .<mula n= (6, ) 1+9>,9(--5 ) *; >5#>5#(--5
Intimaão ) $en/ora ) @4njuges ) ?mbargos de :erceiro ) Ceaão
?mbora intimado da !en/ora em imDvel do casal, o c4njuge do e'ecutado !ode o!or embargos
de terceiro !ara de&esa de sua meaão#
Elementos sub!etivo da e:ecução
Credor origin$rio 366 CPC: pode igurar na e:ecução e +P art 36C S9 CPC
Art. &66. Pode. pro.o6er a e/ecuço +orçada:
( - o credor a -ue. a lei con+ere t,tulo e/ecuti6o1
(( - o Dinist9rio PCblico, nos casos prescritos e. lei
Art. &64. Pode. ta.b9. pro.o6er a e/ecuço, ou nela prosse*uir:
( - o espólio, os )erdeiros ou os sucessores do credor, se.pre -ue, por .orte
deste, ()es +or trans.itido o direito resultante do t,tulo e/ecuti6o
Credor ven.a a alecer e pode surgir os credores derivados superveniente.
B63(9 suspende-se o processo
Art. $6&. <uspende-se o processo:
( - pela .orte ou perda da capacidade processual de -ual-uer das partes, de seu
representante le*al ou de seu procurador1
" espolio S 7uando .$ inventario( ente despersonalisado%
Art Art. &64. Pode. ta.b9. pro.o6er a e/ecuço, ou nela prosse*uir:
( - o espólio, os )erdeiros ou os sucessores do credor, se.pre -ue, por .orte
deste, ()es +or trans.itido o direito resultante do t,tulo e/ecuti6o1
(( - o cessionário, -uando o direito resultante do t,tulo e/ecuti6o ()e +oi trans+erido
por ato entre 6i6os
. 36C(99 * Cession$rio999 * sub-rogado
((( - o sub-ro*ado, nos casos de sub-ro*aço le*al ou con6encional
E:: locat$rio e iador condenados( credor a!u/#a e:ecução
contra o iador( o iador e e:ecutado e paga e se torna credor
superveniente e agora cobra do devedor.
6rt 4B paragrao 1 ad7uirente ou cession$rio
Art. 4$. A alienaço da coisa ou do direito liti*ioso, a t,tulo particular, por ato entre
6i6os, no altera a le*iti.idade das partes.
: #
o
5 ad-uirente ou o cessionário no poderá in*ressar e. ju,zo, substituindo o
alienante, ou o cedente, se. -ue o consinta a parte contrária
0egitimados passivos: art 36J(9(99(999
Art. &67. <o sujeitos passi6os na e/ecuço:(Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de
#".#%.#843'
( - o de6edor, recon)ecido co.o tal no t,tulo e/ecuti6o1 (Redaço dada pela !ei n"
&.8$&, de #".#%.#843'
(( - o espólio, os )erdeiros ou os sucessores do de6edor1 (Redaço dada pela !ei n"
&.8$&, de #".#%.#843'
((( - o no6o de6edor, -ue assu.iu, co. o consenti.ento do credor, a obri*aço
resultante do t,tulo e/ecuti6o1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
E:: devedor superveniente 7ue assume debito do devedor
origin$rio.
* credor tem 7ue concordar sessão de debito.
9<( < apenas respons$veis:
(? - o +iador judicial1 (Redaço dada pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
? - o responsá6el tributário, assi. de+inido na le*islaço própria. (Redaço dada
pela !ei n" &.8$&, de #".#%.#843'
E:: obrigação: patrimonial remete a responsabilidade
X8nero elemento pessoal remete a divida

-Instrumentos coletivos -Legitimacoes ativas extraordinárias -Acao civil publica - Mandado de segurança - Tutelas coletivas:Viabilizar o acesso a justica através de instrumentos processuais: -Tutelas antecipadas: antecipação em carater liminar de um direito material Fase automista: D.P.C é diferente do D. Privado Utilitarista: dar efetividade de forma celebre Processo justo: processo útil Escopo social: o processo visa a participação entre as partes Escopo político: com o provimento jurisdicional verifica-se o fortalecimento do estado ( forca das decisões) Escopo jurídico: criação dos mecanismos processuais que visam a efetivação do direito postulado. Ex: tutelas antecipadas Hoje tudo se desenvolve em fases procedimentais Sincretismo processual:Reconhecimento de um direito numa decisão interlocutória A capacidade de determinado instituto processual, reconhecer um direito e realizar esse direito.

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