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ABNT - Rosca Métrica - Tolerâncias

ABNT - Rosca Métrica - Tolerâncias

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Normas Técnicas
Copyright © 2004,
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil
Todos os direitos reservados
ICS 21.040.10 MAIO 2004
Projeto 04:003.03-032
Rosca métrica ISO de uso geral –
Tolerâncias – Parte 1: Princípios e
dados básicos



Palavras-chave: rosca para parfusos, tolerâncias
dimensionais, designações
17 páginas


Prefácio
A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo
conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial
(ABNT/ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas
fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ABNT/ONS, circulam para Consulta Pública entre
os associados da ABNT e demais interessados.

1 Objetivo

Esta Norma especifica um sistema de tolerâncias para roscas métricas ISO para aplicação geral (M) de acordo com a NBR
ISO 04:003.03-029.
O sistema de tolerâncias se refere ao perfil básico de acordo com a NBR ISO 04:003.03-028.

2 Referências normativas
As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta
Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão,
recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições
mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.
04:003.03-023:2003, Rosca métrica ISO de uso geral – Calibradores e calibração.
04:003.03-028:2004, Rosca métrica ISO de uso geral – Perfil básico – Parte 1: Rosca métrica para parafusos.
04:003.03-029:2004, Rosca métrica ISO de uso geral – Plano geral.
04:003.03-030:2004, Rosca métrica ISO de uso geral – Seleção de tamanhos para parafusos e porcas.
04:003.03-031:2004, Rosca métrica ISO de uso geral – Dimensões básicas.
04:003.03-033:2004, Rosca métrica ISO de uso geral – Tolerâncias – Parte 2: Dimensões limites para roscas de aplicação
geral para parafusos e porcas.
04:003.03-034:2004, Rosca métrica ISO de uso geral – Tolerâncias – Parte 3: Afastamentos para roscas de construção.

ABNT/CB-04 – Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos
CE-04:003.03 – Comissão de Estudo de Roscas
04:003.03-032, ISO general purpose metric screw threads – Tolerances –
Part 1: Principles and basic data
Descriptors: screw threads, dimensional tolerances, designations
Esta Norma cancela e substitui a seção 5.2 até 5.5 da NBR 9527:1986
Esta Norma é equivalente à ISO 965-1:1998


Projeto 04:03.003-032:2004
2
ISO 898-1:1999, Mechanical properties of fasteners made of carbon steel and alloy steel – Part 1: Bolts, screws and studs.
ISO 5408:1983, Cylindrical screw threads – Vocabulary.
3 Definições e símbolos

3.1 Definições
Para a finalidade desta Norma se aplicam as definições da ISO 5408.
3.2 Símbolos
São usados os seguintes símbolos:
Símbolos Explicação
D Diâmetro maior básico da rosca interna
D
1
Diâmetro menor básico da rosca interna
D
2
Diâmetro de flanco básico da rosca interna
d Diâmetro maior básico da rosca externa
d
1
Diâmetro menor básico da rosca externa
d
2
Diâmetro de flanco básico da rosca externa
d
3
Diâmetro de flanco básico da rosca externa
P Passo
H Altura do triangulo fundamental
Ph Avanço
P Passo
S Designação para rosca de comprimento de contato do grupo “curto”
N Designação para rosca de comprimento de contato do grupo “normal”
L Designação para rosca de comprimento de contato do grupo “longo”
T Tolerância
T
D1
, T
D2

T
d1
, T
d2

Tolerâncias para D
1
, D
2
, d e d
2

ei, EI
es, ES
Afastamento inferior (ver figura 1)
Afastamento superior (ver figura 1)
R Raio de arredondamento na raiz da rosca externa
C Truncamento da rosca externa


Figura 1 – Posição de tolerâncias em relação a linha zero (tamanhos básicos)

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4 Estrutura do sistema de tolerâncias
O sistema fornece tolerâncias que são definidas por graus de tolerâncias e posições dos campos de tolerâncias e uma
seleção de graus de tolerâncias e posições dos campos de tolerâncias.

O sistema é provido de:
a) Uma serie de graus de tolerâncias para cada um dos quatro seguintes diâmetros de rosca, como segue:
Graus de tolerâncias
D
1
4, 5, 6, 7, 8
d 4, 6, 8
D
2
4, 5, 6, 7, 8
d
2
3, 4, 5, 6, 7, 8, 9
Detalhes sobre os graus de tolerâncias e combinações dos graus de tolerâncias para o diâmetro de flanco, o diâmetro
maior e o diâmetro menor, relacionados aos graus de tolerâncias e os grupos dos comprimentos de contato com
recomendações de aplicação são mostradas na seção 12.
b) Séries de posições dos campos de tolerâncias:
– G e H para roscas internas;
– e, f, e h para roscas externas.
A definição das posições dos campos de tolerâncias corresponde à necessidade de espessuras de revestimentos com a
possibilidade de montagem fácil.
c) A seleção da combinação de graus e posições dos campos de tolerâncias (classes de tolerâncias) para as
aplicações das classes de tolerâncias usuais fina, média e grossa para os três grupos de comprimentos de contato
curto, normal e longo. Alem disso é indicada uma “seleção ampliada de classes de tolerância” para roscas internas e
externas para parafusos e porcas comerciais. Outras classes de tolerâncias do que aquelas definidas na seção 12 não
são recomendadas e só devem ser aplicados em casos especiais.
5 Designação
5.1 Generalidades
A designação completa para uma rosca contem a designação do sistema de roscas e o tamanho da rosca bem como uma
designação para classe de tolerância, seguida, se necessário, de outros detalhes.
5.2 Designação genérica de roscas de uma entrada
Uma rosca que cumpre os requisitos da Norma Internacional para roscas métricas ISO de uso geral de acordo com as
NBR ISO 04:003.03-028, NBR ISO 04:003.03-029, NBR ISO 04:003.03-030, NBR ISO 04:003.03-031, NBR ISO 04:003.03-
033 e NBR ISO 04:003.03-034, deve ser designada pela letra M, seguida do valor do diâmetro nominal e o passo expresso
em milímetros, separado pelo sinal “x”.
EXEMPLO: M8 x 1,25
Para rosca normal de acordo com a NBR ISO 04:003.03-029 a indicação do passo pode ser omitida.
EXEMPLO: M8
A designação para a classe de tolerância contem uma indicação para classe de tolerância do diâmetro de flanco, seguida
de uma classe de tolerância para o diâmetro menor da rosca interna ou do diâmetro maior da rosca externa.
Cada designação de classe de tolerância consiste de:
÷ um número para o grau de tolerância;
÷ uma letra para a posição do campo de tolerância, minúsculas para roscas externas, maiúscula para roscas internas.
As designações das duas classes de tolerâncias para o diâmetro de flanco e para o diâmetro menor da rosca interna (ou
para o diâmetro maior da rosca externa) forem iguais, assim não é necessário repetir o símbolo.
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EXEMPLOS:
Rosca externa
M10 x 1 – 5g 6g
Rosca com diâmetro nominal 10 mm de passo 1 mm
Classe de tolerância para o diâmetro de flanco
Classe de tolerância para o diâmetro maior

M10 – 6g

Rosca com diâmetro nominal 10 mm da serie normal
Classe de tolerância para o diâmetro de flanco e maior
Rosca interna
M10 x 1 – 5H 6H
Rosca com diâmetro nominal 10 mm de passo 1 mm
Classe de tolerância para o diâmetro de flanco
Classe de tolerância para o diâmetro menor
M10 x 1– 6H

Rosca com diâmetro nominal 10 mm da serie fina
Classe de tolerância para o diâmetro de flanco e menor
Um ajuste entre peças roscadas é indicado pela classe de tolerância da rosca interna e a classe de tolerância da rosca
externa separadas por um uma barra.
EXEMPLO:
M6 – 6H/6g
M20 x 2 – 6H/5g6g
A omissão da designação da classe de tolerância significa que a qualidade de tolerância “média” é a especificada.
Roscas internas
– 5H para roscas até M1,4 inclusive;
– 6H para roscas M1,6 e maiores.
NOTA: Exceto para roscas com passo P = 0,2 mm para a qual é definido apenas o grau de tolerância 4 (ver tabelas 3 e 5).
Roscas externas
– 6h para roscas até M1,4 inclusive;
– 6g para roscas M1,6 e maiores.
A designação para os grupos dos comprimentos de contatos S “curto” e L “longo” devem ser adicionados à designação da
classe de tolerância separada por um traço.
EXEMPLO: M20 x 2 – 5H – S
M6 – 7H/7g6g – L
A omissão da designação do grupo de comprimento significa que é especificado contato N “Normal”.
5.3 Designação de roscas de múltiplas entradas
Roscas métricas de múltiplas entradas são designadas pela letra M seguida pelo valor do diâmetro nominal, o sinal x, as
letras Ph e o valor do avanço, a letra P, e o valor do passo, (distancia axial entre dois flancos adjacentes no mesmo
sentido) um hífen, e a classe da tolerância. O diâmetro nominal, o avanço e o passo são expressos em milímetros.


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EXEMPLO: M16 x Ph3P1,5 – 6H
Para maior clareza a quantidade de entradas, isto é o valor de
P
Ph
pode ser adicionado por extenso entre parêntesis.
EXEMPLO: M16 x Ph3P1,5 (duas entradas) – 6H

5.4 Designação de rosca esquerda
Quando são especificadas roscas esquerdas devem ser adicionadas às letras LH à designação, separadas por um hífen.
EXEMPLOS: M8 x 1 – LH
M6 x 0,75 – 5h6h – S – LH
M14 x Ph6P2 – 7H – L – LH
M14 x Ph6 P2 (três entradas) – 7H – L – LH

6 Graus de tolerâncias
Para cada um dos dois elementos, os diâmetros de flanco da rosca interna e externa e o diâmetro menor da rosca interna
ou o diâmetro maior e diâmetro de flanco da rosca externa são estabelecidos uma serie de graus de tolerâncias. Em cada
caso, o grau 6 deve ser usado o grau médio e o comprimento de contato normal. Os graus de tolerâncias abaixo de 6 são
destinados para comprimentos de contato curto e/ou o grau de tolerância fino. O grau de tolerâncias acima de 6 é
destinado para o grau de tolerância normal e/ou grupo de comprimento de contato longo. Em alguns graus de tolerâncias
determinados valores para pequenos passos não são indicados, quando não estão disponíveis suficientes sobreposições
de flancos ou quando o requisito de que o diâmetro de flanco não pode ultrapassar da tolerância do diâmetro menor da
rosca interna ou do diâmetro maior da rosca externa.

7 Posições de tolerâncias
As seguintes posições de tolerâncias são normalizadas:
÷ para roscas internas: G com afastamento fundamental positivo
H com afastamento fundamental zero
÷ para roscas internas: e, f, e g com afastamento fundamental negativo
h com afastamento fundamental zero


Figura 2 – Roscas internas com posição
de tolerância G
Figura 3 – Roscas internas com posição
de tolerância H



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a
Aplicação somente em conexão com limite de mínimo material (d
2 mín.
), ver seção 11, figura 6.
Figura 4 – Roscas externas com posições
de tolerâncias e, f e g
Figura 5 – Roscas externas com posição
de tolerância h

























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Tabela 1 – Afastamentos fundamentais para roscas internas e externas

Afastamento fundamental
Rosca interna D
2
, D
1
Rosca externa d, d
2

Passo
P
G
EI
H
EI
e
ei
f
ei
g
ei
h
ei
mm µm µm µm µm µm µm
0,2 + 17 0 – – – 17 0
0,25 + 18 0 – – – 18 0
0,3 + 18 0 – – – 18 0
0,35 + 19 0 – – 34 – 19 0
0,4 + 19 0 – – 34 – 19 0
0,45 + 20 0 – – 35 – 20 0
0,5 + 20 0 – 50 – 36 – 20 0
0,6 + 21 0 – 53 – 36 – 21 0
0,7 + 22 0 – 56 – 38 – 22 0
0,75 + 22 0 – 56 – 38 – 22 0
0,8 + 24 0 – 60 – 38 – 24 0
1 + 26 0 – 60 – 40 – 26 0
1,25 + 28 0 – 63 – 42 – 28 0
1,5 + 32 0 – 67 – 45 – 32 0
1,75 + 34 0 – 71 – 48 – 34 0
2 + 38 0 – 71 – 52 – 38 0
2,5 + 42 0 – 80 – 58 – 42 0
3 + 48 0 – 85 – 63 – 48 0
3,5 + 53 0 – 90 –70 – 53 0
4 + 60 0 – 95 – 75 – 60 0
4,5 + 63 0 – 100 – 80 – 63 0
5 + 71 0 – 106 – 85 – 71 0
5,5 + 75 0 – 112 – 90 – 75 0
6 + 80 0 – 118 – 95 – 80 0
8 + 100 0 – 140 – 118 – 100 0







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8 Comprimentos de contato de rosca
O comprimento de contato é relacionado à um dos três grupos S, N ou L de acordo com a tabela 2.

Tabela 2 – Comprimentos de contato de rosca
Dimensões em milímetros
Comprimentos de contato de rosca Diâmetro maior básico
d S N L
Acima de Até inclusive
Passo
P
Até inclusive Acima de Até inclusive Acima de
0,99 1,4 0,2 0,5 0,5 1,4 1,4
0,25 0,6 0,6 1,7 1,7
0,3 0,7 0,7 2 2
1,4 2,8 0,2 0,5 0,5 1,5 1,5
0,25 0,6 0,6 1,9 1,9
0,35 0,8 0,8 2,6 2,6
0,4 1 1 3 3
0,45 1,3 1,3 3,8 3,8
2,8 5,6 0,35 1 1 3 3
0,5 1,5 1,5 4,5 4,5
0,6 1,7 1,7 5 5
0,7 2 2 6 6
0,75 2,2 2,2 6,7 6,7
0,8 2,5 2,5 7,5 7,5
5,6 11,2 0,75 2,4 2,4 7,1 7,1
1 3 3 9 9
1,25 4 4 12 12
1,5 5 5 15 15
11,2 22,4 1 3,8 3,8 11 11
1,25 4,5 4,5 13 13
1,5 5,6 5,6 16 16
1,75 6 6 18 18
2 8 8 24 24
2,5 10 10 30 30
22,4 45 1 4 4 12 12
1,5 6,3 6,3 19 19
2 8,5 8,5 25 25
3 12 12 36 36
3,5 15 15 45 45
4 18 18 53 53
4,5 21 21 63 63
45 90 1,5 7,5 7,5 22 22
2 9,5 9,5 28 28
3 15 15 45 45
4 19 19 56 56
5 24 24 71 71
5,5 28 28 85 85
6 32 32 95 95
90 180 2 12 12 36 36
3 18 18 53 53
4 24 24 71 71
6 36 36 106 106
8 45 45 132 132
180 355 3 20 20 60 60
4 26 26 80 80
6 40 40 118 118
8 50 50 150 150



Projeto 04:03.003-032:2004
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9 Tolerâncias para o diâmetro menor e o diâmetro maior
9.1 Tolerâncias para o diâmetro menor das roscas internas (T
D1
)
Para o diâmetro menor de rosca interna são definidos cinco graus de tolerâncias 4, 5, 6, 7 e 8 de acordo com a tabela 3.
9.2 Tolerâncias para o diâmetro maior das roscas externas (T
d
)
Para o diâmetro maior de rosca externa são definidos três graus de tolerâncias 4, 6, e 8 de acordo com a tabela 4.
Para o diâmetro maior de rosca externa não são definidos os graus de tolerância 5 e 7.

Tabela 3 – Tolerâncias para o diâmetro menor de rosca interna (T
D1
)
Graus de tolerâncias
Passo
P
4 5 6 7 8
mm µm µm µm µm µm
0,2 38 – – – –
0,25 45 56 – – –
0,3 53 67 85 – –
0,35 63 80 100 – –
0,4 71 90 112 – –
0,45 80 100 125 – –
0,5 90 112 140 180 –
0,6 100 125 160 200 –
0,7 112 140 180 224 –
0,75 118 150 190 236 –
0,8 125 160 200 250 315
1 150 190 236 300 375
1,25 170 212 265 335 425
1,5 190 236 300 375 475
1,75 212 265 335 425 530
2 236 300 375 475 600
2,5 280 355 450 560 710
3 315 400 500 630 800
3,5 355 450 560 710 900
4 425 475 600 750 950
4,5 450 530 670 850 1 060
5 450 560 710 900 1 120
5,5 475 600 750 950 1 180
6 500 630 800 1 000 1 250
8 630 800 1 000 1 250 1 600


Projeto 04:03.003-032:2004
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Tabela 4 – Tolerâncias para o diâmetro maior de rosca externa (T
d
)
Graus de tolerâncias
Passo
P
4 6 8
mm µm µm µm
0,2 36 56 –
0,25 42 67 –
0,3 48 75 –
0,35 53 85 –
0,4 60 95 –
0,45 63 100 –
0,5 67 106 –
0,6 80 125 –
0,7 90 140 –
0,75 90 140 –
0,8 95 150 236
1 112 180 280
1,25 132 212 335
1,5 150 236 375
1,75 170 265 425
2 180 280 450
2,5 212 335 530
3 236 375 600
3,5 265 425 670
4 300 475 750
4,5 315 500 800
5 335 530 850
5,5 355 560 900
6 375 600 950
8 450 710 1 180








Projeto 04:03.003-032:2004
11
10 Tolerâncias para o diâmetro de flanco
Para o diâmetro de flanco de roscas internas (T
D2
), são definidos cinco graus de tolerâncias 4, 5, 6, 7 e 8 de acordo com a
tabela 5.
Para o diâmetro de flanco de roscas externas (T
d2
), são definidos sete graus de tolerâncias 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 de acordo
com a tabela 6.
Tabela 5 – Tolerâncias para o diâmetro de flanco de rosca interna (T
D2
)
Diâmetro maior básico
D
Graus de tolerância
Acima de Até inclusive
Passo
P
4 5 6 7 8
mm mm mm µm µm µm µm µm
0,99 1,4 0,2 40 – – – –
0,25 45 56 – – –
0,3 48 60 – – –
1,4 2,8 0,2 42 – – – –
0,25 48 60 – – –
0,35 53 67 85 – –
0,4 56 71 90 – –
0,45 60 75 95 – –
2,8 5,6 0,35 56 71 90 – –
0,5 63 80 100 125 –
0,6 71 90 112 140 –
0,7 75 95 118 150 –
0,75 75 95 118 150 –
0,8 80 100 125 160 200
5,6 11,2 0,75 85 106 132 170 –
1 95 118 150 190 236
1,25 100 125 160 200 250
1,5 112 140 180 224 280
11,2 22,4 1 100 125 160 200 250
1,25 112 140 180 224 280
1,5 118 150 190 236 300
1,75 125 160 200 250 315
2 132 170 212 265 335
2,5 140 180 224 280 355
22,4 45 1 106 132 170 212 –
1,5 125 160 200 250 315
2 140 180 224 280 355
3 170 212 265 335 425
3,5 180 224 280 355 450
4 190 236 300 375 475
4,5 200 250 315 400 500
45 90 1,5 132 170 212 265 335
2 150 190 236 300 375
3 180 224 280 355 450
4 200 250 315 400 500
5 212 265 335 425 530
5,5 224 280 355 450 560
6 236 300 375 475 600
90 180 2 160 200 250 315 400
3 190 236 300 375 475
4 212 265 335 425 530
6 250 315 400 500 630
8 280 355 450 560 710
180 355 3 212 265 335 425 530
4 236 300 375 475 600
6 265 335 425 530 670
8 300 375 475 600 750


Projeto 04:03.003-032:2004
12
Tabela 6 – Tolerâncias para o diâmetro de flanco de rosca externa (T
d2
)
Diâmetro maior básico
d
Graus de tolerância
Acima de Até inclusive
Passo
P
3 4 5 6 7 8
9
mm mm mm µm µm µm µm µm µm µm
0,99 1,4 0,2 24 30 38 48 – – –
0,25 26 34 42 53 – – –
0,3 28 36 45 56 – – –
1,4 2,8 0,2 25 32 40 50 – – –
0,25 28 36 45 56 – – –
0,35 32 40 50 63 80 – –
0,4 34 42 53 67 85 – –
0,45 36 45 56 71 90 – –
2,8 5,6 0,35 34 42 53 67 85 – –
0,5 38 48 60 75 95 – –
0,6 42 53 67 85 106 – –
0,7 45 56 71 90 112 – –
0,75 45 56 71 90 112 – –
0,8 48 60 75 95 118 150 190
5,6 11,2 0,75 50 63 80 100 125 – –
1 56 71 90 112 140 180 224
1,25 60 75 95 118 150 190 236
1,5 67 85 106 132 170 212 265
11,2 22,4 1 60 75 95 118 150 190 236
1,25 67 85 106 132 170 212 265
1,5 71 90 112 140 180 224 280
1,75 75 95 118 150 190 236 300
2 80 100 125 160 200 250 315
2,5 85 106 132 170 212 265 335
22,4 45 1 63 80 100 125 160 200 250
1,5 75 95 118 150 190 236 300
2 85 106 132 170 212 265 335
3 100 125 160 200 250 315 400
3,5 106 132 170 212 265 335 425
4 112 140 180 224 280 355 450
4,5 118 150 190 236 300 375 475
45 90 1,5 80 100 125 160 200 250 315
2 90 112 140 180 224 280 355
3 106 132 170 212 265 335 425
4 118 150 190 236 300 375 475
5 125 160 200 250 315 400 500
5,5 132 170 212 265 335 425 530
6 140 180 224 280 355 450 560
90 180 2 95 118 150 190 236 300 375
3 112 140 180 224 280 355 450
4 125 160 200 250 315 400 500
6 150 190 236 300 375 475 600
8 170 212 265 335 425 530 670
180 355 3 125 160 200 250 315 400 500
4 140 180 224 280 355 450 560
6 160 200 250 315 400 500 630
8 180 224 280 355 450 560 710






Projeto 04:03.003-032:2004
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11 Contornos da raiz
Para roscas internas como também para roscas externas, o contorno efetivo do raio não pode em nenhum ponto
ultrapassar ao perfil básico.
Para roscas externas em elementos de fixação das classes de resistência 8.8 e mais altas (ver ISO 898-1), o perfil da raiz
deve ter curvatura uniforme, e em nenhum lugar esse raio pode ser menor do que 0,125 x P (ver tabela 7).
No truncamento máximo possível com diâmetro menor máximo d
3
os raios de R
mín
= 0,125 P decorrem pelos pontos de
interseção entre os flancos de máximo material e o diâmetro menor do calibrador PASSA de acordo com o Projeto
04:003.03-023:2003 e tangenciando os flancos de mínimo material.
O truncamento máximo, C
máx
, é calculado de acordo com a seguinte fórmula:
2 4
1 arccos
3
cos 1
4
2 2 d
mín
d
mín máx
T
R
T
R
H
C +
¦
)
¦
`
¹
¦
¹
¦
´
¦
(
¸
(

¸

|
|
.
|

\
|

− − − − =
π

Entretanto é recomendável que este um truncamento seja de
6
H
( R = 0,144 34 x P) e tomando se
6
H
como a base para
o cálculo da resistência do diâmetro menor d
3
, para roscas externas (para valores calculados ver NBR ISO 04:003.03-034.
O truncamento mínimo, C
mín
, é calculado de acordo com a seguinte fórmula:
C
mín
, 0,125 P =
7
H

Roscas externas de elementos de fixação das classes de resistências abaixo de 8.8 devem ser conformados de
preferência de acordo com os requisitos dados acima. Isto é particularmente importante para elementos de fixação ou
outros parafusos submetidos a esforços de fadiga ou choques. Entretanto, não existem outras restrições para que o
diâmetro menor máximo d
3 máx
da rosca externa não deve ser menor do que o diâmetro menor mínimo do calibrador
PASSA de acordo com a NBR ISO 04:003.03-023.


a) posição h b) posições e, f e g
Figura 6 – Perfil do raio externo




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Tabela 7 – Raio mínimo da raiz
Passo
P
R
min.

mm µm
0,2 25
0,25 31
0,3 38
0,35 44
0,4 50
0,45 56
0,5 63
0,6 75
0,7 88
0,75 94
0,8 100
1 125
1,25 156
1,5 188
1,75 219
2 250
2,5 315
3 375
3,5 438
4 500
4,5 563
5 625
5,5 688
6 750
8 1 000

12 Classes de tolerâncias recomendadas
Com a finalidade de reduzir a quantidade de calibradores e ferramentas, as classes de tolerâncias devem ser escolhidas
de acordo com as tabelas 8 e 9.
As seguintes regras gerais podem ser formuladas para a escolha da qualidade de tolerância:
÷ fina: para roscas de precisão, quando é necessária uma pequena variação do ajuste.
÷ media: para uso geral.
÷ normal: para casos onde podem ocorrer dificuldades na fabricação, p.ex. quando devem ser roscadas barras laminadas
a quente longas e furos cegos longos.
Só em casos onde os comprimentos efetivos de contato não forem conhecidos (como no caso de parafusos normalizados),
é recomendado o comprimento de contato N.
Classes de tolerâncias com bordas emolduradas são recomendadas para roscas externas e internas comerciais.
As classes de tolerância em negrito são de primeira escolha.
As classes de tolerância em normal são de segunda escolha.
As classes de tolerância entre parêntesis são de terceira escolha.
Cada classe de tolerância recomendada para roscas internas pode ser combinada com cada classe de tolerância para
roscas externas. Entretanto para garantir um suficiente encobrimento dos flancos, os componentes prontos devem ser
combinados de maneira que formem os ajustes H/g, H/h ou G/h. Para roscas M1,4 e menores devem ser escolhidas as
combinações h/6h, 4H/6H ou mais fino.
Para roscas revestidas, as tolerâncias se aplicam antes do revestimento, desde que não seja definido nada diferente. Após
o revestimento o perfil efetivo da rosca não pode ultrapassar em nenhum ponto os limites de máximo material para a
posição do campo de tolerância H e h.
NOTA: Estas indicações se destinam a revestimentos de proteção finos, p.ex. em camadas obtidas por eletrodeposição.
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Tabela 8 – Qualidades de tolerâncias recomendadas para roscas internas
Posição de tolerância G Posição de tolerância H
Qualidades de tolerância
S N L S N L
Fina 4H 5H 6H
Media (5G) 6G (7G) 5H 6H 7H
Grossa (7G) (8G) – 7H 8H


Tabela 9 – Qualidades de tolerâncias recomendadas para roscas externas
Posição de tolerância
e
Posição de tolerância
f
Posição de tolerância
g
Posição de tolerância
h
Qualidades
de tolerância
S N L S N L S N L S N L
Fina – – – – – – – (4g) (5g4g) (3h4h) 4h (8h4h)
Media – 6e (7e6e) – 6f (5g6g) 6g (7g6g) (5h6h) 6h (7h6h)
Grossa – (8e) (9e8e) – – – – 8g (9g8g) – – –

13 Fórmulas
Os valores dados nesta parte da Norma foram determinados com base em experiências práticas. Para a obtenção de um
sistema consistente foram desenvolvidas fórmulas matemáticas.
Os valores para as tolerâncias do diâmetro de flanco e o diâmetro maior e do afastamento de referência foram calculados
por meio de equações e arredondados para o valor mais próximo da serie R 40 dos números normalizados. Entretanto
quando ocorrem decimais, os valores foram arredondados para o valor redondo maior mais próximo.
Para a obtenção de uma suave progressão, as regras anteriores nem sempre foram aplicadas.
O menor raio na raiz da rosca especificado na tabela 7 é igual a 0,125 P.

13.1 Afastamentos de referência (fundamentais)
Os afastamentos de referência para roscas internas e externas foram calculados de acordo com as seguintes fórmulas:
EI
G
= + (15 + 11 P)
EI
H
= 0
es
e
= – (50 + 11 P)
7)

es
f
= – (30 + 11 P)
8)

es
g
= – (15 + 11 P)
es
h
= 0
Onde EI e es são expressos em micrometros e P é expresso em milímetros.





7)
Exceções são valores para roscas P ≤ 0,45 milímetros.
8)
Não pode ser aplicado para P ≤ 0,3 milímetros.
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13.2 Comprimento de contato
Para o cálculo dos limites do comprimento de contato normal l
N
na tabela 2, foi aplicada a seguinte regra:
Para cada passo dentro de uma faixa diâmetros d, foi tomado o menor diâmetro (dentro da faixa) que ocorre no plano geral
(ver NBR ISO 04:003.03-029).
l
N mín
(aproximado) = 2,24 P d
0,2

l
N máx
(aproximado) = 6,7 P d d
0,2

Onde l
N
, P e d são expressos em milímetros.
13.3Tolerâncias para o diâmetro de crista
13.3.1 Tolerâncias para o diâmetro maior da rosca externa (T
d
), de grau 6
Estas tolerâncias foram calculadas pela seguinte fórmula:
T
d
(6) = 180
3

P
P
15 , 3
2

Onde T
d
é expresso em milímetros e P em micrometros.
Tolerâncias T
d
para outros graus de tolerâncias são obtidas dos valores T
d
(6) (ver tabela 4) de acordo com os dados da
tabela abaixo.
Graus de tolerância
4 6 8
0,63 T
d
(6) T
d
(6) 1,6 T
d
(6)

13.3.2 Tolerâncias para o diâmetro menor da rosca interna (T
D1
), de grau 6
Tolerâncias T
D1
para o grau 6 são calculadas de acordo com as seguintes fórmulas:
a) Passos de 0,2 até 0,8 mm
T
D1
(6) = 433P – 190 P
1,22

b) Para passos de 1 mm e acima
T
D1
(6) = 230P
0,7

Onde T
D1
é expresso em micrometros e P em milímetros.
Tolerâncias T
D1
para outros graus são obtidas dos valores T
D1
(6) (ver tabela 3) de acordo com os dados no quadro
abaixo.
Graus de tolerância
4 5 6 7 8
0,63 T
D1
(6) 0,8 T
D1
(6) T
D1
(6) 1,25 T
D1
(6) 1,6 T
D1
(6)










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13.4 Tolerâncias para o diâmetro de flanco
13.4.1Tolerâncias para o diâmetro de flanco da rosca externa (T
d2
)
Os valores T
d2
(6) na tabela 6 foram calculados de acordo com as seguintes formulas (sendo d igual à média geométrica
do valor da faixa de diâmetros limites):
T
d2
(6) = 90P
0,4
d
0,1

Onde T
d2
é expresso em micrometros e P e d em milímetros.
Tolerâncias T
d2
para outros graus são obtidas dos valores T
d2
(6) (ver tabela 6) de acordo com os dados no quadro
abaixo.

Graus de tolerância
3 4 5 6 7 8 9
0,5 T
d2
(6) 0,63 T
d2
(6) 0,8 T
d2
(6) T
d2
(6) 1,25 T
d2
(6) 1,6 T
d2
(6) 2 T
d2
(6)
Não são dados valores T
d2
na tabela 6 quando os valores calculados de acordo com os valores dados nas fórmulas
excedem aos valores T
d
aos valores dos graus de tolerância sendo combinados nas tabelas recomendadas das classes de
tolerâncias.

13.4.2Tolerâncias para o diâmetro de flanco da rosca interna (T
D2
)
Tolerâncias T
D2
são obtidas dos valores T
d2
(6) (ver tabela 6) de acordo com os dados no quadro abaixo.

Graus de tolerância
4 5 6 7 8
0,85 T
d2
(6) 1,06 T
d2
(6) 1,32 T
d2
(6) 1,7 T
d2
(6) 2,12 T
d2
(6)
Não são dados valores para T
D2
na tabela 5 quando os valores calculados de acordo com as fórmulas dadas excedem de
0,25 P


TD2 Td1. d e d2 Afastamento inferior (ver figura 1) Afastamento superior (ver figura 1) Raio de arredondamento na raiz da rosca externa Truncamento da rosca externa D D1 D2 d d1 d2 d3 P H Ph P S N L T TD1. 3 Definições e símbolos 3. Td2 ei. EI es. ES R C Figura 1 – Posição de tolerâncias em relação a linha zero (tamanhos básicos) . ISO 5408:1983. screws and studs. Cylindrical screw threads – Vocabulary.003-032:2004 ISO 898-1:1999. Mechanical properties of fasteners made of carbon steel and alloy steel – Part 1: Bolts. 3.2 Projeto 04:03.1 Definições Para a finalidade desta Norma se aplicam as definições da ISO 5408. D2.2 Símbolos São usados os seguintes símbolos: Símbolos Explicação Diâmetro maior básico da rosca interna Diâmetro menor básico da rosca interna Diâmetro de flanco básico da rosca interna Diâmetro maior básico da rosca externa Diâmetro menor básico da rosca externa Diâmetro de flanco básico da rosca externa Diâmetro de flanco básico da rosca externa Passo Altura do triangulo fundamental Avanço Passo Designação para rosca de comprimento de contato do grupo “curto” Designação para rosca de comprimento de contato do grupo “normal” Designação para rosca de comprimento de contato do grupo “longo” Tolerância Tolerâncias para D1.

se necessário.03-030. 5 Designação 5. As designações das duas classes de tolerâncias para o diâmetro de flanco e para o diâmetro menor da rosca interna (ou para o diâmetro maior da rosca externa) forem iguais. Cada designação de classe de tolerância consiste de:  um número para o grau de tolerância.03-029 a indicação do passo pode ser omitida. 5. 6. 7.Projeto 04:03. 6. minúsculas para roscas externas. 8 4. 7. 6. 7. seguida do valor do diâmetro nominal e o passo expresso em milímetros. .03-034. Outras classes de tolerâncias do que aquelas definidas na seção 12 não são recomendadas e só devem ser aplicados em casos especiais. EXEMPLO: M8 A designação para a classe de tolerância contem uma indicação para classe de tolerância do diâmetro de flanco. média e grossa para os três grupos de comprimentos de contato curto. c) A seleção da combinação de graus e posições dos campos de tolerâncias (classes de tolerâncias) para as aplicações das classes de tolerâncias usuais fina. 5. 5. b) Séries de posições dos campos de tolerâncias: – G e H para roscas internas. A definição das posições dos campos de tolerâncias corresponde à necessidade de espessuras de revestimentos com a possibilidade de montagem fácil. 8 4. relacionados aos graus de tolerâncias e os grupos dos comprimentos de contato com recomendações de aplicação são mostradas na seção 12. seguida. 9 Detalhes sobre os graus de tolerâncias e combinações dos graus de tolerâncias para o diâmetro de flanco. EXEMPLO: M8 x 1. e h para roscas externas. NBR ISO 04:003. O sistema é provido de: a) Uma serie de graus de tolerâncias para cada um dos quatro seguintes diâmetros de rosca. Alem disso é indicada uma “seleção ampliada de classes de tolerância” para roscas internas e externas para parafusos e porcas comerciais. normal e longo. o diâmetro maior e o diâmetro menor. de outros detalhes. como segue: Graus de tolerâncias D1 d D2 d2 4. 5.03033 e NBR ISO 04:003. 8 3.03-028. assim não é necessário repetir o símbolo. deve ser designada pela letra M.03-029. separado pelo sinal “x”. maiúscula para roscas internas.003-032:2004 3 4 Estrutura do sistema de tolerâncias O sistema fornece tolerâncias que são definidas por graus de tolerâncias e posições dos campos de tolerâncias e uma seleção de graus de tolerâncias e posições dos campos de tolerâncias. 4.1 Generalidades A designação completa para uma rosca contem a designação do sistema de roscas e o tamanho da rosca bem como uma designação para classe de tolerância. 6.25 Para rosca normal de acordo com a NBR ISO 04:003. seguida de uma classe de tolerância para o diâmetro menor da rosca interna ou do diâmetro maior da rosca externa.2 Designação genérica de roscas de uma entrada Uma rosca que cumpre os requisitos da Norma Internacional para roscas métricas ISO de uso geral de acordo com as NBR ISO 04:003. 8.  uma letra para a posição do campo de tolerância. NBR ISO 04:003.03-031. – e. NBR ISO 04:003. NBR ISO 04:003. f.

– 6H para roscas M1.6 e maiores.4 Projeto 04:03. 5. o avanço e o passo são expressos em milímetros.4 inclusive. as letras Ph e o valor do avanço.6 e maiores. Roscas externas – 6h para roscas até M1. O diâmetro nominal. e a classe da tolerância. NOTA: Exceto para roscas com passo P = 0.4 inclusive. – 6g para roscas M1.3 Designação de roscas de múltiplas entradas Roscas métricas de múltiplas entradas são designadas pela letra M seguida pelo valor do diâmetro nominal.003-032:2004 EXEMPLOS: Rosca externa M10 x 1 – 5g Rosca com diâmetro nominal 10 mm de passo 1 mm Classe de tolerância para o diâmetro de flanco Classe de tolerância para o diâmetro maior 6g M10 – 6g Rosca com diâmetro nominal 10 mm da serie normal Classe de tolerância para o diâmetro de flanco e maior Rosca interna M10 x 1 – 5H Rosca com diâmetro nominal 10 mm de passo 1 mm Classe de tolerância para o diâmetro de flanco Classe de tolerância para o diâmetro menor M10 x 1– 6H 6H Rosca com diâmetro nominal 10 mm da serie fina Classe de tolerância para o diâmetro de flanco e menor Um ajuste entre peças roscadas é indicado pela classe de tolerância da rosca interna e a classe de tolerância da rosca externa separadas por um uma barra. a letra P. (distancia axial entre dois flancos adjacentes no mesmo sentido) um hífen. Roscas internas – 5H para roscas até M1. o sinal x. A designação para os grupos dos comprimentos de contatos S “curto” e L “longo” devem ser adicionados à designação da classe de tolerância separada por um traço.2 mm para a qual é definido apenas o grau de tolerância 4 (ver tabelas 3 e 5). EXEMPLO: M20 x 2 – 5H – S M6 – 7H/7g6g – L A omissão da designação do grupo de comprimento significa que é especificado contato N “Normal”. EXEMPLO: M6 – 6H/6g M20 x 2 – 6H/5g6g A omissão da designação da classe de tolerância significa que a qualidade de tolerância “média” é a especificada. e o valor do passo. .

4 Designação de rosca esquerda Quando são especificadas roscas esquerdas devem ser adicionadas às letras LH à designação. 5. separadas por um hífen.5 (duas entradas) – 6H Ph P pode ser adicionado por extenso entre parêntesis.75 – 5h6h – S – LH M14 x Ph6P2 – 7H – L – LH M14 x Ph6 P2 (três entradas) – 7H – L – LH 6 Graus de tolerâncias Para cada um dos dois elementos.5 – 6H Para maior clareza a quantidade de entradas. Os graus de tolerâncias abaixo de 6 são destinados para comprimentos de contato curto e/ou o grau de tolerância fino. f. quando não estão disponíveis suficientes sobreposições de flancos ou quando o requisito de que o diâmetro de flanco não pode ultrapassar da tolerância do diâmetro menor da rosca interna ou do diâmetro maior da rosca externa. e g com afastamento fundamental negativo h com afastamento fundamental zero Figura 2 – Roscas internas com posição de tolerância G Figura 3 – Roscas internas com posição de tolerância H .Projeto 04:03. 7 Posições de tolerâncias As seguintes posições de tolerâncias são normalizadas:  para roscas internas: G com afastamento fundamental positivo H com afastamento fundamental zero  para roscas internas: e. os diâmetros de flanco da rosca interna e externa e o diâmetro menor da rosca interna ou o diâmetro maior e diâmetro de flanco da rosca externa são estabelecidos uma serie de graus de tolerâncias. o grau 6 deve ser usado o grau médio e o comprimento de contato normal. O grau de tolerâncias acima de 6 é destinado para o grau de tolerância normal e/ou grupo de comprimento de contato longo. EXEMPLOS: M8 x 1 – LH M6 x 0. Em cada caso. isto é o valor de EXEMPLO: M16 x Ph3P1.003-032:2004 5 EXEMPLO: M16 x Ph3P1. Em alguns graus de tolerâncias determinados valores para pequenos passos não são indicados.

). Figura 4 – Roscas externas com posições de tolerâncias e. ver seção 11. f e g Figura 5 – Roscas externas com posição de tolerância h . figura 6.6 Projeto 04:03.003-032:2004 a Aplicação somente em conexão com limite de mínimo material (d 2 mín.

2 0.45 0.5 4 4.3 0.75 0.75 2 2.4 0.35 0.8 1 1.5 1. D 1 H e Rosca externa d.Projeto 04:03.7 0.003-032:2004 7 Tabela 1 – Afastamentos fundamentais para roscas internas e externas Afastamento fundamental Passo Rosca interna G D 2. d2 f g h P EI mm 0.5 5 5.5 6 8 µm + 17 + 18 + 18 + 19 + 19 + 20 + 20 + 21 + 22 + 22 + 24 + 26 + 28 + 32 + 34 + 38 + 42 + 48 + 53 + 60 + 63 + 71 + 75 + 80 + 100 EI µm 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 ei µm – – – – – – – 50 – 53 – 56 – 56 – 60 – 60 – 63 – 67 – 71 – 71 – 80 – 85 – 90 – 95 – 100 – 106 – 112 – 118 – 140 ei µm – – – – 34 – 34 – 35 – 36 – 36 – 38 – 38 – 38 – 40 – 42 – 45 – 48 – 52 – 58 – 63 –70 – 75 – 80 – 85 – 90 – 95 – 118 ei µm – 17 – 18 – 18 – 19 – 19 – 20 – 20 – 21 – 22 – 22 – 24 – 26 – 28 – 32 – 34 – 38 – 42 – 48 – 53 – 60 – 63 – 71 – 75 – 80 – 100 ei µm 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 .6 0.25 0.25 1.5 0.5 3 3.

8 1 1.5 1 1.8 11 4.5 1.1 3 9 4 12 5 15 3.6 1 3 1.5 2 3 3.7 2.9 2.3 8.6 0.2 0.3 19 8.4 Passo P 0.2 6.5 2 3 4 5 5.7 2 1. Tabela 2 – Comprimentos de contato de rosca Dimensões em milímetros Diâmetro maior básico d Acima de 0.6 6 8 10 4 6.5 0.5 1.5 0.5 4.8 2.8 1 3 1.2 22.5 13 5.9 0.2 2.5 22 9.7 0.25 1.6 3 3.5 2.75 1 1.5 1.6 1.7 5 2 6 2.5 5.4 2.5 5 6 6. N ou L de acordo com a tabela 2.5 1.1 9 12 15 11 13 16 18 24 30 12 19 25 36 45 53 63 22 28 45 56 71 85 95 36 53 71 106 132 60 80 118 150 .8 2.75 2 2.4 45 45 90 90 180 180 355 S Até inclusive 0.6 11.7 0.8 3 4.99 Até inclusive 1.8 0.2 0.6 5.25 0.5 1.4 0.4 0.7 7.5 9.8 5.4 7.5 7.5 15 19 24 28 32 12 18 24 36 45 20 26 40 50 Comprimentos de contato de rosca N Acima de Até inclusive 0.5 1.35 0.25 1.5 0.6 16 6 18 8 24 10 30 4 12 6.5 1.6 0.8 4.5 12 15 18 21 7.4 22.7 0.6 1.7 2 0.4 3 4 5 3.3 0.3 3.5 6 2 3 4 6 8 3 4 6 8 1.8 Projeto 04:03.4 1.7 2 2.003-032:2004 8 Comprimentos de contato de rosca O comprimento de contato é relacionado à um dos três grupos S.75 0.5 4 4.5 25 12 36 15 45 18 53 21 63 7.6 0.5 1 1.5 28 15 45 19 56 24 71 28 85 32 95 12 36 18 53 24 71 36 106 45 132 20 60 26 80 40 118 50 150 L Acima de 1.35 0.25 0.2 11.45 0.5 7.5 2.5 0.3 1 1.

5 6 8 µm 38 45 53 63 71 80 90 100 112 118 125 150 170 190 212 236 280 315 355 425 450 450 475 500 630 5 µm – 56 67 80 90 100 112 125 140 150 160 190 212 236 265 300 355 400 450 475 530 560 600 630 800 6 µm – – 85 100 112 125 140 160 180 190 200 236 265 300 335 375 450 500 560 600 670 710 750 800 1 000 7 µm – – – – – – 180 200 224 236 250 300 335 375 425 475 560 630 710 750 850 900 950 1 000 1 250 8 µm – – – – – – – – – – 315 375 425 475 530 600 710 800 900 950 1 060 1 120 1 180 1 250 1 600 Passo P .25 0.5 0. 6.8 1 1.7 0.5 1.1 Tolerâncias para o diâmetro menor das roscas internas (TD1 ) Para o diâmetro menor de rosca interna são definidos cinco graus de tolerâncias 4. 6.45 0. 9.4 0.003-032:2004 9 9 Tolerâncias para o diâmetro menor e o diâmetro maior 9.25 1.3 0. Tabela 3 – Tolerâncias para o diâmetro menor de rosca interna (TD1 ) Graus de tolerâncias 4 mm 0. e 8 de acordo com a tabela 4.5 4 4. 5. 7 e 8 de acordo com a tabela 3.2 0.6 0. Para o diâmetro maior de rosca externa não são definidos os graus de tolerância 5 e 7.75 2 2.Projeto 04:03.2 Tolerâncias para o diâmetro maior das roscas externas (Td ) Para o diâmetro maior de rosca externa são definidos três graus de tolerâncias 4.5 5 5.35 0.75 0.5 3 3.

3 0.5 0.35 0.75 2 2.5 6 8 µm 36 42 48 53 60 63 67 80 90 90 95 112 132 150 170 180 212 236 265 300 315 335 355 375 450 6 µm 56 67 75 85 95 100 106 125 140 140 150 180 212 236 265 280 335 375 425 475 500 530 560 600 710 8 µm – – – – – – – – – – 236 280 335 375 425 450 530 600 670 750 800 850 900 950 1 180 Passo P .6 0.25 0.5 1.8 1 1.10 Projeto 04:03.45 0.25 1.7 0.003-032:2004 Tabela 4 – Tolerâncias para o diâmetro maior de rosca externa (Td) Graus de tolerâncias 4 mm 0.75 0.2 0.5 3 3.5 5 5.4 0.5 4 4.

4 Passo Graus de tolerância 4 µm 40 45 48 42 48 53 56 60 56 63 71 75 75 80 85 95 100 112 100 112 118 125 132 140 106 125 140 170 180 190 200 132 150 180 200 212 224 236 160 190 212 250 280 212 236 265 300 5 µm – 56 60 – 60 67 71 75 71 80 90 95 95 100 106 118 125 140 125 140 150 160 170 180 132 160 180 212 224 236 250 170 190 224 250 265 280 300 200 236 265 315 355 265 300 335 375 6 µm – – – – – 85 90 95 90 100 112 118 118 125 132 150 160 180 160 180 190 200 212 224 170 200 224 265 280 300 315 212 236 280 315 335 355 375 250 300 335 400 450 335 375 425 475 7 µm – – – – – – – – – 125 140 150 150 160 170 190 200 224 200 224 236 250 265 280 212 250 280 335 355 375 400 265 300 355 400 425 450 475 315 375 425 500 560 425 475 530 600 8 µm – – – – – – – – – – – – – 200 – 236 250 280 250 280 300 315 335 355 – 315 355 425 450 475 500 335 375 450 500 530 560 600 400 475 530 630 710 530 600 670 750 P mm 0.75 1 1.75 2 2. 7 e 8 de acordo com a tabela 5.8 5.35 0.4 2.003-032:2004 11 10 Tolerâncias para o diâmetro de flanco Para o diâmetro de flanco de roscas internas (TD2).5 0.5 1.75 0.2 11. Tabela 5 – Tolerâncias para o diâmetro de flanco de rosca interna (TD2) Diâmetro maior básico D Acima de mm 0. Para o diâmetro de flanco de roscas externas (Td2).45 0. são definidos cinco graus de tolerâncias 4.5 2 3 4 5 5.5 1.4 22. 6.25 1.2 0.7 0.8 2.6 11.5 4 4. 8 e 9 de acordo com a tabela 6.5 1 1. 5.Projeto 04:03.6 0.2 0.25 0.5 1 1. 6.4 0. são definidos sete graus de tolerâncias 3. 4.4 45 45 90 90 180 180 355 .5 2 3 3.35 0. 5.99 Até inclusive mm 1.5 6 2 3 4 6 8 3 4 6 8 1.3 0.25 0. 7.8 0.25 1.6 5.2 22.

5 0.12 Projeto 04:03.2 0.4 2.2 22.2 11.45 0.5 6 2 3 4 6 8 3 4 6 8 1.4 Passo Graus de tolerância 3 µm 24 26 28 25 28 32 34 36 34 38 42 45 45 48 50 56 60 67 60 67 71 75 80 85 63 75 85 100 106 112 118 80 90 106 118 125 132 140 95 112 125 150 170 125 140 160 180 4 µm 30 34 36 32 36 40 42 45 42 48 53 56 56 60 63 71 75 85 75 85 90 95 100 106 80 95 106 125 132 140 150 100 112 132 150 160 170 180 118 140 160 190 212 160 180 200 224 5 µm 38 42 45 40 45 50 53 56 53 60 67 71 71 75 80 90 95 106 95 106 112 118 125 132 100 118 132 160 170 180 190 125 140 170 190 200 212 224 150 180 200 236 265 200 224 250 280 6 µm 48 53 56 50 56 63 67 71 67 75 85 90 90 95 100 112 118 132 118 132 140 150 160 170 125 150 170 200 212 224 236 160 180 212 236 250 265 280 190 224 250 300 335 250 280 315 355 7 µm – – – – – 80 85 90 85 95 106 112 112 118 125 140 150 170 150 170 180 190 200 212 160 190 212 250 265 280 300 200 224 265 300 315 335 355 236 280 315 375 425 315 355 400 450 8 µm – – – – – – – – – – – – – 150 – 180 190 212 190 212 224 236 250 265 200 236 265 315 335 355 375 250 280 335 375 400 425 450 300 355 400 475 530 400 450 500 560 9 µm – – – – – – – – – – – – – 190 – 224 236 265 236 265 280 300 315 335 250 300 335 400 425 450 475 315 355 425 475 500 530 560 375 450 500 600 670 500 560 630 710 P mm 0.75 1 1.25 1.6 11.5 2 3 3.8 5.8 2.5 1.4 45 45 90 90 180 180 355 .25 0.8 0.35 0.7 0.75 2 2.3 0.25 0.5 2 3 4 5 5.75 0.4 0.5 1 1.003-032:2004 Tabela 6 – Tolerâncias para o diâmetro de flanco de rosca externa (Td2) Diâmetro maior básico d Acima de mm 0.5 1.5 1 1.5 4 4.2 0.25 1.6 5.99 Até inclusive mm 1.4 22.6 0.35 0.

0. a) posição h Figura 6 – Perfil do raio externo b) posições e. Entretanto. é calculado de acordo com a seguinte fórmula: Cmáx =  π    T T H   − Rmín 1 − cos  − arccos1 − d 2   + d 2  4⋅ R  4  mín     3   2 H H ( R = 0. Cmáx. o contorno efetivo do raio não pode em nenhum ponto ultrapassar ao perfil básico.03-034. Cmín.Projeto 04:03. Para roscas externas em elementos de fixação das classes de resistência 8. e em nenhum lugar esse raio pode ser menor do que 0.8 e mais altas (ver ISO 898-1).003-032:2004 13 11 Contornos da raiz Para roscas internas como também para roscas externas.125 P = H 7 Roscas externas de elementos de fixação das classes de resistências abaixo de 8.125 x P (ver tabela 7).144 34 x P) e tomando se 6 6 como a base para Entretanto é recomendável que este um truncamento seja de o cálculo da resistência do diâmetro menor d3. No truncamento máximo possível com diâmetro menor máximo d3 os raios de Rmín = 0. f e g .125 P decorrem pelos pontos de interseção entre os flancos de máximo material e o diâmetro menor do calibrador PASSA de acordo com o Projeto 04:003. não existem outras restrições para que o diâmetro menor máximo d3 máx da rosca externa não deve ser menor do que o diâmetro menor mínimo do calibrador PASSA de acordo com a NBR ISO 04:003. O truncamento mínimo. Isto é particularmente importante para elementos de fixação ou outros parafusos submetidos a esforços de fadiga ou choques. O truncamento máximo.03-023:2003 e tangenciando os flancos de mínimo material. o perfil da raiz deve ter curvatura uniforme.03-023. para roscas externas (para valores calculados ver NBR ISO 04:003. é calculado de acordo com a seguinte fórmula: Cmín.8 devem ser conformados de preferência de acordo com os requisitos dados acima.

5 4 4.35 0. . p.3 0.  media: para uso geral. Após o revestimento o perfil efetivo da rosca não pode ultrapassar em nenhum ponto os limites de máximo material para a posição do campo de tolerância H e h.4 0. Classes de tolerâncias com bordas emolduradas são recomendadas para roscas externas e internas comerciais.5 0. as classes de tolerâncias devem ser escolhidas de acordo com as tabelas 8 e 9.6 0.14 Projeto 04:03.003-032:2004 Tabela 7 – Raio mínimo da raiz Passo P mm 0. quando devem ser roscadas barras laminadas a quente longas e furos cegos longos.45 0. H/h ou G/h. Entretanto para garantir um suficiente encobrimento dos flancos.5 6 8 12 Classes de tolerâncias recomendadas R min. p.5 3 3. é recomendado o comprimento de contato N. quando é necessária uma pequena variação do ajuste. NOTA: Estas indicações se destinam a revestimentos de proteção finos. desde que não seja definido nada diferente. µm 25 31 38 44 50 56 63 75 88 94 100 125 156 188 219 250 315 375 438 500 563 625 688 750 1 000 Com a finalidade de reduzir a quantidade de calibradores e ferramentas.8 1 1.5 1. as tolerâncias se aplicam antes do revestimento.75 0. As classes de tolerância em normal são de segunda escolha. os componentes prontos devem ser combinados de maneira que formem os ajustes H/g.ex.5 5 5.  normal: para casos onde podem ocorrer dificuldades na fabricação. em camadas obtidas por eletrodeposição.7 0. Para roscas M1. As classes de tolerância em negrito são de primeira escolha. Para roscas revestidas.25 0.ex.4 e menores devem ser escolhidas as combinações h/6h.2 0. As classes de tolerância entre parêntesis são de terceira escolha. As seguintes regras gerais podem ser formuladas para a escolha da qualidade de tolerância:  fina: para roscas de precisão. Cada classe de tolerância recomendada para roscas internas pode ser combinada com cada classe de tolerância para roscas externas. 4H/6H ou mais fino.75 2 2. Só em casos onde os comprimentos efetivos de contato não forem conhecidos (como no caso de parafusos normalizados).25 1.

7) Exceções são valores para roscas P ≤ 0. Entretanto quando ocorrem decimais.Projeto 04:03.45 milímetros.125 P. Para a obtenção de uma suave progressão.003-032:2004 15 Tabela 8 – Qualidades de tolerâncias recomendadas para roscas internas Qualidades de tolerância S Fina Media (5G) Posição de tolerância G N L Posição de tolerância H S 4H N 5H L 6H 6G (7G) (7G) (8G) 5H – 6H 7H 7H 8H Grossa Tabela 9 – Qualidades de tolerâncias recomendadas para roscas externas Qualidades de tolerância Fina Media Posição de tolerância e S – – – N – L – (7e6e) (9e8e) Posição de tolerância f S – – – N – L – Posição de tolerância g S – (5g6g) – – N (4g) L Posição de tolerância h S N L (8h4h) (7h6h) – (5g4g) (3h4h) (7g6g) (5h6h) (9g8g) – 4h 6h – 6e (8e) 6f – 6g 8g Grossa 13 Fórmulas Os valores dados nesta parte da Norma foram determinados com base em experiências práticas. O menor raio na raiz da rosca especificado na tabela 7 é igual a 0. Para a obtenção de um sistema consistente foram desenvolvidas fórmulas matemáticas.1 Afastamentos de referência (fundamentais) Os afastamentos de referência para roscas internas e externas foram calculados de acordo com as seguintes fórmulas: EIG = + (15 + 11 P) EIH = 0 ese = – (50 + 11 P) 7) esf = – (30 + 11 P) 8) esg = – (15 + 11 P) esh = 0 Onde EI e es são expressos em micrometros e P é expresso em milímetros. os valores foram arredondados para o valor redondo maior mais próximo. as regras anteriores nem sempre foram aplicadas. 13. Os valores para as tolerâncias do diâmetro de flanco e o diâmetro maior e do afastamento de referência foram calculados por meio de equações e arredondados para o valor mais próximo da serie R 40 dos números normalizados. .3 milímetros. 8) Não pode ser aplicado para P ≤ 0.

6 TD1 (6) TD1 (6) . Graus de tolerância 4 0.2 Tolerâncias para o diâmetro menor da rosca interna (TD1).8 TD1 (6) 6 7 1.7 P d d 0.003-032:2004 13.63 TD1 (6) 5 0. foi aplicada a seguinte regra: Para cada passo dentro de uma faixa diâmetros d.3Tolerâncias para o diâmetro de crista 13.24 P d 0.25 TD1 (6) 8 1.2 lN máx (aproximado) = 6. Tolerâncias TD1 para outros graus são obtidas dos valores TD1 (6) (ver tabela 3) de acordo com os dados no quadro abaixo.6 Td (6) Td (6) 13.8 mm TD1 (6) = 433P – 190 P1.03-029). Tolerâncias Td para outros graus de tolerâncias são obtidas dos valores Td (6) (ver tabela 4) de acordo com os dados da tabela abaixo.22 b) Para passos de 1 mm e acima TD1 (6) = 230P0.3.16 Projeto 04:03.2 até 0.1 Tolerâncias para o diâmetro maior da rosca externa (Td). de grau 6 Estas tolerâncias foram calculadas pela seguinte fórmula: Td (6) = 1803 P2 − 3.7 Onde TD1 é expresso em micrometros e P em milímetros. P e d são expressos em milímetros. lN mín (aproximado) = 2. foi tomado o menor diâmetro (dentro da faixa) que ocorre no plano geral (ver NBR ISO 04:003.3. de grau 6 Tolerâncias TD1 para o grau 6 são calculadas de acordo com as seguintes fórmulas: a) Passos de 0. 13.2 Onde lN. Graus de tolerância 4 0.63 Td (6) 6 8 1.2 Comprimento de contato Para o cálculo dos limites do comprimento de contato normal lN na tabela 2.15 P Onde Td é expresso em milímetros e P em micrometros.

25 Td2 (6) 8 1.8 Td2 (6) 6 7 1.4. Graus de tolerância 4 0.6 Td2 (6) 9 2 Td2 (6) Td2 (6) Não são dados valores Td2 na tabela 6 quando os valores calculados de acordo com os valores dados nas fórmulas excedem aos valores Td aos valores dos graus de tolerância sendo combinados nas tabelas recomendadas das classes de tolerâncias. 13.63 Td2 (6) 5 0.4 Tolerâncias para o diâmetro de flanco 13.5 Td2 (6) 4 0.12 Td2 (6) Não são dados valores para TD2 na tabela 5 quando os valores calculados de acordo com as fórmulas dadas excedem de .4 d0.06 Td2 (6) 6 1.1 Onde Td2 é expresso em micrometros e P e d em milímetros.Projeto 04:03.003-032:2004 17 13.7 Td2 (6) 8 2.85 Td2 (6) 0.1Tolerâncias para o diâmetro de flanco da rosca externa (Td2) Os valores Td2 (6) na tabela 6 foram calculados de acordo com as seguintes formulas (sendo d igual à média geométrica do valor da faixa de diâmetros limites): Td2 (6) = 90P0.2Tolerâncias para o diâmetro de flanco da rosca interna (TD2) Tolerâncias TD2 são obtidas dos valores Td2 (6) (ver tabela 6) de acordo com os dados no quadro abaixo.25 P 5 1. Graus de tolerância 3 0.32 Td2 (6) 7 1.4. Tolerâncias Td2 para outros graus são obtidas dos valores Td2 (6) (ver tabela 6) de acordo com os dados no quadro abaixo.

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