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(

Grupo 23 EDC

Generalidades

General idades

( Grupo 23 EDC Generalidades General idades EDC (Electronic Diesel Contrai) é um sistema de co­

EDC (Electronic Diesel Contrai) é um sistema de co­ mando eletrônico do regulador da bomba injetora do motor, Ver.tilidade da eletrônica pode ser aproveitada no slstéma EDC. Foram introduzidas diversas funções, existindo a possibilidade de várias dessas funções serem combinadas, ao contrário do que acontecia anteriormente em que essas funções apenas existiam como temas separados.

o regulador mecânico centrífugo da bomba injetora foi substituído na sua função reguladora por um disposi­ tivo regulador eletromagnético. O dispositivo regulador é comandado pela unidade de comando que recebe informação de diversos senso­ res e cantatas montados em vários lugares no motor e no veículo. Com base nestas informações, a unidade de comando calCUla a quantidade de combustível a injetar no motor em cada situação de carga do motor.

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2

Grupo 23 EDC

Especificações

Especificações

Generalidades

Os algarismos entre parêntesIs depois do res­ pectivo componente, correspondem ao número desse componente, o qual se encontra também no esquema eiétrico onde o componente está inserido.

Módulo de comando, EDC (9058)

o componente está inserido. Módulo de comando, EDC (9058) conector   . . 35 pólos  

conector

 

.

.

35 pólos

 

Referência Volvo

 

.

.

8143655

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

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12

13

14

15

16

17

18

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29

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30.31

32

33

34

35

Conexão de cabos à unidade de comando

Bomba injetora, EDC

Referência Volvo

D10A

.

8194088

.,"'---~-------~------_

Volvo D 1 0 A . 8194088 .,"'---~-------~------_ Conector dÓ' cabo, ao regulador da bomba -----"

Conector dÓ' cabo, ao regulador da bomba

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0 A . 8194088 .,"'---~-------~------_ Conector dÓ' cabo, ao regulador da bomba -----" - ,~< ,

3

Grupo 23 EDC

Especificações

Caixa de relés (30GO)

Referência Volvo

1618789

. . 23 4 5 6 7 c:=:::J ~ c=:::::l c=:::::J ~ C==:J c::::::J c=:::::l
.
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23
4
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6
7
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12
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'5
r=::::=J r=::::=J 9 10 l' 12 12 . .1 '5 Conexão de cabos à caixa de

Conexão de cabos à caixa de relés

Tomada de testes (28)

Conector

9 pólos

1

tensão de 'referência

2.

. curso de reg ulagem

tensão de 'referência 2. . curso de reg ulagem Tomada de testes Interruptor de corte, freio

Tomada de testes

Interruptor de corte, freio de pé (2008)

Referência Volvo Carga elétrica máxima

.

3.pressão do turbo 4 massa

5

embreagem

6

pedal do freio

7

pedal do acelerador

8

nãoseusa

9

não se usa

3944592

5 W

8 nãoseusa 9 não se usa 3944592 5 W Interruptor de corte, pedal da embreagem (2007)

Interruptor de corte, pedal da embreagem (2007)

Referência Volvo

"

.

8151889

Carga elétric.a máxima

 

5 W

Pressão

.

50± ~g kPa

"

4

·' "',~T--

Grupo 23 EDC

Especificações

Válvula solenóide, parada por meio de ar comprimido (603)

Referência Volvo

.

.

 

.

8194424

 

'"

.aproximadamente 56 Q

Resistência

.

Tensão

.24 V

Potência.

.

10 W

Consumo de corrente

0,43 A

Fusível (51)

Fusível principal.

.

.

15 A

Comando regulador EDC

.

.

5 A

--

Sensores de temperatura, do líquido de arrefecimento (756B) e do ar da admissão (7067)

Referência Volvo

Tipo

1619819

Termistor

vo, resistência NTC

0,2-10 kQ

com coeficiente de temperatura negati­

Variação do valor de medição.

de temperatura negati­ Variação do valor de medição. ---'- -.- ,- . - -- . [n]

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20k

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5

Grupo 23 EDC

Especificações

Sensor, pressão do turbo (7066)

Referência Volvo

1650865

Tipo

.

.

.

piezoelétrico

Variação do valor de medição

.

.

0-300 kPa

Variação do valor de medição . . 0-300 kPa Conexão de cabos. pressão do turbo [V

Conexão de cabos. pressão do turbo

[V J~

 

5

 

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O

50

100

150

200

250

300

[kPs]

Sensor, posição do pedal do acelerador (7065)

Referência Volvo

1620170

Tipo

potenciómetro

6

7065

BN c: -1kO GR ~ - I BL
BN
c:
-1kO
GR
~
-
I
BL

3

2

,

~

~

).

Grupo 23 EDC

Especificações

Comando regulador EDC

Referência Volvo.

-

Especificações Comando regulador EDC Referência Volvo. - Conexão de cabos, comando regulador EDC Torques de aperto

Conexão de cabos, comando regulador EDC

Torques de aperto

Acoplamento da bomba injetora

D10A

Parafuso de fixação do acoplamento ao eixo motor

Parafusos de fixação da bomba

. .

Sensores

Rosca M16

.

8153623

114±10Nm

11 ,4±1 ,0 kgfm

62

± 5

Nm

6,2 ±0,5 kgfm

20 Nm

2,0 kgfm

r

Grupo 23 EDC

Ferramentas

Ferramentas especiais

Ferramentas

As ferramentas especiais a seguir mencionadas usam-se nas reparações do sistema EDC. As ferramentas podem ser solicitadas à Volvo do Brasil Veículos Ltda. pelas referências indicadas. precedidas dos algarismos 999. por ex.

9991801.

i

i

l

~~ 981 2323 8178 9987057 6931 0060 8180

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~~ 981 2323 8178 9987057 6931 0060 8180

981 2323

8178

~~ 981 2323 8178 9987057 6931 0060 8180
~~ 981 2323 8178 9987057 6931 0060 8180

9987057

~~ 981 2323 8178 9987057 6931 0060 8180

6931

~~ 981 2323 8178 9987057 6931 0060 8180

0060

~~ 981 2323 8178 9987057 6931 0060 8180

8180

9510060

Multímetro digital. Para medições elétricas

8178

Adaptador Para medições e verificações

6899

Caixa de testes. Para medições e verifica­ ções no diagnóstico de avarias.

8180

no diagnóstico de avarias. Adaptador. Para medições e verificações

6931

Adaptador.

Para medições e verificações

no diagnóstico de avarias.

no diagnóstico de avarias

8190

Instrumento de medição.

6956

Ferramenta para girar o volante do motor.

9987057

Ferramenta para ajuste do avanço da

9812323

Adaptador

bomba injetora

8

,

Grupo 23 EDC

Funcionamento

Construção e funcionamento

"-"

General idades

Como alternativa à bomb2 Injetora com regulador centrífugo na qual o débito de injeção de combustível é regulado mecanicamente, há um sistema chamaao EDC (Electronlc Díesel Contrai), que regula eletroni­ camente o débíto de injeção Nos veículos com EDC foi acrescentado um certo número de funções especiais e existe a POSSibilidade de combinar várias dessas funções, ao contrário do que acontecia anteriormente em que essas funções apenas existiam como sistemas separados.

EDC

Controle Eletrônico de Diesel

Funcionamento do sistema EDC

Diferenças entre os reguladores mecânico e eletrânico

Uma bomba injetora com regulador centrífugo regula

mecanicamente o débito de inJeção de combustível. poder manter as rotações do motor correspondentes à

O regulador centrífugo detecta a posição do pedal de acelerador e compara essa posição com as rotações da bomba,

O débito de injeção aumenta ou diminui para a bomba

posição do pedal.

1

I

v

2

I

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3

4

A

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7J

7 C
7 C

Bomba injetora com regulador centrífugo

1 Débito de Injeção máximo

2 Débito de Injeção mínimo

3 Aceleração máxima

4 Marcha lenta

A Cremalheira reguladora B Árvore de cames da bomba injetora C Alavanca de aceleração D Regulador centrífugo

,

9

Grupo 23 EDC

Funcionamento

No sistema EDC. o regulador centrifugo da bomba Injetora foi substituído por um dispositivo regulador

eletromagnético

O dispositivo regulador é comandado por uma unida­

de de;comando eletrônico que recebe sinais de diver­ sos sensores e contatos montados em vários pontos do motor e do veiculo A partir da informação recebida

dos sensores. de comando calcula o débito de injeção para cada situação de carga do motor

A posição do pedal do aceierador. que é comandada mecanicamente, é detectada no sistema EDC por meio de um sensor.

1

é detectada no sistema EDC por meio de um sensor. 1 Bomba injetora com dispositivo regulador

Bomba injetora com dispositivo regulador para EDC

ii·,

I

I

1 Débito de injeção máximo

2 Débito de injeção mínimo

3 Aceleração máxima

4 Marcha lenta

5 Sensor de posição da cremalheira reguladora

Unidade de comando do sistema

A unidade de comando recebe sinais dos sensores

abaixo descritos e a partir desses sinais determina a

quantidade de combustível que deve ser injetada para

o motor em cada situação de carga.

• Sensor de posição do pedal de acelerador

• Velocidade do veículo

• Rotações do motor

• Pressão do turbo

• Temperatura do ar na admissão do motor

• Temperatura do líquido de arrefecimento

10

6 Dispositivo regulador

7 Sensor de rotações

8 Sensor de posição do pedal de acelerador

A Unídade de comando

B Dispositivo regulador (6064)

Além dos sinais dos sensores usam-se ainda diversos sinais das várias funções, tais como

• Comando regulador EDC

• Freio de escape

• Pedal de embreagem

• Pedal de freio

• Freio do reboque

,

Grupo 23 EDC

Funcionamento

Funções especiais

• Programador de velocidade constante

O veículo mantém uma velocidade constante Inde­

pendente da carga a que o motor é submetido.

• Programador de rotação constante

Funções de monitoramento

O sistema EDC vigia as funções abaixo indicadas e

avisa por meio de códigos de avaria visíveis em uma lâmpada de diagnóstico. se ocorrer qualquer anoma­ lia.

O

motor mantém constante o regime de rotações

Temperatura do líquido de arrefecimento

regulado, por exemplo para trabalhar com um guincho independente da carga a que é submetido.

Temperatura do ar na admissão do motor

• Limitador de velocidade

Pressão do turbo

 

A

velocidade máxima dà veículo é limitada a um

valor previamente regulado, que se encontra pro­

Tensão

das

correias

do

alternador

(correias

gramado na unidade de comando.

frouxas)

• Parada do motor

As rotações do alternador tornam-se instáveis e

O

motor pára por meio da chave de partida em vez

não acompanham as rotações do motor.

de se usar o comando mecânico separado para

 

parada do motor

O

número de vezes que a lâmpada de diagnóstico

A parada do motor com a chave de partida existia

anteriormente apenas como um sistema separado.

• Proteção do motor durante a partida a frio

Na partida a frio, as rotações máximas do motor

são limitadas a um valor máximo.

• Proteção do motor na condução a grandes alti­ tudes

No caso de haver risco de excesso de rotações do

turbo, é limitada o débito máximo de injeção.

• Parada de emergência com comando à distân­ cia

A parada de emergência do motor pode ser feita á

distânCia a partir de um equipamento extra, por exemplo guincho para trabalhos florestais

acende e pisca, corresponde ao código de avaria atual. A sequência da intermitência da lâmpada inicia­

se com o botão de diagnóstico.

B

da lâmpada inicia­ se com o botão de diagnóstico. B A Botão de diagnóstico B Lâmpada

A Botão de diagnóstico

B Lâmpada de diagnóstico

11

Grupo 23 EDC

Descrição dos componentes

Descrição dos componentes

.

l

Descrição dos componentes Descrição dos componentes . l 24V .,8 1 Lâmpada de diagnóstico (5024) 10
Descrição dos componentes Descrição dos componentes . l 24V .,8 1 Lâmpada de diagnóstico (5024) 10
24V .,8
24V
.,8

1

Lâmpada de diagnóstico (5024)

10 Sensor da pressão de carga do turbo (7066)

2

Caixa de relés (3060)

11 Sensor da temperatura do ar na admissão (7067)

3

Porta fusíveis (51)

12 Sensor da temperatura do liquido de arrefecimento

4

Tomada para testes (28)

(756B)

5

Comando regulador EDC (1125)

13 Ouantidade de combustível

6

Velocimetro (701)

14 Sensor de rotações

7

Sensor do pedal do acelerador (7065)

15 Corte de injeção

8

Contato do pedal do freio (2008)

16 Sensor de rotações auxiliar

9

Contato do pedal da embreagem (2007)

17 Freio do reboque

 

18

Unidade de comando (9058)

12

,

Grupo 23 EDC

Descrição dos componentes

Unidade de comando (9058)

A unidade de comando, que é a parte central do sis­

tema EDC, recebe continuamente informação de um certo número de sen;:;ores e cantatas elétricos colo­ cados em vários pontos do motor e do veículo.

A informação é processada na unidade de comando

que envia "ordens" para as diversas partes do siste­ ma. A unidade de comando vigia o sistema e gera códigos de avaria quando ocorrem eventuais avarias.

A unidade de comando está ligada a um cabo da

instalação elétrica por meio de um conector de 35

-

pólos.

Os valores programados na unidade de comando quando é fabricado são os seguintes:

• Limitação de velocidade

• Rotações máximas constantes

• Recuperação das rotações anteriores (RESUME)

• Programador oe velocidade constante, velocida­ des mínima e máxima

• Número de calibragem do tacógrafo

A localização da unidade de comando do sistema

EDC nos veículos NL está debaixo do banco do pas­ sageiro (nas cabinas longas, a unidade de comando está colocada debaixo da cama no lado do passagei­

ro).

do pas­ sageiro (nas cabinas longas, a unidade de comando está colocada debaixo da cama no
do pas­ sageiro (nas cabinas longas, a unidade de comando está colocada debaixo da cama no

,

13

Grupo 23 EDC

Descrição dos componentes

Bomba injetora

A bomba injetora fornece o combustível para o motor

e o regulador (6064) comanda os débitos de injeção.

A bomba inJetora trabalha mecanicamente com ele­

mentos da forma tradicional. independente do regula­ dor ser comandado por processo mecanico ou por

processo elétrico

Função de corte de injeção

A bomba injetora tem uma função de corte de injeção

que é comandada pela unidade de comando.

Esta função não se destina a cortar a injeção quando

se pára o motor com a chave de partida, mas sim a

ser utilizada apenas pelo sistema EDC no caso de surgir uma situação de emergência. Os SinaiS são então enviados á unidade de comando,

a qual por sua vez ativa a função de corte da injeção.

dois tipos de função de corte de injeção. depende

da

versão do motor.

O

princípio de funcionamento é equivalente, mas o

processo de operação difere de acordo com a descri­ ção que segue:

Motores equipados com EDC

A função de corte de injeção é acionada por ar com­

primido. A parada por ar comprimido tem uma válvula solenóide (603), um cilindro pneumático e uma ala­ vanca de parada do motor. Numa situação de emergência, ativa-se a válvula a qual atua o cilindro pneumático que por sua vez acio­

na mecanicamente a alavanca de parada do motor.

A alavanca de parada do motor aciona a cremalheira

reguladora da bomba injetora por intermédio do dis­ positivo regulador. A cremalheira é então puxada para

a

posição de corte de injeção.

O

motor pára instantaneamente assim que se aciona

o

comando de parada por ar comprimido.

Obs.: O comando de parada por ar comprimido não é afetado pela posição da chave de partida quando se

purga o ar do sistema de combustível

A localização da válvula solenóide do comando de

parada do motor por ar comprimido nos veiculas NL

está na frente da cabina á esquerda ao lado da válvu­

la de freio

14

da cabina á esquerda ao lado da válvu­ la de freio 14 1 2 1 Bomba

1

2

1 Bomba injetora

2 Regulador (6064)

- \~ 0 - - 1
-
\~
0
-
-
1

2

1 Cilindro pneumático

2 Alavanca de comando de parada do motor

(6064) - \~ 0 - - 1 2 1 Cilindro pneumático 2 Alavanca de comando de

Válvula solenóide (603)

Grupo 23 EDC

Descrição dos componentes

Regulador (6064)

o regulador e eletrônico. sendo comandado pela uni­ dade de comando. O regulador contém os seguintes comoonentes

• Dispositivo regulador

O dispositivo regulaaor é formado por um eletrolmã

que comanda o movimento da cremalheira regula­ dora aa bomba inJetora

• Sensor de posição

O

sensor de posição informa a unidade de coman­

do

da posição da cremalheira reguladora da bom­

ba

InJetora.

Isto dá à unidade de comando a possibilidade de

comandar o movimento da cremalheira reguladora e em cada momento determinar se deve aumentar

ou diminuir a corrente elétrica para o eletroimã.

',,-,

Sensor de rotações O sensor ce rotacões informa à unidade de co­ manGO soore as rotacões do motor

O Sistema EDC recebe SinaiS de dOIs sensores

para medir as rotações do motor

O Sinal de rotações do motor proveniente do sen­

sor no regulador. é o sinai principal do sistema

O sinai normal de rotações para o conta-giros do motor é usado pelo sistema como um sinal reser­ va.

do motor é usado pelo sistema como um sinal reser­ va. 1 2 • 1 Débito

1

2

é usado pelo sistema como um sinal reser­ va. 1 2 • 1 Débito máximo de

1 Débito máximo de inJeção

2 Débito minimo de inJeção

3 Aceleração máxima

4 Marcha lenta

5 Sensor de posição da cremalheira reguladora

-------------- ------.,-

r:"

6

DispOSitiVO regulador

7

Sensor de rotações

8

Sensor de posição do pedal do acelerador

A

Unidade de comando

B

Regulador (6064)

15

r

Grupo 23 EDC

Descricão dos componentes

Caixa de relés (30GO)

.A cáixade relés está localizada embaixo da central elétrica a frente do banco do passageiro. A caixa de relés contém diversos relés para várias funcões incluindo a alimentacão de corrente elétrica para o sistema

"'1

.>

Um comando para parada de emergência do motor pode. por exemplo ao trabalhar com um gUincho. ser ligado à caixa de relés.

o comando de parada de emergência, marcado com

a

palavra·STOP·' na figura abaixo. liga-se entre .'+" e

o

borne 6 da caixa de relés

entre .'+" e o borne 6 da caixa de relés c Fusíveis o sistema EDC está
c
c
entre .'+" e o borne 6 da caixa de relés c Fusíveis o sistema EDC está

Fusíveis

o sistema EDC está protegido por 2 fusíveis normais de fusão. Os fusíveis estão localizados ao lado da lâmpada da central elétrica à frente do banco do pas­ sageiro.

Os fusivels.

por sua vez. estão montados em porta

fusiveis de 1 pólo (51). Os fuslvels desempenham as seguintes funções:

15 A Fusível principal do sistema (51 A) 5 A Fusivel separado para o comando regulador

EDC (51 B)

funções: 15 A Fusível principal do sistema (51 A) 5 A Fusivel separado para o comando

16

,

Grupo 23 EOC

Descrição dos componentes

Sensor, pedal de acelerador (7065)

o sensor do pedal de acelerador é um pontenclôme­ tro que é acionado pelo mOVimento do pedal. Os sinais do sensor ihformam a unidade de comando sobre a posição do pedal do acelerador a cada mo­ mento. A posição do pedal é levada em conta peia unidade de comando ao calcular o débito de mjeção

Interruptor de corte, freios (2008)

Há um interruptor de corte acionado pelos freios. que tem os contatos fechados na posição de repouso Quando se trava. o interruptor corta a ligação dos contatos. O interruptor está localizado na válvula de freio a esquerda, à frente da cabina.

Interruptor

de

corte,

embreagem

(2007)

Há um interruptor de corte localizado entre a embrea­ gem e o cilindro servo da embreagem embaixo do pa­ ralama esquerdo. O contato reage com a pressão de 50 kPa.

ralama esquerdo. O contato reage com a pressão de 50 kPa. 706! T   f  

706!

T

 

f

 

qQJ -=­

""a

GR

2

I

"'--'

 

I

6l

1

   
f   qQJ -=­ ""a GR 2 I "'--'   I 6l 1     ,
f   qQJ -=­ ""a GR 2 I "'--'   I 6l 1     ,

,

17

Grupo 23 EDC

Descrição dos componentes

.

I

Sensor, pressão do turbo (7066)

o sensor mede a soma da pressão do turbo com a pressão aÚTlosférica e fornece à unidade de comando um sinai sob a forma de tensão elétrica que é propor­ clorfál a esta pressão A unidade de comando toma er(l,;conslderação a pressão do turbo ao calcular o débito de inJeção, Q'sensor está ligado ao coletor de admissão do motor por um tubo de plástico, A fixação do sensor é feita por mela de um suporte,

A !ocallzação do sensor nos veiculas NL está no su­

porte do filtro de ar,

sensor nos veiculas NL está no su­ porte do filtro de ar, 7066 Sensores de temperatura
sensor nos veiculas NL está no su­ porte do filtro de ar, 7066 Sensores de temperatura

7066

Sensores de temperatura do líquido de arrefecimento (756B) e do ar de ad­ missão para o motor (7067)

Cada um destes sensores é uma resistência NTC, cUJo valor de resistência diminui quando a temperatu­ ra sobe, O sensor de temperatura do líquido de ar­ refeCimento do motor está montado na caixa do ter­ mostato e o sensor da temperatura do ar de admissão para o motor está montado no coletor de admissão,

A unidade de comando leva em consideração a tem­

peratura do liquido de arrefecimento e a' temperatura

do ar de admissão para o motor ao calcular os débitos

de injeção. A temperatura do líquido de arrefecimento

é determinante para cálculo do tempo durante o qual

as rotações máXimas do :notar são limitadas depOIS da partida a frio

para cálculo do tempo durante o qual as rotações máXimas do :notar são limitadas depOIS da

18

7067

e

para cálculo do tempo durante o qual as rotações máXimas do :notar são limitadas depOIS da
para cálculo do tempo durante o qual as rotações máXimas do :notar são limitadas depOIS da

I

Grupo 23 EDC

Descrição dos componentes

'-

Comando regulador EDC

o comanao regulador EDC está localizado no painel

de instrumentos e usa-se para ajustar as rotações do

motor e a velocidade. ,e ainda para fazer o diagnóstico

de

avarias.

O

comando regulador possui um interruptor um botão

e

uma lâmpada de diagnóstico

Botão

e

lâmpada

de

diagnóstico

(5024)

O botão e a lâmpada de diagnóstico usam-se no dia­

gnóstico de avarias no sistema EDC.

A unidade de comando vigia os sensores do sistema

e gera códigos de avaria desde que ocorra alguma avaria. Se houver códigos de avaria registrados, a

lâmpada começa a piscar ou então permanece acesa, conforme o código de avaria gerado.

Os códigos de avaria facilitam o diagnóstico de ava­ rias. dando Informação sobre a localização das avari­

as

ocorridas no sistema.

O

número de vezes que a lâmpada de diagnóstico

pisca corresponde ao código de avaria O botão de diagnóstico usa-se para Iniciar a freqüêncla de in­ termitência da lamp2da.

Interruptor (1125)

O

interruptor usa-se para

regular três- funções distin­

tas

Regime de rotações da marcha lenta

Programador de rotações constantes, por exemplo ao trabalhar com tomada de força

Programador de velocidade constante

8

de força • Programador de velocidade constante 8 A Botão de diagnóstico B Lâmpada de diagnóstico

A Botão de diagnóstico

B Lâmpada de diagnóstico

C Interru ptor

Programador de velocidade constante 8 A Botão de diagnóstico B Lâmpada de diagnóstico C Interru ptor

1125

5024

,

19

r/

Grupo 23 EDC

Descrição dos componentes

Tom',ªda de testes (28)

o reQdimento do veiculo pode ser controlado em mo­ vime~tcr.pDrmeio da tomada de testes. Na tcfrnada de testes há ligações que se usam para verificar a posição da cremalheira reguladora da bom­ b~mjetora e a pressão de carga do turbo. A~àrtlr dos valores medidos pode-se fazer uma avali­ ação do rendimento do veiculo.

pode-se fazer uma avali­ ação do rendimento do veiculo. '~ Os conta tos do pedal da

'~

Os conta tos do pedal da embreagem e do freio de pé bem como o potenciómetro do pedal de acelerador podem ser verificados por meio da tomada de testes durante a condução.

Para poder utilizar o Instrumento de diagnóstico para caminhões Volvo, existe uma tomada de comunicação preparada para o sistema EDC. Através desta tomada

é possivel a programação dos parâmetros (por ex:

programação de velocidades máxima e minimal, as­

sim como a leitura e cancelamento dos códigos de falha

A localização da tomada de comunicação para o veí­

culo NL. está na frente do banco do passageiro. na central elétrica.

da tomada de comunicação para o veí­ culo NL. está na frente do banco do passageiro.

20

,

Grupo 23 EDC

Condução do veículo

Condução do veículo equipado com EDC

-

Partida do motor

o n~otcr de um veiculo equipado com EDC tem oartl­ '

da como qualquer out'ro motor

No

aquecimento. ocorre normalmente. O débito de in!e­ ção na partida do motor é determinada pela tempe~a­ tura do liquido de arre~eclmentodo motor.

aue

fiZ

resoeito

ao

pré-aquecimento

e

ao

025­

Normalmente

não

é

necessarlo

pisar

no

pedal

de

aceierador.

• Girar a chave até à posição de pré-aquecimento e deixá-Ia em seguida voltar até à posição de condu­ ção. Dependendo da temperatura do liqUido de ar­

refecimento. a duração do pré-aquecimento varia

entre 35 segundos. Uma lâmpada de controle mantém-se acesa enquanto durar o pré­ aquecimento. QU3nto ao tempo de duração do pré­ aquecimento Ver o diagrama ao lado

• A partir do momento em que a chave retorna até à poslcão de condução do motor. iniCia-se um perlo­ do de pós-aquecimento com duração igual à do pré-aquecimento. O pós-aquecimento é indicado peia lâmpada de teste.

• Efetuar o controle dos freios pressionando o pedal de freio por aproximadamente 4 segundos. A lâm­ pada de diagnóstico deve apagar e não deve ficar registrado nenhum código de avaria

Se a temperatura do líquido de arrefecimento estiver compreendida entre -10°C e +50°C as rotações máxi­ mas do motor ficam limitadas a 1000 rpm durante os primeiros segundos depoIs da partida do :notor. para garantir uma lubrificação perfeita de todas as peças do motor.

A -1 O°C o limite de rotações será de 15 segundos e a partir daí, quanto mais alta for a temperatura do motor mais curto será período de partida do motor. A +50°C deixa de haver limitação das rotações máxi­ mas. DepoIs da partida do motor frio ocorre um au­ mento das rotações da marcha lenta a qual é regulada automaticamente de acordo com a temperatura do motor. As rotações da marcha lenta descem para o valor normal quando a temperatura do liquido de arre­ fecimento atingir cerca de 45°C.

Condução

O sinai do pedal de acelerador e o sinal dos freios de pé e do reboque têm.] mesmo nivel de prioridade na unidade de comando. Esta condição permite o uso do acelerador e do freio simultaneamente. Isto pode ser desejável se algum cantata do freio ficar pendurado" ou no caso de "efeito de canivete" no reboque.

[5]

60

50

40

30

20

10

~

I I I I I I I I i% I I I I I I
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10
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70

[ Oe]

I I I I -20 -10 o 10 20 30 40 50 60 70 [ Oe]

Tempos de partida de pré e pós-aquecimento

Tempo de partida do motor (segundos)

Temperatura do liquido de arrefecimento (OC)

Ex.

A -20°C o ar de admissão é pré-aquecido entre 45-55 s

A +10°C o ar de admissão é pré-aquecido entre' 25-35 s

A +35°C o ar de admissão é pré-aquecido entre

0-5s.

Parada do motor

No sistema EDC o motor está equipado com comando elétrico de parada, deve parar quando se gira a chave de partida para a posição "0".

,

21

r

Grl)po 23EDC

Condução do veículo

Utili~açãodo programador de velocidade "cruise control"

.;xó

A função do programador de velocidade constante

pode:~,~f. usado- se a velocidade do veículo estiver Elntre:oslimites mínimo e máximo programados.

Nc{rmalmente. a velocidade mínima programada para 6'p~ogramador de velocidade é de 30 km/h. mas este

. v~lpf pode ser alterado pela concessionária a pedido do cliente. ,'i, velocidade máxima de velocidade normalmente coincide com a velocidade máxima do veículo, mas esse valor pode ser alterado pela concessionária.

Acionar O programador de ve­ locidade

• Quando o veículo tiver atingido a velocidade pre­ tendida, apertar o botão do interruptor para a frente (SET+) e soltá-lo imediatamente. O veiculo então manterá essa velocidade constan­ te.

• Ajustes posteriores da velocidade do veículo po­ dem ser feitos com o interruptor. Deslocando o botão do interruptor para a frente (SET+) a velocidade do veículo aumenta. Deslo­ cando o botão do interruptor para trás (SET-) a velocidade do veículo diminui.

de

velocidade

• o programador de velocidade desliga automati­ camente quando se usar o freio de escape, o freio do reboque, o freio de pé ou o pedal de embrea­ gem.

• O programador de velocidade desliga, se o pedal do acelerador for usado continuamente durante mais de dois minutos e também se a velocidade descer abaixo de 15 km/h.

• A posição "OFF" do botão do interruptor também se pode usar para desligar o programador de ve­ locidade.

• Se o motor por qualquer motivo atingir o limite máximo de rotações, o programador de velocida­ de desliga automaticamente.

Desligar

o

programador

Obs.: Adquirir o hábito de usar sempre algum dos ped~is acima mencionados ao desligar o pro­ gramador de velocidade.

22

RE­

SET-i­

SUME

OFF

o pro­ gramador de velocidade. 22 RE­ SET-i­ SUME OFF SET+ OFF SET­ RESUME Aumentar rotações

SET+

OFF

SET­

RESUME

Aumentar rotações Desligar Reduzir rotações Retomar

de

velocidade

• Quando se pretender retornar ao programador de velocidade, mudar o botão do interruptor para a posição "RESUME". A velocidade mantida cons­ tante antes áe ser desligada é assim recuperada. O botão deve ser mantido na posição "RESUME" pelo menos 2 segundos.

posição

Retornar

ao

programador

A velocidade

mínima

para

utilizar

a

"RESUME" é 15 km/h.

Nota: Imediatamente após a partida do motor não

se pode "retornar" nenhuma velocidade por que a

memória é zerada quando o motor pára.

Grupo 23 EDC

Condução dó veíclJlo

Regulagem da velocidade constan­ te

Se o veículo estiver parado e querendo que o motor

trabalhe a um regime 'de rotações diferente da marcha

lenta. por exemplo para usar a tomada de forca esse regime de rotações pode ser ajustado com o c~~ando regulador EDC.

O regime máximo de rotações constantes que se

pode obter é normalmente 1200 rpm. Durante a regulagem de rotações constantes pode-se

conduzir o veículo a uma velocidade até o limite ma­ xi mo de 12 km/h. Pode-se aumentar e diminuir as rotações do motor deslocando o botão do Interruptor para frente (SET +) e para trás (SET-) Deslocando o botão do interruptor para a esquerda

- (RESUME) o motor volta ao regime de rotações que está programado na unidade de comando. Este regime de rotações é normalmente de 1000 rpm e apenas pode ser obtido cerca de 1 segundo depois

de

se ter efetuado a verificação dos freios.

O

regime de rotações máximas para trabalhar com a

tomada de força previamente programado pode ser alterado com uma nova programação da unidade de comando feita pela concessionária

O retorno à marcha lenta obtém-se aClonando qual­

quer um dos pedais de embreagem e ainda o freio do reboque ou o freio de escape. A posição OFF do bo­ tão do interruptor também se pode usar para retorno à marcha lenta normal. Obs.: Adquirir o hábito de usar sempre algum dos pedais acima mencionados ao desligar a regu­ lagem de velocidade.

Limitador de velocidade

O sistema EDC também pode funcionar como limita­ dor de velocidade. Esta função pode ser usada para satisfazer as pretensões do cliente ou para cumprir disposições legais Se houver uma velocidade máxima programada na unidade de comando, essa velocidade encontra-se indicada na etiqueta existente na unidade de coman­ do. Então é possível conduzir o veículo a uma veloci­ dade superior à indicada. Se o sinal de veiocidade estiver errado ou se faltar esse sinal num veículo com limite de velocidade má­ Xima, a velocidade passa a ser límitada ao valor má­ ximo programado por meío de redução das rotações máximàsdo motor.

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RE- SET+

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SUME'

OFF

L "'iI;'   " SUME' OFF ?r SET+ Aumentar rotações OFF Desligar SET­

?r

SET+

Aumentar rotações

OFF

Desligar

SET­

Reduzir rotações

RESUME

Retomar

Na ma,rcha mais alta da caixa de mudanças, as rota­ ções máximas do motor reduzidas correspondem à velocidade máxima programada.

comando

Os

apenas podem ser alterados pela concessionária. Se houver exigências legais, a velocidade máxima é programada na unidade de comando na produção.

valores' programados

na

unidade

de

,

23

Grupo 23 EDC

Condução do veículo

Ajuste das rotações da marcha lenta

As rotações do motor em marcha lenta podem ser ajus(~das entre 480-800 rpm com o comando regula­ dor EDC. Para ajustar as rotações da marcha lenta, é preciso que estejam satisfeitas as seguintes condições:

O motor deve estar quente (mais de 45°C). O veículo deve estar parado com o pedal de acelerador na posição de repouso, motor em mar­ cha lenta.

o.

O tacógrafo não pode estar avariado (tem que haver sinal C3).

Se regular a marcha lenta antes do motor estar quente, a lâmpada de diagnóstico começa a piscar. Verificando então os códigos de avaria, será apresen­ tado o código 18. Isto quer dizer que a unidade de comando recebeu informação a partir do comando regulador EDC de que há algum erro. O código 7 é apresentado se o tacógrafo indicar velocidade ex­ cessivamente alta.

for

A lâmpada de diagnóstico começa a piscar se

cometido algum erro durante o ajuste e deixa de pis­

car aproximadamente 10 segundos depois de todos

os comandos estarem na posição de repouso.

depois de todos os comandos estarem na posição de repouso. S E T + O F

SET+

OFF

SET­

RESUME Retomar

Aumentar rotações Desligar Reduzir rotações

o ajuste das rotações da marcha lenta faz-se da seguinte maneira:

Pressionar o pedal do freio a mantê-lo pressiona- do durante todo o ajuste.

Deslocando o botão do interruptor para trás (SET-)

as rotações

cada vez que se deslocar o botão do interruptor.

da marcha lenta diminuem 10 rpm a

~

2 Deslocar o botão do interruptor do comando regu­ lador EDC para a esquerda (RESUME) e mantê-lo nessa posição pelo menos 4 segundos.

5

Depois das rotações da marcha lenta ajustadas para o valor pretendido desloca-se o botão do in­

 

terruptor para a esquerda (RESUME) e mantê-lo

'-'"

3 Deixar o

botão

do

interruptor voltar

à poslçao

 

nessa posição aproximadamente 4 segundos.

!

l

neutra.

As rotações do

motor diminuem

até

ao

valor mínimo da marcha lenta.

 

6

Deixar o botão do interruptor na posição neutra.

4 As rotações da marcha lenta podem agora ser

7

Soltar o pedal do freio.

ajustadas com o botão do interruptor. Deslocando o botão do interruptor para a frente (SET+) as rotações do motor aumentam. As rota-

A unidade de comando do sistema EDC memoriza as rotações da marcha lenta recém programadas

 

ções da marcha lenta aumentam 10 rpm a cada e o motor passa daí em diante a trabalhar em

 

vez que

se desloca o botão do interruptor para a

 

marcha lenta neste novo regime de rotações.

I

frente.

I.

24

,

Grupo 23 EDC

Instruções de reparo

Instruções de reparo

Instruções gerais para trabalhar com veículos equipados com SIS­ tema EDC

Importante: As recomendações abaixo devem ser cumpridas para não danificar a unidade de comando do sistema EDC

• Para desligar o conector de 35 pólos da unidade de comando, é preciso que é3 chave de partida es­ teJa na posição O".

• Nunca desligar o Interruptor de corte geral de cor­ rente elétrica com o motor em funcionamento.

• Nunca desligar cabos das baterias com o motor em funcioname:lto.

• Para carregar as baterias com carregador de carga rápida é preciso desligar primeiro o interruptor ge­ rai ou os cabos das baterias. Para uma carga normal das baterias não é neces­ sário desligar o interruptor geral

• Usar unicamente baterias como mela auxiliar de partida Equipamento auxiliar de partida ligado á rede elétrica pode fornecer sobre tensão e danifi­ car a unidade de comando

• No caso de haver suspeitas de instalação elétrica danificada, por exemplo após uma colisão, desligar o conector de 35 pólos da unidade de comando. Obs: Para desligar ou ligar o conector da unidade de comando, a chave de partida tem que estar na posição "O"

• Para secagem da pintura em estufa é preciso desmontar previamente a unidade de comando A temperatura máxima a que o veículo pode ser submetido com a unidade de comando monta­ da é de GO°C. Quando um conector for desligado de um sensor, tomar todas as precauções possíveis para que os bornes do conector não apanhem óleo nem qual­ quer outro líquido. Se isso acontecer. podem ocorrer problemas de mau cantata.

Alternador

:;;:~

A unidade de comando utiliza as rotações do alterri~ dor como sinal de reserva de rotações em relação:~o sinai de rotações da bomba InJetora que é o sífTal

principal

Se a polia do alternador for substituída por outra de menor diâmetro, o motor trabalha oe forma Irregular a

alto regime de rotações. porque a unidade de coman­ do interpreta o sínal proveniente do alternador como Indicação de excesso de rotações dO motor.

1#'

,,--::':~~

Neste caso não é no entanto registrado nenhum códi­ go de avaria no sistema de diagnóstico. Nota: Nunca substituir o alternador por outro de tipo diferente. O alternador está protegido contra sobre­ cargas

25

,

I,

Grupo 23 EDe

Pedal de acelerador, ajuste

21,1 21 -2

Pedal de acelerador, ajuste

acelerador, ajuste 21,1 21 - 2 Pedal de acelerador, ajuste 1. Regular a haste do sensor

1. Regular a haste do sensor de aceleração entre o pedal de aceleração e o sensor, de maneira que o pedal do acelerador fique na mesma altura do pe­ dal de freio. CF10 Nota: Não deixar o pedal do acelerador mais alto que o pedal do freio.

deixar o pedal do acelerador mais alto que o pedal do freio. 26 2. Soltar a

26

2.

Soltar a porca do parafuso limitador do curso final do pedal de aceleração. CE13 CE19

3.

Apertar o parafuso limitador para baixo até o final.

4.

Pressionar o acelerador para baixo com a mão, até o curso final do sensor de acelerador.

5.

Girar o parafuso limitador até encostar no pedal do acelerador.

6.

Soltar o pedal do acelerador para que volte a po­ sição de repouso.

7.

Girar duas voltas no sentido anti-horário o parafu­ so limitador do curso final, e travá-lo com a porca de fixação.

~

Nota: Este ajuste é de extrema importãncia, o qual evita que o batente seja feito no sensor de aceleração. CE13 CE19

Grupo 23 EDC

Bomba injetora, Remoção

23670-1

Bomba injetora, remoção

Ferramenta especial: 6956

Nunca dobrar nem deformar qualquer tubo de combustível, seja de baixa ou de alta pressão, para evitar trincas que podem provocar a fratura dos tubos.

Nota: Todos os tubos de combustível e de óleo de­ vem levar tampas de proteção quando as uniões fo­ rem desligadas.

A montagem posterior da bomba injetora é facilitada se o motor ficar com o 1 0 cilindro na compressão má­ xima (0° no volante do r,lotor e ambas as válvulas do 1 0 ciiindro fechadas)

5 2
5
2

3

7

Os números de poslçao na figura são referentes ao texto que segue.

1.

Limpar a bomba injetora. os tubos de comt:Justível e a parte do motor mais próxima da bomba. 'c;,

2.

Desconectar o chicote elétrico do regulador e a ligação do comando de corte de Injeção da b'dmba injetora Nota: proteger as conexões da sujeira.

3.

Retirar os tubos de combustivel entre os filtros,.a bomba de alimentação e a bomba injetora. CE19.

4. Retirar a cu pilha do pino e remover o pino que fixa a haste do cilindro pneumático da alavanca do "', comando de parada.

5. Retirar o tubo de retorno e os tubos de entrada e saida de combustível da bomba injetora. CF12, 19

6. Desligar os tubos de alta pressão da bomba inJe­ tora e dos injetores. CF17 Os tubos desmQntam-se por seções sem desaper­ tar as braçadeiras que os fixam uns aos outros. Nota: Nunca dobrar os tubos de alta pressão.

aos outros. Nota: Nunca dobrar os tubos de alta pressão. 7. Retirar o tubo de óleo

7.

Retirar o tubo de óleo de lubrificação entre a bom­ ba injetora e o bloco do motor.

8.

Retirar a tampa das válvulas do 1 0 cilindro.

9.

Retirar a tampa de inspeção na parte debaixo da carcaça do volante do motor e montar a ferramen­ ta de girar o volante 6956

tampa de inspeção na parte debaixo da carcaça do volante do motor e montar a ferramen­

27

Grupo 23 EDC

Bomba injetora, Instalação

10. Girar o volante do motor no sentido de rotação

na compressão máxima (0 0 e ambas as válvulas do 1 0

até o 1 0

cilindro ficar

no volante do motor cilindro fechadas).

11. Girar o volante do motor 1/4 de volta no sentido oposto ao da rotação do motor. passando para além do nLJmerO de graus do avanço da bomba. e a seguir girar para a frente no sentido de rotação do motor até o número correto de graus do avan­ ço (segundo a folha de normas de Teste Diesel) ficar visível em frente do ponto de referência na carcaça do volante.

12. Soltar o parafuso de fixação do eixo de acopla­ mento da bomba ao eixo motor. Retirar os para­ fusos que fixam o eixo de acoplamento no flange montado na bomba injetora. Puxar o eixo motor da bomba para a frente no eixo motor.

13. Retirar os parafusos que fixam a bomba no supor­ te. ALLEN 12 mm S14, extensão, cabo de força

23672-1

Bomba injetora, instalação

Ferramentas especiais: 6956,

9987057

Nunca dobrar nem ·.deformar qualquer tubo de com­ bustível, seja de baixa ou de alta pressão, para evitar trincas que podem provocar a fratura dos tubos.

Nota: Não tirar as tampas de proteção da bomba injetora antes de montar os tubos à bomba. Proteger da sujeira as conexões elétricas na bomba.

Usar arruelas de cobre novas.

1. Retirar a tampa de inspeção na parte debaixo da carcaça do volante do motor e montar a ferra­ menta 6956 para girar C' volante.

2. Verificar se o 1° cilindro está na compressão má­ xima (00 no volante do motor e ambas as válvu­ las do 1° cilindro fechadas).

3. Girar o volante do motor 1/4 de volta no sentido oposto ao da rotação do motor, passando para além do número de graus do avanço da bomba, e a seguir girar para a frente no sentido de rotação do motor até o número exato de graus do avanço (segundo a folha de normas de Teste Diesel) ficar visível em frente do ponto de referência na car­ caça do volante do motor.

4. Desapertar o parafuso de fixação do flange do acoplamento da bomba ao eixo do motor.

5. Montar a bomba injetora no lugar e apertar os parafusos de fixação da bomba com torque de 45±5 Nm (4,5±O,5 kgfm). ALLEN 8 mm, S14, extensão torquímetro

6. Verificar se o eixo de acoplamento da bomba está bem limpo e completamente isento de óleo e sujeira. Montar o eixo de acoplamento da bomba no flan­ ge na bomba injetora e apertar os parafusos com torque 62±5 Nm (6,2±O,5 kgfm). CE14 CF15

Nota: Não apertar o parafuso de fixação do flan­ ge do eixo de acoplamento ao eixo motor.

7. Retirar o tampão da caixa do regulador da bom­ ba. ALLEN 8 mm

o tampão da caixa do regulador da bom­ ba. ALLEN 8 mm 8. Girar o acoplamento

8. Girar o acoplamento da bomba até o resalto indi­ cador do ponto de injeção ficar visível no furo da caixa do regulador.

da bomba até o resalto indi­ cador do ponto de injeção ficar visível no furo da

Grupo 23 EDC

Bomba injetora. Instalação

9. Instalar a ferramenta de ajuste do ponto de inje­ ção 9987057 no furo da caixa do regulador e ligar a ferramenta à massa. Girar o acoplamento da bomba até ambos os led's na ferramenta acenderem, o que significa que o resalto indicador do ponto de injeção se encontra entre as duas pontas com elasticidade da mola na ferramenta de ajuste. Nota: Quando ambos os led's na ferramenta

9987057 estão acesos, o motor tem o 1 0 cilindro

na compressão máxima e o volante do motor apresenta em frente ao ponto de referência na carcaça do volante o número de graus de avanço indicados na informação de normas de Teste Die­ sel, o avanço da bomba injetora no motor está

corretamente ajustado. Obs.: Maiores informações ver Manual de Servi­ ço Grupo 23, Regulador do ângulo de injeção.

/--- I
/--- I

10. Apertar o parafuso de fixação do flange do aco­ plamento ao eixo motor com torquímetro.

(114±10 Nm) (11,4±1 kgtm).

817, extensão torquímetro

11 Verificar o ângulo de avanço de injeção.

12. Retirar a ferramenta 9987057 do furo do tampão na caixa do regulador e desligar a ferramentq,;da massa.

na caixa do regulador e desligar a ferramentq,;da massa. 13. Em uma bomba injetora para EDC

13. Em uma bomba injetora para EDC não deve ha­ ver nenhum óleo de motor na caixa do regulador. Nota: Nunca c010car óleo na caixa do regulador, como se faz com as bombas injetoras do tipo tradicional. Obs.: Há uma bomba de óleo na bomba injetora para retirar todo o óleo que eventualmente possa entrar para a caixa do regulador.

que eventualmente possa entrar para a caixa do regulador. 14. Retirar a ferramenta 6956 da parte

14. Retirar a ferramenta 6956 da parte debaixo da carcaça do volante do motor e montar a tampa de inspeção. CE11

18 22 19 18
18
22
19
18

,

29

Grupo 23 EDC

Bomba injetora. ajuste do motor

Os números de posição na figura são referentes ao texto que segue.

15. Montar o tubo de óleo entre a bomba injetora e o

bloco do motor

514, extensão, cabo força

16. Montar os tubos de alta pressão. CF17 Nota: Os tubos de alta pressão não podem ser dobrados.

Nota: Os tubos de alta pressão não podem ser dobrados. 17. Montar a tampa das válvulas

17. Montar a tampa das válvulas no 1 0 cilindro. 513

18. Montar os tubos de entrada e saída de combustí­

retorno na bomba injetora.

vel

e

o

tubo

de

CE12,19

19. Montar os tubos de combustível entre os filtros de combustível a bomba ínjetora e a bomba de ali­ mentação.

20. Instalar o pino que fixa a haste do cilindro pneu­ mático e travá-lo com uma nova cupilha.

21. Ajustar o curso do cilindro pneumático na sua fixação. Quando o cilindro pneumático está ativa­ do na sua posição de fim de curso deve haver uma folga de 1-2 mm entre a alavanca de parada do motor e o tirante do cilindro. Nota: É importante que seja feito o ajuste para que não possam ocorrer avarias quando é ativada a haste de pressão do cilindro pneumático.

22. Conectar o chicote e!étrico ao regulador e montar na bomba injetora a ligação para o corte de inje­ ção. Nota: Verificar se as ligações estão isentas de sujeiras.

23. Fixar o chicote elétrico com braçadeiras.

Eliminar

24. o

ar

do

sistema

de

combustível

(sangrar).

ar do sistema de combustível (sangrar). 23622-2 Bomba injetora, ajuste do mo­ tor Ferramentas

23622-2

Bomba injetora, ajuste do mo­ tor

Ferramentas especiais: 6956,

9987057

1. Desmontar a tampa de inspeção

da

carcaça do volante do motor e montar a ferra­

menta 6956 para girar o volante. CE11

por baixo

a ferra­ menta 6956 para girar o volante. CE11 por baixo i 2. Desmontar o tampão

i

2. Desmontar o tampão da caixa do regulador da bomba injetora. ALLEN 8 mm

da caixa do regulador da bomba injetora. ALLEN 8 m m 3. Girar o motor para

3. Girar o motor para frente até o resalto indicador do início de injeção começar a ser visível pelo furo do tampão na caixa do regulador.

até o resalto indicador do início de injeção começar a ser visível pelo furo do tampão

I

Grupo 23 EDC

Bomba inJetora. ajuste do motor

4. Colocar a ferramenta de ajuste do ponto de IIlje­ ção 9987057 no fUro da caixa do regulador e ligar a ferramenta a massa. Girar o acoplamento da bomba até ambos os leds na ferramenta acenderem. o que significa que o resalto indicador do ~onto de injeção se encontra entre as duas pontas com elasticidade da mola na ferramenta de ajuste Nota: Quando ambos os led's na ferramenta 9987057 estão acesos. o motor tem o 1 0 cilindro na compressão máxima e o volante do motor apresenta em frente ao ponto de referência na carcaça o número de graus de avanço indicados na informação de normas de Teste Diesel. o avanço da bomba IIljetora no motor está correta­ mente ajustado.

I /---,
I
/---,

5. Se for necessario ajustar o avanço, desapertar o . parafuso de fixação do flange do acoplamento do eixo do motor da bomba Depois do ajuste do avanço da bomba, apertar o parafuso de fixação com torque de 114±10 Nm (11,4±1,0 kgfm) (Vide instalação da bomba injetora)

,

31

Grupo 23 EDC

Manutenção

Manutenção

As instruções sobre a forma de executar cada serviço encontram-se nos manuais de serviço 1 (17) e 1 (18).

Tipo de serviço

Periodo

 

Trabalhos a efetuar

Tipo de serviço

 

Consultar o manual de serviço 1(17) inspeção Oe entrega e revisões de garantia. A inspeção de entrega deve ser feita sempre depoIs de montada a superestrutura.

Revisão de garantia

4

semanas

(ou

no

máx

10.000 km)

 

Revisão de garantia

Ao fim de 4 semanas (no màx. 10.000 km)

Consultar o manual de serviço 1 (17) Manutenção Pre­ ventiva do manual de serviço. 1 (16) Serviço de Lubrifica- ção.

Serviço de Lubrificação Inspeção Trimestral

Manutenção Preventiva

De acordo com o seguinte:

 

Serviço de Lubrificação Inspeção Trimestral Serviço de Lubrificação Servicos Adicionais

Cada

3 meses

 

Cada

3 meses

Cada 12 meses Cada 12 meses

Grupo 23 EDC

Verificação de funcionamento

Verificação de funcionamento

Verificação de funcionamento simplificado

Quando a unidade de comando recebe tensão elétri­ A verificação de funcionamento descrito a seguir é um ca. efetua uma verificação do sistema EDC. método simplificado que permite verificar se as partes

A verificação de funcionamento dos contatos elétricos

dos freios deve ser feito pelo condutor do veículo

pressionando o pedal do freio

A programação de velocidade constante não se pode

utilizar desde que algum dos contatos elétrlcos dos freios não funcione

essenciais do sistema EDC funcionam corretamente

A verificação de funcionamento simplificado faz-se da seguinte maneira:

o motor deve estar parado e a chave de partida

na posição de condução

Nota: Os depósitos de ar dos circuitos do freio

dianteiro e traseiro devem estar cheios

 

2

Zerar a memória de avarias segundo a seção "Diagnóstico" sob o titulo "Cancelamento dos co­ digos de avaria armazenados"

3

Girar a chave para a posição "O" e a seguir para a posição de condução

4

A

lãmpada de diagnóstico deve acender com bri­

 

lho fixo.

 

5

Pressionar e soltar em seguida o botão de dia­ gnóstico Verificar por ordem se existem os se­ guintes códigos:

Código de avaria 3 == A verificação dos freios não foi feito

Código de avaria 4 == Falta de sinal de rotações.

,-'

6

Pressionar o pedal do freio durante 4 segundos. A lâmpada de diagnóstico deve apagar

 

O

código de avaria 4 deve no entanto manter-se

na memória de avarias até o motor começar a funcionar, visto que não há sinal de rotações com

o motor parado

 

7

Quando se dá a partida no motor depois do pré­ aquecimento, não deve haver nenhum código de falha ao apertar o botão de diagnóstico

nenhum código de falha ao apertar o botão de diagnóstico A B Lâmpada de diagnóstico B

A

B Lâmpada de diagnóstico

Botão de diagnóstico

I:"

,

33

Grupo 23 EDC

Verificação de funcionamento

Verificação de funcionamento do programador de veloci­ dade e de rotações constantes

o programador de velocidade constante e de rotações

constantes devem desligar se

dassegulntes funções

• Pedal de embreagem

• Pedal de freio

• Freio de escape

• Freio do reooque

• Comando regulador EDC na posiçãoOFF"

for aClonada alguma

Se o motor por qualquer motivo atingir as rotações máximas, o programador de velocidade constante desliga automaticamente.

As rotações máximas nCl motor podem ser atingidas se o interruptor de corte no pedal de embreagem esti­ ver variado quando se pressiona o pedal da embrea­ gem para desativar o programador de velocidade constante Se o interruptor de corte estiver mal regu­ lado. podem ser atingidas as rotações máXimas no motor quando se pretende desativar o programador de velocidade constante com o pedal da embreagem.

A verificação de funcionamento faz-se da seguinte maneira:

Antes de iniciar os testes devem ter sido feitas as seguintes verificações:

O veiculo deve estar parado com o pedal de acele­ rador em repouso (o motor em marcha lenta)

O freio de estacionamento deve estar aplicado

O motor deve estar quente, o que facilita o contro­ le, ViStO que o número de rotações em marcha lenta é baiXO.

Verificar a posição "SET+" 'aumentando ao máxi­ mo as rotações constantes. O valor máximo de rotações constantes é nor­ malmente 1200 rpm

2

Verificar a posiçãoSET-" reduzindo as rotações constantes a cerca de 800 rprn

3

Verificar a poslção'OFF' deixando baixar as rota­ ções do motor até ao valor normal de marcha lenta.

4

Verificar a posiçãoRESUI\IIE" deixando as rota­ ções do motor subir até o valor de recuperação O valor normal de recuperação é de 1000 rpm

34

A verificação de funcionamento deve ser feito para

assegurar que a função de velocidade constante seja desligada Imediatamente se ocorrer alguma situação

critica.

O programador de velocidade constante usa os mes­

mos sinaiS que o programador de rotações constan­

tes, na regulagem e ao desligar.

A verificação de funcionamento do programador quer

de velocidade constante quer de rotações constantes

faz-se apenas no controle do programador de rota­ ções constantes

A vantagem é fazer a verificação de funcionamento

com o veículo parado, usando o comando regulador EDC No que diz respeito a verificação durante a con­ dução. ver em "Verificação básica do programador de

velocidade constante".

SET+

RE­

SUME
SUME

OFF

SET+

Aumentar rotações

OFF

Desligar

SET­

Reduzir rotações

RESUME

Retomar

As rotações máximas constantes e as rotações de recuperação podem ser alteradas pela conceSSionária

a pedido do cliente.

Os valores programados na unidade de comando encontram-se indicados em um adesivo colocado na

unidade de comando.

,

Grupo 23 EDC

Verificação de funcionamento

Na parte de verificação de funcionamento efetuada até aqui apenas foram verificadas funções individuais do comando regulador EDC.

Durante a parte restante da

mento verificar se a função de desli-gar o programa­

dor de rotações constantes funciona.

verifica cão de funciona­

Usar

rotações.

a

posicão

"RESUME"

para

aumentar

as

2 Verificar se a ~unção de desligar com o freio de escape funciona. pressionando o interruptor de contato do freio de escape. As rotações do motor devem baixar para o valor normal de marcha lenta.

3 Usar

a

rotações.

posição

"RESUME"

para

aumentar

as

4 Verificar se a função de desligar com a embrea­ gem funciona, pressionando o pedal de embrea­ gem. As rotações do motor devem descer para o valor normal de marcha lenta. A recuperação de rotações deve desligar na posi­ ção em que se sente aumentar a "resistência" do pedal via cilindro servo da embreagem ou seja depois de eliminada a folga mecânica. Normalmente deve-se pressionar o pedal da em­ breagem entre 25-45 mm.

5 Usar

a

rotações.

posição

"RESUME"

para

aumentar

as

6 Verificar se a função de desligar com o freio de pé funciona, pressionando o pedal de freio. As rotações do motor devem descer para o valor normal de marcha lenta.

7 Usar posição "RESUME" para aumentar as rota­ ções.

8 Verificar se a função de desligar com o freio do reboque funciona, acionando o comando manual do freio do reboque. As rotações do motor devem baixar para o valor normal de marcha lenta.

Verificação básica do programador de velocidade constante

No caso de sinal de velocidade errado do tacógrafo, pode-se em certas circunstâncias obter o " programa­ dor de velocidade constante " baseada no sinal de rotações em vez de ser baseada no sinal de veloci­ dade.

Isto pode ser controlado. verificando se após ser ati­ vada a função "RESUME" a recuperação obtida é da velocidade ou das rotações anteriores.

Conduzir o veiculo a cerca de 40 km/h e cerca de 2000 rpm.

2 Ligar o programador de velocidade com "SET+" no comando regulador EDC.

3 Mudar para a velocidade imediatamente acima na caixa de mudanças e recuperar a velocidade anterior do vefculo com a função "RESUME" no comando do regulador EDC.

4 A velocidade anteriormente regulada que era cerca de 40 km/h deve ser recuperada.

Se a velOCidade estabilizar com o motor a 2000 rpm, o sinal de velocidade está possivelmente errado. O programador de velocidade estabilizou nas rota­ ções anteriores que neste caso eram cerca de 2000 rpm, em vez de estabilizar na velocidade anterior que era cerca de 40 km/h.

SET+

RE­

SUME
SUME

OFF

SET+

Aumentar rotações

OFF

Desligar

SET­

Reduzir rotações

RESUME

Retomar

I

~

Grupo 23 EDC

Verificação de funcionamento

Verificação do limitador de velocidade

A maneira mais simples de verificar o funcionamento

I, da função limitadora de velocloade é conduzindo o

I veiculo com a marcha mais alta na caixa de mudan- ças engatada Não 'sendo possível conduzir o veiculo em estrada.

I

Na fábrica ou no concessionário pode a velocidade

máxima ser programada na unidade de comando Se o cliente não tiver indicado nenhuma outra veloci­ dade. a velocidade máxima estará compreendida

entre 95-140 km/h.

conforme a desmultiplicação do

pode-se fazer um certo controle da limitação de velo­ diferenciai do veículo

cidade fazendo a verificação da função limitadora das rotações máXimas do motor A unidade de comando Interpreta O km/h (veículo parado) com uma aV2ria no sinal de velocidade do tacógrafo As rotações do motor são limitadas ás rota­ ções correspondentes á velocidade máxima progra­ mada

A estimativa da velocidade máxima faz-se da seguinte maneira:

Verificar qual é o número de calibragem do tacó­ grafo K (Impulsos/km). O número de calibragem está escrito numa pequena etiqueta que se pode ler quando se abre o tacógrafo.

2

Verificar o número de calibragem que se encontra indicado na unidade de comando. O número de calibragem do tacógrafo deve ser igual ao que está na unidade de comando, para que a função limitadora de velocidade funcione

3

Verificar o limite de rotações máximas do motor N (rpm), acelerando a fundo.

4

Se for atingido o valor de rotações máximas sem carga, não há nenhum limite máXimo de velocida­ de programada e a velocidade do veículo pode na prática atingir um máXimo de aproximadamente 140 km/h.

Uma estimativa da velocidade máxima programada pode-se obter por meio da seguinte fórmula

Velocidade máxima (km/h) = N (rpm) x 360 K (impulsos/km)

36

programada pode-se obter por meio da seguinte fórmula Velocidade máxima (km/h) = N (rpm) x 360

,

Grupo 23 EDC

Verificação de funcionamento

Verificação do interruptor de corte (2007)

Uma das várias formas de desligar o programador de velocidade constante é pressionar o pedal da embre­ agem. Para evitar que a embreagem patine, o programador de velocidade constante deve desligar antes da em­ breagem desembrear. Se o interruptor de corte do pedal da embreagem estiver avariado isso pode fazer a embreagem patinar desnecessariamente. O ponto de corte com o pedal da embreagem deve ser verificado para assegurar um funcionamento cor­ reto.

A verificação do ponto de corte faz-se da seguinte maneira:

'-'

Conduzir o veículo a uma velocidade aproximada

de 70 km/h e com as rotações do motor entre

1800-2050 rpm. Ligar o programador de velocida­

de constante com "SET +" no comando regulador

EDC.

2 Desligar o programador de velocidade constante atuando o freio de escape. Deixar a velocidade do veículo reduzir para cerca de 45 km/h.

3 Ligar outra vez o programador de velocidade constante girando o botão do comando regulador EDC para a posição "RESUME", quando a veloci­ dade tiver diminuído para cerca de 40 km/h.

4 Quando a velocidade se aproximar de 60 km/h pressionar ligeiramente o pedal de embreagem.

O programador de velocidade constante deve

desligar sem a embreagem patinar.

Se houver tendência para a embreagem patinar, o

funcionamento do interruptor de corte deve ser verificado.

O funcionamento verifica-se segundo a seção

"Verificação de funcionamento", sob o título "Programador de velocidade constante".

a seção "Verificação de funcionamento", sob o título "Programador de velocidade constante". , 37

,

37

Grupo 23 EOC

Verificação do rendimento do motor

Verificação do rendimento do motor

Na verificação de rendimento do motor podem ser medIdos os seguintes parâmetros na conexão de 9 pólos. de ligações para teste (28)

• PI-essão do turbo

• Curso da cremalheira reguladora

• Pedal do acelerador

• Pedal do freio

• Embreagem

A localização da conexão de ligações para teste difere um pouco entre os vârios modelos de veiculos Ver em'Oescrição dos componentes' sob o titulo Conexão de ligações para testes'.

A verificação do rendimento do motor faz-se medindo

a tensão elétrica dos diversos parâmetros.

A medição elétrica substituI a maneira antiga de verifi­ ­

cação do rendimento dos motores.

As duas diferentes maneiras de medir o rendimento do motor são equivalentes, visto existir uma relação

a pressão do turbo e o

entre as tensões medidas,

curso da cremalheira reguladora da bomba injetora.

As ligações são feitas de acordo com as Instruções que seguem abaixo

2

Ligar a caixa

6931.

de testes

6899 com

o adaptador

Ligar o adaptador 8180 â conexão de 15 pólos do adaptador 6931.

3 Ligar a conexão de 9 pólos do adaptador 8180 â conexão de ligações para testes.

4 Efetuar as medições com o multímetro 9510060 segundo as respectivas Instruções de medição.

Quando se iniCiam as medições de verlfícações de I rendimento do motor não deve naver nenhum código de avaria armazenado na memória de códigos de avaria. Efetuar a verificação de funcionamento simpli­

nenhum código de avaria armazenado na memória de códigos de avaria. Efetuar a verificação de funcionamento

ficado

6899

na memória de códigos de avaria. Efetuar a verificação de funcionamento simpli­ ficado 6899 8180 6931

8180

na memória de códigos de avaria. Efetuar a verificação de funcionamento simpli­ ficado 6899 8180 6931

6931

38

,

.~

na memória de códigos de avaria. Efetuar a verificação de funcionamento simpli­ ficado 6899 8180 6931

Grupo 23 EDC

Verificação do rendimento do motor

Valores nominais

Os valores nominais para Medições no veiculo para­ do" encontram-se no manual de especificações 2 (201 para o modelo de motor respectivo.

Medições no veículo parado

As medlcões abaixo que se efetuam com o veiculo parado. usam-se para confirmar se os sensores têm valores de medição correspondentes aos valores nominais Os vaiores de medição com o veiculo parado usam-se também para assegurar um ponto de partida para as medições a efetuar dLrante a condução.

Verificação básica do pedal de acelerador e do sensor da pressão do turbo

• Motor parado e a chave de partida na posição oe condução

Com o pedal de acelerador na posição de marcha lenta

Medição

Multímetro

Pontos de medição na caixa de testes

Valores

 

Anotações

 

Tensão de referê:lcia

Corrente continua

1 - 4

4,5 - 5,0 volts

Usa-se

para

calcular a ten­

são normalizada 0,6-~/o da tensão de refe­ rência (U ref.)

Curso da cremalheira

Corrente contínua

2-4

0,27 - 0,60 volts

Pressão do turbo

Corrente continua

3-4

1,35 - 1.65 \/olts

30 - 33 % da tensão de refe­ rência. pressão normal do ar 101 ,3±5 kPa (760 mm Hg)

Com o pedal do acelerador na posição de aceleração máxima

Medição

Multímetro

Pontos de medição na caixa de testes

Anotações

Pedal do aceiera­ dor

Corrente continua

( - 4

Valor nominal. 62-70% da tensão de referência (U ref.) Se a tensão do pedal do acelerador estiver abai­ xo de 62% verificar se a regulagem do parafuso limitador de curso do pedal está correta segundo as instruções da seção "Instruções de reparo"

,

39

Grupo 23 EDC

Verificação do rendimento do motor

Medição no veículo em movimento

o veículo conduz-se da forma descnta no titulo "Prova de condução" no Manual de Serviço ''Verificação de

o veiculo deve estar carregado com a c