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L&C 167- Ranking LS50

L&C 167- Ranking LS50

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ranking de lavadoras
ranking de lavadoras

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ano 29 • n

o
167 • j anei ro/ feverei ro 2006
Modernos
Sistemas de Dosagem
Novidades da
Fenatec Verão
Como Reduzir
Custos de Telefonia
Encarte Especial
Lavagem de Big Bag, EPI e Uniformes
l&c_167 - 17-03-2006.indd 1 31/3/2006 12:27:41
l&c_167 - 17-03-2006.indd 2 31/3/2006 12:28:00
L&C Conversa com o leitor
Lavanderia&Cia - 3
Edi tor Antôni o Carl os Bel ém de Mendonça
Subedi tor Sérgi o Tei xei ra
Jornal i sta responsável e redatora
Rosa Mari a Artusi - Mtb 21.459
rosa.artusi@ terra.com.br
Edi toração
Al l egro Comuni cação • (11) 5084- 0590
www.al l egrocom.com.br
alessandra@ allegrocom.com.br
Ti ragem
4500 exempl ares
Fal e conosco
Informações
anel @ anel .com.br
Assi naturas
anel @ anel .com.br
Sugestões de matéri as
rosa.artusi @ terra.com.br
anel @ anel .com.br
As matéri as assi nadas não traduzem necessari amente
a opi ni ão da revi sta e são de responsabi l i dade de seus
autores.
É proibida a reprodução total ou parcial das matérias e das
fotos sem ordem expressa dos editores.
Publ i cação bi mestral da
Associ ação Naci onal das Empresas de Lavanderi a
Rua Paes de Araúj o, 29
11º andar, conj . 111/ 113
CEP: 04531- 090 - São Paul o - SP
Tel / Fax: 11 3078- 8466
Si te: www.anel .com.br
e- mai l : anel @ anel .com.br
Participação
crescente
E
ste número de Lavanderi a & Ci a é o refle-
xo da crescente parti ci pação da ANEL em
di versas mani festações onde, de al guma
forma, o setor de l avanderi a se faz presente.
Representantes da ANEL vi si taram a Fenatec
e trouxeram aos l ei tores as úl ti mas novi dades
apresentadas em l avagens di ferenci adas de con-
fecci onados, novos teci dos e uni formes.
Com rel ação ao exteri or, as matéri as sobre
a fei ra Bread and Butter Barcel ona, na Espanha,
e sobre a Premi ère Vi si on, na França, na qual
recebeu destaque um associ ado da ANEL, regi s-
tram a evol ução dos efei tos especi ai s em j eans
no mundo, real i zados por l avanderi as.
O Encarte Especi al , trazendo i nformações
sobre l avagem de bi g bag, equi pamentos de
proteção i ndi vi dual e uni formes mostra que não
apenas os segmentos tradi ci onai s de l avanderi a,
mas também aquel es menos conheci dos, mere-
cem uma abordagem de destaque.
Uma outra evi dênci a da parti ci pação da ANEL
em di versos setores afins está no apoi o que a en-
ti dade presta a fei ras e eventos, pri nci pal mente
na área têxti l , em vári as regi ões do país.
Temos ai nda a destacar que i ni ci ati vas de
aperfei çoamento de al guns produtos da Associ a-
ção, como o Lavíndi ce On- Li ne e o Novo Mos-
truári o de Teci dos, estão em consonânci a com o
atual desenvol vi mento do setor de l avanderi as.
Tudo i sso e di versas outras matéri as o l ei tor
vai encontrar nesta edi ção, que está recheada de
boas notíci as.
Antoni o Carl os Bel ém de Mendonça
Presi dente da Anel
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L&C Sumário
• A sobrevi vênci a da empresa fami l i ar
• Ani versari antes de abri l , mai o e j unho
• Lavanderi as comuni tári as
Encarte informativo para você distribuir e
fidelizar os clientes de sua lavanderia! Para
maiores informações sobre esta novidade, entre
em contato com: (11) 3078-8466
Bol sa de Máqui nas Usadas
Lavanderia&Cia criou a Bolsa de Máquinas
Usadas para o proprietário de lavanderia que
quer comprar ou vender algum equipamento
que não sej a novo. Não é permitida a
participação de fornecedores na Bolsa de
Máquinas Usadas.
Para maiores informações: (11) 3078-8466
Outros destaques
Lavagem à
agua
Al vej amento Secagem em
tambor
Secagem
Natural
Passadori a Lavagem a
Seco
Temperatura Temperatura Temperatura
máx. 40º C permi ti do
al vej ante
cl orado
míni ma secar
pendurada
110º todos os
sol ventes
máx. 60º C não usar
al vej ante
cl orado
máxi ma secar na
verti cal
(não torcer)
150º l avagem com
hidrocarboneto
ou percl o-
roeti l eno
máx. 90º C não secar
em tambor
rotati vo
secar na
hori zontal
200º l avagem
somente com
hi drocar-
boneto
Ci cl o
normal
não passar não l avar a
seco
curto
manual
não l avar
Encar te exclusivo da revista Lavanderia & Cia
para distribuição nas lavanderias associadas à Anel.
nº 3
Si ga sempre os símbol os de l avagem e
passadori a das eti quetas.
Não retire a etiqueta de composição e
conservação que estão afixadas em suas
roupas, el as permi tem um mel hor resul tado
de l avagem e passadori a.
Há sempre uma l avanderi a associ ada
cui dando de você
www.anel.com.br
A conservação das
roupas e seus símbolos
5 Car tas
6 Anel Responde
7 Pi ngos & Respi ngos
Qual i dade
8 Qual i ficação de l avanderi as
8 Rel atóri o das reuni ões sobre o Sel o Anel
Jeans
9 Bread and Butter Barcel ona
10 Cedro Cachoei ra tem referênci a na Premi ère Vi si on
10 Tendênci as - Verão 2007
11 Uso de argi l a no tratamento de efluentes do j eans
Evento
12 Fenatec Pri mavera-Verão
Encar te Especi al
13 Um segmento pouco conheci do
13 Segurança para os empregados
14 Roupa Profissi onal , um Instrumento Soci al mente
Estratégi co
14 Inovação em Uni formi zação
15 Aprovada l ei de l avagem de uni formes
16 Roupas Especi ai s Anti - chamas
16 Ati vi dades e Eventos da Anel 2006
17 Associ ados Novos
Mídi a Di gi tal
19 Lavíndice Online: O mais completo guia de Lavanderias da Web
Tecnol ogi a
20 Modernos si stemas de dosagem aumentam a produti vi dade
20 Entrevi sta com Paol a Tucunduva
Comuni cações
22 Como reduzi r custos de tel efoni a

Apoi o
23 Anel apói a i ni ci ati vas de outros segmentos
Ranki ng de Máqui nas
24 Secador de 50kg a gás
25 Cl assi fi cados
Lavíndice online
Seu Guia de Lavanderias
agora na internet!
Acesse nosso site: www.lavindice.com.br
e cadastre a sua empresa no gratuitamente
até 10/5/2006.
A versão online do Lavíndice é muito mais fácil e
rápida. Contamos com sistemas de busca por ramo
de atividade e por empresa.
Participar do Lavíndice Online é tornar-se visível no
mercado para aqueles que possuem decisões de
escolha e compra.
C O M U N I C A Ç Ã O
( 1 1 ) 5 0 8 4 . 0 5 9 0
w w w . a n e l . c o m . b r
l&c_167 - 17-03-2006.indd 4 31/3/2006 12:28:40
Lavanderia&Cia - 5
L&C Cartas
No final de 2005, a Assembléia Legislativa
do Estado de São Paulo, derrubou o veto do
Governador de São Paulo ao Projeto de Lei No.
1102/ 03, que dispõe sobre a responsabilida-
de das empresas pela lavagem dos uniformes
usados por seus empregados no Estado de São
Paulo, de autoria do Deputado José Zico Prado
( PT) , transformando- o em Lei. Esse é o nosso
melhor exemplo da soma do empreendimento e
da garra com a colaboração, incentivo e apoio de
muitas pessoas e instituições representativas da
sociedade, mudando o paradigma da indiferença,
do desânimo, da não- participação e da falta de
solidariedade.
Que essas condições se repitam para cres-
cermos com responsabilidade e confiança, pro-
fissional e pessoalmente. Parabéns e um ótimo
2006 para todos.
Renato Glass
Como fazer para adquirir máquinas de la-
vanderia industrial a um preço mais acessível ou,
se possível, informações sobre empresas que
possam doar. Somos uma instituição de longa
permanência para idosos, Vila Vicentina de Boa
Esperança, mantida pela SSVP (Sociedade São
Vicente de Paulo), em Boa Esperança – MG.
Aqui se encontram 94 pessoas com problemas
de saúde, fazendo tratamento ou porque não têm
família ou alguém que cuide delas. Em 2004, a
Vigilância Sanitária veio aqui e condenou a nossa
lavanderia.
Precisamos de máquinas novas, pois as
nossas são muito ultrapassadas e não temos
condições financeiras. Estamos pedindo ajuda,
pois está acima de nossas possibilidades. Pre-
cisamos de lavadora com capacidade para 50
kg, secador, calandra, centrífuga, hidro- extrator.
Para entrar em contato conosco, o telefax é ( 35)
3851- 1020.
Grata pela atenção.
Vila Vicentina de Boa Esperança
Participamos pela primeira vez do jantar de
confraternização dessa Associação e queremos
cumprimentá- los pela organização e elegância
do evento, que foi pautado também pela simpatia
e receptividade dos funcionários e diretoria, que
não pouparam esforços para que todos se sen-
tissem à vontade e descontraídos, aproveitando
bastante a festa. Foi realmente uma agradável
noite de confraternização.
Parabéns a todos !!!!
Maria Helena e Sílvia
Lavanderia Poupa Tempo
Estou em uma cidade localizada ao norte de
Santa Catarina, com aproximadamente 40 mil ha-
bitantes, que não dispõe de serviços especializa-
dos de lavanderia. É uma cidade portuária, turísti-
ca, com vários hotéis, algumas industrias de médio
porte e a Petrobras. Não possuo experiência nessa
área, mas gostaria de atender a empresas e resi-
dências. Agradeço se a ANEL puder me orientar.
Noeli
Resposta
A ANEL di spõe de um manual bási co com i n-
formações que podem l he auxi l i ar especi al mente
na ati vi dade de atendi mento domésti co. Trata- se
da col eção Ori entando, que contém i nformações
sobre o funci onamento, maqui nári o necessári o,
produtos e i nsumos, l ayout, l ocal i zação, l egi sl a-
ção, normas técni cas, RH, procedi mentos l egai s,
capi tal e l ucro. Expl i ca também a di ferença entre
os di versos ti pos de l avanderi a. Para receber a
Col eção j untamente com um exempl ar do úl ti mo
número da revi sta Lavanderi a & Ci a e rel ação de
fornecedores, é necessári o efetuar um depósi to
na conta- corrente da ANEL e encami nhar o com-
provante com os seus dados compl etos. O custo
do materi al é de R$ 50,00 mai s as despesas do
correi o (R$ 30,00 conforme a ci dade de desti -
no i nformada), sendo assi m o val or total é de R$
80,00. Quanto ao setor de l avanderi a i ndustri al
i nformamos que se trata de uma ati vi dade mui to
competi ti va e que não possui frontei ras de Esta-
do. Dessa forma, pode haver uma l avanderi a de
S.Paul o l avando, por exempl o, para a Petrobrás
em sua ci dade. Assi m, sugeri mos que pesqui se
bem esse mercado para que i denti fique a real
demanda por um novo prestador de servi ços. Se
sua aval i ação for de que há espaço para um novo
negóci o, sugeri mos procurar um consul tor ou
empresas fornecedoras de equi pamentos para ve-
ri ficar as opções de equi pamentos e i nvesti mento
necessári o. Como o i nvesti mento vari a em função
do ti po de servi ço ofereci do, ti pos e capaci dade
dos equi pamentos (naci onai s ou i mportados) e
capaci dade produti va, não temos como i nformar
o val or envol vi do. Os fornecedores podem l he dar
uma i déi a..
Procuro por lavanderia para passar camisas e
camisetas na capital de São Paulo, localizada no
centro ou nos jardins. Em seu banco de dados há
muitas empresas, mas não sei como escolher.
Mary
Resposta
Em nosso si te (www.anel .com.br) pode ser
fei ta uma busca das l avanderi as associ adas à Anel ,
por estado, ci dade, ti po de l avanderi a etc. Para o
seu caso, procure por l avanderi as domésti cas.
Qual o preço de um Parecer Técnico emitido
pela ANEL para uma lavanderia não associada?
Resposta
O val or míni mo de cada Parecer Técni co para
não sóci o é de R$ 350,00. É preci so que a Asso-
ci ação anal i se previ amente a peça para veri ficar a
necessi dade de real i zação de testes ou mesmo a
possi bi l i dade de real i zação do Parecer. Lavande-
ri as associ adas pagam de R$ 35,00 a R$ 95,00
conforme o ti po de Parecer.
Necessito de informações da ANEL para elaborar
minha monografia. Se puder me ajudar ficarei muito
grata. Além disso, vou me tornar sócia da Anel, pois
estou montando uma lavanderia em Socorro, São
Paulo, e preciso dessa associação para me integrar
ao setor. Obrigada desde já pela atenção.
Camila Mazetto
Resposta
Será um prazer recebê- l a em nosso escri tó-
ri o. Se puder adi antar o teor das i nformações que
preci sa, prepararemos com antecedênci a al gum
materi al que l he possa ser úti l .
Economaster
A reportagem sobre a Economaster, na edi -
ção anteri or, despertou o i nteresse de mui tas
l avanderi as. Para faci l i tar a comuni cação com
essa empresa, i nformamos os seus tel efones
(44) 3246- 1068 e (44) 3026- 8767.
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L&C Anel Responde
6
Caso
Resíduos sól i dos proveni entes de cl i entes
(hospi tai s e cl íni cas) devem ser devol vi dos ou
não ao seu gerador? Ti pos de resíduos: gazes,
cateter de punção venosa profunda, l âmi na de
bi sturi , agul has, vi dros (frascos de medi camen-
tos), seri ngas, esparadrapos, fitas crepes e toucas
descartávei s.
Resposta
De acordo com Roni Marc Marti ns de Me-
nezes, especi al i sta em regul ação e vi gi l ânci a
sani tári a, da Anvi sa, os resíduos proveni entes
dos servi ços geradores de resíduos de servi ços
de saúde, devem ser gerenci ados por esses
estabel eci mentos. A el aboração do PGRSS é
competênci a de seus geradores, devendo obe-
decer a cri téri os técni cos, l egi sl ação ambi ental ,
normas de col eta e transporte dos servi ços l o-
cai s de l i mpeza urbana, deste modo o correto
manej o destes resíduos deve ser ofereci do por
seu gerador. Estes resíduos nem poderi am ter
saído destes Estabel eci mentos Assi stenci ai s de
Saúde - EAS, vi sto que i sto si gni fica que não es-
tão sendo bem gerenci ados, portanto, deve- se
encami nhar estes de vol ta para o seu gerador, de
forma que el es dêem o correto encami nhamento
no manej o dos resíduos de servi ços de saúde.
Mai s i nformações: arqui tetura.engenhari a@ an-
vi sa.gov.br ou tel efone: ( 61) 3448- 1046.
Quem deve cuidar dos
resíduos sólidos de hospitais?
Rasgo na calça de um
conjunto jeans
Caso
De quem é a responsabi l i dade por um ras-
go na cal ça de um conj unto de j eans?
Respost a
Anal i sando a área dani fi cada com uma
l ente de aumento, veri fi cou- se que houve um
atri to l ocal i zado. Nessa área, houve rompi -
mento de al guns fi os do teci do de cor azul . Os
fi os i ntei ros de trama e fi bri l as nas pontas dos
fi os no senti do do urdume evi denci am que o
dano foi ocasi onado pel o contato do teci do
com al guma superfíci e cor tante que deu ori -
gem a um dano físi co.
Como as peças passaram por revi são na
l avanderi a antes de serem encami nhadas ao
consumi dor, por se tratar de um dano evi dente
e pel o fato de a recl amação ter si do efetuada
somente após 15 di as da entrega ao consumi -
dor, não se consi dera que o dano tenha si do
causado pel o processo de l avagem ou durante
o período em que o conj unto esteve na l a-
vanderi a.
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Lavanderia&Cia - 7
L&C Pingos e Respingos
Jantar de confraterni zação
Como acontece todos os anos, a ANEL e o
Si ndi l av real i zaram em dezembro um j antar de
confraterni zação reuni ndo seus associ ados, par-
cei ros e col aboradores. Desta vez, com a presen-
ça de um ani mado conj unto musi cal , os parti ci -
pantes ti veram uma i ntegração ai nda mai or.
Lavíndi ce agora é on-l i ne
O Gui a de Fornecedores de Lavanderi a – La-
víndi ce – que teve sua pri mei ra edi ção em 2004,
na versão i mpressa, agora estará di sponível on-
l i ne, faci l i tando a parti ci pação de todos. Através
do Lavíndi ce, tanto a l avanderi a como os forne-
cedores do ramo podem anunci ar seus produtos.
Para parti ci par, basta acessar www.l avi ndi ce.com.
br. Depoi s de um período gratui to (até 10 de mai o
de 2006, o preço para i nserção é de R$ 150,00
para anúnci o si mpl es e R$ 200,00 para anúnci o
com l i nk para o si te da empresa.
Novo Mostruári o de Teci dos
Em 23 de feverei ro, no audi tóri o da ANEL,
em São Paul o, aconteceu o l ançamento do Novo
Mostruári o de Teci dos, que foi desenvol vi do para
ori entar e escl arecer dúvi das sobre teci dos, sua
forma de construção e a cl assi ficação dos pri nci -
pai s ti pos uti l i zados no mercado.
A nova edi ção apresenta agora i nstruções
bási cas de l avagem de cada amostra conti da no
mostruári o. Essa abordagem auxi l i a a i denti fica-
ção para que tratamento e cui dados, pri nci pal -
mente para as roupas recebi das sem i nstrução,
possam ser determi nados.
O mostruári o é i mportante também para
mostrar aos cl i entes da l avanderi a o profissi o-
nal i smo da empresa. A i nscri ção ao l ançamento,
que i ncl ui u pal estras, deu di rei to a um exempl ar
do Novo Mostruári o e o parti ci pante foi ori entado
sobre a mel hor uti l i zação dessa excel ente ferra-
menta de trabal ho.
Lavagem à água com aul a práti ca
A ANEL realizou em 14 e 15 de fevereiro, um
treinamento direcionado a funcionários de lavande-
rias domésticas, que ofereceu conhecimentos dos
diferentes produtos químicos utilizados para lava-
gem, suas características, comportamento com re-
lação às fibras têxteis, função no processo e avalia-
ção de quando e como cada um deve ser utilizado.
Tendo como ori entadores as equi pes técni cas
da ANEL e da Pl aneta Azul , o curso foi real i zado
nas dependênci as do Senai Franci sco Matarazzo,
no bai rro do Brás, em São Paul o, onde os al unos
puderam desenvol ver na práti ca processos de
l avagem de roupas do di a- a- di a, i tens del i cados
(l ã, seda), vesti dos de festa e bordados, vesti -
mentas com duas cores, roupas com detal hes em
couro e edredons.
Os parti ci pantes el ogi aram a i ni ci ati va e pe-
di ram que a Associ ação das Lavanderi as real i ze
mai s cursos práti cos para formar mão- de- obra
especi al i zada.
O curso teve o patrocíni o da Tecnol av, repre-
sentante da marca Maytag.
Fenatec – Fei ra Internaci onal de Tecel agem
De 6 a 9 de março, foi real i zada a 54ª. Fena-
tec (Fei ra Internaci onal de Tecel agem), no Pavi -
l hão de Exposi ções do Anhembi , em São Paul o.
Como novi dade, a Al cântara Machado, organi za-
dora da fei ra, sel eci onou 10 desi gners profissi o-
nai s tal entosos em estampari a para mostrarem
seu trabal ho. Também aconteceu o Fórum de
Cores Verão 2007, apresentando i nstal ação de 56
cores, todas al i nhadas ao gosto brasi l ei ro, al ém
de segui rem tendênci as i nternaci onai s da moda.
Houve um espaço l údi co onde o vi si tante pode
ter uma experi ênci a com os materi ai s e produtos
Pantone. Di ari amente, consul tores de moda res-
ponsávei s pel o espaço expl i caram as tendênci as
l ançadas no Fórum de Cores.
O Núcl eo de Gestão, coordenado pel o Se-
brae- SP, contou com pal estras gerenci ai s nas áre-
as de marketi ng e finanças. O Ceti qt, i mportante
centro de formação profissi onal para o setor têxti l ,
também promoveu pal estras técni cas.
Lançamento da Expol av 2007
Foi l ançada durante a Fenatec a próxi ma edi -
ção da Expol av, fei ra de equi pamentos, produtos
e servi ços para l avanderi as, a ser real i zada no
Parque de Exposi ções Anhembi , em São Paul o.
Informações sobre reserva de espaço e preços
com a organi zadora Al cântara Machado.
Notícias de mercado e das
atividades da ANEL
Jantar da ANEL e Sindilav
Curso de Mostruário de Tecidos
Fenatec , em março de 2006
l&c_167 - 17-03-2006.indd 7 31/3/2006 12:29:42
L&C Qualidade
8
Qualifi cação de Lavanderias
A
Associ ação das Lavanderi as – ANEL real i -
zou em dezembro reuni ões com cada um
dos segmentos de l avanderi a para propor
um si stema de qual i ficação das empresas.
Nessa reuni ão i ntrodutóri a com os empresá-
ri os, o consul tor Marco Antoni o R. de Ol i vei ra pro-
pôs ci nco i tens para di scussão, dentro dos quai s se
estabel eceri am parâmetros a serem segui dos para
a qual i ficação. São el es: 1) Rel ações Trabal hi stas,
2) Mei o ambi ente, 3) Procedi mentos operaci onai s,
4) Trei namentos, 5) Control e de Qual i dade.
Com relação a Relações Trabalhistas as empresas
teriam que seguir as NB - Normas Regulamentadoras
de Saúde e Segurança, registrar seus empregados,
efetuar os recolhimentos sociais e adequar- se aos
demais requisitos a serem fixados pela ANEL.
No que se refere ao Mei o Ambi ente, como a
l egi sl ação ambi ental di fere de regi ão para regi ão,
a Associ ação poderi a estabel ecer parâmetros
para cada segmento de l avanderi a, de preferênci a
com base em l ei s j á exi stentes.
Quanto aos Procedi mentos Operaci onai s,
cada segmento teri a a descri ção de suas opera-
ções e no que tange a Trei namentos, al ém dos bá-
si cos de pri mei ros socorros e exti nção de i ncên-
di o, seri am cri ados os trei namentos de funções.
No Control e de Qual i dade, seri am cri ados
procedi mentos de mel hori a contínua.
Os segmentos que apresentaram mai or i n-
teresse na qual i ficação foram o de l avanderi a
hospi tal ar e l avanderi a de uni formes e EPI. Outras
reuni ões darão prossegui mento ao programa. Os
i nteressados podem entrar em contato com a As-
soci ação pel o tel efone (11) 3078- 8466.
DATA: 01/12/2005 - Relatório da Reunião Preliminar
Faci l i tador: Marco Antoni o R. de Ol i vei ra
I - Qualidade: Uma Diferenciação. Foi apresenta-
do aos presentes o concei to do Sel o de Qual i dade
Anel para di ferenci ar a l avanderi a que pri ma pel as
boas condi ções e práti cas de trabal ho, fazendo
com que o mercado reconheça esta di ferenci ação
através de uma si nal i zação (Sel o de Qual i dade)
que comprove esta qual i ficação.
II - Pontos Básicos: Foram apresentados os pon tos
básicos comuns a todas as lavanderias, que se acre-
dita devam abranger itens e áreas de interesse social,
desenvolvimento profissional e primazia da quali dade
que são esperados dos bons profissionais do ramo.
Encargos
Rel ações Trabal hi stas
Saúde / Segurança
Mei o Ambi ente
Procedi mentos Operaci onai s
Trei namentos
Control e de Qual i dade
III - Pontos adicionais a serem atendidos: Con-
sul tados os representantes presentes em cada
segmento, el es i ndi caram i tens adi ci onai s ao
tópi co anteri or, para compl ementação do proces-
so de qual i ficação das l avanderi as. A segui r, as
opi ni ões recol hi das por cada setor consul tado.
– Setor de Jeans:
a) Fazer vi si tas posteri ores sem avi so para con-
firmação da Qual i ficação.
b) Segui r as normas míni mas referentes ao Mei o
Ambi ente rel ati vas ao setor, di tadas pel a ANEL.
c) Veri ficar o procedi mento de manutenção de
máqui nas e equi pamentos.
d) Veri ficar a ori gem dos produtos quími cos uti -
l i zados.
e) Veri ficar aprovação da uti l i zação de produtos
quími cos control ados.
f) Veri ficar a estocagem dos produtos quími cos e
o processo de separação e pesagem.
g) Comprovar a qualificação das instalações elétricas.
h) Ser associ ado da ANEL
– Setor Doméstico:
a) Possui r al vará da Prefei tura
– Setor Industrial e Roupa Branca:
a) Comprovar a capaci dade de qui l os l avados
b) Veri ficar a capaci dade de qui l os l avados x nº
de funci onári os
c) Fazer val i dação anual
d) No primeiro ano de validação deve haver duas visitas
e) Di vul gação ao mercado e à soci edade
f) Ao fazer a qualificação, entrevistar os funcionários
g) Apresentar Certi dões Negati vas de Tri butos
h) A ANEL deve al ertar as l avanderi as que não
seguem condi ções míni mas
– Setor Hospi tal ar:
a) Veri ficar Notas Fi scai s de compra de produtos
quími cos
b) Veri ficar desti nação do l i xo hospi tal ar
c) Pedi r para a l avanderi a i ndi car o seu índi ce de
não conformi dade
d) Veri ficar capaci dade de produção por homem-
hora de trabal ho
e) Agregar empresas de acredi tação hospi tal ar
ao trabal ho de qual i ficação
Obs: 1 - Foi proposto nesta reuni ão que a ANEL
deve fiscal i zar e ori entar l avanderi as que não se-
guem padrões míni mos de qual i dade, poi s estas
deni grem a i magem do setor e prej udi cam o tra-
bal ho de tercei ri zação do segmento de l avande-
ri as hospi tal ares.
2 - Foi ci tada pel os presentes a necessi dade de
reuni ões peri ódi cas para ori entação e trei namento
dos parti ci pantes, bem como apresentação de di -
ficul dades do setor.
Sel o de Qual i dade ANEL
Reunião do Segmento Industrial de Lavanderia
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Lavanderia&Cia - 9
L&C Jeans
F
oi agi tada a mel hor fei ra de j eans e stree-
twear da Europa, que rol ou entre os di as 18
a 20 de j anei ro no bai rro de Montj ui c em
Barcel ona. A fei ra que acontece duas vezes a cada
temporada em (Barcel ona e Berl i m), tem cresci do
consi deravel mente desde a sua estréi a no verão
de 2001, como um “ off show” para a Interj eans.
Marcas de peso no mercado como a Pepe Jeans
London, Repl ay e G- star, deram credi bi l i dade ao
evento que hoj e abrange uma i nfini dade de mar-
cas conheci das mundi al mente. Empresári os da
moda e fashi oni stas ci rcul aram por todos as áreas
do evento (Deni m, Fashi on, Superi or, BBB Stu-
di o.02, Sportswear, Mi l k & Honey, Sport & Street,
Street Couture e “ unti tl ed” ), fazendo negóci os e
se desl umbrando com o apel o vi sual cri ati vo e pra
l á de i nspi radores de cada uma das marcas.
Destaque de al gumas marcas
A Pepe Jeans London se destacou por mon-
tar ambi entações descontraídas de sal a, quarto,
banhei ro e j ardi m, onde os manequi ns estavam
di spostos com os “ l ooks” da nova col eção mui to
bem apresentados, mostrando o forte concei to da
marca.
A Repl ay montou um cenári o com troncos de
árvore, onde al guns bai l ari nos devi damente ves-
ti dos com o j eans da marca, fazi am performances
demonstrando versati l i dade e conforto.
A Lee se destacou por seus model os bem
construídos, com detal hes de pespontos i nu-
si tados e cai mentos i nteressantes, al ém da
ambi entação montada com espel hos, dando
ampl i tude e uma vi são tri di mensi onal dos l ooks
expostos.
A Wrangl er apresentou l avagens mai s artesa-
nai s com aspecto “ used” .
A G- Star, como sempre, apresentou peças
mui to bem construídas, com seu aspecto de
j eans bruto “ no washed” e detal hes de tachas e
rebi tes apl i cados di scretamente.
Entre as i tal i anas, se destacou a Fruta, que
trabal hou l avagens artesanai s envel heci das com
ral ados e detonados. É bem i nteressante a mi s-
tura de cores dos pespontos e o trabal ho de es-
tampari a.
A Parasuco apresentou uma novi dade na
construção de seu índi go, apresentando fio dou-
rado na trama que é revel ado quando sofre pro-
cessos de puído em suas l avagens.
A LTB by Li tl l e Bi g foi a marca que mel hor tra-
bal hou customi zação no j eans, usando materi ai s
desde avi amentos di ferenci ados até fios especi ai s
e bastante col ori dos, transmi ti ndo i rreverênci a e
moderni dade nas peças.
Col cci : marca que representa o Brasi l
A Col cci , em seu tercei ro ano consecuti vo na
Bread & Butter, apresenta uma col eção i nspi rada
nos i mi grantes al emães, i tal i anos, pol oneses e de
outros países europeus que chegaram ao Brasi l ao
final do sécul o XIX. O resul tado é uma col eção ro-
mânti ca com a cartel a de cores em tons envel heci -
dos, como o rosa pó, o rosa vel ho, gamas de ci nza,
azul escuro, vi nho, verde suj o, bege e off Whi te. A
ambi entação de seu espaço na fei ra é cl ean e dá a
i mpressão de estarmos no i nteri or de um navi o.
O j eans está mui to bem trabal hado com l ava-
gens detonadas e aspecto used. Mui tos detal hes
de manchados, respi ngados e desgastados. O vi -
sual se compl eta com os bordados florai s, botões
e rebi tes di ferenci ados.
Fonte: Jul i ana Ri zzo - Esti l i sta e Fashi on
Hunter (matéri a cedi da pel o si te do j eans, www.
gui aj eanswear.com.br)
Bread & Butter Barcelona
Destaques e novi dades da mai s agi tada fei ra de j eans
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L&C Jeans
10
Tendências - Verão 2007
CONCEITO: “ Hedoni smo” (Prazer i ndi vi dual e i medi ato)
E
ste tema si ngul ar confirma a tendênci a de
produtos adequados ao conforto, bel eza
e sati sfação pessoal . Um românti co me-
nos i ngênuo cruza os cami nhos do funci onal
e da sedução. O retorno ao esti l o e ao desi gn,
mui to comentado em outras estações, conti nua
val endo.
FORMAS: Espaço aberto para as j ardi nei -
ras e macacões, mi ni - sai as, vesti di nhos curtos,
bl usi nhas l eves com drapeados e franzi dos que
dão flexi bi l i dade e sensual i dade suave. Desta-
que também para os casaqui nhos curtos e cal -
ças retas para o femi ni no. No mascul i no, o con-
forto das cal ças ampl as e bol sos grandes com
detal hes em pespontos e fil i gramas col ori dos.
Peças menos concei tuai s e mai s funci onai s.
CORES: A atmosfera das cores se harmoni za
com os amarel os e verdes, vermel hos e turque-
sa. Espaço para os tons pastéi s l avados. Enfim,
temos que trabal har a cor como um “ materi al ” ,
ou sej a, é fundamental para a estação.
MATERIAL: Os i ndi spensávei s al godões
bási cos, bri ns bem estruturados. O aspecto
pesado dos al godões se desmancha no pri -
mei ro toque. As texturas traduzem um peso
que se desmente. Índi gos com efei to de trama
e urdume garantem um especi al efei to de l a-
vagens. A fl ui dez também está presente nos
teci dos mai s l eves.
DICAS DE LAVAGEM: Destroyed é a pa-
l avra- chave. Amaci ar e rel evar os al godões,
sarj as, tel as e j eans. Ti rar o excesso das co-
res, aspecto esbranqui çado. Novas propostas
com efei tos oxi dados, col agens com teci dos
di ferenci ados. Trabal har o artesanal agregando
val or às peças.
Lúci a Júl i a de Al mei da
Esti l i sta – Cedro
Cedro Cachoeira tem destaque na
Première Vision de Paris
Í
ndi gos e col ori dos da empresa brasi l ei ra
f oram i ncl uídos como dest aques na Pre-
mi ère Vi si on, f ei ra real i zada em Pari s, que
recebeu, em f everei ro úl t i mo, mai s de 40 mi l
vi si t ant es do segment o t êxt i l , proveni ent es
das mai s di versas par t es do mundo. Real i -
zada a cada sei s meses a most ra cont a com
aproxi madament e 800 exposi t ores reuni ndo
as mai s recent es novi dades do mundo da
moda.
As 12 ref erênci as da Cedro, const ant es
de sua Col eção Verão 2007, f oram apre-
sent adas no Fórum de Tendênci as da f ei ra
f rancesa, com excel ent e repercussão, evi -
denci ando sua si nt oni a com as novi dades do
mercado europeu. Hel der Vasconcel os, ge-
rent e de market i ng da companhi a, expl i cou
que seus novos índi gos, apresent ando novos
pesos e est rut uras, f oram cri ados a par t i r de
pesqui sas f ei t as em países como Ingl at erra,
França e Turqui a.
A val ori zação de ti ngi mentos mai s densos
oferecem di ferentes al ternati vas de l avagem. Um
dos produtos que mai s chamou a atenção dos vi -
si tantes é o índi go Osl o, com estrutura especi al
e di ferenci ada, na combi nação de cores como o
azul com castanho e o azul - esverdeado, destaque
para o próxi mo verão.
A parti r da fei ra pari si ense, a col eção foi
apresentada na Fenatec, entre os di as 6 a 9 de
março, e será exposta no decorrer do ano em vá-
ri as ci dades brasi l ei ras.
A Cedro Cachoei ra, associ ada à ANEL, hoj e
está entre os ci nco mai ores produtores mundi ai s
de deni m. Com 133 anos de tradi ção, a em-
presa, sedi ada em Bel o Hori zonte, exporta para
todos os países da Améri ca Lati na e Améri ca
Central e mantém negóci os nos Estados Uni dos
e na Europa, onde possui representantes. Mai s
de 10% de sua capaci dade produti va é desti nada
ao mercado externo.
Helder Vasconcelos na Fenatec
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Lavanderia&Cia - 11
L&C Jeans
Argila ajuda a tratar rejeito de lavanderias
P
ara cada tonel ada de gipsita – minério usado
na produção de gesso – extraída da região do
Araripe, no Sertão, são descartadas duas de
argil a. O material , do qual se aproveita apenas 2%,
pode ser usado no tratamento do rej eito das l avan-
derias de j eans, conforme revel a pesquisa da Agên-
cia Pernambucana de Meio Ambiente (CPRH).
A argila, de acordo com o estudo, tem a capaci-
dade de reter o corante do efluente, que normalmente
é descartado nos rios. Testes realizados pelo enge-
nheiro químico Gilson Lima mostraram que o mate-
rial retira até 99% da tinta presente no líquido descar-
tado pelas lavanderias de Toritama, no Agreste.
“ A argila funciona como um filtro de areia” , descre ve
Gilson, que realizou a pesquisa para seu doutorado em
engenharia de processos pela Universidade de Campi-
nas (Unicamp), em São Paulo. O trabalho, concluído
em novembro, se baseia num processo químico cha-
mado adsorção, em que uma substância adere a outra.
Os testes foram feitos em escala piloto e, antes
da tecnologia ser empregada em Toritama, que tem
53 lavanderias, será preciso fazer o trabalho em escala
industrial. Segundo ele, esse será o próximo passo da
pesquisa.“ Só depois poderemos indicar o tratamento
com argila para as lavanderias” , diz Gilson.
O método convencional adotado no local, segun-
do o engenheiro, é o físico- químico, com o uso de
sulfato de alumínio para remover o corante. A técni-
ca, no entanto, garante uma remoção de 50% a 70%
do corante, que é reaproveitado. No tratamento com
argila, é preciso misturar o material a uma solução
para retirar o corante num processo chamado dsorção
(inverso à adsorção). A tecnologia desenvolvida pela
CPRH permite, ainda, o reaproveitamento da argila na
produção de telha ou tijolo colorido.
O engenheiro credita que o processo não só se
mostra como uma saída para o tratamento de efluentes
das lavanderias de Toritama. Apresenta uma solução
para o problema da disposição inadequada da argila
no Araripe. “ É como se fechássemos um ciclo” .
Para o Sindicato das Indústrias do Gesso (Sin-
dusgesso), o uso da argila para o tratamento de
efluentes contribuiria para o reduzir o volume de
argila no Araripe. Atualmente, a produção anual de
gipsita é de quatro milhões de toneladas. “ Isso sig-
nifica um descarte de dois milhões de toneladas de
argila por ano” , explica o diretor Financeiro e de Pla-
nej amento do Sindusgesso, Hildeberto Alencar.
A argi l a corresponde à camada i nferi or ao sol o.
De acordo com o Si ndusgesso, são de sei s a vi nte
metros de barro que preci sam ser removi das até
as máqui nas ati ngi rem a camada de gi psi ta. Doi s
por cento da argi l a são aprovei tados na i ndústri a
cerâmi ca do Ceará, no processo de decantação de
cervej ari as e em refinari as de ól eo. “ O restante a
gente usa para tapar o buraco fei to para a extração
da gi psi ta” , di z Hi l deberto.
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12
L&C Eventos
Fenatec
Primavera-Verão
A
conteceu no i níci o de março, em São Pau-
l o, no pavi l hão de exposi ções do Anhembi ,
a 54º Edi ção da FENATEC – Fei ra Inter-
naci onal de Tecel agem, com as tendênci as em
moda para o verão 2006/ 2007.
Os vi si tantes puderam conferi r as novi da-
des de empresas como Santanense, Swarovski ,
Santi sta Têxti l , Santana Têxti l , Canati ba, Covol an,
Hori zonte Têxti l , Cedro, entre outros.
A fei ra apresentou um l ounge coordenado
pel a LexusStudi o com uma cartel a de 56 cores,
todas pesqui sadas e moni toradas pel a Pantone,
dentro das úl ti mas tendênci as da moda. No-
vos desi gners sel eci onados em vári os estados
brasi l ei ros puderam mostrar seus trabal hos em
estampari a, possi bi l i tando a i nserção destes pro-
fissi onai s no mercado de trabal ho e val ori zando o
desi gn brasi l ei ro.
A Rhodi a esteve na Fenatec mostrando os
l ançamentos das tecel agens e mal hari as homo-
l ogadas com a eti queta Amni . Doi s del es se des-
tacaram: o Amni Natural e - mi crofibra com apa-
rênci a de natural , e o Amni Al l umé - mi crofibra
com bri l ho da seda, perfei ta para apl i cação em
l i ngeri e. No estande da Rhodi a houve um espaço
reservado para as confecções com úl ti mos l ança-
mentos dos cl i entes homol ogados.
A Santi sta ocupou um estande com 120m²
com sal as transparentes. No evento, mostrou as
tendênci as do Verão 2007 em 12 l ooks cri ados
pel os al unos do 1º ano do Isti tuto Europeo de
Desi gn, o maki ng of de toda essa produção e
também um vídeo com resumo de todas as ten-
dênci as em um ambi ente que tem como tema a
i nformal i dade requi ntada.
A Santana Têxti l do Brasi l l ançou novos pro-
dutos para Spri ng - Summer 2007.
Após o sucesso de sua úl ti ma col eção outono
- i nverno 2006, a Spontaneous Deni m, a empresa
l ança novos produtos que i ntegram a sua cartel a
de índi gos para a Pri mavera – Verão 2007. A nova
col eção é composta pel o deni m Impacto, Marl i n,
Onl y Bl ue, Cover e Magneti c, al ém da l i nha Gue-
to, todos especi al mente pesqui sados pel a equi pe
de Desenvol vi mento de Produto para proporci o-
nar surpreendentes efei tos de l avagem i ndustri al
e peças com vi suai s di ferenci ados, que possi bi l i -
tam aos esti l i stas um trabal ho de formas vari adas
e i nusi tadas em suas cri ações.
A gama de cores para o Verão 06/ 07 apre-
sentada pel a empresa Hori zonte Têxti l traz tons
quentes, preto e branco e tons de bege e esverde-
ados. Entre os teci dos, cambrai as maqui netadas
l eves, estruturas aceti nadas e pel eti zadas 100%
al godão. A l i nha Interage traz teci dos que vão
i nteragi r com os desenvol vi mentos cri ati vos de
cada cl i ente, reagi ndo a i nterferênci as quími cas
ou físi cas como processos de l avagens e acaba-
mentos e uma nova versão do produto desenvol -
vi do para amaci ar e desbotar.
A empresa aposta também nas estampas.
Fl orai s ori entai s, rendas e bordados foram si mu-
l ados em tri col i nes e dentro da l i nha Li ght, a co-
l eção Pocket, vol tada para apl i cação em forros de
bol so e cós. Este l ançamento destaca a tendênci a
para customi zação i nterna das peças, dentro do
espíri to de l uxo di screto.
Ai nda dentro da l i nha de estampados a Chi ta
se mantém em destaque. A nova col eção traz moti -
vos e estampas i nspi radas no tema Bal i . De ol ho no
naci onal i smo e brasi l i dade movi dos pel a Copa do
Mundo, a empresa apresenta a l i nha Brasi l ei ri nho.
Doi s desenvol vi mentos di ferenci ados, sendo um
vol tado para o mercado promoci onal e outro uma
l ei tura de moda das cores do Brasi l em desenhos
óti cos e coordenados di versi ficados de flores, hi -
bi scos e outros el ementos com a cara do verão.
A Cordury apresentou:
- Bamboo Corduroy - é o novo vel udo cotel ê da
Corduroy e o pri nci pal l ançamento para a Fenatec.
Ao contrári o do vel udo tradi ci onal à base de al go-
dão, o Bamboo é fei to à base de fibras naturai s de
bambu. O resul tado é um vel udo ai nda mai s l eve e
maci o, com um bri l ho a mai s do que o normal .
- Intense Bl ue - trata- se de um índi go que
não perde seu azul i ntenso, mesmo após vári as
l avagens. Jeans escuro é tendênci a e, nesse caso,
o índi go permi te experi mentações de di versos ti -
pos, sem perder sua tonal i dade escura.
- Spri ng Cord – É um vel udo mai s l eve do
que o vel udo tradi ci onal e, portanto, pode ser
usado em todas as estações do ano, i ncl usi ve no
verão tropi cal .
A Cedro Cachoei ra, al ém dos deni ns, (l ei a
seção de Jeans nesta edi ção) trouxe sua l i nha
de teci dos técni cos para apl i cação em uni formes
profissi onai s, como os teci dos com retardante
de chama, repel ente à água, ól eo e suj i dades,
repel ente a agentes quími cos, anti - estáti co e
anti mi crobi ano. A empresa l ançou também o ce-
drodeni m profissi onal 100% al godão, índi go que
não desbota, suportando 6 meses de uso ou 30
l avagens. Operári os que fizeram o teste de uso
desse produto aprovaram seu conforto e a fáci l
manutenção.
Últimas lavagens em jeans
Estande da Cedro Cachoeira na Fenatec
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Lavanderia&Cia - 13
Um segmento pouco
conheci do do mercado é
o de l avanderi as espe-
ci al i zadas em l i mpeza
de bi g bags. Trata- se
de hi gi eni zação de
sacari as uti l i zadas
para acondi ci onar
al i mentos e outros
materi ai s.
Esse ti po de l i mpeza cons-
ti tui um i mportante servi ço de reci cl agem. Ao
i nvés de a i ndústri a descartar no mei o ambi ente
as embal agens uti l i zadas para acondi ci onar seus
produtos, é fei ta uma l avagem dessa embal agem
para ser reuti l i zada, economi zando matéri a- pri ma
e evi tando excesso de l i xo na natureza.
No Brasi l ai nda é pequeno o número de l a-
vanderi as que se dedi cam a esse segmento,
que tende a aumentar à medi da em que cresce a
consci ênci a ecol ógi ca no mei o empresari al .
Processamento
De manei ra geral , a l avanderi a, ao receber
os bags para hi gi eni zação, os col oca em l ocal
seco e coberto para evi tar que se dani fiquem
antes da l avagem.
A l avagem é fei ta com produtos i nofensi vos
aos al i mentos que serão acondi ci onados nos
bags depoi s de l i mpos. Pl ataformas de esco-
amento evi tam qual quer contato com o sol o e
faci l i tam a drenagem da água e das substânci as
nel a conti da.
Uti l i zam- se j atos de al ta pressão e equi pa-
mentos própri os para l avagem e centri fugação.
Esta é, por sua vez, uma etapa i mportante do
processo poi s agi l i za a secagem, que preci sa
ser rápi da, não apenas para evi tar contami nação
mas para devol ver no menor prazo os bags para
o cl i ente. A secagem pode ser fei ta com potentes
venti l adores concebi dos para essa final i dade.
Inspeção e Manutenção
Depoi s de hi gi eni zados, os bags são subme-
ti dos à i nspeção para detectar avari as em al ças de
carregamento, vál vul as de enchi mento e descar-
ga, teci do, costuras, remendos, fiti l hos, enfim em
todos os componentes.
No servi ço de manutenção, os probl emas
são corri gi dos, efetuando- se troca de compo-
nentes, quando necessári o, e col ocando os bags
em perfei ta condi ção de reuti l i zação. A l avan-
deri a fornece rel atóri o ao cl i ente com descri ção
e anál i se dos probl emas veri ficados, possívei s
defei tos de fabri cação e fal has de manusei o, i n-
di cando sol uções para o aumento da vi da úti l
dos bi g bags.
Outros ser vi ços
As l avanderi as procuram atender às neces-
si dades especi ai s de cada cl i ente, di versi ficando
seus servi ços. Assi m, al ém da l avagem e ma-
nutenção, podem oferecer o servi ço de troca de
al ças, de base i nferi or e superi or, reposi ção de
vál vul as e fiti l hos, al ém de reforço de costura, que
compreende o reforço de costura l ateral , paredes,
vál vul as e reforço de costura em al ças.
Al gumas empresas real i zam também a co-
l ocação ou reposi ção de sacos de revesti mento
i nterno (l i ners), l avagem e assepsi a em sacari as
de pol i propi l eno para reuti l i zação, l avagem e re-
cuperação de ci ntas de amarração para i çamen-
to de sacari as (mari ne sl i ngs), fil tros especi ai s,
embal agens especi ai s em pol i propi l eno, l i ners de
pol i propi l eno para contai neres maríti mos.
Um segmento pouco conhecido
L&C Encarte Especial - Lavagem de Big Bag, EPI e Uniformes
Segurança para os empregados
Um outro servi ço de rel evânci a para a preser-
vação do mei o ambi ente prestado pel as l avande-
ri as é o de l i mpeza, conservação e manutenção
de Equi pamentos de Proteção Indi vi dual – EPI.
Luvas, aventai s, pernei ras, mangotes e demai s
equi pamentos recebem nessas l avanderi as espe-
ci al i zadas um tratamento adequado de hi gi eni za-
ção, de acordo com o ti po de materi al e suj i dade.
Processamento
Dentro das l avanderi as especi al i zadas, os
EPIs são l i mpos através de um processo de l ava-
gem a seco para evi tar deteri oração das peças,
aumentando sua vi da úti l . Depoi s de l i mpas,
desengraxadas e hi gi eni zadas, as l uvas passam
por um processo de checagem em que podem
ser consertadas, se necessári o.
Na etapa de manutenção, são realizados os con-
sertos necessários, recuperando- se os EPI’s com
segurança. As botas de segurança são higieniza-
das, substituído o cadarço e a palmilha e pinta-
das, retornando para o usuário totalmente nova.
O processo assegura às peças tratadas
resi stênci a, flexi bi l i dade e maci ez ori gi nai s.
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14
L&C Encarte Especial - Lavagem de Big Bag, EPI e Uniformes
Roupa Profi ssional,
um Instrumento Socialmente Estratégico
Os empregados se tornam cada vez mais exi-
gentes com rel ação à qual idade de vida e condi-
ções de trabal ho. A opinião públ ica espera uma
contribuição das empresas para o progresso das
comunidades e para desenvol vimento sustentável .
Hoj e, se reconhece que a eficiência das empresas é
essencial para o desenvol vimento da nossa socie-
dade, mas se considera também que o desempenho
econômico não pode mais ser obtido a qual quer
custo, ou sej a, prej udicando o meio ambiente.
As roupas profi ssi onai s ( EPI e uni formes)
são produtos que carregam os val ores de nos-
sos tempos: segurança, conforto, éti ca, i ma-
gem posi ti va. Os empregados estão l i gados à
sua vesti menta profi ssi onal . De acordo com a
escol ha que fi zer, a empresa vai transmi ti r si -
nai s aos trabal hadores. El a pode demonstrar
– vi a roupa profi ssi onal – a mensagem de res-
pei to, consi deração e reconheci mento.
Se as expectati vas dos empregados são l eva-
das em conta na escol ha dos uni formes, a empre-
sa poderá receber em troca confiança, di ál ogo e
apropri ação de seus val ores. E mai s: por essa éti -
ca de consi deração, a empresa ganhará a atração
dos parcei ros externos, cl i entes, fornecedores e
governo. Assi m, a vesti menta profissi onal terá de-
monstrado seu caráter soci al mente estratégi co.
Inovação em Uniformização
A Cedro Cachoei ra l ançou o Deni m Profis-
si onal , um índi go que permanece como novo
mesmo depoi s de dezenas de l avagens. Sua
pri nci pal característi ca - não desbotar - asse-
gura a cor vi va, o azul i ntenso e a durabi l i dade
do produto.
A empresa fornece o novo deni m com trata-
mento de pré- amaci amento, acel erando o pro-
cesso de confecção dos uni formes e reduzi ndo
os custos de fabri cação.
A tecnol ogi a, i nerente ao processo de fa-
bri cação do teci do, i mpl i ca numa estrutura re-
forçada, que garante al ta resi stên-
ci a a esforços físi cos, ampl i ando
assi m a possi bi l i dade de uti l i zação
desse índi go em di versas áreas
profi ssi onai s.
Com composi ção de 100%
al godão, o i novador Cedro Deni m
Profissi onal confere vi sual moderno
e conforto aos empregados, resul -
tando em uni formes que reforçam a
auto- esti ma e aumentam a produti -
vi dade.
Assi m, el as podem ser uti l i zadas por mui to
mai s tempo. Estudos demonstram que o cl i ente
pode ter uma economi a de até 70% em rel ação
à aqui si ção de novas peças. Al ém da economi a,
a i ndústri a está contri bui ndo para a preservação
do mei o ambi ente.
Descar tar ou reaprovei tar?
A questão de se os EPIs devem ser descar-
tados depoi s do uso ou reci cl ados para posteri or
uti l i zação j á não se col oca, tendo em vi sta que
o descarte prematuro acarreta danos ao mei o
ambi ente, enquanto a sua reuti l i zação poupa a
natureza de um l i xo extra i ndesej ável .
A questão agora é: quem está capaci tado para
l avar EPI com segurança para o trabal hador e de
que forma os efluentes de l avagem são tratados.
Por esse moti vo, em feverei ro de 2000, os
fabri cantes de EPi s, os prestadores de servi ço de
l avagem e o Mi ni stéri o do Trabal ho e Emprego
firmaram o “ Acordo Setori al de Compromi sso de
Impl antação de Procedi mentos e Control e da Hi -
gi eni zação e Readequação dos Equi pamentos de
Proteção Indi vi dual – EPIs” , obj eti vando enfrentar
o probl ema ocasi onado pel o uso de EPIs em esta-
do não adequado para a proteção do trabal hador, o
respei to ao mei o ambi ente, tendo em vi sta a sobra
de resíduos ori undos da hi gi eni zação, cl assi fica-
dos como peri gosos pel os órgãos responsávei s
pel o control e ambi ental e a exi stênci a do mercado
i rregul ar de comérci o desses equi pamentos.
O Acordo prevê cri téri os específicos para o
credenci amento de l avanderi as prestadoras de ser-
vi ço de l avagem de EPIs, i ncl usi ve sobre o aspecto
técni co, e para i ndi cação das empresas aptas para
a prestação de servi ço de reci cl agem de EPIs, que
são exami nados através a Comi ssão de Enquadra-
mento, também previ sta no ci tado Acordo.
Durante o período em que o Acordo vem sen-
do prati cado, sensívei s mel horas j á foram detec-
tadas no mercado, si gni ficando mai or proteção ao
trabal hador e ao mei o ambi ente.
Presidente da ANEL visita fábrica da Cedro, em Sete Lagoas.
l&c_167 - 17-03-2006.indd 14 31/3/2006 12:31:01
Lavanderia&Cia - 15
O
Proj eto de l ei nº 1102, de 2003, do De-
putado José Zi co Prado, do Parti do dos
Trabal hadores, foi final mente aprovado e
transformado na Lei 12.254, de 9 de feverei ro de
2006, que será regul amentada e é vál i da para o
Estado de São Paul o. Sua íntegra é a segui nte:
Lei nº 12.254, de 9 de f ever ei r o
de 2006
(Proj eto de l ei nº 1102, de 2003, do
Deputado José Zi co Prado – PT)
Faço saber que a Assembl éi a Le-
gi sl ati va decreta e eu promul go, nos
termos do arti go 28, § 8º, da Consti tui -
ção do Estado, a segui nte l ei :
Arti go 1º - As empresas que uti l i zam
produtos noci vos à saúde do trabal ha-
dor e ao mei o ambi ente são responsá-
vei s pel a l avagem dos uni formes de
seus empregados.
§ 1º - Para os efei tos desta l ei , consi -
deram- se produtos noci vos à saúde do
trabal hador os di spostos na l egi sl ação
que regul a a previ dênci a soci al .
§ 2º - Vetado.
Arti go 2º - As empresas poderão real i zar
di retamente a l avagem dos uni formes,
ou contratar servi ços de tercei ros, desde
que o tratamento dos efluentes resul -
tantes da l avagem obedeça à l egi sl ação
vi gente de proteção ao mei o ambi ente.
Arti go 3º - As empresas que dei xarem de cumpri r
o estabel eci do nesta l ei ficarão suj ei tas à apl i ca-
ção de penal i dades, na forma que di spuser o seu
regul amento.
Arti go 4º - O Poder Executi vo fiscal i zará a apl i ca-
ção desta l ei através de seus órgãos competentes.
Arti go 5º - As despesas decorrentes da exe-
cução desta l ei correrão à conta das dotações
orçamentári as própri as, supl ementadas se ne-
cessári o.
Arti go 6º - Esta l ei entra em vi gor na data de sua
publ i cação.
Assembl éi a Legi sl ati va do Estado de São Paul o,
aos 9 de feverei ro de 2006.
a) Rodri go Garci a - Presi dente
Publ i cada na Secretari a da Assembl éi a Legi sl ati va
do Estado de São Paul o, aos 9 de feverei ro de
2006.
Marco Antoni o Hatem Beneton - Secretári o Geral
Parl amentar
Lei que obri ga empresas a l avar os uni for-
mes de seus empregados vai ampl i ar o setor
especi al i zado
Agora haverá um forte i mpul so ao setor es-
peci al i zado, poi s a l ei determi na que a l avagem
pode ser fei ta “ di retamente ou por mei o de con-
tratação de empresas especi al i zadas” .
A opi ni ão é do presi dente da At-
mosfera, empresa l íder no mercado de
hi gi eni zação e l avagem de têxtei s no
país, Paul o S. Barros Barreto, Segundo
el e, “ a aprovação da l ei corresponde
às atuai s exi gênci as da soci edade em
rel ação à responsabi l i dade soci al das
empresas” . El e comenta que hoj e a
mai ori a das empresas del ega essa l a-
vagem aos própri os empregados, ape-
sar dos ri scos à saúde e ao ambi ente
que o processo traz. “ Apenas um l i mi -
tado grupo de i ndústri as assume essa
gestão da l avagem dos uni formes, mas
é crescente essa preocupação entre as
empresas, o que têm di nami zado nos-
so mercado” , di z Paul o Barreto.
Agora, al ém de parte da responsa-
bi l i dade soci al empresari al , a l avagem
de uni formes passou a ser obri gação, o
que vai exi gi r das empresas especi al i -
zadas um aumento de sua capaci dade
de atender à demanda.
A nova l ei estabel ece a obri gato-
ri edade para as empresas que uti l i zam
produtos noci vos à saúde do traba-
l hador e ao mei o ambi ente. Para a l ei
produtos noci vos à saúde do trabal hador são os
di spostos na l egi sl ação que regul a a previ dên-
ci a soci al , e noci vos ao mei o ambi ente todos os
produtos que, como resul tado da l avagem dos
uni formes, cri em efluentes pol ui dores que não
possam ser l ançados em corpos de água ou em
canal i zações públ i cas e pri vadas, por contrari ar a
l egi sl ação em vi gor. (Fonte: Atmosfera)
Aprovada lei de
lavagem de uniformes
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16
Ati vi dades e Eventos da Anel 2006 - 1º semestre
Mês Curso/ Evento/ Tema Local / Abrangênci a Data
Abril Workshop BLASTEX - apoio ANEL
Tendências 2007, efeitos diferenciados em j eans
atendimento@ bl astex.com
FIMAPEV - Feira Internacional de Máquinas, Matérias- Primas e Produtos do Vestuário - apoio ANEL
www.fimapevmg.com.br
Reunião Cl ube do Empreendedor
COMTEX - 3º Edição da Feira de Componentes Têxteis
www.comtexbrasil .com.br - apoio ANEL
Cicl o de Debates:. Rel ações com o Consumidor : Ética, Direitos e Recl amações.
Senai – SP
Divinópolis – MG
Anel - SP
Caruaru – PE
Anel - SP
04
04 a 06
12
25 a 28
27
Maio Curso Fibras, fios, tecidos: Revisado com exemplos do novo mostruário
Curso Lavagem, Acabamento e Passadoria de Couro e Camurça
Reunião Clube do Empreendedor
Curso de Segurança no Manuseio de Produtos Químicos
Anel - SP
Senai – SP
Anel - SP
Anel - SP
10
18/19
18
24
Junho Reunião Clube do Empreendedor
Hospitalar – Expo Center Norte
www.hospitalar.com.br
Curso Técnico Hospitalar
Anel– SP
SP
Senai– SP
08
20/ 23
26/ 30
Roupas Especiais Anti-chamas
A Norma Regul amentadora do Mi ni stéri o do
Trabal ho, que di sci pl i na a ati vi dade de el etri ci -
dade – NR 10, foi revi sada em 2005. Entre as
novi dades da norma, está a exi gênci a de vesti -
menta de uma roupa especi al anti - chamas para
todos aquel es profissi onai s que atuam com el e-
tri ci dade.
Trata- se de um equi pamento de proteção i n-
di vi dual (EPI), com custo mui to al to para as em-
presas, caso tenha de ser adqui ri do, devi do à sua
matéri a- pri ma.
Com o obj eti vo de ampl i ar sua l i nha de uni -
formes para l ocação, oferecendo uma al ternati va
mai s econômi ca e com total segurança, a Reno-
va, l avanderi a com sede no Ri o Grande do Sul ,
l ançou uni formes em teci do anti - chamas para
l ocação, no mesmo si stema dos demai s uni for-
mes ofereci dos atual mente no mercado. As peças
são produzi das com matéri a- pri ma i mportada, e
poderão ser al ugadas nas versões de macacão e
conj unto cal ça e cami sa.
A l avanderi a faz a hi gi eni zação peri ódi ca des-
ses uni formes.
Fonte: Renova Informati vo n.16
renova@ renova.com.br
L&C Encarte Especial - Lavagem de Big Bag, EPI e Uniformes
l&c_167 - 17-03-2006.indd 16 31/3/2006 12:31:10
Lavanderia&Cia - 17
Empresas que se fi l i aram à ANEL
em novembro e dezembro de 2005
Fast Laundry Lavanderias São Paulo - SP
Acqua Lavanderia Criciuma - SC
Lav Clin Lavanderia Erexim - RS
Cedro Cachoeira Belo Horizonte - MG
Vidotti e Petean Campinas - SP
Lavanderia Almeida Cuiabá - MT
Le Sorelle Consultoria Eventos Tangará da Serra - MT
Vapor & Cia Votuporanga - SP
Lavanderia do Futuro Belo Horizonte -MG
Turitá Lavanderia São Paulo – SP
L&C Associados Novos
l&c_167 - 17-03-2006.indd 17 31/3/2006 12:31:29
Lavanderia&Cia - 18
Novo Most ruári o de Teci dos
O Most r uár i o de Teci dos f oi desenvol vi do par a or i ent ar e escl ar ecer
quest i onament os rel aci onados a t eci dos, sua f orma de const rução e
cl assi ficação dos pri nci pai s t i pos ut i l i zados no mercado.
A nova edi ção apresent a i nst ruções bási cas de l avagem de cada
amost ra rel aci onada. Essa abordagem auxi l i a a i dent i ficação para
que t rat ament o e cui dados, pri nci pal ment e para as roupas
recebi das sem i nst rução, possam ser det ermi nados.
Most re a seus cl i ent es o profissi onal i smo
de sua l avanderi a! Ent re em cont at o conosco e peça seu
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p
o
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a
is
te
m
p
o
.
O
edredom é uma peça mui to bem- vi nda para nosso conforto no i n-
rno. A faci l i dade com que el e se mol da ao corpo e nos mantêm
al ém de sua l eveza, maci ez e prati ci dade o tornam um
nossas casas.
d edom:
dá- l os por l ongos períodos.
ndo para sempre.
ti ca antes de
ocar
Encar te exclusivo da revista Lavanderia & Cia
para distribuição nas lavanderias associadas à Anel.
nº 1
Encar te exclusivo da revista Lavanderia & Cia
para distribuição nas lavanderias associadas à Anel.
nº 2
ncar te exclusivo da revista Lavanderia & Cia
ição nas lavanderias associadas à Anel.
nº 1
te exclusivo da revista Lavanderia & C
ão nas lavanderias associadas à
A séri e LAVANDERIA + PRÁTICA cri ada pel a ANEL, é uma col eção de encartes i n-
formati vos que abordam temas di versi ficados para que as l avanderi as di stri buam a seus
cl i entes, fidel i zando e abri ndo um canal de comuni cação. Esse materi al é parte do trabal ho
da ANEL de consci enti zação do públ i co usuári o de l avanderi a.
Investi mento:
Até 1.000 uni dades: R$ 0,25/ uni dade
A parti r de 1.001: R$ 0,19/ uni dade
Quanti dade míni ma do pedi do: 500
Despesas de remessa: a cal cul ar de acordo com tabel a do correi o. Caso o associ ado
trabal he com transportadora, poderá mandar reti rar na sede.
Forma de pagamento: à vi sta por depósi to bancári o ou com bol eto.
Entre em contato conosco e reserve j á seus exempl ares.
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Preserve a beleza e
maciez dos edredons
por mais tempo.
O
edredom é uma peça mui to bem- vi nda para nosso conforto no i n-
verno. A faci l i dade com que el e se mol da ao corpo e nos mantêm
aqueci dos, al ém de sua l eveza, maci ez e prati ci dade o tornam um
arti go i ndi spensável em nossas casas.
Dicas para preservar a vida útil do edredom:
• Mande l avar seus edredons antes de guardá- l os por l ongos períodos.
Eventuai s suj ei ras ou manchas podem acabar se fixando para sempre.
• Ao reti rar o edredom da l avanderi a, remova a embal agem pl ásti ca antes de
guardá- l o no armári o para que a peça respi re. A umi dade pode provocar
mofo, odores desagradávei s e manchas di fícei s de remover.
• Al gumas l avadoras resi denci ai s não comportam edredons vol umosos, oca-
si onando uma l i mpeza i nsati sfatóri a devi do à ação l i mi tada das máqui nas.
Os edredons podem apresentar os segui ntes probl emas durante a
l avagem:
• Encol hi mento do teci do externo devi do à bai xa qual i dade do materi al .
• Desbotamento do teci do externo por fal ta de sol i dez do corante.
• Perda de vol ume do enchi mento ocasi onada por compactação (depen-
dendo da qual i dade do materi al ).
• Deformi dades ocorri das pel a má construção do enchi mento.
• Dificuldade na remoção de algumas manchas pela falta de lavagens freqüentes.
• Formação de pi l l i ng (bol i nhas) quando o teci do não possui boa qual i dade.
Evite problemas com seus edredons.
Leve-os sempre à sua lavanderia de confiança.
Eles estarão sempre macios e bem conservados.
Encar te exclusivo da revista Lavanderia & Cia
para distribuição nas lavanderias associadas à Anel.
nº 1
www.anel.com.br
Cuide bem dos seus
tênis
Os tênis são amigos inseparáveis que nos acompanham em todos os
momentos - de uma simples caminhada à malhação em academias, eles
são feitos para nos proporcionar o máximo em conforto.
Por isso mesmo, devemos cuidar muito bem dos nossos tênis, manten-
do- os sempre com o mesmo aspecto e preservando suas qualidades.
Para isso, a melhor solução é deixá- los aos cuidados de uma lavanderia
profissional, especializada nesse tipo de serviço.
Através de técni cas especi ai s de l avagem, deso-
dori zação e recuperação, que não desgastam suas
par tes componentes, os têni s vol tarão a ficar l i m-
pos e l i vres de odores característi cos, retornando
ao seu aspecto ori gi nal .
Encar te exclusivo da revista Lavanderia & Cia
para distribuição nas lavanderias associadas à Anel.
nº 2
www.anel.com.br
Lavagem à
agua
Al vej amento Secagem em
tambor
Secagem
Natural
Passadori a Lavagem a
Seco
Temperatura Temperatura Temperatura
máx. 40º C permi ti do
al vej ante
cl orado
míni ma secar
pendurada
110º todos os
sol ventes
máx. 60º C não usar
al vej ante
cl orado
máxi ma secar na
verti cal
(não torcer)
150º l avagem com
hidrocarboneto
ou percl o-
roeti l eno
máx. 90º C não secar
em tambor
rotati vo
secar na
hori zontal
200º l avagem
somente com
hi drocar-
boneto
Ci cl o
normal
não passar não l avar a
seco
curto
manual
não l avar
Encar te exclusivo da revista Lavanderia & Cia
para distribuição nas lavanderias associadas à Anel.
nº 3
Si ga sempre os símbol os de l avagem e
passadori a das eti quetas.
Não retire a etiqueta de composição e
conservação que estão afixadas em suas
roupas, el as permi tem um mel hor resul tado
de l avagem e passadori a.
Há sempre uma l avanderi a associ ada
cui dando de você
www.anel.com.br
A conservação das
roupas e seus símbolos
l&c_167 - 17-03-2006.indd 18 31/3/2006 12:31:47
Lavanderia&Cia - 19
i n-
antêm
am um
gos períodos.
para sempre.
ti ca antes de
ocar
Lavíndice Online:
O mais completo guia de Lavanderias da Web
C
om a expansão da i nternet, as pessoas
passaram a uti l i zá- l a com mai or freqüên-
ci a, pri nci pal mente como mei o de rea-
l i zar negóci os, pesqui sar empresas, procurar
parceri as e até mesmo fazer compras.
As frontei ras se expandi ram e o tempo se
customi za di ante da Internet. Podemos encon-
trar e fazer negóci os com empresas de qual quer
parte do mundo.
Pensando ni sso a Anel cri ou o novo e com-
pl eto Gui a de Lavanderi as da i nternet, o
Lavíndi ce On-l i ne. Um gui a faci l i tador de
vendas e rel aci onamentos entre fornece-
dores, empresas e consumi dores. Um ca-
nal de di vul gação e consul ta rápi da
que ati nge todo o uni verso web.
Nel e o usuári o pode fazer sua
busca por segmento, ramo de ati vi -
dade e estado. Os dados aparecem
de forma cl ara, a pesqui sa é conci -
sa, e por mei o del e o i nternauta terá
acesso aos dados de sua empresa, e- mai l
e a possi bi l i dade de navegar pel o seu si te.
O mel hor de tudo i sso, é que para di vul gar
sua empresa o custo é mui to pequeno, apenas
uma taxa anual de R$150,00 para di vul gação de
seus dados e e- mai l ou R$ 200,00 para di vul ga-
ção de seus dados, e- mai l e o l i nk de seu si te.
Associ ados Anel possuem preços di feren-
ci ados: R$ 100,00 para di vul gação si mpl es e
R$ 150,00 com l i nk para seu si te.
O Lavíndi ce On- l i ne está em fase de cadas-
tramento e as pri nci pai s empresas do segmento
j á estão parti ci pando.
Aos i nteressados, o Lavíndi ce oferece o be-
nefíci o do cadastramento gratui to até o di a
10 de mai o. Para fazer parte, basta entrar no
si te www.l avi ndi ce.com.br ou www.anel .com.br
e cadastrar os dados de sua empresa.
As mel hores empresas j á estão no Lavíndi ce
On-l i ne. Aprovei te a oportuni dade de di vul gar
seus produtos e servi ços neste i novador canal
de comuni cação com seu mercado.
Informações e Proj eto Web:
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L&C Mídia Digital
l&c_167 - 17-03-2006.indd 19 31/3/2006 12:33:32
20
O
s modernos si stemas de dosagem auto-
máti ca de produtos para l avanderi a permi -
tem um control e efeti vo da produção, fa-
vorecendo a tomada de deci sões e os programas
de mel hori a contínua da empresa.
São di versas as vantagens que o si stema pro-
porci ona:
• Permi te à l avanderi a a vi sual i zação em tempo
real dos substratos processados.
• Aumenta a produti vi dade.
• Aumenta a eficiência nos processos de lavagem.
• Aumenta a rastreabi l i dade dos arti gos proces-
sados.
• Proporci ona 100 % de padroni zação nos pro-
cessos de l avagem.
• Col abora para conqui stas de certi ficações ISO
9000 e 14000.
• Economi za energi a (el étri ca, vapor), água e
tempo.
• Evi ta desperdíci os de produtos quími cos.
• Col abora na preservação do meio- ambiente.
• Introduz na l avanderi a um mei o efici ente de
proteção à saúde das pessoas e segurança no
trabal ho.
• É também um fator de humani zação no am-
bi ente de trabal ho.
Al guns segmentos de l avanderi a ati ngem 25%
de ganho, com o mesmo número de funci onári os,
o mesmo parque de máqui nas e dentro da mesma
carga horári a.
Dosadores Automáticos
Mai s efi ci ênci a, rastreabi l i dade e produti vi dade para as l avanderi as
Lavanderi a & Ci a entrevi stou a empresári a
Paol a Tucunduva, da Rotovi c - Heal th and Safe-
ty Sol uti ons, especi al i zada em hi gi eni zação de
uni formes e equi pamentos de proteção i ndi vi -
dual - EPI.
Quando a Rotovi c i ntroduzi u os novos dosa-
dores computadori zados?
Paol aTucunduva - Em março de 2002.
Por que?
Quando senti mos a necessi dade de pa-
droni zar nossos processos de l avagem e l evar
aos nossos col aboradores mai or segurança e
proteção, evi tando o contato e desperdíci o de
produtos quími cos e outros i nsumos.
No que se di ferenci am dos si stemas anteri o-
res de dosagem?
O novo si stema permi te a automação com-
pl eta das l avadoras, i ntegrado ao si stema de do-
sagem e o próxi mo passo é o gerenci amento das
i nformações em tempo real , o que ocorrerá nos
próxi mos meses.
Qual a economi a em porcentagem de produ-
tos quími cos ou outros i nsumos?
A economi a est á aut omat i cament e
“ l i nkada” ao si st ema i nst al ado, o qual per-
mi t i u à Rot ovi c um ganho real de produt i -
vi dade, ou sej a, pudemos l avar a mesma
quant i dade de roupa em um per í odo mui t o
menor de t empo r aci onal i zando mel hor os
t ur nos e os f at ores: energi a, água, vapor,
t empo, mão de obr a.
Pode ser adaptado para qual quer l avadora?
Si m, tanto nas l avadoras automáti cas como
nas l avadoras standards (que também podem vi r
a ser automati zadas).
Quem é o seu fornecedor de produtos e de
dosadores?
É uma empresa fabri cantes de produtos
quími cos que nos apresentou uma proposta
pol i ti camente correta de uso de Saneantes auto-
ri zados pel a ANVISA (MS) e Mi ni stéri o da Agri -
cul tura, para a hi gi eni zação de roupas de uso
i ndustri al .
O que mai s você poderi a menci onar como
fator i mpor tante de uso?
Posso menci onar que outro fator mui to
i mportante é que o produto quími co dosado
através desse si stema acaba se tornando um
fator de proteção ao mei o ambi ente, por evi tar a
dosagem excessi va e permi te um trabal ho mai s
efici ente da Estação de Tratamento de Efluentes
Líqui dos.
L&C Tecnologia
Gerenciamento das informações
em tempo real
Paola Tucunduva
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L&C Comunicações
22
Como reduzir custos de telefonia
Nova tecnol ogi a favorece oti mi zação do uso de comuni cações
A
comuni cação por tel efone é um i tem i m-
portante nas despesas de i ndi víduos e em-
presas. A tel efoni a tornou- se um servi ço de
pri mei ra necessi dade na vi da do ci dadão comum
e, sem dúvi das, das pequenas, médi as e grandes
empresas. El a é responsável por cerca de 15%
(médi a) das despesas fami l i ares de uma pessoa
que ganha pouco mai s do que um sal ári o míni -
mo, mas esse percentual pode ser ai nda mai s al to
no caso de organi zações. Todavi a, hoj e j á exi stem
al ternati vas para a redução desses custos e uma
del as oferece vantagens expressi vas.
A Cel l Wi rel ess Corporati on, empresa de te-
l ecomuni cações que mai s cresce no mundo, ofe-
rece grande potenci al de economi a em tel efoni a
de l onga di stânci a naci onal e i nternaci onal . Sua
tecnol ogi a está adaptada para operar em SMS
– Mensagem de Texto, WAP e GPRS. A empresa
oferece servi ços gratui tos como Chamadas VoIP
de PC para PC, Sal as de Conferênci a VoIP e Sal as
de Bate- papo VoIP em todo o mundo.
O que é VoIP
VoIP (Voi ce over Internet Protocol ou voz so-
bre IP) é uma recente tecnol ogi a que permi te a
transmi ssão de voz pel a rede Internet, uti l i zando
o protocol o IP (Protocol o Internet). É uma tecno-
l ogi a que i ntegra a Internet e a tel efoni a. O VoIP
é uma al ternati va (extremamente econômi ca) ao
uso da rede tradi ci onal dos servi ços tel efôni cos.
O mai or benefíci o do concei to de comuni -
cação de Voz sobre IP (VoIP), está na redução
si gni ficati va e i medi ata dos custos de comuni -
cação entre pontos geograficamente di sti ntos,
pri nci pal mente no que di z respei to às l i gações
i nterurbanas (DDD) e i nternaci onai s (DDI). O VoIP
é ampl amente acessível para qual quer pessoa ou
empresa que possua acesso à Internet (di al - up ou
banda l arga), oferecendo redução de custo, se-
gurança e pri vaci dade. Pode ser l i gado à central
tel efôni ca j á exi stente, sendo de fáci l i mpl anta-
ção, cri ando assi m uma rota de menor custo com
DDD e DDI. Tecnol ogi as acei távei s: ADSL, Cabl e
Modem, Wi rel ess, Frame Rel ay e Li nk Dedi cado.
Grupo LUA2004
O grupo LUA2004, idealizado pelo engenheiro
Carlos Maciel, que transmite informações úteis e
atualizadas sobre lavanderia através de e- mails, está
facilitando o ingresso de interessados nesse sistema
para uso grátis ou pré- pago. Ele pretende conseguir
uma sala de conferência gratuita, onde seriam discu-
tidos assuntos de interesse do grupo. Para se cadas-
trar gratuitamente basta entrar no site www.cellwire-
less.com/luanetphone. Ao se cadastrar, a pessoa ou
empresa deverá colocar como username o seu nome
ou o de sua empresa, seguido da palavra netphone.
Exemplo: alvoradanetphone. Alguns usuários do Gru-
po LUA j á estão registrando economias expressivas
em suas ligações internacionais e interestaduais.
Al berto Frei re Marti ns, da empresa Econo-
master, parti ci pante do Grupo LUA, afirmou que o
si stema é excel ente: “ Estou no Paraná, j á fiz l i ga-
ções para Cui abá, João Pessoa e outras ci dades do
Brasi l , com bastante economi a. O si stema fornece
um hi stóri co das l i gações e eu pude comparar os
preços do VoIP com o preço de l i gações conven-
ci onai s, resul tando em reduções de até 50%.
Tari fas reduzi das
As l i gações podem ser fei tas de PC para PC,
de PC para Tel efone e de Tel efone para Tel efone.
Essa versati l i dade é um dos pri nci pai s atrati vos
do si stema, al ém do bai xo custo, evi dentemente.
Observe que de PC para PC a l i gação é gráti s; de
PC para Tel efone há menor custo que deTel efone
para Tel efone, usando VoIP em todas as modal i -
dades de l i gação. Vej a abai xo.
Confira a economia com as tarifas Cell Wireless
As tari fas estão exi bi das em U$ (dól ares ame-
ri canos) em frações de 30 segundos.
O pri mei ro mi nuto é cobrado em i ncrementos
de 30 segundos. Os próxi mos mi nutos, em i nter-
val os de 15 segundos. Para chamadas Phone to
Phone (Tel efone para Tel efone) você deve cal cul ar
as tari fas de ori gem + as tari fas de desti no para
obter o val or final da tari fa.
TARIFAS GREEN
Phone to Phone & PC to Phone
Origem + Destino* Celular Fixo
São Paulo (SP) 0.145 0.03
Rio de Janeiro (RJ) 0.145 0.0274
Belém (PA) 0.145 0.03785
Brasília (DF) 0.145 0.0337
Salvador (BA) 0.145 0.03785
Fortaleza (CE) 0.145 0.03785
Belo Horizonte (MG) 0.145 0.0329
Recife (PE) 0.145 0.03785
Porto Alegre (RS) 0.145 0.03785
Outros Estados do Brasil 0.145 0.03785
Tokyo (Japão) 0.10855 0.0292
Washington (USA) 0.01835 0.01835
Sidney (Austrália) 0.173 0.0295
Paris (França) 0.14395 0.019
Lisboa (Portugal) 0.165 0.02135
Londres (UK) 0.1646 0.01685
Madri (Espanha) 0.194 0.01915
* Exemplo: Phone to Phone (de telefone fixo para fixo)
De São Paulo (origem) para Madri (destino)
0.03 + 0.01915 = 0.04915 (30 seg)
Uma chamada de 15 minutos = U$ 1.47
* Exemplo: PC to Phone (de computador para telefone fixo)
De São Paulo (origem) para Madri (destino)
0.00 + 0.01915 = 0.01915 (30 seg)
Uma chamada de 15 minutos = U$ 0.57
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LavanderiaeCia - 23
ANEL apóia iniciativas de outros segmentos
L&C Apoio
Workshop Bl astex
Efei tos di ferenci ados em Jeans
FIMAPEV
Fei ra Internaci onal de
Máqui nas, Matéri as-pri mas e
Produtos do Vestuári o
COMTEX
3º Edi ção da Fei ra de
Componentes Têxtei s
1º Curso de Tecnol ogi a e Sol u-
ção em Produtos de Li mpeza
Insti tuci onal & Industri al da
H&C
4 de abri l 04 a 06 de abri l ,
das 14 às 22h.
25 a 28 de abri l de 2006,
das 16h às 22h.
29 e 30 de abri l de 2006
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Apoi o: ANEL
Mai s Informações:
(47) 3327- 3245
Pavi l hão de Eventos do Centro-
Oeste de Mi nas
Rua Geral do Lara, 10
Bom Pastor Di vi nópol i s - MG
Mai ores i nformações:
(37) 3222- 3854
(37) 3222- 9270
Apoi o: ANEL
www.fimapevmg.com.br
Pól o Comerci al de Caruaru – PE
Mai ores i nformações:
(81) 3236-5336
(81) 3236-4524
Apoi o: ANEL
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ano de assi natura da Revi sta H&C
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Organi zação: FREEDOM
Comuni cações
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de 50kg com aquecimento a gás
Marca Suzuki Castanho - Baumer Ci ssel l Milnor (ADC) Firbimatic do Brasil
Model o 350G LS- 50- G HD 125 M122 DE120
Capaci dade 50 kg 50 kg 57 kg de carga seca 50kg 53,5 kilos / 120 libras
Aqueci mento a gás a gás a gás a gás a gás
Consumo 4,00 kg/ h 5 kg/ h (GLP)
75.600 kcal / h de consumo
máxi mo ou 5 kg de gás gl p por
hora no consumo médi o
104,58Kcal / h
kcal/hora 94.500
Btu/hora 375.000
Vol ume do cesto em l i tros 1.326,65 dm
3
1.306 1.046 l i tros 1010 l i tros 1.070
Fator de carga 1:26 1:26,12 1:18 1:20 1:20
Vazão de ar 45 m
3
/ mi n 50m
3
/ mi n 3.400 m
3
por hora
2.800cfm ou
79,2 mm col . d’ agua
62 cmm
Potênci a do motor
Equi pamento: 2,0 CV - Exaus-
tor: 1,0 CV
1,5 e 0,5CV
1 HP para o cesto
1 1/ 2 HP para o exaustor
1HP ( Cesto )
3HP ( Exaustor)
1 HP (0,75 KW)
Ti po de aço i nox Opci onal cesto AISI 304 AISI 304 (no cesto - opci onal ) 304 AISI304 Aisi 304 NO CESTO
Uni dades em funci onamento
no Brasi l
780 80 40 16 11
Preço bási co R$ 21.000,00 R$ 19.916,00
US$ 16.000,00
posto em São Paul o
US$10,870.00 U$ 14.000,00
Pode ser adqui ri do pel o
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si m si m não não Não (Proger sim)
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fabri cante/ i mportador
si m si m não si m si m
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Representante no Brasi l Suzuki Baumer LLS Lati noameri ca SARC Representações Fi rbi mati c do Brasi l
Tel efone 0800- 701- 6373
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(19) 3805- 7680 (SP)
(11) 3833- 0722
(21) 2576- 6245
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L&C Classifi cados
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L&C Classifi cados
26
Faça agora mesmo seu pedi do.
Informe-se sobre preços e remessas.
Preserve a beleza e
maciez dos edredons
por mais tempo.
O
edredom é uma peça mui to bem- vi nda para nosso conforto no i n-
verno. A faci l i dade com que el e se mol da ao corpo e nos mantêm
aqueci dos, al ém de sua l eveza, maci ez e prati ci dade o tornam um
arti go i ndi spensável em nossas casas.
Dicas para preservar a vida útil do edredom:
• Mande l avar seus edredons antes de guardá- l os por l ongos períodos.
Eventuai s suj ei ras ou manchas podem acabar se fixando para sempre.
• Ao reti rar o edredom da l avanderi a, remova a embal agem pl ásti ca antes de
guardá- l o no armári o para que a peça respi re. A umi dade pode provocar
mofo, odores desagradávei s e manchas di fícei s de remover.
• Al gumas l avadoras resi denci ai s não comportam edredons vol umosos, oca-
si onando uma l i mpeza i nsati sfatóri a devi do à ação l i mi tada das máqui nas.
Os edredons podem apresentar os segui ntes probl emas durante a
l avagem:
• Encol hi mento do teci do externo devi do à bai xa qual i dade do materi al .
• Desbotamento do teci do externo por fal ta de sol i dez do corante.
• Perda de vol ume do enchi mento ocasi onada por compactação (depen-
dendo da qual i dade do materi al ).
• Deformi dades ocorri das pel a má construção do enchi mento.
• Dificuldade na remoção de algumas manchas pela falta de lavagens freqüentes.
• Formação de pi l l i ng (bol i nhas) quando o teci do não possui boa qual i dade.
Evite problemas com seus edredons.
Leve-os sempre à sua lavanderia de confiança.
Eles estarão sempre macios e bem conservados.
Encar te exclusivo da revista Lavanderia & Cia
para distribuição nas lavanderias associadas à Anel.
nº 1
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Recuperação e
Tratamento de Água
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Sistemas de ControIe e Dosagem
Continua o sucesso da série Lavanderia + Prática.
Encomende o terceiro exemplar!
O primeiro folheto foi sobre o tema EDREDOM, o segundo sobre TÊNIS e agora,
a Lavanderia + Prática fala sobre Símbolos de Lavagem.
A série Lavanderia + Prática, criada pela ANEL, é uma coleção de encartes informativos que
abordam temas diversificados para que as lavanderias domésticas distribuam em sua lavanderia,
fidelizando e abrindo um canal de comunicação com seus clientes.
Faça seu pedido do Lavanderia + Prática, em qualquer quantidade, basta ser associada à ANEL.
Tel (11) 3078- 8466
anel @ anel .com.br
www.anel .com.br
Cuide bem dos seus
tênis
Os tênis são amigos inseparáveis que nos acompanham em todos os
momentos - de uma simples caminhada à malhação em academias, eles
são feitos para nos proporcionar o máximo em conforto.
Por isso mesmo, devemos cuidar muito bem dos nossos tênis, manten-
do- os sempre com o mesmo aspecto e preservando suas qualidades.
Para isso, a melhor solução é deixá- los aos cuidados de uma lavanderia
profissional, especializada nesse tipo de serviço.
Através de técni cas especi ai s de l avagem, deso-
dori zação e recuperação, que não desgastam suas
par tes componentes, os têni s vol tarão a ficar l i m-
pos e l i vres de odores característi cos, retornando
ao seu aspecto ori gi nal .
Encar te exclusivo da revista Lavanderia & Cia
para distribuição nas lavanderias associadas à Anel.
nº 2
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Lavagem à
agua
Al vej amento Secagem em
tambor
Secagem
Natural
Passadori a Lavagem a
Seco
Temperatura Temperatura Temperatura
máx. 40º C permi ti do
al vej ante
cl orado
míni ma secar
pendurada
110º todos os
sol ventes
máx. 60º C não usar
al vej ante
cl orado
máxi ma secar na
verti cal
(não torcer)
150º l avagem com
hidrocarboneto
ou percl o-
roeti l eno
máx. 90º C não secar
em tambor
rotati vo
secar na
hori zontal
200º l avagem
somente com
hi drocar-
boneto
Ci cl o
normal
não passar não l avar a
seco
curto
manual
não l avar
Encar te exclusivo da revista Lavanderia & Cia
para distribuição nas lavanderias associadas à Anel.
nº 3
Si ga sempre os símbol os de l avagem e
passadori a das eti quetas.
Não retire a etiqueta de composição e
conservação que estão afixadas em suas
roupas, el as permi tem um mel hor resul tado
de l avagem e passadori a.
Há sempre uma l avanderi a associ ada
cui dando de você
www.anel.com.br
A conservação das
roupas e seus símbolos
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